quinta-feira, maio 31, 2007

este computador onde agora estou a escrever esta com o teclado desconfiguro, cada incorrecao neste texto no seu plano estricto binario , e a penhora de uma alma, um por cada um dos malandros, das bestas e dos filhos da babilonia que estao neste Livro interpelados alguns com sangue na mao , assim Deus me tem dado a ver e aplica se isto a todos os que aqui foram interpelados e que nao ousaram resposta, que preferiram o silencio, e caso para dizer do silencio que confirma a culpablidade, a vossa, trus, trus, trus que se enfie este capuz, fica a penhora feita pelas vinte e quatro proximas horas, se o silencio se manter, se nao houver quem avance com conversa clara como a agua do mar e do Tejo, caduca de seguida, assim Ordenarei em Deus, pelas alamas das mais que se foram no extremo oriente, que e outro dos pontos da expressao desta cruz sempre que os filhos da babilonia, assim o negro operam.

hoje de manha fui ver de novo ao perto a porta da rua do vidro martelado, na rua que seguindo em frente e virando a esquerda descendo se vai dar a casa do presidente da republica portuguesa, que o nao e pois e um dos que nao responde, e um presidente tem por obrigacao responder aos seus cidadaos

e foi muito mais grave o que la vi, ao perto e de dia a leitura foi, kennedy junior, e o local, e o outro e um sitio na america, kentuky, portanto bastara ir ver quem la esteve nessa altura a fazer um ritual que tera servido de gasolina e massa para a faisca do assasinato, pois ja neste Livro expliquei que existe ligacao entre os paises nestes desgracas que passam por assassinatos de presidentes e primeiros ministros.

e a isto desvelo uma outra assinatura que o espirito me desvelou ha tempos atras, quando ao ver antigas revistas de fotografia, dei com uma , salvo erro uma photo, que falei, nao sei ao momento em que aqui escrevo, se dessa especificamente, ou de outra, que tambem andei a rever nessa mesma tarde, onde um dia me dei conta de um conjunto de belas senhoras que la apareciam, muitas da Realeza, que me fizeram seu cavaleiro e das quais eu porto seus lencos em minha lanca e tambem nessa altura exclamei, Meu Deus, ao ver fotos de um outro tornado, que se dera na america, a consciencia aflorou quando vi uma foto de um hangar de pequenos avioes todos destruidos, um tinha as minhas cores , azul e amarelo, e me foi claro que aquele tornado, que se deve ter dado na decada de sessenta ou setenta, tinha sido assinatura, consequencia conexa de outra desgraca maior feita por mao humana.

oito mil assinaturas mais uma, senda a minha a ultima, sem o ser e os senhores fazem orelhas moucas aos oito mil que atraves delas vos pediram uma audiencia, a outra, a uma, e a minha, que tambem ainda nao me deram resposta da assembleia da republica a meu pedido de audiencia, nem de mesmo modo me respondeu o presidente do supremo.

quem pensam os senhores que sao_
esqueceram porventura que representam quem os elegeu_
como ousam nao responder e na hora a oito mil cidadoes que vos interpelam sobre mais uma tentativa de fecho de um posto medico
porventura pensaram que os cancros e as doencas nao se estendem e se desenvolvem em vos e nos vossos_
que arrogancia e a vossa do vosso pretenso silencio cego e mudo_
que pensam que de mais importante tem a velas_

e expliquem uma coisa em modo claro, pais dos actos de terror e das violencias quando assim vos comportais
expliquem e expliquem a Todos, como e que os cidadaos podem vos responder, se nao existe quem vos controle e parece que se tornam impunes vossos actos de terror_

pois nao tem meios os cidadaos de vos obgigar ao correcto comportamento
ou terao_
terao porventura a possibilidade de pedir nos tribunais que vos cacem por exemplo os salarios por imcumprimento das vossas funcoes
que vos demitam por nao as cumprirem e nao venham falar que isto se resolve nas eleicoes, pois o vosso terror e diario e constante.

mas entao depois se os tribunais tambem nao respondem, nem nunca tal infelizmente se viu, pois parece que grande parte do sistema faz depender os homens de justica do poder dos partidos, como e?
o que resta ao cidadao_

sabeis que autorizais assim que vos pecam contas a tareia, a bofetada, a facada, a bomba, ao gas pimenta ou viral que hoje foi lancado no marques, onde parece que moram muitos dos que impunes ate a data, o usam, um outro mais eficaz e invisivel_
vos assim nao sois so pais do terror como sois homens e mulheres de terror, dos que fazem os actos de terror quotidianos no pais!

sejam homens, comportem se como tal, facam a funcao como deve ser ou demitam se todos, que certamente o pais melhora!!!

e facam o favor de amanha pela primeira hora marcar a recpecao a quem vos pediu e nao o facam para as calendas gregas!!!!

e ao senhor ingles que esteve estes anos todos no gabinete de primeiro ministro ingles, sera o senhor, senhor, capaz de me responder claramente a uma questao que aqui lhe ponho, visto o senhor ser da mesma area que trabalha a mulher com quem tive um filho e que e raptora e torcionaria de criancas, e que um dia sem mo dizer, ficou em londres, se por acso o encontro nao tera sido consigo, ou mesmo com blair, visto que a noticia dava conta das partes rasuradas por questoes de respeito ou pruridos ou o que seja por parte da esposa do segundo e se nao o souber, me fara favor, de saber com quem e que ela esteve, onde foi combinada parte da combina que foi feita para me matar e para me retirarem o filho, baseado no vil pretexto que so assim vos ajudaria_

Ao Senhor Chefe da Esquadra do Santo Condestavel,

serve a presente como forma de apresentacao de um conjunto de suspeitas e queixas crimes com pedido expresso e urgente de investigacao contra diversas pessoas singulares e diversas entidades e orgaos da republica portuguesa.

contra maria teresa carvalho, por rapto e terrorismo infantil
contra as senhoras psicologas que o apoiaram
contra a senhora juiza do tribunal de menores de lisboa e funcionarios das secretaria
contra secretaria da injuncao do porto
contra a senhora juiza do tribunal de trabalho de lisboa, no processo movido por ana paula roque a latina europa
contra todos os deputados da assembleia da republica
contra o senhor presidente da republica nas actuais funcoes
contra o senhor presidente do supremo tribunal e restante juizes do colectivo
contra a direccao geral das financas de lisboa
contra o senhor que foi a faca que actuou no tribunal de menores, e que furou com agrafador o processo, o que e prova de artes de feiticaria
contra um conjunto de pessoas suspeitas de actos de terrorismo internacional

contra o senhor que escreve no correio da manha sobre toiros que escreveu a seguir ao ultimo atentado que me fizeram
contra o senhor luis montez, genro do presidente, porque o espirito me informou que a pancada fora consequencia dos meus escritos sobre ele entre outras razoes
contra quem vive na casa em frente e na rua onde tal aconteceu, e que tera participado no acto, pois suas janelas abertas, depois se fecharam, e nao mexeu um dedo que fosse bem como todos os muitos que passarm na rua na altura da agressao, de carro e e taxi. e que deveram ser arrolados como testemunhas
os que agrediram que serao funcionarios da cas de fados de alcantara

no espaco publico com o endereco, www. ourosobreazul.blogspot.com, encontram se a maior parte da informacao na forma de meu depoiemento que sustenta estas suspeitas e acusacoes, sendo que muitas delas envolvem crimes de sangue e morte matada.

