sexta-feira, março 09, 2007

Vós continuais a testar a paciência até seu impossivel limite e tereis a responsabilidade do sangue em vossas mãos quando o fio por vossa omissão e surdez, em definitivo se partir.

Vós continuais a tentar o Amor e Deus.

Como é Senhores?
Como Quereis resolver os assuntos?

Em finais de janeiro, escrevi aqui em forma de requerimento a cinco entidades das estruturas fundamentais do país e nenhuma resposta tive até à data.

É a última vez que vos repito relembrando que a lei é clara nesta matéria, a interpelação pública é suficiente para dar seguimento a estas matérias.

E foi aberta uma investigação sobre o que se chamou de voos da cia em Portugal e nenhum de vós respondeu uma linha que seja ao que aqui vos pedi, relativo às inquirições que vos disse de forma fundamentada que são importantes de fazer.

e tambem não ouvi nem dizer nem linha de argumentação que pretendesse invalidar os argumentos apresentados, ouvi sim no espirito, que a pt, o tinha admitido, mas não chega, nem esgota a inquirição.

tereis porventura medo de ser mordidos, por aqueles que vos disse de conviniência virem a ser inquiridos?

Ou prefireis que eu peça a Deus para então vos morder a vós que não respeitam as leis?

como é que quereis, existem leis e os senhores as respeitam e cumprem vosas funções, ou preferis se todos destiuidos na forma que for necessária!!!!!

Continuam a rebentar Bombas.

Porque razão não inquiriram ainda durão barroso, paulo portas, figueiredo nunes e francisco penin?

dei-vos eu nessa altura quatro dias , salvo erro para me reponderem, e já vamos em março e nenhuma resposta ouvi.

como se tratam as instituições e seus representantes, se são os primeiros que não cumprem a lei?

Pela Lei de Deus

e sobre meu fiho, e o vossos iniquios julgamentos fantoches, tirem o cavalinho da chuva se pretendem ficar nas aguas onde navegaram, nem me tratem como tolo ou parvo, que não o sou.

bem sei que a senhora psiquiatra reconheceu a terceiros, que a pseudo avaliação que me fizera foi feita de cruz, a prova disso, é que nenhum relatório foi ao tribunal apresentado.

não venham agora com recados por terceiros que me são próximos dizer, que quando eu fizer prova da minha sanidade mental, então sim, poderei ter acesso ao meu filho em metade do tempo, pois não se esgota nem se trata a questão nestes copntornos, se vós desentranhais as minhas alegações, isso não vos exime do seu conhecimento, e não é isso só que eu pedi, à luz da Justiça!!!!!

e a pergunta que eu fiz agora em texto recente, continua sem resposta clara, tão clara como são as letras que aqui em forma aberta, publica e frontal sobre este negro assunto vos venho a esclarecer desde longa, longuisssima, data.

Exijo resposta, exijo respostas na extensão das perguntas e justiça.

Vai Trovejar, em Breve Sobre Vossas Cabeças, último aviso antes de vos levar a julgamento no céu, assim Deus Vos Dirá.

sobre o resultado das minhas investigações, ainda nem a procissão saiu do adro em matéria de relatório, mas irá sair, Pela Verdade, Pelo Amor e Por Deus Vos Juro
Abro o livro do Mestre Lima de Freitas

gravura 210, retrato de um homem , jean pierre dupy, óleo sobre tela, paris 1964.

O homem está sentado a uma mesa, sua mão direita curvada como asa e bico de pássaro oculta a da esquerda por detrás, assente sobre uma folha rectangular branca de papel, seu cabelo desenha o toiro, sua gravata é como pássaro negro, seu fino lábio superior é asa de gaivota, sua mangas que aparecem por debaixo do casaco robe, fazem o anel desencontrado, que a teresa usa, um circulo quebrado e unido que se junta de forma desencontrada.

a mesa, a parede e a prateleira, as luzes e a sombra são linhas que desenham figuras geométricas, que se dividem por uma linha horizontal à altura do bico de seus ombros.

na prateleira ao seu lado esquerdo na imagem espelhada, em cima três linhas definem três andares, uma cafeteira com o desenho de uma serpente que se liga ao interior do vaso.

a seu lado uma estranha figura geométrica, parece ser o perfil de um rosto com um chapéu com duas linhas de uma ampulheta solar que marcam o nove e o onze.

o jogo de sombra e luz parece ser feito como se fosse iluminado por um holofote, que ilumina de forma impossivel o vaso e a forma geometrica do que parece ser uma face de um home com um chapéu das horas.

o simbolo de pi, inclinado, faz a lâmina da face sobre o pi e o circulo, reflecte outro equivalente sobre o tampo da mesa onde o homem está sentada.

a mão esquerda escondida do homem que vê o reflexo do raio no olho de horus, a lâmina de pi, da da divisão, a cobra que jorra par dentro do vaso, a serpente da gravidez da dor do vaso da cobra.

o pi verte sobre a trindade e verticalmente a lâmina atravessa os três degraus que sustem a cafeteira do vaso onde a cobra jorrou e produziu a gravidez.

o homem sentado é imagem, simbolo do homem touro do pássaro negro, simbolo da gaivota e dos animais alados de diana, Deusa do amor e da caça.

o bico do pássaro do homem sentado, como uma seta, aponta a mão esquerda escondida do homem.

a almofada do vaso, o sítio onde se deita, a cama onde se deita o vaso que foi engravidado pela serpente no nacer da nova aurora.

do teatro da serpente do gancho de carlos vargas, a serpente de jean pierre dupuy em paris

os touros infectados no d. maria, a menina sufi no são carlos na noite em que me apareceu a sofia borges e me convidou para dançar, a sofia, tão francofona como eu.

na página ao lado, um retrato de Senhora, Albertina Ferreira, cabelos d´oiro com vestido azul, onde as sombras dos seus seios, reproduzem os cornos do toiro, troco dupuy por ferreira e tenho joão pedro ferreira, ou trocando o pedro por paulo, obtenho joão paulo ferreira.

o primeiro retratro, o do homem, é de 1964

a unidade da humanidade da divisão ao meio da triade do quadrado

o segundo, o da Senhora é de 1965

a unidade, o primeiro da humanidade da divisão da tríade da estrela

12= 1+2=3

triade do quadrado, três quadrados, igual a 12 faces

a unidade da humanidade dos três triangulos, 3x3x3 da estrela, o 5, da duvisão da estrela do infinito

95/6= 15, 833333333 ad infinitum, a unidade da estrela, que divide em triades infinitas o infinito, ou o infinito continuamente em três partes dividos, a familia, a minha familia, eu, o francisco e a teresa.

os três triangulos, são equivalentes na sua disposição de piramides cuja base seja orientada na vertical, com os três candieiros que estão na casa por detrás da do procurador na Lapa em frente ao hotel , onde a foto do album feita pela cristina coutinho, dá conta da estrela entortada do hotel da lapa.

o homem que eu vi aparecer à porta, na noite em que lá passei, da minha estatura e semlhante corpo, cabelo quase rapado, aloirado, asssim pereceu na luz da noite, antes do amanhecer, assomara-se à porta do hotel , com ar de quem me estava a ver, provavelmente porque algume já lhe teria dado conta de minha ronda.

a deita foi no hotel do parque do presidente no dia 24 de Dezembro de 2004.

cairam, durante esta escrita, três folhas manuscritas ao chão, com um extracto de um poema, que tem as colunas numeradas assim, 4,5,6,7,16,17,18,19,20,12,13,14,15, assim está pelas suas dobras.

depois um outro apantamento em que se encontram numerados verticalmente

1- josé manuel durão barroso
2- maria eliza domingues
3-paulo portas

ao lado direito, um traço que divide uma outra coluna onde está escrita dentro de um circulo , eu e francisco e fora do circulo, mais aà direita, teresa.

depois de escrever, saio a rua e vou à bomba ao lado do cemitério dos olivais, tomar um café. olho a torre da esquerda do vasco da gama, a imagem da figura geometrica com a lâmina e os dois traços que desenham as horas é equivalente à parte de cima da torre de S. Gabriel, quando pela noite a vejo iluminada, a casa do frankstein, o filme que começou a ser exibido no canal hollywood, quando estas precisas linhas, acabo de escrever.

o traço que rodeia a mim e a meu filho nas anotações manuscritas é equivalente à cera que em noite recente de escrita da vela, escorreu sobre o livro de Lima de Freitas, entre o desnho do cavaleiro da aurora e o outro à sua direita, com o número 119, diz a mensagem na mão da mulher, passar logo o entendimento para o mundo inteligivel, Camões, e sobre o mapa milller que sobre a reprodução na alatura que a cera escorrreu, ai se encontrava.

essa dedada que a cera desenhou, cuja parte que ficou sobre o mapa miller, é semelhante a um dos dedos do sofá que se encontra no átrio da Infante Santo, no prédio defronte ao ministérios dos negócios estrangeiros, de que durão fez parte no primeiro governo de cavaco silva.

outra associação se desvelou entre o nome miller, ao joão miller, que começou comigo a trabalhar em tv na serie, triunfo dos porcos, amigo e colaborador chegado do gil ferreira, filho da maria eliza, que foi da parte de quem me telefonaram na altura da candidatura do durão barroso a primeiro ministro, para o apoio a ele, no almoço nas docas, onde tambem se encontrava o escultor josé de guimaraes.

recordo o meu espanto não tão espanto, pois não era primeira vez que assim acontecia, de no inicio da serie, consultar o site da RTP e de ver na informação relativa ao triunfo dos porcos, que a realização, ao contrário do que na realidade acontecia, ser atribuida ao gil ferreira, de ter disso incluive faldo com a teresa paixão, que me pediu comprensão para o facto e recordo ainda, que esta serie chegou ao fim de sua produção sem ter tido mais uma vez contrato com a RTP, pois entre outras coisas, se o houvesse, teria que ficar claro e escrito, todas as naturezas das autorias e respectivos autores.

mais uma vez, uma serie que foi feita com um grupo de jovens que não tinha até então nenhuma experiência em televisão, que me fora sugerida e que eu formei, acompanhei e dirigi, como fazendo um pudim instantaneo, ou seja, sendo a escola, o ar, pois a aprendizagem, antes do primeiro episódio, terá sido se bem me recordo, um mês, ou algo próximo.


a eliza domingues a quem telefonei uma vez, para Londres a dar-lhe conta das intuições que tivera sobre a eventualidade de um acto de terror, dessa vez, por altura de 13 de maio em fátima, pedindo-lhe um contacto com a policia encarregue destes assuntos em Portugal, com quem pudesse falar e dar conta das minhas preocupações, como acabei de na altura fazer.

nas folhas que agora cairam ao chão, no reverso da última, encontra-se ainda uma anotação que referencia s. carlos, carlos vargas, feranada carvalho, que corresponde a um trabalho que ela me convidou a fazer, para apresentar em Lamego, o tal vídeo com o plano do menino na praia, a partir do qual a teresa inventou nas alegações a história da pilinha do francisco na internet, a negra insinuação.

recordo o pião do carro na estrada descendo a avenida que vaidar ao rio ao lado da expo nos idos de setenta e quatro, a caminho do encontro que ia ter com o durão barroso e que por via do pião, não chegou nessa altura a acontecer.

recordo o confronto que tive com ele na manhã seguinte ou na mesma, na sala dos professores do liceu d. dinis, quando me vim embora por não concordar com a manutenção da greve que o mrpp, fizera e promovera.

pião, andar à volta, como a helice que mais é uma lâmina ao pé das vivendas à entrada dos olivais, onde estive de novo em recente amanhecer.

veio-o a memória , outro senhor, o tal ruam, da américa latina que apareceu nessa altura no liceu, o tal, que verio para dirigir a celula do mrpp, com quem eu e muitos outros tivemos problemas, inclusive, andei eu e ele à batatada, um rapaz muito mais velho do que nós, e sobre o qual se dizia que tinha vindo da américa latina, pela sua experiência em organizar, revoluções, ou o que quer que fosse, que esses loucos, lhe chamassem, pois aquilo tratava-se sobretudo de destabilização permanente e pancadaria.

piões, apareceu-me agora em dia recente uma outra história de piões, ou melhor, uma linha desta mesma negra história de piões.
O fauno da Ak 47
Da gravidez
Da Jibóia grande
Das pedras postas
No asfalto
Do laço verde e amarelo

