segunda-feira, agosto 21, 2006

Ah Amado Amigo se Deus Habita Entre os Dedos de Uma Mão, como não poderia Teu Canto ser em Qualquer Lugar. Muito Amor Te Trás Minha Cidade a Ti, igual à forma como te trago em Meu Peito desde sempre. Da outra vez que cá passaste, só dei pela tua vinda depois de te teres ido, tanto é o Amor que por vezes nem precisa de se mostrar. Cantaram tuas palavras e a seguir umas outras que pareciam umas mesmas mas eram diferentes, assim me parecerem ondulando ao espírito e meu coração todo estremeceu, será Ela, ou Ela é a mensageira da mensagem do Amor, meu coração bate descompassado na jura de Amor que Ele Trás e todos os sentimentos se misturam e desvelam, perturbado no que ouve sem ouvir dos Lábios Desejados, pois só se abrem eles de desejo, não de posse.







Ah Amada Mais Amada
Canta Fausto
Cuidado Não Te Descaia
O Pé de Catraia
Em Óleo Sujo
Á Beira Mar


Depois do Amor
O Anjo descansa
Em plano sentado e superior
À Sua Amada
Suas Penas com Asas Fechadas
Sobre Ela
Parecem Descansar

As Palavras do Amante
Lhe terão dito do Amor
Por detrás dele
Se vê penas ensanguentadas
A Quem arrancadas?

Não dorme Assim a Amante
Figura Morta
Como Pássaro Jazido
Que foi comido
Reza uma intenção
Não o Real Amor
O Amor Real



Existem Ainda Homens Em Portugal!

Porventura Pensais Que As Perguntas Não São Para Responder?
E que Quem Cala Consente, Se a Afirmação Foi Feita de Forma A Todos A Ouvirem?

Pois Contou Um Prestigiado Jornal Que Uma Das Razões Para Além da Saúde, Que o Ex- Ministro dos Negócios Estrangeiros, Teria no Decorrer de Uma Reunião com o Embaixador Americano a Propósito da Renegociação das Lajes e das Contrapartidas Através da FLA, dito ao Ministro Que seu Tempo No Governo Estava a Acabar?

E Como é que Nenhum dos Políticos Portugueses, Comentadores e Jornalistas não deram seguimento a esta matéria?

Estão Os Portugueses na Disposição de Se Sujeitar a Vaticínios ou Interferências Americanas ou de Outras Administrações?

Se Estão Digam-me Para Eu Mudar Definitivamente de País.

E ao Primeiro-ministro, ao Presidente da República, e à Assembleia da Republica, Ninguém Questiona e Investiga a Veracidade da Informação?

Já Que Ninguém o Fez ou Faz, o Faço Eu, É a Noticia Verdadeira?

No outro dia passou por cima da minha cabeça, um avião privado e qualquer coisa em mim perguntou, quem vem lá. Pouco depois aparecia Henry Kissinger em Lisboa a perguntar mais ou menos, se somos aliados.

Sim, respondi em baixo o que agora respondo por escrito. Sim Portugal é Aliado dos EUA, como É Aliado de Todos os Países do Mundo.

E Sendo Cada Um de Nós Tão Americano como Também É Árabe, Muçulmano, Judeu, Cristão, Persa, Budista, Hindu, Ou Tudo o Que Seja de For e Que Se Apresente, poderia ser contra uma qualquer das partes?

Seria viver com amputado, amputando-se a si mesmo, um pedaço, retirar uma parte do que está lá e que com as outras todas nos fazem. Seria, concordaremos todos, uma atitude pouco inteligente.


Sim Portugal diferencia sempre as Administrações dos Países e das Suas Gentes, que no caso deste País São Numerosas.

Sim Portugal não olha para a América como se uma nação analfabeta se tratasse, embora seja grande seu grau de iliteracia, e assim se põem de cima dos galões de seus pesados passados em pretensas arrogância de irmão mais velho e sabedor, Pois Sabe Portugal Que Os Países São As Gentes Que Lá Vivem E Conhece Grande Valor a Muitos, Muitos, e de Muitos Sou Também Seu Filho.

E Não Se Deve Virar o filho contra nenhum pai, nem o pai contra nenhum filho.

Sim Portugal defende o Direito Internacional, a acção dentro dos seus parâmetros e Sobretudo Obra Pela Paz e Pelo Entendimento entre os Povos e É Por Princípio Contra as Guerras e o Guerrear.

Não sei Se o Ministro Teve Tempo e Oportunidade de Responder à Missiva Recepcionada no Dia de Portugal em Que o Irão Louvava Portugal pela Sua Posição Contra as Hegemonias e Prepotência Mundiais.

Pois Portugal é Contra as Tentativas de Hegemonias e as Prepotência Todas.

Se Não Teve, Aqui em Seu Nome, ainda Português, O Faço Eu.

E já agora alguém no Mundo, na Comunidade Europeia, me pode explicar qual a razão que sustenta, a exigência feita ao Irão para parar o enriquecimento do urânio para fim da produção energética, pondo tal exigência como condição necessária às negociações?

Parece-me que ainda não perceberam claramente uma coisa. O entendimento e o acerto entre os homens e as nações só se pode fazer como sempre em respeito mútuo e tratamento idêntico, mais a mais, quando os problemas já vem de muito tempo atrás, pois quando assim vimos ao longo de longos tempos, mais necessário se torna criar uma plataforma onde cada um se possa ver e tratar como igual, na conduta e nas regras que a sustêm, pois a percepção de dois pesos e duas medidas sempre inquieta e trás inquietado quem com outro assim se relaciona.

Neste caminho as bombas e suas variantes, continuarão a arrebentar, não só no médio e extremo oriente, como na Europa e nos próprios estados unidos, assim se tem visto nestes últimos tempos a acontecer. E já durante a escrita deste texto, rebentaram na Índia.

A Coreia do Norte acabou de lançar mísseis à experiência e uma mesma questão se estende pelo Mundo Todo e muitos a interpretam e a interpretarão até se modificar por completo as relações internacionais, assentes numa clara base e intenção de respeito entre as partes, sem actos e atitudes arrogantes, numa consequente para que assim possa acontecer, base de igualdade de tratamento, quanto dois são dois, e um.

O caminho da medição de forças, da acção pelo quero posso e mando, dará razão às palavras que Bin Laden proferiu sobre Alzarqui, pois se os conflitos se eternizarem, se eternizarão em igual medida as revoltas, as lutas, as guerras, as bombas, o sangue, as dores e a violência e os mártires.

Estranho as rápidas declarações que o acidente em Valência, logo com duas explicações técnicas sobre o ocorrido?

A primeira, excesso de velocidade, o que é plausível de se saber na hora, se o sistema de tempo entre estações for medido, a segunda é que parece mais estranho de logo se saber, uma roda que se quebrou, como tal é passível de ser logo detectado no meio da amálgama de ferro que o comboio se terá tornado?

Aguardemos então por explicações mais detalhadas e não nos esqueçamos que o governo espanhol anterior, também caiu entre outras razões por não ter sido contada a verdade, ou por se ter nela enganado.

Espero que não seja uma nova politica de esconder a verdade das Gentes, pois se o for será, como sempre o é, maior o custo que o eventual benefício. E seria pouco inteligente, pois agora é o tempo onde não existem mais segredos.

Neste Momento de dor, Dou Meu Colo A Todas As Vítimas e Aos Que Perderam Seus Entes Queridos.

Oro a Cura dos Que Estão Feridos.

A Deus Agradeço que a Freitas do Amaral a operação tenha corrido bem, Meus Desejos de Rápidas Melhoras e Meu Convite para o Governo do Coração de Portugal, onde não terá que viajar de avião para desempenhar o cargo, basta trazer o Coração Acertado em Amor, sob Vontade e razão, Em Desejo de Paz, do Espírito Santo e na Senda do Quinto Império.

Me recordo com Gosto de Si na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, aquando das Mãos dadas pela Paz antes da Guerra estava o Senhor na Primeira Fila, eu de lado na Nave.

De Amado, Luís disseram apressados alguns que era pró americano. Eu por mim espero que sejamos todos, pois pró quer dizer antes de mais gostar de. Fico só com uma curiosidade, esteve uma amiga comum comigo mesmo antes de o ser, fomos ver o concerto do Matisyahu, quem diria como o mundo e os relógios são semelhantes, síncronos e andam pertinho uns dos outros, como os sósias quando deles se sabem e se dão conta como falsos irmãos.

Pois então Gostando dos Americanos e de Todos Os Povos e Gentes, sem que necessariamente o Gostar de Todos Nos Faça Perder o Nosso Ver e a Nossa Razão.

…..


Curioso, também eu lá estive, mas não fui eu que pus a pergunta mas fico contente de saber que também as Senhoras o jogam e que a arte está na rua, ainda bem, assim são mais a jogar e sendo que tal não obsta à existência de batoteiros e de batota, sendo que às duas configurações de sexo, quanto são duas, se aplica.

Mas a mim parece-me que se não houver um esclarecimento antes do jogo, o iremos perder, eu pelo meu lado acho mesmo que nestas circunstâncias não vou jogar mais.
Lá se vai o fio de sol desejado e para quê se o resto do Céu, parece mais nuvens, que entretanto se foram.

Deixai-me contudo dizer-vos uma coisa, homens valentes, inteligentes e bem dispostos, foi um prazer escutar-vos a todos à vez, um só em meu ouvir e ver, ligeiro menor, e fizeram-me rir, que bom que foi, que sempre imensas saudades de encontrar um grupo de Gente onde a conversa pela sua inteligência cria a boa disposição e a risota, tão bom para a alma, para o espírito e para a pele.


…..

À amiga da Vanessa, capaz de ter razão, é ela, tudo poderá vir a ser transformado numa peixeirada. Em meu ver, já o foi mesmo, não será assim? Agora depende da nobreza não tanto da resposta, mais dos factos e de quem os protagoniza, talvez numa esplanada se faça Luz

…..

Pensando, medindo e pesando numa balança que tenho dentro de mim, decidi retirar a protecção de Amor que até agora tinha deixado como uma bolha invisível à Mãe do Meu Filho, não a Ele.

Porque o dano que está fazendo ao Filho e ao Pai não Merece Mais essa Protecção.

Ah Teresa Figueiredo de Carvalho, Tanto eu a Amei, e uma vez amada sempre amada e agora vos retiro por imperativo de vosso agir, a protecção de Amor que sempre vos disse lhe ter-lhe deixado e que Deixei.

Sei que aqui vem me ler. Curioso pensar que no início desta minha escrita, sofria meu coração a aparente falta de atenção que consagrava ao que eu lhe contava das minhas palavras, entristeceu-me diversas ocasiões, eu contente falando-lhe de um texto que escrevera e a Senhora, pouca importância dando. Tinha esquecido do princípio dos hipócritas e da hipocrisia, dos que desvelam ou mesmo não desvelam uma intenção em seu relacionar que geralmente trazem em oposição profunda com seus fazeres. Quem desdenha, quer comprar, tão simples de saber do saber feito das Gentes, tão difícil de lembrar para quem opta por viver na Luz, quantos tropeções ao esquecer os mecanismos das sombras e dos que agem no negro.

E telefonou-me ontem Minha Mãe triste de tristeza de voz baixa, que a Senhora lá aparecera com a impressão das minhas alegações na mão e que terá dito a meus Pais, que assim não podia ser, que não sabia nestas circunstâncias, se lhes poderia continuar a deixar o neto, que tinha que ter a certeza que o Pai não pode estaria sozinho com o Filho.

Mais uma vez me abismou, Senhora, como desde o primeiro momento, quanto assim se pode dizer pôs em marcha a ruptura da família. Onde se funda a força de tal tremenda arrogância, de tão tremendo quero, posso e mando que emerge desde o primeiro instante em que o vi, não só é a sua força Senhora, que não é pequena nas manhas da vossa subtileza e dos enganos seus mas muito mais, muito mais naqueles em que a levaram e a levam, para pôr o assunto em toda a sua extensão, mas tal não obsta, à sua vontade, aquela que determina em primeira e última instância vosso negro agir.

Ah Senhora que Vai de Negro Enegrecida Por Quem Deixou que Lhe Colhessem Rosas Em Seu Peito.

Eu Bem vi Senhora como foi perdendo confiança em mim, já o vira e vivia antes da separação, o que não pensara nunca consigo ver, foi o descrédito total, o profundo e frio desprezo e me perguntava na altura, meu coração, Meu Deus, como é que ela pode sentir assim, terei eu lhe dado motivos para isso, interrogava-me a mim mesmo perseguido nas linhas que eu próprio fazia agigantar como grandes poços de dúvidas, ou, o que se passaria à sua volta, como a andariam a emprenhar sobre minha pessoa, e ia-o tentando consigo saber e Vós de língua morta sobre os assuntos tabus.

Ah Senhora quis crer meu coração durante muito tempo, até depois de separados, que a luz e o amor venceriam o lado negro, quis crer meu coração que a Senhora estaria com um espécie de doença passageira, que depois passasse, uma falta de Fé no momento, que depois amanhã de novo desabrochasse, quis ver isto e tudo mais do amor dentro do amor em que a trouxe, e mais tarde acordou o Coração para o significado do que em parte pequenina, Senhora mestra da manipulação e ocultação, já lá estava.

Uma frase sua pouco depois da separação, deu o mote da leitura de quão a montagem feita vinha de longe, de quão pensada vinha, uma frase que não percebi na altura e que me ficou a retinir no ouvir.

Disse-me a Senhora, não sei como estás a reagir a tudo isto de forma tão calma, sua face expressava genuíno espanto. Porque é que eu deveria estar a reagir de outra forma, não lhe expressei eu durante os primeiros meses depois da separação, a intenção de tentar compor? E mais subterrânea, preocupante e desveladora, a que é que eu devia reagir? O que havia a reagir, não fazia eu ideia naquele momento da extensão da tempestade.

O outro episódio fora logo depois à separação e vou Senhora a meu diário e aqui lhe deixo este extracto, poucos dias depois do seu acontecer, tratava-a ainda a intimidade do amor por tu.

..Chegaste da Alemanha. Trazias contigo uma construção de lego para o nosso Filho. Um trono de uma figura negra, um mau da fita. Nada podia ser mais simbólico, pensava eu para os meus botões enquanto na mesa, com o nosso Filho ao meu colo e tu a meu lado, o montávamos a três, os três que somos nós, a família que fizemos. Eu pensava e não pensava, pois as tuas mãos roçavam por vezes ao de leve as minhas no transportar das peças, no seu encaixar e aquilo encaixava-me uma outra linguagem, secreta, que os corpos exprimem, a da proximidade e a do desejo. Um desejo que voava, subia em lentas espirais, um próximo que me afectava o coração, pois há muito muito tempo que retiraste teu corpo de cena, que quase não nos tocamos. Era doce ver o amor falar pelos corpos e era amargo, pois não concretizado, por pressentir que embora o parecesse ser, se calhar para ti não o era mais.