desta carta peco copia devidamente protocolizada da entrada na esquadra desta quixa multipla

paulo forte


amanha na biblioteca farei impressao desta carta que sera entrege na esquadra no final do dia.

disse me agora o espirito que o homem e o gato do vaso das multiplas marcas na maria, o avo do vaso ad, o b que quer dizer o segundo na hierarquia
serpente da patricia tambem, ou o pá, que é tarado sexual, tambem.

e trago em mim a imagem do senhor inglês de pernas cruzadas na cadeira sentado, no circulo negro onde é visivel as pegadas das botas, e me veio à memória neste ver, uma outra bota constante, espestada no ar como um pontapé, que tapa o corpo e a face de quem é, uma bora que assina textos na revista semanal do diario de noticias.

e trago em mim, uma pergunta que se me afigura insistente. o que aconteceu à carla quevedo, para deixar de escrever sua bela coluna? escrita inteligente como tantos e tantas outras que das letras dos jornais de meu páis, letras que estimulam a inteligência, o ver e o aprender , e dela trago em mim, um dos seus ultimos artigos, onde o texto se organizava graficamente de forma a mostrar em seu centro uma especie de mir, uma mira, que eu um dia recente, senti por preto, num prédio da rua principal de campo de ourique que vai para as amoreiras, logo à entrada , ao lado de um cabeleireiro com fitas de cinema, num prédio com duas colunas brancas de marmore no interior de seu atrío, onde senti um estranho perfume de alma, que me inquietou e depois em dia mais recente, esse alvo, dele dei de novo conta como sendo peça desenhada constante em duas empresas, e os tornei a ver em telheiras e me subiu um mesmo perfume desagradavel, mas ainda nem tive tempo de passar as notas desse ver, trao em mim mil palavras e o acontecre, tem sido tão rápido que nem dá tempo para as escrever e é tanto, o contar.

um jornalista dava conta em coluna recente, de como parece que a liberdade de imprensa está de novo ameaçada, em forma mais subtil que em outros tempos, e assim parece em muitas vezes ser e são sempre preocupantes estes sinais e contra isto há sempre que lutar, pois a liberdade do ser é permissa fundamental do ser, direito e dever da vida que a todos pertence, bem maior que urge sempre defender.

um outro que tem uma coluna sobre toiros, que nas vezes leio, dizia em palavras recentes, que parecia que os cartéis se organizavam por dá cá esta palha e que não deveria assim o ser, que o objectivo era pegar o toiro ma não lhe bater e em mim se levantou pergunta, quererá o senhor, estará o senhor a falar da pega que me fizeram em madrugada recente? se assim o for, agradecia que fosse mais claro, e sendo que essa ideia de não bater nos touros como objectivo das touradas , tem muito que se lhe diga, nem é bem assim, ou pensará porventura que uma farpa,um ferro espetado em seu lombo, não é uma frma de bater? é por estas e por outras que das touradas, eu gosto mesmo é das pegas, onde as coisas estão mais mano a mano, ou então das primitivas, já aqui um dia delas falei, da dança, da beleza, do jogo com a força bruta, mas sem a perversão da violência, estribada em qualquer ideia de maior força, inteligência, ou o que fôr, que eu meu ver, mais mansos são nas vezes os animais, que seus irmãos homens que assim nas vezes mais se comportam, como bestas e assim, se bestas são e se tornam, mais a Besta fazem em seu cruzar, acontecer.


estas lides da mesa redonda dos cavaleiros reunidos a avaliar os passes do toureiro ou da bola,ou do que for, muito me trazem afastado dos assuntos do reino, em sua aparência, o afastar, pois não me tornei mudo, nem surdo, nem mais cego do que vou, e se diversas trago em mim, algumas que me fazem ferver o sangue, ainda não tive a oportunidade de as fazer escorrer para o nigredo,uma delas é a história do pretenso processo ao professor, que fez humor com o canudo de socrates, estou com jorge miranda que no quente da indignação, disse, quem devia ser processado, era a senhora que lhe levantou um processo, pois o humor é direito e dever, faz bem a pele, e a alma, e covinhas nas faces e torna os beijos e amor sempre melhor e ao que parece mesmo, nem socrates se ofendeu, e não tem ele falta de voz para falar por ele mesmo, ao que eu saiba.

e por falar em humoristas, hoje no metro encontrei no jornal das linhas, o tal que um dia escreveu um livro, que tem como titulo, o homem que mordeu o cão, e eu desde essa data, que lhe andao para perguntar, se por acaso essa não é minha história, pois houve dia em tempo ido que a brincar com um que me mordeu, lhe mordi de seguida, pareceu-me na altura ser a pedagogia eficaz, depois me dise o espirito durante a vigaem que o rapaz é o décimo segundo do bando dos treze.

ontem ao chegar aos olivais, dei de caras com um mupi dos quarenta anos do sala na rr, quarenta anos a cantar, a seu lado, um conjunto de microfones, com estrelas, de três pontas, e me subiu à memória uma relação com os mercedes, depois caminhando, ali encontrei no ler, por perto, o homem do passo estreito no oriente, qual deles, então, o sala ou o que diz ter mordido o cão?

rato do vaso da dupla dor , o W, general electrico do homem quevedo
depois de acabar o post anterior sai para a rua e olhei o céu, e vi as as nuvens desenhavam conhecidas e grandes asas, que formaram, primeiro um vaso em volta d´Ela e depois à medida em que ia caminhando para casa, se tornaram menos espessas em sua expresssão, adquiririam a forma de perfeitas linhas e desenharam por fim um enorme bico de pássaro que ocupava quase meio céu na noite, e envolveram a Lua , que estava redondinha, na posição de olho e a primeira leitura então se fez, a asa que se torna o pássaro da lua, um pássaro com um grande bico fino, cujo olho é a Lua, o pássaro da Lua assim, chegou.

ao entrar na rua anterior à minha, estão as bandeiras em vaso de agua coloridas de diversas formas, dispostas em v entre as paredes das fachadas, prenúncio das festas populares que se aproximam, reparo nas negras, pois estiver a escrever sobre a que vira na amalgama do capot, reparo que são feitas com material de reciclagem, forma barata e economica de as fazer, que o bairro é popular, e não tem as Gentes dinheiro para grandes luxos. é nelas visisvel um nome, uma marca comercial lá impressa.