Lançou rátes sobre
Uma pomba
Do Seio da Rainha
Que ficou nos
Ramos da arvore
3768
No jardim das necessidades

tsun das estrelas inclinadas de oito raios, ou em múltiplos de dois ou quatro
choro nas antenas do triângulo de fogo das bruxas negras, da divisão de transito todo o terreno da ex- espanhola, shopping de campo de Ourique da mão do zig zag do quadrado francês da fita amarela da bruxa do Caramulo portuguesa serpente do Japão, testemunha e sentinela de Cristo no Monte Sião no Canada, Zâmbia, Bélgica e Holanda, ajuda do Gil e AD das pedras na grande mãe de Alcântara, estrela vermelha no solar de Alcântara, mãe do Diogo ts do Rá em Goa/Índia, pedras levantadas da Deusa Kali, tempestade da seta que fez o ponto vermelho no arco da ponte dos dois traços e da nuvem sobre a escuridão de Cristo, do sopro da estrela Orion na terceira lua decrescente, da primeira para a segunda noite, correu sangue, queda e partiu, cachimbo de erva do diabo para a cabeça no arranque da partida, BC, fez óó no vaso do pássaro J da maça do riff, raios sobre o avião da luz da pomba do cunha, da linha de luz do bus de prata do leão AA de Coimbra do banco do espirito santo, yin e yang, pau no vaso da maça, dois tiros da lua deitada verteram e o avião estampou-se na sombra do portão, duas estrelas do Brasil se cruzaram no caule para o céu levantado em 5 do 10 de 03, do cão da casa do arco, 4 mortos, uma borboleta castanha, um pássaro amarelo e um verde, um ferro na visão bífida da arco, um anzol bomba no olho do furacão e uma seta matou uma borboleta brasileira, muitas pedras e pauzinhos no chão, do avião a jacto que ficou preso nas arvores, avião dos portugueses do camião do Dakar, triângulo azul, doirado e vermelho sobre a estrela vermelha e doirada da carris do Edgar nha dama, da xuxa que ama Leandro, italiana fofinha, terceira de Edgar, Liliane ama Edgar, Bianca adora Edgar, uma pedra na vieira, semente do lago da borboleta da palmeira, perseguição aos pássaros, raid de pombas, da rainha das palmeiras da mne vermelho, doirado e azul, feito pela lâmina , azul e castanha, malas e luva do brasil, alemão comunista, flash da vela de cristal do rato da torre expo do corvo Edgar maersk, 13 pedras maçónicas, uma pluma negra da vara vermelha de ponta branca, roubada, dhl.

.....

cuidado com o ip da AD, AA turbo, alter ego do sb, de azeitão, do raguebi digital do cristal atlantis, da última ceia de cristo, beef da fabia AD.

967209122

isolet cobra de cobre do nuclear power no outono de 1979, troley auto dual power
vida sã da televisão da A
25 anos Ar co da companhia do Ar
alemão com francisca fernandes borges
dos coreias do norte , vc, varas criminais
o diabo da Baviera com a família Borges
catástrofe da morte da bem posta da espada de toledo

espetadas de peru at ural de mortes do vermelho da bertrand dos anos sessenta, José Saramago, abriu a espada de toledo em Itália.
Razão Tem Amada Senhora Manuela Ferreira Leite, quando em noite recente a ouvi dizer de ti, que quem te conheça, sabe como és, um manipulador nato, de intriga e de negros cordelinhos movimentados pelas costas, pois coragem fisica, é coisa que ninguem vos conhece.

Irmão Paulo Portas, será teu silêncio, de chumbo, ou cântico de luz?

Ou será ainda que o dinheiro que foi entrando nos cofres do partido terá vindo dos dolares falsos, trocados?

Ou ainda do tráfico de droga, do epsisódio do avião que foi apanhado e retido num país do outro lado do atlântico, ouviu-se dizer no ar nessa altura de quão ricos e poderosos eram quem por detrás se encontrava, como a própria operação desvelava, pelos meios envolvidos e seu modo de operar.

Existe uma relação entre a maria sobral mendonça, um ilustrador belga e um outro que é informático e de maria com luís nobre guedes, que nem de propósito é o advogado do homem animal, que com forte probabilidade recebeu algum treino especifico em rituais e uma palavra de poder, que vieram da africa do sul.

Curioso o nome do barco apodrecido no cais, parece o seu nome dizer barrete do barreiro, mas a palavra barrete está ela suja e apagada pela própria lama e faz ou pode fazer em sua leitura, uma corruptela, bar, bart, creio que é o nome ou do ilustrador ou do informático ligado a maria sobral mendonça.

E me disse amiga amada que em dia recente o animal lhe tinha telefonado, bêbado a pedir-lhe colo e a dizer-lhe, todos me abandonaram, foi abandonado por todos.

Triste sina a dos homens vilãos que abandonam mesmo aqueles de quem se servem, enquanto há interesse em que os sirvam, ou as condições assim o permitem, que depois do uso, convem deitar fora, deitar fora rápidamente quando as coisas dão para o torto e a verdade emergue.

O homem animal, a faca, a faca que foi preparada e usado por outro mais inteligentes, mais espertos, piores em suas intenções, e depois de a faca fazer o seu trabalhinho, convem deitá-la no mais fundo dos lagos, não vão os Seres da Luz ligar a faca à mão que a fez e lhe criou as condições para a usar e com ela o sangue fez correr, pois este tipo de faca e gume nunca é só feito por uma mão.

Recordo a recente partida de seu corpo, de Ford, um grande homem que foi presidente depois do escandalo do watergate e que perduou à Reagan, e me lembro em pequenino de ficar a pensar por que razão teria sido ele perdoado, visto ter tido culpas em seu cartório, pois gente morta matada existira nesse caso e outros que participaram nesse processo, foram presos, aqueles que foram a faca, pois a faca que faz o sangue deixa marca e por vezes assim se chega à mão que a susteve na negra acção, e quando assim acontece, se está de imediato na alçada e extensão normal da compreensão e do lidar destes crimes nas molduras humanas que o contêm e de igual modo parece nas vezes que a mão que por detrás e ao certo longe o pensa e o manda, já não se relaciona tão facilmente com o sangue da faca, ou ainda, por razão de dignidade de estatuto, mesmo quando os homens o sabem, preferem assim não os punir de acordo com a extensão dos crimes, que mesmo não tendo sido directos, tem geralmente maior culpa no cartório.

Ainda agora na América, uma nova investigação dava conta e confirmava o que já anteriormente foi sabido e conhecido, que quando foi posto a circular o rumor de que o Iraque tinha armas nucleares, o embaixador que fora nomeado para o averiguar e que o fez, dissera na altura depois de sua investigação, que não passariam de rumores infundados, mas a admistração na altura, quem de direito que o ouviu, preferiu não ouvi-lo ou não acreditar em sua palavra e este facto levanta por consequência outras duas deduções.

Porque depois de se saber que era mentira, foi a mentira tomada como verdade?

Quem é que criou e pôs a circular o falso rumor? pois provavelmente andarão de mão dada os dois factos, numa mesma intenção de quem assim o fez promovendo uma mentira a verdade para sustentar o lançamento de uma guerra.

Sigai as duas pontas do fio e chegareis ao grupo que montou esta ilusão na grande ilusão que a muitos iludiu e que deu o infeliz resultado que ainda temos todos em mãos para defenitivamente resolver.

E hoje de manhã me desvelou o espirito, uma cruz do pp no leão suisso do parlamento europeu, grande casino royal no pp. depois ainda num outro lugar da cidade, do pp estão todos implicados, foram todos escolhidos a dedo, todos quais? pergunto-me eu aqui perguntando, o bando, como lhe chamou em tempo recente Ribeiro e Castro, o bando da bancada?

E a seguir, na rua depois de passar por um arvore, desprendeu-se dela um ramo com outro raminhos que caiu como um raio em diagonal, fazendo uma tangente entre dois carros parados, um leão e um opel, aterrou como um míssil, ao lado do leão alemão e a leitura assim se fez, um missil foi atirado ao leão alemão do pe, seria pelo leão francês ou terá o missil passado pelos dois, ter sido contra os dois enviado, um missil de alta precisão.

um papel no chão em dia anterior diz bijou brigitte, cubic zirkonia circonio, número de serie 077953-76078. joia ou beijo da brigitte, o que parece ser um suporte de brincos, talvez de uma loja onde se vendeu, pouco antes da queda de um outro avião onde se foram mais uns jovens portugueses, onde uma menina os tinha numa foto em seu pulso como uma correia, novos materiais magnéticos, quer permitem alterar a percepção de um instrumento de navegação, um altimetro?

Uma foto do parlamento português, mostrava paulo portas com um ar zangado, de pai zangado, a ouvir uma confissão de nuno melo, com ar de quem estava encavacado com o que contava, parecia a face de paulo dizer, então meninos que asneira desta vez fizeram, ou que pistas deixaram de fora, ou ainda, o movimento de xadrez da carapuça na cabeça errada para desviar as atenções, tinha sido anulado pelo adversário.

Por perto de casa de minha amiga amada, pedaços de assinatura continuam a cair, um homem foi morto por outro com um martelo ou algo parecido no meio da sua cabeça, e meu coração sentiu uma semelhança com troski, que sendo russo morreu num país da américa latina.

Contou-me ela em recente dia, que um autocarro caira na rua que desce do hospital na rua de São lázaro, que depois uma Senhora por ausência da grade, cairá tambem, que ressoou uma morte recente que me tinha ficado na memória do ouvir, e no passeio de sua rua, ela e seu filho, tinham assistido a um acidente de viação em que um dos carros galgou o passeio e atropelara uma pessoa à frente dela.

depois um acidente em França com um atocarro com quarenta e quatro passageiros
a mostra uma linha uma ligação.

Uma parecida com outra em que um carro galgou o passeio e fez tombar um poste que caiu em cima de um jovem homem e uma linha no estrangeiro de algum modo se ligou, com acidente parecido em que foi envolvida a nicole kidmam, e um ponto negro que a tempestade do acerto kármico tinha desvelado, um buraco que se abrira ao pé da casa onde viviamos em familia, o oitenta e oito, o pedro vera cruz, o stand automovel, um carro que caira no buraco, inteiro lá dentro, e uma pedra que um dia rolou num sitio ao norte e uma outra que rolou nesse tempo, em stº antonio dos cavaleiros.

como outras que se veem desenhando, um incêncio em malibu, um incêndio em paço de arcos oiras no centro comercial das palmeiras, uma hora de diferença entre eles e uma memória recente de uma noite de chuva que me levou até ao alto da pena e o que lá vi fez no momento a chuva cair, um cd de dijuntores e objectos de de ligação electrica, catalogo legrand, un sapatos grandes de verniz a indicar um dono de alta estatura e a linha malibu, palmeiras desenhou ainda mais eventos, dois lugares aqui em portugal.

e outra linha apareceu, pela semelhança de dois acidentes com dois aviões, um agora em frança fecha o circulo que começou com outro no canada, que na altura estranhei, pois o avião ao aterrar saira de pista, chocara com um carro e matara um menino que ali ia com o nome de josuha, o desejado e agora em frança, um outro que saiu da pista e matou um homem que ia num tractor, demasiadas semelhanças, para não terem um sentido.

a antiga torre isolada no alto, que parece um cobra cheia de guelras como uma cuspideira, tubos de grande dimensão escoam as aguas por fora do mesmo,uma memória, uma memória de ter estado num daqueles andares por altura do final da decada de oitenta e na urbanização nova, de novo no cimo do prédio ainda em obras com portas todas abertas para que uma criança lá suba e possa cair, de novo, as buchas metalicas, o wurth, o w, o frequente w que aprece em toda esta história em diversos locais da cidade, ao lado de minha casa tambem, na manhã da Igreja e do arco iris e do cartão resgado da vodafone e de uma indicação para saramago.
na urbanização nova, o perfume era mais uma vez de orgias sexuais, de sexo e depois ainda,o espirito me disse de Li, e uma linha do pensar ficou dentro de mim, Li conhecia o grande ilusionista nacional, seria este o motivo da sua morte, fora por isso morto?

recordo de há muitos anos atrás ter lá estado, de estar na cozinha a lanchar uma sandes que uma senhora me ofereçeu á hora do lanche, recordo sem recordar um senhor com quem na altura falei, que agora olhando atrás, não me consigo recordar de quem era, recordo a cozinha e a sua janela que dava paro mar e que daquela altura dava uma vista magnifica e recordo uma jovem menina muito bela, que na altura muito me impressionou, que apareceu um dia na Latina europa, e assim foi depois parar a sua casa e de a ver salvo erro, mais uma vez, depois desapareceu de minha vista e do olhar de meu coração durante muito tempo, hoje penso que a sei reconhecer, pois calhou um dia recente não muito recente num restautrante ao jantar ter pela sua beleza ficado preso e me remeteu desde esse instante para essa mesma menina, um menina que hoje é senhora e que creio que escreve, a quem eu gosto muito de ler, mas o estranho desta história toda, é não me conseguir recordar em exactidão das pessoas, de quem são, e me tenho perguntado porque razão tem minha memória este bloqueio, será que foi bloqueada? é uma hipotese que se me aflora à consciência como explicação e se assim o foi, porque razão, terá servido para uma qualquer incriminação que na altura foi feita à minha pessoa, nesses julgamentos que fazem , mesmo à revelia de quem é suspeito, para melhor os tramar?

ouço uma frase em meu espirito com alguma insistência, é uma voz feminina que me diz, fui obrigado a com ele casar, quem não sei, só ouvi isto, que me ficou a ressoar na consciência, até dia recente, em que um homem dos colunáveis escritores da praça e politico socialista da grande familia dos socialistas, barroso sua graça, escrevia uma estranha prosa, que ainda não li em sua integra mas que exalava um estranho perfume, dizia o senhor, será agora que Deus me intimidará a fumar o ultimo cigarro? e não sei ainda porque, mas tal ressuou nesta história, neste fio, no fio do grande ilusionista que aqui em portugal estará, pois existe um, disso sabe meu coração, como um louco tambem e muitos assassinos e muito sangue.

