terça-feira, janeiro 24, 2006

espero que esta escrita lámiré, curta e rápida vos dê uma ideia da violência e da sua constante expressão no que eram os dias de alguns nesse tempo e relembrando que as estruturas eram organizadas e que portanto maior responsabilidade tem quem nelas desempenha esses cargos, falando obviamente de estruturas que se forma vericalmente e em piramide, onde um ou pouco no topo controlam muitos que pouca ou nada liberdade de pensar e exprimir, tinham.

tenho vindo a ver as diveras alcateias a aproximarem-se de mim e portanto o caminho é como sempre ir para a frente subindo a parada.

nos últimos textos, as referências explicitas estenderam-se a nomes de partidos , ps, cds, pp e psd que são os que sempre me preseguem, porque lhes faço frente e eles são muitos e se estendem pelos aparelhos todos e mais alguns e assim perseguem paulatinamente e de forma constante os que elegem para abater. o que é o meu caso, por quem sou, pelo sangue que corre em mim. e esses meninos, não tão meninos assim, industriados pelo conhecimento de seus pais me faziam então de tudo, como sempre tentaram.

e depois pus-me no papel de Procurador, dizendo que o que temos bem como o sistema policial e judiciário não funciona bem e porque tenho a certeza pelo que o Pai me deu a Ver, que a questão do rapto das crianças e a utilização da carne e sangue tem como é característico nesta situação usos e fins que já descrevi em posts anteriores.

portanto, olé, olé, venham cá, e cá estão para ver se a gente clarifica isto, mas muita atenção a duas coisas, a primeira é que eu estou sózinho com o que sou, sob o Manto do Pai e depois não tenho estrutura de investigação, nem dectetives, o que me limita como é óbvio a minha capacidade de recolha de elementos e sua confirmação, e se bem por um lado, no sentido em que não gosto de ser policia, mas muita atenção, provar de prova provada daquela que se pode levar a tribunal, dificil é, o que me proponho é contar como sempre a verdade e esperar que ela vos faça sentido, sabendo eu que para mim só fará, quando tiver informações complementares, que alguns de alguns grupos e agrupamentos tem, mas que espero vir a ter.

eu sabia que aquela forma elaborada para não revelar os grupos que intervem neste processo, pois visto muitos deles serem secretos e outros nem grupos verdadeiramente são, era na altura para todos mais benéficos. Mas agora pia mais fino, pois o jornal deixado dobrado no chão da rua de meu prédio tinha a face do procurador, com o titulo, presente de souto moura ou algo assim, mas que assim indicava como o facto de ele se encontar cuidadosamente dobrado da forma e jeito que estava e o seu dizer, era claro para mim a mensagem.

e chegados aqui meus amigos vamos ter que chamar as coisas pelos seus nomes, no sitios onde eles são visiveis, pois á minha volta desde o ano passado anda tudo, desde os monárquicos, aos republicanos, as diferentes ordens e associações secretas, aos olhos do cidadão comum.

e de repente começa a perseguição e agora estou aqui a fazer a minha defesa, suprema ironia.
eu não estou a fazer defesa, estou a dizer como vejo as coisas.

preciso de ter resposta a esta primeira questão, agora sou eu e espero-a e não a tenho.

Não deixa de ser significativo quando eu lanço este desafio pedindo às diversas forças politicas que digam claramente se querem paz ou guerra, que em vez da resposta, lançem eles o ataque, supostamente entregue pelo souto moura. apertei-lhes os calos e eles dão patada e tentam fazer de mim culpado de que qualquer coisa que nem sei ainda bem se tratar e estamos por assim dizer entre grupos que operam de acordo com a sua vontade, organizados e por vezes com codígos que variam eles mesmo dentro de organizações similares, mesmo quando são predominantemente singulares e alguns irão até a execução fora de qualquer processo normal e judicial, que tambem como sabemos não é assim nas vezes tão normal como isso.

chamo aqui por conveniência a um dos grupos AA, ou BB, ou CC.

se souto moura não for AA , então oferece um presente aos AA, sacudindo desta forma a agua do seu capote, se o capote for dele e só dele, como que dizendo eles que tratem dele.

se souto moura for dos AA, então acreditará e estará convicto no que me acusa sem acusar como procurador da republica, mas dando não sei o quê de informação aos AAs.

