segunda-feira, agosto 21, 2006

Ah Amado Amigo se Deus Habita Entre os Dedos de Uma Mão, como não poderia Teu Canto ser em Qualquer Lugar. Muito Amor Te Trás Minha Cidade a Ti, igual à forma como te trago em Meu Peito desde sempre. Da outra vez que cá passaste, só dei pela tua vinda depois de te teres ido, tanto é o Amor que por vezes nem precisa de se mostrar. Cantaram tuas palavras e a seguir umas outras que pareciam umas mesmas mas eram diferentes, assim me parecerem ondulando ao espírito e meu coração todo estremeceu, será Ela, ou Ela é a mensageira da mensagem do Amor, meu coração bate descompassado na jura de Amor que Ele Trás e todos os sentimentos se misturam e desvelam, perturbado no que ouve sem ouvir dos Lábios Desejados, pois só se abrem eles de desejo, não de posse.







Ah Amada Mais Amada
Canta Fausto
Cuidado Não Te Descaia
O Pé de Catraia
Em Óleo Sujo
Á Beira Mar


Depois do Amor
O Anjo descansa
Em plano sentado e superior
À Sua Amada
Suas Penas com Asas Fechadas
Sobre Ela
Parecem Descansar

As Palavras do Amante
Lhe terão dito do Amor
Por detrás dele
Se vê penas ensanguentadas
A Quem arrancadas?

Não dorme Assim a Amante
Figura Morta
Como Pássaro Jazido
Que foi comido
Reza uma intenção
Não o Real Amor
O Amor Real



Existem Ainda Homens Em Portugal!

Porventura Pensais Que As Perguntas Não São Para Responder?
E que Quem Cala Consente, Se a Afirmação Foi Feita de Forma A Todos A Ouvirem?

Pois Contou Um Prestigiado Jornal Que Uma Das Razões Para Além da Saúde, Que o Ex- Ministro dos Negócios Estrangeiros, Teria no Decorrer de Uma Reunião com o Embaixador Americano a Propósito da Renegociação das Lajes e das Contrapartidas Através da FLA, dito ao Ministro Que seu Tempo No Governo Estava a Acabar?

E Como é que Nenhum dos Políticos Portugueses, Comentadores e Jornalistas não deram seguimento a esta matéria?

Estão Os Portugueses na Disposição de Se Sujeitar a Vaticínios ou Interferências Americanas ou de Outras Administrações?

Se Estão Digam-me Para Eu Mudar Definitivamente de País.

E ao Primeiro-ministro, ao Presidente da República, e à Assembleia da Republica, Ninguém Questiona e Investiga a Veracidade da Informação?

Já Que Ninguém o Fez ou Faz, o Faço Eu, É a Noticia Verdadeira?

No outro dia passou por cima da minha cabeça, um avião privado e qualquer coisa em mim perguntou, quem vem lá. Pouco depois aparecia Henry Kissinger em Lisboa a perguntar mais ou menos, se somos aliados.

Sim, respondi em baixo o que agora respondo por escrito. Sim Portugal é Aliado dos EUA, como É Aliado de Todos os Países do Mundo.

E Sendo Cada Um de Nós Tão Americano como Também É Árabe, Muçulmano, Judeu, Cristão, Persa, Budista, Hindu, Ou Tudo o Que Seja de For e Que Se Apresente, poderia ser contra uma qualquer das partes?

Seria viver com amputado, amputando-se a si mesmo, um pedaço, retirar uma parte do que está lá e que com as outras todas nos fazem. Seria, concordaremos todos, uma atitude pouco inteligente.


Sim Portugal diferencia sempre as Administrações dos Países e das Suas Gentes, que no caso deste País São Numerosas.

Sim Portugal não olha para a América como se uma nação analfabeta se tratasse, embora seja grande seu grau de iliteracia, e assim se põem de cima dos galões de seus pesados passados em pretensas arrogância de irmão mais velho e sabedor, Pois Sabe Portugal Que Os Países São As Gentes Que Lá Vivem E Conhece Grande Valor a Muitos, Muitos, e de Muitos Sou Também Seu Filho.

E Não Se Deve Virar o filho contra nenhum pai, nem o pai contra nenhum filho.

Sim Portugal defende o Direito Internacional, a acção dentro dos seus parâmetros e Sobretudo Obra Pela Paz e Pelo Entendimento entre os Povos e É Por Princípio Contra as Guerras e o Guerrear.

Não sei Se o Ministro Teve Tempo e Oportunidade de Responder à Missiva Recepcionada no Dia de Portugal em Que o Irão Louvava Portugal pela Sua Posição Contra as Hegemonias e Prepotência Mundiais.

Pois Portugal é Contra as Tentativas de Hegemonias e as Prepotência Todas.

Se Não Teve, Aqui em Seu Nome, ainda Português, O Faço Eu.

E já agora alguém no Mundo, na Comunidade Europeia, me pode explicar qual a razão que sustenta, a exigência feita ao Irão para parar o enriquecimento do urânio para fim da produção energética, pondo tal exigência como condição necessária às negociações?

Parece-me que ainda não perceberam claramente uma coisa. O entendimento e o acerto entre os homens e as nações só se pode fazer como sempre em respeito mútuo e tratamento idêntico, mais a mais, quando os problemas já vem de muito tempo atrás, pois quando assim vimos ao longo de longos tempos, mais necessário se torna criar uma plataforma onde cada um se possa ver e tratar como igual, na conduta e nas regras que a sustêm, pois a percepção de dois pesos e duas medidas sempre inquieta e trás inquietado quem com outro assim se relaciona.

Neste caminho as bombas e suas variantes, continuarão a arrebentar, não só no médio e extremo oriente, como na Europa e nos próprios estados unidos, assim se tem visto nestes últimos tempos a acontecer. E já durante a escrita deste texto, rebentaram na Índia.

A Coreia do Norte acabou de lançar mísseis à experiência e uma mesma questão se estende pelo Mundo Todo e muitos a interpretam e a interpretarão até se modificar por completo as relações internacionais, assentes numa clara base e intenção de respeito entre as partes, sem actos e atitudes arrogantes, numa consequente para que assim possa acontecer, base de igualdade de tratamento, quanto dois são dois, e um.

O caminho da medição de forças, da acção pelo quero posso e mando, dará razão às palavras que Bin Laden proferiu sobre Alzarqui, pois se os conflitos se eternizarem, se eternizarão em igual medida as revoltas, as lutas, as guerras, as bombas, o sangue, as dores e a violência e os mártires.

Estranho as rápidas declarações que o acidente em Valência, logo com duas explicações técnicas sobre o ocorrido?

A primeira, excesso de velocidade, o que é plausível de se saber na hora, se o sistema de tempo entre estações for medido, a segunda é que parece mais estranho de logo se saber, uma roda que se quebrou, como tal é passível de ser logo detectado no meio da amálgama de ferro que o comboio se terá tornado?

Aguardemos então por explicações mais detalhadas e não nos esqueçamos que o governo espanhol anterior, também caiu entre outras razões por não ter sido contada a verdade, ou por se ter nela enganado.

Espero que não seja uma nova politica de esconder a verdade das Gentes, pois se o for será, como sempre o é, maior o custo que o eventual benefício. E seria pouco inteligente, pois agora é o tempo onde não existem mais segredos.

Neste Momento de dor, Dou Meu Colo A Todas As Vítimas e Aos Que Perderam Seus Entes Queridos.