A primeira é um acontecimento estranho, quando do lançamento do livro de Antonio Lobo Antunes no São Luiz , eu hei-de amar uma pedra, escrevera eu no livro de honra algumas linhas, acabava assim ALA, alla jacta es, os dados estão lançados e na noite seguinte uma enorme pedra ao que parece teria rolado no campo, saltara em seu rolar sua casa, milagrosamente não a atingindo e tinha aterrado em cima do carro da familia destruindo-o. Uma pedra de grande dimensão, equivalente a que pela tempestade de outubro, rolara perto de Lisboa.

recordo antonio lobo antunes depois, num outro lançamento no cais de alcantara, o homem em medo, cheio de medo, como muitos na altura andavam, a provar todos que as ameaças corriam se mesmo não se passase coisas mais estranhas, ataques que resultavam em mortes, aparentes estranhos acidentes, ao olhar de quem sabe ver, ele no meio, os seus antigos camaradas de armas a rodea-lo, como a protegê-lo, formação de quadrado cerrada, mais uma vez, como com o carmona na procissão do Corpo de Deus, faces de angústia, medos estampado, e eu a perguntar-me na altura a meus botões, o que se está aqui a passar com toda este gente.

António Lobo Antunes, um homem com quem me cruzei há muitos anos atrás, na altura do cú de judas, que a latina fizera a adaptação de um estracto de seu livro, um livro que na altura fora uma pedrada, por duas razões, porque fora o primeiro a reflectir e escrever sobre a guerra colonial, porque a sua linguagem era nova, e a utilização de palavrões, foi coisa nova, muito boa má gentinha chocada, pelas palavras, que ouvem, sendo que sempre o valor do juizo reside no que escuta.

António Lobo Antunes que é um escritor de ofício, que sabe o que é a escrita no mundo e me vem por associação literária, saramago, saramago na igreja no alentejo, noite cerrada, uma luz de velas ilumina sua face, suas palavras nesses dias, eu gostaria de ainda poder escrever mais dois ou três livros, o homem encolhido, tornara-se naquele momento pequenino, das poucas vezes em que vi a humildade nele, meu Deus, o que vira no seu espelho ao olhar-se, perguntava-me eu no ver do visto e me recordo dele há muitos anos atrás, da única vez que com ele falei, numa redacção, uma conversa, sobre gabirus, sobre o masculino e o femenino, e de como nos pegámos, ou melhor pegou-se ele comigo, ficou a olhar-me de cima das escadas e seus olhos, diziam em surdo, olha o fedelho, louco, e eu lhe dissera que os homens e as mulheres eram um só, e ele o gabiru a ficar a olhar-me de esguelha, como é que eu o macho, poderia ser alguma vez mulher, e depois e depois , muitos anos depois, apanhei uma vez um pedacinho na tv, em que ele já o admitia na sua perspectiva de vida, vivência?

O Gabiru, prémio Nobel de Portugal, num prémio que muitas vezes e ainda bem que assim o é, é votado por razões humanistas, e é votado o escritor, não necessáriamente o homem, se é que os dois se pudessem distinguir, a grande iminência parda, a grande autoriedade moral e intelectual, dos comunistas portugueses e mais além no espectro da esquerda da tal linha imaginária, fundida que tudo afunda como qualquer outra num outro imaginário único ponto, um homem depremido, cada vez mais , sua escrita a reflecti-lo, como poderia não sê-lo, uma escrita que sempre me pareceu do genero melodrámatico, coitadinhos dos pobrezinhos e o outro lado os lutadores, verterbrados, sempre a lutar pelos fracos e injustos contra os poderosos e capitalistas, como se a realidade fosse assim simples, definida, passivel de ser representada e assim obrigasse os homens de um lado ou outro a terem, porque assim são por outros vistos, a se comportarem como actores fieis a um únivoco e sempre igual papel, os maus de um lado versus os bons dos outro, ah amada que a vida nem o Ser é assim, ah amada que se eu fosse a votos a poesia e o poema fossem passíveis de ser referendados, tinha agora perdido, quase meio milhão de votos, mas a minha boca e meus lábios forma feitos para te amar, para amar o amor e a verdade que ele é sendo-O, perseguições e castigos, sofri-os eu de todos os homens de todos os quadrantes e bem cedo percebi, que a questão não é tanto a diferença entre os quadrantes, mas sempre o coração dos homens e a forma como o levam, já me tinha acontecido na união dos estudantes comunistas, uma vez alvaro cunhal chamou-me para conversar, nesse dia vi caras de inveja, repara bem, amada, inveja, pura inveja, quem era aquele menino a quem o alvaro cunhal a sós falava, que lhe dedicava assim tanto tempo, o que nem bem fora, foram só, se bem me lembro, duas ou três longas conversas, sobre a filha e as vidas mais ou menos excêntricas e suas práticas e depois declinei, quando percebi o que me pedira, meu amor a sua filha era diferente, e lhe disse, que preferia ser pobre para sempre do que ser pau mandado de alguém, ficou a olhar para mim, a medir a verdade do que lhe dizia e o alvaro tinha um bom coração, assim o trago em mim e muito chorei quando ele se foi para o céu, foi uma rajada, foram três grandes Homens num mesmo tempo do seu acontecer, fora ele, fora um poeta, e fora um general, três vultos importantes de Portugal, e a garra no ceu da noite mostrará suas unhas e eu vira-o mais uma vez antes de seu acontecer, que me disse, vou pegar carne e assim foram na garra do grifo, três e agora de novo me aparece o saramago numa memória, um velho album de fotografias organizado por uma mulher que apareceu na minha vida e que com a distância vejo mais uma peça deste imenso puzzle das perseguições que me fizeram e fazem, agua fresca, amor de agua fresca, dina, um videoclip na eurovisão, a a dina numa entrevista a dizer, muito simpatica com a minha pessoa na qualidade de realizador, a dizer, aí Jesus, quando eu lhe sugeri que se vestisse de carmem miranda, que eu podia ser um bocado louco, mas era criativo, sempre a mesma pecha e a mesma mecha juntas pelas mão dos que julgam e são e assim se tornam torcionários que nunca se decidem, ou louco ou criativo, aí que vão eles todos loucos e nem sabem, e depois sua fotografia ao lado a dizer com a expressão de sua cara, como quem diz, peço-te desculpa e só agora eu o percebi, percebi quando viro a página do album e vejo um outro texto de um jovem jornalista que conta toda uma grande história, uma história que como sempre tem mais de um lado lá dentro e que dá margem a muitas interpretações, algumas que me salvam, outras que me poderiam servir para me condenar e me recordo da cristina coutinho, recordo-me em dia recente de a ter visto pelo retrovisor depois de uma ronda nocturna alí à lapa e lá estava ela no sinal e não foi nada como conta a canção brasileira, de que nos precisamos de nos ver por aí, para a semana talvez, quem sabe que o sinal vai abrir, vai abrir, pois enquanto a reconhecia, me viu ela, e sua face rápido se voltou, como se tivesse visto o diabo, como se eu o fosse, ou eu anjo do Senhor, a dizer-me a rapariga, expressou culpa em seu olhar, foi uma supresa que não contava e me lembro de uma serie de episódios, alguns que aqui foram relatados com ela, e mais uma vez aparece um desenho de um parte do puzzle, uma linha que emerge e que liga a seu pai, que fora dos serviços de comunicação do antigo regime, jornalista do diabo, mais uma ligação à maria sobral mendonça, ao prédio dos ministros do antigo regime, de seu pai tambem ligado aos serviços de informação e tudo isto desenha história antiga, combate que agora sei, por diversas peças que já vem de trás, já vem da geração anterior, um livro mo mostrou e confirmou, um livro e o conhecimento que tenho da vida de quem o escreveu, um homem que foi inteiro homem e como tal perseguido à esquerda e à direita como se diz, ah que torcionários estão em todas os lados da linha partida das suas esquizofrenias e abusos de poder, machos, gabirus e ditadores em potência ou activo e o homem , saramago, que me condenou ou participou com aqueles que me condenaram a trabalhos forçados em vida, sem julgamento presencial, sem sentença de papel passada ou firmada, feito nos acordos de todas as secretas irmandades e de todos os partidos, dizia o jovem jornalista, ainda agora o homem tinha saido da tumba e de novo o enterravam lá, e assim eram esses dois pontos do mesmo movimento da minha vida de sempre, o que é morto e ressuscita e a quem os homens se entretem a matar ao longo da eternidade, assim era, agora mais não, mas as verdadeiras más noticias, essa virão mais para o fim destas letras, aqui ficará o retrato exacto do que se passará na Luz que me foi mostrada a ver.

Evangelho Segundo Jesus Cristo? qual é a sua experiência como O Cristo, Senhor?
mais parece ser a minha vida próxima de O Cristo que a vossa, senhor. recordo recente foto sua, nocturna à luz das velas rodeado de multidão no que seria uma igreja alentejana, sua cara de profunda angústia, como a de um condenado e Deus nessa noite lhe perduou, ouvira certamente seu pedido a pedir-Lhe para poder escrever mais três livros.

Depois num outro dia , uma curta noticia sua dava conta, segundo vossas próprias palavras que quanto mais crescia, continuava sem perceber nada, ao que parece o tempo não lhe ajuda a mais perceber, ou uma vez burro , sempre burro? ou pior mal intencionado.

Ah senhor, a mim parece-me que o senhor foi um dos que me cruxificou, desde longa data, Evangelho de Cristo, é mais minha vida que a sua ou das suas palavras, de imaginação, pura imaginação e sabe, a mim, sempre o disse, a realidade é sempre mais rica que qualquer imaginação, quanto a segundo não está sempre na primeira, mas se é o próprio senhor que o diz, passa o tempo e fica na mesma, o que fez, o que aprendeu, com seu imaginar, imaginar histórias alheias, porque da sua senhor, o que resta? o que é dela raiz de suas palavras. abri em dia recente um dos seus livros que repousava numa bancada. falava de uma história de um senhor que seria mau para sua mulher, que um dia ao chegar a casa ao ver um dos capiteis da cama de sua mulher em cima da cama, logo deprendera que ela o tinha tráido e que daí, por esse ver, a tinha castigado se não mesmo morto. Onde vai buscar o senhor este conhecer, se não é por experiência directa, sua? curioso, ideias similares aquelas que sempre me acusam, parece-me senhor do prémio nobel, que o senhor será mais um que fez carreira em parte à sombra da cruxificação do Cristo, sendo um dos que contribui para lhe por uns pregos em sua cruz?


E neste preciso momento da escrita um erro desvela mais uma ligação, escrevo sobre a lapa, e me aparece aqui ene, luís ene, deduzo, será o jornalista de então? pois na lapa dei com diversas portas de ene, ene gráficos, ene impressão em tecidos para promoção, em brindes em coisas e tais.


E no album, que tem dois volumes, que a cristina coutinho fez e colou, mais uma entrevista ao lado destas, a propósito do amor de agua fresca, uma sobre a mtv, leio-a agora, que engraçado com estava bem humurado naquele dia e como quem me entrevistou era inteligente consegiu repoduzir com fidelidade o discurso e a sua ironia, começava-me por perguntar, o que eu pensava da mtv, que agora fazia dez anos de existência e eu, dez anos? nem me tinha dado conta e lhe dizia em poucas palavras o que sempre disse da mtv, que a mtv era uma ideia que transformará e transformaria o mundo e as linguagens comuns na planeta e que era um serríssima forma de promoção da industria musical americana no mundo, por baixo de mim da minha foto e das palavras que o jornalista colhera, madonna, madonna com seu cotovelo apoiado numa mesa que a refletia, como imago mundi e sua mão pousava em sua orelha fazendo o gesto de quem escuta, de quem estava à escuta do que eu dizia e me subiu à memória mais dois amados amigos que recentemente me aparecerem num jornal e com quem fiquei pela noite fora a falar em espirito, um fazia o gesto do toiro, outro com sua mão fazia uma asa no ouvido, e de repente vejo uma tónica de fundo nesta batalha, e um nome que me apareceu em dia recente não tanto recente em espirito, rupert murdoch no contexto alargado do que o espirito me desvelou sobre esta ultima guerra mundial, exigia de forma clara o espirito, fora como um trovão, associava o nome a um emblema do nike que me aparecera no preciso momento ao olhar com um simbolo, o simbolo da nike, a amarelo sobre linhas verticais, como se a nike, ou seu simbolo, ou quem o representa estivesse na prisão ou que deveria lá estar.

