sábado, outubro 08, 2005

the other side of the coin http://www.ekincaglar.com/coin/flash.html.

Até quando?

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Perdoai-me Senhores pelas palavras, entretanto corrigidas pelo sereno coração. (post de dia 6)
nascerão nalguns as duvidas metafisicas, outros encontrarão a almejada compreensão, outros ainda a verdadeira confissão, outros o rotulo, a etiqueta daquela que transportam as vestes ? sim ou não ou talvez. Viva a Vida, Sempre e que cada um o saiba dentro de si.

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...Não creiais em coisa alguma pelo fato de vos mostrarem o testemunho escrito de algum sábio antigo. Não creiais em coisa alguma com base na autoridade de mestres e sacerdotes. Aquilo, porém, que se enquadrar na vossa razão e, depois de minucioso estudo, for confirmado pela vossa experiência, conduzindo ao vosso próprio bem e ao de todas as outras coisas vivas : A isso aceitai como Verdade. Por isso, pautai a vossa conduta."( Sidarta Gautama, 500 A.C. )
Senhora amada na terra álea não virais teus passos em direcção de afasto, não te afastes mesmo antes de chegar a mim eu sei de ti amada, me desvelas a face, pressinto-a em todo o lado palavras poeta de tua casa, perfumes de ti desprendem-se dos lugares onde passas evocação suave brisa memória saudade secreta chama que arde sem se ver e me dá conta de ti.

Senhora da casa no monte abraçada pelo mar e o céu, não virais teus passos em direcção de afasto, pois o amor às vezes requer o olhar, o respirar, o tocar, assim o confirmam as pupilas dos olhos quando a semente é a mesma que o fruto e os espíritos e corpos se fadam em seu encontrar.

Não declinais Senhora, que o amor terreno entre dois seres que se amam se substancia no corpo e que o belo se exprime no vivo, que tudo está vivo e suas belas letras de acolhimento vivem e eu sei-o porque elas acariciam meu coração, meu sentir, meu pensar, nelas me derreto, me envelo, me enovelo, me embrulho me voo, me vela teu colo e peito, se tal for a límpida vontade que me falará em não mais esquecido dia tua voz teu timbre teu corpo teu olhar teu expressar e se então me ofereceres os lábios todo eu me derreterei.

Deixai-me contar pequeno segredo Senhora, não posso ser eu o primeiro a abrir os lábios e inclinar o colo, posso dizer da minha vontade de mil maneira várias, mas o beijo necessita do consentimento que eu não colho as rosas.

Ah Senhora, o amor é assunto sério do riso infinito da cascata maravilha e os amantes inteiros aí se banham em verdade e eu com certa ferida a sarar sei que estás aí que sabes em teu coração do amor que me tens e eu cansado umas felizes outras tristes me vou indo em pelejas do reino grande aspirando a ti sem ainda te ter encontrado.

Ah Senhora como eu te sinto inteira próxima, uma certeza funda imensa me corre no peito me dá conta conto e canto.

Ah Senhora que trazeis no peito amor por mim os nús verdadeiros amantes revelam-se diáfanos um ao outro se for esse o claro destino escrito em dois corações distintos que sabem que são um.

Ah Senhora minha desculpai-me de meus afazeres que me fazem nas vezes viajante a viajar desculpai-me se agora ao teu pressentir minha face por vezes baixa o olhar as maçãs de meu rosto se acalentam espero tua mão me conduza ao teu olhar onde me vejo onde me vês aguas cálidas arrulho de pomba a amar.

Ah Senhora leio e releio tuas palavras e nasce-se um sorriso a sorrir pois é amor que me tens quando me vejo melhor através de ti, pois não é de medo do amor ao amor que se trata, como poderia sê-lo se o amor supera o medo, se o amor que cuida, leva e lava o medo. Razão tens em chamá-lo tristeza, Senhora da cura que sabe e és remédio.

Ah Senhora, percorre-me em mim uma distante memória de uma face Senhora cheia de suaves estrelas, um quase sonho que sei ser real, um encontro, um abraço e um partir e um esquecer não esquecido.

Ah Senhora, que me emerge uma quase certeza, em recente alta peleja, muitas mãos de amor amigo me seguraram e trouxeram de volta mas a maior e mais segura era de uma Senhora, de uma Senhora em Amor, pois olhando atrás sei que só assim aqui de novo estou.

Ah Senhora mais leal no meio da maior das tempestades, a que sabe do amor, a que é amor, a que sabe a quem ama.

Ah Senhora se meu intuir for certo como o eterno baile do sol e da lua, és tu então que te desvelas e todo eu por ti anseio.

Ah Senhora que amor é sempre amor seja de que forma for, sabendo da extensão do teu meu bem-querer qualquer que seja seu tamanho ele é igual ao meu por Ti, em mim trago a certeza de me teres salvo por teu coração, o meu eterno reconhecer e agradecer e mesmo que me queiras ao longe que é sempre perto, teu lenço e tuas cores habitarão minha lança em todo e para todo o sempre.

Ah Senhora, vem a mim, sabeis onde estou eu que não sei onde estás, vamos selar o que está selado e se puderes depressa chega sem eu te apressar, repito baixinho teus nomes e o sorriso de novo nasce perante a sua própria luz seu sentido sentido, o suave e o forte em seu local, etéreo e grave, alto e baixo num mesmo lugar.

Ah Senhora tão grande é teu coração para uma nascer na outra, para a outra na outra viver.

Senhora de meu peito, meu arfar, que te traga esta suave brisa de meu doce embalar, que te conduza os passos do teu coração à minha mão toda tremente em ânsia aberta e estendida, descansa em mim, descanso em ti.

Ah Senhora, Alegria, Alegria, Alegria, exulta meu coração, suaves doces serenos pequenos borbotões de lágrimas me percorreram durante a noite e dia, aguas que limpam, que saram, que banham e dão luz ao coração cicatrizam as feridas à tua festa e tudo o mais te direi baixinho ao ouvido com amor em amor pelo amor.







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Azul rodado com estrela de três, tua palavra me chegou. Aeiiiiiiioooouuuuu
espero desejante encontro desejado amado com ti e os a quem chamas, pois a hora é de agrupar e desenhar.

Pede bondade à bondade que rima com amizade recorda a bondade que a bondade sempre cria bondade e as nuvens parecem que se aproximam mais uma vez, assim se vê por meu olhar, em minha própria casa. Que assim não o seja, mas mão estendida, mão agradecida