domingo, abril 29, 2007

Ah Amada, hoje a cidade doce, cheia de estrangeiros de todos os lados do mundo, no jardim da estrela, um exposição de artesanta, uma bela senhora, deitada em seu manto amarelo, a ler ao sol, as crianças correndo em suas bicicletas e no espirito do amor muito dizer e muitas conversas, algumas das quais aqui darei mais em conta seu pormenor, disse, o espirito, deixa os jogos começar, e eu me pergunto quais , pois parece que diversos se apresentam no mesmo espaço ao olhar, como diria a bela senhora amada, o campo parece ser grande demais nas vezes para a vontade, outras, pequenos, como seios pequenos, que segundo outra senhora amada, a outras, parece ser rasteira de Deus, assim em suma li suas palavras, mas a Deus, todos os seios são seios, O Seio e quem os tem nunca é menor ou maior por seu tamanho, ou mesmo mais bela ou mais feia, e todos cumprem suas funções, que é ser beijados e aleitar vida e amor, e a Beleza habita na Alma e no Espirito antes de qualquer parte do corpo.

depois fiquei em relação à primeira a pensar, se lhe parece grande o campo e se cansa, porque vai então ao ginásio? conheço eu uns exercicios muito bons, para isto e para aquilo e ainda para aqueloutro, se quiser terei todo o gosto ao perto lhe explicar

e quando fizerem festas de t shirts e t shirts, avisem-me por favor, talvez eu tenha tempo de fazer uma bela, que fique bem num ecrã, pois para ser franco, festas apetecem-me mais de outras
curioso, como sempre o Destino se apresenta em seu desvelar, falei eu aqui de ratos a abandonar os navios em, singelo poema, e depois no dia seguinte acordo com noticias e uma polvorosa em torno de carmona que teria ido para fora, depois soube-se que estava em inglaterra e eu me fiquei a perguntar onde?

e subiu-me à memória, o episódio que aqui acabei de contar, sobre a parede cinzenta escura que ficou em pouco tempo como uma pele de cobra gigante e que depois foi de novo pintada, pois ao lado dessa fachada, existe uma antigachaminé de tijolo, tipo industria do principio do sec dezanove, como acrescentando ao significado significante a chaminé, ser a chaminé da cobra, a chaminé por onde a cobra faz cobrices, por assim escrever, como uma torre de fumos negros de sauron, e depois no reino unido, se deu um tremor de terra, coisa rara de acontecer naquelas terras e as imagens, mostraram casas de tijolos, de uma mesma epoca e parecidos com a que existe ao lado do prédio novo, que é dentro de um pátio operário, parecido com as casinhas pela rua abaixo que se viram na tv, como as que as imagens mostraram no reino unido, e um particular pormenor me saltou à vista, um tecto de uma chaminé, meio tombada, assente em colunas, como se algumas colunas tivessem feito tombar a chaminé, ou como se um pé de uma mesa se tivesse quebrado e o tampo dela se tivesse inclinado e a faiança se partido

fico-me a perguntar se o senhor não terá estado por aquelas bandas, salvo erro se bem percebi, pelos lados de Kent.

ah senhora santa clara, que a leio eu amiude, pois me conheçou a chamar à atenção sua grande rosa vermelha sobre indumentária vermelha, o que poderia parecer ser um redundância para uma rosa, mas uma rosa e sempre uma rosa, mesmo que seja pequenina como um franguinho antes de se tornar um galo ou galinha rainha numa capoeira, e depois que ganhei nas vezes o hábito intermitente de a virar, perdão de a ler, se insinuou no meu coração um singelo verso de um poeta contemporâneo, que diz, mais fácil é falá-lo que fazê-lo, certamente falará ele de virar os frangos na grelha e depois de a ouvir falar de espetos de vidro para aplicações a quente e outras coisas que tal do serviço publico dos galinacios amantes, quando o seu molho de letras, chegou nem de porpósito hoje, ao picante do drama, da franguinha boazinha e do frango, que por ciumes e coisas negras que tais, culpabiliza a coitadinha de todos os pecados inamagináveis, lembrei-me de lhe escrever estas letras, bem em verdade nascera antes disso em dia recente na semana passada, repousava num escaparate da biblioteca do Olival, um livro seu, com um titulo curioso, não me esperes para o jantar, o que é estranho pois falamos de frangos grelhados, se bem que se os possa grelhar, dependendo de seu tamanho, para um só e folheei suas letras e minha querida senhora rosa, aquilo parece-me um perfeito manual de terrorismo e de guerra entre as mulheres e os homens, manual instrutório de guerra, que me fiquei a perguntar, se os frangos na grelha depois de grelhados e comidos que são de leve digestão e podem levar diversos picantes, serão tambem armas de guerra e sempre implicarão leitos distintos, e depois senhora da rosa, só para relembrar que quem faz guerra, geralmente considera-se mais fraco, e tenta assim compensar-se, pela guerra, e que as mulheres e os homens são livres de fazer o que quiserem, e de serem mentirosos tambem, se assim optarem e que serem tudo isto e mais o que quiserem, não lhes dá direito de roubar um filho ao outro e que são muito graves estes actos, sejam feitos por um , ou por outro, e são geralemente actos de tortura para os filhos, coisa que nem uma rosa nem um frango ou um galo, devem fazer.

ponha lá , senhora minha, sem o ser, o molho que quiser em suas letras, mas não levante poeira sobre assuntos mais sérios, que parece mesmo a alucinação que se montou, sobre direitos dos suspeitos, dos acusados, dos investigados, dos pides e por ai fora ao infinito, que se levantou de repente no país, pois parece obvio a todos os galinácios de qualquer capoeira, que quando um que desempenha função, cargo ou competência publica, se encontra sobre uma investigação de corrupção no ambito essa actividades ou funções, o bom senso, obriga à suspensão imediata de funções, não vá o galinheiro pegar fogo, por pata que queira apagar provas indesejaveis, o que seria motivo mais que suficiente se outros não houvesse.

calhou-me na vida em recente, fazer o de sempre antigo, uma especie de sindicância à gestão do galinheiro e pelo que mais uma vez estou comprovando, aquilo vai muito mal, mesmo, pois nem a segurança de todos os animais, que é função e competência básica de qualquer administração de galinheiro, não se faz e depois responsabilidades, é um ver de aviões de papel a voar de bico em bico, e os galinhos gritam no galinheiro, não fui eu, não tenho nada a ver com isso, e depois sabe a senhora rosa, que agora de novo se fala na avaliação de funcionários, sempre da mesma torta maneira, que fundamentalmente permite aos frangos maiores, mesmo que sejam mais pequenos, fidelizar as hostes à trocos de milhos vários e a coisa é simples de resolver, pois quam avalia os que servem o publico dos frangos e das frangas somos todos nós do galinheiro, assim e visto os telefones terem todos nove numeros, é facil no tal plano do power point tecnologico e da janela de oportunidade, cada um que for atendido no fim da chamada marcar a respectiva pontuação, que depois de somada, dará a classificação, mas é evidente que tudo isto é demasiado complexo, para os que tomam conta do fogo, que por serem bombeiros, grelhadores , grelhador e carvão, nem tem pata a medir e frango ou franga sem pata não o pode fazer, pois a medida se faz a passo ao andar,

se quiser vir comer um franguino, ressalvo, comer e não falar de grelhas e espetos, esteja a vontade, será minha convidada, só terá que providenciar os ingredientes, o que não será dificil, pois é uma rosa, e depois tem trabalho e remuneração para comprar o carvão e concerteza agua em casa para eu poder lavar os pratos no final

e misturar tentativas e actos de homicido de uma franga por um frango ou vice versa como aqui mais versa, com alegados ciumes ou o que seja, francamente senhora, são fagulhas que ardem sem arder, disse-me um franga que era poeta, antes de se queimar, do amor, a paz, não a guerra, que as rosas e os rosos, quanto são dois, tem inteligência para isso e clara é sempre a santa e se sois santa e rosa santa, estranha me sabeis, as letras, claro.

com amor em paz entre os frangos e as frangas ou entre os galos e as galinhas

e que me fiquei a lembrar de fogos na cozinha dos fundos, não sei se saberá a senhor algo sobre isso?

quinta-feira, abril 26, 2007

tic tico tic é a minha serra no espirito feita de espirito
olhai o céu senhores e vejai-A

credo, credo, cruz, dizem os ratos assustados no convés
que a agua sobe ao porão, ai, ai, ai, ai

é agudo, amor, o som da morte em seu chegar

a aranha, essa trepa ao mastro, vive nas alturas
onde está minha teia, onde está minha teia...

o cavalo fogoso do convés, a amurada do salva vidas partido da ilha azul, pergunta
onde é o céu, onde é o céu

o céu, diz-lhe o peixe voador, vive dentro de ti

tic tico tic tico tic, pum, a serra a serrar o céu negrao, negras as nuvens

por detrás da Senhora, na janela do tic, visivel a teia da aranha

Obrigado Amor

Ah amada, que a produtividade é enorme neste país, tudo escorre bem, fluido como o amado tejo, que nos banha o pensar, ou como nossos beijos molhados de linguas tesas e nroscadas, razão tens que nem é preciso muito o barulho no acto, pois assim não faz o beija flor ao beijar sua amada, anda por ali à volta do vaso, beija aqui, beija acolá, torna a ir e a voltar, pelo bico chupa lento lentidões de mel, e leva o polem à flor do lado, como o amor e o céu, como o vento a passar, no permeio, o Estar, mais grunhem os animais desvaridos em sua ansias cheias de coisas de nada, pressa, pressa, presa, apressada, sem minimo deleitar, que o amor se quer lento e os orgasmos parados, quanto algo se pode dizer ou achar ou fazer parado, ansias de dinamos carregados em desiquilibrios internos, provisões de bestas, a jorrar, aí que bom já está, dizem então, depois da descarga do raio, que venha outro e outro e outro ainda mais, ah amada, que em lento sempre se desenham os melhores sorrisos e encontros e estar e poderão ser minha mãos de cor de cobre, como um cavaleiro azul do deserto, mas não são metálicas garras para te abraçar, nem arranham estranhos ruidos, só festas a festejar, pomba e pombo a arrulhar

estou sim, podia falar com a senhora engenheira fátima proença
um momento

ouvem-se martelinhos irritantes no auricular na espera feita a esperar, e tuas belas orelhas cornucópias, ao longe de meus lábios, não escuto eu o mar, nem vejo em teus olhos o infinito do horizonte e observo as andorinhas em que chegas , à minha volta, e tento ver se virás montada numa, mas não ainda, o deleite de te apanhar

senhora, ficou de me ligar meia hora depois de termos falado, como já passou duas horas, aqui estou eu outra vez

na anterior, a senhora, ia procurar o processo, que o numero que ele tem na recepção, informatizado, não tinha mais correspondência nas longas viagens intercontinentais da camara do mundo de lisboa, certo, certo, será, o erro da aplicação, a nova, aquela que permite fazer ponte, pois se o departamento estava fechado, como é que ela se instalou?

remotamente, disse-me um pássaro que tinha convidado sua amada a fazer ponte, aproveitando a gaiola aberta no ceu fechado do vinte e cinco.

bravissima a ciência dos pássaros, basicamente a questão prende-se em saber se o neutrino, tem ou não tem massa, reunem-se os passaros discretos que investigam discretas particulas, como se algo nomeado, não fosse sempre possuidor de numen

procurai, bem Amados pássaros, que encontrareis o nome de Deus, que Ele está por todo o lado.

proença, estranho, estranhei, continuam a reverbar os nomes escritos em palavra recente, galo, remédios, la borde, cal, e agora e proença, como uma especie de espelho de Deus em tempo real, como se o tempo existisse, por sisso lhe devem chamar pelo seu anverso, como real, ah amada, espaço, espaço de ti em mim, de mim em ti, infinitas planices para nossas mãos e dedos quentes a escorrer, por todos os vales, cumes, lagos e recantos.

então, é agora senhora, que resposta me dá, que resposta me tem a dar para os assuntos, sabe continua o perigo na via publica
agora vai para o dois
para o dois?
e quando chega ao um que me dará a resposta
e o que é isso do dois?
dept obras infraestruturas e saneamento
de facto, é um dois...
olhe, eu preparei o parecer e o que lhe posso dizer é que está em cima do director de projectos
em cima salvo, seja, acrescentei
sim, está na secretária dele
ah e quando é que vai a despacho e diga-me se bem o percebi, daí por despacho vai para outro departamento, que ainda não é o um
depois irá para a almirante reis, sessenta e cinco
é isso,
e é despachado quando,
ah isso não lhe posso dizer
e em que dias e em que horas procede o senhor a despacho, ah isso não sei, ele vai despachando os papeis que tem em cima da secretària no intervalo das reuniões...
certo, e diga-me uma coisa, tem lá ele muitos papeis em cima do tampo
ah isso não lhe sei dizer
não sabe, mas dissse-me que lá o pôs
não, não lá o pus, apontei-o
ah diz-me que fez com a folha do parecer um avião de papel e o apontou a sua secretária
certamente ainda irá a voar

desculpe minha senhora, amo-a muito, mas isto é uma alucinação, não devemos habitar o mesmo país
como me pode amar, se nem me conheçe...
passe bem, obrigado, boa tarde

juro por Deus e pelos Pássaros que foi, mais palavra menos palavra assim, deveriam ver a aguas que andam a beber, devem estar todos a tripar

trim, trim, trim, boa tarde que a tarde é bela e eu amo muito, poderia ligar-me ao gabinete da presidência para falar com o senhor cal,
doutor cal!
pois seja, e é da viva ou da morta
aguarde
flutas de pan, aqui em vez de martelinhos são as flautas de pan, é o que digo, devem andar todos a tripar

trim, trim, trim, olhe senhora caiu a chamada, já informei em dia recente que deve existir problema no pbx, pois as chamadas muito caem
pois é, nós até já informamos...

poderia falar com o senhor cal?,
não está ao telefone e vai demorar pelo menos dez minutos
devem ser espiritas... pensei, até preveem a duração das chamadas ou será forma combinada de apelo à desistência...
senhora elsa, sff deixo então recado, que tenteo de novo falar com ele e ou a senhora laborde, que estão ambos ao corrente e que pedia retorno, pois a questão ainda não está resolvida.

uma hora e meia depois, trim trim, olá sou eu, o amante, de novo, poderia então falar com eles?
não estão em reunião.

assim se foi meia tarde, uns largos escudos em chamadas e nada concluido, a saga continua, eo perigo publico continua na mesma, perigoso, a ver se alguém se lá magoa no entretanto.

quarta-feira, abril 25, 2007

isso, é preciso mais ética na classe politica
isso é preciso que os jovens... blá, blá, blá, 100 000 sem nada para fazer trazia o jornal a informação no dia anterior

cerca das 20h00

será possivel, falar com a senhora Laborde
um momento
sim
boa tarde, precisará a camara de alguém para dar corda ao relógios
disse-me a senhora que me telefonaria ontem, três quartos de hora depois da nossa conversa

e falou de novo com o senhor remédios?
não, o departamento de urbanismo está fechado
aí está, não sabia
pois eu informo-a, senhora, está fechado até terça feira, porque segundo me disseram, estão a mudar uma aplicação informatica
e que resposta tem ao assunto de que lhe falei?
expus o assunto ao carmona
professor carmona!
concerteza, falou com o professor?
um momento...