Quando estava concluído, o filho perguntou e agora. Rápida e brilhante como Tu és, soltou-se o improviso. Seria improviso, pergunto-me agora? Pegaste num copo e colocas-te a tenebrosa personagem por ele cercado e então disseste, como ele é mau, vamos por um espelho mágico à sua volta que lhe vai devolver a imagem da sua maldade e assim ele aprenderá a ser melhor. Tudo isto de um modo rápido de gestos e de fala, tão rápido, que me pareceu, que de alguma forma já o trazias numa gaveta do teu pensamento, que abre depressa demais e assim indica que o pensado já lá estaria

Depois nosso Filho falou e disse quão bom era assim estarmos. Pai e Mãe e Ele juntos, era assim que sempre gostaria que fosse, e de repente subiu-me à memória frases tuas em tempo de confronto, quando dias antes te tinha dito que queria ficar com ele durante a tua viagem e tu não mo querias deixar com ele, dizendo que o deixarias em casa dos teus pais.

Feira de Frankfurt, onde esteve presente uma larga comitiva à volta da presença do icep, como de costume, nalgumas vezes, toda uma corte que se desloca para beberetes e actos sociais, compras, romances mais ou menos secretos e coisas afins, tão pouco o tempo real para os negócios, tão curtas nas vezes o que se define como horizonte de que nascem as pobres rotas e Portugal tanto delas grandes e inteligentes precisa!

E uma certeza Senhora eu trago em mim, nesse seu voltar, algo de grandioso em relação ao seus objectivos não correra como pensara, de certa forma a Senhora sofrera um género de uma derrota, ou de coração ou de algo mais, se calhar mesmo do grupo que integrava, a corte, o apoio de alguém que seria politicamente muito importante, a seus olhos, acrescento eu.

E de novo um homem volta ao parlamento, vem com honras e honrarias, discutem mesmo seus pares das regalias e mordomias que estarão ao seu tamanho por tão valorosos serviços prestados, o tamanho do gabinete e o tamanho do capacho.

Na foto do jornal, outro homem puxa-a pelo braço com veemência como pedindo protecção, como se tivesse uma urgente necessidade de ar para respirar e aquele outro homem a traga, tudo isto é visível na mão que puxa o braço e chega mesma a amarfanhar o fato, tal é força da necessidade.

Curioso de ver como as posições de força sempre se parecem alterar no mesmo pútrido tabuleiro de cínicos, hipócritas, mentirosos, jogadores dos compadrios da ocultação velada aos olhos dos que em primeira instância representam, que assim vão jogando ancorados na rés pública, até ao dia em que as Gentes por Acto de Inteligência e Visto, Não Mais Os Deixarem.

Entre esses dois homens circulara uma vez uma cartolina com um acordo que se celebrado porque assim o quiseram e o fizeram, ao olhar público, seu conteúdo foi mantido oculto, meio gato escondido, com bigode de fora a dizer-nos, estamos aqui ou por aqui ou por acolá e acordamos o que não desvelamos, a acrescentar à laia de metatexto, são burros, façam oink, se mesmo souberem que o são.

E o homem que ontem estava por cima hoje agarra o outro como tábua de salvação, enquanto esse homem lhe dá uma palmadinha de conforto na zona lombar. Estranho, nem dois meses seria, o futuro do homem que agora voltava parecia encalhado, pequena noticia de rodapé, um pouco maior da que será seu óbito e infinitamente maior do que a Impressão que deixará na história de Portugal como homem, dava conta que voltaria a ser advogado ali para os lados do Marquês e agora de novo na corte, depois de curta viajem a Espanha.

Um recado, um providencial convite e uma benesse na volta, de novo aquele senhor que quase tem o dom da ubiquidade, que nunca se sabe bem onde está, o que faz e para onde vai e parece um sapo sempre a saltitar.

E um pássaro me disse da armadilha que foi montada, pois eu a vi antes de acontecer a ela me entreguei, pois venço em verdade, só em verdade, e não me ponho mais pequeno nem maior do que sou e no cálice que um mendigo me deu, verti o ultimo sangue simbólico e o bebi até à última gota, e essa morte já eu a sofri, desde que me conheço, já morri mil vezes, outras mil renasci.

É a terceira do género neste último tempo, pois então que se faça da terceira em que eu participei de bom grado, a prova do final das provas provadas e tostadinhas a derreterem a verdade inteira no céu das bocas de cada um.

Pai, bebo Com Alegria até à Última Gota o Sangue Que Meu Inimigo Me Apresenta Neste Meu Altar

O correio sob beneplácito daquele que outrora o condenara e lhe parara os negros voos, fez a entrega, alcançou assim a remissão de seus pecados, pensam as pequenas em ruínas de musgo ferrugento, esferas das imaginações curtas e doentias e antes de o saberem já estão caídos.

Será porventura preciso dizer mais do senhor, que usou indevidamente os meios do estado através do governo, para satisfazer seus casos de amor, se tal, se possa assim chamar?

Será porventura preciso dizer mais do carácter do senhor que tão luminosamente se expressa na fotografia do perfil, de braço estendido a apontar o baixo de cima da sua tribuna, mão estendida em gesto de pistola a disparar na tribuna futurista a nova ordem que sem a arte necessária, nem sua, nem dos que consigo alinharam, no seu partido tentou?

E uma foto, uma precisa foto e não outra pinta e fixa um quadro de um movimento de segundos e transforma-o assim em eternidade enquanto habitar na memória das gentes,

Será porventura preciso dizer mais do senhor, que prometeu a remissão, no carro de luxo de vinte e tal mil contos e nem a consegue cumprir, a atender ao último episódio de que dei conta de tão intrincada trama? A sua palavra senhor, nem palavra o é na mais das vezes, pequenas bandeira de papéis ao vento que com ele mudam, cada vez que ele muda, que se esvanecem e desaparecem no ar dos jeitos mil das voltas e volteio da insinuante serpente.

Será porventura preciso dizer mais do senhor, dos cruzamentos dos casais, em cima e por baixo de todas as amizades e de todas as alianças políticas, será preciso falar da sua tendência para os jogos diversos, do consumo de aditivos vários das festas de bracelete de pirata na testa.

E fui eu quanto sou eu e na medida certa em que sou eu que aqui neste Altar do Mundo, o defendi, como defenderia qualquer outro, com base na razão e na supra razão que está aquém e para além do homem em si, num tempo em que outros quiseram desligar a incubadora, o que me pareceu ser de tão de sentido contrário ao papel das incubadoras e do travamento do coração onde elas assentam, o cuidar, versus o destruir.

E cuidado senhor, espero eu que não em vão, não esqueçais que a diversos membros da Casa Real de Espanha, venho Cuidando eu, e Louvando e Abençoando e Protegendo, quando disso é em meu ver o caso, não quebre o senhor em descuido, ou pior intenção pérfida, o que vem unido quando grande é a Teia da Protecção do Amor, não lhe inverta polaridades pois pode ser grande o dano e a consequente responsabilidade.

Vós de Cristão e de Católico tendes a habilidade de mal ter subido ao poder e usando as insígnias de representação que ele lhe confere e em seu nome logo ter conseguido uma audiência com o Papa a quem levou uma lembrança na mão e palavras ao ouvido, vós tendes a curta esperta inteligência do uso do pequeno saber fazer, dos apoios certos nas alturas certas, dos canais que estão abertos nas precisões das negras precisões, das negras rotas e dos negros colaterais danos em justificação de todas as conjuras e perseguições e autos de fé.

Por onde passais e vem longe sua actividade de homem público com ponto alto em curricula e nobre feito em concurso televisivo, vencedor e vendedor por antecipação do cargo, futebol e comentários, presidências várias à medida da casaca intermediária do mais alto voo, de Inspiração e Confirmação Messiânica e Divina, assim muitos o quiseram na altura fazer crer.

Como O Ouseis Senhor, como o Ouseis Ter Feito Costurando dessa forma apoios que nunca teria tido?

Como O Ouseis Senhor, como o Ouseis ter consumado de forma iníqua em que o consumaste, estabelecido fora da trave da verdade de vosso próprio coração, sem peias em recorrer às ilusões e às mentiras e assim ter-vos posto em maior do que sois.

Como um golpe de canastra, como um bluf de póker. Um golpe feito falha com a complacência de muitos outros, pois ninguém joga sozinho neste desandar dos homens em seu fazer da polis da sua cidade, em bom rigor, com a complacência de Todos.

E a vosso passar deixais sempre um rasto de fumo denso, mas tal qual homem tocha, resiste sempre ao fogo a acaba por nunca se queimar, espantosos dotes, tendes senhor!

E quando o homem que era primeiro-ministro foi chamado a mais altas funções, discutiu Portugal Inteiro entre muitas outras coisas e descoisas, se devia ser julgado como um abandono ou não, pois o homem que as Gentes acabaram de eleger, estava já de partida antes do começo da obra e só não viu Portugal, nem Às Gentes a Verdade Foi Contada, de que a operação fora antes combinada, que o negócio com o apoio e sustento da mão americana fora antes acordado.

E neste ponto da narrativa e do narrar vejo alguns ao fundo que se levantam e dizem lá vai de novo o louco embalado, o paranóico, a que acredita em teorias da conspiração, ou o pior, aquele que faz teorias da conspiração para melhor conspirar, já é a segunda vez que o diz e nada prova

E a Todos Eles eu Digo. Vejo com Os Olhos Que Deus Me Deu A Ver, No Que Ele Me Dá a Ver No Vivido Em Que Me Trás, Em Que O Trago.

E se há coisas que se vêem, outras não se vendo são vistas, e não sendo São Tomé que gostava de ver com as mãos e bem o percebendo de quão bom é nas vezes certas ver com elas, não preciso eu de provas nem de peritagens para tal fazer e mais vos digo que cozendo a Palavra os buracos grandes do pano, muitos serão os botões que em suas casas se irão encaixar, pois trazem os Homens Luz suficiente em Si Mesmos para o Resto com a Luz de Cada Um, o Cozer em Fio de Prata Alva da Verdade Indestrutível do Amor.

A Palavra Divina É Palavra de Verdade Que Busca a Verdade, e só faz bem o homem, que para Ela contribui, se o fizer com seu coração acertado com a sua verdade, pois se for assim, nunca mal fará a Verdade, mas sim o Bem.

E se eu ou tu Vemos Deus sem o Ver, não precisarei de o ver como um homem para Saber Dele e o Ver no Verdadeiro Ver é Também Acto de Fé no Sentido do Visto, Que Em Parte Faz o Próprio Visto.

Fracos marinheiros para tal navegar, assim provaram a Portugal, pela rota e o aportar e mais uma vez a deriva do Livro se fez da agenda da mesa dos homens e rapidamente a decepção perante o desígnio do homem que o parecia poder transportar, se criou entre as Gentes, sensação de gato por lebre em forma crescente. Todo o futuro destino, o fado, se expressara simbolicamente num estranho atraso ao chegar a uma espécie de exame. No País, a coisa descambou numa espécie de nevoeiro com trama de telenovela em explicação cor-de-rosa dos assuntos públicos como se de novela se tratasse, regrediu sem nunca ter começado a gatinhar até a incubadora e depois, trás, desligou-se mesmo a máquina, com imensa ajuda do próprio, diga-se em abono da verdade. E fraca e imensa tripulação à vossa volta, sem arte para o bom navegar, aquele que aporta ao porto seguro do Justo Desidério.

Vós, Senhor, de Cristão e Católico nada em meu ver tendes embora parecem ser vossas beatas vestes em vosso andar, nas vezes vai mascarado quem não o é suportado por Andor Que Não É Seu.

E eu Vos Recordo Senhor, das Justas e Avisadas Palavras de Um Sabedor Homem das Leis de Deus, a Quem Eu Prezo Em Seu Ver, Em Seu Saber e Seu Pensar, Sua Graça Anselmo Borges e do que ele em recente dia escreveu em forma pública, sobre o efeito da perversão da Eucaristia, mas vós só podereis ser mesmo falsos crentes para não o entender e desprezar por cima o conselho amigo, dado com a intenção do cuidar e até de vosso proteger.

E senhor, através de si e de outros à sua volta, em tempos distintos, foi Portugal envolvido numa guerra que se deu à revelia do direito internacional e onde os que dirigiam Portugal nessa altura de certa forma proporcionaram o apoio e a laje do encontro.

E as guerras como todos sabem, não nascem do nada, são preparadas e hoje em dia por meios e campanhas de comunicação sofisticadissimas que determinam e envolvem muitos, com saberes específicos nos domínios da comunicação e da indução colectiva e por via destes campos a participação de alguns de Portugal, terá sido bastante mais extensa do que se deu conta, porque feita como sempre são e vão as vis intenções, pela escondida, pela calada negra da noite, pois não sobrevivem à luz do Sol.

Um outro homem associado a estes governos, tem como todos sabem grande experiência nesta área, com muitos estragos feitos ao longo da sua carreira.

Uma guerra cujas consequências ainda estão à vista, que inaugurou novas formas de guerrear ao mudar a mentalidade dos que fazem a guerra e onde as bombas ceifaram, nomeadamente na Europa.

E consequência do apoio na laje um homem de Portugal foi protegido e consensualmente, se bem que não de forma fácil, passou a presidente de um centro de poder no plano europeu.
Um homem que foi apresentado com uma ideologia que susteve sua ascensão, no mínimo como inovadora, com rasgo de visão estratégica, com resposta táctica e em certa e bem medida parte, assim aconteceu, enquanto houve um certa concordância de agenda entre este Livro da Vida e tal viver.

E a Fonte É Una e a Todos Que A Buscam de Coração Límpido Ela Se Desvela e Se Dá E Todos Podem Em Suas Aguas Saciar Suas Vontades e Irem Assim Felizes.

Em Vão Senhores me tenteis fazer dano, em Vão, Pois Sabe o Filho Pelo Pai, não há-de ser por vossa mão o Filho sacrificado em vosso altar, esse não é seu destino, mais sofrer às vossas mãos.

Ah Senhores dos Partidos do partir e mais partir até chegar ao vosso pequeno bolso, pois não são poucas as benesses e regalias de quem cumpre a carreira pública em Portugal, assim garantiram durante estes trinta primeiros anos da democracia e da segunda república a vossa abastança. Não são pequenas se atendermos que determinados cargos públicos, como alguns que desempenham cargos de gestão, serem mesmo superiores aos de congéneres europeus e mais abastados e equilibrados países.

Vós representais e o deixar ir e andar da cultura de comportamento que vós próprios vos outorgais

Vós devereis arrepiar caminho e curso no pouco tempo que resta para as não mais sustentáveis, iníquas práticas.

Algum de Vós levantou-se de seu assento neste tempo todo em que sabe Haver Fome em Portugal e Foi a Algum Sitio Onde Está Quem a Tem e Só Saiu de Lá depois de Resolvido, não Tendes Vós Estatuto, Saber, Competências e Autoridade para Tal?

Se à Largos Meses Foi pelo Governo disponibilizado uma significativa verba para reforço das existentes num eufemismo qualquer do género, para combater ou aplainar as desigualdades sociais, e Continua a Fome, o Desemprego Aumentou e mantém-se ao fundo e distante do parlamento o facto de vinte por cento, vinte em cada cem, viverem no limiar da pobreza?

E Fizeste Vós ou Proporcionaste algum Negócio, ou Fostes com outras Gente, buscar, montar, fazer, por a funcionar, criar emprego e riqueza, ou a testerona à solta nas dias difíceis do debate com o governo vos satisfaz a vontade de Eros?