Antes de sair do café onde escrevera, seria quase meia noite e pedi, depois de publicar um croquete e uma merenda para jantar, ontem fora dia quase inteiro de jejum a jejuar, e estava com fome. colocara a jovem Senhora um fino guardanapo de papel no prato de vidro redondo com o a Lua, pousei-o ao lado do computador, e de repente uma pequena rajada de vento do espirito, levantou a folha, como uma onda a enrolou sobre a merendinha, e vi que o fundo, o circulo do prtao era de vidro martelado.

quando na rua vou a passar, no prédio 31, o terceiro do primeiro, uma luz nas escadas acendeu-se e o contra luz iluminou-me ao olhar o vidro da porta, que era martelado, aproximei-me e vi a seu lado um caixote de lixo com dois x marcados na tampa e li, dois pequenos autocolantes que lá na porta se encontravam, li, o homem do franguinho, da kinsgley ou algo assim, que me suou a gelados, a marca de gelados, a cones, a cones que tinha observado em foto nesse mesmo dia no jornal, na visita de socrates à russia.

deitei-me e não tinha sono e acabei por vir para a rua com o antónio, apanhar ar e no largo do meu prédio então li, o homem da relações publicas da quevedo, gato do dia maior de 83, salvo erro, que estou de memória a dizer o ano, da alta definição, tarado sexual.

quadrados de celofane transparente e outros de cores, se encontravam no chão espalhados, olho a motorizada de meu vizinho, e reparo, depois de olhar a rua que um deles espelha reflexos com o luar no mar, eram pois os celofanes sobre o negro alcatrão, a imagem do mar e seu luar, toco com o pé a roda da frente da moto, como a fazê-la rodar, não roda, e leio serpente fx, dos efeitos especiais de 93, depois olho a lua de novo e em rotação passa à sua frente um a nuvem negra expessa que desenha três torres ou ameias de um castelo. reparo então que o peneu da mota tem exactamente os mesmo desenhos do que o céu com a lua acabara de expressar, olho um carro ao lado no eixo, e vejo sua jante e as porcas que fazem em sua posição um perfeito pentagrama.

depois tornei a olhar a motorizada, que é uma tipo lambreta, e reparo que o desenho das duas luzes da frente incrsutadas na carebnagem, são como duas barabatanas de baleia, que estão viradas para o céu, como se a baleia estivesse então a mergulhar no mar e me subiu à memória a morte, por aparente stress da baleia que há tempos entrar no Tamisa, pouco depois de se ter ffeito a aliança entre todos os sres do mundo, para lutyra pela paz e cuja morte muito na altura me entresticeu, pois meu coração, a vira como negro prenúncio e presságio e charara por dentro a morte daquela minha irmã.

ouvi mais tarde durante a noite no voz interior de meu espirito, a baleia é a alma da quevedo, e recordei em dia recente na escola João de Deus ao passar, a criança que atirara uma baleia a um menino.

depois chegou uma Senhora loira de cabelos compridos com o seu filho pequenino nos braços, meio a dormir, abri-lhe a porta do prédio, para lhe facilitar a entrada, sorrimos um instante, olhei a criança semi adormecida, quando caminhavam no corredor e lhe fiz sinal com a mão e lhe disse, soninhos, sua face era de de tristeza, uma certa expressão, que às vezes parecem elas ter quando vão meias a dormir e saem do sonhos nos carros e são levadas para casa aos ombros ou ao colo, depois chegou o homem, trazia um saco que dizia, nos campos da primavera, passou por mim em rigoroso silêncio. seriam então os efeitos especiais que foram criados, uma ilusão para dar cobertura a uma mentira e que tal terá ocorrido em 93 ou 83, a atender a primeira leitura.

depois li nas pedras, o primeiro da divisão do primeiro do todo no bairro alto. Im, que me lembrou Inês Mendes, carro do vitor milhanas, li outros nomes de crianças ou jovens, vi duas que pareciam a bola jogar, com uma baliza, como nas visões da casa da arvore com duas pernas invertida de Benfica, onde o heli bombardeou o vale de maria, onde o pai e o filho jogavam à bola, e o filho sonhava em seu pensar, coraçoezinhos que se elevavam no céu, e tudo aquilo adquiriu na minha consciência tons negros, e de pesar e dores diversas.

ah amada minha amada, estou cansado, ainda não recuperei por completo e tyem sido dificil manter a fé nos ultimos dias, tão negras as coisas da vida se apresentam, os sinais e as leituras o são , nas veze, e me dá uma nausea inteira e um grande cansaço sobre dentro de mim, e aí habita e apetece-me fechar nas vezes os olhos e o olhar, mmas ouço-Te dizer, tem Fé, mantem a Fé, e assim o faço.

Lia ontem no jornal a Senhora Grande Mãe que anunciava que iria voltar à sua vida normal, que em suas palavras dizia, que estav cansada, que tinha dado dois ou mais anos de sua vida à América e acrescentava, não a posa mudar, se vós não quiserem, que ia voltar a sua vida normal, e eu ao ler aquelas suas palavras, me senti igual, senti em mim o mesmo, um mesmo, sabendo como ela que um outro só muda se assim o quiser, que a sua vontade é razão sufeciente, necessa´ria e bastante qpara que a mudança que sempre ocorre no coração de cada um, possa acontecer, e que assim sempre o é, independentemente do que nos dizem ou fazem e li em suas palavras sobre o voltar a uma vida normal, que então de certa forma estariaEla de certa forma curada, e se me alegrou o meu coração e lhe quero dizer escrevendo a Palavra neste livro, que a Senhora, foi e É, um Heroina, que Seu Papel como Ser Que Lutou Pela Paz nesta negra guerra, Foi em Meu ver Determinante para o Seu Fim, que O Coração Lhe Agredeçe e a Trás Dentro de Si, pois Sâo as Mães que Transportam Seus Filhos em Seu Ventre e Sabem Quão Preciosa É a Vida e o Viver e de quão estúpido são Todas as Guerras e o Guerrear. Bem Haja Senhora, Sempre, É Meu Voto Agradecido a Si.

quanto á normalidade da vida, já a coisa pia mais fino, pois esta vida, este viver é como uma loucura permanente, e a Grande Arte é ser saudavel vivendo-a, Assim A Si o Voto e Desejo

acrescentou-me o espirito agora no seguimento do fio anterior, que o homem, é o homem mestre da estratégia do compêndio do desenho esquemático.

o meu homem x, da energia no X da maria

quarta-feira, maio 30, 2007

Meu Deus, saiu-me a exclamação em voz alta ao olhar a foto do diário de noticias. em dia anterior, aparecera uma foto da Princesa Diana em seu vestido de noiva, estendia-se ele com uma meia lua ou vesica no chão, e dizia a noticia que o acopmanhava que iria ser , ou tinha sido publicado, um livro sobre Ela, com pedaçoes de renda desse mesmo vestido.