por outro lado ainda, o jornal se para mim é claro recado e indicação, poderia não ser aceite num tribunal normal.

e ainda existe uma outra possibilidade que me foi sondada via internet relativa a um grupo que se aprensenta como uma especie de pele e que colocava a questão de ter um traidor infiltrado entre eles e pelo que deles li, assim me fez sentido tambem, pois segundo eles relatavam, coisas estranhas se passavem, como um membro que passava num determinado país, ou de lá saia aparecia um surto de gripe das aves. recordo-me particularmente desta pois aponta para uma velha suspeita que se manifestou por exemplo quando do aparecimento da sida, de que o virus teria sido fabricada e olhando o mapa dos paises de alto e no geral não me parece uma normal progressão de epidemia, é demasiado errático para o parecer e talvez ser.

provocação de epidemias, rapto de crianças, organização de tensões sociais são hoje fenomenos organizados globalmente, por diversos que pressupoem uma organização montada, sendo isto mais evidente relativamente ao deseparecimento dos meninos e das dificuldades do aparecimento dos corpos, que aponta para que eles sejam utilizados. da mesma forma recordo que as bombas que tem rebentado, são acompanhadas por uma preparaçãode violêncie em outro paises e tenho uma forte intuição desde sempre que o caso a que se chamou de arrastão foi gatilho e engatilhado nas de Londres, pois como sabemos o medo pega-se e viaja no espaço.

recordo tambem hoje uma imagem do lider do Cds com cara de muito mal dormida e misto de receio e expectativa, que me anunciou sem na altura ainda o saber que algo se estava a passar e dou por mim na berlinda de seguida.

sobre o perfil do procurador da republica, tenho pouca informação, só me cruzei poucas vezes com ele, mas posso pela sua linguagem não verbal detetar um conjunto de posturas de braços, mãos , posição de cabeça que revelam um lado inquieto e de alguem que tem estado preocupado, como eu de certa forma, pois nos encontramos em posições de dupla simetria, ele o procurador que tem o poder de procurar e não encontra ou pouco encontra, e eu que procuro, sem poderes nem extensões e vou encontrando, nas vezes em que me é dado esse ver.

é evidente que esta analise de caracteristicas comportamentais nã prova nada em meu ver, nem num sentido nem noutro, mas dá-me a clara ideia de um homem que está muito inquieto e relembro imagens muito anteriores onde me pareçe existir qualquer coisa de diferente.

a questão para mim é esta , porque é que o procurador não acha ?
porque é que o procurador não acha as crianças que desaparecem e vão desaparecendo cada vez mais em relação às procuradas, em termos absolutos não sei, mas por memória, parece-me que sim, mas não tem significada para além de o pesado significado de que desaparecem mais e significa que o sistema não está funcionar bem.

a questão dos raptos, da pedofilia que em Portugal se conhece à mais de vinte anos, com ramificações nas ilhas onde ancoram iates estrangeiros e é claro à luz de tudo o que se sabe que estas actividades criminosas se organizam em escala larga entre diversos em diversos paises.

se um procurador não tem condições para fazer o seu trabalho, ou as arranja ou então não se percebe o que fica a fazer e quando assim é pode-se então perguntar porque razão ele lá está, se serve de cobertura, ou se é pau mandado de alguns poderes, e não tenho esta ideia de souto moura, mas tambem não tenho a contrária clara.

é e demais evidente a promiscuidade que sempre existiu nesta democracia entre os diversos poderes institucionalizados e de outros que nem o são, como o dinheiro, que se dá para parar ou avançar processos numa pilha no tampo de secretaria.

o que é que eu pedi aos partidos na minha interpelação, que se posicionassem em relação à minha pessoa, se queriam paz, se me deixam viver em paz, ou se continuariam a fazer guerra e pumba, foi o necessário e sufeciente para voltarem o bico ao prego sem me dar resposta à pergunta, o que por si só já indica, que a acção e a intenção não é a mesma, ou poderá não ser.

para se abusar de crianças são precisas casas de certa forma isoladas em sitios isolados e isso custa muito dinheiro e revela que quem o faz são gente nas vezes com muito poder e poderosas, que compram o silêncio de outras à volta nas aldeias, nos que fazem as limpezas, etc.

e depois fazem-se os filmes pornográficos e se monta a distribuição em escala internacional, cada vez mais apoiado pelos novos media. a questão da pornografia ficará para outra altura.

