quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Canção da india com homem que mora aqui por detrás da casa dos olivais, nas moradias e que tem dois peluches no tablier do seu carro.

Pavilhão desportivo ou escola, ou escola com pav.desportivo

Ur do porto universidade

Na mouzinho de albuquerque

Existe uma ligação com o porto, rui rio estava em aveiras na manha do milagre, de fevereiro, tambem lá passaram outros conhecidos, parecia um encontro marcado sem o ser, ou uma passagem a ver qualquer coisa, eu, e o que fazia

Ah senhora minha musa, encontrei-vos numa revista a olhar para mim com ar meio triste e desconfiado. No momento em que a vi em foto, lembrei-me de si, reconheci-a, num encontro, que foi mais uma batalha campal em terras de frança, aqui, recordo um só brevíssimo instante em que se virou muito rápido para mim, sentada nas filas de baixo, e de novo voltou sua face e me recordo naquele instante da beleza daquele rapidíssimo olhar que me deitou e que me encheu de calor, com o amor de outras belas mulheres que se encontravam também na sala.

Hoje de manha, em frente à casa de meus pais nos olivais, mais precisamente num banco de autocarro que fica defronte a Igreja dos olivais, estava sentado, acendi um cigarro e descansava meus pés de longa caminhar pela noite em seus braços, nos braços do amor, na fachada da igreja, uma faixa com um bela fotografia da Mãe de Jesus com ele ao colo, mão em cunha como que o mostra à nós todos e diz, aqui está meu filho, o Jesus, o que vos dará conforto e descanso ao virem a Ele.

E quando estou nisto, reparo numa pedra de calçada que está na borda do passeio e que pela minha posição fazia uma linha que apontava à Nossa Senhora e de repernte me dou conta da pergunta, uma pedra na mãe de Jesus, uma pedra atirada ao menino Jesus? E quando realizo que é este o sentido, olho para trás de mim e nas faixas pintadas no vidro da paragem onde tenho as costas encostadas, leio, cemusa, Musa europeia, a minha musa, a Senhora e pergunto então, quem o fez, olhei à esquerda o chão e vejo uma capa de telemóvel, prateada, amachucada e levanto-me para aproximar e ler.

Vodafone, de novo o mesmo homem, que me apareceu em diversas ocasiões no meio deste tempo todo, um homem que de certa forma se parece com outro que me faz guerra, o Pedro Curto. Desatei a chorar, quando percebi que lhe tinham enviado uma pedra a si, Senhora e depois chorou o céu e depois apareceu um arco Íris no céu, todo inteiro, o arco, embora não lhe pudesse ver as extremidades, pois os prédios tapavam.

Pouco antes um cartão vermelho da vodafone rasgado e uma um jornal com uma noticia relativa ao Saramago. Memórias da sua infância no seu novo livro, o mesmo que aparecia num outro jornal na véspera, no meio de uma igreja, rodeado de muitos e dizendo que ainda gostaria de escrever um ou dois livros.

vodafone, o telefone do seis vermelho, o saramago? parece ser este o sentido que mais sentido faz.

E quando estou nisto, para um autocarro, sai de lá senhora condutora que se dirige à caixa de lixo, no poste que estava à direita à minha frente para deitar nele qualquer coisa, cumprimentamo-nos com o olhar em forma discreta, quase silencioso bons dias naquela hora ainda deserta de pessoas e quase de som, não fosse o cantar dos meus irmãos e seus irmãos e nossos irmão pássaros.

Quando o autocarro arrancou, levanto-me e vejo lá um bilhete tipo senha de espera que pela chuva ficou colado na bardina do caixote. Tem um numero 434, ao lado dez traçinhos, mais uma potência de dez, como as contas das desgraças geralmente me apareçem ao olhar.

Que conta falávamos?

Na paragem a parede esquerda tem dois cartazes, o de dentro da sacoor, um anuncio com uma casal de jovens e do lado de fora um cartaz que dá pelo nome de verdade e consequência. Por cima tem o presidente da Coreia do norte no que parece ser uma exibição militar, seu braço estendido saúda quem passa e que não vemos.

