quinta-feira, outubro 12, 2006

por hoje de manhã, fico aqui, depois voltarei assim que terminar o que se está escrevendo

Amo-Te Muito e Muito e Muito
Ah Amada Mais Amada, o dia já vai a meio e faz sol e o azul do céu apresenta-se sereno como a cor dos teus olhos, que não conheço ao certo ainda, mas que tem todas as cores do arco-iris, o que ontem ao nascer vi.

Ah Amada eu quero o Amor a Teu Lado Inteiro, todo inteiro sem nunca te prender nem ser preso, só a alegria, a felicidade e o prazer, tão simples e pouco mais.

Ah Amada que no encontro que me aconteceu entre a baleia e as duas torres, uma questão final foi posta e parecera já então ser uma oferta de cooperação que entende o outro a quem se oferece a mão como igual, como merecedor de todo o crédito que lhe é devido e merecido e consequente respeito pela sua liberdade.

Não se recusa a mão que vem ao nosso encontro em gesto de Paz e nos trata como igual e cooperar é bom e podem sempre contar com meu ajudar, mas não me move nenhuma ânsia de poder dos homens ou sobre eles
Ah Amada fecha teus olhos a estas linhas que se seguem pois Tu És Pura e Sabes como são muitos os homens que loucos vão.

Ah Amada como eu Te Anseio, como eu Anseio nosso Ser de Luz, de Amor e de Paz, Tão Contrastante com a louca e cega vida dos homens, Ah Amada Anseio Nosso Paraíso, Nosso Lúcido Abraçar e a cidade está cheia de curtas e belas mensagens, que falam de hoje fugirmos daqui ou do quarto que te vou encher de flores quando encontrar a tua porta e Nosso Paraíso Ao Beijar-Te, Acontecer.

Grandíssimos Filhos da Babilónia que Aqui Em Portugal Viveis e Tudo Estragais

Fiz-Vos eu algum mal para nem me responderes uma linha que seja ao que vos inquiro?

Porventura foi esta situação criada por mim, ou tenho eu aqui papel de reacção perante a corrupção, o compadrio e a prepotência com que me trateis a mim e a meu Filho?

Como podeis Ouvir e Ler o que Aqui Falei e nada Responder, Fazendo da Anormalidade a Normalidade?

E Algum de Vós, desmontou ou fez prova contrária ao que Aqui Afirmei?

E Não se Trata de Corrupção a Todos Os Níveis que Atravessa e Flecha meu Corpo, Minha Vida e Meu Viver e de Igual Modo ao Filho?

Não Vos dei tempo e datas para o fazeres e Vós, todas as datas Queimastes?

Não É Claro Que Tamanho Mal, É feito Por Cobardes Poderosos Sob Asas Falsas do Poder dos Poderosos, Que Nem a face Mostram?

E Proferiu Algum de Vós Clara Acusação Contra Minha Pessoa ou Actos?
Não, nenhuma foi feita ou ouvida ou mesmo lida no conforto da palavra escrita

Espantam-se Senhores, Meus Olhos e Meus Ouvidos e Meu Coração e Meu Pensar.

E nem sei mais se é simples cobardia ou puro e grande medo na trave torta do vosso andar.

É Liquido para Vós Quando Um Homem Aqui Vos Diz em Plena Luz da Verdade do Coração que neste secreto e pelas costas processo que me movem, comprar juizes e funcionários que trabalham para os tribunais e existirem gentes com carteiras profissionais que sem pingo ético, professam?

É Liquido para Vós Quando Um Homem Aqui Vos Diz em Plena Luz da Verdade do Coração, que nem cavaco dão sobre os tempos e datas de um processo cujo objectivo é afastar um filho do pai, o pai do filho e assim afastados os Trazem?

Entrou no seu décimo mês o Afastamento de Meu Filho e Terá Porventura Algum de Vocês, Ó Filhos da Babilónia, o poder de reverter o tempo em que nos mantêm afastados e desse Forma Se Tornam e Se Fazem Todos Cúmplices, pois são muitos os que vão pelos homens mandatados com poder de resolver estas situações e ainda não o fizeram?

Choram meus olhos ao ver por horas meu filho durante este tempo em que nem um dia inteiro podemos juntos e à solta e livres passar e vós que o deixam assim fazer

Choram os meus olhos ao ver que Mãe o continua a sujeitar a consultas psiquiátricas sem meu conhecimento ou anuência e vós que o deixais assim fazer

Choram os meus olhos ao ver o meu filho crescer e tornar-se em parte estranho a mim e vós que o deixam assim fazer

Choram os meus olhos ao ver meu filho crescer longe de seu Pai, com isso infeliz e de asas meio dobradas, meu coração em parte partido e hoje já gosta das nozes no gelado, aquelas que quando vivia com ele, me pedia para tirar e me sobe uma imensa zanga e revolta

Não Terão porventura Vós Vossos Filhos, Gostariam que eles fossem de Vós Afastados, ou assim, ou por doença ou por morte, pois não é uma espécie de morte que acontece quando afastam um filho do pai e um pai do filho?

Uma espécie perversa de morte a que condenam o Filho e o Pai em Vida e vós que o deixam assim fazer

É Liquido para Vós Quando Um Homem Aqui Vos Diz em Plena Luz da Verdade do Coração de crimes de sangue que a face da Lei dos homens deveriam ser investigados e responsabilizar quem assim mal agiu?

E nada de desenvolvimento chegou a meus ouvidos ou meu ver.

É Liquido para Vós Quando Um Homem Aqui Vos Diz em Plena Luz da Verdade do Coração para irem de férias e recomeçarem do zero e corrigirem o que há de urgente a corrigir, como os sinais e o urbanismo no sitio onde Rafaela Caiu e continua tudo na mesma?

Não Vos tratei com Compaixão e não Vos ofereci a via da paz e do perdão, para tantos de vossos males?

Seria Líquido, legitimo e aceitável para Vós, que vossos filhos entrassem num hospital e lá se recusasse seu tratar ou não vos informasse sobre o que deveriam esperar?

É Liquido para Vós Quando Um Homem Aqui Vos Diz em Plena Luz da Verdade do Coração como os ladrões que prometem e não pagam desde que amigos dos certos amigos, fica impune e o justo não recebe, passa fome e é assim morto em vida?

Grandíssimos Filhos da Babilónia que Aqui Em Portugal Viveis e Tudo Estragais
É Liquido para Vós Quando Um Homem Aqui Vos Diz em Plena Luz da Verdade do Coração, que já nem habita sua casa, que a agua e a electricidade estão cortadas, que não pode fazer chamada telefónica, que não come o que deve, que nada compra, que anda com um dente partido durante meses porque nem um cartão de saúde lhe deram?

Grandíssimos Filhos da Babilónia que Aqui Em Portugal Viveis e Tudo Estragais É Liquido para Vós Quando Um Homem Aqui Vos Diz em Plena Luz da Verdade do Coração aos quarenta e seis anos de idade estar confinado a viver da caridade de seus pais terrenos, porque vós e vossos assuntos não deixais um homem justo e recto suprir a si e aos seus?

Grandíssimos Filhos da Babilónia que Aqui Em Portugal Viveis e Tudo Estragais É Liquido para Vós Quando Um Homem É Assim Perseguido e Travado e Preso Sem o Ser, que nem acusado foi, durante toda a sua vida e Vós Cúmplices que assim a Muitos Deixais Acontecer e a Muitos Assim Trazeis.

Grandíssimos Filhos da Babilónia que Aqui Em Portugal Viveis e Tudo Estragais, Vos disse eu Aqui que caminheis por fina lâmina pois vezes há que vossa incúria se torna criminosa e indo assim devereis ir parar às prisões enquanto as houver e sabem o que disso penso.

Porque me perseguis assim durante toda a minha vida?
Que trazem contra mim ou meu filho?

Não Vos Tratei e Trato Em Constante Amor Constante?
Não Vós dou eu o Ouro do Jardim quando Ele em minhas mãos Poisa?

Não me conheceis porventura o suficiente para saber que grande parte da minha vida é trabalho e obrar?

Pensais porventura que não trabalho, desde que escrevo este Livro e não me entrego à Aliança que o Pai Comigo Trás e eu com Ele?

Não Viram porventura os recentes sinais no Céu, não Observaram o Cálice e a Coroa?

Grandíssimos Filhos da Babilónia que Aqui Em Portugal Viveis e Tudo Estragais, Vós sois tolos e tolos dos perigosos que tudo podem fazer perigar.

Não sabeis do que ando a cuidar? Achais porventura que conduzir assim os assuntos proporcionará um melhor ou pior tratar?

Não vos falei eu aqui de crimes contra a Humanidade? E quereis porventura que eu vá rápido ou precipitado? Achais porventura que será igual o resultado se assim for o assunto tratado? Não vós dais conta de como o Mundo está tudo por fios em precária Paz e que enquanto muitos destes assunto não se esclarecerem e são complexos em seu relacionar, e os homens pelo que deles podem deduzir e aprender, mudarem na medida certa seu relacionar e poder assim fazer o Paraíso onde Ele Sempre Está?

Ou já mesmo, não mais Nele Acreditais?

E Vós, o que me fazeis, facilitais ou com o varapau bateis?

Como Se Sentem Meus Irmãos Quando na Miséria Em Que Vivemos, Se fala mais de um mês em chorudas pensões vitalícias administradas pelos próprios aos mesmos, numa empresa em que participa a Câmara da Capital e depois gastam palavras dizendo que é preciso sobretudo mão firme e os dias passam, ou isto não cabe no perfil da corrupção?

E depois como disse o novo Procurador, existe uma que se passa a nível do estado e nas vezes visa o próprio estado e nas vezes visa minar todos os estados ou grande parte deles no mundo e vejo nas faces do meu povo, a dúvida, se assim será, mas é, ou melhor mais uma vez foi tentado no mundo como parece ciclicamente acontecer.

E trazem sempre estes assuntos elevado grau de complexidade e de cruzamentos diversos entre diversos lugares e eventos do mesmo lugar.

E não sabem que o cuidado tem diversas faces, não só a preventiva mas o antecipar e o regular e que todos elas são urgentes por todos de fazer no mundo?

E quererão justiça sumária, porventura errada em sua precipitação, ou um saber luminoso, justo e na compaixão quanto possível, pois se derem com morte estranha feita por homens, é de conveniência travá-los, pois é provável que mais vá a matar e para isso é preciso perceber o que foi visto, qual é o sentido de todas as peças que de alguma forma se manifestaram.

Imaginemos por um instante que a quarta guerra mundial, que a terceira ainda está em curso, acontecesse porque nos precipitamos e fomos rápido de mais como quando acontece a quem tem fome e mesmo a quem não tem e só precisa de um empréstimo como se passou com um crescido Senhor em Setúbal, que o viu recusado.

Qual de vocês dá um passo em frente e estende a mão para aceitar a responsabilidade no caso de tal vir a acontecer, qual de vocês explicará o que se passou em Portugal para alguém que a sobreviva, se o mundo em seu todo a ela pudesse sobreviver?

A tentação das trevas, a conheço eu bem, é sempre uma mesma, tenta aliciar para o uso do poder e da morte matada como forma de justificar os objectivos de controlo a que se propõem e quem joga em suas regras nela se torna, se entrega e para ela passa e se torna e quem isto sabe, trás claro seu limite.

Da parte que opera nos Grandíssimos Filhos da Babilónia que Aqui Em Portugal Viveis e Tudo Estragais e que já é por vezes mais difícil de perceber e vejo alguns rindo pois conhecem minha natureza Amante e sabem que eu tenho limites e assim despreocupados vão e vão Tolos Cegos Antes da Própria Queda.

A outros confundidos ainda ouvi dizer, que ao ter mencionado depois, o silêncio dos inocentes, todos estavam livres, mas nunca eu nenhum prendi.

Como quereis que eu vos trate, tratando-me vós assim?
Não tenho arma nem dou voz de prisão
Escrevo o que vejo e sei e nas vezes o que não sei

E sei por Deus Coisas que Ainda Não se Deram e sei que um homem se irá no fim suicidar e nem sei quem é ou se é mesmo português ou se já se suicidou mesmo, e não me Desvelou Nem Deus Nem Sua Luz, algum nome nem tal impede aqui partilhar em seu próprio tempo e em seu modo certo o que sei do que vi.

Meu Caminho É Claro, Obrar Amor, Obrar a Paz e o Entendimento Entre os Homens.
Obrar como sempre Obrei pelo Império do Espirito Santo.

Xo, Xo, Xo, Grandíssimos Filhos da Babilónia que Aqui Em Portugal Viveis e Tudo Estragais, Sois Pó e Pó Sereis

Ah Se Muitos Assim Nos Dias Vão, Muitos Mais Não.

E sabeis todos vós, que minha vida é exemplo paradigmático do mal que alguns em forma organizada ao longo de uma grande parte da vida, podem fazer a um, sobretudo quando esse não se verga nem vai em compadrios e este paradigma, é o paradigma do estado de direito, como o garante da liberdade individual, da possibilidade real do homem viver a sua vida em modo livre.

E mais do que me manter estrangulado em vida e de assim muitos se terem sempre alimentado com pouco ou nada no retribuir, não só minha liberdade foi reduzida e nestes últimos anos, o ataque que me fazem chegou mesmo a conseguir manter meu filho afastado de mim e eu dele.

Dignidade Humana, Dignidade de Viver, No Viver, Primeiro Direito Inalienável de Cada Ser, depois do que é sempre primeiro, que é, Viver, pois a Mãe e o Pai Choram Na Morte de Seus Filhos

E Creio Eu Conhecendo Portugal e Muitos Portugueses, Que Existem os Suficientes e Bastantes Com a Arte do Escopro e Martelo e do Ar Para Esculpir o Amor que Sempre É Liberdade em Respeito.