na AR afinal são só onze os doutorados, aqueles que em propriedade se podem chamar de doutores, espanto meu no país dos mil e mil doutores...pensamento no entretanto

hoje, as gentes desfilam na avenida, muitos dizem, está esgotado o modelo das comemorações do 25 de abril, ... pois os chaimites, não disparam e tem flores pintadas...
outros, debaixo da terra, entram no tunel do marquês, ou será no tunel do conde dos titulos do sangue traficado em moedas...
deve ser o prenuncio da nova revolução underground, mas fecha de novo sexta feira...

daqui fala o chefe de gabinete do senhor professor, presidente

a situação é a seguinte

antes de mais a segurança, pois ainda não tive oportunidade de lá passar de novo a ver se efectivamente a policia municipal ou os bombeiros procederam no sentido de provisoriamente melhor sinalizar o problema, toma nota o senhor, para que depois não diga que não foram informados, certo vou tratar

e onde é o problema?
em frente à procuradoria, na rua escola politécnica
ah já sei onde é...
?
ai sim, sabe que me informaram na altura do acidente que a situação está assim há mais de dois anos?
olhe aquilo deve ser um caso cheio de nós, um parque dos piratas, sinalização falsa, ou manhosa mal colocada... uma obra licencida na aparencia pela camara no ambito do recuperar lisboa,... etc. etc. etc,
e como é que me resolve o problema?
e como quer que eu o resolva?
se eu fosse o salazer, lhe dizia, como o resolvia
ah eu acredito na democracia, e no regime e na liberdade e por aí fora...lançou o senhor
eu nem por isso, sabe deviam mudar a demo cracia pela amorcracia.
o senhor apresenta um relatório e depois o que lhe posso dizer, é que tratarei pessoalmente de seu caso..
olhe que eu não mereço nenhum tratamento preferencial, sou um simples cidadão...
e preciso de um carro de substituição
ah o senhor quer o seu assunto tratado..
não, primeiro quero que tratem da segurança, depois do meu caso

suma, não fez nada o senhor licenciado, professor, doutor e certamente jubilado Cal, qualquer coisa, do que prometera.

espantariam-se meus olhos se ainda se pudessem espantar!!!!!!

durante a tarde de novo no diap

boa tarde, venho apresentar uma queixa mutipla sobre homicidios e afins,
faz favor de entrar e ir ali ao fundo à esquerda
se faz favor queria apresentar uma queixa, pode chamar um procurador ou quem de direito
só por escrito..
por escrito, mas o que me está a dizer...?
tem que ser por escrito
e onde está a norma, regulamento ou lei que assim o diga, importa-se de me dizer
..... ah isso, nada sei...
mas é uma norma, um regulamento interno, ou trinta e um de boca, ou do vento?
....

espantariam-se meus neurónios, se ainda se pudessem espantar

a saida, olhe senhor, poderiam-me ter informado anteriormente, pois é a terceira vez que cá venho...
ah , disso não sei nada
mas devia saber, pois é o senhor um funcionário publico que aqui está a atender os cidadãos
ah, isso é que não sou,
de facto, era de uma companhia privada, onde quem trabalha é no minimo doutor jubilado...
boa tarde, passem bem, se é que ainda passam alguma coisa....


no dia anterior a o fim da tarde, à terceira foi de vez

olá maria josé morgado, estás boa, precisa de marcar um encontro contigo para falar de asuntos criminais,
eh pá, vais ter que me dar um tempo, um mês, que acabei de chegar...
não posso, tenho urgência
mas olha que a corrupção é noutra direcção...
sim que tambem o é, mas antes disso crime...
olha e sugeres-me que fale com alguem especificamente, sobre estes assuntos,
não,
ok , maria josé, obrigado pela atenção, adeus...


espantaria-se meu pensamento se ainda se pudesse espantar.

por detrás dos juizes, um quadro, um quadro com riscos que parecem feitos de giz, num fundo que poderia ser de ardósia, uma ardósia de escola, ...riscou com giz o nome... sobe pela memória acima.

o processo contra a maria josé marinho, onde ela é acusada pelo terrorista internacional da faca sul africana, o que sabe tambem da pedofilia e coisas afins, conhecerá a sentença amanhã.

disse-me a zeza, que conhecera o tio do homem faca, no Douro, em cinfães
e quem é ele?
o Noronha do nascimento

douro, pedras do céu, tio, sobrinho, protecção, acusação à zeza, mais um pestalozziano no gume da faca, os ovos do salazar
sabes, amada, creio que te querem meter numa prisão e depois provavelmente te tentaram lá matar...

Senhor Juiz Noronha do Nascimento

interpelei eu aqui com fundamento as diversas entidades e os mais altos dignatários da nação, responsaveis da justiça, da investigação e do governo sobre diversas matérias que se prendem com terrorismo mundial, a tentativa de me matarem e o rapto de meu filho, e a corrupção montada no tribunal de menores para o cobri e não tive nenhuma resposta até ao momento

por gentileza me dirá porquê?

por gentileza me dirá tambem porque razão a lei foi desrespeitada, visto que um conjunto de denuncias, indicios e factos foram apresentados no dominio publico e a lei obriga quando assim acontece, a que sejam efectuadas as diligências de imediata investigação.

perguntava-me a maria josé morgado, onde é que eu tinha apresentado as queixas e já vi que muitos trazem a mesma resposta na ponta da lingua, como pedra torta de resposta impossivel, se bem que não tenha sido o caso da senhora, pois seu responder, foi distinto, fou mais , e pensas que eu tenho gente para isso, para andar a ver o que saí na net, ao que eu respondi, nem precisas, pois existe formas automaticas de o fazer e falei-lhe de aranhas e afins.

disseram outros, que a internet não é espaço publico. cabe informar que na blogoesfera existem dois tipos de comunicação, os blogs privados a que só terá acesso, quem tenha autorização para isso, e outro que é publico, ou seja, como o nome indica, qualquer um poderá ler o que lá está,

mas não seja por isso, que seguirá carta com as queixas crimes

explique-me tambem se faz favor, quem é que investigará e julgará os tribunais, visto que não procederam eles, ao cumprimento da lei nesta matéria de investigação de denuncia ocorrida no espaço publico,

atentamente....

Existe o Paí que dá pelo nome de Portugal ou é virtual?

democracia?
liberdade?
Brincais?!!!!!!

digam-me Amados Meus.


e o espirito desvelou, a teresa carvalho, a minha ex mulher que intentou com outros a minha morte e me raptou o filho com a conivência de muitos mais, quando recebeu o anel da traição e a promessa de direitos futuros sobre o filho e uma espingarda especial, que provocou entre muitas outras desgraças, bombas e tsunamis no mundo, recebeu um " anel" no valor de 10 000 libras, assim foi o valor dos trinta dinheiros, provavelmente devido à inflação.


acabei de lá passar agora na rua escola politécnica, antes de aqui chegar e me pôr a escrever, está rigorosamente na mesma

segunda-feira, abril 23, 2007

mais uma resonância, o rapaz da escola, dizia que gostava que o chamassem de ponto de interrogação, três pontos e suas sombras, aqui à infante santo, referência nos textos anteriores, três mais um , quatro, quatro seres implicados na condução e despoletar

domingo, abril 22, 2007

ah amada , que os jaguares estão por todo o lado, ao que parece mesmo nos parques, aqueles aprendidos por falta de pagamento de impostos e coisa do genéro, talvez lá passe amanhã a ver se a laia de estorno pela estupidez humana, me emprestam um, desde que funcione a amor ou pilhas solar ou beijos meus e teus, pois aquilo é belo mas consome demais para meu bolso e eu que ando de caridade, a meter três e cinco euros de cada vez, de vez em quanto, lá vou a pé buscar um litro para continuar viagem, já tenho uma garrafinha e tudo para o efeito, deve ser por ser filho de engenheiro, previdente por genes em planeamento, especialidade, pobreza, a minha, que no mundo há muito mais e pior, e se Deus me deus os pés será antes de mais para te encontrar e depois beijar, e sempre vou comendo e ainda tenho um tecto para dormir, eu e o cão antónio, mas tudo isto para te dizer, que do outro lado da rua da avenidade da liberdade das trevas entravadas, em frente à abreu , lá estava outro, descapotavel, muito mal estacionado, diga-se em passagem, no meio da curva. ali estava, depois descobri este café onde as musicas veem quase todas do brasil e escorrem mel e mel e escorrem e escorrem mel e se me faz bem, tambem o não, pois mel bom seria ter-te a ti abelhinha por perto, e disseram delas os jornais, que os doces seres estão a imigrar de planeta, certamente porque os homens não beijam o necessário suas mulheres, o que se continuar assim a acontecer será grande problema, pois aqueles pequeninos seres, a quem tu nas vezes pedes para neles me visitar e vens e eu então te deixo andar ali à volta de mim e te canto canções baixinhas com refrões em buzzz e bozz e bazz, e depois partes, são elas pequeninas mas muito importantes no trono de todos os seres e senão nos beijarmos o suficiente, que é sempre mais e mais, até fazer correr mel doce e espesso, será uma grande desgraça, para as arvores onde nas sombras no sentamos a ver o céu a namorar com as nuvens e onde os pássaros se sentam então em nosso colo e regaço, e depois fui ler jornais ao adamastor e tu não vieste e o sol se deitou de tristeza, assim me disse Ele, e depois contei as moedas e decidi fazer uma extravagância, que foi ir comer meio frango na brasa na casa da india, que ontem andava tudo de cabeça perdida e demorou para aí uma hora a chegar e depois sentou-se uma senhora columbiana que pediu um caldo verde e uma bifana, quando a vejo a meu lado no balcão, a cozinha ao fundo, pegou fogo por um instante e depois se apagou e me disse ela então, que tinha vindo de uma conferência espiritista, e eu lhe disse, pois, o espirito está sempre por todo o lado e é uma boa forma de ver que a vida não é só os corpos e sorria-me por dentro a olhar o fogo, vê-se, imensas labaredas que se deram lá na cozinha e depois foi a pé até casa dormir e tive muitas insónias e andei a passear pelas ruas.


trás Amado gabriel, um pequeno poema que fala de um ramo de sua familia que ao que parece por Portugal , ficou a cuidar, não sabe ele ou o poema bem de quê, mas porque cá estão.

há largos meses a menina com esse nome de familia, olhando minhas sandálias rotas, oferecu-me um dia uns sapatos de ténis, que vou usando em meus dias, tem um simbolo em s, com nove pontinhos e visto de cima, em sua sola de borracha, saem uma especie de pitões discretos,como pequenas borbulhas.

na rua do borja, fizeram em tempo recente dois novos prédios e um deles que tem uma fachada lateral pintada de cinzento, mal ficou pronto, começou a se modificar e eu espantado ia vendo a criação da sombra nessa mesma fachada quando pelas tardes me sentava no alpendre do meu prédio, rapidamente, aquela imensa fachada cinzenta, acabadinha de pintar , ia tomando gradualmente o aspecto de uma pele de cobra gigante, veios de cor mais clara alastraram por toda ela até que a pintaram de novo.

uma tarde estou sentado e vejo projectada nela uma sombra impossvel, era como se as borbulhas do meu sapato que fazem uma especie de dentilhado, por estranho fenomeno doptico da luz que refracta e desvela a sombra lá se tivesse projectado e esfreguei e esfreguei os olhos e pensei optica e optica e cheguei aà conclusão que a Luz me dizia algo, que só agora se desvelou em sua inteireza, pois agora parece ser o tempo de encontrar as ciobras em seus lugares.

dizia-me o espirito amado em dia recente, na tua rua mora uma grande, e eu fiquei a pensar, bem lá ao fundo, não na mesma , mas próxima, a cas do presidente, já na minha frente à air luxor, mora o seu genro, o luis montez e depois os vizinhos que vou conhecendo ao longo destes anos que por aqui andei.

ontem dei de caras com ela, bem de cras não, pois da garagem desse prédio, saiu um carro de desporto topo de gama, que me pareceu um masarati, prata e me disse o coração ao instante, pois lá vai ela e depois o espirito contou a história, rezando assim


o primeiro adão da porcaria ao pé do rio, da folha no escape do triunfo dos porcos na GB, o ip à porta da senhora dos chupa, chupa, s da cobra da Parede, o homem do li, o oz invertido do raio x de noventa e quatro, da video colecção da Cp/ Li- FP, o homem muito homem, o primeiro da estrela, o ovo do X P 13, cal da doninha da zé do SI da BT da CM dedra, bombeiro voluntário em 93 ao BA, viu a casa digital Es do Az , é o do golfe 11, matematico todo o terreno Ad da Ru e tambem da Tv tele pizza, luz dos dois caezinhos da Tv, X no rato de depois de Cristo em DC, tampão do rinoceronte CB do jogo da onda vermelha do acento da musica do miles na CE, do X no Paulo na casa alemã

PH no DC 3 no stand europeu do BA, gato primeiro da TSF da outra margem , reacção Ab ao PM do estrangulamento dos morangos no ribeiro, das acções da bolsa do dia 25, java, da onda de java, prata e vermelho do minho e de lisboa, rodizio, cayatte vermelho, vidro centro da cozinha chineza da rosa doce, café da música, be my love, o gato de roma, veigas, perfume e peperoni da BB de 90, da volta dos livros a portugal, pelicano do montepio, riff Ka de luanda de sari, rei max do rodizio do stº antonio do mac donalds, ou do M da maria, do desenho do filho, do ban no alentejo millenium bcp da imaginação dos telefones, perfumaria do touro neto, vista alegra da igreja do libano, o santo do bes, da exportação da borboleta da cafetaria joaninha da caixa multibanco da garagem rio de janeiro PP em noventa, da oficina de 64 em sta comba dão nas ruinas do carmo, carro azul e d´oiro, hotel praia mar porto caminha, correia de transmissão do acento agudo na vesica, lista de casamentos do homem strauss da balistica do fogo do dragão de seis patas.

brasilia made in italy.

é a frances 66 BX , 00
o 11 da cp sa. mp da linha do laser, o ponto todo o terreno do dia 13 long play

o falso principe da rosa do dezoito grau, é o segundo de DC.

Recebi a semana passada a sentença do falso julgamento do tribunal de menores, o processo destes iniquios, falsos e corruptos, é do piorio, pior do que no fascismo, pior mesmo do que na idade média quando se queimavam os homens nas fogueiras.

dizem que eu sou perturbado mental, mas que amo muito meu filho, mas que só o deverei ver aos sabados na presença dos avós.

morram todos, vão todos para o inferno!

e que venha uma onda grande do mar para a todos os iniquios e falsos levar, que eu desta vez não salvarei nenhum.

acabou de nascer no mundo no outro exacto lado dele, um dos mais pequeninos meus filhos , tão pequenino, que os olhos dos homens não o veem.