Olhando ao perto, nos seus óculos, os reflexos de suas mãos fazem uma silhueta de duas cabeças de um reptil, que parece cobras, uma mão estendida, duas cabeça de cobra com boca aberta a morder. Duas cabeças de cobra. No que parece ser um palanque do desfile outras personagens, um senhor que me parece militar francês pelo seu chapéu, tem cinco bolas brancas em v debaixo de um outro símbolo que não consigo identificar. A seu lado um outro senhor, coreano, ou chinês cuja cara não reconheço, olha o baixo, a seu lado o presidente da coreia com um botão com um normal botão de quatro furos.

Na véspera encontrei um papel no chão com contas e na suas costas manuscrito, dizia cruza os pares com os impares e aquele dizer, com aquelas contas que falava da verificação de contas e series, ficou-me na cabeça, que pares, que impares, e ali me veio de novo à mente e perguntei-me , que pares e que impares e pareceu-me ser os das bolinhas que são comuns às duas fotografias. Na debaixo, Condolezza Rice de mão direita erguida em posição de jurar misturada com saudação. Sua Face, expressa preocupação, tristeza e a sua habitual firmeza e força, que a Senhora, muita a tem.

Olha de baixo, sua cara está como que ligeiramente inclinada para abaixo e olho com o olhar apara cima, as suas pupilas encostam à parte superior dos olhos, desenhando duas luas em quarto minguante como a que hoje estava no céu.

No seu colar de pérolas, Ah Senhora, o colar das pérolas que faço a minha amada, palavras escritas em recente dia, tem dez pérolas visíveis à volta de seu pescoço sendo uma tapada por uma que não conto pois não está nela, mas é formada pelo botão do microfone que tapa uma delas mas que sabemos lá estar pois é visível em parte na fiada regular.

Do lado esquerdo, quem vê a foto, seu lado direito , o que parece ser um braço apresenta sobre um objecto que não se percebe bem, mas parece ser um copo com uma armação em ouro com uma quadrícula em aberto, com as que se usava nos copos antigos, uma outra fiada de pérolas, conto cinco. Por detrás dela em segundo plano, o embaixador John Bolton.

Temos assim na foto de cima respectivamente cinco no chapéu, quatro no uniforme

E em baixo à direita cinco e dez no colar que fica à esquerda. Se cruzar o cinco da direita alta com o dez da esquerda baixa, obtemos, 15 que me diz, unidade e estrela e que somados dá seis.

Em cima à esquerda tenho, quatro e em baixo à direita tenho o cinco. Cruzando os pontos, cruzo os pares com os impares, ou seja o dizer encaixa naturalmente na foto.

Obtenho mais uma estrela, o senhor francês e a década ou nómada, a unidade e o zero, a unidade e o todo.

Condolleza Rice tem ainda mais duas pérolas nos brincos o que dá somando as do colar, doze, que continua a ser um numero par e leio a unidade e a divisão, o um e o dois.

Somando com base no doze obtenho, 17, um mais o numero de Deus, ou oiro, oito representação do infinito. Somando o cinco e o quatro que corresponde a outra linha cruzada, obtenho o nove, o número da humanidade.

Estes números, o oito, e o nove, dão a chave de leitura, o infinito da continuidade, a continuidade da humanidade.

Estes números estão relacionados com os que apareceram no armazém cais, do grupo de bebida de Budapeste. Onde se encontram as arvores, a unidade já sem folhas e a nove quase murcha no meio das outras que fazem uma fiada por dentro do armazém.

Ao lado da sombra da palmeira feita pela luz, que a recorta na parede dos prédios modernos por detrás da paragem e frente à Igreja, no chão uma carica doirada com o número 07 e um pequeno vinco. Olhando de frente, parece um vinco no sol, sendo que o vinco desce da direita do numero para o baixo do circulo.