o que eu vejo do que pode ter dado o pretexto para uma qualquer acusação. o facto de ontem ter deitado fora um conjunto de cassetes video antigas de pornografia que tinha e vibradores que usei, mas que não quero mais usar, bem como as cassetes e assim as deitei fora. reparei ao deitar que havia camaras de vigelância e disse-me ainda bem. ficará claro que foi eu que o fiz se é que elas estavam a gravar, nada a esconder.

a outra prende-se com umas estranhas indicações na igreja de S. Vicente, com uns nomes na porta que não sei quem são, pelos nomes não reconheci e um que falava de um agente 007, que não deixei de associar a uma pergunta que recentemente aqui publliquei, pois ouvi que existia uma suspeita de assasinato relativa a Portucale. ora o que me recordo deste caso não é claro, mas penso que estará ligado a gente com actividade politica que a usou indevidamente para abater sobreiros? quando agora ouvi falar de possibilidade de homicidio, o meu ouvido arrepanhou-se mais um bocadinho, pois Portucale é tambem nome de um blog onde eu penso existir mais que uma pessoa, mas uma delas é meu correspondente desde longa data, tem-me conduzido em matérias de estudo, qustina de uma forma brilhante e simples e se bem que nunca o tenha visto, trago-o com muito amor em meu coração. já por algumas vezes estivemos para nos encontrar, mas nunca aconteceu até á data e fiquei com preocupação, de forma que lhe enviei salvo erro dois e-mails com perguntas para saber se estava bem e se me teria enviado alguma vez um livro.

vamos lá a ver se nos entendemos sobre esta história do livro.

o meu amigo, não conheço seu nome, só as iniciais e assina com eu tambem as vezes só por p.
curioso agora pensar nisto, pois assim ambos o fazemos e assim ambos podemos ser em parte confundidos, por quem quiser isso usar.

meu amigo nunca me disse directamente que me enviaria um livro mas por escritos que por assim dizer ele me conduziu a ler, fiquei com a ideia que eventualmente poderia chegar um livro da sua parte.

tambem não sei como será obvio, pelo anterior dito que não tenham sido enviados por meu amigo mais livros a outras pessoas.

contudo dei conta, porque me pareceu um ponta de meada importante depois de pensar nisto, um incidente curioso e durante a escrita descobri, que efectivamente aquele envio na aparência seria dele, pois o referenciava por um link que só parece na primeira vez que se abre uma fotografia do recibo que eu pedi à dhl para me enviar visto que não batia a bota com a perdigota.


ou seja leiam lá abaixo, porque já está narrada. tenho as fotos dos recibos comigo em mail, tem outro nome, outra direcção e na altura , porque o senhor disse entretanto na segunda vez ou terceira que falamos que afinal eram destinados a um outro. não tinha que aceitá-los.

por isso quando ouvi falar em homicidio, decidi perguntar a meu amigo se ele me tinha ou não enviado, sobre o ele estar bem de saude é preciso saber que a nossa correspondência se dilatou, fomos falando menos, mas recebi recentemente e trocamos saudações no ano novo, ou sej aparece-me que ele estará bem, atendendo que não sei quem ele é em pessoa embora me aproxime, por outros elementos que me chegaram e que fazem sentido, mas não revelarei uma eventual identidade, que não conheço, pois só lhe vi assinar das duas formas já descritas.

contudo, o ultimo mail dele, mais a informação, fez.me pensar um bocadinho mais no assunto e reflectir com mais cuidado, porque.

meu amigo diz no seu ultimo email que me enviou, que ao contrário de que estava previsto não nos iriamos encontrar agora mas sim daqui a uns meses. e como eu não tenho memória de alguma vez termos marcado um encontro com data fechada, achei um bocado estranho, parecendo que poderia ser um outro a falar por ele, pois meu amigo é muito bem educado e claro!

não tive resposta ainda aos emails mas é norma que ele não me responda em cima da hora. por outro lado ainda fiquei triste porque ele ou eles deixou ou deixaram de escrever seu blog há muito tempo e de vez em quando vou lá ver novidades que não há.

mas algo em meu coração me diz que não está bem, uma especie de ausência não presente mas sempre sentida, quando a sentia e já há muito tempo que não.

não me digam que acabei hoje de dar com aquele que o recebeu?