É Fruto do Amor como Tudo o Que Nase na Exacta Medida do Desamor que Reina Ainda No Mundo, perfeito à imagem da forma como os filhos de Deus tratam seus irmãos, um pequeno ser que ataca o figado, que é donde os pelicanos tiram o alimento para dar a seus filhos, que é aquilo que nuitos se esqueceranm de fazer, pois aqui está o envelope, o primeiro da nova serie.

Amada, em breve vou partir deste país, mal termine uma Reza, um Texto, e a Maldição, que aqui deixarei a todos os iniquios antes de vir o vento quente que os abrasará sem remédio nem remorso

Queres vir comigo?

na camara a saga continua, falei com o director, mais um com o nome Remédios, a juntar ao nome de Galo, disse-me o senhor que a camara tem seis mil processos em cima, estava tranquilo, o senhor, por conta disso, certamente que seu mandato terá terminado antes mesmo de um vigésimo estar resolvido.

telefonei à presidência da camara ao principio da tarde, disse-me a senhora que me telefonaria passado querenta e cinco minutos, já telefonei outra e outra vez e ainda estou à espera que o relógio de lá marque três quartos da hora, excelência de serviço, neste país que não existe mesmo e se não existe o melhor será mesmo que ele acabe em breve.

dizia o senhor amado, que o humor era um optimo equilibrio da balança e valvula de pressão, desde que os homens acreditassem em seus dirigentes, coisa que não se passsa mais, nem em verdade nunca se passou, pois os homens, que o são, dirigem-se a si mesmo, por aqui, só invertebrados, e jornalistas independentes , livres e libertados, tambem parece não mais haver, ou serei eu que me engano a pensar que estas palavras tem interesse publico.

sábado, abril 21, 2007

tarde das cobras,

ia escrevendo o post anterior, começara a chover, e mais uma vez um grande trovão se fizera num determinado momento do texto, como tem vindo a acontecer neste escrita deste livro nos pontos em que o próprio céu, reforça, ou me indica no preciso momento da palavra, a sua verdade, a sua clareza. aproximava-se o fim da escrita e eu dentro de mim, sem chapeu de chuva cá fora, dizia-me, seria bom que parasse de chover e assim aconteceu, quando acabei, e meti os pés à estrada descendo de campo de ourique para o marquês , quando apareceu a primeira cobra, dei com ela de caras frente a novabase, aqui recentemente referenciado.

quem com pés humanos, cobra era e vinha, o pedro curto, uma das pequenas , que por serem pequenas, por vezes são das mais perigosas, porque menos se veem e são capazes de subtis serpenteares. cuprimentou-me em voz, que elas nas vezes parecem falar, sem mesmo parar, e eu lhe disse, curioso, acabei de falar teu nome, e sorri-me dentro, à confirmação da Luz.

entrei na axa, dei conta do acidente e disse-lhes, parece-me de conviniência que os senhores façam acção contra a camara, porque esta situação atenta contra a vida humana e o dever de uma companhia de seguros , é esse, talvez, que iam ver e veriamos depois e de lá sai em aguas de semi bacalhau, que nem de peixe nem de agua nem de grande e certo algo, são.

começei a descer a av da liberdade, neste país de trevas, e logo ali, defrente a um mupi em frente ao DN, mais quatro, primeiro vejo mais um trovador, o do porto, o rui, aquele que na ultima vez, na casa de banho na situação da botija na boca sem boca nem botija, nem me cumprimentara e ficara de cara de pau, já devia ter no entretanto lido estas letras e feito as suas contas e assim quando me viu, sua cara que estava triste se abriu num sorriso e fez o gesto de me estender a mão e assim nos cumprimentamos.

quem estava a seu lado? um era o ramon fon, outros não os reconheci, e tem o senhor a lata de me dizer, então, vai tudo bem, e eu, bem não vou, não sabes tu, que estás envolvido nisso e se calhar em muito mais , que me trazem meu filho raptado?, e logo a cobra a me afastar do grupo, para que o escandalo e a verdade ali não se desse frente aos outros, um dos quais tinha cara de juiz, pois no longe que ficara, começei a ver-lhe as narinas a fermir, e sua consciência entrara num outro nivel de compreensão, como um cão de caçá que percebe algo, ainda mesmo sem o perceber, e disse eu a cobra, tu és um terrorista e um dia destes estás preso ou acontece-te algo pior, não respondeu, com pode responder uma cobra, à peçonha e justificar a maldade que tem e faz, só se fosse homem, caso que se provou ali não ser.

ramon fon, se na próxima vez que te encontrar, se ainda não estiveres em sing sing, nem aclareado tua participação no que publicamente te interpelei, nem a policia te tiver ido perguntar, quando te encontrar, te racho ali com um raio, logo, sem mesmo uma palavra ! és um cobarde, nem te atreves-te a responder!

estava gira a tarde, amada, prometia, e agora chuvia encontros e relações com locais, continuo a descer, no passeio, uma carrinha, dizia remolvals, so simple, move, e nisto estava um jaguar estacionado, à frente do BBVA, e o espirito acrescentou, ramon, co do homem do BBVa.

continuo, quando vem outra cobra na aparência a conversar com um homem, quando me vê, logo faz que não, quem desta vez? o rui marcelino, ou qualquer coisa, um que era até a pouco tempo director do correio da manhã, e de quem eu nem sei de grande coisa, mas percebi que sabia ele mais de mim. cruzamos em frente de cabo verde airlines, nem mais elucidativas poderiam ser as ligações, muitas delas já aqui relatadas, acrescentou o espirito, o do X na Maria.

pergunto-me de novo agora, neste momento da escrita, qual maria, visto esta história ter algumas, quando uma pomba passa aqui em frente e me levanta o olhar, escrito na parede em frente, italiano, donde será italiana, e do outro lado, portela. cheiro, a morte, a duas enterradas vivas em areia.

nos passos do conselho, é possivel falar com o carmona?
não tem que pedir por escrito.

quem é o artista responsavel pelas vias publicas, a vice, e onde é o gabinete, ali ao pé da av de berna e lá saí de novo e cheguei a outro belo palácio onde mais uma vez fiquei sem paciencia nenhuma, pois começamos e falar da situação da av de ceuta e sempre a mesma resposta, demasiado complicado, uma parte é da responsabilidade de um pelouro, outra de outro, teimosa a bela senhora, que não dava o braço que torçer que a visibilidade de um sinal em diagonal é distinta de quando ele está na perpendicular e quando a conversa chegou a lumens, perguntei, onde está carro que eu vou levar, sorrimos beije-a na face disse-lhe que se alguma vez trabalhasse para mim, a despedia, e aconselhei-lhe mais uma vez a juntar os multiplos pelouros, quintais e jardins e fizessem um grupo excurcionista, um pic nic à av de ceuta, todos juntos para ver se entendem o ver e o mal visto que continua lá, depois do remendo posto.

e agora onde vou, vá ao pelouro da urbanização, onde, entre campos, ok.

e lá foi eu e o departamento está fechado até terça feira e agora, olhe está uma situação na via publica que pode provocar morte, estou aqui a avisar-vos, se acontecer como é, está-me a dizer para esperar-mos até terça feira? bom ali ao fundo há o gabinte de atendimento ao cidadão e lá fui, ser atendido por uma senhora que se chamava, galo.

deixei uma especie de relatório, falei de lá com a policia municipal, que me disseram ir ver do que provisoriamete se podia fazer para melhor sinalizar, se bem que fosse dos bombeiros e assim dexei o jogo, do não sabe, do está bem que nós somos bons no que fazemos, que é de outro ao lado, que uns são verdes, outros amarelos e as pombas voam e os seres nas vezes morrem.

caminhei até ao diap, cheguei pelas nove, não estava a senhora maria josé morgado, a quem de novo deixei um recado em seu telefone, pedindo o seu contacto. voltei hoje lá a tarde, pedi par falar com um procurador ou o que fosse, não havia disponivel, estavam todos a interrogar os que ontem foram presos, apareceu, o que , disse ser o senhor da recepção, um notário, ao que lhe dsse ao que vinha, apresntar uma queixa crime multipla, que o poderia fazer na esquadra, fiquei de lá voltar segunda feira. numa das paredes, uma foto do que deve ser o telhado do edifico, desenham as linhas dele, a mesmma chaveta do perfil do caixote de lixo, o da vespera à porta da procuradoria, fiquei a pensar...

em fátima os bispos com razão, se queixam da ineficácia da politica do governo no combate à fome, e eu aqui os Louvo, mais o faria, se se resolvesse o que há aresolver, que não há nenhuma transcendência nem metafisica na fome e em seu cuidar.

país da luz coberto pelas trevas, e amada o sol lindo, o sabado tambem, pelo bairro vou agora andar, ver o por de sol no adamastor, está calor, se estivesse a meu lado, dava lambidelas em tua pele como se faz num gelado e depois soprava com meu lábios para te arrefecer, ou aquecer, sempre como for teu desejo, saes onde é muito bom de fazê-lo, atrás do pescoço, dá umns muitos agradaveis arrepios, os pelos se eriçam e nascem pequemos frémitos que são ondas luminosas de pequeno sois que se espandem concentricos em nosso céu e convidam os pássaros a a poisar em nosso Coração.

que és preciosa, amada, sei sempre eu pela Eternidade, não te recordas quem sou?
mais precioso nosso amor, duas pedras lindas e resplandecentes, juntas a faiscar e acender O Amor, Amando-se

Amo- Te

sexta-feira, abril 20, 2007

QUERO O MEU FILHO DE VOLTA
QUERO AS RESPONSABILIDADES APURADAS
E OS TERRORISTAS ACUSADOS
QUERO RESPOSTA DO ESTADO PORTUGUES
A ESTA TREMENDA INDIGNIDADE
SINAL DA IMENSA CORRUPÇÂO

quinta-feira, abril 19, 2007

Ah
Senhora
Que
O
Amor
É
Belo
E
Deus
Mágico


Vida
Pura
Magia


Pois
Passaram
Por
Cima
De
Mim
Na
Tarde
Os
Papagaios

No
Sitio
Onde
Tudo
Aconteceu

e tambem as andorinhas aos montes do céu me vieram ver depois do acontecer . quando os papagaios passaram por cima a ver, logo eu te vi, amada, que tinhas vindo em meu socorro a ver o que se passara, e depois começei a ler no que se movia em volta do espaço e teu amor no instante me cobriu, primeiro hi 5 , depois friends for ever and so on, and on, in waves of love e todo meu corpo dançava no quente de amor, depois da mina, minha explosão perante o acontecer e daquela senhora, que já é a segunda vez que a apanho na portaria da procuradoria e que deve andar muito mal disposta em sua vida e tem o condão de me roer a paciência num segundo, quando me responde, com uma cara de mal disposta, alias são todos espantosamente iguais e incultos naquela recepção, melhor cartão de visita não poderia existir.

não sei se já reparaste mas procuradoria, que é uma palavra estranha de se pronunciar e escrever, trás em si um certo som de condicional, eu procuraria,... e parece que ainda não te encontrei, será?

ah amada, que bela face e doce sorriso está na cidade, a da uma menina qe dá pela graça, de joana Solnado e a gisele, de novo a brincar com oculos, muito engraçada campanha, cada vez melhor, oculos escuros, vê-se mas não se vê, como as borboletas que tem cor, ou será seu movimento, sua côr?

finalmente acho que percebi um dos problemas dos procuradores aqui da nação, devem ser cegos e portanto será de conviniência dar-lhes cães e bengalas hi tech sonoras com radar multidimensional e piu pius de aviso, que lhes digam, aqui há gato, erro, erro, erro, pára, escuta e apalpa, já que não vês.

Ah amada é sempre bom pôr a mão, mesmo que se veja com os olhos e olhar, que eu ontem, fiquei de novo encantado com as fotos das belas meninas que na minha cidade, nos inspiram. se bem que as faces das gente, ontem ao meio da tarde, eram espessas, e quase mortas, como se a esperança, se tivesse ido de seus corações, e contudo, era bela a tarde, doce e quente e luminosa.

Ao lado do homem em sua cabine, faláva-mos, ou melhor falava quase sempre ele, desfia sua vida, era simpático e como andaria parte de seu tempo dos dias ao volante sózinho, as palavras escorriam-lhe naquela companhia ocasional, e me contava das suas peripécias com os bancos, de um senhor, ao que parce mais um que se tinha barricado dentro de um banco, por causa de um empréstimo, de como fazia para poder pagar os seus, de como os seus colegas, uns fuçavam no trabalho, outros não, que um deles, fução tinha ficado numa estrada e tiveram lá que o ir buscar em espanha, uma vez, horas a mais de condução seguidas e de repente adormecera ao volante e de como as empresas do ramo, aqui em portugal em detreminados percursos não tinham de ter por lei, aqueles aparelhinhos integrados no conta quilometros que marcam as horas reais dos turnos, e das liberdades que tal concedia, e dos dinheirinhos a mais que assim se faziam, e eu a pensar em meus botões, e depois assim acontecem, assim se deixa o piso escorregadio para a desgraça acontecer, um buraquinho no mil de outros que existem por todas as leis que são feitas por homens que do mundo passam os dias com a dimensão de suas secretárias e não usam os pés que Deus lhes deu e os olhos, se não forem cegos.

depois o homem recebeu um telefonema, pelo auricular, e começa a contar uma história de uma rapariga do escritório que tinha um namorado e que quereria ir para a cama com dois dos colegas ou que pedia a um para arranjar outro, em excitação de muido de trinta e seis anos, e passa de repente tudo aquilo para som exterior e eu a lhe dizer, desligue lá isso, que eu nem quero ouvir, nem quero mesmo saber dessa história, e cuidado e por ai fora, lá iamos os dois pela estrada fora.

na rua escola poli tech, ia eu a chegar à procuradoria, naquele belo palácio com jardim, circulava no sentido de quem vem do rato e quando passo à frente, olhei em frente a estrada, não vi ninguem em posição de atravessar, nenhum carro à minha frente, e olhei torcendo a cabeça para verificar um lugar que vira mesmo em frente ao palácio, a ver se via se existiam placas de proibição de estacionamento, dizendo a mim mesmo, que bom, parece que ali está lugar à porta, quando, grande bum! circularia eu a para aí trinta quilometros, olhei em frente e nem percebi no imediato instante, o que acontecera, a estrada parecia que tinha desaparecido, visto eu não ter mudado, nem guinado a direcção.