E para devolver e dignidade a um dos seus filhos e a alguns mais que conheço e que velo e a quem vejo passar-se um mesmo.

Falais de corrupção é ela é variada e avaria de múltiplos formas e feitios, mas primeiro é vosso coração que decide onde se colocar e depois em concordância assim Faz

Falais de corrupção e nem me falais, e meu saldo pela liberdade neste Reino do Portus
Grall que ia podre é muito grande e Vós Permites Que Esta Farsa Indigna Permaneça, Que o Dano Mais Se Alastre, e Tratais este Vosso Filho que é Pai, assim, o Sujeitais ao Enxovalho e a Indignidade e Cúmplices São No Manter do Filho Afastado !

E Todo o Pai Tem O Direito e o Dever de Proteger Seu Filho Contra O Que For e Se Apresente e então pergunto-vos como Homens, digam a este que vos escreve e a vós se dirige, o que acham que eu deva fazer?

Quando em Julho estive no Palácio da Justiça com a Senhora Judice do apoio da segurança social ao tribunal de menores, comecei por lhe perguntar o que pretendia averiguar e qual era o método e os tempos das relatórios, quando chegariam ao tribunal que os aguardava.

Depois perguntei-lhe se sabia o número de processos pendentes no tribunal de família na altura, que não , não sabia e então informei-a que eram sete mil e que portanto no mínimo vinte e um mil Seres aguardavam numa espécie de limbo a solução do que já não conseguem resolver entre si, antes de chegarem a tribunal, ou porque uma das partes põem uma acção que tem como objectivo o afastar o filho do pai, o pai do filho.

Vinte e um mil pais, mães e filhos aguardar resolução do que já vem com feição de conflito e o relógio da espera a caldear o fogo e depois as morte que ocorrem em regular cadência, o pai que mata a mãe e o filho, a mãe que mata o pai e restantes variantes.

E recordo o dizer do luísinho que me perguntava, e não se resolve na hora? E sua cara de espanto quando lhe disse o porquê, que os homens levavam mal a coisa e a ideia da coisa, pois é prioritário estes assuntos resolver quando acontecem, cada vez que um se apresenta deverá ser cuidado em continuo até seu arranjar, mais numa espécie de hospital do que tribunal, não quereremos nós Seres Inteligentes de Portugal, mais cuidar do que julgar?

E contou-me sua mãe um dia mais tarde, sabes o que ele disse, que não conseguia estar tanto tempo sem seu pai.

Neste Livro estão páginas imensas que contam da natureza deste combate pelo Estado de Direito na Republica Portuguesa Por Parte de Muitos Que Assim Foram Obrigados a Fazer, Porque a Democracia Não Lhes Garantiu Essa Garantia e Todos Os Que Sobreviveram São a Meus Olhos Heróis, Pois Herói Somos Todos O Que Lutam Se Necessário Para Poderem Ser o Que São. E Se Lutam São Heróis da Paz, do Amor, não Reste Neste Ponto Sombra de Dúvida Aqui.

A Democracia e as relações de poder dentro dela criaram um Tsunami na minha vida e inclusive mais uma vez a minha vida foi posta eu causa, tentaram alguns que eu me matasse.

E a minha Vida Tornou-se uma Verdadeira Calamidade e Assim Deveriam Para Mim Olhar como Um Sobrevivente de uma Calamidade e Tentar Reparar os Danos O Mais Cedo Possível.

Basta, Três Vezes Digo Basta

E nem quero eu acreditar o que os meus olhos, certamente não viram de duas ou três propostas ou portas abertas, que assim as senti em meu coração e as louvo e agradeço, mas a justiça não pode passar por solução privada e furtada ao saber e olhar de todos e isto não é negociável, pois sê-lo é só outra forma de dizer que afinal não passará mais uma vez de intenções expressas em belas palavras, pois negociar compensações ou ressarcimentos por poucos fere a dignidade da Justiça , a Liberdade do Ser, e por Consequência Enfraquece a Própria Liberdade e não existem muitos passes mágicos a fazer e existe muita coisa a resolver e coragem para por de lado os batoteiros, pois a corrupção só se resolve com melhor educação e parece-me que ainda estamos na pré história de sobre estas matérias nos entendermos em forma civilizada, quanto mais, ter uma rota e um navegar.


Minha Mãe, Meu Pai, que Estás em mim e Fora de mim em Tudo e Todos do Uno Lugar, Sabes Tu Por Teus Olhos da Verdade destas Palavras e deste Vivido e desde que foi ao Tribunal de Menores, já são muitos os que nestas situações se mataram e outros mataram, completas famílias assim desapareceram e Sabes que os homens vem fazendo orelhas moucas ao que lhes digo e escrevo e no outro dia, dizia-me amiga amada, que eu me preparasse para grandes tempos neste resolver, para aí uns seis anos e eu respondi-lhe que tal era inaceitável e que o Estado através de quem o representa, quando sabe da asneira no cumprimento ao que deve velar, o reconhece, pois reconhecer é afirmar que se é justo, pois reconhecesse o mal feito, depois mostra a vontade que é compor e sabe resolve-lo e que resolvendo cumpre as suas funções e todos vivem então melhor e mais livres, com possibilidade de assim viverem.

E lhes contei de Tudo Isto e Muito Mais e a Conversa com Portugal Sobre estas Matérias Ainda Aqui Não Acaba.

Meu Deus, Divina Luz do Amor, Trava Todos os Inimigos do Amor No Uno Mundo Inteiro, Impede-os de fazerem o Mal, Assim O Ordeno Na Extensão da Minha Arte em Teu Colo e Seio da Mãe.

Meu Deus, Divina Luz do Amor, Inspira-lhes o Amor e o Belo Cuidar.
Ah Amada, não penses o que já sabes que não é assim, não Te assustes que não há razão e o Amor que Nos Trás, Disso Te Dá Conta Em Teu Saber, Pois Tu Habitas em mim e Tudo Sabes.

Intermitente minha vida e a minha ligação aqui, na baleia de Jonas pela noite alta, a possível ligação a este mundo num posto público que vai não vai, abaixo vai.

Hoje de madrugada, uma ternura me serviu de escada, soube de Ti, e um sorriso me Nasceu e uma paz no momento se espalhou espiralada em doces arroubos quentes.

Conto as moedas e nem mesmo dão para chegar até Ti, menos para pagar o bilhete da entrada e não tenho eu como a canção canta, um anel de rubi que possa empenhar.

Salta-me dentro uma vontade súbita de começar no instante a caminhar, penso, se começar agora, chegarei a tempo sexta feira, fiquei tão envolvido em felicidade ao saber de Ti e das noticias dentro do Teu coração. Li e li e li-Te rápido, sem muito me fixar, tal meu contentamento, e me recordas o que sei, das redes, da pesca e seu, na lota apresentar.

Pouco o tempo de permeio, grande a pescaria do Amor, pois foram muitos como sempre os Luminosos pescadores a ajudar a pescar.

Na estação a pedir um café, a bicha estava calma e satisfeita, um par de jovens namorados brincava por detrás de mim, um outro senhor chegava com um dizer estampado que rezava assim, julgamento dos nove e eu que ando a julgar sem julgar, me disse, sim, eu sei, não me esqueci, levará o tempo que for necessário para sair bem feito.

Depois pensando mais profundo o assunto, me dei conta que o julgar dos nove seriam os nove que escrevia ontem e assim ser, o Julgado de Certa Forma Já Se Fizera, acabara de ser feito na noite a seguir ao acontecer.

Ah Amada que as palavras nas vezes se alargam e se estendem e mais não posso senão segui-las, palavras que nascem nos passos do mar e que como peixes rodopiam e o mundo nunca para em seu rodar.

Ah Amada tens mais um palmo do que eu se contar com os dedos, dia breve te conhecerei Inteira como és.

Ah Amada falas de recolher a Alma e fico a pensar no que quererás dizer, pois da Alma só se capta a Luz e não vejo dor maior nem menor em nosso Amor.


Minha Mãe, Meu Pai, Meu Filho, Espirito Santo, Divino Luz, Divino Deus


Ontem os homens fizeram meu corpo de novo tremer

Fizeram um buraquinho em meu corpo, enterraram um bomba nuclear e a fizeram explodir e toda eu tremi.

Eu Mãe de Todos Eles fico sempre muito espantada com sua forma de me tratar, com a forma como se tratam a si mesmos, pois se eu morrer, ficam meus filhos sem casa e viver.

Sabes tu meu filho que a parte sólida e liquida de meu corpo vive em forma redonda, que minha natureza e posição é a de um pequeno bebé que ainda não nasceu no ventre de sua mãe, assim vivo, e quando meus filhos me picam, nasce nas vezes uma espécie de caímbras nos músculos e se esta não passar sem me mexer, terei que me mexer um bocadinho meus membros, que à imagem de meus filhos, se encontram ligados e separados de seus corpos. Vós lhe chamais de rachas e fendas e placas, mas na verdade são só meus membros aconchegados uns contra os outros, eu uma esfera.

E todos os dias meus filhos me vem fazendo mal crescente, se portam como vampiros que me chupam a seiva e os gazes, envenenam meu sangue e suas veias e tornam meu respirar mais difícil e quente

E eu sou Mãe de todos Eles e o Corpo é Um Mesmo, muito eu fico com eles preocupada.

E mais do que preocupada, triste fico ao ver que não sabem viver em meu corpo, pois vão cheios de misérias e não conseguem que o feito para todos dê, a todos chegue e como Mãe choro cada vez que um filho morre, e vão deixando eles morrer muitos, todos os santos dias por acumulo de incúria vária e porque não se entendem o bastante e necessário, não porque não o saibam resolver.

E a minha parte de Mim que É Espirito Que Nos Irmana e me permite escrever, falar e cantar-te foi saber porque os homens mais uma vez assim o fizeram.

E ficaram felizes os homens ao dizer que a radiação não tinha contaminado o ar que todos precisamos para respirar e viver, porque ambas são um mesmo e o ar viaja sem passaporte ou fronteira e o respirar se faz em todo o lugar.

Mas nasceu-me uma comichão radioactiva em meu interior que espero que não se desenvolva em cancro, pois sabemos que todos eles começam pelo desarranjo de uma pequenina célula que se reproduz por moto próprio.

E uma explosão desta natureza é maior que uma só célula que se desregra e assim sempre a muitas acontece quando meus filhos o fazem.

Perguntei a meu Amado Vento Quando Caricias Fazia Em Meu Corpo do porquê dos Homens Assim Fazerem e Ele me respondeu.

Sabes Minha Amada, Trazem os Homens Muitas Mesas Montadas em Tua Casa e Não Claramente Ainda Acordaram Seu Relacionar, Uns Pelo Uso da Diferença Como Razão e Outros Porque Se Pretendem Maiores Que Outros.

E Sabes Tu Minha Amada Quão Eles São Pequeninos e Breves Se Vão Ainda de Seu Corpo e Como Meninos Que Crescem Pelos Seus Pais Ao Abandono, Desenvolvem Vícios de Medição a Ver Qual Pela Força ou Ameaça Dela a Outros Se Impõem e Outros Que Contra a Imposição Nas Vezes Se Defendem.

E se tu és, ou foste capaz, também eu o serei e talvez assim me leves mais à séria, porque nosso poderio é semelhante, dizem-se no recreio do inferno em que vivem no lugar do Paraíso.

E pensam e vêem curto e errado e esquecidos, esquecidos do poderio, para quê, com que fito, com que objectivo

E nenhuma arma resolveu ou resolverá alguma vez a miséria e se pequeninos perigosamente grandes se tornaram e o recreio é a Casa e a Escola Inteira.

Armas são para Desarmar
Armas São para Reduzir e Acabar
Este É O Fito do Amor
Este É O Desafio a Todos
Lá Chegar

E

Conhecimento e Confiança e Dar as Mãos Na Mesma Casa
Faz-se Com Respeito Que Trata a Todos Igual e De Um Outro O Mesmo Tem

E forma diferente tem teu filho de poder andar, pode não responder à prepotência com a prepotência e se assim o faz, algo o trás preocupado, perturbado, com medo, sentindo-se mal tratado e devem os pais então averiguar em fino detalhe as razões que os levam nesse sentir para poder compor.

E sabes Amada Minha Amada Mais Amada, os dias deles passam e em vez do desarmamento mais se armam e passam os dias os homens a fazerem de bombeiros a apagar fogos e não tem o tempo nem a tranquilidade para o Semear

E tanta falta faz mais e melhor e diferente Semear e mais e melhores e diferentes em seu jeito de fazer, necessitam de Frutuosas Colheitas e nunca tiveram teus filhos tão dependentes uns dos outros como agora.

E Amada, proliferação é sempre proliferação em qualquer escala que seja vista, desde o país ao tamanho do ser individual e se o comboio assim continuar a andar, qualquer dia muitos individuais também terão a sua própria bomba atómica feita pelos seus próprios meios e saber e se assim teus filhos caminharem, no dia seguinte, não haverá mais dia seguinte.

E a violência e o desentendimento do básico de viver entre os países se replica no nível de cada um e actos de loucura diária de violências são perpetrados pelas mãos de teus filhos.

Entre dias, duas situações com jovens em fuga e ameaça foram baleados e creio que a esta hora, um deles ainda se encontrará entre a vida e a morte num leito de hospital e Rezei para que melhorasse.