Oro a Cura dos Que Estão Feridos.

A Deus Agradeço que a Freitas do Amaral a operação tenha corrido bem, Meus Desejos de Rápidas Melhoras e Meu Convite para o Governo do Coração de Portugal, onde não terá que viajar de avião para desempenhar o cargo, basta trazer o Coração Acertado em Amor, sob Vontade e razão, Em Desejo de Paz, do Espírito Santo e na Senda do Quinto Império.

Me recordo com Gosto de Si na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, aquando das Mãos dadas pela Paz antes da Guerra estava o Senhor na Primeira Fila, eu de lado na Nave.

De Amado, Luís disseram apressados alguns que era pró americano. Eu por mim espero que sejamos todos, pois pró quer dizer antes de mais gostar de. Fico só com uma curiosidade, esteve uma amiga comum comigo mesmo antes de o ser, fomos ver o concerto do Matisyahu, quem diria como o mundo e os relógios são semelhantes, síncronos e andam pertinho uns dos outros, como os sósias quando deles se sabem e se dão conta como falsos irmãos.

Pois então Gostando dos Americanos e de Todos Os Povos e Gentes, sem que necessariamente o Gostar de Todos Nos Faça Perder o Nosso Ver e a Nossa Razão.

…..


Curioso, também eu lá estive, mas não fui eu que pus a pergunta mas fico contente de saber que também as Senhoras o jogam e que a arte está na rua, ainda bem, assim são mais a jogar e sendo que tal não obsta à existência de batoteiros e de batota, sendo que às duas configurações de sexo, quanto são duas, se aplica.

Mas a mim parece-me que se não houver um esclarecimento antes do jogo, o iremos perder, eu pelo meu lado acho mesmo que nestas circunstâncias não vou jogar mais.
Lá se vai o fio de sol desejado e para quê se o resto do Céu, parece mais nuvens, que entretanto se foram.

Deixai-me contudo dizer-vos uma coisa, homens valentes, inteligentes e bem dispostos, foi um prazer escutar-vos a todos à vez, um só em meu ouvir e ver, ligeiro menor, e fizeram-me rir, que bom que foi, que sempre imensas saudades de encontrar um grupo de Gente onde a conversa pela sua inteligência cria a boa disposição e a risota, tão bom para a alma, para o espírito e para a pele.


…..

À amiga da Vanessa, capaz de ter razão, é ela, tudo poderá vir a ser transformado numa peixeirada. Em meu ver, já o foi mesmo, não será assim? Agora depende da nobreza não tanto da resposta, mais dos factos e de quem os protagoniza, talvez numa esplanada se faça Luz

…..

Pensando, medindo e pesando numa balança que tenho dentro de mim, decidi retirar a protecção de Amor que até agora tinha deixado como uma bolha invisível à Mãe do Meu Filho, não a Ele.

Porque o dano que está fazendo ao Filho e ao Pai não Merece Mais essa Protecção.

Ah Teresa Figueiredo de Carvalho, Tanto eu a Amei, e uma vez amada sempre amada e agora vos retiro por imperativo de vosso agir, a protecção de Amor que sempre vos disse lhe ter-lhe deixado e que Deixei.

Sei que aqui vem me ler. Curioso pensar que no início desta minha escrita, sofria meu coração a aparente falta de atenção que consagrava ao que eu lhe contava das minhas palavras, entristeceu-me diversas ocasiões, eu contente falando-lhe de um texto que escrevera e a Senhora, pouca importância dando. Tinha esquecido do princípio dos hipócritas e da hipocrisia, dos que desvelam ou mesmo não desvelam uma intenção em seu relacionar que geralmente trazem em oposição profunda com seus fazeres. Quem desdenha, quer comprar, tão simples de saber do saber feito das Gentes, tão difícil de lembrar para quem opta por viver na Luz, quantos tropeções ao esquecer os mecanismos das sombras e dos que agem no negro.

E telefonou-me ontem Minha Mãe triste de tristeza de voz baixa, que a Senhora lá aparecera com a impressão das minhas alegações na mão e que terá dito a meus Pais, que assim não podia ser, que não sabia nestas circunstâncias, se lhes poderia continuar a deixar o neto, que tinha que ter a certeza que o Pai não pode estaria sozinho com o Filho.

Mais uma vez me abismou, Senhora, como desde o primeiro momento, quanto assim se pode dizer pôs em marcha a ruptura da família. Onde se funda a força de tal tremenda arrogância, de tão tremendo quero, posso e mando que emerge desde o primeiro instante em que o vi, não só é a sua força Senhora, que não é pequena nas manhas da vossa subtileza e dos enganos seus mas muito mais, muito mais naqueles em que a levaram e a levam, para pôr o assunto em toda a sua extensão, mas tal não obsta, à sua vontade, aquela que determina em primeira e última instância vosso negro agir.

Ah Senhora que Vai de Negro Enegrecida Por Quem Deixou que Lhe Colhessem Rosas Em Seu Peito.

Eu Bem vi Senhora como foi perdendo confiança em mim, já o vira e vivia antes da separação, o que não pensara nunca consigo ver, foi o descrédito total, o profundo e frio desprezo e me perguntava na altura, meu coração, Meu Deus, como é que ela pode sentir assim, terei eu lhe dado motivos para isso, interrogava-me a mim mesmo perseguido nas linhas que eu próprio fazia agigantar como grandes poços de dúvidas, ou, o que se passaria à sua volta, como a andariam a emprenhar sobre minha pessoa, e ia-o tentando consigo saber e Vós de língua morta sobre os assuntos tabus.

Ah Senhora quis crer meu coração durante muito tempo, até depois de separados, que a luz e o amor venceriam o lado negro, quis crer meu coração que a Senhora estaria com um espécie de doença passageira, que depois passasse, uma falta de Fé no momento, que depois amanhã de novo desabrochasse, quis ver isto e tudo mais do amor dentro do amor em que a trouxe, e mais tarde acordou o Coração para o significado do que em parte pequenina, Senhora mestra da manipulação e ocultação, já lá estava.

Uma frase sua pouco depois da separação, deu o mote da leitura de quão a montagem feita vinha de longe, de quão pensada vinha, uma frase que não percebi na altura e que me ficou a retinir no ouvir.

Disse-me a Senhora, não sei como estás a reagir a tudo isto de forma tão calma, sua face expressava genuíno espanto. Porque é que eu deveria estar a reagir de outra forma, não lhe expressei eu durante os primeiros meses depois da separação, a intenção de tentar compor? E mais subterrânea, preocupante e desveladora, a que é que eu devia reagir? O que havia a reagir, não fazia eu ideia naquele momento da extensão da tempestade.

O outro episódio fora logo depois à separação e vou Senhora a meu diário e aqui lhe deixo este extracto, poucos dias depois do seu acontecer, tratava-a ainda a intimidade do amor por tu.

..Chegaste da Alemanha. Trazias contigo uma construção de lego para o nosso Filho. Um trono de uma figura negra, um mau da fita. Nada podia ser mais simbólico, pensava eu para os meus botões enquanto na mesa, com o nosso Filho ao meu colo e tu a meu lado, o montávamos a três, os três que somos nós, a família que fizemos. Eu pensava e não pensava, pois as tuas mãos roçavam por vezes ao de leve as minhas no transportar das peças, no seu encaixar e aquilo encaixava-me uma outra linguagem, secreta, que os corpos exprimem, a da proximidade e a do desejo. Um desejo que voava, subia em lentas espirais, um próximo que me afectava o coração, pois há muito muito tempo que retiraste teu corpo de cena, que quase não nos tocamos. Era doce ver o amor falar pelos corpos e era amargo, pois não concretizado, por pressentir que embora o parecesse ser, se calhar para ti não o era mais.