De facto a estrada desaparecera subitamente da frente, segundo me informou um vizinho do lugar, a quem eu perguntei, já teria desaparecido, o pedaço que lhe falta, para mais de dois anos e sai do carro, e atravessei a rua e entrei de rolpão na portaria , e disse, faça-me o favor de chamar um procurador, aqui a baixo , se faz favor e a senhora, já começara a alucinar, em seu rosto eu via seu não dito, dizer, mas quem é este que aqui entre no palácio, a pedir para chamar um procurador.

pois mesmo em frente da procuradoria, ancoraram uma fachada de um prédio, com um estrutura metálica cuja base ocupou o passeio e assim toca lá de fazer um passeio de madeira, da mesma exacta cor do alcatrão, se tornaram no entretanto as tabuas, coberto por um alpendre, daqueles que se fazem para obstar a que o que derrocar, caia em cima de quem passa e que pelo engenhoso fazer e feito antigo, é um em passadiço, elevado para aí dez centimetro, cujo desenho entra na estrada, aí uns bons metro e meio, que é o que a via rodoviária tem a menos.

no meio do trajecto com o simpatico condutor, às páginas tantas, ligou o rádio da carrinha e ouviu-se um noticia, que em viseu tinham caido pedras do ceu, que aquilo começara de repente e que cobrira o chão em cerca de trinat centimetrs, fez ele no momento a rir o gesto com as mãos a me indicar o que era aquele cumprimento, e desligou a telefonia.

hoje de manhã no jornal, no mapa que estava lá desenhado, dois nomes me ficaram a soar na cabeça, o de Sta Comba Dão e Lapa, e me disse para meus botões, tiens, tiens... que seria o mesmo de dizer, oh la la, ou quelque chose pareille, dans le même sens d´une coincidence significatif, que parle pour soi meme, un diseur de Dieu.

o carro de minha mãe andava, e recuei um pedaço, para sair da estrutura onde tinha entrado, o carro tinha ficado bastante combalido, uma roda furada. quando a ele voltei, medi em passos de metros a distância do recuo, dez metros, dez anos, aproximados com os passos são. 2007, donde 1995/1996 ou 1997, e ponho os quatro piscas e vou começar a tratar do assunto.

um transeunte, chegou e disse, a semana passada, foi um pesado, que aí se enfiou, e partiu.

a onze metros, medidos pela fita métrica do gentil e bem educado policia que lá apareceu ao chamado, onze são os metros até ao poste do electrico que se encontra no passeio onde puseram a segundo a sua medição, 2, 60 metros de altura um sinal de estreitamento de via, preso, imagina-se lá como?

com dois fios electricos e que se encontra torcido em sua posição, que deveria ser perpendicular à estrada e que aponta em direcção à procuradoria, pois em esguelha assim ontem estava, facto que chamei à atenção do policia e a quem perguntei, qual era a distância e altura que se devem por lei colocar estes sinais na aproximação de uma situação de estreitamento da via.

subiu-me à memória, a hsitória que aqui em dia recente publiquei sobre os semaforos da av de ceuta, uma estranha semelhança, ali estava, e uma menina morrera na altura consequência do mau ordenamento e do que me pareceu ser na altura, pelos indicios que relatei e aqui dei conta, uma história com contornos mais escuros, e que uma operação de vontade, eventualmente apoiada em meios tecnologicos ali tinha sido expresa, ou seja que aquilo tinha sido fabricado para assim acontecer.

mudei o pneu e perguntei ao senhor do parque em frente, daqueles parques que não são parques de essência que pululam em Lisboa em espaços impróprios, como negócio de espera entre licenciamentos, se podia lá por o carro por um instante enquanto ia telefonar à companhia de seguros axa, e o senhor, disse que sim, mas que tinha de pagar.

quando voltei, do outro lado da via, um choque entre dois carros tinha acabado de acontecer, mesmo à porta da procuradoria, estavam os dois condutores a tratar das declarações, dizia o senhor do parque, que acontece muito, pois está lá uma passagem de peõs, essa com um sinal na aparência regular, que se encontra mesmo no eixo do começo da passadeira

vou observar ao perto o choque, uma carrinha volvo recente, cor prta cinza, com a matricula de stand volcais, 66-BB-77 entrara por detrás num taxi número 3235 com a matricula 20 00 pf e lhe tinha partido o farolim traseiro do lado direito do condutor, no taxi da autocoope, um autocolante me chamou à atenção, dizia, ZAP, pois ZAp fora o nome com que crismámos os tempos de antena da juvente da candidatura do Zenha, mais uma vez agora referenciadao, muito tempo antes do hermam ter utilizado o nome.

o duplo seis, a dupla divisão, o bb de setenta e sete, que em dois mil entrara pela traseira do meu taxi e partira o farolim
começava-se a desenhar e desvelar a figura.

uma história de finais de noventa, teria sido contada a algum procurador, ou por um procurador, que em dois mil teria entrado com uma suspeição ou algo mais grave pela minha traseira, algo que viria do quadrante e do tempo dos tempos de antena, provavelmente algo pela voz do mega ferreira ou do grupo por detrás da candidatura, que na altura nos censurou.

quando a entrevista com a capa do mega apareceu, tinha acabado de falecer um dos senhores da campanha, o que fora por ela responsavel, e de quem gostara de trabalhar, sau graça, João Soares Louro, e recordo nesses dias uma campanha de mupis que muita estranheza me fez, da rtp 2 , a quem ele estivera ligado, que eram hienas a rir, o senhor falecera, e as hienas apareciam nos mesmo instante, na rua a rir, as hienas do canal dois da RTP, fora o sentido que ficara a ressoar dentro de mim, eu que nunca muito amei as hienas, se bem que ame a todos os seres.


depois vou observar os arredores do local, a fachada ancorada, tem um cartaz do emprendimento que por detrás se faz, com o nome de alagoas, BES, habitação, lojas e jasrdins, arq. arsénio cordeiro, CML, projecto de recuperação urbanistico.

arsénio, nome de veneno, tambem. Bes, um banco, um homem do banco do espirito santo, arsénico no cordeiro, envenamento do cordeiro, ou ainda o homem que pôs o arsénico no banco espirito santo, que pelo local, será portador de um crachá da lei, são os sentidos que me saltam a vista e me recordo do envenamento de que foi alvo.

no enfiamento das casas da rua politécnica, lê-se comulativamente na direcção em que eu viera, conceição vasco costa, arquitectamus, e os cartazes e graffitis complementam. volker jenkem- vigarista, porque tem medo da policia, anel 182, the temple bell, old jerusalem, porto 8 de março, ponte da barca 10 de março.

lembrei-me de uma recente exposição de pintura onde uma amada jovem pintora exponha uns belos quadros que eram pés de O Cristo e que me convidou a ir ver e eu foi, na loja da conceição na paralela à 24 de julho e de um homem que quando cruzamos olhares, me dera estranha impressão dentro de mim, homem alto, cabelo quase rapado e uns olhos muito esbugalhados, uns dias depois, aparecia numa comitiva mexiana em espanha num evento electrico, a seu lado de costas estava uma mulher, toda vestida de vermelho, que me pareceu na altura por seu figurino e cor, poder ser a teresa, pois era fisicamente parecida, seus cabelos em igual comprmento e tem ela um fato assim, que nas vezes veste.

no poste onde está o sinal manhoso, que me pareceu ser falso, pelas dimensões que apresenta, é mais pequeno do que os que normalmente se vêem, um resto de um cartaz de um comicio, francisco louça, ricardo sá fernandes, 30 de setembro.

soalhos flutuantes, remodelações e pinturas interor, 96 505 7299

8 de março, dia internacional da mulher e nos restantes 364 dias do ano!

paulo branco apresenta, body rice
intituto das artes, lucinda loureiro, miguel sermão, cipriano e ... soares. comuna teatro pesquiza
artistas unidos, festival de locarno, sabbath mater de antónio torentino com maria joão luís

na entrada do parque pirata, um cartaz que em vez de seu nome, diz, avenças disponiveis e depois amada, olhei de novo o muro do jardim da procuradoria, onde enconstado à fachada se encontra um pequeno andaime de obras e um contentor de lixo na rua , um daqueles industriais que visto de frente, é como uma chaveta cujas verticais abriram em asa e sabes o que lá estava em sua frente escrito e desenhado?

alvotulhos

com o desenho de um elefante sobre fundo amarelo, que levanta uma linha, que faz uma onda por cima dele, como se ele estivesse na terra, a levantar um horizonte, mais explicito não poderia ser tudo isto!!!!

acabou de dar um grande trovão aqui em lisboa, neste preciso momento em que isto escrevi

num papel no chão ao lado do sitio onde bati, um maço de portugues suave, com a torre de belem, vermelho, e um outro papel que dizia, aqui está o pretexto que precisava para correr run easy.

por dentro do muro do parque, diversos molhos de papeis, quem eu lá vi no que era difrente e me saltou logo à vista, a bela senhora amada, sentada num banco com sua perna por de cima da mesa, como aparecera recentemente em imagens na cidade, friends forever, hi, five, estrela.

A linguagem da Luz é precisa e Luminosa, como sempre, e o tiro que me deram ontem, só teria todas as razões para o agradecer, se não fosse o fat co, ter perturbado em muito meu pai terreno, que apanhou obviamente um grande susto, pensando quando eu lhe telefonei se me tinha magoado, foi mais um dos muitos que me dão, mas falharam outra vez e depois de cada um que dão, fica sempre a polvora numa linha que conduz à mão e se bem vista esclarece os assuntos.

deram-me um tiro e depois o Céu, respondeu sobre Viseu, Sta comba dão, e uma relação de um homem ou grupo com a morte da Mónica Lapa, se desvelou

Amada Senhora procuradora Maria José Morgado, que eu conheço desde longa data e trago em meu peito e velo e amo e apoio, pois sei que é Senhora competente e esforçada em suas intenções, e muito precupado tenho ficado, quando vejo em jornais o número de quilometros que já fez no ambito do processo, apito dourado, pois se os kilometros são muitos, nem sempre me parece que os resultados estejam a corresponder ao trabalho, se bem que existam facetas certamente ocultadas aos olhos comuns, pelo sigilo das próprias investigações, e sempre disposto a ajudá-la, e ontem depois de fazer publish, ia ter consigo e não cheguei a si, ainda, mas não deixei em outro jeito de chegar, nem se pode dizer que o passado e aqui narrado, não tenha sido como uma especie de conferência e aclareamento de factos, que de certa forma e em sua certa medida foi tambem entre nós, na tarde feito. deixei-lhe um recado em seu telefone e já sei que está no diap à gomes freire e não onde a ia primeiro buscar, que afinal, ainda não era ontem o tempo de ter o prazer da sua companhia ao perto, pois ainda estava a Luz a mostrar-me mais alguams peças deste imenso puzzle, que se prende como sabe com actos de terror, feitos por seres, aqui.

quando chamei os procuradores, disseram-me logo muito rápidos nesta estranha forma negativa de português ser, que o assunto não era da procuradoria, que não tinham nada a ver com ele, só respondi, algo assim, está esta situação defronte vossos olhos há mais de dois anos, e nada fizeram nesta casa para a resolver, será que já morreu alguem ali atropelado, não é função entre outras da procuradoria garantir a segurança dos cidadãos da republica? e assim me despedi.

o meu telefone está desligado, porque não tem carga e não sei mesmo se será hoje que a irei ao perto encontrar, ou se Deus ainda me irá mais mostrar, por isso não lhe vou fazer promessa e à Luz deste acontecido, tenho que lhe pedir que seja instaurado um inquérito às condições daquela empreitada, de todas as vertentes que estão nela implicadas, nomeadamente licenciamentos e autorizações camarárias e coisa afins de facil dedução.

e que seja aberto um processo contra à CML, com base neste acontecer, que já vem pela informação diponivel de há mais de dois anos, e que nem sei mesmo se à data provocou sangue ou mortes, bem como relativo à situação da av. de ceuta, que passado estes meses todos se encontra na mesma, ai sim, onde houve uma morte de uma criança, com contornos que apontam para homicidio, intencionalmente provocado, ou no minimo em forma tentada e vai-me perdoar de não lhe fazer um resumo, mas os processos que tenho pedido são provavelmente mais que os pássaros que habitam nossa amada cidade e sobre nenhum tenho sinal.

quando o chuva parar descerei ao marques, a axa e depois passarei pela camara para ir pedir ao Carmona, um carro de substituição, e lhe dizer algumas palavras, se não ficar de novo a porta.

aproveito ainda para lhe dizer, que sabendo que vão adquirir uma frota nova, que seja de veiculos hibridos, para que as policas dêem como devem, o bom exemplo, já que do governo, só o senhor da energia, ao que parece ao renovar, adquiriu um, os outros parece que continuam a querer andar só a gasolina

eu acredito na justiça, mas não vejo grandes motivos para crer no seu funcionamento, da forma e na forma a que o país chegou nestas matérias, e se conduzisse um tanque, chegava lá e deitava no imediato a estrutura abaixo, assim algo certamente se passaria, para além do costumeiro, não temos nada a ver com isto, mas não age assim quem vai na Lei e estou certo que perceberá o sentir.

queria tambem perguntar-lhe porquê razão as denuncias que aqui neste Livro da Vida tenho feito ainda não tiveram aparente e a meu conhecimento, desenvolvimento, pois assim a lei obrigava e se pretende ou não dar seguimento às diversas matérias que aqui tenho exposto.

sobre o terrorismo mundial, do que hoje aqui se expoem, creio que mais um ou mais o que um, se aproximam de ter na mão, bilhete para sing sing e seria de conviniência tê-los no menor curto espaço de tempo, para que os danos no mundo não mais aumentem.

creio que este diagrama será suficiente para que a Senhora e os seus possa completar o resto, com base nos anteriores vistos e vividos!?

é-me evidente desde longo tempo, que a perseguição e provavel participação no ultimo atentado à minha pessoa, e o rapto de meu filho, tenha tambem as suas conivências dentro da própria procuradoria e portanto para atalhar caminho, a pergunta que lhe deixo, é a seguinte, trás a Senhora a coragem e o poder para fazer face a esta investigação, contra qualquer demónio, adamastor, ou vento que se levante, e sendo que todos em certa parte e medida provem dos homens, ou deverei eu proceder a julgado e execução de sentença em Deus ?


Alvotulhos.

No café onde escrevo, uma das mais belas jovens senhoras que aqui por vezes meus olhos tem o prazer de ver, tem a seu lado, no chão pousado, um saco com o seguinte dizer, margres, ceramic tiles,
ring a bell?

Agradeço o Amor ao Amor

Amada, Amo-Te, Muito

quarta-feira, abril 18, 2007

a foice da besta que se alimenta de horror e semeia o terror foi larga desta vez, e espero eu em Deus que seja a ultima que alguns fizeram, mesmo sem ainda saber ao certo a extensão dos negros danos no mundo

A contagem das bombas no Iraque de hoje já vai perto das duzentos almas. quatro foram os carros grandes, que simbolicamente se traduz em quatro elementos, com posses materiais e carros grandes em que costumam andar. um certa ressonância na declaração de get even with the rich pople, atribuida ao jovem atirador

por outro lado quatro desvela um quadrado. uma figura estavel, que assim desvela, que esses quatro que representam quatro homens costumam actuar em quadrado, isto é, que andam ligados, combinados e que a sua ligação não será de ontem, averiguar a existência destes laços será forma dos identificar. o quadrado e a triade, os três circulos concentricos e o quadrado, toca uma conhecida sineta!