esta que vejo, é do carro, depois do acidente, uma foto tirada de cima e de frente. na amalgama de ferro torcido, na zona do capot me saltou de imediato aos olhos e ao olhar uma escada de cinco degraus que aparece em diagonal, apontando adirecção do condutor, a escada da elevação que foi feita ao condutor, o que é parte do conhecimento publico, de que ele não estav em suas normais condições, mas tudo de repente na foto fala de uma outra aceleração mais completa que terá sido feita.

depois mais em direcção ao centro, por baixo da zona do vidro da frente, à esquerda do condutor, é visivel, um vaso , um triangulo, negro, quase perfeito em seu desenhar, o triangulo das aguas negras. Da bateria é visivel um cabo que saí como uma linha, ou a curva de um anzol, primeiro de cor verde e depois vermelha.

se bem que a impressão pareça estar descentrada na aplicação da cores, assim é o desenho que resulta da imagem, por debaixo do carro é visivel uma manga cinza, que que se divide em dois, estando parte ocultada por debaixo do chassis, a parte maior na zona da frente, do lugar do condutor e do pendura, e parece ter na extremidade visivel, elos metálicos, a outra parte mais pequena saí da zona à altura do banco de trás.

no seu todo, o capot amachucado, da forma em que ficou desleva um W, ou seja um M invertido, ou dois dentes de uma serra e tudo o que vi me aflorou à consciência, a interpetração do ritual que vi nos quadros do bonacheia, no restaurante ao lado da pt pro, onde dei conta de no mesmo eixo, em texto recente, ter um outro mercedes, feito uma tacada de três e enfiado um outro na boca do metro, ou seja debaixo da terra, os quadros davam conta de uma forma de por ovos, de um ritual sexual feito dentro de um galo, e de uma cobra que entrava e saia de campo e dava a volta outra vez, tornando a entrar.

e dava conta aqui agora no texto que primeiro desapareceu, de uma folha que encontrara à saida do jardim da estrela num circulo do passeio daqueles que circunda as arvores, ao pé do sitio onde esteve em dia recente, uma faixa do canal história, no dia que lá vi o Catroga, que como escrevi na altura me pareceu que tinha ido ele tambem tirar medidas ao que eu lá tinha visto e descrito em dia anterior.

é uma folha de uma revista, e o curioso é que um dos seus lados trás um artigo sobre manuel maria carrilho, o outro lado, um outro sobre adr45iana galisteu e encontrei-a no dia a seguir a ter escrito aqui palavras à barbara guimaraes, pelo que a visão de um conjunto de fotos dela me tinha suscitado, depois o espitio foi falando , e tenho um conjunto de notas que não posso agora transcrever, por serem em letra demasiado miudinha para a luz que aqui existe, bem como o conteudo doas artigos, que amanhã tentarei fazer, mas que ressoam de forma particular e precisa e em sequencia com o que aqui agora já escrevi e por hoje aqui fico mesmo, que isto de ter que andar a escrever e depois reescrever, não me é de agrado nenhum

abri agora ao sair o yahoo, e a primeira noticia que aparece, tem quinze minutos, e dá conta da morte de cinco soldados americanos no afaganistão na queda de um helicoptero, Chinook, o laço chino, que me remete ainda para outra noticia que hoje saia sobre o senhor inglês ao lado de um helicoptero do spirou, que depois em outra foto ao lado da cadeira com um p no braço onde está sentado de pernas cruzadas, são visiveis as foot print deixadas num circulo negro, e dá a noticia conta, de que ele foi o senhor maravilha do markting de Blair e que se prepara para lançar, um livro com as notas que tirou durante estes anos, censurando, os palavrões, a intimidade afectyiva ou algo assim, por desagrado à esposa de blair, esta parte, e onde dá conta das conversas com bush, a Rainha e chirac, nos tempo desta guerra, dizem dele ser homem capaz de inventar sumo onde ele não há e fazer o seu contrário, diluir ou mesmo apagar o que não é bom de se saber, ou mesmo de acontecer, depois de acontecido, o que se for levado à letra , será então capaz de andar com o tempo para trás, mas não a li toda, fiquei só a pensar se não será quem às vezes me parece do céu em helicoptero acampanhar em meu caminhar.

relaçoes publicas do buzz do pi do homem gato, o gato da alice?
continuam a desaparecer os posts, agora escrevi dois e desapareceram, um sobre o o que apareceu depois de escrever sobre a barbara guimaraes e outro sobre a princesa diana, assim não dá mesmo!!!
por hoje fico por aqui na escrita

xu ze x hj

ph ct x l t
pe x ch s

segunda-feira, maio 28, 2007

Ah Amada, hoje o céu em meu lugar, durante a tarde estava cheio de andorinhas em seu alegre rodipiar, assim as acompanhavam meus olhos, quando duas delas se beijaram e soube meu coração, no instante que me beijavas e se belo foi, como é sempre que assim me beijas de todas as formas e em todos os seres, só fica meu coração a perguntar, porquê não com teus lábios, ao perto de meus, o beijar?

ontem à noite ao descer a minha rua de retorno ao meu colchão da minha solidão, ao passar no 63, que é aquele prédio novo, onde um dia vi a sombra de uma imensa cobra com picos e que depois foi de novo pintado, estava uma garrafa de espumante raposeira, por abrir e num instante, olhei em redor, a pensar se estariam tambem duas taças e tu me aparecias e faziamos um brinde ao nosso amor ao perto pertinho, mas assim ainda não foi

e vi a seu lado , um papel de uma transacção electrónica em nome de um tal nuno gonçalves, na aparência doutor, que aqui muito se dizem ser , sem na verdade o serem, e que me fez recordar uma conversa dehoje à tarde com uma senhora secretária da senhora marina ferreira, a quem eu pela enésima vez dizia, querer com a senhora marina ferreira falar, que ela era doutora, e eu lhe perguntava , ah sim, e em que faculdade ela se doutorou, e não me respondeu, e depois eu insitia em tratar a senhora de senhora, e ela disse então que eu era mal educado, e eu lhe respondi que não, que doutores há muitos e senhoras poucas e que antes de ser se doutor ou o que se for, se é sempre Senhora, que É o Maior dos Titulos, Pois Senhora É Amor, e que mal educada era ela, já o tinha sida em vez anterior, que não me tinha respondido quando disse que o ia fazer, e mais uma vez mal educada foi, pois de novo me prometeu hoje retorno e mais uma vez não o fez, anda esta gente toda muito confundida sobre o que é a boa educação, e com uma cultura de quem vive nas barracas e que ainda por cima é nas vezes mais ignorante do que quem lá vive por não poder viver noutro lado e assim anda sem andar, a situação na cml há mais de um mês, me disse uma gentil senhora hoje que vou receber um oficio que me informa que o assunto vai ser averiguado e depois ahaverá um outro , em data não especificada nem passivel de quantificar a dar-me o resultado da averiguação, não dá mesmo para acreditar, todos os dias gasto horas e telefonemas para isto tentar resolver, e o que vejo é um labirinto infernal, que nem Dnte se lembraria alguma vez de imaginar, e mais triste é não te ter minha beatriz amada, a meu lado.

