sábado, setembro 16, 2006

Ah Amada que este mundo estava de pernas para o ar, pois são muitos os que vão sem se darem conta das consequências de seus actos e do mal que fazem nas formas cegas em que vão.

Ah Amada que este mundo estava de pernas para o ar, pois são muitos os que se entregam a pequenas e negras batalhas que tudo corroem, que fazem alastrar a fétida putrefação que tudo e o todo contamina.

viver acompanhado de muitos outros na mesma casa tem muito que se lhe diga, muito que se lhe exiga e não podem levar os homens seus assuntos destas formas, pensando ou tentabdo fazer pensar, que seus actos não tem consequências e tem que ter responsabilidade perante eles.

Esta leviendade é perigossíma, é queda garantida sem capacidade do salto redentor.

E depois é necessário jogar nas regras e quando elas estão mal, modifica-se para melhor, e quando os que julgam não sabem julgar, deverão se afastar para se dedicarem a outras vidas onde muitos não sejam afectados pelos seus dominantes mal fazer.

Ah Amada, quando ia para te procurar, parti ao futuro, montei um cavalo Alado e parti a ver o que as nuvens por desenhos nos mostravam.

Sabes Amada se estivesses já a meu lado, poderiamos sempre juntos, como vamos, mesmo afastados, pelo espaço navegar e assim nem eu ficava com saudades tuas nem Tu as tinhas de mim.

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