Virginia, nome de minha avó, acabado de ser mencionado no meu ultimo post, no seguinte contexto de relação com a minha tia julieta, a agustina bessa luís e barbara bush , que sofreram acidentes, numa linha de tempo, numa sequenciação que me fez sentido e que meu ver, pelo amor em que a todas trago, me pôs em seu acontecer, o coração preocupado, com a noção de que um fio comum a todas atravessara.

Inquiri eu no ultimo texto publicado, um conjunto de banqueiros, e reproduzi uma expressão ouvida em meus passos sobre toda esta história de terror mundial, de uma caixa forte, que é uma imagem de bancos e hoje ao ver o campus, uma torre, ao vê-la, logo nela vi a caixa forte, o banco, um bocado ao que nos lembramos todos do tio patinhas.

depois no jornal, agora à noite ao lê-lo , quem aparece ligado à universidade, o senhor antonio da Y dreams, que pelos visto tem ligação activa com o campus.

já referenciei eu em tempo recente, as ligações da minha ex mulher, cumplice na tentativa de assassinato à minha pessoa e raptora de meu filho, para além de outro males menores, a um dos sócios, ao que parece co fundador da Y dreams, o josé miguel remédios, de quem relatei alguns cruzamentos e o incomodo que nele sentira da ultima vez que o cumprimentei, com a teresa ao lado, que me levou até a perguntar-lhe depois, se o rapaz teria algum problema comigo, coisa que ela desclassificou atribuinda a impressão minha, e de facto fora e foi e é, pois ainda a tenho presente, o enorme desconforto e tensão que nele senti quando lhe apertei a mão, que me disse , este rapaz, trás algo comigo, que eu não sei, que o poem muito intranquilo, e se assim o é, deve ser coisa grande.

referenciei tambem neste livra a percepção de um conjunto de ideias que ao longo do tempo foi trocando com diversos, que a meu ver estranhamente apareceram concretizados pela Y dreams, sem que eu alguma vez tinha algum contacto com a empresa. referenciei nomeadamente o ultimo que me recordava, o livro electronico que se manuseia com livro e cujas páginas fazem flip, uma ideia do video, como obviamente alguem que o conheça, saberá a veriguar o seu desenho e fonte criativa.

temos aqui uma relação daTeresa com o Zé Miguel Remédios, muito antigo, que foi inclusive de namorados e que eu sei tambem passou por outras vertentes, tendo sido o zé miguel remédios, quem lhe apresentou alguns dos que foram depois seus namorados, a quem el romanticamente se refere com aqule que por ela lhe abriu cinco, salvo erro, camas de reis, o algo assim, em nome antigo, chama-se a isto um chulo moderno.

zé miguel remédios que frequenta a casa do grupo de amigos comuns, alguns dos quais vivem na asa da maria eliza domingues, a provavel serprente constante de toda a minha carreira para o serviço publico de televisão, a mulher através da qual foi feito o contacto para o apoio ao durão barrosso, que depois durante o seu tempo, foi colocada na embaixada de Londres, e a quem eu uma vez quando achei necessário contactei para lhe pedir um contacto da secreta portuguesa, com quem foi falar sobre prevenção de actos de terror, outro dos meninos bichas hsitérico, que é uma especie de mordomo da senhora, e que por isso é por ela protegido, o pedro curto, uma vibora viperina, de quem eu sempre me manti ao largo, desde a primeira vez que lhe tirei as medidas, o que não implica que ele se tenha posto ao largo de mim, e penso que muito terá sempre envenenado sobre a minha pessoa, quanto mais não seja porque lhe está na massa do sangue.

e ainda estou para ver se a canabalização do canal zero e o posterior aparecimento do you tube não terá uma relação e se essa relação não passará inclusive pela y dreams, pois um dos que sabe sonhar aqui, nesta matérias com provas dadas sou eu e ainda vivia com a Teresa quando o desenvolvi e muitos outros do meio, tiveram dele conhecimento

do rapaz que matou os seu colegas e depois se matou a si, disseram as informações que era um rapaz associal com textos escritos que davam conta de uma consciência tortuosa e negra.

o rapaz comprou a arma em março, disse-se. o mais estranho é que ao que parece os números de serie foram raspados, pois se ele já tinha em sua cabeça a ideia de matar e matar-se não teria necessidade de apagar os numeros, a não ser que sua primeira ideia para as usar tivesse sido distinta, e assim sendo, será no imediato de investigar, se houve desde a compra, outras possibilidades que terão estado iminentes

de igual modo será de verificar as comunicações dele até onde se poder ir no passado, e eventuais documentos e ou estudos e ou projectos nas area que possam estar relacionada com a utilização de novas tecnologias para o terror e realidade virtual, e digo isto, sem saber qual sua area de estudo, o que me parece ser menos importante, do que obter um retrato das suas reais competências

facto significativo, é o inicio da matança e o bilhete, pois começou por matar dois mais proximas, depois de uma discussão com uma mulher, escreveu, que foram eles, provavelmente aqueles com quem discutiu, que a matança o tinham obrigado.

quanto tempo e que substância tinha a relação entre os três?

Hipotese, teria o rapaz para além da problematica que os que o conhecem, nomeadamente os professores, alguma razão que lhe tenha vindo a pesar a consciência, o que a acontecer, poedria vir mesmo antes de março, pois março, foi quando ele sentiu que iria precisar de uma rama, que o assunto, seria eventualmente resolvido a tiro.

existe nesta guerra mundial, em meu ver e em meu crer uma nova componente de armamento e de ilusões muitos avançados , onde eventualemente terão sido utilizados projecções espaciais de realidade virtual, um dos dominios, creio, da Y dreams.

Como em portugal, deixou de haver poder judiciário e judicial neste caso, ainda estou para saber se por exemplo o relato, que aqui dei conta, de um avião que rasou em noite alta os prédios dos Olivais, que era um modelo da segunda guerra mundial, que não há muitos a voar e portanto não seria dificil saber se esteve cá ou não, não seria uma projecção halográfica, que a sê-lo, foi feita com um realismo impressionante, o que diz caso o seja, que estes meios se encontram com um grau de sofisticação enorme e são potenciais fontes de ilusões muitos convincentes.

há uma frase que apareceu nas primerias noticias que eu não percebi, e que parecia indicar a causa e não a consigo agora encontrar, e que penso que será uma importante pista da razão oculta.

outro pormenor que me ficou logo a bailar na cabeça quando as primeiras noticias li, foi os termos do e mail do campus a avisar os estudantes do que se estaria a passar, referenciar o termo loose seguindo de gunmen ou algo similra, pois loose , aparecera-me dias antes quando dei conta do video que referenciei em meu ultimo texto, que um jovem fez questionando o 11 os acontecimentos do onze de setembro, quando o vi no email, senti de imediato estar na presença de uma ligação.

para mim é evidente à luz de todos estes factos descritos, a ligação entre tecnologia, ilusão, onze de setembro, algo que alguns no campo terão feito ou sabido e depois a ligação a portugal, a antonio camara, e ou Y dreams e um banqueiro, um banco que será quem suporta a empresa ou lhe deu pernas para andar.

se por coincidência quanto as há, um deles morar na infante santo, ou na zona onde recentemente os caes, toiros de poço, mataram uma senhora, mais a ligação à luz do visto e relatado em textos anteriores, se reforçará.

neste momento trago em mim profunda convicção de que as ligações que de imediato me apareceram, são substantes e que as diversas assinaturas, desta vez, não deixaram escapar os criminosos e que desta vez se estamparam à grande, se bem que a custo como sempre de vidas humanas, jovens e o que me apetece é ir de imediato atrás deles, dos de aqui e inquiri-los contra uma parede se necessário, até obter informação que faça sentido.

depois estou com problema agravado no país, que é o facto de as inquirições que faço parecerem cair em saco roto e assim sendo e dando fé à possibilidade de justiça e de investigação nos conformes da lei, mais uma vez me dirigo ao procurador geral da republica em forma publica para que rapidamente este gente seja trazida para inquérito e declarações e que o façam, de imediato no imediato possivel, enquanto está quente.


se amanhã perceber que mais uma vez o que vos digo, caiu em saco roto, que os poderes institucionalizados nada fizeram, vos garanto que rezarei em Meu Pai, para levar os que estão referenciados no ultimo texto, um grande parte deles, para debaixo da terra, e deixarei como sempre e Deus o Resultado e vos digo em verdade, verdadinha e verdadeira, que prefiria não assim o fazer, pois de alguns não tenho eu certeza, mas creio em Deus Justo e da Sua Justiça.

a mim parece-me que os seis para sing sing estão bem próximos de partir, ou então para o inferno a que pedirei a Deus para vos pôr.

a posição das pérolas da Senhora Amada Que Eu Velo E Protejo, indica um nome que me é conhecido e que consta das minhas investigações, quanto se pode dizer que o que vi, é meu, que não o é, é de todos os Seres Amantes que juntos em Amor levam a guerra às trevas.

a posição das pérolas é tambem um J, um dos simbolos do Soberano Principe da Rosa Cruz, grau de uma Ordem que muitos Conhecem, de Acordo com Determinado Conhecido Rito.

outra coincidência significativa em meu ver prende-se com o nome da professora que conhecia e avaliou em determinado momento, por assim dizer, a psique do jovem, ser igual à da minha Amada Professora do Pestalozzi e do facto de ter referenciado no ultimo texto, o rodrigo cunha, que pressuponho estra ligado a uma das Ordens, verificai portanto se seu grau é um mesmo!

ouvi hoje no espirito que o Bao, um dos mencionados, salvo erro no penultimo texto publicado, o homem da pt, da tv cabo e da netcabo, adoeceu, que se encontra doente.

filhos da grandessissima babilónia, parai, suas bestas, a obra negra que fazem, que nem eu mais percebo porque a fazem, o que vos faz mover, que sonhos de poder e ganâncias poderão vos mover, filhos da babilónia.

Choro de Dor, de Pesar , de Compaixão e de Raiva!!!!

existe aqui outro evento recente que poderá fazer luz ou estar de alguma forma com este ligado.

há dias homenagiei Amado clash e uns dias depois a casa onde habitara com sua Amada, ardera e escrevi na altura as seguintes palavras quando me dei conta da estranheza.

rezava assim,

mal homenagiei Amado Jonhy Clash, logo a lingua viperina e bifida da serpente silvou o eter do Coração, e dela, o filho disse, cuidado homens, pois acabou ele de reconhecer seu pecado e a mão destino ou o que lhe queiram chamar, deixou arder sua casa, seria um pai espiritual de muitos filhos.

será paulo o lobo do musico um deles?, ou algum dos que me perseguem como herege, aqueles que avaliam as minhas palavras na ânsia de lhes encontrar falsidades à Lei do Pai?

Alguem conhece quem assim comentou a minha referência a Clash? visto eu isto ter visto no espirito sem face própria.

quem o proferiu poderá estar ligado à tragédia.

emergiu hoje dois apontamentos no visto, um que dizia , ponto critico, e é verdade que se está nele e não se pode muito tempo estar sentado em cima deles, como todos sabem e trazem saido.

o outro que não existem provas contra esta escumalha, que pratica estes actos.

Continuo a dizer, há aqui nesta guerra ainda aberta conheciementos da tradição misturados com tecnologia muito sofisticada e pelo menos o uso desta componente deixa traço e registo. donde das quatro uma, ou ainda não se fez a luz necessária e suficiente para aclarar o como tecnologico do feito, ou os registo não se estendem na antiguidade necessária para poder provar as correlações, ou não se aceita juridicamente o seu valor como inquestionavel, o que é delicada questão como todos sabemos, ou outra ou outras razões e existem e se predem com avaliações de interesse outras, que poem em causa, parar tudo isto.

muito pouco tenho eu a acrescentar sobre estas matérias mais técnicas, para além da dedução a que cheguei ao estudá-las que é em meu ver necessário rever as palvras actuais da matematica ocidental, pois muitas delas são poço fundo de confusão, será necessário fazer um refrescamento a elas bem como mudar os conceitos operativos do código actual da rede e que ambos vão demorar o seu tempo.

enquanto eu não tiver em mim a certeza, que as negras, pútridas e fatais negritudes não foram feitas por mãos humanas com algum acesso a este tipo de conhecimento e das tecnologias propriamente ditas, não descansarei, de interpelar, seja quem for, até tudo se esclareça na medida do necessário.

é preciso esclarecer isto, para poder parar com as matanças!!!!!!!
hoje prende-os preventivamente pelo menos pelo Espirito na Alma do Mundo, assim o Dito, Assim Seja Feito O Feito.

correcção ao nome do jardim mencionado ao lado do qual existe a estranha casa, onde estva em sua proximidade parado o antigo carro da Teresa, que não é o Constantino, mas um que não me recordo o nome e que dá para a rua que liga a estefânia ao arco do cego, mesmo ao é da rua da delegação do icep onde ela trabalha, e cujo nome é das ilhas portuguesas, o que me diz, face ao que se passou e foi visto na rocha conde d´obidos, e as bombas que aconteceram no dia seguinte em Bagdad, num edificio que era semelhante em sua forma, à chaminé do navio que portava o mesmo nome, que o cão, deverá ser uma das mais negras facas, e ligado à bombas.

quem mora nessa casa?

fico a preguntar-me porque pensei Constantino, e recordo que perto deste jardim, vivi eu com a monica lapa, o que abre de imediato a possibilidade de este homem, quanto assim se poderá chamar, poderá estar tambem relacionado, no passado com ela, e eventualemente sua morte, entendendo aqui o trajecto da sau morte na extensão do explicitado, nomeadamente com passagem em Toronto e Estados unidos, portanto é de ver não só quem é o dito, mas tambem de suas eventuaias ligações ou presença de sua mão nestes eventos.

no Constantino, recordo ainda como significativo, o laurent du pasquier que liga a outro nome, o de bertrand du pasquier, que surgiu no visto da alma, e do estranho incidente que relato em ultimo texto, da noite em que mais uma vez me quiseram grande mal, a seguir à expo e ao homem que mencionei tambem neste contexto, o que me enjoou.

e ao senhor antonio camara responsavel da Y dreams, lhe pergunto aqui frontalmente como é, o que o senhor sabe do que aqui afirmo, quais as relações da y dreams, seus projectos de realidade virtual ou outros com o campus?
e quem é o banco que apoia a empresa?

e lhe pergunto tambem como especialista nestas matérias o que pensa do que aqui tenho vindo sobre estas matérias a escrever? parece-lhe plausivel, este uso técnico?
qual a sua opinião relativa ao sistema binário e de ele ter sido assim e estar assim a ser usado, ao serviço do terror?

sabe, senhor, espantam-se meus olhos emeu ver, pois até agora nenhum dos brilhantes craneos da nação comentou fosse o que fosse sobre estes assuntos, de certeza que não será por falta de inteligência nem de conheciement, espero eu de que...