Quando estava concluído, o filho perguntou e agora. Rápida e brilhante como Tu és, soltou-se o improviso. Seria improviso, pergunto-me agora? Pegaste num copo e colocas-te a tenebrosa personagem por ele cercado e então disseste, como ele é mau, vamos por um espelho mágico à sua volta que lhe vai devolver a imagem da sua maldade e assim ele aprenderá a ser melhor. Tudo isto de um modo rápido de gestos e de fala, tão rápido, que me pareceu, que de alguma forma já o trazias numa gaveta do teu pensamento, que abre depressa demais e assim indica que o pensado já lá estaria

Depois nosso Filho falou e disse quão bom era assim estarmos. Pai e Mãe e Ele juntos, era assim que sempre gostaria que fosse, e de repente subiu-me à memória frases tuas em tempo de confronto, quando dias antes te tinha dito que queria ficar com ele durante a tua viagem e tu não mo querias deixar com ele, dizendo que o deixarias em casa dos teus pais.

Feira de Frankfurt, onde esteve presente uma larga comitiva à volta da presença do icep, como de costume, nalgumas vezes, toda uma corte que se desloca para beberetes e actos sociais, compras, romances mais ou menos secretos e coisas afins, tão pouco o tempo real para os negócios, tão curtas nas vezes o que se define como horizonte de que nascem as pobres rotas e Portugal tanto delas grandes e inteligentes precisa!

E uma certeza Senhora eu trago em mim, nesse seu voltar, algo de grandioso em relação ao seus objectivos não correra como pensara, de certa forma a Senhora sofrera um género de uma derrota, ou de coração ou de algo mais, se calhar mesmo do grupo que integrava, a corte, o apoio de alguém que seria politicamente muito importante, a seus olhos, acrescento eu.

E de novo um homem volta ao parlamento, vem com honras e honrarias, discutem mesmo seus pares das regalias e mordomias que estarão ao seu tamanho por tão valorosos serviços prestados, o tamanho do gabinete e o tamanho do capacho.

Na foto do jornal, outro homem puxa-a pelo braço com veemência como pedindo protecção, como se tivesse uma urgente necessidade de ar para respirar e aquele outro homem a traga, tudo isto é visível na mão que puxa o braço e chega mesma a amarfanhar o fato, tal é força da necessidade.

Curioso de ver como as posições de força sempre se parecem alterar no mesmo pútrido tabuleiro de cínicos, hipócritas, mentirosos, jogadores dos compadrios da ocultação velada aos olhos dos que em primeira instância representam, que assim vão jogando ancorados na rés pública, até ao dia em que as Gentes por Acto de Inteligência e Visto, Não Mais Os Deixarem.

Entre esses dois homens circulara uma vez uma cartolina com um acordo que se celebrado porque assim o quiseram e o fizeram, ao olhar público, seu conteúdo foi mantido oculto, meio gato escondido, com bigode de fora a dizer-nos, estamos aqui ou por aqui ou por acolá e acordamos o que não desvelamos, a acrescentar à laia de metatexto, são burros, façam oink, se mesmo souberem que o são.

E o homem que ontem estava por cima hoje agarra o outro como tábua de salvação, enquanto esse homem lhe dá uma palmadinha de conforto na zona lombar. Estranho, nem dois meses seria, o futuro do homem que agora voltava parecia encalhado, pequena noticia de rodapé, um pouco maior da que será seu óbito e infinitamente maior do que a Impressão que deixará na história de Portugal como homem, dava conta que voltaria a ser advogado ali para os lados do Marquês e agora de novo na corte, depois de curta viajem a Espanha.

Um recado, um providencial convite e uma benesse na volta, de novo aquele senhor que quase tem o dom da ubiquidade, que nunca se sabe bem onde está, o que faz e para onde vai e parece um sapo sempre a saltitar.

E um pássaro me disse da armadilha que foi montada, pois eu a vi antes de acontecer a ela me entreguei, pois venço em verdade, só em verdade, e não me ponho mais pequeno nem maior do que sou e no cálice que um mendigo me deu, verti o ultimo sangue simbólico e o bebi até à última gota, e essa morte já eu a sofri, desde que me conheço, já morri mil vezes, outras mil renasci.

É a terceira do género neste último tempo, pois então que se faça da terceira em que eu participei de bom grado, a prova do final das provas provadas e tostadinhas a derreterem a verdade inteira no céu das bocas de cada um.

Pai, bebo Com Alegria até à Última Gota o Sangue Que Meu Inimigo Me Apresenta Neste Meu Altar

O correio sob beneplácito daquele que outrora o condenara e lhe parara os negros voos, fez a entrega, alcançou assim a remissão de seus pecados, pensam as pequenas em ruínas de musgo ferrugento, esferas das imaginações curtas e doentias e antes de o saberem já estão caídos.

Será porventura preciso dizer mais do senhor, que usou indevidamente os meios do estado através do governo, para satisfazer seus casos de amor, se tal, se possa assim chamar?

Será porventura preciso dizer mais do carácter do senhor que tão luminosamente se expressa na fotografia do perfil, de braço estendido a apontar o baixo de cima da sua tribuna, mão estendida em gesto de pistola a disparar na tribuna futurista a nova ordem que sem a arte necessária, nem sua, nem dos que consigo alinharam, no seu partido tentou?

E uma foto, uma precisa foto e não outra pinta e fixa um quadro de um movimento de segundos e transforma-o assim em eternidade enquanto habitar na memória das gentes,

Será porventura preciso dizer mais do senhor, que prometeu a remissão, no carro de luxo de vinte e tal mil contos e nem a consegue cumprir, a atender ao último episódio de que dei conta de tão intrincada trama? A sua palavra senhor, nem palavra o é na mais das vezes, pequenas bandeira de papéis ao vento que com ele mudam, cada vez que ele muda, que se esvanecem e desaparecem no ar dos jeitos mil das voltas e volteio da insinuante serpente.

Será porventura preciso dizer mais do senhor, dos cruzamentos dos casais, em cima e por baixo de todas as amizades e de todas as alianças políticas, será preciso falar da sua tendência para os jogos diversos, do consumo de aditivos vários das festas de bracelete de pirata na testa.

E fui eu quanto sou eu e na medida certa em que sou eu que aqui neste Altar do Mundo, o defendi, como defenderia qualquer outro, com base na razão e na supra razão que está aquém e para além do homem em si, num tempo em que outros quiseram desligar a incubadora, o que me pareceu ser de tão de sentido contrário ao papel das incubadoras e do travamento do coração onde elas assentam, o cuidar, versus o destruir.

E cuidado senhor, espero eu que não em vão, não esqueçais que a diversos membros da Casa Real de Espanha, venho Cuidando eu, e Louvando e Abençoando e Protegendo, quando disso é em meu ver o caso, não quebre o senhor em descuido, ou pior intenção pérfida, o que vem unido quando grande é a Teia da Protecção do Amor, não lhe inverta polaridades pois pode ser grande o dano e a consequente responsabilidade.