Ao lado da carica, encontro no chão o que parece ser uma bucha metálica em duas peças, tem escrito WU, sendo o u com dois pontos em cima, RTH e depois M10 e por baixo o diâmetro, 3/8. um papel de jornal na rua ao lado, dá-me outra chave, rá voltara do ceu, fico a pensar, mês dez, 3/8, sendo que três oito é uma operação de divisão do circulo à luz do que foi operado na ultima grande prevenção dos atentados onde o tempo teve por um momento que se alterar para poder combater os actos de terror que vi que iam acontecer e cuja confirmação me foi dada no final da operação por Londres, num comentário de um concerto de mozart que tinha demorado mais , salvo erro dezoito minutos e que fora essa a abertura que se fizera para poder ver no antes, o que se passa a seguir antes de acontecer.

Ao chegar à casa, o dicionário Lello, que deixei aberto na cama antes da volta, aberto na páginas Horácio, apresenta agora um vinco na folha em baixo, uma linha que aponta uma retorta desenhada que lá está e me recordei das imensas horas que em meninice passei a ver aquele livro e das vezes que por horas lá me encantei as ver o significado das palavras e das belas gravuras que ele tem e que sempre me maravilharam.

No meu livro onde à mão escrevo, tinha anotado antes de sair de casa, honorário, Honorato. Bispo da gália, belgica, honorário, honorato de Mourta, ilha do Brasil, honório, imperador romano 395 a 423 em constantinopla

Honorio I-papa da conciliação entre católicos e monoteistas 395-423

Honorio II fundador da ordem de S. Lazaro

E por aqui tinham ficado as notas que tomara.

Um pc está esventrado no chão. Ao lado de da placa da rua do largo de S. Salvador. Um carro branco da Opel com faixas da Oni. Na matricula um nome que corresponde ao do stand que o vendeu, Fernando Simão. A porta do Bono, uma direcção, uma data 12/1/04, duas placas partidas, perfaz um numero de telefone 44 4 912801296

Ah Senhora Amada, na noite de antes de ontem, no final da aventura, passou por mim um avião da segunda guerra igual ao que eu tenho desde pequenino e que foi construído por mim, um modelo reduzido, hoje meu filho brinca com ele e eu também quando estávamos os dois juntos.

E eu sei Senhora Amada que a deixei à chuva, bem como creio duas Outras Belas Senhoras, foi mesmo um dia e uma na noite em que deixei muito. existe um homem americano que deve jogar na liga de futebol americano, que é actor e que eu gosto muito, que esteve com a carreira em banho Maria durante muito tempo, john Travolta que tem um igual, até o cumprimentei cá de baixo mais a Senhora que ia lá dentro.

Passou mesmo por cima de mim, em direcção ao atlântico. Disse-vos adeus sorrindo depois da conversa, das contas que cada um estava fazendo, da aparente divergência delas e das relações entre os eventos vários que provam a conspiração tecno mágica dos negros e falsos mágicos e do que se tinha passado em terra, e das aventuras e das pistas que foram surgindo.

Numa outra parede, uma conotação a snoppy dog, que já aparecera a noticia da apreensão do bastão no aeroporto e portanto deduzi que os objectos roubados, tinham voltado a sua casa certa nas mãos certas. Atenção, pois não se confundam nem grupos, nem ordens nem homens, pois os poucos que intentaram a conspiração mundial, fizeram e muito bem e com triste e violento resultados a divisão entre o OTO e os AA e Outras Organizações, fizeram recair as suspeitas uns sobre os outros e assim entre eles mesmo lutaram, com os instigadores a rir de contente de fora.

E na parede dizia, tripol, que pode ser tripoli, o número 666 escrito a vermelho e snoppy dog ao lado, por baixo, paradoxo.

Pareceu.me uma pergunta, se seria um paradoxo, se podem existir mais do que um 666, parece-me que sim, diversos, mas o problemas não está com os 666, mas como a sombra dos 666, que são como irmãos gémeos dos primeiros, outros homens que actuam e vigoram e se alimentam de quem é 666.

A pergunta seria, paradoxo, existir mais do que um 666? Sim, e verdadeiro como todos os paradoxos geralmente são, o mito , pelo que expressou, pelo que foi expressado e pelas interpretação, aponta para tripla unidade, três que se irmanam, e lutando dois entre si pelo amor de um terceiro, ou pela conquista e domínio à rédea curta, para usar sua energia como complementar na negra e vil e danosa acção.