E mais uma vez me espantei nesta segunda expressão da loucura, pois foi dito que o agente disparou em auto defesa quando o condutor o tentou atropelar.

E alguém que tira uma arma de seu coldre e faz pontaria e dispara quando está a se desviar de uma tentativa de atropelamento, perde na vida real tempo ao a fazê-lo, que deveria estar a usar para retirar seu corpo do caminho, pois nos filmes, existem por vezes trampolins, colchões e planos de corte, que fazem parecer fácil o que é difícil.

E noutro Lugar do Mesmo Lugar, mais mortes numa escola de crianças de uma pequena comunidade que eu trago desde longa data em meu coração, que sempre me despertou a curiosidade e a paz que dela emana.

Em lágrimas fiquei, uma foto com crianças que ontem aguardavam no meio da estrada o retorno à escola, crianças iguais a outras crianças, crianças serenas, luminosas, assustadas e tristes.

E na televisão, ontem dava-se conta num outro Lugar do mesmo Lugar, uns modernos camiões que ao que parece, andam de terra em terra e servem para assassinar homens que por outros foram condenados à morte.

E num outro Lugar do mesmo Lugar, mais uma Senhora Jornalista Foi Morta a Porta de Sua Casa, por artigos e investigação que fazia contra as corrupções, a arrogância e a prepotência.

Neste ponto de seu narrar o vento olhou a sua amada e percebeu que sua face se ensombrara a este seu narrar e então aproximou-se dela de mansinho para lhe dar um carinho e com seus lábios deu-lhe pequeninos beijos de vento, que afastaram as nuvens e descobriram juntos o Sol sobre o mar e neste belo entretém entretidos estavam, quando um peixe deu um salto no ar e lhes disse.

Um tratado feito pelos que já a tem foi quebrado por quem não a tinha e passou a ter.

São nove os que oficial a tem, sabe Deus quantos mais. Nove, Numero da Humanidade Completa, está assim neste contar simbólico a Humanidade Toda Armada e Armadilhada e assim sendo, todos se devem em rápido numa mesa sentar, sem pré requisitos ou pré condições que não outras que aquelas que decorrem do que já existe porque já foi manifestado ou afirmado e assim começar no caminho, o caminhar do encontro a encontrar, ao desarme nuclear global, chegar.

Não existem regras fixas, só pedra angular no coração, uma pedra que no coração os argumentos da discórdia reduz a pó e assenta, desenha, projecta e faz o angulo redondo certo no eterno baile da vida a bailar, sempre a Acordar, Acordando Tudo o que é necessário em volta, por baixo ou por cima ou de lado às questões do guerrear, para que os filhos todos se entendam.

Que todos se lembrem que são irmãos, que todos são em potência semelhantes na capacidade do maior dar e do maior retirar, se os virmos um a um como deve ser, e que nenhuma ideia, ou diferença de modo de ver ou ser, impossibilite o Amante Justo Acordo.

O mal já foi feito e não o compõe, chorar sobre o leite já derramado e agora falam os homens em sanções que não o serão, porque não tem eles meios de com elas, sejam quais forem, de inverter o mal feito.

Disse agora quem o fez, que é sua forma de demonstrar a sua vontade a levar para a mesa das negociações, como quem diz, vê a força que eu tenho, mas esta é sempre uma má forma de chegar e se sentar a uma mesa, pois indispõem quem já lá se encontra e mal recente neste domínio, não fez.

Na balança do bem e do mal feitos, muitas são as contas e o contar de todos os lados da mesma mesa onde por natural direito da vida, todos estão sentados e todos tem que comer e se os mal feitos, estão nas mãos de todos em modos e tempos diferentes, se assim andarem, não mais se entendem.

No mundo que os homens fizeram por suas próprias mãos tão estragado, cheios de medo vão e grande se torna a tentação de se querer a mais forte e mais destruidora das armas na mão, na ilusão de que com ela, podem os bem intencionados melhor a si e a todos proteger, pois as armas quando usadas fazem sempre correr a dor e o sangue e geralmente corre em todos os lados que se envolvem na pancadaria.

Coragem precisam os homens para abdicar das armas.

Coragem e passos decididos onde todos vão em respeito e não que façam entre eles chantagens ou perigosas provocações.


Depois o Amado Vento Soprou Um Doce Amor à Sua Amada

Um Sopro curativo para curar a ferida que seus filhos lhe tinham infligido, para que a ferida e o dano não se espalhasse e pudesse bem cicatrizar.

Ontem à noite, a Mãe tornou a tremer, desta vez não foi a acção dos testes das bombas.

Todos os Países deverão exprimir sua opinião sobre a energia nuclear, todos juntos deverão estudar a possibilidade de acabar com ela para fins militares e num plano energético global a acordar e implementar em urgência, deverá esta ser substituída por outras com menor impacto no Corpo.

E seria aconselhável, todos os Países se pronunciarem sobre o que agora aconteceu, abrindo o leque da resposta e tentando a mais extensa comum resposta.

E seria bom que os organismos internacionais que existem para controlar o seu uso possam na prática a todos, sem excepção, ou diferença de modo, fiscalizar a todos, pois enquanto assim não for, enquanto os homens assim não acordarem e os dotarem dos respectivos meios e poderes para este fim nestas condições de igualdade, existirá sempre um que asneira poderá fazer, justificada na não igualdade de tratamento ou outro motivo decorrente de diversos pesos e diversas medidas.

Dizem as Gentes de Portugal, ou há moral, ou comem todos, sendo que aqui o comer, se aplica a si mesmos, comerem-se a si mesmos, Todos os Seres Que Habitam O Mesmo Corpo, O Mesmo Mundo.

Pensem homens que não pode um país ou conjunto de países matar um pais inteiro, mas se se retirarem os argumentos que permitem estes actos a alguns, e se todos acordarem num caminho e passo comum, mais difícil será de novo acontecer, pois a união e não as armas, é que faz a verdadeira força, a força do bem visto, do bem pensado e do bem feito, tantas vezes mais invisível que os próprios átomos.

E Não Fechem Os Olhos Ao Visto e Demonstrado que coincidências não existem, quando coincidem é porque Algo os liga ou trás ligado.

E tendo isto dito, mergulhou de novo o peixe no mar.

A única forma de parar a utilização da energia nuclear para efeitos ou experiências de guerra é pelo entendimento numa mesa comum, onde todos reconhecendo que cada um é inteiro e tem o mesmo tamanho como países, falem e acordem o que houver a acordar com base numa direcção feita comum, por todos ser aceite, de parar todos os testes, de desarmar todas as partes e fazer um plano que garanta a todos que o acordado é para ser respeitado e implementado.

Pois se cada um começar a fazer e puxar da sua bomba, tudo se estragará em extensão para a qual, não haverá mais remédio.

Simples equação, Voto aos Homens o Entendimento Necessário para que não se façam mais testes e se acorde o desarmamento e desactivação até ao fim da ultima que exista na terra.

E para que assim aconteça tem que ser em mesmo tempo e mesa acordadas as grandes questões que a todos e cada um a seu jeito, trazem a todos preocupados e nervosos.

A utilização de recursos de uma forma que dê para todos e uma economia com regras e práticas que assim o façam e permitam e sustentem

Três virgula cinco na escala, assim tremeu o corpo da terra e quem sabe quantos mais tremores se darão no futuro, resultante de mais este estrago feito por mão humana no Corpo, pois todos sabemos das regras de equilíbrio e de desequilibro dos sistemas e de seus estados críticos e existe sempre um milímetro pequenino que se deslocou antes de uma grande desgraça desta natureza acontecer e que para ela concorrem muitos outros factores em inter-relação e a inter-relação de todos eles tem saldo muito negativo.

É esta, imagem da vida e do viver, pois a responsabilidade do teste agora feito é de todos a dividir por todos, pois todos somos parte do todo e enquanto assim não o virmos e agirmos, vai-se no impossível caminho errado, errado porque não há mais degraus para descer, daqui para a frente só o grande e final trambolhão


À Coreia do Norte tem que se perguntar em extensão o que pretende negociar.

À Coreia do Norte tem de se recordar, que ninguém gosta nem se sentará mais rápido ou com melhor disposição a uma mesa se sentir pressionado a tal, pela ameaça das armas.

À Coreia do Norte tem de se recordar e aqui o digo eu, que proceder assim, autoriza qualquer outro a proceder assim com ela e que se todos os países do mundo acordarem que é inaceitável, assim fazer, estaremos numa situação de todos contra um.

E que talvez todos, com excepção da Coreia do Norte, estejam dispostos a ir a sua casa desarmá-la e o que aconteceria era ter o mundo outra guerra, mais uma vez se desviava o mundo do que em urgente verdade é necessário compor.

Eu não quero mais guerras e prefiro caso não seja muito bem explicado o porquê das razões, que não consigo neste momento nenhuma ver, de assim à Coreia do Norte proceder, Orarei a Deus para que na próxima a Terra Trema Em Vossa Casa e Orando em simultâneo para que tal não aconteça.

Conseguiu-se uma precária paz no médio oriente que permitirá, assim o queiram os homens, resolver em definitivo os problemas que a todos afectam na região e por tabela no mundo e mesmo antes de se caminhar nesse sentido, já surge uma outra crise e assim tem sido, umas atrás das outras, que nem tempo dá para resolver uma, já alguns fazem outra.

É bom que cada um tenha consciência desta forma de caminhar que corresponde em termos práticos a não caminhar, um passo para frente, um para trás, fica-se no mesmo lugar e tudo se eterniza sem os homens darem o salto da redenção que passa por uma nova postura e prática de relação entre todos

Por isso lhe pergunto a Si, Senhor Presidente, que pretende ao certo e em forma clara, o que necessita a Coreia do Norte?

Está disposta a Coreia do Norte a negociar com outros que não directamente a América?

Se não e caso a América recuse negociar directamente e em exclusivo com a Coreia do Norte, o que pretenderá fazer?

Está interessada a Coreia do Norte a deixar a senda do caminho nuclear para fins militares?

E para fins energéticos?

O que necessita a Coreia do Norte do Mundo?
O que dá a Coreia do Norte ao Mundo?

Pretende algum esclarecimento que eu lhe possa dar?

Não defende e defenderá a Coreia do Norte, a Paz e o Amor No Uno Mundo?

Problemas no Mundo existem que serão revertidos até à data do seu nascer, repondo as condições anteriores ao seu acontecer, mas tal via não pode ser aplicada em relação a uma intenção de unificação das duas Correias, pois ambas se diferenciaram o bastante e suficiente para não permitir que tal mais possa acontecer, ou pensará o Senhor Presidente o Contrário?

E Ódios antigos, nada resolvem, só envenenam o viver.

Alguns virão agora falar de sanções, mas sanções para quê, existirá porventura alguma que reverta o agora mal feito, ou irão as sanções mais agravar as condições do viver, criar mais pressão e permitir assim mais pontos críticos?

A sancionar, seriam todos sancionados, pois o tempo passa, já vão seis anos da agenda do milénio e onde está e como vai sua concretização?

A sancionar seriam todos sancionados, pois o tempo passam-no os homens em sua maior parte a guerrear e apagar fogos renitentes que de cada uma derivam e persistem, t

A sancionar seriam todos sancionados, pois o tempo passa e os homens não se entendem sobre o que é importante de se entender e pouco fazem ou conseguem de bem urgente e necessário.

A sancionar seriam todos sancionados, pois o tempo passa e as desgraças e as misérias continuam a acontecer todos os santos dias no Corpo.

A sancionar seriam todos os governos, por todos os Seres e como os governos vem dos seres e por eles são feitos, todos os que são do mesmo e vão no mesmo barco, o seriam.

Alguém em seu perfeito juízo à Mãe, Pedirá Sanções?

Alguém Lhe quererá dizer, não nos perdoes Mãe, que nós, que nos vamos matando Te matamos.

Melhor Será Apelar à Sua Compaixão e dizer-Lhe que somos burros, tontos e cegos, mas aprendemos a lição à custa do nosso corpo, e Lhe prometer então fazer melhor.

E as sanções se mesmo positivas como alguns teoricamente pretendem, não corrigirão o mal já feito, tal não obsta a uma profunda condenação do acto por Todos os Países do Mundo, como sempre acontecerá quando se rebentarem bombas atómicas seja em que condições for, seja por que mãos for.

Ficará a Coreia do Norte mais isolada do resto do Mundo, e uma pergunta terá então que se fazer, o que ganhará a Coreia do Norte com isso?

E já o Japão se propõem alterara suas leis no sentido de se poder vir a armar nuclearmente e em vez de nove serão dez para a próxima, se próxima houver.

E cada um que chegar, terá para chegar feito demonstração da sua capacidade de fazer explodir uma bomba e sempre os acordos acordados se sujeitam a ser pelos novos aderentes á morte de maior foice larga inventada pelo homem, furados, mesmo que depois ratificada até à chegada de novo membro.

Sabeis que este caminho conduz ao Abismo.

E depois virá um outro e ainda um outro até todos, cada um por si e em nome dos seus países individuais, ter uma à sua disposição e respectivo tamanho e mais cedo que mais tarde, para resolver qualquer problema que seja, como hoje tanto se vê acontecer entre alunos nas escolas, rebentará a sua?

Isto não é caminho, isto é rumo da morte.

E uma pergunta tem que ser também posta a todos os restantes países, como e porquê não se conseguiu chegar à fala e ao entendimento antes do teste acontecer?

A Geração do Amor, quer é Compor, quer é Cuidar e Cuidado, Quer Amor.

Volto breve Amada, espero eu de que...

