quarta-feira, julho 27, 2005

depois do último post, fui de novo ao Alvito. Pedi uma enxada emprestada e tirei todos os arbustos com espinhos. Depois apanhei-os e deitei-os a todos nos caixotes verdes que o parque tem. Pedi ajuda a dois Pais que lá se encontravam e cada um ajudou à sua maneira. Um tirou-me uma foto com um telemovel que depois me enviará por e-mail. Outro, questionou-me , e então porque não pensa nas palmeiras ou porque não esvazia as piscinas. Para ser franco não percebi bem a conversa sobre esvaziar as piscinas, mas respondi-lhe que de momento estava a tratar daquele assunto. Só tenho dois braços, dois pés, um coração e uma cabeça. Assim ficou a promessa feita a outro Pai, cumprida. O custo da tarefa foi um bilhete de autocarro. Para cá, caminhei descendo por Monsanto que a tarde está muito bonita e com uma bela côr. Já há muito tempo que não seixava e fiquei com duas bolhas , uma em cada mão.

não precisei de fazer inquéritos, de os tratar, de fazer reuniões com outros, eu sei lá... foi chegar e fazer e está feito. Estou Feliz.
A Todos Muitos que me Amam, o Meu Amor
se não conseguirem aceder ao vídeo pelo link do post anterior, tentem através de

http://www.megaupload.com/?d=344MCU7X

ou ainda via o blog

http://www.lecumedesjours.blogspot.com/

demora um bocado a transferir o ficheiro

Bem Ajes, Minha Amiga
Um dos meus passos de ontem. Para quem não me conhece ao perto, não, não estou zangado nem muito menos irado, estou só a avivar uma promessa feita com outro pai há um tempo atrás. Eu sou a doçura e sua irmã veemência e o ponto do meio. Desde o prec que falo com voz alta nas salas onde muitos se juntam, por necessidade de boa transmissão e escuta.

Telefonei a meu amigo e pedi-lhe para me dar uma boleia ao parque, que lhe contava pelo caminho as razões. Enquanto íamos, telefonei às televisões para dizer o que ia fazer, mas o fazer, quando se faz, nem sempre é compatível com o fazer alheio e nem sempre por isso, se deixa de o fazer. Assim peguei na câmara e no meu amigo e fomos lá.

Depois de ele na volta me deixar, apanhei o metro de superfície, onde a Senhora muito crescida começou a falar comigo, não foram importantes as palavras mas o amor que discorria correndo e que naquele momento nos enlaçava. Sorrisos de amor eram as palavras e os toques, seu marido no outro banco que uma outra jovem tinha dado lugar, depois de eu lhe pedir o lugar. Levantou-se prontamente e pediu desculpa por não ter visto e era verdade, assim o fora em verdade, tudo era distendido e alegre numa tarde de verão contagiante.

Depois comprei três rosas. Fui ter com uma amiga com quem há dez anos ficara de me encontrar numa pastelaria que entretanto ardera no fogo do chiado. Por vezes há sempre o tempo, noutras não. Depois caminhamos em doçura até ao metro falando de análise de perturbações em tempo real em sistemas complexos. Despedimo-nos com a promessa de um novo encontro. Continua ela mesma, sempre bonita como sempre foi e será por todo o tempo sem tempo. Tão bom as rosas inteiras.

Perdi-me na rua augusta, na baixa, entrei numa das minhas igrejas preferidas e reparei numa parede pelas bandas do Martinho da Arcada, o seguinte dizer, os espíritos matavam mais ou menos duzentos por noite, aparecia vagamente um outro escrito por baixo, meio apagado que parecia dizer Daniel.

Voltei no autocarro com duas crianças pequenas e lá viemos a rir às gargalhadas e felizes toda a viajem, até ao cimo da calçada. Uma delas tinha um relógio que era uma bússola e lá calhou a conversa, sobre o norte e os pontos cardeais.

Depois liguei as três tvs nacionais, disse o que se passava no parque, que tinha um vídeo, que o podiam utilizar, ou que fizessem da forma que o entendessem. Ninguém concluiu nada, e eu que não vejo quase nenhuma televisão não sei se algo fizeram ou farão.

Meu nome, tem vezes, parece que queima. Mas a vida sempre é de certa maneira um exílio, muitas vezes pagam com ingratidão e coisas bem piores, quem em verdade ajuda, mas tal facto serve bem para saber se estamos no lado certo do combate. Parece mesmo que às vezes ajudar é a excepção que não se suporta, que não se acredita, mas deixou dito um homem que bastava existir um em cada tempo dos homens para ele continuar, falo do Amor, claro, está. E o Amor é por natureza amável e doce, mas tem vezes em que se reveste de uma certa veemência

Hoje uma amiga a quem eu o tinha enviado por e-mail consegui colocá-lo num servidor. Que bela surpresa!

http://www34.megaupload.com/files/7bee9e0bc340e982e3d236ba95213e10/insegurança.wmv

…..

Dois amigos caminhavam pela baixa, quando por um, pararam defronte a uma montra. Lembras-te do quadro do Lima de Freitas, a constelação de Perseu. Foi reproduzido num livro sobre ele com o seguinte dizer, recordas-te.

Há ainda dois pontos jamais revelados: o ponto sem Céu nem Terra que cai, fulgurante num relâmpago; o ponto luminoso, invisível, carregado de mistério no seio de mil penedos e de mil cavernas. Ah! a verdadeira Regra não tem Oriente fixo; os pontos formam-se a mercê do Sopro!

Shih-t´ao


Leste aquele artigo que te enviei

http://www.oindividuo.com/convidado/martim53.htm

Sim, pareceu-me um belo texto cheio de belos sentidos
Verdadeiras pérolas seus textos
Sim
Um belo Espírito que deverá ter por morada um Belo Homem
E Deus
Deus É e eu não sou Ele, embora Ele esteja em mim e eu Nele, como alias em tudo e em todos, mesmo naqueles que Nele não acreditam porque não O vivem, ou ainda aqueles que O chamam por outros diversos nomes.

O Cristo Mestre
Cavaleiro da Rosa
Fiel do Amor