Deduzo agora na distância, que o meu estrangulamento em vida e no plano das minhas actividades economicas e produtivas, aí levara grave condenação da parte de quem me combatia, pois eu mesmo propusera e sondara diversos em Portugal para se fazer um canal mundial de televisão com base na música, ou seja pensei eu como muitos outros, em fazê-lo antes mesmo da mtv ter aparecido e é evidente que se fossemos nós que o tivessemos na altura promovido, ele seria diferente, porque nós somos diferentes em nosso modo de fazer, porque somos diferentes no coração idêntico e o resultado consequentemente tambem o teria sido, e não é displiciente esta questão, visto que em muito o mundo chegou onde chegou na forma em que chegou por razões de modelo de comunicação que temos vindo a implementar e consumir, da mesma forma que as formas como se fazem os negócios são determinantes e condicionam a moral e fazem a moral e a ética e nunca são neutros na utilização que deles se faz e muito peso tem a América nestas questões, como muitos outros países produtores de conteudos e como muitos grandes patrões da poderossisima industria do entretimento e da comunicação.

curioso é tambem ter dado em dia recente com uma entrevista sobre a situação do panorama nacional da produção independente em portugal e na qual eu tambem fora entre outros produtores escolhido, o que é curioso nesta entrevista é que se bem que todos os que foram entrevistados aparecem em fotografia, eu inclusive, estranhamente, nenhuma das minhas palavras foi citada ao contrário dos outros. quando a reli agora voltei a página e lá está um artigo do senhor nuno bredorobe dos santos, que fala sem falar, escrita diagonal para gente inteligente, assim se poem, assim se acham e assim se fazem na beneplacência das colunas dos jornais onde uns escrevem e outros não, num país onde talvez a maior parte dos chamados comentadores, são homens com actuação e cargos politicos que comentam em muitas vezes, os pontos de vista dos seus partidos ou organizações, como correias de transmissão do motor central, é que diz depois de torcida, não há negócio, o negócio não se faz e aqui fiquei eu a puxar pela memória, mas será que era uma resposta à minha pessoa, a um dos meus projectos, talvez a mtv portuguesa?

palavras agora providenciais, me dou conta ao ver agora o album à luz do que sei agora e reparo mais uma vez que foi envolvido numa matéria que muito extravassava o que aparecia, um clip, um clip de uma música, pois a história que ele conta é mais uma história de uma batalha, da revolução dos cravos no final de uma epoca onde as bombas rebentaram e por diversas vezes o país se encontrou à beira de uma guerra civil .

Segundo ele a guerra estoirara na escolha da música, entre aqueles que se consideravam de extrema esquerda e aqueles que se consideravam de extrema direita, na escolha da musica e na escolha da interprete.


Começa por referir Nuno Bredoro de Santos ungiu em giz a canção como a canção de Lara, conhecida a estratégia de markting gizada por Sousa Lara para maximizar o impacto internacional do livro de saramago o Evangelho Segundo Jesus Cristo ao prémio europeu do livro e que se a mesma tivesse sido aplicada ao Amor de Agua Fresca, provavel teria sido obter um, melhor resultado.

Refere que a letra é na aparência de osa lobato faria e de Dina e depois cita em seu artigo no sete, uma parte de um artigo do diabo, que transcreve,

... a história repete-se. O retorno é eterno, os Judas Escariotes vende pátrias estão de volta, ontem foram dinheiros, hoje DINAres. Só assim se entende que quem indigite para representar no estrangeiro este povo deslavado de Amália e de Homem de Melo, uma mini star balzaquiana de joanetes até ao tornozelo. uma traidora ML e Hi Ace que á primavera marcelista e ao salvador Caetano preferiu os baptistas russos, um cabeça dura, um testa de ferro, uma especie de ToyotaYen yen chamada....Dina, e recorda o extracto que é a mesma dina da UPAV, que ombreava com Jose mario branco, que em 74 e 75 foi ao festival cantar, alerta- A-lé-erta! pelo pão que nos rouba a burguesia, que nos explora nas fabricas e nos campos, operários e camponeses hão - de um dia...o José mario banco que mal lembramos no festival pimpão, Joselito escarlate, de couraça nazarena, coronhando a viola a Woody Guthrie, enlaçando a plateia como uma tarantella mordaz como uma tarântula. em 74 e 75 não fomos nestes festivais. respondemos com uma carga de pancadaria, o Mário branco gritava alerta, nós cantavamos como tories de Liverpool ELP! MDLP!. Acrescenta o autor deste extracto citado, que segundo eles, por causa dele, o josé mário branco, ribombou a rede bombista. a historia repete-se, se a canção da dina for ordinária, for de intervenção, interviremos. pois canté, Dina, que logo pela calada o título eclodirá como uma bomba: DINAmitada

Depois segue o jornalista João Miguel Figueiredo Silva o seu artigo que tem curioso nome Sing Sing, canta canta ou nome de prisão e se virar o titulo em seu inverso terei seis vezes ses pecados, pois o grafismo de seu g desenha um seis, parece um seis de pernas para o ar, do outro lado do espelho.

Segue dizendo que este texto do diabo, era o desencadear de uma operação Houdina, em homenagem a Houdini, o scape artist que mesmo enterrado vivo conseguia sair por cima.
Sem grande alarde de inicio como convinha à tremenda diatribe do »Diabo« não merecia senão um pequeno comentário no sete.

Um retabulo na secção «7/1/2« ilustrado por um diabrete gótico sacada de uma capa dos Seppultura com o titulo Dinastia», encimando o comentário anónimo, : Nós tambem não vamos por aí além com Dina. Mas por preferimos Nirvana ou os Sitiados, não quer dizer nesta matéria de lás-lás-lás, por não estarmos com Dina, dalilas ou Dailidalidôs, estejamos dispostos a corrê-las ao pontapé, aos Xutos, sem meias, com meias e Adidas. A canelada Doc Marten com que « O Diabo» na sua passada edição atingia factos e personalidades de respeito da música portuesa como Dina, José Mário Branco e a UPAV merece o nosso repúdio, o nosso alerta ( mais recentemente o nosso Amor de Agua Fresca), é preciso um cuidado dos Diabos, o Diabo é filho da mãe e a mãe é a velha senhora, já não é nenhuma menina. Para vender Jornais " O Diabo" faz da Dina, ardina.

(a mão da mãe, será azimutes, se sim chicote, diz o espirito)

No final de ler o artigo, reparo que ele se encontra pela forma como foi colado no album, com a possibilidade de se ler a página de seu anverso e o que lá vejo é o seguinte.

Taça quinta e taça sexta, uma coluna que se bem me lembro, eram fotogramas retirados das emissões televisivas com pequenos comentários em seu torno.

O que se titulava de taça quinta em numeração romana, era uma frame foto de um jogo da taça de portugal, onde o jornalista aconselhava o reporter da tv que lá aparecia a tomar cuidado, pois ele brincava com o facto, sua mão posta nas costas da cadeira a experimentá-la e a dizer... é neste cadeirão que o Presidente da Republica se vai sentar. o cadeirão está um pouco desengonçado. esperemos que a história não se repita.. e comenta o jornalista que escreve.. Ó Francisco Figueiredo, continuas com estas gracinhas e o Soares aunda chama aquele cameramn para tratar da tua cabeça. o cameramen, de nome FF, como as minhas iniciais de familia.

.

Corre uma história, um mito ou não, que salazar teria caído da cadeira, porque os meninos assim o tinham feito e algo se terá nessa altura passado embora todo este acontecer esteja numa especie de névoa,ninguém dele se lembra ao certo, o que a atender a ser assim, é no minimo estranho. olhando hoje do que sei, das histórias de psiquiatria, de quimicos, a mim parece-me que alguns de nós teremos sido na altura ou em função disso, dessa suspeita, submetidos a uma formação de memória, coisa como sabemos passivel de ser facilmente feita .

aqui terá começado a persiguição aos pestalozzianos que foram, pelo menos um grupo deles, desde meninos mantidos sobre vigilância e mais tarde, à medida em que cresceram , bem pior, alguns tombaram mesmo

existe uma história que surgiu numa das festas do pestalozzi, connosco já adultos de uma batalha, uma batalha que se dera entre os meninos do pestalozzi e do moderno, contou um de nós, de um lado nós com bandeiras que teremos feito com foices e martelos e do outro com bandeiras americanas e que aquilo fora tão sério, que ao que parece a policia por lá passara, e estavamos muito tempo antes do 25 de abril e para a policia lá ter passado, é porque esta história real ou mito, a ter acontecido, terá sido coisa forte e que deu muito nas vistas.

penso que será ou terá sido em função deste ou de outro evento desta natureza que os meninos do pestalozzi, começaram a ser controlados em Portugal, e estou hoje convencido que assim tem sido, que pelos menos com alguns de nós, temos sido controlados pela secreta na secreta sombra e alguns por isso terão sido mortos e outros por vezes se tem sentido ameaçados.

e para os mais novos é de lembrar que o pestalozzi, foi dos colégios que muitos filhos tinha de familias que estavam contra o regime, alguns mesmo com pais que foram presos pela pide e era e é uma escola com um método pedagógico muito avançado para a época e em meu ver perfeitamente actual nos dias de hoje, e que estas iniciativas eram sempre vistas com desconfiança pelo antigo regime e não seria de estranhar que tenha existido em constância um controlo aos pais, aos meninos, como eu me dou conta e já aqui o escrevi, dos tais olheiros que as grasndes familias dos homens tem, onde vão vendeo e tomendo notas sobre aqueles que potencialemnte se poderam tornar perigosos para o que cereem ser seus interesses, e assim lhes poem em cima um atento olhar e com forte probabilidade acções bem piores.

Em meu ver de hoje, esta vigilângia é real e tem sido feita e urge desmascarar e travar em modo definitivo quem assim tem agido, que terá algumas mortes em seus cartórios e penso que teremos alguns de nós, hoje uma ideia muito aproximada de quem assim agiu e ainda ao que parece age.

no ratamplan, que era uma secção do sete feita com comentários a frames fotografados da televisão existe nesse recorte no livro incluido, um que se chama, taça sexta, nele se vê mário soares com o dedo da sua mão a tocar as três colunas da taça do futebol e o comentário escrito, diz, ... aposto que o mário soares estava a pensar o seguinte: caganda frete, pisam-me os pés, amachucam-me o casaco, fazem-me beijar esta taça nojenta e ainda por cima não percebo nada de basquete, ou lá o que é. cinco de junho de 1992

o primeiro album feito pela cristina coutinho, começa mais ou menos assim, na página da esquerda um recorte de porte pago da tv guia, com um alvo desenhado no preço e uns números, números curiosos se atendermos ao que significam e depois na da direita ... e o destino marca a hora, depois de uma reunião na agência de publicidade onde ela trabalhava, o jantar a dois no papa açorda. a seu lado colagens, uma lua com um passáro que nela repousa e com ela fala, que o paulo muito gosta de luas, em suas palavras e verdade o é, e um cartão do hotel tivoli em lisboa.
recordo-me de quando vi a colagem, de lhe ter perguntado, porque razão tinha colado um cartão de quarto, faz favor de limpar ou não não incomodar, visto que não tinhamos, nem nos deitado na noite que nos conhecemos, nem alguma vez lá tinhamos ficado, respondeu-me que era um cartão que tinha e que lá o pôs, santa ingenuidade a minha. é sobretudo suas cores, vermelho, preto sobre o buraco colado na folha branca, que faz o seu sentido.

depois, fotos de uma viagem que os dois fizemos a londres, um papel de uma casa de mobilias, heals, do hotel, malborough, um de um jantar com o martin poole, amigo dela que me foi apresentado, que tinha uma casa de pós produção de imagens de sintese, que na altura eram novidade ou quase e carissias, recordo-me de lhe perguntar como rentabilizava e de ele me mostrar logos em três dimensões que fazia para clientes arabes com muito dinheiro.