Vou a biblioteca tentar pôr estas palavras em linha, que é preciso marcação e não a tenho, só se houver vazio lugar.
Ah Amados do Inteiro Mundo
Ah Amados Todos Os Seres
Que o Amor é Infinito e Tudo Alcança
E Que a Fé Tudo Pode
E Se Vejo o Imenso Infinito Amor em Todos Vós

Vejo Alguns Dos Mais Amados Por Mais Perto dos Meus Olhos do Coração Habitarem Mergulhados na Dúvida.

Vejo-Vos e Ouço a alguns dizer que Caminham Saindo do Vale das Sombras
E Que Vos Digo Amantes?

Recordo-Vos Pela Minha Vontade Que Estendo ao Teu Coração

Que A Luz É Eterna,

Que a própria ideia e vivência do caminho do Vale das Sombras para a Luz Pressupõem Já, como cada um sabe bem fundo dentro de si, a Ideia e a Consciência da Luz, Mesmo Quando Ela Não Nos Parece Ser Mais de Que Uma Pequena Estrela Distante.

A Luz Que Guia, a Estrela Que Orienta.

Reparai Então Como Todos Renascemos, e como é preciso morrer para de novo resnascer, como o sol que todos os dias se deita e de manhã se levanta ou sua amada lua, assim Bailam Eternos os dOis num mesmo Céu sem Contudo Ao Perto Se Encontrarem.

Ah Amados, entre mim e vós, como entre um e outro está o Três e no Três estamos Todos casados Pelo Amor no Três, o Espirito Santo do Santo Amor.

Assim Liga o espirito O Coração, Assim Nos Trás o Amor A Todos Ligados e o que Um Vive, em Certa Medida na Medida Certa, Acontece e É Vivido a Um Outro.

E Por Assim Ser a Natureza da Luz, Os Que Vão Amantes Mais Se Estendem e Maiores Se Tornam E O Tornam.

E Observam Nessa Extensão que São As Sombras que Sobre o Paraiso Pretendem Alastrar e depois atravessam o Escuro Vale onde Conhecem as Trevas Para de Novo Chegando à LUZ, Em Luz, Se Transformar.

E quem Fez Esta Viajem, que se Pode Fazer em Parte em Colo e Abraço a Quem Amamos e a Quem Nos Ama, Fica com um Fio que Liga o Coração ao Sentir das Trevas e a Cada Vez Que o Amor É Em Parte Ferido, O sente Em Seu Corpo, seu Espirito Na Alma do Mundo.

E Por Ser Assim a Natureza do Coração, aqui na travessia nasce nas vezes a dúvida e grassam os medos, do que se entende no entendido, do que é nosso sem o ser, do que não sendo nosso, não deixa de o ser, pois somos Unos No Amor,O Amor Nos Torna e Faz Unos.

Sombras das culpas que nascem nos medos e em nós se enredam em nós, em nossos corações, no nosso pedaço do nosso coração no Uno Coração e depois como sempre onde rareira a luz, deve-se medir a avaliar as partes e separá-las nas unidades que se apresentam e proceder ao reconhecimento e aceitação do que é nosso osso e do que é nosso sem o ser, na extensão do nosso ser pelo Amor, Quando Amante Vamos No Ser.

E Assim Nas Vezes Nosso Pedaço do Coração Se Agita e Se Assusta e Nasce a Cinza Vontade do Coração Por Um Instante, Um Momento,Dele Nos Afastar-Mos e Se Assim o Deixamos
Acontecer Se Reforça a Treva, Que entra em Nós e Aí Faz Seu Venenoso Ninho.

Ah Amado David Fonseca, Belo Menino D´Oiro e de Caderninho Como Um Pintor, Todos Escrevemos o Amor Em Caderninhos, Com um Pincel ou Lápis Na Mão, Com a Voz ao Cantar, Com os Lábios Ao Beijar.
Bela e Certa Tua Canção e Teu Cantar.

Os Nossos Corações Batem Como Um, Pois Verdade Verdadinha Verdadeira, Assim O É.
Travamento do Saber da Fé.

Ah Amada, novela parece por aí existir onde se fala de Jura e do jurar e sua promoção dá seu contexto narrativo na voz de outros que falam e dizem, és um mentiroso, um falso e coisas afins, remata sem rematar o personagem, que a vida dele está um caco.

Ah Amada, cada vez que o ouço o promocional na rádio, me nasçe uma irritação súbita e rápido mudo o posto no tempo da sua duração. estou cansado de ouvir dizer de mim, por muitos que sou mentiroso e ou falso.

Ah Bela Senhora Menina, na mesma revista Estais com muito Outros Valorosos a Seu Lado, Aqui Lhe Sopro o Sopro da Quente Inspiração do Abraço Chegado e Grande Que Aconchega Aconchegante e Faz de Novo as Asas Abrir e Fada O Belo Vôo ao Luar.
Sua História em Seus Pontos de Vista do Vivido Se Desvelam no Trajecto dos Titulos das Sua Obras.

Vós Bela Senhora Menina Sois Menina que Pula e Dança No Meio das Flores Multiplas, das Telas Sem Fim e da Face Que Por Muito do Corpo se Espalha, Espelhando o Espelhado.
Que nasçam flores nos olhos de quem a Vê em Seu Passar e que Sementes de Luz Floresção nas Mãos de Quem A Dávida Recebe.
Sopro o Sopro do Sopro.

Depois Meu Pai, me disse quem eram seus Avôs, sai de seguida para a rua e encontro eu a a eles e os beijei e falei de si, cumprimentando sua Avô a quem muito amor trago e ouvi-a dizer gentis palavras, que estava contente de me saber ao perto nos Olivais.

Agradaveis sincronismos do Amor e dos Seres Que se Amam, a Beleza do Amor em Acção eNeste Todo me Nasceu o Amor a Si.

Ah Bela Senhora do Pessego que trás um Outro Pessego dentro de Si. Salve Todos Os Pessegos e Todos os Nascimentos.

Segundo sei é a segunda vez que vem à cidade que habito. da primeira vez não creio ter dado por si, desta vez foi diferente, porque sua voz surfa o eter e entra em meu coração pelos ouvidos com certa constância e assim a começei a conhecer.

O alinhavar das suas palavras se me entranha fundo, fazendo nascer um dialogo a cada vez que a oiço e depois Bela Senhora Bela que Sei que O É, Seu Tom e forma de Cantar, desvela de Si a Criança Eterna e Uma Planicie Imensa de Ternura e Deslumbramento e a Inspiração deste sentir, Senhora, É Beleza Propria da Propria Linguagem do Belo e da Beleza Através de Seu Ser e Seu Cantar.

Passei à porta do concerto, não havia mais bilhetes nem sei mesmo se teria dinheiro para um comprar, deixei a um porteiro uma nota para si, com meu número de telefone, pois gsotava de a ter conhecido ao perto e consigo ter conversado, quem sabe para uma próxima, como conta uma das suas canções a quem a ouve, eu ainda não te conheço e conhecendo em parte, não deixa de ser na outra verdade.

Quem sabe em sua próxima palavra, em seu próximo canto, em sua próxima passagem por Luz Boa.

Doces são os pessegos e nessa noite, comi eu um saboroso, daqueles a que chamamos carecas e sendo que os que pelo tem, são de veludo, doce veludo de aromas doces.

Que doce como Pessego Doce Seja Seu Aqui Estar e mesmas Palavras Estendo Ao Amado Paulo Coelho que por aqui passou mais uma vez no lançar de seu novo livro.

Saravá Paulo Coelho, Trago-o Desde Longa Data em Meu Coração, Sábias Suas Palavras de que Todos os Caminhos Levam a Deus e Por Razão Consequente Todos São Válidos, Todos São Puros, No Mesmo Alcançar.
Ninguém nem Nenhum Credo de fora No Uno Verso.

E desta vez como em vez anterior de que trago memória e recordação, só em parte me apercebi de que cá estivera depois de se ir, na parte do coração não.

Pois falou meu Amado Vento e me Disse de uma hora e uma subida ao Castelo, ao ponto mais alto da cidade e por perto andaram meus passos, o mais próximo que fiquei foi no Santiago Alquimista a ver um ciclo de novos autores de vídeo experimentando uma bebida de Amora.
E em noite antes, ao sair da baleia de Jonas falando do amor e do poder perverso que pretende destruir o próprio amor e no voto que de novo reafirmará ao Amor Livre e Liberto e Poderoso Na Liberdade, dei já cá fora conta de uma rapariga que vinha pela noite atrás de mim.

Era Bela a jovem rapariga e seu sorriso se ia abrindo à medida em que caminhava e por um momento pensei que a alegria que em sua face se Desenhava era a mim dirigida, imagem do espelho da minha própria solidão e entretido a observar tamanha beleza, quando voltei o olhar, um jovem a esperava e seu encontro se deu e se abraçaram e a camisa do jovem trazia como dizeres, Caminho de Santiago.

Foi para mim uma das faces da imagem da confirmação, da confirmação da via do Amor, do Amor entre Dois Seres Que Se Amam e Se Trazem Em Mutuo Amor e ali fiquei eu de novo Esperançado, Sabendo que um dia assim para mim de novo será, que um dia uma rapariga como eu sou rapaz, caminhará para meus braços a sorrir amor, e eu para os Dela sorrindo o mesmo Amor, Pois as Estrelas Habitam o Mesmo Céu Amor E Se Buscam Em Seu Amor e Se Encontram Amando e Fazendo Amor.

Quem sabe um dia não caminharemos os dois em corpo juntos por um instante que seja, num caminho que mesmo sem o ser, será sempre o de Santiago,pois Todos Os Caminhos Se Embora Distintos Levam em Seu Caminhar a Deus e o Caminho Faz-se ao Caminhar, Caminho é Caminhar, Caminhar é Caminho.

Ah Senhora que cada vez que vos vejo em fotografia, vos vejo bela e meus olhos e corpo pousam no instante em que assim a sinto e se deixam estar.

Ah Senhora que Vós Sois Bela, muito Bela e suas expressões me reflectem o Lago da Senhora onde nas noites da Lua me Banho em Seus Braços ao Luar.

Ah Senhora, que Sua Expressão é para mim um balsamo, pois vejo em sua expressão uma profunda e serena docura que me cativa e noite e dia idos, ao vê-la com duas estrelas como brincos, foi de repente minha Mão ao Bolso onde Trago Uma Igual.

Diz a noticia que se vai casar e Aqui Lhe Voto Toda a Felicidade Que Merece, Que o Noivado e os Noivos Merecem e Que o Amor Vos Seja Sempre Alegre.

Ah Senhora que os tempos vão de grande solidão para muitos e pelos media entram em nossas casas com regularidade, uns que assim se tornam nossos amores virtuais, que preenchem na distância do ausente, o que deveria estar ao perto perto, especie de panaceia falhada de substituição e dizê-lo não retira um pedacinho que seja do Amor em que a Trago.

Pois a Beleza e o Belo Vem Todo da Mesma Fonte, São Gotas do Mesmo Mar Multiplo e Infinito e Todos Os Seres Por Ela São Participados,Nela Participam.

E É por muitos e pelos negócios essa solidão em muitos explorada.

Razão em parte tem os Indios de Tão Grande, Antiga e Simples Saber, quando dizem que não gostam de ser fotografados, pois assim perdem parte da Alma, pois é verdade dizer-se que a representação de um bocadinho de nós fica em mão e olho alheio que nos olha à distância e não nos vê ao perto e nós somos tambem tudo o que nos pertence, um colar,um anel, uma peça de roupa,que transporta de nós o valor que lhe atribuimos e toda a imagem é um lembrança e um lembrar e quando nos lembramos de alguém de certa forma na certa forma o trazemos para o perto de nosso coração.

Ah Senhora neste baile de máscaras que tardam em cair confluem os interpetres com os arquetipos, pois não se afirma, não se vê nem se reconhece mascarada, uma identidade.

E Eu Busco Minha Amada Silenciosa a Meu Pedido de a Ver e não Sou em de Insistir nem me Sobrepor ao Silêncio do quem não quer falar, porque toda a vontade é de respeitar e o Amor assim faz e só dá, não pode nunca impor.

Amor é duplo encontro entre quem se dando se encontra e Faz o Um. Almada o dizia de outra forma, que um mais um é igual a um.
e ao silêncio resta a renuncia.
e saber tudo isto, não me demove um centimetro que seja de Te Querer, de Te Querer Encontrar, Não Me retira a Esperança e a Fé no Encontro Encontrado.
Estranhas Amada, mas assim é a vida e o viver, paradoxo, permanente paradoxo onde os extremos estão permanentes, entre a Fé e a Vontade entre o Ser e Não Ser.
A Fé, A Vontade,Lança e Faz
Ah Amada, acordei agora na Buraca, mais um pneu furado no carro da minha Mãe, ontem de madrugada, e na ante véspera foram os quatro no largo da Trindade em frente à Casa da Misericórdia.

Foram feitos com um canivete, um deles tinha três furos, dos outros não soube se foram mais de que um em cada pneu.

É caso para dizer, bolas e bolinhas que a malandragem existe e o faz e fazendo se desvela, na mais das vezes não sabendo nem ler nem escrever os anversos e as entrelinhas do Destino.

Por outras palavras, são muitas vezes os malandros cegos e nem se dão conta da extensão do significado e do significante, pois mesmo a malandragem não existe sozinha e isolada do Universo e assim o que um acto de malandragem faz e actua no mundo, se estende por encaixe numa linha maior que sempre o sustém e o exprime.