e no caixote do lixo da rua em frente à casa, estavam lá dentro prateleiras de madeira de boa qualidade de forro , de veios escuros e uma caixa de computador que dizia pertencer ao grupo de leitura de uma universidade e me recordei de coisa estranha, que ouvi depois de escrever priemiro sobre o prédio, que a sombra não vinha desse mas do outro ao lado, um pintado mais clarinho, e se assim for, então a sombra é mais potente, pois atravessa dois prédios antes de na parede se ter expressado.

e me disse, nuno gonçalves, este nome ressoa em mim de tempo antigo, mas não o consigo situar, e e me disse o espirito, que todo fora feito por vanitas, por desejo imenso de poder e vontade de brilhar no mundo, e eu fiquei em mim a pensar, que se assim o fora, que estranho era, pois o brilho , verdadeiro não é dessa classe, é o das estrelas que se alumiam e alumiam o Amor.

e em noite anteriro a casa ao chegar, dois belos quadros naifs repousavam dentro de um saco plastico azul, e os tirei para fora e me pûs a observá-los e eram indianos e belos, um deles fiquei mesmo algum tempo a olhar, era uma cena de casamente e casar, de um lado vinha o casal dos noivos, do outro as meninas que com oferendas os esperavam, no centro , uma especie de templo pequeno ou casa, e toda a cena era enquadrado por três arvores , sendo as das extremidades com seis folhas grandes como plameiras e a do meio tinha cinco, dava assim o número 656, que se duplicava porque por detrás de cada uma das folhas, estavam outras que pareciam ser suas sombras, depois um lençol brnaco pendurado numa janela, e eu li paz, li paz com a India e como nunca estive com ela em guerra, tirei o sentido de que os assuntos sobre ou com a India, já se encontravam esclarecidos, e assim o fiquei a desejar em meu coração, que assim o seja, pois a Luz é sempre entendimento e toda a Paz Nela se Baseia e Nela Frutifica.

e depois no chão, o que parecia uma pequena varinha mágica com uma ponta queimada ou pintada a assim parecer e uma tampa de um lápis de senhora, avon, ou outra marca francesa, que já não me recordo ao certo, ao pé dos outros caixotes, um pau no chão que parecia uma serpente, um barril de piratas ou de doces de ovos, e peças de um castelo, de construção meio infantil.

está a fechar o café, escrevo-Te de novo amanhã

beijo-Te muito muito Amada, melhor seria mesmo ao perto

homem do vaso da dg da un
Este é a reconstrução do post que estranhamente desapareceu, o ultimo aqui referenciado nestas circunstâncias. Em seu interior, é feita a interpretação de um negro dos mais negros rituais que pelo deduzido do visto, se poderá fazer com crianças e com a morte delas. avisados assim estais, antes de o ler, sendo que o visto, foi visto na tv durante a hora da tarde em horário acessivel aos mais novos, o que me pareceu estranho e desaconselhavel


E me disse o espirito depois do post desaparecer, sem ter podido desaparecer por moto próprio e portanto tendo a acção sido feita por mão alheia e sendo acto criminoso à luz das leis, roubar palavras alheias em papel electrónico ou outro próprio, que foi a banda punk rock da polícia judiciária do norte, e assim tendo sido, que cada palavra roubado se transforme em célula divisória e dividida nos corpos dos que o fizeram e naqueles que as levam, pela alma das vinte e duas rosas que subiram ao céu, assim se faça justiça, visto que a quem deve fazer não a faz e perpetua o crime. Acrescentou o espirito que foi a Judite da js do norte.

A foto no jornal dava conta de mais uma avioneta que se estampara na zona de Aveiro, com dois ocupantes da universidade de Aveiro, UA, que embateram num poste de alta tensão e ao chão e ao hospital foram parar.

A asa encontrava-se em posição invertida e as letras da matricula também, em posição de lâmina vertical, ficaram, um eixo que faz cruz com a posição da asa de outro semelhante avião que caiu na floresta na América do sul donde resultou a morte dos seus ocupantes, onde uma das jovens levava uma pulseira de um material novo de alta densidade magnética, que eu vira dias antes no centro dos olivais numa banca, que vende diversos objectos e quinquilharia e onde se encontravam à altura tambores com faróis, que me lembraram azimutes, a casa do farol ao fundo.

Cuidado com a faca apontada às vinte e duas rosas, faz parte da Palavra que me foi desvelada numa leitura que muito antes deste acontecido, aconteceu, e da qual este livro deu em sua altura próxima conta, e assim é provável que outras venham a acontecer, sendo de suma importância que o que está ainda aberto , se feche, para não chegar ao maior dos números que na altura em potência se desvelaram.

A serpente invertida C do AZ, é o que se lê na matrícula da asa, a assinatura.

No fundo do campo onde caiu, é visível um edifício branco em quadrícula, semelhante e que por semelhança remete para dois, um na expo, da casa do grupo masoque, o da mascara, e outro que tem o que parece ser, foguetes por debaixo e que corresponde a o único edifício que ficou de pé na cidade americana que foi varrida por um estranho furacão que chegou do nada e de repente, disseram que o viu e a ele assistiu, acrescentando também que nunca tal tinham visto acontecer, e que este livro aqui também narrou, numa sequência muito próxima de eventos, onde se inclui a queda do avião das linhas quénianas com o K em sua asa de cauda, da cauda que leva ao corpo e nome, a linha K, a famosa linha K que se mantém constante frequente neste livro e neste viver, sempre a aparecer, a linha AA, ou melhor uma parte da linha AA.

Desta vez agitaram-se no mar alto as ondas pela acção do ventos fortes e da lua, e grandes ondas chegaram às praias de bali, pensando as Gentes que se trataria de um novo tsunami, mas uma assinatura de um mesmo, de um conjunto de negros actos que agora se desvelam.

Na cidade destruída, em dia seguinte uma senhora contente estava ao encontrar a sua câmara fotográfica no meio dos destroços de sua casa. Uma máquina com teleobjectiva, que tinha aparecido no dn em dias anteriores, com um traço amarelo, uma fita colada ao anel da focagem e dei eu aqui conta em dia recente de uma prova de correlação entre algumas fotos e textos desse jornal e alguns aconteceres de violência, ou dela indutor.

Lembrou-me esta foto da máquina uma outra, real que vira em dia recente, antes de aparecer no DN, na mão de uma fotografa que conheci da câmara K, num jantar de aniversário do peter, a coelhinho me telefonou a convidar para o jantar e assim eu lá apareci e conheci a paulaana, a quem chamei de polyana, e as páginas tantas a conversa pareceu, uma consulta de psiquiatria, e au achei atendendo à sua aceleração, que seria melhor responder-lhe a algumas perguntas por escrito, na esperança que ela as lesse pela manhã , pois me foi óbvio que algumas delas lhe seriam importantes e assim ela escrevinhou, perguntas e eu escrevinhei respostas e lhe disse lá para o fim, oh rapariga, estas perguntas que me colocas, levaram alguns homens a vida inteira para respondê-las, depois saímos ao mesmo tempo e eu acompanhei-a caminhando até à sua porta em Alfama e depois foi a pé até minha casa.