Vós de Cristão e de Católico tendes a habilidade de mal ter subido ao poder e usando as insígnias de representação que ele lhe confere e em seu nome logo ter conseguido uma audiência com o Papa a quem levou uma lembrança na mão e palavras ao ouvido, vós tendes a curta esperta inteligência do uso do pequeno saber fazer, dos apoios certos nas alturas certas, dos canais que estão abertos nas precisões das negras precisões, das negras rotas e dos negros colaterais danos em justificação de todas as conjuras e perseguições e autos de fé.

Por onde passais e vem longe sua actividade de homem público com ponto alto em curricula e nobre feito em concurso televisivo, vencedor e vendedor por antecipação do cargo, futebol e comentários, presidências várias à medida da casaca intermediária do mais alto voo, de Inspiração e Confirmação Messiânica e Divina, assim muitos o quiseram na altura fazer crer.

Como O Ouseis Senhor, como o Ouseis Ter Feito Costurando dessa forma apoios que nunca teria tido?

Como O Ouseis Senhor, como o Ouseis ter consumado de forma iníqua em que o consumaste, estabelecido fora da trave da verdade de vosso próprio coração, sem peias em recorrer às ilusões e às mentiras e assim ter-vos posto em maior do que sois.

Como um golpe de canastra, como um bluf de póker. Um golpe feito falha com a complacência de muitos outros, pois ninguém joga sozinho neste desandar dos homens em seu fazer da polis da sua cidade, em bom rigor, com a complacência de Todos.

E a vosso passar deixais sempre um rasto de fumo denso, mas tal qual homem tocha, resiste sempre ao fogo a acaba por nunca se queimar, espantosos dotes, tendes senhor!

E quando o homem que era primeiro-ministro foi chamado a mais altas funções, discutiu Portugal Inteiro entre muitas outras coisas e descoisas, se devia ser julgado como um abandono ou não, pois o homem que as Gentes acabaram de eleger, estava já de partida antes do começo da obra e só não viu Portugal, nem Às Gentes a Verdade Foi Contada, de que a operação fora antes combinada, que o negócio com o apoio e sustento da mão americana fora antes acordado.

E neste ponto da narrativa e do narrar vejo alguns ao fundo que se levantam e dizem lá vai de novo o louco embalado, o paranóico, a que acredita em teorias da conspiração, ou o pior, aquele que faz teorias da conspiração para melhor conspirar, já é a segunda vez que o diz e nada prova

E a Todos Eles eu Digo. Vejo com Os Olhos Que Deus Me Deu A Ver, No Que Ele Me Dá a Ver No Vivido Em Que Me Trás, Em Que O Trago.

E se há coisas que se vêem, outras não se vendo são vistas, e não sendo São Tomé que gostava de ver com as mãos e bem o percebendo de quão bom é nas vezes certas ver com elas, não preciso eu de provas nem de peritagens para tal fazer e mais vos digo que cozendo a Palavra os buracos grandes do pano, muitos serão os botões que em suas casas se irão encaixar, pois trazem os Homens Luz suficiente em Si Mesmos para o Resto com a Luz de Cada Um, o Cozer em Fio de Prata Alva da Verdade Indestrutível do Amor.

A Palavra Divina É Palavra de Verdade Que Busca a Verdade, e só faz bem o homem, que para Ela contribui, se o fizer com seu coração acertado com a sua verdade, pois se for assim, nunca mal fará a Verdade, mas sim o Bem.

E se eu ou tu Vemos Deus sem o Ver, não precisarei de o ver como um homem para Saber Dele e o Ver no Verdadeiro Ver é Também Acto de Fé no Sentido do Visto, Que Em Parte Faz o Próprio Visto.

Fracos marinheiros para tal navegar, assim provaram a Portugal, pela rota e o aportar e mais uma vez a deriva do Livro se fez da agenda da mesa dos homens e rapidamente a decepção perante o desígnio do homem que o parecia poder transportar, se criou entre as Gentes, sensação de gato por lebre em forma crescente. Todo o futuro destino, o fado, se expressara simbolicamente num estranho atraso ao chegar a uma espécie de exame. No País, a coisa descambou numa espécie de nevoeiro com trama de telenovela em explicação cor-de-rosa dos assuntos públicos como se de novela se tratasse, regrediu sem nunca ter começado a gatinhar até a incubadora e depois, trás, desligou-se mesmo a máquina, com imensa ajuda do próprio, diga-se em abono da verdade. E fraca e imensa tripulação à vossa volta, sem arte para o bom navegar, aquele que aporta ao porto seguro do Justo Desidério.

Vós, Senhor, de Cristão e Católico nada em meu ver tendes embora parecem ser vossas beatas vestes em vosso andar, nas vezes vai mascarado quem não o é suportado por Andor Que Não É Seu.

E eu Vos Recordo Senhor, das Justas e Avisadas Palavras de Um Sabedor Homem das Leis de Deus, a Quem Eu Prezo Em Seu Ver, Em Seu Saber e Seu Pensar, Sua Graça Anselmo Borges e do que ele em recente dia escreveu em forma pública, sobre o efeito da perversão da Eucaristia, mas vós só podereis ser mesmo falsos crentes para não o entender e desprezar por cima o conselho amigo, dado com a intenção do cuidar e até de vosso proteger.

E senhor, através de si e de outros à sua volta, em tempos distintos, foi Portugal envolvido numa guerra que se deu à revelia do direito internacional e onde os que dirigiam Portugal nessa altura de certa forma proporcionaram o apoio e a laje do encontro.

E as guerras como todos sabem, não nascem do nada, são preparadas e hoje em dia por meios e campanhas de comunicação sofisticadissimas que determinam e envolvem muitos, com saberes específicos nos domínios da comunicação e da indução colectiva e por via destes campos a participação de alguns de Portugal, terá sido bastante mais extensa do que se deu conta, porque feita como sempre são e vão as vis intenções, pela escondida, pela calada negra da noite, pois não sobrevivem à luz do Sol.

Um outro homem associado a estes governos, tem como todos sabem grande experiência nesta área, com muitos estragos feitos ao longo da sua carreira.

Uma guerra cujas consequências ainda estão à vista, que inaugurou novas formas de guerrear ao mudar a mentalidade dos que fazem a guerra e onde as bombas ceifaram, nomeadamente na Europa.

E consequência do apoio na laje um homem de Portugal foi protegido e consensualmente, se bem que não de forma fácil, passou a presidente de um centro de poder no plano europeu.
Um homem que foi apresentado com uma ideologia que susteve sua ascensão, no mínimo como inovadora, com rasgo de visão estratégica, com resposta táctica e em certa e bem medida parte, assim aconteceu, enquanto houve um certa concordância de agenda entre este Livro da Vida e tal viver.

E a Fonte É Una e a Todos Que A Buscam de Coração Límpido Ela Se Desvela e Se Dá E Todos Podem Em Suas Aguas Saciar Suas Vontades e Irem Assim Felizes.

Em Vão Senhores me tenteis fazer dano, em Vão, Pois Sabe o Filho Pelo Pai, não há-de ser por vossa mão o Filho sacrificado em vosso altar, esse não é seu destino, mais sofrer às vossas mãos.

Ah Senhores dos Partidos do partir e mais partir até chegar ao vosso pequeno bolso, pois não são poucas as benesses e regalias de quem cumpre a carreira pública em Portugal, assim garantiram durante estes trinta primeiros anos da democracia e da segunda república a vossa abastança. Não são pequenas se atendermos que determinados cargos públicos, como alguns que desempenham cargos de gestão, serem mesmo superiores aos de congéneres europeus e mais abastados e equilibrados países.