Ah Senhores, agora partis de férias, férias merecidas por tantos afazeres, ardores bem fazedores e bem feitos, Tanta a boa obra deixada, vão de aviões, para locais exóticos, para belas praias com restaurantes de luxo à beira mar, lagosta e sardinhadas pelos almoços tarde, e sabes o que fiz, e o que ele fez e o futebol e as mulheres e aquela ali ao fundo é muito gira e eu gostava de lhe dar uns beijos, mas a minha mulher não podia saber, e amanhã, sim o passeio de iate, ah sim e a estratégica de subir na vida, o novo carro, lá ao fundo, as crianças filhos, crescem semi abandonados por entre arbustos de Portugal.

Algum de vós quando foi preciso, se montou num avião para ir falar com uma administração que quer deslocalizar uma empresa, ou com os organismos que noutros países velam pelo comprimento dos contratos, ou ainda foi falar com povo vizinho, inquiri-lo do fazer de alguns dos seus?

Atentai senhores, que deixar a governação em mãos alheias, dá nas vezes o mal resultado, basta olhar a vossa para tal claramente perceber.

Olhai o tempo e o modo e o feito, dividi, o ultimo pelas partes e obtenham a imagem claro e nítida do tempo do desperdício e os dias dos homens não voltam.

Algum de Vós se levantou, com outro se juntou seja em que lado do hemiciclo se sente, e foi de encontro ao Grito da Mãe em Portugal, Ou pelo dever e suas ocupações, não deram mesmo conta que as Mães de Portugal, Vossas Esposas, se em rigor maioritariamente a câmara é composta por homens ou algo a eles semelhantes, saíram à rua a propósito do Nascimento, o Maior e Mais Profundo Acto de Amor, o Mais Sagrado e o Mais Misterioso, a Suprema Dávida da Vida e Do Amor?

O mais grave no que se passou, ou melhor, no que não se passou, é que foi publicado o pensamento de um Homem com uma outra solução e que ninguém mais uma vez lhe ligou o suficiente e necessário para que se explorasse a direcção que ele levantou.

Se os que governam fossem brilhantes, se lá se encontrasse reunida toda a luminária da Nação, que bem e que mal seria, pois era sinal que saberiam sempre e iriam por consequência sempre pelos melhores caminhos, aqueles que frutificam rosas e pães ao passar, mal porque seria Pobre Portugal, Se a Luminária Toda Naquela Casa Coubesse.

Prova provada que o governo é de todos, todos governam e devem sempre governar e não deve a cultura e as formas de governação colocarem-se como autistas em castelinhos de areia que o mar em simples lambidela desfaz de novo em pó.

Prova provada da suma incompetência, pois em realidade basta um, basta analisar um e aqui em Portugal, é pelo menos de um que se dá conta todos os dias.

Colocaram câmaras nas auto-estradas mas não se ouviu nem se pôs em prática uma ideia de um inventor. Disse-se na altura que elas não resolveriam o particular problema. A invenção sim. Então porque não se optou por ela?

E agora se foi mais um que levou com outro que lá vinha em contramão.

E de quem a responsabilidade por este que assim se foi?

Alguém se sentará em julgado? A responsabilidade esgota-se ao nível daqueles que podendo ter escolhido as duas, escolheram uma? Ou a responsabilidade é de Todo nós, mesmo, os que se limitam a acordar e viver diariamente em Portugal, vendo levar e dando – nos tiros constantes em nossos próprios pés, todos os dias nos levantamos e vemos Portugal em auto suicídio.


Como na nova sessão do julgamento do caso de Entre-os-Rios, sentados no banco, os técnicos, os engenheiros, mas notaram e disserem e perguntaram as Gentes, porque não estão também sentados quem tem responsabilidades políticas e com razão o fizeram, porque se os engenheiros constróem as pontes, não são eles que geralmente decidem sobre o seu fazer nem acordam e regulamentam e fiscalizam as condições que se esperam de seu normal funcionamento.

Cultura do compadrio da outorga das protecções e benesses, vem cá, junta-te a nós, obedece nas vezes de obedecer, verga, varga, verga, que se espelha em espelho nas desmultiplicação das formas e do mal fazer, que vai de escala a escala, escorrendo fel entre as frinchas da parede.

Numa outra câmara um senhor, veio dizer que não desvelava informação que lhe fora pedida, porque tal não interessava ao Cidadão.

Como Ousa o Senhor Tal Dizer?

Informou previamente o Senhor, o Cidadão que estaria aberto prazo para manifestar seu interesse no conhecimento das matérias?

Informou previamente o Senhor, o Cidadão das condições de Respeito e Audição do seu parecer sobre se estas matérias são ou não do seu interesse conhecer?

Ousou e Errou e demonstra o Erro um profundo e em meu ver incompatível erro de tratamento com as funções que desempenha, relativamente a quem o mandata e a quem deve representar, O Cidadão.

O Senhor Pressupôs-se ser Cidadão e ao fazê-lo ocupou-lhe o lugar, deixou de ser o que representa, para ser o representado, facto impossível, pois o senhor é também o primeiro, e assim agindo, não desempenhou o papel que como representante lhe deverá caber, que é o velar pelo interesse em profundo escutar e em humildade de quem serve, o interesse do Cidadão.

O Senhor sobrepôs-se a Opinião Alheia do Cidadão a Quem Deve Em Transparência e Lealdade Servir.

E demonstra também seu acto, por razão que se deduz do exposto, da incapacidade de desempenhar correctamente suas funções e desvela a agravante na inversão de papeis, a possibilidade do seu próprio favorecimento, pois é ao Cidadão, que o que o representa, deve favorecer no quadro das leis, e quando o que representa, se faz de representado, abre a porta ao seu favorecimento próprio, e esta é uma agravante contra a forma como o Senhor, neste caso governou, na forma em que o expressou.

E nada do dito no parágrafo anterior, é dedução especifica ou concreta que aponte para essa possibilidade no comportamento do senhor em intenção ou acto feito e produzido, não confondais o desvelar do mecanismo com o que prática o acto.

Demonstram ainda as suas afirmações que mentiu, e por esse facto não merece mais a confiança do Cidadão, pois pôs palavras e dizeres falsos na boca dele.

Todo o Cidadão se interessa pelo que é seu ou por aquilo em que participa e devem os governos criarem condições para que a sua participação se torne cada vez mais activa, independentemente e entre o espaço da organização clássica assente em partidos.

E todos os governos deverão sempre responder ao Cidadão, quando este por moto próprio quiser inquirir, e deverão orientar as estruturas de governo para que contemple em termos práticos esta possibilidade e que favorecem este acontecer, quanto mais não seja por regra básica de bom trato e respeito, e porque quanto mais participada, a gestão dos assuntos dos homens tendem a correr melhor.


Pois respondeu o Senhor uma pergunta feita por jornalistas quem são antes de mais homens da Cidade e Cidadãos, e uma das facetas que decorre do seu Muito Honrado Fazer e Mostrar Bem de Forma Extensível às Gentes, é partilhar o que vão vendo, o que percebem e descobrem do mal feito e do bem feito. Por isso os Honramos, pela suas valiosas contribuições para o entendimento em Verdade da Verdade do Que Se Está em Cada Momento a Se Passar e Sua Ressonância no Eterno.

E a pergunta e o perguntar aqui neste caso é muito claro. É Querer Saber!!!
E a única Resposta Certa Teria Sido Responder Em Toda A Extensão Que Se Abrir no perguntado.

Eu como Cidadão Em Representação De Todos Os Cidadãos, Mesmo e Sobretudo os Que Possuindo Línguas, não lhes foram a Eles Facultado Seu Aprender e Não Se Sabem Assim Expressar e Em Nome De Todos Os Outros Que Não o Podem Fazer,

Quero saber muito bem sabido e em todo o pormenor e detalhe necessário e bastante. que laços e ligações, que as malhas e sub malhas se iluminem e que todos saibam quem é quem e que papel representa nesta trama que é o nó desta Cidade de Portugal, onde em Como Todas As Outras Bate O Mesmo Coração, Portugal, o Porto do Grall.

Vós sois todos frutos dos Partidos e da Sua baixa e leviana cultura democrática. Vós mudais como mudam as eleições e os eleitos num mesmo quadro ao longo dos últimos trinta anos e nessas alturas trocam de lugares, procede-se a arrumação nas diversas casas e nos diversos telhados até à nova volta política. Vós decidis e levam a gestão dos apoios das elites, das elites culturais da cidade em busca de suporte e apoios e pais diversos, Vós decidis os que comem e os que não comem e queixava-se em dia recente fornecedores da câmara aguardarem recebimento há mais de um ano.

Gostava de saber todos o laços que cada um dos assessores trás, de onde veio, como foi escolhido, quais os critérios utilizados, o que se propôs ao assessor fazer ou ser feito e a avaliação do que foi feito.

Quais os curriculum de ligações de cada um, que médias por profissão e talvez aí se comece a desenhar uns quantos elementos soltos a fazerem da inexistente central de comunicação de que tanto se fala, que se relacione a prestação, com a forma de o fazer, quantos artigos de opinião, quantos apoios conseguidos em almoços e jantares, que grupos, que esferas de influência, venda de imóveis que ainda nem tem licença de construção.

Seria bom tudo isto vir a lume, regularmente regulamentado, passível de ser acessível pelo tal plano tecnológico por todas as Gentes, até por básica justiça de se separarem uns dos outros, pois é evidente um sinal do mar em Portugal no sentido do Tempo de acerto e separação das águas no plano moral e dos comportamentos e dos limites da complacência com o mal feito.

Pois se mais razões não houvessem, haveria uma, simples, assessor, aquele que assessora o cidadão, ou o Pelouro, ou os dois e se sim, em que medida a cada um?

Príncipes e Princesas falsas de papel de Portugal de Embrulho, embrulhai-vos todos em vossas cortes das sibilinas negras conspirações, que vossa língua fendida vos morda ao momento em que gerais a peçonha.

Corte grande estendida, a viver do erário publico, meio escondida para que a bofetada de luva branca não se torne maior, protecções entre os grandes que transbordam as paredes e os muros dos partidos, um imenso clube transversal, que nunca terá que procurar emprego nem combater por ele nesta terra de Tanta Abundância, quantos de vós nem passariam a triagem de um simples departamento de recursos, tanto os vossos pequeninos egos andam a solta, pulando na parecença do tamanho que não tem, tanto despotismo entranhado nos vossos ossos e alma, se é que ainda a tem, que vos conduz em tantas arrogância cega e destruidora, ai gente que vos crieis grandes e são pequeninos.

Corte grande estendida, nem clara nem escura, como a noite fria onde se angariam os traidores e os conjurados, onde se perfaz o mau linho, nas noites em que tecem suas intrigas, em que combinam a estratégia do ataque a um ou a outro, por influência e desiderato das esferas superiores a que cegamente se curvam e obedecem.

Muita gente, muita gente a fazer influências várias, como ventos que agitam, soldados de chumbo a chumbar nas suas campanhas.

É a Câmara de Lisboa, Capital do Reino dO Amor de Nome Portugal, Uma Câmara Bem Organizada em Seu Fazer e terá com certeza planos de trabalhos com todos os que com ela trabalham, onde se encontrarão definidas as obrigações e responsabilidades das partes, terá também uma prática de avaliação contínua de desempenho e dessa forma terá relatórios de avaliação, cuja divulgação poderá ser feita no imediato, via distribuição electrónica para os meios de comunicação e posta à disposição para consulta pública.

Isto É Transparência, Uma Exigência da Amorcracia e dos Cidadãos do Amor. Uma exigência de uma cultura e um Agir pautados pelo Rigor, com a delimitação e conhecimento mútuo, claro, transparente e continuo no tempo, acessível a todos e com consequências para quem não cumpre as suas obrigações ao servir

Sobre as suas palavras, Senhor, gostaria em suma de as considerar com algo que se disse sem o pensar, e espero em verdade do meu coração, que assim o tenha sido e se assim o foi, deverá o senhor retractar-se do que disse em próximos dias, ou então terão os Cidadãos de elaborar um pedido de interdição de cargo.

Depois sei que Este Livro da Vida e meus passos me fizeram cruzar com Gentes da Câmara desde muitos anos a trás em diversas necessidades e funções. Nas mais recentes,

Que me dirigi ao Gabinete de Carmona com Uma missiva em Mão, que Entreguei e sobre a qual nunca me respondeu, o que tem o valor facial do que tem, um desrespeito por parte do homem que representa a Câmara e é seu Presidente, um exemplo entre mil, da clara relação e tónica dominante do trato desta com os que Habitam a Cidade, da forma dominante que os anónimos Cidadãos são tratados, como bestas, estúpidos e cegos. E de como todos nós, assim parece alegremente, o deixamos acontecer.

Que aqui no inicio deste Livro da Vida era feita em Verdade Uma Reclamação à Emel em Carta Aberta.

E Verdade do Coração em Acção foi o que se passou e aqui também foi narrado sobre o Parque do Alvito.

Depois existe outro cruzamento outra linha do novelo em que me tentaram embrulhar aqueles que de forma cobarde e concertada me fazem a guerra, e são por extensão coniventes no rapto e sequestro em que trazem Meu Filho.

Homens e mulheres com ligação à Casa Real Portuguesa, nomeadamente o aparente laço que aparece a consumar a minha partida, o senhor Nuno Debonnaire e a Pintora Maria Sobral Mendonça e por extensão a esses meios e universos e aqui se começa a desenrolar um enorme novelo com seus nós por outros perfidamente atados.

Cada um a seu tempo, mas é um facto que uma das componentes do ataque que foi feito à minha pessoa, conta também com a participação coordenada da Câmara de Lisboa, interpretados por Gentes que de uma forma ou outra lá trabalham e ou a assessoram e quem o dirigiu é ainda resposta que não tenho, mas a seu tempo como tudo, o saber virá.

As pedras cruzadas no caminho são muitas, como são as pessoas, os factos e os episódios. José Amaral Dias, ontem no governo na cultura, hoje na câmara, foi meu vizinho na rua onde a minha família toda junta vivia.

O desvelar do meu nome no blog. E se no outro texto das alegações era visível uma ligação a uma família partidária, agora se desenrola um outro para uma outra família política. Muito elucidativa e esclarecedora, a Imagem na Procissão do Corpo de Deus, mas mais para a frente, que não agora.

Pois no combate em que me levam estiveram, encontraram-se e acordaram propósitos Gentes de Todos ou quase Todos os Partidos Políticos. Quem viesse de fora e disto se apercebesse diria de mim que era eu o mais feio dos monstros na terra, da família do negro monstro do deficit económico, primo do monstro verde da Inveja do pântano das corrupções e compadrios, ou qualquer outra sua versão da importância me dais e me atribuis, e é contudo Portugal Uno em Si, Todos Nele Devem Viver Em Regra de Amor e Cuidado, Não Agressão, e Portugal É Grande, dá para Todos, Parece É que Alguns Disto Se esquecendo, Reclamam Coroas e Prepotentes privilégios nos quais se vêem tão grandes que nem se vêem a caber Nele, ou então o outro, ele ou eu, impossível porque inaceitável, fruto de infâncias abandonadas que fazem egoístas.

Esta cultura dominante não pode mais continuar na esfera pública, estes comportamentos e influências não podem existir, a transparência e o rigor e a possibilidade de controlo por cada um dos Cidadãos deve ser Realmente Feita. E a responsabilidade pelas acções tem de ser Pedida.

Há Quantos dias Rafaela subiu ao Céu?