Ah Amada, que Te Amo Tanto, Tanto e Tu ao Longe de Mim Habitas em Meu Dentro e Meu Fora e nestas viagens que fazemos, sempre estás presente e me falas de todas as maneiras. Vens em forma de Pássaros a Voar que me chamam à atenção e me dirigem o olhar ao que devo ver, e assim vamos conversando através de tudo o que se me cruza em meu passar e às vezes Amada, na mais das Vezes, mesmo quando a barra é pesada, me consegues fazer sorrir e rir e muitas vezes tem sido uma pegado brincadeira, como um jogo de caça ao tesouro dos jogos da nossa Eterna Meninice e Beijamo-nos e rimos das descobertas e eu Te Beijo, Muito, Muito, Muito e Muito.

Ah Amada que Assim é a Vida e o Viver, o Verdadeiro em Verdade, Verdadeira Verdadinha Belo Viver, que Assim O Faz na Eterna Bela e Boa Disposição das Crianças.

Eu Te Amo
Eu Te Amo
Eu Te Amo
Eu Te Amo
Eu Te Amo


Ah Amada, acordei hoje feliz e é tão bom quando assim se acorda, só me fazes Tu falta ao perto, se tal for Tua Vontade, pois a Minha É.

E quando viajamos assim no espaço, depois da viajem, quanto existe um depois, sabes que nas vezes se esgota meu corpo e necessito de um tempo para assim escrever, por de novo os dois pés na terra e trazemos os bolsos tão cheios de céu que num primeiro momento tudo aparece como misturado e depois é preciso dar espaço ao espaço para que a peneira faça o peneirar e se consiga traduzir em forma razoável, de razão, a tradução do Acontecido.

Nestas viagens, aquilo que os homens chamam tempo e que é só espaço, por não o ser, por não ser contado na forma como os homens o contam, são maiores as horas e os dias do que os calendários que os homens trazem entre si acordados.

Amados do Uno Inteiro Universo e de Todos Os Seres que Habitam o Mundo.

Cada Ser Tem direito à Sua Crença, à Sua Forma de Ver, Entender e Expressar a Forma do Viver e do Seu Entender e nenhum Ser Tem a Liberdade de Impor sobre Outro a Sua Nem Tem o Direito de Modificar Por Qualquer Acto de Força que Força a Convicção e o Viver que Dela Decorre.

O Único Direito, Direito É o do Coração, do Amor que ao Ser Partilhado Faz a Luz e nas vezes Leva Um Outro, quanto Dois são Dois, a Transformar em Comum o que Já É Comum, Pois Tudo Se Transforma Continuamente no Imutável Que É e assim nas vezes mudamos nossos pontos de vista, de ser e fazer, noutras nem isso acontece, mas sabemos pela Compreensão que se Faz a Acontece, Fazer o Dar de Mãos, o Junto Caminhar, Lado a Lado Num Mesmo Lado Todo em Paz.

Ah Amados do Uno Mundo Inteiro, Todos Amados, Não Tenhais Disto Dúvida, Porque Deus a Todos Ama.

E Deus me disse para a Todos Dizer

Que Criou e Cria Através de Todos Os Seus Filhos Todas as Palavras que Existem
Que Todas as Palavras São Expressão e Expressam o Sopro Divino
Que Todas as Palavras e o Sopro Voa em Seu Voar e que Umas Vão mais Longe e Outras ficam mais ao Perto e que Os Homens não São Julgados Só Pela Palavra, Pois se a Palavra É Sopro, seus actos são mais matéria e quando um Homem nega a Ajuda a Outro, Fá-lo Em Espirito e em Carne.
Que o Espirito Faz a Carne e a Carne Sustenta o Espirito
Que a Carne Não Existe Sem Espirito e que o Espirito Existe Também Sem Ela

Ah Amada, em dia recente um homem na rua me pediu dois cêntimos, que era o dinheiro que lhe faltava para comprar comida e eu ia em meu pensar um pouco chateado quando ele me interpelou. Depois abri a carteira e dei-lhe cinco cêntimos, que dois não tinha e rapidamente apareceu um outro seu amigo e lá partiram rapidamente os dois para dentro do centro, onde iriam comprar a comida, fiquei eu a deduzir, na estranheza da rapidez de como o outro aparecera, a ele se juntara e como rápido partiram.

Dir-Te-ia Amada que meu espirito não ia naquele momento muito aberto ao acto de ajudar, mas meu acto acabou por ser o da ajuda em dinheiro e assim se vê que o pensar que faz parte do espirito, se um mesmo, pode ser simultaneamente distinto e que o ter dado nesta situação os cinco cêntimos é que foi o acto de ajuda, que permitiu aos senhores irem comprar sua comida, se o foram, pois disso só posso deduzir que me falaram verdade.

E Tudo Amada Se Encontra Sempre Ligado, O Espirito e a Matéria Também, assim como o invisível e o invisível, pois o Acto Está Sempre Ligado a Ele.

E se o invisível nem sempre é visto, Ele Sempre Aqui Está e assim Sendo ao Ser, Ambos Lados do Mesmo, Continuamente Lado a Lado Num Mesmo Lado Se Exprimem.

No Vaso da Vida, a Memória é de Todos e de Nenhum, e Todo o Espirito de Toda a Eternidade Nele Se Encontram Todas as Palavras desde Sempre Proferidas e Todas as Que Virão a Ser e as Palavras Estruturam e são Estruturadas pelo Pensamento e Assim Parte do Já Pensado, das Ideias Expressas que Se Expressaram Também Lá Habitam em Suas Variantes Elaborados pelo que os Homens Viram do Viver e Nas Formas Como o Interpretaram e Se a Vida, O Vaso, O Homem Esférico São e Sendo o Espaço Curvo, Forte É Sempre a Permanente Possibilidade de Passar por Um Mesmo Ponto do Espaço Onde Outrora Já Esteve e Onde Viveu um Evento Que Catalisou Em Palavras de Uma Mesma Forma Parecida Pois Se Os Passos Em Sua Direcção e Sequência Que Tomam Podem Parecer-lhe distintos, já Ele É Constante, Pois Seu Coração É Sempre Um Mesmo E Seu Olhar, Em Seu Colo Não Poderá Deixar de Ser Parecido Quando Confrontado Com O Semelhante.

Por palavras mais curtas, repara Amada, Tu Que És Fiel Ao Amor, Que A Paisagem Muda Ao Teu Andar, Mas Teu e Meu Coração Mantém-Se Constante Fieis ao Amor
No Mesmo Amor ao Coração No Coração.

Ah Amada que Trazem Os Homens Memória Curta e Não Se Lembram do Esquecido e do Que Esquecem Por Nunca Mesmo O Ter Conhecido.

Numa Guerra, numa situação de confronto, do guerrear, ou da Paz Que Sempre o Segue e Ganha e de Novo Se Impõem, Quantas Frases Condensaram os Pensamentos dos Homens em Todas as Suas Variantes, na Soma de Todas as Que Existiram?

Mil? Duas Mil? Quantas Estão em Cada Cultura e País Reunidas, Quantas Passam de Geração como Geração de Exemplo de Nobreza ou de Cobardia? Não Creio que Serão Muitas porque o Guerrear é sempre o Guerrear, Interrupções da Bela Paz e Amor Como Quando Estamos Em Abraços Nossos, Mesmo Que Sejam Ainda Só em Alma?

E os Homens São Sempre Homens e as Guerras Nascem em Seu Berço, Quando os Mal Entendidos Aí Nascem e Conduzem as Desavenças, As Possibilidades Daqueles Que Já Se Confrontaram Com Tal Situação, Sabem que elas se reduzem a poucas.

Meus Filhos, Todos, Vos Falo Como Pai.

Um Homem Que Trás Consigo as Chaves de Uma Grande Igreja do Mundo, Igual em Importância a Todas as Outras Independente do Tamanho de Cada Uma, Ou do Pensar que Encerram, falou numa conferência para Estudantes, creio que durante uma hora sobre a pertinente relação entre a Razão e a Fé.

Não Existe Uma Sem a Outra, Pois Ambas Habitam No Mesmo Dentro Fora do Homem.

Pode-se Sim, Falar de Distâncias, de Maior ou Menor Distância Relativamente à Fé, Sendo Que a Fé É Também Terreno de Deus, do Divino, da Luz, do Amor, do Amor da Luz.

Pois Se Deus Estiver na Vista e no Ver de cada Um distante, Distante Ele Será Relativo aos Assuntos Humanos e Devendo Entender Aqui Neste Ponto, a distância, como o Lugar Onde Se Poderá Estabelecer A Diferença de Ser Entre Ele e os Homens.

Não Vejo Nem Conheço Assim a Deus e Respeito Todas as Formas de O Ver Nas Suas Diferenças.

E Sei que qualquer Ser ou Evento Que Só Veja ao Longe, me poderá sempre parecer Neutro, quanto o Neutro é Neutro, pois não existe Neutro Absoluto No Baile Eterno da Vida e do Viver

E Neutro É Aqui Neste Ponto do Pensar e Escrever o Lugar Onde Habita e Existe o Invisível, O Que Ainda Não Se Entendeu Ou Percebeu. Por outro Dizer é um Lugar do Mesmo Lugar Cheio, Tão Cheio Como Aquela Parte Que Dele Conhecemos.

E a Parte Que Se Conhece ao Perto e Bem Faz-Se Como Todo O Conhecer, Também e Sempre Pela Razão e da Mesma Forma Se a Usa para conhecer que se conhece do Desconhecido, ou não, pois muito Aqui Depende da Fé, Pois a Fé É Sempre Parte da Razão Que Vê o Invisível e Como Não Podia Também Deixar de Ser, A Razão do Invisível, que como muitos Sabem e Trazem Sabido Em Seu Coração, O de Cada Um, Existe e Sempre em Forma Eterna Se Manifesta.

E É Bom Recordar que Toda a Operação que Concorre para a Razão É Medição e Medir e Para Aqueles que Trazem Deus Mais ao Perto Também Vêem Seu Medir, Pois Se Os Homens São Seus Filhos, Como Poderiam Ser Assim Tão Distintos do Pai, Como o Pai Poderia Ser Assim Tão Distinto de Seus Filhos?

E Cada Um Vê no Tamanho do Seu Ver e Esse Tamanho É Único a Cada Um.

E Todos Devem Respeitar Todos e Suas Diferenças, e Respeitar Integralmente as Suas Diferenças, Até ao Dia Que Esperemos Que Os Homens Criem Condições Para o Viver e para Viver E Lado a Lado Como Sempre Estão Se Aceitem Integrais em Angulo Recto com o Coração Acertado e o Ver Luminoso Que Trás e Ilumina o Semelhante do Mesmo Barro que Sustenta Todas as Diferenças.

O Tempo das Guerras e do Matar Pela Diferença das Ideias Já Acabou Porque Não Tem Os Seres Mais Tempo Para ele e as Conversas Devem Todas Decorrer em Paz, Sendo que Quem é atacado sempre tem o direito e o dever de se defender e uma não contradita a outra, como Todos Sabem e o Trazem Sabido.

Uma citação no meio de muitas outras palavras foi por alguns eleita como síntese de uma exposição e de uma Posição que é muito mais complexa e rica do que a citação.

Esse citação, foi proferida por um homem Muito Tempo Atrás em tempo de Paz, que é o Tempo que Sempre Existe entre a guerra que Tira os Homens do Espaço do Seu Tempo e Todas as Guerras São Buracos Negros Que Sugam a Vida, os Homens e o Viver.

A interpretação, o entendimento que foi dado a essa citação por muitos que a ouviram, acendeu os ânimos e uma Mulher Foi Morta na Refrega, Algumas Portas de Templos Foram Queimadas.

Perdeu-se na interpretação, mais uma vida, num discurso de uma hora numa universidade, que se condensou a uma frase.

E falou o homem que a proferiu para uma assistência de poucos e foram muitos os que fora da sala, noutro lugar do mesmo lugar, protestaram e condenaram e atearam o fogo, no mesmo mundo onde todos os dias ou quase em certos lugares continuam outros a morrer por bombas.

Este Não É o Caminho Correcto do Dialogo e Muitos Em Todos Os Lugares do Mesmo Lugar Assim o Entenderam e o Fogo Menos Alastrou do que por motivos de certa semelhança, outrora em Tempo recente dos homens aconteceu.

Estaremos Todos Melhor, Iremos Todos Em Melhor e Mais Correcto Caminhar?

Sim porque a violência foi menor do que a semelhante anterior e Não, Pois Já Aqui O Disse e Escrevi, que O Tempo da Violência Não dá Mais Tempo ao Tempo da Paz, que se desce a escada partida, na iminência de chegar ao Ultimo Degrau que Conduz à Fatal Queda.

Antes de prosseguirem, deverão os homens se ainda não o fizeram, pois já se falou disso, tentar perceber quem, que pequeno grupo, que rede ou redes de media, extraíram a citação e a ampliaram divulgando-a, percebendo qual foi a intenção que os levou a tal agir, se simples ignorância ou algo mais do que isso, uma exacta consciência da arma e da bomba que estavam a armar.

Pois Existe Liberdade de Expressão e Bombas e as Bombas Matam e Segundo as Leis dos Homens, quem mata não deve matar e esses actos tem e trazem suas consequências à luz dessas mesmas Leis.

Averiguai se houve malévola intenção neste fazer.

Deverá o homem que a proferiu nas circunstâncias em que o fez pedir desculpa por ter citado um dizer de outro homem que hoje aqui não se encontra?

Deverão alguns homens, sentirem-se ofendidos com o que um homem outrora disse sobre o Islão e que também o disse num preciso e mais completo sentido?