Vós representais e o deixar ir e andar da cultura de comportamento que vós próprios vos outorgais

Vós devereis arrepiar caminho e curso no pouco tempo que resta para as não mais sustentáveis, iníquas práticas.

Algum de Vós levantou-se de seu assento neste tempo todo em que sabe Haver Fome em Portugal e Foi a Algum Sitio Onde Está Quem a Tem e Só Saiu de Lá depois de Resolvido, não Tendes Vós Estatuto, Saber, Competências e Autoridade para Tal?

Se à Largos Meses Foi pelo Governo disponibilizado uma significativa verba para reforço das existentes num eufemismo qualquer do género, para combater ou aplainar as desigualdades sociais, e Continua a Fome, o Desemprego Aumentou e mantém-se ao fundo e distante do parlamento o facto de vinte por cento, vinte em cada cem, viverem no limiar da pobreza?

E Fizeste Vós ou Proporcionaste algum Negócio, ou Fostes com outras Gente, buscar, montar, fazer, por a funcionar, criar emprego e riqueza, ou a testerona à solta nas dias difíceis do debate com o governo vos satisfaz a vontade de Eros?

Ah Senhores, agora partis de férias, férias merecidas por tantos afazeres, ardores bem fazedores e bem feitos, Tanta a boa obra deixada, vão de aviões, para locais exóticos, para belas praias com restaurantes de luxo à beira mar, lagosta e sardinhadas pelos almoços tarde, e sabes o que fiz, e o que ele fez e o futebol e as mulheres e aquela ali ao fundo é muito gira e eu gostava de lhe dar uns beijos, mas a minha mulher não podia saber, e amanhã, sim o passeio de iate, ah sim e a estratégica de subir na vida, o novo carro, lá ao fundo, as crianças filhos, crescem semi abandonados por entre arbustos de Portugal.

Algum de vós quando foi preciso, se montou num avião para ir falar com uma administração que quer deslocalizar uma empresa, ou com os organismos que noutros países velam pelo comprimento dos contratos, ou ainda foi falar com povo vizinho, inquiri-lo do fazer de alguns dos seus?

Atentai senhores, que deixar a governação em mãos alheias, dá nas vezes o mal resultado, basta olhar a vossa para tal claramente perceber.

Olhai o tempo e o modo e o feito, dividi, o ultimo pelas partes e obtenham a imagem claro e nítida do tempo do desperdício e os dias dos homens não voltam.

Algum de Vós se levantou, com outro se juntou seja em que lado do hemiciclo se sente, e foi de encontro ao Grito da Mãe em Portugal, Ou pelo dever e suas ocupações, não deram mesmo conta que as Mães de Portugal, Vossas Esposas, se em rigor maioritariamente a câmara é composta por homens ou algo a eles semelhantes, saíram à rua a propósito do Nascimento, o Maior e Mais Profundo Acto de Amor, o Mais Sagrado e o Mais Misterioso, a Suprema Dávida da Vida e Do Amor?

O mais grave no que se passou, ou melhor, no que não se passou, é que foi publicado o pensamento de um Homem com uma outra solução e que ninguém mais uma vez lhe ligou o suficiente e necessário para que se explorasse a direcção que ele levantou.

Se os que governam fossem brilhantes, se lá se encontrasse reunida toda a luminária da Nação, que bem e que mal seria, pois era sinal que saberiam sempre e iriam por consequência sempre pelos melhores caminhos, aqueles que frutificam rosas e pães ao passar, mal porque seria Pobre Portugal, Se a Luminária Toda Naquela Casa Coubesse.

Prova provada que o governo é de todos, todos governam e devem sempre governar e não deve a cultura e as formas de governação colocarem-se como autistas em castelinhos de areia que o mar em simples lambidela desfaz de novo em pó.

Prova provada da suma incompetência, pois em realidade basta um, basta analisar um e aqui em Portugal, é pelo menos de um que se dá conta todos os dias.

Colocaram câmaras nas auto-estradas mas não se ouviu nem se pôs em prática uma ideia de um inventor. Disse-se na altura que elas não resolveriam o particular problema. A invenção sim. Então porque não se optou por ela?

E agora se foi mais um que levou com outro que lá vinha em contramão.

E de quem a responsabilidade por este que assim se foi?

Alguém se sentará em julgado? A responsabilidade esgota-se ao nível daqueles que podendo ter escolhido as duas, escolheram uma? Ou a responsabilidade é de Todo nós, mesmo, os que se limitam a acordar e viver diariamente em Portugal, vendo levar e dando – nos tiros constantes em nossos próprios pés, todos os dias nos levantamos e vemos Portugal em auto suicídio.


Como na nova sessão do julgamento do caso de Entre-os-Rios, sentados no banco, os técnicos, os engenheiros, mas notaram e disserem e perguntaram as Gentes, porque não estão também sentados quem tem responsabilidades políticas e com razão o fizeram, porque se os engenheiros constróem as pontes, não são eles que geralmente decidem sobre o seu fazer nem acordam e regulamentam e fiscalizam as condições que se esperam de seu normal funcionamento.

Cultura do compadrio da outorga das protecções e benesses, vem cá, junta-te a nós, obedece nas vezes de obedecer, verga, varga, verga, que se espelha em espelho nas desmultiplicação das formas e do mal fazer, que vai de escala a escala, escorrendo fel entre as frinchas da parede.

Numa outra câmara um senhor, veio dizer que não desvelava informação que lhe fora pedida, porque tal não interessava ao Cidadão.

Como Ousa o Senhor Tal Dizer?

Informou previamente o Senhor, o Cidadão que estaria aberto prazo para manifestar seu interesse no conhecimento das matérias?

Informou previamente o Senhor, o Cidadão das condições de Respeito e Audição do seu parecer sobre se estas matérias são ou não do seu interesse conhecer?

Ousou e Errou e demonstra o Erro um profundo e em meu ver incompatível erro de tratamento com as funções que desempenha, relativamente a quem o mandata e a quem deve representar, O Cidadão.

O Senhor Pressupôs-se ser Cidadão e ao fazê-lo ocupou-lhe o lugar, deixou de ser o que representa, para ser o representado, facto impossível, pois o senhor é também o primeiro, e assim agindo, não desempenhou o papel que como representante lhe deverá caber, que é o velar pelo interesse em profundo escutar e em humildade de quem serve, o interesse do Cidadão.

O Senhor sobrepôs-se a Opinião Alheia do Cidadão a Quem Deve Em Transparência e Lealdade Servir.

E demonstra também seu acto, por razão que se deduz do exposto, da incapacidade de desempenhar correctamente suas funções e desvela a agravante na inversão de papeis, a possibilidade do seu próprio favorecimento, pois é ao Cidadão, que o que o representa, deve favorecer no quadro das leis, e quando o que representa, se faz de representado, abre a porta ao seu favorecimento próprio, e esta é uma agravante contra a forma como o Senhor, neste caso governou, na forma em que o expressou.

E nada do dito no parágrafo anterior, é dedução especifica ou concreta que aponte para essa possibilidade no comportamento do senhor em intenção ou acto feito e produzido, não confondais o desvelar do mecanismo com o que prática o acto.

Demonstram ainda as suas afirmações que mentiu, e por esse facto não merece mais a confiança do Cidadão, pois pôs palavras e dizeres falsos na boca dele.