Escrevi eu as respostas deitado numa chaise longue de chão na sala ao lado da cozinha onde todos estavam sentados, pois para escrever assim, é-me necessário algum pensar e isso implica algum recolhimento, e o curioso é que depois em dias seguintes, diversos textos em diversos jornais davam conta de fotomontagens de natureza sexual entre namorados, que se enviavam por telemóvel e eu fiquei com os meus botões a somar e pensar, será que mais uma vez andaram a brincar e a fazer insinuações, quem sabe foto montagens? Já nada me espanta da natureza humana se calhar amanhã ouvirei mais uma vez alguns a dizer que foram obrigados a tal fazer, como parece ser negra moda nestes últimos tempos.

Ao ver o acidente em Aveiro com pessoas ligadas à universidade, recordei um outro recente aparente acidente de um carro mercedes branco que tinha caído à ria , que igualmente pela sua estranheza e encadeamento em outros eventos, aqui na altura relatei e recordei a minha ultima visita a Aveiro, quando foi visitar de surpresa a Marta da minha alma, que nem mesmo sei se era ela, ou alguém que por ela passara ou se dera a passar, neste imenso jogo de ilusões e de máscaras que são as relações na blogoesfera daqueles que se ocultam, por variadissimas razões, algumas delas negras, bem negras, acrescenta-me o espirito agora que é a bb, que a Marta é a id de BB, ou melhor a mascara da BB.

Passeava eu por Aveiro e por acaso quanto o acaso é acaso a uma bela livraria foi dar e recordo a bela menina livreira do Navio dos Espelhos, com quem conversei e que me disse com olhar brilhante que lá tinha estado o Mário Cesariny a orar. Trazia eu algum dinheiro na altura e comprei um livro dele onde ele descasca no fernando pessoa, que se chama, o virgem negra, e um outro, pequenino, edição de autor, encadernada a mão, segundo me disse a livreira com um ensaio, nesse lugar, é seu titulo, e que parte de um parágrafo de um livro da escrita da Llansol e acrescentou agora o espirito, o K, que o livro será do K, embora seu nome esteja grafado com António, de quem hoje, quer dizer, no dia em que primeiro escrevi este post que foi roubada, as noticias davam conta de que a escritora gabriela llansol tinha acabado de receber um prémio por um livro de nome e graça, o Amigo e a Amiga, e assim sendo o real dos factos reais, me pergunto, se então, a Marta, não será mascara da amiga que tem um amigo que é o K, o constante de muitas desgraças e ouvi agora ao momento, sirenes.


Tem o livrinho que se chama Nesse Lugar, Três frases do Livro das Comunidades de António Joaquim, de Jade, cadernos llansolianos, 2, em seu reverso uma citação de Llansol,

Sem o dom poético, a liberdade de consciência definhará. (...)
Na verdade, proponho uma imigração para um LOCUS/ LOGOS paisagem onde não há
Poder sobre os corpos, como, longinquamente, nos deve lembrar a experiência de Deus, fora de todo o contexto religioso, ou até sagrada. (...) os meus livros contam que essa emigração já começou, e vem longe. Mas nunca direi que é a sua hora. Não sei.
(Maria Gabriella Llansol)

E dia houve que eu sublinhei e decompondo Nesse, em Ness, uma seta apontado o nome em topo, Augusto Joaquim, circulei, três frases, e liguei com um traço que desenha um quadrado em volta de Jade.

Deu o sentido da selecção pelas linhas do desenho que lhe fiz, a seguinte leitura, o vaso da UI, o ness, o monstro do lago, das três frases de jade, que é próximo de Jae, a quem eu uma vez grafei como jade, e acrescentei ainda uma palavra ao lado direito do vaso deitado, que verte um seis deitado negro, o pinóquio, o que mente.


Na primeira página, uma fala de JADE:

...pedra dura, que risca o vidro e até o quartzo...
...the fairest and most desirable of stones...
...« piedra ijada»= pedra dos quadris a que a crença popular atribui a propriedade de curar o lumbago... ( Dos DICIONÁRIOS)

Jade « quer aprender a ler sobre um texto que eu porei a arder por ele...»
(Maria Gabriela Llansol)

e me sobe neste momento um poema da minha alma de Marta, que me ficou a ressoar na memória do meu coração, em certa medida certa , como que o pôs a arder, seria então o texto que jade lhe teria pedido para sua ele, pôr a arder de forma a ela aprender a ler, no lumbago se tem dores derivada coluna, que suporta o tronco e tudo de bom e de mal que nele vai, e também o local dos rins, da transmutação alquímica do sangue, o local onde ele é renovado, o local das dores da menstruação, do sangue da lua em seu caminho para o nigredo.

O texto do pequeno livro estrutura um brilhante raciocínio que a partir de um período da escrita de Gabriela, que sumariamente dá conta de uma Senhora que habita uma casa onde os homens levam seus filhos e de quem as mulheres dos homens desconfiam e suspeitam em diverso e variado modo, mesmo com medo.

E me recordo de o vir a ler na volta do comboio a caminho de Lisboa, e de me dar conta que quem o escrevera, sabia, dando-se conta ou mesmo não tendo disso consciência, do Mistério Triplo da Casa de Deus e por consequência do Verbo Criador e um dia mais tarde, disse-me o espirito que quem o assinava, um nome masculino, era na realidade o de uma mulher, provavelmente a mulher do Y do vaso.

Enquanto espera o comboio de regresso, entrara no café tasca do cais da estação para tomar um café ou algo semelhante e sentei-me ao balcão ao lado de uma senhora que teria aproximadamente a minha idade, e que se estava a embebedar pelo fim de tarde, ou assim mo fizera crer e que trazia na mão um livro, com o sugestivo titulo, crime e castigo e conversamos um pouco, era senhora com uma certa cultura, provavelmente ex adicta em heroina, e que parecia estar numa profunda solidão, embora me dissesse viver com um homem, que deveria estar em semelhante universo.

Crime e castigo, do escritor russo, mais uma peça do puzzle com semelhante contorno, e que encaixa nas palavras ultimas deste livro a propósito desta tragédia, que quereria dizer então o facto, a sincronicidades de eu ter ido a Aveiro, visitar na aparência a Marta, já depois da tragédia ter acontecido, de um carro alemão ter caído à agua da ribeira, do Avião da universidade que agora caíra em terra, e desvelara uma preciso em meu ver e entender, assinatura, ou ainda o simples acontecer do homem que aqui estava neste café sentado a meu lado e que bebeu uma super bock, a dos segredos da abadia e se levantou e em seu copo, é visível a espuma branca como ondas num copo que é como um vaso, ondas da mesma abadia, a da história da fotografia da câmara K e a do homem e da mulher amigas da abadia, da abadia alemã, do mesma escola de conhecimento e saber da tradição, sim parece que tudo isto soma e de forma correcta, isto, desvelando um sentido coerente.