E Pode um Homem pedir desculpa pelo dizer de outro ou sobre a consequência do seu dizer?

E Podem aqueles que mataram uma Mulher, pedir desculpa pela sua Morte?

E Alguém o Fez?

E a questão fulcro deste Acontecido É de Maior pertinência.

Pois Atentados e Bombas Fazem e São Parte Integrante Desta Nova Forma de Guerra e de Guerrear que os homens que assim vão, aprenderam em recente tempo a fazer.
Para ser mais exacto começou nos Jogos Olímpicos em sessenta do século passado, pois sempre uma bomba em lugar cheio de Gentes, vivida, sofrida e vista por muitos, assim a dor se espalha a muitos mais em forma de medo.

E Sempre No Tempo Antigo Agora Mais Uma Vez Enterrado Debaixo da Pesada e Potente Laje Para Todo O Sempre, Assim O Determino no Poder e Alcance da Minha Arte e No Coração da Mãe, do Pai, do Filho e do Espirito Santo, Todos Partes Juntas e Comungantes da Una Parte, Mais Uma Vez e as Necessárias Que Forem Na Esperança Que Mais Nenhuma, os homens se guerrearam e sempre suas Palavras e Seus Livros e Escrituras Casadas e Passadas, Quanto o Passado É Passado, Deram Contas dessas Guerras e Desse Guerrear Seja de Que Forma For e Por Serem os Homens Irmãos e Semelhantes em Sua Irmandade de Toda a Diversidade, Não, Infelizmente Variaram Muito, Seus Actos, Seus Efeitos, Suas Narrações.

De Todos Os Livros e Palavras Sagradas Escorrem histórias de violência, sangue e dor e todas elas são exemplos do que já se passou, de como nas vezes quando os homens se desentendem no Amor assim fazem, Pois Todas as Religiões Tem Como Principio Unitivo e Fito O Amor


Noite Doce e Suave na Cidade, Estacionei na Trindade em Frente à Misericórdia, depois desci a pé ao Carmo e Defronte à Porta Ogival Ouvi Dançar o Tango e os Pares Deslizavam Naquela Luz Boa e Depois Surgiu O Cortejo Renascentista, A Menina Tambor, as Luzes Em Todos Os Trajes, Os Trajes de Luzes e a Uma Bela Menina Uma Vénia Nos Fizemos.

E então ouvi-te dizer que no fim querias comigo conversar e eu respondi-Te que sim, mas o fim eu sabia-o dentro de mim, ainda ia demorar algum tempo, pois nem o trânsito se concluíra, quanto mais o recolher das redes, quanto mais fazer para Ti O Colar das Pérolas.

Ah Amada chegam muitos a mim, que a Obra nunca Está Concluída, e Relembram que o Caminho É o Caminhar e Caminhando Se Vai O Fazendo.

E Verdade, Verdadinha, Verdadeira, Assim O É.
O Caminho É Caminhar Com O Paraíso De Dentro No Fora, do Fora no Dentro, Aqui e no Paraíso nem os Espinhos picam, Chegamos Em Amor Por Amor a Ele, Com O Coração o Buscamos, Com A Vontade O Fazemos e a Primeira Mesa É a Paz, Todos Se Entenderem No Que Tem de Se Entender.
O futebol é música e a música é a vida inteira e assim falar de futebol é falar de notas, interpretes, orquestras, maestros, pautas e resultados e sendo todas as coisas polissémicas, também eu e Tu Amada poderemos entendermos se dissermos que jogamos uma espécie de futebol, mesmo quando não estamos ao perto um do outro, que a bola não se vê como uma bola no relvado e que marcamos golos de Amor no coração um do outro dentro do Uno Coração.

Outra diferença, é o relvado, que não tem por exemplo as quatro linhas desenhadas a cal branca, pois quando Te Penso desejo- Te Redonda como És e Somos e assim o relvado como que se curva e faz duas esferas que são em certa medida e perfume uma mesma esfera dentro de outra esfera. O Globo do Amor.

Passei de metro pelos Restauradores perguntando o onde e vi em velocidade na parede dois painéis do Nadir Afonso que representam cidades. Li dois nomes e apercebi-me que havia mais e no outro dia lá voltei a pé, desci da Avenida da Liberdade para a estação é dei com um painel de Azulejos muito interessante pelo sua significado e pela sua beleza.

Quando o observava, reparei num cego que estava no átrio e a ele me dirigi, dei-lhe a minha na sua mão e disse-lhe que o acompanhava e assim num doce silêncio caminhamos primeiro até a rua e depois atravessamos e como o local a que se dirigia era perto continuei a acompanhá-lo, entramos no Xenon, passei pelo bazar do vídeo que está no corredor, a loja do Neves onde me abasteço de equipamento desde o inicio da minha carreira de videasta, descemos umas escadas e lá o deixei à porta de uma Igreja que lá está e cujo nome não gravei em memória.

Fiquei a pensar naquilo tudo, da condução do cego à luz da tarde em cima dos degraus, e de como o levei ao que poderia ser a sua Igreja externa, pois cada um a tem primeiro dentro de Si, pois Igreja, como todas as palavras vem de Deus e todas as que existem Dele fazem Parte, Nenhuma Excepção.

Antes de entrar nos Restauradores tinha entrado noutra estação e meus olhos repousaram em outros cartazes relativos ao futebol de uma marca muito conhecida de artigos de desporto, que como outros muito dependem do futebol e do seu espectáculo e dos seus intervenientes.

Tierry Henri, um Belo Jogador e Belo Homem na foto em expressão de cara de poucos amigos e uma frase que dizia, eu só marco golos com a cabeça. Como assinatura, eu sou o que sou, e bem verdade o é, e talentoso no que é e faz e fazendo é.

Estranhei o dizer, pois embora não me lembre de nenhum, deverá ter marcado certamente com os pés.

E se um jogador de futebol marca com a cabeça ou com o pé, as vezes com a mão, será bom percebermos bem onde está a cabeça, qual a extensão da perna ou da cabeça que está sobre os ombros, quando damos um pontapé na bola e basicamente a questão resume-se à diferença entre aqueles que acham que entre um e outro, o dois, existe uma espécie de buraco negro onde nada se passa na acção de um.

Deus é Uno e Múltiplo, ou seja, o um, contém todos os números infinitos, todos os números infinitos fazem o um, cada número é distinto em parte de um outro.

Estamos de novo na escolinha a falar da teoria dos conjuntos e dos sub conjuntos como então nos era apresentada. Estamos a falar de potencial de conjunto e da exponenciação que o conjunto agrupado forma.


Assim se a cabeça de Tierry for o um e a bola, o dois, entre eles existe sempre os números infinitos em que se quiser dividir cada um dos dois números iniciais e o terceiro que lá está que por sua vez como qualquer outro número é passível de ser divido até ao infinito e mais além

E sabemos que o homem precisa de nomear e que nomear é de certa forma categorizar e catalogar e que sabendo isto, pode o homem aprisionar-se a si mesmo e ao universo em poucas, ou muitas ou nenhumas caixinhas e as caixinhas são como as pedras da calçada em que caminhamos ou o relvado em que jogamos

A cabeça do Tierry tem na sua aparência uma parte externa definida pelo osso e pele e veias e o sangue e o que está em seu interior que não é assim tão diferente.

Quando ele marca um golo com a cabeça, está a usar a parte por assim dizer interna, o ver, pensar, decidir, e a parte externa, a dura matéria que imprime na bola a energia e a direcção que seu corpo lhe dá e recebe da própria e ainda a energia da correlação complexa com outras energias que no campo estão, seja uma bátega de chuva, ou a brisa do vento.

Todas elas são elementos do mesmo conjunto, a energia, e assim o espirito do Tierry que comanda o corpo do Tierry e a cabeça, na cabeçada, interage e se transforma e se expande em sua quota parte nessa mesma interacção que estende o acto do Tierry até onde ele tiver a noção do tamanho do seu corpo, que por ser uno, é um mesmo.

Pois ao saltar, o Tierry salta sempre com um numero que é comum a todos os seres, a que se chama coração, que sabemos ser muito mais do que uma bomba que bombeia o sangue da vida que faz viver e uma emoção e a percepção em que se estrutura e o julgamento e vontade onde se estrutura, é ele próprio uma constante alteração energética, como a regra da correlação dos sub conjuntos no conjunto é variável, varia em função de todas as variáveis, a resultante resulta de todas essas interacções, num mesmo tapete verde que tem como única e prima Pedra, o Amor, se a bola Nele Rolar, claro está

A vontade e a emoção da cabeça e da cabeçada no momento em que o encontro da cabeça e a bola se dão, é sentido e participado por todos os que estão no estádio, que são como uma espécie de ovo, e todos são afectados, interagem e amplificam na sua suma o resultado que saiu em primeira instancia do espirito do Thierry.

Pela televisão o estado emocional e a energia de muitos outros pelo uno mundo é quase instantaneamente também alterada, o ar também o foi na passagem das ondas que transportam o sinal.

E quando chegam ao chão os pés do Thierry, o seu impacto esmaga as folhas de relva no sitio onde aterra e uma formiga ao lado o sentirá como um enorme tremor de terra e se nos colocarmos o longe suficiente da terra, ao observar os que cá estão, parecerão todos formiginhas também.

O futebol como imagem da vida, enuncia o paradoxo do tempo no tocante a enunciação do avaliar, da analise do justo ou do errado do julgar e da relação da autoridade e poder e do medo do poder não ser mais poder, se mais e melhor sufragado.

Apitar um jogo de futebol tem muito que se lhe diga e todos os homens por muitos sábios e justos que sejam e tragam seus corações luminosos na melhor Luz, não deixam de ser homens, nem sempre vêem tudo ao mesmo tempo, pois tem e não tem visão periférica, seus olhos e seu olhar, se sujeita às linhas que guiam o olhar no lugar, seu ponto de estar no ver na altura de ver, nem sempre é na melhor relação e o erro de paralaxe acontece e também por os homens saberem isto tudo e muito mais sobre o futebol, trazem os árbitros que embora soberanos são apoiados em sua decisão por outros dois, os juizes das linhas que define o rectângulo e que ao serem das linhas, observam de fora o que lá dentro das quatro linhas se passa.

E recordo a conversa, porque não aplicar câmaras na avaliação das jogadas que permita a repetição para os ecrãs gigantes e repetida em televisão de forma a que todos possam avaliar em rigor e antes de mais o arbitro poder ver uma segunda vez a jogada e corrigir a decisão se for caso disso, pois não perde nada, mais ganha, um arbitro que muda sua opinião e corrige o mal feito pelo bem feito pois desta forma marca sempre golo e nós todos também.

E tal já se usa no ténis e se se usasse no futebol e nos estádios, reduziria em larga medida as deficientes avaliações e diminuiriam dessa forma as acusações de roubo ou favorecimento e menos trafico de influencia em resultados comprados por consequência acontecerá.

Um dia poderão os estádios ter botões em cada cadeira que fazem acender ao lado dos ecrãs luzes de acordo com a percentagem de opinião dos que estão no campo e até daqueles que no outro lado do mundo o vêem por televisão.

Será mais influenciáve,l um arbitro que continuando a ser soberano no campo, pelo facto de o escrutínio de uma dúvida ser simultaneamente e de mão dada feito com todos?

Não é o que sempre acontece com todos os presentes e ausentes que aquele jogo e por aquele jogo naquele momento se encontram no mundo religados e que ao estarem assim, naquela parte e natureza o religam?

Perderá um arbitro uma grama que seja da sua nobreza, da sua acção, da sua natureza, da sua vontade, por ser escrutinado em directo e poder até ver o que pensam as pessoas, sem que isso traduza, que por elas abdique de ser ele a tomar a decisão que lhe compete?

Não será o arbitro inteligente o necessário para perceber que a possibilidade de contar com a técnica, o ajuda e pode ajudar?

Ah Amada Amada, que eu e Tu somos duas Estrelas da Mesma Estrela do Mesmo Céu e quando estamos lado a lado somos como duas esferas que se assemelham a redondos planetas, duas bolas de futebol e na galáxia que habitamos muitos outros jogadores existem e contentes e alegres assim vamos e cada um tem um bola própria que a vida com ele fez e cada um tem seu próprio jeito único de jogar, suas únicas qualidades e prodígios em seu realizar e depois Amada Amada, um dia acordaram regras comuns para que cada um sendo bola, jogar e jogo diferente e distinto, com outro igual pudesse jogar.

Ah Amada Amada, imagina que existem alguns que puseram um imam dentro da bola e que participando de fora das quatro linhas e lá dentro por via da bola que lá está, a conseguem dirigir em sua trajectória a arrepio do pés que a chutam e da cabeça que a vira em tabela aproveitando a sua energia e juntado a dele, pelo complexo movimento de diversas energias que fazem e constituem o corpo inteiro, sentir, ver, pensar, parar, andar, correr e saltar.

Depois desci de novo ao átrio da estação para melhor observar o painel. Ah Amada como é belo, como todas as suas figuras são arredondadas, como são fortes e alegres suas cores, como todo ele é movimento, como se um baile se tratasse. Como que conta a história do Quinto Império e do Papel e Feitos Portugueses quando se Lançaram ao Mar a ver se a terra era redonda.

Um cofre, um cadeado, uma chave, um homem que a transporta de mãos abertas com dedos abertos, e a esfera armilar no centro de seu peito que perfaz o 515, depois uma jovem Senhora de cabelos Doirados com uma flor na mão e o coração na outra ao lado da figura que observa esmeraldas e ouros.