Todo o Cidadão se interessa pelo que é seu ou por aquilo em que participa e devem os governos criarem condições para que a sua participação se torne cada vez mais activa, independentemente e entre o espaço da organização clássica assente em partidos.

E todos os governos deverão sempre responder ao Cidadão, quando este por moto próprio quiser inquirir, e deverão orientar as estruturas de governo para que contemple em termos práticos esta possibilidade e que favorecem este acontecer, quanto mais não seja por regra básica de bom trato e respeito, e porque quanto mais participada, a gestão dos assuntos dos homens tendem a correr melhor.


Pois respondeu o Senhor uma pergunta feita por jornalistas quem são antes de mais homens da Cidade e Cidadãos, e uma das facetas que decorre do seu Muito Honrado Fazer e Mostrar Bem de Forma Extensível às Gentes, é partilhar o que vão vendo, o que percebem e descobrem do mal feito e do bem feito. Por isso os Honramos, pela suas valiosas contribuições para o entendimento em Verdade da Verdade do Que Se Está em Cada Momento a Se Passar e Sua Ressonância no Eterno.

E a pergunta e o perguntar aqui neste caso é muito claro. É Querer Saber!!!
E a única Resposta Certa Teria Sido Responder Em Toda A Extensão Que Se Abrir no perguntado.

Eu como Cidadão Em Representação De Todos Os Cidadãos, Mesmo e Sobretudo os Que Possuindo Línguas, não lhes foram a Eles Facultado Seu Aprender e Não Se Sabem Assim Expressar e Em Nome De Todos Os Outros Que Não o Podem Fazer,

Quero saber muito bem sabido e em todo o pormenor e detalhe necessário e bastante. que laços e ligações, que as malhas e sub malhas se iluminem e que todos saibam quem é quem e que papel representa nesta trama que é o nó desta Cidade de Portugal, onde em Como Todas As Outras Bate O Mesmo Coração, Portugal, o Porto do Grall.

Vós sois todos frutos dos Partidos e da Sua baixa e leviana cultura democrática. Vós mudais como mudam as eleições e os eleitos num mesmo quadro ao longo dos últimos trinta anos e nessas alturas trocam de lugares, procede-se a arrumação nas diversas casas e nos diversos telhados até à nova volta política. Vós decidis e levam a gestão dos apoios das elites, das elites culturais da cidade em busca de suporte e apoios e pais diversos, Vós decidis os que comem e os que não comem e queixava-se em dia recente fornecedores da câmara aguardarem recebimento há mais de um ano.

Gostava de saber todos o laços que cada um dos assessores trás, de onde veio, como foi escolhido, quais os critérios utilizados, o que se propôs ao assessor fazer ou ser feito e a avaliação do que foi feito.

Quais os curriculum de ligações de cada um, que médias por profissão e talvez aí se comece a desenhar uns quantos elementos soltos a fazerem da inexistente central de comunicação de que tanto se fala, que se relacione a prestação, com a forma de o fazer, quantos artigos de opinião, quantos apoios conseguidos em almoços e jantares, que grupos, que esferas de influência, venda de imóveis que ainda nem tem licença de construção.

Seria bom tudo isto vir a lume, regularmente regulamentado, passível de ser acessível pelo tal plano tecnológico por todas as Gentes, até por básica justiça de se separarem uns dos outros, pois é evidente um sinal do mar em Portugal no sentido do Tempo de acerto e separação das águas no plano moral e dos comportamentos e dos limites da complacência com o mal feito.

Pois se mais razões não houvessem, haveria uma, simples, assessor, aquele que assessora o cidadão, ou o Pelouro, ou os dois e se sim, em que medida a cada um?

Príncipes e Princesas falsas de papel de Portugal de Embrulho, embrulhai-vos todos em vossas cortes das sibilinas negras conspirações, que vossa língua fendida vos morda ao momento em que gerais a peçonha.

Corte grande estendida, a viver do erário publico, meio escondida para que a bofetada de luva branca não se torne maior, protecções entre os grandes que transbordam as paredes e os muros dos partidos, um imenso clube transversal, que nunca terá que procurar emprego nem combater por ele nesta terra de Tanta Abundância, quantos de vós nem passariam a triagem de um simples departamento de recursos, tanto os vossos pequeninos egos andam a solta, pulando na parecença do tamanho que não tem, tanto despotismo entranhado nos vossos ossos e alma, se é que ainda a tem, que vos conduz em tantas arrogância cega e destruidora, ai gente que vos crieis grandes e são pequeninos.

Corte grande estendida, nem clara nem escura, como a noite fria onde se angariam os traidores e os conjurados, onde se perfaz o mau linho, nas noites em que tecem suas intrigas, em que combinam a estratégia do ataque a um ou a outro, por influência e desiderato das esferas superiores a que cegamente se curvam e obedecem.

Muita gente, muita gente a fazer influências várias, como ventos que agitam, soldados de chumbo a chumbar nas suas campanhas.

É a Câmara de Lisboa, Capital do Reino dO Amor de Nome Portugal, Uma Câmara Bem Organizada em Seu Fazer e terá com certeza planos de trabalhos com todos os que com ela trabalham, onde se encontrarão definidas as obrigações e responsabilidades das partes, terá também uma prática de avaliação contínua de desempenho e dessa forma terá relatórios de avaliação, cuja divulgação poderá ser feita no imediato, via distribuição electrónica para os meios de comunicação e posta à disposição para consulta pública.

Isto É Transparência, Uma Exigência da Amorcracia e dos Cidadãos do Amor. Uma exigência de uma cultura e um Agir pautados pelo Rigor, com a delimitação e conhecimento mútuo, claro, transparente e continuo no tempo, acessível a todos e com consequências para quem não cumpre as suas obrigações ao servir

Sobre as suas palavras, Senhor, gostaria em suma de as considerar com algo que se disse sem o pensar, e espero em verdade do meu coração, que assim o tenha sido e se assim o foi, deverá o senhor retractar-se do que disse em próximos dias, ou então terão os Cidadãos de elaborar um pedido de interdição de cargo.

Depois sei que Este Livro da Vida e meus passos me fizeram cruzar com Gentes da Câmara desde muitos anos a trás em diversas necessidades e funções. Nas mais recentes,

Que me dirigi ao Gabinete de Carmona com Uma missiva em Mão, que Entreguei e sobre a qual nunca me respondeu, o que tem o valor facial do que tem, um desrespeito por parte do homem que representa a Câmara e é seu Presidente, um exemplo entre mil, da clara relação e tónica dominante do trato desta com os que Habitam a Cidade, da forma dominante que os anónimos Cidadãos são tratados, como bestas, estúpidos e cegos. E de como todos nós, assim parece alegremente, o deixamos acontecer.

Que aqui no inicio deste Livro da Vida era feita em Verdade Uma Reclamação à Emel em Carta Aberta.

E Verdade do Coração em Acção foi o que se passou e aqui também foi narrado sobre o Parque do Alvito.

Depois existe outro cruzamento outra linha do novelo em que me tentaram embrulhar aqueles que de forma cobarde e concertada me fazem a guerra, e são por extensão coniventes no rapto e sequestro em que trazem Meu Filho.

Homens e mulheres com ligação à Casa Real Portuguesa, nomeadamente o aparente laço que aparece a consumar a minha partida, o senhor Nuno Debonnaire e a Pintora Maria Sobral Mendonça e por extensão a esses meios e universos e aqui se começa a desenrolar um enorme novelo com seus nós por outros perfidamente atados.

