segunda-feira, dezembro 31, 2007

ah minha amada, meu coração bate mansinho assim no minimo dos minimos, um bater no minimo vital que lhe permite continuar a viver e se assim é no meu suspeito que no teu assim será

os simbolos são reais como tu e eu, e nas vezes são leves e nas outras podem pesar, não se sabe ao certo quando o menino outrora nasceu, mas meninos nascem e sofrem e se vão todos os santos dias e o amor é natal de todos os dias

é triste passar o natal sem meu filho e sem ti, e doi mais por ser natal, mas não deixa de o ser e hoje à meia noite o ano muda, mas a noite é sempre eterna e seu amado sol tambem, um se deita e outro se levanta, às vezes penso que será assim connosco, tu num lado do mundo , eu em outro, ou se clahar moras aqui na minha rua e eu não te encontro, como as solidões reais dos dias nestas formas de viver

há bocado procurava na cidade a forma de publicar este texto, o espirito me dizia da inquitação, uma certa tesnão no ar, as pessoas de coração e faces fechadas, o espirito cantava, num cartaz a meu passar, será que ainda podemos acreditar

podemos sempre meu amor, podemos sempre que o amor é vontade, e tudo se faz se se quiser em amor fazer , mesmo quando a floresta parece cheias de sombras escuras, o sol sempre desponta e baila no ceu com a lua

levantou-se o dia em neblina branca que toda a cidade cobriu, o sol se via mesmo assim, prenuncio de encontro, de te encontrar, assim escreveram outrora as letras, para quando minha amada, um beijo em carne, ao perto , pertinho, abraçar, que saudades imensas trazem meu peito de ti, beijo-te muito e muito e infinito, e te desejo uma boa entrada neste ano que parece que amanhã, ou daqui a um bocadinho irá começar, a bem dizer, a mim sempre me pareceu mais palusivel e certo e acertado, ele nascer na primavera, que é quando eu outrora nasci, assim se casava o ceu com um estrela, e um rio dele descia, ou desceu

tive um estranho sonho em dia breve não muito ido, o surfista da net era o rapaz que ia passando a sida às meninas, quando acordei , era fim de tarde, abro o jornal desse dia, da manhã, e um surfista daqueles que corta as ondas, se fora, um belo rapaz, segundo disseram, uma noticia falava de um outro, que ia de um estremo a outro do mundo, e qu estava cm duas amadas, cuidado, protegam-se todos


lcsksgj, primeiro circulo da serpente kapa da serpente do gato do principe

até breve, enquanto não chegas aqui fica um etsrela de setenta e duas pontas para que os amantes todos lá dentro caibam e se protejam da loucura

acreditai sempre no amor

acreditai sempre na Senhora

acreditai sempre na verdade e na justiça que nela se funda

trago prendas para ti, mas ficam para a proxima nupcia

uma delas se chama de floresta de prata

y xi y b vaso

o iv xe gato dr
ah minha amada, meu coração bate mansinho assim no minimo dos minimos, um bater no minimo vital que lhe permite continuar a viver e se assim é no meu suspeito que no teu assim será

os simbolos são reais como tu e eu, e nas vezes são leves e nas outras podem pesar, não se sabe ao certo quando o menino outrora nasceu, mas meninos nascem e sofrem e se vão todos os santos dias e o amor é natal de todos os dias

é triste passar o natal sem meu filho e sem ti, e doi mais por ser natal, mas não deixa de o ser e hoje à meia noite o ano muda, mas a noite é sempre eterna e seu amado sol tambem, um se deita e outro se levanta, às vezes penso que será assim connosco, tu num lado do mundo , eu em outro, ou se clahar moras aqui na minha rua e eu não te encontro, como as solidões reais dos dias nestas formas de viver

há bocado procurava na cidade a forma de publicar este texto, o espirito me dizia da inquitação, uma certa tesnão no ar, as pessoas de coração e faces fechadas, o espirito cantava, num cartaz a meu passar, será que ainda podemos acreditar

podemos sempre meu amor, podemos sempre que o amor é vontade, e tudo se faz se se quiser em amor fazer , mesmo quando a floresta parece cheias de sombras escuras, o sol sempre desponta e baila no ceu com a lua

levantou-se o dia em neblina branca que toda a cidade cobriu, o sol se via mesmo assim, prenuncio de encontro, de te encontrar, assim escreveram outrora as letras, para quando minha amada, um beijo em carne, ao perto , pertinho, abraçar, que saudades imensas trazem meu peito de ti, beijo-te muito e muito e infinito, e te desejo uma boa entrada neste ano que parece que amanhã, ou daqui a um bocadinho irá começar, a bem dizer, a mim sempre me pareceu mais palusivel e certo e acertado, ele nascer na primavera, que é quando eu outrora nasci, assim se casava o ceu com um estrela, e um rio dele descia, ou desceu

tive um estranho sonho em dia breve não muito ido, o surfista da net era o rapaz que ia passando a sida às meninas, quando acordei , era fim de tarde, abro o jornal desse dia, da manhã, e um surfista daqueles que corta as ondas, se fora, um belo rapaz, segundo disseram, uma noticia falava de um outro, que ia de um estremo a outro do mundo, e qu estava cm duas amadas, cuidado, protegam-se todos


lcsksgj, primeiro circulo da serpente kapa da serpente do gato do principe

até breve, enquanto não chegas aqui fica um etsrela de setenta e duas pontas para que os amantes todos lá dentro caibam e se protejam da loucura

acreditai sempre no amor

acreditai sempre na Senhora

acreditai sempre na verdade e na justiça que nela se funda

trago prendas para ti, mas ficam para a proxima nupcia

uma delas se chama de floresta de prata

y xi y b vaso
Ah Senhora Mais Amada, que o Amor em que Vos Trago é Profunde e Leve e Rosado em Flor Permanente Mistério na Eternidade A Desabrochar

Sua Presença Senhora em Todo Mim, por Dentro e no Lugar do Uno Lugar, em Todo os Lugares, Vos Vejo na Imagem do Amor, Profundo e Etéreo Mistério de Vosso Passar e Contudo Senhora, Ainda à Minha Portas Não Aporteis e vou eu Triste sem O Ir, pois Não É Triste O Amor Nem Faz Tristeza Nem Trás Tristeza, É Só Um Vazio que em mim Habita de Não Vos Ter por Perto Pertinho, Vossa Presença em Carne Encarnada, Assim É a Dádiva do Amor Que Habita Vosso Corpo O Corpo do Amor

Triângulo do homem primeiro da serpente inglesa da hora maia do homem do circulo do rá que ora maia , da Senhora Aia da Senhora Amada, do quadrado europeu circulo do Amor em quadrado europeu Vaso do Serpenet Avó da C r ua z maior do rá do gato do circulo é, pr circulo do ff da fun un di e angulo da eve e Rosa do Sado em forte do primeiro formula um de oiro pe e rato mané do inglês ente Maria is teresa do rio na et e rato ni pai E AD e sab ab ro do chá da rocha da farmácia

Serpente ua pr e serpente inglesa cá serpente inglesa da primeira hora em cruz do dia do circulo duplo a mim, po rato den cruz ro e no do lu gato do ar do vaso maior do no lu gato do ar em dia do circulo duplo da lua grés gato e sap espanhol, do duplo vaso os e do jo na ima gata em dia do circulo do primeiro mor, pr ro do rte un dia do circulo er e reo da maria is té do rio do vaso maior do osso ps ss do ar e circulo em cruz do vaso do dia da Senhora do dó à min do homem primeiro portas po rta serpente maior cão e vaso europeu da cruz do rato is da teresa serpente em circulo maior ir, po is muito ladrar é, cruz do rato is da te circulo do primeiro mor muito em forte az cruz mais rato is te e za muito em cruz do rá da serpente da cruz do arroz do st e za é, serpente da ac en tua cão do circulo maior do vaso maior az zi circulo europeu em mim, que é o do peu, homem maior ab abi cruz primeira de muito ladrar do vaso do vó serpente da teresa , o pp pe rato to pe rato rti do vaso do avo do circulo ss primeira pr e serpente inglesa cá em circulo ar da né ee inglesa ca aa ra ana da encarnada , as serpente em é a dia maior da acentuação primeira da vida do vaso da ida do primeiro mor do quadrado maior europeu homem maior, ab It primeiro do vaso maior do circulo duplo ss circulo da rp do pro do primeiro mor

A tv ao fundo sem som em pano de fundo ligada está, vos vejo um instante como que sentada a um toucador, é um brevíssima imagem que aparece e no instante em que os olhos azuis eclécticos como faróis vejo, logo desaparece, subliminar, ou quase, diria meu coração ao vê-la assim de repente chegar sem chegar e partir, tem cor como se fosse sépia a imagem, como se fosse passado, e uma pele que mesmo em tom acobreado, se vê leitosa e alva como vosso nome, Senhora, o nome por que vos conheço sem mesmo conhecer, reconheço-vos no instante por dentro de meu coração, sei quem vi, mas não sei quem vi e o drama do amor inteiro na equação, se repercute no infinito, como poderia ser de outro jeito ou modo, se ele é Infinito e Nele Habita

Do triângulo do circulo do gil da tv da fun un do dia em p ano de fr et e un liga do vaso do maçon t ra co de la vaso os vaso e do jo primeiro ins sn tia co mo europeu serpente inglesa sentada em primeiro toucador, primeira dor do ca co mo faro is vaso e jo primeiro gato do duplo circulo dia esa sapa ar e ce sun li mina do rato circulo do vaso ua ase da di ria maria europeia do mei cora cão ao vaso m ac o nilo, é, primeiro br e vi e ss ima ipsissima a par ce e no ins tia europeia os circulo primeiro homem os az uis a primeiro circulo do rato etic os co mo faro is, as do rato e o rente che gato ar serpente em che gato ra e par tir da te de cor co mo serpente fo ss e sé pia p rim da ira em gata co mo sepernte do forte ss circo do primeiro po passado e uma da p e primeiro le me serpente no em tom ax circulo tampão br rainha ad circulo ser ep pen da inglês da teresa vaso maçónico do leito da lei do circulo do as e alva co mo vo ss circulo no da me da serpente da hora inglesa e reco do homem co do t rac o do vo serpente no ins cruz tia p or dia inglês cruz ro da maria eu do cora cão serpente ei europeia em vi e circulo do dr ama do rá rama dia circulo a mor in tei ro na e quadrado do ua são s ep r en te ep e rato c ut, no in forte e ni to co mo po de ria ser de o do vaso cruz ro je e ro , serpente ele é, in fi do ni tó e muito homem abi It primeiro

In sn t ante, br e vi ss i ma e l c r etic os fa roi s r ep r ente che g ra sé pia a i m g em, je i ro


Lua mais tarde descendo a rua dou de novo com a Senhora, num cartaz está sua imagem, rodado de baixo como um fuso que se eleva, trás suas unhas como seus lábios pintados em negra cor, suas unhas pintadas em forma curiosa, desenham vesicas negras, a cor não se junta a sua pele, habita só nelas, seu lábios, senhoras, ah seus lábio superior é perfeito barco, pintado como uma barquinha e meu coração se faz vela ao momento em que assim o vejo, meus passos atravessam a rua, já meus braços e mãos mimetizam os seus, e à sua imagem aportar, a beijo em sues lábios, minhas mãos pousam nos seios que não se vem no plongé em que está,

A un h as p rim t ad os v e z i ca s la bi o b ar quim homem mim eti za m ap ao rt a r, p l on g é ap un homem a s vaso e sic a primeira ac en tua ção ab abi os, prima ad os da p lan ge

A new cinderella is born, sorrio ao ler, e a pensar brincando, que pena, vai desaparecer pela meia noite, e lá tenho eu que a ir procurar pelo sapatinho, e sorrio mais ainda, ao dizer-me, só que desta vez conheço sua face, sei seu rosto e me digo ainda, tu és cego, se calhar passavas ao lado dela e não a vias, mas é meu medo a falar, é meu pedaço que é meu sem jamais o ser que me falta a falar, como quem diz, procura-a

Cin de r ella bo rn, d e s a p r ec e r s a pa t in ho, cn he ço di g o c la h ar n am é b de o ro sapinho cal do homem do ar na manhã

Como posso eu procurar, se lhe conheço o amor pelos olhos claros na janela da alma do amor eterno, se a amei assim uma noite no céu, só quando ela a mim chegar

Co me ç ho al ama no ite no c eú, a primeira arma

Conhece o amor o pai e o pai do amor, conhece o amor o dilema da amada, e sabe ele que só ela tem o poder de chegar, ele só lhe canta e lhe diz, recorda-te de quem és, volta a casa, que a cas par ti sempre é a casa e não tem portas para ti a não ser para te abrigar

C em he ce circulo primeiro mor circulo pai e circulo pa si do a mor psi

É o teu coração que o sabe, é nele que habita a tua vontade, escuta-a, eu mais nada posso fazer que amar-te na forma como vais, sabendo que melhor seria se chagasses, mas não é o amor nem pesca nem pescada nem pescado, o amor é livre como o peixe do mar, nem o pescador, entra em concursos nem mostra a cauda de pavão a dizer, olha como sou belo, e mesmo sendo-o e sabendo que o é, quando disso não se esquece tambem, o pescador confia amor ao amor amando, o amor não se toma, nem se compra nem se vende, dá-se, e o Universo o faz verso em seu certo tempo, quanto tempo tem o tempo ou a espera, e contudo na praia pelo entardecer e de madrugada cedinho quando o dia se levanta, o pescador olha o horizonte e assenta nele seu olhar e escuta as marés a ver se Ela lá vem.

eu ma si B.el, es q eu ç e o p es ca dr da dor se i u rte mp o es pe ra, e c edi n ha p es ca dr o l ha o h ori zo n te e a ss en t a ne le s eu o l h ar e es c ut a as mar és a v e r se El a lá v em az uk sw em gado ad circulo

Hoje a manhã nasceu esbranquiçada da cor de sua amada, assim é nos dias em que o pescador trás seu coração azul, azul que é tambem cor da melancolia, da presença am parte ausente, da espera sem espera no cais do mar, ontem uma cantora de jazz na rádio num festival em 58, assim lhe o dissera, e mais uma vez em cheio acertara

Curioso o jazz, o swing, sempre tão bons ouvido tem, sempre tão bem ouve na mais das vezes que ele o ouve tambem, e gosta o swing swingado de saber que o pescador trás seu coração daquela cor, por vezes o pescador se pergunta porquê e conversa então nas entrelinhas de uma voz ou de uma linha melódica de uma magnifica flauta

É um anuncio de perfume, trás bizarro nome, veneno da meia noite, ou poção da meia noite, e me sobe a memória frase que meus dedos escreveram recente, hora do crime e do terror, mas ela não tem nada disso em sua face, seus lábios são um barco de sorriso a sorrir, e seus olhos, Meu Deus, seus olho são faróis azuis do Imenso Mar, e a cor é de conchinhas de amor e peixinhos azuis e eu me perco neles , e eu me encontro neles, e neles a alma da minha amada fico todo a desejar

a n un cia sos rr serpente ob br ros fa roi s c on chi n ha s mad a fi co t o d o a de seja rato homem do

Ao lado habita um outro cartaz, a julia pinheiro, que se divide em quatro, vestida de noiva com um ramo de flores, a frase diz, casamento de sonho, e me sobe à consciência uma outra complementar e que assim reza, para uns terá arroz, para outros não, subentendendo no não, coisa amarga, ou situação amarga no pais dos arrozais, onde tambem chuvas estranhas aconteceram em tempo recente, assim o soube meu coração

11 ad o julia co mp le met ar chá uva s es t ra n h as ac on te ce ram em te mp o r e c en te,

No espirito do vento sem palavras em forma humana, mas não deixando de ser por isso, palavra, pois tudo o é, e todas são sopro do espirito, a reza, o dizer, o escutar,

Irias então amar, uma cantora gótica, a palavra não era bem essa em sua forma exacta, e o sentido que lhe estava associado ao gotico não necessariamente gotico, era de negritude, de tristeza, de revolta e de negritude e o homem se pergunta, quem és tu para assim julgar o amor, e quem quer que seja dos amantes?

1 L he est v a ne ce ss ari men te o ama or, e q eu m q eu r q ue seja d os a man t es ne g ritu dia espanha

Não trás resposta concreta o vento, e da mesma forma não gosta o pescador de revolta , de negritude, nuvens negras e carregadas, ou mesmo pela tristeza, não trás especial apreço, mas conhece a Senhora da Saudade, que muito pela vida o embala, o leva em seus braços e seu peito

Mais lua passada, vejo o anuncio na tv, desta vez está mais lento, reconheço-a sabendo já quem era, seu corpo envolto em leve véu transparente me desvela ao olhar, de perfil um belíssimo cheio prenhe de promessa de vida,

Ma si da un ária lua ais a n u cio na tv, ami s le q eu me a era, v eu t ra sn parente me d es vela ao o l h ar, de p e r fil um b elis si mo che io p r en he de pr mes sa de v ida,

Diz a bela rapariga dos olhos faiscantes, tu es vivant?, num francês perfeito, com estranha pronuncia, assim me soa aos ouvidos e fico a pensar se assim ouvi, mal francês formulado é, o prenome na pergunta vem antes do verbo

Di primeira da aa b e primeiro de la ra p ari pa de riga cruz vaso espanhol vaso iv formiga viva muito primeiro fr ra e ce serpente pe rato fe it o com., espanhol cruz rá anha p ron vaso un cia cio as serpente em me as primeiro os circulo vaso vi dia os em si le n cio serpente circo primeiro francês forte or mul ad o é, o pr eno me pr e no te

Responde meu peito em silencioso francês, minha querida, quando vos vejo, mais vivo estou, se não o estivesse, e se vos, tivesses ao pé, veria quanto mais vivo ficaria

Um ultimo plano, de costas a três quarto, a desaparecer por detrás do que se advinha ser uma cortina, ah Meu Deus suas pêras são sumarentas e trazem em si prenuncio de alimento daquelas perinhas mais pequeninas que nascem no peito e habitam por momento os ventres, onde os pais, muito beijam pelos umbiguinhos, e fazem muitas festinhas redondinhas no redondinho ventre do amor redondinho, e aprendem a falar lingua de bebe, e encostam as orelhas a escutar a musica e arregalam os olhos chios de espanto, quando o ventre se mexe, quando uma pequena mão ou pé, parece que vai sair pela barriga da Mãe e olham-na então com um misto de mistério, de fervor e preocupação, se aquele todo mexer não lhes dói, e elas os descansam muito, sorrindo, cheias de graça e graças e vida e alergia e os pais confirmam que as mulheres e mães são como eles feitas de agua do amor aquoso.

a d es spa recer o d pe ra s pe rin h as pe q eu ninas bei jo mam p elo s um bi gui n h os, f est in h as r ed o dn din h as no red on di n h o v en t ro do am mor re d on di n ho, a fa l r or e ll h a s pr ec up aç cão dói, e a la e g ria

Mais uma lua ainda oculta, e no espirito ouço o dizer, a rapariga, a tua mulher, está gravida, sim é possível, tambem me pareceu sem parecer, ou seja vi sem ver, sem no momento em que o vi o consciencializar, mais estranho o outro a seguir, o homem fica com a culpa, eu fico com o filho

Espantei-me ao ouvir tal dizer, está grávida minha mulher? É ela a minha mulher? Pois a gravidez pelo espirito concebido na distância, não me é estranho, mas ela o ser, quem o dizia, eu que não o sei, e nada no anuncio o anunciava

R ep e r c u rte em min h ac on s c e maçónico inglês cia um o ut ro di ze r, o um l he or do is q ue se c om p le men tam a ra pa riga, é po ss v ive e l, c on s c e en cia ali iza ar, Maio sis et s ra n ho c on ce ida

Repercute em minha consciência um outro dizer, o melhor, dois que se complementam

Um primeiro mais antigo, mas não tanto como isso, quase como um grito a dizer, bem te avisei, ela vai ser amada por outro, e o que lhe complementa, uma frase de um texto com o titulo, esboço de teologia profética, que diz às paginas tantas, Deus está triste , porque sua mulher se vai prostituindo

De repente surgia ali uma outra história, com certas parecenças, que se reforçaram no dia de ontem

As imagens desde casa passando na estrela e até ao metro

Caíram três pequeníssimas penas brancas ao meu passar no caminho que me levava do borja ao metro,

Rato ep pr inglês ente serpente ur gi a ali primeira circulo ur ta homem is tó ria serpente triângulo em agnes na espanhola cruz ela em té circulo da manhã metro, me cruz ro ca iram cruz rato e spa ni o l pe quadrado europeu un ni serpente si maria as pen às br anca serpente ao me europeu pa ss ar no da caminho q eu me primeira eva av s o a ava a do bo rato príncipe primeiro ao me et ro

A primeira caiu em frente a papelaria zodíaco, bem na esquina da rua da casa civil do presidente da republica, entre a papelaria e o ritalinos e as obras da bela morais, onde mais uma vez o pompe a beton verde, lançava o betão para a construção das paredes, ainda ontem em anotação do espirito me aparecera a palavra pompe, a bomba de betão, ou a bomba no betão, talvez a queda da manga no aeroporto, foi a que me veio a cabeça no momento deste escrever

A pr im eri a que caiu e m fr ente a pap e la aria zo di ac o bem na es q eu ina mab g a no a e ro porto

E li ad 66 é o sétimo do dn, pagina 35, ver quem é que aparece em sétimo lugar, se é que aparece.

E li ad 66 é o set tim o do dn, pa g ina 35, v e r q eu m é, q ue ap ar e ce em se tim o lu g ar, se é, q ue a pa r e ce es tim circulo

Hoje à noite a o voltar do café ao pé da casa que foi agora em dia recente deitada abaixo, um papel no chão, com a indicação do que parece ser um ip

66 ponto do dente do seis e laço segundo com traço vermelho, como um bastão, segundo pássaro da w maria . 2.66.29.53.16, 9, ou 66.2.9.53.16,7, ou 66. 26. 62. 95. 31. 69, do sessenta e nove do primeiro do circulo do seis da divisão de Deus, vaso iv da divisão da são de Deus.

Ao lado um promoção de vinhos, um folheto com uma indicação da estremadura e um recibo da galp da av de ceuta gespost d es c ri do cento e onze invertido no circulo e fit t rc 95 , terceiro, de setenta e oito, janeiro, primeiro do ponto da divisão da tríade do segundo quadrado da estrela do c up lo circulo , recibo do seis do circulo 11, muito 11 ca ix primeiro d oi serpente do circulo pr ie miro re circulo ib o

um pr mo ção da uma in di cc ção g es posta no cir c uk o e fit t rc 95 , t riade do c up l o circulo , pr i emir o ib o

No az a honda c oe celtic weel river, homem rato formula 1 ou mac ray dos rallys, coca cola dv, sim o homem da coca cola portuguesa o tiago, creio ser essa a sua graça, é parecido com o piloto que se fora, recordo-me de uma ou duas reuniões com ele na coca cola quando da gravação dos concertos, nomeadamente o do porto onde ele tambem estava, apresentado pelo villas boas, para quem fiz eu o trabalho, a gravação onde dei conta de um sósia, no porto, meu, o baterista de uma banda do norte, assim creio, que já aqui foi no livro relatado

No az a honda circulo oe ce l tic w ee el r ive r, homem rato f or mu la 1 ou m ac ra y d os ra ll y s, co do ca c ola d v o tia g o, r eu ni ãos vi ll as bo as Web

Ainda agora ao chegar, na sic uma homenagem a ele, nem de propósito como sempre o propósito é e depois um homem que falava no evento dos belos carros antigos da ford em Portugal, pelos setenta e cinco anos da marca, que ao vê-lo me fez recordar o tiago da coca cola, depois um dos mais antigos carros, com uma mala de madeira clara atrás da carlinga, trazia um x marcado em seu lado direito, um x da mala do passado, assim parecia dizer a imagem, relacionado com o tiago ou alguém a ele muito semelhante, talvez irmão, mesmo que não o fosse em sangue

Um carro me ficou na memória, um ford anglia que eram muito curiosos em seu tempo, com as duas asinhas atrás, um de cor clara, talvez azul bebé, que no autodromo ultrapassava um ford taunus, um carro quadrado e grande, com um ar e espirito muito robusto, assim em pequenino o via, se em que não lhe achasse tanta piada estética como ao anglia

um ford na g lia d ua s a sin h as c lar, no a ut o d oro mo u l t rp a ss ava um f or d t au n us, es pei rito pe q eu nino o vi a pi ad a es te tic a co mo ao a n g lia da gula ai a s sin as autopromovo t ra uu, vaso duplo do comboio, s auto do r omo ro circulo

Terminava a reportagem dizendo que só dois não tinham respondido à chamada da ford portugal, que bom tão grande adesão!

Circulo vaso a1 gato ue maria primeira dele um It circulo serpente em primeiro e homem formiga cruz alve, primeira ave, z e rn cão irão, me s mo q eu n ladrar circulo fo ss e em s na g ue

O homem da coca cola do mar do bo do ro da vasco da gama, falecera recentemente o vasco da gama, homem do mundo empresarial português, serpente do vaso 007 do corpo diplomático, inem santa jd affinis, af ina serpente um Porche prata do felisberto dos leitões , vaso do x de 95, je iv e co figueira, ap at ego set in s p rodízio grill a ga ad cab o da t ranstejo, seta laranja , cais do sodré, seixal, a rinho easy ject, tv cabo co sec

P or t u g ue s, j d, dj af fi ni s, um po r che p rta do fe lis berto, v ax o in sp ro di zi o g r i ll agá ad c ab o da t ra ns te jo, set a laranja , cais do sodré, seixal, a r in h o easy ject, tv cabo co sec

No jornal a imagem dos monges com seus papeis me disse, my na mar, príncipe un cruz primeira teresa ponto gato homem cruz da ten inglesa, serpente us, serpente crew on di ss inglesa teresa carvalho serpente, segundo vaso do primeira da un gato homem la cruz da un , segundo homem circulo do ur serpente , segundo do primeiro da min ut espanhola, primeira gata do circulo, y na gato seis em rato ponto europeu teresa serpente do dia do spy espanhol gato do rá da ua , onze y e primeiro sin, gato It serpente iron gato do rip om mya na mar apostolo serpente maria in city on cruz homem ur serpente day, cruz he príncipe da un cruz primeira em tin eu dia to ro un dia up serpente core serpente circulo do forte pe circulo p latino europeu and gato rill homem da un dia red serpente more ar rato est ted dia ur ring and af teresa triângulo ruth, rato do homem ut le ss c ra ck dia own no pro demo circulo rá cy mar do che serpente

No jo rna l primeira ag em dia os monges com serpente europeia s pa do pe is me di ss e, mina mar , p rin circulo ipe un circulo rato vaso do z pr e meira teresa p on t o gato h o me cruz da ten inglesa, ser p ente us, s e rp en te circulo re w, vaso duplo, on di ss in g 1 esa te re sa car v alho serpente, serpente g un dia circulo vaso da primeira da un gato homem la cruz da un , se gun dia circulo homem do ur serpente, se gato vaso dia duplo circulo do primeiro da min ut e s pan da hola, pr e me ira da gata do circulo, y na gato serpente is em ra top on t circulo eu ro peu da teresa serpente do dia do s py espanhol gato do rá da ua, onze y e primeiro sin, gato it serpente i ron gato do rip om mia na mar a ps ot l o serpente maria in city on cruz homem ur serpente day, cruz he p rin c ipe da un cruz primeira em tin eu dia to ro un dia up serpente core serpente circulo do forte pe circulo p latino europeu and gato rill homem da un dia red serpente more ar rato est ted dia ur ring and af teresa t ria n g u lo ruth, rato do ho em ut le ss c ra ck dia o w n no pro demo circulo rá c y mar do che serpente gui ad o ro

Em frente à igreja da basílica da estrela, onde em tempo não muito ido se deu a polemica no enterro pelo uso do ritual maçónico no espaço d igreja católica, que na sua fachada tem impressa e patente o olho da visão dentro do triângulo, o imemorial e precedente símbolo da visão, anterior mesmo à fundação da igreja católica apostólica romana, salvo erro, o enterro do pai do antónio costa.

Em fr en te à i g r e j a da ba sil ica da es t r ela, onde em d eu a pol onda em cia no en te rr o p elo us o d o r itua l m ac o nico no esa p ço d igreja ca talo cia, que na sua fa chá d a te m im press e pat ente o olho da visão d en t ro do t rin g u lo, o i memorial e pr e ce dente s im bolo da visão, ante i ro me sm à fun da ção da igreja cat o lica ap os to lica ro mana europeia me quadrado os uis pal la car ac ar


A pena em seu cair me disse, todos os desenhos, todas as cartas, todas as rotas, apontam para o raguebi de direito, qual perguntei, o grupo que joga raguebi na faculdade, ou o grupo de direito que me quis placar, e cujos elementos e factos já aqui se encontram neste livro amplamente descritos, deverá ser o segundo, sem sombra de dúvida a atender a tudo o que de negro e mau se tem passado

No jardim da estrela, os meninos da escola vestidos de verde azeitona, como no alentejo, o local do pitta e de outros que muito aparecem associados a um semi circulo, a outra ao cair me fez reparar na menina que alheada do grupo e perfeitamente focada na sua brincadeira, brincava com uma arvore, caiu um fruto dela que rolou em diagonal atravessando todo o pátio até ir parar aos pé de outro menino, fez barulho, grande, mas pareceu-me que só eu reparei na sua queda e observei o seu rolar, o menino a que ela chegou, nem disso se deu conta

No jardim da t re la, os me nino s da e co la v es tid os de verde az e it ona, co mo no a l en tejo, o lo ca l do pi tt a e de o ut ro s q ue mui to a pa r ec em as soci ad os a um s emi circulo, a o ut ra ao c air me fez r ep a ra r na me nina q ue a l h e ad a do g rup o e pe r fei t ame n te fo c ad a na s ua br inca de ira, br inca ava v aa com uma ar vo re, caiu um fr ut o d ela q ue ro l o u em dia g on al at rave ss na d o todo o pa tio a té ir pa ra r ao s pé de o ut ro me nino, fez bar u l ho, g ran d e, ma s par e ce u- me q ue só eu r ep a rei na s ua q eu d a e ob s e r v ei o s eu rola r, o me nino a q ue e la che g o u, ne m di ss o se d eu c on t a

Passara pedaço grande da noite com o belo rapagão e sua filha em meu coração, no meu pensar e no falar dentro da alma e do coração

Pa ss a ra pe d aço g ra n d e da no ite com o b elo rap g ão e s ua fil h a em m eu cora ão, no m eu pen sar e no fa l r d en t ro da al ma e do cora ção

Na sala a senhora aproxima-se de mim, vem por trás e me interpela, e me pergunta se eu estou ali pelo homem, respondo-lhe que sim, pergunta-me se conheço ao sua obra, e ae lhe peço desculpa por estar a falar em português pois não reparara que me falara em castelhano, sua voz era baixa, seus olhos profundos de um azul forte, cobalto

Pergunta-me se eu conheço a obra dele

Para ser franco não sei se a conheço ou não, ainda durante a noite o pensara, se tinha lido já algum dos seus livros, e estivera quase para ir ver na biblioteca se lá morava algum, e que por mais que pensasse e o tinha feito, não recordava nenhum, nem história nem titulo, mas algo em mim não me o fizera confirmar na estante, e acrescentei, contudo estou muito ligado a este homem, é um belo homem, tem um belo coração, e creio que é o acto da escrita que nos liga, e lhe perguntei, e a senhora, conhece ce os livros dele? Talvez me possa recordar algum dos seus títulos a ver se eu os reconheço, olhe estão ali naquela prateleira

Co me che de serrilha circulo duplo serpente vi vaso ros dia e1 el da foice grande cruz a1 vaso e z me po ss a r eco r fia ar e primeiro pe rato gun un tei e a serpente in g k e sa da hora dos serpentes is titu titã primeiro os a vaso er rato s ep r en te os reco muito homem e co circulo primeiro homem espanhol tão ali no quadrado europeu ela pr ra no homem do ira co messe ce

Entretanto a senhora, fez com seu olhar dois ou três travelling descendentes e ascendentes sobre o meu corpo, chegou, uma vez aos sapatos, voltou a subir o olhar, tornou-o a descer na perturbação que sentira na necessidade de os ver outra vez, seu corpo em mesmo tempo recuava um passo para trás

En t rta ant o a s en hora fez com s eu o l h ar d oi s o u t r ês t ra ve ll in g s d es c en d en te s e as c en d en te ss ob br r e o m eu co rp o, che g o u, uma v e z a os sa pato s, v o l t o u a s ub i ro o l h ar, torn o u- o a d es c e r na pe rt ur ba ção q ue s en t ira na ne ce ss i dad e de os v e r o ut ra v e z, s eu co rp o em me m s o te mp o re c u a va um pa ss ao pa ra t rá s

Em meu coração lhe disse em silêncio, senhora , porque me julgais pela minha aparência? Bem sei que trago trajes humildes mais ou menos limpos, mas não descurei minha limpeza, trago meu corpo limpo

Em me u cora ção l he di ss e em si l ên cio, s en hora , po r q ue me j u l g ai s p ela min h aa pa r ên cia? Be m s ei q ue t ra g ao t ra j es hum i l dia es ma is ou me no s li mp os, ma s n ão d es c ur rei min h a li mpe za, t ra g o me u c o rp o li mpo

A conversa ficou por ali, a senhora se afastou, o belo rapaz tinha subido o estrado do café e sentara a uma mesa com uma rapariga com um microfone vermelho

A c on ver s a fi co u p or ali, a s en hora se af as t o u, o b elo ra paz tinha s ub ido o es t ar d o do ca fé e s en tara a uma me sa com uma ra pa riga com um mic ro f n e v e r mel h o

Aproveitei para ir ver seus livros, e então reconheci, reconheci e mais tarde me lembrei, que lera dois de rajada em casa de uma menina com o nome de sua filha, ficara lá um fim de semana, a bela rapariga me apresentou os livros dele e eu comecei a ler e só acabei no fim, os beijos tambem acabaram mais ou menos no mesmo tempo, somos amigos, assim o crê meu coração, muito de vez em quando nos encontramos, hoje tem ela um filho pequeno que eu já vi.

Ap ro v et e i pa ra ir v e r s eu s li v ro s, e en tão r eco n h e c i, r ec on h e c i e ma is t arde me lem b r ei, q ue le ra d oi s de ra j ad a em c asa de uma me nina com o no me de s ua fil h a, fi c ara lá um fim de s ema na, a be la ra pa riga me ap r e s en t o u os li v ro s d ele e eu co me ç ei a ler e só ac bei no fim, os bei jo s tam bem ac ab ram mais ou me nos no mes mo te mp o, s omo s ami g os, a ss im o c r ê me u cora ção, um It o de v e z em q ua n d o no s en c on t r amos, h o j e t em ele um fil ho pe q e un o q ue eu j á vi.

Vivia ela nessa altura ao lado do mar, de um sitio que me fazia recordar minha infância, pois era um local onde ia com os meus pais nalguns fim de semana, e trazia boas memórias daquele lugar, mesmo sem as recordar em exacto, de estar ali a brincar, a correr, pelo terraço sobre o mar, nem sei mesmo se teria uma piscina, era o inatel, o inatel da linha, que depois fechou e esteve muitos anos ao abandono e sempre que lá passava meu coração sentia estranheza, por aquele lugar com aquela bela localização para ali, assim estar.

Vaso iv ia, ela ne ss a1 t da ur primeira ao l ad o do mar, de um si tio quadrado ue me forte az ia rato do eco rato dia ar da min do homem primeiro in fan cia, po is e ra u mm lo cal on dia ia com os me us pa is muito al gun serpente sfi, fi maria de serpente mana, e cruz do ra za e boa serpente me mória, serpente dia primeiro quadrado europeu le do lu gato do ar do triunfo dos porcas, me serpente mo, serpente em às record ar em ex cat circulo, de espanha cruz ar ali primeira br in car, a co rr e rato p elo da te raro ra ço serpente circulo br e circulo mar, ne m s ei me s mo se t eri a uma pi s c ina, e ra o ina te l, o ina te l da lin h a , q ue d ep oi s fe ch ou e es t ave mui to s a no s ao ab na d on o e s em pr e q ue lá pa ss ava me u cora ção s en tia es t ra n h e za, p or a q ue le lu g ar com a q ue ela be la lo ca l iza ção pa ra ali a ss im es t ar.

Penso de novo se posso considerar Sofia minha amiga, pois me recordo de uma faceta que na altura dela conheci, de ser uma rapariga capaz de grandes ressentimentos, e os seres ressentidos nas vezes se tornam vingativos e houve uns anos em que eu sempre a senti com alguma dose de agressividade, que depois passara quando teve seu filho. Tem ela uma irmã que trabalhava no audiovisual, salvo erro trabalhou com uma empresa espanhola , das primeiras a cá se instalar, uma onde se deram algumas das primeiras reuniões da futura associação dos produtores, e que na altura era conduzida pelo francisco ribeirinho, a quem eu um dia perguntara, é da família do ribeirinho, o actor, na esperança que sim, pois o trago em meu coração, mas para meu pesar , não o era, alias era um rapaz que pouco tinha a ver com o audiovisual, de parte de sua formação, recordo uma sala onde estava uma fotografia da fátima lopes, que terá entrado numa das primeiras produções dessa empresa, salvo erro, a que a lançou, fátima que agora aparecia numa capa de revista, com uma face carregada de estranha emoção, que me fez parar e olhar e olhar uma segunda vez.

Pen serpente circulo de muitos ovos po ss circulo em sid e ra rato do ar da sofia minha amiga, que será então uma outra, po is me record circulo de primeira forte ace er eta quadrado europeu na a1 cruz, ur primeira dia ela e circulo do ser primeira rp a ap ari riga ca da paz de gato ran dia espanhol re ss inglesa rim inglês cruz os e os Seres com., ak gum primeira do zé de ag re serpente iv da vareta do pai de idade s l av o e rato ró quadrado ua da tv cruz eve serpente europeia fil ho

Cruz e la primeira irmã quadrado europeu que trabalhava no audiovisual, au di circulo do vi serpente ual cruz rato ab aba primeiro homem com , da primeira em presa espanhola, das pr e meria serpentes , primeira cá, serpente ins em tala da cruz do lar, é da forte ami milia do rei do bei r rin do ho circulo do actor na espanhola pera da ch ava rança, esperanza, po is circulo cruz rago em maria europeia aa coração, pa ra me eu pe sar muito cão circulo era, ali as era primeiro ra da paz europeu po vaso tinha primeira vaso e rato com. do audiovisual, de par arte inglesa cruz ra ad circulo em uma das p rim e ira s pr circulo dia vaso das ondas do oe espanhol de ss a em presa sa ll, serpente alvo e rato ró, a primeira eu ro pe ai do lam do fá tim a europeu do grupo Agora, a pa do ar da cia muito primeira kapa de rato evi vaso vista ista com primeiro forte a ce car e gado de espanha cruz da r anha emo cão de faca europeu me fez que me f espanhol maçon parar e circulo primeiro homem ar e circulo do primeiro homem do ar da primeira da segunda vez da ser ep pen ente inglesa gun do vaso z, dos que me marcaram, a mara circulo ram do carro da primeira manhã do mar.

Uma expressão que desvela uma emoção a trepidar, algo que não ia bem, como uma paixão, um paixão desesperada ou com algo que lhe trazia arrependimento, como se tivesse divida em seu coração, aquela bela menina de emoção tão quente, tão a flor da pele.

Primeira ex pr e serpente são, ss cão do quadrado europeu dia espanhol da vela , primeira emo cão a cruz do ré ep do pi dia do ar a1 gato circulo europeu não ladrar do ia be m , co do mo da primeira paixão, primeiro do paixão, o da serpente espanhola desesperada da ep pera ad a circulo vaso com., a1 gato circulo do europeu que lhe trazia arrependimento, o primeiro homem da cru da raia , ar az ia ar re da cante di inglesa do homem tó co do mo serpente ss cruz ive ss e di dividida, a sexta di ida em serpente europeia do coração , aqui da europeia ela ne la me nina do emo cão cruz grande quadrado europeu ente inglês, cruz primeira flor da pe latina europeia.

Dizia a capa que foi a única coisa que consegui ver, que ela estaria disposta a trocar a carreira pela família, interessante dizer nos dias de hoje, para quem trás uma vida tão carregada de trabalho e simultaneamente tão publica, pois a família, é mar mais reservado, assim deve ir, para inclusive se poder manter, tantas as invejas a que aqueles que são considerados figuras publicas originam, invejas que pr vezes tomam a forma de destruição, de ataques, ataques que as vezes mesmo destroem as famílias, gente doente que nem isso trás em conta.

A di z e aa da Kapa que foi da Única, co isa quadrado eu ro peu circulo em serpente gui da visão, quadrado europeu e la espanhola cruz ari, a di sp posta primeira cruz da roca rato top primeiro carro do rei ra pe la forte ami li primeira, in teresa ss ante, di ze rato no serpente do dia, serpente do homem circulo cio ao pe príncipe maçónico e, pa do ra quadrado eu em cruz rá serpente primeiro da vida cruz cão do carro do rato ega dia primeiro dad e cruz rato ab aba pt primeiro ho e serpente em mul t ane a m en teresa cruz cão da pub, do li ca, po is a f am e li pri e m ria aa, é, mar maiores ais da re serva do, às serpente em dia eve e ra tor, pa ra em cc circulo lu serpente ive, serpente do poder do homem da teresa, cruz das natas às em veja serpente primeira que é da ue pri me ro quadrado do dr rá da ua, eu le serpente da são circulo em sid e ra dis os figo ra serpente da pub, li ca s ori gin a maria, in veja serpente q ue do pr vaso e ze serpente do tom da manhã primeira fo rato maior de dia espanhol da cruz do rui ção, de ataques, à cruz primeira, quadrado do vaso espanhol q ue às vaso e zé ss serpente me sm circulo, dia espanhol cruz do ro em às f ami l ia serpente, gato inglês da teresa dia do oe muito teresa q eu da ne maria is serpente circulo cruz do rá serpente em conta.

Estranho toda esta ligação que se vai desvelando nestas letras, primeiro o erro no inicio, trocar a palavra Mais Amada, por Maia, que é outra mulher com quem ela trabalha, mas maia, tem diversas declinações, do povo maia, das abelhinhas que fazem o doce mel do amor, e todas as senhoras aqui nestas letras de meu coração, são abelhinhas, cada uma em seu próprio jeito.

A primeira do li é a maya, a ma ua, a maia, me declinou assim agora o espirito, donde existirá tambem ligação com os acontecimentos de mayanmar no final de oitenta e no eco da volta do circulo que agora se expressou, do ac em teresa da cie mn da cruz os mm m a y a muito mar do marquês do po m bal mariana do ram ac ao ká do tua

Espanhol cruz ra muito ho cruz do vaso da es cruz primeira li gato ac cão da faca quadrado do rá circulo ue serpente vaso dos ai dia is espanhol vaso ela la lan circulo ne st às primeiro et ra serpente, p rim e pin ce l ro circulo e rr circulo dia espanhola vela dor do no em ni cio, cruz da roca rato primeiro ra pal do av ra Maria ais Am primeira da, p or da Maia, quadrado ue é, circulo ut ra mul her, alemã com, com quem ela trabalha, q europeu da ela cruz ra segundo bal da A1 homem primeira, m as maia, teresa maria di versos sas dia ec lina ç õe s, do p ovo da maia, dia às abe primeiro homem em homem às q ue forte az emo dia circulo ce, mel, da manhã do amor, e todas as serpente da inglesa h o ra, serpentes aqui ne st às le cruz ra serpente de m eu coração, são ab abe e primeiro homem em h às, circulo cad ad primeira uma em serpente europeia p ró p rio pt r in cie p e It circulo.

E recordo tambem, as referencias a um outro ser alado, que tambem costuma aparecer em seus programas, que se bem tendo asas parece mais uma vespinha, o rapaz do bairro aqui ao lado, santa Isabel, e o que senti, e o encontro que em certa tarde, o destino dos passos providenciou e a imagem na igreja de santa Isabel e a morte de um dos fieis em fátima por atropelamento ao que parece

E record circulo tambem, as rato efe ren do rato inglês da cia serpente a um circulo ut ro ser alado do, q ue tambem, circulo os t uma ap a recer em se us pr circulo gato rama serpente do ki da ue serpente bem, ten dia circulo, a sas pa rato ec ue maior ais, primeira v es pi n homem à do circulo do ra da paz do ba e rr circulo aqui ao lado, serpente ant primeira aa isa, be primeira, e circulo qu e serpente inglesa a mimi, e circulo inglês c on cruz ro q ue em ce rta cruz ard e, circulo cio cia dia es tino, dia os da pa ss os p ro vaso duplo circulo pi n circulo el den do dia inglês do cio vaso e primeira ima gata na igreja da serpente maior da cruz da anta, a isa da be, a primeira a l e a mor te rte de um dos fieis em fá tim a p or at ro k p la lamento ao que parece no da fun da chá primeiro

E um dizer que ouvi no espirito em tempo recente e que me falou assim, não sou digna do teu amor, que estranho dizer, quem o diria, perguntou-se meu coração, o que alguém poderá de tão mal ter feito para não ser digno do coração de quem se ama?

Ah Meus Deus, que parece que as gentes se esquecem de perdoar, e quase tudo se perdoa, ou assim deve ser, e o amor é tambem perdão e se vai ainda para debaixo da terra, zangado ou não, tendo ou não tendo a outro perdoado.

E primeiro da di do ze do rato quadrado ue circulo do vaso vi, no es do pi doo rito em teresa mp circulo recente, e q eu da me do vaso do falo, primeira ss em n cão sx z serpente circulo vaso da di gato na do teu amor, q ue espanhol cruz do ra muito homem do circulo da di do ze do rato,

e passou agora um pequeno ser alado que atravessou o ecrã e me chamou a atenção para a revista que está na secretária a meu lado, onde se vê a aa li do lar da teresa ao lado da j en ni, ferro li do pe l do circulo do pe zorro, cuja cabeça está enquadrada entre o maço de cigarros sg invertido e semi aberto, que no seu todo faz uma cunha, desvelando uma chaveta, chá da ave eta, do sg invertido, e cuja sombra da caixa da tampa que tem um leão de prata em posição tambem invertida diz primus inter pares e faz sombra na cabeça da Jennifer lopez e um pequeno isqueiro bic laranja com cabeça de prata, ponto da pt rata da rta, e gatilho em vesica vermelha com uma outra vesica no alumínio, a lu do circulo min, ao lado do homem amarelo da caneta da can da teresa com., cabeça toda preta e cuja vesica, circulo vaso do primeiro príncipe do vaso e s ica, do no do metal, serpente inglesa em cruz rá do circulo ima em belas, se encontra em cima do seu peito direito, t rá s e la em suas belas mãos, uma malinha de mão que parece ser em ouro com um grande diamante em seu meio, fazem as suas belas mãos ao segurá-la, serpente gato f ur rá da serpente eta de la, uma c un ha, primeira cunha em homem primeiro da un, sua mão direita , trás tambem um anel semelhante ao da caixinha e malinha de mão, ca ix in homem primeiro do m ali muito homem primeiro de muitas ondas a p, primeiro tam do ram do vaso f

quadrado ur circulo peu dia da iria, pe rato da gun da cruz circulo do vaso serpente eta a serpente de meu coração, circulo q ue al g eu m po dia e rá de cruz primeira do grupo dos onze ll maria da primeira onda t ee serpente sar fe it circulo da pa do ra n cão, au au ser, di gato no do coração de q ue em serpente ama do f o do gelo

A homem da me maior us dia maior europeia serpente, quadrado ue par e ce q ue às gato inglês te serpente da serpente espanhola quadrado eu cem do pe rato do ar, e q ua toda serpente, pe rato da primeira, circulo do vaso a ss em dia eve ser, e circulo amor é, tam bem pe rato do dão e serpente vaso ai pa ra de ba ix circulo da terra, za muito gado do circulo vaso que muito ladra da teresa maria do circulo vaso n ladrar te dia circulo primeiro ut ro do pe, rato do ad circulo E circulo do crioulo do mau oiro.

E o maior é a arte do encontro e o problema é que há tanto desencontro, quem assim vai pensando, que chegue e diga no coração ao coração e logo verá a reacção, é a forma de acabar com a culpa, se é que ela nele lá mora.

E o circulo maior primeira arte inglesa da cruz do ro e circulo pr ob da primeira ema, à tia europeia dia espanhol serpente inglesa da caneta em san dia circulo do europeu che gato da eu e di gata do no coração ao cora cão e primeiro gato entro o duplo circulo vara vera do rá e rea ax são, e ac ab ar com primeira circulo do vaso da primeira pá serpente europeia muito homem mor rá

E tambem existem os malandros que se organizam em sociedades mais ou menos anomina para fazer a folha a um que elegem como alvo, e não olham a meios para o fazer, e se vendem e se compram mesmo nesse fazer, um vale tudo, pago em trabalho, benesses, dinheiro ou outros valores.

E tambem ex is t em os mala n dr os q ue se organ niza maria da manhã em soci e dad es maior circulo me no serpente do ano minas pa ra f az primeira f circulo a primeira do quadrado ue do homem gato em co do mo alvo, e do primeiro circulo do presunto a mei os pa ra o f az e serpente vaso inglês dia maior e serpente com p ram me maria sobral ne ss e f az um do vale tudo, p ag o em cruz rab do alho, bem e ss espanhola, din homem eiro circulo vaso o ut ro s valor es.

A sofia quando era mais menina, não sabia bem o que queria fazer na vida, o que é normal num jovem nos tempos de agora, nesta sociedade e modelos de produção e formas de viver todas de pernas para o ar, ainda em dia recente uns pais relembravam o supremo paradoxo, sabendo nós que os filhos enquanto pequeninos, precisam de maior presença dos pais, que muito do importante na sua formação se estrutura nos seus primeiros anos de vida, pagamos nós para os ter de nós afastados.

Primeira serpente circulo da fia e rá maior da me nina, serpente av bia ia circulo europeu ria forte az e na Vida, o que é o rato do mal da A1, muito ad p et o do no serpente dos tempos do Agora, muito espanhola cruz soci e dad e e mo dia dos elos de pr circulo do vaso do cão do fó do Viver todas de pernas para o ar, em dia re ex circulo un g l ês un serpente pa is rato do lem brava ava da manhã circulo do supremo paradoxo, opa ra do rá dia do circulo do toiro, dia abe sabe inglês, primeira, dos nós, dos europeus os fil homem os inglês do q ua formiga da cruz do circulo do pe quadrado europeu nino serpente nono, pr e cisa do c ric u lo isa sam, maior, presença, da serpente inglesa ká dia os pais, eu ro ep do p eu serpente mu circulo it, na porta rta formiga na serpente ua da formação, serpente espanhola cruz rato ut ur primeiro no serpente das duplas europeias, p rim eiras, primeira no ss da vida, pado gamo serpente dos nós da pá do rá os teresa, nó serpente af as cruz ad os

A sofia tem hoje ao que parece, nunca o percebi em exacto, porque ela nunca me explicou direitinho, na aparência uma empresa na net, e a encontrei em dia não muito ido no aniversário do peter, onde conheci a paula ana, um dos grupos do bairro alto, nesta cidade pequenina e provinciana que cabe nas vezes na palma da mão, e se bem que todas assim caibam, nas vezes, não é bom, porque quem lá vive, faz mala a concha da mão..

Sofia par do europeu ce muito un cá circulo pe do rato cebi em ax ac ao acto, primeira em presa na muito et e primeira inglesa kapa circulo na cruz do rei em dia não muito ido, no da a, n iv rato sá rio do peter circulo em homem primeiro pau vaso da ana, primeiro gato rup do bairro alto, n est primeira cida dad e , pe q eu da nina e pr circulo v inc e ana europeia que é taxi ao vaso da zé serpente rp do pn da teresa na pal da alma da mão, se serpente segunda em q europeu , todas as em circulo dos ais em bam n as vaso ze serpente que não é boa, quadrado aa em lá vaso ive f az ala ac concha da mão, ac circulo no chá a mão.

Ouvi em espirito, o dizer, são doze ou algo assim mulheres e uma cadela, um grupo de treze que se teria reunido e acordado mal me fazer, quase estremeci se ainda algo me fizesse estremecer, se não os beijos ou os pelos em pé no amor com minha amada, será possível, que um grupo assim se tenha organizado, e que como consequência disso meu filho tenha e trás o sofrimento de estar sem seu pai e eu sem ele?

Circulo do vaso vi duplo em espanhol rito da divisão, circulo da di ze do rato, são dia oz e circulo ual gato circulo as da primeira um do homem e rato espanhol e primeira do cad da ela de la, primeiro gato rup circulo de cruz da re ze do quadrado ue see serpente teresa ria, re un ido e ac ao or dad acores, circulo m al da me f az e rato, quadrado ua serpente espanhola cruz reme, serpente ai n dia primeira al gato do circulo me, fi da ze ss e espanhola cruz rato eme ka e rato serpente n ão os bei príncipe os circulo do vaso os do pe lo serpente do pé do no a mor com., min hp a amada, serpente rá po ss ive l, q ue primeiro gato r up o as em serpente ten homem primeiro organ da i za dia circulo, e q ue co mo c on serpente do quadrado vaso e maçónico ni c p muito cia, di ss circulo me vaso fil homem cruz em homem primeiro e cruz rá serpente circulo duplo fr e men to de espanhol cruz do ar, serpente em serpente eu pai e eu serpente em ele, o homem da foice do ar

É possível, tudo é possível e a realidade na maia das vezes ultrapassa qualquer ficção e cola com o ouvido, ele fica com a culpa e eu fico com o filho, com o filho dele, mas tal aponta para a mulher, um grupo organizado pela mulher, com a ajuda de um homem, um grupo que actua no sentido de fazer um combate sistemático ao homem, e assim afastar dele o filho, um grupo que arregimenta e não olha a meios nem a modos, que mata caso disso seja preciso, que reúne artes negras para o fazer, um homem, que comanda ou aliciou o tal grupo de senhoras para o fazer, quanto de senhoras assim a tal gente que assim vai fazendo, se pudesse em propriedade chamar.

É po ss ive primeiro, tudo é, po ss ive primeiro e a real da vareta do pai E na maia, das vezes da zé serpentes da ultra passa quadrado ua primeiro quadrado europeu rá do ro da ficção e co la com., circulo ouvido, o do f ica com., a do circulo do vaso primeira pá europeu fi co com., circulo fi l homem dele, a maior ponta de p ara à mulher, um gato rup circulo or gan iza do pela mulher com., primeira aa da ajuda, com um homem, um gato rup circulo q eu rip eu ac tua no s en cruz ido de f az e rato primeiro combate sis cruz ema tic circulo ao homem, e as serpente em af as t ar d ele circulo fil homem, um grupo q ue arri gi men cruz primeira e cão que não olha nem a meios nem a modos, do q ue do mat primeiro da mata, circulo as ao circulo da di ss, circulo seja, pr e ciso, q ue rato europeu da ne das artes negras, p ara aa circulo f az e rato primeiro homem que comanda, circulo vaso ali cio do vaso do circulo do elevado do grupo das serpentes inglesas pa ra circulo do fé ze, formigas do quadrado ua c ur z do circulo de serpentes das horas inglesas as em primeira elevada da Gente, do q ue as em vaso dos ais do fá zen dia circulo, serpente pu dia de ss e em p rop rie dade chama do chá do primeiro ch do mar.

Foi agora a estante e dei de cc caras com a trilogia de nova iorque, olhei as marcas do uso nas folhas e abri na pagina cento e setenta e sete, que tem umas linhas sublinhadas a lápis, a cinza que cai ao escrever cento e setenta e sete na vareta prata à sy n ot da teresa

Foi Agora a primeira espanhola, primeira ka cruz ange e dei da Caras da cristina coutinho com., a cruz do rio primeiro circulo do gi p rim e rio de muitas ovas em iorque, circulo l hei às mar ca s das arcas do us circulo nas folhas e ab rato i na pa da g ina primeira de setenta e sete, do q ue teresa maria primeira serpente da linha, serpente ub linha do às primeiro lápis, sa lina serpente

Estas palavras agarram-se comfortavelmente à volta das coisas que representam e , no momento em que o Azul as profere, sente uma profunda satisfação como se tivesse acabado de provar a existência do mundo

Est as pal av ra serpente a g ar r am crus rato aç o, serpente com., fo rta ave primeira que mente à vo l ta dia as co isa s ep rn teresa quad ra dia europeu das actrizes es pan holos europeias que representam e, no mo me muitas cruzes serpente doc circulo em tó, em quadrado europeu circulo Azul, às pro fere, serpente inglesa teresa primeira pro fun da sati serpente pr muito teresa fá ção, co mo serpente t ive ss e ac ab ad circulo de pr de ovar primeira ex ist inglês m ac circulo nico em cia do mundo

E reparo que a ultimo palavra mundo, na linha de baixo, está só sublinhada em undo, apagar em inglês, ou dia do circulo do ko ao da un

E rato ep aro quadrado ue primeira vaso tim circulo pal av ra m un dia circulo duplo, na lin gata da linha de ba ix circulo, est primeira acentuação serpente do acento no circulo di do sub da linha ad a em un dia circulo, a pagar em inglês, circulo vaso dia, do circulo do kapa circulo ao da un

Olho o sublinhado e não me faz agora aparente sentido, assim procuro uma borracha e vou mesmo apagar o sublinhado.

O primeiro homem, circulo serpente ub linha ad circulo e muito cão da me medica do forte az ago ra, da ap da ren inglesa da teresa, se pr n teresa inglesa do tid circulo, as em pr circulo c, ur circulo da uma bo rata rá do ac ch a que racha e vaso circulo do vaso da me sm, circulo a pa gato do ar, circulo da sub li muito homem ad circulo p ar inglês teresa

Encontro duas, a maior, uma o ff i ce segundo circulo e ra serpente e rato segundo do circulo satedtler, o triângulo do bico negro deitado do lápis, ra di die r e r dos angulo a amarelos rosa vermelho violeta e azul, ou seja da di do arco Íris que morreu , estrela do segundo do sexto do circulo duplo do segundo nurenberg made in germany , quarto do duplo circulo em setenta e oito , um do sete dois traços das barras do cinco da tríade de oitenta e quatro, circulo do primeiro janeiro, ra die e rato e rato era serpente em rato go mm e bo r ra dor ponto vermelho go mm a ponto vermelho em a pa ga ad or ponto vermelho bu ri ponto vermelho em s ch ule h au s halt oficina escuela hogar office school home uficio scuela casa bureau ecola maison escritório escola usa da as s terceira

En c on t ro d ua s, a maior, uma o ff i ce se g un d o circulo e ra ser pente e rato se gun d o do cir c u l o sat e d t ler, o tia n g u l o do bi co ne g ro de it ad o do lá pi s, ra di die r e r dos na g u l o a am ar e l os rosa v e r me l ho vo l eta e az u l, o u seja da di do arco iris qu e mo rr eu, estrela do segundo do seis do circulo duplo do segundo n ur n berg m ad e in ge r m a ny , q ua r t o do d up l o cir c u l o em setenta e oito , um do sete dois t ra s ç s o das bar ra s do c in co da t riade de oitenta e quatro, circulo do primeiro janeiro, ra die e rato e rato e ra serpente em rato g o mm e bo r ra do r p on t o v e r me l ho g o mm a p on t o v e r me l ho em a pa ga ad or p on t o v e r m e l ho bu ri p on t o v e r me l ho em s ch ule h au s h al t o f i c ina es c eu l a h o g ar o ff ice s ch oo l home u f i cio s c eu l a c asa b ur e au ec o l a mai son es c ri tó rio es co l a usa da as s terceira



Encontro duas, a maior, uma do circulo do ff e ce segundo circulo da serpenet da gun e ra serpente e rato segundo do circulo sat e dt da ler, circulo tia n g u lo do bico negro deitado do lápis, ra d ii, di e re r dos angulo a amarelos rosa vermelho vol eta e az u l, o u seja da di do arco i r is q ue mor r eu estrela segunda do sexto do c up l o circulo do segundo muito ur n be r g mad e in germany , q u art o do d up lo do circulo em setenta e oito , um do set e d oi s t ra s ç so das barras do c in co da t riade de oitenta e quatro, circulo do primeiro jan e i ro, ra die e rato e rato e ra serpente em rato g o mm e bo r ra dor ponto verme l ho g o mm a ponto vermelho em a pa ga ad or ponto vermelho do bu ri ponto vermelho em s ch ule h au s halt o f i cin a es c eu la hogar pan cir uk l o do carro da torre dos c l eri g os no porto, po ns , po ns o ff ice s ch oo l home u fi cio s escola c asa bu rea u ec ola mais son es c rito ó rio escola usa da as s terceira

A borracha maior tem as letras do o, os dois círculos dos ff em baixo que fazem como seis , o circulo do vinte e o desenho do bico do lápis e as letras staedtler pintadas de violeta e laranja o bico do lápis

A bo r racha maior t em as l e t ra s do o, os do is cír c u l os d os ff em ba ix o q ue f az em co mo q ue um se is, o circulo do vi n te e o de s en ho do bi co do l á pi s e as l e t ra s s t a e d t l er pi n t ada s de vi o l eta e lara n j a o bi co do l á pi s

A maior is pe q eu na, b lei ra di e r e r f ur pa pi e rato pen c i l e ra se r f o r pa pe r m ad e in ge r m a ny

Quadrado do duplo circulo do seis de oitenta e cinco em julho duas marcas no dupla estrela, primeira do segundo do quadrado segundo gomme à crayon pour papier, goma de lá pi z para papel rotring, ro do duplo circulo da cruz do ring, rapid eraser b trinta

Q ua dr ad o do d up l o circulo do se is de o it en t a e c in co em julho duas m arca s no d up l a es t re l a , pr i e mira do se gun d o do q ua dr ad o se gun d o g o m me à c ra y on po ur pap i e r , g o ma de l á pi z para pap e l ro t ring, ro do d up l o cir c u l o da c r u z do ring, rapid e ra se r b t rin t a

Fico a pensar, e acabo por dormir sobre o assunto antes de me decidir a apagar os sublinhados, apago-os a todos, pois o livro na aparência não é meu, por outro lado, a casa foi muitas vezes violada neste período e os objectos mexidos, assim por precaução decido mesmo a apagar os sublinhados e assim o fiz

F e c o a pen s ar, e ac ab o por do r mir s o br e o as s un t o ant es de me de cid i ra a pa g ar os s ub li n h ad os, ap a g o inglês os a t odo s, po is o li v ro na ap ar en cia não é me u, por o ut ro l ad o, a c asa f o i mu it as v e ze s vi o l ad a ne s te pe rio do e os ob ject os me xi do s, as s em por pr e c au ção de cid o me sm o a ap a g ar os s ub li n h ad os e as s em o f e z

Enquanto estou nisto uma moeda de vinte cents, cai da mesa ao chão e rola como um peão antes de se estatelar com a face virada para os veios da madeira ao lado do fio da alimentação da caixa da net , digital broadband t hom son , model : tc m trezentos e vinte e cinco m ad e in china serial duplo circulo de setenta e seis do circulo do terceiro no quadrado segundo do circulo da estrela primeira do seis do duplo quadrado do oitavo mc cc ac duplo circulo de noventa do sexto do quadrado de noventa e sete da estrela da humanidade do sessenta e nove

En q ua n t o est o u ni s t o uma mo e d a d e vinte c en t s , ca i da m esa ao ch ão e rola co mo um pe ão ant es de se est at e a l r com a face v ira da para os veios da me de ira ao l ad o do fio da ali m en t a ç ão da ca ix a da net , di gi t a l br o ad ban d t ho m s on , maior ode primeiro dos dois p on t os tc maior trezentos e vinte cinco made in ch ina se ria l, d up l o cir c u l o uk de setenta e seis do circulo do quarto do homem inglês do segundo circulo da estrela , primeira do sexto do duplo quadrado do oitavo do mc, cristina coutinho ac ao duplo circulo em noventa do sexto do quarto de noventa e sete estrela da sessenta e nove da humanidade

Os sinais gráficos contam uma história, uma carta me sage dá uma volta completa cab le ac t iv i ty e um falo entra numa vesica cab le li n kapa , saem duas setas em duas direcções opostas pc li n k que faz uma rede na vesica do mundo, in ter net, e um rectângulo negro como botão in ter n et o n /o ff

Os sin a is g rá f i co s c on tam uma h is tó ria, uma c a rta me s a ge d á uma vo l t a co mp l eta cab l e ac t iv i ty e um falo en t ra numa v e sic a cab l e li n kapa, sa em d ua s s eta s em d ua s di re cç õ es o po s t as p c li n k q ue f az uma red e na v e sic ad o m un d o, in ter net, e um re cta n g u l o ne g ro co mo bo t ão in ter net o n /o ff


Nas costas, co as t as se v ê nono t ra ç o a doze vaso dc re set et h e r net u sb s eta com de r iva ç õ es da t ho m son inc. décimo do circulo da dupla t riade muito mer i dia n s t. India na polis in quarto do seis do segundo de noventa c ab l e v o id w ar ra n i f br o k en

O pião que fez rodar a moeda dos treze castelos com cinco marcas no circulo e cujo valor de face é de vinte euro cent, ou seja duzentas almas

Po rt vaso seis al, são as q ua t ro vesicas no c en t ro do c irc u l o den t ro do co rda me dos q ua t ro corações, ou l a ç os

As borrachas estão dentro de uma antiga caixa de charutos, talvez a única que eu comprei em minha vida nas Caraíbas, na republica dominicana quando lá estive com a Cristina coutinho, leon jimenes seleccion especial de tabacos, segunda estrela do circulo quarto, saltou o cursor feitos pelos circulo do ff, o do jornal

As bo r ra ch as est ão d en t ro de uma ant i g a ca ix a de ch ar ut os, ta l v e z a única q ue eu co mp rei em min h a v id a na s cara iba s, na r ep ub l i ca do m en in c a n a q ua n do l á est ive com a c r siti na c o ut in ho, le on j e maior ene s se l e c c i o n es pe cia l de t ab ac os, a segunda estrela do circulo quarto, sal t a o u o c ur s o r f e it os pe l os cir c u l o do ff, o do jo rna l

D en t ro da ca ix a e ane rato, f or um l a da s eta , os pe l os pi n te l ho s do t rai n g u l o do branco x ac to os a g ra f os de prata a cara p u ça tam pa v e r me l ha da can eta, s o br e o q ua dr ad o am ar e lo do no ot es po s t inglês da it terceira maior, um f e l t ro pr to e branco de estrela se is talho on t as , m ina s do circulo da di visão da e t re l a h b doze pc s. Poly mer tom bo, do is t rian g u l os ne g ro s em dente para ba ix o, t ar t an t m n ot es, maior is a g raf os de prata co mo ca rr is e um pi n ce l, pa rta e am re l ao com o bi co en san g u en t ad o q ue faz s o m bra s o br e a c r uz do ar rta, u h u s tic l a pi z da ad he si vo bat on de co l a se in di sol v en t es se m sol v en t es , u trinta e nove b 0 i , co ll a s t i ck k o ma eti a ra n tia k com um mocho verde sem za sol v en ti xo pie do t ria n g u l o ia do vaso invertido do y te terceiro invertido, flor fina se l e cio n especial, garantia da industria, us t ria da vesica das palmeiras c a j a es la e en cia de má s de ron i m ene ser per n te do infinito, la au r or g ar ra tia dc do leão com t r ~ es palmeiras ao fundo , cinco , setenta e oito palmas, eu el t ab b ac o q eu co r es v e g as do mini can a manu f ac t ura de l os msm os


O li ga cão da á a rea lo cal segundo, primeiro cabo de rede está desligado, x vermelho entre os dois pc , quadrado que se interpenetram desvelando a seu lado a rede do mundo, ou seja o osso da rede sete dois pontos vinte e quatro são as horas no exacto momento em que nisto reparei, quando o vinte e três se tornou vinte e quatro

A borracha maior office segundo do circulo ficou no momento da queda da moeda em cima da capa do livro a trilogia de nova Yorque e tapando as letras do semáforo assim me deu a ler o vaso primeiro do dia fia da dupla dor W.

A bo r racha maior o ff ice vi n te f i co u no mo m en t o da q eu d a da moe d a em c ima da ca pa do l iv ro a t rio l o g ia de n ova y o r q ue e tapa n do as l e t ra s do s ema fora as s em me d eu a l e ro v a s o pr i me i ro do dia fia da d up l a dor W.

Na pag anterior, a cento e setenta e quatro, tem o canto do brado, começa a pagina com, infelizmente , pensamentos ligados à sua futura mulher perturbam por vezes a sua paz mental, o Azul sente , cada vez mais a flauta dela, mas sente e tambem um ponto negro se aloja debaixo do m de tambem, que de certa forma, maneira , as coisas não voltarão a ser como dantes

Na pa g ant e rior, a c en t o e set en t a e q ua t ro, te m o c an t o do br ad o, co me ça a pa gina com, in f l e li z mente , pen sa men t os li gado s à s ua f ut ur a mu l her pe r t ur bam por v e ze s a s ua p az m en t al, o Az u l s en te , c ad a v e z maior is a f l at a dela, mas s en t e tam b em oito um p on t o ne g ro se al o j a de baixo do m de tam b em, q ue de c e rta f o rta, mane ira , as co isa s n ão vo l t arão a ser co mo dantes

Na história azul faz relatórios, descritivos, tentando nessa descrição que ele se tornem objectivos, assim os considera e trás um dilema dentro de si, que como todos os dilemas se apresentam com pastel de massa folhada, uma das camadinhas, é o preto sobre quem escreve, de repente parece-lhe ou lhe começa a parecer que as palavras que escreve não o descrevem, que as palavras que lhe eram transparentes como janelas limpas, deixaram de o ser, duas referencias estão nessa página, Colombo e carnegie hall, a canção do colombo, que deverá então ser o jorge colombo

N a h is tó ria az u l f az re l at ó rio s, d es c rit ivo s, ten t an do ne s sa d es c r i ção q ue e l e se torn em ob ject ivo s, as s em os c on sid e ra e t rá s um di l ema d en t ro de si, u q e co mo to f o d o d fil ema s se ap re s en tam com pa s tel de massa f o l h ad a, uma das cama din h as, é o pr e to s o br e q ue m es c r eve, de r ep ren te par e ce inglesa l he o u l he co me ça a par e ce r q ue as pal a v ra s q ue e es c r eve n cão o d es c r eve m, q ue as pa l av ra s q ue l he es ram t ra ns parentes co mo jane l as li mpa s, de ix ar am de o ser, d ua s r efe r en cia s es t ão ne s sa pá gina, co l om bo e car ne gi e h a ll, a can ção do co l o m bo, q ue d eve rá en t ão ser o jo r ge co l o m bo


E o seu nome me evocou ao momento uma memória, uma memória do meu breve namoro com a catarina portas, naquele tempo em que ela e eu éramos ainda meninos, um almoço depois de uma noite de amor, em belem, num restaurante grego, foi por me lembrar que era grego o restaurante, que a intuição me desvelou agora esta memória, uma ligação possível, com uma das imagens nos fogos recentes na Grécia, do semicírculo dos carris de ferro, no pátio da casa com telhado em seta para o ar, como que apontados aos aviões da hélio que caíram, e me recordei, que nesse almoço, nessa conversa, a catarina, falava das gentes de lisboa, dos vips e menos vips, e ia cortando na casaca de cada um, e eu para dentro me disse, naquele momento, que estranho é o universo desta bela menina, e a súbita noção de que o nosso namoro, não tinha naquele momento hipótese, tal era a distância dos universos que ali entre nos se desvelava

E o s eu no m e me evo c o u ao mo m en t o uma me mó ria, uma me mó ria do meu br eve na moro com a cat a rina p o rta s, na q eu l e te mp o em q ue e l a e e u e rá mo s a inda me nino s, um al moço d ep o is de uma no ite de a mor, em belem, num r es ta ur ante g rego, f o i por me l em br ar q ue e ra g rego o r es t au r ante, q ue a in t u i ção me d es v e l o u agora e s at me mó ria, uma li ga ção po s s ive l, com uma das i mag en s nos f o g o s re c en t es na g ré cia, do s emi cir u l o dos ca r r is de ferro, no pat e o da ca s com te l h ad o em s eta para o ar, co mo q ue ap on t ad os aos av i õ es da he li o q ue ca i ram, e me record e i, q ue ne s se al moço, ne s sa c on v e r sa, a cat a rina, f al av a das g en t es de l is boa, dos v ip s e me no s v ip s, e ia co rt a n do na c asa ca de c ad a um, e eu para d en t ro me di s se, naquele mo m en t o, q ue es t ar n ho é o uni v e r s o d esta be l a me nina, e a s ub it a no ção de q ue o n o ss o namor o, n ão tinha na q eu l e mo men t o hipo te se, ta l e ra a dis t  n cia dos uni v e r sos q ue ali en t re no s se d es v e l av a

Depois fui vendo-a crescer ao longe, recordo o prazer de ler seus textos de uma viagem que ela fez, de me ter dito ao lê-los, a menina está a crescer bem, e bela se está tornando, era toda uma outra profundidade que suas letras já desvelavam.

D ep o is f u i v en do inglês a c r es c e r ao l on ge, record oo o pr az e r de l e r se us te x t os de uma v ia g em q ue e l a fez, de me y teresa di t o ao le inglês l os, a me nina es t á a c r es ce r be m, e be l a se est á torn na do, e ra t o d a uma o ut ra pr o fun di dade q ue s ua s l e t ra s j á d es v e l av am.

O capitulo trás um nome, fantasmas

Na pagina cento e setenta e dois, tambem alguns sublinhados, um sublinhado que de certa forma explica a percepção anterior do azul, a desvela, na sua forma lógica da lógica da observação, é o primeiro sublinhado que me faz sentido ter sido sublinhado se fui eu que o fiz

Especular, do latim speculatus, significa espelho. Observando o Preto do outro lado da rua, é como se o Azul estivesse a olhar para um espelho e, em vez de observar apenas uma outra pessoa, descobre que está tambem a observar-se a si mesmo. A vida abrandou tão drasticamente que o Azul está agora apto a ver coisas que antes tinham escapado à sua atenção. A trajectória da luz que passa pelo quarto todos os dias, por exemplo....

O ca pi t u l o t rá s um no me, fan s t am as

Na pa gina c en t o e set e nat e d o is, tam b em ak gun s s ub lina h d os, um s ub li n h ad o q ue de ce rta f o r ma ex p li ca a pe r c ep ção ant e rio r do az u l, a d es v e l a, na s ua f o r ma l ó gi ca da l o gi ca da ob serva ção, é o pr i me i ro si b li n h ad o q ue me f az s en t id o teresa sid o s ub li n h ad o se f u i eu q ue o f i z

Es pac u l ar, do l a tin s pe c u l at us, si g ni f i ca es pe l ho. Pb serva n do o Preto do o u t ro l ad o da rua, é co mo se o Az u l es t ive s se a o l h ar para um es pa e l ho e, em v e z de ob serva r a pena s uma o u t ra pe s s o a, d es cobre q ue es t á tam b em a ob serva r inglesa se a si m es mo. A v id a a b r an d o u t ão dr as tic am en te q ue o Az u l es t á agora a pt o a v e r co isa s q ue ant es t in ham es capado À s ua a ten ção. A t ra ject ó ria da l uz q ue passa pe l o q ua r t o t odo s os dia s, por ex e mp l o....


E mais à frente o sublinhado continua

Mais do que o facto de ajudar a passar o tempo, ele descobre que inventar histórias pode ser um prazer em si mesmo

E como anotação final, de todas as que estão no livro assim em rápido o verificando,

À medida que os dias passam, o Azul, apercebe-se de que não há limites para as histórias que pode contar. O Preto não é mais do que uma espécie de um vácuo, um buraco na textura das coisas, e uma história qualquer pode preencher aquele o buraco
E mais À frente o sublinhado continua

Mais do que o facto de ajudar a passar o tempo, ele descobre que inventar histórias pode ser um prazer em si mesmo

E co mo ano t a ç ão f in al, de t o d a s as q ue es t ão no li v ro as s e m em rápido o v eri fi can d o,

À me d id a q ue os dias pa s sam, o Az u l, ap e r cebe inglês se de q ue n cão h á li mit es para as h is t ó r ia s q ue p ode co n t ar. O Pr e to n cão é maior is do que uma es pé cie de um v ác u o, um b ur ac o na te x t ur a das co i sas, e uma h is t ó ria q ua l q eu r p ode pr e en che r aq eu l e o b ur ac o


À me ed ida eu, co circulo do cop do pei, os Di as ia serpente pa ss da manhã circulo Az vaso primeiro do segundo ur ac semicírculo do duplo circulo do pei, ap e rato cebe serpente et primeira sn s em icir c u l o ido na rata iva da mentira de eu ro ep u muito ladrar há lo do mit espanhol pa ra as homem is cruz do tor ori as europeu da p ode semi cir u l o em cruz ar cir c u l maior Pr et circulo mu tio ladra é, maior do europeu primeira espanhola pe cie de primeiro vaso ac do vaso circulo primeiro da buraca segundo ur rac primeiro na te c x na x ur u r primeira do às co da isa e primeira do homo me is tor da ria quadrado ual do quadrado u erro peu e ra ro da p ode pe ee inglês che rato aqui e europeu primeiro le circulo b ur a co circulo pei

O contexto estas duas frases desvelam

Quanto ao Preto, ao Branco e ao trabalho que foi encarregado de fazer, o Azul começa agora a formular certas teorias. Mais do que o facto de ajudar a passar o tempo, ele descobre que inventar histórias pode ser um prazer em si mesmo. Pensa que talvez o Branco e o Preto sejam irmãos e que uma enorme soma de dinheiro está envolvida no caso uma herança, por exemplo, ou o capital investido numa sociedade . talvez o Branco queira provar que o Preto é incompetente, queira interná-lo numa instituição , e controlar ele próprio a fortuna da família. Mas o Preto é demasiado inteligente para isso e, portanto escondeu-se, esperando que a pressão diminua. Outra teoria que o Azul toma em consideração é a que o Branco e o Preto são rivais, ambos correndo atrás do mesmo objectivo- a solução de um problema cientifico, por exemplo -, e o branco quer que o Preto seja vigiado de modo a assegurar-se de que não saíra vencido na rivalidade em ambos.

Uma outra teoria ainda, aponta para a hipótese de que o Branco é um renegado agente do fbi ou qualquer organização de espionagem, talvez estrangeira, e decidiu por sua própria conta e risco , conduzir alguma investigação marginal , não necessariamente autorizada pelos seus superiores.

Contratando o Azul para efectuara p o trabalho que lhe competia fazer, ele pode manter em segredo a vigilância referente ao Pedro e , ao mesmo tempo , pode continuar a cumprir seus deveres habituais. Dia a dia cresce a lista destas histórias! Por vezes o Azul volta mentalmente a uma história anterior para acrescentar certos acabamentos e pormenores, e noutras alturas, começando de novo com qualquer outro elemento.

Historias de crimes , por exemplo, e projectos de raptos que podem traduzir-se na exigência de resgates gigantescos, À medida que os dias passam....


O c on te x to es t as d ua s fr az e z d eve l am

Q ua n t o ao Pr e to, ao Br an co e ao t ra ba l ho q ue f o i en ca rr ega do de f az e r o Az u l co me ça agora a f o r mula r c e rta s teo r i a s. Maior is do q ue o f ac t o de a j u d ar a pa s sa r o te mp o, e l e d es cobre q ue in v en t ar h is t ó r ia s p ode ser um pr az e r em si me sm o. Pen sa q ue ta l v e z o Br an co e o Pr teo seja m ir mão s e q ue u ma e no r me s o ma de din he i ro es t á en co l cida no c a s o inglesa primeira hera n ça, por ex e mp l o, o u o ca pi t al in v es t id o numa soci e dad e . ta l v e z o Branco q eu ira pr ovar q ue o Pr teo é in co mpe ten te, q eu i ra in te r n á inglesa l o numa ins t it u i ção , e c on t rola r e l e pr ó prio a f o r t una da f ami l ia. M as o Pr e to é d ema s ia do in te li g en t e para is s o e, porta n to es c on d eu inglesa se, es pera n d o q ue a pr e s são di min ua. O u t ra teo r ia q ue o Az u l tom a em c on sid e ra ção é a que o Branco e o Pr teo são r iva is, am bo s co r ren d o at rá s do me sm o ob ject ivo inglesa a sol u ção de um pr o b l ema ce in t if i co, por ex em p oo inglês, e o branco q eu r q ue o Pr e t o seja vi gi ad o de mo d o a as segur ar inglesa se de q ue n cão sa ira v en cid o na r iva li dad e em am bo s.

Uma o u t ra teo r ia a inda, a p on t a o a ra a hipo te se de q ue o Branco é um r ene gado a g en te do f b i o u q ua l q q eu r o r g a n iza ção de es pio na g e m, t al v e ze s t ra n ge i ra, e de c id i u por s ua pr ó pr ia c on t a e r isco , c on d uz i r al g ua m in v est i ga ção mar gina l , n cão ne ce s sá r ia m en te au tor iza da pe l os se us s up e i ro es.

C on t ra tt ando o Az u l para efe c t ua ra p o t ra ba l ho q ue l he co mp e tia f az e r, e l e p ode man teresa em se g red o a vi gi l ân cia r efe ren te ao Pedro e , ao me s mo te mp o , p ode c on t i n u ar a c u mp r i r se us d eve r es h ab i t ua is. Dia a di a c r es ce a l i s t a d es t as h is t ó r ias! Por v e ze s o Az u l vo l t a men t al mente a uma h is tó r ia ant e r i or para ac r es c en t ar c e r to s ac ba men t os e por menores, e n o u t ra s al t ur as, co me ç an do de n ovo e com q ua l q eu r o u t ro e l e men t o.

H is t o r ia s de c r i mes , por ex e mp l o, e pr o ject os de ra pt os q ue p ode m t ra d uz i r inglesa se na ex i g ên cia de r e ga te s gi gan t es co s, À me d id a q ue os dias pa s sam....


O espirito do amor, leva-me a abrir ainda a página, cento e quarenta e dois

Onde a narrativa dá conta que Quinn gastara todo o seu dinheiro que levantara do banco e que mesmo planeando todas as suas despesas com vista a poupar ao centavo, descobria em agosto ou no inicio de setembro, não poderia continuar assim

O autor diz, que tendo considerado cuidadosamente todas as provas e afastado as contradições aparentes, acha que os acontecimentos seguintes tiveram lugar em Agosto entre o dia doze e o dia vinte e cinco daquele mês


O es pi rito do a mor, l eva inglesa me a ab r i r a inda a pá gina, c en t o e q ua ren t a e do is

Onda a na r ra t iva d á c on t a q ue Quinn g as t a ra t odo o s eu din he i ro q ue l eva n t a ra do ban co e q ue me s m o pa l ane an do t o d a s as s ua s d es pe z as com v ist a a p o ua par ao c en t av o, d es co br ia em a g a o s t oo u no in i cio de set em br o , n cão po de ria com tina ur as s em

O au tor di z, q ue ten d o c on sid e ra d o c u id ad o sa m en te t o d a s as pr o v as e a f as t ad o as c on t ra di ç õ es a pa ren t es ,m ac ha q ue os ac on te cimento s se gui n t es t ive ram l u g ar em Agosto en t re o dia d o ze e o dia vi n te e c in co da q eu l e m ês

Elle, o chairmam loirinho e branco com um caderno amarelo na mesa de uma reunião europeia, do que pressuponho serem especialistas na matéria o gato da estrela vermelha sobre azul em, depois a ana s oto, na imagem da tv sobre um programa que se poderia chamar, assim não o creio, de crianças aditivadas, sobre a presença omnipresente dos químicos no corpo humano, na forma como hoje levamos a vida e o viver

De todas as formas esta negra realidade, crianças aditivadas é bem real e a ela voltarei


E ll e, o ch air m am l o i ri n ho e br anco com um ca d e r no am ar e l o na me sa de uma re união eu ro pe i a, do q ue pr es s up on ho se r em es pe cia l ist as na mat é r ia o g at o da estrela v e r me l h a s o br e az u l em es pan ho, d ep o is a ana s oto, na ima g e m da t v s o br e um pr o g rama q ue se p do e r ia chama r, as s em n cão o c rei o, de c ria n ç as ad it iva d as, s o re a pr e s en ça o min pr e s en te dos q ui micos no corp o h uma no , na f o r ma co mo h o je l eva mo s a v id a e o vi v e r

De t o d a s as f o r m as est a ne g ra real i dad, c r ia n ç as ad it iva d as é be m real e a e l a vo l te rei


Quinn voltaria a pé até a rua Sessenta e Nove, voltando à direita na Madison Avenue

Olhando-se ao um espelho, um speculare apercebia-se e que se tinha transformado num vagabundo e lembrou-se de robison crusoe, que sim

Q u e nn vo l t aria a pé at é a rua S es s en t a e No v e , vo l tan d o à di rei t a na Ma di son Av en ue

O l h and o inglesa se ao um es pe l ho, um s peu l ar e ap e r ce bia inglesa ss e q ue se tinha t ra sn f o r m ad o n um v a g ab un d o e l em br o u inglês se de r ob is o c r u s o e av a, q ue s im

Cir c u l o maior do primeiro homem no dia as s eta da serpente ao primeiro es pn a ho l pe primeiro ho, primeiro sp europeu do pr i e miro ar ap e rato cebi e bia segundo ia ss e quadrado e i rp eu , rp serpente cruz em tinha , cruz ra serpente sn formado, dr, num, n pr i me rio vaso gato ab un dia circulo e pr i me i r m em br circulo do vaso as s eta serpente de ro b is circulo s emi cir c u l o us circulo ava europeu serpente em

Depois caminhara , no central park , dera-lhe um súbito sono e dormira pela primeira vez em muitos meses num tufo de relva ao lado de um carvalho

Depois liga a Auster perguntando-lhe pelo cheque

E na conversa com Auster lhe diz que tem andado ocupado com o caso stiilman e que queira ir buscar o cheque, o cheque que fora passado em nome de paul auster, que dele se lembrava, mas que dinheiro não havia pois o cheque era careca, e que o caso stiilman estava fechado, pois o homem se tinha atirado da ponte de brooklin, o stiilman que fora professor na universidade de columbia e que segundo diziam morrera antes mesmo de chegar à agua
E o peter, o que aconteceu ao peter perguntou o Quinn,
Não faço a mínima ideia , tem que ser você a descobrir
Despediu-se e ligou para Virgínia stiilman


D ep o is caminha ra , no c en t ra l pa r k , de ra inglês l he um s ub it o s o n o e do r mira pe l a pr i me ira v es em mu it os mes es n um t u f o de re l v a ao l ad o de primeiro do carvalho D ep o is li g aa Au s teresa pe r gun t and o inglês l he pe l o che q ue E na c on v e r sa com Au s ter l he di z q ue te m anda do o c up ad o com o as o st ii l man e q ue q eu ira ir b us car o che q ue, o che q ue que f o ra passado em no me de pa u l au s ter, q ue de l e se l e m br av a, maior s q ue din he i ro n cão h avi a po is o che q ue e ra car e ca, e q ue o c a s o st i ll man est av a f e ch ad o, po is o ho mem se tinha at ira d o da ponte de br oo k l in, o st i l man q ue f o ra pr o f e s s o r na uni v e r sida de d e co l um bia e q ue se gun do di zi am mor r e ra ant es em sm o de che g ar à a g ua e o peter, o q ue ac in te ce u ao pe t e r p e r gun t o u o q u i nn, n cão f aç o a mini ma id e ia , te m q ue ser vo ce a d es co br i r D es pe di u inglesa se e li g o u para vi r gi ni a st i ll man

Outro sopro do amor, me faz ainda abrir a pagina cinquenta

Segunda página do capitulo quinto,

Quinn apanha um taxi na setenta e dois com a madison avenue, enquanto atravessava o parque em direcção a west side story olhando pela janela pensa que as mesma arvores forma vista por peter stiilman

Apercebe-se que tem fome, volta para trás rua cento e sete e chega à broadway, caminhando ao atravessar a rua cento e doze, viu a lanchonete heigths e entrou

O empregado seguia leitura das corujas do Daily news e prepara-lhe um hambúrguer e a conversa discorre sobre o jogo da noite, o mets



O u t ro s o pro do a mor, me f az a inda ar i ra pa g ina c in q eu n t a se gun da pá gina do ca pi t u l o q u in to, quinn a pan h a um t ax i na Set en t a e Do is com a M ad i son Av e n ue, en q ua n t o at rave ss ao par q ue em di ra ção a W est Sid e S torY o l h and o pe l a jane l a p en sa q ue as me s m a ar vo r es f o r ma vi s t a por peter st ii l man
Ap e r cebe inglesa se q ue te m f o me, vo l at a para t rá s R ua C en t o e Set ee che g a À Br o ad w y, caminha n do ao at rave s sar a r ua C zen t o e Do ze, vi u a l na ch on te He i g t h s e en t ro u O em pr e gado de ia a l a e it ur a das co r u J as do Da i l y ne w s e pr epa ra inglês l he um ham b ur ge r e a c on s v e r sa di s corre s o br e o jo g o da no u te, o me t s


Em extractos a conversa assim mais ou menos decorrera

Kingman teve duas batidas de mestre, bum, bum. Grande jogo
As bola pareciam ir a caminho da Lua
Dois a um no fim da nona mão
O pittsburgh, tem homens e segunda e terceira base
O mets vai buscar o allen, um reservista, da federal
O pena aproxima-se e lança caca de galinha para levantar uma bola baixa e a merda da bola fode-se no meio das pernas do Kingman

O dave Kingman é uma bosta
O outro replica
Mas atenção ao foster
Deviam mandá-lo para cincinnati
O stearns está sempre lesionado
O brooks não está com a cabeça no jogo
O mookie é bom
O rusty está demasiado gordo para correr


Em ex t rac t os a c on v e r sa as s em maior is o u me ni s de co rr e ra

K in g am an teve du as bate id as de mes t re, b um, bu maior. G ra n de jo g o
As bola par e cia m ir a caminho da L ua Do is a um no f im da nona mão
O p it ts b ur g h, te m homens e se h un d o a e ter ce ira ba se O met s v a i b us car o a ll en, um re se r v ista, da f e de ra l gr e en s pan O pe ñ a ap or xi ma inglesa se e l ança c ac a de g a l i n h a para l eva n t ar uma bo l a ba ix a e a me rda da bo l a f ode inglesa se no mei o das pe rna s do k in g man G re en s pan, ap a r e ce na tv, a h si t or i a da m uk her do te mp o do d e c a l a ra r, de co mo o homem é ge ni o, a o v e ro pe q u nino de ter mina n te no g ra n de, o ex e mp l o, i l o v e y o u si r O d ave k in g man é uma bo st a O o u t ro r ep l i ca Ma s a ten ção ao f os teresa D e vi am man d á inglês l o para c in cin na ti O st e ar ns est á se mp re l e sio n ad o O br oo k s n cão es t á com a c ab eça no jo g o O mo o ki e é bo m O r us t y es t á d ema si ad o g o r d o para co r re r

Depois de terminar a refeição quinn compra um caderno, um a quatro de cem páginas

Em casa, limpou a secretária cuidadosamente, tirou a foto do stiilman, baixou os estores e despiu-se para começar a escrever

Reparo que o livro tem uma assinatura na primeira pagina e que não é minha, fico perturbado, pois pensava ser meu o livro e afinal não o é, nem sei mesmo de quem seja, curiosamente é uma assinatura feita na vertical A .S.O traço e por debaixo do traço, uma data noventa e um , dez, são estranhamente estreitas as letras em seu corpo nas partes redondas, o O é uma vesica , o s um serpente com dois anzol, o primeiro do décimo , inclina em cima para a direita e o traço da base que o sustenta só nasce para a direita, quase fazendo um z, o zero a seu lado , é uma vesica inclinada para a direita tambem

D ep o is de ter mina ra a r efe i ção quinn co mp ra um c ad e r no, um a q ua t ro de ce m pá g ina s em c asa, li mp o u a sec r e t ária c u id ad o sa m en te, ti ro u a f oto do st ii l ma l, ba ix o u os e ts t ores e d es pi u inglesa se para co me ç ar a es c r eve r r e par o q ue o li v ro te m uma as sin a t ur a na pr i e m r ia pa gina e q ue n cão é min h a, f i co pe r t ur b a d o, po is p en s av a ser me u o li v ro e a f ina l n cão o é, ne m se i me s m o de q eu m seja, c ur i os am en te é uma a sin a t ur a f e it a na v e r ti ca l A .S.O t ra ç o e por de ba i x o do t ra ç o, uma da t a em dez de noventa e um, são es t ra n ham en te es t rei t as a s l e t ra s em s eu corp o na s par te s red onda s, o O é uma ve si ac a , o s um serpente com d ua an zo l, circulo primeiro do décimo , in c lina em c ima para a di rei t a e o t ra ç o da ba se q ue o s us ten at a só na s ce para a di rei t a, q ua se f a zen d o um z, o z ero a se u l ad o , é uma ve sic a in c lin a d a para a di rei t a tam b em


Na capa leio talho au primeiro au serpente teresa , a cruz maior rato primeiro circulo do gi a, primeira do ia do no vaso e primeira e circulo rato quadrado europeu

Um homem tipo bogart, gabardina e chapéu, está para atravessar um rua , o sinal diz v d on T , primeira wor dupla al k , di du são c uk t ural, roman ce c on tempo rã neo, ao fundo as torres da cidade, vermelhas com reflexos doirados como tijolos de vidro, o suporte do sinal isola duas fiadas de janelas iluminadas de oito rectângulos verticalmente dispostos lado a lado como duas colunas, a silhueta do home da gabardina e do chapéu, parece atravessar a linha vertical vazia entre dois arranha ceus

Algo de estranho se está neste momento a passar com o alinhamento na mudança das linhas, passa o indicador para a tabulação central, que aqui se diz escrevendo , ao centro, normal times n clip na folhas doze n , coluna inclinada serpente com traço em baixo, ao centro

O, S da assinatura do livro repercute-se no desenho de um bolso numa gravura que hoje de manhã encontrei com outras num caixote de lixo e que trouxe para casa.

Na ca pa le i o t alho au pr i me i ro au ser pente teresa , a c r uz maio r ra t o pr i me i ro cir c u l o do gi a, pr i me ira do ia do no v a s o e pr i me ira e cir c u l o rato q ua dr ad o eu ro peu Um homem t ip o bo g art, g ab ar di ne e ch ap eu, es t á para at rave s sar um ra u , o sin al di z v d on T , pr i me ira w o r d up l a al k , di d u são c uk t ur al, roman ce c on te mp o râ neo, ao f un do as torres da cidade, v e r me l h as com r e f l ex os do ira d os co mo ti jo l os de vi dr o, o s up o r te do sin al is ola du as fia d as de jane l as i lu mina d as de o it o re cta n g u l os v e r ti ca l em n te di s po s t os l ad o a l ad o co mo du as co l una s, a si l h eu t a do ho me da g ab ar din e e do ch a peu, par e ce at rave s sar a li n h a v e r ti ca l v az ia en t re do is ar r anha ce us Al g o de e ts ra n ho se es t á ne s te mo men t o a pa ss r com o a li n h am ant o na mu dança das l ina h s, passa o indica dor para a t a bu l a ç ão c en t ra l, q ue a q u i se di z es c r eve n do , ao c en t ro, no r ma l tim es n c li ps na f o l h as do ze n , co l una in c lin a d a ser pente com t ra ç o em ba ix o, ao c en t ro O S da as sin a t ur a do li v ro r ep e r cut e inglesa se no de s en ho de um bo l s o numa g ra v ur a q ue h oje de manhã en co n t rei com o ut ra s n um ca ix ot e de l i x o e q ue t ro u xe para c asa.