E os erros no local do aparente acidente continuam na mesma. E se eles demonstram em meu ver à saciedade, que estão mal feitos e ao estarem assim mal feitos, contribuem com um acréscimo significativo de probabilidade para seu novo acontecer, e desta situação resultam atropelos e mortes, a quem se deverá pedir a responsabilidade cada vez que um acontece, ou se manterá o que vem de trás e que resulta na impunidade que alicerça o sempre mal fazer que de novo fecha o circulo do mal feito e trás consigo o sangue e a dor.

E cada vez que uma morte acorre, quem assume a responsabilidade por tal acontecer, a quem poderá um Cidadão pedir Responsabilidade Orientada Para a Correcção No Sentido Em Que Ninguém Mais Caia No Sitio e da Forma em Que já sabemos que nas Vezes Cai, porque assim o deixamos ir.

E não aumenta a responsabilidade da incúria, do deixar andar, do logo se vê e não se resolve, com o tempo, em que assim deixamos ir os assuntos?

E ponhamos por um instante a questão em toda a largura da estrada, se uma associação de cidadãos procedeu a um levantamento à mais de dois anos de cerca de setecentos pontos negros que necessitam de correcção, porque é que ainda não estão resolvidos, porque é que não se começou num e se acabou quando se chegasse ao último, o que de transcendente. Senhores deputados que tendes também como missão a fiscalização do governar, como não se levantou nenhum de vós e em grupo fostes isto resolver até estar feito, reduzida a lista a zero? Que Fazeis com o poder simbólico e com o poder real de vossos actos, que vos é pelas Gentes, Outorgado?

E Vós Senhores, dai cobertura e o beneplácito entretidos em rapa pés a discutir se um homem com tal perfil e tal agir, que em altura própria também abandonou a Câmara, deve pelos cargos que desempenhou ser ou não ser merecedor de mais ou menos metros quadrados no corredor da transitoriedade de todas as carreiras políticas, mesmo as de menor relevância.

Acordai, Homens, Sejam Homens, Ponham-se Como Homens, Olhem-Se ao espelho e perguntem-se se O são. Medi em profundeza os actos do homem e dai-lhe o merecido e justo, que é o de manter-se afastado das lides políticas por potencial risco, criem se quiserem um programa especial de recuperação de políticos de risco, onde sem necessidades de incubadoras, se assista seu crescer, pois todos os homens crescem e todos se podem emendar e todos podem ajudar a emenda e o emendar.

Ainda Hoje vi as pequenas flores em seu ramos quase desfalecidas pelo calor, a assinalar o local da morte da Rafaela, todos os dias lá passo eu e muitos mais, mas parece que alguns se esquecem que Deus lhes deu a eles, a cada um, par de olhos com o qual Podem ver o Olhar, o que Olha e o Visto.

Não desaparece na memória o mal feito, não se acalma ânsia de saber que não está composto e que portanto é previsível que a desgraça aconteça outra vez. Assim vivem os homens desenvolvendo úlceras dentro de si mesmo, assim se tornam vegetais face a impotência da condução positiva e a bom porto dos assuntos comuns, assim deixam nascer os cancros, ao sentir e deixar andar seu mundo como que cercado por altos muros que lhe gritam em constância, o que não se lhes pode gritar, tu és impotente, axandra, oooí, fica quietinho!

No local onde já se foram muitos mais, aquilo é só mal feito de raiz antiga. Falo-vos do mais gritante na asneira e na cegueira que faz e deixa ir na asneira e nas vezes mortais consequências. Um semáforo colocado em ângulo, para que seja em parte visível pois a cerca de dez metros se tanto, um posto de iluminação da via publica no eixo, o tapa!!!

E chega este ver para perceber que o ponto do mal se estende pelo menos a duas gerências da câmara, a duas maiorias por vitória, que o mal será necessariamente da responsabilidade de um vasto conjunto de organismos da câmara e não só, pois estão misturados, urbanismo, iluminação publica da via, semáforos, construção de estradas, gestão de cruzamentos e viragens e um igual número de boys e jobs para os boys e boys para jobs, que eu nem sei quem foram ou não, provavelmente muitos se encontrarão no enorme e continuo caldo dentro do caldeirão da sopa, onde gravitam às vezes uns, ora depois, os outros, alternando assim em carrossel, na profundidade em que por época, na sopa se encontram mergulhados.

E assim sendo não será de pensar que pelo menos os homens que foram presidentes da câmara enquanto decorreu este mal feito, em continuo desleixo, sem que provimento ou cautela séria se tivesse feito, que deste fazer, ou melhor, não fazer, vêm resultando a morte de diversos, deverão ser responsabilizados de homicídio colectivo em forma continuada.

E se na realidade, a morte esteve cá e aqui ficou entre as Gentes, a responsabilidade, continua como parece ser a não lei dos dias em Portugal, solteira. Não Percebeis, claramente ainda, que É por as Coisas Irem Assim que se chegou onde se chega, ao profundo descrédito, a falta da força da Alma, a perca da confiança e ao continuo Enegrecer da Esperança, ao Falhar de Portugal Cumprir-se?

Quantos de Vós ainda Crêem Tal ser Possível?

Quantos de Vós Crêem Sê-lo Possível Na Forma Como Vem Sendo Governadas as Coisas?

Quantos de Vós, foram conhecer a Face da Rafaela?

Pois Vão, Agora O Ordeno eu pela Minha Arte, que ao Lerem Estas Palavras a Esse Espaço Sejam Levados e depois de volta trazidos.

Vão e contem-lhe de como a irresponsabilidade, a falta de atenção ao que se faz na forma como se faz, do vosso tempo muito ocupado a cortar fitas com capacetes nas pequeninas cabacinhas, dos custosos carros em que andais, dos mil assessores que garantem maior atenção, melhor ver, melhor fazer, contem-lhe que se esqueceram que Ela era uma criança igual em sua medida comum a um vosso filho.

Vão e contem-Lhe da pouca Importância que dão a vossos filhos, de como pelo mal feito e o mal deixar andar, os matamos às nossas próprias mãos. Contem-lhe de Tudo o Que Ela Podia Ter Feito Aqui Na Terra.

Sete, oito anos Rafaela teria em seu pequeno corpo quando daqui se foi e na foto dela que os moradores colocaram nos postes da estrada dava conta de uma menina, humilde, com uma alegria no fundo dos olhos e também uma percepção de que a vida nem sempre é rosas como ela é e deve ser, feita pela mão dos que aqui estão.

Vós Ides como Bestas Cegas, Pornógrafos do Absurdo do Desperdício do Mais Precioso, A Vida e Seu Sangue.

E depois do mal de novo acontecido, volteis ao local e fazeis o que não serve para nada, que não resolve o que é evidente de resolver e depois devereis andar de novo a vossos gabinetes à espera do próximo telefonema.

E Isto agrava e de que maneira, a vossa responsabilidade no deixar mal andar, favorece a elevada possibilidade de o mal se expressar outra e outra vez.

Faleceu um jovem actor, num local onde antes já tinham falecido sete, do oitavo soube-se porque figura mediática muito amada pelos jovens de Portugal e passado pouco tempo lá tinha falecido no mesmo local mais um, pois parece, que nem as mortes servem de travão definitivo ao que origina e propicia por mão humana tal acontecer.

E foi dito mais uma vez, que durante uns anos em que existiram anúncios dos acidentes que lá acontecerem, que os acidentes e as vitimas mortais tinham diminuído e que depois de novo os tiraram.

E não são só os anúncios duros como são as estúpidas mortes nas estradas que resolvem os problemas, os pontos negros das estradas de Portugal que tem de ser arranjados, um por um, começando no primeiro e dando a obra feita quando se concluir o ultimo e vendo onde é que se está a falhar para que nas futuras construções estas situações não se repitam, nem seja sempre adiado a sua correcção.


Senhores deputados de todos os feitios, formatos e formas, cegos e coxo do coração incluídos, ninguém é intrinsecamente assim, salvo os de verdadeiros olhos vazados e pernas mais curtas que outras, podem sempre remediar, remediar-se, não as vossas bênçãos terrenas e materiais, mas no Coração e Pelo Coração.

O rol das acusações do mal feito é extenso tapete de nós cruzados com sangue. O servir publico não pode ficar impune face à forma e ao resultado desse servir e bem recentemente iniciativa louvável feita por homens louváveis da esfera jurídica avançou para o estudo destas matérias e de novo ao que parece, Deus me acuda, toca lá de levantar impossibilidades a este caminho, que a coisa fica séria de mais para o que queremos e ainda agora à boca de despedida da legislatura lá se aprovaram na AR mais umas alterações do estatuto e regime parlamentar e fico-me a perguntar sem mesmo conhecer sua essência, se elas irão no sentido da mais e melhor transparência de que resulta mais e melhor justiça, ou pelo contrário, na linha imbecil da imbecil compadrio e das protecções outorgadas por moto próprio em casa própria, como danadinhos em presunções de poderes absolutos.

Vejo ao fundo o clamor de alguns que se levantam, algumas espadas parecem tilintar prontas a saírem das bainhas.

De cimo do monte onde me podem aqui ver de face, atentai naquilo que vos parece uma espada. Parece-vos que está em minhas mãos erguidas mas não está. Tem vontade própria esta espada, observai bem, de binóculos para cegos se vos for preciso, não sã as minhas mãos que a sustêm embora pareça ao longe que assim é. É uma espada com vida própria, sua lâmina é feita do mais duro e invisível aço nunca inventado e seus movimentos são como labaredas da paixão do espírito que nunca começa nem nunca termina. É uma espada aparentada com outras conhecidas espadas, vem da linhagem da Excalibur, alguns contam terem-na vista erguida à volta de Santo Condestável, outros ainda portada por S.Jorge em suas lutas contra os dragões. Em seu voltear relembra e inscreve no éter universal, uma dito do Santo, poucos com a Fé vencerão muitos, e relembra baixinho na almofada ao sonhar, que basta um em grande Fé, em acto de profunda Fé que se torna certeza para a Certeza Acontecer.

Reparai, vede com cuidado e atenção, atendei ao pormenor, vede que não estou sozinho neste monte, que à minha volta está uma horda imensa de milhões de homens, anjos e arcanjos e que todos eles estão dispostos a lutar pela Justiça e Vitória do Amor. Reparai ainda que como cobrindo-os está um manto grande quanto o horizonte alcança que os protege e que uma ponta desse véu me cobre sem cobrir a fronte.

E Não venho eu nem Eles me Guerra pois a Natureza do Amor É Uma Outra, a do Amor Amante que Sempre Vai em Paz.

E escrevia em recente dia, um homem desta nação, cujo pensar e escrever trago em admiração e respeito, Sua Graça Francisco Sarsfield Cabral, que Israel sem interlocutor tinha que regular sozinha e assim me sinto eu na mais das vezes, na forma como os senhores deputados de todas as escalas e de câmaras de todos os tamanhos me vem tratando a mim e a tantos outros em constância ao longo da vida.

E por diversas vezes vos interpelei para que se chegassem à fala e vós de orelhas moucas, olhando o lado e assobiando baixinho. Aqueles que conheço ao perto, sempre que calhava a jeito foi dando conta das perseguições que me moviam e na mais das vezes vi em vossos olhares, a complacência, a leve desconfiança sobre a veracidade da palavra dada, ou o pior, é assim a vida, assim a levam os homens, resigna-te e curva perante os poderosos.

Que nunca nenhum homem roube a outro a esperança, crime maior à vida e ao Amor.

Venho em Paz e Exijo Paz e Justiça e chega-me, pois sei de vós, muitos, os que vão com o coração enegrecido o suficiente, para não saber mais nem agradecer a quem vos sempre deu a mão, a ajuda e o ajudar e dos tristes não quero triste companhia!

Passei as vezes necessárias e suficientes na AR e nas suas comissões, nos partidos políticos, em distintas organizações dos homens e sempre vos disse o que me ia na Alma sobre as matérias discutidas e sempre vi em suma, a incapacidade de correcção, a fraca fraquíssima vontade para o fazer, a falta de fé e a tenebrosa descrença, para suave o por, pois se recorrer à ilustração do seu negro extremo, o deixa andar na balda porque assim me safo melhor ou a cegueira completa de quem conduz outro cego para o abismo fatal montada e agravada na arrogância e prepotência.

E ao que parece em dia recente, uma das primeiras iniciativas de legislação dos cidadãos foi mal recebido e mal tratada, pois a atender ao relato de uma senhora, em suma, andaram a brincar de gato e rato e com laivos de arrogância no trato.

Ah Senhores que assim não pode ser, vocês emanam das Gentes e Por Isso Lhes Devem Todo o Respeito, Todo a Gentil Atenção, Toda a Atenção na Escuta, Toda a Vontade na Acção e não é geralmente o que Emana Maior donde Emana.

Ah Senhores que em dia recente sai da secretaria do tribunal de menores com um nó tão grande na alma que me apeteceu entrar pela AR e abrir de uma vez Ela Inteira, mas não permite o sistema na forma como os homens o fazem e o levam, que um cidadão se possa assim endereçar aos representantes da nação, pior que no tempo das cortes, dirão alguns, onde os homens podiam falar cara a cara.

Reuniões, reuniões, memos, adendas, relatórios, onde se diz que se vai dar seguimento e depois se assiste ao seu esfumar, já me chegam as bastantes para vos dizer, que reuniões assim, a não mais obrigado, existem algumas mesmo que parecem possuir estranhos poderes de congelamento espacio temporal cujos desenvolvimentos se estendem e aguardam por mais de dois anos, misteriosos etéreos assuntos, dirão outros. E nas vezes nem agua vai nem vem, nem um acompanhamento de situação, um ainda não, mas não está esquecido, tão grande é o respeito que nessas vezes mostram por quem os mandata, tão grande e desveladora imagem de como o servir em vossas cabeças e pensar, em vossos feitos e agir, se encontra de pernas para o ar, de como a ideia e o valor e a missão do que é servir, se encontra tão pervertida, e ao assim ser, também os resultados estarão.

Ah Senhores, quis a segunda Republica e ainda bem o quis, da separação entre os distintos poderes profanos dos homens em seu logo político e assim o poder judicial se encontra aparentemente separado do poder legislativo e do poder governativo.

E em todos eles estão homens humanos nas falhas e perfeições humanas e quando pelo visto e pelo ver se dá conta que as regras por pouco claras e promíscuas ainda ajudam à má festa, se pode deduzir, da má qualidade do caminho, do caminhar e do resultado.

Vós deveis velar pela governação, Vós deveis elaborar as leis e seus regulamentos e por estas duas funções tendes muita responsabilidade sobre vossos ombros, parece é nas vezes, que vos falta músculo para Sustê-lo.

E pela forma como as leis estão feitas e regulamentadas, pelas normas processuais e pelo que deriva delas em sua aplicação, pela forma como a governação é feita, como a justiça e igualdade no tratamento é na prática garantida a todos de forma igual. De como aqueles que são alvos de complexas perseguições se podem efectivamente defender e esperar em justo, que a democracia os defenda, pois não é difícil a um Homem ganhar inimigos no parlamento, ou nos governos, ou nos partidos, ou onde Deus queira que seja.

E pelo vosso papel e desempenho nisto tudo e muito mais, eu Pai, Vos Acuso de favorecimento directo feito em forma indirecta, de rapto infantil e conivência com situações de sequestro de menores e Vos Acuso do Crime de Hipocrisia que levou uma Senhora à prisão.

Não tem nenhum de Vós, Senhores, o poder de fazer o tempo andar para trás e trazer-me a mim e a meu filho, os dias em que nos trazem separados.