Quando rescrevia este texto a partir das minhas notas, estava sentado noutro café, e quando estava no período anterior, ao relatar o encontro com a desconhecida no bar da estação, chegou-me um pequeníssimo ser alado da fruta, que me veio visitar e me disse que a senhora, era uma senhora do No, do nó do monte da serpente, a cabeça da serpente, ou que a senhora é a serpente do monte, que assim o sendo, desvela outra presença num outro evento, que está retratado na estação do metro dos olivais, sobre o qual venho a falar, uma serpente grande grávida que está sobre um monte com neve.

Acrescenta o pequeníssimo ser voador meu irmão, que a senhora é serpente do monte dos veios da madeira, pousa ele, no canto da moldura da mesa de madeira onde estou a escrever, da linha escura que emoldura a mais clara, do tampo.

E nesta estranha reverberação de linhas e de ângulos e de veios da madeira e das serpentes e da cabeça maior da serpente do doutor No, o mais negro personagem e arqui-inimigo de bond, assim naquele momento fiquei dentro de mim a pensar, e no dia seguinte ao chegar a casa reparo que deixara a varinha mágica em cima da bancada depois de fazer um batido de banana e que os dois condutores metálicos que são representados pelos pernes da ficha que entra na tomada, estão pousados em cima do carrinho de apoio à mesa, com veios semelhantes ao que meu pequenino irmão voador me mostrara, ou seja, são os pernes da energia, a ficha que se liga à corrente e que faz funcionar as lâminas da varinha eléctrica que trituram e vejo no instante, a cinza na casa das tabuinhas.

E então a observo com atenção, é alemã, com selector de velocidade e tem no botão um T dentro de um círculo, T de Teresa, T como símbolo de furacão, que é o que fazem as lâminas a rodar. Tudo conjuga, o No, cabeça da serpente da Loja Alemã. Um par de pernes, dois seres, o amigo e a amiga, os que fazem os furacões e depois como sempre tombam, aparecem as assinaturas perto do local da origem do seu acontecer.

O elo vermelho da Teresa, tap activo, o serpente do no de, invertido, o 4x4, o quarto da tripla divisão do dia X, o pp, vaso re, filho ep st y luz dx 4000, millenium, criminal do millenium, o sexto bilhete, 08 da Internet, o 4º do CP penal, interruptor do sexto os, as seta do homem do triângulo, da base da direita da chaminé do ferrão, rebel do ira, ministro AD da investida do cão PSD, o do Bolama, do telefone da cidade proibida.

A primeira seta de prata vermelha do bico à cabeça da esfinge gata, o que saltou primeiro o risco, da tríade da palma de oiro invertida.

O talão de caixa do euro milhões invertido das 2000 horas de vidas das lâmpadas de 20 w, a 38º graus, a agrafador de prata no pai do primeiro do quarto da inversão do terceiro do nono do primeiro do fio vermelho e negro dos quatro tempos, Davi no alvorecer da modernidade, o elo do verdete no vaso de prata de lava do liberalismo, segunda fundação do labirinto dos pássaros do hexágono em trono, das pedras e dos tomates ao burro da cidade dos anjos da família forsythe, a vaca azul com guizo amarelo, da servidão humana, do terceiro vaso do Rogério Martins do vale do colecção dois mundos, o do talão de caixa dos euromilhões invertido, o que pôs a luz branca de pernas para baixo dentro de um saco de plástico a vibrar ao negro, a filha do capitão do infinito, o baú do livro do eco do Humberto, o pêndulo de foucault, dos paraísos fiscais africanos, dos tempos do bisavó de Marion, a dona do leão da serpente, do diário de edite da justiça amarga da inversão do bordado de arraiolos, o Pr de Espanha do telefone da côr proibida, do laço dos colchões ortopédicos, o primeiro do sexto capitão, do banco popular de sete rios da cruz invertida da T portuguesa, a mão do diário de noticias, vaso de Londres em 60, uma história suja da construção civil do diário da estrela do sete, o Mello universal, a baleia branca do dicionário inglês português, do compêndio de zoologia e analise química calitativa do chão da roda hidráulica, asa do livro de arquitectura , do pássaro que ensinava a pilotar aviões, das granadas e morteiros kama sutra da senhora africana do livro dos riscos sem lombada, a mascara elle, que se sente mulher sob controle, o laço negro da informática do DN, de salema, do imposto de 98, kodak gol ultra da tridimensionalidade invertida, do e dos quatro riscos em 1997, do imposto da nala do dinheiro da sansonete à Teresa que ama kapa.

A cruz no ponto negro, é a faca negra de lx que faz rombo na fin, gb , al, a seta à roseta da chave da estante dos livros da grande guerra, do sleopardos que enviam o veleiro com os cães perdigueiros.

Dos aerossóis da Ana gaby, do escadote de 150kg, que engraxa sapatos nos dois sentidos, do coração da inversão do pooh das jóias da ilha das trevas, gra, não há nada que preste, do pijama vermelho sobre as estrelas verdes, da ilhas dos cães de fila de patrícia que metem no nariz, chaves da cidade de Deus, pequenas memórias e angústias de um mos em riscos do No da Kia TV, do pijama vermelho sobre a anca da vesica no vaso maior, do 4º grau de lenço branco, o primeiro rato da radiação que resultou da separação do infinito deitado e fez as ondas, da caixa de lápis dos tigres do tom sawyer
Detective, das letras das cuecas verdes claras e das botas da serpente azul de língua preta da roda de alumínio, o feiticeiro de oz, o L francês, 1º do bairro alto, da gricha do barco dos dragões serpentes gri ch ka, os turbantes amarelos das viagens maravilhosas aos quinze anos, dos segredos e mistérios da Alice do outro lado do espelho, das aventuras da navegação do H roda do leme e dos copos, das cartas geográficas so som e do compasso do mar do norte, o No do s mala de ponteiros vermelhos do triângulo de fogo amarelo do estreito de Marrocos dos voos intercontinentais cml, do coito, faz o bem, não olhes a quem, boris ruiva que deitou o carro taxi inglês li 68 g x m, 10º carro laranja inclinado do semi circulo de Rosa azul, do segunda do opel da quadrícula do vaso sms, cuja vareta castanha choca com o smart azul da china, o bib do quinto ao primeiro da galp que tem saco cheio de homens da guerra e peças de castelos.

Do interruptor krups do T no circulo, os fios da ficha da vareta dupla de metal, vem dos veios da madeira, a madeira do L d ultimo escrito na casa do leão, a serpente invertida do shrek do jardim.