depois imagens em portbello, da casa da alice, onde eu comprei algumas peças de madeira, uma foto que tirei a um comboio reduzido silver fox train, 512 à venda no 295 westboure grove, que achei muito bonito, uma das poucas fotos que fora por mim tirada, no album, creio que a única, com a cristina coutinho contra uma roulotte amarela de hamburgers, desmond fast ring beff, é o significado das letras que à sua volta se veem, sendo que ao lado de sua cabeça, está um hamburger, onde o quijo parece ser a ponta de da lingua de uma serpente, so lado de sua cabeça. uma foto dela de duas crianças, uma num carrinho de bebé, up to 2 chicco, k midland bank, tape is pounds, em sinal gráfico, hei bakel

num café onde me sentei, um mapa do mundo desenhado na parede a azul e oiro, onde a linha do mar, desenha um passáro gigante, que depois ela com outra repetida e cortada, separa e cola por cima da primeira, com o pormenor de pôr uma cobra por cima do de mim, entre o pássaro. dois postais de jan saudek, sisters in aries# 612, um outro de um pintor que muito amo, michael parkes , chalK from road, camden town, sundat afeternoon, 17 libras.

depois imagens fotografadas do ecrã do piloto que eu realizei dos contos da lua, com as gargulas, que tantos mitificaram, e com uma particualr que me chama a atenção, por lá estar , que é a criança dos contos, pendurada na amurada da sua casa no céu, como quem está na iminência de cair, era quando a lua constipada espirrava e ele era projectado, segurando-se in extremis, tremi , agora quando revi o album, parece a situação com meu filho e depois ou antes na ordem, imagens da rodagem do conto piloto, que ela tirou, bem como no outro album, a rodagem do spot para a cml , da campanha das festas da cidade , faz-me festas em lisboa. Depois imagens do hotel da curia em março de 92, onde os dois estivemos durante uns poucos dias, uma flor violeta recortada, eu no jardim e ao lado ou a seguir, que estou a escrever isto de cor, sem ter aqui os albuns, uma dos azulejos do hotel do buçaco, um painel onde o mar se levanta e em primeiro plano um animal com cornos, a besta do mar, rodeada de duas ninfas ou algo parecido.

depois os recortes de jornais, do independente e da tv guia, onde seleciono pela leitura, prince, o culpado, maria da graça cardão, directora de publicidade, doug huzog- mtv, michael jackson, paulo forte, jon landis, michael jordan, george michael, a madonna escuta o reflexo da minha entrevista sobre a mtv, por baixo da minha foto, o 37º eurofestival em malmo, marco é o baterista da dina, o titulo da tv guia, logan favorece Irlanda, que diz ás páginas tantas, já ganhei o que tinha a ganhar, três vezes, que se ia retirar, linda martin, 155, que vai beber a sua centessíma taça de champagne para comemorar a sua vitória.

a reportagem da rodagem do spot. palacio das necessidades, igreja com pedro e paulo, lisboa filmes, embaixada que hoje é a casa do procurador, a camara arri flex, renard, a descida pela janela, eu de cocoras no chão a olhar pela camara e a cristina vindo de trás pondo-se em posição de quem me penetra a rir, tirada salvo erro pelo xico graça, mne, cuidado pai e filho a atravessar, traço negro sobre o mne, nos dois sinais, um sobre o outro, hotel lapa, cinco estrelas desenhadas pela cristina e de novo lapa, as cinco estrelas na lapa, alameda afonso henriques, bombeiros voluntários tabaqueira, o descanso do guerreio, legenda onde eu descanso sobre a virago, o arco iris na agua dos bombeiros na rodagem na fonte luminosa, o taxi vectra, rsbl


depois um outro recorte que recorta tambem o texto que estava a seu lado, no que resta na colagem se pode ler , o bic metro está morto pelo damien mais cão e apesar do aquario, ou ape sar do aqua rio, foi drama da expo british sacther

um postal da valeria dromesko em belem em junho de 92

n. plan, de rataplan que ra o nome da coluna do independente, desnorteado, nome russo, açores 25 lo / 38ln dos rapazes do pop-off, está tudo trocado, tudo miséria, segundo popoff entre senhores, mafalda gameiro entrevista policia assassino, carecas envergonhados, frei tomás incognito, cumprimento, ran tam plam, al baran, jorge nuno oliveira, rodrigues santos.

um programa da festa de pub lisboa

entrevista com washinton olivetto da w brasil
k
joão miguel fernandes jorge
alexrande castro caldas
uma teoria de cheque
um e sabe-se lá mais o quê

deus na terra
mulher no céu
lolita à vista
lx nos anos 40
e cid à solta

sim Sinatra, na capa a tocar piano sobre fundo de lisboa

nizan/ guanes
o furacão nizan
jonhm gabano
rogério simões
o plano secreto de cavaco
para agerir a falência da industria
so fin loc
antonio ...

joão daniel tikhmiroff
sabor grants, sabor dos que sabem

spot wash- washinton olivetto
montepio geral
o homem no espelho
patrocinio soci
o indy, K, ....

margarida rebelo pinto, um postal de convite de aniversário

david byrne
monster in the mirror tour
o .. do cliente
basic instint
paul ver hoeven
do....


os inga
acções
revivro
tilo
time
partir
obriga
mr c
deixa
passa

tivoli
lis 92
celebrating miles
com herbie hancock e outros músicos

sony
blitz
nizz
+ sp
publico
...
cml


no reverso da entrevista do washigton olivetto, um anúncio, um homem está reflectido no espelho, um anuncio do montepio, onde um homem de costas é reflectido no espelho, um espelho que o deforma e o faz parecer mais gordo do que é, diz a frase, qualquer coisa assim, montepio, faz render as suas poupanças, tem um papilon de borboletas doiradas sobre azul, está o anuncio na pagina do reverso do washington olivetto. o washington, que tinha na altura a empresa de comunicação e produção publicitária, w, o mesmo w do jaime mourão ferreira, ter-se-á tornado o jaime, o homem do espelho do olivetto, o reverso dele, faz alguma possibilidade de sentido, se atender à informação de que foram colocados dinheiros na firma do segundo aqui em portugal.

Este album, é um album cheio de proemonições, ou melhor será dizer, um roteiro do que se iria passar no futuro relativamente ao momento do tempo em que foi feito, como uma proposta, um proposta de guião ou um guião que se propunha e se me levanta a interrogação, pois não creio que a cristina coutinho, tivesse na altura conhecimento para assim o fazer e se assim o fora, deveria ela ter contado com outros apoios, pois livros e escritas desta natureza, são tão reais como eu ou tu que me lês, existirem, sobretudo se estiverem ligados a outros actos que reforçam a sua eficácia, actos e acções das que se chamam de feitiçaria, que dão consistência ao que quem com negra intenção sobre um outro, quer escrever e escreve.

veio-me a memória em dia recente, uma viagem que ela fizera ao brasil, ainda estavamos os dois juntos e vi tambem em dia recente para os lados de uma casa francesa com bandeira no mastro, a descer da lapa para santos, a confirmação no espirito, disso mesmo, de que actos dessa natureza tinham sido fabricados contra a minha pessoa e meu destino no brasil. a este assunto em mais pormenor, creio vir aqui a voltar, pois estão outras implicações envolvidas, mais recentes, relacionadas com lago rosa e um aparente acidente que lá agora nesta ultima edição do lisboa dakar aconteceu e que resultou na morte de um motociclista.

uma foto no restaurante furnas, no guincho, fotos em minha casa onde aparece o luís botequilha, a margarida, o antónio com o isqueiro do helicoptero, um outro namorado da margarida, um outro luís, se não me falha a memória mas de quem não me lembro de seu nome de familia.

depois um fax da mc cann erickson
para niki ariotti de atenas
amelia mello de lisboa
claude solnanet de paris
sylvie lezana de madrid

que diz
aleluia, aleluia

enviamos o material para montagem

spot l´enigma da l´oreal

ao lado
um cartão da punto aerea de um vestido de cota metálica que eu comprei para a cristina
do carlos galingo de barcelona que diz para não deixar molhá-lo

ministerio de la cultura, dirreccion os museos estatales, mérida 457748

depois quando tomei estas notas sobre o que li no album, fui a janela, passou uma pomba tropical do brasil entre o candieiro e a prata e vuou em direcção ao kaprius, o bobby cat do independete, o tubarão amarelo no lago do toco do rá e3 do ar

ivan o terrivel, rodrigues, tc da cia, te acusa na cia ch
o primeiro suisso do rá do ar do s. luís e o gato selvagem da k pós terra por cima, cobreiu a mentira.

domingo chegará a chave do submarino negro

mon bijou, a sela da LM, o caneta do diabo, a picada do mosquito
o submarino do ps, o 4º da mu maria josé do colégio manuel bernardo do lumiar em park avenue
Quando a cristina coutinho partiu da nossa relação, fui a loja das flores Roma, para lhe comprar um ramo de flores, oferta de partida, e vi uma belissima coroa de flores avermelhadas, daquelas que se levam para os enterros, e era tão bonita, que a comprei e pedi para lhe ser entregue no seu local de trabalho. quando cheguei a casa, estava a coroa dentro da minha banheira, pelos vistos a Cristina continuava a ter a chave da porta ou entrara por uma janela do rés de chão da casa na actor joão rosa.

bem sei que pode parecer estranho , este narrar, que devela um acto de crueldade e se o parece ser, não foi essa a intenção que lhe dei, nem eu sabia o significado profundo desse meu acto, na altura que o fiz, assim me acontece muito por natureza, pois bem mais tarde alguém me contou, que eu teria feito o mesmo que ela teria feito quando acabou a sua relação com o seu namorado anterior e eu espantado a ouvir, a tomar consciência outra vez, de uma das facetas mais profundas de meu ser, de ser aquele que fecha os circulos e dá as retribuições e estabelece as equivalências, mesmo quando disso não se dá conta, poderia dizer por outras palavras que Deus assim por mim age, imaginei então como aquele acto lhe terá a ela falado fundo, muito mais fundo do que a mim.

depois ainda no album que ele fez, um convite da festa da Luz que o Manuel Reis organizou no antigo armazem ao pé do rio, uma festa das maiores que se fizeram em lisboa, onde ele levava os seus escolhidos a subir a descer por um elevador no meio do aramazem, como demonstração das estrelas eleitas ao povo, eu não subi, que sou uma estrela, mas de outro modo, e nada disto não diz que sempre o amei e disse-me agora o espirito em dia recente, que nessa noite me foram atiradas quatro pedras, engraçada a vida e o viver e o que se vai pelos pássaros dela sabendo.

espantoso é um recorte na sua aparência retirado do independente que tem dois pedaços de jornal, um primeiro diz a data e tem a frase escrita em bold , mude o que mudar, uma tira do rodapé do jornal, onde aparece a data, III-34 o independente. 12 de junho de 1992

e por baixo um artigo que será do mesmo jprnal e da mesa edição que sobre o faz-me festas em Lisboa

casalinho impossivel

não te faço festas coisa nenhuma. nada disso, nunca, nem pensar que estes dois marmelos, ela colorida demais , sorridente demais, com movimento a mais foleira a mais( os sapatos são charles 70) e ele, galã da banhada e da tarde, algum dia hão de merecer algo que não seja a risota. se o cartaz , que veio sujar as festas de lisboa, é assim, pior só reclame da televisão, em que o casalinho dança mesmo a sério, perderam a noção.

depois ao lado uma foto do plano final do spot.

depois carmina, cortado em baixo

e ao lado o espanto, não espantado, pois o texto que resta, da forma como o corte foi feito e que está colado diz o seguinte.

instal
o bic
tro met
tá mort
do pelo
damien
mais re
ção. e
apesar
aquário
dro, foi
dramáti
da expo
british
saatch


diz o sentido que a cristina lhe atribui o seguinte, mude o que mudar, um certo casalinho nunca o poderá o ser.

a critica reproduzida é de alguem que diz a quem o lê, que não lhe fará festas em lisboa, coisa nenhuma, porque são ambos foleiros, galas de banhada, que só merecem risota e que vem sujar a cidade e referencia especificamente os sapatos , a marca, é mesmo o único nome que fala, charles ligado aos anos setenta.

ao lado direito o que está cortado faz um preciso sentido no ponto do mundo onde ele hoje se encontra, pois pode-se ler assim

o bico do metro foi morto pelo reacção do damian, e apesar do aquario, foi dramático, da expo da saa inglesa ou do satelite suisso. o bico da bomba do metro em londres.

se este sentido que se deduz do cortado do escrito, alguma presciência existiu em 1992 sobre o que se viria a passar em 2005 e agora, quando se fala do acerto que foi feito, pela conta, ou quem assim na altura o escreveu, implicado de alguma forma esteve no desenrolar deste acontecer, de uma das partes, o atentado, ou das duas , do atentado e da justiça assim feita, quanto assim se pode falar num aparente estado de direito, ou quem escreveu o artigo que está cortado, está mp implicado e a cristina ao cortá-lo assim,o fez porque lhe viu o sentido, viu o sentido do que ainda não tinha acontecido, convem ir consultar os arquivos do jornal dessa edição é ver de que se trata e quem o fez.