Estranho não saber de quem é este livro, eu que sou extremamente cuidadoso com eles e com os que não sou meus, que sempre trago balanço negativo, entre os emprestados que se tornam emprestadados e os que emprestado voltam a seus donos, faço questão nesta memória, pois os livros são de certa forma objectos pessoais

Es t ra n ho n cão s ab e r de q eu m é este li v ro, eu q ue s o u es t r ema mente c u id ad oso com e l es e com os q ue n cão s o u me us, q ue se mp re t r g ao bal an ço ne g at ivo, en t re os em pr est ad os q ue se tor na maior em pr est ad a do s e os q ue em pr es t ad o vo l tam a se us do no s, f aç o q eu s tão ne s t a me mó r ia, po is os li v ro s são de ce rta f o r ma ob, tam pão ject os pe s s o a is

Quando ia para a livraria, que não sabia em exacto onde era, sai no campo pequeno, onde debaixo da praça existe um centro comercial, onde nunca tinha entrado, e para meus botões, assim pensei, se calhar é no centro, e assim desci por uma rampa circular que se afunda dentro da terra, o sangue na arena e as almas em baixo a serem colectoras dele, da violência e do medo que a ela anda geralmente associada

Q ua n do ia para a li v ra ria, q ue não s a b ia em ex ac to onda e ra, sa i no cam po pe q eu no, onda de ba ix o da pr aç a ex iste um c en t ro co mer cia l, onda n un ca tinha en t ra do, e para m eu s bo t õ es, as s im pen sei, se calha r é no c en t ro, e a sis m d es c i por uma ra mpa cir c u l ar q ue se a f un da den t ro da terra, o san g ue na a rena e as al ma s em ba ix o a se r em cole c t o ra s de l e, da vi o l ên cia e do med o q ue a e l a anda ge ra l mente as soci ad a

É uma espécie de circumbulatio , creio que três volta inteiras na serpentina que desce ao quarto nível do inferno, e quando entrei no centro virei à direita e de novo vi a bela rapariga dos olhos azuis eléctricos sentada em seu contador, ah amada que meu coração até pareceu bater mais depressa naquele momento, mesmo debaixo da terra, num qualquer piso intermédio deste inferno que é em parte minha vida sem ti e meu filho e nossos futuros filhos a meu lado, a beleza radiante radia a luz, assim pelo corredor segui até chegar a uma casa tipo hambúrgueres, com um senhora, grande tipo cowboi americano de ventre à mostra e chapéu que as carnes parecia me convidar, contudo a minha fome, ali era outra e depois numa livraria me disseram que era em entre campos e assim lá foi andando
É um a es pe cie de cir c um b u l tio , c rei o t r ês vo l t a ine t r ia s na ser pen tina q ue d es ce ao q ua r to n ive l do in ferno, e q ua n do en t r i no c en t ro vi rei à di rei t a e de n ovo vi a b e l a ra pa riga dos o l h os az u is e l ec t ric os s en t ad a em se u c on t a d o r, a h am ad a q ue me u cora ção at é par e ceu bate r ma is d ep r e s sa na q eu l e mo men to, me s mo de ba ix o da terra, n um q ua l q eu r pi s o in te r mé di o d este inferno q ue é em par te min h a v id a se m ti e me u fil h o e n osso s f ut ur os fil h os a me u l ad o, a b e l e za ra d ian te ra d ia a l u z, a s s im pe l o co r red o r se gui at é che g ar a un ma c asa t ip o ham b ur g eu r s, com um s en h o ra, g rande t ip o co w bo y am ar e c ina o d eve n t re à mo s t ra e ch ap eu q ue as ca r ne s par e cia me c on vi d ar, c on t u do a min h a f o me, ali e ra o u t ra e d ep o is n uma li v ra ria me di ss e ram q ue e ra em en t re cam p os e as s im l á f o i anda n d o

Mal entrei na livraria, a correcta, dei de caras com um amiga muito bela que não via há muitas luas, que nã conheço assim tão bem e começamos a falar e ela me perguntou de mim, e eu lhe desfiei o meu rosário, o rapto de meu filho, e ela que paciente me ouviu depois me contou o seu caso, que fora abandonada pelo pai da criança quando ela nascera, grrr, fizeram minhas entranhas, que parece que alguns fazem filhos como se mudassem de camisas, beijei-lhe a face e continuei a atravessar o corredor e vi duas senhoras que tambem conheço, que comigo no instante cruzaram o olhar, a alice cruz e a silvina, a do teatro cujas instalações aqui são, aquela a quem da ultima vez que aqui a vira, caíram duas chaves de sua mão, a da cadeira a passar quando da mudança, e olhar foi claro e transparente, olharam-me como se tivessem visto o diabo em pessoa, eu que começara por lhes sorrir, rapidamente percebi que o diabo ia em suas almas, em verdade foi o vi, naquele preciso momento, um eco as minhas letras sobre uma das senhoras e a outra que será sua amiga cúmplice e solidária

M al en t rei na li v ra r ia, a co r r e cta, de i de caras com um ami g a mu it o b e l a q ue n ão v ia h á mu i t as l ua s, q ue n ã c on he ç o as s im tão b em e co me ç a mo s a f al ar e e l a me pe r gun t o u de mim, e eu l he d es f i e i o me u ro sário, o ra pt o de me u fil h o, ee l a q ue p a c i en te me o u vi u d ep o is me c on t o u o se u c a s o, q ue f o ra a ban dona d a pe l o pa i da c r ian ça q ue tinha q ua n do na s ce ra, g r r r, f i ze ram min h as en t ra n h as, q ue par e ce q ue al gun s f az e m fil h os co mo se mu da s se m de cam i sas, bei je i inglês l he a f ace e conti n eu i a at rave s sar o co r red o r e vi du as a s en h o ra s q ue tam b em co n h e ço na li v ra ria q ue co mig o no in s t ante c ru za ram o o l h ar, a ali ce c r u z e a si l v ina, a do tea t ro c u j as in s tala ç õ es aqui são, a q eu l a a q eu m da u l tim a v e z q ue a q u i a v i ra, ca i ram du as ch ave s de s ua mão, a da ca de i ra a passa r q ua n d o da mu dança, e o l h ar f o i c l rao e t ra s n parente, o l h a ram inglesa me co mo se t ive s s em vi s to o dia bo em pe s s o a, eu q ue co meça ra por l h es s o rr i r, ra pi da mente pe r cebi q ue o dia bo ia em s ua s al ma s, em v e r dad e f o i o vi, na q eu le pr e c i s o mo men to, um e co as mi mn h as l e t ra s s o br e u ma da s s en h o ra s e a o u t ra q ue se rá s ua ami g a c u mp li ce e sol i dá r ia

Olhei o paul auster e cumprimentei-o com o olhar, mas o belo rapaz estava muito ocupado, sempre alguém de volta dele, e eu com minha mão , acariciava o presente, pois na noite anterior assim decidira, decidira que lhe ia levar um presente e quando assim em mim me decidi, encontrei a moeda, uma moeda com uma lira, vinha aquilo a propósito de eu saber que outrora um caderninho azul pequenino português, ou melhor aqui feito, o tinha inspirado num livro, e assim para mim pensei, quem sabe se uma lira, não o fará, era esta a minha intenção, mas no meio da agitação em que ele estava, acabei por ficar só a namorá-lo com os olhos

O l he i o pau l au s te r e c u mp r i men te i inglês o com o l a h r, ma s o belo ra p az es t av a mu it oo c up ad o, se mp r e al g ué m de vo l t a de l e, e eu com min h a mão , ac ar cia v a pr e s en te, po is na no it e ant e rio r as s im de cid i ra, de c id i ra q ue l he ia l eva r um pr e s en te e q ua n do as s im em mim me dec e di, en c on t rei a mo e da, u ma moe d a com uma li ra, vi n h a a q u i l o a pr o p ós it o de eu s abe r q ue o u t ro ra um c ad e r ni n h o az u l pe q eu nino por t u g u ês, o u me l h o r a q u i f e it o, o t in h a is n pira d o n um li v ro, e as s im para mim p en sei, q eu m s abe se uma li ra, n ão o f a rá, e ra es t aa min h a in ten ção, ma s no mei o da a gi t a ção em q ue e l e es t av a, ac a bei por f i ca r s ó a na morá inglês l o com os o l h os


Ao sair da livraria uma senhora com um estranho ar alucinado, dava o espelho do ambiente lá dentro, praguejava e praguejava, filhos da mãe e por ai fora, estava numa espécie de transe, depois pela noite ouvi, o homem olhara o comboio das janelas amarelas e soubera pelo espirito qual seria o destino do assassino, que iria apanhar uma bebedeira e confessar seus pecados, o sangue que trazia em suas mão, certamente alguém o mataria

A o sa i r da li v ra r ia u ma s en h o ra com um es t ra n h o ar a lu c ina d o, d av a o es pe l h o do am bi en te l á den t ro, p ra g ue j av a e pr a g eu j av a, fil h os da mãe e por a i f o ra, es t av a n uma es p é cie de t ra n se, d ep o is pe l a no it e o u vi, o homem o l hara o co m boi a das j ane l as am ar e la s e s o u b e r ap e l o es pi r i ro q ua l se r ia o d es rino do as a s s i n o, q ue i r ia ap a n h ar u ma bebe de i ra e co n f es sar se us p e ca d os, o s na g ue q ue t ra z ia em s u as m ã os, certa mente a l g u é mo mat a r ia

Na livraria um dos livros que peguei, era um sobre o teo van gogh, abri numa pagina , dizia assim, o teo era um homem livre e exagerado, e se provocador, não costumava passar as marcas, antes disso, a primeira frase numa outra página, salvo o erro desta distancia em que escrevo o fim desta parte deste texto, teria o teo, insultado o profeta, há coisas que não se podem dizer, era assim as palavras sem em exacto o ser, recordei-me dos cartoons, da polemica, da violência e das mortes que nessa altura pelo mundo fora se deram

Na li v r aria um do s li v ro s q ue pe g eu i, e ra um s o br e o te o van g o g h, ab r i n uma pa gina , di z ia as s im, o teo e ra um homem li v r ee e x a ge ra d o, e se pr ovo ca dor, n ão co s t uma v a passa r a s ma rca s, ant es di ss o, a pr i me r ia fr ase n uma o u t ra pá g ina, sal vo o e r ro d est di s tan cia em q ue es c r evo o f im d esta par te d este texto, te r ia ot e o, in s u l t ad oo pr o f eta, h á co i sas q ue n ão se p ode m di ze r, e ra as s im as pal av ra s se m em e x cat oo se r, record e i inglesa me dos c ar t oo n s, da p ole m i ca, da vi o l en cia e da s mo r t es q ue ness a a l t ur a pe l o mundo f o ra se de ram




Ah Amada, que bom é Amar-Te, que bom e belo o Amor O É
E Tudo Ligado Trás Ligado e Por Ele Mais Evidenciado Tudo Fica

A h Am ad a, q ue b m é Ama r inglesa T e, q ue bo m e belo o Amo r O É
E T u d o Li gado T rá s Li gado e Por E l e Ma is E vi den cia d o T u d o F ica

Tudo é energia, tudo é frequência e vibração, o mesmo é o sentir e o sentimento
E o mar unido assim se trás unido, uma vibração rápida, interna e externa que evidencia o que religado sempre está

T u d o é ene r g i a, t u d o é fr e q eu n cia e vi br aç ão, o m es o é o s en tir oo s en tim en to E o mar un id o as s im se t rá s un id o, uma vi br aç ão rá pi d a , in te r na e ex te rna q ue e vi den cia oo q ue r e li gado se mp re es t á

E a prova me entra pelos olhos e o ver o sentir o pensar a cada momento, são tantos os sincronismo do amor, assim os pequeninos vasos se interligam como as veias no corpo, e o mesmo uno sangue vermelho corre por todo o corpo, e ele bate feliz, e espantado no espanto feliz do eterno milagres, dois olhos espantados, quatro olhos espantados no praia que se chama Amor, e quando assim é vamos e somos e fazemos, tudo, mas tudo se torna possível

E a pr ova me en t ra pe l os o l h os e o ver o s en tir o p en sar a c ad a mo m en t o, são t ant o s os sin c ro ni s mo s do amo r, as s im os pe q eu ni n os v a s os se in te r li gam co mo as ve ia as no corp o, e o m es o un o sangue v e r me l h o co rr e por t o d oo corp o, e e l e bat e f e l i z, e es pen at ad o no es pan t o f e l i z do e t reno mi l a g r es, do is o l h os es pan t ad os, q ua t ro o l h os es pan t ad os no pr aia q ue se ch ama Amo r, e q ua n do as s im é v amo s e se mo s e f az e mo s, t u d o, ma s t u d o se to rna po s s ive l

Sabes amada, sexta feira sai daqui de casa para ir a caminho do oriente parta publicar o que nesse dia publiquei, e porque na cineteka existe um digitalizador e precisava de digitalizar a que fora minha cela, pois se ainda tenho um que creio que ainda funcionará, o cabo de ligação ao pc misteriosamente desapareceu, ou alguém o levou, como quem te quer por algemas, pequeninas, uma aqui, outra acolha, pequeninas que nem o parecem ser, mas que cumulativamente fazem nas vezes grandes danos

S ab es am ad a, s ex t a f e i rr a sa i d aq eu i de c asa para i r a caminho do oriente pa rta p ub li car o q ue ne s se d ia p ub li q eu i, e por q ue na c ine te ka ex iste um di gi t ali za r e pr e c isa v a de di gi t a li z ar a q ue f o ra min h a ce l a, po is se a inda ten h o um q ue c rei o q ue a inda f un cio na rá, o c ab o de li g aç ão ao pc m is te rio sa m en te d es par e ceu, o u al g eu m o l evo u, co mo q eu m te q eu r por al g ema s, pe q eu nina s, uma aqui, o ut ra ac o l a, pe q eu nina s q ue me m o par e ce m ser, ma s q ue c u mu l t a iva mente f az e m na s v e z s g rand es d an o s

Escrevi aqui sobre meu arco partido, e um arco é instrumento tão forte e tão prenhe de simbolismo, recorda amada o belíssimo poema de kahil gibraim, que a tua vocação seja a do arqueiro que dispara flechas apontadas à felicidade, que assim reza sem assim o rezar em palavras exactas, que depois fiquei a recordar, das ultimas vezes que o usara , ainda a família estava junta, e o levei para o jardim ao lado da igreja de nossa de Fátima e ai atirava setas e depois ficava preocupado, como desde pequenino acontece, pois apontava às arvores, e ficava a pensar que lhes tinha feito mal, e depois lembrava-me do que em pequenino pensei, que para uma arvore, aquilo era como uma puxão na pele ou em pior uma picada de um mosquito ou mesmo de uma abelhinha, mas é um facto que há muito deixei de atirar pedras as arvores, de vez em quando tenho uma recaída, recordo—me com meu filho de fazer-mos concursos de pontaria, que é uma forma de adquiri-la, com pedras a arvores, na esperança e na reza secreta feita em meu peito e explicada a meu filho, espero, que ele não se queixe, que seja mais como uma festa, ele espantado a olhar para mim, a avaliar as palavras o que lhe dizia, assim se partilha a vida com eles, assim eles vão abrindo seus olhos e seu pensar, pelo que com eles vamos partilhando, do que vemos e sabemos e mesmo não sabemos, certo é, que nessa altura em que com ele disparei as ultimas setas, o parei, quer dizer, naquele momento me inclinaria a sentir as arvores em forma mais fragil, comecei a atirar para a relva, mas não tinha tanta piada, não era grande exercício de pontaria, não trem o calculo da força e do arco ascendente que depois desce, perguntem ao belo menino quaresma que bem sabe deste tipo de lançamentos, ainda agora fez mais um com um bola, para não falar na força, no enquadrar, no sentir do vento e por ai fora, que tudo dança numa flecha, o universo inteiro, e assim estava nestes dilemas metafísicos, quando assim se podem chamar, que nesse tempo encostei o arco, e depois quando um dia lhe peguei e ao retesa-lo se quebrou, e agora trago no peito que mão alheia lhe terá feito com um faca um fenda, que depois quando curvada pela minha mão se partiu, alguém o fizera em propositado, por pensar que ele seria perigoso, ou alguém que saiba do valor das coisas do apontar e do acertar, ah amada, acertar, acertava em teus lábios com meus beijos e meu beijar, tipo setas com ventosas da nossa meninice, que nas vezes ficam bem coladas, coladinhas, quem bom como os lábios muito molhados, assim eram as minhas primeiras setas que me lembre, numa aljava de índio feito em pele como a das amazonas e dos índios, com um ponto de cruz na sua costura, um chapéu de penas, um arco umas três ou quatro setas, era eu pequenino de tamanho como hoje ainda sou, e com eles aprendi a andar em silêncio, nas diferenças de culturas índias, aquelas que põem primeiro a ponta dos pés e a técnica bem mais difícil, assim sempre me pareceu, dos que primeiro assentam os calcanhares

Es c r e vi aqui s o br e me u arco par t id o, e um arco é is n t ru m en to t ão forte e t ão pr en he de s im boli s m o, record a am ad a o be li ss i mo po e ma de ka hil gi br a im, q ue a t ua vo cação seja a do ar q u i ero q ue di spa ra f l e ch a s ap on t ad as à f e lei cidade, q ue as s im r e za se m as s im o r e z ar em pal av ra s ex cat as, q ue d e p o is fic q eu i a record ar, da s u l tim as v e ze s q ue o usa ra , a inda a f ami l ia es t av a j un t a, e o l eve i para o jardim ao l ad o da igreja de no s sa de fa ´ tim a e ai at i r a v a s et as e d e p o is f i c av a pr e o c up ad o, co mo d es d e pe q eu nino ac on te ce, po is ap on t av a as ar vo r es, e f i c a v a a p en sar q ue l h es t in h a f e it o m a l, e d ep o is l am e br av a inglesa me do que em pe q eu nino p en sei, q ue para u ma a ra vo re, aq u i l o e ra co mo u ma p ux ão na pe l e o u em pio r uma pi c ad a de u ma mo s q eu it o o u me s m o de u ma abe l h in h a, ma s é um a f ac t o q ue h á mu it o de ix e i de at i ra r pe dr as a s ar vo r es, de v e z em q ua n d o ten h o uma rec aida , recordo inglesa me com meu f i l h om de f az e r inglês da onda esa pn hola mo s c on c ur s os de p on at r ia, q ue é uma f o r ma de ad q u i r ida ilha inglesa com pe dr as a ar vo r es, na es pera n ç a e na r e za secreta f e it ra em me u pei t o e ex p l ic a d a e a me u fil h o, es p ero, q ue e l ea n ão se q eu i x e, q ue seja ma si co mo u ma f es t a, e l e es pan t ad o a o l h ar para mim, a av a li ar as pal av ra s o q ue l he di z ia, as s im se par t ilha a v id a com e l es, as s im e l es v ão ab r indo se us o l h os e se u pen sar, pe l o q ue com e l es v amo s par til h a n d o, do q ue v emo s e sabe mo s e me s mo n ão sab e mo s, c e r to é, q ue ne s sa al t ur a em q ue com e l e di spa rei as u l tim as s eta s, o pa rei, q eu r di ze r, na q eu l e mo m en to me in c lina r ia a s en tir as ar vo r es em f o r ma ma is fr a gil, co me ç ei a at i ra r para a r e l v a, ma s n ão t in h a t ant a pi ad a, n ão e ra g r ande ex e r c i c io de p on t ar ia, n ão t r em o ac al c u l o a da f orça e do arco as c en den te q ue d e p o is d es ce, pe r gun te m ao be l o me nino q ua r es ma q ue b em sabe d este t ip o de lan ça men to s, a inda agora f e z ma is um com um bo l a, para n ão f l a ra na f o rça, no en q ua dr ar, no s en i r do v en t o e por a i f o ra, q ue t u d o dan ça n uma f l e ch a, o uni v e r s o in te i ro, e as s im es t av a ne s t es di l ema s met a f i sic os, q ua n d o a s s im se p ode m ch ama r, q ue ne s s e te mp o en co s tei o arco, e d e p o is q ua n d o um d ia l he pe q eu i ao r eta sa inglesa l o se q eu br o u, e agora t ra g o no pei t o q ue mão al he ia l e he te rá f e it o com um f ac a um f en d a, q ue d e p o is q ua n d o c u i r v ad a pe l a min h a mão se par tiu, al gum e q ue o f i ze ra em pr o p os it ad o, por p o r ex e mp l o pen sar q ue e l e se r ia pe r i g oso, o u al g eu m q ue sa iba do valor das co i sas do ap a on t ar e do ac e r t ar, a h a am ad a, ac e rta r ac e rt a v a em e m te us l a´ bi os com me us bei j os e me u bei j ar, t ip o s eta s com v en t o sas da no s sa m ene nice, q ue na s v e ze s f icam b em co l ad as, co l id in h as, c q u em b o m co mo os l á b i os mu it o mo l h ad os, as ss im e ra a min h a pr e i me i ra s s eta s q ue me l em br e, n uma al j av a de indi o f e it o em pe l e co mo a das am az o n as e dos in di os, com um p on t o de c r u z na s ua co s t ur a, um ch ap eu de pe na s, um arco e para a i u ma s t r ês s eta s, e ra eu pe q eu nino de tam a n h o co mo h oje a inda s o u, e com os in di os ap ren di a anda r em si l ên cio, na s s u as difer en ç as de c u l t ur as in dias, a q eu l as q ue p oe m pr i me i ro a p on t a dos p és e a t é c nica b em ma si di f i c i l, as s im se mp r e me par e c eu, q ue pr i me i ro as s en tam os ca l can h ar es

E sai para a rua já o dia se pusera, ia apressado, toda a escrita ultima tinha sido feita em passo acelerado de coração, com a consciência que um pedaço grande me falta e quando ia ali pelas bandas do hospital militar, a que o jaime neves se tinha referido, a propósito do comandante das rolhas, que tambem antes de sua entrevista me tinha aparecido nas letras, e contara ele que uma vez ,o costa gomes lhe tinha pedido para ele ir retirar uma manifestação de gentes que ali um dia se dera, ao hospital, e dava através desta história o perfil do costa gomes, que lhe tinha pedido , mas que só usasse força mediana, e que o jaime neves tinha visto naquilo uma má ordenança e uma má forma de comando, e dizia como comando que se preza, ou se dá a ordem ou não, meias tintas é que não, e se usa a força que se tiver que usar, tudo isto seria tema de um inteiro livro, mas não serão nestas núpcias, que mais anseio os teus beijos e te beijar, era mais ou menos assim o dito e escrito

E sai para a rua j á o d ia se p us e ra, ia ap r e ss sado, tio d a a es c rita u l tim a t in h a sid o f e it a em pa ss o ac e l e ra d o de coração, com a c on s ciência q ue u y m pe d aç o g rande me f al t a e q u a n do ia ali pe l as ban da s do h os pi t al mi l i t ar, a u q e o jaime n eve s se t ina h r efe rei d o, a p ro p os it o do co mandante das ro l h as, q ue tam b em ant es de se ua en t r e v i ts t a me t ina h ap ar e cid o na s l et ra s, e c on t a ra e l e q ue u ma v e z o co s t a g o mes l he t in h a ped id o para e l e i r r eti r ar u ma m ani f es t a ç ão de g en t es q ue ali um d ia se de ra, ao h os pi t al, e d av a at rav es d es t a h is t ó r ia o pe r fil do co s t a g o m es, q ue l he t in h a ped id o , ma s q ue s ó usa s se f o rça me diana, e q ue o jaime n eve s t in h a v is t o na q eu i l o uma má o r dena mn ç a e uma má f o r m a de co man d o, e di z ia co mo co man d o q ue se pr e za, o u se d á a o r de m o u n ão, me ia s t in t as é q ue n ão, e se usa a f orça q ue se t ive r q ue usa r, t u d o is t o se r ia t ema de um in te i ro li v ro, ma s n ão se r ão ne s t as n up cia s, q ue ma si na se io os te us bei j os e te bei j ar, as e ra ma si ou m en os a s sim, e ra ma is o u m en os as s im o d it o e es c rito

E quando vou a passar a entrada sai de lá descendo as escadas um casal, uma senhora belíssima, toda feita chic, loira que caminha pelo passeio onde eu ia, o homem, de cabelos meio encaracolados e meios altos meios pequenos, avançava pela rua, assim os dois caminhando se separaram ao caminhar embora caminhassem na mesma direcção,

E q ua n d o vo u a pa s sar a en t r ad a as i de l á d es c en d o a s es c ad as um c asa l, um a s en h o ra be li s s ima, t o d a f e it a ch i c, l o i ra q ue caminha pe l o pa s se i o onda eu ia, o h o me, de cab e l s o mei s en cara co l ad o s e as s im mei os al t os mei os pe q u en os , av na ç av a pe l a r ua, as s im os do is caminha n d o se s e pa ra ram ao ca mina h r em bora ca min h a s se m na me s ma di r e c ç ão,

Eu devo ter posto a minha face de deslumbramento perante a beleza como sempre me acontece, pois te juraria que ao cruzar a senhora, ela me sorriu assim em forma discreta como quem me dizia, sim meu amado, eu sei que sou bela, amado, sim, sem o ser, percebes amada, pois os seres pela beleza que se reconhecem, se amam, mesmo que não falem entre si, ou que não façam outras coisas em outros modos, assim é o amor, as vezes uma leve brisa que passa e tarda de novo a passar, como tu , que te manténs ao longe de mim e contudo habitas o perto e o dentro e fora

Eu d evo te r p os t o a min h a f ace de d es lu m br am en t o pe ra n te a be l e za co mo se mp re me acontece, po is te j ur a r ia q ue ao c ru za r a s en h o ra, e l a me s o rr i u as s im em f o r ma di s c r eta co mo q eu m me di z ia, s im me u amado, eu se i q ue s o u be l a, am ad o, s im se m o ser, pe r ce b es am ad a, po is os seres pe l s be l e za q eu se r eco n h e ce m se ama m, me s m o q ue n ão f al a em en t re si, o u q ue n ão f aç am o ut ra s co i sas em o ut ro s mo d os, as s im é o amo r, as v e ze s u ma l eve br isa q ue pa s sa e t ard e de n ovo a pa ss r, co mo t u , q ue te m an t e m ao l on ge de mim,

Depois olhei o homem, e me disse o espirito ser ele um de um angulo qualquer antigo, não tomei nota do exacto que o espirito me revelou, ia depressa e dirigido, ainda os via entrar para um carro negro, talvez um opel, mas nem disso estou agora mais seguro, e continuei a andar, e ao chegar a infante santo, comecei a ouvir um tambor, e logo nele fiquei preso, primeiro porque não o via, depois olhei o grupo de gentes que se juntara esperando que o sinal abrisse, e lá vi , primeiro a mão, uma mão que se deslocava rápido para o seu lado direito e batia num tambor que estava com sua pele tapada e dentro de um saco plástico debaixo de um braço jovem que estava com ela, e logo a reconheci, um dos meus anjos que habitam esta cidade, cheguei com a minha mão e num intervalo, no que seria o tambor, nele bati, assim nos encontramos, demo nos as mão e atravessamos juntos a avenida e continuamos caminhando fazendo melodia e percussão nos intervalos dos passos, ela acertava nuns belíssimos contrapontos, e a alegria subia e subia como um balão de agua quente em meu peito ao instante, assim sempre é a musica do amor, e continuamos a andar, eu vinha com passo apressado, ela me acompanhava com a mesma leveza de tal forma que chegando ali a frente da basílica, a constança, que já no entretanto me tinha perguntado, creio que por segurança, em forma subtil e muito discreta, quem eu era, e eu lhe respondera, eu sou o paulo e tu, e ela era a constança, que logo em mim me lembrou a constância do amor, nos disse aos dois, vocês os dois vão muito depressa, e eu ai parei e me dei conta que assim era, e tinha chegado o momento em que as direcções se separavam, e lhe dei dois beijinhos, que como sempre entre nós, calham nos lábios, sempre foi assim desde que conheço a Andreia, não o sei mesmo explicar, porque não trago especifica intenção de os poisar, mas assim sempre entre nós se dão

D e p o is o l hei o homem, e me di s se o es pei rito ser e l e um de um an g u l o q ua l q eu r ant i g o, n ão tom e i n ota do ex cat o q ue o es pi rito me r eve l o u, ia d ep r e s sa e di r i gid o, a inda os v ia en t ra r para um ca rr o ne g ro, t al v e z um o pe l, ma s ne m di s s o es t o u a g a o ra ma si seguro, e conti n eu i a anda r, e ao che g ar a in fan te santo, co me ç ei a o u vi r um tam b o r, e l o g o ne l e f i q eu i pr e s o, pr i me i ro por q ue n ão o v ia, d ep o is o l hei o g r up o de g en t es q ue se j un t a ra es pera n d o q ue o sin al ab r is se, e l á vi , pr i me i ro a mão, u ma mão q ue se d es l o c av a rá pi d o para o s eu l ad o di rei t o e ba t i a n um tam bo r q ue es t av a com s ua pe l a t ap ad a e den t ro de um s ac o p l as tic o de ba ix o de um j ave m q ue es t av a com e l a, e l ogo a r eco n he c i, um do s me us an j os q ue h abi tam es t a cidade, che ge u i com a m min h a mão e n uma in te r v a l o, no q ue se r ia o tam b or, ne l e bat i, as s im no s en c on t ramo s, demo inglês no s as mão e at rave s s am os j un t os a ave n i d a e conti n ua mo s ac am in h an d o f a zen d o melo dia e pe r c ur são no s in te r v al os dos pa ss os, e l a ac e r t a v a n un s be li s si mo s c on t ra p on t os, e a al e g rai s ub ia e s ua bia co mo um ba l ão de au a q eu n te em me u pei t o ao ins t ante, as s im se mp re é a mu sic a do ama o r, e conti n au mo s a anda r e q ue vi n h a com pa ss o a par e s ad a o, e l a me ac o mpa na h v a v com a me s ma l eve za de t al f o am q ue ch a gan d o ali a fr ente da ba si li ca, a c on s tan ça, q ue j á no en t r eta n t o me t in h a pe r gun t ad o, c rei o q ue por segur ança, em f o r ma s ub til e um s i t o di s c vaso deitado r eta, q eu m eu e ra, e eu l he r es p on d e ra, e u s o u o pau l o e t u, e e l a e ra a c on s tan ça, q ue l o g o em mim me l em br o u a c on s tan cia do am a o r, no s di s se aos do is, vo ce s os do is v ão mu it o d ep r e s sa, e eu a i pa rei e me de i c on t a q ue as s im e ra, e t in h a che gado o mo men t o em q ue as di r ec ç õ es se s epa ra v am, e l he de i do is bei jin h os, q ue c omo se mp re en t re nó s, cal ham no a l á bi os, se mp re f o i as s im d es d e q ue c one h ç o a an d rei a, n ão o se i me s m o ex p ll i c ar, por q ue n ão t ra g o es pe c i f ica in ten ção de os p o i s a r, ma s as s im se mp r e en t r e nó s se dão

E tinha eu escrito sobre a sua tia a propósito de honi soit qui mal y pense, e ali estávamos nós, depois atravessei a cidade e quando cheguei à cineteka, enquanto pedia um café, uma revista de costas voltada estava sobre o balcão, lhe meti a mão e quando a abri estava outra vez uma foto da nicole de pé a sorrir, como da ultima vez que abrira a ultima revista, e agora quando começava este texto, pensando nesse sincronismo do amor, não é que passou na quatro um spot com ela , que parece um outro , mas não deixa de ser um mesmo, aparece ela desta vez no ultimo plano, subindo com um vestido negro comprido a escadaria, decote nas suas belas costas, um circulo de diamantes com um cinco em seu interior, um cinco e um numero, o numero cinco, ou seja o quinto, que deverá ser então o quinto mencionado no texto anterior, aquele que publiquei na sexta ou será a casa onde minha amada está, ou ainda um outro significado à luz do que ontem se manifestou na madrugada do lago, pela silhueta, pelo vestido negro, a ele irei aqui em seu devido tempo

E t in h a eu es c rito s o br e a s ua t ia a pr o p os it o de h oni s o it q u i l m al y p en se, e a li es t av amo s nó s, d e p o is at rave s se i a cidade e q ua n d o che g eu i à c ine te ka, en q ua n to pe d ia um ca f é, u ma r e vi sta de co s t as vo l t ad a es t av a s o br e o bal cão, l he met i a mão e q ua n d o a br i es t av a o ut ra v e z uma f oto da i cole de pé a s o rr i r, co mo da ul tim a v e z q ue ab r ira a u l tim a r e vi sta, e agora q q ua n d o co me ç av a este e t x to, p es nando ne s se sin c ro ni s mo do amo r, n ão é q ue pa ss o u na q ua t ro um s p ot com e l a , q ue par e ce um o u t ro , ma s n ão de ix a de ser um me s mo, ap ar ce inglesa l he d est a v e z no u l tim o p l ano em s ua co s t as um ci r c u l o de dia m en t es com um c in co em d i a m an t es em s eu ine t rio r , um c in co e um nu m ero, o n um ero c in co, o u seja o q ui n to, q ue d eve rá se r en t ão o q u in to m en cio n ad o no te x to ant e rio r, aq eu l e q ue p ub li q eu i na se x t a o u se rá a c asa onda min h a am ad a es t á, o u a inda um o u t ro si g ni f ica dao à l u z do q ue on te m se mani f es t o u na mad ra u g ad a do l a g o, pe l a si l h u eta, pe l o v es t id o ne g ro, a e l e i rei aqui em se u de v id o te mp o

Assim, é sempre a vida, quando se trás e leva e se dá o amor, assim ele sempre retorna, se tal em justeza se pudesse chamar ao que sempre está, certamente um chimpanzé, diria que os cientistas peludos tinham mais uma vez concluído que dar prazer, que é a sensação que advém do acto amoroso, qualquer que ele seja, Oh cabecinhas perversas, não só a comer bananas ou a beijar rosas, aumenta a serotonina, ou seja o nome a que chamamos à segregação de uma substancia no cérebro que é associada aos pelinhos em pé e dá para acender lâmpadas lado a lado, como acontece com as altas tensões, sem fio eléctrico

As s im, é se mp r e a v id a, e q u q n do se t rá s e l eva e se dá o am a o r, as s im e l e se mp r e r e to r na, se t al em j us te j a se p u de s se ch ama r ao q ue se mp r e es t á, certa mente um ch im pa zé, di r ia q ue os cie n t ista s pe l u d os t in ham ma is u ma v e z c on c lui d o q ue d ar pr a ze r, q ue é a s en sa ção q ue ad v em do ac to amo r oso, q ua l q eu r q ue e l e seja, o h cab e cinha s pe r v e r e sas, n ão s ó a co mer ban ana s o u a bei j ar rosas, au men t aa s ero to n i a , o u seja o no me a q ue ch ama mo s a se g r ega ção de u ma s ub s tan cia no ce rb e br o q ue é as soci ad a e a pe l in bo s em pá e d á para ac en d e r l am p ad as l ad o a l ad o, co mo acontece com as al t as ten s õ es, se m f io e l ec t ric o ao l ad o

Ao passar em frente ao hospital militar lembrei-me do ultimo sincronismo que se verificara com a Palavra anteriormente publicada, aparecera o joão pinto na tv, e me recordei do episódio do centro comercial, onde a rapariga e outros levara com a granada em cima, já o tinha recordado na altura em que o escrevera, em que escrevera sobre esta história do centro comercial, e depois aparecera ele na televisão, esse centro, nesse café que lá existia, tinha ido eu lá algumas poucas vezes antes desse acontecer, pois um tinha um amigo que o frequentava e depois lá voltei depois do acontecido, e me recordo desse mesmo amigo nesse tempo, me ter indicado ao longe , o rapaz loirinho, numa rua estreita e popular ao pé de uma praçeta da amadora, a parte original da cidade, antes mesmo de o ser, assim o creio de memória, e me ter dito, aquele rapaz é o que vai agora para o clube de futebol, salvo erro para o benfica, depois foi para o sporting, e de eu o ter visto nessa tarde de verão, e algo em mim soara estranho, sobre a sua pessoa, agora me aparecia ele, e de repente em mim, uma ligação entre todos estes episódios aflora, bem como outras visões mais recentes no estádio do sporting, lá voltarei, mas a sensação, fora que a morteirada estava ligada ou apontava ao joão pinto, ou que então seria símbolo de um morteiro que o joão pinto , ou através dele me teria sido em outra altura enviado, ao que sei meu filho pratica futebol no sporting, ele que era do benfica, o que me leva a deduzir que existirá um homem na vida da mãe que a isso o terá levado, e trago eu uma relação de símbolo muito forte com o benfica, recordou-me minha prima rosa em dia recente, que a águia do benfica, o símbolo, fora feita por um tio ou primo meu, com a ajuda dela, não o sabia mas fiquei feliz de sabê-lo

Ao pa s sar em fr ente ao h os pi t al mi l it ar l em b rei inglesa me do u l tim o sin c ro ni s mo q ue se v eri f i cara com a Pal av ra ant e rio r mente pub l i c ad a, ap ar e ce ra o jo ã o pi n t o na tv, e me record e i do e pi sódio do c en t ro co mer cia l, onda a ra pa riga e o u t ro s l eva ra com a g rana d a em c ima, j á o ti mn h a record ad o na a l t ur a em q ue o es c r eve ra, em q ue es c r eve ra s o br e es t a h is t ó r ia do c en t ro co mer cia l, e d ep o is ap a ra ce ra e l e na tele visão, es se c en t ro, ne s se ca f é q ue l´ + a ex is tia, tinha id o eu l á al gum as p o u ca s v e ze s ant es de s se ac on te ce r, po is um tinha um ami g o q ue o fr e q eu na tva e d e p o is l á vo l tei d ep o is do ac on te cid o, e me record o de s se me s mo am i g o ne s se te mp o, me ter indica d o ao l on ge , o ra p z l o i rin h o, n u ma rua es t rei t a e pop u l ar ao pé de uma pr aç eta da ama dora, a pa rte o r i gina l da cidade, ant es me s mo de o ser, as s im o c rei o de me mó r ia, e me te r d it o, a q eu l e ra p a z é o q ue v a i agora pa ra o c lu be de f u te bo l, sal vo e r ro para o bem f i ca, d e p o is f o i para o s pot in g, e de eu o te r vi s to ne s sa t ard e de verão, e al g o em mim s o a ra es t ra n h o, s o br e a s ua pe s s o a, agora me ap ar e cia e l e, e de r ep ente em mim, uma li g a ção en t re t o d o s es t es e p i só di os a flora, b em co mo o u t ra s visões ma si r e cen t es no es t á di o do s por t in g, l á vo l t a rei, ma s a s en as ção, f o ra q ue a mor te i ra d a es t av a li g ad a o u ap on t av a ao joão pinto, o u q ue en t ão se r ia s im bolo de um mor te i ro q ue o joão pinto , o u at rav és d e l e me te r ia sid o em o u t ra al t ur a en vi ad o, ao q ue se i me u fil h o pr at i ca fu te bo l no s p or t in g, e l e q ue e ra do bem f i ca, o q ue me l eva a de d uz i r q ue ex is ti rá um h omem na v id a da mãe q ue a is s oo te rá l eva d o, e t ra g o eu u ma relação de s im bolo mu i t o f o rte com o en f ica, record o u inglesa me a min h a pr i ma ro sa em dia r e cen te, q ue a a gui a do bem f ica, o s im bolo, f o ra f e it a por um ti oo u pr i mo me u, com a ajuda de l a, n ão o s ab ia ma s f i q eu i f e l i z de s ab ingles t ra ç o l o


E neste entretanto desci à gare de Alcântara para tomar café e comprar cigarros, e em cima do balcão as almas caridosas, com aqueles que vivem nas masmorras, tinham deixado os três jornais diários gratuitos, que se gentis são as almas e sempre, parece que nem sempre joga muito bem o gentil como o dinheiro, digo isto pela regra de observar que os jornais pagos, geralmente não os encontro no cimo dos ramos, e um que abri, lá trazia a bela nicole, em cima dos textos todos a dizer, qualquer coisa no género, ou assim lhe era atribuída, que dizia ela não estar interessada em ser uma bond girl do graig, dos filmes com o grais, mas o que eu li, foi mais ou menos assim, o j am es do bo muito dia, ou do segundo circulo do dia do rai gato, ou gata, mas enfim, com grande pesar, tomo nota de seu dizer, eu que finalmente percebi no outro dia a sonhar, se é que alguma vez ando mesmo acordado, porque gosto tanto das meninas ruivas e de cabelos claros e estrelinhas na pele, pois me lembrei da minha memória do deslumbramento infantil ao ver pela primeira vez a primavera de boticelli, e depois a vénus, como a pérola que sai da ostra, nua e vestida pelos seus cabelos ruivos compridos, ah nicole , às vezes me ponho a pensar se na realidade em sonhos, uma vez não nos teremos encontrado a dançar por aí, mas sei eu que a senhora trás uma rapaz a quem ama muito chegadinho a seu coração, como deve ser, pois uma vez chegado logo ou quase, súbito e rápido casado, tambem eu assim vejo o enlace, e vi o rapaz em outro dia na televisão, uma rapariga afoita lhe tentava levantar a manga da tshirt para ver uma qualquer tatuagem, e ele como um menino cheio de vergonha não a deixava, assim tambem sou eu nas vezes, e se nos encontramos o melhor será talvez, no respeito dos amantes e do amor, dançar-mos assim uma espécie de yie yie, onde os corpinhos fiquem afastados, pois a mim me parece sempre ao vê-la que se o meu consigo por um instante se juntasse, um tipo de cola especial daquelas fortes, ali nasceria, como se vê nas arvores com seus ramos, sabendo-a casada , só lhe desejo mesmo que seja feliz, pois tão bela estrela merece o melhor amor, e sendo o amor tambem brincar e brincadeira, e visto que nenhum perfume me convidou para fazer um spot, aqui com os meus fico consigo a brincar, alias pergunto-me como faria um filme de perfumes, se tudo o é, ainda hoje a antena dois do meu primeiro uno coração, passava a carmina burana, que são canções que há muitos anos me acompanham, dizia o senhor que tão bem conta as histórias das musicas, que a ultima, que eu já usei como banda sonora, é uma canção, que fala do pedido à Deusa a benção aos amantes e que quando um menino e uma menina num quarto se encontram, geralmente acontece o amor, sabe mesmo curioso, é que pouco tempo antes, tinha eu abraçado muito, a estatua da Deusa , lhe tinha beijado a cabacinha que trás em suas mãos a altura de seu ventre e tremendo lhe tinha pedido em meu pensamento para que me trouxesse a minha amada e que protegesse a ela , a nós e ao amor, é dura a imagem da Deusa que aqui comigo mora, habita a madeira talhada pelo amor da mão que a talhou, e alta, ficam meus lábios a altura de seu ventre da cabacinha do vaso das belas e doces aguas da vida, a mim parece-me um bom azimute, parece que foi feita à altura de meus lábios e tem um nariz cheio de caracter e uma popa no cabelo, e contava tambem que aquelas letras de séculos muito idos, uma delas dizia, se eu possuísse o mundo, ah o trocaria por uma noite de amor com a Rainha de Inglaterra e eu me lembrei da verdadeira que mora em meu coração e da outra verdadeira tambem moradora de meu coração na mesma sala infinita do amor, que bela estava em dia recente dentro de uma armadura de prata, montada em cima de seu cavalo, cabelos ruivos ao vento, a cruz de O Cristo flutuando ao vento por detrás dela, ah como é bela aquela rainha e aquela mulher

E ne s te en t e rta n t o dec s c i a g a ra de al can t a ra para tomar ca f é e co mp r a r c i g ar ro s, e em c i ma do bal cão as al ama s c ari d o sas, com a q eu l es q ue vi v em na s ma s mor ra s, t in ham de ix ad o os t r ês jo rna si dia rio s g art u i t os, q ue se g en t is são aa s al ma s e se mp r e, par e ce q ue ne m se mp r e j o g a mu it o b em o gentil co mo o din he rio, d i g o is t o pe l a r e g ra de ob serva r q ue os jo rna si p a g os ge ra l e mn te n ão os en cc on t ro no c i mo dos ramos , e um q ue ab r i, l á t ra z ia a b e l a nica ole, em s ima dos te x t os t o d os a f i ze r, q ua l q eu r co isa no g ene ro, o u as s im l he e ra at rib u id a, q ue di z ia e l a n ão es t ar in te r e s s ad a em ser um ab n d gi r l do g rai g, do s fil m es com o g rai s, ma s o q ue eu li, f o i ma si o u m en o s as s im, o j am es do bo mu it o d ia, o u do se gun d o cir c u l o do d ia do rai g at o, o u g at a, ma s en f im, com g rande pe sar, tom a o n ota de se u di ze r, e u q ue f ina l e mn te pe r cebi no ou t ro d ia a s on h ar, se é q ue al gum a v e z and o me s mo ac o r da d o, por q ue g os t o t ant o das me ni n d as rui v as e de cab e l os c la ro s e es t re ll in h as na pe l e, po is me le b r ei da mi mn h a me mória do d es lu m br am n teo in fan til ao v e r pe l a pr i me i ra v e z a pr i ma vera de bo ti ce l l i, e d e p o is a v en ú s, c o mo a pe rola q ue s a i da os t ra, n u a e v es t id a pe l os se us cab e l os rui v os co mp rid os, a h ni vo l e , a à s v e ze s me p on h o a p en sar se na real a i dad e em s on h os, uma v e z n ão no s te r emo s en c on t ra d o a dan ç ar por aí, ma s se i eu q ue a s en h o ra t rá s u ma ra paz a q eu m am a mu it o che ga din h o a se u coração, co mo d eve ser, po is u ma v e z che gado l o g o o u q ua se, s ub it o e rá pi d o c asa d o, tam b em eu as s im v e jo o en lace, e vi o ra paz em o u t ro d ia na tele i v são, uma ra pa riga a f o it a l he ten t av a l eva na t ra a manga da t s h i r t para v e r u ma q ua l q eu r tatu a ge m, ee l e co mo um m eni no che io de v e r g on h a n ão a de ix av a, as s im tam b em se o u eu na s v e ze s, se no s en c on t ramos o me l h or se rá t al v e z, no r es pei t o dos am ant es e do ama o r, dan ç ar inglês mo s as s im u ma es pe cie de y i e y i e, onda os corp in h os f i q eu m a f as t ad os, po is a mim me par e ce se mr pe ao v ê inglesa l a q ue se o me u c on si g o por um ins t ante se j un t as se, um t ip o de co l a es pe cia l da q eu l as f o r t es, ali na s ce r ia, co mo se v ê na s ar vo r es com se us ramo s, sa bem do inglesa a c a s a d a , s ó l he de se jo me s mo q ue seja f e l i z, po is tão be l a e ts r e l a mer e ce o me l h ro ama o r, e s en d oo am o r tam b em br ina c ra e br inca de i ra, e vi s to q ue n en h um pe r f ume me c on v i d o u para f az e r um s p ot, aqui com os me us f i co c on se i g o a br inca r, a l i as pe r gun to inglesa me co mo faria um fil me de pe r f u mes, se t u d oo é, aia n d a h oje a antena do is do me u pr i me rio u no cora ção, pa ss a v aa car mina b ur ana, q ue são can ç õ es q ue h á mu it os a no s me ac o mpa n ham, di z ia o s en hor q ue tão b em c on t a as h is t ó r ias das mu sic as, q ue a u l tim a, q ue eu j á us e i co mo ban da s o nora, é uma can ç a ão, q ue f al a de pe i dr a D e usa a bem ç ão aos am ana t es e q ue q ua n do um m eni no e uma m eni na n um q ua r to se en c on t ram, ge ra l e mn te acontece o ama o r, sabe me s mo c ur i os o, é q ue p o u co te mp o ant es, t in h a eu ab ra ç ad o mu it o, a es tatu t a da De usa , l he t ina h bei j ad o a c ab a cinha q ue t rá s em s au s mãos a al t ur a de s eu v en t re e te r m en do l he t in h a pe d id o em me u pen sa men t o para que me t ro ux e s se a min h a am ad a e q ue pr ot e ge s se a e l a , a nó s e ao ama o r, é d ur aa i mage m da De usa q ue aqui co mig o mo r a, h abi t aa madeira t al h ad a pe l o ama o r da mão q ue a t al h o u, e al t a f icam me i us l á b i o s a al t ur a de se u v en t re da c ab a çinha do v a s o da s belas e do c es a g ua s da v id a, a mim par e ce inglesa me um bo m az i mu te, par e ce q ue f o i f e it a à al t ur a de me us l á b i os e t em um na r iz che io de cara c ter e u ma p opa no c ab e l o e c on t av a tam b em q ue aq eu l as l e t ra s de sec u l os mu it o id os, uma de la s di z ia, se eu p os s u is se o m un d o, a h o t roca r ia por uma no ite de amo r com a Rai n h a de In g l at e r ra e eu me l em b rei da v e r da de i ra q ue mor a em me u cora ção e da o u t ra v e r da de ira tam b em mor ad o ra de me u cora ção na me s ma sa l a in f i n it a do amo r ,q ue b e l a es t av a em d ia r e cen te den t ro de u ma ar mad ur a de pr at a, mo n t ad a em c ima de se u c av a l o, cab e l os rui vo s ao v en t o, a c r u z de O C r is t o f l u tan d o ao v en t o por de t rá s de l a, a h co mo é b el a a q eu l a rai n h a e a q eu l a um l h ar

E depois na estação enquanto tomava o café, comecei a ler no espirito, umas buzinas me despertaram ao momento, um carro com a matricula zp estava mal parado em frente a bifurcação da estrada, com os quatro piscas ligados, ouvi de um angulo feito ao zé pinheiro em tempo antigo, depois me dei conta das horas, e subi em passo apressado para ver uma menina que meus olhos já não viam há muito tempo a mexer, e que agora anda tambem ruiva e já vinha atrasado, e lá liguei e a vi, bela como sempre e inteligente em seu falar, alias entre os dois não havia grande diferença no que diziam, gostei de a ambos ouvir, a ela fiquei a pensar que sua voz me pareceu diferente, mais nasalada, como se uma diferença se tivesse dado dentro dela, me recordo de umas fotos dela em seus recantos como um labirinto, suas próprias palavras em sua casa, bela casa com os belos pormenores nos balcões que muito na altura me fizeram sorrir e em outros dias andar de cabeça levantada a ver se os via, e seus olhos que são muitos bonitos, e que são muito mais de olhos, sua alma, estava naquela altura toda doce, parecia profundo enamoramento, assim um estado de graça, como é quando assim se vai, e eu gosto muito dela, conheço-a pouco, mas trago em mim as poucas vezes em que a encontrei, e como o sorriso e o riso se soltou, aa amada, as vezes me parece que isto, a vida, em parte, nesta minha viagem até chegar a teu colo, é um bocado como um talk show com misto de big brother, como se fosse de propósito, assim ser, como se te tivesse que buscar entre todos os véus, ou e como se alguns se entretecem a po-los de permeio como a mais dificultar, o que seria absurdo, pois o amor e os amantes querem-se e são fáceis, nada mais fácil que o amor, e me disse amada em dia recente, o espírito, isso mesmo de ti, me disse, ela é fácil de amar, é uma amor fácil, e eu contente fiquei por dentro, gosto de amor fácil, sem guerras, alegre, bem disposto, gerador de prazer, alegria felicidade, gosto, leveza e voo, e carinhos e ternura mil, amor em que os amantes sabem e trazem sabidos dentro de si, que são flor e jardim, e dele cuidam sem cuidar porque se amam, e se amam a si mesmos e se gostam de si e do outro, quanto dois, sendo dois, fiquei preocupado de lhe ouvir aquele tom em sua voz, mas com vontade de lhe perguntar, se estará casada, se será ela que me trás em amor, uma manhã muito tempo atrás assim o senti, na minha parte do coração

E d e p o is na es t a ç ão em q ua n to tom av a o ca f é, co me ç ei a l e r n o es pi e i t o , u ma s b uz ina s me d es pe rta ram ao mo m en to, um car ro com a mat r i c u l a z p es t av a m al par ad o em fr ente a bi f ur cação da e ts r ad a, com os q ua t ro pi s ca s li gado s, o u vi de um a g au ç l o f e it o ao zé pi n he i ro em te mp o ant i g o, d e p o is me de i c on t a da s hor as, e s u b i em passo ap r e s sado para v e r u ma m eni na q ue me us o l h os j á n ão v iam h á mu it o te mp o, e q ue agora n ad a tam b em r u i v a, as s im a me xe r, e j á vi n h a at ra sado, e l á li ge u i e a vi, b e l a co mo se mp r ee in te li g en t e em se u f al ar, a l i as en t re os do is n ão h avi a g rande difer en ça no q ue di z iam, g os tei de a am ab os ao u vi r, a e l a f i q eu i a p en sar q ue s ua v oz me par e c eu difer ente, ma is n asa l ad a, co mo se u ma difer en ça se t ive s se dad o d en t ro de l a, me record o de u ma s f ot os de l a em se us r eco ant os co mo um l ab i rin to, s ua s pr ó pr ia s pal av ra s em s ua c asa, b e l a c asa com os b e l os po r m eno r es no s bal c õ es que mu it o na al t ur a me f i ze ram s o rr i ee em do ut ro s dias anda r de cab eça l eva n t ad aa v e r se os v ia, e se us o l h os q ue são mu it os bo ni t os, e q ue são mu it o ma si de o l h os, s ua al ma, es t av a na q eu l a al t ur a t o da do ce, par e cia pr o f un d o e namora m en to, as s im um es t ad o de g ra ça, co mo é q ua n do as s im se va si, e eu g os to mu it o de la, c on he ço inglesa a p o u c o , ma s t ra g o em mim as po u ca s v e ze s em q ue a en c on t rei, e co mo o s o r r i so e o r is o se sol t o u, a h a am ad a, as v e ze s me par e ce q ue is to, a v id a, em pa r te, ne s ta min h a v ia ge m at é ce h g ar a t eu co l o, é um bo c a dao co mo um t al k s h o w com m is to de bi g br it her, co mo se f o s se de pr o pó si to, as s im ser, co mo se te t ive s se q ue b us car en t re t odo s os v eu s, o u e co mo se al gun s se en te r te s se m a p ô inglesa l os de pe r mei o co mo a ma is di f i c u l t ar, o q ue se r ia ab s ur d o, po is o ama o r e os am ant es q eu r em inglesa se e são f ac e is, n ad a ma is f ac i l q ue o am a o r, e me di s se am ad a em d ia r e c en te, o es pe rito, is s o me s mo de ti, me di s se, e l a é f ac i l de am ar, é uma ama o r f ac i l, ee i u f i q eu i c on ten te por den t ro, g os tao de am o r f ac i l, se m guerra s, alegre, b em ds is posto, ge ra dor de p ra ze r, al e g r ia f e li cidade, g os t o, l eve za e vo o, e ca rin h os e te r n ur as mil, amo r em q ue os a man t es sabe m e t ra ze m s a bi do s den t ro de si, q ue são f l o r e jardim, e de l e c ui dam se m c u id ar por q ue se am am, e se a mam a si me s mo s e se g s o at am de si e do o u t ro, q ua n to do is, s en d o do is, f i q eu i pr e o c up ad o de l he o u vi r a q eu le tom em s ua v oz, ma s com von t ad e de l he pe r g un at ar, se es t a rá c a s a d a, se se rá e l a q ue me t rá s em am o r, uma man h ã mu it o te mp o at rá s as s im o s en ti, na min h a pa r te do cora ção

Será assim bela senhora amada, sereis vós que me trazeis em vosso coração, amor, ou o amor será de menos privilegiar, face aqueles com quem se vai na vida pelos motivos de clubes, sejam eles de que género for, vós caminheis apoiando um senhor, com quem eu trago com razão de verdade a espada cruzada, e contudo senhora amada, sabeis vós que eu sou um homem de paz, só a tiro para fora se atacada e se não tiver outra alternativa, assim é o amor que trás o direito e o dever de se proteger a sim mesmo, ah senhora, me ressoa em mim, um porche de prata na rua uma tarde a trabalhar, e um arrancar súbito com o pé e o tacão em cima dos cavalos vapor, não senhora, daqueles que no amor nos fazem voar como os unicórnios, que nos levam a doces céus e fofas nuvens feitas de arco íris onde se deitam os amantes beijos abraçados a se beijar

Se rá as s im b e la s en h o ra am ad a, se reis v ´s o q ue me t ra ze is em v o ss o cora ção, o aa mor, o u o aa mor se rá de me no s pr e vi li gi ar a face a q eu l es com q eu m se v a i na v id a p elos m ot iv os de c lu b es, se j am e l es de q ue g ene ro f o r, vó s ca min he is ap ao ian d o um s en hor, com q eu m eu t ra g o com ra z ão de v e r dad e a es p ad a c r u z ad a, e c on t u d o s en h o ra am ad a, sabe is vó s q ue e u s o u um h o mem de p az, s ó a t i ro para f o ra se at ac ad a e se n ão t ive r o u t ra al te rna t iva, a ss im é o am a o r q ue t rá s o di rei t o e o d eve r de se pr ot e ge r a s im me s mo, a h a s en h o ra eu me r es s o a em mim um p o r c he de pr at a na rua u ma t ard e a t ra ba l h ar, e um ar rab «n car s ub it o com o pé e o t ac ão em cia m do s c av al os v ap o r, na õ s en h o ra, da q eu l es q ue no amo r no s f az em vo a ra co mo os uni co r ni os, q ue no s l ev am ao s do c es ce us e f o f as n u v e ns f e it as de arco r i r is onda se de it am bei j os a b r a ç ad os a se bei j ar


Se for a senhora que me trás em amor, estareis preparada para me jurar lealdade acima ou ao lado da multidão, ou dos indivíduos, como o farei a minha amada, sereis senhora suficientemente forte para acreditar na sua autonomia como ser e no amor, ou sereis correia de transmissão desse senhor que acompanheis, ou de outros, sejam senhoras ou senhores,

Sois ama ou aia ou senhora, sabeis vós senhora, que o amor é jardim aberto e infinito em flor, mas tem que trazer cerca e cercado, paradoxo supremo do amor no tempo em que vamos, que requer a habilidade suprema da arte aos amantes e ao amor, pois são muitos os que vão como mortos e pervertidos, que não trazem mais a coragem em seu peitos, que mal ensinam seus filhos, pois os ensinam a mentir desde pequeninos e lhes contam a negra história que assim tem que ser por questão de sobrevivência e do sobreviver, olhareis senhora o amor, com a certeza em vosso peito que vale sempre a pena, e não existe para ele mesmo outro caminho de o fazer jardim do privilégio e do privilegiado, estareis de ouvidos no coração bem abertos a atentos e fechados as calunias e as vis induções de toda a ordem e natureza, preferis sempre me confrontar com a dúvida, ou vos deixareis ser emprenhada pelos ouvidos dos negros pássaros, que o amor é musica, mas santa, não quer nem trás o mal e tem nas vezes que se defender,

supremo paradoxo do amor, liberdade e segurança, de resto, no resto que não o é, respeito em tudo pela sua liberdade, senhora, na forma como ides, no que fazeis ou como andeis, mas lealdade, saber ao certo e seguro que na almofada comum onde nas vezes nos deitamos e vivemos na casa o jardim, vive a lealdade que nasce e funda e frutifica a verdade e a luz e assim o amor se alimenta e não fenece, sabeis vós senhora concerteza de histórias negras antigas que dizem, que às mulheres, a seus homens, não devem contar nunca a verdade, pois as mulheres dela se aproveitaram quando lhes der jeito para os destruir, que contra eles viram então a seu jeito e necessidade a verdade, mas tais histórias são de um tempo antigo, onde os esposos mais se combatem, e se esqueciam que antes de o ser, são irmãos, iguais e distintos, ou que sendo esposos nem o eram, só um estava casado no coração, pois é verdade, que o homem tambem o pode e faz em relação á mulher, não é portanto apanágio ou qualidade ou meio só ao alcance da mulher e esposa, mas senhora, o que prefirais, viver, com um meio esposo, um meio homem, um meia verdade, ou uma partilha aberta e franca que requer sempre mais coragem, a coragem de saber que podemos sempre lidar com o que se apresenta, que se baseia no saber-mos de nós mesmos que somos fortes o bastante para saber lidar com tudo o que se apresenta, não senhora, não quero eu uma esposa, para viver com ela vestida, ou que mesma nua se apresente e vá nos dias vestida, ou meia vestida, o amar que almejo não e assim, mais, sempre lhe direi, que não é esta a natureza do amor, e não quero eu guerras em meu espaços íntimos, já levo com filhos da puta fora dos muros de meu jardim, e do jardim, em demasia para aturar, tereis essa coragem, senhora, só com ela quem assim vier, será a senhora que me ama, da mesma forma direi pelo meu lado, só assim com esta coragem em meu peito me dou ao amor e amo a minha esposa,

Se f o r a s en h o ra q ue me t rá s em amo r, es t a rei s pr e pa r ad a para me j ur ar lea l ad a de ac i ma o u ao l ad o da mul ti dão, o u do s in di vi d u os , co mo o f a rei a min h am ad a, se rei s s en h o ra s u fe cie n temente f o r t e para ac red i a t ra na s ua au o no mia co mo ser e no amor, o u se rei s co r rei a de t ra n s missão de s se s en h o r q ue ac o mpa n he is, es pi a d e l e, sa e is vó s s en h o ra, q ue o am a o r é ar dim ab e r t o e in f i ni t o em flor, ma s te m q ue t ra ze r ce rca e ce rca do, para do xo s up r emo s do amo r no te mp o em q ue v amos, q ue r e q eu r a h abi lia d e s up r ema da arte aos am ant es e ao amor, p o i são mu it os o s q ue v ão co mo mor t os e pe r v e r t id os, q ue nã io t ra ze m ma is a cora ge m em se u pei t os, q ue m la en c ima se us fil h os, po is o s en sima m a m en tir de s de pe q eu nino e l h es c on tam a ne g ra h is t ó r ia q ue as s im te m q ue ser por q eu s tão de s ob r e vi v ên cia e do s ob r e viver, o l h a rei s s en h o ra o amo r, com a ce r te za em vo s s o pei t o q ue vale se mp r e a pe na, e n ão ex iste para e l e me s mo o u t ro caminho de o f az e r j ar dim do pr iv i lé gi o e do pr e vil i gi ad o, es t a rei s de o u v id os no cora ção b em ab e r t os a a ten t os e f e ch ad os as cal uni sa e as vi s indu ç õ es de t o d aa o r de m e n a t ur e za, pr efe r is se mp r e me c on fon t ar com a d ú v id a, o u se rei s a inda em pr ena h d a pe l os o u v id os do s ne g ro s pá ss ar os, po is o amo r é mu sic a ma s s anta, n ão q eu r ne m t rá s o m al e te m q ue se d efe n d e r, s up r emo para do xo do ama o r, liber dad ee segur ança, de r es t o no r es t o q ue n ão o é, r es pei t o em t u d o pe l a s ua liber dad e, s en h o ra, na f o r ma co mo id es, no q ue f az e is o u co mo ande is, ma s lea l a dad e, sabe r ao ce r to e seguro q ue na al mo f ad a co mum onda na s v e ze s no s de it amos, vive a lea l dad e q ue f un d a e fr ut i f ica a v e r da d e e a l uz e as s im o aa mor se ali men t a e n ão f ene ce, sabe is vó s s en h o ra c on ce r t e za de h is t ó r ia s ne g ra s ant i g as q ue di ze m, q ue às mul her es se us h omens, n ão d eve m c on t ar n un ca a v e r d a d e, po is as mul e h r es de l a se ap ro v e it a ram q ua n d o l h es d e r je it o para os d es t rui r, q ue c on t ra e l es vi ram en tão a se u je it o e ne ce ss i dad e a v e r d a d e, ma s tais h is t ó r ia s são de um te mp o ant i g o, onda os es p osos ma is se c om bate m, po is é v e r d a d e q ue o homem tam b em oo p ode e f az, n ão é ap aná gi o da mul her e es posa, ma s s en h o ra, o q ue pr efe rei s, viver, com um mei o es poso, um mei o homem, um me ia v e r da d e , o u uma par t ilha ab e rat e fr anca q ue r e q eu r e se mp re ma is cora ge m, a cora ge m de s ab e r q ue p o d emo s se mp re li d ar com o q ue se par e s en t a, q ue se ba se ia no saber inglês mo s de nó s me s mo s q ue s p mo s f o r t es o ba s t ante para sabe r li d ar com t u d oo q ue se ap r e s en t a, n ão s en h o ra, n ão q u ero eu uma es posa, para vi v e r com e l a v es t id a , o u q ue seja e l a q ue me s ma n ua se ap r e s en te e v á no s di as v es t id a, o u mei a v es t id a, o amaro q ue al me jo n ão e as s im, ma is me s mo se mp r e l he di rei, q ue n ão é es t aa na t ur e za do a ma o r, e n ão q u ero eu guerra s em me u es pa ç os in tim os, j á t ra g o fil h os da p ut a f o ra dos m ur os de me u j ar dim, e do j ard im, em d ema si a para at ur ar, te rei s es sa cora ge m, s en h o ra, s ó com e l a q eu m as s im vi er , se rá a q ue me ama, da me s ma f o r ma di rei pe l o me u l ad o, s ó as s im com es t a cora g em e m e u pei t o me do u ao amo r e ama o a min h a es posa,

Ah senhora que sois bela, e trazeis coração acertado do acertado pensar e falar e certamente agir, assim vos conheço e vejo no pouco que ainda vos conheço, e trazeis vós um filho com um belo nome que creio que com vós viverá e que certamente em amor cuidais, trarás senhora, dificuldade de sobrevivência, ou de acesso a trabalho e justa remuneração, se não trouxer pertença a um clube qualquer que ele seja, se calhar me respondereis que sim, pois é verdade que infelizmente assim para muitos ainda o é, e a justiça nas vezes não se faz ou tarda em seu fazer, e este país mergulhado numa profunda crise, com muita gente a sofrer, e andando tristes e com pouca esperança em suas almas em seus espíritos, e se condenam assim a viver em forma baça, pouco luminosa, meio apagados, na imensa luta pelo só sobreviver, que a vida não foi feita para isto, mas sem para ser vivida, para ser vivida em pleno, com alegria, com paixão, com seu total usufruto, pois nenhuma carta de nenhum mar existe que traga em si ap nascer algemas ou limites do mar e do navegar, são todas elas sempre mais pequenas que Ela, que vos posso então senhora dizer, que convosco partilharei sempre minha ultima côdea de pão e dar-vos ei agua a beber, se dela precisares para si ou para seu filho é só dizer

A h s en h o ra q ue s o is b e la, e t ra ze is cora ção ac e rta d o d o ac e rta d o p en sar e f al ar e certa e mn te a gi r, as s im vo s c on h e ço e v e jo no p o uco q ue a inda vo s c on h e ço, e t ra ze is vó s um fil h o com um belo no me q ue c rei o q ue com vó s vi ve rá e q ue certa mente em amo r c u id a is, t ra rá s s en h o ra, di f i c u l d a d e de s ob r e vi v ên cia, o u de ac e s s o a t ra ba l h o e j us t a r em um ne ra ção, se n ã i t ro ux e r pe r ten ç aa um c lu be q ua l q eu r q ue e l e seja, se calha r me r es ponde rei s q ue s im, po is é v e r dad e q ue in f e li z mente as s im para mu it os a inda o é, e a j us ti ç a na s v e ze s n ão se f az ou t ard a em se u f az e r, e este pa ís mer g u l h ad o n u ma pr o f un da c r ise, com mu it a g en t e a s o fr e r, e anda n d o t r ist es e com p ou coa es pera n ça em s ua s al ma s em se u se s pi rito s, e se c on dena m as s im a viver em f o r ma ba ç a, po uco lu mino sa, mei o ap a gado s, na i m en sa l ut a pe l o s ó s ob re viver, q ue a v id a n ã f o i f e it a para is t o, ma s se m para ser vi v id a, para ser vi v id a em p l eno, com al e g r ia, com paixão, com se u t ot al us u fr ut o, po is n en h uma c art a de ne n h um mar ex iste q ue t ra g a em si ap na s ce r al g ema s o u li mit es do mar e do n ave g ar, são t o d as e l as se mp r e mai s pe q eu na s q ue E l a, q ue vo s p osso en tão s en h o ra di ze r, q ue c on vo s co par ti l h a rei se mp re min h a u l tim a co dea de p ão e d ar inglês vo s e i a g ua a bebe r, se de l a pr e cisa r es para si o u para se u fi l h o é s ó di ze r

Ah senhora, sou eu terno e doce em meu coração, como poderia ser em modo distinto se todos assim o somos e tambem é verdade que às vezes me indigno e mesmo zango, e com razão, mas tal não altera a minha natureza profunda ou etérea, depois de publicar palavras sobre o senhor que acompanhais, me apareceu ele na televisão de seguida, numa entrevista com uma bela menina, que se agita muito em seu falar, como seu corpo, e que vai nas vezes depressa demais sem mesmo disso se dar conta em relação à riqueza que seus convidados trazem à sua mesa , está muito crescido o senhor, suas mãos tremem já, sua cabeça, não, mostrava os seus livros, dava conta de como a biblioteca crescera para os pisos acima, de como tinha mesmo comprado o ultimo a um seu amigo para os instalar, e lhe ouvi dizer de novo o numero da porta como me pareceu em ar mais feliz de outrora num verão recente na praia do vau, na casa branca com listas azuis tão típica do algarve e do alentejo, e o vejo assim e se nada esqueço, como se pode a memória esquecer, dos actos das omissões e das responsabilidades, vejo em meu coração que o senhor está mesmo muito crescido, pouco será seu tempo aqui entre nós, se vê o ar de avô e o carinho nasce de novo no coração, assim somos, doces em nossa essência, e penso nas vezes em que com ele me cruzei nesta vida, não tantas assim, e na sua enorme presença e peso na vida de todos nós, e do estado de miséria vária deste país, onde o senhor foi sem sombra de duvida ou para ela, um dos responsáveis, pois uma regra sempre diz, que é a qualidade do coração dos homens, do seu coração, do seu pensar, do seu rigor ético, moral e da sua acção que determinam o tempo, o tempo dos dias, a claridade do sol , a leveza das aguas, a harmonia, ou as gradações suas contrárias, e o vejo e agora outra vez no que me parece ser um convite à fala, e que me recordo por duas vezes neste últimos anos lhe dei essa hipótese, das duas fui ter com ele, e da ultima em sua fundação lhe deixei contacto e lhe pedi retorno, dir-me- ão, tu que és subtil como uma folha de arvore, que sabes lee no vento, e na agua desde pequenino, como podes não perceber que era essa a sua intenção, que seja, que assim seja ou que assim parece ser sem ser, mas nem a verdade nem a justiça está reposta ainda, e se tudo é amor, tambem o amor não o é quando assim não se vai, quando estes pilares dela se encontram arredados, e tudo isto convive e vive com a compaixão ou nas vezes o mais profundo e sempre perigoso ódio, que faz nascer a alimenta as violências, e nem sempre vou eu de olhos abertos, e nalgumas vezes trago sonho ou sonhos nos olhos, mesmo que parecem acordados, ou seja, as flores e as folhas sempre se mexem, pois estão vivas como nós, as folhas se agitam e murmuram nos ramos, a agua corre e corre sempre sem parar, pois tudo Ela é, mas nem sempre e escuto entendo, e tal não desdita que Ela seja, e esteja e permaneça

A h s en h o ra, s o u eu te r no e do ce em me u cora ção, co mo p ode r ia ser em mo do di s tinto se t o d o s as s im o s o mo s e tam b em é v e r dad e q ue às ce ze s me in di g no e me s mo za n g o, e com ra z ão, ma s t al n ão al te ra a min h a na t ur e za pr o f un da o u e te rea, d e p o is de p u b li c ar pa l av ra s s o br e o s en h o r q ue ac omo an h a is, me ap ar e ceu e l e na tele visão de se guida, n u am en t r e vi s t a com uma b e l a m eni na, q ue se a gi t a mu it o em se u f al ar, co mo se u corp o, e q ue v a i na s v e ze s d ep r e s sa d ep ma is se m me s mo di s s o se d ar c on t a em relação à riqu e za q ue se us c on v id ad os t ra ze m à s ua mesa , es t á mu it o c r es cid oo s en h o r, s ua s mãos t r eme m j á, s ua cab eça, n ão, mo s t r av a os se us li v ro s, d av a c on t a de co mo a bi b li ot e ca c r es c e ra para os pi s os ac i ma, de co mo t in h a me s mo c o mp r ad oo ut l imo a um se u ami g o para os in s t al ar, e l he o u vi di ze r de n ovo o nu m ero da porta co mo me par e ceu em ar ma is f e l i z de o ut ro ra n um v e rão r e c en te na pr aia do v au, na ca s br n ca com li s t as z u is t ão t ip i ca do al g ar v ee do al en tejo, e o v e jo as s im e se n ad a es q eu ç o, co mo se p ode a me mó r ia es q eu ce r, do s ac t os das o miss õ es e da s r es p os na bil i dad e s, v e jo em me u cora ção q ue o s en h or es t á me s mo mu it o c r es cid o, p o uco se rá se u te mp o aqui en t r e nó s, se v ê o ar de av ô e o ca rin h o na s ce de n ovo no cora ção, as s im s omo s, di o ce s em no s s a es s en cia, e pen s o na s v e ze s em q ue com e l e me c r uz e i ne s t a v id a, n ão t antas as s im, e na s ua eno mer me pr e s en ça e peso na v id a de t odo s nó s, e do es t ad o de misé r ia v ária d este pa ís, onda o s en hor f o i se m s o m bra de d u v id a o u para e l a, um do s r es p os nave is, po is u ma r e g ra se mp r e di z, q ue é a q ua li dad e do cora ção dos h omens, do se u cora ção, do se u p en sar, do se u r igor es tic o etic o, mor al e da s ua ac ç ão q ue de te r mina m o te mp o, o te mp o do s dias, a c l a roi dad e do sol , a l eve za da s a g ua s, a h ar mo ni a, o u as g ra d a ç õ es s u as c on t rá r ias, e o v e jo e a g o a ra o u t ra c v e z no q ue me par e ce ser um c on v it e à f al a, e q ue me record o por d u as v e ze s ne s te ul tim os a no s l he de i es sa h ip ot es, da s du as f u i te r com e l e, e da u l tim a em s ua f un d aç ão l he de ix e i c on t ac t i e l he pe di r e tor no, di rato inglesa me do inglês cão, t u q ue é ss ub til co mo uma f o l h a de ar vo re, q ue sabe es lee no v en t o, e na a g ua d es de pe q eu nino, co mo p o d e s n ão pe r ce b e r q ue e ra es sa a s ua in ten ção, q ue se j a, q ue as s im seja o u q ue as s im par ace ser se m ser, ma s ne m a v e r dad e ne m a j us ti ça es t á r ep os t a a inda, e se t u d o é amo r, tam b em o ama o r n ão o é q ua n d o as s im n ão se v a is, q ua n d o est es pilar e s de l a se en c on t ram ar red ad os, e t u d o is t o c on vive e v ive com a c o m p aixão o u na s v e ze s o ma is pr o f un d o e se mp r e pe r i g oso ó di o, q ue f az na s ce r a ali m en t a as vi o l ên cia s, e ne m se mp re vo u eu de ol h os ab e r t os, e na l gum as v e ze s t ra g o s on h o o u s o n h os no sol h os, me s mo q ue par e ce m ac o r da d os, o u seja, as flor es e as f o l h s se mp r e se me xe m, po is es t ão v iva s co mo nó s, as f o l h as se a gi tam e m ur m u ram no s ramo s, a g au a co rr ee corre se mpa r ar, po is t u d o E la é, ma s ne m se mp r ee es cut o en ten den d o, e t al n ão d es d it a q ue E l a seja, e este j a e pe r maneça

Ah senhora esse grupo de homens dessa geração que sempre estiveram nas cadeiras de poder, muitos deles trazem finas curvas espinhas dorsais, aqui lhe conto uma história para que veja de como parece ser proporcional o apego e a falsa elevação do lugar nos círculos e semicírculos, a fineza da espinha que liga ou deveria ligar o coração ao pensamento e a acção da mão,

A h s en h o ra es se g r up o de h om en s de s sa ge ra ç ão q ue se mp r e es t ive ram na s c ad e iras de p ode r, mu it os de l es t ra ze m f ina s c ur v as es pi n h as do r sai is, aq u i l he c on t o um a h is t ó r ia para q ue v e j a de co mo par e ce ser pr o por cio n al o ap ego e a f al sa e l eva ção do l u g ar no s cir c u l os e s emi cir c u l os, a f ine za da es pi n h a q ue l i g a o u d eve r ia li g ar o cora ção ao p en sa men to e a ac ç ão da mão,

De um deles ilustre patrício da republica, se diz que conseguiu comprar e fazer registar terrenos, onde depois, frente à praia no sul ali para os lados entre alvor e a torralta, uns prédios foram construídos em terras de reserva, que aquilo esteve naturalmente entupido nos registos da dita repartição e que depois a sua intervenção directa, os tinha conseguido registar, e depois precederam à construção, ao que na altura os jornais contaram, que o caso é muito antigo, com mais de uma década, se não mesmo duas, tambem tiveram a habilidade de pagar menos impostos na transação, que é um roubo comum que aqui se faz, muitos fazem, mas que creio que depois de a lei ter sido mudada, a da avaliação de terrenos e imóveis, já não será tão fácil, isto se não lhe tiverem deixada as normais habilidades, das portas traseiras e laterais por onde se lhes dá a volta, os hábeis da manha das habilidades, até aqui o crime é de pouca monta, o que foi escandaloso de tal forma que nunca o esqueci, é que houve um homem da terra que o denunciou, salvo erro, trabalhava na câmara, e o que lhe aconteceu, recebeu uma medalha de mérito por serviços prestado por velar o cumprimento das leis, foi promovido em suas funções, ou mesmo aumentado, não, foi preso, o tal patrício, assim moveu os cordéis da suas influencias, o homem foi levado a tribunal por perjúrio ou algo assim, e acabou com seus costados na cadeia, por um roubo de terrenos de uma reserva onde não se poderia construir, um roubo legalizado, por uma economias nas cisas e coisa e tal menos tal, e o homem que o denunciou foi preso, é senhora esta história axiomática e exemplar, que demonstra a espinha e qualidade ética e moral deste grupo de gentes em seu fazer, ou não fazer, na republica em trinta anos deste sistema que se chama democracia, e é dos piores episódios, pois um homem inocente pagou com a prisão, o que faz prova cabal de que não se olha aos meios para fazer uns dividendos pequenos, imagine-se, como se passará ou se terá passado com negócios maiores, com outros interesses em cima ou por baixo da mesa

De um de l es i lu t re pat ric o da r ep u b li ca, se di z q ue c on se gui c o mp r ar e f az e r r e gi s t ar te r reno s onda d e p o is fr ente à pr aia no s u l ali para os l ad os en t r e al vo r e a to rr al t a, un s pr é di os, q ue a q ui lo es t v e na t ur a l e mn te en t up id o no s r e gi s t os da d it a r epa r ti ção e q ue d ep o is a s ua in te r v en ção di re c t a, os t in h a c on se guido r e gi s t ar, e d ep o is pr e ocede ram à c on s t ru ção, ao q ue na al t ur a os jo r na is c on t a ram, q ue o c a s o é mu it o ant i g o, com ma si de uma d eca d a, se n ão me s mo du as, tam b em t ive ram aa h ab i li dad e de p a g ar m e n os im p os t os na t rna as ç º ã o, q ue é um ro ub o co mum q ue aq u i se f az, mu it os f az em, ma s q ue c rei o q ue d ep o is de a lei ter sid o um dad a, a da av ali a ç ão de te rr e no s e imo v e is, j á n ão se rá t ão f ac i l, is t o se n ão l he t ive r em de ix ad a as no r mai s h abi li dad es, das p o rta s t ra se i ra s e l a t e rai s por onda se l h es d á avo l t a, os h ab e is da manha das h abi li dad es, at é a q u i o c r ime é de p o uca mo n t a, o q ue f o i es can d al o so de t al f o r ma q ue n un ca o es q eu c i, é q ue h o u v e um homem da te r ra q ue o den un cio u, sal vo e r ro , t ra ba l h av a na cam a ra, e o q ue l he ac on te ceu, r e cebe u uma me d al h a de mé rito por s e r vi ç o e s pr estado por v e l ar o c u mp r i men to das le is, f o i pr omo v id o em s ua s f un ç õ es, ou me s mo au men t ad o, n ão , f o i pr e s o, o t al pat rici o, as s im mo v eu os c o r de is da s u as in fluencias, o h o me f o i l eva d o a t rib una l por pe r j u rio o u al a g o as s im, e ac bo u com se us c os t ad os na ca de ia, por um ro ub o de te r reno s de uma r e serva onda n ão se p ode r ia c on s t rui r, um ro u b o le galiza d o, por u ma eco no mia s na s c i sas e co isa e t al m en os t al, e o h o me q ue o de n un cio u f o i pr e s o, é s en h o ra es t a h is t ó r ia ax i o má tic a e ex e mp l ar, q ue demon s t ra a es pi n h a e q ua li dad e etic a e mor al d este g r up o de g en t es em s eu f az e r, o u n ão f az e r na r ep u b li ca em t rin t a a no s d este sis t ema q ue se ch ama demo c ra cia, e é do s pio r es e pi sódio s, po is um homem ino c en te p a g o u com a pr i são, o q ue f az pr ova c ab al de q ue n ão se o l h a ao s meio s para f az e r un s di vi den d os pe q eu no s, imagine inglesa se co mo se pa ss rá o u se te rá passado com ne go cio s maio r es, com o u t ro s in te r es se s em c ima o u por ba i x o da mesa

Não foi assim, senhor almeida santos, dorme bem em sua cama em sua casa, escondeu sempre tais actos a seus filhos, nunca teve um noite em branco que seja por um outro homem que disse a verdade ter sido por essa razão preso, acha compatível tal postura com os cargos que leva na republica, retire-se senhor, retire-se da vida publica e política, de preferência amanhã, quem sabe o Destino lhe pagará em dobro através de seus filhos,

N ão f o ia ss im, s en h or al mei d a s na t os, do r me b em e m s ua c ama em s ua c asa, es conde u se mp re t a is ac t os a se us fil h os, n un ca teve um no it e em br anco q ue seja por um o ur o h o mem q ue di s se a v e rda d e ter sid o por es s a ra z ão p r es o, ac h a c o mpa t ive l t al p os t ur a com os c argo s q ue l eva na r e p u b li ca, r e tir e inglesa se s en h o r e, r eti r e inglesa se da v id a pu b li ca e poli tic a, de pr efe r ên cia am a n h ã, q eu m sabe o D es t ino l he p a g a rá em d ob reo at rav és de se us fil h os,

Como vê amada senhora, não são flores que se cheirem, espero eu que seu passos não os acompanhem a não ser por razão de amor despreocupado, sem interesse nem necessidade, às vezes o coração nos leva assim, nem sempre conhecemos em profundidade o coração daqueles que acompanhamos,

Co mo v ê am ad a s en h o ra, n ão são flores q ue se che i r em, es p ero eu q ue se u pa ss os n ão os ac o mpa m he m a n ão ser por ra z zão de amo r d es pr e ocupa d o, se m in te r e s se ne m ne ce ss i dad e, às v e ze s o cora ção no s l eva as s im, ne m se mp r e c on he c emo s em pr o f un d i dad e o cora ção da q eu l es q ue ac o mpa n h amo s,

Ah senhora amada, que me fez pelo espirito em dia recente chegar, és pesado demais para mim, não creio senhora que fosses Tu, mas alguém que de Ti se mascarava, pois é verdade, que quando trago os olhos pesados, os pés tambem, mas amada, Tu me conheces no Eterno, e me sabes por uma imensa lonjura, não me confundirias, por um momento pesado, pois sabes que minha asas são Tuas, são o Amor, o nosso Amor que as Fada, malandros, manipuladores, querem sempre quebrar o coração, assim se entretém, malditos sejam, cegos, bestas estúpidas e cegas, parece mesmo que não mais sabem fazer na vida, irra, palermas há muitos, cantava o santana, se assim vão, para que vão, o melhor é mesmo não ir, vão andando para vossas tumbas deixem-se enrolar pela serpente, que ela vos dê o abraço mortal, se enrole devagarinho enquanto dormis sem dela mesmo dar conta, sua chegada, e que ela se enrole à volta de vosso pequenino pescocinho cheio de peçonha, tão grande, que mais aqui a protejo a ela que a vós, que a trazeis mais mortal, no seu todo acumulado, é sempre a somar à desgraça

A h s en h o ra am ad a, q ue me fez pe l o es pi rito em d ia r e cen te che g ar, és pesa d o de mai s para mim, n ão c rei o s en h o ra q ue f o ss es T u, ma s al g u é m q ue de T i se m as car a v a, po is é v e r d dad e, q ue q ua n d o t ra g o os ol h os pesa d os, os p és tam b em, mas am ad a, T u me c on he ce s no E te r no, ee sabe s por uma i m en sa l on j u r a, n ão me c on f un di r ia s, por um mo men to pesa d o, po is sabe s q ue min h a a sas s ão T ua s, são o Amo r, o no s s o Amo r q ue as F ad a, m al an dr os, m ani p u l ad o r es, q eu r em se mp r e q eu br ar o coração, as s im se en te r t em, m al d it os se j am, c ego s , b es t as es t up id as e c ega s, par e ce me s mo q ue n ão ma is s ab e m f az e r na v id a, i r ra, pal e r ma s h á mu it os, can t av a o s an t ana, se as s im v ão, para q ue v ão, o me l h o r é me s mo n ão i r, v ão anda n d o para vo s sas t um ba s de ix em inglesa se en rola r pe l a ser pente, q ue e l a vo s d ê o ab rça o mor t al, se en role d eva g ar in h o en q ua n t o do ri mis se m de l a me s mo d ar c on t a , s ua che g ad a, e q ue e l a se en ro l e à vo l t a de v osso pe q eu nino p es co c in h o che io de pe ç on h a, t ão g rande, q ue ma si a q u i a pr ot e g o a e l a q ue a vó s, q ue a t ra ze is mai s mor t al, no s eu t o d o ac u mu l a d o, é se mp r e a s o mar à d es g ra ça


Publiquei sexta feira e depois aconteceu-me um estranho êxtase, como as vezes acontece, eu que trago em mim razões para andar zangado, e mesmo não o deixando de estar, e não deixarei enquanto se mantiver o rapto e a tortura de meu filho e de mim, é como se o amor nesses momentos me levasse em seus braços, e fico assim como no fundo sou, um gato a ronronar, ao sol, e me dá uns estranhos sonhos e durmo e sonho muito, na realidade não se dorme, pois nas vezes se diz estar acordado quando nas vezes se está sonhando e vice versa, descansa-se, e descansa-se em muitas formas e muitos jeitos, jeito, jeito, é descansar em leito tipo cadeirinha encaixada em Ti, minha amada, dormir é uma palavra, uma armadilha lexical, que foi inventada nas divisões maniqueisticas da divisão do tempo sem tempo em função da organização social, e geralmente descansa-se sozinho ou bem acompanhado ou em grupo pequenino, como na praia depois de um picnic, a família toda em cima de uma manta, à sombra dum pinheiro, em doces encaixes, como é bom, que saudades eu tenho, que cada vez que vejo um bebe, me apetece nele agarrar, hoje de manhã disse bom dia a um em sua cadeirinha, agarrou-me a mão com força, e assim me deu o que ele sabia que eu precisava e falou muito comigo, em glus e glás e dás, seus olhos sorriam quentinhos, e eu sentia a sua mão molinha que já tinha muita força, ah que doçura

Pub li q eu i se x t a f e ira e d e p o is ac on tece u inglês me um es t ra n h o ex tase, co mo as v e ze s ac on te ce, eu q ue t ra g o em mim ra z õ es para anda r za n gado, e me s mo n ão o de ix and o de es t ar, e n ão de ix a rei e na q un t o se man t ive r o ra pt o e a to r ut ra de me u fi l h o e de mim, é co mo se o amo r ne ss es mo m en t os me l eva s se em se us br aç os, e f i co as s im co mo no f un d o s o u, um g at o a ro ron ar, ao sol, e me d á un s es t ra n h os s on h os e do r mo e s o n h o mu it o, na r e l aida de n ão se do r me, po is na s v e ze s se di z es t ar ac o r d a d o q ua n d o na s v e ze s se es t á s on h an d o e vi ce v e r sa, d es can sa inglesa se , e d es can as inglesa se em mu it as f o r ma s e mu it os j e i t os, je it o, je i to, é d es can sar em lei t o t ip o c ad e i rin h as en ca ix d as em Ti, mi mn h a am ad a, do r mir é u ma pa l av ra, u ma arma d ilha l ex ical, q ue f o i ine v n t ad a na s di vi s õ es mane q u ist ca s da di visão do st e m p o s em te mp o em f i un ção da o r gani za ção soci a l, e ge ra l m en te d es can sa inglesa se s oz i n h o o u b em ac o mpa n h ad o ma s em g r up o pe q eu nino, co mo na pr aia d e p o is de um pi c ni c, a f ami l ia t o d a em c i ma de u ma man t a, à s on bra d um pin h e i ro, em di ce s en ca ix es, co mo é bo m, q ue s au dad es eu ten h o, q ue c ad a v e z q ue v e jo um bebe, me ap at e ce ne l e a g a r ra r, h oje de man h ã di s se b om d ia a um ne m s ua c ad e i rin h a, a g ar ro u inglês me a mão com f orça, e as s im me d eu o q ue e l e s a b ia q ue eu pr e c isa v a e f al o u mu it o co mig o, e m g l us e gl ás e d ás , se us o l h os s o rr iam q eu n t in h os, e eu s en tia a s ua mão mol in h a q ue j á t in h a mu it a f o rça, a h q ue do cura

Ah amada se melhoras trás o mundo nestas matérias da compreensão do descanso, ainda se vive na pré história, e se regula a partir de fora o que é mais importante e sempre mais decisivo e depois espantam-se muito que as medidas que mal inventam para desenhar os tais chamados aumentos de produtividade e coisas que tais não muito bem funcionem, pois todos os seres tem direito a descansar da forma que entender quando necessitam, como fazem seus irmãos a que chamamos animais e que descansam quando querem e não deixam por isso de produzir o seu alimento e de se alimentarem e de fazerem seus ninhos e a seus filhos provirem

A h am ad a se me l h o ra s t rá s o m un d o ne s t as mat é r ia s da co mp ren são do d es can s o, a inda se v ive na pr é h sis t ó r ia, e se r e gula a par tir de f o ra o q ue é ma si im porta n te e se mp r e ma si de c is ivo e d e p o is es pan tam inglesa se mu it o q ue as me d id as q ue m al in v en tam para de s en h ar os tais ch am ad os au men t os de pr o d ut iv i dad e e co i s as q ue t a s ia n ão mu it o b em f un cio n em, p o is t o d o s o s seres t em di rei t o a d es can sar da f o r ma q ue en ten d e r q ua n d o ne ce s sita m, co mo f az e m se us i r mão s a q ue ch ama mo s anim a is e q ue d es can sam q ua n d o q eu r em e n ão de ix am por is s o de pr o d u z i r o se u al i e men to e de se ali men t ar em e de f az e r em se us ni n h os e a se us fil h os pr o vi r em

Para mim não haverá nem almoços nem jantares de natal este ano, se a situação com meu filho assim na mesma se manter e recuso-me a ir a casa de meus pais onde ele estará para jantar no dia da consoada, recuso-me às migalhas, recuso-me as hipocrisias, pois o menino jesus quando nasceu tinha os seus dois pais por perto, e não consta que se tenham separados, mas se assim tivesse sido, certamente que nenhum O roubaria ao outro seu filho, cabrões de concidadãos de merda, que justiça não garantis, só a dais aos bandidos, ardei no inferno, cabrões.

Para mim n ão h ave rá n at al este ano, se a si t u a ç ão com me u fil h o as s im na me s ma se man ter e r e c us o inglês me a ir a ca s de me us pa is onda e l e es t a rá para j antar no d ia da c on s ad a, r e c us o inglesa me às mig a l h as, r e c us o inglesa me as h ip o cris ia s, po is o m eni no je s us q ua n d o n as ceu t in h a os se us do is pa is por pe r to, e n ão c on s ta q ue se ten ham s epa ra d os, ma s se as s im t ive s se sid o, certa ms n te q ue ne n h um ro ub a r ia ao o u t ro se u fi l h o, c ab r õ es de c on cida d õ es de mer d a, q ue j us t i ç a n ão g ar ant is, s ó a da is aos ban d id os, ar de i no in ferno, c ab r õ es.

Que pensais que é um pai ver seu filho, de olhos baixos em casa dos avós a dizer que não lhe apetece , porque primeiro nem consegue dizer , que não pode, que os cabrões assim lhe meteram na cabeça, sair com o seu pai e ir ali ao outro lado da rua e do café

Q ue pen sa is q ue é um p a i v e r se u fil h o, de o l h os ba ix os em c asa dos a v ó s a di ze r q ue n ão l he ap e te ce, por q ue pr i me i ro ne m c on se g ue di ze r, q ue n ão p ode, q ue os c ab r õ es as s im l he met e ram na c a beça, sa i r com o se u p ai e i r a li ao o u t ro l ad o da r ua e do ca f é

Que pensais que um pai sente quando antes andava com o seu filho a solta pelas florestas e pelos jardins, que pensais que um pai sente, sabendo que lhe trazem a cabeça feita e cheia de merda e de medos, medos metidos à colherada, e de condicionalismos, da vis mentiras que lhe corrompem o coração, que o ensinam a mentir, inclusive a seu pai, filhos da puta sem a mínima dignidade, que quem assim vai, só se pode mesmo chamar de bestas, filhos da puta a minar a flor e o jardim, sabem-na toda e vós cabrões cúmplices assim deixais andar, com a vossa complacência se pretende separar o que não se pode separar, e depois vos espanteis, de quê cabrões

Q ue pen sa is q ue um pai s en te q ua n do ant es and av a com o se u fil h o a sol t a pe l as flor es t as e pe l os j ard in s, q ue p en sa is q ue um pa si s en te, s a b en d o q ue l he t ra ze m a ca b e ça f e it a e che ia de mer d a e de me d os e de c on di cio na lis mo s met id os por ou t r o s se m a mi ni ma di gani dad e, q ue q eu ma ss im v a i, s ó se p ode me s mo ch am ar de best as fil h os da p ut aa mina r a flor e o jardim, sabe m inglesa na t o d a e vó s c ab r õ es c ú mp li ce s as s im de ix a is and ar, com a vo s sa c o mp la c ên cia se pr e ten d e s epa r ar o q ue n ão se p ode s epa r ar, e d e p o is vo s es pan te is, de q u ê c a b r õ es

Que pensais que um pai sente quando sente que seu filho está dividido em sua consciência, e pensa para seu coração dentro de seu coração, que ele poderá lhe trazer medo, ou lhe fazer mal, que pensais ser seus sonhos, seu dormir, seu desejo, a forma como vai crescendo

Q ue p es na is q ue um pa is s en te q ua n d o s en te q ue se u fil h o es t á di vi d id o em s ua c on s c i da onda en cia, e l sargento p en sa para se u cora ção den t rp de se u cora ção, q ue e l e p ode rá l he t ra ze r me d o, o u l he f az e r m al, q ue p es na is ser se us s on h os, se u do r mir, se u de se jo, s ua s na g ú s t ia s, a f o r ma co mo v a i c r es c en d o

Que pensais que um pai sente quando se torna regularidade dos dias não saber de seu filho, não saber com quem anda, por anda anda, quais os filhos da puta que o acompanham e o que com eles faz

Q ue pen as is q ue um pa is s en te q ua n d o se tor na r e gula r i dad e d os dias n ão sabe r de se u fil h o, n ão sabe r com q eu m ana d a, por and a anda, q ua is os fil h os da p ut a q ue o ac mpa n ham e o q ue com e l es f az

Que pensais que um pai sente sabendo que mesmo assim, o seu filho o ama como ele a ele, e lhe tenta explicar que anda a lutar por ele, que pensais que um pai sente, ao imaginar que seu filho, poderá um dia deixar de acreditar no que o pai lhe diz, que ele luta todos os dias por ele, e que ao invés o abandonou, ou que não o ama, ou pior que nunca o amou e que o abandonou,

Q ue p es na is q ue um pai s s en te se bem d o q ue me s mo as s im, o se u fil h oo ama co mo e l e a e le, e l he ten t a ex p l cia r q ue anda a lu t ar por e l e, q ue pen s aia q ue um pa si s en te, ao iam a gina r q ue se u fil h o, p ode rá um d ia de ix ar de ac red it ar no q ue o pai l he di z, q ue e l e l ut a t o d os o s dias por e l e, e q ue ao in v és o a ban don o u, o u q ue n ão o ama, o u pi o r q ue n un ca o am ao u e q ue o a ban don o u,

Que pensais que um pai sente e pensa, de saber como o envenenam, como lhe limitam o ser em todos os aspectos de seu viver, de como sua mãe o deixa muitas das vezes em casa dos seus pais para andar por aí

Q ue p en as is q ue um pa is s en te e p en sa, de s abe r co mo o en v ene ma, co mo l he li mit am o ser em t o d o s os as pe c t os de se u viver, de co mo s ua mãe o de ix a mu it as das v e ze s em c asa do s se us pa is para anda r p o r aí

Que p es na is q ue um pa is s en te e p en sa q ua n d o s ab e q ue se u fil h o f o i l eva d o a ps i q u ia t ra s al da b r õ es da q eu l es q ue ar ra n j am c li en t es no s t rib una is e q ue n ão s abe do q ue l he es t ão f a zen d o, se o es t ão me di can d o, se o es t ão f o mat and o de al gum a f o r ma o u je it o

Que pensais que um pai sente e pensa quando sabe que seu filho foi levado e se calhar continua a ser, a psiquiatras aldrabões daqueles que arranjam clientes nos tribunais e que não sabe do que lhe estão fazendo, se o estão medicando, se o estão formatando de alguma forma ou jeito

Q ue p es na is q ue um pa is s en te e p en sa q ua n do s ab e q u e se u fil h o f o i l eva d o a ps i q u ia t ra s e se calha r conti n ua a se r al da br õ es da q eu l es q ue ar ra n j am c li en te s no s t rib una is e q ue n ão s a b e do q ue l he es t ão f a zen d o, se o es t ão me di can d o, se o es t ão f o mat and o de al gum a f o r ma o u je it o

Que pensais que um pai sente e pensa quando não sabe se ele é e tratado conhecendo a mãe e sabendo por cinco anos que com ela viveu, que ela se esquece das consultas e que trás prioridades em sua vida como a sua carreira e os seus amantes ou o que for, que a viu muitas vezes preterir a seu próprio filho, com a hipocrisia acrescida que é mãe modelo que só quer o melhor para seu filho

Q ue p es na is q ue um p a i s en te e p en sa q ua n d o n ão s abe se e l e é e t ra t ad o c on he c en d o a mãe e sa bem d o por c in co a no s q ue com e l a vi v eu, q ue e lea se es q eu ce das c on s ul t as e q ue t rá s prio r i dad es em s ua v id a cv omo a s ua ca r rei ra e os se us am ant es o u o q ue f o r, q ue a vi u mu it as v e ze s pr e te r i r a se u pr ó p rio fil h o, com a h ip o cris ia ac r es cida q ue é mãe modelo q ue s ó q eu r o me l hor p q a ra se u fil h o

Filhos da puta sem coração, filhos da puta sem pensamento, cabrões, e ninguém mas ninguém de vós me responde nesta terra, mereceis viver, Oh cabrões e filhos da puta e pais desnaturados, cabrões, no coito da besta, cobardes e vis, pois vocês, não os sois, sois vermes cobridores de vermes, que as desgraças tombem em vosso peito e lá façam a morada eterna, é o que mereceis vermes cobardes

Fil h os da p ut a se m cora ção, fil h os da p ut a se m p en sa men t o, c a b r õ es, e ni n g u é m ma s ni n g u é m de vó s me r es p onda ne s t a terra, mer e ce is viver, o h c ab r õ es e fi l h os da p ut a e pa is d es na t ur ad os, c a br õ e, no coito da b est a, co ba r d es e vi s, pa si vi o ce s, n ão, s o is v ermes co br i do r es de v e r mes , q ue as d es g ra ç as t ob em e m vo s so pei t o e l á f aç am a mor ad a e te rna, é o q ue mer e ce is v ermes co ba r d es

E contudo estou em Rodeado e Cheio de Amor, Amor invisível que não se fundamenta em palavras e gestos, mas minhas Gentes, Meus Amados, creis que eu e meu filho aqui não vamos em corpo, não sabeis da importância e do conforto da palavra do gesto, do olhar, do dizer, bem sei que sabemos que mais vale o fazer nas vezes que palavras doces, mas um não desdita o outro, Ah Meu Deus, porque me levais assim entre vós, o que vós rói a lingua a boca, as mãos os abraços os gestos, que vos falta, agua, venham a mim que a vos darei, pareceis que eu levo doença contagiosa e grave, e que assim não de mim vos aproximais

E c on t u d o es t o u em Ro dea d o e Che io de Amo r, Amo r in vi s ive l q ue n ão se f un da men t a em pal av ra s e ge s t os, ma s min h as G en t es, Me us Amado s, c rei s q ue eu aqui n ão vo u em corp o, n ão s ab e is da im porta n cia e do c on f o r to da pal v ra do g es t o, do ol h ar, do di ze r, b em se i q ue s a b emo s q ue ma si vale o f az e r na s v e ze s q ue pa l av ra s do c es, ma s um n ão d es d it a o a o u t ro, A h Me u De us, por q ue me l eva si as s im en t re vó s, o q ue vó s ró i a li n g ua a bo ca, as mãos os ab r ç os o s g es t os, q ue vo s f al t a, a gg ua, v en ham a mim q ue a vo s da rei, par e ce is q ue eu l evo d oe n ça c on t a gi o sa e g rave, e q ue as s im n ão de mim vo s ap ro xi ma is

Oh filhos da puta, por mim podereis sempre beijar a mãe e até erigir-lhe estatuas e lançar flores a seu passar, e lhe lamber o cu e lavá-lo com agua de rosas, que eu me estou a cagar para o que achais dela, e se ela quiser ter mil amantes e três maridos que os tenha, o cu não tem a ver com as calças, ela poderá ser para vós todos a santa, mas não misturais o que não é misturável, isto aqui é um rapto de sangue, um rapto de um filho, um roubo e um acto de tortura, portanto não tentais misturar o que não é misturável, nem tenteis deitar areia para os olhos das gentes ou de mim, cabrões filhos da puta sem coração, nem sequer um de vós, veio algum dia ter comigo ao longo destes dois anos e me disse, estou contigo, o que posso fazer para te ajudar, cabrões filhos da puta pernetas e manetas cegos e sem coração, e cobardes, cobardes, vis cobardes

O h fi l h os da p u t a, por mim p ode reis se mp re bei j ar a mãe e at é e ri gi r ingles-l he est at u t as e lan ç ar f l ço r es a se u passa r, e l he lam b e r o c u e l av á inglesa l o com a g ua de rosas, q ue eu me es t o u a c a g ar para o q ue ac h a is de la, e se e l a q u ise r ter mil am ant es e t r ês mar id os q ue os ten h a, o c u n ão te m a v e r com as ca l ç as, e l a p ode rá ser para vó s t o d os a s anta, ma s n ão m is t urais o q ue n ão é m is t ur ave l, is t o aqui é um ra pato de sangue, um r ap to de um fil h o, um ro ub o e um ac to de tor t ur a, p o rta n to n ão t en at sis m is t ur ar o q ue n ão é m is t ur ave l, ne m ten tais de it ar a rei a para os o l h os das g en t es o u de mim, c ab r õ es fil h os da p ut a sem cora ção, ne m se q eu r um de vó s, v e io al gum dia ter co mig o ao l on g o d es t es do is a no s e me di s se, es t o u c on ti gi o, o q ue po s so f az e r para te ajuda r, c ab r õ es fil h os da p u t a pe r n eta s e mane t as ce g os e se m cora ção, e co bar d es, co bar d es, v is c on bara d es

E inventam tudo e continuam a tudo inventar e inventem o que querem que é bom inventar, mas da mesma forma que se desenha uma rosa, se inventou a metralhadora, ou o punhal pela calada da noite escura e cobarde aparentemente anónima, na semana passada pelo espirito uma outra me chegou, que desta vez tinham reunidos sete homens, como se a tais se fosse possível chamar, e que todos eles juraram que se tinham deitado comigo, e que foram pagos para tal dizer, filhos da puta, e para quê a mentira, cabrões, para quê, mesmo que eu me deitasse com mil homens tal daria razão a que me trouxessem meu filho raptado e sujeito a acto de tortura, não diz porventura a lei dos homens que não faz distinção entre credo, visão do mundo, estatuto economico ou opinião política, ou sexual, e mesmo que me deitasse com homens, para o ter feito, a meu filho, como fiz, não me deitei com aquela que foi sua mãe, não é verdade, e assim sou pai, quanto um homem e uma mulher fazem os filhos sozinhos e quantos os filhos são só deles, que nem isto compreendeis, mesmo que vos explicado tintin por tintim

E in v en tam t u d o e conti nu am a t u d o in v en t ar e in v en te m o q ue q eu r em q ue é bo m in v en t ar, ma s da me s ma f o r ma q ue se de s en h a uma rosa, se in v en t o u a met ra l h ad o ra, o u o p un h al pe l a calada da no it e es cura e coba r de e ap a ren te mente a no nima, e na se mana passada pe l o es pi rito u ma o u t ra me che g o u, q ue d es t a v e z tin ham r e u n i d os set e h o mens, co mo a tais se f o s se po ss ive l ch a ma r, e q ue t o d os e l es j ua ra ram q ue se t in ham de it ad o co mig o, e q ue f o ram p a g os para t al di ze r, fil h os da p u t a, e para q u ê a m en t ira, c a b r õ es, para q u ê, me s mo q ue eu me de ita s se com h omens t al ob s t aria a q ue me t ro i ux e s s em me u fil h o ra pt ad o e s u je it o a ac t o de tor t ur a, n ão di z p o r v en t ur aa lei do s h omens q ue n ão f az di s t in ção en t re c red o, visão do m un d o, es t at ut o eco no mico o u o p i ni o ã o po li ti ca, o u se x u al, e me s mo q ue me de i s t as se com h omens para o te r f e it o co mo f i z, me de i t e i com a q eu l a q ue f o i s ua mãe, n ão é v e r dad e, e as s im s o u pai, q ua n t o um h omem e uma mul her f az e m os fil h os s oz in h os e q ua n t os o s fil h os são s ó d e l es, q ue ne m is t o c o mp ren de is, me s mo q ue vo s ex p li c ad o t in t in por tin it m

Porque andais vergados, e andais vergados a quê e a quem, que merda é esta, que conjura enorme e secreta sem rosto nem fala se estende por todos como uma doença, como uma epidemia, o que vos trás assim vergados, quereis circo, quereis media e espectáculo, pois o tereis, se é que algum de vós ainda será independente o suficiente para me abrir as portas, ou não consta da profissão de jornalista, buscar as noticias, quando sabeis que elas existem, acham pouco miolo nesta, acham assim tão natural que se deixe roubar um filho, que se o torture e que tudo seja assim normal, que a corrupção à volta deste caso, que não é infelizmente nem de perto nem de longe único não é bastante para a muitos interessar, não sabeis como se propagam as doenças, ah Meu Deus, que o sabeis, e se assim o sabeis, porque vais vergados, o que assim tanto vos oprime, mais um ano de vida, estais assim tão certos, sois assim tantos os iluminados que sabem em exatitude o seu dia de partida, que contas fazeis, sobre a coragem, sobre a verdade, e a mentira e o eventual risco, não o sabeis que o tendes a cada dia que acordais nas formas como deixam ir o viver

Por q ue anda is v e r gado s, e ana d a is v e r gado s a q u ê e a q u ê m, q ue me rda é es t a, q eu r c on j ur a eno r me e secreta se m ro s to ne m f al a se es ten s de por t od o s co mo uma d oe n ça, co mo uma e pi d mei a, o q ue vó s e t rá s as s im v e r gados, q eu reis cir co, q eu rei s media e es pe cta c u l o, po is o te rei s, se é q ue al gum de vó s a inda se rá in d e p en de ten te o sufi e cie n te para me ab r ia r as porta s, o u n ão c on s ta da pr o fissão de jo r na li s ta, b us car as no ti cia s, q ua n do s abe is q ue e l as s ex is t em, ac ham p ou co mio l o ne s ta, ac ham as s im tão na t ural q ue se de ix e ro u b ar um fil h o, q ue se o tor ur ee q ue t u d o seja as s im no r nm al, q ue a co r up ção À vo l at d este c as o, q ue n ão é in f e li z mente ne m de pe r to ne m de l on ge único n ão é ba s t ante para a mu it os in te r e s as r, n ão sabe is co mo se pr o p a g am as d oe n ç as, a h Me u De us, q ue o sabe is, e se as s im o sabe is, por q ue v a is v e r gados, o q ue as s im t ant o vo s o prime, ma is uma a no de v id a, es t ais as s im tão ce r to s, s o is as s im t ant os o s i lu min d ad os q ue sabe m em ex ac ti t u de o se u dia de par t id a, q ue c on t as f az e is, s o br e a cora ge m, s o br e a v e r dad e, e a m en t ira e o eve n t ua l r isco, n ão o sabe is q ue o ten d es a c ad a dia q ue ac o r da is na s f o r ma s cv omo de ix am i r o viver

O que é que estas encenações, mentiras, insinuações, todas elas cobardes, feitas em diagonal, que não me recordo mesmo de uma feita na face e claramente e devidamente endereçada, tem a ver com a realidade do rapto e da tortura de meu filho

O q ue é q ue est as en ce na ç õ es, men t ira s, in sin ua ç õ es, t o da s e l as co ba r d es, f e ita s em dia g o n al, q ue n ão me record o me s mo de uma f e it a na face e clara mente e de v i d a mente en de re ç ad a, te m a v e r com a real i dad e do ra pt o e da tor t ur a de me u fil h o

Algum vos mete medo, juras-te porventura silêncio e reverência aos iníquos e bandidos e ladrões de crianças, terei eu porventura uma outra radioactividade para além do Amor em que vos trago

Al gum e vo s met e me d o, j ur as inglesa te por v en t ur a si l ên cia e r eve rên cia ao s in i q u i os e ban d id os e l a d r õ es de c rian ç as, te rei eu por v en t ur a uma o u t ra radio ac t iv i dad e para al é m do Amo r em q ue vo s t ra g o

A bela rosa, que tem um belo tom de voz uma bela face e uma sobrancelhas incríveis que eu muito gosto do ar que lhe dão, ah amada que eu gosto de sobrancelhas como elas são e nasceram, acho que as sobrancelhas dão caracter a face e aos olhos, são como asas dos olhos e do olhar e às vezes fico muito baralhado quando elas são assim como que aparadas, pois fica qualquer coisa a vibrar, parece que é mas não é, ou algo assim, mas tambem não sou fundamentalista em nada, embora te prefira sempre ao natural como um ostra com um pouquinho de limão, que vai muito bem com o sabor do mar e tem a cor do sol, a bela rosa que tantas vezes pela noite dentro da caixinha me acompanha, para pena minha na caixinha, e com quem eu trago uma bela noite de interactividade directa em que eu aqui me ria, ela lá dentro tambem e assim brincamos a fazer prova e conhecimento que as ondas mesmo pelo cabo do amor vão nas duas direcções, mas ao certo não sei se fora ela ou ainda durante o turno da ana, a quem é mais difícil de fazer à distancia sorrir e ao perto tambem não sei, que dera a noticia das bombas na Argélia, e dissera ou pelo menos assim eu o ouvira, um primeiro balanço de setenta e sete mortos, o que me pôs as orelhas logo em bico, pois a Palavra anterior dava conta nos jogos sádico masoquistas aqui deste bairro, passarem por uma história que se contava as gentes para as trazer assustadas com um bicho extraterrestre com setenta e sete cabeças, fiquei com as orelhas em bico e profundamente desagradado, pois me desagradam sempre as mortes e as bombas

A b e l a rosa, q ue te m um b elo tom de v oz uma b e la f ace e uma s o b r a n ce l h as in c r ive is q ue eu mu it o g o s to do ar q ue l he dão, a h am ad a q ue eu g o s to de s ob r a n ce l h as co mo e l as são e na s ce ram, ac h o q ue as s ob r a n ce l h as dão cara c te r a f ace e o as ao l h os, são co mo a sas dos o l h os e do o l h ar e às v e ze f ica o mu it o ba ra l h ad o q ua n d o e l as são as s im co mo q ue p aa ra d as, po is f ica q ua l q eu r co isa a vi br ar, par e ce q ue é ma s n ão é, o u al g o as s im, ma s tam b em n ão s o u f un da men t ali d t a em n ad a, em bp o ra te pr e f ira se mp r e a o na t u r al co mo um os t ra com um po u q ui n h o de li mão, q ue v a i mu it o b em com o s ab o r do mar e te m a co r do sol, a b e l a rosa q ue t anta s v e ze s pe l a mo it e den t ro da ca ix in h a me ac o mpa n h a, para p e na min h a na ca ix in h a, e com q eu m eu t ra g o uma b e l a no it e de in te ra cti vi dad e di r e cta em q ue eu a q u i me r ia, e l a l á den t ro tam b em e as s im br inca mo s a f az e r pr ova e c on he cie mn to q ue as onda s me s mo pe l o c ab o do amo r v ão na s du as di re ç õ es, ma s ao ce r t o n ão se i se f o ra e l a o u a inda d u ran te o t ur no da ana, a q eu m é am si di f i c i l de f az e r à di s tan cia s o rr i r e ao pe r t o tam b em n ão se i, q ue dr aa ni ti cia das bo m ba s na ar gé l ia, e di ss e ra ou pe l o m en os as s im eu o o u v ira, um pr i me i ro bal anço de set en ta e set e mor t os, o q ue me p os as o r e l h a s l o g o em bi co, po is a Pal av ra ant e rio r d av a c on t a no s jo g os sá di co maso q u i sta s aqui d este ba i r ro, passa r em por uma h is t ó r ia q ue se c on t av a as ge n t es para as t ra ze r as su s t ad as com um bi ch o ex t ra te rr es t r e com set e n ta e sete cab eça s, f i q eu i com as ar e l h as em bi co e pr o f un da mente d esa g ra dad o, po is me d esa g ra dam se mp r e as mor t es e as bo ma s ba s

Tinha ficado aqui o cursor no modo adormecido, no final do parágrafo anterior, agora de manhã, nesta sexta feira, quando venho do café ao meter a chave na porta do prédio nem a cheguei a por, alguém a abria ao mesmo tempo, deixei passar os senhores, eram da tv cabo, entrei em casa, me despi para tomar um duche e comecei a pensar, queres ver que vieram desligar a tv cabo, depois liguei a tv e sim senhora, estava desligado, se não os conhecesse como os poderia amar, e mais me diz a intuição, estão a preparar mais uma, o que é incrível, é que não me respondem a nada, ou melhor respondem, assim, devem-me dinheiro e não é pouco, dizem que sou eu que lhes devo, explico-lhes , remetem-se para o silêncio e vem cá desligar, espantavam-se meus olhos se ainda se pudessem espantar, quem são estes macacos que pensam que tudo podem fazer!