Estou a ficar muito cansado desta gente toda, ainda ontem, ou antes de ontem , mais um aparecia no jornal a gastar só papel e a paciencia do jornalista que o inquiriu e do leitor que o lê, um tal de Zorrinho, do plano tecnologico, que muito disse sem nada dizer, e mais uma vez pergunto, para além dos milhões que se estam a gastar e a distribuir entre esta gente e seus amigos e seus protegidos, que é potencialmente muito perigoso andar gente assim a mexer em assuntos desta natureza.

e ao referenciar luis nazaré, o algoritmo relacionou com outro, que nem dele me lembrava, que faz parte do mesmo clube, já do tempo do guterres, que é o luís patrão.

olhem senhores, ouçam senhores, quem fez mal, vai cair, e vai mesmo e percebo que muitos estejam dispostos a ir até ao fim, no desespero de quem se vê aproximar a cobrança de vossa actos, por isso vos digo, abreviai vosso sofrimento e sejam homens, esclarecem em profundidade o que sabem ou eventualmente não sabem sobre estes assuntos.

Quando da epifania sobre tecnologia, a ultima que dei conta, veio depois à consciência as tais pilhas defeituosas, que foram na altura comercializadas pela HP, defeituosas ou feitas com defeito para fazer o efeito?

ao procurador geral da republica portuguesa, exigo o lançamento de um inquerito sobre estas matérias e apresento queixa crime contra a senhora teresa carvalha e outros, na tentativa tentada de minha morte e no rapto de meu filho

curioso o golfe aqui ao perto, depois do mar, de quem lá estava a ver o carrinho passar, provavelmente porque já teria jogado antes, de taco na mão.
Vos agradeço Senhor a imagem.

e agora vou ver se falo com minha amada procuradora ao vivo, faço publish e vou lá a ver se a vejo, a ver se desta vez não fico à porta como da ultima.

e depois ainda teremos que conversar sobre o que voces acabaram de fazer, pois como disse em dia recente senhor amado, com a lei que fizerem, deixou a vida de ser inviolavel em Portugal, à revelia da constituição e sem a terem previamente alterado, coisas de somenos importância dirão e dizem todos os hipocritas, mas o engraçado mesmo, quanto se pode chamar de engraçado e estes assuntos, é que assim, porque assim o fizeram, o quadro de resposta a esta problemática tambem se alterou, cuidado!

a todos os que estão neste momento em grande dor, meu coração, meu colo, meu doce sussuro de amor

terça-feira, abril 17, 2007

Ah Senhora Amada, Se Não Vos Desveleis a Mim
Como de Si Saber

Como Não Poder Amar o Amor Em Todo o Amor
PorVentura Meu Amor, Não Vai Um Sempre Ao Lado de Outro?

Se Tudo É Amor, Espaço Infinito Em Todas as Variações da Una Luz

Ah Senhora Amada Que Só Posso É Louvar
Louvar, O Amor
Louvar, Amá-la
Vejo-A Em Toda a Beleza do Infinito Belo
E ao Louvá-La, Louvo-A Si

Não À Posse entre Nós

Como Poderia
Se Senhora Amada
Ao Longe Insiste

E Se Por Perto
Haveria?

Poderia Assim Haver

Em Quem Se Ama
E Quer Amor?

Seriamos Assim
Tão Desajeitados
Em Nosso Amor?


Choram Meus Olhos
E Meu Olhar
E O Coração Pesa
No Leve Amor
Em Que a Trago.

E Se Chegasse Ao Perto
Creio Senhora Amada
Mútuo Deleite Escorreria


Sabes Porquê Amada

Em Meu Peito
Tão Grande Certeza

Porque Eu Te Amo
Na Beleza D´ Tua Alma
Lago Grande
Que Habita o Mundo

Como Poderia Eu
Prender-Te

Como Pode
Alguém Prender
O Céu ou o Mar
Os Peixes e as Estrelas
O Sol e a Lua
Ou Mesmo
O Que For

Sempre Espaço
No Infinito
Sempre Espaço
Aberto Infinito
Infinito Aberto
De Teu Corpo
Mesmo Quando
Triste Suspiro
Em Vão
Por Tua Mão
Ao Perto

E Trazes Tu
Duas Minha Amada
Serão Sempre
Belas a Meus Olhos

Meninos no Mundo
Pelas Bombas dos Pais
Muitos Não.

Vai Mal o Mundo
Minha Amada

Melhor Seria
Ter Teu Sorriso
Ao Perto

E não escutes neste dizer
Que quero O Consolo
Se bem que Sempre o Quero

Pois Toda
A Beleza
Mora Em Todos Os Sorrisos
E Tudo É Sorrir e Sorriso
Que São Sempre Infinitos
Vislumbres de Todo Teu Ser
Da Tua Imensa Ternura
Da Tua Imensa Doçura
Da Tua Imensa Arte de Abrir a Asa e Voar Onde Quiseres

Poderia Prender o Vento na Gaiola, Um Pássaro, O Pássaro?
Poderia Prender um Pássaro o Vento?

A Beleza a Sorrir
Mostra-me Tua Alma
Não Existe Nada Mais Belo Que Um Sorriso
Onde Tu Inteira Te Estendes, Espreguiças e Desvelas
Feliz, Tu Feliz, Eu Feliz
Em Tua Felicidade
Tudo É Então Mais Belo
Assim O Torna O Amor,
Assim Se Fazem Jardim
Os Amantes

Um Sorriso
É Imagem da Inteligência
É Onde Te vejo Inteira
Ao Perto Pertinho
Onde Sei Como Estás
E Como Vais
O Que Te Trás Preocupada
Ou Inquieta

Um Sorriso
É Campo
Do Infinito Ser

Se Na Arte
Da Liberdade
Da Asa Aberta
De Um Pássaro
A Voar
Ter Ventura
Teus Lábios
A Beijar

Maior
É
O Deleite

O Amor
É Deleite
O Amor
Sempre
Se Deleita
Enlaça e Beija
Deita e
Nas Vezes Leita

O Amor É Leite
De Mel
E Habita a Doçura

Desejo-Te, Eu
Sempre Feliz
Poderia Ser
De Outro Jeito
Se O Amor É Feliz
Felicidade Feliz

E Se Sempre Que TE Vejo
A Sorrir, Meu Coração
Pula de Contente
Contentado de Amor

Amo-Te Tanto

Trago-Te Tanto
Em Mim

Ver-Te Sorrir
Logo eu Pomba Feliz
Felicidade Logo ao Lado
Por Todo O Lado
A Nascer

Assim
Faz
O Amor
O Mundo
Ser

Ver-Te Amar
Ver-Te Contente
Ver-Te Feliz

Ah Amada Senhora
Senhora Amada
Ver-Te Tudo Isto
É Como
Ser
Rosa
A
Florir

Ah Amada Senhora
Não Ouvi
Ainda Sua Voz Pelos Meus Ouvidos
Se Tivesse Sua Orelha Ao Perto
Sempre Podia Oferecer-Lhe Beijos


O Amor É Trinado de Pássaros
Em Comunhão
Assim Eles Sempre Estão

Feliz é O Amor
Ao Lado de Uma Canção
Mais Bela a Melodia
Mais Doce os Doces
Mais Fina a Harmonia

Ah Amada É Bom Ser Feliz
Ah Amada É Bom Andar Sendo Feliz
Que A Vida Para a Felicidade É Talhada

Ah Amada Mais Amada, Gosto Eu do Casar
Gosto de Andar Casado
E Casado Para Mim É Andar Perto de Ti


Ah Amada Um Sorriso Assim Grande Como O Seu
Conta e Anuncia Deleites Sem Fim

Feliz de A Encontrar
Mais Feliz
Se Decidir Chegar

Se a Mim Senhora se Despir
Em Sua Frente Ajoelho


Amo-Te


Ah Amada o cartaz em linguagem seca e vernáculo fala e diz, cama, profissão e família, não chega, estás a ver, sempre o mesmo grito, sempre a mesma inquietação, sempre a mesma armadilha, sempre a mesma prisão de si mesmos, chocando com as paredes que dizem não lhes deixar inverter o lugar de viver vivendo sem queixa e bem difícil o é no mundo de hoje, sobretudo quando a coragem não é suficiente para pôr em marcha seus próprios passos em seu próprio e único e exclusivo caminho, o de cada um, porque não existe outro, todo o resto, qualquer espécie de compromisso ou meio ou quarto ou o que for, neste plano, dá sempre queixa e auto prisão e se está inquieto que se ponha ao caminho, que se deixe de queixar, que de queixas está o mundo cheio e farto e são tristes e fazem nascer tristezas e nós não as queremos por companhia, não fazemos da tristeza nem do cinza nem do cinzento, o almejar da vida e do viver e o homem é nómada por natureza divina, que assim o dotou, fê-lo com dois pés e ensinou-O a andar

E não se consegue a vida feliz com a vida em seu continuar, que confusão é esta que a trazem em si, de que as famílias, que são laços e relações e vivências estarão condenadas a serem infelizes, a serem pedras e pedradas em vez de asas? E muito de fora, do comum, para este confundir concorre e muito o agrava e desconvida as pessoas à sua própria festa, mas os pés estão sempre em cada um, ninguém caminha por um outro, caminha com um outro se ambos assim o quiserem, da mesma forma que os bebés gatinham e tem de ser cuidados em seu crescer.

Ah amada senhora, muito amada, sua Graça Lídia Jorge, combateremos as trevas como numa festa diária da vida e do que fazemos o viver, para que no negro vaso não se acumulem negros venenos que sulfurosos montam nos espíritos das gentes e conduzem assim na vezes à matança.

Combateremos as injustiças, os abusos e os abusadores e chamamos sempre a atenção para quem leva e tenta na feira montar balanças duplas e sabemos certo, e seguro e fundo em cada peito, que a Verdade, é a Luz que Alumia, que compaixão é sentir o outro, que a verdadeira mutação só ocorre quando se faz uma luz que é compreensível às próprias trevas, pois só então elas abandonam a inveja pela luz e pelos luminosos.

Assim se despem as trevas e assim se despem aqueles que as transportam e as acariciam com seus dentes de vampiros no regaço de seus corações donde fazem nascer nenúfares, que eu aqui e ali ordeno que fiquem só dentro deles mesmos.

Ah Senhora, país das sombras, que nascem nos brandos costumes ou falta de coragem?

Não de deverão almejar doce, os doces brandos costumes, como uma festa leve que eriça de prazer os pelos da Amada?

Coragem Amada, coragem de dizer, agravada pelo não bem o saber, aliado e consequência da falta de pouca prática e mesmo treinos e treinos, treinos, a brincar alegre e feliz, sabes Amada, daqueles que eu gosto, também por eles, chega depressa.

na rua um enorme cartaz com arte floral no corpo de uma bela rapariga e os pássaros contam-me de histórias de fetiches, mais uma vez, pérfidas invenções se tentam insinuar em negras realidades. Ah amada que é primavera e a beleza desabrocha por todo o lado, hoje na entrada da garagem, uma foto de um corpo de mulher, com o que parecia ser uma combinação verde molhada que se colava a seu corpo, me aqueceu o sorrir, dizendo a meus botões, que bom seria, agarrar assim minha sereia, ser para ela a agua que cola a seu corpo, a transparência que a veste e que eu via.

Coragem Amada para Ser Leal e Sincero e Brando e Doce e Forte e Justo e Tudo Mais que Ao Amor Aprouver.

Anda o pescador na praia e trás carregado suas redes, são pérolas de amor que os peixes em amor lhe deixaram, juntaram com ancinhos os pedacinhos, prova de amor ao amado e sabe e conhece, tudo isto, o pescador.

Pedirão em troca os peixes ao pescador, que ele faça o julgar e o dizer?
Pedirão os peixes que o Pescador seja faca a matar?

O mar, nas vezes infeliz, diz infeliz ao Pescador que assim também fica nas vezes infeliz, que alguns sim, que assim o pretendem e o fazem, eles e os que ele convida

E Sabe o Pescador que não é assim, pois o Pescador É Obrigado e Devedor do Amor A Sua Amada
Ama o Amor e Dela É Súbito.

Sabe o Pescador que as dores são como nenúfares, que nascem no peito de cada um, e que quando muito o mal feito, esse negro perfume se exala à volta e contamina os campos, e que quando assim acontece não escapam os homens por Lei Natural e Divina, a ele mesmo, e que se podem sempre curar, curando o coração e sua forma de agir e abrirem os olhos para o que em verdade importa na vida e enterrarem as desmesuradas ganâncias, e nas vezes em que pensa que a semente está de fora, ela estará sempre dentro, pois não há um fora separado de um dentro nem um dentro de um fora.

Chegam peixes assustados, o mar tange, e insistem na pergunta, mas se não dermos atenção ao mal, ele perde sua importância, sua energia se dissolve, porque nem é, reconhecido, não se lhe atribui, nem peso nem valor, e se assim é, na regra universal, assim não é, quando determinado potencial de energia é usado pelas trevas para fazer o mal e nas vezes mesmo o faz acontecer e existe quem saiba criar nenúfares, sem desprimor nenhum para os verdadeiros, verdes, que habitam quietos todos os lagos, e que assim em negro se entristecem e se levam, por isso é importante e necessária nas vezes, a protecção.

Ah amada cinco horas seriam, na gasolineira ao lado de onde dormem os corpos que já se foram, espaço de silêncios, memórias e partes de presenças, dois homens lá trabalham pelas noites, um, sorrimos já ao longe, o outro carrancudo, quase não fala, pois nessa noite para meu prazer lá estava o bem disposto, e eu café e cigarros e deixa-me ver essa revista, que era uma revista de social, ou algo no género que nem mesmo me recordo de seu nome, uma leve rajada de vento do espirito, ali na minha frente a abriu, fez passar as folhas como um cinema, eram só sorrisos, sorrisos de grandes e belas mulheres, mulheres que eu conheço e trago em meu coração, mulheres, mulheres todas doçura e todas força, sorrisos que são alegria, alegria de viver, toda expressa em suas belas faces, hurley e teresa e sharon e gisele, hurley serena e curiosa afirmativa, teresa contente com boas razões para isso, que eu celebro, um novo disco, parabéns, sharon sorrindo doçura como as tem em si lá dentro que eu sei e tanto gosto, aì Meu Deus, Gisele por cima de um marinheiro de quem só se vê as pernas, como a convidar a imaginar o resto, ai amada, que até virei a página rápido como quem não quer ver querendo e de repente parece que fica com pressa e depois lá voltei de novo e espreitar e conheço eu, bem a natureza desta ânsia, que esta minha Irmã, tem condão de me perturbar e bem sei que é boa perturbação.

O Pescador ouve o mar e escuta dos peixes que procuram o Messias, que Dele Esperam A Justiça, eventualmente a Espada e o Castigo, outros menos esquecidos, Dele esperam a Luz, e os que se lembram dizem recordando que a luz está sempre em cada um, que cada um a deve em si acender e manter acesa, e que quando cada um trás a sua luz para o lado de uma outro, maior ela se torna e mais e melhor alumia, e que os Messias de Todas as Idades dos Homens Sempre Habitam Neles.