se é meu amigo que foi morto, para além de querer saber quem foi! admito que quem o tenha feito o possa ter feito tentando parecer que um outro, ou eu, à luz do que já escrevi, o fizera.

se ele foi morto, então quem me escreve em seu nome? mas a mim parece-me que há aqui um desvio do livro à luz do que descobri, ser dele, pelo link que uma vez agora apareceu quando fiz um copy e paste de uma area da foto da factura para word e depois tornei a fazer é já não aparecia. brilhante, como ele é e subtil, tanto que eu não apanhei a ligação quando elas me chegaram, na primeira vez que as vi. esta descoberta foi feita quando relacionei o que ouvi com a possibilidade de ele estar morto e foi então olhar de novo os recibos.

os amigos de meu amigo em seu pensar e ser mnaquilo que conheço, não fariam mal com esse livro e vê-se muito mal a acontecer de um momento para o outro sem se perceber porquê, o qu aponta para que assim escrevendo.

suma, eu sou um homem a abater, muitos o tentam. a montagem feita na divisão em parte provocada na separação e rompimento da minha familia, demostrou-me claramente que existem muito poderosos a fazê-lo e nisso interessados, ou seja, não foi uma mera separação.

talvez juntando estes dois fios se chegue à pessoa que se procura e acabei de na revista que hoje comprei que originou os email com o rui malheiro uma indicação do nome de um homem que eu não sei identificar que estaria com a minha ex mulher, mas que ainda não tive tempo de outra vez olhar e não me lembro, porque não fixei. tenho que ir procurá-lo.

não foi por não querer correr risco que não foi buscar, só que aquilo não batia certo, só agora é que o percebi.

foi ele morto?
era ele o pai da Inês?








( isto é relativo ao rui malheiro)
sobre o recibo que agora chegou de um envio atrasado, os mails de hoje para esse homem foram os primeiros que com ele troquei e fi-lo porque comprei hoje uma revista onde ele aparecia e perguntei-lhe quem era a rapariga que estava na capa em sua mão e ajuda disse-o pois como ele diz no texto parece que não dorme à uma semana e está de facto com olhar cansado, mas nem sei quem é, ou pelo menos não associo nome e cara vista. embora malheiro como nome sim, pois há um do tempo dos Olivais e do liceu, mas não recordo neste momento seu primeiro nome.

isto foi uma resposta à chegada do recibo
isto está muito giro e a a mostarda está mesmo a chegar ao nariz.

há mais de um ano que estou a ser apertados por todos os grupos que existem e eu como de costume, o sózinho, toda a Santa Vida a levar com eles, entram sem bater, porrrada para cima, sabotagem do carro para ter um insuspeito acidente e assim caí de uma ponte abaixo, porque me desafinaram os travões de um carro novinho e pumba lá vou eu, a queda da mota provocada por quem teria que me conhecer muito bem e teria que ter a senhora que a encenou sob uma qualquer rédea muito curta, pois ela arriscava-se.

quando recuperei os sentidos e olhei o céu, sentindo-me fora de eixo com o pescoço de lado, a senhora por cima pede-me desculpa e vai-se embora deixando-me ali estendendido. eu eu silêncio, sem perceber mesmo porque é que pedindo desculpa me abandonava ali na rua sózinho, rapidamente aparecerem meus amigos e foi a primeira vez que entrei num hospital publico e fiquei chocado com a miséria que vi e que ainda hoje se as paredes e as pinturas são mais bem feitas e limpas, continua na essência na mesma.

antes disso uma espera no liceu com ciganos de faca na mão para me espetarem, que me safei porque uma bela menina do grupo do cds e piores mirns, e sei lá mais o quê de escumalha com comportamentos fascistas que sempre que podiam, usavam e abusavam da força e queriam dessa forma que as coisas fossem resolvidas a muro.

tanto mal fizeram a tantos, esperas e cenas de pancada violenta, e muito medo, tentavam meter e fazer medo, velha estratégia velha como o mundo que acabou, pois agora é paz.