E falta verificar se o damien, o matou ou não, se houve um pretenso acidente num aquário, ou se o aquário aqui se refere, a um outro aconteciemento do mar, se o tal charles teria tambem a ver para além do atentado no metro, uma outra intervenção nos tsunamis. charles será uma especie de nome de guerra, ou de código, damien, um daimon, um demónio, ou ainda o demónio que mata os demónios, que este mal imenso ao mundo fizeram.

Ah Senhora Cristina Coutinho, filha de um das canetas do Diabo, vimo-nos em recente manhã, vinha eu de uma ronda feita ali para os lados da lapa, e quando já de carro, no semaforo que dá acesso a24 de junho, deu a parte de trás da minha cabeça conta de aglo que a fez virar, e a vi, no carro atrás, reconhecemo-nos no mesmo instante e a senhora, a cara prontamente desviou, como se tivesse visto, o diabo, que não sou. o que eu vi em sua face, foi culpa e medo, isso o senti em forma clara quando desviou seu olhar.

ressoou em mim uma memória ainda em névoa, do homem com quema senhora se relacionou a seguir ao pedro, chegou-me já não me recordo por quem a história asim, que a senhora teria chegado a madrid e que tinha encontrado esse senhor na recepção de um hotel, um homem com filhos tambem e que começara logo ái, seu namoro e depois uma ainda mais neblusa recordação, de que esse senhor, seria alguem com alguns poderes ou conhecimentos especiais, que talvez com ele tenha aprendido, ou se calhar já saberia, se calhar não será tão distante o que me fez a mim , do que fez ao pedro, se bem que me parece que ele bem mais sofreu, o que indicaria que a senhora, não deu nunca ponto sem nó, que o que fazia, era uma actividade bem preparada. tambem eu não o dou, mas as nossas tapeçarias, são distintas, têem cores distintas.

seja como for e Deus todo este assunto iluminará, assim tenho e trago a certeza em mi, qualquer negra sua intenção, sobre casalinhos impossiveis pela mão de sua vontade assim em intenção escrita, caso contrariem o amor em verdade, eu aqui por estas letras, em sua totalidade, sua intenção de vontade, inverto, sem apelo e a gravo, seu ou de outro seu.

tem a Senhora, como todos os neste livreo interpelados, a liberade de esclarecerem, ou questionarem o que sobre estas matérias aqui é dito e escrito, a ver vamos se à senhora como a muitos outros, caso seja o caso, não se refugiam nos silencios ou pior, nas perfidas e escondidas insinuações, pois o que aqui é relatado, o é em verdade e de forma clara.

E me contou o espirito em dia recente, assim,

30-54-js, partiu o espelho retrovisor do swing corsa, azul, reacção AB da ford, diz o leão BV
em 98, reação AB com o cinquecento amarelo, viu o piu piu da AD- Al na morte das crianças, vistas pelos indios brasileiros.

necrofilia, vitor silva, um dos filmes dele, que a latina europa representava e se bem que este era seu tema, sua abordagem, não trazia qualquer especie de imagens desta natureza, mas recordo-me de muitos acharem ser estranho, que ele estivese no catálogo que na altura a empresa representava e imagino, na distância de hoje e no conhecimento da maldiscência de muitos, como este titulo, poderá ter gerado os mais negros boatas, sobre nós e sobre a minha pessoa, Verdade, oh perversos, vós os verdadeiros.

subiu-me à memória ao isto tudo ver e recordar, mais um nome, o de patricia reis, de quem não soube durante muito tempo até dia recente , quando lançou um livro, com um estranho titulo e uma estranha capa, morder-te o coração, coisa estranha, esta de morder corações, pois é coisa que não se deve nunca fazer, só se pode fazê-lo mesmo em duas situações, ou para com ele terminar ou depois de o ter terminado, e nessa noticia se dava conta da sua ligaçao a uma revista que se chama o egoista, com a qual eu tambem nunca fui muito à bola, quando percebi que era ela a pessoa responsavel por ela, se me fez sentdio e luz sobre o passado, recordo de um telefonema dela , estranho pelo seu humor, que recebi um dia ao final da tarde, tarde, pois ninguem estava mais na empresa e de ela ter aparecido lá e duma janga que houve por palavras entre nós, e depois perceber que era ela uma protegida do paulo portas.

a fota da capa, é um copo com gelo e um liquido vermelho, como um blody mary, muito na moda ao que parece em recentes aparentes suicidios, de diveras senhoras, a acrescentar ao da vodka, como bem dizia putin em dia recente, parecia ser masi uma peça do puzzle, as duas na praia, o padrão na mesa , a garrafa de cocacola, a aparecer por detrás do joão, o caminhante.

no corpo diplomático da Bélgica, o cão raivoso MD com açaime para não morder
o cão raivoso do AV dos flying Dutchman dos AA da endemol
e a menina bruxinha de vermer, caiu ao chão
e ficou só, o toiro da UN da cultura MC
e o leão do primeiro ministro da opel da Alemanha e do Nº 10
o cão da coleira verde sabe, porque olhou para trás através dos cds dos músicos do cão verde
Ramsfeld sabe tudo sobre a patinagem no gelo de peter pan
verificou a pintura azul, o troco e fechou as portas dos andes
Sierra Maestra.
Trabalho de sisisfo do peter pan sobre o gelo
viu BB da vodafone as memórias côr de rosa do SB
duas cruzes roxas de tristeza na margarida branco
na noite do vizir
da caixa de fotografias da Ag de 83
guardadas no bolso verde francês da EUA
5 a 0 na ikea
não tem p, x na loja do chinês
que o cb alemão
lá foi ver nos correios da Ot do templo austria

duas foram as setas do real lavrador do limiano, rá do cds, pp, de ponte de lima
da corda branca do cão da expo em noventa e oito
do cão real do norte
quem comprou na expo, sabe

peter pan, paulo portas, se bem que um distinto peter pan!!!!!!


cartaz existiu na rua que dizia, que tudo isto não tinha passado de uma experiência americana na europa e em parte o foi, outra não, e se estendeu por tudo o globo, como não poderia ter deixado de aparecer aqui, penepole, tom, nicole, e tantos outros que figuram herois e bandidos, não tivesse tudo isto uns pózinhos de james bond e dos olhos da testemunha

quarta-feira, março 07, 2007

Ah filhos da babilónia, como vos amo tambem e como luto comigo mesmo para não pedir a Deus para levar os que me roubam o filho, para o inferno, para sete palmos debaixo da terra face ao vosso negro silêncio, vós tentais-me a paciência.

Continuo com o meu filho de mim afastado. se já resolveram alguma coisa com dizem em vossa iniquidade ter feito, deveriam enviar-me cópia das vossas alegações que dão cobertura ao rapto de meu filho e já agora que enviem um original autenticado e datilografado de forma a eu o poder entender. podem enviá-las directamente para a caixa de correio sem aviso de recepção, para não ter que ir aos correios levantá-las, que os senhores já me dão trabalho pela barba e terei pelos vistos que recorrer a tribunais internacionais se assim decidirem continuar a manter o assunto.


pergunta.
vi em dia recente no jornal, o juiz que é representante da associação dos juizes, a seu lado estava a fotografia de alberto costa do partido socialista, o curioso era mesmo a posição das mãos do juiz, parecia um dos seus dedos apontar o dito senhor, fiquei a pensar se não seria uma amável resposta, se bem que timida, de quem seria o responsável oculto de todo este processo, o que está por detrás, pois continua claro à luz de tudo o que aqui expus em forma publica que das duas umas, ou os tribunais são deveras e sem apelo nem agravo e em forma irrecuperavel, incompetentes e inaptos, ou como mais me parece, existiu aqui, mãozinha imiscuida de quem se considera poderoso, o que tambem não é abonatório do estado de justiça em portugal, se é que assim se pode mais chamar, em meu ver não.

foi o senhor, o laço do poder politico imiscuido?

quanto mais tempo senhores, vão deixar esta iniquidade se manter, quando vem conversar directamente comigo, me pedir desculpa, e repor meus direitos e prender os maus da fita que estão por detrás?


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Senhoras Mulheres e Deusas, não entrei eu, que saiba, em nenhuma festa de Mulheres, não deixei hoje de reparar no sincronismo sobre o extracto do texto citado em vosso adorado blog sobre uma grande confusão entre a mentira e a verade tão verdadeira que mente e por aí fora, se tivesse entrado em tal festa, certamente me recordaria.


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a maior parte dos textos hoje publicados, já se encontravam, escritos, alguns levaram pequenos remates, faltam poucos, para este Livro Terminar

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let´s talk then... Amada Senhora Clinton

Em dia recente segui um link que me anunciava a morte do senador dayton, lá foi ver onde ia parar sem saber que o senhor morrera, e na realidade estava ainda vivo na altura em que fui dar a um outro senador, esse sim morto com mais seis na queda de um avião, um dos Homens que se opunha à guerra antes do seu começo.

meia pergunta, foi com este incidente que estalou a guerra entre todos os que não deveriam guerrear, sendo que nunca ninguém o devia fazer, pois como provado, mais as coisas se tendem a agravar.

Se observarmos o codigo fonte que são utilizados por todas as aplicações, por todos os fabricantes e por todos os utilizadores vemos que a harmonia e a regra da proporção foi quebrada quando ele foi estabelecido, ou seja tudo o que caminha pelas comunicações, redes e conteudos, assenta num código desiquilibrado, que consequentemente é assimétrico, como assimétrico são os sistemas algébricos usados em diversas partes do mundo, como a matcação do tempo e todos se recordarão de como caiu um nave espacial por assim escrever, desentendimento entre eles, questões de conversão em razão de décimas.

a quem quiser perceber a prova do dito face ao código basta observar o sinal de diferença, dois til identicos um sobre o outro e depois correlacione com o valor que o sinal de diferença, tem para um só identico til, pois um devia ter um valor metade do outro, certo?

e é este simples ver do código, meia questão relativo às questões que se prendem com os códigos.

meia pergunta, quem está disposto a alterá-lo? quais deverão ser os conhecimentos envolvidos para obter um resultado mais harmonioso?

todas as redes fisicas e virtuais, transportam energia que interage com os outros sistemas energéticos que não são criados pelos homens, quanto verdade é esta segunda parte da proposição, pois até uma zanga pode provocar um remoinho no ar da mesma forma que o anel dos ventos no equador, parece se visto ao longe de uma estrela, um acelerador de particulas, ou será que um acelerador de particulas foi imaginado de acordo com o que o homem conhece e conscientiza como imagem e corpo.

E aqui vem a primeira boa noticia para o Mundo desde que feita em correctas condições, seu experimentar, sem grandes riscos e podendo e devendo por todos os paises ser monitorizada, ou seja, a mesma função tecnológica que serviu para destruir poderá vir a ser utilizada para compensar alguns dos estragos que o homem por via de seu molde de viver, tem vindo a fazer a seu corpo Grande, a casa Mãe, a Terra, poder-se-á por este meio, tentar inverter as condições do degelo nas calotes.

são poucos os homens no Uno Mundo que estudam estas matérias, mas serão os necessários para esclarecer esta questão em profundidade.

se puser um ovo fresco no microndas, a agitação molecular induzida por frequencia o fará explodir, pois a casca por sua estrutura mais sólida aquece menos que a matéria no seu interior que ao dilatar faz bum e toda a massa é energia, toda a energia tem massa.

o mesmo conceito do microondas é agorra uma arma, uma arma dissuassora, diz-se melhor que as balas de borracha pois dá um ideia de queimadura mas não queima e isto será sempre função do tempo de exposição da pele ao feixe, comandado por um joystick igual ao que os meninos nos ecrâs, cedo aprendem a manusear.

as ondas das frequências quando se deslocam, uma para próxima da outra, como quando meus lábios beijam os teus, se forem em harmonia ou divisões harmonicas, encaixam umas nas outras e aumentam-lhe a potência, como meus olhos que brilham quando me dizes que me amas, mas se ao contrário de um beijo, me quiseres dar um murro, já a frequencia em parte não é harmonica e chocam, entrechocam uma na outra, não se absorvem nem se amplificam, e os olhos brilharão com outra energia, a do eventual confronto, que ainda poderei retirar meus lábios antes do beijo que afinal era um murro chegar.

todas as forma de matéria que se conhecem tem um ponto de frequência que atingido provoca a fissão da dita.

imaginemos então que com um joystick à distância faço convergir um feixe vibratório sobre uma cidade, pois estou ainda em fase de experiências, utilizo as comunicações via satelite para o fazer e aponto aquela cidade que está lá ao longe, quando o satelite sobre ela por cima estiver a passar, aquela em que as casas são feitas de barro e terra e verifico, que funciona e que mais tarde, calculo para outros materiais por assim dizer mais duros e fazendo-os tremer, causa a derrocada de um prédio ou mesmo um tremor de terra.