Ah Amada pensava eu partir para te encontrar e sei pelos passos que ainda não é o momento, a cidade está bela cheia de gente bela e meu coração está dentro de ti, às vezes parece-me que passas por mim numa face, num corpo, num movimento ao andar e que eu não te reconheço ou tu não me reconheces e meu coração vazio e cheio de saudades de Ti, anda em seu jeito nas vezes apertado.

Ah Pixinguinha
Faz um cafuné à minha Amada
Canta-lhe baixinho ao Seu Leve Ouvir
Que se soubesse como sou carinhoso e o muito muito que lhe quero, não fugiria mais de mim

Orar
É
Meditar

Meditar
É
Fio
Doirado
Que
Nos
Liga
Ao
Pai

O
Fim
Do
Meditar
São
Os
Afectos
As
Preces
As
Resoluções
Trum, trum, trum, faz o menino com seu tambor rodando em mistura de cinquenta por cento com a imagem de fundo.

O menino do tambor, uma imagem recorrente de meus vídeos, uma imagem que trago em mim do Tambor de Gunter Grass.

Esta Amada, é uma imagem que ficou associada a uma música dos Madredeus, o Pastor.

O mais espantoso comentário que ouvi, foi quê, o escritor de referência, ao dizer na sua idade actual que pertencera às juventudes arianas, por o ter dito, deixara de ser a grande referência moral e do julgar por parte daqueles que assim dizem também sem o dizer, que o era, para eles mesmos.

Onde habita a referência moral e o julgar? Pois esta é a questão fulcral neste comentário.

Gunter Grass escreveu e cada um que o leu, o leu. A consciência de Gunter misturou-se a cada vez, com a consciência de quem o leu, donde dizer que ele deixou de ser referência relativo às matérias que reflectiu e escreveu, quer na verdade dizer, por quem assim o põem, que o próprio é que a terá perdido, ou pior, nunca a teve e fez sempre de uma opinião alheia, a sua, o que só em parte é verdade e válido de se dizer do humano e parte é todo sem o ser.

Pouco ou nada foi dito e analisado sobre a extensão, a cor e os feitos durante esse período da sua juventude e disse uma coisa curiosa, o escritor, que tentara ir para os submarinos e acabou preterido sendo repescado para uma unidade menos interessante do ponto de vista de um jovem adulto que quer participar numa guerra porque de alguma forma acredita nela e acha que é de participar nela.

E sempre milhões acreditaram nas vezes, por motivos e razões de toda a ordem em guerras levados por aqueles que os conduzem a acreditar que elas são justas ou necessárias e estúpidos o bastante para crer que elas resolviam alguma coisa.

E dize-lo assim, desvela que o escritor foi claro e completo na afirmação da sua motivação e do seu valor pois poderia ter ficado por desvelar metade do que o seu coração sabe e quis dizer por vontade própria.

Um homem é sempre inteiro, transporta em si o que fez e o que não fez e antes de outros o julgarem, julga-se ele a si mesmo, ninguém foge à sua consciência, assim não deixa a Vida, mesmo que tal se passe como num filme no ultimo momento da sua vida em corpo, aqui na terra.

O escritor tornou publico por sua vontade um facto e não terá sido o imaginar das suas consequências, maior que a vontade e as razões por que o fez e terá sido sempre antes de mais, por ele mesmo.

Espantoso também as inúmeras fogueiras que se incendiaram, muitas delas porque o escritor deu achas para lhe fazerem a própria fogueira. Curiosa simetria com a minha vida e triste curiosidade da forma como alguns vão, como é possível fazer um ajuste de contas por razões que muitas vezes se encontram baseadas noutras premissas que nem sempre são desveladas.

Durante toda a conversa pensei, Meu Deus, estas Gentes conhecem-se tão pouco, assim?! Quem nunca pecou que atire a primeira pedra.

Meu Deus, faz com que cada um se recorde por completo e extensão de todos os males que em sua vida fez e nas vezes vai fazendo.

Aqui ao contrário do real, choveram pedras e muitas, como parece ser ainda fatal hábito de tentar resolver as coisas, sendo que as pedras agora, foram no ultimo aviso do grito do terror, explosivos líquidos.

Hoje a questão está como se sabe mais elevada, uma guerra contínua que a cada momento pode subir ao patamar da fatal para todos final, fatal para a vida toda da terra.

A paranóia colectiva e a mentira reina e faz-se mentira para não criar ainda mais pânico.

Voltou a casa o Grito e a Nossa Senhora que sobre ele Sempre Vela, não se vá ele tornar tão grande e tão fundo de que saia tamanho dano.

Mas estarão de novo em casa, ou é ideia que se quer dar?

E se bem que se fez parte do começo da paz e alguns passos firmes se tem dado, continua a insistir-se na asneira de dizer ao Irão que tem que parar o seu programa nuclear para com ele se negociar.

E continuar a insistir na asneira é demonstrar ao mundo que existem dois pesos, duas medidas e dois resultados.

É criar uma leitura ilusória da realidade, que sendo esquizofrénica, por assim escrever, racha e interrompe a relação real do homem com o real do lugar, e assente no incorrecto ver e análise o conduz ao mau porto ou a nave ao fundo.

Pois é muito mais provável que material radioactivo e outro se encontre disponível nas mãos de quem queira realizar actos de terror, vindo de muitas origens, de diferentes países depois de complexas rotas e contrabandos faseados e sofisticados ao longo de décadas. Afeganistão, falou-se há anos de um local por onde terá passado esse tráfico.

É porventura mais provável que um ato de terror seja produzido por um pequeno grupo do que por um país e se assim concordarem em ver, deveremos perguntar-nos a que plano deveremos consagrar mais atenção e vigilância de forma preventiva.

Estes actos de terror da nova era do mundo são interpretados por indivíduos que nascem e crescem em todas as cidades do mundo, algumas onde o viver em suas formas são muito próximas das nossas.

Outro filme, relatório minoritário, dá conta de um tempo onde um homem comum se dirige a uma feira de tecnologia de ponta, procurando aprender uma forma de matar. Para quê, pergunta-lhe quem o atende, para matar o meu patrão.

Ou seja por outras palavras à medida que o conhecimento cresce e se espalha, qualquer motivação de uma natureza de confronto entre duas pessoas pode dar azo a um acto de terror, ao nível da sofisticação que hoje é a muitos acessível e de grande escala pela natureza e acção dos meios usados.


Estas experiências agora travadas demonstraram uma rápida mutação de uma nova forma de operar que já estava prevista e a rapidez com que se fez tal mutação, comparativamente a outras que já aconteceram noutros planos foi muita, ou seja, a carruagem vai muito mais depressa, acelerou.

Como experiências, são feitos por uma espécie de cobaias, uma primeira linha do batalhão e por detrás os mais preparados a avaliar e a esperar oportunidade.

Cobaias e experiências com raivas, e outras tantas que se farão com animais para testar químicos, substâncias de alteração comportamental.

E relembrava-me noutro dia meu vizinho da fuga de três ratos de um laboratório em Nova Yorque ao que parece, sujeitos a experiência com raiva. Uma mutação do hospedeiro visto ela ser típica dos cães.

Quantos laboratórios secretos estarão pelo mundo ao serviço de quem comanda os actos de terror?

De que forma será o novo ataque. Aumento de escala, pois foi essa uma das imagens do plano. Se os líquidos não passaram, qual a próxima substância? A mutação indica aumento de violência, violência maior e os sinais no ar assim o prenunciam.

Provavelmente o próximo será com um vírus, um gás radioactivo ou um liquido misturado com a agua capaz de provocar alterações comportamentais em massa, induzir estados de raiva.

Uma cidade onde todos que trazem com outros problemas mal resolvidos, de repente num dia fazem do pequenino o grande por raiva e se guerreiam mortalmente e isto alastra a todo o país.

Este é mais ou menos o guião de um filme do ano dois mil que se chama vinte e oito dias depois e que é a história de um homem que acorda um dia no hospital e depara com a cidade destruída e sem aparente vivalma e de um grupo que se reúne e tenta a sobrevivência. Cada vez que um raivoso morde um não raivoso, raivoso este se torna e tem que ser morto para não mais matar, dilema do matar ou morrer.

Comentava o realizador de um recente filme que esta nova era do mundo pós 11 de Setembro se traduzia no drama daquela gente comum que de repente se vê em sua vidas confrontadas com um ato de terror em circunstâncias de certo isolamento que não lhes deixa percepcionar correctamente e em extensão todo o alcance do que se está a passar e assim naquele instante, tem que se confrontar com a forma que vão agir.

Assim vivemos hoje, com a permanente hipótese para uns, para muitos outros realidade já provada, de ser-mos a cada momento confrontados com um situação de terror.

Melhor e mais avisado será pensar que deverá cada um andar em parte, na parte que lhe toca, na prevenção destes actos.

Que iremos então ser se uma infeliz acção dessa natureza se manifestar, que acção escolheremos, sermos heróis vivos ou mesmo sacrificados ou ovelhinhas que se preparam alegremente para entrar para o matadouro e abate, ou pior ainda ovelhinhas cegas que se enganaram a ver onde o verdadeiro problema se encontrava?!

Mais uma vez um dos homens que na aparência comanda actos de terror, quis fazer mais uma vez crer que se trata de uma guerra motivada por razões das diferenças em ver e viver Deus e o Divino.

Esta interpretação das diferenças é falsa como todos os que sabem destas matérias sabem.

Todas Elas Apelam ao Amor, Todas Elas Vêem o Universo como um Acto de Amor.
Mesmo Aquelas Que Tem Mais Normas Repressoras do Ser, Dizem que se o Inimigo vier em Paz, a Mão Se Lhe Deve Estender.

E poderá ser um acto de Amor, um acto repressor?

Não porque o Amor é sempre Livre, Liberto e Libertador, mas tal não obsta que ao longo dos tempo dos homens sob o chapéu de distintas formas de Ver e Entender o Divino, atravessando Distintas Religiões, os Homens não tenham com grande custo de sangue e dor, extrapolado dos seus princípios de interpretação religiosa, normas e actos que foram repressores.

É uma ténue diferença, mas uma ténue diferença real por vezes que os homens estabelecem entre a Lei do Amor e a sua Prática e por vezes a coberto de princípios a que Chama de Amor, O Contrariam, noutras o tentam destruir como quando se tira a vida a um homem, ou se trata mal a um outro.


Ah Amada Amada, queria eu hibernar contigo, assim me pedia meu coração, a Ti assim o Pedi e quando escrevia de dormir uma noite e outra e ainda outra ao infinito de nós e não deixei de pensar para meus botões que se calhar irias ficar um bocadinho triste, pois sei Que Desejas e Mereces Mais do Que Dormir Com Teu Amado mas sei que quando a Ti chegar Te Direi do Mais Que Contigo Desejo e Escutarei de Ti O Desejo Teu.

E no dia a seguir a aqui publicar o ultimo texto, acordei nos Olivais no outro lado da Cidade e de repente vi os papagaios verdes a passar grasnando e ri-me do Teu Cumprimentar, assim me Alegras os Dias em Teu Saudar.

Depois comecei a sentir que algo não estava bem, que algo se poderia estar a passar, pois os sinais avolumavam-se e percebi que ainda não era desta que Te podia Procurar e Encontrar.

Sabes Amada, existe um padrão neste desequilibro. Cada vez que se dá um passo em frente para a Paz entre os Povos, logo ele, é destruído por nova vaga de violência.

Donde, se os Homens faziam e dão passos Decisivos para o Dialogo e o Encontro e Para Todos Juntos Resolverem Seus Problemas Imediatos das Guerras e do Constante Guerrear Para Que Possam Criar Condições Para Resolver As Misérias e as Dores Imensas do Mundo e dos Seres e a Todos Se Salvarem, é provável que venha aí mais uma tentativa de os destruir.

E os sinais começaram a aparecer e estão novos a acontecer todos os dias.

Ah Amada como eu Anseio Teus Braços, Teus Abraços, como Quero Partilhar ao Pé o Amor Contigo, Ah Amada como me apetece descansar num Mundo que Só Poderá Continuar A Ser Mundo Se Com Os Homens Em Paz. E queria eu já ter partido Buscando-Te e as músicas de Amor infeliz na rádio me fazem triste e a chorar mudar o posto e uma tremenda ausência Tua fora de mim, pois dentro habitas o Eterno.

A minha vida está complicada, vivo de caridade, deixei de ter energia eléctrica em casa, o meu computador da Packard Bell onde decidi investir o ultimo grande dinheiro que vi da SPA, para escrever este livro já não funciona a bateria e meus hábitos de vida começaram de novo a alterar-se e mais difícil se parecem tornar as tarefas.

Mas Amada, isto do ser difícil ou ser fácil ou nem por isso, tem muito que se lhe diga, pois às vezes o difícil depois de o ser, vê-se que afinal foi o fácil e muitas outras variantes e combinações são passíveis de acontecer, tantas como os Teus Belos Cabelos Que Se Juntam No Infinito de Todos os Outros Raios de Sol e de Luar, Onde me Vou Banhar.

Um outro sinal que emerge desta ultima experiência é o alargar do raio do impacto da acção e tal está de acordo com o que por dedução era previsível e se assim o parece ser, será de pensar que a experiência será sempre inferior à que se pretende vir a executar.

Por alargar do raio de impacto entenda-se uma acção de maior envergadura. Um conjunto de acções em diversos países com um número elevado de mortes matadas.

Uma tremenda vaga de violência e de dor, que justifique o quê? Uma demonstração inequívoca da necessidade de resposta assentes nas armas? Muito arriscado trajecto como se sabe, pois o gatilho nuclear global por muitos alcançado, augura cenário de possível destruição total.