Estão salvo erro sete mil processos nos tribunais de menores em lista de espera. Sete mil crianças, pelo menos vinte e um mil seres onde o desentender e desentendimento grassa e faz dano, que se agrava sempre com o passar do tempo se entretanto não corrigido.

E durante o tempo que irá mediar até que estes processos sejam passíveis de ser resolvidos na hora, ou perto disso, quantos se irão dentre nós embora pela violência que as não soluções desta natureza causam? Doze, entre pais e filhos e na Esperança que Nenhum, mas a Esperança em Nenhum, fundava-se, funda-se e sustinha-se e sustém-se melhor se em verdadeira e certa fundação do diferente fazer, onde os danos por acumulado aquecem a fogueira das desgraças.

E quando se for o primeiro, a quem me aconselham os Senhores a ir pedir responsabilidades? Quantas mais mortes terão que acontecer para que se mude este estado das coisas da justiça e da relação do estado e das suas instituições para com os cidadãos e para o bem mais precioso, seus filhos, suas crianças? Que regime político é este, que credibilidade pode ter, que razão é a sua, se nem às suas crianças e aos pais consegue cuidar? Não serão estas questões correcta charneira e charrua, não serão eles infelizmente o exacto retrato da falência nos modos de ver e do agir e do fazer?

A hipocrisia em grau e medida certa é fatal. Depois da morte de Rafaela, no dia seguinte lá foram pintar mais umas faixas na estrada que não servem para nada, e aparecerem Gentes da Câmara a anunciar o feito, que nada faz, e se desvela ser um acto hipócrita. De pois do mal feiro, aqui estamos fazendo o compor sem compor, tremenda bofetada que dão na face dos que ali vivem e de todos os que andam de olhos abertos para o mal feito e dão como consequência combate às hipocrisias.

A hipocrisia da acção, da omissão, nas mais das vezes, do deixar andar, até à próxima morte e as mãos lavadas como Pilatos?

Ah Senhores que não possuo eu dos homens, nem tribunais, nem poderes e estruturas judiciárias, nem vos passo julgamento e sentença em vossos termos, pois é pelo Olhar do Espírito e do Coração que vou avaliando e da Carne em que Muitos, Por Obra Alheia, Sofrem.

Hipocrisia, Senhores é quando a lei que foi aplicada na forma como ela é, dissolvendo a habitual névoa que sobre a condução dos assuntos que propositadamente muitas vezes crieis, de forma a proporcionar o jeito manhoso de qualquer jeito à medida do bolso onde a benesse pode ir desaguar, e uma Mulher foi parar à prisão e sabeis e sabemos Todos Nós que aqui ao lado, existem clínicas para os mesmos fins, onde praticamente só se encontram Mulheres de Portugal.

Por outro dizer, trazeis as leis erradas e não adequadas à realidade e condenais assim à prisão os mais fracos, os que não tem as posses que outros tem, ferindo assim as traves elementares de qualquer justiça, o não diferenciar estatutos ou poder económico, o da necessidade de a lei e a pratica ser orientada para aqueles que menos se podem defender, pois só assim, se constrói a igualdade prática de tratamento.

A hipocrisia deixa em acumulo constante um negro fardo que se agarra e enleia os pés de todos os seres que andam, com a excepção dos irmãos animais, das árvores, das flores, dos frutos e das nuvens em seu passar.

Mais de que uma, é a semelhança com Israel, pois trago em mim acordado antigo dizer de uma Mãe de Israel, tivemos que tomar a terra a força, porque ninguém a dava a nosso povo.

Tomar à força é de certa forma quebrar a lei do coração, pois criará sempre maior dano ao filho e é também quebrar a lei dos homens, ao recorrer a prepotência e à imposição do acto consumado, porque se tem e decidiu libertar a força para tal acontecer. Não se paga o mal com o mal, pois assim se agrava o mal e o mal feito, esta é a via das armas, de ir aos tiros de caçadeira para cima de elementos da família ou outros da família mais alargada e que nestes assuntos às vezes se cruzam.

Como Israel não tenho interlocutor que actue como interlocutor. Não tenho do outro lado uma Mãe que se comporta como uma Mãe. Não tenho possibilidade de acordo com quem sistematicamente mente, dissimula, dá o dito pelo não dito no seu caminho que não está disposto a mudar, a todo o custo e qualquer preço.

Como Israel estou encostado entre e espada e a parede, e não me defende ou garante a protecção de meu filho, nem dos direitos dos dois, e os trás afastados em seu modo de conduzir os assuntos, a Republica e os homens que a dirigem.

Ah Minha Mãe Meu Pai, Teus Olhos são Testemunhas, se o mal existe por mão humana que assim deixam andar seus assuntos, se da existência do mal vem sempre um dano, não será mais justo fazeres provar o sofrimento naqueles que mais são responsáveis e menos àqueles que vão incautos, quanto incautos são e vão, pois deste viver e da vida só escapam os inocentes e as crianças.

E sabes Meu Pai, que deduzo eu por muitas razões que o combate que me tem feito ao longo da vida, tem sido protagonizado por diversos políticos com assento em diversas câmaras, que alguns se tem conluiados e suspeito que neste ultimo ataque que me fizeram que foi o afastar do meu filho, alguns em específicos e pelo menos um em particular terá dado apoio à Mãe, assim o creio por um conjunto de episódios que substanciam um forte grau de probabilidade em tal acontecer e vejo que todos em aparência os cobrem.

Ah Minha Mãe, Meu Pai, que à saída da AR está um premonitório cartaz, metade a preto e branco ardido, metade nas cores da vida, dizendo a escolha é sua. Pois que seja, que as escolhas que fizerem na manhã ao acordar, ditem como sempre o fado e o destino. Faz-lhes sofrer em carne a consciência de seus mal agires a cada vez que um fogo arda este Verão em Portugal, Faz-lhes apertar pela invisível mão da incúria o coração por um bocadinho, faz-lhes sentir o ligado e a ligação, entre o não remediado e o remediado pelo fogo está e inspira-os a pensar qual é o melhor remédio, que se um é aconselhável, o outro não.

Justiça Meu Pai, Justiça para este Teu Filho e Para o Filho de Teu Filho, é o que te Peço e sabes que eu cumpro O que Te Prometo, pois Peço-Te na ausência de resposta e solução por parte dos homens, que cumpras Tu a tua parte como sempre o fazes e honras a Aliança.

Ainda agora foi Meu Pai, Portugal condenado por não ter permitido a um seu Cidadão que se defendesse contrariamente ao que o direito universal lhe garante, a sua defesa por sua própria voz e um mesmo está acontecendo com este Teu Filho.

Pois das alegações que ainda agora apresentei no tribunal de menores, só veio pelo que percebo, a aceitação da minha resposta face ao que pediam e sobre o resto, o miolo do problema e do caso, nada, nem uma linha mais, uma só notícia, que se aguarda o relatório do instituto que trabalha para o tribunal e produz para ele avaliações. Do resto que aleguei, nenhuma resposta e o tempo a passar e o problema a se agravar e a revolta a crescer, uma vontade de resolver o assunto pela força se insinua e se mantêm como modinha latente a moer.

Vós Senhores que deixais ir assim os afazeres dos homens em seus dias, Vós que são responsáveis pela elaboração e regulamentação das leis, Vós que deveis velar pela sua boa aplicabilidade, Vós que velais o governo e o acto de governar, Vós deixais o mal feito e o que não funciona se perpetuar e de novo mais mal acontecer, Vós apelais desta forma a que cada um faça justiça por suas próprias mãos face a falência que a da Republica lhe proporciona, Vós que assim não fazendo aumentam as tensões, se comportam como sois incendiários que proporcionam à mais breve e pequena faísca o maior dos incêndios.

Vós deixais que as formas de intermediação não funcionem e assim dão cobertura e tornam-se dessa forma cúmplices de actos de terror contra os filhos e os pais.

E neste verão já foram se foram seis vidas, que vieram de país estrangeiro e distante para nos ensinar a melhor combater os fogos, reduzidos a uma parca declaração, por um lado o vento que sopra sempre como quer e que dá nas vezes reviravoltas e jeito de justificação, no outro lado, o que era evidente desde o principio, pois se um helicóptero os colocou no pico, porque não os recolheu quando eles foram ameaçados? Descoordenação, a palavra, ou má coordenação ou ausência de coordenação ou bravata ou tudo isto junto com muito mais, variantes da inépcia até à náusea e o sangue dessa vidas nas mãos de todos, de alguns, um bocado mais, nas dos inocentes e nas crianças, não.

Como Israel me sinto contra a espada e a parede e com ganas de puxar por ela. Por mim, podem arder todos vocês neste verão porque vos vejo como pó, simples pó que já são antes de o serem, imagem interior das tensões e dos negros desejos que Vós na forma como andais criais nos que vão injustiçados clamando justiça.

Não, não vos desejarei tal fim, vou crer em meu intimo, que em vosso intimo quando acordarem, olharão estes trintas anos como a infância da Amorcracia e que neste mesmo dia entrarão de pé direito na nova era, que corrigirão de imediato o que há a corrigir, que não é pouco para que no próximo verão, seja já o Paraíso aqui em Portugal, que Ele Sempre Aqui Está.

Mas Te Peço Meu PAI, Livrai-me dos meus inimigos, Livrai-me dos Inimigos do Amor e da Justiça do Amor.

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Talvez no dia de hoje apareça finalmente um para regular o que há a esclarecer e regular, mas isto já o viste eu a anunciar e em vão a esperar. Não me deixam porta aberta para diferente fazer, serei eu dentro da Tua Vontade e dispor os autos e as acusações, da sentença Saberás Tu e o Tempo Se Pronunciará.

A Vós homens do meu País Vos digo, refazei a justiça, dai-me o acesso justo a meu filho e dele a mim e não deixais para amanhã este fazer e vereis como no médio oriente as coisas tenderão a se passar melhor, pois assim é no plano do espírito onde as coisas verdadeiramente se passam, onde tudo é simetria e analogia e assim se interligam e se estendem pelo Infinito.

Tendes por minha Fé uma semente de boa vontade que vos deixo assim em vossas mãos para Ajudar à Paz no Médio e no Extremo Oriente, uma semente dupla, ajudai-me, fazei-me justiça e ao fazê-la, ali também a fareis. Tendes em vossas mãos a oportunidade de mostrar ao mundo um caminho distinto do terror e da prepotência do facto consumado, ao afirmar a vitória da sua negação, pois todo o acto de bondade, é múltiplo e multiplicador.

Pão e vinho e circo e futebol e televisão e mais o que for nas ilusões colectivas, muitas delas tão pouco ou nada mesmo ilusórias. Dai sangue às Gentes e elas ficarão contentes, saciadas de sangue fresco, sacrifício exigido perante todos os males acumulados, escape e válvula, abram as portas do circo, deixem de novo sair os leões, sempre se ouviu e viu fazer aos tortos pelos tortos.

Por isso seria avisado um certo recato no tratamento de assuntos, não por ocultação ou vontade de ocultar, mas porque não desejo eu sangue nenhum a correr de forma e em local indevido, nem fazer favor menor que seja a quem assim o pretenda. Mas como Israel, não foi o pedido de interlocutor preenchido. Só me deixaram uma via aberta, atentai bem nisto, é vossa acção por omissão que assim conduziu os assuntos.

Ao presidente da AR, ao presidente da comissão das liberdades e direitos, a todos os deputados e contínuos, ao procurador-geral da república, a todas as câmaras, altas e baixas ou médias com bolinhas azuis e sem bolinhas e a todos que portem o Poder, vos apresentei e apresento, aqui, neste Livro Aberto da Minha Vida, muito mal fazer que me tem feito e que fazem a muito mais e esse mal é passível de ser feito e decorre nas malhas do sistema político do qual são os senhores, interpretes e agentes.

Nunca pensei eu ver-me confrontado em vida com uma tentativa de roubo de um filho e este negro episódio que alguns nos fazem passar é o corolário de uma guerra que me vem movendo ao longo dos anos, que igualmente se funda e estrutura em sua certa parte nos poderes políticos, naqueles que o exercem e exercem de forma indevida.

Essa guerra obstou ao que seria o meu normal desenvolvimento como ser, nomeadamente nas áreas produtivas e contributivas e teve por razão e consequência decorrente, prejudicar também assim a renda de Portugal ao longo de anos.

As portas sempre se foram fechando misteriosamente, valeu-me o amor de muitos que sempre na mais das vezes invisível a meus olhos e olhar, em secreto do coração acertado em acerto de amor me ajudaram, por saberem quem sou, por me conhecerem meu verdadeiro valor, e só devido a esta caridade invisível, me foi possível sobreviver e pensar durante uns largos anos, que era possível assim viver e que as coisas sempre melhorariam.

Não tenho esse optimismo, hoje, em relação à minha relação com Portugal; Sem que primeiro se mude uma cultura e um modo de fazer político que tem sido dominante neste primeiros trinta anos de democracia, Sem que se combata decididamente o Compadrio e a Corrupção, e o Estado em todos os níveis passe de servido a servidor, não há possibilidade de sustentação para quem vá em Amor e na Justiça do Amor entre Seus Irmãos.

Os meus actuais quarenta e seis anos de vida em tempo contado e medido no tempo dos homens, são a viva prova disto.

Um homem que sempre tenta e tentou ser independente, conhecer-se e cumprir-se, amar e consequentemente falar e agir em verdade, vai ganhando inimigos ao longo da vida e num momento da sua vida a teia é tão apertada que parece que quase não pode respirar. Tentam em constância e nas mais da vezes conseguem por pauzinhos nas suas rodas e conseguem mesmo nas vezes, levá-lo ao suicido ou deixá-lo sem fontes de rendimento, para que esse estrangulamento em vida acto de tortura, pois estrangular alguém é sempre acto de tortura, que faz de quem o faz torcionários, lhe limite os passos, impiedosa acção de quem vai, matando em vida o vivo. Malditos sejam vossos actos malditos, que eles retornem a vós antes mesmo de partirem. Potenciais assassinos, nas vezes, mesmo em acto, que destroem o que Vivifica, o que por Ser Amor, Dá e Dar e Receber, Um Mesmo, Sempre Anda Portugal e o Mundo Dele Necessitado.

Sabeis Vós que eu não creio em Terroristas, creio em actos de Terror e Creio Também que Qualquer um, os pode sempre praticar, e outros os incitam e outros ainda lhe dão cobertura e todos assim se ligam, e o terror e os actos que os exprimem, os trazem ligados, tanto nos danos como na responsabilidade que se estende a todos, ninguém de fora, salvo os inocentes e as crianças.

E alguns de Vós vão praticando o Terror sobre outros, outros de Vós, ainda o Inciteis, e outros dão-lhe Cobertura e assim fazeis Vós mesmos a Vós próprios, Criminosos.

E vos relembro aqui o caso Subtil que apresenta algumas simetrias com o meu.

Também Subtil fora desacreditado e dessa forma perdera o que tinha e assim lhe impossibilitaram de ganhar a vida.

Também Subtil fora enredado nos processos da justiça humana por mais de uma década e assim lhe sonegaram durante todo esse tempo o direito à justiça humana que a todos é devida.

Até ao dia em que Subtil, um bocado menos subtil, se enfiou numa casa de banho de uma televisão com seu filho e sua mulher e uma aparente bomba.