Cada um a seu tempo, mas é um facto que uma das componentes do ataque que foi feito à minha pessoa, conta também com a participação coordenada da Câmara de Lisboa, interpretados por Gentes que de uma forma ou outra lá trabalham e ou a assessoram e quem o dirigiu é ainda resposta que não tenho, mas a seu tempo como tudo, o saber virá.

As pedras cruzadas no caminho são muitas, como são as pessoas, os factos e os episódios. José Amaral Dias, ontem no governo na cultura, hoje na câmara, foi meu vizinho na rua onde a minha família toda junta vivia.

O desvelar do meu nome no blog. E se no outro texto das alegações era visível uma ligação a uma família partidária, agora se desenrola um outro para uma outra família política. Muito elucidativa e esclarecedora, a Imagem na Procissão do Corpo de Deus, mas mais para a frente, que não agora.

Pois no combate em que me levam estiveram, encontraram-se e acordaram propósitos Gentes de Todos ou quase Todos os Partidos Políticos. Quem viesse de fora e disto se apercebesse diria de mim que era eu o mais feio dos monstros na terra, da família do negro monstro do deficit económico, primo do monstro verde da Inveja do pântano das corrupções e compadrios, ou qualquer outra sua versão da importância me dais e me atribuis, e é contudo Portugal Uno em Si, Todos Nele Devem Viver Em Regra de Amor e Cuidado, Não Agressão, e Portugal É Grande, dá para Todos, Parece É que Alguns Disto Se esquecendo, Reclamam Coroas e Prepotentes privilégios nos quais se vêem tão grandes que nem se vêem a caber Nele, ou então o outro, ele ou eu, impossível porque inaceitável, fruto de infâncias abandonadas que fazem egoístas.

Esta cultura dominante não pode mais continuar na esfera pública, estes comportamentos e influências não podem existir, a transparência e o rigor e a possibilidade de controlo por cada um dos Cidadãos deve ser Realmente Feita. E a responsabilidade pelas acções tem de ser Pedida.

Há Quantos dias Rafaela subiu ao Céu?

E os erros no local do aparente acidente continuam na mesma. E se eles demonstram em meu ver à saciedade, que estão mal feitos e ao estarem assim mal feitos, contribuem com um acréscimo significativo de probabilidade para seu novo acontecer, e desta situação resultam atropelos e mortes, a quem se deverá pedir a responsabilidade cada vez que um acontece, ou se manterá o que vem de trás e que resulta na impunidade que alicerça o sempre mal fazer que de novo fecha o circulo do mal feito e trás consigo o sangue e a dor.

E cada vez que uma morte acorre, quem assume a responsabilidade por tal acontecer, a quem poderá um Cidadão pedir Responsabilidade Orientada Para a Correcção No Sentido Em Que Ninguém Mais Caia No Sitio e da Forma em Que já sabemos que nas Vezes Cai, porque assim o deixamos ir.

E não aumenta a responsabilidade da incúria, do deixar andar, do logo se vê e não se resolve, com o tempo, em que assim deixamos ir os assuntos?

E ponhamos por um instante a questão em toda a largura da estrada, se uma associação de cidadãos procedeu a um levantamento à mais de dois anos de cerca de setecentos pontos negros que necessitam de correcção, porque é que ainda não estão resolvidos, porque é que não se começou num e se acabou quando se chegasse ao último, o que de transcendente. Senhores deputados que tendes também como missão a fiscalização do governar, como não se levantou nenhum de vós e em grupo fostes isto resolver até estar feito, reduzida a lista a zero? Que Fazeis com o poder simbólico e com o poder real de vossos actos, que vos é pelas Gentes, Outorgado?

E Vós Senhores, dai cobertura e o beneplácito entretidos em rapa pés a discutir se um homem com tal perfil e tal agir, que em altura própria também abandonou a Câmara, deve pelos cargos que desempenhou ser ou não ser merecedor de mais ou menos metros quadrados no corredor da transitoriedade de todas as carreiras políticas, mesmo as de menor relevância.

Acordai, Homens, Sejam Homens, Ponham-se Como Homens, Olhem-Se ao espelho e perguntem-se se O são. Medi em profundeza os actos do homem e dai-lhe o merecido e justo, que é o de manter-se afastado das lides políticas por potencial risco, criem se quiserem um programa especial de recuperação de políticos de risco, onde sem necessidades de incubadoras, se assista seu crescer, pois todos os homens crescem e todos se podem emendar e todos podem ajudar a emenda e o emendar.

Ainda Hoje vi as pequenas flores em seu ramos quase desfalecidas pelo calor, a assinalar o local da morte da Rafaela, todos os dias lá passo eu e muitos mais, mas parece que alguns se esquecem que Deus lhes deu a eles, a cada um, par de olhos com o qual Podem ver o Olhar, o que Olha e o Visto.

Não desaparece na memória o mal feito, não se acalma ânsia de saber que não está composto e que portanto é previsível que a desgraça aconteça outra vez. Assim vivem os homens desenvolvendo úlceras dentro de si mesmo, assim se tornam vegetais face a impotência da condução positiva e a bom porto dos assuntos comuns, assim deixam nascer os cancros, ao sentir e deixar andar seu mundo como que cercado por altos muros que lhe gritam em constância, o que não se lhes pode gritar, tu és impotente, axandra, oooí, fica quietinho!

No local onde já se foram muitos mais, aquilo é só mal feito de raiz antiga. Falo-vos do mais gritante na asneira e na cegueira que faz e deixa ir na asneira e nas vezes mortais consequências. Um semáforo colocado em ângulo, para que seja em parte visível pois a cerca de dez metros se tanto, um posto de iluminação da via publica no eixo, o tapa!!!

E chega este ver para perceber que o ponto do mal se estende pelo menos a duas gerências da câmara, a duas maiorias por vitória, que o mal será necessariamente da responsabilidade de um vasto conjunto de organismos da câmara e não só, pois estão misturados, urbanismo, iluminação publica da via, semáforos, construção de estradas, gestão de cruzamentos e viragens e um igual número de boys e jobs para os boys e boys para jobs, que eu nem sei quem foram ou não, provavelmente muitos se encontrarão no enorme e continuo caldo dentro do caldeirão da sopa, onde gravitam às vezes uns, ora depois, os outros, alternando assim em carrossel, na profundidade em que por época, na sopa se encontram mergulhados.

E assim sendo não será de pensar que pelo menos os homens que foram presidentes da câmara enquanto decorreu este mal feito, em continuo desleixo, sem que provimento ou cautela séria se tivesse feito, que deste fazer, ou melhor, não fazer, vêm resultando a morte de diversos, deverão ser responsabilizados de homicídio colectivo em forma continuada.

E se na realidade, a morte esteve cá e aqui ficou entre as Gentes, a responsabilidade, continua como parece ser a não lei dos dias em Portugal, solteira. Não Percebeis, claramente ainda, que É por as Coisas Irem Assim que se chegou onde se chega, ao profundo descrédito, a falta da força da Alma, a perca da confiança e ao continuo Enegrecer da Esperança, ao Falhar de Portugal Cumprir-se?

Quantos de Vós ainda Crêem Tal ser Possível?

Quantos de Vós Crêem Sê-lo Possível Na Forma Como Vem Sendo Governadas as Coisas?