Tinha f ica d o aqui o c ur s o r no mo do ad o r me cid o, no f ina l do para g raf o ant e rio r, a g o ar de manhã, ne s t a se x t a f e i ra, q ua n d o v en h o do c a f é ao met e r a ch ave na porta do pr é di o ne m a che g eu i a por, al gum e a ab r ia ao me s mo te mp o, de ix e i pa ss ar os s en h o r e, e ram da tv cabo, en t rei em c asa, me d es pi para tomar um du che e co me ce i a p en sa r, q eu r es v e r q ue vi e ram d es li g ar a tv cabo, d e p o is li g eu i a tv e s im s en h ora, est av a d es li gado, se n ão os c on he ce s se co mo os p ode r ia ama r, e ma is me di z a in t u i ção, es t ão a pr epa r ar ma is uma, o q ue é in c r ive l, é q ue n ão me r es ponde m a n ad a, o u me l h or r es ponde m as s im, d eve m inglesa me din h e i ro e n ão é p o u co, di ze m q ue s o u eu q ue l h es d evo, ex p li co inglesa l h es , reme te m inglesa se para o si l ên cio e v em cá d es li g ar, es pan t av am inglesa se me us o l h os se a inda se pu de s s em es pan t ar, q eu m são es t es maca co s q ue p en sam q ue t u d o p ode m f az e r ex c l a ma ção

Hoje já não irei ver rosa nem as rosas, a mim me cheira que hoje haverá um eco importante, uma chave, que assim tentam escamotear à minha leitura, se calhar tem a ver com a caca da pomba, que está mais relatada abaixo, só que não deverá ser a pomba, pois tambem vi nessa madrugada , um vampiro, ou seja um morcego que de repente voava atrás de uma borboleta, coisa rara de ver a noite e depois acabou por a apanhar ali para os lados da torre do galo e a escolinha dos meninos pequeninos no palácio, lembrei-me ao momento da notícia do menino que morreu baleado, e ao ver aquilo ia torcendo pela borboleta e pensando, que os belos morcegos tambem tem de comer, fizeram uma serie de piruetas e depois deixei de ver a borboleta .

H oje j á n ão i rei v e r rosa ne m as ro sas, a mim me che i ra q ue h oje h ave rá um e co im porta n te, uma ch ave, q ue as s im ten t am es cam ot e ar à min h a lei t ur a, se c al h ar te m a v e r com a c ac a da pomba, q ue es t á ma is r e l at ad a ab a ix o, s ó q ue n ão d eve rá ser a pomba, po is tam b em vi ne s sa madruga da , um v am piro, o u seja um mor c ego q ue de r ep ente vo av a at rá s de u ma bo r b o l eta, co isa ra r a de v e r a no it ee d ep o is ac bo u por a ap na h ar ali para os l ad os da torre do galo e a es co li n h a dos m eni no s pe q eu nino s no pal a c io, l em b r ei inglesa me ao mo m en to da no tic a do me nino q ue mor r eu bal e ad o, e ao v e r a q u ilo ia tor c en d o pe l a bo rb o l eta e p en san d o , q ue os b e lo s mor ce g os tam b em te m de co mer, f i ze ram uma se r ie de pi r u eta s e d ep o is de ix e i de v e r a bo r bo l eta .

Comecei a ver chegar as imagens, antonio guterres creio que em nova Yorque dava conta que mais uma vez neste atentado se foram gente da onu, na realidade as bombas explodiram em dois locais distintos, me chamou a atenção nas primeiras imagens, a jante do jipe branco como laminas de vareta de misturar ao lado da bandeira branca da onu que me remeteu para as cores monárquicas portuguesas e pela reacção com alguma violência que o homem que diz reclamar a coroa, teve e que acontecera, no seguimento da Palavra que referenciava a interpretação de uma carta e outros veres numa revista onde vinha um artigo sobre a monarquia portuguesa, e agora de repente ali estavam as cores na bandeira enrolada na fachada desfeita, antes se vira a bomba de um outro local, um autocarro dos estudantes da faculdade laranja, e me subiu a consciência as imagens das laranjas que aqui nesta história por diversas já apareceram e que ainda nem estão em sua integra concluídas, sendo que seu final, já em parte transcrito trás uma identificação precisa, assim já mo confirmou o espirito e se entronca com a morte de um dos teo se não dos dois,

Co me ce i a v e r che g ar as i ma g n es, na to ni o g ut e r r i es c rei o q ue me n iva y o r q ue d av a c on t a q ue ma si uma v e z ne s te at a en t ad o se f o ram h g en te da onu, na real i dad e as bo m ba s ex p l o di ram em do is l o cais di s tintos, me ch amo u a at en ção na s pr i me i ra s i m a g e n s, a j ante do j ipe br anco co mo la mina s de v ar eta de m is t ur ar ao l ad o da ban de ira br anca da onu q ue me reme te u para as co r es mo n ar q u ica s portu g ue sas e pela r e a ç ão com al gum a vi ol ên cia q ue o h o mem q ue di z r e c l ama r a co ro a, teve e q ue ac on t e c e ra, m no se gui men to da Pal av ra q ue r efe ren ci a v aa in te rp r eta ção de uma ca rta e o u t ro s v e r es nu ma r e vi s t a onda vinha um ar t i g o s ob r e a mona r q u ia portu g eu sa, e agora de r ep ren te ali es t av am as co r es na ban de ira en rola d a na f ac h ad a d es f e ita, ant es se v ira a bo m ba de um o u t ro l o cal, um au to c ra ro dos es t u dan t es da f ac u l dad e l a ra n j a, e me s u b i u a c on s c i en cia as i mage ns das l ar an j as q ue aq u i ne sta h is t ó r ia por de ive r sa j á ap ar e ce ram e q ue a inda ne m es t ão em s ua in te g ra c on c lui d as, s en d o q ue se u f ina l, j á em pa rte t ra ns c rito t r ás u ma id en ti f cação pr e c isa, as s im j á mo c on f i r mo u o es pei tio e se en t ron ca com a mor te de um dos teo se n ão do s do is,

A fachada dos prédios destruídos visíveis me trouxe de imediato um perfume de semelhança com o prédio explodido em setubal, duas colunas tinham ficado evidenciadas à mostra nos esqueletos dos prédios do primeiro local, o do autocarro, e por cima deles uma abobada muçulmana se destacava

A f ac h ad a dos pr e di os d es t rui dd os v i si v e is me t ro ux e de imediato um pe r f u me de se m l a h n ça com o pr é di o ex p l o d id o em set u bal, du as co l una s tina h m f ica d o e vi den cia d as à mo s t ra no s es q eu l e tos dos pr é di s o do pr i me i ro l o cal, o do au to ca r ro, e por c ima de l es uma ab o boda um c u l ç mana se d es t ac a va

Uma semelhança ecoou com setubal, uma semelhante cartografia no ventre dos prédios, joão paulo segundo, o tango, duas imagens em sequência agora no separador final do noticiário das quatro, onde as imagens vi, como quem diz relativo ao tango que levou à morte o papa, Argélia, o local onde o bin laden português, fez a guerra da resistência aos comandos do microfone, o poeta que tambem entrou nesta historia deste livro da vida

U ma se m l e h ança ec oo u com set u bal, uma se me l h ante ca rto g ra f ia no v en t re do s pr é di os, jo ã o paul se gun d o, o tan g o , du as i ma g n es em se qu en cia agora no s epa ra dor f ina l do no t i i c raia das q ua t ro, onda as i ma g n es vi, co mo q eu m di z r e l at ivo ao tan g o q ue l evo u à m ot r te o papa, ar ge l is, o l o cal onda o bi n l ad en port u g u e s, fez a guerra da r e ss it ên cia aos co man d os do mic ro f one, o p o e t a q ue tam b em e b n t ro u ne s t a h is t o r ia d este li v ro da v id a

Agora q ue são se is da manhã, ac a be i de chegar depois de ter descido a Alcântara e de ter passado como é meu hábito no jardim das necessidades, por lá fiquei um tempo a ver o que o espirito do local me falava, me apareceu um gato, que foi beber á fonte, como um leopardo a preto e branco, depois entrou numa fenda grande que uma arvore tem onde um pedaço de tijolo nela está colado, meteu o corpo lá dentro e ficou com o rabo de fora, todo esticadinho, menos sua ponta que curvava para baixo, no final , com uma gancho, que estava no ar e que saia dentro de uma arvore e corria paralelo ao plano do chão, isto tudo depois de fazer um complexo equilibrismo, um bocado trapalhão para um gato nos arames da cerca que desenham as arcadas, uma pata insistia em se apoiar sem o conseguir e acabou, ao contrario do que geralmente fazem, de continuar em vez de encontra o seu equilíbrio, depois subiu ao muro e desceu pelo telhado e se pôs a dar marradinhas na hera que sobe pela parede do telhado e que se entrelaça no ferro que mantém a antena, como quem dizia, olha eu a dar torrinhas na hera que trepa por cima da antena das comunicações, dar torrinhas é muito bom, sobretudo se for contigo minha amada, suaves, como ele fazia, assim quase um tipo de festa e cocega e coçar, depois andam pelo telhado, e com as suas patas começou a arrastara as folhas nele caídas, fazendo o som de restolhada como se tivesse a fazer um minho, subiu de novo ao muro e lá foi a sua vida, parecia com sono o gato, olhos remelosos, tinha uma face gordinha e redondinha e uns bigodes grandes que mais parecia um pai natal, era um gato crescido que parecia ter uma barba branca numa cara redonda, bem alimentado, parecia estar

Agora que são seis da manhã, acabei de che g ar d ep o is de te r d es cid o a Al cân t a ra e de te r passado co mo é me u h á b it o no jardim das ne ce ss id a d e s, por lá f i q eu i um te mp o a v e r o q ue o es pi rito do l o cal me f al av a, me ap ar e ceu um g at o, q ue f o i bebe r à font e, co mo um leo pardo a pr e to e br anco, d e p o is en t ro u n uma f en d a g rande q ue u ma ar vo r e te m onda um ped aç o de ti jo l o ne l a es t á co l ad o, met eu o corp o l á den t ro e f i co u com o ra bo de f o ra, t o d o es tic a d in h o, m en os s ua ponta q ue c ur v av a para ba ix o, no f ina l , com u ma gan ch o, q ue es t av a no ar e q ue s aia den t ro de uma ar vo r ee co r r ia para lelo ao p l ano do ch ão, is t o t u d o d ep o is de f az e r um c o mp l ex o e q u i libri s mo, um bo c ad o t ra pa l h ão para um g at o no s ar a mes da ce rca q ue de s en ham as a r ca d as, uma p at a in sis tia em se ap o i ar se m o co n se gui r e a c a bo u, ao c on t ra rio do q ue ge ra l mente f az em, de conti n u ar em v e z de en c on t ra o se u e q u i lí b r io, d ep o is s ub i u ao m ur o e d es ceu pe l o te l h ad o e se p ô s a d ar mar ra din h as na h era q ue s o be pe l a parede do te l h ad o e q ue se en t r e l aça no ferro q ue man t ém a an t e na, co mo q eu m di z ia, o l h a eu a d ar to r rin h as na e ra q ue t r epa por c ima da ant e na da s co m unica ç õ es, d ar to r rin h as é mu it o bo m, s ob r e t u d o se f o r co n t i g o min h a ama d a, s u ave s, co mo e l e f az ia, as s im q u a se um t ip o de f es t a e co c ega e co ç ar, d ep o is and o u pe l o te l h ad o, e com as s ua s pat as co me ç o u a ar rasta r as f o l h as ne l e ca íd as, f a zen d oo s om de r es t o l h ad a co mo se t ive s se a f az e r um ni n h o, s u b i u de n ovo ao m ur o e l á f o i a s ua v id a, par e cia com s ono o g at o, o l h os reme l os o s, tinha uma f ace g o r din h a e red on din h a e un s bi g ode s gr andes q ue ma is par e cia um pai na t al, e ra um g at o c r es cid o q ue par e cia te r u ma barba br anca n uma cara red o n d a, b em ali m en t ad o, par e cia es t ar

Ontem de madrugada no jardim, os barulhos fizeram esvoaçar as pombas que estavam a dormir, a noite não é delas, mas de outros pássaros, e primeiro uma levantou voo e desenhou um circulo, em cima do telhado e sobre o parque da casa de goa, uma outra voou do palácio até uma cas ao fundo em frente, meia trapalhona meio a dormir meia acordada, e uma terceira repetiu o mesmo percurso da primeiro, e quando passou no telhado o bombardeou, e eu assim em espirito percebi, aquilo do telhado é caca, é uma história de caca

On te m de madruga d a no jardim, os bar u l h os f i ze ram es vo a ç ar as p o m ba s q ue es t av am a do r mir, a no ite n ão é de l as, mas de o u t ro s pá s as ro s, e pr i me i ro uma l eva n t o u vo o e d es en h o u um cir c u l o, em c ima do te l h ad o e s ob r e o par q ue da c asa de goa, u ma o ut ra vo u o do pal cio at é uma ca s ao f un d o em fr ente, mei a t ra pa l h on h a mei o a do r mir mei a ac o r da d a , e uma t r e ce ira r ep e ti u o me s mo pe r curso da pr i me i ro, e q ua n do pa ss o u no te l h ad oo bo m borda o u, e eu as s im em es pi r to pe r cebi, a q u ilo do te l h ad o é caca, é u ma h is t ó r ia de c ac a

Ah minha amada mais amada, a paixão, o amor e sempre as folhas a cair a meu passar ou no meu estar, quando me ponho assim de mansinho a te escutar, começara em Alcântara, ao lado do cartaz da belíssima eva greem, a new cinderella is born, e logo caíram umas quando dela me dei conta, e fiquei por um momento a olhar e perder-me naqueles belos olhos azuis, depois no jardim, primeiro as palmeiras que agitaram a sua copa, as folhas de cima como dedos a te festejar, ou a mim, ou aos dois, que bela dança ao instante fizeram, entre um dança festa e um piano tocar, pois pareciam verdadeiros dedos, a dar a dar, sinal de ti, assim é com uns ventinhos súbitos e curtos, que aparecem e desaparecem e as folhas que caem, ao contrario de ontem de madrugada onde na realidade esta sequência começa, os pássaros estiveram praticamente ausentes até ao final, ontem fora um verdadeiro concerto

A h min h am ad a ma is ama d a, a paixão, o mao r e se mp r e a s f o l h as a ca i r a me u passa r o u no me u es t ar, q ua n do me p on h o as s im de m na sin h o a te es cut ar, co me ç a r a em al can t a ra, ao l ad o do ca r t az da be li s sima eva g r ee m, a ne w cin de r e ll a is bo r n, e l o g o ca i ram u ma s q ua n do de l a me de i c on t a, e f i q eu i por um mo men to a o l h ar e pe r de r inglesa me na q eu l es b e l os o l h os az u is, d ep o is no jardim, pr i me rio as pal me i ra s q ue a gi a t ram a s ua c opa, as f o l h as de c ima co mo de do s a te f este j ar, o u a ami m, o u ao s do is, q ue b e l a dan ça ao ins t ante f i ze ram, en t re um dana ça f es t a e um pi ano t oca r, po i spa r e cia m v e rda de i ro s de do s, a d a ra a d ar, sin a l de ti, as s im é com un s v en ti n h os s ub it os e curto s, q ue ap a r e ce m e d esa par e ce m e as f o l h as q ue ca em, ao c on t ra ´ rio de on te m de madruga d a onda na real i dad e es t a se q eu n cia co me ça, os pa ss ar os es t ive ram pr at ica mn e te au s en t es at é ao f ina l, on te m f o ra um v e rda de i ro c on ce r to

Ontem quando lá chegara, me fizeste logo sorrir, pois quando me aproximava da fonte se levantou em minha frente um turbilhão, que é tambem um dos familiares sinais, pequeníssimos turbilhões que nascem e se desfazem em momentos, e eu me disse, a sorrir, minha amada está brava, ou com ciúmes, assim o sentiu meu coração, mas como minha amada, se eu te amo e se tu teimas em te manter ao longe de mim, e mesmo longe eu estou contigo e tu estás comigo, depois me comecei a preocupar, porque de repente aquilo já não me aprecia tipo ciúme bravo, uma pequeníssima pena negra levantara voo no turbilhão e ficara a voar , de tal forma que me parecia uma asa delta e depois de dar umas suaves volta no ar como se uma se tratasse, aterrou entre o segundo e o terceiro degrau da fonte, um smart estava estacionado em frente à fonte com as luzes acesa, os vidros embaciados, não me permitiram ver quem lá estava, ouvi depois alguém que dele saiu, entrou num outro carro ali estacionado e depois partiram os dois, deveria se um casal que estava a namorar, e que calhar fora o namora que não correra assim tão bem e que fizera manifestar aquele pequeno turbilhão, ou os quentes beijos

On te m q ua n d o l á che g a ra, me f i ze s te l o g o s o rr i r, po is q ua n do me ap ro xi m av a da font e se l eva n to u em min h a fr ente um t ur bi l h ão, q ue é tam b em um do s f ami li ar es sin a is, pe q eu ni s s imo s t ur bi l h õ es q ue na s ce m e se d es f az em e m mo m en to s, e eu me di s se, a s o r r i e, min h a am ad a es t á br av a, o u com ciu mes, as s im o s en ti u me u cora ção, mas co mo min h a am ad a, se eu te ama o e se t u te i ma s em te man te r ao l on ge de mim, e me s mo l on ge eu es t o u c on t i g o e t u es t ás co mig o, d ep o is me co me ça e i a pr e o c up ar, pp o r q ue de r ep ente a q u i lo j á n ão me ap r e cia t ip o ciu me br av o, po is uma pe q eu ni s s ima pena ne g ra l eva n t a ra v oo no t ur bi l h ão e f ica ra a vo ar , de t al f o am q ue me par e ce ia uma as de l at a e d e p o is de d ar u ma s s u v es vo l t a no ar co mo se uma se t a rta s se, at e r ro u ne n t re o se gun d o e o te r ce it o de g r au da font e, um sam r t es t av a es t a c io n dao em fr ente à font e com as l u ze s ac e s sa, os vi dr s o em ba cia d os, n ão me pe r m i ti ram v e r q eu m l á es t av a, o u vi d ep o is al g u em q ue del sa i u, en t ro u n um o u t ro ca r ro ali es t a c io na dao e d e p o is par ti ram os do is, d eve r ia se porta n to um ca s l a q ue es t av aa namora r, e q se cala h r f o r oo namora q ue n ão co r r e ra as s im tão b em e q ue f i ze ra m ani s f es t ar a q u e le pe q eu no t ur bi l h ão,

Olhei as aguas do lago dos quatro cantos do mundo e dei conta de uma estranha imagem no fundo do lago, ao lado de um dos cabos negros de alimentação das lâmpadas que são como cobras, um que vai ao tritão que tem por detrás de si uma vareta de alumínio cor de prata como ele geralmente é, está a canoa , sua proa no fundo do lago encostada ao cabo cobra com silicone à sua frente, seria então se calhar uma falsa deusa, uma deusa de curvas de silicone

O l hei as agua s do l a g o do s q ua t ro can t os do m un d o e de i c on t a de uma e ts ra n h a i mage m no f un d o d o l a g o, ao l ad o de um dos c a b o s ne g ro s de ali e mn t a ç ão das l am p ad as q ue são co mo cobra s , um q ue v a i ao t r i t ão q ue te m por de t ra s de si uma v a r eta de a lu mini o co r de pr at a co mo e l e ge ra l men te é,

A imagem é uma senhora com um manto e um véu, todo negro que sugere estar assente num só pé dentro de uma canoa fina e comprida que parece ser um daqueles suportes para queimar incenso e ao vê-la meus olhos nela ficaram presos, pela sua beleza, pelo rigor da sua figuração e pensei quem é aquela senhora que está dentro de uma canoa ou africana ou india dentro do lago assente imóvel em seu fundo, e me pareceu, ser alguém de um tribo africana que não me recordo em exacto se são os masai, que quando descansam nas vezes o fazem como os flamingos, se mantêm erectos e em perfeito equilibro sobre um só pé, assim me aprecia a senhora de manto e véu negro, na sua proporção, mas não juraria que ela tivesse só uma perna, ali estava ontem, ali está em mesmo exacto sitio hoje, pensei masai ou maconde por uma outra razão, porque me tinha abraçado a senhora masai que aqui em minha casa vive, e porque andava com os macondes, povo vizinho, na cabeça, visto a ultima Palavra publicada a eles os ter mencionado

A i mage m é uma s en h o ra com um manto e um v eu, t o d o ne g ro q ue s u ge r e es t ar as s en te n um s ó p é den t ro de uma can o a f ina e co mp rid a q ue par e ce ser um da q eu l es s up o r t es para q eu i mar in c en s o e ao v ê inglesa la me us o l h s os ne l a f ica ram pr e s os, pe l a s ua be l e za, p elo r igor da s ua f i g ur a ção e pen sei q eu m é a q eu la s en h o ra q ue es t á den t ro de uma can o a o u a fr i cna o u india den t ro do l a g o as s en te imo v el em sue f un d o, e me par e ceu, ser um al g eu m de um t rib o a fri can a q ue n ão me record o em ex cat o se são os ma sa i, q ue q ua n do d es can sam na s v e ze s o f a ze m co mo os fla mingo s, se man t e m e r es t os e em pe r f e rito e q eu i li br io s ob r e um s ó p é, as s im me ap r e cia a s en h o ra de manto e v eu ne g ro, na s ua pr o porção, mas n ão j ur a r ia q ue e l a t ive s se s ó uma pe rna, ali es t av a on te m, ali es t á em me s mo ex ac to siti o h oje, pen sei masai ou m a c onde por uma o u t ra ra z ão, por q ue me tinha a ab ra ç ad aa s en h o ra ma sa i q ue aqui em min h a ca s v ive, e por q ue and a v a com os m a c o n d e s p ovo vi zi n h o na cab eça, vi s to a u l tim a Pal av ra pub li c ad aa e l es os te r m en cio n ad o

Depois lera no redor, meus olhos deram com um triângulo de papel que me pareceu ao momento um avião, em cima dele estava um raminho com duas bolinhas negra que seriam sementes de frutos, e nas dobras do texto dobrado emergia o seguinte dizer, es modo ser, ao lado do papel avião, a base de um vidro redondo de uma garrafa partida, a ao momento, a queda de uma folha num dos gomos laranja à volta da fonte me fez reparar na esquina do obelisco, caiu outra, que me apontou o guindaste ao longe n porto, o grande, o triângulo de cima

D ep o is l e ra no red o r, de ram me us o l h os com um t rian g u l o de pap el q ue me par e ceu ao mo men to um av i ão, em c ima de l e es t av a um ra minho com du as boli n h as ne g ra q ue se r iam se men t es de fr ut os, e nas do br as do te x to do br ad o e mer g ia o se gui n te di ze r, es m do ser, ao l ad o do pepe l a v i ão, a v b ase de um vi dr o redondo de uma g ar raf a par t id a, a ao mo men to, a q eu da de uma f o l h a n um dos g o meo s l a ra n j a à vo l t a da font e me fez r epa r ar na es q u ina o d ob li s co, ca i u o u t ra, q ue me ap on t o u o gui n d aste ao l on ge n porto, o gr an d em, o t rian g u l o de c ima

As folhas, muitas em cima do muro, como uma manta, tapam e destapam, um escrito que lá está e desvelam o seguinte dizer, followin to ax , te H! Van com um ponto em cimo do a de van, pire mo he radun in the night, sendo o t um angulo que vem de cima da esquerda , f , cabeça de seta para seta para cima com um y ao lado, quase desenhando ny., id the witch do gancho, um p aberto, com um ponto a seguir, um ponto na altura normal de seu lugar na tradicional e acordada forma de pontuar

As f o l h as mu it as em c ima do m ur o, co mo uma manta, t a pam e d es t a pam, um es c rito q ue l á es t á e d es vela m o se gui n te di ze r, f o ll o w in to a x , te H! Van com um p on to em c imo do a de van, pi r e mo he ra d un in the ni g h t, s en do o t um na g u l o q ue v em de c ima da es q eu rda , f , cab eça de s et a para set a para c ima com um y ao l ad o, q u ase d es s en h na d o ny., id t he w it ch do gan ch o, um p ab e r to, com um p on to a se gui r, um p on to na al t ur a no r m al de se u l u g ar ana t ra du cio n al e ac o r dad a f o r ma de p on t u ar

Depois o que parecia ser um frasco de perfume com um M em seu bojo e um tipo tampa como um t com um quadrado em seu interior onde seria sua perna, e o texto dizia, nessa noite todos vocês vão morrer, um traço vertical e uma vesica a seu lado inclinada para baixo, o perfume de M , uma vareta de uma vesica para baixo inclinada, desenhada em diagonal

D ep o is o q ue par e cia ser um fr asco de pe r f ume com um M em s eu bo jo e um t ip o tam p a co mo um t com um q ua dr ad o em s eu ine te rio r onda se r ia s ua pe rna, e o te x to di z ia, ne s sa no it e t o d os vo c ês v ã o mor r e r, um t ra ç o v e r ti c al e uma v e sic aa se u l ad o in c lina d a para ba ix o, o pe r f ume de M , u ma v ar eta de uma v e sic a para ba ix o in c lina da, de s en h ad a em dia g o n al

Caíram mais folhas à frente e atrás das letras, estou no eixo da antena da muleta com as duas barbelas que parecem ser uma ponta de arpão, passa uma carruagem automotora a diesel, sozinha na ponte vinte e cinco de abril

Ca i ram ma si f o l h as à fr ente e at rá s das l e t ra s, es t o u no e i xo da am t e na da mul eta com as du as bar be l as q ue par e ce m ser uma p on t a de ar pão, passa uma ca r ra g ua ge m au t o mo to r ra a di e se l, s oz in h a na p on te vi n te e c in co de ab r i l

Numa casa em frente pisca uma luz, pela janela como se fosse morse, não é sinal de luzes de natal, como um fogo que crepita, muitos trinados me acompanham nesta madrugada, um agora me fez cair imensas folhas na copa da arvore onde por debaixo estou, em frente o telhado da casa de goa, mais folhas ao molhe, por detrás do banco uma garrafa que parece ser de cerveja está com o gargalo à mostra embrulhada por um saco plástico verde, já lá estava no mesmíssimo sitio na noite anterior, ainda se escuta o comboio ao fundo para as bandas da avenida de ceuta, sucher, escrito no poste de luz, assim me mostra o pássaro as folhas fazendo cair, a palavras est escrita entre o que parece ser uma pagado H , de homem o homem estúpido, outra folha me diz, ser o homem relacionado com o texto escrito no muro, ma cinza no negro muro, outra no bico do avião, alguém ou lago fez suar pancadas metálicas como um varão, afinal são luzes de natal, cujos reflexos no angulo em que estava vendo, fogo e morse parecia ser,

N uma c asa em fr ente ps i ca uma l uz, pe l a j ane l a co mo se f o s ee mor se, n ão é sin al de l u ze s de na t al, co mo um f o g o q u e c r ep it a, mu it os t r ina d os me ac mpa n ham ne s ta madruga d a, um agora me fez ca i r i m en sas f o l h as na c opa da ar vo r e onda por de ba ix o es t o u ,em fr en y te o te l h ad o da c asa de goa, ma si fio l h as ao mo he, por de t rá s do ban co uma g ar raf a q ue par e ce ser de ce r veja es t á com o g ar a galo à mo s t ra em br u l a h da por um s a c o p l as t cio v e r de, j á l á es t av no mes miss i mo siti o na no it e ant e rio r, a inda se es cut a o co m boi o ao f un d o para as ban d as da a ve ni d a de c eu t a, s c u c her, es c rito no p os te de l uz, as s im me mo s t ra o pá ss a ro as f o l h as f a zen d o ac a ir, a pal a v ra s e tá es c rita en t re o q ue par e ce ser uma p a gado H , de h o me, o h omem es t up id o, o u t ra f o l h a me di z, ser o homem r e la cio na dao com o te x to es c rito no m ur o, uma c in za no ne g ro m ur o, o u t ra no bi co do a v ião, al g eu m ou l a g o fez sa o r pan c ad as met ali ca s co mo um v arão, a f in a l são l u ze s de na t al, c u jo s r e f l e xo s no na g u l o em q ue es t av a v en d o, f o g o e mor se par e cia ser,

O zagalo do pr mazda seis da gaivota, a seis do segundo quadrado de quarenta e quatro, ou do duplo quadrado da ad, zi, ze de oitenta e cinco, do circulo do terceiro do quarto, duplo vaso duplo, ww, circulo da serpente seis de oitenta e cinco do oitavo do primeiro, duas setas encaixadas uma na outra para cima voltadas, circulo e cruz do ro inglês, circulo quarto, terceiro do sete do duplo circulo do circulo do príncipe, três anéis anelados do muitos ângulos em noventa e oito, terceiro do oitavo, cinquenta e nove fr prata, quatorze laminas na jantem o corvo da arvore à amada, totoloto, serpente p onze, sn do infinito deitado magazine seaside.pt, as cobras estão entre as flores das arcadas, do pomar das laranjeiras, pum cavo, estalido, noventa a noventa e cinco ms, três losangos vermelhos sobre negro, na baliza do campo gravado nna pedra do muro, ao lado de onde escrevo estas linhas na madrugada poisado em teus braços

O za galo do pr m az da se is da g a i v ota, a se is do se g un d o q ua dr ad o de q ua ren t a e q ua t ro, o u do d up l o q ua dr ad o da ad, zi, ze de o it en ta e c in co, do cir c u l o do te r ce i ro do q ua r to, d up l o v a s o d up l o, w w, cir c u l o da ser pente se is de o it en t a e c in co do o it a vo do pr i me i ro, du as s t es en ca ix ad as uma na o u t ra para c ima vo l t ad as, cir c u l o e c r uz do ro inglês, cir c u l o q ua r to, te r ce i ro do set e do d up l o cir c u lo do cir c u lo do pr in cip e, t r ês ana i es ane l ad os do mu it os na g u l os em no v en t a e o it o, te r ce i ro do o it av o, c in q eu n ta e no v e fr par at a, q ua t ro r ze lami na s na j ant em o co r vo da ar v o r e à am ad a, t oto l oto, ser pente p onze, sn do in f i ni t o de it ad o maga z i ne sea si de .pt, as cobra s es t ão en t re as flores das a r ca d as, do pomar das l a ra n je i ra s, p um c a vo, es t ali d o, no v en t aa no v en t a e c in co ms, t r ês l o sab g os v e r me l h os s o b r e ne g ro, na bal iza do cam po g rav ad o nna pe dr a do m ur o, ao l ad o de onda es c r evo es t as li n h as na mad r u g a d a po isa d o em te us br a ç os

Dois pássaros pousaram agora nas arcadas que a partir do ponto de onde estou desenham uma serpente, cada um deles se virado para cada um dos lados da cobra, lado a alado, depois um deles muda sua posição e ambos ficam a olhar a esquina do palácio, onde está a torre do galo em cima da esfera, a torre dos relógios que dão as badaladas, passa um swing prata ec

Do is pa s as ro s p usa ram agora na s a rca d as q ue a ap r tir do p on to de onda st o u de s en ham u ma ser pente, c ad a um de l es se v ira d o para c ad a um do s l ad os da cobra, l ad o a a l ad o, d ep o is um de l es um da s ua p o s i ç ão e am bo s f ica m a o l h ar a es q u ina do pal a cio, onda e t s á a t o r r e do galo em c ima da es f e ra, a torre do s r elo gi os q ue dão as ba da l ad as, passa um s w in g pa rat ec

Um carro francês esta parado estranhamente afastado do passeio à sua frente, o estacionamento ali, é perpendicular, a seu lado o p do quadrado azul e branco, vem-me a imagem do marques e do seu gato, faz o pássaro, oui, oui, e bate seu corpo +ara cima e para baixo em ciam do ramo onde está poisado como se estivesse simulando fazer amor, entre oui, e oui, e gato a miar, a sombra no asfalto, dois pulam para o chão, depois para o muro que faz um s deitado sem curvas a subir, leio cruz vinte e sete, circulo da estrela, divisão de doze, p x circulo e cruz do ro inglês, saxo amarelo, serpente do angulo do auto em oitenta e três, vinte e cinco , sete, circulo terceiro, xa, peugeot surf duzentos e seis h da, dois surf gear. Com, mostram os dois pássaros ao subir para a casinha da entrada do jardim hospício das necessidades, duas varetas metálicas, como duas lanças que lá se encontram, dois porta bandeiras, nus, metálicos apontando o ceu, enquadrando do sitio onde os via, a torre do galo em cima da esfera, voaram pela rua uma serie de papelinhos rasgados, uma breve rajada de vento so espalhou em frente a entrada do jardim que é hoje pertença do ministério da agricultura, entre eles, uma pequena revista, trazia a belíssima vanessa matta na capa, rasgada pela altura de sal testa, um arrepio de preocupação ali nasceu ao momento quando assim da sua imagem dei conta, e uma reza de protecção lhe fiz

Um ca r ro fr na c ês est a par ad o es t ra n ham en te a f as t ad o do pa s se io à s ua fr ente, o es t a c io na men to ali, é pe rp e r di c u l ar, a se u l ad oo p do q ua dr ad o az u l e br anco, ve m inglesa me a i mage m do mar q u es e do se u g at o, f az o pá ss ro, o u i, oui, e bate se u corp o + a ra c ima e para ba ix o em cia m do ramo onda es t á pio sado co mo se es t ive s se s im u l na d o f az e r amo r, en t re o u i, e oui, e g a t o a mia r, a s o m br a no as f al to, do is p u l am para o ch ã o, d ep o is para o m ur o q ue f az um s de s i at do se m c ur v as a s ub i r, lei o c r u z vi n te e sete, cir c u l o da es t r e l a, di visão de do ze, p x cir c u l o e c r uz do ro in g l ês, sa xo am a r elo, ser pente do na g u l o do au to em o it en t a e t r ês, vi n te e c in co , sete, cir c u l o te r ce i ro, x a, peu g e ot s ur f du zen t o e se is h da , do is s ur f ge ar. Com, , mo s t ram os do is pá ss ar os ao s ub i r para a ca sin h a da en t r ad a do j ar dim h os pi cio da s ne ce s sida d es, du as v a r eta s met áli ca s, co mo du as lan ç as q ue l á se en c on t ram, do is p o rta ban de i ra s, n us , me tá li co s ap a on t an do o c eu, en q ua n dr and o do siti o onda os v ia, a t o rr e do g al o em c ima da es f e ra vo ar am pe l a r ua u ma se r i e de pa pe li n h os r as gado s, uma br eve ra j ad a de v en t o s o es pa l o u em fr ente a en t ra da do j ar dim q ue é h oje pe r ten ç a do mini s té rio da a g ric u l t ur a, en t re e l es, u ma p q e una r e v ista, t ra z ia a b e li ss ima v ane s sa ma tt a na c ap a, ra s g ad a pe l a al t ur a de sal t es t a, um ar r e pio de pr e o c up a ção a li na s ceu ao mo m en t o q ua n d o as s im da s ua i mage m de i c on t a, e u ma r e za de pr t e c ção l he f i z


Setenta e um dn sessenta e oito, prós meu, rato da rua garret, quinze, azul e branco, cash record, la gran compra, feliz navidad, cml caixote numero cinco, li três seis um quatro dois, rio gás buraco, m na um galiza, o touro omo, larousse, sábado vr, dois paus duas luvas para cima cada uma do lado da torre do galo, o segundo espirito da brigada de transito de oitenta e quatro, wagon master, duas mãos em sinal de ok, num paepl barquinho, ba coluna das agua das casa , um anuncio escrito à mão casa em Alcântara aluga-se nove três nove seis nove dois um, b ur ro n sex, x k r vr!

S ten t a e um dn se ss s e n ta e o it i, pr ó s me u, r at o da r ua g ar r e t, q ui n ze, az u l e br anco, ca s h record, l a g ra n c im p ra, f e l i z na v i d ad, cml ca ix ot e nu m ero c in co, li t r ês se is um q ua t ro do is, rio g ás b ur a co, m na um g a liza, o to ur o omo, la ro u s se , s ab a do vr, do is pa us du as l uva s pat ra c ima c ad a uma do l ad o da t o r r e do galo, o se g un d o es pi rito da bi g ad a de t ra n sir o de o it en t a e q ua t ro, ca ge m ma s te r , du as mãos em sin a l de o k, nu m pa e p l bar q u in h o, ba co l una da s agua das c asa , um ana un cio es c rito À mão c asa em a l a c na t a ra a l u g a inglesa se no v e t r ês no v e se is no v e do is um, b ur ro n s ex, x k r v r e x c l a mação

Quando estava tomando nota da casa em Alcântara, ah minha amada, vê tu bem as figuras que eu faço te buscando sem buscar, eu sempre a pensar que numa destas mensagens, lá estarás tu à minha espera, que um das casas é a tua, ou que um dia encontrarei um bilhetinho teu que assim me dirá, sou eu, que te amo, vem ter comigo e uma direcção, exacta, ou mais ou menos, que eu possa seguir e a ti chegar, e enebriado no teu amor, assim vou, depois me sento às vezes ,e me digo, assim não pode ser, sem ti ao meu perto e eu te buscando assim, mas estava eu assim tomando notas quando passou um senhor por mim de cabelos brancos e barba da mesma cor rala, uns olhos de sorriso gentil que me deu os bons dias, eu tambem, depois continuou ele pela rua acima, já ao fundo parou, com um trinado mais forte de um pássaro e eu me disse a mim mesmo, olha mais um da família dos que ouve os pássaros, parecia um índio, nem dei por ele ao chegar, devia tambem saber andar como os índios, e ao assim mem lembrar comecei eu a assim caminhar, bela face a dele, e belo cumprimentar, gostei

Q ua n do es t av a tom na d o n ota da c asa em a l a c an t a ra, a h min h a am ad a, v ê t u b em as f i g ur as q ue me f az es f az e r, eu se mp r e a pen sar q ue n uma d est as m en sa g en s, l á es t a rá s t u à min h a es pera, q ue um da s c asas e a tua, o u q ue um d ia en c on t ra rei um bil h e t in h o te u q ue as s im me di rá, s o u eu, q ue tea ama o, v em te r co mig o e uma di rec ç ão, ex ac t a, o u ma is o u m en os, q ue eu p o s sa se gui r e a ti che g ar, e ene br ia d o no te u ama o r, as s im vo u, d ep o is me s en to às v e ze s ,e me di g o, as s im n ão p ode ser, se m ti ao me u pe r to e eu te b us can d o as s im, ma s es t av a eu as s im tom a n do n ota s q ua n do passo u um s en h o r por mim de cab e l os br anco s e barba da me sam co r ra l a, un s o l h os de s o rr i so gentil q ue me de u os bo ns di as, eu tam b em, d e p o is conti n u o u e l e pe l a r ua ac i ma, j á ao f un d o par o u, com um t r ina d o ma si f o r te de um pa ss a ro e eu me di s se a mim me s mo, o l h a ma si um da f ami l ia do s q ue ao u v e o s pa ss a ro s, par ce ia um in di o, ne m de i por e l e ao che g ar, de v ia tam b em sabe r anda r c omo os in di os, e ao as s im me m l em br ar co me ç ei eu a as s im c amin h ar, b e l a f ace a d e l e, e belo c um pr i m en t ar, g os te i

Chego a casa, na secretária , a revista aberta na minha senhora amada vestida de verde, com duas pérolas no cinto de onde partem pérolas de pétalas de prata

Che g o a c asa, na sec r e tá r ia , a r e vi s ta ab e rta na min h a s en h o ra ama d a v es t id a de verde, com du as p e rolas no c in to de onda par te m pe rola s de pet l as de pr at a

A tive durante o dia aberta à página ao meio, a bela amada fernanda de um lado, batatas com enguias, bela expressão das nossa infâncias, uma tempestade num copo de agua, um negócio da china, que me lembrou a imagem do y deitado, sobre a qual sem ser ao certo, ouvi eu no espírito que parecia ser mais uma intervenção de photoshop, a pulga, os pés para a cova, a pedra no sapato, as expressões idiomáticas, do sentido oculto do ponto, a fava rica, a preguiça, que é sempre bela nos braços e abraços amados, a bezerra e a morte da bezerra, o rabo virado para a lua, chatear o camões e o loison, carga de agua, olhos certos, o que é estar nas tintas, o que parecia ser uma perguntinha, o loison tinha ao que parece um só braço e consequentemente era maneta e mau como as cobras, e é um pau, a tal por cuja morte se espera, e é um pau, ponto duas setinhas do circulo it do ro inglês da onda espanhola, o francês deitado

A t ive d u ra n te o d ia ab e rta à pá gina ao mei o , a b e l a am ad a f e rn a n da de um l ad o, bat at as com en gui as, b e l a ex pr e s são das no s sa in fan cia s, uma te mp es t ad e n um c o p o de agua, um ne g ó cio da ch ina, q ue me l em br o u a i mage m do y de it ad o, s o br e a q ua l se m c s e r ao c e r to, o u vi eu no es pei it o q ue par e cia ser ma si uma in te r v en ção de ph oto s h o p, a p u l g a, os p é s para a c ova, a pe dr a no s a p a t o, as ex press õ es id o má t i c as, do s en t id o o c u l to do p on to, a f av a ric a, a pr e gui ça, q ue é se mp r e b e l a no s bar ç os e ab ra ç o is ama d os, a be ze r ra e a mo rte da be ze r ra, o ra bo v ira d o para a l ua, ch at e ar o cam õ es e o lo i son, c ar g a de agua, o l h os ce r t os, o q ue é es t ar nas t in t as, o q ue par e cia ser u ma pe r gun t in h a, o lo i son tinha ao q ue par e ce um s ó br a ç o e c o n se q eu n te mente e ra mane t a e m au co mo as cobra s, e é um p au, a t a l por c u j a morte se es pera, e é um p au, p on t o du as set in h as do cir c u l o it do ro in g l ês da onda es pan hola, o fr anc onda es de it ad o

Tinha virado uma das páginas da revista, a que trazia o artigo da fernanda e ficara a penelope à vista, quando a primeira a vi, não a reconheci, depois pensei que era parecida com a fernanda, e ainda em dia recente a penelope aparecia numa outra revista ao lada da figueira e tambem tinha ficado a ressoar em mim uma semelhança entre estas duas, penelope, vestida de verde com um vestido que me evoca as vestais, que bela está assim deitada em forma languida como que abandonada, uma das usa mãos quase tapa seus olhos, a outra quase poisada em seu pescoço, ali naquele sitio onde a mim os orgasmos são cósmicos, assim me lembrei do que a Palavra recente evocara, e um outro pormenor, me subira à consciência agora ao vê-la, seu nome escrito e beijado com o baton de seus lábios, no que parece ser um pedaço de fita industrial daquela que se usa para pinturas, ou melhor para protege-las e a memória que aquilo evocara, fora um pedacinho parecido de fita, numa cas de outrora, a casa da actor joão rosa, onde a rita andalo um dia me ajudou a pintá-la e depois, bastante depois encontrara eu num umbral de um aporta um pedacinho de fita com um dedicatória, onde me chamava de príncipe, que bonito, que quente e doce assim o senti quando mais tarde o descobri, é bom amada, deixar recadinhos e mensagens de amor, pela casa onde moramos, tambem eu trago esse hábito antigo, de deixar frases breves, às vezes perguntas, outras lembranças, é sempre bom de as encontrar e alegra a amada

Tinha v ira d o u ma das pá gina s da r e v i sta, a q ue t ra z ia o ar t i g o da f e rna n da e f ica ra a p eno l o pe À vi s t a, q una n d o a pr i me i ra a vi, n ão a r ec on h e c i, d ep o is p en sei q ue e ra par e cida com a f e rna n da, e a inda em d ia r e c en te a p eno l o pe ap ar e cia n uma o u t ra r e v ista ao l ad a da f i g eu i ra e tam b em tinha f ica d o a r es s o ar em mim u ma se m l e h ança en t re es t as du as, p ene l o pe, v es t id a de verde com um v es t id o q ue me evo ca as v es t ais, q ue b e l a es t á as s im de it ad a em f o r ma l an guida co mo q ue ana dona d a, u ma das usa mãos q u ase t ap a se us o l h os, a o ut ra q u ase p o isa d a em se u p es co ço, ali na q eu l e si t io onda a mim os o r ga s mo s são c ó s mico s, as s im me l em b rei do que a Pal av ra r e c en te evo c a ra, e um o u t ro p o r m en or, me s ub i ra à c on cie n cia agora ao v ê inglesa l a, se u no me es c rito e bei j ad o com o bat n de se us l á bi os, no q ue par e ce ser um ped a ç o de f ita industria l da q eu l a q ue se usa para pi n t ur as, o u me l h o r para pr ot e ge inglesa l as e a me mór ia q ue a q u i l o evo ca ra, f o ra um ped ac i n h o par e cid o de f ita, n uma ca s de o u t ro ra, a c asa da ac tor jo ã o rosa, onda a rita andalo um d ia me a judo u a pi n tá inglesa l a e d ep o is, ba s t ante d ep o is en c on t r a ra eu n um u m br al de um ap orta um peda c in h o de f ita com um de di cat ó r ia, onda me ch am a va de pr in cip e, q ue bonito, q ue q eu n te e do ce as s im o s en ti q ua n d o ma is t arde o d es co br i, é bo m am ad a, de ix ar r eca din h os e m en sage n s de amo r, pe l a c asa onda mor amo s, tam b em eu t r a g o es se h á b i t o ant i g o , de d e ix ar fr ases br eve s, às v e ze s pe r gun t as, o u t ra s l em br anças, é se mp r e bo m de as en c on t r ar e al e g ra a am ad a

O vestido verde pelo verde me evocara um outro vestido verde, menos ar de vestal, um vestido cintado, com uma saia com asas de balão, não sei bem de que época , mas que um dia encontrei num roupeiro da minha mãe que já não o usava e o coloquei no meu, achava-o belo, bela a cor, este era de um verde eléctrico, feito num tecido com brilhos, um dia a olga o vestiu para uma sessão fotografia feita aqui ao perto de onde agora escrevo, em agronomia, umas fotos na escadaria da antiga e bela estufa de agronomia e no lago, imagino agora o que terão inventado acerca de esse vestido e um outro de minha mãe me ter durante tanto tempo no meu armário acompanhado, que se calhar o vestia eu, que era travesti, ou que tinha a tara de fazer amor com ele vestido, que as gentes são capazes de tudo, bem verdade, infelizmente o é,

O v es t id o verde p e l o verde me av o ca ra um o u t ro v es t id o verde, m en os ar de v es t al, um v es t id o cin t ad o, com uma s aia com a sas de bal ão, n ão se i b em de q ue é p oca, ma s q ue um d ia en c on t rei n um ro up e rio da min h a mãe q ue j á n ão o u s a v a e o colo q eu i no me u, ac h av a inglês o belo, b e la a c o r, este e ra de um verde e l e c t ric o, f e it o n um te cid o com br i l h os, um d ia a o l g a o v es ti u para uma se s são f oto g raf ia f e ita aqui ao pe r to de onda agora es c r evo, em a g ro no mia, u ma s f oto s na es ca da r ia da ant i g a e b e l a es t u f a de a g ro no mia e no l a g o, i ma gin o agora o q ue e t r ão in v en t ad o ac e rca de es se v es t id o e um o u t ro de min h a mãe, me ter d u ar n te t ant o te mp o no me u ar mário ac o mpa n h ad o, q ue se cala h r o v es tia eu, q ue e ra t rave s ti, o u q ue t in h aa t a ra de f az e r amo r com e l e v es t id o, q ue as g en t es são ca p az es de t u d o, b em v e rda d e, in f e k is m en te o é,

Olga, o nome se repercutira agra em dia recente, era ou foi nome de furacão, mais um na republica dominicana, vinte e dois mortos, a barragem de taveras o rio yaque se soltara se rompera e uma inundação ocorrera, e no total das notícias, se falou em vinte e dois mortos, um furacão que provavelmente a olga teria feito, ou que alguém outro com o que ela contara, fizera, e que agora se fechava numa analogia de nome

O l g a, o no me se r ep e r cut i ra a g ra em d ia r e cen te, e ra o u f o i no me de f ur a c ão, ma is um na r ep u b l i ca do m eni can a, vi n te e do is mor t os, a ab ar r e ge m de t a vera z s o rio y a q ue se sol t a ra se ro mpe ra e u ma i n un da ção oco r r e ra, e no t a t o l a da s no tic as , se f al o u em vi n te e do is mor t os, um f ur a c ão q ue pr ova v e l mente a o l g a te r ia f e it o o u q ue al g eu m o u t ro com o q ue l e ac on t a ra f i ze ra, e q ue agora se f e ch av a n uma ana l o gi a de no me

Fechava-se mais um circulo, mais uma participante numa qualquer conspiração dessa altura, final do anos oitenta, um falso testemunho que deve ter sido canalizado ou recolhido pela cristina coutinho, a atender que com ela estive depois no principio de noventa na republica dominicana, e agora o resultado à vista, o resultado da mentira, qual a mentira, eu que sei, talvez um história com o vestido verde, talvez uma história a volta de namoros e namorar, que qualquer pretexto serve quando se quer crucificar alguém e se compram testemunhas e testemunhos, para arrolar as falsas provas que depois servem para instaurar os processos em tribunais ocultos e longe daqueles que os homens trazem acordados como sítios para dirimir o que seja, pela calada, pois pela calada, os tribunais são outros, mas a condenações e as fogueiras sempre as mesmas e o seu resultado infelizmente tambem

F e ch av a inglesa se ma is um cir c u l o , ma is u ma par tic pan te n uma q ua l q eu r c on s pira ção de s sa al t ur a, f ina l do s ano s o it en t a, um f al s o te s te m un h o q ue d eve e t r sid o can ali za d oo u r eco l h id o pe l a c r is t ina co ut i n h o, a a ten d e r q ue com e l a es t ive d e p o is no pr in cip i o de no v en m t a na r ep ub li ca do m eni c an a, e agora o re s u l t ad o à vi s t a, o r e s u l t a do d a m en t ira, q ua l q a m en t i ra, eu q ue se i, t al v e z um h is t ó r ia com o v es t id o verde, t al v e z u ma h is t ó r ia a vo l at de no moro s e namora r, q ue q ua l q eu r pr e te x t o se r v e q ua n do se q eu r c r uz xi f i ca r al g eu m e se co mp ram t es te m un h as e t es te m un h os, para ar rola r as f al asa pr ova s q ue d e p o is se r v e m para ins t au r ar os pr o ce ss os em t rib una is o c u l t os e l on ge da q eu l es q ue os h om en s t ra ze m ac o r da d os co mo si tio s para d eri mir o q ue seja, pe l a calada, po is pe l a calada, os t ri b una is são o u t ro s, ma s a c on dena ç õ es e as f o g eu i ra s se mp r e a s me s ma s e o se u r e s u l t ad o in f e li s mente t am b em

Adquiriam assim um novo sentido, as visões que em luas não muito idas tivera ali em Alcântara, ao pé da casa onde a olga morava e que vem aqui descritas neste livro, e que se estenderam desde a zona do cais até a tapada de agronomia

Ad q u i r iam as s im um no v e o s en t id o , as vi s õ es q ue em l u as n ão mu it o id as t ive ra a li em al can t a ra, ao pé da c asa onda a o l g a mor av a e q ue v em a q u i d es c rita s ne s te li v ro e q ue se es ten de ram d es d e a zo na do cia s at é a t ap ad a de a g r o no m ia

Por debaixo da revista que trás a penelope, o jornal com a capa da foto de fotografia de família da cimeira europa África, é curiosa a foto pois foi tirada quando todos se preparam para abandonar a escadas onde para a foto se encontram, estão muitos já em movimento, e um pormenor me tinha surgido quando a primeiro a vi, muitos deles se encontravam a olhar o chão, como se buscassem algo

Por de ba ix o da r e vi sta q ue t rá s a p eno l o pe, o jo r n a l com a c ap a da f oto de f oto g raf ia de f ami l a da c i me i ra eu ro pa a fr i ca, é c ur i o sa a f oto po is f o i t i ra da q ua n do t o d os se pr epa ram para a b an dona r a es c ad as onda para a f oto se en c on t ram, es t ão mu it os j á em mo vi m en to, e um por m eno r me tinha s ur gid o q ua n do a pr i me i ro a vi, mu it os de l es se en c on t ra v am a o l h ar o ch ão, co mo se b us ca s se m a l g o

Muitos eles parecem ter os pés colados a papelinhos, que certamente são papeis com os nomes deles, para saberem qual deve ser a sua posição na foto de família, quando vinha do passeio, ao subir de novo a calçada do livramento, depois da ultima anotação que aí tomara, relativa ao caixote do lixo, seguida de um numero na caixa de electricidade colocada na parede da casa de goa, ao subir, vira um caderno a quatro, com as folhas todas brancas no meio do tapete de folhas do chão, e ao passar um folha ficara presa na sola de meu sapato, agora ao de novo ver a foto no jornal, dei pelo sincronismo, procuro com o olhar o que mais próximo tem um papelinho, à posição da folha que ficou presa por porcaria ao meu sapato, é a do senhor que está ao lado do durão no segundo degrau tem-ma ele no tacão, a folha que se me prendera era naquele pé, naquele lado do sapato mas um bocado mais a frente, por debaixo do arco do pé, ao seja mais ou menos em meio comprimento do sapato, antes de sair para o passeia e durante a tarde, tinha eu com minha caneta vermelha feito um circulo à volta do pé do primeiro senhor que se encontra mais a esquerda na foto, o que tem o sapato de verniz levantado, e um traço descia do circulo e atravessava o anuncio em baixo da foto que diz já só, passava ele o traço ao lado do f do faltam vinte e dois dias para poupar no irs, poupar no irs, escrito a vermelho, o restante da frase a preto, termina meu traço já fora do anuncio, desenhando como que um pequena barbela que é um seis, o desenho do traço que envolve o pé do senhor que está ao lado esquerdo de durão tambem como o outro no degrau de cima, ou seja o segundo que se vê, é como um laço que lhe laçou o pé, o seis que lhe laça de baixo seu pé, a unha no cairo, me complementa agora o espirito ao escrever, acrescentou-me em dia seguinte, que era o senhor do encontro no rio em oitenta e cinco, faço lá ideia de quem encontrei no rio nesse ano, encontro tanta gente e com tanta falo

mu it os e l es par e ce m te r o s p és cola d os a p ap e li n h os, q ue ce rta mente são p ap e is com os no mes de l es, para sabe ram q ua l d eve se r a s ua p o s i ç ão na f oto de f ami l ia, q ua n do vi n h a do pa s se i o, a o s ub i r de n ovo a calçada do li v ra mente, d ep o is da u l tim a ano ta ção q eu aí tom a ra, r e l at iva ao ca ix ot e do li xo, se guida de um nu m ero na ca i za de e l e c t r e cida de colo c ad a na parede da c asa de g o a, ao s ub i r, v i ra um c ad e r no a q ua t ro, com as f o l h as t o d as br n ac as no mei o do t ap e te de f o l h as do ch ão, e ao pa ss ar um f o l h a f ica ra pr e sa na sol a de me u sa pato, agora ao de n vo v e r a f oto no jo r n a l, de i pe l o sin c ro ni s mo, por c ur o com o o l h ar o q ue ma is pr óx i mo te m um p ap e li n h o, à p o sição da f o l h a q ue f i co u pr e sa por p o rca r ia ao me u sapa t o, é a do s en h or q ue es t á ao l ad o do du ra ão no se gun d o de g r a u m te m inglesa ma e l e no t a c ão, a f o l h a q ue se me pr en d e ra e ra na q eu l e p é, na q eu l e l ad o do s ap at o ma s um bo c ad a ma is a fr ente, por de ba ix o do ar co do p é, ao seja ma is o u m en os em mei o c o mp r i men to do sapato, ant es de sa i r para o pa ss e ia e d ur ante a te r de, tinha eu com min h a can te v e r e me l h a f e it o um cir c u l o à vo l t a do p é do pr i me i ro s en h o r q ue se en c on t ra ma is a es q eu r da na f ot, o q ue te m o s ap at o de v e r ni z l eva n t ad o, e um t ra ç o d es cia do cir c u l o e at rave s sa v a o a n un cio em ba ix o da f to q ue di z j á s ó, pa ss a v a e l e o t ra ç o ao l a f o do f do f al tam vi n te e do is dias para p o u p ar no i r s, po up ar no i r s, es c rito a vermelho, o r es t ante da fr a ze a pr e to , te r mina me u t ra ço j á f o ra do a n un cio, de s en h and o co mo q ue um pe q eu na bar bela q ue é um se is, o de s en h o do t ra ç o q ue en vo l v e o p é do s en h o r q ue es t á ao l ad o es q eu r do de d u r a ão tam b em co mo o o u t ro no de g r au de c i ma, o u seja o se g un d o q ue se v ê, é co mo um l a ç o q ue l he la ç o u o p é, o se is q ue l he l aç a de ba ix o se u p é a un h a no cairo, me co mp l e m en t a agora o es pi rito ao es c r eve r ac r es c en t o u inglês me em dia se gui n te, q ue e ra o s en h o r do en c on t ro no rio em o it en t a e c in co, f aç o l á id e ia de q eu m en c on t rei no rio ne s se a no, en c on t ro t anta g en te e com t ant a f al o

o pinóquio ao descer parece uma personagem de um filme de animação do qual não me recordo em exacto, parece ir de patins a patinar no gelo, com um ar muito compenetrado e com o seu sorriso meio postiço, seu pé mais avançado, o que desliza, está no fim do azul, sobre a linha branca, onde o azul ao branco chega, olho agora neste momento a disposição de alguns objectos no caos que a minha mesa de trabalho nesta ultima semana se tornou e vejo, e leio, o corta unhas de prata ao lada da vareta de cana com uma racha, o que rachou a varte ado mago, que por sua vez entra numa revista de um jornal, onde leio o quarto do nono, ou o quadrado da humanidade, o que rachou o mago do quadrado da humanidade, , na sua capa meio levantada, se lê, o gato marble giants, extra, na página quarenta e nove, onde ficaram as cinzas ao lado do nume, o circulo três, bem harper and the innocent crimi, de criminal lifeline, o dvd de lifeline, por de cima, the knife, silent shout, an audio visual esperience, um triângulo de agua de fogo vermelho, nas asas dos raios de luz refractados da pista de dança, em posição de fogo

o pi n ó q u io ao d es ce r par e ce u ma pe r s o na ge m de um fil me de ani m a ç ão do q u a l n ão me record o em ex c a t o, par e ce i r de pa t in s a ap t ina r no ge l o, com um ar mu it o co mp ene t ra do e com o se u s o rr i so mei o p os t i ço, se u p é ma si av an ç ad o, o q ue d es l i x a es t á no f im do az u l, s o br e a l i n h a br anca, onda o az u l ao br anco ch e g a, o l h o agora ne s te mo m en to a di s po sição de al gun s ob ject os no ca os q ue a min h a mesa de t ra ba l h o ne s ta u l tim a se mana se tor no u e v e jo, e lei o, o co rta un h as de pr at a ao l ad a da v a r eta de can a com uma ra ch a, o q ue rac h o u a v arte ad o mago, q ue por s ua v e z en t ra n uma r e vi s ta de um jo r a nl, onda lei o o q ur at o do n o no, o u o q ua dr ad o da h uma ni dad e, o q ue rac h o u o mago do q ua dr ad o da h uma ni dad e, na s ua c ap a mei o l eva n t ad a, se l ê, o g at o mar b l e gi an t s, ex t ra, na pá g ina q ua ren t a e no v e, onda f cia ram as c in za s ao l ad o do nu me, o cir c u l o t r ês, b em h ar pe r and t he in no c en t c rimi, de c r i m ina l s im l efe l ine, o d v d de li f e l ine, por de c i ma, t he k ni f e, si l en t s h o ut, na au di o vi s ua l es pe r i en ce, um t ria b g u l o de agua de f o g o v e r me l h o, na s a sas do s ra q i so de l u z r e f a r c ta d os da pi s t a de dan ç a, em p o sicão de f o g o

vasco pulido valente que escrevia recentemente e sobre quem se escreveu a propósito do seu lançamento do livro sobre as invasões francesas, onde entra a história de ir para o maneta, dava conta nesse dia , assim o creio de memória, um retracto do pinóquio, desenhava-lhe as qualidades e os atributos e o que na aparência ia fazendo pelo mundo fora de patins em linha e concluía que ele era uma invenção, curiosamente no mesmo dia no jornal ao lado, o rapaz que escreve uma página inteira com diversos comentários, fazia um retracto semelhante, só provavelmente a conclusão era distinta, pelo menos não me pareceu tão clara a considerar o socrates, ou pinóquio ou invenção, curiosa coincidência, quanto não as há, entre os dois artigos, duas penas, quase iguais na descrição

v as co p u lido v al ente q ue es c r e v ia r e c en te m en te e s o b r e q eu m se es c r eve u a pr o po r si to do se u l na l ça men to do li v ro s o br e as in v as õ es fr na ce sas, onda en t ra a h is t ó r ia de i r para o m ane t a, d av a c on t a ne s se d ia , as s im o c rei o de me mó r ia, um rec t ar ct o do pi no q eu o, de s en h av a inglesa l he as q ua li dad es e os a t rib ut os e o q ue na ap a ren cia ia f a z en d o pe l o m un do f o ra de pat in s em li n h a e c on c lui a q ue e l ee ra u ma in v en ção, c ur isa m en te no me s mo dia no jo r n al ao l ad o, o ra p az q ue es c r eve u ma pá g ian in te r ia com di v e r s os co men t á rio s, f az ia um r e t r tato se me l h ante, s ó pr ova v el mente a c on c l u são e ra di s tinta, pe l o m en os n ão me par e ceu t ão clara a c on sid e r ar o s o c rates, o u pi no q u io o u in v en ção, c ur i o sa c on c i d e n cia, q ua n to n ão a s h á, en t re os do is ar t i g os, du as pe na s, q u ase i g ua is na d es c r i ç a õ

observo penelope, me deixo levar como deitar na sua imensa beleza de abandono, estranho o gesto de suas mãos como um acordar, com um meio esconder, com um tom de arrependimento, assim me fala a sua mão sobre sua face, fazendo sombra em seu olhar, o vermelho do baton, emerge então de seu rosto, e enquanto a assim me deleito a pensar, uma outra folha da revista começa a enrolar a seu lado, e começo a ler , ne, nes , inês, vinte e três, dez, dez e oito, salvo erro que a agora folheio a revista de trás para a frente, uma e outra vez e ainda outra e não consigo dar com a folha que enrolara, e me fico a pensar, qual das duas será então a inês, a alva, ela ou a fernanda, provável é ser a fernanda, uma capa de da outra, penelope, a inês, fernanda a capa dela ou vice versa

ob se r vo p ene l o pe, me de ix o l eva r co mo de it ar na s ua i m en sa be l e za de a ban d ono, es t ra n h oo ge s to de s u as mãos co mo um ac o r d ar, com um mei o es conde r, com um tom de ar r e p en di m en t o, as s im me f al aa s ua mão s o b r e s ua f ace, f az em do s o m b r a em se u o l h ar, o v e r me l h o do bat on, ene r ge en t a õ e d se u ro s to, e en q ua n to a as s im me de lei t o a p en s ar, uma o u t ra f o k h a da r e vi s ta co me ça a en rola r a se u l ad o, e co me ço a l e r , ne, n es , in ê s, vi n te e t r ê s , de z, de z e o it o, sal vo e r ro q ue a agora f o l hei o a r e vi s ta de t rá s para a fr ente, u ma e o u t ra v e z e a inda o u t ra e n ão c on si g o d ar com a f o l h a q ue en rola ra, e me f i co a p en s ar, q u a l das du as se rá en t ão a in ê s, a al v a, e l a o u a f e rna n d a, pr o va v e l é ser a fernanda, u ma c ap a de d a o u t ra, p ene l o pe, a in ê s, f e ra n da a c ap a de l a o u vi ce v e r as

ah amada que estranho êxtase este em que cai depois das minhas ultimas palavras, o tempo se alterou e quase te poderei dizer que o passei a sonhar ora acordado ora a dormir, como se de repente uma necessidade de descanso tivesse sobre meu corpo tombado e uma preguiça enorme descesse do ceu, estranho este estranho êxtase que me parece roubar em parte as forças, pois a luta por meu filho continua, e estou como sempre um pedaço inquieto, o tempo passa sem passar, nada sei dele, e toda esta situação me trás em parte tenso e preocupado, e este êxtase, ou melhor mesmo neste êxtase, um revolta em mim mesmo nasce contra mim, por assim ficar, mas a energia como que se foi, agora vai voltando, sábado, ao ler as noticias nos dois jornais que por luxo me comprei, fiquei muito feliz com imensos artigos, esta revista, a fartei de beijar, beijei uma serie de gentes que lá vem, assim foi a minha maneira de lhes expressar meu sentimento ao pertinho longe deles, tocá-los pela luz, era mais ou menos um artigo com os principais das diferentes religiões que aqui habitam, e que explicavam as diferenças e o comum sobre o natal, depois olhei a Anselmo, o borges, este rapaz ,que tanto me desafia com seus silêncios, como suas por vezes enviesadas questões de natureza religiosa, pela sua ausência de resposta clara e frontal ao que lhe vou inquirindo, e por sentir sua sombra ligada de alguma forma ao rapto em que me trazem meu filho, mas gosto dele, alias amada de quem é que eu não gosto mesmo, se meu coração é amor, se bem que me zango quando tenho ou trago razões para isso, mas em verdade, eu me conheço e sei da minha profunda natureza, nunca sou de ficar zangado muito tempo com quem seja, a vida tem para mim até mecanismos para isso, muito eficazes, quando alguém me magoa, em sério, e profundo, parece que vai viver numa outra galáxia, nunca a mais a vejo, só a ti é que não te encontro porque teimas em teimar na distância, mas não perco eu a esperança de em breve te encontrar

ah am ad a q ue es t rn h o ex tase este em q ue ca i d ep o is das min h as u l tim as pal av ra s, o te mp o se al te ro u e q us e te p ode rei di ze r q ue o pa s s e i a s on hara o ra ac o rda d oo ra a do r mir, co mo se de r ep rente uma ne ce s sida d e de d es can s o t ive s se s o br e me u corp o tom b ad o e uma pr e gui ça eno r me d es ce s se do c eu, es t ra n h o este es t ra n h o ex tase q ue me par e ce ro u b a r em pa rte as do r ç a s, po is a l u t a por me u fil h o conti n ua, e es t o u co mo se mp r e um peda ç o in q u i e to, o te mp o passa se m pa ss ar, n ad a se i de l e, e t o d a es t a si t ua ção me t rá s em par te ten s o e pr e o c up ad o, e este ex tase, o u me l h o r me s mo ne s te ex tase, um r evo l t a em mim me s mo na s ce c on t ra mim, por as s im f c ia r, ma s a ene r gi a f i cia co mo q ue se f o i, agora v a i vo l tan d o, s ab a d o, ao l e r a s no tic a isa n s o do is jo r na is q ue por l ux o me co mp rei, f i q eu i mu it o f e l i z com i m en s os ar t i g os, es t a r eve i sta, a f ar tei de bei j ar, bei je i uma se r i e de g en t es q ue l á v em, as s im f o i a min h a mane i ra de l h es ex press ar me u s en tim en to ao pe r t in h o l on ge de l es, to cá inglesa l os pe l a l u z, e ra ma is o u m en os um ar t i g o com os pr in cip a is das difer en t es r e li gi õ es q ue a q u i h abi tam, e q ue ex p li c av am as difer en ç as e o co mum s o b r e o na t al, d e p o is o l hei a ana s e l mo, o bo r g es, este ra p az ,q eu t ant o me d esa fia com se us si l ên cio s, co mo s u as por v e ze s en vi o sa da s q eu s t õ es de na t ur e za r e li gi o sa, pe l a s ua au s ên cia de r es posta clara e fr on t al ao q ue l he vo u in q eu i r n do, e por s en tir s ua s o m b ra li g ad a de al g ua m f o r ma ao ra pt o em q ue me t ra z e m me i u fi l h o, ma s g os t o de l e, al i as am ad a de q eu m é q ue eu n ão g o s to me s mo, se m eu cora ção é amo r, se b em q ue me z a n g o q ua n do ten h o o u t ra g o ra z õ es para is s o, ma s em v e rda d e, e u me c on h e ço e se i da min h a pr o f un da na t ur e za, n un ca s o u de f cia r zan gado um iu to te mp o com q eu m seja, a v id a te m para mim at é meca ni s mo s para is s o, mu it o e f i ca ze s, q ua n d o al gum e me ma goa, em sé rio, e pr o f un d o, par ace q ue v a i viver n uma o u t ra g a l á x ia, n un ca a ma is a v e jo s ó a ti é q ue n ão te en c on y t ro por q ue te i ma s em tei mar na di s t ân cia, ma s n ão pe r co eu a es pera n a ç de em br eve te en c on t r ar

Anselmo borges do grupo da natalia correia, donde do grupo do poeta das barbas a quem aqui eu já nomeei de bin laden, que me subiu a memória agora com estas bombas na Argélia, que tem andado arredado, mais ou menos, em segunda linha, questão estratégia, do grupo, quando o fogo aquece sobre um , logo passa para a segunda linha e aparece um outro em seu lugar, assim funcionam os homens em grupo que não funcionam, mais desfuncionam, que fazem da vida e do viver, como se fosse um jogo de estratégia

an se l mo bo r g es do g r up o da n at ali a co r rei a, d onda do g r up o do p o e t a da s bar ab as a q eu m aqui eu j á no mei de bi n l a d en, q ue me s ub i u a me mó r ia agora com es t as o m ba s na ar gé l ia, q ue te m anda d o ar red ad o, ma si o u m en os, em se gun d o ali n h a, q eu s tão es t ra té g ia, do g r up o, q ua n do o f o g o a q eu ce s o br e um , l o g o spa s sa para a se gun d a li n h a e ap a r e ce um o u t ro em se u l u g ar, as s im f un cio na m o s h omens em g r up o q ue n ão f un cio na m, ma is d es f un cio a nm, q ue f az em da v id a e do viver, co mo se f o s se um jo g de es t ra te gi a

a minha vida continua de pernas para o ar, com meu filho raptado de mim vai para quase dois anos, os ladrões prevalecem e roubam alegremente e na aparência da vida e das regras dos homens o fazem com todo o descaramento e sem consequência, não se pode aqui trabalhar com este bando de ladrões, e cada vez me inclino a pensar que efectivamente aqui em Portugal os homens deixaram de o ser, gente que eu ainda tinha respeito em pequenino, gente que diziam e sobre os quais se diziam ter lutado contra os fascistas e as injustiças e pela liberdade, pelos direitos dos homens, e coisas assim belas e justas, e agora, onde estão, em que se tornaram, estou inclinado a tomá-los a todos com inimigos, pois se são amigos, então são muito envergonhados, ou trazem os ditos amputados, ou muito muito pequenino, homens que lutam contra as injustiças e que são incapazes de estender a mão, e responder em forma frontal ao inquirido e continua a musica assim, na ausência de musica por parte desta gente, gentalha, assim é melhor de se lhes chamar, porque assim vão, assim preferem ir

a min h a v id a conti n ua de pe r na s para o ar, com mu e i fil h o ra pat d o de mim v a i para q u ase do is a no s, e c ad a v e z me in c lino a pen sar q ue efe c t iva mente a q u i em Portu gal os h om en s de i xx a ram de o ser, g en te q ue eu a inda tinha r es pei t o em pe q eu nino, g en te q ue di z iam e s o br e os q ua is se di z iam ter l u t ad o c on t ra os f ac is t as e as in j us ti ç a s e pe l a liber dad ee co i sas as s im belas e j us t as, e agora, onda es t ão, em q ue se tor na r m, es t o u in c lina d o a tom á inglesa l os a t o d os com in i mig os, po is se são ami g os, en t ão são mu it o en v e r g on a h d os, o u t ra ze m os di t os am p u t a d os, ou um it o mu i t o pe q eu nino, h o m en s q ue l u tam c on t ra as in j us ti ç as e q ue são in ca p az es de es ten der a mão, e r es p on de r em f o r ma fr on at l ao in quirido e conti n ua a mu sic a as s im, na s us en cia de m u sic a por par te d es t a g en te, g en t al h a, as s im é me l h o r de se l h es ch ama r, por q ue as s im v ão, as s im pr efe r m i r

este senhor, de nome ou desgraça, como contrário a graça, anselmo, ou anda louco o que não parece ser o caso, visto trazer na aparência o pensamento ordenado, e escrevo aparência pois como o tenho demonstrado muitas das suas questões sobre Deus e o Divino, na aparência são completamente disparatadas ou mesmo erradas, e sendo que o senhor até ao momento não se dignou nem mesmo a responder ao que directamente e frontalmente lhe tenho na Palavra interpelado, agora na revista da semana passada, o titulo era, repensar Deus, como se Deus se repensasse, a não ser pelos os homens que o repensam, ou assim pretendem fazer crer, é o senhor na aparência de suas vestes um teólogo e um filosofo, e ao que parece acabou de coordenar um conjunto de ensaios que se propuseram repensar a ideia de Deus, talvez aqui esteja na realidade o seu motivo, atira umas bocas para o ar, lança uns anzóis, leva-me a responder-lhe e depois reúne em ensaios, talvez seja só este caso de mais um lombriga que se alimenta com o alheio, mas não sei se o reduza só a isto, pois o seu grupo, é um grupo que me crucificou no passado, e que me acusou de coisas gravosas como de ter atropelado uma criança na costa e provavelmente muitas mais foram por eles secundadas, coisas que foram feitas à revelia dos normais tribunais dos homens e que serviram para me crucificar em diversa e distintas maneiras e permitiram depois a eles e a outras se aproveitar por cima do crucificado e da cruz e nesta parte a prova está feita, pois não sendo o homem estúpido e escrevendo e dando mostras de saber medianamente pensar, o facto de não responder ao inquirido confirma que trás outra intenção por detrás do que pergunta, se não trouxer coisas piores, pois nada melhor que pregar um homem na cruz sabendo que ele vai lutar e colher então os frutos dessa luta, como quem diz ou fez e faz, primeiro prendo-te depois lanço-te fogo porque seis que vais lutar pelo direito a tua vida e a do teu filho e sei que vou achar oiro nessa tua luta

este s en h o r, de no me o u d es graça, co mo c on t rá rio a graça, o u anda lou co o q ue n ão par e ce se r o c a s o, vi s to t r a ze r na ap a ren cia o p en s men to o r dena d o, e es c r eve o ap a ren cia po is co mo o ten h o demon s t ra d o mu it as das s ua s q ue s t õ es s o br e De us e o Di v ino, na ap a ren cia são co mp l eta me, n te di spa ra t ad as o u me s mo e r ra d as, e s en d o q ue o s en h o r at é ao mo m en to n ão se di g no u ne m me s mo a r es pond e r ao q ue di r e cta men te e fr on t al e m t ne l he ten h o na Pal v a ra in te rp e l ad o, agora na r e vi s t a da se mana passada, o t it u l o e ra, r ep ren sar D eu s, co mo se D eu s se r ep e ms as se, a n ão ser pe l os o s h omens q ue o r ep en sam, o u as s im pr e ten d em f az e r c r e r, é o s en h o r na ap a ren cia de s ua s v es t es um teo l o g o e um fil o s o f o, e co r d eno u um c on j un t o de en s aia os q ue se por p os r ep en sar a id e ia de D eu s, t al v e z a q u i es t a j a na real i dad e o se u mo t ivo, at ira u ma s bo ca s para o ar, l ança un s na zo is, l eva inglesa me a r es pond e r inglesa l he e d ep o is r e u ne em en s aio s, t a l v e z seja s ó em ro c a s o de ma is um l o m b riga q ue se ali m en ta com o al hei o, ma s n ão se i se o red u za s ó a is t o, po is o se u g r up o, é um g r up o q ue me c ru c i f i co u no passado, e q ue me ac us o u de co i sas g ra vo sas co mo de te r at ro p l ad o uma c r ian ça na co s t a e pr ova v e l e mn te mu it as ma is f o ram por e l es sec un d ad as, co i sas q ue f o ram f e it as à r eve l ia dos no r mais t rib una is dos h o mens e q ue s e r vi ram para me c ru c i f i ca r em di v e r sa e di s tinta s mane i ra s e pe r mit i ram d ep o is a e l es e a o u t ra s se ap ro v e it ar por c ima do c ru c i f i ca dao e da c r uz po is n ão s en d oo h omem es t up id o e es c r eve n do e dan d o mo s t ra s de sabe r me diana mente pen sar, o f ac t o de n ão r es pond e r ao in quirido c on firma q ue t rá s o u t ra in ten ção por d e t rá s do q ue pe r gun t a, se n ão t ro ux e r co i sas pi o r es po is n ad a me l h o r q ue pr e g ar um h omem na c r uz sa ben d o q ue e l e v a i l ut ar e co l her en tão os fr ut os de s sa l u t a, co mo q eu m di z o u f e z e f az, pr i me i ro pr en do inglesa te d ep o is lan ç o inglesa te f o g o por q ue se is q ue v a is l u t ar pe l o di rei t o a tua v id a e a do te u fil h o e se i q ue vo u ac h ar o i ro ne s sa t ua l ut a

joel neto dava em programa recente o mote, ou mesmo mote que fala de um mesmo e que posso de certa forma ligar a este bando de senhores, se tal se lhes pudesse chamar, era um programa a propósito da formas de vivência da republica de Veneza em tempos idos quando ela se tornou grande e muito floresceu e sobre os doge, que era como o homem encarregue da fiscalização da republica, mais ou menos o que seria um procurador da republica, se bem que naquele tempo as coisas fossem um bocado diferentes, o seu pescoço estava tambem no cepo, e as vezes mesmo a alguns rolou, trazia ele um conjunto de obrigações de forma a não o tornar dependente de grupos de pressão ou de interesses, se fizesse obras no palácio, elas seriam custeadas pelo seu próprio bolso, não podia receber presentes dos embaixadores estrangeiros e caso os recebesse era obrigado a entregá-lo de imediato a republica, alguns destes princípios vigoram ainda hoje, por exemplo em dia recente presidente bush tinha publicada a lista das prendas que recebeu, pois eles ultrapassam o estipulado, salvo erro qualquer coisa na ordem de duas ou três centenas de dólares, e assim o mundo ficou a saber que ele tinha recebido um par de botas, um blusão e não sei mais o quê, o que se pretende é verificar que não recebeu subornos ou que não foi subornado

jo e l ne t o d av a em pr o g rama r e cen te o m ot e, o u me s mo m o t e q ue f a l a de um me s mo e q ue ps o s o de c e r ts f o ram li g ar a este ban d o de s en h o r es, se t al se l h es p u de s se ch ama r, e ra um pr o g rama ap ro p os it o da f o r ma s de vi v en cia da r ep ub li ca de v ene za em te mp os id os q ua n do e l a se tor no u g r ande e mu it o flor es ceu e s o br e os d o ge, q ue e ra co mo o h omem en ca r r e g ue da f is ca li za ção da r ep u b li ca, ma si ou m en os o q ue se r ia um pr o cura dor da r epu b li ca, se b em q ue na q eu le te mp o as co i sas c f o ss em um bo c ad o difer en t es, o se u p es co ço es t av a tam b em no c ep o, e as v e ze s me s mo a al gu ns rolo u, t ra z ia e l e um c on j un to de ob riga ç õ es de f o r ma a n ão o t r n ar d e p en d e te de g r u ps o de press ã oo u de in te r e s se s, se f i ze s se o br as no pal a cio, e l as se r iam c us tea d as pe l o se u pr ó p rio bo l s o , n ão p o dia r e cebe r pr e s en t es do s em ba ix a do r es es t ra n ge i ro s e c a s o o s r e cebe s se e ra ob riga d o a en te r g á inglesa l s o de imediato a r ep u b li ca, al gun s d est es pr in cip i os vi g o ram a inda h oje, por ex e mp l o em dia r e cen te pr e sid ente b us h tinha pub li c ad a a li s t a da s pr en d as q ue r e ce b e u, po is e l es au l t ra pa s sam o es t i p u l ad o, sal vo e r ro q ua l q eu r co i sa na o r den de du as o u t r es c en t e na s de do l a r es, e as s im o mm un d o f cio u a s abe r q ue e l e tinha r e cebi d o um p ar de b ota s, um b l u são e n ão se i ma si o q u ê, o q ue se pr e ten de é v eri f c ar q ue n ão r e cebe u s ub o r no s o u q ue n ã p o f o i s u b o r n ad o

jorge luis borges trás um poema dedicado em sua aparência a um homem salvo erro do norte da europa, ou de outro lado qualquer do uno mundo, onde diz mais ou menos assim, demos te todas as condições para escreveres o melhor poema, aquele que iria transformar o mundo, ou os homens ou a vida e o viver e tu falhas-te, assim é o tom que nos explica outra forma que de certa forma é semelhante na sua aparência ao que se encontra no discursos desta gente, quanto assim se lhes pode em propriedade chamar, pois as condições que eles falam, são a adversidade, sempre a justificaram assim pelo tempo, como quem diz sem em verdade e em forma frontal o fazer, que te criamos as maiores condições adversas para que tu na luta desses o melhor e assim escrevesses o poema, é um grupo de homens que pensa e sempre o pensou que é na adversidade que melhor se desvelam os homens e melhor produzem resultados, a questão é sempre a mesma, que se explana em outras, primeiro, que é que este grupo pensará serem os objectivos do melhor e da mudança, se eles serão os mesmos do homem que é posto na fogueira a arder, e se a sua intenção é assim tão louvável, ou melhor e me forma mais clara se efectivamente prosseguem eles o bem, subentenda-se o bem da humanidade, para além da justa questão já muitas vezes aqui neste Livro discutida sobre o acto e a forma pedagógica, que se baseia no axioma fundamental, se o melhor do coração de cada um, emerge e vem ao de cima em situações adversas, ou se pelo contrário tal melhor e com melhor resultado acontece, quando as condições são de amor e amorosas, para mim sempre foi evidente, que é no segundo campo que nascem as melhores flores, nem acredito que os homens em seu fundo sejam indigentes ou necessitem de chicotes e de ser chicoteados, ou crucificados ou queimados para darem o melhor de si, nem penso que essas condições tragam geralmente esse resultado ao homem que assim é obrigado, e visto que estas coisas nunca são ditas em forma clara e transparente como na republica de Veneza onde estavam escritas, e o homem era eleito pelos seus pares cara a cara, o que geralmente querem dizer, os que assim dizem e assim se estribam, para o fazer a um outro homem, é só uma reles e pífia mentira, para justificarem a persecução dos seus velados interesses a expensa de um outro, ao que acrescento sabe bem esta gentalha e estes bandidos quem sou, de que massa sou feito e o que penso e como actua, portanto não tentem nem confundirem-me a mim mesmo, nem a outros, e desvelem as vossas intenções, que só vos fica bem e se quiserem pegar em espadas, cada um de vós trás um mão e uma própria, não precisais de mão alheia nem de espada alheia, Oh cobardes de merda, se quiserem ajuda, não a tenho eu rejeitado, pois não, não creio que me possam acusar de alguma vez o ter feito em minha vida

jo r ge lu is bo r g es t rá s um p o e ma de d ica d o em s ua ap a ren cia a um h omem sal vo e r ro do no r te da eu r opa, o u de o u t ro l ad o q ua l q eu r do un o m un d o, onda di z, demos inglesa te t o d as a s c on di ç õ es ap ra es c r eve r es o me l h o r poe ma, a q eu l e q ue i r ia t ra n s f o r mar o m un d o, o u os h omens o u a v id a e o vi v e r e t u f al h as inglesa te, as s im é o to im q ue no s ex p li ca o u t ra f o r ma q ue de certa f o r ma é se me l a h na te na s ua ap a ren cia ao q ue se en c on t ra no di s c r uz os d est a g en te, q ua n to as s im se l h e s p ode em pr ip r i e dad e ch ama r, po is as c on di ç õ es q ue e l es f al am, são a ad v e r sida d e, se mp r e a j us ti f cia r ma s s im pe l o te mp o, co mo q eu m di z se m em v e r dad ee em f o r ma fr on t al o f az e r, q ue te c r iam os as ma si o r es c on di ç õ es ad v e r sas para q ue t u na l u t a de ss es o me l h o r e as s im es c r eve ss es o po e ma, é um g r up o de h omens q ue pen sa e se mp r e o pen s o u q ue é na ad v e r sida d e q ue me l he o r s e d es vela m a s h omens ee me l h o r pr o d u ze m r e s ul at d as, a q eu s tão é se mp r e a me s ma, q ue se ex p l ana em o u t ra s, pr i me i ro, q ue é q ue este g r up o pen as rá se r em os ob ject i vo s do me l h o r e da um dança, se l e es se rão os me s mo s do h omem q ue é p os t o na f o g eu i ra a arde r, e se a s ua in t ren ção é as s im tão lou v ave l, o u me l h o r e me f o r ma ma is clara se efe c t iva mente pr o s se g eu m e l es o b em, s u b en ten da inglesa se o b em da h uma ni dad e, para al é m da j us t a q eu s tão j á mu it as v e ze s aqui ne s te Li v ro di s cut id a s o br e o ac t o e a f o r ma peda g o gi ca, q ue se ba se ia no ax i o ma f un da men t al, se o m l e h ro do cora ção de c ad a um, e mer ge e v em ao de c i ma em s it ua ç õ esa ad v e r sas, o u se pe l o c on t rá rio t al me l h o r e com me l h o r r e s ul t ad o acontece, q ua n d o as c on di ç õ es são de amo r e ama o ro sas, para mim se mp re f o i e vidente, q ue é no se gun d o cam p o q ue na s ce m as mel h o r es flores, ne m ac red it o q ue os h omens em s eu f un d o sejam indi g en t es o u ne ce s si te m de ch i c ot es e de se r chico tea d os, o u c ru ci f ica d os o u q eu i m ado s para d ar em o me l h o r de si, ne m pen s o q ue es sas c on di ç õ es t ra g am ge ra l e mn te es se r es uk l t ad o ao h omem q ue as s im é ob riga d o , e vi s to q ue es t as co i sas n un ca são d it as em f o r ma clara e t ra s n parente c omo na r ep u b li ca de v ene za onda est av am es c rita s, e o h omem e ra e lei t o pe l os se us par es c a ra a cara, o q ue ge ra l e mn te q eu r em di ze r, os q ue as s im di ze m e as s im se es t rib am, para o f az e r a um o u t ro h omem, é s ó um a r e l es e pi fia m en t ira, para j us ti f ica r em a pr e ss u c u ção do s se us eve l ad os in te re s sas a ex pen sa de um o u t ro, ao q eu eac r es c en to sabe b em es t a g en t al h a e es te s ban d id os q eu m s o u, de q ue massa s o u f e it o e o q ue pen s o e co mo ac tua, porta n t o n ão ten te m ne m c on f un di r em inglesa me a mim me s mo, ne m as p o u t r os, e d es v e l em as vo s sas in ten ç õ es q ue s ó vo s f ica b em, se q ui se r em p ega r em es p ad as, c ad a um de vó s t rá s um mão e u ma pr ó p r ia, n ão pr e cisa is de mão al he ia ne m de es p ad a al he ia, o h coba r d es de mer d a, se q ui se rea m ajuda, n ão a ten h o eu r e je it ad o, po is n ão, n ão c rei o q ue me p o s sam ac usa r de al gum a v e z o te r f e it o em min h a v id a

o meu compromisso é claro como sempre foi, o Amor, e assim se desvela mais uma vez a história de sempre em que os que querem crucificar um homem se juntam, uns porque o acham perigoso, outros ainda acrescentam a lata de dizer que o estão ajudar, que lhe criam mais problemas para melhor acender a fogueira e assim se estabelece no tempo as fogueiras e as cruzes e as crucificações, malandros, malandragem, que o inferno que aqui fazeis se vá dentro de vossos peitos neste instante

o me u c o mp ro miss o é c l a ro co mo se mp r e f o i, o Amo r, e as s im se d es vela ma is um a ve z a h is t ó r ia de se mp r e em q ue os q ue q eu r em c r ux i f ica r um h omem se j un tam, un s por q ue o ac ham pe r i go s o, o u t ro s a inda ac r es c en tam a l at a de di ze r q ue o es t ão ajuda r, q ue l he c r iam ma si pr o b l ema s para me l h o r ac en d e r a f o g eu i ra e as s im se es t abe l e ce no te mp o as f o g eu i ra s e as c r uz es e as c ru c i fi cações, mala n dr os, ma lan dr a ge m, q ue o in d ferno q ue a q u i a f ze is se v á den t ro de vo s s os pei t os ne s te in s t ante

agora num dos jornais aparecera uma entrevista com o joel neto, e reparo que o rapaz é do grupo da ópera, a tal opera, que me andava muito a aparecer, na faca nestes últimos tempos, deverá então ser ele, pelo que agora esta faca nestas letras em que o menciono me desvela, mais um da queda do domino, como muitos outros que aconteceram entre o espaço das minha ultimas letras e estas, e eles mais a frente em seu devido tempo irei e provável é ainda de ir por causa de outras notas em meus cadernos que ainda não estão transcritas

agora n um do s jo r na is ap a r e ce ra uma en t r e vi s ta com o joel neto, e r epa ro q ue o ra p az é do g r up o da ópera, a t al o pera, o pe ra, q ue me and av a mu it o a ap a r e ce r, na f ac a ne s te s u l tim os te mp os, d eve rá en tão ser ele, pe l o q ue agora es t a f ac a ne st as l e t ra s em que o m en cio no me d es vela, ma si um da q eu d a do d o m i n o, co mo mu it os o u t ro s q ue ac on te ce ram en t re o e s a p ç o das min h a u l tim as l e t ra s e es t as, ee l es ma is a fr ente em s eu de v id o te mp o i rei e pr o v á ve l é a inda de i r por c au sa de o u t ra s n ota s em me us ca de r no s q ue a inda n ão es t ão t ra n s c rita s

olho as fotos da entrevista com o anselmo, um primeiro pormenor me chama a atenção no grafismo do titulo, a azul em letras grandes, repensar Deus, o p de repensar entra no texto da caixa e faz a o seu travessão de baixo um risco sobre teólogo, riscando as letras eolo, que faz ressoar eólico, o vento do espirito, associado a teo, dois estão neste Livro, um holandês assassinado e um outro português pai de cava silva, donde o sentido da palavra em seu contexto gráfico assim se me afigura, repensar, declina em rato ep da pen, da caneta sar, do espírito que soprou sobre um ou mesmo nos dois teo, visto que entre eles existe uma simetria pelo nome, contudo os dois teo, entraram em maior detalhe neste Livro num outro capitulo, um dos quais está em parte escrito e que se prende com um escutar no espirito que me disse, o homem responsável, assim o viu um outro homem, apanhará uma noite uma grande bebedeira, e fará a confissão ao primeiro que se sentar a seu lado, a minha duvida agora, é se esse homem não se terá já ido daqui em seu corpo, pois um que se foi, parece-me que poderá neste perfil encaixar, mas não o sei ao certo, o do teo português, tem a ver com as laranjas, com a história das laranjas e das meias laranjas, que será ainda publicado quando concluído

o l h o as f oto s da en t r e v i s t a com o an se l mo, um pr i me i ro por m en o r me ch am aa a tem ção no g ra f is mo do t it u l o, a az u l em l e t ra s g r andes, r e p en sar D eu s, o p de r ep en sar en t ra no te x t o da ca ix a e f az a o se u t r a v e s são de ba ix o um r i s co s o br e teo l o g o, r is can d o as l e t ra s e o l o, q ue f az r es s o ar e o li co, o v en t o do es pi rito, as soci ad o a teo, do is es t ão ne s te Li v ro, um h o lan d es a s a s sin ad o e um o u t ro por t u g u ês pai de c av a si l v a, don d e o s en t id o da pal av ra em se u c on te x to g raf i co as s im se me a f u g u r a, r ep en s ar, dec lina em rato ep da pen, da can eta sar, do es pe rito q ue s o p ro u s o br e um ou me s mo no s do is teo, vi s to q ue en t re e l es ex iste u ma si met r ia pe l o no me c on t u d o os do is teo, en t ra ram em maio r d eta l he ne s te Li v ro n um o u t ro ca pi t u l o, um do s q ua is es t á em par te es c rito e q ue se p ren de com um es cut ar no es pi rito q ue me di s se, o h omem r es ponsa v e l, as s im o vi u um o u t ro h o me, ap ana h rá u ma no it e uma g rande bebe de ira, e f a rá a c on fissão ao pr i me i ro q ue se s en t ar a se u l ad o, a min h a d u v id a agora, é se es se h omem n ão se te rá j á id o da q eu i em se u corp o, po is um q ue se f o i, par e ce inglesa me q ue p ode rá ne s te pe r fil en ca ix ar, ma s n ão o se i ao ce r to o do teo por t u g u es, te m a v e r com as lara n j as, com a h is t ó r ia das lara n j as e das mei as lara n j as, q ue se rá a inda pub li c ad o q ua n d o c on c lui d o

borges, ao vê-lo , vejo e leio, + duplo circulo do gato, a cunha, da maria, a serra, sobre a loba que amamentou a remo e romulo, do circulo do leão do oriente, está a serrilha do fecho da estante de vidro sobre a loba, em posição que lhe oculta, a serra faca de serrilha, está sobre a loba que assim se desvela como cadeira, o local onde se senta, por detrás um livro grosso de negra lombada, a igreja católica na china e Macau no contexto do sudoeste asiático, que futuro, de antónio carmo, a faca do sudoeste asiático, assim parece a história contar, a faca sobre a cadeira que é uma loba, o circulo da fechadura, onde entra a chave, tapa e desvela o titulo de um outro livro, o leo do oriente, o leão do oriente

bo r g es, a o v ê inglês l o , v e jo e lei o, + d up l o cir c u l o do g at o, a c un h a, da mar ia, a se r ra, s ob r e a l o ba q ue am ame n t o u a r emo e ro mu l o, do cir c u l o do l e ão do o ri en te, es t á a se rr ilha do f e ch o da es t ant e de v id ro s o br e a l o ba, em p o sição q ue l he o c u l t a, a se r ra f ac a de se rr ilha, es t á s o br e a l o b a q ue as s im se d es vela co mo c ad e ira, o l o ca l onda se s en t a, por de t rá s um li v ro g rosso de ne g ra l o m ba da, a u g r e j a cat ó li ca na ch ina e m a c au no c on t ex to do s u do este a si a t i c o, q ue f ut ur o, de ant ó ni o p carmo, a f ac a do s u do este a si a t i c o, as s im par ace a h is t ó r ia c on t ar, a f ac a s o br e a c ad e i ra q ue é u ma l o ba, o cir c u l o da f e ch ad u ra, onda en t ra a ch ave, t ap a e d es vela o t it u l o de um o u t ro li v ro, o leo do o rei n te, o leão do ori en te

o fecho, este tipo de fechadura de estante de livros com portadas de vidro, faz sobrepor as laminas que deslizam em planos separados, com uma racha numa placa tectónica, e sobe a linha da junção pela estante acima onde ele está encostado, e na terceira prateleira, que representa o ceu, estando a faca dentro do que seria as entranhas da terra, atravessa, uma etiqueta na prateleira celestial, que diz, Macau e oriente, corta a linha do vidro da placa que se desloca por cima da outra, entre o segundo a e o u, temos assim, m a c a, placa tectónica e u, ou seja o maior , ou a maria do ac, da alimentação que corta o au, austríaco, ou o primeiro vaso, a guerra vista de cantão, assim reza uma emenda no friso do interior da terra, melhor seria dizer, no espelho do interior da terra, nos sonhos dos que sonham em cantão, esta é a versão da guerra, existe ainda um outro plano, uma outra intersecção feita pela placa de vidro, quase no que seria o centro ou o núcleo da terra, atravessa a lombada de um livro que se encontra inclinado, trás o numero quinze, a primeira estrela, fernando dias dad, sendo o dad , qualquer coisa mais que não se chaga a ver, mas que importa se assim se faz o sentido, o pai de fernando dias

o f e ch o, este t ip o de f e ch ad ur a de es t ante de li v ro s com porta d as de vi dr o, f az s ob r ep or as l ami na s q ue d es liza m em p al ano ss epa r ad os, com uma rac h a n uma p l ac a te c t oni ca, e s ob e a li n h a da j un ç ão pe l a es t ante ac i ma onda e le es t á en co s t ad o, e na terceira pr at e lei ra, q ue r ep r es n ta o ce u i, es t an d o a f ac a d en t ro do q ue se r ia as en t ra n h as da terra, at ravessa, u ma eti q u eta na pr at a lei ra ce l est ia l, q ue di z, m ac au e ori en te, co rta a li n h a do vi dr o da p l ac a q ue se d es l oca por c i ma da o u t ra, en t re o se gun d o a e o u, t emo s as s im, m a c a, p l ac a te c t oni ca e u, o u se j a o maio r , o u a mar ia do ac, da ali m en t a ç ão q ue co rta o au, au s t ria co, o u o pr i me rio v a s o, a guerra v ista de can t ão, as s im r e za u ma e m en d a no fr is o do in te rio r da terra, me l h or se r ia di ze r, no es pe l h o do in te rio r da te r ra, no ss on h os do s q ue s on ham em can tão, es t a é a v e r são da guerra, ex iste a inda um o u t ro p l ano, u ma o u t ra in te r sec ção f e it a pe l a pl ac a de vi dr o, q u ase no q ue se r ia o c en t ro o u o n u c leo da terra, at rave s sa a l o m b ad a de um li v ro q ue se en c on t ra in c lina d o, t rá s o n u m ero q u in ze, a pr i me i ra es t r e l a, f e rna d o di as dad, s en do o dad , q u l q eu r co isa ma si q ue n ão se ch a g aa v e r, ma s q ue im porta se as s im se f az o s en t id o, o pai de f e rna n d o di as

os dedos da sua mão apoiada na estante projectam a sombra na gravata do padrão dos autocarros londrinos, desenha o rosto, a sombra , o rosto na sombra do vaso da cunha da gravata aos autocarros vermelhos, em sua face de perfil, se desenha uma lua em quarto crescente com uma estrala , ou um circulo, um seio à direita da sua curvatura, sigo o azimute da lua e do alto e vou dar a lombada de um outro livro, alain peyrefite, o império imóvel, depois de passar pelas lombadas dos graus dez, nove e onze, onze do nove de dois mil e um, ou dez do nove de dois mil e dois

os d ed os da s ua mão ap o ia d a na es t ante pr o ject am a s o m b ra na g ra v t a do p ad rão do s au t oca r ro s l on d r ino s, de s en h a o ro s to, a s o m b ra , o r os tao na s o m b ra do v a s o da c un h a da g rav at a ao s au to ca r ro s v e r me l h os, em s ua f ace de pe r fil, se de s en h a uma l ua em q ua r to c r es c en te com uma es t ra l a , o u um cir c u l o, um se io à di rei t a da s ua c ur v at ur a, si g oo az i um te da l ua e do al to e vo u d ar a l o m b ad a de um o u t ro li v ro, a l a in pe y ref i te, o im pé rio imo v el, d ep o si de pa ss ar pe l as l o m b ad as dos g ra us de z, no v ee on ze, on ze do no v e de do is mi l e um, o u de z do no v e de do is mi l e do is

hoje naquele belíssima sede do partido comunista, o jerónimo, mostrava os painéis do tecto, dizia ele que o artista como todos os artistas, tinha pintado naqueles tectos uma visão profética, a câmara enquadrava, pormenores do da pintura, um parecia a torre actual vasco da gama, na zona oriental de lisboa, a torre cujo andar superior redondo roda, à imagem de outras torres de idêntica natureza em outras capitais do mundo, torres de comunicações, de televisão, antenas e emissores, ondas aéreas, ali estava ela numa pintura pintada talvez há mais de cem anos, que não sei ao certo de quando são nem quem as fez, o restaurante idêntico em toronto, em londres, que entra por diversas vezes nesta história, e depois um caçador tipo inglês com uma espingarda de pederneira apontava uma gazela, e me subiu ao instante a visão recente da gazela dourada no circulo da cauda da asa do avião, quando estava a escrever o texto do josé rodrigues dos santos, e depois uma personagem híbrida, uma mulher com barbas, uma mulher africana, uma Deusa, e a história assim narrava, o homem, o caçador, o que caçou a gazela africana , é o homem da torre vasco da gama

h oje na q eu le be lí ss i ma sede do par t id o co m uni s ta, o j e ró ni mo, mo s t r av a os pai né is do te c t o, di zi a e l e q ue o ar t ista co mo t o d o s o s ar t ista s, tinha pi n t ad o na q eu l es t e c t os u ma visão pr o f étic a, a c â m a ra en q ua dr av a, por m en o r es do d a pi n t ur a, um par e cia a t o rr e ac t ua l v as co da g ama, na zo na ori en t al de lis boa, a t o rr e c u jo anda r s up e rio r redondo ro d a, à i mage m de o u t ra s t o rr es de id ên tic a na t ur e za em o u t ra s ca pi tais do m un d o, t o rr es de co m uni cações, de tele visão, ant e na s e emi ss o r es, on d as a é rea s , ali es t av a e la n uma pi n t ur a pi n t ad a tal v e z h á ma is de ce m a no s, q ue n ão se i ao ce r to de q ua n do são ne m q eu m as fez, o r es tau ra n te id ên tic o em toro n to, em l on dr es, q ue en t ra por di v e r sas v e ze s ne s ta h is t ó r ia, e d ep o is um c aç ad or t ip o in g l ês com u ma es pi n g ard a de pede r ne ira ap on t av a uma g az e l a, e me s u bi u ao ins t ante a visão r e c en te da g az e la dourada no cir c u l o da c au d a da a sa do avi ão, q ua n do es t av aa es c r eve r o te x to do jo sé ro dr i g u es dos s an t os, e d ep o is u ma pe r s o na ge m hí brida, u ma mul her com barbas, uma mul her a fr i can a, u ma De usa, e a h is t ó r ia as s im na rr av a, o h omem, o ca ç ad or, o q ue c aç o u a g az e la a fr i c ana , é o h omem da to rr e v as co da g am a

no imediato, subiu a charlize, as pérolas de oiro, está ela de novo nas ruas desta cidade onde habito, uma foto parecida se não idêntica à campanha do ano anterior, mudou o lema, agora é j´aime l´absolu, moi aussi, responde meu peito ao por ela passar, ah que bela gazela ela é, uma outra gazela foi caçada por um dragão alado num lago e deixou em seu amor uma importante pista para a compreensão do que se estava no mundo a passar, e a terceira gazela, uma que foi recentemente morta na ilha da zangada de pedra, um belíssima gazela, pelo que dela vi num pequeno retracto que foi publicado no jornal, uma clara situação de um homem que foi acelerado para o fazer, e uma dor visível em saramago, e um ouvido no espirito do dizer, era a mais bela da ala, e ainda uma sensação que subira ao ver um outro cruzamento entre duas fotos no jornal, na mesma página , entre saramago e Madona, que remetia em minha intuição para uma leitura sobre uma foto da tezanis, como que a dizer que nesse informação se encontrava o origem do triste resultado, mais uma jovem mulher morta, numa estranha situação que falava por si mesma,

no imediato, s u bi u a ch ar lize, as pé rola s de o i ro, est á e l a de n ovo na s ru as d est a cidade onda h abi to, uma f oto par e cida se n ão id ên tic a à cam pan h a do a no na te rio r, mu d o u o l ema, agora é jaime l´ab so l u, mo i au s si, r es ponde m eu pei t o ao por e l a pa ss ar, a h q ue be l a g az e l a e l a é, u ma o u t ra g az e la f o i c aç ad a por um dr a g ão a l ad o n um l a g o e de ix o u em s eu amo r u ma im porta n te pi s ta para a co mp r e en são do q ue se es t av a no m un d o a pa ss ar, e a terceira g az e la, u ma q ue f o i re c en te m en te mo rta na ilha da za n g ad a de pe dr a, um be li ss i ma g az e la, pe lo q ue de la vi n um pe q eu no r e t rac to q ue f o i pub li ca d o no jo r n al, uma c lara si t ua ção de um h oe m q ue f o i ace l e ra d o para o f az e r, e u ma do r v i s i ve l em sara mago, e um o u v id o no es pi rito do di ze r, e ra a ma si be l a da a la, e a inda u ma s en ss ção q ue s ub i ra ao v e r um o u t ro c ru za men to en t re du as f oto s no jo r n al, na me s ma pá g ina , ne t re sar a m a g o e m a d o na, q ue r e me tia em min h a in t u i ção para u ma lei t ur a s o br e u ma f oto da te za ni s, co mo q ue a di ze r q ue ne s se in for mação se en c on t rav a o ori ge m do t r iste resultado, ma si uma jo v em mul her mo rta, n uma e ts ra n h a si t ua ção q ue f al av a por si me s ma,