Tendo o bastão sido apreendido depois de eu o sinalizar, prova-se assim que a conspiração foi internacional, ou global, pois é um mesmo, assim dizer-se, sobretudo hoje em dia. As estruturas tripticas, por assim dizer replicaram-se num processo semelhante aos fractais como a realidade o é, se a virmos cada vez mais ao perto, veremos e reconheceremos uma estrutura sempre semelhante.

O livro perdido de boas mãos que serviu de leitura errada e prática errada aos homens que o desviaram, apareceu-me uma nova referencia a ele, aqui nos olivais. Ao pé da garagem que se chamava de cetra, quase uma declinação de seta, e que agora se chama precision e num outro graffiti, diz shadow 666, e, eu sou o Pedro, o Pedro que está com uma mascara de carnaval veneziano, daquelas com nariz comprido tipo um bico de uma retorta. Por debaixo do dizer, uma caixa de sapatos com um nome corruptela de livro em inglês. Efectivamente o livro, chegou, e foi desviado, assim parece indicar a imagem e terá ido parar a mãos indevidas.

Isto é estranho, pois a mascara veneziana, apareceu-me em minha casa, é uma mascara de um dos personagens do senhor dos aneis que comprei para o meu filho, no ultimo natal que com ele passei e que um dia me foi colocada ao lado dos cds que pela posição, indicavam uma mensagem, um destes dias, lá mais para o verão, fora alguém que me entrara em casa e que assim me deixara uma mensagem, fiquei eu assim convencido na altura.

Isto das mensagens em casa, é complexo pois sempre me pareceu que foram diversos os que lá entraram, alguns com interesses bem distintos e disso foi dando conta em pormenor no livro.

Ainda agora com o desaparecimento do segundo cão, pela forma como a cilada foi montada, mais se abriu o leque dos que poderão estar implicados nesta violação sistemática do meu domicilio.

Na noite ao lado da escola, onde estava um charco cheio de folhas, uma carta de um jogo infantil cujo reverso apresenta um desenho de um black hole e eu quando vejo este desenho, fico logo muito atento, pois ele também é o de Neptuno e da mesma forma se formam os furacões, que desenham em suas linhas de movimento das massas de ar, semelhante desenho, se bem que com direcção invertida. Diz Yu Gi Oh! Trading card game e quando a viro para ver o sua figura é de um tubarão com braços e punhos humanos, figura híbrida, chama-se Black Man – eating Shark , símbolo da agua, cinco estrelas amarelas sobre laranja sob fundo vermelho e em baixo, fish- fusion

Seeker man + Kara . Prop + Women Warrior in Sea Plain. Mr-408

ATK 21100

DEF 13200

2005-2006

sobre o grupo da Kapital, são treze ou nove, mais provável nove.

O grupo de Budapest Drinking Team infiltrou a minha família pela teresa.

Quem faz dele parte à luz do que tenho

No são Luiz, no evento da opera ao ar livre e no dia que depois lá voltei, dei com o a loja dos burnay, loja estranha pelo que se lê na disposição dos objectos. Ao lado da loja, um gabinete de advogados com quatro advogados, ao lado, depois da rua uma loja de viagens

( curioso, acabou de dar um erro, pois o word quando se escrevem palavras em língua diferente da com a que se inicia, pergunta se quer instalar o respectivo corrector da língua e depois disse para inserir o cd premium e depois disse erro fatal na instalação.)

meus senhores, vamos lá ver se nos entendemos, porque isto é mutio importante e penso que já foram muitos os que foram enganados por esta estratégia.

Parece-me evidente que muitos grupos estiveram uns contra os outros e quem está por detrás da conspiração, assim o fez, como agora, onde muitos se unem para remediar e procurar e parar quem assim faz. Tudo o que parece não é, é nota dominante neste caso, por isso é preciso ir muito devagarinho para não cometer mais erros e para que não se virem os aliados uns contra os outros, no fundo o diabo, quer sempre a divisão.

Por outro lado, a jurisdição marítima foi alterada em função da nossa ultima conversa atlântica, por assim dizer, que correu mais uma vez nas ondas ds espirito e uma coisa é ajudarmo -nos uns aos outros, a outra é abusar de qualquer pretenso poder para o fazer.