Debaixo das aguas do mar neste pais, habita um imenso polvo com tentáculos que se tornaram tão grandes que por vezes parecem ocultar a luz que nele habita e o ilumina e todos os peixes que lá habitam assim o deixaram crescer, que se cresce sempre num dentro que é também um fora, um fora que é também o dentro e o sol se fará mais forte se cada um arranjar e trouxer o espaço dessa luz à luz e existem leis e não, pois quando não funcionam, mesmo que existam, é como se deixassem de existir.

O Pescador fora pescador toda a sua vida, toda a sua vida partiu para o mar, aprendeu a amá-lo e os segredos da arte, pois a quem nele vai, assim acontece, e conhece o Pescador da Arte do Espirito, que Fala com ele Pelos Pássaros, Pois São Eles Leves Como O Espirito, A Pomba Que Arrulha, Ou Que Com Sua Asas Bate Palmas a Celebrar O Confirmar, Ou Com Seu Voo Me Conduz O Olhar do Pensado, do Pensamento e da Luz.

O Pescador É Amante do Vento e o Vento o Ama a Si,
O Pescador É Amante da Agua Cuja Melodia O Conduz
O Pescador É Amante das Folhas das Arvores Que Tremem No Outono
E de Todas as Flores Que Despontam nas Primaveras Que Lhe Cantam das Vidas
O Pescador É Amante do Céu e das Nuvens Que Fazem Desenhos e Mostram Figuras
O Pescador É Amante do Húmus da Terra, dos Troncos e das Arvores, do Arco Íris Sem Fim e Todas as Cores da Natureza

O Pescador sabe do mar e dos marinheiros, que uns mais ousam do que os outros, da voz subterrânea e longínquo de todos ao adamastores que a uns afastam, a outros seduzem, a outros obrigam ao combate e que a coragem é copo que nem sempre vai cheio nos corações dos Irmãos e que correm ainda profundos danos de noções e praticas de denúncias antigas em subterrâneas correntes de ilusões e mal medidos e é hora do Sol, do Sol Alumiar o que não pode mais estar nas trevas completas cerrado.

É é distinto ao Pescador, o que lhe diz uma alga que vem e vai na onda do mar, de um papel que uma mão humana pôs ou não pôs naquele preciso e conhecido lugar onde o pescador, vai suas redes remendar, enquanto canta à sua amada com doces palavras de amor, e se tudo é mar e peixe e sol e lua, razões tem e trás nas vezes o Pescador em seu desconfiar, mas se tudo o é, se tudo for a verdade do visto em seu ver, mesmo que a si alguns sentidos não se façam, outros não sejam por ele conhecidos ou desvelados, a outros, na mesmo única praia do amor, não, e cada um como grão de areia, trará sua parte, seu saber, e seu querer, sua ânsia da justiça, para que as pontes não caiam mais, para que a estúpida morte por fazeres estúpidos, ou perversos, ou desenfreadas ganâncias, mais não se espalhem, pois não está a maré, nem a agua do mar nem a areia para mais o comportar, que há muita miséria a cuidar.

No deserto de uma enorme escuridão, chegou um dia um homem e acendeu uma vela.

Os outros olharam-se espantados no que de si e do redor vislumbraram na pequena luz daquela vela.

Quando a luz do homem se extinguiu porque ele a apagou, ou chegou a vela a seu fim, fez-se de novo a escuridão e os homens esperaram que outro acendesse uma luz e contou um pássaro que depois de muitos anos, um dia lá passou, que continuavam às escuras e depois de muitas luas e sois se terem levantado e juntos deitados em seu fazer amor, um dia de novo lá por perto voou e contou que vira uma luz tão grande como nunca vira antes, que aquele mundo que era como uma caverna escura, se tornara radiante de luz como nunca sonhara possível.

E narrou que depois de um longo tempo de imensa escuridão, cada um se lembrou de acender a sua própria vela e luz e que muitos assim fizeram e quanto mas luz mais o fizeram e que quando assim se fez, de novo o homem que outrora uma acendera de novo voltou.

E sabes que mais?
Não?

Que mergulhem na escuridão do ventre da terra dos pesadelos sem fim e de todas as negritude e que recebam na exacta proporção, peso e medida, o mal que a outros haveis feito e que mais nenhum possam fazer ou seja feito e se tão vis e cobardes sois, que até sacrifiqueis os vossos em vosso importante lugar de pó em trono efémero e inclinado de pó, que nasçam e fiquem tolos para a compreensão do bem ou mesmo do mal, que como frágeis espelhos serão, reflictam a vossa consciência, vossa imagem de vosso corpo semente de longos feneceres, assim sofram em vossa carne, o que fazem aos Irmãos.

Pois quando muitos as acenderam dentro de si, e brilhavam luminosos em amor e coragem e vontade de verdade e verdade como vontade, chegou de novo esse homem e todos se juntaram e fizeram uma grande festa e o amor feliz apareceu na casa e se fez carne, o que já trazia pelo espirito e na alma casado, em corpo se casou, aquele homem e aquela mulher, que tanto se amavam que o próprio Deus, um dia a um pássaro confidenciou, andava triste por tamanho desperdício, sabes... ele é brincalhão, referira-se a Ele, assim o pássaro.

No espelho de vossas faustosas casas de banho de pedras frias e insensíveis à medida exacta e rigorosa de vossos corações enegrecidos expelindo felugem e fagulhas de negro e calcinado fogo que trepará só por dentro de vossas próprias paredes, com ardor vos secarão a garganta de todas as ignomias e mal fazer, olhareis a vossa face ao espelho e vereis lentamente em um lado, vossos cabelos desgrenhados no ralo de falso doirado do marfim e nele vereis em velocidade lenta a queda de vossos corpos até à horizontal em que ficareis, em que repousareis por fim sem fim como pó, viverão em vós nenúfares que vos façam conhecer em conhecimento justo, que as doenças tenham o mesmo peso do que roubaram, que mesmo quando dizem ser roubo legal, porque assim entre vós o acordaram, não deixa de ser roubo, e roubo pior, porque a justiça participa no roubo, assim ele acontece.

Nas feiras perseguem os ciganos e apreendem mercadoria, mas como um bem dizia, parece que se esquecem das fábricas onde são feitas.


No deserto vou eu ainda amada, sem ti por perto, letras de meu amado de outro lado do pequeno rio que nunca nos separa dava conta que no final do caminho, um Anjo aparece e eu fiquei a sorrir naquele seu dizer, naquela afirmação da fé, pois assim sabe também meu coração, um dia chegarás.

Estou teso em múltiplos jeitos, Amada e me apetecia contigo dar uma volta ao mundo, mesmo que fosse de quietinho debaixo daquela arvore do pomar frente ao mar e ficar somente a desenhar beijos a Ti.

E chegou um pássaro que disse, e no final, ficareis cansados, que final do que não tem fim, lhe respondi eu, chega para lá esse medos de quem não é artista na arte do amar, vade retro, três vezes pássaro numa quarta ficas, ou voa para longe de meu olhar

Medos nas ondas do mar, Amada, medo de quê, se sabemos navegar, se o mar é nosso Amante, nele na lua nos deitamos com o Sol.

Como queres viver, Amada, como quereremos viver, como seremos capazes de viver sem nos cansar, um ao outro, porventura não temos mãos para nos sentir mutuamente os ventos, o espaço de cada um e a urgência do comum, Ah Amada, bela urgência, urgência de vontade, só a imensa vontade, nenhuma obrigação.

Ah amada começar a namorar é começar por qualquer lado e nós já há muito começamos, só mais a tua mão na minha ao perto pertinho, um quente desejo, um fresco aconchego, traçamos um primeiro azimute e lá vamos nós desfraldados no vento, que Ele nos Seja Feliz, que seja Feliz a Ventura, que mais posso desejar, se estiveres a meu lado?

Como sei eu isto, Amada, perguntas?
Porque Ele Nos Juntou.

É triste a vida solitária ao longe de Ti. Salvou-me a vida, no final da tarde depois da praça de Espanha a subir, no sinal fechado, um bebé com uma enorme chupeta de belas e garridas cores, que me olhou e a quem eu olhei e que abriu sua face, chupeta borboleta incluída, num enorme sorrir, talvez mesmo maior do que o meu, que não o via, tão luminoso Aquilo foi quer todo eu aqueci e o frio desapareceu e me disse, eras Tu que ali estavas, ali ias, pois sei que a Ti também assim acontece e este Dom raro e refinado e a todos comum, é preciso e real na Inteligência Maior que És, Senhora, que te moves nos números e no numem, símbolos da inteligência simbólica que é sempre um viver.

Ah Amada és muito bela por seres assim, como és, sem acrescentar nem pôr nem tirar seja o que for, eu por mim só te acrescento festas e beijos e amor, muito bela e muito alta assim és, Ah Amada Tu para mim, Rainha, se me deres o deleite da tua companhia, da tua presença, eu ajoelho e beijo, Te busco por tanto tempo no sem tempo.

Ah Amada que tu sabes porque assim És e Vais, que quem se entrega ao olhar verdadeiro de um bebé e recebe dela a luz, é sinal de Brancura em nosso coração, e isto é sempre bom de receber e de trazer sabido, dádiva que nos fala a nós, que nos despe a nós mesmos, que nos devolve a imagem inteira do que inteiro somos, a nosso melhor, resplandecentes seres da Luz do Amor, da Verdade e da Justa Justiça em Compaixão, a questão está exacta, no exactamente pousada, e será que nas vez se pode ter compaixão?


Não sabeis vós que função básica do estado e do governo e do governar é garantir a vida e as condições do viver a ela necessárias a todos aqueles que nesta funesta, velha e caduca formulação que a todos prende os pés e impossibilita a beleza dos belos voos que mudam o mundo, se chama de lugar onde as gentes de uma mesma língua, partilham o mesmo lugar?

E que as coisas mal pensadas e mal feitas levam à morte das gentes e que as leis que temos punem criminalmente o mal que daí advém?

Querereis trilhar este caminho, vós que servis?

Por uma razão só e suficiente e se bem que existam muitas mais, enquanto houver fome neste país, é proibido gastar três vezes mais , ou nas vezes a mais que for, para fazer uma coisa, porque primeiro estão os seres e depois as coisas e ambos, pó.

Por uma só razão suficiente e bastante, se bem que existam mais, enquanto não aprenderem a fazer contas sérias de poupar que permitam suportar todas as necessárias despesas ao viver, decorrentes do compromisso que através do estado, que todos somos, e que os governos e outros, interpretam e executam, se sendo que todos os seres sempre assim fazem, é proibido arriscar a vida de um, fechando seja o que for do que já existe, que por não ser bom, é sempre de melhorar, não desdita uma necessidade, a necessidade de uma garantia, ou do que é correcto fazer.

Vós Todos, os que fizestes as leis e os regulamentos que oficializam e dão forma de lei, os tachos, as colheres, os garfos e as facas, às protecções, os tabuleiros, as tampas e as protecções todas tortas, as trocas de favores, os serviços e serviçinhos, minúsculos pauzinhos de fósforos ardidos em muitas rodas da vida, que todos somados dão e fazem os grandes incêndios que lavra assim vossos pecados

Vós todos os gananciosos da gula de todos os metais materiais, vós os que se cegam e se mutilam a vós mesmos e a outros nas vezes, ao não olhar o que o Outro necessita e ver , entender e Ajudar, não por falta de capacidade, por fátuas , breves, esfumadas e insufladas arrogância, ossos de aves, vazios por dentro para serem mais pesadas e de mais alto, vossas quedas

Vós todos os que mamaram durante estes trinta anos, vindos de todas as latitudes, de todas as cores, de todas as profissões, de todo o comercio, de todas as lojas, vós que deram a mamar e mamaram e protegem e trocam todos os favores, por uma moeda mais, que ela seja ultima que vos pese no voar.

Vós que afastastes os melhores e os perseguiram e tentam perseguir e os condenaram e mandaram por outros condenar, para que a luz não desvelasse vossa própria sombra, vós que perseguistes e queimaste mesmo alguns caídos na geração

Vós que não tendes olhos nem coração, que fazem as fogueira e queimam gentes, nas vezes

Pai, fá-los sentir por um instante de pedra como são, que seus corpos adquiram a insensibilidade fria da pedra e nus, que todos olhem o Rosto e a Face de Desvele, não mais serão ninguém, ogres à vista de todos, seus tentáculos a aparecer de dentro dos bolsos onde em vão os tentam esconder, que vossas mascaras posturas, postura mascaras, tremam, que todas elas vos tremam de mansinho por dentro de cada um, na exacta medida interior das rachas rachadas de cada fez, assim a felugem se desprenderá e os corações, quem sabe se com inspiração Divina, fiquem de novo rosa vermelha a bater, ou então, que de vez se aquietem, sempre Deixas Tu a escolha em Suas Mãos.

Ah Senhora Amada, dar-me ás um dia a alegria dos pueris prazeres da doce companhia e alegre estar

Coisa singela, Senhora, um praia quase deserta numa primavera a nascer, a água do mar a correr connosco à Beira Mar, ou por dentro em alegres carreiras

Conversar horizontes sobre o horizonte a ver-o-mar

Ah Senhora Amada, dar-me-ás um dia a alegria de te fazer sorrir
Ah Amada Senhora, dar-me-ás uma noite na lua, teus olhos em lençol a ver


Vara, vara, Varapau
Neles dar?

Segundo aviso feito
O notário da última folha, o anotara
Dizem as trovas que não há melhor
Que melhor não está disponível, que não se encontra

No jornal o cego cumprimenta e é cumprimentado pelo presidente, de costa voltadas a olhar o outro lado e direcção, Durão, o que felicita a reforma do governo, parabéns que é bem feito, quanto custa um café, talvez oitenta nas mais da vezes das cafeteiras, assim se estende o entendimento maravilhoso e justo das coisas, melhor será então o governo, preciso como homens preciso em preços de bicas.

Quem és tu para o julgar, inquiriu-me um pássaro em seu passar.

Eu calha ser à imagem de muitos, a dor, aquele a quem o governo não garante nem seus deveres nem seus direitos, neste caso em que o verso não versa com o reverso e no mar habita um imenso polvo invisível, a cada vez que a onda se agita, lá aparecem os fios, tentáculos que levam a outro tentáculo, e grande ele é, Amor

E pode o justo, ou o menos melhor, ou talvez mesmo o suficiente, ver-se de repente enroscado no que de si ao renascer, não abandonou.

Depois tem cobras que não mudam a pele toda, só parece.

Quando eu te digo aqui uma coisa, estou a dizer-te em espaço privado, teus olhos e teu ler, e publico, ao dizer a ti, a muitos mais digo, se não a todos quando com a Alma converso

Se te disser, menos bem uma coisa, ou não te disser o melhor que sei, por uma razão ou pretexto qualquer, ou mesmo te ocultar ou mentir, preparo assim sempre a tua partida, pois momento há que o azeite vem ao de cima da agua que está na vasilha que somos e enchemos por amor e por Ele nela bebemos.