E depois, logo a seguir, chamada a atenção pública do facto com todo o circo de Terror montado, em curto tempo logo os tribunais resolveram e foi-lhe atribuída uma indemnização de um milhão de contos. Depois parece que como avaro que é o estado avaro que avaramente se comporta quando persegue os seus, lá recorreu outro vez da sentença, e mais não acompanhei, nem necessito, porque nestas linhas está o bastante para vos dizer que esta imagem demonstra e prova que vós, se não praticantes directos de actos de terror, são deles cúmplice pois por omissão, os incitam e lhes criam condições para seu negro florescer, e lhes dão ainda por cima, cobertura.

Pois clara é a conclusão que se extrai deste caso, o terror feito pela ameaça do terror, compensa, resolveu o problema que ao senhor, tinha sido criado por terceiros e assim sendo são vós de forma directa e automática responsáveis, por o incitar e cobrir, pois é o modo em que levamos a vida e o fazer, que assim o faz, e são os senhores o que mais responsabilidade têm porque são os senhores que eventualmente deveriam velar e cuidar para que os terrenos assim não se plantassem e não nascessem flores de morte.

Vocês em vossas omissões incitam ao Terror, criam condições e põem de forma indirecta em marcha eventos que o substanciam.

Eu sou e me constituo perante vós como prova provada, de como a democracia faliu por completo e é o tempo de fundar a Amorcracia.

Não possibilitou a democracia mecanismos que permitam a um cidadão que vai sendo perseguido, que lhe seja feita justiça e que essa justiça para que seja justiça visa e tem um tempo justo de exercício, de atribuição de compensações face aos danos.

Não possibilitou o sistema democrático e todos os seus agentes, a efectiva garantia constitucional da liberdade individual a quem não verga nem faz vénias indevidas, e ao não garantir a liberdade individual de um homem, é como traze-lo amordaçado, preso em prisão perpetua, com a agravante de nem lhe pronunciarem nunca em sua face a suspeita da acusação e o seu conteúdo.

E é esta constatação, muito grave e gravosa, pois diz claramente que o sistema se funda e se exerce na hipocrisia e na mentira, que poderes ocultados são mais activos e determinantes do que aqueles que o sistema prevê em sua concepção e modo de funcionamento.

E uma coisa, um sistema também, ou é ou não é e se se funda e se exerce na mentira, torna-se ele próprio uma mentira e as mentiras convém sempre aos homens que vão avisados e sabem dos seu custo, terminá-las o quanto antes.

E foi aqui exposto em larga extensão, descrições de factos e episódios que configuram e indiciam as perseguições e injustiças várias e nada nem ninguém no sistema na aparência deu alguma resposta que seja demonstrando de forma inequívoca que um cidadão que se encontre perseguido por outros que vão na cobertura das sombras e nos corredores dos poderes, não é socorrido e se prova que a garantia de liberdade que o estado deve conferir a seus filhos e pais é em larga medida fictícia e ao não funcionar, se consigna a perversão do estado de direito e dos princípios e modos onde o trazemos assente.

E foram aqui expostos em largo extensão descrições de factos que num normal estado de direito teriam por si levado a iniciativas de quem compete e investigação e o provimento da justiça, mas mais uma vez a resposta foi o absoluto silêncio, de quem de direito neste caso tortíssimo.

E vos sugeri eu aqui um dia, que calculassem um valor ponderado dos que trabalham na área onde trabalhei e assim acordassem uma indemnização por danos sofridos e mais uma vez o silêncio de quem faz de conta que nem mesmo ouve, foi a resposta, que o silêncio geralmente não é.

E creio que vós me conheceis já o suficiente e necessário e o bastante para saberem quem sou e muito dos meus actos são desde sempre conhecidos. Por esta razão não irei elaborar neste texto uma lista dos serviços que tenho prestado a Portugal, e sem desprimor para o senhor Subtil, por impossível comparar, e portanto baseado em minha própria bitola e medição, creio ser o meu servir superior ao do senhor e assim sendo e entendido, deverá uma indemnização que por sua natureza e essência, é uma mesma em sua prima natureza, danos ao homem e a limitação do seu normal trabalhar com que contribui para a sociedade, serei eu credor de um valor superior.

Não é o tribunal onde estou igual aos vossos, embora eu e tu que me lês, na essência o sejamos e por extensão de razão, não poderão ser assim tão distintos entre si, poderei mesmo recordar-vos que o espírito tem primazia sobre a matéria, que o primeiro faz na segunda o trono e como consequência entre o que está sempre ligado, seus poderes e sua força, serão um mesmo, expresso em planos e moldes complementares e distintos.

Alguns de Vós e Todos os restantes deixaram passar desta vez o limite do aceitável.

Vós deixais que uma Criança, um Filho ande assustado, preocupado em sua pequena idade com o que não deveria andar, deixas-te que se lhe quebrasse a sua inocência e a sua confiança no Pai, fazeis dano a seu Amor, fazeis dano ao Amor e nenhum de vos tem o poder profano de poder reverter o que já foi mal feito, fazeis um dano para o qual não tendes o poder de dar justa e real retribuição, e esta é uma das linhas que divide as aguas do aceitável e do não aceitável, pois o que aqui se trata, por outro dizer, é que vós fazeis maior o dano do que vossa capacidade de compor e entes de mais de prevenir. Este é uma das faces do limite que não se deve ultrapassar.

Não creio que as leis em Portugal prevejam nestas situações, que uma vez identificados, acusados e condenados os que se unem na perseguição a outros, seus bens possam ser confiscados, vendidos e o dinheiro alcançado reverta a título de indemnização, e quem tinha e era poderoso e usou esse poder na destruição de outros, começasse assim em certo escrever do zero.

Nem um Fiel de Amor é a favor de prisões e de penas de cadeia, pelo contrário, é contra elas, pois sabe um Fiel do Amor que o Amor É Liberdade e Tenderão Sempre Os Seres Para Seu Usufruto Nas Condições de Respeito de que Ele Necessita e se Baseia e não vê nenhuma pedagogia no acto e na forma como substancialmente são praticados os actos de prender e da forma em como os prisioneiros vivem, e de pior forma, com que muitos fecham o olhar, como se não existissem.

Deverão esses homens continuar a viver nas cidades destituídos dos poderes que lhes permitiram fazer no passado o mal e os deverão vir de novo a ter caso se mudem e seus actos comecem a demonstrá-lo, para que os outros nele possam de novo adquirir confiança.

Como a Mãe de Israel dizia, tivemos que a tomar a força, porque ninguém nos a dava, também eu o faço estabelecendo outra simetria com a espada do Santo Condestável, de quem me recordava no outro dia ao passar, ter tido em certa época e em certas condições do seu viver, reclamado com feição de imposição.

E imponho-vos eu alguma coisa? Não, clamo Justiça aos Homens do Meu País Perante Deus, Perante Tudo o Que Ele Me Dá a Viver.

E cega-me esta consciência da medida, do valor das coisas e da justiça?

Não.

Deverá o estado português indemnizar-me no montante de dois milhões de escudos a título de perseguição e danos ocorridos durante a democracia contra a minha pessoa, nas seguintes condições.

O montante será dividido da seguinte forma, pelas seguintes entidades e com as seguintes obrigações:

Trezentos mil contos à Unicef para aplicar na erradicação das misérias e da fome das Crianças do Mundo

Trezentos mil contos à AMI no Seu Provimento de Apoio Médico No Mundo, na Condição de Não Ficar em Depósito por mais de seis meses.

Trezentos mil contos à Santa Casa da Misericórdia, para alimentar quem tem fome em Portugal, não aplicáveis em custos de estrutura, mas sim em provimento da Ajuda e do Ajudar.

Trezentos mil contos em forma conjunta as Três entidades acima mencionadas caso as três aceitem o desafio de conjuntamente, reunindo experiência e saber de cada uma das partes, desenvolvam e implementem se possível com esta verba, um conceito novo de maternidade auto-sustentáveis em Portugal.

Cem mil contos para o grupo de cidadãos que elabore e ponha de pé e conclua um plano das obras necessárias por cada ponto negro das estradas para que com exigência baseado em rigor e soluções, se possa fazer.

Cem mil contos para a averiguação fina, testes e produção da invenção de um Senhor Português que impede a contramão nas auto estradas e sua comercialização mundial.

Cem mil contos para que uma universidade de música se junte com uma de engenharia e com o saber de cada um, testem e inventem um tipo de lombas que seja mais funcional no seu objectivo principal, fazer claramente perceber ao condutor, que se aproxima de uma zona de perigo e que o faça levantar sem hesitação o pé do acelerador. Que se juntem aos construtores de automóveis e que se invente e implemente novos sistemas de aviso, que podem funcionar pelo principio do radar e ou assistido por navegação por satélite, que alerta da aproximação de situações de perigo.

O restante ser-me-á entregue.

Do estado ainda o suporte das despesas de um executor destas disposições que deverá tornar público o resultado no final da sua concessão.

E pensais porventura que eu preciso deste dinheiro para alguma coisa, ou que se o recebesse me tornaria indigente? Pois pensais melhor, vide quem sou e como vou sobre estas matérias e deverão encontrar fundamento mais que suficiente para ancorar vosso julgar, porque não me subtraio eu, como nenhum ao julgamento e ao julgar. Não preciso deste dinheiro, porque há muito tempo que sei cuidar de mim e não me falta nenhum órgão vital para viver e trabalhar e trabalhar é o que eu faço, mesmo quando não tenho rendimento, nem tão pouco esqueci o que sei, as linguagens em que até agora me exprimi e continuo a saber usar as ferramentas. E se não me faz falta a mim, faz as ideias e entidades que estão mencionadas e se quiserem, dêem só o dinheiro a ela, que a minha parte não vos sirva de pretexto para o não assumir, que moralmente sou devedor de uma indemnização e proceder a minoração dos danos na medida do que vos é possível.

Mas cuidado, se pensais levar este assunto levianamente, pois razão teve no outro dia Saldanha Sanches ao dizer que seria como dar uma bofetada de luva branca na face dos contribuintes se se isentasse os prémios dos jogadores, pois é de luvas brancas e estaladas consecutivas no Espírito que todo este assunto trata e maior e mais ousada senhores não houve que a do senhor subtil, a todos os que são perseguidos por diversos e a quem o regime parece deixar impune em seus actos e agires.

Para mim, muitos de vós estão já mortos, são mero pó que perdeu por completo a memória de quem sois e quem fostes e que não mais sabem quem são, razão suficiente para fazer a demonstração da vossa já morte.

Chega dos vossos abusos, chega de tratar os cidadãos de cima de um imaginário oscilante e insustentável estrado em que em bicos de pés de arrogâncias e papos cheios se põem. Vós são os que servem, não, os que se servem, respeito, muito respeito pela básica realidade real em verdade, verdadinha, verdadeira de como a vida é.

Nenhum de vós se pode por mais alto do que é perante um cidadão, nenhum de vós pode usar uma linguagem, um ver, um estar e um agir de arrogância e eu o Nú que Vai Nú, vos vejo a todos Nus, não há nenhum titulo dos homens, nenhum cargo, nenhum poder, que resista a igualdade que em todos vejo e reconheço ao ver-vos nus, como sempre vos vejo, pois todos vamos nus nesta breve passagem aqui na terra.

Nenhum de vós vai um milímetro que seja mais coberto sentado num belo carro de doze cilindros, bancos em pele branca e mais nú vai e fica ao olhar de todos, em seus ossos descarnados quanto ao mais rápido for e menos ver da miséria ao lado, pois assim a cada quilómetro que andais mais vos descarneis.

Não Ousais Olhar para mim com cara de quem me vai comer, Não Ousais falar-me de cima em tom ou postura, não Ousais a indelicadeza no trato e no tratar, desarmai vossos fingimentos e jogos de salão, as máscaras e as mascarilhas, não Ousais a mínima arrogância, que não tem tamanho para isso, são sacos de ossos adiados, pó mero pequeno pó que ao pó voltarão, mas este assunto é mais do Pai do que meu, a Ele, a Sua Sapiência e Seu Infinito Amor.

Não Ousais pôr-vos maiores do que são pois não tendes força nem jeito para tal, vos digo eu, que sou o que chora como Madalena nas calçadas e ruas públicas quando é de chorar e que por pequeno que seja sou maior que muitos pelo que a Vida me Fez.

Deram por acaso, alguns do senhores da sinistra informação que veio a lume de que um embaixador de Portugal teria dado informação do que lhe parecera correctamente ser, uma anomalia na venda de mais armas dos que as necessárias por razão de número de efectivos, a Timor-leste?

Será licito perguntar-vos senhores, qual a quantidade deste ultimo sangue que corre em parte em vossas mãos?

É a vida e o seu valor displicentes para os Senhores? Tudo se faz e nada se passa, a fronteira da elasticidade parece sempre alargar para tanto mal feito e desatenção lá caber?

A Pai perdoa-lhes que eles não sabem o que fazem e vamos abrir-lhes os olhos para que vejam a luz.

Tu viste desde sempre, desde pequenino que me tentam colar o rótulo de arrogante a este teu filho. Começou em pequenino, quando aprendi a ver nas reacções alheias a acusação confundida entre o contentamento e o orgulho e arrogância a dedo apontadas, que nos tenta fazer mais pequeninos do que sempre somos.

Ah meu Pai, o contentamento contentado do saber fazer bem, do fazer bem, de ter bem feito e dizê-lo ao mundo, pois não é pecado o bom, nem se estraga quando propagado da mesma forma que existem muitas ajudas a que não se vê a mão. Não contradita o contente contentado que vai cantando o contento e o canto, a humildade.

Ah, que não, que mania de ser bom, baixa lá a fasquia, baixa-te lá à fasquia, que assim não pode ser, despertam em nós virulentas, negras e fatais invejas, a nós que temos tanto trabalho em fazer o que tu fazes com um estalar de dedos.

Ah meu Pai, que vi muitos assim a entristecer, a amarem-se menos, a definhar, a porem seus próprios horizontes baixinhos como cercas de pequeninos torrões onde vivos se enterram mortos a viver devorados por todos os medos e bichos papão da infância e das noites escuras como o breu.

Depois em pequeninos alguns os vi, já de janelas e portadas que lhes colocaram em seu ver, não, não podes ter feito isso, o descrédito no menos comum, no bom resultado, a impossibilidade congénita tão cedo formada de ver pequeno e de assim ficar na medida pequena da pequenez do ver, tão pequeninos logo os puseram.

Ah meu Pai que tu assististe ao que eu vivi, aprendendo, sobre o escalas de valores dos homens, de como o mérito e o bem-fazer, se ideais, tantas vezes eram contraditados pelas escolhas, selecções e prémios e o viste comigo acontecer em todos os quadrantes políticos, em todas as organizações, em todos os terrenos e sabes como eu sei por Ti, que o que diferencia verdadeiramente os homens uns dos outros é sua forma de ir ao andar, até que ponto o fazem em Amor pelo Amor ou nem por isso.

E cedo me ouviste a dizer dos prémios que recebia e dos diplomas, que pouco valor achava eu que eles tinham e os outros espantados a meu dizer, que um bom local onde eles ficariam era emoldurados nas paredes das casas de banho, como imagem do pouco valor que lhes ia atribuindo pelo pouco valor em que os via e nem sei Pai onde é que eles hoje andam se ainda comigo andam. E se era a linguagem de certa forma crua em sua juventude, não deixava ela de corresponder à leitura já feita na puberdade de que os valores, a escala, a avaliação que o suportava e consignava, parecia já cheia de falhas, de certa forma ao lado do verdadeiro saber, que o saber que se institucionalizava era um saber de pouco valor, com muito menos valor que o saber do conhecer directo e sabes Tu meu Pai, que nunca vi o ensino e o ensinar em forma de rejeição radical, que ele depende sempre de quem ensina, da qualidade dos afectos que estão por detrás do que se partilha.