Se houver duvidas que se esclareçam sempre primeiro. E não façam nenhum mal a nenhum dos bons que senão tem que se haver comigo, estou farto de vos repetir, e não me parece nada de extraordinário que na propiciação do ambiente da leitura por assim dizer, que se está a passar nesta altura, não possa existir mão propositada para criar mais enganos e assim por tudo a perder.

Vamos lá primeiro verificar se assim foi, caso seja este o caso, desta relação com o tradutor que pediu para ser instalado e que deu na sua aparência erro fatal. Não abusem da minha paciência, nem do meu saber, nem do meu ajudar, que o que eu sei, posso sempre sabe-lo por mim e pela luz, e as minhas duvidas nestas ultimas viajens tem sido isto mesmo, se não farei mal a precipitar-me indo atrás do que me dizem, embora seja meu o ver, quanto é nosso, o nosso ver.

Percebo o vosso stress e vontade de arrumar, mas vos garanto que ninguém a tem maior do que eu a trago, portanto, se calhar vou mesmo ter que deixar de vos ouvir e caminhar pelos passos da luz . isto aqui não se trata de ganhar nenhum prémio, nem mesmo quando ouço a alguns até em modo gentil perguntar e dizerem-me em espirito que serei o primeiro em muitos, muitos tempo que não quer nada pelo que fez, nem é assim, pois eu sei o que quero e o pedirei quando o achar que for de pedir. Ladrões não faltam e se alguém tem o azar de escolher o errado, será responsável pelo fim do mundo a curto prazo.

Eu por mim estou com a mostarda pelo nariz, pois de todo me acusam nesta ultima fase e eu nem tive ainda o tempo para inquirir e entalar contra uma parede os filhos da babilónia que assim o fazem. Só consegui avançar um bocadinho, sei que me acusam de maus tratos a uma mulher, sem terem especificado quem, creio que a Teresa , por dedução do que se tem com ela passado e de houve um filho da babilónia ou meu amigo, que não mais o creio poder ser, que disse que eu um dia tinha chegado lá,em lágrimas a confessar um crime, também não disse quem era a vitima.

Quando lhe perguntei mais sobre esta matéria, disse que quanto a violência, a tinha dito em sonhos em duas noites que lá fiquei na sala dele a dormir, por pura exaustão, nem admito que duvidem de mim, pelo conteúdo de meus sonhos a dormir, pois isso é longa conversa. Sobre o resto, o crime, mais grave o é, na medida em que não dizem quem, e eu não recordo nenhuma confissão em lágrimas ou sem ser em lágrimas. Sobre crimes e criminosos e cúmplices de criminosos já muito aqui escrevi, e sabem todos os que me leram muito bem o que penso sobre este assunto e eu chora por muitos crimes que vejo acontecer no mundo.

Estou farto desdta historia toda, que pensei que se prendia exclusivamente com o pretextar para afastar de meu filho, mas já vi que vai muito mais longe, que assim pretendem ir, até ao fim, de mim, mais uma vez e isso não vai assim acontecer, garanto-vos, nem que vos leve todos para o ceu. E isto aqui há planos que se misturam entre a mão humana e a mão divina e são muitos poucos os que estão patos para o entender e mesmo assim é preciso pensar o quanto baste separando o que é de separar, visto que lixo e objectos podem ser plantados de uma certa forma, outros não, são o acaso organizador e organizado que o faz e esses são mais validos.

Não me amolem a cabeça que isto não é VIA DO AMOR

Continuo. Na loja de viagens na montra, a torre de Toronto, parecida com a torre, parte de cima com a Torre Vasco da Gama, parecida com muitas torres de telecomunicaçoes que existem em outras capitais europeias. Uma rede de antenas que foi usada para dar uma ajudinha tecnológica ao resto do que se fez, melhor dizendo que alguns poucos fizeram, para que o resultado assim acontecesse e tanto mas tanto sangue corresse no mundo nestes últimos tempos.