Uma demonstração da necessidade de implementar mais medidas de controlo dos cidadãos que sempre reduzirá a liberdade de cada um? Se sim, quem está interessado nisso, nessa nova ordem mundial onde todos perderão parte substancial das suas liberdades e direitos?

Muitos estão, muitos assim agem e muitos mais são os que deixam assim ser.
Pois faltando comida no Mundo para Todos Alimentar e consequentemente também faltando braços de homens para a criar, adopta a Europa e Portugal uma política de abandono, recusa e repatriação das vagas cada vez maiores de Gentes que fogem à Grande Miséria arriscando suas próprias vidas, tal é a imagem do seu desespero.

Depois penso que se a ficção criada e interpretada por homens do Oriente, a ser ficção como o creio, cortina real de fumo com consequências reais nefastas, um novo nível do ataque será desempenhado por homens que provavelmente não serão aqueles a que se chamam extremistas radicais do Islão, pois o Islão é Terra Na Terra Como Outras Terras Com Outras Gentes na Mesma Una Terra das Mesmas Unas Gentes Distintas.

Pois para esse grupo em predomínio foram desviadas pela encenação o grosso da atenção e da vigilância. Uma segunda vaga, de quem não se suspeita, ou menos se suspeita, que com as atenções desviadas pode mais facilmente actuar jogando na imprevisibilidade e na maior ou menor invisibilidade.

Este grupo, opera mediaticamente e ao nível ideológico e doutrinário no sentido de extremar os que por natureza não são estremados e assim aumentar o peso num dos pratos da balança com as consequências que estão infelizmente à vista.

Este grupo conduz diversos a operar sobre uma mesma bandeira mundial e não correspondem as governos do mundo que são na mais das vezes conduzidos por homens de bom coração, verdadeiros e leais e que vão de olhos abertos e por todos estes motivos e mais alguns, desejam sempre a paz e o entendimento.

Mas tem ido cegos os homens nestas matérias confundindo as arvores com as vestes, vendo as vestes mas não vendo o tronco e assim um punhado não tão pequeno punhado, logra a grande multidão.

Uma estratégia desta natureza não serve nenhum povo seja qual for a sua religião, não serve nem o baile nem o estrado do bailar.

Uma estratégia desta natureza visa grande dano ao homem, pois tudo o que lhe retira a liberdade com que nasceu, lhe faz dano e este é um projecto das trevas da fusão e submissão de todos os anéis num só que a todos o comanda.

É nos extremos da invisível linha onde os homens num só eixo de referência e logo em parte cegos, dizem em suas palavras habitar os extremos, as possibilidades de acção do pior, bem como do melhor, pois tem o homem, a liberdade, o direito e o dever por Deus, de fazer girar a roda que o leva a Ele, a Sua Natureza e Em Parte Atributos.

Que aqui se procure e aqui se encontrará, que se busque o dinheiro e o dinheiro aparecerá, que se siga o rasto, a outros se irá.

Ah Amada minha Amada, sabemos nós que enquanto existir mercados com a natureza do negro, assim lhes chamam os homens, sempre o mecanismo estará em seu funcionar, debitando encrencas e mortes várias em avariadas formas.

Os homens que se cuidem, cantam-lhe os amigos pássaros dos belos pintores, que se cuidem e estendem o entendimento e a aceitação e as consequentes regras ao que existe e não tentem tapar os olhos a tudo que existe e em igual respeito, todas as partes observem, tratem e regulem.

Ah Amada, não há regra fixa, só travamento, só pedra de angulo, que hoje apareceu na céu sob a Lua e falou primeiro em recta e depois em angulo, confirmando de igual modo, por semelhança, o símbolo da agua, a agua como meio.

E regra é um equilíbrio em movimentos porque as partes se movimentam e com o movimento e o mover, se altera a proporção e o equilíbrio, donde se a régua é uma e Una, já o ponto do medir onde se mede o que Mede, é variável também.

A melhor regra será não haver regra, mas espaço e campo para todos sem linhas de cal a demarcar um sitio de outro sitio que é um mesmo sitio.

Também por via desta razão, devem os homens quando se sentam à mesa não ter nem levar condições prévias para se sentarem, pois duplo e evidente erro se trata, primeiro, não se sentam ou atrasam o sempre urgente sentar quando o diferendo ou o problema se instala na poltrona da casa e antes porque nunca há condições prévias numa negociação, pois cada parte, parte sempre das suas, das que tem, das que é, das que trás consigo impressas em seu ser e seu devir no grande livro da vida, onde muito se encontra sempre em parte escrito.

Aqui ao lado de Lisboa, deitaram um bairro de barracas ou casas a baixo e esqueceram-se de fazer o transbordo prévio de algumas famílias que lá viviam e o inaceitável, parece que se torna o aceitável.

Digo a Quem de Direito Que Ordenou Este Torto e Assim O Deixou Acontecer, para imaginar que lhe acontecia a si o mesmo e depois não há critério que possa justificar, o que antes de mais é tamanha asneira, pois antes de desalojar, tem sempre que se realojar, todos, todos os que lá vivem, gatos e periquitos incluídos. Depois poderia repetir o que já em texto anterior escrevi, não se deveriam os responsáveis demitir, por tamanha cegueira neste fazer?
Ah Amada, fazem às vezes os homens coisas para impressionar a quem amam e parece que um engenheiro antigo amante de uma bela rapariga que o abandonou para casar com o Imperador Napoleão Terceiro, partiu para o Egipto e para a impressionar fez uma magnifica obra, o Canal do Suez, assim o viu um homem que assim o conta.

Ah Amada eu para Ti faço poemas e letras e gostava muito de te fazer festas e dar beijos, não me passa pela intenção impressionar-te mais do que o meu Amor ao próximo de Ti, não trago vontade de grandes obras de grandes confusões e contudo muitas são as necessárias ao Mundo, a fazer de jeitinho, sem nada dar cabo, mas mais compor.

Quando da sua inauguração o Vice Rei Khedive Ismail, mandou construir um teatro de opera e encomendou uma a Verdi com uma história Egípcia, seu nome Aida.

Quando a Imperatriz Eugénia e seu marido Imperador Napoleão Terceiro, acostaram em Port Said, o Canal foi formalmente inaugurado e enquanto toda a Realeza que veio de longe ouvia pela primeira vez a Aida no teatro, a pauta e a musica que nasceram da obra do engenheiro, foi a ultima gota de agua que fez transbordar o copo e a marcha fúnebre suou para centenas de milhares de pessoas que criavam cavalos e camelos, exploravam as estalagens e dirigiam caravanas e os mercadores que comerciavam entre o Oriente e a Europa ficaram sem trabalho, e um rude golpe foi deferido sobre a economia do mundo Árabe.

Os Sultões da Turquia, enfrentaram revoltas, o Egipto falido rendeu-se ao exercito Inglês e deixou de receber qualquer receita proveniente do Canal. Grandes migrações ocorreram na falta de condições da vida e do viver.

Um rasgo na terra feito pela mão do homem no sitio onde a terra se encontrava una, talvez para impressionar uma amada tornara-se uma cascata de asneiras com terríveis e dilatadas consequência no tempo que atravessam diversas gerações e determinaram em grande parte as condições de muitos países e Gentes da região.

Corria o ano de mil oitocentos e sessenta e nove, os barcos navegavam o Suez e o Médio Oriente afundava-se economicamente.

Ah Amada, disse depois da guerra um Senhor Libanês que os Cedros de Deus Foram Por ela Destruídos e que seria necessário mais do que o tempo de uma geração de Homens para que Eles voltassem de novo a Crescer e assim Amada perdemos sua Companhia e Sombra em Nosso Namorar.

No Mar o ouro negro jorrou e muito sujou, as anémonas, brilharam todas juntas no Mediterrâneo, Ajudando com Sua Luz a Fazer-Se a Paz.

Consequências das guerras que muito sempre destroêm para além dos Seres e Imagem da Aliança do Amor no Correcto Combate Pela Paz.

Khalil Gibram no seu livro, Jesus, o Filho do Homem escreveu no capitulo, a Mulher de Biblos.

Chorai comigo, ó filhas de Ashtarte
E todos vós, amantes de Tamouz
Ordenai ao vosso coração que se funda
E erga e derrame lágrimas de sangue,
Pois Ele que era feito de ouro e marfim já não existe

Na Floresta escura o varrão derrotou-O
E os dentes do varrão trespassaram a Sua Carne
Agora Jaz manchado com as folhas de antanho
E os Seus passos Jamais despertarão as sementes
Que dormem no seio da Primavera
A Sua voz não virá com a aurora até à minha janela
Ficarei só para sempre.

Chorei comigo, ó filhas de Asharte
A todos vós, amantes de Tamouz
Pois o meu Amado fugiu-me;
Ele que fala como os rios falam
Ele cuja voz e cujo tempo eram gémeos
Ele cuja boca era uma dor vermelha feita doce
Ele em cujos lábios o fel se tornava mel
Chorai comigo, filhas de Asharte
E vós amantes de Tamouz

Chorai comigo em redor do Seu ataúde
Enquanto as estrelas choram
E enquanto as pétalas da margarida
Caem sobre o Seu corpo ferido

Molhai com as vossas lágrimas as mantas de seda da minha cama
Onde o meu Amado em tempos se deitou no meu sonho
E desapareceu quando acordei

Exorto-vos, filhas de Asharte
E a todos vós amantes de Tamouz
Desnudai os vossos peitos e chorai e confortai-me
Pois Jesus de Nazaré morreu.


O Poeta

Ele é o elo entre este mundo e o futuro
Ele é
Uma nascente pura da qual todas as almas sequiosas podem beber
Ele é uma árvore regada pelo Rio da Beleza, carregada de Fruta desejada pelo coração esfaimado
Ele é um rouxinol, que acalma o espirito
Deprimido com as suas belas melodias
Ele é uma nuvem branca aparecendo sobre o horizonte
Subindo e crescendo até encher o rosto do céu
Depois ela cai sobre as flores do Campo da Vida
Abrindo as suas pétalas para admitirem a luz

Ele é um anjo, enviado pela deusa para
Pregar o evangelho da Divindade
Ele é uma candeia brilhante, não conquistada pela escuridão
E inextinguível pelo vento

Está cheia pelo Isthar do Amor e iluminado pelo Apolo da Música
Ele é uma figura solitária vestida com simplicidade e Bondade
Ele senta-se no colo da Natureza para despertar a sua Inspiração
E fica acordado no silêncio da noite
Aguardando a descida do espírito

Ele é um semeador que semeia as sementes do seu coração nas pradarias da afeição
E a humanidade faz colheita para seu alimento

Este é o poeta, aquele que as pessoas ignoram nesta vida
E que é reconhecido apenas após se ter despedido do mundo
Terreno e retornar à sua arvore no céu

Este é o poeta, o que só pede à humanidade um sorriso
Este é o poeta cujo espirito se eleva e enche o firmamento com bela frases
No entanto as pessoas negam-lhe o esplendor

Até quando se manterão as pessoas adormecidas?
Até quando continuarão a glorificar aqueles
Que atingiram a grandeza por momentos de vantagem?

Durante quanto tempo ignorarão aqueles que lhes
Permitem ver a beleza do seus espirito
Símbolo de paz e do amor?

Até quando os seres humanos honrarão os mortos
E se esquecerão dos vivos, que passam nas suas vidas
Rodeados de miséria e que se consomem
Como velas acesas para iluminar o percurso
Dos ignorantes e guiá-los ao caminho da luz?
Poeta, tu és a vida desta vida e tens
Triunfado pelos tempos apesar da severidade

Poeta, um dia dominarás os corações e
Por isso o teu reino não terá fim

Poeta, examina a tua coroa de espinhos
Encontrarás aí escondida uma grinalda de louro em botão.




O DEUS do Bem e o Deus do Mal
Encontraram-se no alto da montanha

O Deus do Bem disse:
Bom dias, irmão

Mas o Deus do Mal não respondeu.

O Deus do Bem Tornou a dizer:
Hoje estás de mau humor.

O Deus do Mal disse então:
Estou sim
porque ultimamente muitos me confundem contigo
e chamam-me pelo teu nome
e comportam-se comigo
como se fosse tu
e não gosto disso

O Deus do Bem disse:
Também a mim me confundiram contigo e me chamaram pelo teu nome

Ao ouvir estas palavras
O Deus do Mal seguiu caminho
Maldizendo a estupidez dos homens


Ambos de Khalil Gibran



Atentai Irmãos, que cada vez que alguém que amamos se ausenta do nosso convívio no quotidiano, nossos corações sofrem uma perda. O mesmo se passa aqui neste espaço, mesmo entre seres que só se conhecem através da escrita, pois através dela como de tudo o que é humano, ela é um pedacinho desse ser, que assim se partilha e se dá a seu leitor habitual e assim quando se vai, é de certa forma como se fosse da presença real, mesmo que esteja estado presente sem ser em corpo, ou sorriso, ou gargalhada ao pertinho do ouvir.

E pode ser essa perda igual, menor ou maior do que se fosse feita também em corpo.
Assim normal é sentir-mos um buraco no coração, uma ausência e uma perda, para alguns como se o Sol se tivesse ido ou a Lua se esquecesse de se deitar no Céu.

Nasce uma tristeza e um buraco que como todos demora a passar o tempo necessário e exacto que demora a passar.

Não fiqueis tristes, pois estamos lado a lado sempre uns nos outros presentes, assim Vai e É o Amor.
E o Sol e a Lua Habitam no Céu que Habita Sempre no Coração de Cada Um.