E recordas-Te meu Pai, de quão rápido foi a aprendizagem da hipocrisia, de como muitos se agarrarem aos títulos académicos e outros para se susterem na vida e na cadeia de comando e do obedecer, como neste país se sempre se chamou doutores, e entre eles se tratam, a quem na realidade é somente possuidor de uma licenciatura.

E lembras-Te Pai, naquele dia em que a Latina Europa ganhou salvo erro na mesma edição três ou quatro setes de ouro, e quando estavas para recebê-los te viraste para alguns do júri e então e lhes dissestes, e os quatro que faltam e um deles não havia mesmo razão para não ser a Latina Europa a tê-lo, pois era indiscutivelmente algo que todos tínhamos feito e muito e de forma inovadora na altura fizemos, que eram os efeitos especiais, muitos feitos de forma artesanal como Mélies e mais tarde pelas imagens de síntese.

E lhes disseste isso, e viste na cara deles como eu vi, o espanto, como quem diz, a lata que o rapaz tem, recebe quatro e ainda reclama mais e mais uma vez te ficou o rótulo de arrogante, convencido e pobre e ainda por cima mal agradecido, quando eu falava do que seria justo. Ah velha estúpida culpa, que não nos permite ser e usufruir do saber o bom que somos, como se fosse pecado mostrá-lo, dizê-lo e portanto fazê-lo assim bem feito, como os bons naquilo que fazem são rapidamente encarados como suspeitos, como quem diz sem dizer, não, não, é impossível ser assim tão bom e o monstro verde da inveja sempre, sempre a insinuar-se na dobra da toalha das almofadas da mesa da vida onde fazemos em comum a partilha do mesmo pão.

Não me ponho perante vós nem mais pequeno nem maior do que sou, pois sei o que sou e sei pesar, medir, contar e comparar, nem o facto de afirmar e reclamar o que em meu ver se afigura de justo, me retira o que seja de humildade, porque uma coisa é sabê-lo, outro é pesarmo-nos maiores do que o universo inteiro, não confundais valor e conhecimento do valor com humildade, pois a pôr-se mais pequeno do que se é, se chama de falsa modéstia e falsa modéstia espelha a face da arrogância e de um falso valor que por se diminuir se torna outro lado do orgulho.

E Tu meu Pai que habitas no coração de todos os seres, assim os conheces e sabes o verdadeiro valor de cada um, não preciso eu de palavras para me dar a Ti a conheces e sabes ser infeliz verdade que assim os homens se põem grilhetas a si mesmos e se tornam pequenos e tornam o país pequeno.

E que nós somos a geração do Amor e Amando Amantes Vamos e desabrochamos cada um em seu verdadeiro e único tamanho dentro do Uno Tamanho do Amor Humano e que todos os hipócritas e todas as hipocrisias estão de antemão sempre condenadas à exposição e consequentemente a ruírem mais tarde ou mais cedo e se tornarem mero pó de fracasso, exactamente na exacta medida dos que assim preferem e optam por ir.

E pergunto-me eu nas vezes, porque é que em situações como estas onde por incúria morrem crianças, porque não levas tu, as de quem assim vai e vai deixando ir assim os assuntos dos homens nos dias, prenhes de mal.

E sei eu de Ti que És Pai Amante Que a Todos Ama Igual e que um Filho de um Pai que Vai Torto, não faz do Filho Torto, nem o Filho sendo o Pai e o Pai sendo o Filho, são um mesmo, e que cada um é em sua própria parte livre e responsável da forma como vai.

E sei que nem és Tu que os Levas, pois bastam-se para isso a si mesmo, vão-se às próprias mãos de seus pais, de seus filhos, dos seus irmãos.

Tenho eu o coração em perturbação e Tu que Nele Habitas o Sabes como eu, passam os dias, o verão se adentra e a saudade e a revolta de não ter neste tempo de privilégio Meu Filho a meu lado, aquece-me o sangue como lava quente pronta a eclodir e assim aprendo contigo também a paciência e o sofrer e sei que a vida não é nem foi por Ti Talhada para a dor e para o sofrimento e tanto sofrer fazem os adultos as crianças seus filhos sofrer.

Como Israel, tenho meu filho pela força afastado de mim, diferente de Israel quanto diferente é e vai Portugal, não comecei ainda aos tiros, nem tremeu a terra forte, nem o vulcão se incendiou à pressão, para o recuperar, e assim me deixo ir sentido encurralado como num beco sem saída, pois nem a democracia nos defende, nem fornece ao homem os meios próprios para se defender e esta guerra é desproporcionada, que nem o diálogo é possível, que assisto à execução de uma política de terra queimada, de actos consumados de terror e vejo-me como Pai impossibilitado de defender em proximidade e nos dias, Meu Filho, uma guerra onde a prepotência parece por vezes ganhar.

Meu Deus, Faz cair meus inimigos diante de Ti, Retira-lhes as Forças para fazer o mal, esvazia a negritude de seus corações, lembra-lhes que eles próprios são pais, que ninguém gostaria de ser ver em semelhante situação, que nenhum Pai gosta e fica tranquilo quando seu Filho é mantido longe de Si.

Eu Sei Que Tu Honras Teu Lado Na Aliança Como eu Honro o meu.

Aos Homens de Portugal, Entreguem-me o Meu Filho, Já!!!

Neste Tribunal do Espírito Eu Vos Acuso de desleixo e má condução da res publica

Com prejuízo claro dos mais fracos e inocentes, as crianças, de como a má condução da coisa publica, quando os interesses particulares se sobrepõem com regularidade ao interesse publico que devem servir, que a má condução se torna nas vezes fatal, que acabou o tempo da desresponsabilização dos actos de quem leva assuntos públicos, pois acabou o tempo dos segredos e tudo caminhará para a luz clara e transparente, pois ninguém quererá suportar mais seu imenso custo, que rouba a força anímica das Gentes, que trás a muitos sem esperança e faz de Portugal, o encalhado, que navega sempre com lastro da agua que entra em risco continuo do afundar, tivesse Portugal nascido ontem, e assim já teria sido.

A alguns outros acuso de maldade séria, intencionada e pensada em sua fria execução.

Malditos sejam vossos actos malditos, malditos sejam vossos actos malditos que ferem e criam danos ao Filho, que o sintam em vossa própria carne depois de se apresentarem a Deus por meio desta convocatória e de com ele conversar, pois o Pai em sua sapiência saberá com cada um, o trato e o melhor tratar.

E com esta sentença em forma pública são já duas as indemnizações que por justiça peço. A primeira relativa aos danos que provocaram a Meu Filho e a mim mesmo, e esta agora por danos provocados a minha liberdade de ser o que sou e vou sendo, de poder trabalhar e viver do rendimento de acordo com o que consigo criar.

E a brincadeira continua. Ainda agora a resposta do tribunal face ao que de novo pedi; a relembrar, fazer a mãe cumprir as prerrogativas que o tribunal lhe endossou, para que o pai possa ter acesso ao filho e o filho ao pai, a marcação de datas para poder levar meu filho a consulta e tudo o resto antes pedido não teve resposta. A resposta é simples e curta, aceita a posição que exprimi de recusa dos exames na forma em que foram pedidos e diz ficar a aguardar o relatório do Instituto de inserção social.

E brincadeira é palavra muito desadequada aqui, pois parece mais uma vez que o tribunal só decide sobre o que lhe é apresentado pela parte que me move a mim a acção, sobre o que vou requerendo, reina o silêncio como inadmissível resposta e começo-me a perguntar, com fundamento em soma de sinais que irei mais à frente detalhar, se não existirá aqui uma confluência de interesses entre a parte proponente da acção e quem a avalia.

E para que não exista confusão em relação a datas explico que vos atribuo quinze dias úteis a contar do dia da publicação aberta e pública destas palavras, o tempo para que me respondam positivamente, pois nem outro jeito ou saída deixaram a jeito, pela forma como se tem comportado, é aqui, em verdade, verdadinha, verdadeira, uma situação de quem cala em repetida omissão do ouvido e sem dar em volta mínimo sinal de resposta, em alma, consente. Quinze dias para perguntarem de cara a cara o que eventualmente tem a perguntar e resolverem de vossa parte como se vão comportar.

E que pela mão de uma figura do estado me tragam meu filho pela mão.

Não gostaria de imaginar, mas a atender à rota por alguns traçada sob o beneplácito e cobertura de muitos outros, parece-me que tenho mesmo agora que imaginar, que os senhores ousarão mais uma vez fazer orelhas de mouco, olhar de cego, e fala de mudo ao que aqui venho pedir.

Não vos porei eu na cadeia amanhã, nem se calhar haverão motivos para isso nem esta julgar se passa num plano único da múltipla expressão da vida, nem passarei toda a minha vida a desfiar os mesmos argumentos, pressupondo que já esgotaram os vossos todos, mesmo sem ter tido a coragem uma única vez de o fazer com frontalidade, e de que eu aqui responderei aos que ainda não tiveram resposta e que considere de responder.

E assim posto e assim sendo, eu por mim, depois desse tempo se esgotar porei por minha arte na Vontade do Pai uma espada invisível sobre a vossa cabeça, cada erro que vir custar sangue a terceiro, sangue vos fará ou fará aos que amam. Que um por um com Ele vá ter de imediato, pois trazem vocês o inferno na terra que é o local do paraíso.

Ou ainda como alternativa,

Vão de férias, vão de férias e amem muito, amem muito vossas senhoras, vossos filhos, tomem muitos banhos de mar, sol e iodo que vos lave a alma inteira e quando volteis, venham andando como homens, com brio e alegria ponham mãos à obra e comecem numa ponta e acabam na outra necessária.

Depois descansarão e as histórias contarão a partir desse dia, era uma vez, onde os homens de Portugal, um dia acordaram depois de andarem a dormir durante muito tempo, esquecidos de quem eram, alguns mesmo sonhando serem porcos, outros baratas, contavam as cobras.

Como sempre em vossas mãos, sendo que cada um tem duas, a escolha e o escolher.

E não ousem senhores, de qualquer forma e em qualquer jeito e em qualquer feitio, parar a louvável iniciativa que vem trazendo alguns homens das leis e da justiça na necessidade de aperfeiçoar o sistema, nomeadamente nas matérias da responsabilidade de quem detêm cargos públicos. Louvados sejam como sejam todos os que assim neste sentido, agirem.

Ah Senhora Teresa Figueiredo de Carvalho, trago na memória a senhora a atender seu telefone em nossa casa ao Pedro.

Hábito que desde muito tempo lhe conheci e que se foi enraizando através do tempo, o telefone a tocar e a senhora saindo do sítio onde os dois estávamos, enfiando-se em seu quarto de vestir, porta quase fechada, como se o conteúdo das conversas na meia parte que o era, não pudesse por mim ser escutado ou não se sentisse à vontade a meu lado. Fazia espécie a meu coração.

E se Pedro é também nome de seu irmão, na memória ficaram imagens de um tom diferenciado e distinto do trato entre irmãos, algo que resvalava para outras águas dos tons da sedução e do charme, uma oitava diferente da mesma Irmandande.

Seria tão simples se o Pedro com que nessas alturas falava, não fosse seu irmão mas um outro, que dá pelo nome de Santana Lopes.

Ouro sobre azul que explicaria em claros tons as águas das simetrias que ocorriam, mas à ausência do saber directo por si, dos laços seus, só mesmo o poderei intuir na reserva em que às vezes ficam certas intuições.

E é o pensar livre de pensar e se pensado de acordo com a verdade do que se vive, à verdade não faz nunca dano, e sempre contribuirá para a iluminar e depois chega sempre um outro que junta a vela que falta ao candeeiro para iluminar as últimas sombras.

E tendo sido ou não assim, de outras formas, ou com outras Gentes de permeio poderiam levar ao mesmo fim, e não sabendo em verdade certeira se como o escrevi assim terá sido, só resta dar em seu tempo certo, o conhecimento directo de factos que sustentam elevada hipótese de assim ser.

Pois sabe Senhora, na ausência da luz que cada um trás em si e que juntas iluminam os quadros, obriga-me a Senhora a todas estas deduções e até seria interessante como desafio meramente intelectual, caso não fosse a sua funesta natureza, o puzzle imenso que em se cruzou neste momento da minha vida, em que a parte que cabe à Senhora nesta complexa trama de cruzamentos vários, alguns cegos a outros e trazendo muitos em confluência num mesmo delta, a tentativa de meu aniquilamento.

A verdade a que tenho acesso, como sempre é a verdade, desvela sempre seu sentido naquilo que se nos desvela, e muitas vezes errámos, ou não ousamos extrair o sentido do visto, ao pensar, mais precisar para além do que se apresenta, como que uma falha de Fé naquilo que a Vida e o Viver em que Vivemos nos vai desvelando ao olhar e ao saber do coração.

Pois uma coisa trago eu certa, o ataque que me fez e faz e fez e faz a Meu Filho, a extrema arrogância que sempre desvelou em seu agir desvelou uma espécie de poder que se crê absoluto e impune em sua total extensão, que tem que estar montado em alguém que se crê e no qual a Senhora crê, muito poderoso no plano terreno dos homens e seus afazeres e por soma e dedução, tal terá que corresponder a um homem, que será um dos três laços que mencionou, de aparente grande poder e protecção várias e dilatadas na politica, e esta dedução é clara em Meu Ver.

Esteve o Senhor em Frankfurt na mesma ocasião?

E curioso é pensar que três laços existem e mais forte existiam nessa altura do tempo dos

Homens que a três trazia unidos, Paulo Portas, Durão Barroso e Pedro Santana Lopes. Uma simetria numérica. Um outro plano de um mesmo sempre, mesmo plano?

Estes três homens cuja história Futura de Portugal nem mencionará e que deram as mãos na formação e manutenção do governo de Portugal, as estenderam a outros homens que criaram uma guerra à revelia do direito internacional e que abriu num determinado momento do espaço-tempo a Caixa de Pandora, e essa guerra ainda aberta, se estendeu e continua a estender por todo o lado e o sangue correu aqui bem pertinho e uma dor e um clamor imenso se elevou.

Estes três homens se apoiaram em muitos e por muitos foram suportados e Todos deixámos seu fazer, acontecer.

Ah Senhora, que ainda ontem ao aqui escrever, me veio à memória uma gargalhada profunda e alta que cortou a conversa entre o Pai e o Filho e que me ficou marcada para sempre tão gritante e claro retrato foi.

Precisamente hà um ano. Nessa altura falava quase todas as noites com Meu Filho ao telefone por volta da hora de jantar.

Sete de Julho de 2005, seu dia de Aniversário. O seu jantar de aniversário, pelo ruído percebia-se que a festa ia grande e bem disposta e começávamos nós a conversar, quando uma gargalhada masculina tão elevada se deu, que tanto o Meu Filho de um lado, como eu do outro, nos perdemos pela acção dela.

Pensava eu em meus botões enquanto esperara que ele pudesse atender, bem sei que são seus anos, mas como é possível trazer tanta alegria, como que alheada da tremenda dor do dia de hoje.