Quantos de Vós, foram conhecer a Face da Rafaela?

Pois Vão, Agora O Ordeno eu pela Minha Arte, que ao Lerem Estas Palavras a Esse Espaço Sejam Levados e depois de volta trazidos.

Vão e contem-lhe de como a irresponsabilidade, a falta de atenção ao que se faz na forma como se faz, do vosso tempo muito ocupado a cortar fitas com capacetes nas pequeninas cabacinhas, dos custosos carros em que andais, dos mil assessores que garantem maior atenção, melhor ver, melhor fazer, contem-lhe que se esqueceram que Ela era uma criança igual em sua medida comum a um vosso filho.

Vão e contem-Lhe da pouca Importância que dão a vossos filhos, de como pelo mal feito e o mal deixar andar, os matamos às nossas próprias mãos. Contem-lhe de Tudo o Que Ela Podia Ter Feito Aqui Na Terra.

Sete, oito anos Rafaela teria em seu pequeno corpo quando daqui se foi e na foto dela que os moradores colocaram nos postes da estrada dava conta de uma menina, humilde, com uma alegria no fundo dos olhos e também uma percepção de que a vida nem sempre é rosas como ela é e deve ser, feita pela mão dos que aqui estão.

Vós Ides como Bestas Cegas, Pornógrafos do Absurdo do Desperdício do Mais Precioso, A Vida e Seu Sangue.

E depois do mal de novo acontecido, volteis ao local e fazeis o que não serve para nada, que não resolve o que é evidente de resolver e depois devereis andar de novo a vossos gabinetes à espera do próximo telefonema.

E Isto agrava e de que maneira, a vossa responsabilidade no deixar mal andar, favorece a elevada possibilidade de o mal se expressar outra e outra vez.

Faleceu um jovem actor, num local onde antes já tinham falecido sete, do oitavo soube-se porque figura mediática muito amada pelos jovens de Portugal e passado pouco tempo lá tinha falecido no mesmo local mais um, pois parece, que nem as mortes servem de travão definitivo ao que origina e propicia por mão humana tal acontecer.

E foi dito mais uma vez, que durante uns anos em que existiram anúncios dos acidentes que lá acontecerem, que os acidentes e as vitimas mortais tinham diminuído e que depois de novo os tiraram.

E não são só os anúncios duros como são as estúpidas mortes nas estradas que resolvem os problemas, os pontos negros das estradas de Portugal que tem de ser arranjados, um por um, começando no primeiro e dando a obra feita quando se concluir o ultimo e vendo onde é que se está a falhar para que nas futuras construções estas situações não se repitam, nem seja sempre adiado a sua correcção.


Senhores deputados de todos os feitios, formatos e formas, cegos e coxo do coração incluídos, ninguém é intrinsecamente assim, salvo os de verdadeiros olhos vazados e pernas mais curtas que outras, podem sempre remediar, remediar-se, não as vossas bênçãos terrenas e materiais, mas no Coração e Pelo Coração.

O rol das acusações do mal feito é extenso tapete de nós cruzados com sangue. O servir publico não pode ficar impune face à forma e ao resultado desse servir e bem recentemente iniciativa louvável feita por homens louváveis da esfera jurídica avançou para o estudo destas matérias e de novo ao que parece, Deus me acuda, toca lá de levantar impossibilidades a este caminho, que a coisa fica séria de mais para o que queremos e ainda agora à boca de despedida da legislatura lá se aprovaram na AR mais umas alterações do estatuto e regime parlamentar e fico-me a perguntar sem mesmo conhecer sua essência, se elas irão no sentido da mais e melhor transparência de que resulta mais e melhor justiça, ou pelo contrário, na linha imbecil da imbecil compadrio e das protecções outorgadas por moto próprio em casa própria, como danadinhos em presunções de poderes absolutos.

Vejo ao fundo o clamor de alguns que se levantam, algumas espadas parecem tilintar prontas a saírem das bainhas.

De cimo do monte onde me podem aqui ver de face, atentai naquilo que vos parece uma espada. Parece-vos que está em minhas mãos erguidas mas não está. Tem vontade própria esta espada, observai bem, de binóculos para cegos se vos for preciso, não sã as minhas mãos que a sustêm embora pareça ao longe que assim é. É uma espada com vida própria, sua lâmina é feita do mais duro e invisível aço nunca inventado e seus movimentos são como labaredas da paixão do espírito que nunca começa nem nunca termina. É uma espada aparentada com outras conhecidas espadas, vem da linhagem da Excalibur, alguns contam terem-na vista erguida à volta de Santo Condestável, outros ainda portada por S.Jorge em suas lutas contra os dragões. Em seu voltear relembra e inscreve no éter universal, uma dito do Santo, poucos com a Fé vencerão muitos, e relembra baixinho na almofada ao sonhar, que basta um em grande Fé, em acto de profunda Fé que se torna certeza para a Certeza Acontecer.

Reparai, vede com cuidado e atenção, atendei ao pormenor, vede que não estou sozinho neste monte, que à minha volta está uma horda imensa de milhões de homens, anjos e arcanjos e que todos eles estão dispostos a lutar pela Justiça e Vitória do Amor. Reparai ainda que como cobrindo-os está um manto grande quanto o horizonte alcança que os protege e que uma ponta desse véu me cobre sem cobrir a fronte.

E Não venho eu nem Eles me Guerra pois a Natureza do Amor É Uma Outra, a do Amor Amante que Sempre Vai em Paz.

E escrevia em recente dia, um homem desta nação, cujo pensar e escrever trago em admiração e respeito, Sua Graça Francisco Sarsfield Cabral, que Israel sem interlocutor tinha que regular sozinha e assim me sinto eu na mais das vezes, na forma como os senhores deputados de todas as escalas e de câmaras de todos os tamanhos me vem tratando a mim e a tantos outros em constância ao longo da vida.

E por diversas vezes vos interpelei para que se chegassem à fala e vós de orelhas moucas, olhando o lado e assobiando baixinho. Aqueles que conheço ao perto, sempre que calhava a jeito foi dando conta das perseguições que me moviam e na mais das vezes vi em vossos olhares, a complacência, a leve desconfiança sobre a veracidade da palavra dada, ou o pior, é assim a vida, assim a levam os homens, resigna-te e curva perante os poderosos.

Que nunca nenhum homem roube a outro a esperança, crime maior à vida e ao Amor.

Venho em Paz e Exijo Paz e Justiça e chega-me, pois sei de vós, muitos, os que vão com o coração enegrecido o suficiente, para não saber mais nem agradecer a quem vos sempre deu a mão, a ajuda e o ajudar e dos tristes não quero triste companhia!

Passei as vezes necessárias e suficientes na AR e nas suas comissões, nos partidos políticos, em distintas organizações dos homens e sempre vos disse o que me ia na Alma sobre as matérias discutidas e sempre vi em suma, a incapacidade de correcção, a fraca fraquíssima vontade para o fazer, a falta de fé e a tenebrosa descrença, para suave o por, pois se recorrer à ilustração do seu negro extremo, o deixa andar na balda porque assim me safo melhor ou a cegueira completa de quem conduz outro cego para o abismo fatal montada e agravada na arrogância e prepotência.

E ao que parece em dia recente, uma das primeiras iniciativas de legislação dos cidadãos foi mal recebido e mal tratada, pois a atender ao relato de uma senhora, em suma, andaram a brincar de gato e rato e com laivos de arrogância no trato.

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