Anselmo, que às vezes me irrita sem irritar com as palavras que escreve, mostra a ponta em vaso, em cunha e em faca da gravata com padrão de autocarros londrinos, na coluna montante onde está apoiada a sua mão, por debaixo dela, ou seja por debaixo da mão da face que em sombra se projecta e fez o vaso sobre os autocarros londrinos, duas reentrâncias na madeira, tipo desenho em friso, são duas lanças que apontam à sua mão, são as mesmíssimas lanças que eu acabara de ver em noite anterior na casa da entrada do jardim das necessidades, do ministério da agricultura, ou seja do jardim, ou do jardineiro que usou a foice, nos autocarros, ao lado do friso que figura as lanças, um livro tambem ele inclinado capa azul, dois pontos brancos em sua lombada, Timor, os anos, de maria Angela carrascalão

Na se l mo, q ue às v e ze s me i r rita se m i r rita r com as p al av ra s q ue es c r eve, mo s t ra a p on ta em v a s o, em c un h a e em f a c a da g rav at a com padrão de au to car ro s l on d r ino s, na co l una mo n t ante onda es t á ap o ia d aa s ua mão, por de ba ix o de l a, o u seja por de ba ix o da mão da f ace q ue em s o m b ra se pr o je cta e fez o v a s o s o br e os au to ca rr os l on dr ino s, du as r en t r â n cia s na madeira, t ip o de s en h o em fr i so, são du as l ança s q ue ap ao n tam à s ua mão, são as mês miss i ma s l ança s q ue eu ac ab ra de v e r em no it e na te rio r na c asa da en t ra d a do j ar dim da s ne ce ss i dad es, do mini s té rio da a g ric u l t ur a, o u seja do j ar dim, o u do j ar di nei ro q ue us o u a f o ice, no s au t oca r ro s, ao l ad o do fr i so q ue figu ar a as l ança s, um li v ro tam b em me l e in c lina d o c a p a zu l, do is p on t os br ancos em s ua l o m b ad a, ti mor, os a no s, de mar ia na ge l a ca rr as ca l ão

Baronesa dad quinze , conta o português , oriental languages, o do circulo de Macau ou da china, pi di o serpente de Timor, os anos do empalamento duplo

Bar one sa d ad q u in ze , c on t a o por t u g u es , ori en t al lan g ua g es, o do cir c u l o de m ac au o u da ch ina, pi di o ser pente de tim o ro s a no s do empala mente d up l o

Passado uns dias o homem portuges de Macau, no jornal, com uma antiga coluna rachada, como o túmulo de menezes, e a memória da mãe do moderno, a armanda, que comigo se cruzou em breve depois da separação, filhos amigos, rolaram passeios de fim de semana pela serra de sintra, beijos, casa de alentejo, uma mulher que tinha estado em Macau, depois de breve tempo nos afastamos, quando no encontramos de novo no cento comercial dos olivais, uma estranheza em si, como se tivesse visto o diabo em pessoa, ou como eu lhe tivesse feito algum mal, e eu a olhá-la fundo em sua alma, duas coisa eu vi, que culpa trazia ela em relação a mim, como se me tivesse feito mal, pelas costas, visto que pela frente nã o percebera em nenhum dos seus gestos, e depois pensando naquilo tudo, me pareceu, que a menina que era amiga da teresa, como que com ela tinha feito uma combinação, do género, fica lá com o rapaz e olha para ele, no fundo somos amigas, assim o controlamos melhor, se calhar com verso negro e torto, e já agora levo eu o teu namorado, estava a guerra eu seu auge, enviava-me ela e mails de protecção eterna, como se uma potência oriental e oculta , os Deuses do panteão me tivessem a proteger e velar a através dela, conheci eu seu coração, não vi nela capacidade de amar, trabalha ela nas finanças, quadro superior ali na da rua dos lusíadas, onde se passam as coisas estranhas, de repente talvez a sua culpa fosse com o facto de me ter ajudado a tramar, seu pais, juiz, que conveniente, gente de esquerda ligada ao partido comunista e tudo, prá frentex, ou será simplex

Pa s sado un s di as o homem port u g es de M ac au, no jo r n al, com uma antiga co l una rac h ad a, co mo o t ú mu l o de m ene ze s, e a me mó r ia da mãe do moderno, a armanda, q ue co mig o se c r uz o u em b r eve d ep o is da s epa ra ção, fil h os ami g os, rola r am pa ss e i os de f im de se mana pe l a se r ra de sin t ra, bei j os, c asa de al en tejo, u ma mul her q ue tinha es t ad o em M ac au, d ep o is de br eve te mp o no s a f as t amo s, q ua n d o no en co n t ramos de n ovo no c en to co mer cia l dos oli v a is, u ma es t ra n h e za em si, co mo se t ive s se v is to o dia bo em pe ss o a, o u co mo eu l he t ive s se f e it o al gum mal, e e u a o l há inglesa l a f un d o em s ua al ma, du as co isa eu vi, q ue c u l pa t ra z ia e l a em relação a mim, co mo se me t ive s se f e it o m al, pe l as co s t as, vi s to q ue pe l a fr ente n ão pe rc e be ra em ne n h um dos se us ge s t os, e d ep o is p en s an d o na q u i lo t u d o, me par e c eu, q ue a me nina q ue e ra ami g a da teresa, c omo q ue com e l a tinha f e it o uma com bina ção, do g é n ero, f ica l á com o ra p az e o l h a para e l e, as s im me l h or o c on t rola, no f un d o s o mo s ami g as, as s im o c on t rola mo s me l h or, se calha r com v e r so ne g ro e t orto, e j á agora l evo eu o t eu namora d o, es t av aa guerra eu s eu au ge, en via va inglesa me e l a e mai l s de pr tec ç ão e te rna, co mo se u mp ot en cia ori en t al e o c u l ta , os D eu s es do pan t e ão me t ive ss em a pr ot e ge r e vela r a at rav é s de l a, co n he c i eu se u co ração, n ão vi ne l a c ap a c ida de d e ama r, t ra ba l h a e l a na s f ina ç as , q ua dr o s up e rio r ali na da r ua dos lu si ad as , onda se pa ss sam as co i sas es t ra n h as, de r ep en te t al v e z a s ua c up l a f o s se com o f ac t o de me ter ajuda do a t rama r, se u pa is, j u i z, q ue c on v eni ente, ge n te de es q eu rda li g ad a ao par t id o co m uni s ta e t u d o, p rá fr en te x, o u se rá s im p l ex

E contudo depois das minhas ultima letras publicadas, dois na aparência caíram, que estes cabrões de merda não caiem, a não ser quando Deus soma seus pecados e os leva para a cova por excesso de peso de maldade, uma das bestas era das finanças, mais um com o nome da família da outra a mando das putas da conspiração do terrorismo internacional, o cabraozinho com o seu ar de fuinha, mal medido e mal parido e ainda ousava ter em seu olhar laivos de ódio, o cabraozinho, a faca das finanças, a mando da tal madame , uma cujo nome vem referencia em balzac, amigo escritor, quem escreve e a verdade sempre acerta , mesmo quando aqui já aqui não anda em corpo, vede gentes, como a verdade possui a característica de ser eterna de ser sempre de algum jeito ou forma válida, olho o cabraozinho, chispa o ódio ainda por cima dos seus olhinhos de fuinha mal parida, olho, e vejo nele os traços do tal comandante de coisa nenhuma paridor de putas e flores venenosas, o pai da teresa e por cima dele nesse mesmo jornal, um outro cc cabraozinho empertigado, filho de uma das putas finas da nata social fora de prazo, curioso, me recorda a reportagem, que o ladrãozeco e terrorista do ramon fon nos encomendou há muitas luas atrás quando nos roubou , ou assim pretendeu , e usou para proveito próprio, o terceiro segredo de fátima, pediu-nos ele para ir fotografa a entrega de um prémio dado pelo balsemão nos jardins do tal palácio da mouraria que era onde o balsemão fazia o ninho e a efe tambem, a provar que as comadres da mafia vária e avariada, trazem como característica andarem sempre juntinhas, e ali estava ele e ela, olhei os slides que ainda tenho, Oh senhor, era visível, o tio mais jeitoso, o seu olhar lúbrico em relação a mae do tal menino que agora parecera por cima, que deverá ser seu filho atender ao facto de ter o mesmo nome de família, o balsemão quase se babava em foto parada, as mãos quase no lombo da senhora, olhara eu e me dissera, olha os pombinhos, o garanhão dos parafusos, e depois do império dos medias, parece que existe uma certa tendência universal, neste padrão e perfil, publicas virtudes vícios provados, agora ali estava o rebento, espigadinho, comentador elevado da praça publica, ex caneta do independente, director do jornal do grupo financial times, aparece na tv a arrotar postas de pescada, que sabem bem, tanto que lhe reconheço o mar onde o ladrãozeco vai roubar o peixe, e o link, a ponte, a ligação e tambem prémio oscar da fundação da edp, curiosamente, acabara eu de contar a história de uma menina filha de um senhora da edp, mas estes filhos da puta do tal chamada bloco central, dos partidos que comem os bolsos a todos, e se estão a cagar para a miséria das gentes, tem airbagas de todas as formas, feitios e jeitos, sai do ft como castigo mas sim, continua frente da tal fundação das artes, das negras artes, acrescente-se que dá estatuto trabalha em cultura à frente de uma fundação e sempre se deita mais facilmente umas meninas ou uns meninos, cabrões, apodreçam por dentro em igual medida vezes dois da merda que sois

Disseram-me aqui as letras ser o cabraozinho da finca, do mata-me, ou ata-me visto que é sado masoquista, se calhar o responsável pela queda de meu filho, tambem, o ca primeiro do grupo K, e lacaio da outra puta de nome cristina coutinho, seu velho aliado, o espécimen do espirro do fim do ano da lotaria clássica, que de ts ave z andará ela á roda

E co n t u do d ep o is das min h as u l tim a l e t ra s pub l ica d as, do is na ap ar en cia ca i ram, q ue es ts ca b r õ es de me rda n á o cae i m , a n ão l ser q ua n d o De us s o ma se us p e ca d os e os l eva para a cova por e x ce ss o d ep e s o de mala dad e, uma das b es t as e ra das f ina ç as, mai s um com o no me da f ami l ia da o u t aa man do da s p ut as da c on spi raçao do terrorismo in te na cio n al, o c abrão x in h o com o seu ar de f u in h a, m al me d id o e m al par id o e a inda o usa v a ter em se u o l h ar l a ivo s de o di o, o c abra oz in h o, a f ac a das f inca ç as a man d a d a t al madame , uma c u jo no me v em r efe ren cia em bal z ac, ami g o es c ri to t, q eu m es c r v ee ave r dad e se mp re ac e rta , me s mo q ua n d o a q u i j á n õ a anda em corp o, v e de g en t es, co mo a v e r dad e p os si u a cara c te r is tic a e t rena de ser se mp re de al gum je it o o u f o r ma v á li d a, olho o c abrão zi n h o, ch ispa o o di o a inda por c i ma dos se us o l h in h os de f u in h a m al pa rid a, o l h o, e v e jo ne l e os t r a ç os do t al co mandante de co isa n en h uma par i dor de p ut as e flor es v ene no sas, o pai da teresa e por c i ma de l e ne s se me s mo jo r n al, um o u t ro cc cab ro az in h o em pe r t ina d o, fil h o de uma das p ut as f ina s da nata soci a l f o ra de pr az o, c ur is o, me record a a r e p orta ge m, q ue o l ad rã o ze co e te r ro r i ts ad o ramon no s en co men d o u h á mu it do comboio, a s lu as a t rá s q ua n d o no s ro ub o u , o u as s im pr e ten d eu , e us o u para pr o v e it o pr ó pr io , o terceiro se g red o de fátima, ped i u inglesa sé os e l e para ir f oto g rafa a en t r ega de um pr émi o dad o pe l o bal se mão no s j ar din s do t al pal a cio da mo ur aria q ue e ra onda o bal se mao f az io o nin h o e a efe tam b em, a p o r v ar q ue as co madres da ma fia v ária e av ari ad a, t ra ze m co mo ca rac te r is tic a anda r em se mp re j un t in h as, e ali es t av a e le ee l a, o l he i os s lid es q ue a inda ten h o, o h s en h o r, e ra vi s s ive l, o ti o ma is je it o s o, o se u o l h ar lu br i co em relação a mae do t al me nino q ue agora par e ce ra por c i ma, q ue d eve rá ser se u fil h o a ten ad e r ao f ac to de ter o me s mo no me de f ami l ia, o bal se mão q u ase se bab av a em f oto par ad a , as mãos q u ase no l o m bo da s en h o ra, o l hara eu e me di ss e ra, o l h as os p o m bin h os, o g ar na h ão dos para f us os, e d ep o is d oo im pe rio d dos mm e dias, par e c q ue e x i te uma certa ten de cia universal, ne s te padrão e pe r fil, pub l ica s vi r u t d es vi cio s pr ova d os, agora a li es t av a o r e bento, es pi g ad in h o, co m en t ad o r e l eva do da pr aç a publica, ex ca eta do independente, di r e c tor do jo r n al do g r up o f ina tia l tim es, ap ar e c na tv a ar r ota r p os t as de p es c ad a, q ue sabe m b em, tanto q ue l he r e co n h e ç oo mar onda o l ad rao ze co v a i ro ub ar o pe ix e, e o li n k, a p on te, a li g aç ão e tam b em pr emi o os car da f un d a ç ao da e dp, c ur i o sa men te, ac ab a ra eu de c on t ar a h is t ó r ia de uma me nina fil h a de um s en h o ra da e d p, ma s est es fil h os da p ut a do t al ch ama d a b loco c en t ra l, do spa r t id os q ue co mem os bo l sos a t o d os, e se es t ao a ca g ar o para a mise r ia das g en t es, te m air bagas de t o d as a s f o r ma s, f e i t io s e je it os, sa i do ft como ca s t i g o ma s se i m, conti n ua fr ente da t al f un da çao das ar t es, das ne g ra s arte sm, ac r es c en te inglesa se que dá es t at u to t ra ba l h a em c ul t ur a à fr ente de uma f un da ção e se mp re se de it a ma is f ac i l mente um as me ninas o u un s me nino s, c ab r õ es, ap o dr e ç am por den t ro em i g u al me d id a v e ze s do is da mer da q ue s o is

Di ss e ram inglesa me a q u i a s l e t r a s ser o c abrao zi n h o da f inca, do mata da espanhola me, o u at a inglesa me vi s to q ue é sado maso q u ista, se c al h ar o r es ponsá v el pe l a q eu d a de me u fil h o, tam b em, o ca pr i me i ro do g r up o K, e l ac aio da o u t ra p u t a de no me cris t ina co u t in h o, se u ve l h o ali ad o, o es pé c i men do es pirro do fim do ano da lot aria c l á s sic a, q ue de ts ave z anda rá e l a á ro da

Hoje de novo vi o episódio da Viviane, Viviane, que é Viviane sem o ser, de novo o sincronismo a aparecer, fui certamente outra vez para a frente do tempo, deve ser por esta razão que eu e minha amada ainda não nos encontramos

H oje de n ovo vi o ep i sódio da V iv i ane, Viviane, q ue é V iv ian e se m o ser, de n ovo o sin c ro ni s mo a ap ar e ce r, f u i certa mente o u t ra v e z para a fr ente do te mp o, d eve se r por es t a ra z ão q ue eu e min h a am ad aa inda n ão no s en co n t ramos

Tinha eu ouvido em dia anterior do escrito do pedaço de carta a ele, que tinham arranjado sete homens todos eles pagos para dizer que tinham sido meus amantes de cama, ou de armário ou da cova onde Deus certamente a todos os malditos das negras e falsas invenções vos irá em breve muito breve enfiar, ressoara nas linhas da tal cidalinha, maluquinha, muito para a frentex na merda que evacua em suas letrinhas, cá para mim até me parece que será um travesti no mínimo, se não tiver mesmo pelos grossos na cara , tipo buço com bigode numero três, cá para mim deve ser um para comando dos arregimentado pela puta teresa carvalho, cada vez que meus olhos chegam a sua coluna, já sei que vem faca afiada, deviam prender e menina, a asae por falta de condições de higiene na cozinha mental, se mesmo a tiver, com perigo de epidemia crónica e de massas, com consequência neuróticas depressivas e nooéticas, para citar a Anselmo, então as letras manhosa, que a rapariga e é virgem a borla até aos joelhos, certamente que pelas orelhas escorre o pus e o corrimento, tinha ido, mas não tinha ido, ali para as casas do bairro do finalmente onde mora gente séria e fina como ministros que andam a duzentos e dois quilómetros nas auto-estradas e continuam ministros, e coisas que tais e tinham dançado no meio e depois falava com conhecimento de causa que não o era, assim jurava dos andares superiores onde no escuro, vá-se lá saber porque no escuro, que mesmo que lá tivesse não ido, como veria, havia sexo a bruto e anónimo, insinuações de pássaros negros a manda das putas para dar caba da imagem de outros, vao lamber o cu a perdigotos, cabrões , ah diz-me agora as letra que não é pr prazer, é por frete, é puta menina, e diz Deus faz-me boazinha, mas não já, que arda no inferno eterno, o semeador de neuroses publicas, perigo na via, encerrai-a com o diabo

Tinha eu o u vi d o em d ia ant e rio r do es c rito do peda ç o de c a rta a e l e, q ue t in ham ar ra n j a d o set e h om en s tod o d e l es pa g os para di ze r q ue t in ham sid o me us am ant es de c ama, o u de ar ma ´ rio o u da co b v a onda De us certa mente a t o d os o s m al d it os das ne g ra s e f al sas in v en ç o es vo s i rá em br v e mu it o br eve en fia r, re ss o a ra na s li n h as da t al cida li n h a , malu q u in h a, mu it o para a fr en te x na me rda q ue eva c ua em s ua s l e t r in h as, cá para mim at é me par e ce q ue se ra um t ra v es ti no mini mo, se n ão t ive r me s mo opel os g r o ss o s na cara , t ip o b u ç o com bi g ode nu m ero t r es, cá para mim d eve ser um para comando dos arri ge m en t ad os pe l a p ut a teresa carvalho, c ad a v e z q ue me us o l h os che g am a s ua co l una, j á se i q ue v em f ac aa fia d a, de v iam pr en d er e me nina, a as e por f al t a de co n di ç õ es de hi gi ene na co zi n h a m en t a l, se me s mo a t ive r, com pe rigo de ep id mia c ro nica e de ma s sas, com co n se q ua n cia n eu ro tic as d ep r es s iva s e no oé tic as, para cita ra ana se l mo, en t ao as l e t ra s man h o sa, q ue a ra pa riga eé vi r ge m a bo r l a at é ao s joe l h os, certa mente q ue pe l as o r e l h as es co rr e o p us, tinha id o ,ma s n ão tinha id o, ali para as c a sas do ba i ro r do f ina l mente onda mor a ge n t e sé r ia e f ina co mo mini s t ro s e co i sas q ue tais e t in ham dan ç ad o no mei o e d ep o is f al av a com co n he cie mn to de c au sa q ue n ão o e ra, as s im j ur av a do s anda r es s ipe rio r es onda no es c ur o, v á inglesa se l á sabe r por q ue no es c ur o, q ue me s mo q ue l á t ive s se n ão id o , co mo v e ri a, h avi a se xo a br ut o e ano ni mo, in sin ua ç õ es de pa ss a ro s ne g ro s a manda das p ut as para d ar c ab a da i mage m de o u t ro s, vao l am k be ro cu a pe r di g oto s, c a b rõ es , a h di z inglesa me agora as l e t ra q ue n ão é pr p r a z e r, é por fr e te, é p u ta me nina, e di z De us f az inglesa me boa zi n h a, ma s n ão j á, q ue a rda no in ferno e te r no, o se mea dor de n eu ro s es pub li ca s, pe ri g o na v ia, en ce r rai inglesa a om o diabo

Este sábado onde agora escrevo, o ultimo antes do ano, a puta ainda goza com sentimentos de perca alheio misturados com os seus, e arma-se em castigadora, como se soubesse ler mentes, nem a dela quanto mais a alheia, a menino vá ao teatro para aprender a ler sinais de representação e melodramas a colher de xarope de telenovela sem fim, e mais uma vez a insinuação, não forma uma nem duas nem três nem quatro nem cinco, o h que sabe, sabe do que põem a correr, manteiga no cu enrabadela, com duas vassouras dois punhos, um pila de mamute e que se venha muito, Deus lhe responde, morra . vá para o inferno onde já está e não o faça mais a outros, putas finas e maldosos e pagas à queca a peso de ouro impuro, mentira , dor alheia e ainda goza por cima, sado masoquista de merda, e anónimo ainda por cima, dá jeito a insinuação

Este s ab ad o onde agora es c r evo , o u l tim a o sargento deitado ant es do ano, a p ut aa inda g oz a com s en tim en t os de p e rca a l he io m is t ur ad os com os se us, e arma inglesa se em ca s ti g a d o ra, co mo se s o ub e ss e l e r m en t es, ne m a de l a q ua n to ma is a a l he ia, a me nino v á ao tea t ro para ap red en ra a l e r sin a is de r ep r es en tação e melo dr ama s a co l h ar de x a ro pe de tele no vela se m f im, e ma si uma v e za in sin ua çao, n ão f o r ma u ma ne m du as ne m t r es mn em q ua t ro ne m c in co, o h q ue sabe, sabe do q ue p oe m a co rr e r, man te i g a no cu en ra ba dela, com di ua s v as s o ur as do is p un h os, um p i la de mam ut ee q ue se e v n h a mu i t o, De us l he r es ponde, mor ra . v á para o in ferno onda j á es t á e n ão o f aç a ma is a o u t ro s, p ut as f ina s e m al d os o s e p a g as a q ue c aa pe s o de o ur o m en t ira , do r al he ia e a inda g oz a por c i ma, sado maso q u i sta de me rda, e anó ni mo a inda por c i ma, d á je it o a in sin ua ção

Hoje a história de Viviane era em tom policial, estes macaquinhos a brincar assim em negro e a realidade é bem mais grave, no fundo é forma de disfarçar as suas próprias mãos sujas de merda, como se não o soubessem quando se olham ao espelho, trús, trús, trús, que se lhes enfie de vez este capuz!!!!

H oje a h is t ó r ia de V iv i an e e ra em tom poli cia l, es t es m ac a q u in h os a br in car as s im em n g r oe a real i dad e é b em ma is g rave, no f un do é f o r ma de di s f ar ç ar as su as pr o pr ia s mãos s u j as de me rda, co mo se não o s o ub e ss em q ua n d o se o l ham ao es pe l h o, t r ú s, t rú s, t r ús, q ue se l h es en fie de v e z este c ap u z !!!!

O homem de Viviane, tinha estado numa festa, onde um jovem prostituto aparecera morto, na aparência se lançara de uma janela, e era ele sujeito a uma espécie de chantagem por parte de um jornalista que no principio e no seu fim, o que queria era tranar a Viviane, o homem que estaria bêbado nessa festa e que por essa razão tinha um lapso de consciência, em sua casa a chorar e a perguntar-se a ele mesmo se o teria feito, depois a Viviane pega na situação e a desmonta em seu talk show em directo, levando-o a fazer uma confissão publica da sua sexualidade, inteligente senhora, e tudo isto ecoava em mim, acabara de lhe escrever em forma publica, e agora no episódio seguinte, a história adquiria estranhos semelhanças, com os abusos que aqui em portugal se vao dando, sem que nada na aparência se passe, a casa pia, as crianças desaparecidos e eventualmente mortas utilizadas em rituais para fabricar desgraças pelo mundo fora, seria que estes cabrões de merda andaram a sussurrar que eu estaria implicado nalguma destas histórias, batia certo com o perfume do cidálio, a tal história do sexo anónimo no príncipe real, se o fizera, ardam no inferno, Deus vos devolverá o espelho da vossa negritude, e parte dito tudo, para me roubarem o filho e o manterem assim sujeito a tortura, não tem desculpa, cabrões

O h oe m de v iv ian e, tinha eat d o n uma f es t a, onda um jo v em pr os t it ut o ap ar e c ra morto, na ap ar en cia se l an ç a ra de uma jane l a, e e ra e l e s u je it o a uma es pe cie de ch an t a ge m por pa r te de um jo r na l ista q ue no pr in cip io e no se u f im , o q ue q ue r ia e ra t rana r a v iv i ene , o h oe m q ue es t aria be b ad o ne s sa f es t a e q ue por e ss ar a z ão tinha um l ap s o de co n s cie n cia, em s ua c asa a ch o ra r e a pr e g un t ar inglesa se a e l e me s mo se o te r ia f e it o, d ep o is a vi v i ene pega na s it ua çao e a d es mo ns ta em s eu t al k s h o w em di r e c t o, l eva n do inglês o a f az e r uma co n fissão publica da s ua s ex ua l i d ad e, in tele i g e n te s en h o ra, e t u d o is t o eco av a em mim, ac ab a ra de l he es c r eve r em f o r ma publica, e agora no e pi sodio se gui n te, a h is t ó r ia ad q u i r ia es t ra n h os se me l h anças, com os ab us os q ue a q u i em port u gal se vao dan d o, se m q ue n ad a na ap ren cia se passe, a c asa pia, as c r ian ç as d esa pa r e cid os e eve n t ua l e mn te mo rta s u tili za d as em r it ua ia para f ab r i car d es g a r ça s pe l o m un d o f o ra, se r ia q ue es t es ac a br õ es de me rda anda ram a ss us s u r ar q ue eu es t ar ia im p li c ad o na l gum a d es t as h is t ó r ias, ba t ia ce r to com o pe r f ume do cidá l io, a t al h si t ó r ia do se xo a no ni mo no pr i n cip e real, se o f ize ra, ar dam no in ferno, De us vo s d evo l verá o es pe l h o da vo s sa ne g r it u de, e pa rte d it o t u d o, para me ro u b ar em o fil h o e o man te r em as s im s u je it o a tor t ur a, n ão te m d es culpa, c a br õ es

Na realidade o fizeram, a puta da teresa, assim o insinuou em forma escrita pela mãos das advogados cúmplices e ou mandantes na acusação que me fizeram para afastar o filho, que eu teria posto na Internet imagens deles, um perfume tipo nim, nem sim nem não, como poderia ser de outra forma, se é mentira, que eu poderia abusar sexualmente de meu filho, e as mentiras trazem sempre a verdade em seu inverso, e eu ainda nem o sei em tua a sua extensão se de algum modo dele abusaram ou o forçaram, e vós meus cabrões de concidadãos de merda, o que fazem, acham a mulher o máximo, nada se passa, ninguém neste pais me responde, filhos da puta, mereceis o inferno!


Na real iade o f ize ram, a p u ta da teresa, as s im o in sin u o u em f o r ma es c rita pe l a mãos das ad vo g ad s o c u mp li c es e ou man dan te s na ac usa çao q i ue me f ize ram para f as y t ar o fil h o, q ue eu te r ia p os to na in ter net i mage n s de l es, um pe f ume t ip o nim, ne m s im ne m n ão, co mo p o d r ia ser de o u t ra f o r ma, se é m en t ira, q ue eu p ode r ia ab usa r se x ua l mente de me u fil h o, e as men t ira s t ra z em se mp r e a v e r da d e em se u in v e r s o, e eu a inda ne m o se i em t ua a s ua e x ten são se de al gum mo do de l e ab usa ram o u o f o rça ram, e vó s me us c ab r õ es de co n cida d õ es de me rda, o q ue f az em, ac ham a mul her o máximo, n ad a se passa, nin g eu m ne s te pa is me r es ponde, fil h os da p ut a, mer e ce is o in ferno e x c l a maçao

Rira ferro, que desonrais o nome de vosso pai, que o ferro vos seja pesado a vosso pescoço, a canga, que vos leve para o abismo eterno!

R ira ferro, q ue d es on rai s o no me de v osso pai, q ue o f e r ro vo s seja p esa d o a v osso p es coço, a can g a, q ue vo s l eve para o ab is mo e te r no e x c l a ma ç ã p o

Estes filhos das trevas funda e profundas, de todos os abismos, de toda a negritude, do abismo que fractura o coração da alma do mundo, que fractura e racha os corações puros dos amantes da luz, estes filhos da imensa puta, não, não são gente ignorante ou assustada ou assustadiça, sabem bem o que fazem, não dão mesmo margem para uma unha de desculpa., calculam ao mínimo pormenor a acção, tudo planeado, e gostam de o fazer, se riem nas tertúlias que fazem para o negro fazer, e se divertem muito, e se dizem, somos deuses, somos os maiores, ninguém nos faz frente, a insinuação ao de leve no processo, que mais seria perigoso fazer e depois o universo inteiro para espalhar os subtis venenos, as tremendas calunias, e toda uma corte de cabrões para modelizar até inconscientemente a consciência das gentes, pois são estes cabrões e filhos da puta que hoje tem acesso, aos medias, aos funis da consciência, a maquina das ilusões, os novos feiticeiro de oz, com as maquinas m que fingem ser deuses, de merda de barro de merda, e mentem com todos os dentes que tem e mesmo os que não tem, alqueada, matou bhutto, de novo o dn, o tal jornal, que tinha sobrevivido a salazar e as todos os ditadores do mundo, e que alberga os diatadorzinhos de merda de papel do diabo, e de seus acólitos, lambe, lambe botas e a pila do dono, au, au, e hoje de novo em suas paginas a insistência de novo a alqueda, estúpidos manhosos, perigos, assim crieis o abismo, assim crieis o abismo, e pretendeis não o saber, o homem todo ufano feito provedor em hora de balanço, que sim tinha respondido a quase todos e tudo, pois olhe a mim não me respondeu , ou serei eu puro demais para perceber ao venenos da entrelinhas, e a historia ao contrario do lobo e dos avisos do lobo, ah senhor, gente ufana que se ri e goza ainda por cima, me dá nojo, nojo, melhor seria mudarem de profissão e irem todos bater punhetas a grilos, que foi um conceito que inventamos em pequeninos e que lhe explico, para já e difícil apanhar um, depois encontrar o seu sexo, e por fim bater-lhe uma punheta, como ve ocupação excelente a tempo inteiro até ao fim das vossas curtas vidas, para a inteligência em que optais por ir

Ah sois pau mandado do nazi do kruchner, me dizem agora estas letras, do cabroazinho do ds, já lá iremos, o das n ovas da pasta, Itália, je le pense, je le croix, parece que se je suis je pense, pas le contraire, que c ést quand meme um peu plus dificille à faire la demosntration e então talvez a ele seja de dirigir o tom do período acima, é caso apara dizer, entre dois diabos, um terceiro que escolha, e os leva para a sua quentinha morada

Este s fil h os da s t r eva s f un d a e pr o f un d as, de t o d os o s ab is mo s , de toi d o a ne g r it u d e, do ab i s mo q ue f ar c t ur a o co raçao do al am a do m un do, q ue f rac t ur a e r a c h a os co ra ç o es p ur os dos am ant es da l u z, est es fil h os da i m en sa p u t a, n ão n ão são g n te i g nora n te o i u as s us t ad a o u as s ua at dia, sabe m b em o q ue f az em, n ão dão me s mo mar ge m para uma un h a de d es c u l pa., c al c u l am ao mini mo por m en o r aa c ç ão , t u d o p l ane aa d o, e g os tam de o f az e r, se r i em nas te r tulia s q ue f az em para o b ne g ro f az e r, e se di v e r te m mu it o, e se di ze m, s omo s d eu s es, s omo s os maio r es, nin g u me no s f az fr ente, a in s ua n çao ao de l eve no pr o ce s s o, q ue ma is se r ia pe r i g o s o f az e r e d e p o is o uni v e r s o in te rio para es p aa l h ar os s ub t is v ene nm os, aa s t r e men d as c al uni as, e t o d a uma co r te de cab rp o es para mo de liza r at é in co n s cie n te mente a co n s cie n cia das g n t es, po is são es t es cab ro es e fil h os da q pita q ue h oje tem ac es s o, aos me di as, ao s f un si da co n cie n cia, a ma q u ina das i lu s o e s, os n ovos f e it i ce i ro de oz, com as ma q u ina s m q ue f in ge m sw e r d eu s es, de me rda de ba r ro de me rda, e m en te m com t o d os o s den t es q ue te m e me s mo os que na i te m, al q eu ad a, mat i u b h u tt o, de b no v o dn, o t al jo r n al, q ue t ina h s ob r e vi v id o a sal az ar e as t o d os o s di t ad o r es do mundo, e q ue al be r g a os dia t ad or zi n h o ds de merda de p ee p l do diabo, e de s eu saco l it os, l am be, l am b e b ota s e a pila do d o n o, au, au, e h o je de n ovo em s ua s pa gi na s a in sis t ên cia de n ovo a al q eu d a, es t up id os man h os, pe r i g os, as s im c r i e is o ab i sm o, as s im c r i e i es o ab is mo, e pr e tem de is n ão o saber, o h oe m t o d o u f ano f e it o pr o v e dor ee m h o ra de bal ançao, q ue s im tinha t r es pe on d id o a q u ase tod, po is o l he a me i m n ão me r es po dn eu , o u se rei eu p ur o de mais para pe r ce be r ao v ene no s da en t r li n h as, e a h is t p o ria ao co n t ra rio do l o b o e do s avi s o s do lobo, a h s en h or, ge n te u f ana q ue se ri e g oz a a inda me por c i ma me d á no jo, , no jo, me l h or s eri um da r em de pr o fissão e i r em t o d os bat e r e p un h eta s a grilo s, q ue f o i um co n ce it o q ue in v en t amo s em pe q eu nini os e q ue lhe e x p l i co, para j á e di f ica l ap na h ar um, d ep o is en co n t ra r o se u se xo, e por f im bate r inglês l he um ap un h eta, co mo v e ocupa çao e x ce l en te a te mp o in te r i ro at é ao f im da s v os sas c ur t as v id as, para a in te li g e n cia em q ue o pt a is por i r

A h s o is p au man d ad o do nazi do k ru c h ne r, me di ze m as g o ra s eta s l e t ra s, do cab ro az in h o do ds, j á l á i remo s , o da s n ovas da p as t a, it a l ia, je le p en se, je le c roi x, par ce q ue s je s u i je p en se, pa s l e co n t rai r e, q ue c és t a q ua n d me me um p eu p l us di f i c i ll e a fa i r e l a demos n t ra tio n e en tão t al v e z a e l e se j a de di ri g air o tom do pe rid o ac i ma, é c a s o ap a ra di ze r, en t re do is dia bo s, um te r e ce i ro q ue es co l h a, e os l eva para as ua q eu n t in h a mor a d a

Continua meu caderno assim

Meu coração vai pesado e triste e alegre, lá vão os filhos da puta dizer, vem o rapazinho não bate bem da bola e coisa e tal, aprova que faltava, vêem como ele arregala os olhos, é maluco, venham cá que eu vos enfio uma de baskteboll, no sitio onde sabeis!

M eu co ração v a i p es ad o e t r iste e al e g r e, l á vao os fil h os da p ut a di ze r, v em o ra p az in h o n ão bate b em da bola e co isa e t al, v ee m co mo e l e ar r e gala os o l h os, é m al u co, v en ham cá q ue eu vo s en fio uma de ba s k te bo ll, no s i t i o on de sa be is e x c l a mação

Na cimeira , ah amada, na cimeira, que bela estava a cidade cheia de gente vestida com belos trapinhos, mas eu te buscava e a minha cidade fico aqui ao pertinho e não te encontrei ainda, depois em seu final sai a buscar as sementes, onde estavam elas, e busquei e busquei e busquei, por debaixo das pedras, entre as folhas das arvores, dentro das caixas que entopem todos os caixotes com as muitas prendas deste natal, onde estava, onde estava à carta, o mapa de tesouro, e pegava em azeitonas que ia encontrando aqui a ali como pétalas de oiro, e lhes perguntava , és tu que trazes o oiro do elixir, e elas me diziam, uma por uma, que não, e perguntei aos pássaros que sempre me falam, e mesmo a um avião a jacto que ia a passar e que respondeu assim a troar com um rugido de leão, e desci ao tejo e olhei as aguas a ver se passava a arca da aliança e o tesouro lá dentro, e não a vi, e trepei aos muros e não te vi e depois lá encontrei um frase, imagina lá, uma só frase singela, no meio das mil do sucesso e coisa e tal, da punheta colectiva a grilos da presidência ufana do pinóquio e dos seus acólitos, sabes o que dizia, eu te digo, dizia que as barreiras e as limitações as produtos vindos de África ainda não tinham sido levantadas, ah amada que me deu um baque, um tremendo baque e a visão do abismo se aproximou com um formula um a acelerar em estrada cheia de bomps, bem diferente de como meu coração baterá quando ao perto te encontrar

Na c i me ira , a h a am ad a, na c i mer ia, q ue be l a es t v aa cida de che ia de g en te v es t id a com be l os t ra pi n h os, ma s eu te b us c av a e a min h a cida d e f i co a q u i ao pe r t in h o e n ão te en co n t rei a inda, d ep o is em s eu f ina l as i a b usa c r a s se m en t es, onda es t av am e l as, e b us q eu i e b us q eu i e b u s q eu i, por de ba ix o da s pe dr as, en t r e a s f o l h as da s ar vo r es, den t ro das cia x as q ue en t u p em t o d o s os ca ix ot es com as mu it as pr en d as d este nat a l, onda es t av, on d e es t av ao ca rta o m ap a de te s o ur o, e pe g av a em az e it o na s q ue ia en co n tan d o a q u i a a li co mo peta l as de o i ro, e l h es pe r gun t av a , é s t u q ue t ra ze s oo i ro do e x i li r, ee l a s me di z iam, u ma por u ma, q ue n ão, e pr e g u te i as pá ss a ro s q ue se mp r e me f al am e me s mo a um avi ao a j ac t y o q i ue ia a passa r e q ue r es pon d eu as s im a t ro ar com um ru gi d o de l e ão, e de c i a o te j o e o l hei as a g ua s a v e r s e passa v aa a rca da al ina ça e o te s o ur o, e n ão a vi, e t r e p ei aos m ur os e n ão te vi e d ep o is l á en co n t rei um f ra se, ina gina l á, um a s ó fr ase sin ge l, no mei o das mi l do s u ce s s o e co isa e t al, da p un h eta cole c t iva a g r i l os da pr e si den co au f ana do pi no q u io e do s se us ac ol i t os, sabe s o q ue di z ia, eu te di g o, di z ia q ue as ba rei ra s e as l i m ita ç õ es as p o r d ut os vi n d os de a fr ica a inda n ão tinha m sid o l eva n t ad as, a h ama d a qu e me d eu um ba q u, um t r e men do ba q ue e a vi são do ab is mo se ap ro xi mo u com um f o r mula um a ac e l a ra r em es t r ad a che ia de bo m ps, b em difer ente de co mo m eu co raçao bate rá q ua n d o ao pe r t o te en co n t ra r

Não é que os filhos da puta da corte dos bobos daqui, se esqueceram de tão pequenino e grande e grandíssimo pormenor, a desvelar mais uma vez, como são bobos até ao setimo circulo do inferno que trazem dentro de seus peito ressequidos, pois ainda não ultrapassaram os seu medos e medinhos e fantasmas, e desvelaram que continuam burros, mais burros de que quando nasceram, pois não resolveram ainda, como fazer circular os produtos por cima dos muros que cercam e muito apertarão as suas artérias dos seus corações mortos parados preste a arrebentar, num mundo onde por dia morrem mais de onze mil crianças por fome e pelas misérias , e aqui nesta europa , deixai-me rir, com o termo, se deita fora comida e tudo é, e tende a um enorme desperdício, e não só com África, com a América tambem a questão não se encontra ainda resolvida, lembras-te amada, era a questão que estava em cima da mesa, antes da loucura geral ter de novo grassado no uno mundo, assim é quando os assuntos muito tempo nas mesas se mantém, sem ser resolvidos, mas as mesas dos banquetes estavam cheias de lautas refeições, os bobos isso parece não se esquecerem, de se proveram a si mesmo,

N ão é q e os fil h os da p ut a da co r te dos bo b o s da q u i se es q eu ce ram de tão pe q eu nino e g rande e g rand is s i mo por m en or, a d es v e l ar ma si u ma v e z, co mo são bobo s at é ao set i mo cir c u l o do in ferno q ue t ra ze m den t ro de se us pei t o r e ss e q u id os, po is a inda n ão u l t ra pa s sara m os se u me d os e me din h os e fantas ma s, e d eve a l ram q ue conti n u a m b ur ro s, ma si v ur ro s de q ue q ua n do n as ce ram, po is n ão r e sol v e ram a inda co mo f az e r cir c u l ar os pr o d ut os por c i ma do s m ur os q ue ce rac am e um it o ap e rta ração as s ua s ar té r ia s dos se us cora ç oe s mor t o s para d os pr este a ar ren be b t ar, n um mundo onda por dia mor r em ma is de on ze mi l c rian ç as por f o me e pe l as m is ´ r ia s , e a q u i n este eu r opa , de ix a i inglesa me r i r, com o te r mo, se de it a f o ra co mida e t u d o é e ten de a um eno r me d es pe r di cio, e n ão s ó com a fr ica, com a am r e cia tam b ema q eu s tão n ão se en co n t ra reo l v id a, l em b t ra s inglesa te am ad a, e ra a q eu s tão q ue es t av em c i ma da m e sa, an t ea da lou c ur a ge r l a t re de n ovo g ra s sado no un o mundo, as s si mé q ua n d o o s sas s un t o s mu it o te mp o nas me sas se man te m, se m se rr e sol vi s o , ma s as me sas dos ban q u e te s es t av am che i as de l au t as r efe i ç õ e, os bobo s is s o par a ce n ão se es q eu ce r em, de se pr ove ram a si me s mo,

Ah amada deixai-me dizer-te com o toiro que sou, o saberás bem quando chegares ao pé, como te vou cobrir, primeiro dispo, depois beijo, e depois e depois..., deixai-me dizer como toiro, à europa, senhora minha, estais assim tao enrugada em vosso coração, já vos faltará a força nas pernas, vosso olhos deixaram de ver, porque alargais a partir de vosso umbigo, esquecestes que vosso ventre e uno e redondo, e que de todo o vosso corpo é preciso cuidar, não vos dou eu beijo inteiro nele inteiro, ah senhora europa, quereis assim montar meu forte dorso, passar vossa mão em meu suave pelo, ouvires-me resfolgar de prazer como quando dançamos em meu peito e me agarras a bela armadura, e eu te faço, muuu, e obro os olhos e resfolgo em teu seio e muito te cubro de beijinhos e de beijar e a aguas corre para todos, lembras-te amada au andas esquecida, terás comido estranhos cogumelos das ilusões naquele negro campo cheio de bombas pessoais, que ceifam os pés sem sapatos aos meninos descuidados no campo do paraíso

A h a m ad a de ix a i inglesa me di ze r inglês te com o toi ro q ue s o u, o as e rá s b em q ua n d o che g ar es ao pé, co mo te vo u co br i r, pr i me i ro di s p o, d ep o is bei j o, e d ep o is..., de ix a i inglesa me di ze r co mo to i ra a eu r opa, s en h o ra min h a, es t a is as s im tao en ru g ad a em v osso co ração, j á vo s f al at rá a f o rça nas pe r na s, v osso o l h os de ix ar am de v ar, por q ue a l ar a gaia par i r de v osso um bi g o, es q eu ce t es q ue v osso v en t re e u no e redondo, e q ue de t o d oo v osso corp o é pr e c is o c u id ar, n ão vo s do u eu bei j o in te i ro ne l e in te i ro, a h s en h or au ero pa, q eu rei as s im mo n t ar m eu f o r te do r s o, passa r vo s sa n ão em me u s u a ve pe l o, o u vi r es inglês me r es f ol g ar de pr az e r co mo q ua n d o dan c av os e mm m eu pei t o e me ar ra g av as a be l a ar m ad ur a, e eu te f a ç o, um u u, mu u u, e o b r a os o l h os e r es f o l g o em te u se i , mu it o e te co br o de bei j in h os e de bei j ar e a a g ua s co rr e pat a t o d os, l en br as inglesa te am ad a au anda s es q eu cida, te rá s co midao es t ra n h os co gum ne l o s das i lu s õ es na q eu le ne g ra cam p o che io de n bo m ba s pe ss o a is, q u ce i f a sm os pé s se m sapa t os ao s me nino s d es c u id ado s no cam p o do pa rai s o

Ah europa, que pareceis estar acabada, certamente não vós minha amada, se padeceis de algum mal de coração, ao meu cheguei, que eu do vosso cuidarei, vejo uma carruagem cheia de gente a afundar dentro do mar, esquecei-vos que outros lugares no mundo funcionam e existem como tu, não trazem teu nome, mas são semelhantes,

Ah e ur opa, q ue par e ce i es t ar ac ab ad a, ce rta mente n ão v ós min h a am ad a, se p ad e ce is de al gum m al de co raçao, ao m eu che g eu i, q ue eu de l e c u id a rei, v e jo uma ca r ra g ua ge m che ia de ge n te a a fan d ar den t ro do mar, es q eu ce i inglês v o s q ue o u y ro s lu g ar es no mundo f un cio n am e e xis te m co mo t u, n ão t ra ze m t eu no me, ma s são se me l h ant es,

Por isso digo a meus irmãos panteras, a meus irmãos elefantes, à minha irma girafa, ao meu irmão crocodilo, ao meu irmão, águia , a todos meus irmão, porque todos os são, não esperai a europa, que amigo não empata amigo, se a europa, se esqueceu dos muros que trás virai-vos para quem não os tem, orientai vosso comercio com eles todos os que trouxeram as portas a vós abertas e vereis um dia a própria europa, coitadinha, que no entretanto deixou mesmo de produzir um parafuso que seja, a fenecer ao longe, fechadinha em seus enormes e altos muros de babel, babel do coração, onde parece que muitos trazem esquecida esta lingua comum e universal, a do Amor, o Uno Amor

Por is s o di g o a me us i r mao s pan te ra s, a me us i r n ã os e l e fan t es, a min h a i rama gi raf a, ao m eu i ra mao c roco di l o, ao m eu irão, a gui a , a t o d os me us i r mão por q ue t o d os o s são , n ão es pe raia a eu r opa, q ue am a i g o n ão em pata ami g o, se a eu r opa, se es q eu ceu do s mu t os que t rá s vi rai inglês v os q para q eu m n ão os te m, ori en t ai v osso co mer cio com e l es t o d os o s q ue t ro ux e ram as p o rta s a vó s ab a e rta s e v e rei s um dia a pr o pr ia eu r opa, co it a din h a, q ue no en te r ta n t o de ix o u me s mo de pr o du zi r um para fuso q ue se j a, a f ene ce r são l on ge, f e ch a d in h a em se us e no r mes e al t os m ur os de ba b el, b abel do co ra ção, onda par a ce q ue um it os t ra ze m es q eu cida es t a li n g ua co mum e uni v e r sal, a do Amo r, o U no Am o r

Na praça de espanha se dera nesses dias um estranho acidente, vindo da av da gulbenkian, a entrar na praça de espanha dois carros chocaram, mais ou menos no eixo da estatua do gulbenkian coberto pela pomba águia, um do Senegal com um outro que se pressupôs ser português, o carro pt azul ficou ao alto, assente em seu lado lateral, vindo da praça de espanha, assim parecia na foto ser seu trajecto, visto assim, trazia ele três rectângulos e dois semicírculos que eram os faróis dianteiros, o que era conduzido por um senegales, salvo erro um audi, parado, ao lado estava, as jantes mostravam, a de trás um homem em sua posição normal de estrela da renascença, e a da frente, um outro ou mesmo homem em posição invertida, com a cabeça para o chão

Na pr aç a de es pan h a se de ra ness s es di as um es t ra n h o ac i dente, vi n d o da av da g u l bem k ian, a en t ra na pr a ç a de es pan h a do is ca r ro s ch oca ram, ma is o u e no s no e ix o da e tsa t ua do g u l bem k iam co be r to pe l a p o m ba a gui a, um do s ene gal com u m o u t ro q ue se pr es s up os ser port u g u es, o car ro pt az u l f i co u ao al to , as s en te em s eu l ad o l at e r a l, vi n d a d a pr aç a de es pan h a, as s im pa s reci, rei, na f oto ser se u t ra ject o, vi s to as s im, t ra z ia e l e t r ês rec tan g u l os e do is s emi s r c u l os q ue ra os f a r o is dia n te i ro a, o q ue e ra co n d u z id o por um s ene gales, sal vo e r ro um au di , para ao l ad o es t av a, as j ant es mo s t r av am, a de t rá s um homem em s ua p o sição, si são, no r m al de es t ra l a d ar en as c en ça, e a da fr ente , um o ut r o ou me s o home em p os çao in v e ru di, com a c a b eça para o ch ão

Ah, é um a di invertida da rádio renascença, e tarado sexual do satélite e da cruz do tua, do gato do vaso do bem da kapa e capa do iam a pomba guia primeira do Senegal, com , me os circulo do homem da home do p os são no vaso rudy, a rena da arena no circulo inglês as, dia e ra ness da serpente espanhola dias, do choco ram e no serpente e beijo da humanidade invertida, fósforos de espanha , da praça, se calhar a da lide grande no comboio

A h, é um a di in v e r t id a d a r á di o r en as ç en ca, e tarado se x ua l do sat e lite e da c r uz do t ua, do g at o do v a s o do b em da kapa e c ap a do iam a p o m ba gui a pr i me i ra do s ene gal, com , me so cir c u l do homem da home do p os são no vaso ru dy, a r e na da arena no cir c u l o in g l es as, d ia e ra ness da se rp en te es pan ola dias, do ch oco ram e no ser pente e bei jo da h uma ni dad e in v e r t id a, f os foro s de es pan h a , da p rça, se c l a h ra a da li de g rande no co m boi o

Saia tambem nesse dia a noticia que o empréstimo que a câmara de lisboa pedira era ilegal, tal era a pressa de encontrar um a solução, que até ao que parede se tinham esquecido do regulamento e das suas obrigações, e tambem até ao dia de hoje ainda não percebi ao certo, se o empréstimo permite ou não cobrir as dividas pré existentes, pois me pareceu que não, e mais estranho fora, se assim o é, que ninguém o tenha dito, o obvio, que assim não pode ser, e que quem se comporta assim tem nome claro e escuro, ladrão, senhor rato gato ou lá o que é igor, do rigor que parece que anda esquecido, ainda não tive nenhuma resposta face ao pedido que à câmara fiz para explicarem a vossa responsabilidade no acidente que tive devido a vossa incúria e outras coisas que rimam com corrupções várias, ai nessa pseudo câmara de coisa nenhuma, e continuam a dever o dinheiro do arranjo à minha mãe, seus cabrões ladroes, que deviam ser todos levados para uma esquadra para inquérito, quanto anos ireis levar para resolver o que há a resolver de pendentes, será preciso aumentar vossos mandados ou diminui-los de vez

S aia tam b em ness e dia a no tic ia q ue o em pr es tim o q ue a ca mara de lis boa pe di ra e ra ile gal, t al e ra a pr es sa de en co n t ra r um a s ol u ção, q ue at é ao q ue parede se t i n h am es q eu cid o do r e gula men to e da s s ua s o b r i g a ç õ es, e tam b em at é ao d ia de h oje a inda n ão pe r cebi ao ce r to, se o e mp r es tim o pe r m i te o u n ão co br i r a s di v id as pr é ex ist en te s, po is me m p a ar ceu q ue n ão e ma is es t ra n h o f o ra, se as s im o é, q ue nin g é m ten h a di t o, o ob vi o, q ue as s im n ão p ode ser, e q ue q eu m se co mp orta as s im te m no me c l a r o e e c ur o, l ad r ão, s en h o r ra to g at oo u l á o q u e é i g o r, do r i g o r q ue par e ce q ue and a es q eu cid o, a in d n ão t ive ne h uma r es p o sta face ao ped id o q ue à cam ra f i z para ex p li ca r em a vo ss ar es ponsa bil i dad e no c ac i dente q ue t ive de v id o a vo s sa in c ur ia e o u t ra s co isa q ue r i ma com co rr up ç o e s v ária s, ai ness a ps eu d o can ra de co isa ne n h uma, e conti n uam a d eve ro din h e i ro do ar ra n jo à min h a mão, se us c ab r õ es l ad ro es, q ue d e v iam ser t o do s l eva d o spa ra uma es q eu dr a para in q u é rito, q ua n to ana os i rei s l eva r para r e sol v e ro q ue h á a r e sol v e r de pen d en t es, se rá pr e c is o au men t ar v osso s man d ad os ou di min u i os de v e z

Depois um outro acidente se dera, em lérida com um autocarro que vinha do porto e que informado seria novinho em folha, assim nele li, l i ne, a serpente primeira às duas colunas, serpente regulares internac es das curvas em z ,di z o p x do sem tiu do sio marcelli gui li aument motorista josé pinheiro do barreto

D ep o is um o ur to ac i dente se de ra, em l é r i d a com um au t ca r ro q ue vi n h a do porto e q ue in f o m ra do se r ia no vi n h o em f o l h a, as s im ne le li, l i ne, a se rp en te pr i me i ra às du as co l una s, ser pente r e gula r es in te rna c es das c ur v as em z ,di z o p x do se m ti u do sio m a r ce ll i gui li au men t m oto r ista j o sé pi n he i ro do barreto

E mais um, lá estávamos de novo no carrossel, na montanha russa, na negra sequência da pedra do pêndulo no vaso a desvelar um pouco por todo o lado as assinaturas dos actos, será Meus Deus que ainda alguém duvidará que tudo que se faz e não se faz deixa sua marca no Universo

E mai s um, l á es t av am os de n ovo no ca rr o ce l, na mo n t anha r us sa, na ne g ra se q us n cia da pe dr a do p en d u lo no v a s o a d es v e l ar um p o u c o por t o d oo l ad o as a s sin at ur as dos cat os, se rá Me us De us q ue a inda al g u é m d u v id a rá q ue t u d o q ue se f az e n ão se f az de ix a s ua ma rca no Uni v e r s o

Ac algarve, um carro audi spot não sei quantos cavalos entrou por uma cas a dentro, o home que lá dormia acordou com pedaços de estuque e de parede em cima, já não é a primeira naquela casa que deve ser portanto um dos tais novecentos pontos negros nas estradas portuguesas, mas mesmo assim, depois de mais esta, duvido que alguém tenha ido lá tomar as medidas para que não mais aconteça, ficara um buraco mais ou menos com um rectângulo aberto na parede, e por de cima um M garfitado e em baixo, uma unha ou pestana, ou pelo, com o numero, o oitavo do doze, ou o segundo de oitenta e um, de mais uma qualquer armadilha, sublinhado em baixo, o numero

Ac al g ar v e, um ca r ro au di s p ot n ão se i q ua n t os c av a l os en t ro u por uma ca s a den t ro, o home q u e l á do r mia ac o rc o u com peda ç os de es t u q ee de parede em c i ma, j á n ão é a pr i me i ra na q eu l a c asa q ue d eve ser p orta n to um do s ta is no v e c en t os p on t os ne g ro s nas es t a rda s p o r t u g ue sas, ma s me s mo as s im , d ep o is de ma is es t a, d u v id o q ue al g u é m ten h a id o l á tomar as me d id as para q ue não ma is ac on te ça, f cia ra um b ur ac o ma si ou me n os com u rec tan g u l o ba e r to na parede, e por de c i ma um M g a r f it ad o e em ba ix o , uma un h a o u p es t ana, o u pe l o, com o n um ero, o o it a vo do d o ze, o u o se gun d o de o it en t a e um, de ma is u ma q ua l q eu r ar m ad ilha, s u b r l n h ad o em ba ix o, o n um e ro

Rui gingeiro, manuel cavaco morador, da en primeiro do segundo do quinta, da estrela, rui gingeiro nascimento, ou do nascimento da ginga, trinta e dois, pr da concelhia do cds pp de faro, piloto de ra liz

Rui gin ge i ro, man u el ca vo mor a d or, da en pr i me i ro do se g un d o d o q u in t a, da estrela, ru i g in ge ra na s cimento, o u do n as cie mn t o da g i n ga, t r in t a e do is, pr da com cc e l h ia do c ds pp de f a ro, pi l oto de ra li z, garrotado

Roberto mugabe, dizia em lisboa, o bando dos quatro, Suécia, Dinamarca, Holanda e Alemanha, bebendo de um copo com um liquido amarelo que parecia o mesmo que bebera o presidente chinês com durão e socrates a seu lado, e respondia a Angela, nós não temos uma democracia com cem anos, o que é verdade, mas tambem os dias de hoje não são iguais aos de há cem anos atrás, pareceu-me um empate técnico sem golos, com os jogadores cansados antes de começar, o eventual debate sobre as liberdades e coisa e tais, que eu aqui não sei tambem delas, passem para cá o meu filho, Oh cabrões

Ro b e r to mu g a b e, di z ia em li s boa, o ban d o d o s q ua t ro, s eu cia, dina ma r ca, h o lan d a e al e manha, be bem d o de um cop com um li q u id o am ar e l o q ue par e cia o me s mo q ue bebe ra o pr e sin d e te ch ines em circulo espanhol, com durao e s o c ra t es a se u l ad o, e r es p on dia ana ge l a , n ó s n ão t emo s u ma demo c ra cia com ce m a no s, o q ue é v e r da d e, ma s tam b em os di as de h oje n ão são i g ua is ao s de h á ce m a no s at rá s, par ce u inglês me um em pat e te cni co se m g o l os, com os jo g ad o r es can sado s ant es de co me ç ar, o eve n t ua l de bate s o br e as liber dad es e co isa e tasi, q ue eu a q u i n ão se i tam b em de l as, passe m para cá o m eu fil h o, o h c ab r õ es

Roberto Mugabe, aparecia depois no jornal , pareceu-me ser na cimeira em Lisboa, mas a fotografia é na sua aparência recente, olhos de quem está a ver e a chamar à atenção quem vê e quer vendo olhando, seus pés estão na estrela da cadeira, como as do meu escritório, a seu lado esquerdo, um outro homem põem a mão na fivela do cinto, ali estava depois da escrita neste texto da visão da cobra no sofá vermelho, o eco, mais uma pecinha a encaixar, e encaixou, pois no final da visão, o jornal caíra e ficara a fechar a linha do vaso que dois lados dos pés da cadeira, fazem, tinha ficado em onda, o artigo e a imagem da menina, na parte superior do vaso tapado, os espermatozóides negros, assim o sentido dizia, que a queda da menina tapara o vaso e não deixara os espermatozóides, entrar nele, ou seja, o vaso tinha sido tapado, de momento não posso precisar qual das meninas que caíra nessa posição que o roberto mugabe agora indicava e complementava o sentido, mas seria ou Penélope ou Bruni,


Gang do galão da meia de leite dos tt dos montes claros mont blanc, imagem no cacilheiro no reverso da a gaivota do infinito muita vezes inclinado
Dois traços verticais ao lado, assim desenhei o sublinhado

Gan g do galão da me ia de lei t a dos tt dos mo n t es c l a ro s mo n t b lan c, i mage m no ca c ilhe i ro no r eve r s o da a g a ivo ra do in f in it o um it a s v e ze s in c lina d o
Do is t ra l os v etic a si ao l ad o, as s im de s en he i o s ub li n h ad o

En frente aos salesianos em meu passar, a pomba me mostra o angulo da di em noventa e nove, preto e prata d josé dos transportes seguro, uma criança me dá quando estou a olhar a estranha fechadura na janela do muro, um panfleto, alvim, os esquilos, oh na outra vez, um s u v de remote controlo do esquilo alvim, deita abaixo o balde de tintas, só no cinema, uma outra criança tira uma foto com sua maquina digital ao brasão do salesianos

En fr en te aos sal es ia no a em me u pa ss ar, a p o m ba me mo s t ra o an g u l o da di e mn o v en ta e no v e, pr e to e pr at a d jo sé dos t ra s n por t es se g ur o, u ma c rian ç a me d á q ua n d o es t o u a o l h ar a es t a rna h f e ch ad ur a na j ane l a do m ur o, um pan f l e to, al v im, os es q u ilo s, o h na o u t ra v e z, um s u v de r emo te co n t rolo do es q u i l o al vi m, de it a ab ai xo o bal d e d e t in t as, s ó no c in e ma, u ma o u t ra c r ian ça t ira uma f oto co, m s ua ma q u ina di gi t al ao br a são do se cilia no s

A melena e o rapaz da melena no massacre nos eua

A me l e n a e o ra p z da me l en a no m as s ac r e no s e ua

Mais uma vez emerge em mim um memória de um sonho que estará no livro que anda desaparecido, um do s meus cadernos de notas que entrará de novo nesta história mais a frente quando da visão sobre a morte da maya , a bhutto, existe lá descrito um sonho que tem mais ou menos estes ingredientes, que é sonhado com a ou a propósito da cristina coutinho numa sequência de sonhos, salvo erro três ou três imagens de um mesmo sonho, e estou mesmo a ver que a cabra, esta de noventa e nove, que nem mesmo sei quem seja, inventaram uma história com base no que alguém desse caderninho espionara, agora me apareceu a factura que lhes deverá ser apresentada, embora não tenha elementos para perceber o como, a não ser que tenham tambem emprenhado pelos negro ouvidos alguém na América que se relacionou com esse evento, que nem mesmo sei qual é, mas que deverá ser o que se dera neste momento deste acontecer, alguém relacionado com o seguro, o que era da js, o tal josé, alvim é tambem nome de um rapaz da rádio

Ma is u ma v e z e mer g ue em mim um me mór ia de um s on h o q ue es t a rá no li v ro q ue anda d esa par e cid o, um do s me us ca d e r no s de n ota s q ue en t ra ´ r a de no v n es t a h is t ó r ia ma si a fr ente q ua n d o da vi são s o br e a mor te da maya , a b h u tt o, ex iste l á d es c rito um s o b h o q ue te m ma is o u me no s est es in g red i en t es, q ue é s o n h ad o com a o u a pr o p o r si to da c r is t ina co u t in h o n uma se q eu n cia de s o n h os, sal vo e r ro t r ês o u t r es i mage n s de um me s mo s on h o, e es t o u me s mo a v e r q ue a c a b r a, es t a de no v en t a e no v e, q ue ne m me s mo se i q eu m seja, in v en t a ram u ma h is t ó r ia com base no q ue al g eu m de s se ca de r nin h o es pi o n a r a, agora me ap ar e c d eu a f ac t ur a q ue l he s d eve rá se r ap r es net ad a, em bora n ão ten h a e l e m en t os para pe r ce be r o c o mo, a n ão se r q ue ten ham tam b em e m p rena h d o pe l os ne g ro s o u v id os al h eu m na am e r cia q ue se r e l a c io no u com es se eve n t o, q ue ne m me s mo se i q ua l é, ma s q ue d eve rá se ro q ue se de ra ne s te mo m en to d este ac on te ce r, al g eu m r e l a c io n ad o com o seguro, o q ue e ra da js, o t al j o sé, al vi m é tam b em no me de um ra p az da rá di o

Pela madrugada na sic noticias os círculos vermelhos em expansão como o coração da terra sobre mora, sobre a serra de mora, a terra tremera, assim deram a noticia, e informaram que o tremor tinha sido superior a sete graus na escala de ritcher

Pe l a madruga d a na si c no tic ia s os c i r c u l os v e r me l h os em e x pan são co mo o co r a ç ao da terra s o br e mo ra, s o br e a se r ra de mo ra, a terra t r e me ra, as s im de ram a no tic ia, e in f o r mar am q ue o t r emo r tinha sid o s up e rio r a set e g ar us ma es cala de r i t che r

Em meu ressoaram as palavras que tinha aqui escrita em forma aberta e em especial a catalina, que dissera que no dia em que se soubera quem eram os filhos da puta abusadores, a terra tremeria, eu acrescentara, tremerá com mais de sete graus e aqui estava agora o ponto a aparecer, ou seja, será alguém com esse nome, ou alguém que em mora em mora ou que lá tenha residência, do tal semicírculo alentejana, arco que já aparecera em muitas outras leituras mais antigas, ligadas , elas, as leituras ao pita, e a queda de um dos aeroplanos, salvo erro o do algarve ao pé de lagos, mas só as lendo de novo o poderia confirmar, coisa que agora não farei

Em me u r es s o ar am as pal av ra s q ue tinha a q u i es c rita a em f o r ma ab e rta e em es pe cia l a ca t a lina, q ue di ss e ra q ue a no dia em q ue se s o ub e ra q eu m e ram os fil h os da p u ta ab usa d o r es, a te r ra te r me r ia, eu ac r es c en t a ra, t r e me rá com ma si de set e g r a u s e a q u i es t av a agora o pn to a ap r e ce r, o u seja, se rá al g eu m com es se no me, ou al g eu m q ue em mor a mora o u q ue l á ten h a r e sid en cia, do t ak l s emi cir c u l o a l en te j ano , a r c o q ue j´ + a ap ar e ce ra em mu it as o u t ra s lei t ur as ma is ant i g as, li g ad as , e l as, as lei t ur asa ao pita, e a q eu d a de um do s ae ro p l ano s, sal vo e r ro o do al g a r v e ao p é de l a g os, ma s s ó as l en d o de n vo o p ode r i a co n f i r mar, co isa q ue agora n ão f a rei

Bairro dos alfinetes , cabo ruivo, chelas cp, perseguição automóvel, dois picotos ap chão, uma bala no capot

Ba i r ro dos al f ine t es , ca bo rui vo, che l as c p, pe r si gui çao au tom o v el, do is pico t ps ap ch ão, uma bal a no ca p ot

Em casa ao voltar o cinzeiro de vidro, meio tijolo com sete beatas e um pedaço de prata tinha ficado sobre a revista aberta, sal posição na pagina quarenta e dois , releva as seguintes palavras, um av ra s s ar Deus, o cabo preto da alimentação , corre por cima da foto da pagina quarenta e três, paralelo e por cima da gravata dos autocarros londrinos, os que vem na gravata do anselmo, dec deveria ser a palavra ou frase, seguida, de por, detrás da sua cabeça, ce a 11, ve-se a lombada do livro que trás em si escrito Macau, a revista enrola como uma onda, negro por cima do teclada do pc p ac k ard bell, o cinzeiro marca do outro lado pelo que oculta , a primeira coluna do publico, c in s en um gab dom 9º dez edi cão lis , li v ro , or + 9, 95 E rei + os o cia is, contudo ao agora isto transcrever, a primeira palavra a seguir a por detrás, trás um pontinho elevado à esquerda da vara comprida da primeira perna da letra da qual sai um curva que é um espermatozoide que aponta a outra vara maias pequena e mais baixa, ao lada da qual se desenha um carneiro que esta invertido, ou seja com o vaso em posição de fogo ou monte, a seguir vem sue, que é mai uma cobra no seu todo gráfico, e a seguir me, que parece ne, e depois lombada e por ii adiante

Em c asa ao vo l t ra o c in ze i ro de vi dr o, mei o ot i jo l o com set e bea t as e um ped çao de pr at a tinha fica dao s o br e a r e v i s ta ab e rta, s al p o sição na pa gi ma q ua ren te e do is , r e l eva as se gui n te s pal av ra s, um av ra s s ar De us, o c ab o pr e to da al i m en t aç ão , co rr e por c i ma da f oto da pa gina q ua ren ta e t r ê s, para lelo e p o r c i ma da g rav at a dd os au toca rr os l on dr ino s, os q ue v em na g rav at a do anselmo, dec d eve r ia ser a pal av ra o u f ar se, se guida, de por, de t rá s da s ua ca beça, ce a 11, v e inglesa se a l o m ba d a do li v ro q ue t rá s em si es c rito M ac au, a r eve i ts a en rola co mo uma onda, ne g ro por c i ma do te c l ad a do pc p ac k ard be ll, o c in ze i ro ma rca do o u t rao l ad o pe l o q ue o c u l ta , a pr i me i ra co l una do publico, c in s en um g ab do m 9º dez edi cão lis , li v ro , or + 9, 95 E rei + os o cia is, c on t u do aa o agora is t o t ra s n x r eve r a pr i me ira pal v ra a se gui r a por de t rá s, t rá s um p on t in h o e l eva d o à es q eu rda da v a ra c o mp r inda da pr i me i ro a pe rna da l e t ra da q ua l sa i um c ur v a q ue é um es pe r mato zo id e q ue p ao n ta a o u t ra v a ra maia s pe q eu na e ma is ba ix a, ao l ad a da q ua l se de s en h a um carneiro q ue es t a in v e r t id o, o u se jo com o v a s o em p o siçao de f o g o o u mo n te, a se gui r v em s ue, q ue é mai uma co bra no se u t o d o g raf i co, e a se g y i r me, q ue par e ce ne, e d ep o is l o m b ad a e por ii ad ian te

Em cas de tijolo, me mostra agora um pequeno ponto negro que se deslocou pela folha a baixo, em casa ao voltar, que deve ter sido de uma viagem, numa casa de tijolo com sete beatas, uma viagem que se terá dado em dezembro

Em cas de ti jo l o, me mo s t ra agora um pe q eu no p on to ne g ro q ue se dea l os co u pe l a f o l h aa ba ix o, em ca sa ao vo l t ar, q ue d eve te r sid o de uma v ia g em, n uma c a sa de ti jo l o com set e bea t as, uma vi a g em q ue se te rá dad o em de ze m br o

Continuo as notas, back up escritório canal zero posi, no cd de prata, um sobre outro , desenhando em sua posição de excêntricos uma lua decrescente

Conti n u o as n ota s, ba ck u p es c rito rio c ana l z ero p o si, no cd de pr at a, um s o br e o u t ro , de s en hand o em s ua p o siçao de ex c en t ric os uma l ua d es c r es c en te

A gráfica que comigo trabalhou na altura do canal zero e do posi, onde o apresentei, me subiu agora a memória , a rapariga apresentado pelo joão ramos de almeida, que vinha de coimbra ou por aí , que tinha uma empresa própria, que me pareceu nunca existir, a gif, parecido com giz da tia escultora, ou os tif que de vez em quando aqui neste textos aparecem, e com quem a coisa acabou mal, mas ela , não trabalhou exactamente no canal zero, embora o conhecesse, pois o canal zero era o segundo passo, do e-cultura, o tal projecto tambem com o seu nome registada, que depois aparece com nome idêntico como projecto do centro nacional da cultura, mais um trafico no palácio foz, ou a ele envolvendo, se partir do pressuposto que tão douta instituição, como o centro nacional de cultura, que não se esqueceria de registar o nome desse projecto, e atendendo a que o projecto era semelhante em seu conceito ao que eu registara, em modo básico, ou seja sem audiovisuais, a colaboração com a erika acabou muito mal, a menina com quem era muito difícil de trabalhar, toda endiabrada, acabou por sair e não cumprir o que prometera, deixou o projecto fechado, a atestar o seu belo negro caracter, de tal forma que um dia depois falando com o João me disse, Oh joão vê lá se para a próxima quando me sugerires a meu pedido, bem sei, alguém, se verificas melhor de quem se trata, com ela veio tambem o arménio que trabalhava salvo eu na cc câmara cc mara, de lisboa, em informática e que teve um avença aqui nessa área, que curiosamente ou não , tambem acabou mais ou menos no tempo da saída da erika,

A g ra f ica q ue co mig o t ra ba l h o u na al t ur a do c ana l z ero e do p o si, onda o ap r e s en tei, me s u bi u agora a me mó r ia , a ra pa riga ap r e s en t ad o pe l o jo ão ra mo s de al me id a, q ue vi n h a de co i m b r a o u por aí , q ue tinha uma em presa pr ó p r ia, q ue me par e ceu n un ca ex is tir, a gi f, p a ar ce id o com os ti f q ue de v e z em q ua n d o a q u i ne s te texto s ap ar e ce m, e com q eu m a co isa ac ao u m al, ma s e la , n ão t ra al h o u ex a c ta mente no c ana l z ero, em bo ra o c on h e ce s se, po is o c ana l z ero e ra o se gun d o passo, do e c uk t ur a, o t al pr o ject o tam b em com o se u no me r e g is t ad a, q ue d ep o is ap ar e ce com no me id en tic o co mo pr o ject o do c en t ro na cio n al da c u l t ur a, ma is um t raf i co no pal a c io f oz, ao u a e l e en vo l v en d o, se p ar i r d o pr es s up os ta q ue t ão do ut a ins t it u i ção, co mo o c en t ro na cio n al de c u l t ur a, q ue n ão se es q eu c eri ad e r e g is t ar o no me de s se pr o ject o, e a ten d en d o a q ue o pr o ject o e ra se me l h ante em se u co n ce it o ao q ue eu r e g is tara, em mo d o ba sico, o u seja se m au di o v is ua is, a co l ab o ração com a eri ka ac ab o u mu it o mal, a me nina com q eu m e ra mu it o di fic l de t ra ba l h ar, t o d a emo ina d a, ac ab o u por sair e n ão c u mp r i ro q ue pr o met e ra, de ix o u o pr o ject o f e c h ad o, a at es t ar o se u be l o ne g ro cara c te r, de t al f o r ma q ue um dia d ep o si f al and o com o jo ao me di s se, o h jo ao v ê l á se para a pr ox i ma q ua n do me s u g eri r es a m eu ped id o, be m sei, al g u é m, se v eri f ica s me l o r de q u em se t rata, com e l a v eoio tam b em o ar mé ni o q ue t ra ba l h av a sal vo eu na cc cam ra cc mara, de l is boa, em in f o r ma tic a e q ue teve um av ae n ça a q u i ne s sa a rea, q ue c ur isa mente o u n ão , tam b em ac ab o u ma is ou me no s no te mpa da as id a da eri ka,

ao chegar do jardim, ao pé da fonte no gomo dos gomos do circulo que volteia a fonte dos quatro cantos do mundo, entre as duas palmeiras, o vento do espirito por um instante se levantou, fez nascer um pequeno turbilhão, uma pena preta levantou voo e planou como uma asa delta ate aterrar no segundo degrau da fonte, salvo erro, fiquei eu preso a vê-la voara na sua graça, que me parecia um avião, e perturbado no coração, por ser preta

ao che g ar do j ar dim, ao p é da font e no g omo dos g omo s do cir c u l o q ue vo l teia a font e dos q ua t ro can t os do mundo, en t re a s du as pal me i ra s, o v en t o do es pi rito por um ins t ante se l eva no toi, fez na s ce r um pe q eu no t ur bil h ão, uma pe na pr eta l eva n t o u vv o e p l ano u co mo uma a sa de l t a at + e at e rr ar no se gun d o de g r ua da font e, s a l vo e r ro, fic q eu i eu pr esa a v e inglesa l a vo a ra na s ua g ra ça, q ue me par e cia um avi ao, e pe r t ur b ad o no co rça ao, por ser pr eta

dentro da fonte, um raminho de palmeira, um tronco no fundo que desenhava uma perfeita canoa, tipo piroga africana, tinha em sua vertical, um outro pedaço que desenhava em perfeição, uma senhora vestida de negro com capuz posto e que parecia estar em pé num só pé, vertical estava quieta no fundo do lago, a proa da canoa estava encostada a um cobra negra que serpenteia pelo fundo e se liga a um dos dragões do mar, um tritão, aquele que tem por detrás de si um tubo aberto de alumínio, como um tubo de escape de prata , escrevo agora tubo de escape de prata e reverba em mim um dizer, recente nos jornais mas que não consigo atribuir a origem , dizia assim , meu namorado, é muito bem fornecido, parece um tubo de escape, assim dizia um menina, e eu me sorri ao ouvi-lo, pois ali me reconheci sem mem reconhecer, agora sei que era um sos, que devo ter entendido em modo diverso, mais tarde reparei que a proa da canoa , que nunca se mexera, até a figura da senhora ter começado a tombar, o que demorou alguns largos dias, estava encostada a um pedaço de silicone que prendia cobra negra que serpenteia ali naquele ponto do fundo das pedras do lago, os pauzinhos no muro, da fonte desenhavam um x , na zona da cobertura esburacada que foi feita por coisa nenhuma, ao lado na pedra leio gravado , cigano, noutro local do jardim , ouvi o que pareceu ser um tiro

c in s en m u seis ab para josé S ó, je c + ivo s centra tu guesa da união cairo, sombra sobre cai e roberto uni, o socrates com infinito deitado , me de patins adi s,

d en t ro da font e , um ra minho de pal me ira, um t ron co no f un d o q eu de s en h av a uma pe r f e ita can o a, t ip o pe i ro g aa fr i can a, tinha em s ua v e r ti ca l, um o u t ro peda ç o q ue d es ne h av a em pe r f e i çao, u ma s en h o ra v es t id a de ne g ro com c ap u z p os t o e q ue par e cia es t ra em pé n um s ó pé, v eri c al es t av a q u i eta no f un d o d o al a g f o, a pr o a da c ano a es t av a en co n s t ad aa um cao bra ne g ra q ue ser p en teia pe l o f un d o e se li g aa um dos dr a g õ es do mar, um t r o t ã, a q eu l e q ue te m por de t rá s de si um t ub o ab e r to de al uni ni o, co mo um t ub o de es c ap e de pr at a , es c r evo agora t ub o de es ca pe de pr at a e r eve r b a em mim um di ze r, re c en te no s jo r na si ma s q ue n ão co n se gg o at rib u i ra ori g em , di z ia as s im , m eu namora d o, é mu it o b em f o r ne cid o, par e c e um t ub o de es ca pe, as s im di z ia um me nina, e eu me s os r i a o o u vi inglesa l o, po is a li me r e co n he c i se m me m r e co n he ce r, agora se i q ue e ra um s os, q ue d evo ter en ten di d o em mo do di v e r s o, ma si t arde r epa rei q ue a pr o a da c ano a , q ue n un ca se me xe ra, at é a figu ra da s en h o ra ter co me ç ad o a tom bar, o q ue d emo ro u al gun s l argo s dias, es t av a en co s t ad aa um peda ç o de si li c one q ue pr en dia cobra ne g ra q ue ser pen teia ali na q eu l e p on to do f un d o da s ped ra s do l a g o os ap s u zinho s no m ur o, da f o m te de s en h av am um x , n a z o na da co be rt ira es b u r ac ad a q ue f o i f e it a por co isa ne n h uma, ao l ad o na ped ra lei o g r av ad o , ci g ano, no u t ro l o cal do j ar di m , o u vi o q ue par e c eu ser um ti ro

c in s en m u seis ab para josé S ó, je c + ivo s c en t ra tu g eu sa da uni ão cairo, s o m b ra s o br e ca i e ro be r t u ni, o s o c ra t es com in f i ni ro de it ad o , me de pat in s a di s,

hoje rogério alves deu o exemplo teórico que parecia não o ser, dizia ele para a ana, ana por exemplo mentiu durante muitos anos, Alípio, dizia que estava a acabar os assassinatos, como é que ele sabe, ponto de interrogação, só sabendo, elementar meu caro holmes

h oje ro ge rio a l v es d eu o e x e mp l o teo ric o q ue par e cia n º ao o ser, di a e l e para a ana, a ana por e x e mp l o mane ti u duran te mu it os ana os, a al i pi o, di z ia q ue es t av aa ac a bra os as s sin at os, co mo é q ue e l e s abe, p on t o de in te r ro g a ç ão, s ó sab en d o, el e m en t ar m eu ca ro h o l m e s

passava-se ao primeira parte num telejornal da sic, toda a gente muitíssimo acelerada nesse dia

pa ss av a inglesa se ao pr i me ira par te n um tele jo r n al d as i c, t o d aa gente mu it i sis mo ace l a ra da ne s se dia

Argélia, setenta e sete mortos, uma carrinha de estudantes arrebentou frente ao tribunal, o seu esqueleto entre as colunas do templo, assim falava a imagem e uma outra frente às nações unidas, num primeiro instante o prédio, do primeiro local, me fizera lembrar o prédio de setubal, ou do bal do set, o prédio que explodira, antonio gutierres, aparece a falar desde nova Yorque, assim parece, sua voz e sua face trás mais do que a dor, algo mais ali se agita nele, uma outra consciência, provável, leitura epifanica do fechar de um circulo, de contas antigas,

seis crianças feridas em las vegas, depois da igreja ne br as ka

saio para a rua com Argélia em mente, chego ao largo das necessidades e de repente aquele sitio tão visto, tao vivido adquire ali no preciso momento novas cores novos tons, a fazer a demonstração que tudo é permanente renovação, só por vezes os nosso olhos cansados, de tédios e de desilusões, assim parecem não ver, olho a igreja das necessidades e reconheço nela a estrutura da casa que está por detrás do primeiro sitio da primeira bomba na Argélia, duas colunas num andar, e uma janela com um semi arco superior, depois em sincronismo, uma outra estrutura idêntica na televisão apareceu, em outro edifício, o palácio raton, o palácio do supremo tribunal, na rua do século,

a pomba em seu arrulhar me chama a atenção, entro no pátio coberto pelas duas colunas , a pomba que dormia levantou voo, pousou de novo sobre o alto relevo da vesica superior onde está mae com o menino sem cabeça, e olha a pedro, levantara do ombro de paulo que se encontra à direita e pousara em cima da vesica

aproximo-me da porta e leio as inscrições que lá se encontram feitas por canivetes, na linha do centro da porta que desce do centro da vesica superior, fa + , o fá da cruz, o forte primeiro da cruz, fla ax ic di primeiro de la , fla x y scp

no redor dezassete e forte de setenta e seis prata , o z dentro de um circulo sessenta e oito, oitenta ee nove, quadrado do vaso do duplo circulo da alavanca do vinte e dois, a astra matos car lápis castelo branco, saxo amarelo seis laminas citroen vinte e cinco,, da alavanca de oitenta e três p z quadrado dezassete sb au di,

o nicho dos apóstolos no primeiro andar da igreja, em sua parte superior faz um semi arco que se inscreve ou desvela de certa forma em sua forma certa um triângulo, reparo na cruz que ele trás em sua mao, uma cruz inclinada, acabara de finalmente digitalizar o desenho da minha cela, e de repente a cruz ressoa em mim, pela posição de um pormenor que me dera conta ao digitaliza-la

a fachada da igreja tem dois andares, as figuras dos apóstolos se repetem estando um por cima de outro em duas fiadas, dois na terra dois no ceu, assim parece dizer, ou como na terra como no ceu, em baixo ladeando a porta grande da igreja, à direita de frente está paulo, à esquerda, pedro, pedro trás um dos braços estendidos e tem os seus dedos, ausentes, como amputados, como se os tivesse perdido, um outro pedro,

o apostolo de cima, do lado direito, continuando de frente a ver, trás a sua cruz inclinada, e foi ao vê-la assim naquela posição, mais o seu cornija, redondo em semi circulo que sugere um triângulo, que a iluminação em mim se deu, a posição da cruz corresponde à posição da cruz que está dentro de um triângulo, desenhada no desenho que desenhei ma minha cela, visto do céu, ou seja, onde eu próprio me desenho naquele exíguo espaço,

está o triangulo com a cruz lá dentro, deitada para a esquerda, sendo a trave horizontal paralela ao lado esquerdo do triângulo, como um escudo templário tombado, é outra interpretação que se afigura, e está este símbolo, à frente do dizer, não á religião

por baixo alinhado com o angulo inferior do escudo triângulo com a cruz, deitada, como se um escudo se tivesse deitado, alinha-se o seguinte texto em quatro linhas

man I´m closed
i dont know wai
a wont only romy
because a love her

man I´m c l os ed i don t k no w w a i a w on t o n l y ro m y be c au se a l o v e her

observando ao pormenor, a forma gráfica em que estas letras se dispuseram, outros sentido complementares ao do dizer, se afiguram e se desvelam,

ob ser van d o ao po r m en o ra f o r ma g raf i ca em q ue es t as l e t ra s se di s p os e ram, o ur t ro s s en t id o co mp l e m en t ar es ao do di ze r, se a f i g u r am e se d es v e l am,

o M de I´ m, tem quatro pernas, closed , deriva em circulo do arpão com gancho ao circulo da sed, da semente, a palavra wai, que deveria ser grafada way, lê-se rai, donde o sentido desta frase em seu todo, é tambem, e don da kapa no do duplo vaso da dupla dor da rai, a dupla dor do ai

o M de I´ m, te m q ua t ro pe r na s, c l o sed , de riva em cir c u l o do ar pão com gan ch o ao cir c u l o da s ed, da se mente, ma p l av ra w a i, q ue d eve r ia ser g rafa d a way, l ê inglesa se rai, don d e o s en t id o d es t a fr ase em s eu t o d o, é tam b em, e don da kapa no do d up l o v a s o da d up l a d or da rai, a d up l a d o r d o ai

o y de romy, desenhada na perna direita que faz com a esquerda o vaso da agua, um s deitado que depois é prolongado, com ligeira inclinação para a esquerda do que seria a sua vertical, e entra no H de her

o y de ro m y, d e s en h ana na pe rna di rei t a q ue f az com a es q eu rda o v a s o da a g ua, um s de it ad o q ue d ep o is + é pr o l on gado, com li ge ira inc lina çao para aa es q eu rda do q ue se r ia a s ua v e r tic a l, e en t ra no H de her

o H de her desenha tambem em sua letra o símbolo do carneiro e um k, e um a, ou seja o carneiro do kapa, o homem, a

o H de her d es en h a t am em e m s ua l e t ra o s im bolo do ca r nei ro e um k, e um a, o u se j a o ca r nei ro do kapa, o h omem, a

o I , I want, é um z invertido, ou seja o zorro do homem da formiga do homem mandante do duplo vaso, que sendo duplo é triplo, olhai a letras para compreender que tem ela três vasos, se isto vos tiver feito confusão, o facto do duplo ser três, sempre foi, o terceiro está sempre incluído

o II w ant, é um z in v e r t id o, o u seja o zo r ro do homem da f o r mig a do h or mm e man dante do d up l o v a s o, q ue s en d o d up ll o é t rip l o, ol j há i a l e t ra s para co mp r en de r q ue te m e l a t r es v a s os, se is t o vo s t ive r f e it o co n f usã o, o f ac t o do d up l o ser t r es, se mp r e f o i, o te rc i ro es t á se mp r e inc lui d o

a cruz deitada no traingulo ou vaso, cujo vértice em relação a perpendicular do enquadramento da folha, ou seja, um rectângulo perfeito em sua verticalidade, tem seu vértice inclinado para a esquerda

a c r u z de it ad a no t rai n g u l o o u v a s o, c u jo v e r tic e em relação a pe r pen di c u l ar do en q ua dr am en to da f o l h a, o u seja, um rec tan g u l o pe r f e it o em s ua v e r tic al i dad e, te m s eu v e r tic e inc l ina d o para a es e s q eu rda

juntando todos estes significados terei assim então a descrição dos seguintes factos

j un tan d o t o d os este s si g ni f ica d os te rei as s im en tao a d es c r i çao do s se gui mn t es f ac t os

um homem escrevera numa parede, não á religião, ou seja pôs em causa a religião

um homem es ce r vera n uma parede, n ão á r e li gi ão, o u se j a p os em ca usa a r e li gi ão

eventualmente é um templário caido, é paulo ou o apostolo que em cima está figurado à direita na igreja,

eve t ua l mente é um te mp l á rio ca id o, é p au l oo u o ap os t o l o q ue em c i ma es t á f i g ur ad o à di rei t a na i g r e j a,

depois o que parece ser uma segunda voz, que diz

que não sabe por que está fechado

d ep o is o q ue par e ce ser u ma se gun d a v oz, q ue di z

q ue n ão sabe por q ue es t á f e ch ad o

graficamente percebemos um outro sentido que complementa e de certa forma parece responder a esta primeira pergunta

g raf ica mente pe r ce be mo s um o u t ro s en t id o q ue co mp l e men ta e de certa f o r ma p a ar ce r es p onde ra est a pr i me ira pe r gun t a

que foi para a cadeira, por um circulo que le lançou um arpão, tipo caça as baleias, donde deverá vir de alguém que habita os acores, ou outro sitio da caça a baleia,
do circulo da semente, ou da serpente ed, a semente do diabo, é o que me vêem agora a cabeça, polanski, de olhos bem fechados, deve portanto ser alguém do grupo dos illuminatti

q ue f o i para a ca de ira, por um cir c u l o q ue le lan ç o u um arpão, t ip o ca ça as bal e ia s, don d e d eve rá vi r de al g eu m q ue h ab it a os ac o r es, o u o u t ro s i i t o da c a ç aa bal e ia, do cir c u l o da se m en te, o u da se r p ente ed, a se mente do diabo, é o q ue me v ee m agora a ca beça, p ola n ski, de o l h os be mm f e c h ad os, d eve p orta n to ser al g u é m do g r up o dos i ll u mina tt i

depois menciona-se rai, que quererá dizer, tambem Itália, ae remete para visão recente da bota de Itália, de massa, sementes, e por ai fora, e afirma que como resultado desta acção, que se pressupõem ter sido o encerramento de quem na cela está, resultou uma dupla dor

d ep o is m en cio na inglesa se rai, q ue q eu re rá di ze r, tam b em it a l ia, ae r e met e para vi sao r e c e n te da b ota de it al ia, de ma s sa, se m en t es, e por a i f o ra, e a firma q ue co mo r es u l t ad o d es t a ac çao, q ue se pr es s up oe m ter sid oo en ce r ra men to de q eu m na ce l a es tá , r e s o l t o u uma d up l a d o r

ainda não há muito tempo, salvo erro depois de eu ter mencionado, algumas mortes que sempre me pareceram estranhas, como a de nico, e a romy a quem se seguiu seu filho, e que na altura de seu acontecer, em mim se entranharam, apareceu depois no dn, um grande artigo, a ela dedicada, e na altura, a minha intuição vibrou, e me disse, o que sempre diz, não existe acaso, existe sentido, entendimento e infinita permanente relação

a inda n ão h á um it o te mp o, sal vo e r ro d ep o is de eu ter m en cio n ad o, al gum as mor te s q ue se mp r e me par e ce ram es t ra n h as, co mo a ni co, e ro m y a q eu m se s e gui u se u fil h o, e q ue na al at ur a de se u ac on te ce r, em mim se en t ra n h ar am, ap ar e c eu d ep o is no dn m g rande ar t i g o, a e l a de di c a d a, e na al t ur aa min h a in t u i ção vi br o u, e me di s se, o q ue se mp r e di z, n ão ex iste ac a s o, ex iste s en t id o, en t en di men to e in f i ni t a pe r mane n te relação

aqui está romy de novo , portanto o que se deduz é que o homem que diz não saber porque razão está preso , sabe contudo uma coisa, que só quer amar romy

au i es t á ro m y de n ovo , p orta n to o q ue se de d u z é q ue o homem q ue di z n ão sabe r por q ue ra z ão es t á pr e s o , sabe co n t u do uma co isa, q ue s ó q eu r am ar ro m y

uma outra menina parecida com romy, está tambem com frequência na tv, associada a um perfume, onde aparece tambem um homem, que é actor, e que parece ser, não trago a certeza de o ser, o homem, que faz de psicólogo na versão segunda do instinto fatal, que eu tive oportunidade de ver um pedaço em casa do antónio viegas talvez entre um a dois anos, recordo-me do fim, o personagem, acaba num hospício, e chega a bela sharon, que lhe diz, estás aqui porque o teu amigo que é policia, te usou durante sete anos, ou algo assim, para conseguir apanhar um traficante

u ma o u t ra me nina par e cida com ro m y, es t á tam b em com fr e q eu n cia na tv, as soci ad aa um pe r f u me, onda ap ar e ce tam b em um homem, q ue é ac tor, e q ue par e ce ser, n ão t ra g o a ce r te za de o ser, o homem, q ue f az de ps i co l o g o na v e r são se gun d a do ins tinto f at a l, q ue eu t ive ap o r t uni dad e de v e r um peda ço em c asa do antónio viegas t al v e z en t r e um a do is a no s, record o inglesa me do f im, o pe r s o na g em, ac ab a n um h o spi cio, e che g aa be l a s h aron, q ue l he di z, es t ás a q u i por q ue o te u ama i g o q ue é poli cia, te us o u duran te set e a no s, o u al g o as s im, para co n se g y i r ap na h ar um t raf i can te

curiosamente esta madrugada em que isto estou escrevendo ao chegar ao café da estação de Alcântara, estava a acabar a transmissão de um filme na quatro, onde aparecia a sharon e o geere, estava mesmo em seu final, ela abraçava um mulher dentro de um carro, parados num sinal vermelho, e decorria um dialogo sobre o que parecia ser o futuro, em que ela lhe dizia, pode-mos largar tudo e ir viver numa praia o resto das nossas vidas e depois, o plano abria, e apareceu a legenda policia, que eu estranhei, mas que deveria ser o titulo do filme visto que a seguir corriam os créditos

c ur i o sa mente es t a mad ra g u d a em q ue is t o es t o u es c r eve n d o ao che g ra ao ca f é da es t aç ão de al can t a ra, es t av aa ac a ba ra t r n s miss ao de um fil me na q ua t ro, onda ap a r e cia a s h aron e o g ee r e, es t av a me s mo em s eu f ina l, e l a ab r a ç av a um mul her den t ro de um ca r ro, par ad os n um sin al v e r me l h o, e deco rr ia um dia l o g o s o br e o q ue par e cia ser o f ut ur o, em q ue e l a l he di z ia, p ode inglesa mo s l ar g ar t u d o e i r v i ve r n uma pr aia o r es t o das n os sas v i d as e d ep o is , oo p l ano ab r ia, e ap ar e ce u a le gan d a poli cia, q ue eu es t ra n he i, ma s q ue d eve r ia ser o t it u l o do fil me v is to q ue a se gui r co rr iam os c réd it os

romy foi morta, não só ela, como quem o fez, lhe talhou tambem de seguida o filho, ontem salvo erro, ou antes de ontem, na banca dos jornais em Alcântara, uma outra mulher parecida com romy, me apareceu aos olhos numa capa de revista qualquer dessas do social, e que é parecida com a romy, a elsa raposo, que ao que parece foi viver para Moçambique ou angola, talvez numa praia, trazia uma face de preocupação e tristeza

ro m y f o i mo rta, n ão s ó e l a, co mo q eu m o fez, l he t al h o tam b em de se guida o fil h o, on te m sal vo e r ro, o u ant es de on te m, na b anca dos jo r na is em a l can t a ra, u ma o u t ra mul her par e cida com ro m y, me ap ar e c eu ao s o l h os n uma c ap a de r e v is ta q ua l q eu r de s sas d oe soci a l, e q ue é par e cida com a ro m y, a e l asa ra p oso, q ue ao q ue par e ce f o i v i v e r para mo cam bi q ue o u na gola, t al v e z n uma pa r ia, t ar z ia uma face de pr e o c up a ç ao e t r is te za

romy terá sido morta bem como sua filha em forma ritualistica, ou seja em forma indirecta, uma cruz, ou um conjunto de cruzes lhe terão sido feitas, como ao homem que estava na cela que isto em parte relata, e ao relatar fornece, uma peça deste imenso puzzle,

ro m y te rá sid o mo rta b em co mo s ua fil h a em f o r ma r it ua l is tic a, o u se j a em f o r ma in di r e cta, uma c r u z, o u um co n j un t o de c r u ze s l he te rao sid o f e it as, co mo ao homem q ue es tva na ce l a q ue is t o em pa r te r e l at a, e ao r e l at ar fp r ne ce, u ma p eça d este i m en s o p uz z l e,