Ah Senhora, eu nesse dia, nem creio ter sorrido, nem muito menos gargalhado, recordo-me é de chorar como Madalena, nesse dia uma parte de mim na cidade onde nasci explodira também.

E não deduzo eu Senhora, por piedade e por ser Mãe de Meu Filho, que tenha tido prazer em tal sinistro assunto, ficou-me só marcado a ferro, a diferença de mundos e de sensibilidade fruto do rumo que a Senhora tomou a partir de certo momento na nossa vida comum.

Sempre senti Senhora a partir de um momento de hesitação sua pouco antes das eleições, provavelmente quando da mudança de eleito e de cor partidária de suporte, que a Senhora se tinha muito bem ancorada, mas atentai Senhora e quem por detrás e a seu lado se deita, é uma força falsa esvaziada e vazia por Ferir o Amor e está Sempre Condenada à Derrota.

E vi o pior outra vez, Senhora, vi outra vez o pior na face do Francisco quando o cumprimentei no final da festa da escola. Sua face desde que me viu e durante aquele breve instante, foi de tristeza, misto de tristeza com receio desagrado, ou desagrado que era em parte receio, preocupação, tudo isto seu coração expressou em sua forma de me olhar.

E tinha eu e ele falado ao telefone, e ele estava contente por eu ir, e eu lhe dissera, o Pai vai um bocadinho para te ver, pois não lhe apetece estar muito tempo no colégio e lá fui ver os meninos apresentarem à vez de suas turmas e seus anos as suas habilidades em colectivo e mais uma vez me veio à memória quão diferentes as festas de fim de anos noutros modelos de ensino, onde as festas se fazem com a participação dos Pais com Seus Filhos, como um dia dedicado à brincadeira e onde se joga, onde ambos brincam, onde todos participam brincando, e aqui, o tão pobre, o tão lá à escola ao fundo, nós os Pais aqui a ver, que é este retrato da escola e da forma de levar a escola e o aprender das elites de Portugal. Pais distantes sentados em bancadas a ver os Filhos a brincar ao fundo e tanta a falta de afectos e do tempo para eles nas famílias, tão curto o comum tempo de seu caminhar.

E então deduzo, deduzo a partir da acção da Senhora com Minha Mãe e imagino o que o Francisco não deverá ter ouvido de alguns sobre o comportamento do Pai, mais uma vez, aquele a quem chamam louco e perigoso, por defender a seu Filho, pelo direito e dever de com ele caminhar nos dias.

Ah Senhora Teresa Figueiredo de Carvalho, porventura não tem olhos na Face do Coração para ver o mal que lhe inflige, no seu sonho desvairado de posse do Filho e do seu afastamento do Pai?

Porventura Não Vê a Senhora o Dano que desta forma Cria aos Dois?

O que a motiva assim, seu agir, uma vingança a qualquer custo, até à morte se necessário, contra mim?

Não lhe fiz eu mal Senhora, nem para ser suposto de merecer tal trato, trago esta certeza muita clara, para além e aquém do negro quadro que a senhora e muitos consigo aliados tem feito no sentido de me apresentar com um homem bruto, louco, violento, que foi para si um abusador e um violento enquanto em si Senhora lhe pintam a aureola da virgem santa, falsa, Senhora, tão falsa como a Senhora acreditar em Deus e tantas vezes nas alturas certas eu a ouvi em vão e em mentira O Invocar.

Curioso, como a distância nos faz por vezes o sentido. Foi certeira sua frase quando voltou de Frankfurt, uma das suas poucas verdades nesses largos últimos tempos do nosso comum viver...vamos criar um espelho mágico e pô-lo à sua volta para lhe mostrar como ele é mau... , pois creio Senhora pela natureza dos diversos ataques, sua dimensão e intensidade, que a Senhora terá conseguido reunir o apoio de um grupo constituído por Senhoras e Senhores que a apoiaram e apoiam nesse fazer, que depositaram seus lenços em seu aríete negro, alguns vendo como branco e rubro, outros nem tanto, porque trazem já em si seus corações enegrecidos, outros mesmo não, certamente como é o certo.

Um concilio e um conclave, um entretimento e um negro desígnio. Senhor padre, o que devo fazer, que ele não me faz mal, não se preocupe Senhora, invente, invente muito e fale muito, tanto que todos a vão crer, e não importa quem ele é em verdade, pois não... diga que ele é mau, que lhe bate, que é um bruto, que assusta o filho e por aí fora, não deverá ter problemas de maior, não aprendeu a Senhora com ele também a ser directora de comunicação, é isso aí, comunique, comunique muito, publicite, está a ver, as pessoas compram, que importa ser ou não ao engano, que importância tem em relação a seus objectivos...

Conhece-me a Senhora como palma de sua mão, assim me dei por amor a si em amando-a, desvelando meu ser, quem sou e quem não sou à medida do crescer que consigo caminhei ao longo de oito anos. Sempre lhe contei meu viver, o que me aconteceu, mesmo muito antes de a conhecer e sabe a Senhora desde sempre como pode utilizar esse conhecimento na forma de melhor me atacar.

E há uma imagem que tem sido em constância desde muito cedo dita sobre a minha pessoa na minha relação com as mulheres que ama e esse dizer tem assumido ao longo do tempo múltiplas matizes e cores e vi desta vez serem desenterrados através de impensáveis cruzamentos e alianças, o desenterrar de episódios antigos. O que me apercebi, nas sombras e na cobardia com que o fazem, leva-me a ter que recuar aos idos de princípios de oitenta. A seu tempo certo, neste texto será. Sempre percebi que foi preso por ter cão e não ter e que nestas matérias o recato que na mais das vezes reservei, acabou por me ser prejudicial na forma com que alguns me vêem e me pensam em julgamento dentro das suas cabecinhas visionárias da pobre e escura visão, e assim foram acumulando as falsas cores com que me pintam e que agora aos quarenta e seis anos a coisa chegou a ponto nunca visto, tem servido de pretexto para me afastar o filho, para lhe criar dano, retirando-lhe a possibilidade do convívio com seu Pai.

Acabou, o que está em jogo é demasiado elevado, para que me cale mais sobre estas matérias no que achar por bem esclarecer, na extensão e na antiguidade em que bem o entender e não creio que a Senhora pague como justa pelo pecador, pois para isso teria que ser justa e assim infelizmente não vai.

Deve a Senhora ter enlouquecido de um germe que corre em sua família. Contou-me minha mãe que a sua lhe terá dito em jeito de suma, depois da nossa separação, que a Teresa, tinha feito algumas asneira em seu crescer, mas que agora, tinha acertado, nem sei eu em quê, nem minha mãe o deve também saber.

Germe que diz na voz de sua mãe, que provavelmente o nascimento do nosso filho, seu neto, terá sido fruto de uma das suas asneiras ou erros. Mais palavras para quê?

Tremendo espanto, tão tremendo quando a Senhora me anunciou depois de acabar a relação, sem disposição de explicar o que fosse, vive e deixa viver.

Ao Senhor Pedro Santana Lopes, que calhou ser o primeiro neste Livro e nesta interpelação, já depois de se ter começado a escrita destas palavras, apareceu o Senhor declarando numa entrevista, que fora Durão que de certa forma criara a situação que atravessou durante o tempo em que foi primeiro-ministro, que fora ele, seu amigo de longa data, da faculdade, colegas de anterior governo dirigido pelo Senhor Cavaco Silva, que não quisera que o povo referendasse o seu governo porventura convencido que se candidatasse seria vencedor. Não o seria, as Gentes deram maioria ao PSD através da face de Durão Barroso, pois as eleições que temos na forma como as levamos, são por assim escrever em forma simplificada muito unipessoais, quando se trata de imaginar e avaliar quem poderá vir a ser o futuro primeiro-ministro. E aparece o Senhor na entrevista de olho tapado pela sua própria mão como um poeta ou um pirata cego, e talvez tenha razão em dizer que foi em parte traído pelo Senhor Durão, mas isentará em que medida, peso e parte suas mãos do que aconteceu, ou melhor do que não conseguiu fazer acontecer e certo é que muitos se juntaram contra si, para o derrubar da incubadora, muitos mesmo dentro do seu próprio partido, que deverão ter fortes razões de conhecimento directo da sua pessoa, para tal empenho em tal bem sucedido fazer.

E se na essência, e a questão e a sua avaliação antes de mais dos dois Senhores, não foram estas aventuras feitas em vosso quarto de brincar, foram em Portugal e por Vós foram cruzadas com o destino comum e por sua natureza, estão sujeitas ao escrutínio público e de cada um.

A minha inquirição neste ponto do contar é muito simples.

Qual é o seu papel na guerra que me tem feito? Está ou esteve nela envolvida? De que forma? Conhecia já antes do seu governo os escritos publicados no blog Ouro Sobre Azul?

Inspirou-se, ou copiou a partir de lá? E se não o fez directamente, foi tal feito pelos seus assessores? Foi a Senhora Teresa Figueiredo Carvalho nesse tempo ou em tempo próximo, um deles? Teve conhecimento de simetrias entre os escritos e ideias que apareceram na sua governação?

Que razão oculta teria Durão Barroso para lhe tirar o tapete depois de conseguir o que ele próprio e outros pretendiam? Foi um velho acerto de contas? A machadada que se quis definitiva na sua carreira politica?

Teve ou tem o Senhor alguma relação ou contacto directo com meu filho?

E fui Senhora entregar as alegações e recebi por fim as dos seus advogados neste processo que me coloca a Meu Filho e a Seu Pai.

E informou-me a Gentil Senhora da Secretaria a Quem Eu Publicamente Agradeço Seu Correcto Estar, e que me vem explicando o que consegue explicar à medida do seu saber, e a mais, não é exigido nem se pode exigir e que o Faz com Atenção e Respeito, que como as recebi fora de prazo, nem lhes poderei responder, que a resposta não subirá ao juízo, mas isto é diferente de não lhe poder responder, a si e aos que a suportam.

Tem sido mesmo em meu ver a único ser, uma Senhora, que tem carregado às costas todo o bem-fazer deste cruzamento com o sistema judicial, pois é a única que vejo cumprir seu papel, o de ajudar, o de responder, o de esclarecer, uma Senhora que trabalha na secretaria do tribunal, quem dera que a preparassem para Juíza.

E mais uma vez demonstrou a Senhora e os com quem vai, que não olham a processos para tentar levar a agua a seu moinho e demonstraram neste caso, pela natureza do vosso agir, de como resvala para a ilegalidade e o fora da lei secundado a vossos objectivos e decorrerá uma pergunta avisada.

Se para anular uma possibilidade de resposta, assim o fazem, quebrando a lei, o que farão e como a quebrarão quando vosso motivo for mais forte ou elevado na grandeza dos vossos egoísmos e mau fazer?

Dei aqui conta em texto anterior, como poderia ter sido o processo da operação, qual o laço que poderia ligar elementos que por proximidade pudessem perpetuar o mal feito e ficou-me uma outra linha do vivido a retinir em meu olhar.

Quando fui aos correios apresentar queixa. Uma simples simetria, de movimento, mas que com o tempo me parece mais plausível do que a que na altura escrevi, que foi quando eu cheguei, e depois de ter pedido ao balcão para falar com o senhor responsável, quando finalmente vou para entrar no portão de serviço, vem um carro a sair com a identificação de empresa pública matricula 06-44-Pi, pergunto ao carteiro que veio a meu encontro quem é, o senhor chefe de distribuição que me deveria ter atendido, peço o nome, responde-me João Pereira, João Pereira mais o quê, que não sabia, eu, deve ter um organigrama onde houvesse identificação mais completa, que não tinha.

Já passaram 8 dias da reclamação (na data em que isto aqui escrevia) e nada como resposta. Recordo que poucos dias antes, tinha falado alto no Posto das Necessidades, depois logo que saí da secretaria do tribunal onde me dera conta que deveria ter recebido as alegações da parte da acção contra, fui de novo lá para saber, porquê o aviso não me tinha chegado, não é lá, dizem-me para ir a Junqueira, eu a chegar, o responsável a partir.

Mera coincidência, ou um telefonema de permeio, plausível modo de fazer os favores dos que entre si se fazem favores para prejudicar um outro e outro, porque um outro, nunca vai só e o mal que a um se faz passa assim para outros, e tudo isto em nome de uma submissão, uma pertença, um medo de dizer não, ao que não se pode nem deve fazer, um sentido de impotência, que não vale a pena porque por todo o lado é assim, porque não se diz não ao assim ser, porque não são os homens, homens, e não se lhes proporcionou uma educação para o serem, por afinidade clubista e vamos lá tramar aquele só mesmo pelo prazer de tramar, por reverência sindical, por reverência partidária, que juventude politica partidária, da universidade xz, da loja xpto dos prazeres da maçonaria, da delegação do bairro da opus dei, ou uma outra qualquer ao infinito em que se protegem e se outorgam colectivamente e em grupo esses fazeres, pela calada, cobardes, sem mesmo dar a cara, eu sei lá quem é o senhor João Pereira, conheço-lhe lá eu a face.

E não ousai Senhores em afirmar que eu ao mencionar estas ou outras organizações, secretas, semi secretas ou abertas as dou como culpadas do que quer que seja, pois não confundo eu a Arvore com a floresta das pequeninas arvores e arbustos que as fazem e a Todas Elas Respeito Eu, Sua Existência.

São só exemplos de como as estruturas que ligam os homens nas vezes são mau usadas e as que tendem a secretismos, num mundo onde não existem mais segredos, tendem a proporcionar este andar e este estado de coisas, de como qualquer um numa posição de poder mesmo que em nível baixo e que tenha sob si qualquer espécie de subordinado, poderá comandar uma vil acção sem mesmo ser do conhecimento dos seus superiores.

E não posso eu dar voz de prisão nem ando armado para dar um tiro para o ar, nem tenho algemas nem distintivo para dar voz de prisão a nenhum e é o que não fiz a alguns que vou apanhando com a boca na botija e assim inquiro aqui.

Quem duplicou chaves, mais do que uma, da minha casa, com quem foram elas traficadas? Qual a relação da firma que entretanto se mudou, de nome pares, segundo informação, de peritagens de seguros e investigação no controlo que me foi feito em minha própria casa, com invasão repetida e sistemática de domicilio? Quem encenou um julgamento com requintes de tortura por meio de pistas plantadas? Quem tem os meios para criar um cache duplicado do real, via uma terceira aplicação, ou sua fiel cópia, e em rede acompanhar uma declaração ao vivo e em tempo real desse mesmo julgamento? Que poderes deram cobertura a nível de ips a estes eventos? Que poderes tem capacidade de indução de voice over em rede de televisão por cabo? Que poderes tiveram de ser consultados e com a anuência de quem, para que tal se possa ter feito? Quem proferiu ameaça de morte a mim e a alguns dos meus amigos? Quem de minha casa levou e trouxe, cassetes vídeo e de áudio e papeis? Quem encomendou “ o problema” na mercearia da minha rua despoletado no dia de S. Vicente? Porque aparece agora uma mercearia que é também uma taberna nas alegações da Mãe nos termos ,… tratava-se de uma taberna, com péssimo aspecto e muito mal frequentada, tendo o dono do balcão, assim que viu o Francisco, dirigindo-se a este apertando-lhe a mão, com a familiaridade de quem o conhece bem…