imaginemos que isto assim foi, ou ainda terá resultado do mesmo método mas sem intenção intencional, ou seja ninguém especificamente o pensou, mas calhou acontecer, ou punhamos a hipotese que estamos perante uma nova arma, que foi feita por uma companhia de armas novas e tecnológicas ou ainda um grupo, um pequeno grupo de homens que o fez aliado a outros saberes da tradição, com vista a destrambulhar o mundo e pôr os homens uns contra os outros a guerrear

imaginemos ainda que dois biliôes e quatrocentas mil mensagens a circular por uma rede num determinado espaçotempo, ao ressoar nas grelhas metalicas do betão armado de um edificio, as faz vibrar, por simpatia o mesmo acontece ao que as reveste, e tudo aquilo vem a baixo e que o trajecto da frequencia foi feito com base num servidor de mail como os que já existem há algum tempo. ou segundo novas informações por quem parece andar a estudar o que se passou, que tal foi feito por quase cerca de quarenta milhões de mensagens repartidas.

não imaginemos, vejamos, vejam as imagens das torres no momento em que a torre vem a baixo, e verão, a existência de onze explosões nos andares de baixo, que acontecem em sequência ligeiramente avançada à velocidade com que os andares vem a abater. isto é visivel nos vidros, que explodem.

meia pergunta, poderá ser a deformação dos pisos em seu cair que vai por ligeira antecipação torcendo e partindo as molduras dos vidros e assim vão sendo explidos para fora em fragmentos à medida em que o peso que abate, abate, ou, são as explosões que deitam a torre abaixo, mais do que o impacto e o peso extra resultante dos destroços dos aviões.

não imaginemos pois já aconteceu no passado, a queda de edificios porque foram mal concebidos, mal testados face as condições de ventos e tremores ou porque quem os construi poupou onde não deveria poupar e que às vezes se fizeram depois cair, para receber o dinheiro de um seguro.

não imaginemos porque tambem é factual, que um jovem se suicidou depois no local das torres, o que simbolizava o seu suicido aí, nesse exacto local onde ocorrera a tragédia? o que saberia, quem era, o que fazia na vida, que tanto lhe pesava em sua consciência, que o levara a se matar naquele lugar, dizendo sem dizer, o que me pesava está aqui, está com isto relacionado.

meia pergunta a Houdini, e seus herdeiros, é possivel criar uma ilusão que as torres tenham sido atingidas por aviões e por esse motivo tenham vindo a baixo?

muito tempo depois, em dia recente foi feita uma apreensão de cinco mil comprimidos, dos aparente legais que aparentemente legalizamos, substâncias que permitem o apagar ou enfraquecimento da memória, a sua impressão por alucinações induzidas.

meia pergunta, terão sido colocados na rede de abastecimento público de agua, da comida ou de outras substâncias que por todos circulam, que muitos consomem.

E sendo tudo isto assim, se tudo assim se tiver passado, então os aviões existiram ou não?
terão sido peça na meia ilusão, ou simples mascara para um acontecer, que nenhuma autoridade sabia como explicar e assim se recorreu a uma máscara?

a questão é pertinente se se pensar que todas as imagens do pentágono, não se vê nenhum, avião, tem-se uma ligeira percepção de um objecto que se move a uma velocidade que pelo obturador, quase não é apreendida e que mais parece um sopro, ou mesmo um pequeno missil

o fato de se terem detectado imagens manipulados nos embates dos aviões sobre as torres, aponta que pelo menos em parte houve marosca de quem as manipulou e de quem as distribuiu, nas redes globais de hoje.

existe pelo menos um homem em portugal a quem eu dei conta de algumas possibilidades técnicas que este texto aflora há alguns anos atrás, se esse homem, costa ramos, tiver tido ligações com a artelecom, antes desta sua ultima remodelação, então caso esta ligação exista, as minhas suspeitas se avolumam, pois foi frente ao edificio, que há algumas luas, o espirito me conduziu sobre a utilização dos servidores de mail, evidente que outros homens o poderiam fazer a partir de muitos outros locais do mundo, na realidade a partir de qualquer desde que tivessem feito os calculos, e tivessem acesso à rede.

dos códigos.

nem de propósito como é sempre o propósito, no jornal de hoje um Amado Senhor, falava de estudos recentes sobre os conceitos geométricos patentes na antiga azulezaria Arabe, que atrvés de três figuras e um laço, permitiam mapear por conjugação largas superficies de espaço, ou seja, formas geométricas que são sempre número e números, pois se fazem e se desenham por linhas entre pontos, antigo e preciso saber, que como muitas vezes acontece, é esquecido pelos homens que depois chegam e se esquecem, ou não sabem olhar e ver com olhos de ver o que já se sabia há muitos séculos e que cá está como mapas para nos guiar.

escrevi, eu aqui em dia recente que não existem códigos binários, pois no minimo precisamos de três números para criar um relação, ou melhor dizendo, qualquer relação, necessitano minio e sempre de três termos.

o conceito do zero nasceu depois do um
um representa a unidade
zero representa igualmente a unidade como representação, aparente, num plano, do círculo, que representa a totalidade e do círculo se faz por rotação em seu eixo a esfera, que representa o uno e o universo e tudo que o compõem.
donde zero é igual a um, um é igual a zero.

a noção do um ou do zero, faz-se por reconhecimento do dois, do outro ao lado e ao ser feito este reconhecer, implicitamente se reconhece sempre um terceiro, um quarto e por aí fora ao infinito e mais além.

ou seja, o um, implica o dois e o três. existem sempre três termos num código de representação da unidade e dos números e qualquer código que tenda a representar o real baseado só em dois, deixa o terceiro excluído, e excluir parte do que é todo, mesmo quando não o é em seu todo, será sempre asneira e crairá um desfazamento entre o que é o real e as formas de o representar.

O um é o todo e sendo o todo é simultaneamente parte do um, que é feito por todas as partes e as ligações entre elas.

O dois, o outro, a primeira aparente divisão, na medida em que reconhecer o um é reconhecer tambem o dois e se assim o é, ambos se participam e sempre de algum mode se participarão. o terceiro a triade, ou o laço , como lhe chama o Amado, o que liga e é ligante.

posto de outra maneira, se eu tenho a consciência de Ti, o dois, tenho que ter por tabela consciência de um terceiro, pois não estamos os dois sózinhos no universo e se bem que o amor, o três, nos liga e trás a todos ligados, ele está aqui meu lado a por neste momento moedas na máquina dos cigarros e quem vai em amor ama todos os números, pois sabe que o universo é um numero infinito.

convertamos então a noção de números por pontos, um , um ponto, doi, dois pontos e por aí adiante mais além do infinito.

com dois pontos estabeleço posso estabeleçer uma linha, que embora sempre curva como o próprio universo, nos liga

com três pontos, ligo três números, por exemplo, eu , o um, tu, o dois, ela o três.

quando era pequenino contaram-me a história do nascimento dos números, que serviram em seu aparecimento para contar carneiros, ou animais, para saber do numero de cabeças dos rebanhos, mas antes de contar um dois, o homem se terá dado conta que era ele mesmo um número multiplo, ou seja, quando olhou para sua mão, viu que tinha cinco dedos em cada uma, que se bem que ligados entre si, vindos da mesma raiz de seu uno corpo, eram em certa forma autonomos entre si, visto que podia colocar cada um em sua posição, que por correlação com seu ver e pensar lhe dá sempre uma linha, uma direcção, ou seja ainda por outro dizer, os números são sempre, formas de orientação, do homesm orientar a sua consciência pelo conhecimento e correlação das partes com o todo, mesmo que só se pense como todo, acabando em si mesmo, no espaço que a matéria visivel e palpavel de seu corpo alcança.

numeros são instrumentos da consciência de espaço e consequentemente de orientação e orientação é sempre uma função de relação.

com três pontos faço o v do vaso e consigo mesmo fechá-lo, obtenho assim a estrutura espacial do triangulo, da mesma forma que quatro pontos podem fazer um quadrado e cinco uma cruz, que tendo quatro pontos se liga no quinto, que é onde as linhas, o laço, o ligante os liga, ligando os quatro pontos iniciais, ou seja, é um quinto que não vem dos quatro mas se faz a partir da relação de quatro.


Ah amada está a fechar o café, e isto dos números tem que ir pelo menos, a contagem até ao dez.
fica para amanhã, muito, muito eu te amo.

e creio que me desapareceu deste texto, uma parte relativa a indução psiquica por controlo sexual, com ajuda de substâncias , que a muitos homens e mulheres dos poderes profanos decisórios, em muito terá para tudo este negro, ter acontecido. ficará para um outro texto.
Levar-Te à Boca
Beber a Água
Mais Funda do Teu Ser

Se a Luz É Tanta
Como Se Pode Morrer

Eugénio de Andrade

Ah Amados Mais Amados, que de madrugada a todos juntos Vos Vi e Vós Sois Tão Belos Que Todo Eu Fremi e Vos Beijei daqui do Longe Perto Ao Perto Cada Um de Vós, o Grande Exercito, a Guilda, Sete Mil Guerreiros da Luz Que Nos Povoam a Todos Os Belos Sonhos e o Belo Sonhar e viajei com cada um de vós nas Memórias Universais que Sois, que Crieis e Transportais e Que Como Toda a Memoria, Eterna É.

Que O Céu Na Terra Sempre Vos Acolha, é sempre uma delicia ver-vos e ontem foi mesmo Belo, que Vós sois Belos e meus olhos assim por vós estavam e pela madrugada ficaram e o Amor Busca Sem Buscar o Amor e o Encontra Sem Parar e hoje de tarde abri um dos meus caderninhos, e lá estava escrito alguns de vossos nomes e da vossas Belas Acções Fora da Tela Na Grande Tela da Vida e lá assim un dia escrevi,

Bono, George Clooney, Matt Damon, Angelina Jolie, Oprah Winfrrey, Lucas que promove o bio diesel, Susan Sheridon contras as guerras com Jane Fonda e Sean Penn, Selma Hayek contra os abusos , Natalie Portman, servindo a quem não tem, Henry Connick jr pelo ambiente, Eve Ensler, Judd, embaixadora dos jovens na luta contra a sida, Helen Mirror, Minha Rainha, a Bela Rainha dos Elfos Brancos, Tão bonita em Sua Imensa Graça, Cate Blanchet, a Bela e Brava Penelope de Olho Vivo, Grande e Brilhante Leonardo de Caprio, Homem Menino de Muitas Causas e foram estes de quem eu na altura me apercebi Do Que de Belo Fazem Por Um Mundo Melhor, Que Causas para Resolver não Faltam, Mas Tambem Não Faltam Vós, que São Muito Mais e Fazem Muito Mais, perdoai-me os que não menciono, mas Vos Amo a Todos e depois Amados o amor é tão grande forte, uno e poderoso que com muitos de vós, trago eu muitas histórias para contar e sendo para mim todos os homens belos e as Senhoras um bocadinho mais, se tal é possivel de se dizer, e muitas e muitos me tem visitado e deixado belissimos presentes de amor e ainda um dia aqui antes de este livro encerrar, algumas histórias com vós terei que contar, terei por obrigação do Coração Amante, que é sempre uma doce obrigação não obrigada, pois foi o Amor que mais uma vez o Mundo Salvou e Vós Sois Disso Actores e são todos da nossa selecção nacional, que é Universal, a nação do amor, a nação do Espirito e Corpo do Amor. Acho que começou com a Be Always You Undressed Like a Star, como se poderia vestir de outra maneira, depois a Scarllet de Cometas de Prata em ceú de noite a Chover Amor que meu coração uma vez transportou, Uma Trumam, deusa da compaixão de sabre na mão, Sharon Stone do doce sorrir, e por aí fora até ao Infinito e mais Além, que as Estrelas Habitam no Coração de cada Um, cada Um Tem Uma Dentro de Si, Cada um Habita nas Estrelas, Cada Um É Estrela, e Alguns Mais A fazem Brilhar e Assim Ajudam a Vencer as Trevas do Coração. Não vão acreditar mas Apareceu-me Aqui em Lisboa, uma em cada semana e se são rápidas a chegar, nunca partem, apareceram num suplemento ao sábado no jornal, que dá pelo nome da nossa selecção, certamente será a selecção do Amor Universal e assim fiquei a conhecer a cada uma um pedacinho mais, Ah Meu Deus, É Tamanha A Beleza

Desejo-Vos o Melhor, Um Intenso Brilho a Brilhar e a Tudo Alumiar, Os belos Sonhos a Povoar.