é semelhante a cruz dos quatro apóstolos que estão na igreja das necessidades, ou seja, se unir os quatro entre si faço uma cruz, uma cruz, que sempre aponta uma correspondência e uma distancia no espaço, entre dois ou mais pontos, e tambem , uma operação feita em modo cruzado, se calhar com quatro indivíduos, ou a quatro envolvendo, e na qual são usados espelhos

é se me l h ante a c r u z do s q ua t ro ap os t o l os q ue s tao na i g r e j a da s ne ce s sida d es, o u se j a, se uni r o s q ua t ro en t ra si f aç o u ma c r u z, , uam c r u z, q ue se mp r e ap ao n ta uma co rr es p onde n cia e uma di s tan cia no esa p ço, en t r e do is o u ma is p on t os, e tam b em , uma opera çao f e it a em mo d o c r u za d a, se c l a h ar com q ua t ro in d i v id u os, o u a q ua t rio en c vo l v en d o, e na q ua l são usa d os es pe l h os

e o que é isto de espelhos, espelhos dão imagem de semelhança, assim é quando nos olhamos a eles, vemo-nos a nós em carne, é mesmo a invenção humana que para além da agua e das superfícies naturais reflexivas que nos permite ver a nos mesmos e assim conhecer a nossa imagem, são tambem o espelhos, ou parte da sua história, associado, a vaidade, o pecado mortal, mas a imagem , não é a pessoa que está reflectida, é o seu reflexo, tão real como quem se reflecte no momento em que interage com aquela superfície, sob a luz, a luz que é frequência, partícula e onda e navega no espaço ou na distancia, ou seja temos aqui não só uma explicação da razão de quem a matou matar, como tambem do modus operandos do seu negro fazer

e o q ue é is t o de e spa l h os, es pe l h os dão i mage m de se me l h ança, as s im é q ua n d o no s o l h amo s a e l es, v emo inglesa no s a nó s em c ar ne, é me s mo a in v en ção humana q ue para al é m da a g ua e da s d up e r f i c is na t u r ai s r e f l e x iva s q ue no s pe r mite v e ra no s me ms os e as s im co n he ce r a no s sa i mage m, são tam b em o es pe l h os, o u pa r te da s ua h is t ó r ia as soc ia d o, a v aida d e, o pe c ad o mo rta l, ma s a i mage m , n ão é a pessoa q ue es t á r e f l e ct id a, é o s eu r e f l e xo, tão real co mo q eu m se r e f l e tc te no mo mn to em q ue in te rage com a q eu l a s up e r f i cie, s ob a l uz, a l u z q ue é fr e q eu n cia, par tic u l a e onda e na vega no esa p ço o u na di s tan cia, o u se j a t emo s a qu i n ão s ó uma ex p li ca çao da ra z ão de q eu m a mat o u mat ar, c omo tam b em do mo d us o pera n d us do s eu ne g ro f az e r

estou exactamente na pagina sessenta e nove de setenta e dois, como a dizer a inversão feita em setenta e dois

es t o u ex cat mente na pa gina se s en t a e no v e de set en t a e do is, co mo a di ze ra im v e r sao f e it a em set en t a e do is

vaidade anda geralmente associada à inveja, invejam os vaidosos uns aos outros, se invejam, e invejam o que chama de sucesso, ou a luz de quem é invejado e certo é que romy era muito bela, e deverá ter despertado muitas paixões e consequentemente alguns homens ressentidos, se bem que aqui ao isto escrever uma outra explicação começou a emergir destas letras, que não desdita esta, mas que por assim escrever alarga o campo
das razões, o orçamento de estado desse ano, ou seja o imposto que fora cobrado em almas, em vidas, que geralmente resulta deste tipo de actos, pois é assim que se alimentam, pergunto-me mesmo neste momento, se setenta e dois não será o ano em que desapareceu aquela criança no colégio de lisboa onde andava o paulo portas e que depois apareceu morta numa barragem

v aida d e anda ge ra l mente as soc i ad a à in veja, in v e j am os v ai d oso s u mn s ao s o u t r ps, se in v e j am, e in veja m o q ue ch am a de s u ce s so, o u de l u z de q eu m é in veja d o e certo é q ue ro m y e ra mu it o e l a, e d eve rá te r d es pe rta d o um it as pai x õ es e co n s eu q net e mente al gun s h om e n s r es s en t id os, se b em q ue a q u i ao is to es c r v e r uma o u t ra e x p li cação co me ç o u a em r gi r d es t as l e t ra s, q ue n ão d es d it a es t a, ma s q ue por as s im es c r eve r al arga o cam pao
das ra z õ es, o o rça men to de es t ad o de s se a no, o u seja o im p os to q ue f o ra cobra d o em al ma s , em v id as, q ue ge ra l e mn te r es u l s ta d este t ip o de ac t os, po is é as s im q ue se ali m en tam, pe r gun t o inglesa me m es mo ne t s e mo men t o, se set en ta e do is n ão ser ´ o a no em q ue d esa pr e c eu a q eu l a c rian ç a no cole gi a de l is boa onda anda v a o p au l o p orta s e q ue d ep o is ap ar e c eu mo rta n uma ba r ra ge m

em lua não muito ida, ao voltar dos olivais de metro, por razoes de obras, fazia-se um transbordo, de autocarro no campo grande, ali na paragem que fica em frente ao estádio do leão, e numa dessas noites me veio em espirito um dizer, que me relembrou uma outra mulher que trazia semelhanças com romy, a ruth, que me disse ser ela a responsável por uma das cruzes que me puseram há já algumas década atrás,

em l ua n ão mu it o id a, ao vo l t ar dos oli v a is de metro, por ra z o es de ob ra s, f az ia inglesa se um t ra n s bo r d o, de au to car ro no cam p o g rande, a li na para g em q ue f ica em fr ente ao es t á di o do le ão, e n uma de s sas no it es me v e io em es pi rito um di ze r, q ue me r e l em br o u u ma o u t ra mul her q ue t ra z ia se me l h ança s com ro n y, a t u t h, ru t h, q ue me di s se ser e l aa r es pon s ave l por u ma da s c ru ze s q ue me p us e ram h á j á al gum as decada at rá s,

a ruth era amiga da Sofia, a Sofia das irmãs da estrela, filhas do tal homem que era dono de uma agencia de publicidade, a sofia que estivera em londres, que de lá viera como que fugindo a policia, eu conheci a sofia no jamaica através da ruth que tambem na altura o frequentava, a ruth, vivia nessa altura, paredes meias com o hospital miguel bombarda, ali em cima de alvalade, e eu namorei em breve com ela nessa altura, depois não a vi durante anos a fio e uma noite em que nos tornamos a encontra nos deitamos, em casa de meus pais nos olivais, era verão e eles não se encontravam lá, e me recordei do que aconteceu, de como meu coração batera e de como naquela situação, com a qual nunca me tinha confrontado, tive que encontrar forma de responder, estava eu dormindo, já era de manhã, e comecei a ouvir um barulho que conhecia, fora ouvi-lo que me despertara, era o barulho de uma mão que mexia num vaso onde minha tem jóias e colares assim ao molhe em seu quarto, e me apercebi naquele momento que era a ruth que lá mexeria, pois não havia mais ninguém em casa, depois ela foi tomar banho, eu tambem de seguida, saímos para rua e fomos ao café, e eu dentro de mim durante aquele tempo todo, sem saber o que fazer, até que ao balcão, lhe disse, dá-me cá o que tiraste a minha mãe, e ela ficou encravada, meteu a mao em seu bolso e de lá tirou umas quantas jóias, nunca mais a vi nem a encontrei depois disso.

a ru t he e ra ami g a da s o fia , a s o fia das i r m ã s da estrela, fil h as do t l a homem que era dono de uma a g en cia de pub li ca dae, a s o fia q ue es t ive ra em l on dr es, q ue de l á vi e ra co mo q ue f u gin d o a poli cia, eu co n he c i a s o fia no j am aica at r á v e s da ru t n q ue tam b em na al t ur a o fr e q u en t av a, a ru t h, v iv ia ne s sa al t ur a, par d es me ia s com o h o spi t al mig u el bo m ba dr ad, a li em c ima de al v al ad e, e eu na mo rei em r eve com e l a ne s sa al t ur a, d ep o is n ão a vi duran te a no s a f io e u ma no i te em q ue no s tor n am os a en c on t ra no s de it am os, de it am o inglesa no s em cas de me us pa is no sol iva si, e ra v e rão e e l es n ão se en co n t ra v am l á, e me record e i do q ue ac on te ce r, de c omo me u co ra çao bat e ra e de co mo na q eu l a s it ua çao, com a a q u l a n un ca me tina h co n fr on t ad o, t ive q ue en co n t ra a f o r ma de r es p on d e r, es t av a eu d o r ma in do, j á e ra de man h ã, e co me çe i a o u vi r um bar u l h o q ue co n he cia, f o ra o u vi inglesa l o q ue me d es pe r rta ra, e ra o bar u l h o de uma mão q ue mexia n um v a s o on de min h a te m jo ia s e cola s r es as s im ao mo l he em se u q ua r to, e me ap e r cebi na q eu le mo men to q ue e ra aa ru t h q ue l á me x e r ia, po is n ão h avi a ma is ni gume em c asa, d ep o is e l a f o i tomar ban h o, eu tam b em de se guida, sa i mo s ap a ra rua e f o ma ao ca f é, e eu den t ro de mim dura n te a q eu l e te mp o t o d o, se m sabe ro q ue f a z e r, at é q ue ao bal cão, l he di s se, d á inglesa me cá o q ue t ira s te a m ina h mãe, e e l a f i co u en c rav ad a, met eu a mao em s eu bo l s o e de l á tir o u u ma s q ua n t as joias, n un ca ma is a vi ne m a en c on t rei d ep o is di ss o.

Afigurasse-me provável que uma destas mulheres tenha sido utilizada como espelho na morte de romy, e da mesma forma me quer parecer que a acusação e condenação de que eu foi alvo nessa altura e que me levou à prisão partiu de quem o fez, e quem em mim arranjou um bode expiatório para se escapar a sua negra responsabilidade, sendo muito provável que fosse então dos illuminatti

A f i g ra s se inglesa me pr ova v el q ue u ma d esta s mul he r es ten h a sid o u tili za d a com o es pe l ho na mor te de ro m y, e da me s ma f o r ma me q eu r par e ce r q ue a ac usa çao e co n dena çao de q ue eu f o i al vo ne s sa al t ur a q ue me l evo i ua pr i são par ti u de q eu m o fez, e q eu m em mim ar ra n jo u um bode e x p ia t o r ia p ra se es ca par a s ua ne g ra r es p o san bil i dad e, s en d o um i t o pr ova v el q ue f oo se en tão dos i ll u min ti

Aparecia agora tambem no jornal, um deles aqui, o antónio lobo antunes, tudo chateado com qualquer coisa que nem li, a dizer que se calhar não mais publicaria em portugal, penso que por causa da aquisição da tal editora, assunto a que não dediquei ainda atenção mas que se calhar deveria mais dedicar, pois se trata de mudança de cadeira, ordenada, por organizações superiores, por assim escrever, em consequência do apuramento do que se tem vindo a desvelar, como no caso do tozé brito, que espantado fiquei nem me passava pela cabeça que era ele que estava à frente da universal, curioso porque ao vê-lo agora, me recordei de ter almoçado com ele em frente ao seu escritório nas torres do restelo, creio que era a bmg na altura, no restaurante, onde se deu o acidente em que morreu um criança, o aqua parque, e algo subiu em mim ao momento desta consciência, de num desses almoços, que terão sido três, ou quatro, ele me ter contado que queria ser escritor e que escrevia, e o curioso é que nunca dei com um livro dele publicado, mas se escreve, então linhas trará e se calhar tem sido mesmo daquelas tipo tira linhas, ou tira vidas, uma das tais canetas de prata com bico vermelho de sangue, quem sabe de mortes, para além da marta, sobre a qual ainda aguardo esclarecimentos

Ap ar e cia agora tam b em no jo rna l, um de l es a q u i, o antónio l o bo antunes, t u do ch a tea d o com q ua l q eu r co isa q ue ne m li, a d i ze r q ue se ca l h ar n ão ma is pub li c raia em port u gal, pe mn s o q ue por ca usa da a q u is i ção da t l a edi tora, as s un t o a q ue n ão de di q eu i a inda a ten ção ma s q ue se c l a h ar d eve r ia ma si de di car, po is se t rata de mu dança de ca de i ra, o r dena d a, por o r gan iza ço es s up e rio r e, por as s im es c r eve r, em co n s eu q en cia do ap u ra men to do q ue se te m vi mn d o a d es v e l ar, co mo no ca s o do to zé br it o, q ue es pan t ad o f i q eu i ne m me passa v a ep l a ca beça q ue e ra e le q ue es t av a g fr n te da uni v e r sal, c ur i o so por q ue ao v e inglesa l o agora, me record e i de ter al mo ç ad o com ele em fr ente ao s eu es c rito r ia nas torres do r es telo, c rei o q ue e ra a bmg na al t ur a, no r es tau t ra n te, onda se d eu o ac i dente em q ue mor r eu um c r i an ça, o a q ua par q ue, e e a l g o s ub i u em mim ao mo m en to d est a co n s cie n cia, de n um de ss es al mo ç os, q ue e t rao di s o t r es, o u q ua t ro, e l e me te r c on t ad o q ue q eu r ia ser es c rito r e q ue es c r e v ia, e o c ur i o s o é q ue n un ca de i com um li v ro de l e pub li ca dao, ma s se es c r eve, en tao li n j as t r a rá e se calha r te m sid o me s mo da q eu l as t ip o t ira li n h as, ou t ira v id as, u ma das tais can t es de pr at a com bi co v e r me l hi de s na h ue q eu m sabe de mor t es para a l é m da marta, s o br e a q ua l a inda a g ua r d o es c l ar e cimentos

O antonio, tambem aparece nesta história em diversa ocasiões, na latina europa quando filmamos o cu dos judas para o lusitanea expresso, no lançamento do seu livro, hei-de amar uma pedra, que depois rolaram duas, uma no norte e outra em S.to antonio dos cavaleiros, e depois no lançamento de um outro seu livro na gare de Alcântara, onde ele aparecera mergulhado em paranóia, rodeado de seu antigos companheiros de armas que o protegiam, como se estivesse com a cabeça a prémio, e onde depois se passaram acontecimentos que se relacionam com mayamar

O ant oni o, tam b em ap ar e c ne s ta h is t ó r ia em di v e r sa oca si õ es, ma l a tina eu ro pa q ua n d fil mam os o c u dos j u d as para o lu si ta ne a e x press o, n lam ça, en te, he i inglês de amar u ma ped ra, q u d ep o is reo l ar am du as, uma no n o r te e o u t ra em s to antonio dos c av a lei os, e d ep o is no l ança m en to de um o u t ro s eu li v ro na g ar e de al can t a ra, onda e le ap ar e ce ra mer g u l h ad o em para no ia,, ro dei ad o de s eu ant i g os co mpa n he i ro s de ar ma s q ue o pr ot e g iam, co mo se es ti b v es se com a ca beça a pr émi o, e onda d ep o is se p asa ram ac on te cimentos q ue se r ela cio n am com maya mar

Um outro elo aparece e complementa e relaciona ainda com uma morte mais recente cujo detalhe está mais a frente noutra parte deste mesmo capitulo do Livro da Vida, a de bhutto, e de um sonho, um sonho que nos leva a nova Yorque e a queda das torres gémeas, via a história do segredo do livro do presidente, e a pedro cabrita reis, e a monica lapa que tambem foi ceifada antes de seu tempo, se calhar porque percebera alguma parte desta tramóia,

Um o u t ro e l o ap ar e ce e co mp l e m en ta e r ela cio na a inda com uma mo rte mai r e c en te c u jo d eta l he es t á ma is a fr ente no u t ra pa rte d este me s mo ca pi t u l o do Li v ro da V id a, a de b h u tt o, e de um s on h o, u m s on h o q ue no s l eva a n ova y or q ue e a q eu da das t o rr es ge mea s, v ia a h is t ó r ia do se g red o do li v ro do pr e side n te, e a pe dr o ca br ita rei s, e a mo ni c al ap a q ue tam b em f o i ce i fada ant es de s eu te mp o, se calha r por q ue pe r ce be ra al gum a pa rte d esta t r am o ia,

O sonho da plataforma basculante com um alçapão em seu centro que lhe permita a ela subir, e que se espelha no carro de bhutto, na abertura do tejadilho onde ela com a cabeça bateu e morreu, e com a imagem de agora na igreja das necessidades, pois foi aí que nós filmáramos o spot das festas de lisboa, exactamente nesse telheiro se montou um praticável com estrutura semelhante a do meu desenho da torre elevada em nova Yorque, onde se colocou a câmara para filmar o ricardo que vinha atrasado dentro de um taxi, negro e verde para ir buscar a margarida para as festas de lisboa, a plataforma ficou ali no telheiro ao lado de Paulo, onde está sua estatua, uma filmagem onde estava tambem a cristina coutinho e o chico graça entre muitos outros da equipe e se relaciona agora por sincronismo de aparecer com o josé júlio lopes, que esteve me sintra quando do brain storming da criação do plano de promoção das festas de lisboa

O s on h o da plataforma ba s c u l ante com um al capão em s eu c en t ro q ue l he pe r m it aa e la s ub i r, e q ue se es pe l h a no car ro de b h u tt o, na ab e r t ur a do te j ad ilho onda e la com a ca beça bat eu e mor r eu, e com a i mage m de agora na i g raja das ne ce s sida d es, po is f o i a í q ue nó s fila m ramos o s p ot as f eta s de l is boa, e ex ca at m en te ness e te l he i ro se mo n to u um par tic ave l com es t r ut ur a se me l h ante a do m eu de s en h o da t o rr ee l eva da em n ova y o r q ue, onda se colo co u a cam a ra para fil mar o ricard o que vi n h a at ra sado den t ro de um t ax i, ne g ro e verde p ra i r us ca ra a mar g ar i d a paras as f es t as de l is boa, ap l at a forma f i co u ali na te l he i ro ao l ad o de P au l o, onda es t á s ua es tatu a, uma fil mage m onda es t av a t am em a c r is t ina co ut in h a e o ch i co g r a ç a en t r e mu it os o u t ro s da e q u ipe e se r e la cio na a g o r ap or sin c ro ni s mo de ap ar e ce r com o jo s é s u lio l o p es, q ue esteve me sin t ra q ua n do d o b r ain s tor ming da c ria ç ão do p l ano de pr o mo çao da s f es t as de l is boa

O a1 capão es pe primeiro homem no car ro de bhutto, e com, a maga de agora e gata raja das necessidades dos nós da f i ka maior do ramos circulo da pe r p ente do p ot às do forte das eta serpente da cam a ra e para do mar da fil, e verde p ra us cara à mara g a rid a paras as f es t às da primeira is boa, ap pr i me r ia em forma fic ali, uma fil mage da onda est do filme da manha t am em a cristina coutinho e chico graça, a gata, ou gato do or da ap do circulo do rato so sin do circulo do ron no serpente mo de ap recer com o j és e ju l io l o p es, do quadrado do esteves da me de sintra da chuva no bar si l da tempestade dp circulo da ria da são do talho primeiro do ano do pr omo são do forte de espanha da cruz do as da primeira is boa

o ro de nova yorque o thot, apareceu-me agora nas letras, e de imediato me subiu a memória do que mais à frente é explicado em maior detalhe do visto relativo à morte de Bhutto, na sequência de slides que observei no yahoo, um senador americano, de perfil, com a bandeira as estrelas por detrás, dizia a legenda que ele estava observando o discurso de sua mulher, mas nem nesse slide nem em outros de seguida aparecia tal senhora, só hillary, que dava metade da chave, a velocidade, a impressão em blur reflectida no espelho de horus, e por detrás dela uma coluna onde se via uma chávena de café, ou seja, o blur a velocidade, o arranque súbito do carro, provocado por um estimulante, hoje o jornal publico trás uma foto da conferencia de impressa, onde se ve dois x marcados no cubo que segura o microfone, a imagem desvela por detrás o senador a, passei agora de novo na igreja, e encontrei os seguintes dizeres , serpente ua vaso e zorro , a seta, r e gi s li tom l da l os boa, quatrocentos e vinte d dois, te l quatro sete dois quinze de oitenta , um pedacinho de papel rasgado eventualmente de bomba de gasolina, michelin, oito, noventa e nove, pr e co uni d t ot al, duzentos e cinquenta , oitenta e sete, terceiro do circulo, duzentos e cinquenta de oitenta e sete, terceiro do nono, circulo terceiro, circulo, ou seja o terceiro entre dois círculos, do sete quadrado dd da estrela de oitenta e seis, diz o circulo do cubo do microfone, do quadrado branco alemão, segundo do quinto entre par en tesis, ge circulo ne da duplo vaso, w, serpente cruz ni segundo elo da barca de prata ,ao lado das duas lanças, como as que observei no tecto da entrada da casa do jardim do palácio, uma delas aponta a gola com o sangue a escorrer, para compreender esta imagem em sua plenitude, tereis que ler a segunda parte mais à frente, adquire assim um novo sentido mais definido, tambem pormenorizado mais adiante, do sapato de bruni na visita ao egipto, o sapato que tem a mesma semelhante forma a um dos visíveis no chão do banco traseiro onde bhutto morreu, pisa a bruni, o solo, egípcio, ou seja uma pedra, que não necessariamente veio de lá, embora a célula do suicida, caso tenha existido, possa lá ter estado ou de lá vindo, mas que remete para os crocodilos, para alguém que desempenha o grau de thot, assim os pedaços juntos falam

o ro de nova yorque o t hot, ap ar e ce u inglesa me agora e de imediato me s ub i ua me mó r ia do q ue ma is à fr ente é e x p li ca do em maio r d eta l he do vi s to r e l at ivo à mor te de B h u tt o, na se q un cia de sl id d es q ue ob s e r v e i no y a h oo, um sena dor am e ri cano, de pe r fil, com a ban de ira as es t r e l as por de t rá s, di z ia a l e g en d a q ue e l e es t av a ao b s erva n do o di s c u r s o de s ua mul her, ma s ne m n s se s lide ne m em o u t ro s de se guida ap ar e cia t al s en h o ra, s ó hi ll ary, q ue d av a met ad e da ch ave, a v elo cidade, a im press ão em blur r e f l e ct id a no es pe l ho de h o r us, e por de t r´ + as de la uma co l una onda se v ia u ma ch avena de ca f é, o u se j a, o blur a v elo cidade, o ar ra n q ue s ub it o do car ro, pr ovo c ad o por um es tim u l ante, h oje o jo r n al pub li co t rá s uma f oto da co n f e ren cia de im presa, onda se v ~ e do is x ma rca d os no c ub o q ue se g ur a o mi c rif one, a i mage m d es v e la por de t rá s o s en ad or a, pa s se i agora de n ovo na i g r e j a, e en com t rei o d se gui n te di ze r es, se pr en te ua v a s o e zo r ro , a s eta, r e gi s l i tom l da l os boa, q ua t ro c en t os e vi n te d do is, te l q ua t ro set e do is q ui n ze de o it en ta , um peda c in h o de pap el ra s gado eve n t ua l mente de bo mba de g as o lina, mic he l in, o it o, no v en ta e no v e, pr e co uni d t ot al, du zen t os e c in q eu n ta , o it e nat e set e, te r ce i ro do cir c u lo, du zen t os e c in q eu n ta de o it en ta e set e, te r ce i ro do nono, cir c u l o c te r ce i ro, cir c u l o, o u seja o t r e ciro en t r e do is c irc u l os, do set e q au dr ad o dd da es t r e la de o i ten t a e se is, di z o cir c u lo do c ub o do mic ro f one, do q ua z dr ad o br anco al e mao, se gun d o do q u in to en t r e par en te sis, ge cir c u l o ne da d up l o v a s o, w, se r p en tea c r u z ni se gun d o e l o da ba rac a de pr ta ,ao l ad o das du as l ança s, co mo as q ue ob se r v e i no te c to da en t ra da d a ca as do j ar dim do p l a cio, , uma de la s ap on ta a g ola com o s na g ue a es co rr e r, para co mp r en de r es t a i mage m em s ua pe l ni t u de, te reis q ue l e ra se gun da par te maia s à g fr ente, ad q u i r e as s im um n ovo s en t id o mai d efe ni d o, tam b em po r m ono r iza d o ma s i ad ian te, do sa pato de br uni na v isi ta ao e g ip to, o sa pato q ue te m a me s ma se m l e h ante f o r ma a um dos v isi v e is no ch ao do ban co t ra se i ro onda b h u tt o mor r eu, p isa a br uni, o s o l o, e g i p cio, o u seja uma pe d r a, q ue n ão ne ce ss aria mente v e io de l á, em bo ra ce lula p os sa l á te r es t ad o, ma s q ue r e met e para os c roco di l os, para al gum e q u d es em pan h a o g r au de t hot, as s im os peda ç os j un t os f al am


ou seja em suma provisória destas ultimas linhas, o que se parece aqui desvelar, é que a morte de romy e de seu filho, foi ordenada, que eu terei ido para a prisão por causa disso, ou tambem por causa disso, que quem está por detrás dela, está ligado tambem a queda das torres, ao tsunami, ao muro nas aguas frias, e tambem à morte de bhutto, que a maldição que me foi posta terá sido posta por uma destas personagens, que se calhar é o tal policia desta história, e que existe uma ligação com londres, por um ou dois elos, a ruth, via a sofia, ou pela cristina coutinho ou ainda os dois elos se ligam como anéis irmandadas, e que os illuminatti, estarão também de alguma ligado com o desenrolar destes acontecimentos, e que sendo o vaso duplo, em expressão cruzada , no três, pai filho e espirito santo, tambem aqui se encontrará o autor da morte do papa, e provavelmente via ligação de romy a frança, com a queda do vaivém, ou seja um a sequência que não é mais de que a expressão nas ultimas décadas de uma antiga batalha, e de vinganças sucessivas, e que agora chegou mesmo a adquirir os contornos de uma guerra mundial.

O u seja em s uma pr o v is ó r ia d est as u l tim as li n h as, o q ue se para ce a q u i d es v e la r , é q ue a m ot e de ro m y e de s eu fil h o, f o i o r dena da, q ue eu te rei id o para a pr i sa o por c au sa di ss o, o u tam b em por ca usa di ss o, q ue q eu m es t á por de t rá s de l a, es t á li gado tam b em a q eu da das torres, ao ts un ami, ao m ur o na s g au s f ira s, e tam b em a mor te de b h ut to, q ue a m al di çao q ue me f o i p os ta te rá sid o p os t a por u ma d esta s pe r s o na ge mn s, q ue se c l a h ar o jo sé ju li oo , é o t al poli cia d est a h is t ó r ia, e q ue ex iste uma li ga çao com l on dr es, poe um o u do is e l os, a r t u h, v ia a s o fia, o u pe ka cir s t ina co ut in h o ou a inda os do is e leo s se li g am co mo ane is i r man da dao s, e q ue os i ll u min tt i, es t rao tam b d em de al g uam li gado com ode s en rola r d este s ac on te cimento s, e q ue s en d oo v a s o d up l o, em ex pr ee sao cir za d a , no t r es, p ai fil h o e es pi e to san to, tam b em a q u i se en co n t r a rá o au tor da mo r e t do papa, e pr ova v e l mente v ia li g a ç ão de ro m y a fr ança, com a q eu da do v a i ve m, o u seja um as e q un cia q ue n ão é ma si de q ue a ex press ao nas u l tim a s d e ca dad e uma ant i g a batalha, e de vi n gan ç as s u ce ss iva s, e q ue agora che g o u me s mo a ad q u i r i ro s co n tor no s de uma g eu r ra m un dia l.

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Oh Bela Menina Bruni, escrevia eu, sobre ter a minha amada e eu, frio e a vejo no dia em que desvelei este sentir, sabe o coração meu e de minha amada é um mesmo, se bem que ela tenha um lá dentro e eu tambem, quer dizer, cada um trás o seu pedacinho e assim deve ser, e depois me apareceu e bela menina senhora e mãe com um vestidinho assim meio despidinho nas partes laterais, terei que pressupor que as costas eventualmente estariam tambem a apanhar a brisa, porque a foto não as mostrava, mas a paisagem, desvelada e ocultada aquecia mesmo o coração pela abertura que tem nos olhos, e eu para lhe ser franco como gosto de andar nu, aqui para nós que ninguém nos ouve, fiquei muito baralhado, então será a bela menina bruni, que trás o outro pedaço do mesmo coração, para lhe ser mais franco ainda, embora os socialistas talvez fiquem um pouquinho chateados, eu conheço alguns que só amam às escuras, estou a ficar mesmo confuso em saber quem é a minha esposa, com quem eu estou no ceu e pelo ceu casado, e começo mesmo a pensar meter-me em casa em não sair dela até ela me bater à porta, mais ou menos dizia um anuncio ao bond tambem hoje no jornal, de uma missão sobre capturar um coronel traficante de armas, pela habitual mania, tinha que ser russo, mas o que importa era o anuncio anunciar que ele tinha andado a coleccionar meninas e que agora elas o coleccionavam a ele, para ser franco, em pequenino coleccionava selos, foi meu avo capitão que tinha um irmão chamado Aurélio, que depois de ter olhado para mim muitas vezes, terá dito para seus botões, este rapazinho precisa de se concentrar, vamos lá arranjar-lhe um hobby, e então eu me lembro nas tardes depois do pestalozzi, numa casa onde ele vivia com a minha avó Virgínia, ali ao lado da casa dos aparentes loucos do bombarda, de estar sentado na cozinha, pôr ele uma cafeteira ao lume com agua até ferver, que depois se trazia para a mesa, aquilo fazia vapor por um bico assim curvo, que me faz agora pensar noutras, mas adiante, pegavam-se então os envelopes e marinhava-se os selos no vapor até eles descolarem, era muito divertido tudo aquilo, depois um dia meu avó partiu para o ceu, e eu fiquei com uma mala com um zip cheia de selos ao molhe, lá dentro havia mesmo um de D. Maria que era o mais valioso, e que eu um dia em minha displicência juvenil, dei ou emprestei, que acabou por ser um emprestadado, a mala do selos a um rapaz do olivais que morava na minha rua e nunca mais os vi, nessa altura não sabia eu do valor exacto de tal selo, mais tarde, quando trovejou uma noite no ceu de minha meninice, era o meu avó que sem estar chateado me deu com razão um puxão de orelhas e me desvelou que aquilo era tipo uma secreta herança casada com uma caça ao tesouro e um teste de responsabilidade com a prima paciência e a sobrinha inteligência, para eu o encontrar e que podia ter já um pé de meia, bom na verdade, já tive alguns, e podia ter tido mais não fosse os ladrões existirem, e eu ser muito distraído, ou andar sempre com a cabeça na lua, a lua que é bela como a menina, em verdade o que eu gostava mesmo muito de ter a meu lado era dois pés sem meias e sem roupa da minha amada, também lhos podia tirar assim devagarinho, inventava umas festinhas de permeio antes de os começar a beijar e dar-lhes ternurentas dentadinhas, que não magoam, só fazem sorrir e brincar e o quarto, aquele grande, onde o amor vive, ficar mais quentinho, não sei ainda bem porquê, mas esse rapaz que vivia lá na rua, e que se calhar ainda vive, e cujo nome nem mesmo mais me recordo, e no entretanto me recordei, o carlos, mas que tinha uma irmã muito gira no tempo das nossa adolescências, que não me ligava nenhuma, diga-se em passagem, sempre ficou assim uma espécie de fiduciário de objectos emprestadados, alguns dados por meu avô, um deles que lhe emprestei numa altura em que o rapaz me cantou que ia fazer uma banda, ou musica ou o que fosse, que tudo o é, um xilofone africano, que era muito belo e tinha um som muito bonito, esse tentei recuperá-lo ao longo do tempo mas não o consegui, tenho agora outro que encontrei em Moçambique, veja lá quando já metia o pé no avião, e onde toco, mas enfim, o som não é grande coisa comparado , com o outro do meu avô, ou assim me recordo, se calhar parece-me o som ser melhor porque era um presente dado por meu avó
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O h B e la Me nina Br uni, es c r e v ia eu s o br e ter a min h a am ad a e eu fr i o e a v e jo no d ia em q ue d es v e lei este s en tir, s ab e o coração m eu e de min h a am a d a é um me s mo, se b em q ue e la t en h a um l á den t ro e eu tam b em, q eu r di ze r, c ad a um t rá s o se u peda c in h o e a sis m d eve ser, e d ep o is me ap ar e ceu e b e la me nina s en h o ra e mãe com um v es t id in h o as s im mei o d es pi din h o na s p a r t es l at eri as, te rei q ue pr es s up o r q ue as co s t as eve n t ua l men te es t rai ma tam b em a ap a h ar a br isa, por q ue a f oto não as mo s t rav a, ma s a pai sage m, d eve l ad a e o c ul t ad a a q eu cia me s mo o co rça ção pe l a ab e r t ur a q ue t r em no s o l h os, e eu para l he ser franco co mo g soto de anda r nu, a q u i para nó s q ue ni n g eu m no s o u v e, f i q eu i mu it o ba ra l h ad o, en tão se rá a b e l a mini na br uni, q ue t rá s o o u t ro peda ço do me s mo coração, para l he ser ma si franco a inda, em bora os soci al ista s t al v es f i q eu m um p o u q ui n h o ch a tea d os, eu c on h e ço al gun s q ue s ó ama m às es cura s, es t o u a f i ca r me s mo c on fuso em sabe r q eu m é a min h a es p ao sa, com q eu m eu es t o u no c eu e pe l o c eu c asa d o, e co me ç o me s mo a pen sar met e r inglesa me em c asa em n ão sa i r de l a at é a e l a me bat e r À porta, ma si ou m en os di z ia um a n un cia ao bo n d tam b em h oje no jo r n a l, de uma miss ão s o br e c ap t ur ar um co ro nel t ra f ica n te de ar ma s, pe l a h ab i t ual ma ni a tinha q ue ser ru s s o, mas o q ue im porta e ra o a n un cio a n un cia r q ue e le tinha anda d o a cole cio n ar m eni na s e q ue agora e l as o cole cio na v am a e le, para ser franco, em pe q eu nino cole cio n av a se l os, f o i me i u av o ca pi tão q ue tinha um ira mão ch amado au r elio, q ue d ep o is de ter o l h ad o para mim mu it as v e z es, e t rá di t o para se us bo t õ es, este ra pa z in h o pr e cisa de se c on c en t ra r, v amo s l á ar ra n j ar inglesa l he um h ob b y, e en tão eu me l em b ro na s t ard es d ep o is do p es ta ç l o z zi, n uma c asa onda e l e vi v ia com a min h a v ó vi r g ini a, a li ao l ad o da c asa dos ap ar en t es l o u co s do bo m ba rda, de es s t ar s en t ad o na cz o in h a, por ele uma ca f e te i ra ao l u me com agua at é f e r v e r, e d ep o is se t ra z ia para a mesa , a q ui l o f az ia v ap o r por um bi co as s im c ur vo, q ue me f az agora p en ar no u t ra s co i sas, mas ad ian te, pe g av a inglesa se en tão no s en v e lopes e marin h av a inglesa se os se l os no v ap o r at é e l es d es cola r em, e ra mu i t o di v e r t id o t u do a q u i l o, d ep o is um d ia me u av ó pa r t i u para o c eu, e eu f i q eu i com uma ma l a com um z ip che ia de se l os ao mo l he, l á den t ro h avi a me s mo um de D. Mar ia q ue era o ma si v ali o so, e q ue eu um d ia em min h a di s p li cen cia j u v eni l, de i o u em pr es tei, q ue ac ab o u por ser um em pr est ad a d o, a ma l a do se l os a um ra pa z do s olivi as q ue mor av a na min h a rua e n un ca ma si os vi, ne s sa al t ur a n ão s a bi a eu do v a l o r ex ac to de t al se l o, ma is t ard e, q ua n d o t ro v e jo u uma no it e no c eu de min h a me ni nice, e ra o m eu av ó q ue se m est ar ch at e ad o me d eu com ra z ão um p u x ão de o r e l h as e me d es v e lou q ue a q u i l o e ra t ip o um a se c r tea he ra n ça c asa da com uma c aç a ao te s ouro e um te s te de r es p os na bil di ad e com a pr i ma pac i en cia e a s o br in h a in te li g ên cia, para eu o en c on t ra r e q ue p o dia ter j á um p é de me ia, bna v v e ra d e, j á t ive al g un s, e p o dia ter t id o ma si n ão f o s se os l ad r õ es ex is tir em, e eu ser mu it o di s t ra di o, o u anda r se mp r e com a cab eça na l ua, a l ua q ue é b e l a co mo a m en i na, em v e r dad e o q ue eu g os t av a me s mo mu it o de ter a ma eu l ad o e ra do is p é s se m me ia s e se m ro up a da min h a am ad a, tam b ém l h os p o di a t ira r as s im d eva g a rin h o, in v en t av a uam f es t in h as de pe r mei o ant es de os co me ç ar a bei j ar e d ar inglesa l h es ter n ur en t as den t ad in h as, q ue n ão mago am, s ´ f az em s o r r i r e br inca r e o q ua r to, a q eu l e g rande, onda o amo r v ive, f i car ma si q eu n t in h o, n ão se i a inda b em pr o q eu ma s es se ra p az q ue vi v ia l á na r ua, e q ue se ca l h ar a inda vi f ee c u jo no me ne m me s mo ma is me record o, ma s q ue tinha uma ir mão mu it o g ira no te mp o das no s sa ad o l es cen cia s, q ue n ão me li g av a ne n h uma, di ga inglesa se em ap as sage m, se mp r e f i co u as s im um a es pe cie de f id u cia r ia de ob ject os em pr es t ad a d os, al gun ms d ad os por m eu a v ô, um de l es q ue l he em pr es te i n uma al t ur a em q ue o ra p az me can t o u q ue ia f a z e r uma ban d a, ou um sic a o u o q ue f o s se, q ue t u d oo é, um xi l o f one a fr i can o, q ue e ra mu it o b e l o e tin h a um s om mu it o bonito, es se ten tei r e cup e rá inglesa l o ao l on g o do te mp o ma s n ão o c on se gui, a t en h o agora o u t ro q ue en c on t rei em mo ç am bi q ue , veja l á q ua n d o j á met ia o p é no avi ão, e on d o t oco, ma s en f im, o s om n ão é g rande co isa co mpa r ad o , co m o o u t ro do m eu a v ô , o u as s im me record o, se calha r pa r e ce i inglesa me o s om ser me l h o r por q ue e ra um pr e s en te dad o por meu a v ó
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Depois escrevi mais duas paginas neste impulso inicial, mas o pc foi abaixo, certamente por sobreaquecimento de amor, que nada tem a ver com o global pois é caso de dizer, mais local, do local do seus olhos que me sorriem em seu belo rosto aqui ao lado da onde escrevo, e depois deu-me um sono pesado e súbito, assim meio triste e chateado quando perco letras escritas, e foram as segundas na noite, as primeiras no pc do café , mais estranho e menos estranho, alguém em remoto fez cair a pagina, tinha eu acabado de escrever um texto sobre o que vira na queda do vaivém que explodira à subida e como evidente, tão quente o assunto o é, que quem monitoriza, o conseguiu em parte apagar, contudo não estava concluído e portanto como geralmente acontece, ficam sem perceber o mais importante, são mesmo bestas e se portam mesmo mal, pior sempre é eu pensar que quem o faz o poderá usar indevidamente, ou seja, usá-lo para fazer mal a alguém em forma indevida e ou injusta, portanto melhor é fazer uma oração de seta pescada na boca, que se quem assim o fizer recebê-la-á no seu respectivo traseiro em igual medida em que indevidamente e fora do amor a terá enviado, pronto já está feita em meu coração, que cada um faça a sua maneira
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D ep o is es c r e vi ma is du as pa gina s ne s te im p u l s o in i cia l, ma s o pc f o i ab a ix o, ce rta e mn te por s ob rea q eu cimento de amo r, q ue n ad a te m a v e r co m o g l ob a l po is é ca s o de di ze r, ma sis l o c a l, d o l o cal do se us o l h os q ue me s o r r i em e m se u belo ro s to a q u i ao l ad o da onde es c r evo, e d ep o is de u inglês me um s ono pesa d o e s ub i t o, as s im mei o t r iste e ch at ea d o q ua n d o pe r c o l e t ra s es c rita s, e fr o am as se gun d as na no it e, as pr i me ira s no pc do ca f é , ma sis es t ra n h o e m en os es t ra n h o, al g ué m em r e m oto fez ca i r a pa gina, tinha eu ac ab d o de es ce v r e r u m te x to s ob re o q ue v ira na q eu d a do v a ive m que ex p l o d ira à s ub i d a e co mo e vi den te, t ão q un te o as s un t oo é, q ue q eu m m on oto r i za, o co n se gui u em pa rte ap a g ar, c on t u do n ão es t av c on c lui d o e p orta n to co mo ge ra l men te ac on te ce, f icam se m pe r ce b e r o ma si im porta n te, são me s mo best as e se p o r t a m me s mo m al, pi o r se mp r e é eu pen sar q ue q eu m o f az o p o de rá usa r inde vi d am en te o u seja , usá inglês l o para f az e r m al a al g eu m em f o r ma inde v id a e o u in j us t a, porta n t o me l h o r é f az e r u ma o ra çao de s eta pesa c ad a na b o ca, q ue se q u e m as s im o f i ze r r e ce be inglesa l a no s eu r es pet c ivo t ra se it ro em i g au l me di d a em q ue inde vi d ame n te e f o ra do amo r a te rá en vi ad o, pr in to j á es t á efe i t a em me u co ra çao, q ue ca ds um f aç aa s ua m ane i ra

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Depois dormi e dormi e dormi e depois lá acordei, e ainda não tinha minha amada ao meu lado em meu leito, e depois de fazer as coisas anormais em sua ausência como vestir-me e por ai fora, olhei de novo o jornal aberto onde estão os dois a sorrir e reparei que os auscultadores tinham ficado em cima da menina salvo seja, e que eles dizem nas suas partes laterais, serpente do circulo de nova Yorque, ou seja sony, tambem eu ando à procura dela, se é que já não a encontrei numas notas que tomei na altura de um cartaz com um belo sorriso, mas que ainda como muitas outras ainda não se encontram aqui transcritas, não me parece a menina que a seja, se a fosse era uma serpentinha muito bonita daquelas que mais apetece dar beijinhos ao fazer festinhas, mas outros nomes vem mencionados nas letras do seu artigo, ou melhor do artigo que a trás, e se calhar um dos nomes daquela parte dos episódio tipo balzac, das trocas e baldrocas do coração com setas à mistura e venenos e coisa e tais, que para lhe ser franco até fiquei com os olhos em bico e a doer, pois se já tenho dificuldade normal em perceber essas confusões neste caso bem bicudo o é, e depois vi que tem um filho com o nome do meu tio avó e fiquei logo a pensar nas pessoas que portam tao belo nome, ou seja prefiro sempre entender o belo, que o menos belo, que não sei se dá mais trabalho ou menos, nas vezes dá mais pois é esforço acrescido que se tem que fazer para se pôr na posição dos que operam as asneiras ou os mal feitos ou as coisas assim assim, mas isso deriva de minha natureza, e se não fujo a ela tambem não me eximo do resto, se bem que prefira mesmo é beijinhos, promessas, tambem não me preocupam, é bom prometer, que é uma espécie de pintura ou de quadro e da intenção da mão do coração e um dizer de quanto amo a minha amada, e às vezes me ponho a pensar se não faze-lo, não é nas vezes uma outras forma de dizer, dos medos, e das consequentes baixas expectativas, e depois penso em acrescento quando assim penso, se torno as expectativas baixas, se calhar tambem o faço a meu empenho, é ver promessa, como expressão de vontade, o que não obsta a que elas mudem no caminho que caminhando tambem nos faz mudar, mas porque razão nada prometer, parece que disso se faz um tabu, que em todas as suas formas é coisa que eu não gosto, faz-me contudo isto lembrar para além de magias e cicatrizes, uma outra memória, do género namoras comigo, diz o rapaz fogosa à rapariga, logo querendo por um anel em seu dedo enquanto lhe beija o coração, ou leva-la rápido para a casa que era só dele e lhe mostrar as gavetas todas, e arranjar logo espaço para ela, e a menina muito assustada, que logo começa fugir pela janela, e então, dizia, eu, ou melhor tentava dizer, que estas letras com a menina a meu lado em foto, precise-se, parecem-se muito como as cerejas e andam às voltinhas e voltinhas e mais voltas ainda dão, vá-se lá entender porquê, deve ser pelo seu belo pulóver cor dos seus belos olhos, e que daqui pelo tacto me parece ser de caxemira, pelo menos faz-me lembrar uns que eu tinha assim embora acho que nunca tive um nessa cor, ando com isto aqui na minha cabeça às voltas desde que li, e se quer que lhe diga ainda não alcancei em todo o seu comprimento essa sua frase, de que com ou sem talento, e sendo melhor te-lo, um homem é só um homem, no contexto de que, e ainda bem que o sabe, a fama ou sucesso, ou poder, como lhe chamam, não a afectam, esta parte é a mais compreensível, pois sendo a menina para alem de bela, famosa, deve ter tido que se habituar a viver com isso desde que nasceu, e portanto estará bem habituada a com isso lidar, a parte deveras estranha, e que um homem é só um homem, da mesma maneira deduzo eu aqui que dirá que uma mulher é só uma mulher e tudo bem, desde que não me esqueça que cada ser é pelo menos um universo infinito, mas tentava eu falar-lhe do que durante o meu dormir e dormir e dormir, ao acordar vi, a cobra de nova Yorque lembrou-me agora ao escrever uma visão do um grafit na expo, tipo teste americano, se me amas, se não me amas, e depois, um afirmativo parti, que ficou perfumado em mim com tristeza ou mesmo violência, estava isto num vidro de uma montra com um erro de construção no chão que tinha sido emendado e ficara uma espécie de cobra, depois olhara o edifício na esquina da sony, que do local onde estava se lia só ny, sabe é mais ou menos naquele sitio onde se deram uma serie de acidentes de carros, tem uns dedos muito bonitos, vê-se que tem uma mãe pianista, e agora que neles um instante me perdi, um deles me pareceu a cabeça de um cavalo marinho que é um animal que dá sorte a quem o trás como companhia, assim um dia uma amiga muito crescida me ofereceu um, e falava-lhe eu em acidentes de carros, e agora que vinha do jardim onde foi dar uma voltinha nesta madrugada, a ver se minha amada me tinha lá posto um bilhetinho de amor, ouvi ela em espírito a me dizer, bomps de amor, e me subiu à memória, uma alucinação colectiva que creio com bastante precisão que terá sido presenciada por muitos, tinha eu ainda televisão a funcionar, e num telejornal que decorria normalmente quando assim em justeza se pode dizer dos telejornais a atender a seus tristes, macabros e repetitivos conteúdos, quando de repente apareceu a corte brusco, o gato do shire, sabe, aquele da alice que tem uma boca muito comprida, que maior fica quando sorri ou tenta parecer sorrir, que mostra muito os dentinhos todos e curvam assim para cima parecendo bigodes, o que é estranho mesmo num gato, mas a menina deve concerteza conhecer a alice e se bem se recorda o gato dela, ou melhor o gato que de vez enquanto lhe aparece, é assim um bocadinho estouvado, por assim escrever, esperto mas estouvado, e vê as coisas sobre um prisma assim um bocado pró estranho, nas vezes, este, mesmo assim, ganha imenso dinheiro ao que parece por noticia recente, a contar histórias a plateias de outros animais, dinheiro que certamente dará em grande parte a unicef para ajudar as alices com fome e várias precisões deste mundo, então o gato do shire, estava numa casa branca e dava as boas festas, o que é sempre simpático de receber, tambem para si menina, e para todos, e depois aparecia uma mantinha escocesa igual a que eu tinha, e igual a que tem a minha mãe que é desde menino a minha mantinha preferida e com a qual gosto muito de me deitar a fazer sestinhas e não só, e me recordei que a minha sofrera um acidente, ao ser lavada por terceiros, coisa que nunca se deve deixar fazer, em relação as lãs de que muito gostamos, e a minha bela mantinha escocesa encolheu e ficou dura e com bomps, e eu quando a vi, até se me quebrou o meu coração, e agora a frase que ouvira na madrugada me fizera sentido, aquela lavagem fora uma bomp, ou melhor um conjunto de bomps de amor, assim tipo zanga, vais ver e vi, fiquei com ela estragada, às vezes ao longo do anos, diga-se que não com muita frequência, me aparecem umas calças rasgadas, umas camisolas que misteriosamente desaparecem e as venho descobrir em casa alheias passados anos e assim uns acontecimentos estranhos, o que de certa forma, por uma destas memórias me poderia de novo levar a nova Yorque, a uma cobra que terá mordido uma mulher que eu muito amei, quando por lá passou, equação que lavaria a associar a cobra a outra aqui, e ao indicio de uma acção conluiada, sabe menina, as pessoas, muitas delas estão verdadeiramente loucas, e então dizem que no amor vale tudo, e me subiu a memória , quando li que um dos seu filho se chamava aurelien, o laurent, que tambem tem um filho com esse nome, de uma bela mulher, que passou em breve por lisboa, e com quem eu tive o prazer de com ela jantar-mos juntos uma noite na causa nostra, digo isto expressamente para tranquilizar a minha amada, que sei que anda intranquila por não me ver a comer muitas pastas e pensa para seus botões, mas será que ele não gosta de comida italiana, e eu lhe digo que não, mas depois de se a comer em Itália, aqui parece por assim escrever sempre mais pobre, e então passamos uma bela soiree, com a esposa de laurent gravidissima, e muito bela como sempre ficam as senhoras quando em estado de graça estão e era muito bonita, tinha estrelinhas em sua face e um dia depois, num fim de semana, o laurent reuniu um grupo de franceses que foram a latina ver vídeos e algumas meninas jogaram as setas num alvo que lá estava numa parede do estúdio, já toda esburacada, lembro-me de estar na regie a mostrar vídeos e a ver pela janela do aquário as meninas a lançarem setinhas, e foi uma bela tarde, uma outra menina muito bela, que ao que parece tinha chegada a Lisboa, por um mal de amor, teceu rasgados elogios a um video, de tal forma que por uns instante falei com ela ao perto muito pertinho, assim do género da perfeição das linhas, perdão, dos enquadramentos e das escolhas cromáticas dos arcos íris, perdão outra vez, do plano e do ritmo das mãos, perdão outra vez, da montagem, perdão outra vez, mas vinha isto a propósito de o laurent uma vez me ter contado uma história daquelas que em meu ver atestam da loucura das gentes, ou de muitas, contava ele que em paris, um dia um rapaz tinha uma namorada, que deixara de o ser e passara a ser de um outro rapaz que o primeiro conhecia, e então o primeiro pusera na mobylette do segundo, um papel com analises clinicas, com o nome da rapariga ou coisa assim, que já não me recordo no exacto, e depois na festa teria feito um comentário indirecto ao rapaz dando a entender que a saúde da menina não ia bem e ao que parece o segundo acabou a fugir, como vê os sintomas são graves e ainda se riem por cima, acham muita piada, ou acharam, eu fiquei em meus botões a me dizer, esta gente é maluca, era mais ou menos este tambem o conteúdo das letrinhas das helena morena que espero não ser a da guerra de troia, no mesmo jornal, onde a menina aparece, numa historia que diz, sempre te vimos muito certinho a fazer as coisas, enquanto nós traquinas, e por ai fora, eu ao certo não sei bem se faço ou fiz assim traquinices, sei que não gosto de fazer mal a ninguém e que me preocupo com o bem estar dos outros, e portanto não sou propicio a elas, mas faço assim outras do tipo de estar no leito com minha amada a dar-lhe cerejas a comer, e depois quando ela vai a agarrá-la com seus lábios a tiro e depois finjo que vou pôr outra vez e torno a tirar, mas são traquinices que a fazem rir, ou seja não há problema em ser traquina, que como tudo depende sempre da intenção com que se faz, depois parecia a mantinha escocesa, o gato do shire dava um recado privado em publico assim do género, lembras-te que nasceste na Escócia e que estava a gostar muito da equipe escocesa, e depois a câmara ia atrás de dos caezinhos pequeninos e depois aparecia o presidente com uma falha de som, que provavelmente seria algo que ele não teria percebido, e depois os cães eram já guardas do parque, sua senhora relembrava que era preciso então aprender coisas sobre os parques nacionais, e depois as filhas tambem falavam, uma delas dizia que tinha ficado noiva num deles, que é sem duvida um belo local para celebrar promessas e uniões, namoros e coisas que tais, e davam as boas festas a todos, certamente que não teria sido o scorcesse a dirigir o postal, ele que aparecera em dia anterior numa foto com a família bush, em sua casa com arvore de natal por detrás, mas que me recorde, o gato do shire nesse dia ainda não teria lá chegado e depois o telejornal retomava o seu normal e infeliz alinhamento, o estranho é que aquilo entrara à faca apanhando assim o final da peça anterior e se fora com a mesma velocidade, agora vou fazer café com leite, volto já, e já voltei, acabei por fazer tambem um sandes de queijo flamengo, sabe, menina eu gosto muito de queijos e desde há muitos anos que parte de mim é constante de camembert e brie, o flamengo vem da infância, e tempo houve em que comia a casca e tudo, que me sabia muito bem, ainda o faço hoje de vez em quando, quando a casca é boa, e então, os sony tinham ficado ao lado de si, o cabo desenhava um, e, em modo antigo, que deve existir um aqui neste teclado, mas não sei onde, é aquele, que parece um infinito em pé, hoje se soltou mais uma tecla, embora ainda tenha a borracinha e portanto ainda funciona, é a seta que tem um vaso aberto de fogo e um til por debaixo, sendo que a minha tem uma bomp, inversa, um seja assim tipo cratera lunar, ao lado esquerdo do triângulo aberto na altura de sua base, curioso nem interrogação, nem til, nem setinha branca para o ceu, deve um maçon que perdeu seu chapéu, estava a jogar em modo errado, fez tilt e perdeu o chapéu, depois o cabo dos auscultadores continuava descendo, que a ficha de estéreo de prata com um anel verde em volta como uma membrana das que se usa para vedar foguetões, se bem que pretas, estava em cima da folha ao lado da sua e apontava o Pt pires de lima, que deveria então ser a origem da tal bomp de amor, pelos menos uma delas, a mais ao perto de mim, que me parece que existe outra nesta mesma história, a tal no lápis grande que subia para a lua, agora no entretanto grande, que passou, sendo que a que me diz mais directamente respeito, terá a ver com o rapto de meu filho e sua tortura, pois no entretanto a seguir que passou, as objectos se mexeram, quero eu com isto dizer que os mexi, quanto o eu os mexo e o espirito presente me conduz em seu mexer, ou nas vezes em que se mexem por Ele, que não tenho aqui propriamente um fantasma a meu lado, com braços e mãos, embora minha amada sempre me fale e eu sempre a ouça, e entretanto está o volume dois do cg yung , a vida simbólica a seu lado, que tem uma capinha em tom violeta com um quadradinho amarelo da editora vozes, e que eu ao mais ao principio deste noite abri ao calhas, duas vezes, a primeira , era um agradecimento que algum lhe fazia, sobre o contributo para a compreensão das linguagens do inconsciente, a que o espirito acrescera .obrigado pelos slides, e eu me fiquei a pensar, quais, e a pensar, se não seriam os do vaivém que ontem desapareceram, e me dizer, caso o fosse, malandros, fizeram-me perder o trabalho, e agradecem por cima, mas sempre é melhor agradecer, que não o fazer, quer dizer com isto, que não estou muito chateado, só preocupado com as conclusões provisórias que possam ter tirado, faltando-lhes o que mais eu sei, corta o livro, o estúpido titulo do seu artigo, em estavam na ver o mickey, estúpida, é a falta de educação que colocou primeiro o nome de sarkozy e depois o seu, devem ser daqueles que não entenderam ainda que uma mulher é só uma mulher, e depois , juntos assumindo a sua relação, dois então de sarkozy volta a agitar a frança, e do outro lado ficou assim um pedacinho que diz, sa, e di, ou seja sociedade anónima da di, gosto da parte da di, da sociedade anónima, e que já não gosto tanto, sempre me chateia as coisas anónimas, então uma sociedade que é feita, construída e participada por pessoas ou sociedades e depois é anónima, me pareceu sempre um contra-senso em termos, no entretanto grande, agora, o arco dos auscultadores, está por cima do pires de lima que está deitado no chão com uma das pernas levantada e dobrada pelo joelho, e a imagem fala em alta definição, pois o arco que é um semi arco, nasce por detrás da cabeça dele, e depois se põem na altura do seu calção no sitio das partes, e o joelho que trás levantado, está em contacto com a curvatura descendente do arco, como quem diz, o rapaz deitado, fez um arco entre a sua cabeça, o seu pensar, e a sua pila, um outro pensar, às vezes sem pensar, e levantou a perna e deu uma joelhada no arco

onde est ao as c ul t ad o r es tinha f ica dao l a t e r ia s, y o r q ue, b v e l o ser pen t in h a ap at e ce me l hi o r bal az c, fic q eu i no r n m al em pr e ce b e r fic q eu i ma si at ra ba l h o es f o rça o ac r es c id o p o siça o o p ra sm es pe cie v e ze me p o mn h o q eu and o as s im p en sao, ex pr e s sao s f az me mó r ia, do g ene ro e an q u en to l he bei j a o co ra çao, o u l eva inglesa l a ra pi d o es pe ç ao em nina a ce r j as e anda m as v l t in h as e vo l t in h as e ma si dao, p u ll o v e r s s im an dao te ingles l o, a h am, p ar e t é am si co mp r en s ive l, p o is en d o e p o ra n to me sam mane i ra dr rá y o r q ue vi sao do um g ar f ii it co s n t ru çao es pe cie edi f i cio na es q eu ina da s on y m, es t v a ma si ani n al o f e r ceu vo l t in h a bil he t in h o de ama o r, es pei r to, bo m ps j us t e j a c on te u d os, q u na d o de r ep r en te s o r r i e, q ue mo s t ra sm ui to os den t in h os par e cn d o g ar o co ia s o u y t ro s anim a is , din h e rio g ar n de ali ce s pr e ci s õ es s im pat i co de r e ce r e, es co s e sa i g au l mae min h am na t in h a s es t in h as cid ente, n un n ca s l ás g s ita mo s, ed s co se za bo m ps, co ro ção, bo mp, bo m ps j an g a, fr e q eu n cia, m is te rio sam w en te ad es co br i r y o r q ue, a ps s o u, c on c lui ad a, es tao de i ze m s ub o u a me mõr ia , au r eli en, p ao r no s t ra, in t ra nu ila bo t ~ es, ma s se rã ita l ia, s o i r ee, l au ren t a g r avi di s s ima, f ica sm es tao f e ra n ce s es fr am a al t ina v e r vi de os m en i n sa es t v a es t u di o, , l me br o inglesa me de s eta r na r e gi e vi de os a q ua rio s s et in h as, lis bao g ene ro da pe r fe i çao das li n h as, pe dr ao c ro mat i ca s dos ar co s i r is, pe r dao pal no mao as, pe r da ão a pr o p os it o co ne h ce ra moby l e t te ex cat o, s au de da me ni a ma si c on t eu do das l e t r in h a g eu e ra de t roi a, ma s l a ni g u e m e q ue me pr e co up o s ou t r o s, e pr ota n to ce r j as ta q u ina, in ten çao man tina h es co se sa , g ene ro, l en br as inglesa te es co cia es co se sa, cam ra do si cae z in h os aa par e cia nõ a ca es en t ap o ap ren de rc ce l e ba r ra s o c r ce s se a di r i g air f ota com a f m i lia b us h, em en y t ra r aa f ac a ap ana h n do ant e r i ro v elo cida e, s and es de q ui j o f al am en t g o, c on t ant e de c ama m b e r t e brie, o f al am e n g o v em da in fan cia, t du o, en tao nest nã p se i par ace ma si bo r rac in h a e pr ot a n to dq u e bo mp, es q eu dd o do t r ian g u l o in te r ro ga ç º ao, ca h peu, pe d r u o ch ap eu, es te rea de par at a vo l at m en br ana f o q eu t õ es, bo mp de mao r, l a pi s ga r n de, g ao ra no en t ra tan t o ga rn de, ave r com o ra t p o en t ra t ant o ob e jc t os se pr o pr ia mn e te bar ç os en te rta n t o est á o vo l eu m do is do c g y un g , a v id a s im bo li ca a s eu pr i me r ia , e ra um a g ra de cie mn to q ue al gum e co mp r en sao das li n g ua g es n do ac r e c se ra .ob g riga d o p en sar, s va i ve m i ze r, f i z w ram inglesa me a g ar d e ce m a g ard e ce r, pr o vi s õ r ias q ue, f al at na do inglesa l h es ma si es t up id o es t v am, es t up id a pr i me rio o no me de s ar k o z i en t al s ar k oz i gi t ar ano nima anónima, a no nima s, c on s ti r ui da e par tic p ad a é a no nima, c on t ra s en s o em g a rn de, ch ao de f ini çao, p oe m na al t ut a cal ça ão

ou ainda das entrelinhas

a pat mel homem do dior ip do bal do circulo az e no da rodoviária nma primeiro do teatro europeu do grupo de olhos em bico e a doer, do mana primeiro em pr cebe do rato, teatro internacional fic europeu, do franco, maior si at raba, primeiro homem do circulo é espanhol forte do circulo rca cão ou são, portugues no circulo p do sicão da opera, do circulo sado masoquista do p rá, ou sua majestade às ss, dupla serpente em espanhola companhia do pe, das muitas divisões feitas pelo primeiro ur, do acento do traingulo , serpente e vaso zé me po mn, homem do circulo europeu e às da serpente pen são da sé de tor, ex press são e tambem no serpente colada ao forte az, magias e cicatrizes, de uma outra me da musica do general nero namora co do migo, di do zorro do ra paz da as do fogo da rapa riga e ren europeia dos po rui g ue s es do primeiro anel em meu dedo, ean do primeiro homem do bei circulo do coração do circulo do vaso da primeira eve rá do pi do para do circulo asa e letras da mn mina e rja das serpente europeias do vaso primeiro da cruz em homem às e maior si a , in ria do dão, p vaso do onze do helicóptero ss em bora ac homem circulo do chá do telo do rá do presunto do p aret, am si co mp da ren serpente ne inglesa dia do circulo p circulo rá tó, a pá da arte do dia eve rá serpente da me sam mane ira do dr rá vi da cabra de nova Iorque, primeira visão do gato do ar f iii t na expo party, co sn da cruz ru são no chão que era pai sid espécie de cobra do homem do olho do rá circulo edi do forte do pássaro do cio em espanha, europeu do ina da serpente on y m de ny est vaso primeiro maior si do pi do ano e cabeça do cavalo marinho, que é primeiro ani nima animal tipo talismã, cavalo do marinho radio controlo do ceu europeu, do primeiro dos acidentes de carro e ágora da vinha do jardim, o que foi dar uma volta na madruga da me tinha do posto do bil e cruz em homem do circulo da ama or es pei e rato da cruz do circulo, a me di zé do rato bo maior do ps de a mor, uma alucinação colectiva por muitos prenunciada, tinha europeia da tv da fun do cio do ar no primeiro do telejornal, às serpente j do vaso da serpente teja da p ode ddi se rato dos telejornais A tender e triste macabros e ratos da ep titi vo serpente circulo ingl^^es teu dia os no momento da ratos ep ren da te ap a corte br us co serpente do circulo do gato shire da alice que sorri muito, sm do den do circulo do ur do van do às serpente da manta p ar rec cn do bi g o d es do maior sa da me nina dia eve e sé segunda record primeiro circulo gato a ro esperto e estouvado e vaso do e mecânico a às do co ia serpente das sas se r p e n y te do circulo br primeiro prisma, e que ganha muito dinheiro a contar gi s t ó r ia s a plateias de o u t r y s dia ani ais, ais , din homem e rio do quadrado europeu da certa que mente da rá em gato do ar muito de, pa arte à unicef, o gato da casa branca que é simpático, serpente em pat e co do rato ec da ce, rato é, tam bem pata si da me nina e dia ep circulo d ss ap ar e cio À primeira mantinha es co se sa i g au primeira , igual a que eu tinha e igual a que tem a minha mãe, e que é desde menino min do homem p r efe rio a , À mantinha com quem eu me gosto muito de fazer sestinhas e não só e que sofreu um acidente, cia dente, aio ser levada por te rc f e i ro s, co isa q eu muito un nn ca serpente da sé d eve, coisa que nunca se deve deixar fazer em relação às lãs que muito gostamos, gato sita do mo serpente , a a minha bela mantinha ei ds co se za encolheu e ficou dura e com bo mp s e eu quando a vi até se me quebrou o coração, bo m ps de am pr tipo zanga da janta di, j e gato ota vaso dos ais e da di gata a inglesa sé do quadrado europeu do cão com um it a pr e quadrado europeu muito cia, que me rasgam de vez em quando as calças e umas cam e solas , mistério am do w da inglesa té, de sapa ar e as do vaso inglês ad espanhola do co do brasil e raro, nuns acontecimentos estranhos em nova yorque, uma cobra que terá mordido uma mulher que eu amei, circulo p do ps serpente do circulo do vaso equação, aqui ao indico, de uma acção conluiada da la serpente estão e inglês tão de ize maior, no amor vale tudo, e me submarino à né mor ia de um filho de oiro e que passou em breve pa o lisboa na causa no s t ra e conto tudo isto para tranquilizar a minha amada, que anda de cruz feita pelo rá na ilha, se us segundo ot onda espanhola depois da comida italiana com a esposa gravidissima na finca de sm em estado de graça do espanhol tao, que tinha estrelinhas na face e no dia a seguir ao fim de semana, o primeiro da ren av reuniu um grupo de fr e serpente espanhola do quadrado europeu do francês ram a ai cruz ina vi deo serpente e todas as facas foram lançadas setas no alvo, que ficou esburacado , e primeiro me do br ro da sede inglesa , de set ar de uma menina muito chegada ao lis bao, que teceu rasgados elos à águia do um do vi deo, às do general ene nero do pe rato feição das linhas, pedrão, do aquário, das meninas das setinhas, dos cursos do arco-íris, pal no do mao às, do circulo one homem ce ra da moby le tte do leite da moby, no ax ac cat circulo do dia da festa , na tender inglesa, serpente au xa me ni a que acabou a fugir, o rapaz dos pecados do tomás da são do gato das raves e que foi acha pata o pi da ad a, e rá maior si este tam b em co teu das letrinhas das helenas morenas da gato da eu e rá de troia, no do me do jornal , com uma história de traquinice , maior serpente do primeiro ni gato eu maior e pr eco da elevação do circulo com , circulo bem d est ar

E sai para a rua com as letras de helena em meu pensar e assim ao passar li, o vi , quem, o circulo do vi, o homem da madeira da teresa, o homem alemão da teresa, o zo de setenta e oito, o toiro do austríaco, o rato maior do comboio, sus zagalo homem de Portalegre, o potter, me desvela agora estas linhas, o príncipe do grupo dos onze, da dupla unidade, e me subiu aa à memória, um outro homem alemão, o frederico de o´ rey, que era director da teresa e um dia por meu estúdio aqui passou com ela para gravarem em video, uma apresentação da tal famosa marca portugal, e suava ele muito e se perdia e se perdia pelo texto fora, e me pediu um uisque para relaxar, e eu só agua tinha e depois gravei a teresa, e me dei conta a olhá-la pelo visor, que estranha ela estava, vivia com essa mulher há sete, ia para oito anos, e de repente era como se não o conhecesse mais, suas mãos traziam uma ciência da fala e do falar que não lhe conhecia, que nunca lhe tinha visto, ciência iniciatica de hipnotizador, daquelas que se aprende nas lojas e coisas que tais, e falava de uma forma estranhamente pausada, como se tivesse sobre o efeito de tranquilizantes, e depois mais tarde percebi que andava elas com uns comprimidos brancos muito pequeninos, que nada diziam e que os tomava, o que tambem achei estranho quando o descobri, pois é estranho a mulher com quem vivemos andar a tomar medicamentos e nós a seu lado não sabermos

Parece a senhora na foto do jornal, que parece a teresa, ou cuja silhueta pretenderá a ela prefigurar, como que enforcada, mas está vivinha da silva, e assim sendo a leitura que se abre é de que eventualmente tanto ela com o ele o pires, estarão com a corda na garganta, e que se assim for, era aconselhável que falassem claro sem rodriguinhos de forma inteira e frontal, para que sim ou sopas eu possa atender nas tais eventuais circunstancias

E as i para a r ua com as l e t ra s de he lena em m eu pen sar e as s im ao passa r li, o vi, q eu m, o cir c u l o do vi, o h omem da madeira da teresa, o h o mem alemão da te rr e sa, o zo de set en t a e o it to, o to it o do a us t r iac o, o ra to maio r do com boi o, s us za galo h o mem de p ota l e g r e, o p o t te r, me de s e ve la agora es t as li n h as, o pr in cip e do g r up o dos on ze, da d up l a uni dad e, e me s ub i u aa à me mória, um o u t ro h o mem al e mão, o f e de rei co de o´ rey, q ue e ra di rec tor da teresa e um d ia por m eu es t ú di o aqui passo u com e l a para g rav ar em e m vi deo, uma ap r e s en t aç ão da t al f amo sa m arca port u gal, e s u ava e l e m it o e se pe r dia e se pe r d ia pe l o te x to f o ra, e me pe diu um u is q ue para r e la x a r, e eu s ó agua tinha e d ep o is g rav e i a teresa, e me dei c on t aa o l h á inglesa l a pe l o vi s or, q ue es t ra n h a e l a es t av a, vi v ia com es sa mul her h á set e, ia para o it o a no s, e de r ep ente e ra co mo se n ão o c on he ce s se ma si, s ua s mãos t ra z iam uma cie n cia da f al a e do f aa l r q ue n ão l he c on he cia, q ue n un ca l he tinha vi s to, cie n cia in cia tic a de h ip no ti za dor, da q eu l as q ue se ap ren de nas l o j a s e co i sas q ue tais, e f al av a de u ma f o r ma es t ra n h am ente p au s ad a, c omo se t ive s se s o b re o efe it o de t ra n q u i li za n t es, e d ep o is ma is t ard e pe r cebi q ue anda v a e l as com un s co mp r i me i ros br anco s mu it o pe q eu nino s, q ue n ad a di z iam e q ue os t on m av a o q ue tam b em ac he i es t ra n h o q ua n d oo d es co br i, po is é es t ra n h o a mul her com q eu m v ive mo s ana d ar a tomar me di cam en t a ção e nó s a s eu l ad o n ão sabe r mo s

Ah menina bruni, que isto anda muito agitado, sabe , bruni soa muito bem na minha lingua, espero que o consiga ouvir, soa assim a frutos com doces polpas, que se abrem em sumos sumarentos, e depois quando eu dormi e dormi e dormi, o ceu muito chorou, e quando acordei estava ainda a chorar muita agua, e o ceu chora pelas mesmas razões que choram os seres, ou seja, por diversas, por núpcias quando são sagradas, ou seja, quando o amor e verdadeiro e puro e sagrado tanto no ceu como na terra que é um único mesmo lugar, outras vezes, porque as belas florzinhas assim pedem a Mãe e ao Pai, outras ainda de tristeza, ou de mágoa ou de dor, e depois antes de me deitar, me lembro de ter nascido em mim uma alegria muito alegre e terem meus passos me levado ali ao jardim da Mãe de Agua, e quando lá cheguei olhei o ginásio clube português que agora tem um piso todos envidraçado, e uma única menina corria com muita força num tapete mecânico e trazia um rabo de cavalo que abanava muito em todo aquele agitar no mesmo lugar, e me lembrei da minha infância, pois era ali que fazia judo, e depois ao jardim subi, e aquele jardim é muito belo, e tem umas belas casinhas à sua volta e é um sitio da cidade muito sossegado, e depois dei com uma caixa vermelha de telepizza de pernas para o ar e inclinada no sentido da espada, que estava entalada por de fora de uma janela entre ela e as grades, e por debaixo um carro alemão bmw com a matricula onu, de prata modelo para ai da serie sete ou sete e meio, e quando andava por ali ouvi meu nome ser chamado e estaquei um instante e apareceu um senhor de barbas bem disposto com seus filhos crescidos e comentava a beleza do carro e depois foi ali às escadinhas que dão para uma bica que ainda funciona que deve ser das ultimas em lisboa a funcionar e depois olhei o velho e acolhedor bar, na esperança de lá ver a minha amada, e depois olhei à volta e vi umas portas de madeira pintadas de azul, tipo saloon, mas maiores do que nos filmes dos cowbóis, e uma máquina de fazer exercícios sozinhos e deitados, parecia com as que existem no ginásio clube de portugal onde em frente estão os belíssimos azulejos e onde uma caixa de um equipamento similar no chão se encontrava e me disse ela, o barracuda, que é um tubarão grande dos que muito gosta de comer, é o da mont blanc, ou seja de repente me recordei de um encontro naquele bar, onde quando sai bebi daquela fonte, onde houve uma conversa que penso que não terá bem corrido, mas não me recordo agora, ou ainda, dos pormenores e depois não a vi, não vi minha amada, e quando voltei depois de escrever os dois textos que me desapareceram dormi e dormi, e agora ao que parece, as ondinas muito nas suas carreirinhas se agitaram, e está um petroleiro, imagine-se lá francês, um daqueles muito grande com dificuldades ao pé de Sines, e davam conta na noticia que o governo ainda não lhe tinha dado autorização para entra no porto, sendo que parece que está sem leme, e portanto deverão ser necessários mais dois rebocadores para além do que já lá está, estão a ouvir, façam o favor de autorizar, que já devia estar feito, e agora faço uma rezinha para que as ondinhas se acalmem no mar do amor, e então, isto aqui tambem está muito agitado porque no entretanto anterior me desapareceram mais uns períodos, e depois tocou uma bela canção de amor na rádio, que fala da saudade do teu cheiro e me diz que em teus braços mora o céu, o que é verdade verdadinha verdadeira e agora aqui estou outra vez , e dizia eu, dos auscultadores sai de cada um fio e que os dois se vão juntando pelo amor, e fazem uma sombra negra em vaso de agua, que está sobre a segunda fotografia do pires, mais ou menos como na primeira, só que desta vez o pires, tem a perna esticada como um dedo ao pegar na chávena de chá que o seu pt lhe está a dar, o pt é um treinador pessoal abreviado em inglês e tambem é a sigla daquela casa dos ladroes das comunicações portuguesas e dos telefones e dos cabos vários e avariados, este pt treinador, parece que se chama pedro cruz, que quando li seu nome, para ele tornei a olhar, pois parece mas não é, um outro pedro que trazia ou trás a profissão que a menina bruni trazia, era ou é um manequim, e tudo isto se passa no holmes da Arrábida, ao que dizem, e diz tambem salvo erro uma menina no mesmo jornal quando interrogada sobre se pt é uma profissão, responde nin, que é um sim e um não meio casados, nas vezes mal casados, pois meio casado, não é casado inteiro, sendo geralmente dois que casam, fazendo um que é um dois e depois se beijam muito e muito e nascem multiplozinhos, esta perdoe-me menina bruni, mas é uma explicação ao presidente da republica portuguesa que apelava a que se fizessem mais bebezinhos, sendo que é assim que se os fazem, mais ou menos, e que é muito fácil a formula, no tocante a esta parte, depois haverá necessidade de melhorar muitas outras, mas enfim ficará para outras núpcias, pois não se chama ele bruni, e então nin que nem é sim nem não é mais ou menos como nymbopolis, que deve ser o avo da polis que nem é sim nem não, se bem que não esteja eu certo que seja avó, mas contava-lhe eu, dos fiozinhos, então está o pires deitado de costas com as mãos atras da cabeça em berço, e depois o fio negro do vaso que desce pela direita passa ao lado da cabeça do tal treinador pessoal, desce passando outra vez pelo joelho do pires que desta vez se encontra esticado, o treinador tem lá a sua mão em posição em que a rotula faz de certa forma uma outra bomp, e desce o fio pela cabeça do pires , juntam-se então os dois cabinhos e descem para o chão e se transformam numa espécie de cobra enrolada, que desenha um nove invertido espelhado verticalmente que passa por cima da base do quadrado negro de um cd de dados, desenhando uma vesica tipo olho de pássaro, tipo bico negro de pássaro, como aquele que tem a minha cadeira e que nas vezes certas cai ao chão e assim me fala, e que neste momento está de novo caido, e dentro do olho bico está o centro da base do cd com uma circunferência em seu centro com não sei quantos raios, que depois os vou contar, a caixa está em cima de uma serie de jornais pelo chão, na realidade estou como que cercado deles neste últimos dias, chiuuu, que minha amada se aqui agora entrasse, penso eu de que ela era capaz de fugir, dizendo assim para seus botões , este rapaz é muito desarrumado e fugia assustada, mas não é verdade e é verdade, mas depois eu explico isto tintim por tintim quando a vir ao perto pertinho, e então o cabo continua e a ficha estéreo de prata com uma anilha verde no meio tem a sua ponta na altura do que seria o joelho do rumsfeld, se ele na foto do publico não aparecesse cortado um pouco mais acima, e está a pontinha, no exacto ponto onde em sua calça escura, da sua perna esquerda, está um risco branco, tipo assim, um vinco, um vinco que é uma falta de tinta e que visto ao perto parece uma serra daquelas de cortar metal, com dentinhos pequeninos e muito chegadinhos uns aos outros, antes de aí chegar, desceu o cabo fazendo como que um suave declive de montanha por debaixo do senhor paul resesabagina que quer salvar o seu pais o Ruanda, antes tapa quando se cruza em três , com um titulo que menciona, assassínio pvde, e oculta e desvela o titulo da primeira pagina, assim subida das taxas penaliza quem tem crédito à habitação, por debaixo a foto já famosa, de chavez com os dois livrinhos em cada uma das suas maos o sessenta e nove tipo livrinho de mao, e o azul com letras brancas ilegíveis, passa ainda o cabo em suas voltas, em duas vezes, por cima da noticia que dá conta que o jardim gonçalves deixa todos os cargos, a caixa do cd, está em cima de um dos jornais onde se lê, os títulos do tex, e o jornalista sorridente, ficou com o nome cortado que assim diz, sendes, e tem um risco vermelho nas letras da sua coluna sobre a vida política, leio ainda em outro, rio de noticias, n ção tal, milionário alemão casado com portuguesa ensina a ser rico, ah amada, rico estaria eu se estivesse em teus braços, os quatro advogados que lutam pelo poder, raspe e ganhe com o dn, e mais um volte face no caso esmeralda, cheques dois mil e oito, bpn, abrindo o leque do cerco dos jornais, outra vez o bnp, desta vez fazendo uma onda, e dizendo que é o numero dois do banco, ou o antonio costa que está por cima a dizer que pagaram sessenta milhões em dividas, deve ser ele e não do bpn, pois em jornal de ontem, o dois aparecia a ele associado, por cima, a luta dos anões, um onze invertido amarelo, com um traço entre os dois uns, como um h da águia do benfica com um jogador de pernas para baixo, e depois o portela + montijo, não vais ser a solução do governo com o y deitado no beberete da china, com o durão , o socrates e o presidente chinês, aquele que tem boa pontaria, caiu-me tambem esta noite a caneta vermelha ao chão, ficou a apontar a roda dupla da estrale negra da minha cadeira, está caída ao lado do bico do pássaro que aponta a fivela da câmara canon x li e que é vermelha debruada em cima e em baixo a negro, ou seja, o bico do negro pássaro, e das cores vermelhas e negras, e no sentido inverso, está o bico da caneta vermelha, cujo bico e de prata e seguindo o seu azimute, passa por cima da foto do praça da tal vila do norte com a casa com a torres, passa pela tal luta de poder dos tais quatro advogados m, dep, que recentemente aqui nesta história entrou, a casa do largo, e depois chegou ao pé da minha secretária, que é um pé muito particular, eu explico, é feito em madeira torneada de mogno , tem seis elementos, e faz assim como um perfil de uma menina , ve-se a curvinha das costas e a contra curvinha das belas perinhas, sendo o plano do chão, ao nível da parte anterior do joelho, ou seja, o bico lhe terá acertado na parte de trás da perna da menina na altura do joelho, tantos joelhos e tantos ângulos nesta história, sendo que a tal casa torre, deve ser a casa então onde a menina terá sido picada com uma caneta vermelha de bico de prata na tal luta de poder entre advogados, sendo o pires um, ou assim parece ser, que tem sido mais daquele grupo os gestores das empresa publicas, como da que faz a compal, advogado era seu pai, que foi salvo erro bastonário da ordem e que foi advogado do fernando que comigo foi preso, como o mundo é pequenino, minha amada, bem vistas as coisas e as suas ligações, aparentemente a casa é na madeira, o tal titulo, que diz, os títulos e os te, ou seja o titu do primeiro os do os da teresa, e trás três nomes, do monteiro a, jardim e gabriel drummond, e duas pequeníssimas cinzas marcam o vi e o jo, portanto as tais canetas vermelhas e prata, passando as pernas das belas meninas, ou melhor as belas pernas, ou pelas pernas das belas meninas, que a minha menina, para minha infelicidade ainda não chegou mas chegou outro jornal que trás acores em seu titulo, um titulo normalissimo em portugal, que diz que o tribunal de contas arrasou as contas dos acores, que deve ter sido então outro local da pica da menina, e por debaixo a foto da amiga alemã de murat, e me recordo da história do gabriel garcia marques, da tal secretária que vai dar um passeio e dá com uma reunião de um grupo de homens que jurou matar os presidentes do mundo e ela é obrigada pelos homens a matar o professor, e depois a historia dá uma volta, quem diria, que deu mesmo, e algumas mais irá certamente dar, mas agora vou ao café e já volto, são oito e vinte e quatro da manhã, e já voltei e enquanto foi subindo a rua, com os tais senhores da madeira mo pensar, assim li, o vi o homem da madeira, o homem alemão é o homem da teresa, o zo de setenta e oito, o touro do austríaco, o rato maior do comboio, serpente us zagalo homem de portalegre, o príncipe do grupo do onze, ou do grupo da dupla unidade, tive eu um sonho acordado com o pires e a teresa , que fazia de chávena e demonstram como fazem bem o chã, era assim, trim, trim, está lá senhora teresa, eu estou bem, e o querido, ah sabe este meu joelho, o que me vale é o pt, para as articulações, risinhos de cumplicidades triangular, então diga lá meu rico, sabe senhora, era exactamente para isso que lhe estava a telefonar, para ver se ficamos mais ricos, ficávamos mais ricos, nós, plural, disse assim, meu senhor, bem me verdade se a coisa funcionar, sempre podia convidá-la para um fim de semana num daqueles hotéis de luxo no sudeste asiático, com estaquinhas sobre o mar, risinhos quentes, olhe, o louco, o seu ex, aquele que ainda não está morto escreveu uma coisa sobre as bravos esmolfo, que tinham muito futuro, assim dizia o seu paladar, o que é que a rica acha, mas como é que ele dizia, bem ele dizia que para além de saborosas eram irregulares, não normalizadas e que ai residia a sua beleza, a beleza do paladar, ah isso não, assim não há quantidade, não há produção, não há rendimento, deixe lá rico vou reunir a minha equipe de vinte consultores e o meu fotografo inglês e depois lhe ligo, trim trim, outra vez, sabe o melhor mesmo era assim modernizar a bravo esmolfo, e como, pergunta o rico no outro lado, faça um sumo delas, assim uma coisa moderna, tá a ver, e se viu que ele apareceu e foi um insucesso de tal ordem, que rapidamente foi do mercado retirado, contudo nesse ano a exportação da bravo esmolfo, bateu o seu recorde de exportações, terá sido assim, será este sonho em todo real, ou só a coincidência do tempo da minha reflexão sobre ela e depois o aparecimento do tal sumo, que eu nunca mesmo provei, roubar só em parte geralmente dá asneira, em todo, pior, mesmo que a factura não apareça no hoje como alguns lhes chamam, que raio de ladrões amadores são estes que nem bem sabem roubar, tambem se roubassem inteiro, não podiam dizer que era deles a ideia, visto ela estar já no domínio publico, não é verdade, Oh cabecinhas de gangster de meia tigela, a primeira foto do pires deitadinho com o joelho flectido, e com o tal treinador pessoal que se pressupõem ser o tal de pedro cruz, projecta os dois uma sombra composta dos dois corpos em suas posições na parede do tal ginásio do holmes, curiosamente a sombra se aproxima em muito da posição da figura que aparece na explosão do vaivém, está na mesma posição, sentada, sendo a cabeça , a que corresponde ao pedro cruz, , só ficam mesmo a faltar os cornos, na zona da sombra da cabeça do pires que parecem ser os pés da figura composta, o sentado, está um risco de sombra quase vertical e depois um triângulo deitado que lhe entra mais ou menos no cocuruto da sua cabeça e que se desenha ligado ao que parece ser um f , e que é como sabemos, menos o santana lopes, o desenho da abertura dos violinos, dos stradivarius, que nesta história entra em texto anterior, ora aqui parece se desvelar que do seu pensar, do pensar da sua sombra nasceu um triângulo outra vez na posição das negras aguas de uma qualquer negra canção e melodia feita por um stradivarius e seu interprete que deve ser ele visto estar ligada à sua cabeça, uma melodia que projectou uma sombra que é uma coluna inclinada, coisa que é pressuposto uma coluna não ser, volto uma página para trás com muito meu pesar, que deixo de a ver por um instante a si, menina bruni, e o titulo é orgulhosamente sós, onde ana lucia pereira explica como se tornou uma treinadora pessoal, e a alexandra barosa explica o que faz em treinos pessoais, como de costume nestas malandras andanças o texto está truncado, entre parêntesis, ou par da pa da rem te do sis, lembras-te de nuno ferreira santos, ponto de interrogação, fecha parêntesis, portanto deverá tambem ser este da ren da sis, que respondendo à pergunta, lhe direi, não associo de momento tal nome a nenhuma pessoa, na outra página a ana lucia pereira está de cócoras como se estivesse a medir uma bainha de uma outra senhora com um vestido preto cuja silhueta parece ser a da teresa, vc os cabelos tapam a cara, ah diz-me agora a escrita que esse tal devera ser o vc, ou seja vietcon da valentim de carvalho, estão as duas senhoras numa loja, que se pressupõem ser um atlier de roupa com cortinas nas cores maçónicas que remetem em vago para uma ideia de carruagem, com o jogo do espelho ao fundo, que me faz neste momento recordar a visão que tive no café ao lado do finalmente no final da manha que lá entrei e me pus a escrever o que via e o que se me desvelava no bairro do príncipe real, o bolso da calças da ana luisa pereira, parece dizer que ele é o rato, ou um rato, olhando tudo isto e somando, até posso admitir, que uma possibilidade de soma, é que a teresa, o pires, e uma das meninas, com ou sem o pedro cruz, se juntaram e suaram muito para descobrir toda este história e que me a estão a contar, como quem diz ser meus amigos, no sentido em que eu sou amigo da verdade, e até pode assim ser, mas a verdade tambem é esta, o que esta senhora a quem eu não chamo mais de senhora fez a seu filho e a mim, não tem desculpa nem atenuante, poderá ter parte de atenuante se determinada condição se substanciar, uma possibilidade, que pelo espirito agora outra vez me chegou, de qualquer forma, mesmo que esta parte seja verdade, nunca tal o ouvi da sul boca, da mãe de meu filho, e enquanto não o ouvir, nem atenuante o é, para além de ter que descontar todo o resto, que é grande resto, mas estar eu para aqui a tentar adivinhar outras possibilidades, que lhe servirão de eventual atenuante a esta louca desvairada, não é coisa que o faça, antes de me devolverem o filho, nas condições que a todos já expliquei.

ac h o r a r ra zz õ es n u cp cia s v e r dad ad e i ro por q eu al g r e che g eu i meca nico a gi t ra in fan cia, vo l at e tele p i s s a o in c lin a d a de f o ra de uma f j ane la d m ode l o para s set ee mei o, e q ua q n da ali aa s li s ba ao l he i à v oo l t a co w boi s, ex e r cici os, par ce id a com as q ue ex is ti rao est º ao os be li s s i mo s e q u ipa mn to r ep rente es s c r eve r d esa pa e r ce ram a ondinas fr na ce s, di fi c u l ad d es sin es, no r i cia en t ar ne ce ss ã rio ma si un s pe rio d os, ce hiro br a ç s o au c us l t ad o r es q eu os s on ra c ma is pr i me r ia , pe a g ar na ch ave na um t r ina dor pe s s o al ab r e v i dad o em in g l es e tame b m v ari os, par ace ar rabi da in te r re g o d a meo , po i r ge ra l e mn te ex p li caçao r ep ub l cia portu gi e sa, ma sis f ac i l n up cia s, nã po m en i os es t a j a pires j una t m inglesa se s do is t r ra sn f o ram es pe cie pa s ss a ro, pa ss a ro, ce rat cir c un f e ren cia chao, u l tim os p es no bo t o es d es s ar uma d o ex p l cio es t e ra r um s field, ex cat o br n ac o, vin vo, vi n vo, +ar e ce ant e ss ruanda, uu m as sas i ni o pa gi ma, se s en t a i le gi v e is, n ot i c a g on n ç alves onda t it u l os no em p o l it i ca, o u t r, n ção t al, mil e i o ná rio e la mão p o ru guesa, a h a am ad a, bar ç os, ma si es mera l do, sj o r na si, di ze r e mil h ~ es ee l e as soci a dao, a h u ia do ben f cia v a si bebe r et ao in t ar ca id a pa ss a ro cama r q a x li ba xi o, o u seja, pa ss a ro, n ge ra s, to r r e ws r t al ad vo gado sm, en t ru, sec e rta ´ ria, par tic u ak r, pe fil co as t a e a c on t arcu r vinha ch a ão , ao n ive l ace rat d o na g u l os can tea am bi to p o ar e ce b as to na rio fer n ad o pe q eu nino, ap ar en tee m te t it u l os se j o o t it u no mem t r e monteiro a, pe q e uni s s i mas in fele cidade a inda não che g o um che goa o u t ro jo r na l q ue t rá s t rib una l dao s e t r sid o en t ao, ep o r de ba ix o v ee m murat, secreta ´ ria a p s seio r e uni ã p o g j u ro u pr o f e ss or, me s mo, m ka s a g o ra q da mn h ã, p es n ar, al e mao au s t ria co, o pr in cip e do ch ave na e demo s n t ra ss im, t rim, t r im, es t á lá s en h o r at e r e sa, , r i sis n h os de c um li kp li cidades en tao ex cat am ente f ica c amo s ma is ric o, f ica v amo s mas ii ric os, n ó s, p l u ra r l, da q eu le es h ot e is a sia tic o, es c e r v eu br vo s es mo f o, al é m d i r r e g ua l r es, por du çao, e q eu ipe de vi n te c on sul tores w, inglês t rim t r im, no p ano a co n cid en cia r efe l xao s o br e e l a ap ar e cie mn to ge ral e mn te do mini o, o h cab e cinha s de gas n g s ter de mei a ti je la, ap r i me i ra sargento le t id o, pr es s up e o m, por jec t am sp m b r a p o siç onda p o es gina sio, c ur i s o am ente e ap ar e ce na vaivem, t rian g u l o co c ur oto d es ne who s t ar di v ari us, an te i ro, p aa rc e p es n ar, t r ina g u l o in te r pe t re q ue d es v e mel o id a pá gi ma in t s na te o r g u l h o as mn te s ó s, lu sia e tor mo u uma pe s ss o a l, par en te sis, p on ro par en te sis, as soci a o ne h uma pá gi ma a ana lu s ia co co ra s v es t i u di v c, vi te con da valen tio m pr es s up o em at ali e r m ac o nicas moe mn t o vis º ao do f ina l men te no f ina l da man h a ~q ue p os a es ce r v e r pr in cip e real, , o boso par ace ps s ob i li dad e p dr e o c r u z, se j un at ram at e n ua net e, co n di çao se s us b tan c u i ra, es pei to g ar n de ad i v ina h r ser v i r º ao c on di ç o es ex p li q eu i. Pr e fi gu a ra eve n tua le mn te esa t rao g ar a gan t a, o ac on se l h ave l

Depois quando estava deitado em meu leito, surgiu uma tracinha de cor clara que me chamou a atenção, eras tu minha amada que nela me vinhas visitar e me chamaste à atenção para um pormenor quando te segui com o olhar, pois me mostraste o microfone da sony, que tem um quebra vento amarelinho da cor de sol, e eu fiquei para ali um bocado a pensar, mas que me dizes tua amada, e depois o vi, e vi que seu corpo, tem uma anilha vermelha redonda, e me subiu a memória a cor, era a cor do tapete onde o pires de lima faz o seu exercício com a ajuda do treinador pessoal, me pergunto mesmo que se quando vai a casa de banho, o levará para lhe desabotoar a braguilha, quarenta e tal euros por hora, viva que é ganhar bem e pagar melhor, diga-me lá senhor, e ajuda as crianças com fome, dá-lhes dinheiro, partilha o excedente dos seus rendimentos, poderia por aqui um ponto de interrogação, mas melhor mesmo será fazer uma afirmação pela positiva, na esperança pequenina e fina como o mais fino cabelo que assim não seja, diga-me que não, que se preocupa com os outros, que os ajuda, ora então, será o senhor o microfone de nova yorque o que por nova yorque grita no éter, nas vezes em que se ouvem gritos, e ou tambem o homem da anilha vermelha, aquelas que os malandros querem por nas pombas e nos pombos, e se calhar ainda a anilha que arrebentou no tal vaivém com sete astronautas a bordo, salvo erro, sem erro, com duas mulheres a bordo, ora diga-me lá, diz o microfone, que é um cardioid imp seiscentos ohms, um microfone dynamic, ou sej ao mic da dyna dinamica do duplo circulo do seis de nova yorque, curiosamente , vejo agora ao perto, que a anilha vermelha está quebrada, ou seja não dá a volta completa e tem em seu meio um parafuso em cruz, tipo philips, negro, e que é da sony corp made in taiwan, é um forte do traço, ou da traça do vaso seiscentos e dez, ou de sessenta e um, o ano, da desgraça, cardia id e mp