E quando erro, explico que errei, e ou peço perdão, que a ordem da tomada de consciência do coração não importa tanto, como o resultado e sendo que até estes se movem como nós

E talvez aceites ou não aceites, ou sejas simplesmente cego e arrogante, ou vás estúpido ou te creias chico esperto e mauzão e talvez tenhas mesmo ganas de criar dano, puf, puf, puf sois pó com nenúfares andantes.

Curai-vos, apanhem banhos de sol nos corações, ponham-nos ao léu em banhos de mar e comam sempre bolachas Maria, que são doces e gostosas se mergulhadas em leite e invocam a infância.

E já agora, depois do erro e do errar e de fazer o errado, sempre compor.

Os fios da maldade tecem maldades, que mais teriam a fazer, se em vez da luz vem o negro um buraco negro no negro que são

Ousam falar em moral e pequeninos são, pequeninos demais para o poderem mesmo ousar, que pena, Amada, mas o polvo é grande invisível porque vai coberto e assim só isto parará quando os bastantes o puserem nu.

Como se acaba com apoios à saúde e tem poucos alguns, as mais desmesuradas regalias, do mesmo dinheiro de todos, que depois falta

Não é função de um estado e de um governo, seja ele qual for e em que jeito for, garantir a existência aos que nele habitam, saúde, inclusive?

Ou seremos já todos bestas insensíveis, bestas egoístas que decidiram andar como se não sentissem nem soubessem , nem vissem, nem sonhassem, que outros ao lado não tem de comer?

Porventura estarão já todos mortos por dentro e consequentemente por fora, mortos vivos, zombies que se esqueceram que as mãos servem e tem por direito e dever, o ajudar?

Não somos todos o Mesmo, Não somos todos filhos, irmãos , pais e avós?

Vós sois a imagem de torres de marfim, muito direitinhos, parecem à primeira vista estar por goma nas colarinhos e fios de frios arames nas gravatas que se tornam nas vezes de morte de tanto pescoço apertar, prenhes e imersos da arrogância, de medos e desespero, tão grandes que se espalham pelo lugar e depois, uns caem, outros não.

Toca a pisar, toca a apunhalar, toca a tirar, toca a meter na toca, uso infiel e esquecido do Mel, o mais precioso dos tesouros, toca, pum, toca trús, ficado fica o fecho na toca, pum, facha a tampa sobre vós, ouvi o estrondo dentro de vosso ser, enterrados vivos, zombis, mortos vivos, vivos mortos.

Toca, toco, taquicardia, taquigrafai, a crescer dentro de vosso peitos vazios, olha como pareço poderoso, como tão bem te mando, como tão bem te obrigo à vénia e que bem me obedeças, olha os meus bens que me alargam a vida, afogados em seus próprios vazios, mais perto seu fim.

Vão a ministros do reino, homens quanto assim não se podem chamar, nem em propriedade deles dizer, que são trapalhões em seu agir, que metem os pés pelas mãos, o dito pelo não dito e isto o sei por conhecimento directo ao perto provado.

Vão para ministros, mas vezes que os homens vão cegos e assim deixam acontecer, homens provincianos sem visão, que pensam que o governo é do tamanho de seu quintal, que a vida é tê-lo cada vez maior, a crescer como talhão que lhes está na terra reservado, se houver espaço.

Ministros que buscam o material, o prego e a tampa da madeira, e o martelo e a opulência dos caixões estendidos e depurados de vossos amanhã.

Primeiro ministro, o homem ao seu lado, de olhos esbugalhados como correia de transmissão dos olhos pragmáticos do aparelho dos amigos partidos e inteiros, dos fieis ou mesmo nas vezes dos infiéis, a semear as protecções, as benesses, todos os PM de todos os lugares do estado, vivendo do comum e há quem passe fome e se diz que se tem de fazer obras que custam três vezes mais do que necessários e se fecham centros de saúde, onde as gentes pesarosas que apareceram a se queixar, são humildes e sem posses, gente crescida que vivem lá ao fundo, naquele Portugal ao fundo que é Um mesmo, O Mesmo, como abandonados.

Cada um que não seja socorrido em seu justo tempo, ou que faleça por falta de um apoio que existia, que o sangue deles imediato em vossas mãos a escorrer sangue vermelho, que depois é que se pensa, primeiro machado e machadada e depois é que se pensa como se colmata a necessidade que o acto desajeitado fez?

Estais cegos ou vais pior, pois se pior é o caso, então que nem se curem mesmo, desçam vocês à terra em vez dos inocentes.

Ministros de todas as habitações, de todos as instituições, de todos os institutos, do mesmo clube, com créditos reconhecidos de competência e resultados obtido em letras de vilanagem consagradas nos conformes das leis que aos do clube permitem assim ir.

Homens desenfreados, sem ética, sem peso nem medida nem conta certa e justa, sem moral nem freio de compaixão, homens chicotes, bem educados nas aparências do trato, dominadores e possuidores de coisa nenhuma e de todo os nadas, em nada, fiqueis!

Homens de caros fatos e fatiotas e luzes falsas de todos os brilhos e camisas às riscas engomadas a cola como tábuas em colarinhos brancos da cor de vossa mortalha, sois, que ardam em seu próprio fogo, gravatas de chumbo nas cruzetas dos corações já mortos, ainda não enterrados?

Ganância, estupidez, mesquinhez, arrogância. Violência e dores de vista no olho e olhar do Coração, certo mesmo certo, sois vós pó ainda adiado até ao próximo sopro, que vos desfaz todos os telhados.

Tais regulamentos devem ser de imediato suspensos e deve-se prover à existência de novos à medida da realidade, que somos todos irmãos, que somos todos pais, que todos cuidamos do que a cada dia há necessidade de cuidar, assim tão complicada a ciência do bem governar?

Falta dinheiro ao país, e o que os senhores andaram a fazer, foi receber demais com cobertura legal por cima e por baixo e falecem alguns, porque os setecentos pontos negros das estradas ainda não foram compostos, ou porque deixou de existir um médico a menos de uma hora.

Na Av. de Ceuta, passado estes meses, depois de aqui o ter escrito, os semáforos, continuam na mesma, o inclinado por estar no eixo do da luz, continua à espera que pelo mover da terra, se autoorientem as linhas e a câmara cai e não cai.

Digam-me como é possível viver aqui a vosso lado? Pareceis surdos e se o são, vão a banhos e se nada fazem e se escudam em leis à medida feitas por vossa medida, para mim, é por nenúfares dentro de vossos peitos, que ao Pai rezarei, por cada um de vós, com que me cruzar, seja lá a forma em que vier, chegar, partir ou acontecer.

Muito inflamado o senhor primeiro ministro na televisão, muita indignação indignada ás vis e insinuosas insinuações, assim foram suas próprias palavras, que até mais uma vez pareciam as minhas, com a grande diferença, que eu trago sérias razões para com propriedade as usar, e o senhor chio de muletas e pensos rápidos, curiosas cartas sem datas, domingos para actos oficiais, uns dizem uma coisa , outros outra, datas impressas desmentem as assinadas e por ai fora, que se puxar o fio, serão mais do que mil os furos no telhado de vidro, algum terá duvidas destas universidades, assim se poderão chamar?

Telefona minha ex mulher, a meu pai, dizendo nesse dia, que tinha sido chamada ao ministro ao fim de tarde e que chegaria mais tarde para apanhar o Francisco. Será que o ministro que ela foi cuidar, foi o senhor?

Diga-me lá senhor que nem meio homem é, que prefere os malabarismos à verdade e penitência, quem é a tríade de seu partido que me faz guerra, e que por sua vez sustenta por detrás de si um quadrado, quem são os sete da desgraça que aí fazem correr contra mim e contra meu filho?

Como ousa, o senhor primeiro ministro ser interpelado publicamente sobre o que se passa com a justiça nesta matéria de rapto e tortura de meu filho e não responde, não só o senhor como nenhum dos inquiridos, todos vós com aparente decisão em vossas mãos, quem cobris, que interesses protegeis, ouse responder, ouse mesmo, antes que peça ao Pai que vos leve mudos para o Inferno, nem piareis então.

Que concluio e protecção trás o senhor outorgada a quem assim faz ? qual seu interesse nisto?

Que quer que lhe faça, se não me responde? Não sabe o senhor da força da verdade?
Não sabe que ninguém resiste a ela?

Ladrões de crianças são os que as roubam e os que protegem quem as roubam!!!!

Quer fazer um jogo infantil de braço de ferro!

Não peço eu neste imediato a sua demissão, peço a de outro ministro ou mesmo de dois, e depois veremos em Deus o que se irá passar, em que modo e de que forma as contas serão feitas, lhe digo isto pelo sangue dos inocentes que caíram em entre rios e pela dor dos que cá ficaram.

Veremos em Grandola, se Deus mais ordena, Deus como Face do Povo Justo que Anseia Justa Justiça.

E como falta dinheiro nos cofres, deverão devolver algum para minorar o escândalo antes que as cearas onde vos deiteis e costumais dormir, não se incendeie.

Mostrem decência e respeito pelos que sofrem, oh terroristas, pois o são quando assim criam as condições para que o terror se manifeste.

Que eu não sou dado a actos de terror embora nas vezes ao vê-los assim fazer, me nasce quase um cogumelo atómico na mão do coração pronta a quase rebentar-vos.

E se há ladrões nesta história, não sou eu não, calha trazerem-me o filho raptado com a conivência e cobertura dos altos dignatários da nação, gente bem mal colocada nos gabinetes de topo e da administração, tanto e tantos conluiados que conseguiram fazer cabal demonstração de que a justiça humana não mais existe em Portugal.

O laço, a clara demonstração, a prova é evidente, interpelei aqui em justiça e em justeza os mais altos dignatários dos mais altos órgãos da nação e nenhuma resposta, ou passo de arrependimento, ou solução, por vós aconteceu

Grave, grave, gravíssimo, atestado assinado por vós, que contra a parede estais, que a justiça é feita à vossa medida.

Impossível assim ser!

Fostes vós que se meteram no beco, portanto só tendes um caminho, passar por mim e para isso tem de repor no imediato e fazer-me cabal demonstração que a justiça que trazem acordada como justiça. Está de novo a funcionar.

E se vós mesmos, a suspenderam e perverteram, será avisado e justo usar a da Luz contra vossos actos?

Ah sombra imensa se exala de vós em vosso estar e passar, que ela se condense inteira em vós e vos leve em vossa própria enxurrada em noite cega como vós cega de breu, que vossos medos subam e desçam inteiros em vós.

Neste momento e tendo vós assim criado e deixado o assunto ir e ser, só me resta esclarecer-vos

Todos os interpelados neste livro e nestas letras tem o direito de responder, diria mesmo que vós seria aconselhável e de feição faze-lo como homenzinhos

A sentença é,

Nascerão nenúfares nos corações em vossas casas, pelo sangue e pelas dores dos inocentes do Mundo e da mesma forma murcharão, se mudarem vosso ser, se morrerem no que são e renascerem de novo inteiros e corrigirem o que mal fazem, que é muito e variado e muito trás avariado.

Será anulada e suspensa assim que reporem a justiça, assim que os órgãos de soberania garantam a todos os que habitam e fazem o País, que o País É Um País de Justiça.

Ao tribunal de contas será dado reforço para investigar ao longo destes últimos trinta anos em que fizeram e aperfeiçoaram o escândalo e a indecência e sem vergonha, o que receberam, e o que geraram na troca dos favores que correm em vossa casas, em vossos compadrio em que se outorgam uns aos outros em modo próprio com a complacência de todos os que fizeram as leis e daqueles que as aprovaram ou lhes deram cobertura administrativa.

Que sejam pelas leis reforçados os poderes e as competências a quem deles necessite para investigar o que for de investigar em total transparência e em sua total extensão, na medida em que se apresente

E todos os casos, daqueles que demonstrem uma normal solvência em suas vidas correntes, indemnizarão o estado, a nação e as gentes em metade do que receberam à laia de compensação do mal feito.

Parece-vos justo? Não é assim a previsão do modo de funcionamento geral das leis de compensação, ou os ladrões, para além de à solta andarem, são compensados em prémios?

País maravilha de sonho negro a sonhar, a maior corrupção instalada e nenhum preso por ela! Dá para acreditar?

E que se não o poderem fazer no imediato, será na fonte retido sobre rendimentos futuros.

Este dinheiro será integralmente aplicado na erradicação da pobreza em Portugal e nos cuidados de saúde necessários às gentes e na correcção das estradas e das infra-estruturas publicas que necessitem, a ver se não cai mais nenhuma ponte!

Que fiquem em paz e sejam afastados de cargos e funções públicas, se não tiverem crimes de natureza de sangue que se desvelem neste inquirir.

Que a assembleia faça leis mais perfeitas nesta matérias, adequadas à realidade e as condicionantes que hoje temos no pais, que ao poder judiciário e judicial, as leis garantam a independência e autonomia face aos governos

A lei deve ser clara, que não seja permitido o uso do publico por compadrio, outorga de protecções e favorecimento e regulação própria entre os próprios de benesses, não possa ser feita e que qualquer incumprimento em qualquer das vertentes, conduza sempre ao impedimento de função e cargo publico que intervenha e dependa do que é comum.

Sobre o rapto de meu filho exijo que seja tornado publico, e investigados os que se conluiaram para o fazer e os que protegeram, protegem e garantem o sucesso até ao momento da acção e mantenho o pedido do que à justiça fiz nos termos exactos em que o fiz, bem como os pedidos de reconversão que também fiz sendo que a eles será aplicada a regra que trago sobre meus rendimentos, que metade mais um seja distribuída em duas partes iguais à Unicef e aos Médicos do Mundo.

Não ouseis mais brincar com este assunto, já nem aviso mais é, que não se repetem avisos a surdos, cegos e perversos, simples contestação do que vos irá chegar.


Ah Amada, muito Te amo eu, e dizia-me um pássaro noutro dia ao passar, que o namorado não estava quando era preciso e eu fiquei a pensar se era para mim que ele trazia tal dizer e chegou depois um outro que disse, aquele rapaz, no fundo só gosta é mesmo de futebol, e se o mundo é uma bola colorida na mãos de uma criança a brincar, se eu e Tu és redonda como o Amor redondo, e se sempre Assim será, sou eu tudo isto sem o ser, e não o sendo, o sou, mas mais feliz seria ter-Te a meu lado, que eu sei que Tu trazes Redondo dentro de Ti e Ficaria tudo muito mais arredondado, sem bicos cortantes nem penas que penam pesares.

Ah Amada a Verdade è como Um colar de Pérolas, cada um Trás Sua Parte e Junta com o de Outro e Assim Se Faz UM Colar e Um Sentido, mas cada um necessita de Trazer a Sua e Mostrá-la.

Curioso estou, Amada de ver o que se irá em breve passar, se os filhos da babilónia foram muito depressa a correr a apagar as ligações, as provas, e comprar os silêncios, os se as Gentes deste Nação, Irá dar sua cara, repor e trazer à luz o pedaço que é de seu conhecimento.

Ah Amada Senhora, Combateremos Sempre As Sombras, Assim Prometemos Nosso Coração.