Ah Amada, perdoa-me estas histórias dos homens, que são burros em vez de amar, mas uma coisa me perturba nesta história do nosso encontro e encontrar , pois daquela vez que já te contei há largos meses atrás, senti que poderia existir perigo para ti, mas esse perigo se bem que presente, me parece ter uma origem em outro tempo muito anterior pelo que dele me apercebi nas suas características de seu acontecer, não tenhas medo Amor, nada de mal se passará,

Ah Amada Mais Amada, aqui volto para te dizer que o Arco Iris Hoje de novo nasceu como tem assim nascido em outros recentes dias e por isso sei de ti próxima

Ah Amada

Hoje Amanhecemos na mesma Cidade

E uma parede me disse a meu antigo nome

De como acordaras infeliz

Como poderia em outro modo ser

Se ainda não ficamos nos braços , um do outro

E eu vejo o Céu a Chorar

Lágrimas de Tristeza a Tua Triste Zanga

Ah Amada

Quando falámos

Um breve sobressalto

Respiração de Minha Alma

Se Fez

Lia-Te eu

Uma pequena

Parte de um poema longo e

Não terminado

Como o Poderia

Se não estou em teus braços

Tu nos meus?

Não Te perguntei

Do sobressalto

Pois meus olhos

Não o viram

Foi meus ouvidos

Que Ouviram

O Respirar



Na noite desceu o nevoeiro do silêncio fundo e quieto e ao longe ouviu-se o comboio a passar até seu parar.

Acamparam os passageiros sob o manto da lua e um disse, vou pescar, pois o tempo, o tempo, meu amigo, não existe, está como este velho comboio que parou, parou no meio da linha sem ir para a frente ou para trás que são as duas direcções que os carris lhe permitem e mesmo isto é relativo ao que considerarmos para a trás de mim ou para a frente de ti, até já, vou pescar ali naquele sitio que daqui pelos reflexos de prata parece ser um lago, pois isto está para ficar aqui um bocado, não que eu tenha pressa alguma, pressa só de chegar aos braços de minha amada, mas digo-lhe um segredo, estou sempre neles, mesmo no aparente longe.

Estranho pescador, pensava seu amigo que ficara dentro da carruagem, jogava espadas em cartas sobre o tampo a entreter os relógios sem ponteiros.

Pescador do Amor, ele pescava o Amor em rede invisível de malha certa, tudo para Sua Amada comentava sorrindo como menino, outros diziam dele que era lunático sob a Lua e doido sobre o Sol, pois é plausível a diferença entre um lunático ao luar e um louco solar.


Quem Sois Vós Senhora Do Poderoso Amor Que Meu Coração Inteiro Nas Vossas Mãos Levais

Quem Sois Vós Senhora do Amor Que Me Tendes E Me Trazeis

Quem Sois Vós Senhora Poderosa Do Poderoso Amor

Por Si Duas Estrelas Bailaram Na Noite Pelo Zénite do Céu
Por Si o Vento Conduz Meus Passos
Por Si Os Pássaros Conduzem Seu Caminho
Por Si a Tempestade e Grossas Arvores Se Deitam Ao Lugar

Quem Sois Vós Senhora Amada, Que Rosto e Face É Seu
Quem Sois Vós Senhora Amada do Amor
Que Sonho Sonhais Que Me A Faz Ver Nos Ponteiros do Relógio
Da Torre depois da Minha Palavra o Tempo Para Si Apagar

Razão Tendes Senhora Pois Sois Vós a Senhora do Amor
Sempre Seu Seio Ancora e Se Deita O Sonho A Sonhar
E Tudo a Bailar Desejos de Voltar

Razão Tendes Senhora Que Ninguém Rouba o Sonho a Sonhar
Pois Não É a Vida Um Sonho Que Se Sonha A Sonhar

Na avenida dos oceanos no caminho de Ulisses encontrei o cruzamento da Penelope, por Ela seguindo a música virei, subi as escadas que a Senhora crescida, simpática e feliz como antiga Aia me acolheu e parei por um instante da tarde no banco a ver os pares a bailar.

Contigno à Casa o Lago Contigno das pedras em seu mar, os azuis azulejos rezam história de uma Senhora que oferece uma rede a seu Amado para seu pescar
No meio das pedras do lago parado, vejo de repente minha face na agua reflectida, sou eu, o Pescador.

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