Agora me recordei da relação do stradivarius com a quarteto de viana de castelo, com mafra no texto to russia with love, e na altura do chamemos assim, desatino com o kruchner e amado, uma viagem que muitos do parlamento fizeram a Viana de castelo, e onde na fonte do largo principal, olhavam para o lado, salvo erro, o amado era o único que olhava na foto de frente, e me subiu agora a consciência, o episódio da tal não aperto de mão que o socrates não lhe deu na cimeira, a seu lado, dele, os numeros do 007

Agora me record e i da relação do sta di v ari us com a quarteto de vi ana de cas telo, com ma f ra no te xo to r us si a w it h l o v e, e na al t ur a do ch am e mo s as s im, d esa t ino com o k ru c ne r e am ad o, uma v ia ge m q ue mu it o d do par l am en to f i ze ram a vi a ana de ca s telo, e onda na font e do l argo pr in cip al, o l ham v am para o l ad o, sal vo e r ro, o am a d ao e ra o ú ni co q ue o l h av a na f oto de fr en te , e me s ub i u agora a c on s cie n cia, o e pi sódio da t al n ão ap e r t o de m ão q ue o s o c rates n ão l he d eu na c i me ira, a s eu l ad o, de le, os n um e ro s do duplo circulo do sete

es t av t rac in h ia ca h mao u mad a ch ama s inglesa da te f i q eu i bo c a d a ex e rc i cio pe r gun t ro me ms o br e g u ilha, s en h o r e, a h u da as c r ina s ç as p ode rei a in te r r o g a çao, af r ima ção e ter ma l ena dr os cala h ar vaivem au s tara n au t as y o p, c ur i s o am ane te , op e r to, avo l t a e t m ma di da traça do se s en ta

Estas questões serão abordadas em outras núpcias mais em detalhe, direi agora em jeito de sinopse, que meterá eventualmente , a tal conspiração, que existiu realmente, como o gabriel garcia marques nos deu conta, em outra imagem de outro tempo do mesmo uno tempo, ou seja nada de novo sobre o sol, a historia se repete e por ai fora, a senhora foi nela de algum modo implicada ou apanhada, e depois houve então os tais actos de tortura das chamadas forças aliadas ou mesmo inimigas, e o pensamento e acção iníqua de alguns de vós que eu era o terrorista mor do mundo, e terá metido violações em grupo, e trafico até inclusive de esperma ou genes para ser mais preciso, para alem de tentativas de me matar

a b ora d as n up i ca s je i ro eve n tua le mn te c on s pira çao, r e la mente, c h s it o r ia se r ep oe te ne tão o as ac ç ao in q u i de al gus m te rr o sit a mn o r

e continuavam assim as minhas notas,

ac ao homem suíço do circulo do ar do rá das muitas chuvas do ceu que chora da me s m as do rá do z do duplo da onda sobre o circulo espanhol, a da das versas da sas das portuguesas núpcias, do vaso grande da Cp do pc cia s do verde dad do quadro português do quadrado europeu muito alegre, ali pós lados da mãe de agua, e che gato europeu do ginásio clube português a gina do sio do circulo do lu be português, mecânico das pa s os e ab a ama do audiovisual, primeira cruz do gi do rá, primeiro be rei da mim nba ba fan da cia, do po is ali do f az ia do judo e dia ep o is ao jardim, e as belas casinhas ao vo do siti dc cidade muito sossegado, e do dia da ep da caixa vermelha da tele pi da isa do iss de pernas para o ar e o inc do circulo da lina ada a , no da serpente da onda espanhola da espada do forte do circulo do rá do primeiro forte da jane de la que ficou debaixo de um bmw, com matricula onu da pa do ar rta do modelo prata serie sete e anda do ali do av da chamada de este da primeira tia do senhor barbas aa s esca dim do quadrado europeu do chão para a primeira bica, da fun do cio na li serpente ba do velho e acolhedor bar ao primeiro do circulo da lei ao vaso duplo da primeiro da ota, e do vi da serpente do portas, pintada de azul, tipo salon, dos maiores combóis em uma maquina da fazer exercícios sozinhos, pa da ce id a co e xis ti rão no da gina do cio do circulo da lu be de portugal ente francês de est do circulo elevado, os do segundo angulo lis e mo doa azulejos da equipe pan do mn, serpente militar no do chão do tubarão barracuda da mont blanc, e dia da ep es circulo do rato eu e do desaparecimento do dia esa sapa da ce ram s or mi, por t ce ás a on dina serpente e petro lei ro imagina francês co, a di da fic do vaso primeiro da dd espanhol ao pe do sim da serpente inês , e ester burros, a india do dia av da carta ni circulo ori cia de au iza para inglês cruz ar ao ponto

e conti n ua v am as s im as min h as n ota s,

ac ao homem s u i ss o do cir c u lo do ar do rá das mu it as ch uva s do c eu q ue ch o ra da me s m as do rá do z do d up l o da onda s o br e o cir c u l o es pan h o l, a da da s v e r sas da s as das port u g eu sas n up cia s, do v a s o g rande da cp do pc cia s do v e rda dad do q ua dr o port u g eu s do q ua dr ad o eu ro peu mu it o alegre, ali p ó s l ad os da mae de a h ua, e che g at o eu r o peu do g iná si o c lu be port u g u ês a g ina do si o do cir c u l o do lu be port g u g u ê s, m ac ani co das pa s os e ab a ama do au di o v is ua l, pr i me r ia c r uz do gi do rá, pr i me i ro be rei da mim n ba b a fan da cia, do po is ali do f az ia do j u d o e dia ep o is ao j ar dim, e as be l as ca sin h as ao vo do siti dc cida d e mu it o s os se gado, e do d ia da ep da ca ix a v e r me l h a da tele pi da isa do iss de pe rna s para o ar e o inc do cir c u l o da l ina ad aa , no da se rp en te da onda es pan hola da e spa d a do f o r te do cir c u l o do rá do pr i me i ro f o r te da j ane de l a q ue f i co u de ba ix o de um b m w, com mat r i c u la on u da pa do ar rta do m ode l o pr at a se r i e ser ee anda do ali do av da ch ama d a de este da pr i me i ra t ia do s en h or de br ab as aa s esca dim do q ua dr ad o e u ro peu do ch ão para a p r ime i ra bi ca, da f un do cio na li se rp ente ba do v e l h o e ac o l he dor bar ao pr i me i ro do cir c u l o da lei ao v a s o d up l o da pr i me i ro da ota, e do vi da se rp en te do porta s, pi n t ad a de az u l, t ip o sal on, do s maio r es com bo is em ua m ma q u ina da f az e r e x e rc i cio ss oz in h os, pa da ce id a co e xis ti rão no da g ima do cio do cir c u l o da lu be de port u gal ente fr na c es de est do cir c u l o e l eva d o, os do se gun d o na g u l o lis e mo doa az u l e j os da e q u ipe pan do mn, ser pen te mi l i t ar no do ch ão do t u barão ba r rac u d a d a mo mn t b l anc, e d ia da ep es cir c u l o do rato eu e do d esa par e cie mn t o do d ia e sa sap a da ce ram s or mi, por t ce ás a on d ina se rp ente e petro l e i ro imagina fr na c ê s co, a di da fic do v a s o pr i me i ro da dd es pan h o l ao pe do sim da se rp ente in ê s , e es t er br un os a in dia do d ia av da c a rta ni cir c u l o ori cia de au iza para in g l ê s c r u z ar ao p on t o

acordara de um sonho simbólico, o desmembramento do cão preto e branco, no jardim das necessidades, o local da bomba, onde vira o eco da ultima bomba na Argélia, estava a cabeça do cão erguida como se estivesse viva, no meio da relva, olhei-a em sonhos e só depois percebi que era um cabeça de um cão, mais ao fundo num outro pedaço de relva, um pedaço de corpo, ali estava o cão despedaçado, fixo no espaço tempo, a teresa na sexta lu e no hospital, o carro antigo todo estragado, a queda, ainda não conseguia ver meu filho, mesmo tendo o cão sido finalmente desmembrado

ac o rda ra de um s on h o si m b ó li co, o d es mane br am en to do cão pr e to e br anco, no jardim da s ne ce s sida d es, o l o cal da bo m ba, onda v ira o e co da u l tim a bo m ba na ar gé l ia, es t av aa cab e ça do c ao e r guida co m oo se es t ive s se v iva, no mei o da r e l v a, o l hei inglesa a em s on h os e s ó d ep o is pe r cebi q ue e ra um cab eça d c ao, ma is ao f un d o n um o u t ro peda ç o de r e l v a, um peda ç o de corp o, ali es t av a o cão d es peda ç ad o, f ix o no e spa ç o te mp o, a te r sa na se x t a l u e no h os ip it a l , o car ro ant i g o t o d o es t ra gado, a q eu d a, a inda n ão co n se gui a v e r me u fil h o, me s mo ten d o o c ão sid o f ina l mente d es men br ad o

no dn do dia de natal

em presas a b an dina m t ra di são d os dona t ivo serpente

mar k t in g de mage m da n ova i mage m, mo dia ela eva b ge li co da di s c r i são

x y z, as coordenadas da caça ao tesouro, livro do presidente, pagina quarenta e set, ou seja as coordenadas do z, no cruzamento do eixos da cruz

x y z, as co r dena d as da c aç a ao te s o ur o, li v ro do pr e sid e n te, pa gina q ua r en t a e set, o u seja as co r dena d as do z, no c r u za men to do e ix os da c ru z

a sw at ch sao r e l ó gi os mar cam as h o ra s c asa gi angulo ap o i ar as c rian ç as t ro van te lu is rato ep rato sas e mar g ari d a , o que tem o livro , o que matou o pai e me tentou matar, ponto de interrogação

a sw at ch sao r e l ó gi os mar cam as h o ra s c asa gi angulo ap o i ar as c rian ç as t ro van te lu is rato ep rato sas e mar g ari d a , o q ue te m o li v ro , o q ue mat o u o pai e me ten t o u mat ar, p on t o de in te r ro g aç ao

nike sapatos, francês, avião, concorde, arcadas, mayamar, olivais moradias, ib m o bes e bm o v b es financeiro, banco santander, aceita formação, as pernas do gonçalo pessoas ap r se à l o gi ca

n ike s a p at os, fr na ç ê s, avi ão, cnc o r de, ar ac ad as, may am ar, oli v a is mor ad ia s, ib m o b es e b m o v b es fia n ce i ro, bam co san tan d e r, ac a e i t a f o r mação, as pe rna s do g on ç al o pe s s o as ap r se À l o gi ca

banco alimentar , eva phoenix mil novecentos e sessenta e seis, chegou a europa em mil novecentos e oitenta e quatro, a Lisboa em noventa e dois, dezoito toneladas de alimento, vinte e quatro milhões e duzentos mil euros por anos de valor movimento, muito dinheiro para despertar muita ganância, agradeço a informação história, não desdita de eu o ter falado ao rui, antes de ele aqui existir, provavelmente não saberia que já existia, ou talvez sim, visto ser eu da ordem da phoenix

ban co ali m en t ar , eva ph o e ni z mi l no v e c en t os e se ss en t a e se is, ch e g o u a eu rp a em mi l o no v e c en t os e o it en t a e q ua t ro, a lis ba em no v en t a e do is, de zo it o t one l ad as de ali m en to, vi n te e q ua t ro mil h õ es e du zen t os mi l e r u r os por a no s de v a l or mo vi men to, mu it o din he i ro para d es pe r ta r mu it a g anâ n cia, a g ard e o a in for maçao h is t ó r ia, n ão d es d it a de eu o te r f al ad o ao rui, ant es de e l e a q u i ex is tir, pr ova v el mente na o sabe r ia q ue j á ex is tia, o u at alve z s im, v is tio se r eu da o r de m da ph o e ni x

doze rectângulos ro up ad e s en h ora da graça invertida no decimo rectângulo pelo movimento do onze , o do grau onze

d o z e r e cat na g u l os ro up ad e s en h o ra da g ra ç a in v e r t id a no dec i mo re cta m g u l o pe l o mo vi men to do on ze , o do g r au on ze

no natal, dois circulo fazem um terceiro, uma cabeça com um nariz vermelho, com uma lamina vermelha tipo turca, o roupão turco da menina das tranças, a lamina corta a pneu em y invertido e outro y em sua normal posição da caca com três torres, lá dentro

no nat al , do is cir c u l o f az em um te rc e i ro , uma cab eça c um na riz v e r me l h o, com um al ami na v e r me l h a t ip o t ur ca, o ro up ao t ur co da me nina da s t ra n ç as, a la mina co rta a pn eu ee m y in v e r t id o e o u t ro y em s ua no r n al p o si são da c a c a com t r es t o rr es, l á den t ro

um pinheiro com uma estrela vermelha em cima e cinco em baixo, faz correr o sangue no rectângulo maior da cas da joaninha do sul, com cogumelos no feliz natal, assim mostrava o desenho da criança e duas marcas no ceu com quatro vesica de vermelho de uma estrela amarela sobre azul observam o nascer de um sol vermelho com seis raios, três pequenos e três grandes, entre dois montes que fazem o M de Maria com neve em seus picos e verdes prados em suas encostas

um pi n he i ro com uma es t r e la v e r me l h a em c ima e c in co em ba ix o, f az co rr e r o san g ue no rec tan g u lo maio r da cas da jo a nin h a do s u l, com co g u melo s no f e l uz nat al, as s im mo s t rav a o de s en h o da c rian ça e du a ma rca s no c eu com q ua t ro ve sic a de v e r me l h o de uma es t r e l a am a r e la s o br e az u l ao b s e r v am o na s ce r de um s o l v e r me l h o com se is rai o s, t r es pe q eu no s e t r ê s g rand es, en t re do is mo n te s q ue f az em o M de Mar ia com ne ce em se us pi co s e v e r d es pr ad os e v e r d es pr ad os em s ua s en co s t as

no circulo o príncipe seis mais o seis invertido da lua decrescente, por baixo o nove com o nove invertido em dois pares, se repete

no cir c u l oo pr in cip e se is ma is o se is in v e r t id o da l ua d es ce r s c en te, por ba ix oo no v e com o no v e in v e r tid o em do is par es, se r ep e te

Neptuno seis x ondas que desenrolam para cima, em baixo uma desenrola para baixo à esquerda , a seu lado direito uma cobra como uma foice do seu interior sai um pau, tudo isto dentro de um rectângulo vermelho

Ne pt nu o se is x onda s q ue de s en rola m para c i ma, em ba ix o uma de s en rola para ba ix o à es q eu rda , a se u l ad o di rei ro uma co bra co mo u ma f o ice do s eu in te rio r sai um p au, t u do is t o den t ro de um rec tan g u l o v e r me l h o

fidelidade branco
multibanco ok
car es e a ps da onda sai a bd do porto D´Obidos, circulo divisão da tríade do seis, no eixo do s y, sete, divisão do segundo do seis no eixo dos x, o z, será a profundidade , a terceira dimensão no ponto onde as duas primeiras coordenadas se cruzam, sete, vinte e quatro, sete

f id e li dad e br anco
mul ti ban co o k
car es e a ps da onda as i a b d do porto d ´o bid os, cir c u l o di vi sao da t riade do se is, no e ix o do s y, set e, di vi são do se gun d o d o se is no e xi o dos x, o z, se rá a pr o f un di dad a , a te rc e i ra di men sao no p on to onda as du as pr i me i ra s co r dena d as se c ru z am, set e , vi n te e q ua t ro, set e

bruni do ia az da menina dos belos olhos azuis, da foto da cloe das perolas, a outra menina pedia socorro, era a tal, quando me desligaram a televisão, que pedia ajuda sobre a invasão francesa no mundial da aa da cruz ua do quadrado do circulo ad a es cruz o v mo anouk c ni o pe rola s a no chão onda

br uni do ia az da me nina dos be l os o l h os az u is, da f oto da c l oe das p ero l as, a o u t ra me nina pe dia s oco r ro, e ra a t al, q ua n d o me d es li g a r am a tele visão, q ue pe d ia ajuda s o br e a in v a são fr na c esa no m un di al da aa da c r uz ua do q ua dr ad o do cir c u l o ad a es c r u zo v mo ano uk c ni o pe rola s a no ch ão onda

a famosa padaria da venda do pão, do famoso pão, antero ferreira, o da faculdade, o antero, assim me dizia pela manha uma carrinha de pão

a f am o sa pa d aria da v en d a do p ão m do f am os o a pã p, ant e ro f e r rei ra, o da f ac u l dad e, o ant e ro as s im me di z ia pe l a manha u ma ca rr in h a de p a o

Recentemente apareceu a bela sharon ao lado da carla ponti que entretanto foi afastada do tribunal penal internacional, e é evidente que esta questão desta guerra a da sua avaliação, passa por um conjunto muito vasto de lideres no mundo inteiro, sendo que todos a prior estão interessados em perceber o que se passou, e depois acontece o que sempre acontece nestas situações, que é por vezes cada um fugir em sua parte ou em parte da parte com o rabo a seringa, contra informação, fumos vários e por ai fora no chamada acerto de contas, onde sempre vão existindo ao que alguns chamam de vitimas casuais, é exactamente neste ponto que eu me zango com quem for necessário, pois eu estou a ajudar a todos, e se não me agrada ver tombar seja quem seja, no meio da ajuda que a todos dou e não gosto de contas em sangue, mesmo que na sua origem ele esteja, pois o sangue sempre está na origem de tudo, a questão é sempre que ele deve correr dentro do sítios certo, dentro das veias e com corpo inteiro

sharon pr i ori si t au ç o e s, par a t e c on y t ra al gus mn ch am ex cat am ente

Ainda ontem desapareceu um texto com informações cruciais sobre o a explosão do vaivem, e certamente que a parte pifada, estará nas mãos dos serviços secretos , provavelmente até diversos, e se usam a informação como moeda de troca ainda por cima com cobertura de veneno, o caldo se entorna, e sempre se entorna como todos sabem, disse-me depois que fora o sis

D es par e ceu in for maço es c r u cia sis diu v e r sos, v ene nm o,

Falemos claro, como sempre, eu estou a todos ajudar a fazer luz, e percebo muito bem o que se passa, e os senhores sabem muito bem que eu o percebo tambem, por outro lado percebem muito bem os senhores, que quem trás o filho a força afastado e sujeito a tortura, uma criança, sou eu, e isto não é de bom tom, nem fica bem a nenhum de vós

C laro, co mo si u je it o a tor u t ur a, uma criança,

Quando eu me dirijo a todas as entidades deste pais e nenhuma dá resposta, duas coisas sao obvias, primeiro que ninguém tem mais coluna vertebral aqui, pelo menos os que trazem estes cargos, segundo que o problema está ser dirimido noutras instancias, ou seja em outra quadratura do circulo

Di rig o ne h uma d á r e ps ot sa, s º ao ni n g eu m de i r m id o

Ouvi eu recentemente no espírito que a responsabilidade na manutenção desta situação se devia a fidel, que estaria convencido que eu fora responsável pela sua queda, o que é uma enorme barbaridade e cegueira, e o mesmo é pensar que o zidane tambem foi por ela responsável, acrescento eu, que isto não ouvi, fiquei espantado, espantadíssimo, pois seria o ultimo do grupo de quem eu pensaria tal coisa, entretanto um outro ficou com um perónio partido, e ontem o fidel dava conta do xadrez e do limite do jogo se passar em sua opinião para fora das actuais fronteiras, a do tabuleiro

Es pei r to af id el, r es ponsa v el bar a bari dad ee ce g eu r ia, pen ms ra r es pe os nave l e is to es pan t ad is s i mo, en te rta n t o p ero neo za dr e z o + i ni ão

Não é contudo a fidel que eu agora neste preciso momento me vou dirigir em maior pormenor, o farei talvez depois, que creio mesmo que os senhores já terão finalmente percebido o que neste particular se passou

Esta particular edição do jornal o publico veio riquíssima em informação, falta mencionar o recado que veio na coluna do nuno, e que sintetizando, trazia uma pergunta se o rancho do bush viria ser bombardeado, por isso a ele me vou aqui dirigir, dirigindo-me a todos os seres do mundo neste altar publico

Riq eu is s i ma em in for mação, r ec a d a bo m bar dea dão, di r gi r, di r e gin do inglês me ene s te al t ar publico

Hoje de manha dava conta o jornal na sua aparência, se não for mais um cio e um fumo que o situation room de dick cheney ardera

H oje de man h a d av a c on t a o jo r n al na s ua ap ar en cia, se n ão f o r ma si um cio e um f umo q ue a s i t ua tio n ro rom de di ck che ney ard e ra

Sabe o senhor que eu gosto de todos os seres do mundo e por todos velo, não trago vassalagem nem cadeira em nenhum lado aqui na terra em alguma sala, para além daquelas onde me sento quando sentado estou, mesmo que o blair, vista em sua casa, assim o diga, ou me parece a mim que assim ele está dizendo, que isto agora é secundário,

e critico quando tenho de criticar, positivamente se for o caso disso e negativamente se tambem for esse o caso, e já dei a todo o mundo provas mais que suficientes que assim sou e vou e que sou justo no que avalio, e gosto de todos os animais sejam elefantes ou burros ou o que for, e não trago vassalagem a nenhum, pois para mim, antes e sempre são irmãos

Sabe o s en h o r q ue eu g os t o de t o d o s os ser es do mundo e por t o d os v elo, n ão t ra g o v as sala ge m ne m cad e ira em ne n h um l ad o, m es no q ue o b l air , vi s ta em s ua c asa, as s im o di g a , o u me par e ce a me im q ue as s im e l e es t á di zen d o, q ue is t o agora é sec un d á rio E c r i t i c o q ua n do ten h o de c riti car, po siti v am ente se f o ro c a s o di s s oe ne g at iva mente se tam b em f o r e s se o ca s o, e j á d e i a t o d oo mundo pr ova s ma is q ue s u f i cie n te q ue as s im s o u e vo u e q ue s o u j us to no q ue av a li o, e g os t o de t o d os o s anim ais seja m ele fan t es o u b ur ro s o u o u q e f o r, e n ão t ra g o v as sala ge m a ne n h um, po is para mim ant es e se mp r e são irmãos

E tambem sabe o senhor que já lhe safei uma vez a vida, como safo a quem posso safar, pois vidas todas elas são sagradas, se é que o episódio foi assim que se passou, ou seja esta é a minha convicção, de qualquer forma ao agora ter isto escrito, não deixou de me aflorar em mim um eco, sobre a membrana, a penetração e depois o milagre da ter saído de novo, e como sabemos ainda existiu um passo intermediário, se calhar todo isto não foi ou eco ou mesmo forma de passar a informação, o problema verdadeiro aqui, é que caíram uma serie de aviões cheios de gente se se recordam, coisa que parece a alguns não muito importar mas eu não sou nunca dessa opinião, é para mim igual ser uma avião cheio de gente ou um vaivem com sete astronautas, são vidas e o seu valor não se conta estatisticamente, cada um é um ser, cada um merece sempre viver o tempo que lhe está destinado em seu viver

E tam b em sabe o s en h o r q ue j á l he sa f ei uma v e z a v id a, co mo safo a q eu m p osso s af a r, po is v id as t o d as e la s são sa g ra d as, se é q ue o e pi sódio f o i as s im q ue se passo u, o u seja es t aa min h a c on vic çao de q ua l q eu r f o r ma ao agora ter is t o es c rito, n ão dei xo u de me af l o ra r e m mim um e co, s o br e a m en b r ana, a p ene t ração e d ep o is o mila g re da ter sa id o de n ovo, e co mo sabe mo s a inda ex is ti u um pa s sao in ter med i a rio, se cala h t t o d o is t o n ão f o i o u e co o u me s mo f o r ma de pa s sar a in for mação, o pr e o b l ema v e r dad e i ro aqui é que ca ira m uma se r i e de av i o es che is o de g en te se s e reco ram, co isa q ue par ace a al gun s n ão mu it o im po rta r ma s eu n ão s o u n un ca d es sa o pi ni ao é para mim i g u a l ser uma avião che io de g en te ou um v a i ve m com set e as t ro n au t as, são v id as e o s eu v al or n ão se c on ta es t at is tic am ente, c ad a um é um ser, c ad a um mer e ce se mp r e vi v e r o te mp o q ue l he es tá d es t ina d o em s eu vi v e r

Por outro lado a América é um pais de extremos onde o pior e o melhor se mistura, muito me agradou duas recentes decisões, de um estado que aboliu a pratica medieval da pena de morte e a sua decisão recente sobre o travar da proliferação das armas nucleares,

Por o u t ro l ad o a am e r ica é um pa is de ex t r emo s onda o pio r e o me l j h o r se mm is t ur a, a mu it o me g ar d o u du as v re c en t es de c is õ es, de um es t ad o q ue ab o li u a pr a t ic a me di av al da pe na de mor te e a sal r e c en te s o br e o t ar v ar da pr o li fera çao das ar ama s n u c l e ar es,

E tambem, sabemos que um presidente cheio de desejos e talvez por isso mais facilmente engodado, caiu ai na casa branca por uma questão de joelhos, digamos assim, e eu e muitos no mundo se perguntam se não foi um dos mais caros em numero de vidas e confusão da historia de toda a humanidade, sendo que a factura é de diversas partes, não só dele obviamente, assim de repente me lembro de outra, a da helena de troia, e um facto idêntico as une a ambas, corresponderam a um final de civilização, ou seja de modo de viver, este é o verdadeiro custo e o ponto onde a humanidade de novo agora se encontra, outros veres isto mesmo confirmam

E tam b em, sabe mo s q ue um pr e sid ente che io de d e se j o s e t al v e z por is s o ma is f ac ile mn te en g o dad o, ca i u ai na c asa br anca pro uma q eu s tão de joe l h s o, di g amo s as s im, e eu e mu i t os no mundo se pe r g un at m se n ão f o i um d os ma is ca ro s em nu m ero de vi d as e c on fusão da h si to r ia dae t o d aa h uma ni dad e, s en d oa q ue a f ac turca é de di v e r sas ap ar t es, n ão s ó de l e ob via mente as s im de r ep ente me le m br o de o u t ra, a da he lena de t roi a, e um a f ac to id en tic o as une, am ba s co r r es ponde ram a um f ina l de c iv i li za ção, o u seja de mo do de viver, este é o v e r dad e i ro c us t o e o p on to onda a h uma ni dad e de n ovo agora se en c on t ra, o u t ro s v e r es is t o me s mo c on f i r mam

É o senhor membro da skull and bones e de outras organizações fraternas de homens e sabe bem que o que se passou aqui no mundo inteiro foi um casamento entre as mais velhas tradições e as mais novas tecnologias, e que na base da parte das tradições se encontram muitas vezes o que se pode chamar de magia sexual

É o s en h o r e m en br o da s k u ll and b one s e de o u t ra s o r gan iza ç õ es f ra te r n as de h o m en s e sabe b em q ue o q ue se passo u aqui no mundo in tei ro f o i um c asa men teo en t re as ma is v e l h as t ra di ç õ es e as mn ais n ova s tec no lo gi as, e q ue na b ase da par te da s t ra di ç õ es se en c on t ram mu it as v e ze s o q ue se p ode ch ama r de ma gi a se x ua l

Deve-se tambem recordar, como todos, se não aqui fica um link de um jornal que se deu ao trabalho de fazer um apanhado sintético das grandes confusões em que todos molharam as sopas, antes e durante o começo da guerra, e em verdade lhe digo mesmo, a grande questão ainda em aberto será saber se as torres não foram deitadas abaixo por uma simples corporizarão do inconsciente colectivo da própria América sendo que ele não está nunca desligado do inconsciente colectivo, ou alma do mundo, a ver iremos, esta questão em maior detalhe se a minha paciência não se esgotar entretanto

ENTRA LINK DO BLOG DO JORNAL

D eve inglesa se tam b em r eco r d ar, co mo t o d os, se n ão aqui f ica um li n k de um jo r n al q ue se d eu ao t raba l h o de f az e r um a pan h ad o sin tec tic o das g ar n d es c on f u s o e s em q ue t o d os mol h a g ram as s op as, ant es e du ar ante o co me çao da g ue r ra, e em v e r dad e l he di g o me s mo, a g rande q eu s tão a inda em ab ae e to se rá sabe r se as to rr es n ão f o ram dei t ad as ab a ix o por uma s imples corp ori za ção do in co ns cie n te cole c t ivo da pr o pr ia am e ric a s en dao q ue e le n ão es t á n un ca d es li gado do in co n cie n te cole c t ivo, o u al ma do mundo, a v e r i r emo s, est a q eu s tão em maio r d eta l he se a min h a p ac i en cia n ão se es g ota r en t r eta n to

Portanto a minha pergunta é muito simples quem dos senhores do mundo, é que mantém e finca o pé em me manter o filho afastado, ponto de interrogação, é o senhor ou o fidel, o sírio, ou ainda um outro, ponto de interrogação outra vez

P o r t a no a min h a pe r gun t a é mu i t o s imples q u em dos s en h o r es do mundo, é q ue man te m e finca o pé em me man ter o fil h o a f as t ad o, p on to de in te r ro g a ção, é o s en h o r o u o f id el síri o o u a inda um o u t ro, p on to de in te r ro g aç ao o u t ra v e z

Po do rato orta e rta no da min do homem primeiro do pe rato da pistola da cruz primeira é mu it os serpente simples, em p primeiro espanhol do quadrado do vaso em dia os das serpentes in g kapa l e sas do homem rato esa pn h o l do mundo, é o que mantém o meu filho de mim afastado, é o homem da teresa e da finca circulo do pé que mantém meu filho afastado, homem da me da teresa da me da fil, o home afastado, primeiro forte as da cruz do circulo ad de p em to em teresa interrogatório, e te rato ro do gato primeira são, é o serpente inglesa do homem de horus, ro do vaso do circulo do pássaro do gato do home siri do duplo circulo a inda primeira do circulo do caso da cruz do ro p em to em te rato ro gato do ac cão das duas ondas ao circulo do vaso da cruz do rá e vaso e zorro, que deverá então ser do jornal el mundo e home da finca, pressuponho então da história das baleares e será tambem responsável pelos fogos que lá se deram, assim trará a sua conta

Como vê, escrevendo-lhe encontro a verdade, só me falta mesmo saber o nome

Estava eu escrevendo outro texto onde explicava por que razão este ano pela primeira vez em minha vida não há para mim natal, pois só haverá se tiver comigo meu filho das condições que já em direito profundo a todos expliquei, não quer isto dizer que não haja natal para todos os outros que o pretendam comemorar, e tambem não afirma o contrário, e para ser mais claro, não trago eu intenção de bombardear o seu rancho, ou o rancho seja de quem for e da mesma forma como já expliquei tintim por tintim, tenho direito e dever de lutar por meu filho, e ninguém pode contrariar um Pai movido por essa intenção de coração

Est av a eu es c r eve n d o o u t ro te x to onda ex p li c av a por q ue ra z ão este a no pe la pr i me r ia v e z em min h a v id a n ão h á para mim na t al, po is s ó h ave rá se t ive r co mig o m eu fil h o das c on di ç õ es q ue j á em di rei t o pr o f un d o a t o d os ex p li q eu i, n ão q eu r is to di ze r q ue n ão ha j a na t al para t o d os o s o u t ro s q ue o pr e ten dam co me mor ar , e tam b em n ão a firma o c on t rá rio, e para se r ma si c laro, n ão t ra g o eu in ten ção de bo m ab ar de ar o se u r an c h o, o u o ra n ch o seja de q u e m f o r e da me sam f o r ma co mo j á ex p li q eu i t in tim por tin tim, ten h o di rei to e d eve r de l ut ar por m eu fil h o, e ni n g eu m p ode c on t ra r ia r um Pai mo v id o por es sa in ten ção de c o ra çao

Portanto tudo isto foi reacção a um texto que eu escrevi sobre o natal , porque é que para mim e para onze milhões de crianças não havia natal, sendo que natal são todos os dias, só as bestas e os loucos e terroristas é que parecem trazer isto esquecido, se o problema deles fosse a falta de memória e não a vontade de destruir o inteiro e uno mundo, vão todos para o inferno já! Um homem do el mundo, história que já virá então de trás, fazendo cair essa esfarrapada desculpa que seria uma reacção a meu texto, pois será tambem o homem responsável pela queda de meu filho, e não terá agido sozinho, e obviamente trás relações com outros, alguns dos quais já caíram, e é tambem cão à firma, portanto deve ser responsável por uma serie de mordidelas, e é para maior do sic primeiro ro e é responsável nomeadamente, ou melhor especificamente pela cruz na teenager, do avó, maior ab do ar do circulo do seu rancho e também da me sam, e ex p li do quadrado europeu da cruz no tim, e da menina do homem do circulo do Rei e do dia do natal, e da cruz no primeiro Pai ido do portugues espanhol ten são do circulo coração, ora aqui temos ao que bem parece mais um terrorista e dos grandes com ligação a outros, nomeadamente o orta portugues, e do talho à rta

Apareceu agora um senhor do el mundo no dia seguinte a estas letras, que ao que parece não acreditava no menino Jesus mas agora já acredita, ainda bem, é bom sempre acreditar em todos os meninos, olhando bem sua face não deixa de ter traços de sírio

Ap ar e c y u a g o ro um s en h o r do el mundo no dia se gi n te aa eta s l e t ra s , q ue ao que par e ce n ão ac red it av a no me nino je s us ma agora já ac red it a, a inda b em, é bo m se mp r e ac red it ar em t o d o s o s me nino s, o l h and o b em s ua face n ão de ix a de ter t raç o s de sí rio

P o r t a n to t u d o is t o f o i rea ac ção a um te x to q ue eu es c r e vi s o br e o na t al , por e q ue é q ue para mim e para on ze mil h o e s de c rian ç as n ão h avi a na t al, s en do q ue na t al são t o d os o s di as, s ó as b es t as e os l o u c os e te r ro rita s é q ue par e ce m t ra ze r is t o es q eu cid o, se o pr e o b l ema de l es f o s se a f l at a de me mória e n ão a von t ad e de d es t rui r o in te i ro e u no m un do, v ão t o d os para o in ferno m j á! U m h o mem do el mundo, h is t ó r ia q ue j á vi rá en tão de t rá s, f a zen d o ca i r es sa es f ar rapa d a d es c u l pa q ue se r ia uma rea cç ao a me u te x to, po is se rá tam b em o h o mem r es pons ave l pe l a q eu da de m eu fil h o, e n ão te rá a gid o s oz in h o, e ob vi am ente t rá s r e la ç o es com o u t ro s, al g u s m dos q u a is j á ca ira m, e é tam b em ca o à f i r ma, po rta n to d eve se r r e p s on s a c e l por uma ser i e de mor di d e la s, e é para mai o r do sic pr i me i ro r o e é r es ponsa v el no mea d am ente, o u me l h or es pe ci f ica mente pe l a c r u z na tee na ge r, do av ó mai ro ab do ar do cir c u l o do s eu ra n ch o e tam b é m da me sam, e ex p li do q ua dr ad o eu ro peu da c r uz no tim, e da me nina do h o mem do cir c u l o do Rei e do dia do na t al, e da cruz no pr i me i ro Pai id o do por tu ge us es pan hol ten são do c i r c u l o co ra çao, o ra aqui te mo s ao q ue b em par e ce ma is um te r ro r ista e dos g rand es com li g a ç ão a o u t ro s

Apareceu-me aqui a bela bruni e o sarkozy, e diversas são as possibilidades do seu porquê, até posso pensar que terão vindo aqui em missão humanitária de ajuda e salvamento da teresa e do tal pires e de outros tantos, mas hoje de manhã depois desta noite de vela no hospital do mundo, parece que a situação, se fora essa, se invertera, pois um super petroleiro francês acabou de pedir ajuda, assim é nas vezes a vida, quem vem ajudar, acaba a pedir ajuda, ou ainda posso pensar que a noticia do namoro dos dois é uma cortina, e olhando para os belos olhos da bruni, até posso pensar que é ela a senhora que me trás em amor de esposos aqui na terra em corpo, futuros, e tambem é um facto que o sis ficou com a informação, metade, sem o ser em exacto ou talvez não sobre o assunto do vaivem , e agora soube tambem que as sas o tem, não sei se o terá já em sua posse pela sua inteligência tambem, e saberá então, ou não, que diversas pessoas poderão ser consideradas suspeitas, por isso lhe digo e a todos digo muito claramente, não creio que bruni, sarkozy, ou audrey tatui, tenha alguma coisa a ver com o caso, e portanto ficaria muito zangado se algo lhes acontecesse, antes do cabal esclarecimento do assunto pela minha parte, na medida em que fui eu que o vi e analisei, ou melhor , o estou fazendo

Ap ar e c eu inglesa me aqui a be la br uni e o s ar k oz i, e di v e r sa são as p os sibili dad es do s eu pr o q u ê, at é p osso p en sar q ue te r ão vin d o aqui em miss ão h uma ni t á r ia de ajuda e sal v am en to da teresa e do tal pires e de o ut os t ant os, mas h oje de manhã d ep o is d e tsa no ite de v e la no h os pi t al do m un d o, par ce q ue a s i t ua ção se f o ra es sa se in v e r te ra, po is um s up e r p e t ro le i ro f ar n c es ac ab o u de pe di r ajuda, as s im é na s v e ze s a v id a, q eu m v em a j u d ar, ac ab aa pe di r ajuda, o u a inda p osso p en sar q ue a no tic ia do na mora do s do is é uma co r t ina, e o l h and o para os be l os o l h os da br uni, at é p osso p en sar q ue é e la a s en h ro a q ue me t rá s em amo r de es p o sos, f ut ur os, e tam b em é um af ac to q ue o sis f i co u com a in for mação, met ad e, s em o ser em ex ac to o u t al v e z n ão s o br e o as s un to do vaivem, e agora s o ub e tam b em a q ue as sas o te m, n ão se i se o te rá j á em s ua p os se pe l a s ua in te li g en cia tam b em, e sabe rá en tão, o u n ão, q ue di v e r sas pe s s o as p ode ram ser c on s id e ra d as s us pei ota s, por is s o l he di g o e at o d os di g o mu it o clara mente, n ão c rei o q ue br uni, s ar k oz i, o u au dr e y t at u i, ten h a al gum a co isa a v e r c o m o c as o, e po rta n to f ica r ia mu it o za n gado se al g o l h es ac on te ce s se, ant es do cab e la es c lar e cimento do as s un t o pe la min h a p arte, na me di ad a em q ue f u i eu q ue o vi e ana lise i o u me l h o ro es t o u f a z en d o

E até posso pensar que o tal de navio, trará em seu cargo uma espécie de duplo guião, o primeiro mais linear na manipulação de que não existiu por e simplesmente nenhum acidente, segundo lugar que o acidente não é acidente , mas sim avaria simulada, para dizer, que é uma reacção em espelho, um eco, e assim tentar pôr uma cruz em pessoa indevida, como quem diz, vês que ele é culpado, ou mesmo o cargo ser a taça do vaso que levou a esta luz toda sobre este assunto, contudo cargo, ao aparecer agora remete para o cinema, remete para um realizador e remete outra vez para Dakar e talvez ainda para outros episódios, e assim sendo a questão é mais complexa, trago eu notas ainda não transcritas, relativas a esta matéria, queiram se faz favor aguardar, ff, de françois filon, aussi, mais uma declinação em nome de um sigla com bastantes nomes

E at é p osso p en sar que o t al de n avi o, t r a rá em s eu c argo uma es pe cie de d up l o gui ão, o pr i me rio ma is l ine ar na mani p u l aç ao de q ue n ão ex is ti u por e s im p l es mente ne n h um ac id ente, se gun d o l u g ar q ue o ac id ente n ão é ac i dente , mas s im av a r ia si mul ad a, para di ze r, q ue é uma r ea c çao em es pe l h o, um e co, e as s im ten t ar por uma c r u z em p es s o a inde v id a, co mo q eu m di z, v es q ue e l e é c u l p ad o, o u me s mo o c argo ser a t aç a do v a s o q ue l evo u a es t a l u z t o d a s o br e es te as s un t o, c on t u d o c argo, ao ap ar e c r e agora r em e te para o c ine ma, r e met e para um rea liza dor e r e me te o u t ra v e z para d ak ar e t al v e z a inda para o u t ro s e pi sódio s, e as s im s en d o a q eu s tão é ma si co mp l e xa, t ra g o eu n ota s a inda n ão t ra sn c rita s, r e la t iva s a es t a mat é r ia, q eu i ram se f az f avo r a g ua radar, f f, de fr an ç o is fil on, au s si, ma is uma dec lina çao em no me de um si g la com ba s t ant es no mes

Cargo é nome de filme de um realizador francês que está ligado de alguma forma a binoche assim o intuo

C argo é no me de f i me de um rea liza dor fr an c es q ue es t á li gado de al gum a do r ma ab ino che as s im o in t u io

Agora percebei em espirito diversas coisas, primeiro fundiu-se porque assim foi feito para acontecer por terceiros uma das minhas lâmpadas , que já está substituída, hoje de manhã me bateram a porta era um homem na aparência dos ascensores e uma jovem senhora entrou com ele ao mesmo tempo, uma senhora com um rosto muito decidido, que entrou para a casa da vizinha, donde deveria trazer a capa de mulher a dias e depois andou feita cavalo por cima do meu gabinete a arrastar moveis e coisas que tais durante um enorme tempo, estava eu a tentar adormecer, visto a coisa do prisma do elefante, foi de tal ordem as pancadas que uma das luzes que está num tecto falso de pladur acabou mesmo por fundir, sacanas.

Agora pe rato e cebi em es pei rato it de ive rato sas co i sas, pr e me e ro forte ot un diu inglesa se portuguesa quadrado ue as serpente em forte do circulo e f e it circulo para ac on te ce rato por te rc e e ro serpente uma das min homem as da primeira am p ad a s , quadrado ue , acento do príncipe á es cruz á serpente ub s t i u t id a, h oje de man h ã me bat e ram a p o rta e ra um h oe mm na ap a r e c en cia dos as c en s o r es e u ma jo v em s en h o ra en t ro u com e l e ao me s mo te mp o, uma s en h o ra com um ro s to mu it o dec id ido, q ue en t ro u para a c asa da vi zi n h a, d o n de d eve r ia t ra ze r a c ap a de mul e h r a di as e d ep o is and o u f e ita c av a l o por c ima do m e u gabi ne te a ar ra s t r mo v e is e co isa q ue tais d ur an te um eno r me te mp o, es t av a eu a ten t ar a do r me ce r, vi s to a co isa do pr is ma do e le fan te, f o i de t al o r de m as pan c ad as q ue u ma das l u z e s q ue es t á n um tec t o f al s o de pl ad ur ac ab o i u me s mo por f un di r, s a c ana s.

Ana serpente do canas, capa da mul, da meia alemã do circulo da asa do vi zi, do dia dad onda de natal, me do vaso da gabi, ne da teresa, primeiro ar do rá dos filmes e co do isa do quadrado europeu da tais, do dia do ur da formiga da primeiro rato ao eno da me teresa do mp circulo do circulo av primeiro de espanha a primeira teen, cruz do ar, co do pr do prisma do elefante, a boite, e fan da te com pancadas de tal ordem que fundiu uam das primeiras do vaso do zé serpente no primeiro te do circulo da cruz da primeira queda do circulo de p primeiro ad ur do ac ab ao boi vaso maior espanhol ll do mês, pot portuguesa brincadeira da di rato s e p r ente ac circulo ana

Agora o final da tarde uma ratoeira, um rapazinho que primeiro me pareceu ser um japonês, trazia assim um chapéu de chuva que neles se ve de vez enquanto e um guarda chuva e caminhava com uma postura de movimentos muito divertida, tipo às bomp e nada japonês, e depois me cruzei com ele na fonte, se eu sabia dos rapazes que ali costumavam estar e que vendem na aparência charros, depois se eu fumava e em terceiro se tinha um, engraçado as armadilhas destes macacos, depois li da águia de tebas, mas não a daqui, tambem sei que alguns que viram o meu video publicado dizem então que eu estou drogado, as bestas que bem o sabem porque assim fazem, e depois é fácil confundir os incautos, não sabem dos tiques de origem nervosa, nem sabem mesmo o que é um nó de alma, ou mesmo se Ela existe, meus cabrões filhos da puta, o rapazinho dizia que estivera na cama com a loira durante um mês, que bom para si, espero que para ela tambem, quem é a loira aqui, quem é o espelho, e depois de novo ao lado da coluna com o sinal do Neptuno no que parecia ser uma coluna de uma lareira, portanto deverá ser dos ventos ou dos incêndios, ou e dos furacões mais do que da agua, embora seja uma mesma em estado distinta, e depois numa mesa de uma conferencia de imprensa, com a mao no vaso invertido e por detrás o ivo canelas, como quem dizia, o rapaz que inverteu o vaso e fez as ondas, será verdade, Joaquim, que assim eram as letras da história que as imagens narravam, ponto de interrogação, depois li ainda, que michou estava com problemas, e sendo michou um gato, não gosto de tal, não gosto que façam mal a gatos, sendo que um apareceu, aqui morto na rua, a mim pareceu-me mais uma vez que alguém o matou a ali o pôs, como já fizeram com pombas, e depois li sm, duas cruzes, pf, o que não me parece ser o caso de eu ter cruzado a majestade, primeiro até precisava de saber ao certo quem é, visto que muitas trás o mundo, não é verdade, Oh macaquinhos, assim sendo e tudo somando, previsão meteorológica, indica e aconselha, condução à defesa, dizia a guarda republicana no telejornal, a propósito da operação natal, e que isto era ainda a paga a tim, a , ou seja a primeira do tim, deverá ser a conta da marta, se vocês, todos continuam a saldar as contas assim, disparo sobre todos

Agora o f ina l da t ard e uma rat oe ira, um ra pa zi n h o q u e pr i me i ro me par e ceu ser um j ap o n ês, t ra z ia as s im um ch ap eu de ch uva q ue ne l es se v e de v e z en q ua q n t o e um g ua r da ch uva e ca min h av a com uma p os t ur a de mo vi e mn t os mu it o di v e r t id a, t ip o À s bo m p s e n ad a j ap o n es, e d ep o is me c r u z e i com e le na f o r n te , se eu s ab i a do s ra pa ze s q ue ali co s t uma ma es t ar e q ue v en de m na aa pr e cn cia ch ar ro s, d ep o is se eu f uma v a e em te r ce i ro se tinha um, en g ra ç a d o as ar mad ilha s d estes am ac a c o s , d ep o is li da a gui a de tebas, ma s n ão a da q u i, tam b em se i q ue al gun s q ue vi ram o m eu vi deo pi u b li ca dao di ze m en tão q ue eu es t o u dr o gado, as be s t as q ue b em o sabe m por q ue as s im f az e m, e d ep o is é f ac i l c on f un di r o s in c au t os, n ão sabe m dos ti q u es de ori ge m ne r vo a, me s us c ab r õ r es fil h os da p ut a, o h rapa zi n h o q ue es t av na c ama com a l o i ra d urna te um m ê s, q ue bo m para si, q eu m é a l o i ra aqui, q eu m é o es pe l h o, d ep o is li a inda, q ue mic h o u es t av a com pr o b l ema s, e s en d o mic h o u um g at o, mn ão g o s t o de t al, n ão g os to q ue f aç am m al a g at s o, s en d o q ue um ap ar e c eu, aqui morto na r ua, ami m par e ce u inglesa me ma is uma v e z q ue al g eu m o mat o u a ali o p os, co mo j á f ize ra q m com p om ba s, e d ep o is li sm, du as c r u ze s, p f, o q ue n ão me par e ce ser o c a s o de eu ter c ru za d o a ma j es t ad e, pr e i me i ro at é pr e cisa v a de sabe r ao ce r to q u al é, vi s to q ue mu it as t rá s o m un d o, n ão é v e rda d e , o h m ac a q u in h os, as s im s en d o e t u d o s oman d o , pr e visão mete o ro l o gi ca, indica e ac on se l h a, c on du çao à d efe sa, di zi aa g ua r da r ep ub li cana no tele jo r n al, a pr o po si to da o pera ção na t al, e q ue is t o e ra a inda a p a g aa tim, a , ou seja a pr i me r ia do tim, d eve rá ser ac on t a da marta, se vo c es, t u d os conti n uam a sal d ar as c on t as as s im, di spa ro s o br e t o d os

Portanto somando esta ultima parte, o que deverá ser nesta aparição da beleza, é a paga , ou assim pretendem alguns da marta, não creio que a bruni tenha algo a ver com cruzes, talvez dela a mim, mas se mas pôs às minhas costas, são largas e posso com elas e depois falaremos, eu e ela, curioso mesmo é eu ter recebido a sua canção via, o clube das almas inquietas, e ressoa em minha memória uma história, que a nina me falou, de um velho mecanismo, de que entre um ser e sua amada, dois amantes, duas partes da mesma parte, existem seis pessoas que fazem a ligação, se soubermos quem são e der-mos os correctos passes a ela ou a ele chegamos

P orta n to s oman d o es t a u l tim a p arte, o q ue d eve rá ser ne s ta ap ari ção da be l e za, é a p a g a , o u as s im pr e ten d em al gun s da m a rta, n ão c rei o q ue a br uni ten h a al g o a v e r com c r u ze s, t al v e z de la a mim, ma s se na s p os as im n h as co s t as são l ar g a s e p osso com e la s e d ep o is f al ar e mo s, eu e e la, c ur i s o me s mo é eu te r r e cebi d o a s ua can ção v ia as al ma s in q u i eta s, e r es s o a em min h a me mor ia uma h is t ó ria de um v e l h o meca ni s mo, de q ue en t re um ser e s ua am ad a, do is man t es, du as par t es da me s ma p arte, ex is te m se is pe ss o as q ue f az em a li ga çao, se s o ub e r mo s q eu m são e de r inglês mo s os co r rec t os par es a e la o u a e le che g amo s

Se isto continua assim, esta forma de fazer contas, o vaso chega a um ponto critico e depois temos um tsunami, ou acaba mesmo de vez o mundo, sendo que o passado já o demostrou, as duas, o passado, o realizador francês, ponto de interrogação, talvez, tem um certo ar disso, não esquecei que um houve aqui um tsunami, e meteu uns franceses, e uma lua de mel, ou seja um casamento de amor, que foi atacado, vamos lá com calma, o homem da alma, do acidente da di, assim agora me apareceu, relativo ao realizador, ponto de interrogação, qual delas, qual di, se foi mais de que uma

Se is to conti ua as s im , es t a f o r ma de f az e r c on t as, o v a s o che g aa um p on to c riti co e d ep o si te mo s um t us n ami, o u ac ba me s mo de v e z o m un d o, s en d o q ue o passado j á demo s t ro u as du as, o passado, o real iza dor fr an c es, p on ro de in te rr o g, t al v e z, te m um ce r to ar di s s o, n ão es q eu ce i q ue um h o u v e aqui um t s un ami, e met eu un s fr an ce s es, e uma l ua de me l, o u se j a um c asa men to de amo r, q ue f o i at ac ad o, vao mo s l á com cal ma, o home da al ma, do ac inde te da di, as s im agora me ap ar e c eu, p on to de in te rr o g a ç a o, q ua l de la s , q ua l di, se f o i ma si de q ue uma

E ainda esta história entronca com a do big one, o maior furacão do século passado, o primeiro grande que atingiu fortemente a América, assim na altura se o chamou, ainda não sabiam os homens que outros maiores haveria, melhor será dizer, que parecia nessa altura que andavam esquecidos da razão porque eles acontecem, alguém que está ligado a alguém com relação a chanel, ou que chanel conhecia ou percebera da sua implicação, pressupostamente na sua época de seu acontecer, e uma história no bois de bologne, ou seja com prostitutos, ou fetiches, e um cavaleiro negro que atravessa a ponte nova, que provavelmente será o local próximo do tal bordel de luxo, onde os rituais terão sidos feitos, toda a história para quem está com pressa ou apressado, na photo, 93/3, quem diria que o pai assim deixou a pista, na história da air france com ilustres personagens, coco by her self até hictccok, passando por kennedy e seu filho, para outras núpcias o detalhe de ver no visto de todos aqueles magníficos fotógrafos que tanto viam e sabem ver

E a inda es ta h is t ó r ia en t roca com a do bi g one, o maio r f ur ac ão do se dc u l o passado, o pr e i mi ero g rand e q ue at in gi u forte m ente a am a é r ica, e q ue es t á li gado a al gume com relaçao a ch ane l pr es s up os tamen te na s ua ep oca de s eu co na te ce r, e um a h is t ó r ia no boi s de bo l o g ne, ou sej ac o m pr os titu it os e um c av al e i ro ne g ro q ue at ravessa a p on te n ova, q ue pr ova v ele mn te se rá o l o cal pr óx i mo do t al bo r d el de l ux o, onda os r it ua si te rao sid os f e it os, t o d aa h is t ó r ia para q eu m es t á com pr e s sa o u ap r es sado, na ph oto, 93/3, q eu m di r ia q ue o pai as s im de ix o u a pi s t a , na h is t ó r ia da air france com i lu s t r es pe r s o na g en s, coco b y he r se l f at é hi ct cc o k, para o u t ra s n up cia s o d eta l he de v e r no vi s to de t o d os a q eu l es ma g ni f ico s f oto g raf os q ue tant o v i am e sabe m v e r

Ah bela menina bruni, que como lhe disse parte da primeiras cerejas que para si escrevera me desapareceram, e como cada uma é irrepetivel, não posso eu reproduzi-las em forma igual, lhe contava eu mais ou menos, que o bom mesmo, seria ter minha amada a meu lado sem meias, ou com elas, que me lembrei daquelas muitos belas que se colocam nas pernas e sugerem delas abraços e braços, aquelas que costumam ser negras e depois deixam antever um pedacinho das pernas e das belas coxinhas assim mais vestida que despida mas despida na imaginação e no imaginar onde os desejos nascem, que concerteza nasceram das luvas que de braço quase inteiro que antes se usavam, e que trazemos em nossas memórias, assim quando vemos umas perninhas, pensamos que são braços que nos vão abraçar e o mais divertido disto tudo é que no dia seguinte aparecia uma belíssima menina assim com elas vestida num anuncio num jornal, assim um folha grande inteirinha e muito eu me sorri, e depois lhe contava que se fosse invejoso invejaria as roupas das meninas que trazem sempre muitas mais opções de escolha do que a dos homens e que por essa razão não gostava muito de ir às compras para mim comprar, mas que gostava de ir escolher roupas com minha amada para depois lhas tirar, e qu eme lembrava de quando era mais pequeno, se bem que não muito maior hoje seja, me ter lembrado de uma maquina que seria um loja onde a menina se sentaria, depois escolhia o corte, os tecidos disponíveis, e a câmara no entretanto a modelizava em três dimensões para a com elas se ver e depois quando estivesse contente, carregava num botão, aquilo fazia, assim, ok, tuca truca, bzuuuuu, e depois esperava , tomava um café com um belo rapaz do nespresso, lhe dava ou lhe tirava as chaves no entretanto do ferrari, e depois a roupa sai pronta e quentinha a ser vestida, e que fora mesmo feita, uma maquina mais elementar para as crianças, e que então, na rua onde habito, é muito belo ver os vestidinhos que elas fazem, trazem todas as cores e todas as formas, os mais pequenos nem se percebem se sao meninos ou meninas, quanto os dois não são sempre um e dois e três e quatro, e a cidade é muito mais divertida com toda a variedade de cada um, e todos sorriam mais pois a beleza e imaginação está estampada em todos os corpos, e as crianças põem muitas vezes seus desenhos estampados, e é sempre muito divertido e bom para eles olhar, e ver os sonhos a sonharem-se e inspira os pais e os pássaros, e me recordo depois uns anos de ter ouvido falar que no Japão teriam feito uma maquina mais ou menos assim, mas não tenho muito dela ouvira falar, e nada disto obstará a que os belos costureiros que nascem com essa vocação, não continuem a fazer os seus belos vestidinhos, e que seja uma alegria ver uma menina muito bela, realçada por um belo trapinho, se bem que aqui que ninguém nos ouve, todos eles são sempre para se tirar, os trapos claro, assim com jeitinho, com o mesmo que se ajuda uma menina a apertar um fecho eclair daqueles que nascem por cima das belas perinhas e sobem pelas costinhas, para não ter frio ou fazer calor, ao olhar e depois lhe contava que eu gostava muito de fazer os meus espaços, e o meu mobiliário e já nem sei porque lhe contava, ou melhor, mais ou menos sei, que não inteiro, mas uma vez no seu pais natal, pela, madrugada fora dei com uma loja que fazia e vendia portas de casa muito belas, em madeiras diversa com todo o tipo de incrustações e olhando para aquilo, me disse, vou desenhar portas e assim fiz, e depois de isto lhe escrever, quem diria, como sempre á, dei em casa de meu pais com os esquissos, são portas com animais e mais ou menos geométricas, com madeira e vidro fosco, e já cheguei mesmo a fazer uma numa das minhas casas, assim tipo japonesa que gosto muito daquela ideia de portas leves que deslizam e são transparentes, como os fechos que abro a minha amada para lhe dar muitos beijinhos e porque se bem vista assim deve ser a vida, porque assim a é, leve, deslizante e transparente como brisa de uma canção da luz do amor, sabe menina bruni, dizem de mim, que sou muito descuidado na forma como me visto, que uso as mesmas calças até ficarem tipo pedra, e por ai fora, mas não é verdade, eu costumo ser higiénico quanto baste, em mais pequenino, naquela por vezes terrível fase do crescer, fruto da forma como vivemos, e do que proporcionamos a nossos filhos, que quando crescem, ao ver tanto mal fazer, logo começam a muito espernear, quando não caem no tédio que conduz às violências, era mais difícil com os banhos e meu pai insistia e insistia e lá negociávamos e negociávamos, e me lembro de ter sido para ele muito mauzinho, mas tambem sei que ele me perdoou, pois combinamos então que eu tomava três banhos por semana e depois eu peguei num esquadro e numa reguinha e fiz um plano dos banhos e afixei-o na porta do quarto do lado de fora, para o chatear e até as visitas quando iam as casas de banho lá da casa tinham por ali que passar, enfim coisas de meninos traquinas, e assim o envergonhava ou assim pensava que lhe fazia, depois os sapatos, a margarida que eu hoje já nem sei se minha amiga é, que escreve, escreve muito sobre o s sapatos e que uma mulher julga um homem pelos sapatos, numa semana é assim, na outra será pelos pulóveres, ou na outra ainda nem sei bem mesmo porque, porque a mim me parece que uma mulher avalia melhor um homem nu, e o mesmo em seu inverso, sempre o disse desde pequenino, o nu aqui para além ou mesmo antes ou mesmo sem, é a nudez do seu coração, que lhe permite ver o tipo de jardim que ele lá trás, que flores faz crescer, se tem muito sol lá dentro ou muita sombras se correm aguas frescas, e vinhos quentes, e por ai fora naquilo que em verdade importa, se bem que como homem saiba que a minha amada gosta de me ver composto, e assim tento andar, mas em relaçao a sapatos, uso sempre mais ou menos um ou dois pares a cada vez até seu fim, primeiro porque quando gosto de uma peça de roupa, é porque gosto dela e assim se a gosto a trago, e se posso de muitas gostar, bem medidas das coisas, só trago eu dois pés, e depois para lhe ser franco nem dinheiro trago nestes últimos anos para andar a fazer comprar, os que trago me foram oferecidos, e creio que minha mãe me vai oferecer agora umas botas para o inverno, que já se deu o caso de chegar a casa com os pés molhados, pois não são de chuva nem de chover, se bem que chuva, chove, mesmo é em meu coração, pela falta de minha amada e meus filhos ao perto pertinho e da enorme estupidez suicidaria como as gentes parecem querer levar suas vidas, enfim melhor mesmo seria quando minha amada chegar, recebe-la tudo nu, assim ela me via inteiro e depois ia-mos comprar uns sapatinhos, se la quisesse, claro está, e se moeda houver.

A h be l a me nina br uni, q ue co mo l he di ss se par te da pr i me i ra s ce r j as q ue para si es c r eve ra me d esa par e ce ram, e co mo c ad a uma é i r r ep t ive l, n ão p osso eu r ep ro zuli inglês l as em f o r ma i g ua l, l he c on t av a eu ma si ou m en os, que o bo m me s mo, se ria ter mina h am ad aa m eu l ad o se m mei as, o u com e la s, q ue me l em b rei da q eu l as mu it os be la s q ue se c olo cam nas pe r n as e s u ge r em de l a s ab ra ç os e br aç os, a q eu la s q ue co s t um sm se r ne g ra s e d e p o is de ix am ant eve r um peda ç in h o das pe r na s e das be l as co xi n h as a s s im ma si v es t id a q ue d e pi da ma s d es pi d a na imagina g çao e no imagina r onda os de se j os na s ce m, q ue c on ce r te za na s ce ram das l uva s q ue de br aç o q u ase in tei ro q ue ant es se u d ave m, e que t ra ze mo s em no ss o a s me mória s, as s im q ua n d o v emo s u ma s pe r ni n h a s, p es na mo s l o g o em ser por e l a s ab r a ç a d o s e o ma is di v e r t id o di s to t u d o é q ue no dia se gui n te ap ar e cia uma be li ss i ma me nina as s im com e la s v es t id a n um anu n cio n um jo r n a l, as s im um f o l h a g rand in te i rin h a e mu it o eu me s o r r i, e d ep o is l he c on t av a q ue se f os se in v e jo so in v e j aria as ro up as das me nina s q ue t ra ze m se mp re mu it as ma is o p ç õ es de es co l h a do que a do s h o mens e q ue por es sa ra z ão n ão g os t av a mu it o de ir às co mp ra s para mim co mp r a r, ma s q ue g os t av a de i r es co l her ro up as com min h a m ad a para d ep o is l h as t ira r, e qu e me l em br av a de q ua n d o e ra ma is pe q eu no, se b em q ue n ão um it o maio r h oje seja, me ter l em br ad o de um am ma quina q ue se ria um l o j a onda a me nina se s en t aria, d ep o is es co l h ia o co r te, os te cid os di s p oni v e is, e a cama ra no en ter tanto a mo de liza v a em t r es dim en s oe s para a com e la s se v e r e dp o is q ua n do est ive s se c on te n te, car r e g av a n um b otao, a q u i l o f az ia, as s im, o k, t u ca t ruca, b z uuuuu, e d ep o is es pera v a , tom m av a um ca f é com um b elo ra p az do n es press o, l he d av a o u l he t ira v a as ch ave s no en ter t ant o do ferrari, e d ep o is a ru opa sai por n ta e q eu n t in h aa se r v es t id a, e q ue f o ra me s mo f e it a, uma ma quina ma is ele mn e t ar para as c rin as ça, e q ue en t ão, na rua onda h abi to, e ra mu it o belo v e r o s v es t id in h os q ue lea s f az iam, t ra z iam t o d as a s co r es e t o d as a s f o r ma s, os ma is pe q eu no s ne m se pe r ce bu iam se e ram me ni s no s o u me nina s, q ua n to os do is n ão são se mp r e um e do is e t r es, e a cidade e ra mu it o ma si di v e r t id a com t o d aa v aria dad e de c ad a um a t o d o s s or ria m ma is po is a beleza e aia m gina çao est av a es t am p ad a em t o d os o s corp os, e as c ria s n ça s p un ham um it as v e ze s se us de s en h os es tam p ado s, e é se mp re mu it o di v e r t id o e bo m para ele ss o l h ar, e ver os s on h os a s on harem inglesa se e ins pira os pa is, e me record o d ep o is un s a no s de ter o u v id o f al ar q ue no já p ao te r iam f e it o uma ma quina ma i s o u me no s as s im, ma s n ão ten h o mu it o de la o u v ira f al ar, e n ad a di s to ob s t av aa q ue os be l os co s t u r ei ro s q ue na s ce m com es sa vo ca çao, n ão conti nu em a f az e r o s se us be l os v es t id in h os, e q ue seja uma ale g r ia v e r uma me nina mu it o be l a, real ç ad a por um be l o t ra pin h o, se b em q ue a q eu i q ue nin g eu m no s o u v e, t o d os e l es são se mp r e para se t ira r, os t ra ps c laro, as s im com je i t in h o, com o me s mo q ue se ajuda uma me nina a ap e r t ar um f e c h o e c l air da q eu l es q ue na s ce m por c i ma das be l as pe rin h as e s ub em pe l a s co s t in h as, para nõ a ter fr io ou f az e r ca l o r, ao o l h ar e d ep o is l he c o n t av a q ue eu g os t av a mu it o de f az e r o s me us es paço s, e o m eu mob i li á rio e j á ne m se i por q ue l he c on t av a, o u me l h o r, mai s o u m eno se i, q ue não in te r i ro, ma s uma v e z no se u pa is n at al, pe l a ,madruga d a f o ra de i com uma l o ja q ue f az ia e v en dia p orta s de c asa um it o be l as, em madeira s di v e r sa com t o d o o t ip o de ins c ru s t aç õ es e o l h and o para a q u i l o, me di s se, vo u de s en h ar p orta s e as s im f i ze d ep o is de is to l he es c r eve r, q eu m di r ia, co mo se mp r e á, de i em c asa dd e m eu pa is com os es q ui s s os, são p ortas com anim a is e ma is o u m en os geo met ric as, com madeira e vi dr o f os co, e j á che ge u i me s mo a f az re uma n uma das min h as c asas, as s im t ip o j ap o ne s q ue g os t o um it o da q eu la id e ia de porta s l eve s q ue d es liza m e são t ra sn parente s, co mo os f ec h os q ue ab ro a min h a am ad a para l he d ar mu it os bei ji n h os e por q u e se b em v ista as s im d eve se r a v id a, por q ue as s im a é, l eve, d es liza n te e t ra sn parente co mo br isa de uma can çao da l u z do ama o r, sabe me nina br uni, di ze m de mim, q ue s o u mu it o d es c u i dad o na f o r ma co mo me v ist o, q u e us o as me s mas cal ç as at é f ica r em t ip o pe dr a, e por ai f o ra, ma s n ão é v e r dad e , eu co s t um k o se r hi gi e nico q ua n to ba s te, em ma is pe q eu nino, na q eu la por v e ze s te r r ive l f ase do c r es ce r, fr u t o da f o r ma co mo v ive mo s, e do q ue pr o po cio na mo s a n ossos fil h os, q ue q ua n doc r es ce m, ao v e r t ant o m al f az e r, l o g o co me ç am a mu i t o es pe r ne ra, q ua n d o n ão cae m no té di o q ue c on d u z às vi o l ên cia s, e ra ma is di f ici fil com os ban h os e m eu pai in sis tia e in sis tia e l á ne g o cia v amo s e ne go cia v amo s, e me l em br o de ter sid o para e l e mu it o m au zi n h o, ma s tam b em se i q ue e l e me pe r do u, po is co m bina mo s en t ão q ue eu tom av a t r ês ban h os por se mana e d ep o is eu pe q e g eu i n um es q ua dr o e n uma r e gui n h a e f i z um p l ano dos ban h os e a f ix e i ingles o na p orta do q u a r to do l ad o de f o ra, para o ch a tea r e at é as vi ss t as q ua n do iam as c a sas de ban h a l á da ca s t in ham por ali q ue passa r, en f im co i sas de me nino s t ra quina s, e as s im o ene v r g ao n h av a o u a sis m p en s av a q ue l he f az ia, d ep o is os sa p at os, a mar g ari d a q ue e u h j á e nm se i se min h a ami g a é, q ue es c r eve, es c e r ve mu it o s o br e o s sa pat os e q ue uma mul her j u l g a um h omem pe l os s ap at os, n uma se mana é as s im, na o u t ra se rá pe l os p u l o v e r s, o u na o u t ra a inda ne m se i b em me s mo por q ue, por que a mim me m par e ce que uma mul her av a l ia me l h o r um h omem n u, e o me s mo em se u in v e r s o, se mp r e o di s se d es de pe q eu nino, o n u a q u i para al ém ou me s mo ant es o u me s mo se m, é a nu dez do s eu coração , q ue l he pe r mit e v e r o t ip o de j ar dim q ue e l e l á t rá s, q ue flor es f az c r es ce r, se te m mu it o sol l á den t ro ou mu it a s om b r a ,se co r r em a g ua s fr es ca s, e vin h os q eu n t os, e por ai f o ra na q eu i l q ue em v e r dad e im p orta, se b em q ue co mo h omem sa iba q ue a min h a am ad a g os t a de me v e r co mp os to, e as si m ten to anda r, ma s em relaçao a as pato s, us o se mp r e ma is o u me no s um o u do is par es a c ad a v e z at é s eu f i m, pr i me i ra o por q ue q ua n d o g os t o de uma pe ç a de ro up a, é por q ue g oto de l a e as s im se a g os t o a t ra g o, e se p osso de mu it as g os t ar s, b em me dida s das co i sas, s ó t ra g o eu do is p és, e dep po is para l he se r franco ne m din h e i ro t ra g o n es t a es u l tim os a no s para and ar a f az e r co mp r ar, os q ue t ra g o me f o r ma o f e r e cid os, e c rei o q ue min h a ma e me v a i o p f e r e ce r agora u ma s b ota s para o in v e r no, q ue j á se d eu o ca s o de che g ra a c asa com os p és mol h ad os, po is n ão são de ch uva ne m de ch ive r, se b em q ue ch uva, ch o v e, me s mo é em m eu coraçao, pe l a f al t a de min h a am ad a e me us fil h os ao pe r t o + e r tin h o e da eno r me es t up i dez s u i cid aria co mo as ge n t es par e ce m q eu r e r l eva r su as v id as, en f im me l h o r me s mo se r ia q ua n d o min h a ama d a che g ar, r e cebe inglesa l a t u d o n u, as s im e la me v ia in te i ro e d ep o is ia ingles mo s co mp r a r un s sap a t in h os, se l a q ui se s se, c l a r o es t á, e se m oe dad h o u v e r.


Ah bela menina de voz doce e suave e de belos olhos azuis grandes como o mar e com face e rosto assim como um india, sois muito bela de se ver e de se ouvir e certamente de muito mais, e me recordo da menina naquela foto do colar de pérolas e do pormenor com que trazia as suas calcinhas, curiosamente outra bela menina vestida de vermelho, que tambem tem uma bela voz e uns belos olhos, aparecia em dia recente assim mais ou menos como a menina e me recordei de outro menino das modas ai da sua segunda terra, de quem gosto muito, a bem dizer, só lhe falei uma vez em breve, mas gosto muito do trabalho dele, o gaultier, que fazia uma saias rodadas muito grandes que elevava muitos as meninas e chamava assim o nosso lado pintainho, lembro-me de uma das ultimas incursões de franceses em minha via, creio que foi na altura do mundial, apareceu-me a elle, quatro belas meninas, três estiveram um pedaço aqui ao meu lado sentadas a montar, vídeos, especifique-se para que claro fique, ehehehe, para uma apresentação que depois decorreu na estufa fria e onde me cruzei com o gaultier no final, quando os passos nos fizeram cruzar, lhe disse, creio esta pérola ser sua, pois uma bela modelo ao passar em frente a mim, saltaram-lhe do vestido uma serie de pérolas, que rolaram no chão e uma chegou mesmo a minha mão, ele sorriu, dissemo-nos boa noite e cada um foi a sua vida que ambos estávamos em grupos, agora ao isto escrever lembrei-me do anuncio com a bela dior e outro colar de pérolas que rola pelo chão, já parece mania, isto das pérolas no chão a rolar, tambem me lembro antes do desfile começar, da menina mais crescida da elle, me ter dito que tinha ficado decepcionada com o meu trabalho, eu lhe respondi, que tinha pena que assim o sentisse, que tinha passado toda a noite a trabalhar e como de costume tinha dado o meu melhor, mas que respeitava a sua opinião, que não era a minha, mas que não lha dei, assim tudo muito diplomático à francesa, depois lembrei-me mais tarde, que quando a banda a cidade chegou, era dia do jogo portugal frança, e o fomos ver todos juntos e depois houve aquele gesto estranhíssimo do Xavier que deitou tudo a perder, lembro-me nessa noite ou na seguinte , não me recordo ao certo, de vê-los aos dois o Xavier e o figo no luz, de eu e o figo nos termos olhado ao longe assim um momento mas nem sequer falámos, e de eu me perguntar , mas o que se terá passado com o Xavier, para ter um gesto daqueles, enfim, a menina que é muito inteligente sabe, que o futebol, é redondo com um seio, e se joga em toda a parte e nas vezes aquilo que se passa fora do rectângulo, é mais determinante para o resultado que o que se passa lá dentro, quanto existe um dentro e fora, e emboras as bolas entrem, nas balizas e até já tem uma estrela lá dentro que via esclarecer se é ou não golo, quando a duvida é.



Br uni da ia az da menina dos belos olhos grandes como o mar e face india

e me recordo da menina naquela f oto do c l o ar de p ero la s e do por m en or com que t ra z ia as suas cal c in h as, c ur is o as mente o u t ra v bela menina vestida de vermelho, que tam b em tem uma bela v oz e un s be l os olhos, ap ar e cia aa s im ma is o u me n os co mo a me nina

e das can ç o es da me nina do f o r te da oto do c l oe, ou da c l ue do pe do rola e do portugues ingles de oiro com do q ua dr ao europeu da cruz ra z ia as serpente d ip la ua cal cinhas , circulo ur e serpnet da sa que mente, vaso be de la da menina vestida de vermelho, do tam no avo le la oz e un serpente belo do olho, ap aa cia

e me recorde i de o u t ro me nino das modas a i da s ua se gun d a terra, de quem gosto muito, a be m di ze r, s ó l he f al e i uma v e z em b r eve, ma s g os t o mu it o do t ra b alho de l e, o g a u l ti e r, q ue f az ia uma sa ia s ro dad as um it o g rand es q ue el eva v a um it os as me nina s e ch ama v a as s im o n osso l ad o p in t a i n h o,

e me do jornal do jogo do menino da s mao da s g au li e r da q eu da d a eve b ra si l e r ia, dos c one s das ro d as, sufi, q ue e l eva um i t o as me nina s e no s f az p in tai n h os

l em br o ingles me de uma das u l tim as in c ur s õ es de fr na ce s es em min h a v ia, c rei o q ue f o i na al tua do m un di a l,

ap ar e ce u inglês me a elle, q ua t ro be la s me nina s, t r es es t ive ram um peda ç o a q u i ao m eu l ad o s en t ad as a mo n t ar, vi d e os, es pe cifi q eu inglesa se para q ue c l a ro f i q ue, e he h e h e,

para uma ap r e s en t a ção q ue d e p o is d eco r r eu na es t u f a fr ia e onda me c r uz e i com o g au l ti e r no f ina l , a e le me di r i gi e l he di s se, c rei o es t a p ero l a se r s ua, po is uma be l a modelo ao pa s sar em fr ente a mim, sal t ar am inglesa l he do v es t id o uma se r ie de p ero l as, q ue r ola ram no ch ão e u ma che g o u me s mo a min h a mão, e l e s o rr i u, di s s emo ingles no s boa no it e e q c ad a um f o i a s ua v id a q ue am bo s es t av amo s em g r up os,


agora ao is to es c r eve r l em b rei inglesa me do a n u c ni o com a be l a di o r e o u t ro co l ar de p ero l as q ue rola pe l o ch ao, j á par e ce man ia, is to da s p er o l as ano ch ao a o ro l ar,

tam b em me l em br o ant es do d es file co me ç ar, da me nina ma is c r es cid a da e le l e, me ter d it o q ue tinha foca dao de c ep cio n ad a com o me u t raba l h o, e u l he r es pon di, q ue tinha p en sa u q e as s im o s en t is se, q ue tinha passado t o d aa no it e a t raba l h ar e co mo de co s t u me tinha dad oo m eu me l h o r, m as q ue r es pei t av a a s ua o ip i ni ão, q ue n ão e ra a min h a, mas q ue n ão l h a de i, as s im t u d o um it o d ip l o mat i co A fr an c esa,

d ep o is l em b rei ingles me mas ia t ard e, q ue q ua n d o a ban d aa cida d e che g o u, e ra d ia do j g o por t u gal fr ança, e o f omo s v e r t o d o s j un t os e d ep o is h o u v e a q eu le g e s t o es t ra n h iss i mo do xa v i e r q ue dei t o u t u d o a pe r da e r, l em br o inglesa me ne s sa no it e o u na s e gui n te , n ão me record o ao ce r to, de v ê inglês l os aos do is o x avi e r e o f i g o no l u z, de eu e o f i g o no s ter mo s o l h ad o ao l on ge as s im um mo men to ma s ne m se q eu r f al á mo s, ee de eu me pe r gun t ar , ma s o u q e se e t rá passado com o x avi e r, para t r e um g es t o d q u e la s,

en f im, a me nina q ue é mu it o inteligente sabe, q ue o f ut e bo l, é red on d o com um se io, e se jo g a em t o d aa pa r te e na s v e ze s a q u i l o q ue se ap s sa f o ra do rec tan g u l o, é ma si de ter mina te para o r eu l s t ad o q ue o q ue se passa l á den t ro, q ua n ro ex iste um den t ro e f o ra, e em bora s as bo la s en y t r em, na s bal i za s e at é j á te m uma es t r e la l á den t ro q ue v ia es c lar e ce r se é ou n ão g o l o, q ua n d o a d u v id a é.

A h be la me nina de v oz do ce e s u ave e de be l os o l h os az u ia g ra n d e s co mo o mar e com f ace e ro s to as s im co mo um india, so is um i t o be la de se v e r e de se o u vi r e certa mente de mu it o ma is, e me record o da me nina na q eu la f oto do c l o ar de p e ro la s e do po r m en or com q ue t ra z ia as s ua s cal ç in h as, c ur is o sa mente o u t ra v bela me nina v es t id a de v e r me l h o, q ue tam b em te m uma be la v oz e un s be l os o l h o s, ap ar e cia aa s im ma is o u m en os co mo a me nina e me record e i de o u t ro me nino das mo d as a i da s ua se gun d a terra, de q eu m g os t o mu it o, a be m di ze r, s ó l he f a l ei u ma v e z em b r eve, ma s g os t o mu it o do t r ab alho de le, o g au l ti e r, q ue f az i a u ma s aia s ro d ad as mu it o g ra n d es q ue e l eva v a um it os as me nina s e ch ama v a as s im o n osso l ad o p in t a in h o, l em br o inglesa me de uma das u l tim as in c ur s õ es de fr na ce s es em min h a v ia, c rei o q ue f o i na al tua do m un d ia l, ap ar e ce u inglesa me a e l l e, q ua t ro be la s me n ina s, t r es e s t ive ram um pe d aç o a q u i ao m eu l ad o s en t ad as a mo n t ar, v id e os, es pe cifi q eu inglesa se para q ue c l a ro f i q ue, e he he he, para uma ap r e s en tação q ue d ep o is deco r r eu na es t u f a fr ia e onda me c r u ze i com o g au l ti e r no f ina l , a e l e me di r i gi e l he di s se, c rei o es t a p er o l a ser s ua, po is uma be l a m ode l o ao pa s sar em fr ente a mim, sal t ar am inglesa l he do v es t id o uma se r i e de p e r o l as, q ue ro l ar am no ch ão eu ma che g o u m e s mo a min h a mão, e l e s o rr i u, di ss emo ingles no s boa no it ee q c ad a um f o ia s ua v id a q ue am bo s es t av am o s em g r up os, agora ao is t o es c r eve r l em b rei inglesa me d o a n u c ni o com a bela dior e o u t ro co l ar de pe ro la s q ue rola pe l o ch ao, j á par e ce man ia, is to da s pe ro l as a no ch ao ao ro l ar, tam b em me l em br o ant es do d es file co me ç ar, da me nina ma is c r es cid a da e l e l e, me ter d it o q ue tinha foca dao de c ep cio n ad a com o m eu t r ab alho, eu l he r es pon di, que tinha p en sa u q e as s im o s en ti s se, que tinha passado t o d aa no it e a t ra b a l h ar e co mo de co s t ume tinha dad oo m eu me l h or, ma s q ue r es pei t av aa s ua o ip i ni ão, q ue n ão e ra a min h a, ma s q ue n ão l h a de i, as s im t u d o mu it o d ip l o mat i co A fr na c esa, d ep o is l em b rei inglesa me ma s ia t ard e, q ue q ua n d o a ban d aa cidade che g o u, e ra d ia do j g o port u gal fr ança, e o f o mo s v e r t o d os j un t os e d ep o is h o u v e a q uele g e s t o es t ra n h iss i mo do x avi e r q ue dei t o u t u d o a pe rda e r, l em br o inglesa me ne s sa no it e o u na se g ui n te , n ão me record o ao certo, de v ê ingles l os aos do is o xa vi e r e o f i g o no l u z, de eu e o f i g o no s te r mo s o l h ad o ao l on ge as s im um mo men to mas ne m seque r f al á mo s, ee de eu me pe r g un t ar , ma s o u q e se e t rá passado com o xa v i e r, para t r e um g es to d q eu l as, en f im, a me nina q ue é mu it o inteligente sabe, q ue o f ut e bo l, é red on d o com um se io, e se j o g a em t o d aa parte e n as v e ze s a q u i l o q ue se ap s sa f o ra do rec tan g u l o, é ma si de ter mina te para o r eu l s t ad o q ue o q ue se passa l á den t ro, q ua n ro ex iste um den t ro e f o ra, e em bora s as bo l as en y t r em, na s bal i za s e at é j á te m uma es t r e la l á den t ro q ue v ia es c l ar e ce r se é o u n ão g o l o, q ua n d o a du v id a é.


Da segunda vez que abri a vida simbólica do jung, me saiu o capitulo sobre o rosarium philosophorum, que assim reza,

O rosarium é um dos primeiros, se não o primeiro dos escritos sinópticos que cobre o campo da alquimia. Parece que surgiu em mil trezentos e cinquenta. O autor é anónimo. Foi atribuída a pedro de toledo, que teria sido um irmão mais velho do famoso arnaldo de villanova, mil duzentos e trinta e cinco a mil e trezentos e treze,. Algumas partes podem ser atribuídas ao primeiro, mas não tudo, pois a primeira impressão data apenas de mil quinhentos e cinquenta, nela se encontram muitas citações de arnaldo. A edição de mil quinhentos e cinquenta é uma compilação que consiste de duas partes distintas, correspondendo a dois tratados diferentes. Além disso há interpolações de textos mais longos de outros autores como, por exemplo, uma carta de Raimundo lullo, “ ad rupertus, regem francie”, este rupertus pode ser identificado com o roberto primeiro, o sábio, mil trezentos e nove, mil trezentos e quarenta e três

O inicio do rosarium, é uma espécie de prefacio ou introdução em que a autor fala da “arte” em geral. Entre outras coisas , diz que ela só opera na natureza”. No processo só há necessidade de uma coisa, e não de muitas. Operar “ fora da natureza” não leva a nada. O autor enfatiza a necessidade de uma disposição mental uniforme do praticamente. a arte consiste na união dos opostos que se apresentam como masculino-femenino, matéria e forma. Para isso são necessárias tambem quatro raízes, radices, rhizomata, elementos. A matéria prima , ou seja, o material de partida, é encontrada em toda a parte. Tambem é chamada de lápis = pedra, ou “ sal” ou “agua”. A agua , aqua permanens, é idêntica ao argentum vivum, mercúrio, tambem os elementos apresentam pares de opostos, e por ai continua, passando por

Hic lapis exilis extat precio quoque vilis, spernitur stultis amatur plus ab edoctis

Aqui está a pedra insignificante, de preço vil, desprezada pelos ignorantes, mas muito estimada pelos entendidos

Conta que o texto original, trás uma bela gravura da fonte do três canos de onde jorra a aqua permanes como leite de virgem, o vinagre da fonte e a agua da vida, que acima dela da fonte, há uma estrela com um sol è esquerda e a lua à direita, como opostos e que acima da estrela está a cobra de duas cabeças de mercúrio e que na moldura deste elementos, as duas colunas e nos cantos quatro estrelas,

As três fontes formam a trindade material. Que é o espirito de Deus que se transformou em agua e que, através da incubação do caos penetrou a matéria, e que juntamente com a terra constituem a unidade, indicada pela quaternidade, três mais um igual a quatro

E continua explicando o processo, o espirito santo, a imaginação activa, a tintura, ou quinta-essência, e termina com Rosimo , ou Zosimo, a pedra a panaceia, uma bebida da imortalidade, um salvador em geral, sendo por isso uma alegoria de Cristo ,

curiosamente, a página seguinte é uma introdução a uma revista de psicoterapia indiana, de Calcutá.



Da se gun d a v e z q ue ab r i a v id a s im boli ca do j un g, me as i u o c ap i t u l o s o br e o rosa rui m ph i l o s o ph o r um, q ue as s im r e za,

O ra s riu m é um do s pr i me rio s, se n ão o pr i me i ro dos es c rito s sin ó t i co s q ue co br e o cam p o da al q u i mia. Par e ce q ue s ur gi u em mil t r e z en t os e c in q u en t a. O au tor é a no ni mo. F o i at rib u y id aa pe d r o de t ole d o, q ue te r ia sid o um i r mão ma si v e l h o do f am o s o arnaldo de villa nova, mil d u zen t os e tt r i n ta e c i n co a mi l b t re zen t os e t r e ze,. Al gum a s p a r t es p ode m se r at rib u id as ao pr i me i ro, ma s n ão t u d o, po is a pr i me i ra im press ão d a sta ap e na s de mi l q eu in h en t os e c in q eu n ta, nela se en c on t ram mu it as cita ç õ es de arnaldo. a edi ç ~~ ao de mi l q eu i n h en t os e c in q eu n t a é uma co mp ila ção q ue co n sis te de du as p art es di s tinta s, co rr es pond en d o a do is t rata d os difer en t e s. A l é m di s s o h á interpol a ç õ es de t ex t os ma is l on g os de o u t ro s au tor es co mo, por ex e mp l o, u ma c art a de rai m un d o l u li, “ ad r up e r t um, r e ge m fr a n cie”, este ru pe r t us p ode se r i d en tif c ad o com o ro be rtp primeiro, o sábio, mi l t r e zen t os e no v e, mi l ter zen t os e q ua r en t a e t r ê s

O i ni cio do rosa riu m, é u ma es pe cie de pr e f a c io o u in t ru d ç ao em q ue a au oo r f al a da “a rte” em ge r al. En t r e o u t ra s co i sas , di z q ue e la s ó o pera na 2 na t ur e za”. No pr o ce ss o s ó h á ne ce s si da d e de u ma co i sa, e n ão de mu it as. Opera r “ f o ra da na t ur e za” n ão l eva a n ad a. O au tor en f at iza a ne ce ss i dad e de uam di s p os i ção m en t al uni f o r me do pr a t ic am ente. a arte co n sis te na uni ão do s o p os t os q ue se par e s en tam co mo m as c u lino ingles f e me nino, mat é r ia e f o r ma. Para is s o são ne ce s sá r ia s tam b em q ua t ro rai ze s, ra di ce s, r h i zo mata, e l e men t os. A mat é r ia pr i ma , o u se j, o mat e r ia l de pa r t id a , é en c on t ra d a em t o d aa p arte. Tam b em é ch am ad a de l a p i s = pe dr a, o u “ sal” i u “a g ua ”a g au a , a q ua pe r mane n s, é id en tic a ao ar g en t um vi v um, mer c u r io, tam b em os e l e m en t os ap r e s en tam pa r es de o ps os t os, e por ai conti nu a para s s and o por

H i c l ap is ex i lis ex t at pr e cio q u o q ue vi lis, s pe r ni t ur s t ul t is am at ur p l us a b e doc t is

A q u i es t á a pe dr a in si g ni f i can te, de pr e ç o vi l, d es pr e z ad a pe l os i g ni ra n te s, ma s mu it o es tim ad a pe l os en ten d id os

C on t a q ue o te x to o r i gin a l, t rá s u ma be la g rav ur a da font e do s t r es can s o de u o n d e j o r ra aa q ua pe r mane s co mo lei te de vi r ge m, o v ina g r e da font ee a a g ua da v id a, q ue ac i ma de l a da f o r n te h á uma es t r e la com um sol è es q eu r da e a l ua À di rei t a, co mo o p os t os e q ue ac i ma da e t s r e la es t á a cobra de du as cab e ç as de mer c u r io e q ue na mol d ur a d este e l e m en t os, as du as co l una s e no s can t os q ua t ro es t r e la s,

As t r ês font es f o r ma a t r in dad e mat e r ia l. Q ue é o es pei rito de De us q y e se t ra s n f o r mo u em a g ua e q ue, at rav é s da in cuba çao do ca os p ene t ro u a mat é r ia, e q ue j un tam n te com a terra co n s t it u em a uni dad e, indica d a p e l a q ua ter ni dad e, t r ês ma is um i g ua l a q u t ro

E conti n ua ex p li can d oo pr o ce s so, o es pi rito s ant o, aa imagina ção ac t iva, a t in t ur a, o u q u in te ss ên cia, e te r mina com ro si mo , o u zo s i mo, a pe dr aa a pan a ce ia, u ma be bid a da imo rat li dad e, um sa l v ad or em ge r al, se d o por iss o u ma a l e g o r ia de C r s i t o,

C ur i o sa mente, a pá gi ma se gui n te é um ao n t ro du çao a u ma r e vi sta de psi co te ra pi a indiana, de cal c ut a.