Vos Fado a Todos pózinhos de perlimpimpim

E parabens à Eterna Belissima Liz Taylor que aqui ainda hei-de escrever uma elegia a Todos Vós, que Habitam em Meu Coração e São Muitos, Muitos.
Ah Amada, que a coluna era vertical e as notas por ela acima subiam e subiam e desciam e enrolavam e desenrolavam como nosso amor infinito que por o ser é eterno, se não fosse tétrica a imagem, dizia-te que nos encontramos aqui em corpo depois de há cinco mil anos adormecermos nos braços de um e de outro, pois na foto, uma especie de faca metálica que o parecia ser sem o ser, estava apontada a parte anterior do joelho, exactamente no sitio onde no outro dia me magoei, penso eu que feito de forma remota e induzido à distância e assim parece-me nesse tempo do sem tempo, estavamos ao contrário, ou serias então tu mais alto do que eu, o que pareces em estatura ser.

Ah amada, que teus pães são grandes, muito grandes e se bons por vezes me fazem fastio no estomago, o que em outra manhã aconteceu, mas antes disso, deves ter visto como eu a grande onda no mar no céu pelo amanhecer, e antes disso espelhou-se o monte olimpo como um vulcão e viste como eu vi, disso pelo nosso amor infinito tenho a certeza, um abraço que um anjo no Céu imenso e grande nos deu e nos abraçou e amada, as estrelas, as estrelas no céu na noite anterior, que belas foram, e eu com os dedos para ti as alumiei e depois formou-se o desenho que terás visto, sabes disse-me o espirito que tinha sido visto quase por cerca de dois milhões a bela alvorada do nosso amor, e o poema de Duras na montra da rua, descreveu-me agora antes de aqui chegar o sentir do ver do amor, que o reconhecer por vezes leva às lágrimas, assim em meu coração conteceu, depois, amada, sai para a rua e estava um coração desenhado no chão e segui teu pão e sabes amada, muito eu gosto de pão quente, torradas com manteiga a derreter de quentinho, como quando te abraço e te beijo e digo-te quando chegares, prepara-te que quando pela manhã meio a dormir meio acordado se ainda na cama estou e te vejo a passar ao perto, ternamente de novo a cada vez te agarro, sobretudo se andares passarinha a passinharar em roupa interior ou de toucado de banho fresquinho e outras coisas que tais, e depois veio um pássaro que me disse que estavas doentinha e eu tambem assim fiquei, sem estarmos doente em verdade e lembrei-me de um antigo conto sobre a lentidão no namorar que é sempre como a sua rapidez, quando disso se trata, bom e boa e assim em meu coração secreto te curei e sabes ainda, amada, quando te cheirou a carne assada, também a mim, na noite em vespera, ao pé de um cruzamento em que na adolescencia se passaram uma serie de atropelamentos, acidentes e mortes, um dos que se pode chamar de ponto negro das estradas, mas hoje creio que estendi um pouco mais a compreensão da sua negritude, pois à medida em que crescemos, sempre mais nos recordamos e melhor nos conhecemos, se bem que eternos meninos em nossos abraços, tudo saibamos, como sabem todos o s meninos, mesmo quando são grandes sem o deixar de O Ser.

E depois caminhei pelos Olivais, de onde veem as laranjas doces do amor em que te trago e que te me levas e recordei que perante Deus,Todas as Guerras São Ilegais e Que Ele nos Dá o Direito de Defender a Vida e o Viver e que se trata de Regra Universal, pois a Todos e a Tudo se Aplica e deverão os homens obedecer ao comenado de outros homens e não, quando seu coração, o pedacinho que pertence ao pedaço, lhe diz não, então não, e depois existem muitas profissões no mundo e o que é estranho, mesmo estranho é na época dos chips é não andarem nessas situações os homens com a ajuda deles, indentificados, não amada, para pôr como alguns parecem propor relativamente a seus empregados, neles mesmo, mas com eles, que assim os podem ajudar e depois, sabes, parece que não me expliquei bem em dia recente, ou melhor, parecem alguns continuarem a colocar-se num só lado da vista e do viver, pois a privacidade e a segurança são dois lados da mesma questão e assim devem ser mantidos sem confusão nem confundir, não misturando os termos, mas sabendo-os e fazendo-os sempre coexistir e pensar que ambas os lados são protagonizados por gentes, saberes, afazeres de acordo com suas necessidades.

trazendo a questão um bocadinho mais para a terra, é quase com os gatos e os ratos, ou os gatos e os cães, pois eu conheco alguns dos segundos e terceiros que se dão bem entre si e chegam mesmo a morar juntos em suas casas, assim já o comprovei com os olhos em meu ver, as vezes sufecientes para o saber, o saber de verdade em verdade e o que importa mesmo, sendo que todos os animais devem viver juntos e separados, assim Deus os Fez e portanto quando se dá uma fuga, o que importa mais aquele que está vestido de cão, será saber de sua casa, de onde partiu , mais do que saber onde chegou, no sentido em que se saber o segundo, importante pode ser, mais importante é saber a mão que de sua casa o levou, ou seja ainda, se eu te enviar uma cartinha de amor, ela deverá chegar a ti e não a outro e se for parar à casa do vizinho, porque o meu carteiro propositadamente assim o enganou, então a mim me parece mais importante, saber dele e não do vizinho, que como todos tem direito à sua curiosidade, com o limite que uns sabem e trazem sabido, que não é preciso meter as mãos nos bolsos alheios para a saber e outros que menos sabem e menos veem, nem tanto, nas vezes mesmo nada sabem e se tornam assim feios.

E se hoje qualquer um pode entrar nas casas e casinhas de um outro qualquer, também é de direito que quem lá mora queira ter nas suas vezes a casa fechada e assim em conformidade aja, ou seja, os dois estão certos, sendo que a certeza do primeiro pode ser a sua pequena estatura e fraqueza, ou a necessidade.

Ah amada na rádio, aqui, aparece-me sempre a bela Sakira, que hoje eu vi na minha cidade, muito bonita na foto está, pois ela é Bela Senhora e tem muita força, uma voz que se mostra e que sai do ventre enrolada com força eu gosto muito das partes que ela canta assim, já para não falar de sua forma de dançar, onde os belos fiozinhos todos se agitam, só não gosto mesmo, quando ela diz que eu não sei o significado de pedir desculpa e de partir o coração a uma mulher, pois o melhor mesmo é nunca trazer motivos para pedir desculpa, porque se é verdadeiro e leal e partir corações nunca é meu jeito, minha natureza é sempre colá-los, mais do seu consertar quando se avariam, pois são como ela diz, nas mulheres e nos homens, quanto dois não são um em dois, ou quanto os dois não são um, e se um são, quando se parte, partem-se sempre dois e são os corações, orgãos muito, muito delicados, e devemos tratá-los sempre com cuidado e vagar, como quando te vejo, sentes, agora, meus lábios a abrirem-se lentamente para os teus e depois Ela gosta e trata de crianças, e um dia muitos atrás dei-me conta que ela tinha feito um escola para Elas e uma canção sobre Timor, e desde esse dia que a trago no meu coração, que não tem casa nem botão para Ti pois Tu sempre Lá Moras Inteira e assim volto à mesma questão num outro plano e tem quarto e cama e almofada de amor para te acolher e portas para só encostar, quando faz frio para nunca Te constipar.


E se qualquer um pode quando pequenino ou atravessado, ou esquecido ou magoado na casa de outro, pode entrar, porque não poderá e deverá não faze-lo, um policia? seria face à realidade dos dias de hoje e das suas tecnologias, pôr-lhes mais travões de que a um outro que não o seja, mas que anda a fazer de conta ou nas vezes bem pior e se assim é e assim o sendo, o paradigma deve deslocar-se, ao olhar-mos esta questão para outro lado, o lado da lei, e das provas, de as coisas que assim se obtem, poderem ou não ser admitidas e servirem de provas.

E da mesma forma que hoje, é tecnologicamente possivel a qualquer um fazê-lo, tambem o é, sua adulteração, por vezes em forma tão sofisticada que dificilmente dela se dará conta e certo será dizer, que há medida que as tecnologias evoluem e se tornam a muitos acessíveis, será tambem em modo proporcional, a alguém ou grupo, tentra desta forma e com estes recursos a outro ou outros incriminar.

E existe sempre a história das crianças e da brincadeira das campainhas, que se tocam a brincar e o mesmo poderá ser sempre por alguém invocado, relativamente a uma escuta, que sabendo que estavam a sê-los, se puseram a brincar e se assim pode ser, talvez seja então avisado, utilizar as escutas, entendidas em seu sentido lato, ou seja, em todas as formas que hoje se permite escutar, como peças dos processos, e das investigações, mas em julgamento, não deverão ser elas, razão bastante e sufeciente para basear a sua conclusão.

perguntaram então alguns, mas assim, nos casos em que quem investiga ou mesmo quem julga, trás pelo conjunto da investigação e das provas produzidas uma certeza grande ou grande certeza, se irão escapar às suas responsabilidades e continuar impunes?

não necessáriamente, primeiro porque os métodos e as tecnologias evoluem para todos, ou seja, tambem para as polícias que as usam e devem usar e se não se consegue a prova num momento do espaço preciso, certamente que mesmo sem necessidade de uma armadilha, se se continuar a vigiar, se apanhará o que prevarica com a boca na botija, em flagrante ou com a recolha de provas que não deixem margem de dúvida, nomeadamente aquelas que se traduzem e traduzem os movimentos ilicitos de dinheiro, ou dos sinais de riqueza sem justificação e neste ponto do pensar, outros dirão que por um lado já é assim e outros ainda dirão, que nos tempos de hoje, nomeadamente nos actos de terror, não se poderá assim actuar e ambas tem sua parte de verdade.

o que será necessário, depois de resolver questões fundamentais que algumas democracias ainda não trazem acordado em forma clara, nomeadamente na transparência dos dinheiros, como é ainda o caso em Portugal, será pensar como serão as leis e os julgamentos do futuro, sabendo que sempre é mais importante a prevenção que o remediar depois do mal feito e que casos existem que não se podem mesmo remediar por mão humana, e que assim sendo deverá o sistema actuar mais no plano preventivo, dilantando os limites do agir da justiça nessa perspectiva, quase como penas suspensas, que o são antes de o ser, ou seja, não se podendo condenar alguem com base em indicios fracos, mas trazendo fortes suspeitas que sua acção poderá vir a perigar fortemente a outros, que sua capacidade de o vir a fazer lhe seja limitada preventivamente.

aqui em Portugal, no outro dia o governo, enganou-se, quer ir pela mesma via que no brasil, onde as prisões são de grande dimensão, onde milhares se encontram presos na mesma casa, em concentrações que se tornam perfeitos caldinhos de violências que extravassam as próprias paredes e no Império do Espirito Santo, nem haverão mais prisões e teem os homens condições e saberes hoje sufecientes, para resolver estes problemas sem ser pela manutenção das pessoas em magotes confinadas em pequenos espaços, melhor será mesmo pensar as prisões como hospitais e em vez de carcereiros, médicos, médicos que actuem no sentido da reabilitação mais que a bruta punição. já existem aqui pulseiras electronicas e mesmo elas poderão vir a evoluir e assim se poderá por a quem vai preso duas opções, ou fica confinado a quatro paredes ou por exemplo tem uma pulseira, que se por exemplo no caso da emergência de um acto de violência que pode vir a ser grave nas suas consequências lhe injecta naquele preciso momento, uma substância que o adormece.

assustam-se muitos aqui e com razão, mas que cada um pense à luz do mundo actual, se será melhor, evoluir para um sistema que ponha em causa as liberdades e garantias individuais de cada um, justificado com a razão verdadeira da prevenção dos actos de terror, ou se evoluimos para um sistema que na dúvida, restrinja, mas o faça em forma a não por em causa a liberdade e a privacidade de muitos ou mesmo todos.

Na América e no mundo, são muitos os que dão conta, que na luta contra os homens que praticam o terror, foram muitos, os que foram presos e continuam a estar em locais e prisões, se a tal se podem chamar, como guantano, onde as liberdades básicas e a dignidade de quem lá está é continuamente posta em causa violando as regras de direito mundial nomeadamente nos tempos de detenção preventiva sem culpa formada, e verdade é que mesmo para a América esta questão parece não ter saida, depois de ter sido criada.

melhor seria que os noventa por cento que se estima serem inocentes fossem devolvidos às justiças dos respectivos países de origem, na condição das justiças de cada país, averiguasse em fino suas eventuais acções e participações em actos de terror e depois consoante o resultado os encaminhassem de novo para a liberade ou os mantivessem presos enquanto as prisões existirem e as suas penas não forem cumpridas.

É inaceitável manter alguém preso sem culpa formada por periodos que já chegam aos cinco anos e a serem tratados da forma em que o são, em que a lei se torna igual aos que pretende perseguir, ao se tornar seus agentes como torturadores.

se assim continuarmos, qualquer um poderá por via de outro ser indiciado por terrorista e vir assim a ser tratado, risco demasiado grande na luta de porevenção do terror e grave cegueira em seu fazer