cds , mirns, provavelmente pedro santana lopes por detrás que sendo mais velho era do bairro dos Olivais, mas isto era preciso lá pertencer para saber, e isso não era o caso, o caso era eu liderar os que a eles se oponham e lhes davam combate politico e entrava assim em pancadarias.
uma espera à porta do liceu em que levei que me fartei de jorrar sangue, sitios do bairro, zona das vivendas, onde uma vez entrei com um amigo, de noite e fomos corridos à pedrada de calhau de passeio até ao relógio. imagine-se , não eramos só nós a descer a av. de mobylette, mas tambem os carros e os meninos não se coibiam de continuar a atirar pedras da calçada. ao isto recordar, só posso mesmo agredecer a Deus e à Estrela que vela sobre mim, pois só assim ainda aqui estou.

minha vida é um filme mais rico de qualquer filme, como a vida de cada um sempre o é, e a realidade ultrpassa sempre qualquer ficção.

e entes das pancadas com o cds, no tempo em que os que se comportam e actuam como fascistas ainda não podiam dar a cara, porque a chamada revolução ainda estava fresquinha e a florir como minha Amada, o mrpp, do durão barroso e de um tal de ruan que vinha da america latina como alguns outros que nessa altura cá aparecerem e se destinguiam pela experiência em organizar e em violência e lá levei eu com ele diversas vezes. já dei conta neste livro que do encontro e da ruptura com o durão à bruta e sob clima de intimidação, se não fosse um dos mrpps que gostava de mim, acho que dessa como outras vezes teria acabado à porrada e eu a levar que geralmente era sempre despropocionada, assim faziam eles na mais da vezes.

e os meninos da direita e extrema direita, como se chamam desde essa altura e até à data, nessa infeliz e propositada invenção de se colocarem num só lado da de uma linha imaginária que serve sobretudo, assim sempre o vi, para justificar as lutas de poder entre grupos e que por essa razão não se conseguia nem se consegue por vezes ainda, ter a tranquilidade para fazer as coisas bem feitas.

depois não era só no liceu d. dinis. às páginas tantas controlava o liceu padre antónio vieira e mais três ou quatro escolas e portanto essas eram as cores do tempo. pancada, violência e mais pancada, extremismos vários e tudo aquilo levado muito à séria, pancadaria nos intervalos, muitas vezes com gente arrebanhada de outros liceus, outras que nem mesmo eram estudantes.

conclusão com vista a elaboração da suspeita que vos irei apresentar ou mais que isso se o texto assim se organizar, pois escrever em verdade é sempre fazer Luz.

confronto e ruptura com durão barroso, que me tomou de ponta, aliás já vinha preparada, porque olhando o trás, foi grande o esforço para eles me me seduzirem e um muito estranho, agora episódio de um encontro que não se chegou a realizar em local fora do liceu, numa manhã de nevoeiro e que todo meu corpo me disse na altura de quão intranquilo estava.

o ruan, foi o cão de guarda que o duraõ deixou no liceu d. dinis e lá levei eu com ele por diversas vezes. foi bem para testar os meus limites, de apreender a lidar com a violência, embora como é óbvio nenhuma criança nem nenhum jovem deveria nem deve viver em tais climas, mas revoluções são assim, nas vezes e bem podia ter sido pior, ainda bem que não.

A figura sombra de pedro santana lopes, afastada do liceu, nas reencontrada nas refregas das faculdades e bem eu rezei aos dois para que se safassem e assim aconteceu, num dia em que a situação se invertera completamente e eles estavam rodeas de mais ou menos uma sentena depois dos outros term sido escorraçados com um ou dois estalo, tal era o medo e aflata de coragem dos seus acólitos, mas protegi e tirei o chapeu porque não fugiram. rectifico , nem isso poderiam eles fazer pois estavam encurralados, um pouco como eu me sinto agora para ser suave pois esta tem sido a tónica dominante na minha vida. e rapidamente aprendi uma coisa, fugir era sempre pior, levava-se na mesma e os meninos ficavam a pensar que era mais facil tornar a enfardar. lembro-me porque que não fugia de ouvir boatos que vinham de outros escolas que eu era, isto e aquilo e cinturão negro de karate e mais não sei o quê.

parei um instante e reparei que meus amigos que aqui agora estiveram me levaram a rosa que fenece esperando minha amada e deixaram visivel, um panfleto de um filme que se chama proof e que diz como sub titulo, o maior risco na vida é não correr riscos, certo e verdade, verdadinha, verdadeira.



continua , vou passar para word para não me acontecer o que me aconteceu recentemente onde perdi todo o trabalho, que o meu pc, não tem liçenca renovada do anti virus e cheira-me que para cá são alguns enviados.