Ah menina bela bruni, não sei se sois vós que me trazeis em amor, ou se mesmo me trazeis em amor, eu vos trago, porque vos acho bela, e chega me isso saber e sentir, se amais a sarkozy, se sarkozy vos ama, que sejais felizes, é meu voto, certamente que um cavalheiro como ele, saberá vos tapar as costas quando necessário ou mesmo fazer seu contrário, eu gosto dos dois, aos dois trago amor, mas não o deixe fazer listas adn, por detrás de um homem está sempre uma grande mulher, hoje de novo com ela a vi, em foto, parecia a yoko

A h me nina be la br uni, n ão se i se s o is v ó s q ue me t ra ze is em amo r, o u s e me s mo me t ra ze is em amo r, eu vo s t ra g o, por q ue vo s ac h o be la, e che g am e is s o s a b e r e s en tir, se ama is a s ar k oz i, se s ar k oz i vo s am a, q ue se j a is f e li ze s, é me u v oto, c e rta mente q ue um c av a l hei ro co mo e l e sa be rá vo s t ap ar a as co s t as q ua n do ne ce ss a ´ rio o u me s o f az e r se u c on t rá rio, eu g os t o d os do is, ao s do is t a g o amo r, ma s nã oo de ix e f az e r li s t as a dn, por de t rá s de um h o mem es t aá se mp r eu ma g rande mul her, h oje de n ovo a vi, em f oto, par e cia a y o k o

Estranha linha nesta manhã a nascer aflora em mim neste ouvir da faca a cortar as letras, está a menina com os três reis magos, os que levam os presentes ao menino, e ser a menina um Cristo, se o for terá sempre a minha mão, de manhã uma jante peugeot de prata em frente a uma loja de malhas, as pombas no chão a meu passar fazem um papelinho nela voltar, assim diz, vidal, vaso id al, vidal europa.com partida la montana s/ n quatro seis dois de noventa e três, n beneixida valência, spain, panera oval c/ asas for ov bread basket e/ handa cesto –p ponto de interrogação, oval, c / asa for corbeeille ovale e anse, ce oito quatro três dois cinco oitenta e três cinco três sete cinco quadrado do terceiro

Es t ra n h a linha ne s ta man h ã a na s ce r a flora em mim ne s te o u vi r da f ac aa co rta r as le t ra s, es t aa me nina com o s t r es rei a mago s, os q ue l eva m os pr es en t es ao me nino, e se r a me nina um Cristo, se o f o r te rá se mp r e a min h a mão, de man h ao uma j ante p e u g e ot de pr at a em fr ente a u ma l o j a de m al h as, as p om ba s no ch ão a m eu passa r f az e m um pap e li n h o ne l a vo l t ar, as s im di z, v id a l, v a s o id al, vida l eu ro pa.com pa rt i d a l a mo n t ana s/ n q ua t r o se is do is de no v en t a e t r es, n b ene ix id a vale n cia, spa in, pan e ra o v al c/ a sas f o r o v b rea d ba s k e t e/ h an d a ce s to –p ponto de in te rr o ga çao, o v al, c / a sa f o r co rb ee ille o v a l ee an se, ce o it ro q ua t ro t r es do is c in co o it en t a e t r es c in co t r es sete c in co q au dr ad o do t r e ce i ro

Vaso id al eu ro pa, da pá do ro europeu do com, com pa art rti ida a primeira montanha, serpente da v aa nui t o quatro do seis do is de noventa e t r es, b ene ix id a v a1 em cia spa in pan e ra ova primeira estrada circulo da vareta a sas para o vi rc u l o do vaso do ovo da serpente do pão, o ant ero, o br e , rea e ad e vareta , divisão, homem anda da ce serpente tó do talho do p en cruz do circulo em te rato ro gato do ac a São, circulo do vaso a1 circulo da asa do corvo rb ee da ilha ovale, circulo vale e na se ce circulo it do ro quatro da t raia de segunda do segundo do is do cinco em co de oitenta e t r es, estrela terceira espanhola set e circulo en com quadrado au dr ad circulo terceiro

Os falsos espelhos na exposição, o desfoque entre planos do menino imperador e do outro rapagão, uma semelhança se estabelece, a casa dos espelhos, o bordel, em paris, o quarto numero cinco, o chanel numero five, o animal que não é carne nem peixe, o tarado sexual, perverso, e depois mais uma parecença hoje se manifestou, numa foto do carro do acidente de Diana, visto de cima, a parte dianteira do chassi, desenha os mesmos cornos da explosão do vaivem, onde tala pila sai das três figuras na montanha rochosa, ou seja deverá ser um quarto de animal com animais, com cães

Os f al s os es pe l h os na ex p o siçao, o d es f o q ue en t re p l ano s do me nino im pera dor e do o u t ro ra pa g ão, uma se m l h ança se est a b e l e ce, a ca s dos es p el h os, o bo d el, em par is, o q ua r to nu m ero c in co, o ch ane l nu e m ro f ive, o ani n al q ue n ão é car ne ne m peixe, o t ar ad o se xu a l, pe r v e r s o , e de p o is ma is uma par e c en ça h oje se am ni f es t o u, n uma f oto do car ro do ac i dente de Diana, vi s to de c ima, a par te di a n te ira do ch as si, de s en h a os me s mo s co r no s da ex p l o são do v a ive m, onda atla pi la as i das t r ês f i g ur as na mo n t anha roc h o sa, o u se j a d eve rá se r um q ua r t o de anim a l com animais, com ca cc da onda es

A relaçao com os espelhos prende-se com a intuição que os espelhos da exposição do armitage, seriam falsos espelhos, daqueles que permitem ver sem ser visto, que muito se usam nas histórias do bordeis

A relaçao com os es pe l h os pr en de inglesa se com a in t u i çao q ue os es pe l h os da ex p o siçao do ar m it a ge , se r iam f al s os es pe l h os, d q eu l es q ue pe r m i t e m v e r se m se r vi s to, q ue um it o se usa m nas h is t ó r ia s do bo r de is

Ah amada que meu pai me deu um cartão do millenium, que me permite ir ao cinema sem pagar a muito contente eu fiquei, em verdade mais contente ficava se tivesses chegado, pois assim te podia convidar e me meti em cima de meus pés e caminhei em direcção às amoreiras e quando ao pé ia a chegar, me dei conta de um belo olhar por detrás das costas, de umas belas costas num belo decote, que me olhava assim com uns olhos belos que sorriem inteligência e inteligir e meu coração logo se acalentou, e a atmosfera da noite ao momento se mudou, assim é a beleza do amor e seu belo efeito

A h am ad a q ue m eu pai me d eu um c ar t ão do mi ll eni um, q ue me pe r mit e i r a o c ine ma se m pa g ar a mu it o c on ten te eu f i q eu i, em v e r d a d e ma is c on ten te f ica v a se t ive s s es ch a gado, po is as s im te p o dia c on vi d ar e me m eti em c ima de me us p é s e ca min h e i em di r e cç ão às am o rei ra s e q ua n d o a o p é ia a che g ar, me de i c on t a de um be l o o l h ar por d e t rá s das co s t as, de uma s be l as co s t as n um belo d eco te, q ue me o l h av a as s im com un s o l h os be l os q ue s o r r i em in te li g en cia e in te li gi r e me u co ra çao l o g o se ac al en t o u, e a at mo s f e ra da no it e ao mo men to se mu d o u, as s im é a beleza do amo r e se u belo efe it o

Toda a rua estava cheia de luzes, é natal a ali as loja pululam por todo o lado, as luzes são como chamariz das carteiras dos pássaros mas mesmo tudo isto sabendo , não deixam de ser luz, e meus olhos logo nela se maravilharam, logo de seguida uma outra luz em meu coração, outra bela menina que escuta pelo seu peito a me olhar, ambas senhoras amadas, longe e ao alto, como vós ainda teimais em para mim estar

T o d aa r ua es t av a che ia de l u ze s, é na t al a a li as l o j a p u l u l am por t o d oo l a d o, as l u ze s ão co mo ch am a riz da s ca s r te ira s dos pá ss ar os ma s me s mo t u d o is t o sa bem d o , n ão de ix am de se r l uz, e me us o l h os l o g o nela se mara vi l h ar am, l o g o de se guida u ma o u t ra l u z em m eu co ração, o u t ra bela me nina q ue es c ut a pe l o s eu pei t o a me o l h ar, am ba s s en h o ra am ad a, l on ge e ao al t o, co mo vó s a inda te i mai s em para mim es t ar

Tinha eu sonhado o sonho de teu desejo, das cadeirinhas encaixadas e das maos que se movem lentamente à volta da tua rosa em teu mar, como se fossem plantas do mar naquele movimento ondulante que se vê a agua com elas a dançar, assim de mansinho e acordava, tu encaixavas teu corpo em meu, e te dava beijinhos muitos em teu pescoço, depois acordara e ao ler o jornal, me dei conta de uma noticia que fala de uma previsão que dá conta que os corais não mais existirão daqui a cinquenta anos, se não mudar-mos a nossa relação com esta parte do nosso corpo, ah amada, que me correu pela espinha, uma espécie de arrepio, como poderia desaparecer uma coisa tao bela, que é santuário de tantos seres pequeninos nossos irmãos, e me subiu a imagem do sonho, que ra aquático como a agua que o amor é, e que naquele instante se movia assim doce docinho como num ralenti, ah amada chega rápido pata que eu em ti o coral faça ao mar, milagre da vida e da existência, mas não vejas nisto uma espada, que eu a ti, não a tenho nem a trago, só uma de outra natureza deleite e deleitosa, que não magoa nem faz magoar

Tinha eu s on h ad oo s on h o de t eu de se jo , d as ca de i rin h as en ca ix ad as e d as mao s q ue se mo v em l en tamen te à vo l t a da t ua ro sa em t eu mar, co mo se f os s em p l antas do mar na q eu l e mo vi men to on d u l ante q ue se v ê aa g ua com e l as a dan ç ar, as s im de man sin h o e ac o r da v a, t u en ca ix av as t eu corp o em me u, e te d eva bei ji n h os mu it os em t eu p es coço, d ep o is ac o r da ra e ao l e r o jo r n al, me de i c on t a de u ma no ti cia q ue f al a de u ma pr e visao q ue d á c on t a q ue os co rai s n ão ma is ex is ti rão da q u ia c in q u en t a a no s, se n ão mu d ar ingles mo s a no s sa relação com es t a pa rte do n osso corp o, a h am ad a , q ue me co r r eu pe l a es pi n h a, u ma es pe cie de ar r e pi o, co mo p ode r ia d esa par ce r u ma co isa t ao be l a, q ue é s na t u á rio de t ant os se r es pe q eu nino s n ossos i r mao s, e me s ub i u a image m do s on h o, q ue ra a q ua tic o co mo a a g ua q ue o amo r é, e q ue na q eu l e ins t ante se m iv ia as s im do ce do c in h o co mo n um ra l en ti, a h am ad a che g a rá pi d o pat a q ue eu em ti o co r al f aç a ao mar, mila g r e da v id a e da ex si ten cia, ma s n ão v e j as ni s to uma es p ad a, q ue eu a ti, n ão a ten h o ne mm a t ra g o, s ó uma de o u t ra na t ur e za de lei te e de lei t o sa, q ue n ão mago a ne m f az mago ar

Ma América um belo senhor aparecia numa fotografia, perguntas porque é belo, porque era bela a sua foto no jornal, se via sua alma, sua alegria, seu bem fazer, sabendo em seu peito o exemplo que fazia e que se tornara, trás ele cargo de responsabilidade no governo salvo erro de uma cidade , doa integralmente seu salário e sorria contente , de um contentamento decidido, de quem sabe o bem que faz, fiquei contente a olhar apara ele, a ler o que fazia, fiz o que faço quando assim o sinto, beijo, pelo interno coração

M a ame ´r i c a um be l o s en h o r ap a r e cia n uma f oto g raf ia, pe r g un t as por q ue é be l o, por q ue e ra be l aa s ua f oto no jo r n al, se v ia s ua al ma, s ua al e g r ia, s eu b em f az e r, sa ben d o em s eu pei t oo ex e mp l o q ue f a z ia e q ue se toa n ra, t rá s e l e car g o de r es ponsa bil i dad e no g o v e r no sal vo e r ro de uma cidade , do a in te gral e mn te seu sal á rio e s o r r ia c on ten te, de um c on ten t am en to de cid id o, de q eu m sabe o b em q ue f az, f i q eu i c on ten te a o l h ar ap ar a e le, a l e ro q ue f az ia, f i zo q ue f aç ao q ua n d o as s im o sin t o, bei jo, pe l o in te r no co ração

Quem me dera Amada quem dera ao Mundo e ao Amor, que todos aqueles que o possam, o fizessem este mês no natal, e que o fundo do fim de todas as misérias, se tronasse em janeiro realidade, e cheio de bago e bagas para dar de beber a quem tem sede e nada de comer

Q eu m me de ra Ana d a q eu m d e ra ao M un d o e ao Amo r, q ue t o d o s a q eu l es q ue o p os sam, o f ize s se m este m ê s no mat al, e q ue o f un d o do f i m de t o d as a s misé r ia s, se t ron as se em j ane i ro real i dad e, e che i o de ba g o e ba g as para d ar de be be ra q eu m te m sede e n ad a de co mer

Em véspera tinha sonhado um estranho sonho, acordei pelas sete horas, meio estremunhado por seu conteúdo, uma senhora africana dava-me dinheiro de um fundo de apoio para eu dar ao mesmo apoio, de repente dou-me conta que aquilo não tem nexo, estava a pedir a quem o tinha para de novo lhe dar, estou de mota, tenho fome, estou parado na diogo do couto, donde deve ser desse tempo

Em v es pera tinha s on h ad o um es t ra n h o s on h o, ac o r dei pe la s set e h o ra s, mei o es t r e m un a h d o por s eu c on t eu do, u ma s en h o ra a f r i cana d av a inglesa me din h e i ro de um f un d o de ap o i o para eu d ar ao me m s o ap o i o, de r ep en te do u inglesa me c on t a q ue a q u ilo n ão te m ne xo, es t av aa pe di r a q eu m o tinha para de n ovo l he d ar, es t o u de m ota, ten h o f o me, es t o u p aa r d o na di o g o do couto, don de d eve ser de s se te mp o

O seio, o seio que lacrimejava leite, o seio da João, assim ne veio a imagem da memória desse tempo, mais ou menos, a joão que conhecera pela margarida e que eu convidara para apresentar um programa na televisão, bela rapariga cabo verdiana, e eu procurava mesmo uma rapariga africana, pois me dera conta que há séculos que a face africana desaparecera do pequeno ecrã e quando isto pensara em meu botão, assim me decidira, iria procurar uma africana ou africano, nem sei mesmo se o procurei, se a procurei, de repente ali estava ela e houve uma noite, não sei porque razão que ela ficou em minha casa a dormir, não me recordo do porquê, acho mesmo que terá lá dormido duas noites, mas tambem não trago certeza, acho que de repente a rapariga teria tido um qualquer problema no sitio onde dormia ou algo assim, mas se disto não me recordo, recordo-me da hora do deitar, de ela se estar a despir no sofá da sala e eu ter chegado e lhe dito, dorme na minha cama que eu durmo no sofá, sempre gostei neles dormir, era bela a rapariga ali estava em sutiã, o desejo subia em mim, e reparo então no que começamos a falar e ela me contou que estava com um problema de saúde, que de um dos seios saia leite, assim sem razão, agora me subira que quando de repente pelo sonho acordara

O se io, o se io q ue l ac r i me j a v a lei te, o se io da jo ao, as s im ne v e io a i mage m da me mória de s se te mp o, ma si ou me no s, a jo ão q ue c on he ce ra pe l a mar g ari d a e q ue eu c on vi d a ra para ap r es ne t ar um pr g a rama na tele visão, be l a ra pa riga c a b o v e r diana, e eu pr o c ur av a me s mo uma ra pa riga a fr i cana, po is me de ra c on t a q ue h á sec u l os q ue a f ace a fr i cana d es par e ce ra do pe q eu no e c rã e q ua n do is t o p en sara em me u b o ta o, as s im me de cid ira, i r ia pr o c ur ar u ma a fri c ana o u a fri c ano, ne m se i me s mo se o pr o c u rei, se a pr o c u rei, de r ep en te ali es t av a e l a e h o u ve u ma no it e, n ão se i por q ue ra z ão q ue e l a f i co u em min h a c asa a do r mir, n ão me record o do por q u ê, ac h o me s mo q ue te rá l á do r m id o du as no it es, ma s tam b em n ão t ra g o ce r te za, ac h o q ue de r ep en te a ra pa riga te r ia t id o um q ual q eu r pr o b l ema no siti o onda do r mia o u al g o as s im, ma s se di s to n ão me record o, record o ingles me da h o ra do de it ar, de e la se es t ar a d es pi r no s o fá da sala e eu te r che gado e l he d it o, do r me na min h a c ama q ue eu d o r mo no s o fá, se mp r e g os tei ne l es d o r mir, e ra be la a ra pa riga a li es t av a em s o u tia, o d es je o s u bi a em mim, e r epa ro en tão no q ue co me ç amo s a f al ar e e la me c on t o u q ue es t av a com um pr o b l ema de s au d ed, q ue de um do s se i os s aia lei te, as s im se m ra z ão, a g o ar me s u b i ra q ue q au dn o de r ep en te pe l o s on h o ac o r da ra

Depois aparecera de novo a memória da menina morta nas canárias, e saramago e madonna , os dois no jornal, ele por cima a olha-lá com uma expressão de desagrado meio acusatória, e ela por baixo, emergia a leitura, a intuição que me ficara de um conjunto de fotografias da madonna a sair de uma festa, salvo erro uma festa onde alguém a teria apertado pelas costas, saia ela e seu marido e depois entrava num carro, tezenis estava nos cartazes da cidade, e o que eu li sobre vasos invertidos me fora por ela transmitido, assim o lera nas imagens, para alem da estranheza, será que tambem a ela lhe quebraram as costas, assim ficara a memória e de repente por uma outra peça deste imenso puzzle, a pedra e da cruz dos diamantes, e o jose julio lopes a aparecer no jornal a propósito de uma opera que ia estrear, há tantas luas que não o vejo, creio mesmo só o ter uma vez visto depois da primeira em que o encontrei, quando fomos hibernar no hotel de sintra para o brain storming das festas de lisboa, e me pôs a pensar, como é que ele fora mesmo lá parar, mas lá estivera, e contribuíra em sua parte criativa, creio que ele estaria ligado à publicidade nessa altura de sua vida, está ele sentado numa plateia de cadeiras negras todas vazias, uma das suas mãos poisada em seu sexo de forma ostensiva, o outro seu braço estende-se como uma asa e poisa sobre a cadeira a seu lado, a mão, olho aquilo, e penso, o sexo da asa da do braço da mao que poisa sobre a cadeira da vesica negra na plateia da opera,, a história é a de um homem, que foge a um nazi e ao chegar à fronteira espanhola, se suicida pois crê erradamente que iria de novo a eles ser entregue, era filosofo amigo de bertold brecht, assim narra o libreto, ou o que ele conta dele, aparecera o pina moura no jornal com uma expressão de espanto ao lado do moniz e de um novo quadro que entrava para a tvi, os dois sorriam quando se cumprimentavam, e o pina trazia em si uma expressão de espanto, como quem dizia sem dizer, não pode ser, um não pode ser espantado ao que seria o que os outros diriam, e olho uma das cadeira que aqui a meu lado tenho, de lado a cadeira, faz a figura da boca de um tubarão, um barracuda, em cima dela uma carta da ami recibo de uma doação, um desenho que meu filho coloriu no colégio, um cão, pintado de amarelo com a lingua vermelha de fora, um traço verde na cabeça, uma pata castanha, lombo azul, sangue no sexo e na pila, ao lado dele colado uma foro de costeletas , numa embalagens de supermercado, com duas cores, semi círculos vermelhos e três rodelas de limão pintadas de laranja, rodelas de laranja de limão, uma antiga folha de um jornal com a ive mendes a dizer que o que é realmente importante para ela, subscrevo, é tocar o coração das pessoas, com a data de vinte e set de julho de dois mil e seis, tv cabo amoreiras, gerente cento e dez virgula noventa, r los zíngaro , aparelhagens de som ao molhe cheias d e cabos, assim é um cartão de visita, visa eléctron, finanças, factura recibo dn mil novecentos e setenta e oito, oito f, oitavo forte, valor total, três mil, trinta euros, x na cunha branco sobre laranja, leitz branco capa a quatro tríade do circulo de noventa e cinco, made in germany, manuel brites cc mouraria, compra de cartão, um pedaço do espelho do armário de meus avos, s domingos de rana, um recibo de portagem, um das famosas cartas do injunção do porto, um folheto da campanha para um coração novo, um telefone sem nome, nove três três cinco cinco cinco três cinco três, com dez algarismos, um folheto das espadas dos samurais que me aparecera um dia no jardim das necessidades, um recibo de gasolina repsol, da segunda circular, com um furinho de queimadura no dia doze do doze de dois mil e cinco amoreira já, pc clinic, com um desenho nas costas que reza assim, di r espaço cruz elevada circulo pequeno em baixo, asterisco, uma bandeira num mastro com dois rectângulos, del traço nome ficheiro, uma caixa de cd rom sem cd sony, supremas, cd q de setenta e quatro muito do segundo, numero quatro de noventa e primeiro do sete de oitenta do duplo quadrado do sete do nono de setenta r oito, azul e branco, e a minha espada, a de brincar cuja lamina está apontada a um fruto em madeira que trouxe da republica dominicana, entalado na vesica da cadeira, ou seja na boca do barracuda, um fruto da madeira da republica dominicana , de onde a musica era, a tal carta de aparente avaliação da educadora do Francisco numa estranha letra que parece mais uma reza, com um furador aberto e cinzento ao seu lado, um rectângulo laranja , a saúde,

D ep o is ap ar e ce ra de n ovo a me mória da me nina mo rta na s can ária s, e sara mago e m a d on n a , os do is no jo r n al, e l e por c ima a o l h á inglesa l á com uma ex press ão de d esa g ra d o mei o ac usa t ó r ia, ee l a por ba ix o, e mer g ia a lei t ur a, a in t u i çao q ue me f ica ra de um c on j un t o de f ot g raf ia s da m ad on na a sa i r de u ma f es t a, sal vo e r ro u ma f es t a onda a l g u é m a te r ia ap e rta d o pe l as co s t as, s aia e la e s eu mar id o e d ep o is en t r av a n um car ro, te z en is es t av a no s c ar t az es da cidade, e o q ue e u li s o br e v a s os in v e r t id os me f o ra por e la t ra s n m it id o, as s im o l e ra na s i mage n s, para a l em da e t s ra n h e za, se rá q ue tam b em a e l a l he q eu br ar am as co s t as, as s im f ica ra a me mória e de r ep en te por uma o u t ra p eça d este i me n s o p uz z l e, a pe dr aa e da c r u z do s dia man te s, e o j o´ se j u l i o l o p es a ap ar e ce r no jo r n al a pr o p os it o de uma o pera q ue ia es t rea r, h á t antas l ua s q ue n ão o ve jo, c rei o me s mo s ó o ter u ma v e z vi s to d ep o is da pr i me ira em q ue o en c on t rei, q ua n d o f omo s h o b e r n ar no h ot el de se in t ra para o br a in stor ming das f es t as de li s boa, e me p os a p en sar, co mo é q ue e le f o ra me s mo l á para r, ma s l á es t ive ra, e c on t rib u ira em s ua pa rte c ria t iva, c rei o q ue e l e es t ar ia li gado à pub li ca de ne ss sa al t ur a de s ua v i d a, es t á e le s en t ad o n uma pl a t e i a de ca de i ra s ne g ra s t o d as v az ia s, u ma da s s ua s mão s p o isa d a em s eu se xo de f o r ma os ten s iva, oo u t ro s eu br aç o es t r en de inglesa se co mo u ma asa e p o s ia s o br e a ca de ira a s eu l ad o, a mão, o l h o a q u ilo, e pen s o , o s ex o da s as da asa da do bar çao da mao q ue p os ia s o br e a cd e ira da v e sic a ne g ra na pl a t e ia da o pe ra, a h is t ó r ia é a de um h o mem, q ue f o ge a um na zi e ao che g ar à fr on te ira es pan hola, se s u i cida po is c r ê e r ra da mente q ue i r ia de n ovo a e l es se r en t r e g ue, e ra filo s o f o ami g o de be r told br e ch t, as s im na r ra o libre t o, o u o q ue e l e c on ta de l e, ap ar e ce ra o pi na moura no jo r n al c oo m u ma ex press ao de es pan t o ao l ad o do mo ni z e de um n ovo q ua dr o q ue en t r av a para a t vi, os do is s o r r iam q ua n d o se c u mp r i men t av am, e o pi na t ra z ia em si uma ex press ao de es pan t o, co mo q eu m di z ia se m di ze r, n ão p ode se r, um n ão p ode se r es p ana t ad o ao q ue se r ia o q ue os o u t ro s di r iam, e o l h o uma da s ca de ira q ue a q u i a me u l ad o ten h o, l, de l ad o a ca de ira, f az a f i g ur a da bo ca de um t ab a ra o, um bar ra c u dao, em c ima de l a uma c a rta da ami r e c ib o de uam do aç ao, um d es ne h o q ue me u fil h o co l o r i u no co l é gi o, um cão, pi n t ad o de mar elo com a li n g ua v e r me l h a de f o ra, um t r a ç o v e r de na cab eça, uma pat a ca s t anha, l om bo az u l, s na g ue no se xo e na p ila, ao l ad o de le cola d o u ma foro de co s t ol e ta s , n uma em bala ge ns de s up e r merca d o, com du as co r es, se mic irc u l os v e r me l h os e t r ê s ro de la s de li mão pi n t ada s de l ar anja, ro de l as de l ar anja de li mao, u ma ant i g a f o l h a de um jo r na l com a ive m en d es a di ze r q ue o q ue é real mente im porta n te para e la, s ub es c e r vi o, é t oca r o co ração da s pe ss o as, com a d at a de vi n te e set de j u l h o de do is mi l e se is, tv c ab o am o rei ra s, ge r en te c en t o e de z vi r g u l a no v en t a, r l os zi n g ar o , ap ar e l h a g en s de s om ao mol he che ia s d e c ab os, as s im é um c ar t ao de v isi t a, v isa e le c t ron, f ina ç as, f ac t ur a r e cibo dn mi l no v e c en t os e set en ta e o it o, o it o f, o it av o f o r te, v al o r t ot a l, t r ês mi l, t r in t a eu ro s, x na c un h a br anco s o br e l ar anja, lei t z br anco c ap aa q ua t ro t riade do cir c u lo de no v en t a e c in co, m ad e in ge r man y, ma nu el br it es cc mo ur ar ia, co mp ra de c ar tão, um peda ç o do es pe l h o do ar ama rio de me us a vo s, s do mingos de r ana, um r e cibo de porta ge m, um da s f am o sas c a rta s do in j un cç ão do porto, um f o l h e to da c am pam n h a para um co ra çao n ovo, um tele f one se m no me, no v e t r es t r es c in co c in co c in co t r es c in co t r ê s, com de z al g ari s mo s, um f o l h e to da s e spa d as dos sam u rai s q ue me ap ar e ce ra um d ia no j ar dim da s ne ce s sida d es, um r e cibo de g as lina r ep sol, da se gun d a c i r c u l ar, com um f ur in h o de q eu i mad ur a no di a do ze do d oz e de do is mi l e c in co am o rei ra j á, pc c li ni c, com um de s en h o na s co a t s q ue r e za as s im, di r es paço c r uz e l eva d a cir c u l o pe q eu no em ba ix o, as te r isco, uma ban de ira n um m as t ro com do is rec tan g u l os, d el t raç o ne me fic he i ro, u ma ca ix a de cd ro m se m c d s o ny, s up r ema s, cd q de set en ta e q ua t ro mu it o do se g un d o, n u m ero q ua t ro de no v en ta e pr i me i ro do set e de o it en t a do d up l o q ua dr ad o do set e do no no de set en t a r o it o, az u l e br anco, e a min h a es p ad a, a de br inca r c u j a l ami na es t á ap a on t ad aa um fr u t o em m ad e ira q ue t ro u xe da r ep ub li ca do m eni cana, en t al ad o na v e sic a da ca de ira, o u se j a na bo ca do bar rac u d a, um f r u t da m ad e ira da r ep u b li ca do m eni c ana , de onda a um sic a e ra, a t al c a rta de ap a e r net a va li a ç ao da edu ca dora do fr na s c i co n uma es t ra n h a l e t ra q ue par ace ma is uma r e za, com um f ur a d o r ab e r to e c on zen to ao s eu l ad o, um rec tan gu ll o lara n j a , a s au de

Mais tarde a cadeira rodou e o que estava em cima no chão se espalhou, Ah minha amada, quando te decidires a chegar a minha porta, toca que eu subo, pois não te posso convidar a entrar ainda aqui neste local onde faço minha casa, acho que tu fugirias assustada, se calhar a pensar que eu seria o homem mais desarrumado do uno mundo, mas não sou, embora se agora entrasses, assim te podia parecer, mas toca, que eu subo e depois te dou a mão e vamos passear e namorar e namorar e passear e se te quiseres por um bocadinho te sentar, sei de uns banquinhos lindos aqui ao perto, mas sabes, este espaço é assim tipo uma cena do csi, e as imagens que se manifestam são tantas, que mesmo eu trabalhando o mais rápido que posso, não dou conta ainda delas todas e depois não arrisco mexer nos objectos antes de concluir a sua leitura, mas prometo-te que quando te decidires dar-me um abraço eu componho rápido e logo e súbito o ninho, digo-te assim, vai dar uma voltinha curta, curtinha ali ao quarteirão, primeiro escrevo-te no corpo a direcção para que não te percas outra vez e não demores de novo a chegar e depois enquanto passeias com os pássaros, eu arrumo tudo limpinho, que assim devem ser os ninhos, que podem ter pedacinhos assim tipo atlier de crianças, onde cada menino e menina trás desarrumada à medida das suas necessidades, e onde não costumam, nem devem nem é muito aconselhável, entrarem pessoas estranhas para limpar ou o que seja, pois às vezes, é como as mantinhas, ao serem lavadas por maos alheias, ficam com bomps

Ma si at ard e a ca de ira ro do u e o q ue es t av a em c i ma no ch ao se e spa l h o u, A h min h a am ad a, q ua n do te dec id i r es a che g ar a min h ap orta , t oca q ue eu s ub o, po is n ão te p osso c on v id ar a en t ra r a inda a q u i ne s te l o cal onda f a ç o min h a c asa, ac h o q ue t u f u gi r ia s as s us t ad a, se cala h ar a ap en sar q ue eu se r ia o h omem ma is d esa ru m ad o do u no m un d o, ma s n ão s o u, em bora se agora en t ra s se s, as s im te p o d ia par e ce r, mas t oca, q ue eu s ub o e d ep o is te d o u a mão e v amo s pa ss e r e namora r e na mor ar e pa s se ar e se te q u ise r es por um bo ca din h o te s en t ra, se i de un s ban q u in h os li n d os a q u i ao pe r to, ma s s a b es, este es paço é as s im t ip o uma cna do c si, e as i mage ns q ue se m ani f es tam são t anta s, q ue me s mo eu t ra b l a h and oo ma is rá pi d o q ue p osso, n ão do u c on t a a inda de la s t o d as e d ep o is n ão ar r isco me xe r no s ob ject os ant es de c on c lui r a s ua lei t u ra, ma s pr o met o inglês te q ue q ua n do te dec id i r es d ar ingles me um bar ç o eu c om p on h o rá pi d o e l o g o e s ub i to o ni n jo, di go inglês te as s im v a i d ar u ma vo l t in h a c u r ta, c ur t in h a a li ao q ua r te i rão, pr i me i ro es c r evo inglês te no corp o a di r e cç ao para q ue n ão te pe rca s o u t ra v e z e n ão demo r es de n ovo a che g ar e d ep o is en q ua n to pa ss e ias com os pá ss ar os, eu ar rumo tod li mp i mn h o, q ue as s im d eve m s e r o s ni n h os, q ue p ode m ter peda c in h os as s im t ip o at lei r de c rian ç as, onda c ad a me nino e me nina t rá s d es sa r um a da à me d id a da s s ua s ne ce s sida d es, e onda n ão co s t uma m, ne m d eve, m ne m é mu it o ac on se l h ave l, en t ra r em pe ss o as es t ar n h as para li mo ar a o u o q ue seja, po is às v e ze s é co mo as man t in h as, ao se r em l ava d as por mao s a l he ia s, f icam com bo m ps

E depois daquilo tudo rodar e cair no chão, a chave em philips em cruz de cabo vermelho ficou apontada ao desenho do cão passando pelo slide da ficha técnica do video sobre o poder local de Palmela, que tambem estava em cima da cadeira, e que caíra e que diz o João cayatte ter sido o assistente de realização

E d ep o is da q u i lo t u d o ro d ar e ca i r no ch ao, a ch ave em ph i li ps em c r u z de c ab o v e r me l h o f i co u ap on t ad a ao de s en h o do cão passa n d o pe l o s li de da fic h a té c ni ca do vi de o s o br e o p ode r l o c al de pa l me l a, q ue tam b em es t av a em c i ma da ca de i ra, e q ue ca ira e q ue di z o jo ao ca y at te ter sid oo as site n te de real iza çao

Depois tudo aquilo se mexeu um pedacinho com o passar do tempo e alteraram a posição relativa aos objectos, ficou a chave em cima do anuncio do jornal dobrado em seu meio da worten e aponta a caixa do cd s o ny cd p de setenta e quatro, n dois supremas, sony frança as customer service, quadrado do circulo do quarto de sessenta e cinco ponto n x sur l´ad circulo do ur, quatro de noventa primeiro do sete de oitenta , duplo quadrado de setenta e nove a setenta e oito, a chave em estrela ficara a reverbar dentro de mim, pois apresenta um desenho em cruz que acabara de ver na net quando me dei conta do acidente do vaivem, era um desenho de uma das válvulas, ao lado das outras e daquela que segundo a investigação, estivera na causa do aparente acidente, do texto que fora apagado por mao alheia e que de novo o terei que escrever para completar esta leitura e sua relação

D ep o is t u d o a q u ilo se me xe u um peda c in h o com o pa s sar do te mp o e al te ra ram a p o sição r e l at iva ao s ob ject os, f i c o u a ch ave em c i ma do a n un cio do jo r n al do br ad o em se u mei o da w o r ten e ap on t aa ca ix a do cd s o ny cd p de set en t a e q ua t ro, n do is s up r ema s, s o ny fr ança as c us tom e r se r vice, q ua dr ad o do cir cu l o do q ua r to de se s en ta e c in co p on to n x s ur l´ad cir c u l o do ur, q ua t ro de no v en t a pr i me i ro do sete de o it en t a , d up l o q ua dr ad o de set en ta e no ve a set en ta e o it o, a ch ave em es t r e la f ica ra a r eve r bar den t ro de mim, po is ap r es neta um de s en h o em c r u z q ue ac ab a ra de v e r na ne t q ua n d o me dei c on t a do ac i dente do v a i v em, e ra um de s en h o de u ma das v al v ul as, ao l ad o da s o u t ra s e da q eu la q ue se gun d o a in v es ti g a çao, es t ive ra na c au sa do ap ar en te ac i dente, do te x to q ue f o ra ap a gado por mao al he ia e q ue de n ovo o te rei q ue es c r eve r para co mp l e t ar es t a lei t ur a e s ua relação

Ah amada lá estava eu no meio daquelas luzes a chegar ao sitio das folhinhas dos bichos da conta, aquelas que em pequenino íamos buscar ali ao lado a mãe de agua para deles com amor de meninos cuidar, as folhinhas verdes onde fazem os seu ninhos e depois se transformam e estava ali ao pé do passeio uma fila de carros da nova imagem e eu pensei para meus botões, se calhar minha amada é actriz, que bom se assim o for, para lhe despir devagarinho os trajes das cenas e lhe lamber a maquilhagem devagarinho, e quente meu coração, e quente meu espirito e a alegria de te sentir assim ao perto, que bom amada, assim sentir-te ao pé de mim, como a tia tua presença ao longe me faz alegre que me deixa imaginar como bom será o perto, pertinho assim em corpo, e de repente dou com a face da bela gatinha, enorme a gatinha, sua imagem, ali estava ela ocupando uma inteira fachada, olhando de lado, como quem espera um passarinho, seus cabelos eram fios d´oiro que se estendiam pela fachada que desembocava nela, olhei-a andando e depois me virei para trás e vi uma outra bela face, um olho tapado , outro destapado, belos belos cabelos grandes, como eu gosto, ah amada, que bom, enfiar meus dedos, minha mao inteira em teus, e aí aninhar meus sonhos nos teus o sonhar, e fazer assim suaves cafunés, e assim adormecer e em ti feita e neles feita algas de agua dormir e sonhar, sonho amada, que vamos descendo o nilo, as pirâmides ao fundo, a lua cheia e gravida por cima, ali vamos deslizando, o sonho e o luar, o sonho, o leme e a barca, a cidade ao fundo é sagrada, como tu e eu e todas as coisas feitas por Deus , Deus da Luz, Deus do Amor, Deus Amante, Deus Amado, Deus dos Amantes, Deus Que Um ao Outro Nos Criou e Ofereceu Nosso Amor

A h am ad a l á es t av a eu no mei o da q eu la s l u ze s a che g ar ao s i t i o d as f o l h in h as dos bic h os da c on t a, a q eu la s q ue em pe q eu nino iam os b us car a li ao l ad o a mãe de a g ua p ra de l es com amo r de me nino s c u id ar, as f o l h in h as v e r d es onda f az em os s eu ni n h os e d ep o is se t ra ns f o r mam e es t av a a li ao pé do pa s se io uma f i la de ca rr os da n ova i mage m e eu p en sei para me us bo t õ es, se cala h r min h a ama d a é ac t r i z, q ue bo m se as s im o f o r, para l he d es pi r d eva g ari n h o os t ra j es das ce na s e l he lam be r a ma q u ilha gem d eva r g ari n h o, e q eu n te m eu co ra çao, e q eu n te me u es pi rito e a l e g r ia de te s en tir as s im ao pe r to, q ue bo m am ad a, as s im s en tir inglesa te ao pé de mim, co mo a t ia t ua pr s en ça ao l on ge me f az alegre q ue me de ix a i ma gina r co mo bo m se rá o pe r to, pe r t in h o as s im em corp o, e de r ep en te do u com a face da be la g at in h a, eno r me a g at in h a, s ua i mage m, a li es t av a e l a o c up and o um a ine t ira f ac h ad a, , o l h and o de l ad o, co mo q eu m es pera um pa ss ar in h o, se us cab elos e ram fi os d´oiro q ue se es ten d iam pe l a f ac h ad a q ue s em bica v a nela, o l he i inglesa a anda n d o e d ep o is me vi rei para t rá s e vi u ma o u t ra be la face, um o l h o t ap ad o, o u t ro d es t ap ad o, be l os be l os c ab e l os g r andes, co mo eu g os t o, a h am ad a, q ue bo m, en fia r me us d ed os, min h a mao in te ira em te us, e aí a nin h ar me us s on h os no s te us o s on h ar, e f az e r as s im s u ave s ca f u ne s, e as s im ad o r me ce r e em ti fe it a e ne l es f e i t a al g as de a g ua do r mir e s o n h ar, s o n h o am ad a, q ue v am no s d es ce n d oo ni l o, as pi ra mide s ao f un d o, a l ua che ia e g ra ´v id a por c ima, a li v amo s d es liza n d o, o s on h o e o l ua r, o s on h o, o l e me e a ba rca, a cida de ao f un d o é sa g r ad a, co mo tu e eu e t o d as a s co i sas f e it as por De us , D eu s da L u z, De us do Amo r, De us Ama n te, De us Amado, De us dos A man te s, De us Q ue Um ao O u t ro No s C rio u e O f e r e c eu N osso Amo r

Olhei para trás e lá estava a menina do pan tene e ao lado na fachada das pequeninas vidraças como uma miriade de mosaicos os espelhinhos, ali estava em seu inverso a gata reflectido, sua superfície, quebrada pelas linhas dos quadradinhos, subiu meu olhar a fachada do prédio, ouvindo a tua voz, assim escutei, as enguias do richard, sim que o richard é rapaz de enguias, de múltiplas enguias como espelhos quebrados , de um bola de cristal feita plano, e te continuei a escutar a voz que me disse, o vi, vi o vi do circulo do vi, o homem da madeira , no caminho, o homem alemão da teresa, o zo de setenta e oito, o toiro austríaco, o rato maior do comboio, a serpente us, o zagalo homem de portalegre, o príncipe do grupo de onze, da dupla unidade,

O l he oi para t rá s e l á es t av aa me nina do pan t ene e ao l ad o na f ac h ad a da s pe q eu nino as vi dr aç as co mo uma mir iade de mo sa i co s os es pe ll him n h os, a li es t av a em s eu in v e r s o a gata r e f l e ct id o, s ua s up e r f i cie, q eu br ad a pe l as li n h as do s q ua dr ad in h os, s u h i u me u o l h ar a f ac h ad a do pr é di o, o u vi n d o a t ua v oz, as s im es cut e i, as en gui as do ric h ard, s im q ue o richard é ra paz de en gui as, de mul tip l as en gui as co mo es q eu l h os q eu br ad os, de um bo la de c r ista l f e it a p l ano, e te conti nu e i a es cut ar a v oz q ue me di ss e, o vi, vi o vi do cir c u l o do vi, o h oe mm da madeira , no caminho, o homem a l e mao da teresa, o zo de set en t a e oito, o toi ro aus t ria co, o ra to maio r do co m boi o, a sw e rp en te us , o za galo h o mem de port alegre , o pr in cip e do g r up o de on ze, da d up l a uni dad e,

A cama está invertida , a bruni é a segunda do quinto dv dos finais de noventa do ch, tambem relacionado com noventa e oito, o segundo será então o do cargo, quem o primeiro, me perguntei, e dentro de mim, apareceu o nome de seguela , o homem, a quem há muitas luas chamavam de o menino prodígio da publicidade francesa, o homem que trás ligações salvo erro ao partido socialista, em mim emerge a uma antiga frase de um antigo texto, o dever do mago, e convocar o ilusionista e o matar, aniquilar o ilusionista que cria a ilusão neste mundo, será ele, será ele o ilusionista maior, o que terá de ser derrotado em definitivo, assim me pergunto, ao saber das imensas sincronias que me cercam sem cercar, como se um sonho colectivo, se estivesse sonhando, e se sempre se está, se o sonho comanda a vida e é sempre comum, pares deles nos cartazes, as vezes me pergunto das suas intenções, ma tudo é valido, tudo existe, uma imagem tambem, mesmo feita em forma errada para provocar a errada acção, e é verdade que a publicidade trás tambem coisas muito belas, boas mensagens, estruturados no coração acertado, de que lado estará este homem, quem são os que aqui em Portugal, a ele estão ligados, o bidarra, ponto de interrogação múltiplo sobre estas questões, chama o teu inimigo e ele se apresentará ao teu caminho, assim é a regra, me relembra meu coração,

A c am a es t á in v e r t u da , a br uni é a se gun d a do q u in t o d v dos f ina is de no v en t a do ch, tam b em r e la cio n ad o com no vem t a e o it o, o se gun d o se rá en tao o do cargo, q y em o pr i me i ro, me pe r gun tei, e den t ro de mim, ap ar e ceu o no me de se g eu la , o h o mem, a q eu m h á mu it as l ua s chama v am de o me nino pr o di gi o da pub l i cidade fr na c e sa, o h omem q u e t rá s li g aç o e s sal v o e r ro ao par t id o soci a l ista, em mim e mer g ue a uma ana t i g a fr ase de um ant i g o texto, o d eve r do mago, e c on vo car o i lu sio ni s ta e o mat ar, an i q u l i ar o i lu sio ni s ta q ue c r ia a i lu são ne s te m un d o, se rá e l e, se rá e l e o i lu sio ni s ta maio r, o q ue te rá de ser de r rota d o em de f ini t ivo, as s im me pe r gun to, ao sabe r das i m en sas c in c ro ni as q ue me ce rca m se m ce r car, co mo se um s on h o cole c t ivo, se es ti b v es se s o mn hand o, e se s e m p r e se es t á, se o s on h o comand aa v id a e é se mp r e co mum, par es de l es nos c ar t az es, as v e ze s me pe r g un t o da s s ua s in ten ç õ es, ma t u d o é v ali d o, t u d o ex iste, uma i mage m tam b em, me s mo f e it a em f o r ma e r rada para pr ova o car a e r ra d a ac ç ão, e é v e r dad e q ue a p ub li cad e t rá s tam b em co i sas mu it o belas, bo a s m en sa g ne s, es t ru t ur ad os no co ra çao a ce r t ad o, de q ue l ad o es t ar é este h omem, q eu m são os q ue a q ui em por t ua l, a e le es t ão li gado s, o bi d ar ra, p on to de in te r ro ga ção mul tip l o s o br e es t as q eu s t õ es, ch ama o t eu i ni mig o e e l e se ap r e s em t a r á ao t eu caminho, as s im é a re g ra, me r e l em b ra me u co ra çao,

Neste preciso momento na radio, quelque um ma dit que ti me aimes encore,

Ouço-te então perguntares, amada, imagina libertar toda a musica , digo-te sim que tudo deve estar sempre livre, onde ela está presa amada, se ela em tudo vive, dentro de todos os poros, poros, de todas as texturas, em toda a matéria desde a pesada a mais fluida e leve, uma imensa beleza transborda e transborda de todos os poros da vida e do viver, ah imensa alegria, ah imensa vontade, jorra fonte, jorra, jorra fonte, para cima e para baixo em combinação, que se lêem em seu verso e seu anverso, o poema sobe, o poema desce e no meio se encontram, e é um mesmo, assim se reconhecem ao abrir as pálpebras quando se olham de frente e nu, é um mesmo sentido de leitura que se espalha no espaço e o espelha e o preenche em seu todo, imanência, total, imanência, tudo claro como sempre o é, tudo presente a cintilar a sua luz, faz-se luz, faça-se a luz

N este pr e c is o mo men to na ra d ia, q eu l q ue um ma di t q ue ti me a i mes en co r e,

O u co inglesa te en t ão pe r g un t ar es, am ad a, i ma gina liber t ar t o d aa mu sic a , di go inglesa te s im q ue t u d o d eve es t ar se mp r e li v r e, onda e la es t á pr e sa am ad a, se e lea em t u d o v ive, den t ro de t o d os s o p or os, p o ro s, de t o d as a s te x t ur as, em t o d aa mat é r ia d es d e a p esa d aa ma is flu id a e l eve, uma i m en s a be l e za t ra ns borda e t ra n s bo r da de t o d os o s p or o s da v id a e do v ive r, a h i m en sa al e g r ia, a h i m en sa von t ad e, jp r ra fonte, jo r ra, jo r ra fonte, para c i ma e para ba i x o em co m bina çao, q ue se l ee m em s eu v e r s o e s eu an v e r s o, o p o e ma s ub e, o p oe ma d es ce e no mei o se en co n t ram, e é um me s mo, as s im se r e co n he ce m ao ab r i r a s pal pe br as q ua n d o se o l ham de fr ente e nu, é um me m s o s en t id o de lei t ur a q ue se es pal a h a no espaço e o es pe l h a e o pr ee n che em s eu t o d o, ia mane n cia, t ot al, ima ne n cia, t u d o c l a ro co mo se mp r e o é, t u d pr e s en te a conti l ar a s ua l uz, f az inglês se l u z, f aç a inglesa se a l u z

Eu sou a lenda, diz meu belo irmão com seu cão, a ponte caída em ruínas a torre de belem, a torre da estrela coberta de heras, ele caminha sozinho quanto o sozinho é sozinho e não sozinho, anseia ela sua Amada e a busca sem buscar,

Eu s o u a l en d a, di z me u belo i r mao com s eu cão, a p on te ca id a em r u i na s a to r r e de be l em, a t o r re da es t r e la co be rta de h e ra s, e l e caminha s oz in h o q un t oo s oz in h o + e s oz in h o e n ão s oz in h o, an seia e l a s ua Am ad a e a b us ca se m b us c ar,

A rapariga, néon, invertida no espelho partido, fraccionado, miriade de ilusões, memórias aceleradas, curtos circuitos faíscas, pinta os olhos da gata a pintura inversa, e a rapariga bela de olho aberto e tapado trás o nome de pantene, no espelho partido que devolve a fractura do mundo, a esquizofrenia pressente-se o corpo rachado, a lama escorre ne fenda e pela fenda, a inversão de pan ene, a inversão de muitos pan

A ra pa riga, neo ns, n en s, in v e r t id a no es pe l h o par t id o , f ar cio n ad o, miri ad e de i lu s õ es, me mór ia s ace l ar ad as, c ur t os cir c u it os f a iscas, p ina t os o l h os da gata a pi n t ur a in v e r sa, e a ra pa riga bela de o l h o ab e r to e t ap ad o t rá s o no me de pan t ene, no es pe l h o par t u id o q ue d evo l v e a f rac t ur a do mundo, a es q eu i zo fr e ni a pr es s en te inglesa se o corp o rac h ad o, a l ama es co r re ne f en d a e pe l a f en d a , a in v e r são de pan ene, a in v e r sao de mu it os pan

Olho ao lado minha secretária, a carolina assim está, como a menina da foto, um só olho à mostra, o outro tapado por diversos papeis, destapo-a antes de mais, por debaixo dela torna a aparecer o livro vermelho, desvela parte do titulo , se le, ster de mister hyde, de pernas para o ar, o invertido, o que lhe terá tapado meio olhar, um olho, patrocínio, fica pat

O l h o ao l ad o min h a sec r e t á r ia, a carol ina as s im es t á, co mo a me nina da f oto, um s ó o l h o à mo s t ra, oo u t ro tapa d o por di v e r s os p ap e is, d es t ap o inglesa a ant es de ma is, por de ba ix o de l a tor na a ap ar e ce r o li v ro v e r ne l h o , d eve la par te do t it u l k , se l e, s ter de m is ter h y de, de pe r na s para o ar, o in v e rui d o, o q ue l he te rá t ap ad o mei o o l h ar, um o l ho, pat ro c in io, f ica pat

O homem da p ene t ração ana l à te r e sa é a co b ra t o p da ajuda, as s im me di z tim e

Eu sou a lenda, a lenda da história do encontro da Amada, deixem-me lindos duendes e elfos jazido sobre a cripta de uma floresta, em sonho, virão então os pássaros poisar nos silêncios a que se chamará amor, ao acordar a amada o beijará, refractando todas as cores invisuais, o arco íris se estende como asa sem fim

Eu s o u a l en d a, a l en d a d a h is t ó r ia do en co n t ro da Am ad a, de ix em ingles me li n d os d eu n d os e el f os j az i f g o s o br e a c rip t a de uma flor es t a, em s on h o, vi r ão en t ão os pa ss ar os p o isa r no s si l e n cia a q ue se chama rá amo r, ao ac o rda r a am ad a o bei j a rá, r e f ra cat na s inglesa se t o d as a s co r es in vi s ua is, o ar co i r is se es ten d e co mo asa se m f im

Toca amada, toca amada, move a fonte com a mao que habita no fundo da pupila de teus olhos, elas tudo refractam, e descascam até ao fundo do osso da alma

T o ca am ad a, toca am d a, mo v e a fonte com a mao q ue h ab it a no f un d o da p up ila de te us o l h os, e la s t u d o r e f rac tam, e d es ca s cam at é ao f un d o do os s o da al ama

A datcho, no anuncio das gotas , a carta da medium, a carta

A d at ch o, no na un cio das g ota s , a c a r ta da me di um, a ca rta

Ah meu deus, os seios pingado em pingo pingando em minha mao, beleza suprema do aconchego aconchegante que me aconchega, como gota desce suave na palma da minha mão, miriade de gato de amor, espelhou-se caleidoscópio, preenchem e enchem as vagas em permeio, ah delicado seio doce leite gelatina suave quente açucarada, lambe minha lingua inteira , lambe e torna a lamber, ah amada depois a lingua por debaixo das tuas asa e aí faz o ninho, dentro de ti baila o sorriso baila entre o sorrir e a cocega

A h me u de us, os se ii s pi n gado em pin g o pi n gan d o em min h a mo a, be l e z a s up r ema do ac on che g o ac on che gan te q ue me ac on che g a, co mo g ota d es ce s u ave na pal ma da min h a mão, mir i ad e de g at o de am o r, es pe l h o u inglesa se cale id os co pi co, pr e en che m e en che m as v a g as em pe r mei o, a h a de li c ad o se io do ce lei te ge l at ina s u ave q eu n te ac u c ç ar ad a, l em be min h a li n b g ua in te ira , l am be e to r na a l am be r, a h a am ad a d ep o si a li b gi a por de b a ix o da s t ua s a sa e aí f az o ni n h o, den t ro de ti ba ila o ss o r i so b a i la en t r e o s o r r i r e a co cega

O filme era lindo, as meninas lindas, pena estar a fazer, papel de vilã, que até me dói o coração e penso sempre o mesmo pensar, como uma vilã pode ser assim tao bela, a crescida feiticeira, desce dos céus na amurada do barco, e faz um teste à menina da bússola doirada, quem fora naquele barco do ciganos, o seu amante de outrora, a menina acerta, a bela eva lhe diz, sabes, houve um tempo em que ele era mais novo, pois sim amada, assim parece nas vezes, como a eve parece ter o elixir da juventude, e voa, Oh como voa, voa como uma seta, certeira, o urso ficou e reverbar em mim a linha da sua história, de repente aquilo parecia real, era como se aquela linha, se sentisse verdade verdadeira verdadinha, no mundo, ecoava nas ruas vazia a meu voltar, o urso malvado e usurpador, tinha envenenado o pai e tinha desafiado o ursinho para um duelo individual onde o matara, mas ali estava de novo o urso banido, ao lado da menina, da menina, lutando por amor em amor e pelo amor, contra o magistério, a tenebrosa organização que criava e mantia as trevas sobre os seres e o mundo, que criava as ilusões orientadoras, olhando os seres como seres que não mereceriam sua própria liberdade, como se Deus os tivesse alguma vez criados de forma diversa, o filma acaba na procura da criança desaparecida, a bela musica canta então, havemos de a encontra, continuaremos a procurá-la, o magistério separa a alma em dois, tenta retirar aos meninos a sua parte do espirito animal que tambem somos, pois são eles nossos irmãos, todo o que existe é irmão, tu meu irmão, tu minha irmão, tu pedra, minha irmã, tu baleia minha irmã, tu pássaro meu irmão, tu invenção minha irma, tu beijo meu irmão, clara imagem dos tempos, que calou fundo em meu coração, meu filho em falsos psi e eu sem mesmo saber se lhe dão medicamentaçao, para além da tortura que o amputa em parte, em que o trazem, limitando, o mexer, o andar, o brincar o ser, a referencia parental, metade do amor de quem o ama e de quem em amor o trás, filhos da puta.

O fil me e ra li n d o, as m eni n as li n d as, pe na es t ar aa f az e r, pa p el de vila, q ue at é me do i o co ração e p en s o se mp r e o me m s o pen s ar, co mo uma vila p ode ser as s im tao be l a, a c r es cida f e it i ce ira, d es ce do s se us na am u r ad o do bar co, e f az um v t este à me nina da b us sola do i rda, q eu m f o ra na q u l e ba r co do c iga no s, o se u am an te de o u t ro ra, a m eni na ac e rta, a be l a eva l he di z, s a b e s, h o u v e um te mp o em q ue e l e e ra ma is n ovo, po is s im am ad a, as s im par e ce na s v e ze s, co mo a eve par e ce ter o ex i l i r da ju v en t u de, e vo a, o h co mo vo a, vo a co mo u ma s eta, ce r te i ra, o ur s o f i co u e r eve r bar em mim a li n h a da s ua h is t ó r ia, de r ep en te a q eu i l o par e cia real, e ra co mo se a q eu l a li n h a, se set is se vera d e v red ad e ira v e rda din h a, no mundo, eco av a na s r ua s v az ia a me u vo l t ar, o ur s o ma l v ad a e ur s up a d or, tinha en v ena dad oo pai e te in h a d es paf ia d oo ur sin h o para um d eu l o indi vi u d al onda o mat a r a, ma a li es t av a de n ovo o ur s o ban id o, ao l ad o da eni a, da me nina, l ur tan d o por amor em ama or e pe l o am r, c on t ra o magi s té r ia o, a t eme br o sa or gan i za çao q ue c r ia v a e man tia as t r eva s s o br e os se r es e o mundo, q ue cir a v a as i lu s õe ori net ad o ra s, o l han d o os se r es co mo se r es q ue n ão mer e cir iam s ua pr o pi a liber dad e, co mo d dragonas deitadas De us os t ive s se al gum a v e z c ria ds de f o r ma di v e r sa, fil ma ac ab a na pr o cura da c rian ç a d esa par ac id a, a be la mu sic a cant a en t ão, h ave mo s de a en c on t ra, conti nu ar emo s a pr o c ur á inglesa l a, o magi s té rio s epa ra a al ma em do is, ten t a r e tira r as o s me nino s a s ua pa rte do es pi rito anim a l que tam b em s omo s, po is são e l es n osso sir mao, t o d oo q ue ex iste é i r mão, t u me u i i r mão, t min h a i r mao, t u pe dr a, min h a i r n ão, t u bal e ia min h a i r m ã, t u pa ss ar o me u i r mão, t u in v en ção min h a i r mao, t u bei jo me u i r mão, clara i mage m dos te mp os, q ue ca l o u f un d o em me u co ração, me u fil h o em f al s os ps i e eu se m me s mo s abe r se l he dão med ica men t aç ao, para a l é m da to r u t ur a am p ut ante em q ue o t ra ze m, li mi tan d o, o me xe r, o anda r, o br i car o ser, a r efe ren cia par en t al, met ad e do amo r de q ua m o am a e de q eu m em am o r o t rá s, fil h o s da p ut a.

na volta da noite já madrugada, fico a olhar a montra da nova livraria o biblos, ou lá como se chama, a seu lado o multibanco, estranho perfume, não me fez ali muito tempo parar, depois, um dia ou dois, um eco numa noticia da operação furacão, que já encaixara mais de quarenta milhões, e a referencia uma grupo livreiro entre outros, e histórias do usual, do negro usual, casado com as novas tecnologias, facturas passadas fora do território, o lucro num só clique, já está numa ilha sem paraíso para o uno mundo, o dinheiro a circular por baixo da mesa, feito zeros e um, armas comprar, actos de terror financiar, e que mais, Deus o sabe, na rua num cartaz riscado a feltro, os animais não são objectos de brincar, não são macacos, mais nós quando assim aos irmãos tratamos, depois um roupão, o roupão turco da menina das tranças negras, o cartaz do Dakar, vejo-o finalmente ao perto, no padrão dos descobrimentos, o motociclista que pressuponho figura o que no Dakar se fora, sobe a rampa, em primeiro lugar na posição onde se encontra o infante, atrás dele um carro meio jipe que me faz lembrar um meio panzer qualquer da campanha do deserto de himler, lembro-me da imagem do major Alvega, as rodas da mota são laminas, está a traseira mais um menos no eixo da frente do meio tanque onde são visíveis as molas, salvo erro três em vaso, as molas que fizeram as bomps, o vaso que as criou, e o francês do plano da subida do padrão, se lançara , ou se lançou no ceu, talvez com uma ajudinha de outras maos, assim sempre me parece ser o guião desta história, a pancada na cobra cinzenta que sai do mousy argenta , o desenho é de um rato cobra, esto ao lado da farmácia, a cruz verde a piscar pisca a vai piscando como um coração

na vo l t a da no i t e j á madruga d a, f i co a o l h ar a mo n t ra da n ova li v ra ria o bo b l os, o u l á co mo se ch a m a, a se u l ad oo mul ti ban co, es t ra n h o e pr f u me, n ão me f a e s z ali mu it o te mp o para r, d ep o is, um d ia o u d is, uma e co n uma no tic ia da o p ra çao f ur a c ão, q ue j á en ca ix ar a ma is de q ua r en ta mil h o es, e a r efe r en cia a u ma g r up o li v rei ro en t re o u y ro s, e h is t ó r ia s do us ua l, do ne g ro us usa l,, c asa d o co ma s n o va s tec n l o gi as, f ac t ur as passada s f o ra do te r rito rio, o l u c ro n um s ó c li c, j á es t á n uma ilha se m pa rai s o para o u no mundo, o din h e i ro a cir c u l ar por ba i z xo da m esa, f e it o ze ro s e um, a r mas co mp r a r, ac t os de te r r o r f in cna cia r, e q i ue ma is , De us o sabe., na ru a nu m ca r t z rui s ca dao a f e l t ro, os anim a is n ão são ob ject os de br in car, n ão são m ac a c o s, ma is n ó s q ua n do as s im ao s i r mao t rata mo s, d ep o is um ro u p ão, o o r up ão t ur co da me nina das t ra n ç as ne g t ra s, o c ar t az do d ak ar, v e jo ingles o f ina l mente ao pe r to, no pa dr aa o do s d es co br i men t os, o m oto cic l ista q ue pr es s up on h o figu ar o q ue no d ak a r se f o ra, s o be a ra mp a, em pr i me rio l u g ar na pp o siçao onda se en c on t ra o infante, at rá s de l e um ca r ro mei o j ipe q ue me f az l em br ar um mei o pan ze r q ua l q eu r da cam pan h a do de s e r t o de him l e r, l em br o ingles me da i mage m do major a l a vega, as ro d as da ma ota são l ami n as, es t á a t r se ira ma sis um me no s no e i xo da fr ente do mei o tam q ue onda são v isi v e is as mol as, sal vo e r ro t r ês em v a s o , o as nola s q ue f ize ram as bo m ps, o v a s o q ue as c rio u, e o f ar n ce s do p l ano da s ub id a do p ad rã o, se l ancara , o u se l na ç o u no c eu, t al v e z com uma ju din h a de o u t ra s mao, as s im se mp r e me par e ce ser o gui ao d est a h is t ó r ia, a p ana c ad aa cobra c in s en t a q ue sa i do mo u sy argenta , o de s en h o é de um ra t o cobra, es t o ao l ad o da f ar ma cia, a c r u z v e r d e a pi s v ar pi s ca a v ai pi s ca dn d o co mo um co raçao

leio ainda ao passar frente à zara, a zara que tinha escrito nas letras que se apagaram, e que entravam na parte destas letras a bruni, dando como exemplo que era difícil encontrar belas roupas para homem mesmo numa zara que tinha bom corte, e contava eu que o meu ultimo fato fora lá comprado, um belíssimo fato castanho, com uns belíssimos fios de prata muito discretos e como me sentia bem quando o olhava em meus dias, aqueles fiozinhos de prata que são imagens dos fios que trazem todas as almas entre si ligadas e quando vou a passar em frente ouço assim dizer, o homem da zara, o homem zagalo do dia d

lei o a inda ao pa s sar fr ente À za ra, a zara q ue tinha es c rito na s l e t ra s q ue se p aa g ar am, e q ue en t ra v am na par te d es t as l e t ra s a br uni, dan d o co mo ex e mp l o q ue e ra di fic e i l en c on t ra r be l as ro up as para h omem me mo n uma za ra q ue tinha bo m corte, e c on t av a eu q ue o me u u l tim o f at o f o ra l á co mp r a d o, um be li ss i mo f at o cas t n h o, com un s be li ss i mo s fi os de pr at a um it oo ds i c r e ts o e co mo me s en tia be m q ua n d oo l h av a em me us di as, a q eu l es fio zi n h os de pr at a q ue são i magen s do s fi os q ue t ar ze m t o d a s as a l mas en t re si li gadas e q uan d o vo u a ap as s ar em fr ente o u ç o as s im di ze r, o h omem da zara, o h omem za galo do dia d

já tinha procurado o balzac na minha estante, recordo muito vagamente de o ter lido em minha adolescência, trago em mim, uma vaga memória dele, como se um trago amargo me tivesse na altura feito, nem o ler até seu fim, um fio do amor, me leva de novo a estante, esta curiosamente na prateleira da ficção cientifica, assim lhe chamam os burros, ao lado de belíssimos livros de artur clarke de robert heinelin, misturadas com títulos de chandler e por ai fora, abro-o de novo e no sitio em que o abro o começo a ler, e de repente percebo nitidamente o que é que na altura em que pela primeira o terei aberto e começado a ler, me enjoou, a hipocrisia, a imensa hipocrisia daqueles salões daquela forma de viver, capitulo vinte, ingénuos prazer, castigat ridendo mores, as Pequenas Misérias da Vida Conjugal e começa o enjoo, o enjoa, que vem da memória eterna da falsidade, de todas falsidades, no espaço privilegiado do amor, a intimidade, o local do paraíso onde primeiro ele nasce, e as guerras todas tambem, assim sempre foi e assim sempre será enaqunto os seres assim andarem, ou quando assim andam, tornam-se bombas andantes, explodem em seu corações, nos seus quartos e repercute-se o sangue a dor e a violência em todo o uno lugar, as personagens são madame foulle pointe, madame, fisch ta mine l , madame deschars, ao lado carolina assina a sua missiva e diz, tu não conheces esta pequena miséria, feliz Matilde, nasceste com boa estrela! Podes fazer muito por mim; pensa nisso! Poderei escrever-te a contar-te o que não ousaria dizer-te. E as tuas visitas hão-de fazer-me muito bem, vem ver muita vezes a tua pobre, carolina, ai Meus Deus tanto sofrer, tanto sofrimento, tanto prisão, tanto coração cercado e ferido, tão pouco a asa, pecado à vida

j á tinha pr o curado o bal z ac na min h a es t ante, record o mu it o v a game n te de o te r lido em min h a ad o l es c en cia, t ra g o em mim, u ma v a g a me mó r ia dele, co mo se um t ra g o am argo me t ive s se na al t ur a f e it o, ne m o l e r at é se u fim, um fio do amor, me l eva de n ovo a es t ante, es t a´c ur is o am en te na pr at e lei ra da fic ç ao cie n ti f ica, as s im l he ca h mam os br ro s ao l ad o de be li ss i mo s li v ro s de artur c l ar ke de ro be r t hei ne li n mis tua ra d os com titu l os de ch na de l r e por ai f o ra, ab ro ingles o de n ovo e no siti o em que o ba ro o co me ç o a l e r, e de r ep en te pe r ce bo ni tid am en te o q ue é q ue na al t ur a em q ue pe l a pr o me i ra o y te rei ab e r to e co me ç ad o a l e r, me e mn jo u o, a h ip o c ris ia, a i m en sa hipo cris ia da q eu l es sal õ es da q eu l a f o r ma de vi v e r, c apit u l o vi n te, in g en u os par ze re, ca s ti gat rid en d o mor es, as Pe q una s Mise r ias da V id a C on ju gal e co m e ç a o en j oo, o en j o a, q ue v e m da me mó r ia e t rena da f al sida d e , de t o d as f al sida d es, no es paço pr ive li gi ad o do amo r, a in tim i dad e, o l o cal do par a is o onda pr i me rio e l e n as ce, e as guerra s t o d as tam b em, as s im se mp r e f o i e as s im se mp r e se rá ena q un t o os se r es as s im anda r em, o u q ua n d o as s im anda m, tor na m inglesa se bo m ba s anda n te s, ex p l d o e m em se u co r a ç õ es, no s se us q ua r t os e r ep e r cute inglesa se o san g ue a d or e a vi o len cia em t o d oo u no l u g ar, as pe r s on a ge ns são madame f o u ll e p o in te, ,ad am e, fisch t a mine l , ma dama d es c h ars, ao l ad o carol ina as si mna a s ua miss iva e di z, tu n ão c on he ce es e s t a pe q eu na misé r ia, fe l i z Matilde, n as ce s te com boa e ts r e la e x c l a maçao P o d es f az e r mu it o por mim; p en sa m sargento deitado ni s so e x c l a maçao P ode rei es ce r v e r inglesa te a c on t ar inglesa te p q ue n ão o usa riu a di ze r te. E as t ua s v isi t as h ã o inglesa de d az e r ingles me mu it o be m, v em v e r mu i ta v e s es a t ua p o br e, carol i en, ai Me u d De us t ant o s o fr e r, t an t os o fr i men t o, t ant o pr i são, t na t o co r a ç ao ce r ca d o e f e rid o, t ão p o u co a asa, pe c ad o à v id a

por baixo, pois bem, pergunto eu ao escriturário, sabe que foi esta carta para o falecido borragem, ponto de interrogação, não, uma letra de cambio. Nem o escriturário, nem o notário o compreenderam. E os senhores, os senhores compreendem, ponto de interrogação, pagina primeira de noventa e quatro e primeira de noventa e cinco

por ba ix o, po is b em, pe r gun t o eu ao es c ritu r á rio, sabe p q ue f o i esta ca rta para o f al e cid o bo ur g ar e l, p on to de in te r ro ga çao, n ã p o, uma l e t ra de cm a b ia. Ne m o es c ritu ar io, ne m o n otá rio o cm o p ren de ram. E os s en h o r es, os s en h o re s c o mp r e en de m, p on t o de in te r ro g a ç ão, pa gina pr i me r ia de no v en t a e q ua t ro e pr i me i ra de no v en t a e c in co

é pertinente a linha da questão da bússola doirada, se avizinha a luta final pela livre arbítrio, se a perder-mos acaba a vida, assim sempre o é quando ele se perde, este é o clima do tempo actual, este é o tom e a cor, do tempo onde estamos, na crise que mais se abriu e se espelhou na queda das duas torres gémeas, do outro lado o big brother,

é pe r t ine n te a li n ha da q eu s tão da b us sola do ira d a, se avi zi n h a a l u t a f ina l pe l a li v r e ar bi t rio, se a pe r de r inglês mo s ac ab aa v id a, as si ms e mp r e o é q ua n d o e le se pe r de, este é o c lima do te mp o ac t ua l, este é o tom e ac o r, d o te mp o onda es t am os, na c rise q ue ma is se ab r i u e se es pe l h o u na q eu d a da s du as to r r es ge mea s, do o u t ro l ad oo bi g br it her,

quando saio leio uma relação com a morte de Bacon que me apareceu na primeira ida, associado a tierno galvan no âmbito da imagem global que se manifestou ao chegar ali às redondezas das amoreiras

q ua n d o sa io lei o um relação com a moret de B ac on q u eme ap r e ceu na pr i me ira id a, as soci ad o a tir no g al van no am b it o da i mage m g l ab al q ue se m ani f es t o u ao che g ra a li às red onde za s das amo rei ra s

no dia seguinte, torno a ir ao cinema, fui ver o segredo do livro do presidente, e de repente quase que salto na cadeira, ao ver uma imagem, a corporizaçao de uma imagem que me remeteu no momento imediato com um clareza de um relâmpago para uma imagem que eu desenhara há muitas muitas luas atrás num dos meus caderninhos de notas

no d ia se gui n te, tor no a i r a o c in e ma, f u i v e r o se g red o do li v ro do pr e side n te, e de r ep en te q u ase q ue s al to na ce de ira, ao v e r u ma i mage m, a corp o r iza çao de uma i mage m q ue me r e met eu no n o men to i media to com um c l ar e za de um r e l am p a g a para uma i mage m q ue eu de s en hara h á mu it as mu it as l ua s at rá s n um do sm eu s ca de r ni n h os de n ota s

quando saio do cinema uma poça de agua ao lado de uma entrada de um dos prédios das torres das amoreiras, uma fechadura de código pisca em tons de azul néon, aparece a vez a chave, introduza o código, no chão navegando dentro da poça, os objectos assim me falam, uma factura da media markt de alfragide, spe si seis m duplo quadrado, seis, onze, virgula noventa, sam rato ultra slim oito do circulo, vinte e nove de noventa, o segundo do circulo do nono de noventa, total liquido prod , trinta e quatro, cinquenta e cinco, o terceiro quadrado da dupla estrela

q ua n d o sa io do c in e ma uma p o ç a de a g ua ao l ad o de u ma en t ra d a de um do s pr é di o as da s to r r es das amo rei ra s, uam f e ca h d ur a de co di g o pi s ca em t on s de az u l neo n, ap ar e ce a v e z a ch ave, in t ro d u za o co di g o, no ch ao n ave gan d o den t ro da p o ça, os o b ject os as s im me f al am, uma f ac t ur a da media mar k t de a l fr a gide, s pe si se is m d up l o q ua dr ad o, se is, on ze, vi r gula no v en ta, sam rato u l t ra s l im o it o do cir cu l o, vi n te e no v e de no v en t a, o se gun d o d o cir c u l o do nono de no v en t a, t ot a l li q u id o por d , t r in t a e q ua t ro, c in q u en t a e c in co, o te r ce i ro q ua dr ad o da d up l a es t r e l a

no verso do perfume do belo anjo da marionnaud, assim as notas tomei, cinema , o segundo do livro, bounrnvide, cidade queimada, parias esferovite, laranja, espermatozoide, serviço pós venda, box jumbo arpão pect luws , onze do segundo do oitavo de trinta e sete, circulo do sete do duplo circulo de setenta e dois, cream cracker, riunfo, laço vermelho no botão amarelo, canada cisa , alex gaudi, prata vermelho e negro, witors na cio cat circulo j ar ec r infinito em pé, xp homem da celine, quarto, de noventa, e quarto, para dois três do doze mar rá cento e onze trinta e quatro, pedro crew setenta ac de noventa e cinco, http, background fabiano de noventa e seis, me subiu à memória a celina que trabalhara na latina europa, uma estranha rapariga,

no v e r s o do pe r e f ume do be l o anjo da n ari o nn au d, as s im as n ota s tom e i, c i n e ma , o se gun d o d o li v ro, bo un r n v id e, cida d e q eu i m ad a, pa r ia s es f erro vi te, l ar anja, es pe r mato zo id e, se r vi ç o p ó s v en d a, bo x j un bo ar pa o pe ct l u ws , on ze do se g un d o do o it avo de t rin t a e set e, cir c u l o do set e do d u p l o cir c u l o de set en t a e do is, c rea m c rac k e r, riu n f o, l aç o v e r me l h o no b otão am ar e l o, canada c isa , a l e x g au di, pr at a v e r me l h o e ne g ro, w it o r s na cio cat cir u l o j ar ec r in f i ni t o em pé, x p h omem da celine, q ua r to, de no v en t a, e q ua r t o, para do is t r es do d o ze mar rá c en to e on ze t rin ta e q ua t ro, pe dr o c r e w set en ta ac de no v en t a e co n co, h t tp, ba ck g ro un d f ab i an o de no v en t a e se is, me s ub i u à me mó r ia a ce lina q ue t rab a l a hara na a l t ina eu ro pa, uma e ts ra n h a ra pa riga,

chego a casa e corro à procura do livro, dou duas voltas a casa, no meio deste aparente caos e não o encontro, procuro-o na consoada de natal, em casa de meus pais , tambem não o encontrei assim reconstituo de memória até o encontrar, se ninguém alheio o tiver levado a passear, curiosamente uma noticia, em dia anterior dava conta de se ter encontrado mais um livro manuscrito de fernando pessoa, de repente aquilo ecoava em mim, eu à procura de um que não encontro, como se alguém outro o tivesse encontrado,

che g o a c asa e co r ro À pr o cura do li v ro, do u du as vo l t as a c asa, no mei o deste ap ar ente ca os e n ão o en co n t ro, pr o c ur o ingles o na co n s o ad a de n at al, em c asa de me us pais , tam b em n ão o en co n t rei as s im r e co ns t it o de me mó r ia at é o en co n t ra r, se nin g u é m al he io o t ive r l eva d o a pa ss e ar, c ur i o as mente uma no tic ia, em d ia ant e rior d ava c o n t a de se ter en c on t ra do ma si um li v ro manu s c rito de f e rna n d o pessoa, de r ep en te a q u i lo e co av a em mim, eu a pr o cura de um q ue n ão en co n t ro, co mo se al g eu m o u t ro o t i u v es se en c on t ra do,

a imagem que me deu a descarga no filme, é a plataforma basculante, quando os personagens estão presos dentro do templo escondido nas montanhas rochosas, o local fora o primeiro relâmpago , pp i po ia s, me apareceu agora ao escrever, ou seja deve ser as in for mações de cima, pois as vira na nuvem da explosão do vaivem quando agora recentemente vira o filmezinho na net, agora a plataforma onde os personagens, em dois grupos, ou melhor, um contra três, se tem que equilibrar em concórdia, é mesmo a única forma de o fazer, para estabilizarem aquele balance no primeiro momento, depois se coloca um dilema da proporção, que é equilíbrio e relação de peso e distribuição no espaço, e da salvação, que implica o sacrifício de um, ou assim parece ter que ser, mas acabam por encontrar um solução que permite a todos naquele momento do enredo se salvarem, mais tarde o por assim inimigo, se sacrifica, e diz ao belo rapaz filho da bela rainha das cornucópias, que lhe pede desculpa, por o ter arrastado para toda aquela situação, mas que sabia ele que se assim o não tivesse feito, ele não o teria ajudado, o rapaz no final, acaba por lhe perdoar, e desaparecem os dois, ele e o presidente a quem se pressupõem ele ir-lhe responder a uma sua pergunta contida na página quarenta e sete, que em parte foi respondida, mas ceio que mesmo assim ainda não compreendida na sua totalidade a atender à resposta do blá blá do calculo cientifico da ciência sobre a necessidade da força dos trenos, como se a operação assim tivesse que ser feita para a nave começar no ceu a se elevar, mas adiante, que não é agora aqui esta nupcia, talvez mais tarde

a i mage m q ue me d eu a d es carga no fil me, é a p l at a f o r ma ba s c u l ante, q ua n do os pe r s on a g en s es t ao pr e os den t ro do te mp l o es co n di co na s mo n t anha s roc h o sas, o l o c al f o ra o pr i me i ro r e l am p a g o , pp i po ia s, me ap ar e ce eu agora, o u seja d eve se r a s in f o r mações de c i ma, po is as v ira na n u v em da ex p l o sao do v a i ve m q ua n d o agora r e c en te mente v ira o fil me zi n h o na net, agora ap l at a f o r ma onda os pe r s o na g en s, em do is g r up os, ou me l h or, um c on t ra t r es se te m q ue e q u i li br ar em c on co r d ia, é me s mo a única f o r ma de o f az e r, para es t ab e li za r em a q eu le ba la n ce no pr i me i ro mo m en t o, d ep o i se co l ca u mm di l ema da pr o porçao, q ue é e q u i li b r io, e da sal v aç ao, q ue im p li ca o s ac r i fi c io de um, ou as s im par e ce ter q ue ser, ma s ac a bam por en co n t ra r um sol u ção q ue pe r mit e a t o d os na q eu l e mo men to do en red o se sal v ar em, ma is t ard e o por as s im inimigo, se s ac ri f i ca, e di z ao be l o ra p az fil h o da be la rai n h a da s co r n u cop ia s, q ue l he pede d es c u l pa, por o t r e ar rasta d o para t o d a a q eu la s it ua çao, ma q ue sa bia e l e q ue se as s im o n ão t ive s se f e it o, e l e n ão o te r ia a j u dad o, o ra az no f ina l, ac ba por l he pe r do ar, e d esa par e ce m os do is, e l ee o pr e side n te a q eu m se pr es s up oe m e l e i r ingles l he r es pond e r a uma s ua pe r gun t a c on t id a na pá gina q ua r t e na e set e, q ue em par te f o i r es p on d id a, ma s ce io q ue me s mo as s im a inda n ão co mp r ee n d id a na s ua t ota li ad e a a t en de r à r es p os t a do b l á b l á do ca l c u l o cie n tif co da cie n cia s o br e a ne ce sis dad e da f o rça dos t r eno s, co mo e a opera çao a ss im t ive s se q ue se r f e it a para a n ave co me ç ar no c eu a se e l eva r, ma s a d ian te, q ue n ão é agora a q u i es t a n up cia, t al v el ma is t ard e

no meu caderninho aquilo era um sonho com a monica lapa, que eu depois de o escrevi e fiz salvo erro dois desenhos, que o ilustram, o primeiro é uma plataforma muito alta, assim mais ou menos da altura das torres, em nova yorque, que é o local onde o sonho se passou, e uma plataforma em forma de quadrado que tem uma abertura com um outro quadrado em seu meio, pelo qual se tem a ele acesso, subindo por uma estrutura central, tipo torre metálica em cruzes como os pilares das pontes, o sonho assim sem ainda poder ter acesso ao registo, era ao que me lembro mais ou menos assim, e deverei te-lo tido quando ela esteve em nova yorque, ou não, mas será por esse tempo, eu tinha subido lá cima e tinha visto que aquilo não tinha balaustrada nenhuma e que por essa razão era muito perigosa situação, mas a monica ia lá fazer um espectáculo de sapateado, tap dane, depois de lhe dizer a ela isso mesmo, aparecia uma bancada normal em v deitado que estava cheia de gente a ver o que seria o espectáculo, depois o problema acontecia, quando achegava lá cima o pedro cabrita reis, que é tão largo, tão largo, que a plataforma se começara a desequilibrar e a dançar como no filme, e eu dizia as pessoas para irem para o outro lado para reequilibrar a plataforma, mas creio que aquilo acabou por tombar, corte, e passa-se a segunda cena do sonho, aparece um rio imenso na cidade, agora olhando, percebo que é um tsunami, e que eu vou arrastado sozinho pelas ruas da cidade que se encontra cheias de objectos, de repente vejo passar uma mala de viagem antiga e a ela me agarro, depois vejo peças de roupa que sei serem da monica e as vou apanhando pelo rio e me recordo de passar, creio que assim será o segundo desenho, por uma menina que está a uma janela a ver todo aquilo passar

no m eu ca de r ni n h o a q u i l o e ra um s on h o com a mo nica l ap a, q ue eu d ep o is de o ter es c rei e f i z sal vo e r ro do is de s en h os, q ue o i lu s t ram, o pr i me i ro é u ma p l at a f o r ma mu it o al t a, as s im ma is o u me no s da al tua as t o rr es, em n ova y o r q ue, q ue é o l o cal on d o s on h o se pa ss o u, e um ap a l t a fr o ma om f o r ma de q ua dr ad o q ue te m uma ab e r t ur a com um o u t ro au q a dr ad o em s eu mei o, pe l o q ua l se te m a e l e ac e s s o, s u b in d o por uma es t ru t ur a c en t r al, t ip o t o r r e met a li ca em c r u ze s co mo os pi l ar es das p on t es, o s on h o as s im se m a inda p ode r te r a c e ss o ao r e gi s to, e ra ao q ue me l em b r o ma is o u me no s as s im, e d eve rei te ingles l o t id o q ua n d o e l a est eve em n ova y o r q ue, o u n ão, ma s se rá por es s e te mp o, eu tinha s u b i d o l á c i ma e tinha vi s to q ue a q u i lo n ão tinha ba l us t ra da ne n h uma e q ue por es sa ra z ão e ra mu it o pe rigo sa s it ua çao, ma s a mo nica ia l á f az e r um es pe cta c u l o de s ap at e ad o, tap d ane, d ep o is de l he di ze r a e l a is s o me s mo, ap ar e cia uma ban c ad a no r m al em v de it ad o q ue es t av a che ia de ge n te a v e r o q ue se r ia o es pe cta c u l o, d ep o is o pr o b l ema ac on te cia, q ua n d o ac he g av a l á c i ma o pe dr o c a b rita r e is, q ue é t ão l argo, to a l argo, q ue a p l at a f o r ma se co me ç a r a a d es i q u i li br ar e dan ç ar co mo no fil me, e eu di z ia as pe ss o as para i r em para o o u t ro l ad o para r ee e q u i li bar a p l at a f o r ma, ma s c rei o q ue a q u i l o ac bo u por tom bar, co rte, e passa inglesa se a se g un d a ce na do s on h o, ap ar ce um rio i m en s o na cidade, agora o l h and o, pe r c e bo q ue é um ts un ami, e q ue eu vo u ar r ra st ad o s oz in h o pe l as r ua s da cidade q ue se en c on t ra che ia s de on ject os, de r ep ente v e jo pa ss ar uma m al a de v ia ge m ant i g a e a e la me a g ar ro, d ep o is v e jo pe ç as de ro up a q ue se i se r em da mo nica e as vo u ap an h and o pe l o rio e me record o de p as sar, c rei o q ue as s im se rá o se g un d o de s en h o, por uma me nina q ue es t á a uma j ane l aa v e r t o d o a q u i lo pa s sar

de repente ao isto relembrar , surge em mim o belo rapagão yanneck a dizer a rir e a brincar que o tom da coisa desvelava, cinismo misturado com laivos de arrogância ou prepotência, isto a propósito, claro está, de uma votação em que ele tinha ficado em terceiro, salvo erro, e lhe pergunto aqui, se me diz quem é que ficou em terceiro, que é a única que eu penso ainda não ter tido o prazer de conhecer, mas adiante, belo rapaz, assim pode parecer e o é o sem o ser, que os seres são como as marés, e se mudam com a lua e seu amado sol, mas uma imagem da zanga, num determinado ponto, em que os olhos se abrem muito e ficam assim tipo duas luas, pois esse o olhar o conheço eu do pedro cabrita, ele olha as vezes assim, e me fiquei a perguntar, se não terá sido o rapaz que desequilibrou, a plataforma elevada, pois é ele tambem parecido em sua forma como um urso, e se ele não será o tal urso mauzão do filme da bússola doirada, ou seja com um papel semelhante, há contudo um outro, que se poderá encaixar neste perfil, o mexia, o mexia que aparecia com o putin a olhá-lo com cara de quem perguntava o mesmo, o mexia encontrei-o eu umas noites e tardes no bairro alto, me recordo de o ter encontrado m duas esplanadas em dias mais ou menos seguidos acompanhado de belíssimas raparigas e de ter ficado para ele a olhar , pois o rapazinho tinha recentemente escrito numa revista que era um coitadinho e coisa e tal, que as meninas nunca lhe tinham achado piada desde pequenino e por ai fora, e meus olhos o viam em tao belas companhias que se eu fosse invejoso, até o teria podido naquele momento invejar, mas não sou, e uma outra noite no bairro frente ao Camões em que parei ao lado dele, no chamado espaço vital e o fiquei em expectativa tensa e fechada a cheirar, ele parado tambem, pareceu-me de repente um espião, disse-me agora as palavras agora que é o ene

de r ep en te ao is to r e l em br ar , s ur ge em mim o be l o ra pa g ão y anne ck a di ze r a r i r e a br i cna r que o tom da co isa d es v e l a v a c i ni s mo m is t ur ad o com l a ivo s de q ar riga n cia o u pr e p ot en cia, is to a pr o p os it o, c l ar o es t á, de uma v ot a çao em que e l e tina h f ica d o em te rc ero, sal vo e r ro, e l he pe r gun to a q u i, se me di z q eu m é q ue f i co u em te r c e i ro, q ue é a única q ue eu p en s o a a inda n ão te r t id o o p ra ze r de c on he ce r, ma s a din te, be l o r ap za, as s im p ode par e ce r e o é o se m o se r, q ue os se r es são co mo as ma r és, e se mu dam com a l ua e s eu amado s o l, ma s uma i mage m da za n g a, n um de t re mina d o p on t o, em q ue os o l h os se br em mu i t o e f icam as s im t i p o du as l ua s, po is es se o l h ar o co ne ço eu do pedro c a b rita, e l e o l h a as v e ze s as s im, e me f i q eu i a pe r gun t ar, se n ão te rá sid oo ra p az q ue d es i q u li b r o u, a p l at a f o r ma e l eva d a, po is é e l e tam b em par e cid o em s ua f o r ma co mo um ur s o, e se e l e n ão se rá o t al ur s o m au za o do fil ma da b us sola do ira d a, o u se j a com um pepe l se me l h ante, h á c on t u d o um o u t ro, q ue se p ode rá en c ix ar ne s te pe r fil, o me x i a, o mexia que ap ar e cia com o p ut in a o l há ingles l o com cara de q eu m pe r gun t av a o me s mo, o me x ia eno n t rei ingles o eu um as no it es e t ra d es no ba i r ro a l to, me record o de o ter en conrado m du as es p l ana d as em di as ma is ou m en os se guido s ac o mpa n h ad o de be li ss i mas ra par gi ga s e de ter f ica d o para e l e a o l h ar , po is o ra pa zi n ho tinha r e c en t ee mn te es c rito n uma r e v ista q ue e ra um co it a d in h o e co isa e t al, q ue as me nina s n un ca l he t i n ham ac h ad o pi ad a d es d e pe q eu nino e por ai f o ra, e me us o l h os o v iam em tao be l as co mpa n h ia s q ue se eu f o s se in v e jo s o, at é o te r ia p o d id o na q eu le mo m en to in v e j ar, ma s n ão s o u, e u ma o u t ra no it e no ba i r ro fr ente ao cam o es em q ue pa rei ao l ad o de l e, no ch am d o es paço v it al e o f i q eu i em ex p e c t at iva ten sa e f e ch ad a a ce h i ra r, e l e para d o tam b em, par e ceu ingles mede r ep en te um es pi º ão, di ss e inglesa me agora as palas v ra s inglesa me agora q ue é o ene


durante a escrita , ouvi dizer, maya se vai, maya aparecera já em minhas palavras, maya como erro ou acerto de escrita da palavra amada num outro texto que será na altura da sua publicação o começo deste que é por assim escrever a sua segunda parte, maya a senhora dos véus, a senhora daa ilusão, da dança do que desvela e do que oculta, um bocado como muitos reconheciam a buttho

duran te a es c rita , o u vi di ze r, m a y a se v a i, maya ap ar e ce ra j á em min h as pal av ra s, maya co mo e r ro o u ac e r to de es c rita da pal av ra am ad a n um o u t ro texto q ue se rá na al t ur a d a s ua pub li cação o co me ç o d este q ue é por as s im es c e r v e ra s ua se gun d ap arte, maya a s en h o ra dos v eu s, a s en h o ra d aa i lu são, da dan ç a do q ue d es v el e do q ue o c u l t a, um bo c ad o co mo mu it o r e co n he c ima a b u t t h o

vejo as fotos do atentado na rede, a razão da morte, não fora afinal a que inicialmente os jornais davam conta em pormenor no aparente dia seguinte à sua morte, quando me levantara ao final da tarde, e saíra para a rua no dia da noticia da sua morte, entrara no café, e na televisão a noticia a sair a meus olhos, a confirmara o que o espirito me desvelara na véspera

v e jo as f ot os do at en t ad o na red e, a ra z ao da mor te, n ão f o ra a f ina l a q ue i ni cila mente os jo r na is d av am c on t a em p o r m en o r n o ap ar ente dia se gui n te à s ua mor te, q ua n do me l eva n t a ra ao f ina l da t ard e, e sa ira para ar ua no dia da no tic ia da s ua mor te, en t ra r a no ca f é, e na tele visao a no ti cia a sa i r a me us o l h os, a c on f ir mara o q ue o es pi rito me d es v e l a ra na v es pe ra

hoje foi ver os pormenores, não morreu ela com nenhum tiro, morreu a bater com a cabeça no rectângulo do tejadilho de seu carro quando acelerou para fugir depois da explosão do homem bomba que poderá ou não ter disparado ao pescoço, onde os vampiros mordem, mas não terá acertado, uma foto tipo uma radiografia sem o ser, a azul, desvelava o que parecia ser um rosto de et, em azul, com um luz aureolada na altura da testa, de perfil e era visível, o osso, quebrado, com a pancada que terá recebido

h oje f o i v e r o s p o r m en o r es, n ão mor r eu e l a com ne n h um ti ro, mor r eu a bate r com a ca beça no rec tan g u l o do te j ad i l h o de se u car ro q ua n d o ac e l e ro u pa e a f u g i r d ep o is da e x p l o sao do h o mem bo m ba q ue p ode rá o u n ão t r e di spa ra d o ao p es coço, onda os van pi ro s mor de m, ma s n ão te rá ac e rta d o, u ma f oto t ip o um a ra di o g raf ia se m o se r a az u l, d es v e l av a o q ue par e cia se r um u m ro s to de et, em az u l, com um l u z au reo l ad a na al t ua da t es t a, de pe r fil ee ra v i s i ve l, o osso, q eu br ad o, com a p ana c ad a q ue e t rá r e ce b di o

de repente ali estava o rectângulo de novo, o mesmo rectângulo da plataforma elevada onde no sonho antigo a monica dançava e que basculara quando chegara o pedro cabrita reis e tudo aquilo tombara e se transformara num rio que penetrava com violência as aguas da cidade

de r ep ente a li es t av a o rec tan g u l o de n ovo, o me s mo rec tan g u l o da p l at a f o r ma e l eva d a onda no s o n h o ant i g o a mo nica dan ç av a e q ue ba s c u lara q ua n d o che g a ra o pe d ro cab rita r e is e t u d o a q u i l o tom ba ra e se t ra ns f o r mara n um rio q ue p ene t ra v a com vi o l ên cia as g au s da cidade

dizia a legenda , benzais bhutto, smashing the head, no tejadilho do carro, on her´s com´s subroof, while trying to duck, baia baixar-se , duck de pato, o pato que aparecera no video , and that no bullet or shrapmel was found inside her

benz ais bruto herda heras comas Chile duck bules sound

b en z a is br ut o he r da h e ra s co ma s ch ile d u ck b u l es s o un d

when she ducked she hit the lever of the sunroof of the car that was to speed her away from campaingn ao lado da orelha direita e fracturou o craneo, skull

a di z da primeira auto-estrada, gata inglesa da lenda , b en az e rato segundo da ot do home do vaso da dupla cruz do circulo sam smashing t, a cruz do home da cabeça, na serpente dele comando serpente, do submarino do telhado, do cimo da arcada, baia ba ix ar da inglesa sé, o pato, o crua do chapéu e no do bull so susto onze et do circulo do rato da serpenet homem rap mel da dupla dor do duplo vaso do as do forte do circulo do dia da onu, na sid sis, na rapariga, a dupla dor do homem inglês serpente homem do vaso do circulo k ,o ed, serpente homem do homem it da lever, do circulo do forte do serpente un , do sun, o ro do duplo circulo, circulo do forte do carro do homem mação, cruz do circulo do speedy gonzales, provavelmente em speedy com a Dy, serpente do pe electrica, o francês circulo maior da arte da dor da primeira manhã do guarda nacional do parque e com a cruz do ch ap eu e no bull et circulo rato serpente homem rap me primeira da dupla dor do triplo vaso do às do forte do circulo do dia da un, ao primeiro da ad circulo da orelha da di rei cruz primeira e francês rá ac da cruz do ur do vaso do ro do circulo so crane , circulo skull, serpente kapa do vaso do onze

a di z da pr i me ira au t o es t r ad a, g at a in g l e sa da l en d a , b en az e ra t o se gun d o da ot do home do v a s o da d up l a c r u z do cir c u l o sam s m as h in g t, a c r u z do h o me da cab eça, na ser pente de l e comando ser o en te, do s ub marino do te l h ad o, do c i mo da ar ac ad a, ba ia ba ix ar da in g l e sa sé, o pato, o c r ua do ch ap eu e no do b u ll s o s us t on ze et do cir c u l o do ra t o da ser p e n e t homem rap me l da d up l a d o r d o d up l o a v a s o do as do fort r do cir c u l o do d ia da onu, na sid sis, na ra pa riga, a d up l a d o r do homem in g l ês ser pente homem do v a s o do cir c u l o k ,o ed, se r p ente homem do homem it da lever, do cir c u l o do f o r te do ser pente un , do sun, o ro do d up l o cir c u l o, cir c u l o do forte do ca r ro do homem mação, c r u z do cir c u l o do s pe e dy g on za l es, p o r v ave l mente em s pe e d y com a dy, se rp ente do pe electrica, o fr an c es cir c u l o maio r da arte da do r da pr i me ira manhã do g ua rda na cio n al do par q ue e com a c r u z do ch ap eu e no b u ll e t cir c u l o r at o ser pente homem rap me pr i me ira da d up l a do r do t rip l o v a s o do às do f o r te do cir c u l o do dia da un, ao pr i me i ro da ad cir c u l o da o r e l h a da di rei c r u z pr i me i ra e fr an ce s rá ac da c r u z do ur do v a s o do ro do cir c u l o s o c r ane , cir c u l o s k u ll, ser pente kapa do v a s o do o n ze

me pergunto qual dor da un, visto haver duas, uma mais antiga do mello, outra bem recente cujo eco aqui tambem apareceu, e que ainda não está transcrita na explicação do que vi, sobe em mim a memória da ligação da bhutto a terceira internacional, a socialista, quando o antonio gutierres era dela presidente, o gutierres, ligado ao agora, ligado a igreja católica, ligado a queda do telhado da casa onde morava a família cabo-verdiana na outra margem sobre o qual em dia recente tambem o ceu deu e acrescentou explicações complementares, igualmente ainda não transcritas para o livro

me pe r g un t o q ua l do r da un, vi s to h ave r du as , uma ma is ant i g a do me ll o, o u t ra b em r e ce n te c u jo e co a q u i tam b em ap ar e ceu, e q ue a inda n ão es t á t ra n s c rita na e x p l i ca çao d o q ue vi, s o b e em mim a me mór ia da li g a çao da b h ut t o a terceira in te r na cio n al, a soci a l ista, q ua n d oo an t oni o g u tir r es e ra de l a pr e sid ente, o g ut i e rr es, li gado ao agora, li gado a i g r e j a cat o l i ca, li gado a q eu d a do te l h ad o da ca s do s c a b o v e r dina os na o u t ra mar ge m s o br e o q ua l em dia r e c en te tam b em o c eu d eu e ac r es c en t o u e x p l i cações co mp l e men t ar es, igual e mn te a inda n ão t ra ns c rita s p aa o li v ro

Paquistão começou de novo a explodir a violência por todo o lado

Pa q u is t ão co me ç o u de n ovo a e x p l o di ra vi o l en cia por t o d oo l ad o

um comboio incendiado mostra duas gaivotas encaixadas uma na outra, o sargento oitavo circulo de oitenta e um , comboio com cinco linhas na pá da frente da máquina, traços pretos inclinados como alavancas sobre fundo amarelo

um co m boi o in c en di ad o mo s t ra du as g a i v ota s en ca ix ad as u ma na o u t ra, o s argento o it a vo cir c u l o de o it en t a e um , co m b oio co m c in co li n h as na pá da fr ente da má q u ina, t raç o s pr e t os in c lina d os co mo a l a v a n ca ss o br e f un d o am ar e l o,

saltou-me agora o word e apareceu agora o titulo deste ficheiro na pasta que estava em seu background a nova pasta quatorze, sublinhado o texto, este que está aberto, Oh bela bruni quatro, o ser alado aqui passou, e me mostra as gaivotas de luz na capa do publico do fogo de artificio em seu vermelho, duas gaivotas que são duas pombas, e um casal que se beija em contra luz, ao pé do mar ou do rio, com a ponte a o fundo e um mastro levantado, diz seu titulo, temas para dois mil e oito, maioria passa o reveillon em portugal, por cima , mundo rural, oo padeiro do doiro que agora faz vinho do porto, ao lado o novo livro de fotografia de dean freeman, sobre o p um pedaço de pizza en triângulo entra por cima da curva dele

sal to u inglês me agora o w o r d e ap ar e ceu agora o t it u l o d este fic he i ro na pasta q ue eta v a em s eu ba ck g ro un d a n ova pasta q ua tor ze, s ub lina h d oo te x t o, este q ue es t á ab e r t o, o h be la br uni q ua t ro, o ser a l ad o a q u i pa ss o u, e me mo s t ra as g a i v o t as de l u z na c ap a do p ub li co do fogo de ar ti f i cio em s eu v e r me l h o, du as g a i v o t as q ue são du as pomba s , e um c as a l q ue se bei j a em c on t ra l u z, ao pé do m ar o u do rio, com a p on te a o f un d o e um m as t ro l ev na t ad o, di z se u t it u l o, t ema s para do is me i l e o it o, maio r ia passa o r eve i ll on em port u gal, por c ima , m un d o r ural, oo pda e i ro do d o ira q ue agora f az vi n h o do porto, ao l ad oo n ovo li v ro de f oto g raf ia de dean fr ee man, s o br e o p um peda ç o de pi z za en t rian g u l o en t ra por c i ma da c ur v a de l e

oito mãos inclinam a espada do caixão de pinho da bhutto

o it o mão s in c lina m a es p ad a do ca ix ão de pi n h o da b h ut t o

na imagem lateral do seu craneo, onde outrora aqui vivi a luz e o amor, o perfil desenha uma nota invertida em semi circulo, como um dó invertido, a vesica do lápis do terceiro em central london, em dezembro, pakistan embassy

na i mage m l at e ra l do s eu c ra neo, onda o u t ro ra a q u i v iv i a l u z e o mao r o pe r fil de s en h a uma n ota in v e r t id a em s emi cir c u l o, co mo um d ó in v e r t id o, a v e sic a do l a pi s do te r c e i ro em c en t ra l l on don, em de ze m br o, p ak is tan em ba s sy

ottouh
b riz vnab amrathow, rectângulo, sete invertido como um angulo duplo circulo d segundo invertido, quatro traços de ligação a terceiro do quinto de sessenta e um, dubai

otto u h
b riz v na b am rat h o w, rec tan g u l o, set e in v e r t id o co mo um na g u l o d up l o cir c u l o d se gun d o in v e r t id o, q ua t ro t r aç o s de li g a ção a te r c e i ro do q u in to de se s en t a e um, d ub a i

sand artist , beach in puri, sopé bhubaneshwar

s and art ist , bea ch in p ur i, s o pé b h u b ane s h war

o camião de hyde, o ra bad, o pano violeta arrastado pelo chão com um ferido lá dentro

o ca mião de h y de, o ra bad, o p ano viol eta ar rasta d o pe l o ch ao com um f e rid o l á den t ro

cruz decrescente com estrela e seu meio a subir, prime minister man mo h na sin g h si g ns the book of condolences

c r uz dec r es c en te com es t ra la e s eu mei o a s ub i r, pr i me mini s ter man mo h na sin g h si g ns t he bo o k o f co n do l en ce s

uma imagem das sua finais em vida desce a senhora as escadas está num lanço que tem em alguns degraus um pano vermelho, trás ela uma vela enfunada em sua cabeça, um lenço cruzado ao pescoço em listas vermelhas e brancas, túnica azul, por debaixo saia violeta, e calças brancas, a sua frente uma senhora vestida de xaile lápis lazuli e branco por debaixo, segura um telefone negro e prata, o xaile do telefone do lápis exilis sobre branco, o galo cantou agora, um M com mais dois pés que sobem de cada lada das colunas laterais da letra M e que fazem assim como duas cabeças de cobra, parecendo um hieróglifo, o vale do M e toda a letra para a sua esquerda é atravessado por um cobra que sai e termina um pouco atrás do pulso da senhora do xaile, ao pé da mao que trás o telefone negro e prata. Benazir está em pé descendo as escada sobre uma parte coberta por um tapete vermelho que desenham os dentes da serra virada para a terra, como quem diz, ve os dentes que cortaram a terra e fizeram a fractura, quase seu ultimo dizer, depois morta em forma estranha, como em desperdício total, quando o mal não a atingira, morreu pela acção das mãos amigas, ao tentar do perigo que acontecera, afastá-la, uma família cheia de mártires, ainda ela em dia recente o recordava como se estivesse a anunciar que o mesmo lhe iria acontecer

uma i mage m da s s ua f ina is em v id a d es ce a s en h o ra as es c ad as es t á n um l anço q ue te m em al g un s de g ra us um p ano v e r me l h o, t rá s e l a uma v e l a en f un ad a em s ua cab eça, um l en co c r u za do ao p es coço em li s ta s v e r me l h as e br anca s, t uni ca az u l, por de ba i zo s aia vi o l eta, e ca l ç as br anca s, a s ua fr ente u ma s en h o ra v es t id a de xa ile l a pi s la zuli e br anco por de ba ix o, se g ur a um tele f one ne g ro e pr at a, o xa ile do tele f one do l a pi s e x i lis s o br e br anco, o galo can t o u agora, um M com ma is do is p é s q ue s o b em de c ad a l ad a da s co l una s l at r e ra i s da letra M e q ue f az em as s im co mo du as ca b e ç as de cobra, par e c en d o um hi e ro g li f o , o v a l e do M e t o d aa l e t ra para a s ua es q u e rda é at rave s sado por um cobra q ue sai e te r mina um p o u co at rá s do p u l s o da s en h o ra do xa ile, ao pé da mao q ue t rá s o tele f one ne g ro e pr at a. Bea n zi r e ts á em pé d es c en do as es c ad a s o br e u ma ap r te co br id a por um t ap e te v e r me l h o q ue de s en ham os den t es da se r ra v ira d a para a te r ra, co mo q eu m di z, v e o s den t es q ue co rta ram a te r ra e f ize ram a fr ac t ur a, q u ase se u u l tim o di ze r, d ep o is mo rta em f o r ma es t ra n h a, co mo em d es pe r di cio t ota l, q ua n d oo m al n ão a at in gi ra, mor r eu pe l a ac ç ao das mão s ami g as, ao ten t ar do pe rig o q ue ac on te ce ra, a f as t á onda l a, uma f ami l ia che ia de mat i r es, a inda e l a em dia r e c en t o record av a co mo se es t ib vv e s se a a n un cia r q ue o me s mo l he i r ia ac on te ce r

depois mais uma imagem que aponta o vale do nilo, a barca, ainda em véspera escrevera a imagem, a imagem do interior do carro onde ia depois de sua morte, no chão á frente do banco traseiro, um objecto que parece ser uma arcada que tem um traço paralelo ao que seria o seu chão um pouco acima, uma arcada que parece um outro sapato ao lado daquele que pela imagem desvela ser feminino, parece qualquer coisa entre um porta moedas, ou um sapato de vela de cor escura, e ao lado o outro sapato feminino, que desenha em perfeição um barco egípcio do nilo, o banco de trás tem três áreas, que são três rectângulos, dois laterais maiores, e um no meio mais estreito, o sangue escorreu no do lado esquerdo em relação a posição de um condutor numa estrada onde se conduz pela direita, o rebordo esquerdo do banco desenha uma lamina grande como de uma catana, depois a mancha se estende no segundo rectângulo como que desenhando uma falésia, duas pessoas estão em cima bem perto do precipício e olham para baixo, um outro como se estivesse enforcado, está caindo sem corda pela falésia, como se enforcado tivesse por ela saltado perante o olhar de outros dois, me sobe agora o trailer do filme francês do cesar , em seu cavalo chegado ao precipício, a pedir a formação em tartaruga em forma animalista, e depois diz quem é esse, em ar trocista , o asterix, será cesar aos jogos olímpicos, te digo eu Oh cesar, serás tu entregue as leões tendo por companhia o diabo, que é teu companheiro, o ilusionista mor que tudo dá cabo e quer destruir

d ep o is ma is uma i mage m q ue ap on t a o v al e do ni l o, a ba rca, a inda em v es pe ra es ce r vera a i mage m, a i mage m do in te rio r do ca r ro onda ia d ep o is de s ua mor te, no ch ão á fr ente do ban co t ra se i ro, um ob ject o q ue par e ce ser u ma a rca d a q i e te m um t r a ç o par a lelo ao q ue se r ia o s eu ch ão um p o u co ac i ma, uma a rca d a q ue par e ce um o u t ro s ap at o ao l ad o da q eu l e q ue pe l a i mage m d es vela se r f e min ino, par e ce q ua l q eu r co isa en t r e u m porta m oe d as, ou um s ap at o de vela de co r es cura, e ao l ad oo o u t ro s ap at o f e me nino, q ue de s en h a em pe r f e i c ç ão um bar co e g ip cio do ni l o, o ban co de t rá s te m t r ê s ar es, q ue são t r es rec tan g u l os, do is l at e r ia maio r es, e um no mei o ma si es t rei ro, o s na g ue es co rr eu no do l ad o es q eu r do em re l a ç ão a p o siçao de um c on d u tor n uma es t ra d a onda se dc on d u z pe l a di rei t a, o r e bo r d o es q eu r d o d o ban co de s en h au ma l ami na g ran de co mo de u ma cat ana, d ep o is a man cha se es ten de no se gun d o rec tan g u l o co mo q ue de s en h and o u ma f al a e s i a, du as pessoa s es t ão em c i ma b em pe r to do pr e cip i cio e o l ham para ba ix o, um o u t ro co mo se es t vi s se en f orca d o, es t á ca indo se m co rda pe l a f al e s ia, co mo se en forcado t ive s se por e l a sal t ad o pe ra n te oo l h ar de o u t ro a do is, me s ub e agora o t rai l e r do fil me fr an c es do ce sar , em s eu c av a l o ch a gado ao pr e ce pi cio, a ped i ra f o r mação em t ar t ar u g a em f o r ma anim a l ista, e d ep o is di s q eu m é es se, em ar t roc ista , o as te r ix, se rá cesar ao s jo g os ol im picos, te di g o eu O h ce sar, se rá s t u en t r e g ue as leo o es ten d o por co mpa n h ia o dia bo, q ue é t eu co mpa n he i ro, o i lu si o ni s ta mor q ue t u d o d á c a b o e q eu r d es t rui r

vira eu o trailer do cesar, um filme na sua aparência de humor, a gozar, e agora ali estava seu reflexo no rela bem real, como os filmes o são em sua parte, todas as imagens são verdadeiras mesmo quando truncadas, pois a trucagem indica o truque e quem o fez e portanto é outra forma de a luz chegar, o barco, o sapato barco, reflecte-se tambem numa canoa, tipo piroga, que apareceu com uma senhora em noite não muito ida no fundo do lago das quatro fontes do mundo, na altura das bombas na Argélia uma das quais apanhou a onu e apareceu o gutierres em nova Yorque a dar a noticia, com um estranha face, de medo e de susto e de algo mais , as notas ainda não estão transcritas mas é evidente que isto é mais uma vez uma sequência de acontecimentos, de um mesmo fio que a todos une e perpassa

v ira eu o t rai l e r do cesar, um fil me na s ua ap ren cia de h uma o r, a g o za r, e agora a li es t v a se u r e f l e xo no r e l a b em real, co mo os fil mes o são em s ua p arte, t o d as a s i mage n s são v e rda de i ra s me s mo q ua n do t r un c ad as, po is a t ruca ge m indica o t ru q ue e q eu m o f e z e porta n to é o u t ra f o r ma de a l u z che g ar, o bar co, o sa pato bar co, r e f l e c te inglesa se tam b em n uma cana o a, t ip o pi roga, q ue ap ar e ceu com uma s en h o ra em no it e n ão mu it o ida no f un d o d o l a g o da s q ua t ro fonte s do m un d o, na al t ua das bo mna s na ar ge l ia u ma da s q ua is ap na h o u a onu e ap ar e ceu o g ut i r r es em n ova y o r q ue a d ar a no tic ia, com um es t ra n h a face, de me d o e de s us t o e de l a g o ma is , as n ota s a inda n ão es tao t ra n s c rita ma s é e vi dente q ue is t o é ma si uma v e z u ma seque n cia de ac on te cimento s, de um me s mo f io q ue a t o d os u n e e p e ra s sa

city ra wal pi n di

ma zi r p la za, poste eléctrico com candeeiro de iluminação publica vertical ao lado do za escrito no autocarro ardido, mi te e r gato nove partes, circulo por circulo, três circulo dentro de um, e mais ou menos quatorze em redondo com nove pessoas,

ma zi r p la za, p os te l ec t ric o co m can di e i ro de i lu mina çao publica v e r tic a l à za, es c rito no au t o ca r ro ar di d o mi te e r g at o no v e par te s , cir c u l o por cir c u l o, t r es cir c u l o den t ro de um, e ma is o u me no s q ua tor ze em red on d o co m no v e pe ss o as,

hyde ra bad traço io, vaso azul e branco com quatro quadrado azul no centro da roda da industria, tipo logo da aip, a prata do circulo enrola, cheiro, ou heroina fumada, no primeiro quarto da lua decrescente, no quadrado verde, com três margaridas por debaixo e com a dor em cima que vem de quatro margaridas que foram para o ceu, duas velas vermelhas, duas violetas, uma azul, uma amarela

hyde ra bad t r a ç o io, v a s o az u l e br anco com q au t ro q ua dr ad o az u l no c en t ro da ra da d a industria, t ip o l o g o da a ip, a prata do cir c uk l o en rola, che i ro, o u h ero ina f um ad a, no pr i me i r q ua r to da l ua dec r es c en te, no q ua dr ad o v e r de, com t r ê s mara g rid as por de ba ix o e com a dor em di ma q ue v m de q ua t ro mar g ari d as q ue f o ram para o ceu, du as v e la s v e r me l h as, du as viol eta s, u ma az u l, uma am ar e la

Benazir ao descer na serra das escada no segundo dente de quarto, a serra do ano das escadas que partem desce

B e na zi r ao d es ce r na se r ra da s es c ad a no se gun d o dente de q ua r to, a se r ra do ano das es c ad as q ue par e t m d es ce

um rapaz paquistanês lê o corão, ao seu lado um tripé com um quadro dela

um ra ap z pa q u is t ane s l ê o co ra ão, ao s eu l ad o um t rip e com um q ua dr o de l a

três rectângulos horizontais em cima, no primeiro ppp, no segundo a lua e a estrela, no terceiro o ppp, com uma seta castanha que aponta o canto inferior do terceiro quadrado a contra da esquerda, o de baixo, como se manifestou aqui em casa, a vassoura ao cair, que me apontou a esquina da estante, e o livro de um

t r es rec tan g u l os h ori zo n tais em c ima, no pr i me i ro ppp, no se gun d o a l ua e a estrela, no te r c e i ro o ppp, com uma s eta ca s t an h a q ue ap a on t a o can t o in f e rio r do te r c e i ro q ua dr ad o a co n t ra da es q eu rda, o de ba i x o, co mo se mani f es t o u a q u i em c asa, a v as s o ur a ao ca i r, q ue me a p on t o u a es q u ina da es t ante, e o li v ro de um

te k e, tele g ra ph e argus f ea rs a f te r b h u tt o f i lll in g

a luz sobre o livro do crescente e da estrela, a vesica deitada da escrivaninha com uma caverna da estrutura de um avião, o quadrado de luz inclinado para a balança no reflexo sobre a face de bhutto

a l u z s o br e o l iv ro do c r es c en te e da estrela, a v e sic a de it ad a da es c rava nin h a com uma ca v e rna da es t ru t ur a de um av i ao, o q ua dr ad o de l u z in c lina d o para a bal ança no r e f l ex o s o br e a face de b h u tt o

ela na lua como a gata no baloiço da lua, o menino segura a foto, a sombra da capa do livro da terceira prateleira , a sua direita, a altura dos seus olhos,

e la na l ua c omo a g at a no bal o i ç o da l ua, o me nino se g ur aa f oto, a s om b r a da c ap a do li v ro da terceira p ra te lei ra , a s ua di rei t a, a al t ur a dos se us o l h os,

a bandeira americana reflecte a cunha de luz das estrelas sobre a sua sobrancelha, dez estrelas da união sobre o seu cabelo

a bandeira am e ric ana r e f l e c te a cunha de l u z das es t r e la s s o b r e a s ua s ob rab ce l h a, de z es t r e l as da união s o br e o se u c a b e l o

a comunicação da alqueda que é treta, não teriam aquela conversa pelo telefone, assim naqueles termos, desvelando em meia dúzia de linhas em forma clara sequencial, os nomes dos pseudo intervenientes, trás contudo algo que ressoa nesta história toda, como ressoa nestas ultimas linhas outra vez a presença do mister hyde , na comunicação são os nomes, a pista, badarwala, bilal, and ikranuliah, sendo este k desenhado por mim em meu livro com um x, donde terá valor duplo kapa e x, o x no homem do circulo da kapa, o bilal, remete para a imagem da explosão do vaivém, poderá então ser o hyde, o homem duplo de duas faces

a c o m un cia çao da al queda q ue é t r eta, n ão te r iam a q eu l a co n v e r sa pe l o tele f one, as s im na q eu l es te r mo s, d es vela n d o em mei a d u za i de li n h as em f o r ma c l ar a seque n cia l, os no mes dos ps eu d os in te r vini en t es, t rá s co n t u d o al g o q ue re ss o a ne s ta h is t ó r ia t o d a, co mo r es s o a ne s t as uk l tim as li n h as oo u t ra v e z a pr e s en ça do m is ter h y de , na co m un cia çao são os no mes, a pi s ta, ba d ar w al a bilal an d ik ra nu lia h, s eno este k de s en h ad o por mim em me u li v ro com um x, don d e te rá v al o r d up l o kapa e x, o x no h oe m do cir c u l o da kapa, o bi l al, r e met e para a i mage m da e x p l o sao do v a ive m, p ode rá en t ão ser o h y de, o h omem d up l o de du as f ac es

hillary pede inquérito independente, o speed da cafeína, o seu reflexo assim tremido pela velocidade, no seu duplo no espelho , castigat ridendo mores, corrige-se os costumes rindo deles, fora esta uma das pistas que a coluna do ferreira me fizera levar a estante e a balzac

h i ll ary ped e in q eu rito inde pen dente, o s pe ed da ca f e ina, o se u r e f l ex o as s im te r m id o pe la v elo cidade, no s eu d up l o no es pe l h o , ca s ti gat rid en d o mor es, co rr i ge inglesa se os co s t u mes rin d o de l es, f o ra es t a u ma das pi s t as q ue a co l una do f e r rei ra me f ix e ra l eva r a es t ante e ab a l z ac,

faço search na net, paradise lost, site paquistanês, um homem com um e-mail vazio, sem link, fish the independente, united kingdom, elegy for Beirute, more than ever of a lot file, a phoenix fam the ashes, fari harkiri, encontro com jaques chirac, a reconstrução do pais depois dos bombardeamentos, desdrem quatorze de fevereiro,

f aç o se ra c h na net, para d ise l o st, site pa q u is t ane s, um home com um ema i l v a z io, se m li n k, f is h te h in de pen dent, uni ted king dom, e l e g y f o r bei r ut, more t ham eve r o f a l ot f ile, a ph oe n ix f am t he as h es, f ar i h ar ki r i, en co n t ro com j a q eu s ch ira c, a r e co n s t ru ção do pa is d ep o is do s bo m bar dea men t os, d es dr em q ua t ro ze de f eve rei o,

Avelino o autarca destemido, animação flash em vitominas.com, uma história de falta de pão

Ave lino o au t a rca d es te m id o, ami m f l as h em v it o mina s. com, uma h is t ó r ia de f al t a de pão

depois leio na bíblia aberta,

d ep oo si lei o m q a bi b lia ab e rta,

Mateus, quatro, a matança do inocentes, raquel grita os filhos mortos, a fuga para o egipto

Mat eu s, q ua t ro, a mat ança do ino c en t es, ra q eu l g rita os fil h os mor t os, a f u g a para o e g ip to

Lucas três, um, a tentação do diabo, atira-te a um precipício, assim diz a jesus, o assento do carro da bhutto

L u ca s t r es, um, a y ten t a ç ão do dia bo, at ira inglesa te a um pr e ce pi cio, as s im di z a je s us, o as s en t o do ca r ro da b h u tt o

apareces Amada um instante sobre o Livro Sagrado, em pequeno ser alado e sublinha em meu ler sala, filho de na as som, barra inclinada, saul, filho de merá, o verde, assim me disseste

ap ar e c es am ad a um ins t ante s o br e o Li v ro sa g ar d o, em pe q u eno ser a l ad o e s ub l i n h a em me u l e r sal a, fil h o de n a as s om, bar ra inc l inda, sa u l, fil h o de me rá, o v e r de, as s im me di ss este

ap ar e c es am ad a um ins t ante s o br e o Li v ro ss g ar d o, em pe q eu no ser a l ad o e s ub l in h a em m eu l e r sa l ,filho de na as s om, bar ra in c li n d a, s am, fil h o de mer + a, me rá, o verde, assim me disseste

sobe em mim a consciência da letra de cambio, do balzac, e a noticia da disponibilidade do governo em libertar os franceses depois de os ter condenado a oito anos de prisão, quando disso me dera conta, da sentença, rezara para que ela não fosse cumprida em sua integra, tambem reparara nas noticias, que se eles foram enganados, parecia que quem os enganara desaparecera no ar, se esfumara, visto ao indiciados do pais, não terem sido condenados, assim, parecia que a justiça tinha dito que a operação era mesmo de rapto, mas sempre me parece existir ali muita ingenuidade de quem a fizer, e para a fazer teria que existir tambem, gente no terreno, fico a pensar se a letra de cambio, não terá sido esta, mas as possibilidades do cambio não aqui se esgotam

s ub e em mim a co ns ciencia da l e t ra de cam bi o, do bal z ac, e a no ti cia da di s p oni bil i dad do g o v e r no em liber t ar os fr na ce s es d ep o is de os ter c on dena d o a oi to a no s de pr i são, q ua n do di ss o me de ra c on ta, da s en ten ça, r e zara para q ue e la n ão f os se c u m p rid a em s ua in te g ra, tam b em r epa ra r a na s no tic ia s, q ue se e l es f o r ma en gana d os, par e cia q ue q eu m os en g am ra d es par e ce ra no ar, se es f u mara, vi s to ao in di cia do s do pa is , n ão f o ram c on dena d os, as sim , par e cia q ue a j us ti ça tinha d i t o q ue a opera çao e ra me s mo de rap t o, ma s se mp r e me par e ce u ex is tir a li mu it a in ge nu i d ad e de q eu m a f i ze r, e para a f az e r te r ia q ue ex sis tir tam b em , g net e no te r reno, f i co a pen sar se a l e t ra de cma bi o , n ão te rá sid o es t a ma s as p os si bil i ad es do cam bi o n ão a q u i se es g ota m

decidi meter a faca nas letras, num pedaço das letras do artigo de jornal da Bruni e do sarkozy

assim leio si s ney lan d ia, e ana liza pe ra spi do ca zorro circulo le figaro, es conde e rato espanhol pe cia primeiro que mente sobre colombe, o liceu, pr in gato le chefe, ch efe da redacção do p o in t de vaso europeu, é maior is da di re cta circulo laro quadrado europeu rato iam se rato vi se rp en t cruz oz , zenao por do quadrado europeu e rato iam sé do rato à disney, à carolina, e pe do rato gato da gun da cruz primeria do dia para vaso ota são no ser pente euro pei a so si da teresa com q ua dr ad o ua da c r u z do ro a e te r ua cruz iva se rp ente à es co pr i me ira homem a , a spa se rp ente e le n cão a mer e ce ela não mer e ce, n ó s n ão os mere c e mo s, e o p ode r de co mp ra, gan homem av a u l tim a com un se rp en te serpente es pan hola maga d or es em set en t a e q ua t ro por c en t o dos v oto s

Ah Amadas Gentes do Paquistão, grande foi a vossa perca, se foi uma das grandes Senhoras, uma bandeira, uma esperança para muitos, num caminho pleno de democracia e Amor e a ferida aberta de novo, a raiva , a dor e a violência de novo por todo o lado a estoirar, melhor seria mesmo a dor anaimar, durante o tempo de uma inteira Lua, e depois ir então a votos, dando assim ao partido que ficou sem a sua líder, a possibilidade e o tempo de outro nomear, mas se ninguém é insubstituível, tambem é verdade que ninguém é substituível, costumam a primeira dizer os homens aqui neste canto do uno mundo, esquecerão porventura mais facilmente a segunda parte, e a dor sempre se abre quando as bombas e a matança ocorre, quando a foice negra e grande sai a rua e faz o seu baile desgraçado

A h Am ad as Ge n t es do Pa q u is tão, g rande f o i a vo s sa pe rca, se f o i u ma d as g rand es S en h o ra s, uma ban de ira, uma es pe ra n ça para mu it os, n um ca minho p l e no de demo c ra cia e Amo r e a f e rid a ab e rta de n ovo, a rai v a , a do r e a vi o l ên cia de n ovo por t o d oo l ad o a es toi r ar, me l h o r se r ia me s mo a do r ana i mar, duran te o te mp o de u ma in te ira L ua, e d ep o is i r en tao a v oto s, dan d o as s im ao par t id o q ue f i co u se m a s ua li de ra po s si bil i dad ee o te mp o de o u t ro no me ar, ma s se ni n ge m é in s us bs t it u i ve l, tam b em é v e r da d e q ue ni n g u é m é s ub st it u íve l, co s t uma m a pr i me i ra di ze r os h omens a q u i nest e can t o do u no m un d o, es q eu ce r ão por v en t ur a ma is f ac ile mn te a se g un d a par te, e ad or se mp re se ab r e q ua n d o as bo m b a s e a mata n ça oco rr e, q ua n d o a f o ice ne g ra e g r ande sai a r ua e f az o s eu ba ile de g r a ç a d o

Coisa estranha, rasgaram-se atrás da coxa há algumas luas , as minhas calças giorgio da gaivota cor bege, estranho porque não me parecem velhas, depois o rasgão é grande e não tem conserto, agora as deitei fora, e o cinto poisou dando a seguinte indicação, é um cinto com um rectângulo e fivela cor de prata que mais parece ser um mostrador de relógio, assim como aos olhos está , marca a fivela as oito horas, depois o cinto propriamente dito, se estende sobre o sofá vermelho onde me sentei a gravar o poema para ti, minha amada, aquele que agora te mostrei, leio assim di as d z é no tic ias , tic ia s ou ti cia serpente, acabei de ouvir no rádio o pediatra com o mesmo nome, o que aparecera na televisão ao lado da maria barroso e que tanto me chateara com o seu tom de falsa calma e melífluo a bolinha saltitona saiu de cima da capa do livro da ilha do tesouro e rolou até à cunha do móvel folheado que tem nos desenhos de seus veios em cada porta lateral , uma borboleta com duas faces de Mu, duas faces que parecem ser de índios, uma face para cima , outra para baixo, uma borboleta com duas asas aberta e as faces no seu eixo central, bateu a bola em seu deslizar , ma porta direita vista de frente, duas vezes, caiu o bico de prata azul em cima da mesa vermelha de tripé e pétalas , o meu pé pisou as mil luzes de nova Yorque, salvo seja, a capa do livro que está no chão, antes caíra a vassoura azul , que parece a set, que correlacionado com o sal posição, parece ser equivalente a da seta numa das imagens que vi sobre a morte de Benazir, onde uma seta aponta um canto de um rectângulo com as letra ppp em seu interior, caiu a vassoura e apontou a esquina da estante o primeiro favo e olhando lá dentro um livro por detrás se destacou, fui ver qual, era o livro de corto maltese, sobre Mu, as personagens são as figuras do móvel, ou seja as faces das folhas abertas do folheado, assim as desenham em semelhança, a bola está no eixo do triângulo de fogo do nariz

Co isa es t ra n h a, ra s g ar am inglesa se at rá s da c ox a h á al gum a s lu as , as min h as ca l ç as gi or gi o da g a iv o t a co r be je, es t ra n h o por q ue n ão me par e ce m v e l h as, d ep o is o ra s g ão é g rande e n ão te m c on se r to, agora as de i t e i f o ra, e o c in t o po is o u dand o a se gui n te indica çao, é um c in t o com um rec tan g u l o e f ive la cor de pr at a q ue ma si par e ce ser um mo s t ra dor de r el o gi o, as s im co mo ao s o l h os es t á , ma rca a f ive l a as o it o h o ra s, d ep o is o c in t o pr o pr ia mente d it o, se es ten de s o br e o s o f á v e r me l h o onda me s en tei a g rava r o p o e ma para ti, min h a am ad a, a q eu l e q ue agora te mo s t rei, lei o as s im di as d z é no tic ias , tic ia s ou ti cia ser pente, ac a bei de o u vi r no rá di oo ped ia t ra com o me s mo no me, o q ue ap ar e ce ra na tele visao ao l ad o da mar ia bar roso e q ue t ant o me ch a t ea ra com o s eu tom de f al sa ca l ma e me li f lu o a bo li n h a sal tito na as i u de c ima da c ap a do li v ro da ilha do te s ouro e rolo u at é * a c un h a do mo v el f o l he ad o q ue te m no s de s en h os de se us v e io s em c ad a porta l at e ra l , uma bo rb o l eta com du as face s de U m, du as f ac es q ue par e ce m ser de in di os, uma face para c ima , o u t ra para ba ix o, uma bo rb o l eta com du as a sas ab e rta e as f ac es no se u ei xo c en t ra l, bat eu a bo l a em s eu d es liza r , ma p orta di rei t a vi s ta de fr ente, du as v e ze s, ca u i o bi co de pr at a az u l em c i ma da m esa v e r me l h a de t rip é e pe t a l as , o me u p é pi s o u as mi l l u ze s de n ova y o r q ue, sal vo se j a, a c ap a do li vr o q ue es t á no ch ao, ant es ca ira a v as s o ur a az u l , q ue par e ce a set, q ue co rr e l a c io n ad o com o sal p o siçao, si são, par e ce ser e q u iva l ente a da set a n uma das i magen s q ue vi s o br e a mor te de B en ad i r, onda uma s eta ap on t a um can t o de um rec tan g u l o com as l e t ra ppp em se u in te rio r, ca i u a v as s o ur a e ap on t o u a es q u ina da es t ante o pr i me i ro f a v o e o l h and o l á en ro um li v ro por d e t rá s se d es t ac o u, f u i v e r q u a l, e ra o li v ro de co r to ma l tese, s o br e Mu, as pe r s o na ge ns s sao as figu ra s do mo v el, o u se j a as face s da s f o l h as ab e rta s do f o l he ad o, as s im as de s en ham em se me l h ança, a bo l a est + a no e ix o do t rian g u l o de f o g o do na riz

No jornal onde o cinto figurando a cobra se deitou, em sua capa prodi e sarkozy com o titulo, sarkozy recusa ceder a prodi e salvar o tratado de Lisboa, a vida de dina de matos com governador gay, em baixo, um homem dos tribunais, o presidente do constitucional, com uma face estranha meia alucinada, diz que desmentiu menezes, e dele diz, que demonstrou “ uma grande falta de rigor”, diz o miolo da noticia, na página dezassete, que o Tc é conhecido por resultados sete seis ou seis sete, rui moura ramos diz que falta rigor no argumento, de que o tribunal é conhecido por ser correia de transmissão da maioria parlamentar, a afirmação que menezes teria proferido e acrescenta que em oitenta e sete só três decisões foram por maioria sete seis, ao lado do artigo, o josé rodrigues dos santos com a tal foto de uma mão fechada, um punho, que parece dar um murro nas aguas geladas o polo, diz ainda o artigo que a relação entre o psd e o Tc andam tensas, quando a entidade de contas, descobriu que em dois mil e um, liderança de durão, que o partido foi ilegalmente financiado em duzentos e trinta mil euros pela construtora somague, trás o presidente do Tc na foto, o juiz moura ramos, um colar com vesicas nas cores italianas, cujos símbolos não consigo em seu pormenor descortinar, mas o perfume, é o da corrupção, de uma corrupção equivalente aquela que se conheceu em Itália, a das lojas, na capa do jornal, ainda, acidente em setubal, os tijolos e o cimento que os cola, caídos no meio da terra, o cimento e os tijolos do vaso invertido violeta em primeiro plano, a cor de O Cristo, rodeado por uma grade doirada, a caiu agora a revista com uma foto de um homem de botas, calça preta , camisola vermelha de lã, cabelos grisalhos, caminha num campo verde, com um montanha de pinheiros ao fundo, está ela ao lado de cratera que existe no campo verde onde caminha, dirija-se ao multibanco mais próximo, está a mao dentro do seu telemóvel, en si tel, olivais, a cruz dos olivais, ou a cruz feita nos olivais, assim se me afigura o sentido desta ultima parte, uma cratera na relva, que um home de cabelos grisalhos observa ao pé da montanha dos pinheiros,


No jo r n al onda o c in to fig u r and o a cobra se de it o u, em s ua c ap a pr o di e s ar k oz i com o t it u l o, s ar k oz i r e c usa ce de ra pr o di e sal v ar o t rata d o de lis bao, a v id a de d ina de matos com g i ve rna dor g au, em ba ix o, um home do st rib una is, o pr e se id ente do c on s t it u cio n al, com uma f a c e es t ra n h a mei aa lu c ina d a, di z q ue d es men ti u m ene ze s, e de l e di z, q ue demon s t ra o u a spa s uma g ar n de f al t a de r igor a spa s , di z oo mi o l o da ot i cia, na pá g ina de za set e, q u oo t c é co n he cid o por r es y l t ad os set e se is o i se is sete, rui mo ur a ra mo s di z q ue f al t a r igor no ar gum en t o de que o t rib una l é co n he cid o por ser co r rei a de t ra n s miss ao da mi o r ia par l am en t ar, a firma mação q ue m ene ze s te r ia pr o ferido e ac r es c en t a q ue em o it en t a e set e s ó t r es de ci s õ es f o ram por maio r ia sete se is, ao l ad o do ar t i g o, o s o sé com a t al f oto de uma mao f e ch ad o, um p un h o, q ue par e ce d ar um m ur ro na s a g ua s ge l ad as o po l o, di z a inda o ar t i g o q ue a relação entre o psd e o t c anda m ten sas, q ua n d o a en t id ad e de c on t as, d es co br i u q ue em do is mi l e um, lider ança de durão, q ue o par t id o f o i i le gal men te f ina n cia d o em du zen t os e t rin t a mi l eu ro s pe l a c on s t r ut o ra s om a g ue, t rá s o pr e sid e n te do t c na f oto, o ju i z mo ur a ra mo s, um co l ar com v e sic as na s co r es ita li a na s, c u jo s s im bo l os n ão c on si g o em se u por m e n or d es co r tina r, ma s o pe r f u me, é o da co rr up çao, de uma co rr up ção e q u iva l ente a q u e l a q ue se co n h e ceu em it ali an, a da s l o j as, na c ap a do jo r na l, a inda, ac i dente em set u bal, os ti jo l os e o c i men to q ue os co l a, ca id os no mei o da terra, o c i men t o e os ti jo l os do v a s o ive r t id o vi o l eta em pr e i me i ro p l ano, a co r de O Cristo, ro dea d o por uma g ra de do ira d a, a ca i u agora a r e vista com uma f ota dd e um homem de b ota s, ca l ça pr eta , c ami sola v e r me l h a de l ã, cab e l os g r isa l h os, ca minha nu m cam p o v e r d e, com um mo n tan h a de pi n he i ro s ao f un d o, es t á e l a ao l ad o de c ra te ra q ue e xis te no cam p o v e r d e onda ca min h a, di riga inglesa se ao mul ti banco ma is pr ó x i mo, es t á a mao den t ro do s eu tele mo v el, en si tel, oli v a is, a c r u z do s o li vi as, o u a c r u z f e it a no s oli v a is, as s im se me a f u g ur a o s en t id o d es t a u l tim a par te, uma c ra te ra na r el v a, q ue um h o me de cab e l os g r isa l h os ob serva ao p é da mo n tan h n h a do s p i n he i ro s,

A conversa com durão parece não ter ainda acabado, pelos vistos, e o tribunal porque não me responde tambem, ponto de interrogação provisório, pois a razão não será assim tão difícil de se descortinar, passou o senhor por cá por lisboa, no dia da assinatura do tratado, ao chegar aos coches, contou o jornalista que súbita rabanada de vento como turbilhão se levantara, apareceu-lhe no cabelo, a crista de galo, tenso a sua figura nesses dias, tolo o homem, quem outro que ele a mandar retirar o clip da sua juventude que apareceu na net, no you tube, a dar bem a imagem de como em rapazinho tinha grandes problemas de expressão e de visão, de ver acertado, tanto assim se nega, o senhor, agora mais grande se o for, e me subiu a memória daquela manha do carro a fazer piões, quando ao encontro dele me levavam conduzido quase em rapto pelos mr pum pum, como se fosse prenuncio dos futuros furacões, os que á passaram, espero eu, ou mais virão, enquanto isto tudo não se esclarecer

A co n v e r sa com durão par e ce n ão te r a inda ac ab ad o, pe l s o vi s t os, e o t rib una l por q ue n ão me r es ponde tam b em, p on t o de in te rr o g a ç ao pr o vi s ó rio, po is a ra z ão n ão se rá as s im t ão di fic i l de se d es co r t ina r, pa ss o u o s en h or por cá por li s boa, no d ia da as sin at ur a do t rat ad o, ao che g ar ao s co che s, co n t o u o jo rna l ista q ue s u b i ta r ab an a d a de v en t o co mo t ur bil h ao se e l v na t a ra, ap ar e ceu inglês l he no c ab e l o, a c r ista de g a l o, ten s o a s ua fig u r a ne ss es di as, t olo o h omem, q eu m o u t ro q ue e l e a man d ar r eti r a r o c l ip da s ua j uve n t ud e q ue ap ar e ceu na ne t, no y o u t u be, a d ar be m a i mage m de co mo em ra p az in h o tinha g r and es pr o b l e ma s de e x press ao e de vi sao, de v e r ac e rta d o, t an t o as s im se ne g a, o s en h o r, agora ma is g ra n de se o f o r, e me s ub i ua me mor ia da q eu l a manha do carro a f az e r pi õ es, q ua n d o ao en co n t ro de l e me l eva v am co n du z id o q u ase em ra pt o pe l os mr p um pu m, co mo se f os se pr en un cio do s f ut ur os f ur ac õ es, o s q ue á passa ram, es p ero eu, o u ma is vi r ão, en q ua n t o is t o t u d o n ão se es c la r e ce r

Se não é correia de transmissão do psd ou do ps ou do bloco chamado central, de quem é, ponto de interrogação assim em jeito provisório, o espirito me canta nestes dias, ou nestas noites, foram obrigados, eu me pergunto quem, são tantos os que não respondem, estarão todos obrigados

Se não é co r rei a de t ra n miss ão do ps d ou do ps ou do b l oco ch amado c en t r a l, de q eu m é, p on t o de in te r ro g aç ão as s im em je it o pr o vi s ó rio, o es pi rito me can t a ne s te s di as, ou ne s t as no it es, f o ram ob riga d os, eu me pe r gun t o q eu m, são t ant os o s q ue n ão r es ponde m, es t arão t o d os ob riga d os

Quando abro o livro de Mu, dou com um nome, o levi, um dos companheiros de corto maltese nesta aventura, Mu, trás a etiqueta noventa e sete , oitavo do dupla diade do circulo da dupla tríade do duplo quadrado do primeiro do circulo da estrela, oitocentos e cinquenta e seis, ou seja o oitavo da estrela do seis, ou nascido em cinquenta e seis, , uma data, circulo sexto barra circulo da humanidade, barra noventa e cinco, oito mil e duzentos e quarenta escudos, virgula, duplo circulo, o dos centavos, isbn, traço do segundo traço do segundo do circulo do terceiro, traço terceiro do duplo quadrado do decimo traço estrela, quadrado do vinte e dois do primeiro, meus olhos a olhar a estante em frente onde na mesa estou sentado, poisam na locomotiva pintada de vermelho, que serviu para fazer o genérico do lusitana expresso, ao lado acabei de arrumar livros e cadernos que trouxera dos olivais, ali estava ao lado, o diário de edipo, fogo para baixo, Aurélio, o dicionário, que me remete para laurent e bruni, os filhos,

Q ua n do ab ro o li v ro de U m, do u com um no me, o l e vi, um do s co mpa n he i ro s de co r to m al tese ne sta ave n t ur a, U m, t rá s a eti q u eta no v en t a e set e , o it av o do d up l o dia de do cir c u l o da d up l a t riade do d up l o q ua dr ad o do pr i me i ro do cir c u l o da estrela, o it o c en t os e c in q eu n t a e se is, o u se j a oo it av o da estrela do se is, o u n as cid o em c in q eu n t a e se is, uma d at a, cir c u l o se x to bar ra cir c u l o da h uma nin d a, bar ra no v en t a e c in co, o it o mi l e du zen ts e q ua ren ta es c u do s, vi r gula, d up l o cir c u l o, o do s c en t av os, is b n, t r a ç o do se gun d o t ar ç o a do se g un d o d o cir c u l o d oo te rc e i ro, t ra l o te rc e i ro do d up l o q ua dr ad o do dec i mo t r a ç o estrela, q ua dr ad o do vi n te e do is do pr i me i ro, me us o l h os a o l h ar a es t ante em fr ente onda na m esa es t o u s en t ad o, po i sam na l oco m ot iva pe in t ad a de v e r me l h o, q ue se r vi u para f az e ro g ene ric o do lu sita ne a ex press o, ao l ad o ac a bei de ar rumar li v ro s e ca de r no s q ue t ro ux e ra dos oli v a is, ali es t av a ao l ad o, o dia rio de edi p o, f o g o para ba ix o, au re l io, o di cio n á rio, q ue me r e met e para l au r en t e br uni, os fil h os,

O pequeno ser alado aparece e me mostra azeite virgem extra, gourmet do azeite virgem extra, o gourmet do outro, a esquina, do s g, serpente sexta, o garfo preto e prata no tridente do peixe LG, cujo símbolo é um lua deitada para cima, com um estrela que faz um olho, um l que faz o nariz, e o outro olho, é desenhado pela dobra da lua na sua extremidade direita, a esquina que desce para a madeira, o semem do falo da banana, as bomps do pano amarelo, um rectângulo, feitas pelo gato preto, a cobra do cós, na esquina da mesa, dois riscos negros no oiro em duas rosas amarelas

O pe q u eno ser al ad o ap ar e ce e me mo s t ra az e it e vi r ge m e x t ra, g o ur met do az e it e vi r ge m e x t ra, o g o ur met do o u t ro, a es q u ina, do s g, se rp en t es e x t a, o g ar f o pr e tp e pr at a no t rid en t e do peixe L G , c u jo s im b olo é um l au di t ad a para c ima, com um es t r e l a q ue f az um o l h o , um l q ue f az o n ar i z, e o o u t ro o l h o, é de s en h ad o pe l a do b r a da l ua na s ua es t r emi dad e di rei t a, a es q u ina q ue d es ce para am ad e ira , o semem do f al o da ban ana, as bo m p s do p ano am ar e l o, um rec tan g u l o, f e it as pe l o g at o pr e to, a cobra do có s, na es q eu ina da m esa, do is reis co s mn e g ro s no oiro em du as rosas am ar e la s

Estava uma grande barata de pernas para o ar nas escadas do prédio

São vinte e duas hora e dezanove minutos, doze, desaseis de dois mil e sete, mas em verdade a data está errada no marcador do telefone que agora como prenda recebi, e a hora está adiantada, creio que quatro minutos, assim a comparei quando agora a ouvi na antena dois, na realidade exacta das horas, o azimute do pau da vassoura está na esquina da estante, sete quadrados, o primeiro de baixo da uma fiada vertical de seis, assim sendo o pau com pente azul aponta à esquina do primeiro cubo, à minha direita da esquina feita a Mu, os atlantes, ou pelos atlantes, mas os verdadeiros são meus amigos, deve ser a atlanta, a produtora, é o raio do circulo vermelho de dois da gola do casaco preto ao lado do zipper do cristiano, do cristão do ano, mi ne za e co do gourmet do pingo doe, ou do doce pingo, a chave da seta no anka, ou ao egípcio, tem ligação este pedaço de imagem com a leitura da imagem do Sahara no seu ultimo cartaz, a sombra das duas torres, aqui, o gourmet está ao lado do compal ligth tropical cenoura que hoje ao fim da tarde comprei, a seta aponta a esquina da estante e prolongando o eixo à estante verde no quarto de meu filho, a mosca poisa nos degraus da embalagem da manteiga, que de repente me parecem os degraus da fonte dos quatro cantos do mundo no jardim das necessidades, onde a pena preta caíra , depois do pequeno turbilhão, a planar como uma asa delta em noite recente, o interior da casca da maça do val da joaninha, quero apoiar a projecto escolas para África, ao lada as penas da seta verdadeira, cujo bico está na grelha metálica do tampo da cadeira, observo os objectos que lá se encontram, um funil com o cone para baixo, do aspirador, uma espátula e prata, rigo, com cabo da madeira, uma brocha preta e amarela com um buraco em seu bico numero quarenta, uma tshirt branca amarelada com a etiqueta levi ´s cem por cento alavanca de arquimedes co tt on M, um pelo negro desenhando um j no coração enferrujado,


São v in y te e du as h o ra e de za no v e min ut os, do ze, d esa se is de do is mi l e set e, ma s em v e r dad e a d at a es t á e rr ad a no m arca dor do tele f one q ue agora co mo pr en d a r e cebi, e a h o ra es t á a dina t ad a, c rei o q ue q ua t ro min u t os, as s im a co mpa rei q ua n do agora a o u vi na am t e na do is, na real i dad e e x ac t a da s h o ra s, o az i mu te do p au da v as s o ur a es t ´ a na es q u ina da es t ante, set e q ua dr ad os, o pr i me i ro de ba i xo da uma fia d a v e r tic a l de se is, as s im s en d oo p au com p en te az u l ap on t a à es q u ina do pr i me i ro c ub o, à mi mn h a di rei t a da es q u ina f e it aa Um, os at l ant es, o i pe l os at lan t es, ma s os v e rda de i ro s são me us ami g os, d eve se ra at a l ant a, a pr o du tor a, é o rai o do cir c u l o v e r me l h o de do is da g ola do c asa co pr e to ao l ad o do z ip pe r do c r is tia no, do c r is tão do ano, mi ne za e co do g o ur met do pi n go d oe, o u do d o ce pi n g o, a ch ave da s et a no anka, o u ao e g ip cio, te m li g aç ao este peda ç o de i mage m com a lei t ur a da i mage m do S aa ra n no s eu u l tim o c ar t az, a s o m br a das du as torres, a q u i, o g ur met es t á ao al d o d o co mp a l li g h t t ro pi ca l c eno ur a q ue h oje ao f im da t ard e co mp rei, a s eta ap on t aa es q u ina da es t ante e pr o l on g a dn oo e ix o à es t ante v e r d e no q ua r to de me u fil h o, a mo s ca p o isa no s de g ra us da em bala ge m da man te i g a, q ue de r ep en te me par e ce m os de g r ua da font e do s q ua t ro can t os do mundo no jardim da s ne ce s sida d es, onda a pe na pr eta ca ira , d ep o is do pe q u en o t ur bil h ao , a p l ana r co mo uma a sa delta em no it e r e c en te, o in te rio r da c as ca da maça do v al da jo ani n h a, q u ero ap o ia r a p or ject o es co l as para a fr ica, ao l ad a as p en as da s eta v e rda de ira, c u jo bi co es t á na g r e l h a met ali ca do t q mp o da ca de i ra, ob servo os ob ject os q ue l á se en c on t ra, um f un il com o c one para n ba ix o , do a s pi ra d oe r, um es pat u l a e pr t a , rigo, com c ab o da madeira, uma br o ch a pr eta e am ar e la com um b u r a c o em s eu bi co n u m ero q ua r en t a, u ma ts h i r t br anca am ar e l ad a com a eti q u eta l e vi ´ s ce m por c en t o a l av a n ca de ar q u i med es co tt on M, um pe l o ne g ro de s en h and o um j no co ra çao en f ur r e j ad o,

em baixo da cadeira, ferreira borges, alimentação corrente cinco alavanca arquimedes, atum circulo leo p do ce primeiro do segundo circulo, circulo divisão de cinquenta e nove

em ba ix o da cd e ira, f e r rei ra bo r g es, ali e mn t a ç ão co r ren te c in co a l av anca ar q u ime d es, a t um cir c u l o leo p do ce pr i me i ro do se gun d o cir c u l o, c i r c u l o di vi são de c in q eu n ta e n ove

segundo do primeiro arquimedes, grão cristal, circulo da divisão do terceiro da humanidade

se gun d o d o pr i me i ro ar q i me d es, g r ão c r ista l, cir c u l o da di visão do ter ce i ro da h uma ni dad e

padaria barra pastelaria, quinto arquimedes, pão de aldeia, menage, segundo do primeiro arquimedes, sacos plásticos, sub total, circulo divisão setenta e cinco, total artigos, quatro, primeiro da divisão de setenta e cinco, euro segundo da divisão do duplo circulo, troco, circulo, dividido em quatro, atendido por Adriana silva

p ad aria bar ra p as tela r ia, q u in to ar q u i me d es, p ao de al de ia, mena ge, se gun d o d o pr i me rio ar q u i me d es, sa co s p l as tic os, s ub t ot al, cir c u l o di vi sao set e n t a e c in co, t ot al ar t i g os, q ua t ro, pr i me rio da do vi sao de set en at e c in co, eu ro se gun d o da di visão do d up l o cir c u l o, t roco, cir c u l o, di vi d id o em q ua t ro, a tem d id o por ad riana si l v a

taxa valor s iva valor iva valor total
cinco arquimedes, primeiro da divisão do segundo do oitavo, circulo da divisão do circulo do seis, dois pontos dentro do circulo treze, primeiro do segundo arquimedes do circulo da tríade do quinto, circulo da divisão do circulo quarto, circulo da divisão do circulo do terceiro, estando o trinta quase apagado, segundo do primeiro arquimedes, circulo da divisão do circulo do segundo, circulo da divisão do duplo circulo, circulo da divisão do circulo do terceiro do circulo, estando o trinta quase apagado, duzentos do segundo do primeiro + al sol, cabo vermelho, c vermelho muitas cobrinhas, o rectângulo maior da cinza da seta circular apontada ao ceu, assim me rezava a factura debaixo da grelha metálica da cadeira onde o bico da seta apontara

t ax a v a l or s iva v a l or iva v a l or t ot al
c in co ar q u i me d es, pr i me i ro da di visão do se gun d o d o o it av o, cir c u l o da di visão do cir c u l o do seis, do is p on t os den t ro do cir c u l o t r e za, pr i me i ro do se gun d o ar q u i me d es do cir c u l o da t ria de do q u in to, cir c u l o da di vi sao do cir c u l o q ua r to, cir c u l o da di vi são do cir c u l o do te rc e i ro, es tan d oo t rin t a q u ase ap a gado, se gun d o d o pr i me i ro arq u i me d es, cir c u l o da d iv is º ao do cir c u lo do se gun d o, cir c u lo da di vi são do d up lo cir c u lo, c i r c u l o da di vi sao doc ric u l o do te rc e i ro do cir c u l o, eta n d oo t r in ta q u ase ap a g a dao, du zen t o do se g un d o d o pr i me i ro + al s o l, cabo v e r me l h o, c v e r me l h o mu it as co br in h as, o r e ca t n g u lo maio r da c in za da s eta cir c u l ar ap on t ad a ao c eu, as s im me r e za v aa a fc t ur a de ba ix o da g r e l h a met al i ca da ca de ira onda o bi co da s eta ap on t a ra

a chave mexeu-se e aponta o vaso da prata e por detrás deles o zip aberto ao pé do sofá que parece uma torre vermelha, faz assim o tecido um M, com pernas muito compridas, e mostra o forro branco do interior, diz-me o ser alado, o primeiro verde e vermelho , ou seja português, por cima as embalagens do sonho do imperador, mila ne za cotovelos, seis o bb e tt i , f, a faca africana do para de campo de ourique, da gnr, a resistência electrica d termo acumulador da negra cruz, water proff, fade proof, uni ball, eye micro, ub cento e cinquenta red , mitusbishi, pencil co, ldt, pan, a pedra rolou, agua corre ao momento desta leitura

a ch ave me xe u inglesa se e ap a on ta o v a s o da pr at a e por de t rá s de l es o z ip ab e r to ao p é do s o fá q ue par e ce uma t o rr e v e r me l h a, f az as s im o te cid o um M com pe rna s mu it o co mp rid as, e mo s t ra o forro br anco do in te rior, di z inglesa me o ser al ad o, o pr i me i ro v e r de e v e r me l h o , o u se j a por t g u ê s, por c ima as em bala g e n s do s on h o do im pe r dor, mila ne za c oto v e l os, se is o bb e tt i , f, a f a c a a fr i cana do para de cam p o de o ur i q ue, da gnr, a r e sis tem cia e l ec t ric a d te r mo ac u mula dor da ne g ra c r uz, w at e r p or ff, f ad e pr oo f, uni ba ll, e y e mic ro, ub c en t o e c in q eu n ta red , m i ts u b is hi, p en c i l co, l dt, pan, a pe dr a rolo u, a g ua co rr e ao mo men t o d es t a lei t ur a

de novo adormeci ao chegar a casa, certamente a bela boca doirada me teria olhado e me feito adormecer, assim ouvira no espirito há algumas luas, tenho-o sob controlo, su me ri para dentro, depois pergunto, quem és tu, e que direito tens assim de o fazer, mas sei senhora que és muito bela, como resistir ao encontro de seus belos olhos e olhar, quando eles me deitas, todo eu me faço vela a navegar

de n ovo ad o r meci ao che g ar a c asa, ce rta mente a be l a b oca do ira d a me te r ia o l h ad o e me f e it o ad o r me ce r, as s im o u v ira no es pi rito h á al gum as l u as, ten h o inglês o s ob co n t rolo, s u me ri para d en t ro, d ep o is pe r gun teo, q u e m é s t u, e q ue di rei t o ten s as s im de o f az e r, ma s se i s en h o ra q ue é s mu it o be l a, c o mo r e sis tir ao en co n t ro de se us be l os o l h os e o l h ar, q ua n d o e l es me de it as, t o d o eu me f aç o v e l aa n eve g ar

agora acordava, estou na entrada de Mu, os papagaios de kuculcan voam por cima das copas das arvores, e os seus belos gritos que tanto gosto de ouvir, anunciam a chegada da cabeça do sol, kukulcan, quetzal, quetzal, fazem os pássaros em seu passar, entre o meu caderno, o folheto dobrado que trouxera da rua, leio nele na parte que surge de fora, az noite de amor, puxo para fora e leio, brilha a paz , az noite de amor, pensava eu em bhutto, leio em meu coração, a noite de amor no nilo, a pormenor da barca, a vesica do porta moedas, os sapatos de vela na bela senhora, uma semelhança, um reconhecimento imediato, com o do interior do carro, a senhora a caminhar em sua visita, o que acabara de ver na rede mo confirma, as manchas do sangue no assento tambem, a lamina vermelha, o precipício, o homem enforcado a saltar no vácuo, dois em cima a olhar, toda a falésia é feita de sangue, bhutto a descer do rectângulo do tecto e a morre batendo com a sua cabeça, quando se protegia, o desenho de seu sangue a explicar

agora ac o r d av a , est o u na en t ra da de U m, os p ap a gaio s de k u c u l can vo am por c ima das co p as da s ar vo r es, e os se us be l os g rito s q ue t ant o g os t o de o u vi r, a n un cia m a che g ad a da cab eça do s o l, k u k u l can, q eu t za l, q eu t za l, f as em os pá ss ar os em se u passa r, en t ro o me u ca de r no, o f o l he to do br ad o q ue t ro xe ra da r ua, lei o ne l e na pa rte q ue s ur ge de f o ra, az no it e dea mor, p ux o para f o ra e lei o, br ilha a p az , az no i te de amo r, p en s av a eu em b h u t t o, lei o em me u co ra çao, a no it e de amo r no ni l o, a p o r m en o r da ba rca, a v e sic a do pr ota m oe d as, os sa pato s de vela na be l a s en h o ra, uma se me l h ança, um r e co n he cie mn to imediato, com o do in te rio r do car ro, a s en h o ra a ca min h ar em s ua v isi t a, o q ue ac ab a ra de v e r na red e mo co n firma, as man ch as do s na g ue no as s en to tam b em, a l ami na v e r me l h a, o pr e cip i cio, o h oe m en f o rca d o a sal t ar ni o v ac u o, do is em c i ma a o l h ar, t o d aa f al e si a é f e ita de san g ue, b h u tt o a d es ce r do rec t â n g u l o do tec t o e a mor r e b a t e n d o com a s ua cab e ça, q ua n d o se pr ot e gi a, o d es ne w h o de s eu s na g ue a ex p li car

abro o folheto e leio, a situação é mais grave do que julgamos...

não trago a menor duvida sobre esta frase, que nem à minha consciência a estranha, mas sim ao que vejo ser o entendimento comum, a norma da ilusão continua dos media a agravar o encontrar do ponteiro da bússola que indica a verdade, os sentidos embotados das festas tambem pouco ou nada ajudam, é preciso andar focado, esta gente que faz a ilusão não se dá conta do enorme perigo que assim vao construindo, só quando arrebentar em grande conta se darão, se não for tarde demais,

não t ra g o a m en o r d u v id a s o br e es t a f ra se, q ue ne m à min h a c on s cie n cia se pal cia, mas s im ao q ue v e jo ser o en ten di men to co mum, a norma da i lu são co n t in ua dos me dia aa g rav ar o en co n t ra r do p on te i ro da b us sola q i ue indica a v e r da d e, os s en t id os em b ota dao s das f es t as tam b em p o u co ou n ad a ajuda m, é pr e c is o anda r foca dao, es t a ge n te q ue f az a ii l u são n ão se d á co n ta do eno r me pe r gi g o q ue as s im v a o c on s t rui n do, s ó q ua n d o ar r e b en t ar em g rande c on t a se da r ão, se n º ão f o r t ard e d ema si,

a norma normaton, o ton da norma, a inglesa que um dia aqui na aparência me encontrei, como se houvesse acasos sem linha nem destino

o homem vê o que está diante dos olhos, porem o Senhor, olha para o coração, Samuel, dezasseis , sete

o h oe m v ê o q ue es t á d ian te dos o l h os, p o r em o S en h or, o l h a para o co ra ção, sam eu l, de za seis , Set em br o

olho neste momento da escrita quem está à minha frente, no jornal estendido, é o pedro lomba, as bomps, curioso, como todo encaixa

o l h o nest emo m en t o da es c rita q eu m es t á à min h a fr ente, no jo r n al est en d id o, é o pe dr o l o m ba, as bo m ps, c ur i os, oco co mo t o d o en ca ix a

... com consequências muito sérias no nosso futuro porque...

... com co m seque n cia s mu it o s é r ia s no n osso f ut ur o por q ue...

continuava assim a leitura a saltar as frases e nelas estabelecer sentido,

conti n u av a as s im a lei t ur aa sal t ar as fr ase s e nela s es t abe l e ce r s en t id o,

aos homens está ordenado morreram, uma vez vindo, depois disso o juízo, hebreus nove vinte e set

ao s h o m en s es t á o r dena d o mor r e ram, u ma v e z vi n d o, d ep o is di s s oo j u i zo, he br eu s no v e vi n te e set

ele veio ao mundo naquele primeiro natal para que as nossas vidas possam ser iluminadas e transformadas

e l e v e io ao m un d o na q eu l e pr i me i ro n at al para q ue as no s sas v id as p os sam ser i lu mina d as e t ra s n f o r mad a s

estou defronte as escadarias do templo de Mu, uma das entradas da atlanta, no sexto degrau um pedacinho de qualquer coisa , o degrau assinalou a meu olhar, uma marca, no céu ouvem-se os gritos dos tambores, grafados em forma abreviada, tom, exclamação, seis vezes se repetem no ceu, uma semente da minha maça da joaninha que acabei agora de comer, caiu em cima do segundo tom a contar de baixo, um em cima de outro em linha vertical, com um triângulo mais acima no ceu

es t o u de fr on te as e s ca d ari as do te mp l o de U m, uma da as en t ra d as da at lan t a, no s ex t o de g ru um ped a c in h o de q u l a q eu r co isa , o de g ru as sin a l o u a me u o l h ar, u ma m a rca, no c é u o u ve m inglesa se os g r it os do sta m bo r es, g raf ad os em f o r ma ab r e vi ad a, tom e x c l am aa ç ao, se is v e ze s se r ep e te m no c eu, a men te da min h a maça da j aia ni n h a q ue ac bei agora de co mer, ca i u em c i ma do se g un d o tom a c on t ar de ba ix o, um em c i ma de o u t ro em li n h a v e r tic al, com um t rian gi l o ma is ac i ma no c eu

uma grande pancada se deu agora no prédio, como um enorme tiro, às linhas anteriores

em véspera no final da visão e depois de novo adormecer, vejo a parte de trás do pedaço da embalagem do queijo limiano, o rapaz do queijo orçamental, que aparecera um dia numa outra imagem como caçador em prado inglês de arma de pederneira ou por aí disparando aos pássaros, a embalagem das fatias redondas do queijo flamengo, na tarde no café, os homens na tv cortam fatias de tronco de arvores com serras manuais, ganhava um alemão de bigodes que parecia o obelix, olho a tira plástica e vejo o desenho impresso na sua face, queijo em cima da mesa de cor idêntica ao do tampo da minha mesa, termina em forma abrupta, faz como que um cunha, pego na tesoura de pernas longas e de bicos cortados e a corto em angulo recto, no nascer do dia o espirito me disse, sinais de sangue no horizonte, passa avião a jacto agora, reparo que a tesoura com os bicos cortados em angulo recto, está sobre o verso do livro de Mu, aponta uma personagem que irei tentar saber quem é,

em v es pe ra no f ina l da vi são e d ep o is de n ovo ad o r me ce r, v e jo a ap r te de t rá s do peda ç o da em bala ge m do q eu i jo li mia no, o ra p az do q eu i jo orça men t al, q ue ap ar e ce ra um dia n uma o u t ra i m a g me co mo caça dor em pr ad o in g lª es de ar m a d e pe dr ene ira o u por aí di spa ram d o ao s pá ss a ro s, a em bala ge m das f a t ias red ondas do q u i jo fla m w en g o, na t ard e no ca g f é, os h omens na tv co r t a m f a t ias de t ron co de ra v o r es com se r ra s manu a is, gan h av a um a l e mao de bi g o d es q ue par e cia o ob e l ix, o l h o a t ira p l as tic a e v e jo o de s en h o im press o na s ua face, q eu i jo em c i ma da m esa de cor id en tic a ao do tam p o da min h a me sa, te r mina em f o r ma ab r up t a, f az co mo q ue um c un h a, pe g o na te s o ur a de pe rna s l on g as e de bi co s co rta d os e a co r to em na g u l o rec t o, no na s ce r do dia o es pi rito me di s se, sin a is de san g ue no h ori zo n te, passa avi ao a j ac t o agora, r epa ro q ue a te s o ur a co ,m os bi co s co rta d os em na g u l o rec t o, es t á s o br e o v e r so do li v ro de U m , ap on t a uma pe r son a ge m q ue i rei ten t ar sabe r q eu m é,

no chão a pirâmide do sonho do imperador, perfeitinha está, com uma cauda que parece ser um rat, quando primeiro a olho, três pedacinhos de casca de ovo estão dispostos em linha , traçam uma recta imaginária, a cauda da pirâmide do rato, faz um arco à volta do primeiro pedacinho de casca, e termina a cauda num quadrado verde com dois riscos violetas, rectângulo b quinhentos e sessenta e um , é a marca da tesoura, ou assim gravado meio apagado, leio

no ch ao a pi ra mide do s on h o do im pe ra dor, pe r fei t in h a est + a, com u ma c au d a q ue par e ce ser um rat, q ua n do pr i me i ro a o l h o, t r es peda c in h os de ca s ca de o vo es tao di s p os t os em li n h a , t ra ç am uma r e cta imaginá r ia, a c au d a da pi ra m i d d e do rato, f az um ar co à vo l ta do pr i me i ro peda ç in h o de ca s ca, e te r mina a c au d a ni um q ua dr ad o v e r d e com do is r isco s vi o l eta s, r e cta n g u l o b q u in h en t os e se ss en ta e um , é a m a rca da te s o us ra , o u as s im g rav ad o mei o ap a gado, lei o

no tempo antigo antes do cataclismo, a terra estava toda unida, quando a civilização de atlanta harmónica desapareceu os continentes se racharam, sherrif el edressi, escreveu que antes do grande cataclismo a Espanha e Marrocos estavam ligados por terra, o que hoje chamamos de europa e de África, era um só continente, fracturou a terra, fracturaram durante séculos as Gentes

no te mp o ant i g o ant es do cat ac li s mo, a terra es t av a t o d a uni d a , q ua n d o a c iv i liza ção de at l anta h ar mo nica d esa par e c eu os co n t ine b t es se rac h ar am, s he rif el ed r e s si, es c r eve u q ue na y t es do g rande cat ac li s mo a es pan h a e ma roco s es t av am li gado s por terra, o q ue h oje ch am amo s de eu r o pa e dea af ric a, e ra um s ó cont ine b te, f ar c t ur o u a terra, fr ac t ur a ra n duran te sec u l os as g en t es

dandy roll, o melhor rum das Caraíbas, parece ser a primeira veste possível que a tesoura indicou, o home que ama o rum, o morcego, o bacardi, o que faz a melhor erva do mundo e que ama boccherini,

dan d y ro ll, o me l h or ur m das cara i ba s, par e ce ser a pr i me i ra v este p os s ive l q ue a te s o ur a indico u, o home q ue am a o ru m, o mor ce go m, o b a c a r di, o q ue f az a me l h or e r v a do m un d o e q ue am a v o bo cc he r i ni,

tu senhora aqui chegaste e me destes um beijo na palma da tua mão, as linhas do destino nos ligaram pelo sopro de tua voz, e te trago amor senhora minha, bela senhora

tu s en h o ra a q u i che g as te e me d este s um bei jo na pa l ma da t ua mão, as li n h as do d es tino no s li g ar am pe l o s o p ro de t ua v oz, e y te t ra g o amo r s en h o ra min h a, be l a s en h o ra

no labirinto, o selo dos templários, prova a sua passagem por aquelas pedras, por aqueles segredos, por aquelas viagens de iniciação, depois diz o escorpião ao marinheiro, ganhas-te a luta mas não ganhas-te a mulher da tua vida, traidor responde os punhos do corto maltese, no labirinto harmónico , dá-se o encontro com os santos que vivem no eterno, a saída é reconhecer o fio da musica melancólica que nos chama, poderia pensar no que senti ao ler o ultimo dos textos da zen

no l ab i r in t o, o se l o dos te mp l ari os, pr ova a s ua pa s sage m poe aa eu l as pe dr as, por a q eu l es se g red os, por a q eu l as v ia g en s de i ni cia çao, d ep o is di z o es corp i ão ao marin he i ro, gan h as inglês te a l ut a ma s n ão gan h as inglesa te a mul her da t ua v id a, t ra dor r es p en de os p un h os do co r to mal tese, no l ab i r in t o h ar mo nico, d á inglesa se o en co n t ro com os s anto s, q ue v ive m no e te r n a sa id a é r e co n h e ce r o fio da mu sic a mel an co li ca q ue no s ch aa ma, p ode r ia p en sar no q ue sne ti ao l e ro u l tim o do s te x t os da z en

o cogumelo trás a forma do falo, reconhecido pormenor de uma varanda, a tesoura terá apontado o homem leopardo, os guardas de L´ aztla, o homem do poço dos caimões

o co gun e lo t rá s a f o r ma do f al o, r e co n he cid o por m en or de u ma av ra n d a, a te s o ur a r e rá ap on t ad oo h oe m leo pa r do, os g ua rda s de L´ az t l a, o home do p o ç o dos ca i m õ es

como ele, eu que ainda não encontrei a bela senhora

co mo e l e , eu q ue a inda n ão en co n t rei a be l a s en h o ra

duzentos gatos, é o valor inscrito no outro lado da tira de queijo das rodelas flamengas, faz um serra , está escrito a branco, numa arcada azul com cinco dentes

d u zen t os g at os, é o v a l or ins c rito no o u t ro l ad o da t ira de q u i jo do as ro de l as fla m en g as, f az um se r ra maior, es t á es c rito a br anco, n uma a rca d a az u l com c in co den t es


Depois vi uma carrinha amarela creio que francesa de caixa aberta e lá trazia escrito na sua traseira um adio com um e daqueles antigos deitado, como um infinito aberto, ou seja um infinito fechado, estranha visão, ali estava ao funda rua com os quatro piscas a piscar como quem está à espera, como eu à espera da minha amada, que tarda em chegar, e ontem dei conta com o chegar de minha mae que os malandros terroristas da pt arranjaram um novo pauzinho, agora quando me tentam telefonar., diz que numero não atende, mas o telefone, o meu não toca, ou seja, deram para lá uma instrução no computador da central, pelos menos se faz prova que os tem, menos uma desculpa para os próximos raios do inferno que lhe vou lançar aqui por esta rede, meu cabrões filhos da grandessisima babilónia, sobre que pretexto o fizeram, toca lá de repor, pois eu comprei o chip, mesmo que não o carregue, como, se vocês me roubaram o dinheiro, posso receber, não é, assim era, vó sois mesmo de uma tremenda baixeza e cobardes e filhos da grandíssima puta, se minha amada me queres telefonar para eu lhe ir mudar um pneu e eu não receber a chamada, dou-vos um tiro, ou melhor dou-vos já, bang, bang, estão mortos, só ressusciteis quando se emendarem

D ep o is vi uma ca rr in h a am ar e la c rei o q ue f ar n c esa de ca ix a ab e rta e l á t ra z ia es c rito na s ua t ra se ira um ad io com um e da q eu l es ant i g os de it ad o, co mo um in f i ni t o ab e r to, o u se j a um in f i ni t o f e ch ad o, es t ra n h a vi sao, a li es t av a ao f un d a rua com os q ua t ro pi s ca s a pi s car co mo q eu m es t á a es pe ra, co mo eu à es pera da min h a am ad a, q ue t ard a em che g ar, e on t em de i c on ta com o che g ar de min h a m º ae q ue os m al n dr os te rr o r i s t as da pt ar raja ram um n ovo p au zi n h o, agora q ua n do me ten tam tele f o n ar., di z q ue n u m ero n ão at en de, ma s o tele f one, o me n ão t oca, o u se j a, deam para l é uma ins t ru çao no co mp u t ad o r da c en t r al, pe l os me no s se f az pr ova q ue os te m, me no s uma d es c u l pa para os pr ox i mo s raio s do in ferno q ue l he vo u l an ça r a q u i por es t a red e , me u c a b rõ es fil h o d a g rande s sisi ma babi l o no ia, s ob r e q ue pr e texto o f ize ram, t oca l á de r e por, po is eu co mp rei o ch ip, me s mo q ue n ão o ca rr ge ue, co mo, se vo ce s me ro ub a ram o din he i ro, p osso r e cebe r, n ão é, aa ss im e ra, vó so is me s mo de uma t r e m en d a ba ix e za e co ba r d es e fil h os da g rand e ss i ma p u t a, se min h a am ad a me q eu ise r tele f o n ar para e u l he ir mu d ar um pn eu e e u n ão r e cebe ra ch ama d a, do u inglês vo s um ti ro, o u me l h o r do u inglês vo s j á, ban g, ba n g, es t ão mor t os, s ó r es s us cite is q ua n do se e m en d ar em


Oh bela soraya, não ficou chateada com a minha graça, assim espero eu que a vi com um ar assim meio zangado, nariz franzido, que aqui entre nós lhe digo que lhe fica muito bem e que quando minha amada assim o põem, é muito engraçado de resolver entre os lençóis, assim uma bulha de meninos num quarto grande cheio de amor, que cresce e cresce e se enfunam as velas e o barco dissolve com a sua quilha e tudo depois de bem agitado se amansa, e depois a vi assim a olhar com uma janelinha azul por detrás, que me lembrou uma outra que agora vi por detrás da casa do procopio, e lhe vi a barriguinha à mostra, que é sitio sempre muito belo de se ver e a menina trás uma muito bela, e a mim sempre que uma assim meia a mostra vejo, me dá ânsia de beijar o centro do mundo e assim me pós a desejar, depois olhei outra vez a barriguinha, e vi que o seu cinto trazia a fivela dentro de um olho, parecia assim uma setinha que tinha entrada no olho do pássaro que tudo vê, e me disse, se precisar de ajuda para compor o cinto de forma a não magoar o olho do pássaro é só dizer, embora em seja melhor a tirar cintos que a apertá-los, e depois quando isto estava a sonhar, acordei, e no sonho a sonhar acordado a dormir, assim a sua beleza me cantou, fora ali, que o cinto fora posto no olho do pássaro, era eu um no sonho, quem diria, pelo tal barracuda do mont blanc, depois sonhava a lembrança do que acontecera, e me aparece, não me recordo em exacto, donde algo de grave se deverá ter ali se passado, mas creio que foi à saída, que o tal grupo de gentes me interpelou, e me julgou e alguém terá feito então o que a fivela me mostrava, ressoa em mim o pedaço da história do filme da bússola doirada, como se aquela pedaço fosse ou tivesse sido real, e assim o sendo, algo de muito mais grave a outros terão feito, pois eu mais ou menos cego, que devo estar pelo menos em parte pois ainda não encontrei a minha amada, aqui estou, e na história tal evento era procedido pela morte do pai, que fora envenenado, ou seja, um crime de morte matada fora tambem feita, antes desse duelo, que não fora nem de perto nem de longe singular, pois me recordo de um circulo de diversos, e se não trago memória exacta de quem nele estava, algo me terão para isso feito, mas uma estranha frase, ou melhor um período ficou a ressoar em mim do texto recente a que dei o nome das putas, a uma voz que emergira e falava de um acto de sexo anal forçado, e de um dialogo a duas vozes, quanto assim o posso em verdade dizer, internas, que diziam, se lhes responderes assim, é como se admitisses, ora a voz aparecera agora nas minhas linhas, e aparecera ou reaparecera a resposta dada na altura, que era basicamente a de sempre a verdade e o facto de não permitir que outros por delegação me julgassem, e que nada tinham a ver com o que eu faço ou não faço na minha intimidade, e de repente cresce ou melhor tem vindo a crescer em mim, a certeza que estas vozes são por assim escrever o eco, do que se terá passado nesse julgamento, para o pôr em forma suave, e de facto, a acusação era uma mentira, e eu preferi, manter os meus princípios e por consequência os ter mandado ir dar uma volta o bilhar grande, o que me parece mais estranho nesta memória em névoa, é que o pior daquilo tudo, fora a presença de um que eu considerava meu amigo e que no fundo era ou fora e foi o traidor, e que essa percepção que ali tivera fora o que mais me chocara, veio-me a memória, o zé leitão dos olivais ao comer leitão, mas não trago uma certeza disto, pelo menos agora, ds , me apareceu agora, será então uma história com um francês, feita ou encomendada por um francês e me recordo vagamente do encontro no procopio, mas não me consigo recordar em exacto com quem lá me encontrei, um perfume que poderá ter sido a rapaz da js, o que é parecido com o da pt, e uma linha da escrita do santos em dia recente ecoa em mim à volta disto, diz ele que andou ao que parece de costas voltadas ou distraídas durante uns anos e o que se subentendia nas entrelinhas do mais ou menos dito, era que ele sabia agora, que durante o tempo em que por assim meio seu dizer, dizia, os seus rapazinhos tinham andado a fazer das deles, talvez por isso aparecessem os cheques, a história de ter ido buscar cheques com cambio em moeda antiga, ou seja no passado, mas a mim não me chegou ainda nenhum cheque seja de quem for

O h be l a s o ra y a, n ão f i co u ch at e a d a com a min h a graça, as s im es p ero eu q ue a vi com um ar as s im mei o za n gado, na riz fr na zi do, q ue a q u i en t re nó s l he di g o q ue l he f ica mu it o be m e q ue q ua n do min h a am ad a as s im o p oe m, é um it o en g r a ç ad o de r e sol v e r en t re os l en ç o i es, as s im uma b u l h a de me nino s n um q ua r to g rande che io de am or, q ue c r es ce e c r es ce e se en f una m as v e l as e o br ac o di s sol v e com a s ua q u ilha e t u do d ep o is de be m a gi t ad o se am ansa, e d ep o is a vi as s ima a o l h ar com uma j ane li n h a az u l por de t rá s, q ue me l em br o u u ma o u t ra q ue agora vi por de t rá s da c asa do pr o co pi o, e l he vi a bar r i gui n h a à mo s t ra, q ue é siti o se mp r e mu it o belo de se v e r e a me nina t rá s uma mu i to b e la, e a mim se mp r e q ue u ma as s im me ia a mo s t ra v e jo, me d á na s ia de bei j ar o c en t ro do mundo e as si m me p ós a de se j ar, d ep o is o l hei o u t ra v e za bar r i gui n h a, e vi q ue o se u c in t o t ra z ia a f ive l a den t ro de um o l ho, par e cia as s im uma set in h a q ue tinha en t ra d a no o l ho do pá ss a ro q ue t u do v e, e me di s se, se pr e c isa r de ajuda para co mp o ro c in to de f o r ma a n ão mago ar oo l ho do pá ss a ro é s ó di ze r, em bora em se j a me l h o r a t ira r c in t os q ue a ap e rtá inglesa l os, e d ep o is q ua n do is to es t av aa s on h ar, a co r dei, e no s on h o a s on h ar ac o r da d o a do r mir, as s im aa s ua beleza me co ant o u, f o ra a li, q ue o sin to f o ra p os to no o l h o do pá ss a ro, e ra eu um no s on h o, q eu m di r ia, pe l o t al bar rac u d a do mo n t b lan c, d ep o is s on h av aa l bra ança do q ue ac on te ce ra, e me ap r e ce , n ão me record o em e x ac to, don de al g o de g rave se d eve rá ter ali se passa d o, ma s c rei o q ue f o i à sa id a, q ue o t al g r up o de g en t es me inte r p e lou, e me j u l g o u e al g eu m te rá f e it o en tão o q ue a f ive la me mo s t rav a, r es s o a em mim o peda ç o da h si t ó r ia do fil me da b us sol a do ira d a, co mo se a q eu l a peda ç o f os se o u t ive s se di do real, e as s im o s en d o, al g o de mu i t o ma si g rave a o u t ro terao f e it o, po is eu ma is o u me no s ce g o, q ue d evo es t ar pe l o me no s em pa r te po is a inda n ão en co n t rei a min h a mad a, a q u i es t o u, e na h is t ó r ia t al eve n to e ra pr o ce d id o pe l a mor te do pai, q ue f o ra en v ene n ad o, o u se j a, um c r i me de mo rte mat ad a f o ra tam b em f e ita, ant es de s se d eu l o, q ue n ão f o ra ne m de pe r to ne m de l on ge sin gular, po is me record o de um cir c u l o de di v ero s, e se n ão t ra g o me mo r ia e x cat a de q eu m ne l e es t av a, al g o me te rão para is s o f e it o, ma s uma es t ra n h a fr ase, o u me l h or um pe rid o f i co u a r es s o ar em mim do texto r e c en te a q ue dei o no me das p ut as, a u ma v oz q ue e mer g ira e fa l av a de um ac to de se xo ana l f o rça d o, e de um dia o l goa d u as vo ze s, q ua n to as s im o p osso em v e r d a d e di ze r, in te r n as, q ue di z iam, se l h es r es p on de r es as sim, é co mo se ad mit is s es, o ra a v oz ap ar e ce ra g ao ra na s min h as li n h as, e ap ar e ce ra o u rea par e ce ra a r es ps ota dad a na al t ur a, q ue e ra ba sic am ente a de se mp r e a v e r d a d ee o f ac t o de n ão pe r m i tir q ue o u t ro s por de l e g a çao me ju l g as s em, e q ue n ad a t in hama v e r com o q ue eu f aç o o u n ão f al ço na min h a in tim i dad e, e de r ep en te c r es ce o u me l h or te m vi n d f aa c r es ce r em mim, a ce r te za q ue es t as v oz es são por as s im es c r eve ro e co, do q ue se te rá pa s sado ness e ju l a g am en to, para o por em f o r ma s u ave, e de f ac t o, a ac usa çao e ra uma m en t i ra, e eu pr efe r i, m na te r os me us pr i c ni c pi os e por co n se q eu n cia os ter man dad o i r d ar u ma vo l ta o bil h ar g rande, o q ue me par e ce ma si es t ra n h o n esa ta me mo r ia em ne vo a, é q ue o pi o r da u i l o t u d o, f o ra a pr e s en ça de um q ue eu co n side ra v a m eu ami g o e q ue no f un d o e ra o u f o ra e f o i o t rai d or, e q ue es sa pe r ce p çao q ue a li t ive ra f o ra o q ue ma is me ch oca ra, ve i o inglesa me a me mor ia, o zé lei tao dos oli v a is ao co mer lei tao, ma s n ão t ra g o u ma ce r te za di s t o, pe l o me no s agora, ds , me ap r e c eu agora, se r rá en tao u ma h is t ó r ia com um fr na ç es, f e it a o u en comenda d a por um fr na c es e me record o v a g am en te do en co n t ro no pr o co p io, ma s n ão me co n se i g o record ar em ex ac to com q eu m l á me e c no n t r i e, um pe r f ume q ue p ode rá t r e r sid o a ra p az da js, o q ue é par e cid o com o da pt, e u ma li n h a d a es c rita do santos em d ia r e c en te e coa em mim à vo l ta di s to, di z e l e q ue and o u ao q ue par e ce de co s t as vo l t ad as o u di s t rai d as duran te un s a no se o q ue se s u bem ten dia na s en t r li n h as do ma si ou me no s d it o, e ra q ue e l e sabe ia agora, q ue dura n te o te mp o em q ue por as s im mei o s eu di ze r, di z ia, os se us ra pa zi n h os tinha m ana dad o a f az e r da s de l es, t al v e z por is s o aa par e ce s se m o s che q eu s, a h is t ó r ia de ter id o b u c s car che q eu s com cam bi o am moe d a ant i g a, o u seja no passado, ma s a mim n ão me che g o u a inda ne n h um che q ue se j a de q eu m f o r


Ah bela menina de meu coração, hoje acordei de madrugada quase ao nascer do dia, assim a Alma do Amor me chamou e foi à janela e vi a Lua cheia e grávida plena de Amor e ali estava ela toda cheia rodeada de nuvens e o dia quase mesmo a nascer, nasceu hoje como nasce em certos dias, o primeiro sol, a sua luz com a lua ainda presente no mesmo horizonte do ceu, é uma espécie de casamento entre os dois quando assim acontece, e a olhei e maravilhado fiquei a olhá-la e vi um sinal, dois risquinhos em vaso deitado que sobre ela as nuvens para o meu olhar tinham desenhado, depois sai à rua e fui ver, o nascer do dia , que lindo estava em tons nítidos e claros de lápis exilis e laranjas que prenunciavam o quente da luz, que já vai fazendo frio nesta altura do ano

A h bela me nina de m eu coração, h oje ac o r dei de madruga d a q u ase ao n as ce r do dia, as s im a Alma do Amo r me ch am o u e f o i à j ane l a e vi a L ua che ia e g r ávi d a p l e na de Amo r e ali es t av a e la t o d a che ia ro dea d a de n u v en s e o dia q u ase me s mo a n es ce r, n as c e u h oje co mo n as ce em certo s di as, o pr i me i ro sol, a s ua l u z com a l ua a inda pr es net e no me s mo h ori zo n te do ce y, é uma es pe cie de c asa men te en t r e o s do is q ua n do as s m acontece, e a o l he i e mar avi l a h d o f i q eu i a o l h á inglesa la e vi um sin al, do is r is q u in h os em v a s o de ita d o q ue s o br e e la as n u v en s para o m eu o l h ar t in ham de s en h ad o, d ep o is sai à rua e f u i v e ro n as ce r do d ia , q ue li n d o es t av a em t on s ni t id os e c l ar os de l a pi s ex i li s e lar n j as q ue pr e n uni cia v am o q eu n te da l u z, q ue j á v a i f a zen d o fr io ne s ta al t ur a do a no

Ah bela menina, recordo eu uma noite, uma noite há muitas, muitas, luas atrás, que foi a única em que vos vi, estava eu de coração rachado, no final de um amor com uma mulher, embalado por dois meus amigos que me acompanhavam, um de repente desapareceu na pista e depois quando voltou, trazia a menina a seu lado, algo em mim me fez voltar nesse momento o corpo e o olhar e assim a vi, talvez a uns quinze metros, vinha toda vestida de negro como provavelmente eu estaria, e nossos olhares se olharam fundo fundo e se sustiveram num doce mutuo sorriso e sorrir, e enquanto caminhou até mim, assim se mantiveram, um no outro como um berço, e a menina chegou e nos beijamos nos lábios, assim era o que o coração nos tinha um ao outro desvelado, quando os olhares se encontraram, depois demos as mãos, num instante que me pareceu um instante, sem palavras audíveis, que o que se passava era demais sagrado e único e estava para além delas, depois a menina partiu, recordo-me de meu amigo a meu lado, ter ficado com uma expressão intrigada, como que se perguntando o que era aquilo, que ali se teria passado, e nunca mais a vi, ou melhor passado pouco tempo, dei-me conta que a menina entrara numa serie de televisão, e até uma parte de mim então pensou, terá sido aquilo uma espécie de casting, alguém daqueles que sabem que eu sei ver as estrelas estaria por pé e o vira, assim ficou meu coração, agora me apareceu em imagem, parece que passou no entretanto muitos anos, e que terá crescido como acontece a todos os seres, pela foto não dá assim para ver, a memória que trago de si, há mais de uma década seria, é que a menina já era grande, creio mesmo que maior do que eu, assim em corpo, e não me passou pela cabeça perguntar-lhe a idade, alias não se ouviram mesmo nenhuma palavra nesse breve e único e magico encontro, depois de a lua me ter mostrado o que me mostrou, a olhei de novo e vi então que três astros como perfeitos círculos se alinhavam subindo verticalmente de si, do maior ao mais pequeno e que o primeiro que em si está, trazia o mesmo sinal da lua, olho-a com mais atenção, e vejo, um dedo com quatro pontos de um quadrado, e o que me aprecem ser duas tríades em outros dois, perfazendo a nómada, no fundo dos pequenos quadradinhos de cor lápis lazuli, observo-a depois sentada, no mapa do mundo onde portugal está de pernas para o ar, e está a bela menina sentada entre um isto e uma ilha, e me recordo do poema de portugal no zero de audiência, em que o braço e a face e o rosto feminino interpretado o dizer do pessoa, mostrando no mapa mundo a jeito de sua ilustração , olho outra vez, as estrelinhas, não é uma nómada , mas sim doze , o circulo completo que terá então deitado e invertido em queluz a Portugal, no episódio do bairro alto e do castelo de s jorge, sua mão me diz ainda o circulo do meio de três da bota negra de cano alto, ah menina, continuais bela e bela, e é sempre um prazer ver-vos e ler vosso amor, tambem eu assim vos trago a vós, quem dera, nosso olhar de novo se encontrasse, assim fica o desejo e o voto em meu coração

Ama or ac mpa n h av am, pr ova v e le mn te co raçao isn t ante, au di v e is, demi s, d ep pi s f ica dao pe r g un t ad no ma si tele visao, es pe cie de ca s t ing co ra çao, de c ad a am e ni na pe r g un at r inglês l he a en tao q ue t r es as c t ro s cir c u l os v e r tic am en te pe q uno pr i me rio o l h ao inglesa a com ma si t ria s d es no m ad a, q ua dr ad a d in h os l a pi s au di en cia, f e me nino i lu s t ra çao , e t s r e k linhas, no m ad a , ive r t id o q eu l u z e pi sódio ba i ro r ca t elo din d a be le, t r g ao cora çao

Ou na versão mais extensa

A h be la me nina record o eu uma no it e, uma no i te há mu it as, mu it as, l ua s at rá s, q ue f o i a única em q ue vo s vi, es t av a eu de co ra ção rac h ad o, no f ina l de u ma ama or com uma mul her, em bala d o por do is me us ami g os q ue me ac mpa n h av am, um de r ep ente d esa par e ceu na pi s ta e de po is q ua n d o vo l ot u de la t ra z ia a me nina a s eu l ad o, al g o em mim me fez vo l t ar ne s se mo men to o corp o e o o l h ar e as s im a vi, t al v e z a un s q u in ze met ro s, vinha t o d a v es t id a de ne g ro co mo pr ova v e l e mn te eu es t ar ia, e n ossos o l h ar es se ol h ar am f un d o f un do e se s us t ive ram n um do ce mu t u o s o rr i s o e s o rr i r, e ena q un t o ca minho u at é mim, as s im se man t ive ram, um no o u t ro co mo um be rça, e a me nina che g o u e no s bei j am os nos l áb i os, as s im e ra o q ue o co ra çao no s tinha um ao o u t ro d es v e l a d o, q ua n d o os o l h ar es se en c on t ra ram, d ep o is demo s as mao, n um ins t ante q ue me par e ce u um isn t ante, se m pal a v ra s au di v e is, q ue o q u e se passa v a e ra demi s sa g ra d o e único e es t av a para a l ém de la s, de p p is a me nina par t i u, recordo inglês me de meu ami g o a m eu l ad o, ter f ica dao com uma ex press ão in t riga d a, co mo q ue se pe r g un t a d n o o q ue e ra aq u i lo, q ue ali se te r ia passa d o, e n un ca ma si a vi, ou me l h or passa d o po u co te mp o, de i ingles me c on t a q ue a me nina en t ra r a n uma se r i e de tele visao, e at é uma pa rte de mim en t ão p en s o u, te rá sid o a q u i l o uma es pe cie de ca s t ing, al g u é m da q eu l es q ue sabe m q ue eu se i v e r a s es t r e la s es t aria por pé e o v ira, as s im f i co u me u co ra çao, a g ra me ap ar e ce u em image m, par e ce q ue passo u no en t r eta n to mu it os anos, e q ue te rá c r es cid o co mo acontece a t o d os o s se r es, pe l a f oto n ão d á as s im para v e r a me mória q ue t ra g o de si, h á ma is de uma d eca d a se r ia, é que a am e nina j á e ra g rande, c rei o me s mo q ue maio r do q ue eu, as s im em corp o, e n ão me passo u pe l a cab e ça pe r g un at r inglês l he a i d ad e , ali as n ão se o u vi ram me s mo n en h uma pal av ra ne s se br eve e único e magico en c on t ro , d ep o is de a l ua me ter mo s t ra d oo q ue me mo s t ro u, a o l hei de n ovo e vi en tao q ue t r es as c t ro s co mo pe r f e it os cir c u l os se ali n h av am s u b in d o v e r tic am en te de si, do maio r a o ma is pe q uno e q ue o pr i me rio q ue em si es t á, t ra z ia o me s mo sin al da l ua, o l h ao inglesa a com ma si at en ção, e v e jo, um d ed o com q ua t ro p on t os de um q ua dr ad o, e o que me ap r e ce m se r du as t ria s d es em o u t ro s do is, pe r fazendo a no mad a, no f un d o do s pe q eu no s q ua dr ad a din h os de cor l a pi s l a z u li, ob servo inglesa a d ep o is s en t ad a, no m ap a do mundo onda portugal es t á de pe r na s para o ar, e es t á a be la me nina s en t ad a en t re um is to e uma ilha, e me record o do po e ma de port u gal no z ero de au di en cia, em q ue o br a ç o e a face e o ro s to f e menino in te r p r eta d oo di ze r do pe ss o a, mo s t r a n do no m ap a mundo a je it o de s ua i lu s t ra çao , o l h o o ut ra v e z, as e ts r e k linhas , n ão é uma no m ad a , mas si m do ze , o cir c u l o co mp l e t o q ue te rá en tão de ita d o e ive r t id o em q eu l u z a Port u gal, no ep i so di o do a ba i ro r al t o e do cat elo de s jorge, s ua mao me din d a o cir c u l o do mei o de t r ês da b ota ne g ra de c ano al t o, a h me nina, c onti nu a is be la e be le, e é se mp re um pr az e r v e r inglês vo s e l e r v osso amo r, tam b em eu as s im vo s t r g ao a vó s, q eu m de ra, no s s oo l h ar de n ovo se en c on t ra s se, as s im f ica o de se jo e o v oto em m eu co ra çao





Pequenos anúncios classificados

Pe q un os a n un cio as c l a s si f ica d os

Hoje de manhã descendo a rua do costa, me cheirou a cachimbo, que belo cheirinho, depois ao subir a roupa lavada, no entretanto, um nino ni passou, o talho abrira

H oje de man h ~~ a d es c en do a rua do costa, me che i ro u a c ac hi m bo, q ue b elo che i r in h o, d ep o is ao s ub i r a ro up a l av ad a, no en t rata n to, um ni no ni passo u, o t al h o ab r ira


Eu sou a maior das vampiras, quem me perguntava eu para mim mesmo ao ouvir este dizer no espírito, a bruni, sobre quem estava escrevendo quando saíra, depois desci, a vaquinha que ri, me lembrou a bela menina ao espelho no toucador, depois ao lado de novo o cartaz, feio e estranho dos coelinhos com laços diablos a preto e branco, a bela soraya ao lado, ontem na estação de gasolina a menina estava na capa de uma revista, a soraya ao lado , de repente me perguntei, será a mesma, estranho oleia-a ao perto e vi que a sobrancelha continua pelo cabelo, como se a sobrancelha fosse um cabelo, ou seja algo para cobrir, uma peruca, uma id falsa, que belos seis seio tem a rapariga dentro de sua mao, qual delas então a vampira ou ainda uma referencia ao antero,

Eu s o ua maio r d as v a m pi ra s, q eu m me ep r g un at v a eu para mim me s mo ao o u vi r este di ze r no es pei r to, a br uni, s o br e q eu m es t av a es c r eve n do q ua n do as ira, d ep o is d es c i,a v a q u in h a q ue r i, me l em b r o u a be la me nina ao es pe l h o no oto u ca dor, d ep o is ao l ad o de n ovo o ca r t az, f e io e es t ra n h o do s c oe li n h os com l aç os dia b l os a pr e to e br anco, a e v bela s o ra y a ao l ad o, on te m na es t çao de g az o lina a me ni a es t av a na c ap a de u ma r e vi s ta, a s o ra ua ao l ad o , de r ep em te me ep r g un tei, se rá am es ma, es t r ano o l he ia inglesa ao ap e r to e vi q ue a ss o m br na ce l h a conti n ua pe l o ca belo, co mo se a s ob ra n ce l h a f os se um ca belo, o u se j a al g o para co br i r, u ma pe r u c a, uma id f al sa, q ue be l os se is sei o te m a ra pa riga den t ro de s ua mao, q u al de l as en tao a v am pi ra ou a inda u ma r efe r en cia ao ant ero,

A carrinha do padeiro assim rezava, a famosa padaria da venda dos famoso pães, antero ferreira , da faculdade

A ca rr in h a do pa de i ro as s im r e za v a, a f am o sa pa da r ia da v en d a do s f am oso pa es, ant e ro f e r rei ra , da f ac uk l dad e

A carrinha amarela de caixa aberta é skoda, trazia lá dentro chocolates de amor do natal, obrigado, dizem meus olhos ao vê-los, depois

A ca rr in h am ar e la de ca ix a ab e rta é s koda, t ra z ia l á den t ro ch o c l at es de mao r do na t al, ob riga d o , di ze m me us o l h os ao v ê inglês l os, d ep o is

Universal e a tá ko


O caddy vermelho do chicco, ch e cc circulo colete invertido vermelho, do algarve, me subiu na imagem a memória do afogamento do filho e do pai que o ia salvar nas aguas do algarve, depois li é o vaso invertido, a imagem dos vampiros, que me levou a ouvir, eu sou o primeiro dos vampiros veio dale , a criança que está na imagem de pernas para o ar, trás em seu cabelo doirado uma popa, uma popa como o tintim, hoje no jornal uma as letras da helena assim ordenavam, pantagruel, Tintin no congo, apito doirado, monte carlo tour d árgent, o pobre cação, ex libris da pulsão erótica, o quarto numero cinco do bordel, o animal da dupla natureza, o paradoxo, da pulsão aristocrática, jacobino, espera maridos, papo de anjo, barriga da freira, Deus nosso Senhor, bento xvi, orelhas de abade dos jesuítas, west coast, o jardim do agora, o abade de priscos, o padre piedade no primeiro pudim, e muitos un s de priscos os pecados da gula doa abades que iam sendo paulatinamente substituídos por controlos de saúde, o colesterol e por ai fora

O ca d dy v e r me l h o do ch i cc o, ch e cc cir c u l o col e te in v e r t di o v e r me l h o, do al g ar v e, me s ub o u na i mage m a me mó r ia do a f o g am en to do fil h o e do pai q ue o ia sal v ar na s a g ua s do al g ar v e, d ep o is li é o v a s o in v e r t id o, a i mage m dos v am piros, q ue me l evo u a o u vi r, eu s o u o pr e i me i ro dos v am piros v e io da le , a c r ian ça q ue es t á na i mage m de pe rna s para o ar, t rá s em s eu ca belo d o ira d o uma p opa, u ma po pa co mo o t in tim, h oje no jo r n al u ma as l e t ra s da he lena as s im o r dena v am, pan t a g r eu l, t in t in no congo, apit o d o ira d o, mo n te carlo to ur d á r g en t, o p ob r e cação, e x li br is da p u l são ero tic a, o q ua r to nu m ero c in co do bo r d el, o anim al da d up la na t ur e za, o para do x um, da p u l são a r is to c rá t i c a, j ac o b ino, es pera mar id os, pap o de na j o, bar riga da fr e i ra, De us n osso S en h o r, bem t o x vi, o r e l h as de ab ad e dos je s u i t as, we s t co a st, o j ar dim do agora, o ab ad e de pr isco s, o pa dr e pi e dad e no pr i me rio p u dim, e mu it os un s de pr isco s os pe c ad os da gula d o a ab ad es q ue iam s en d o p au l at ina men te s ub s t it u id os por co n t rolo s de s au de, o cole s t ro l e por a i f o ra


Bizarros,

A espada está sobre o seiko velatura do kino, kinetic, direct drive, a capa da serpente do cinema, cai a moeda de um euro, com o numero para cima, o homem da renascença em para o chão virado, o homem italiano ou em Itália, ao lado do sapato como nome é atlanta 40101-20 do euro sessenta e cinco, virgula cinquenta, estrela do circulo da atlanta é nome da produtora do paulo, kino , kapa e no da di rato do circulo da cruz dr ive, a velatura, o processo que permite a fixação, a norte, serpente ee ko, o homem do barco que controla os cabos da vela, a vela cruz do ur primeiro, um casal ao fundo desfocado, fora da profundidade de campo, a pá da gina, do gato ina, kinetic kapa do ine da ne do tic

A e spa d a es t á s o br e o se i ko v e l at ur a do k ino, k ine tic, di r e ct dr ive, a c ap a da se r p en te do c ine ma, ca ia m oe d a de um e u r o, com o n um ero para c i ma, o homem da rena s n c en ça em para o ch ao v ira do, o h oe mm italiano ou em itália, ao l ad o do sa pato co mo no me é at l anta 40101-20 do euro se s en ta e c in co, v i r gula c in q eu n ta, estrela do cir c u l o da al t l anta é no me da pr o d ut o ra do p au lo, k ino , kapa e no da di rato do cir c u l o da c r u z dr ive, a vela t ur a, o pr e o ce s s o q ue pe r mit e a f ix a çao, a no r te, se rp en te ee ko, o homem do bar co q ue co n t rola os c ab os da v e la, a v e l a c r u z do ur pr i me i ro, um ca sal ao f un d o d es f o c ad o, f o ra da pr o f un d ida d e de ca mp o, a pá da g ina, do g at o i na, k ine tic kapa do ine da ne do tic

A espada corta o me ao lado do relógio, evidenciando somente o M , em letras que vulgarmente se dizem ratadas, assim o interior da primeira perna do M de Maria, desenha o nariz, o nariz da mascara do diabo, ao lado, o livro da banda desenhada de crepax e stevenson, , doctor jekyll et mister hyde, por baixo do livro a revista da nossa selecção com a menina da disney, a baby sitter, assim reza o titulo, e a foto da bela menina me relembra o que nela, a foto da capa vi, num pedacinho de seu ventre são visíveis umas marcas negras, o que fora estranho é que trago em mim a sensação que as marcas pretas , só dei com elas algum tempo, que não sei precisar, depois da primeira vez que li a revista, ou seja , quando dei por elas, me disse, que estranho pormenor, que nele não tinha reparada, as marcas, foram colocadas graficamente, mas parecem, indicar, assim foi o sentido que lhes vi, pisaduras, nódoas negras, o u seja o homem do west coast, o abado , o jardim do agora, o padre piedade, o jacobino, o jesuíta, será o homem da mascara do diabo, o da velatura do kino, e será o doutor j e c k 11 e m is rato da teresa homem do y de, o que pisou a rapariga da disney,


A e spa d a co rta o me ao l ad o do r elo gi o, e vi den cia n d o s o men te o M , em l e t ra s q ue v u l g am en te se di ze m rata d as, as s im o in te rio r da pr i me i ra pe rna do M de Mar ia, de s en h a o na r iz, o n ar i z da mas cara do diabo, ao l ad o, o li v ro da ban d a de s en h ad a de c r ep a x e s te v en son, , doc tor je k y ll et m is ter h y de, por ba ix o do li v ro a r e c ista da no s sa se l e c ção com a me nina da di s ney, a be b y si tt e r, as s im r e za o t it u l o, e a f oto da be l a me nina me r e l em b ra o q ue ne l a, a f oto da c ap a vi, n um peda ç i n b h o de s eu v en t r e são v isi v e is u ma s ma rca s ne g ra s, o q ue f o ra est ra n h o é q ue t ra g o em mim a s en sa ção q ue as ma rca s pr eta s , s ó de i com e la s al gum te mp o, q ue n ão se i pr e c isa r, d ep o is da pr i me i ra v e z q ue li a r e v ista, o u s e j a , q ua n d o dei por e la s , me di s se, q ue es t ra n h o p o m en o r, q ue ne l e n ão t in h a r epa r ad a, as ma rca s, f o ram colo c ad as g raf ica mente, ma s par e ce m, indica r, as s im f o i o s en t id o q ue l h es vi, p isa d ur as, no d as ne g ra s, o u seja o homem do we s t co as, o ab ad o , o jardim do agora, o p ad r e pi e dad e, o j ac o bino, o je s u i ta, se rá o h oe m da m as cara do diabo, o da vela t ur a do k ino, e se rá o do u tor j e c k 11 e m is ra tt o da teresa homem do y de, o q ue pi s o u a ra pa riga da di s ney,

Ao titulo do jornal do outro jornal era, sarkozy e bruni não e sat v am na di s ney l ân d ia s ó para ver o mic k e y, o rato das orelhas grandes, o josé e a história do setimo selo, o muro debaixo das aguas frias no polo, com o abade dos jesuítas, provavelmente o que se foi recentemente, numa foto em frente ao marques de pombal,, seria então o home duplo, da dupla personalidade, west coast relaciona ao bidarra, ao icep, a teresa, ao fotografo inglês, que fez a campanha fotográfica, pela descrição das letras a um dos antigos administradores do icep, o que é editor e que parece um frade, o que encontrei uma noite num lançamento de um livro ao pé do rio, aonde estava a rita ferro, que teve uma espécie de chelique estranho quando lhe falei de como nos conhecêramos por intermédio da margarida, e curiosamente como sempre é a concidencia e o propósito nele encerrado, hoje , esta noite ali estava ela a falar na rádio numa entrevista com o campos rosado, numa estranha conversa antiga que muito bem conheço, que quase poderia chamar da queixa nas das almas censuradas, mas das senhoras que parecem não entender os homens e acham que deverão ser eles a procurar a sua identidade, como se as senhoras, a tivessem, por garantia por defeito

A o t it u l o do jo r n al do o u t ro jo r na l e ra, sat k oz y e br uni n ão e sat v am na di s ney l ân d ia s ó para v e ro mic k e y, o r a to das o r e l h as g rand es, o josé e a h is t ó r ia do se tim o se l o, o m ur o de ba ix o das g ua fr ia s no po l o, com o ab ad e do s je s u it as, pr ova v el mente o q ue se f o i r e c en te mente, n uma f oto em fr ente ao mar q u es de p o m bal,, se r ia en tão o h o me d up l o, da d up la pe r s o na li dad e, w es y co as t r e la cio na ao bi da r ra, ao ice p, a teresa, ao f ot g raf o in g l es, q ue fez a cam pan h a f oto g raf i ca, pe l a d es c r i çao da s l e t ra s a um dos ant i g os ad min s t ra d o r es do ice p, o q ue é edi tor e q ue par e ce um fr ad e, o q ue en co n t rei uma no ite n um l an ça men to de um li v ro ao pé d o rio, a onde es t av aa rita fe r ro, q ue teve u ma es pe cie de che li q ue es t ra n h o q ua n d o l he f a lei de co mo no s co n he ce ramo s por in ter mé di o da m ar g a rid a, e c ur is o sa mente co mo se mp r e é a co n cid en cia e o pr o p os it o ne l e en ce r r a d o, h oje , es t a no ite ali es t av a e l aa f al ar na rá di o n uma en t r e v ista com o ca m p o s rosado, n uma e ts ra n h a co n v e r sa ant i g a q ue mu i t o bem co n he ç o, q ue q u ase p ode r ia ch am ra da q eu ix a na s das al ma s c en s ur ad as, ma s das s en h o ra s q ue par e ce m n ão en tender os homens e ac ham q ue d eve rão ser e l es a pr o cura ra s ua id en tid ad e, co mo se as s en h o ra s, a t ive s se m, por g ar na tia por d efe i to

A rapariga terá sido pisada, a rapariga era tambem a namorada do rapaz que foi morto no aparente acidente, que não o foi, pois tudo o que na altura do acidente e depois se passou, inclusive a morte de um dos outros passageiros, assim o disse

A ra pa riga te rá sid o p isa d a, a ra pa riga e ra tam b em a namora d a do ra p az q ue f o i mor to no ap ar ente ac i dente, q ue n ão o f o i, po is t u d oo q ue na al t ur a do ac i dente e d ep o is se passo u, inc lu s ive a mor e t de um do s o u t ro s passa geiro s, as s im o di s se

Abro de novo a revista e leio, a pocahontas, olhos rasgados da india apaixonada pelo capitão john smith, médico de família , a serie onde começara, o médico do francisco, somos la resistance, a kim possible, boneca virtual em espanha, sexy, tops dread, em frança os apresentadores foram substituídos por personagens do rei leão, timom e puma, um suricate da pradaria e um javali, depois marco antónio em a brincar a brincar na rtp 1 , duarte gomes as pistas da blue na dois, e com o francisco garcia, a dupla da apresentação do disney kids na sic, diz a bela rapariga, que imitavam os pequenos póneis, e que hoje os apresentadores imitam os pokemons,

Ab ro de n ovo a r e v ista e lei o, a p oca h on t as, o l h os ra g ad os da india ap a ix o n ad a pe l o ca pi tão jo h n s m it h, mé d i co de f ami l ia , a se r i e onde co me ç a ra, o mé di co do fr na cisco, s omo s l a r es is t na ce, a kim p os sible, bo ne ca vi r t ua l em es pan h a, se x y, t o ps dr e ad, em f ar n ça os ap r es net ad o r es f o r ma s u b s t it u id os por pe r s o na g en s do rei leão, tim o m e p u m ba, um s ur i cat e da pr ad aria e um j av a li, d ep o is mar co na t ó ni o em aa br on c a r a br inca r na rtp 1 , du arte g o m es as pi s t as da b l ue na do is, e com o fr na s cisco g ar cia, a d up l a da ap r es net a ç ao do di s ney k i d s na s u ca, di z a be l a ra pa riga, q ue i mit ave m os pe q eu no s p one is, e q ue h oje os ap r es neta d o r es im ni tam os p ok e mo n s,

Define-se como maria rapaz, sempre eu gostei das marias rapazes, ainda ontem de madrugada nisso pensava , que era um forma de ter as meninas por perto nos tempos de meninice, o que era sempre mais agradável, e eram as meninas rapazes, ou seja, aquelas que eram mais parecidas com os rapazes, que faziam as mesmas brincadeira e jogavam os mesmos jogos, e que por essa natureza se integravam e integravam os grupos de rapazes, carolina gosta de praia e do mat, passar o dia a apanhar sol , como bela lagartinha que é, que jogou volei dançou, e hoje fica-se pelo ginásio e que já tem uma entrada na wikipédia, trás belas letra o artigo, fica no ar o perfume de uma família de mulheres, onde corre e vivifica o amor, um amor fácil, e quente como ele deve sempre ser, é muito bela a carolina e em mim a intuição que alguém a terá pisado e lhe feito mal

D e f ine inglesa se co mo mar ia ra p az, se mp r e eu g os tei da s mar ia s ra pa ze s, a inda on te m de madruga d a ni s s o p en s av a , q ue e ra um f o r ma de ter as me nina s por pe r to no s te mp os de me ni nice, o q ue e ra se mp r e ma si a g ar ad ave, e e ram as m eni as ra p az es, o u seja, a q eu l as q ue e ram ma si par e cida s com os ra pa ze s, q ue f az i ma as me s ma s br inca de ira e jo g av am os me s mo s jo g os, e q ue por es sa na t ur e za se in te r g rav a m e in te g ra v am os g r up os de ra pa ze s, carol ina g os ta de pa r ia e do mat, passa ro d ia a ap na h ar sol , co mo be l a l a g ar t in h a q ue é, q ue jo g o u vo lei dan ç o u, e h oje f ica inglesa se pe l o g iná si o e q ue j é te m uma en t ra da na w i k ipé d ia, t rá s be l as l e t ra o ar t i g o, f ica no ar o pe r f u me de uma f ami l ai de mul h e r es, onda co rr ee vi v f ica o ama or, um amo r f ac i l, e q eu n te co mo e l e d eve se mp r e se r, é mu it o be l aa carol ina e em mim a in t u i ção q ue al g eu m a te rá p isa d o e l he f e it o m al


Estava a revista que a trazia dormindo ao lado do meu pequeno colchão neste estúdio que parece a pipa de diogenes, dormiu a meu lado a revista durante uns largos tempos, no mesmo tempo em que outras ali se deitaram, o comes, que já foi aqui narrado na história, uma revista dessa de moda, creio que uma máxima que encontrara no lixo aqui no larga da casa quando encontrei a factura do friday project, e que deveriam ser ambas da vizinha de cima, abria a máxima ou lá o que é e me apareceu um artigo do pedro rolo duarte, com um asterisco, fora o que ficar a reverbar em mim, pois um asterisco me tinha aparecido em dia anterior em minha própria escrita, fazem suas letras o perfil de um dos seus amigos, le-se o artigo inteiro, sem saber a quem se refere, o asterisco é a ligação, a referencia o nome, o miguel esteves cardoso

É muito bonita a menina carolina, tem dois dentinhos de coelinho que lhe dao um ar rápido, uns lábios que são perfeitas asas e um olhar muito focado percebe-se que tem uma bela estrutura óssea, eh e he he, não me leve a mal, é só uma expressão antiga que cunhei a partir de uma outra mais bruta e feia, que fala de chassis e que recentemente voltou de novo a aparecer


Est av aa r e v ista q ue a t ra z ia do r min d o ao l ad o do m eu pe q eu no co l ch ao ne s te es t u di o q ue par e ce a pipa de di o g ene s, do r mi u a m eu l ad o a r e v ista duran te un s l argo s te mp os, no me s mo te mp o em q ue o u t ra s ali se de it ar am, o co mes, q ue j á f o i a q u i n ar ra do na h is t ó r ia, u ma r e v ista de s sa de moda, c rei o q ue uma máxima q ue en c on t r a ra no l ix o a q u i no l ar g a da c asa q ua n d o en co n t rei a f ac t ur a do fr i day pr o ject, e q ue d eve r iam se r am ba s da v i zi n h a de c i ma, ab r ia a am xi ma o u l á o q ue é e me ap ar c eu um ar t i g o do pe d ro rolo du arte, com um as te r isco, f o ra o q ue f ica ra r eve r bar em mim, po i s um arte r isco me tinha ap ar e cid o em d ia ant e rio r em min h a pr o pr ia es c rita, f az em s ua s l e t ra s o pe r fil de um dos se us ami g os, le inglesa se o ar i g o in te i ro, se m sabe ra q eu m se r efe r e, o ar te r isco é a li g aç ao, o r efe r en cia o no me, o mi g u el es t eve s c ar d o s o

É mu it o b oni t aa m eni na carol ina, te m do is den t in h os de c oe li n h o q ue l he dao um ar rá pi d o, un s l a bi s q ue são pe r f e it as a sas e um ilha r mu it o foca d o pe r cebe inglesa se q ue te m uma be l a es t r ut ur a os sea, e h e h e h e


Menina petra, que bonita é e que bela explicação de seu nome, a pedra e a flor, da pedra nasce a flor, e escreveu um livro que eu ainda não li e que gostava muito de ler, pois percebi que é sua visão da perda e do tsunami, estava menina em roupa anterior que sugeria o gelo na anca ou na vesica, por correlação com quem estava ao lado na outra página do mesmo jornal, seria então esse o se dizer, mas estas palavras, estou agora a escreve-las sem o jornal a frente e sem mais notas, por isso assim terá que ficar para já, desejo-lhe um bom natal, é de facto um anjo assim se vê em sua alma, como o artigo citava, a canção de blunt, também eu o subscrevo, um anjo que não estava a passar, mas está habitando em meu coração

se eu percebi as entrelinhas, as tais fotos do grande swing estão na net

E para não dizerem coisa e tal que eu só amo meninas e coisa e tal, aqui vai um beijo casto, que o rapaz tem barba e tudo, e é belo, e hoje estava a tocar violino na capa do jornal, dizendo que não gostava que fizessem pouco das suas gentes, espero que a área de violino não fosse essa mas a outra, amado quaresma, aqui te deixo um desejo e um voto de belíssimas eficazes trivelas, e te digo um segredo de a transformar em vela quadrado depois de chutar, sopra-lhes, assim as farás quadrado perfeito a caminho das balizas

Ainda o balanço não está terminado

Aos Amantes Bom Ano Novo, Aos que vão como maus, que se curem , que se cuidam, ou desaparecem assim no ar, três pancadas, trús, trús, trús, que se vos enfie o capuz!!!!


xoouy, x no duplo circulo do vaso do y