A semente negra da colher caldinho da Andaluzia e Viena, a bota no avião que deitou as cerejas vermelhas ao cinzeiro verde e prata do leão n dar, das teclas das flores vermelhas, o dom pio do dão, fotos da foto dos felinos do coche real da avó e do filho da semente do vaso de cobre e prata das flores rosa. Da serpente do castiçal do vaso de tabaco das flores rosa, casa das teclas das flores vermelhas do leão triumph Ndar

Subo o olhar e leio então, lux tec ce, símbolo do tempo, uma ampulheta que está desenhada nas lâmpadas tubulares, por debaixo das grelhas de alumínio rectangulares, um mosquito nelas está parado, o mosquito que picou a luz, a segunda luz, uma mosca morta parece no tubo a seu lado estar, o nome está invertido a meu olhar, é silvannia,
A i n n a v l i s, a Ana do vaso de lis, ou a vareta nn, vaso do li, a serpente do kA do dat, da gravação áudio, da chega de toiros.

O pequeno ser alado desenha uma trajectória irregular entre o céu e o chão e do chão de novo para o céu, do cordão da ligação entre o céu a e a terra, entre a terra e o céu, por cima de mim rodam as pás de uma ventoinha de tecto, como um rotor de helicóptero e sobe-me à consciência, uma memória de quartos em cabo verde, e de duas tentativas da minha morte que aí ocorreram, bem como de outras mais recentes, a das duas jovens italianas, que ontem à noite novos pedaços de imagens apareceram relacionados com elas na zona de Alcântara mar, noutro texto, deles darei em pormenor a conta do contado

E o helicóptero que bombardeia o vale da Maria na casa de turismo de habitação em benfica, onde tal terá acontecido, a da arvore como pernas que é um vaso invertido, um y invertido, o lugar onde se deu a inversão da Teresa, a arvore que como o helicóptero, lança projectei, lança grandes frutos que podem mesmo partir a cabeça, ou seja alterar, fazer alterar a vontade de quem levar com o bombardeamento nela, qualquer que ele o seja, e sabendo que para isto fazer, é necessário possuir alguns conhecimentos que não muito sabem.

Na tasca, a meu lado direito, uma foto vintage da ponte de Alcântara, ao pé e de um sapo, daqueles das comunicações moveis, será então de um homem que trabalha no sapo, ou ligado as comunicações moveis ou tecnologias o que se enquadra nas áreas de estudo da universidade de Aveiro, donde vem o homem António câmara, da Y dreams, mais uma vez o Y, o símbolo do vaso, uma das letras do tetragrama de Deus.

Num quadro por baixo da ponte e do sapo, escrito a giz, há caracóis cozidos e berbigão ao n.: 4, 50, ticket restaurante, fala aqui alguém italiano, neste preciso momento, vidago, a mota da Cristina Coutinho, o bucaço, a maldição que lá me foi feita, com um cabide de duas presilhas, os cornos em vidago, na sua linha, carnes frias sortidas e leitão da bairrada, pica pau no churrasco e caracoleta assada, o sexto do quinto, o primeiro do cinco da divisão da estrela, 50, o primeira da tríade do pica pau, tudo isto dizem os preços do que se vende e do que se come, pica pau, que hoje me apareceu associado a tensão no motor de busca sobre os meus textos do blog, feita à mesa da bairrada e na cama da virago, ou na cama de Buçaco, o hotel, das ninfas ao lado do Neptuno do mar, nos azulejos, que repetem os motivos dos bastões cruzados no coreto do jardim da estrela.

Os quatros cantos, os quatro semi círculos que quando comprimem fazem a explosão e saem quatro setas nas quatro direcções do mundo, dirigidas ao pescoço do O Cristo crucificado.

Recordo das vezes que estive no hotel do vidago, de em ambas ter estado também no Buçaco, que é um hotel que eu acho muito bonito. Estive lá com as duas Cristina com que vivi, naturalmente em vezes distintas, da Cristina Coutinho primeiro, da Cristina pinto, uma vez com a margarida rebelo pinto, e com o seu namorado da altura, o Luís botequilha, que terá sido a betonilha, me acrescenta agora o corrector, e de irmos almoçar à bairrada, pois faz por assim dizer do circuito da região, o local onde a componente do negro ritual terá sido introduzida na comida, um preparo especial para o negro efeito. Botequilha, com quem estivemos também em sua casa, uma vez no Algarve, um fim-de-semana.

Para quem é estrangeiro, berbigão, o marisco, é usado em língua portuguesa para descrever também vulva e churrasco, assado, são expressões também de morte, que se aplicam a morte matada, morte feita por mãos humanas com intenção de matar.

Rituais desta natureza tem diversos ingredientes, uma componente de magia sexual natural, da energia que se obtém por determinadas formas de praticar o acto sexual, habitualmente com um homem e uma mulher ou grupos deles que podem estar juntos ou separados e que permitem fazer diferentes formas geométricas e cargas eléctricas que se encerram nessas formas em múltiplas combinações, para além da componente sexual, outras podem ser envolvidas como o uso de substâncias que reforçam a desinibição dos participantes e outras que reforçam a vontade do acto, ou seja que focalizam a vontade, pois uma maldição desta natureza, opera-se como tudo por um acto de vontade.

A por assim dizer, radiação da maldição, depende só seu nível energético, da energia que se acumula, que como um dínamo se gera e se aplica no acto de vontade dentro de determinas formulas ritualísticas, que são muito antigas nas tradições dos que operam o lado negro da força.

Já há algum tempo atrás dei conta neste livro como o desaparecimento de crianças e o seu assassínio, muitas vezes prosseguia fins tenebrosos desta natureza, e ainda em dia recente um homem que na América dedica a sua vida a recuperar crianças desaparecidas que são utilizadas em redes de prostituição, dava conta de ter observado situações que indiciam em meu ver, que rituais desta natureza terão sido com elas feitas.

Eros e Tanatos, são as duas forças vitais da existência e pode-se dizer que são em grande parte opostas, e uma criança é sempre por sua natureza, a habitação do mais forte Eros, entendido em seu sentido mais lato, como pujança e energia, pura potência de vida, energia pura de vida em toda a sua potência no sentido em que ele é maior numa idade menor, como Tanatos, as energias de morte, crescem no ser à medida em que ele cresce.

Um dos rituais que o senhor tinha comprovado com seus olhos, é uma criança a quem se espeta um prego no crânio e que assim entra em espasmo durante o qual é violada, depois de permanecer em condições que lhe criam grande horror, ou seja depois de alimentar o horror, a energia dele, que reside em se corpo total, espirito e carne, é transferida para quem realiza a copula e sendo que o espirito se liga na alma, essa energia transmite-se também por ela, se expande, como as contracções que são em certa medida como ondas que espalham essa mesma negra energia, do horror, do terror e da morte e da mesma forma um ferro, é um condutor de energia e um prego num crânio espetado, funciona como uma espécie de antena.

O horror tem sempre carga, e da mesma maneira a luta pela sobrevivência é fonte forte de energia, qualquer ser que se vir defronte da contingência de perder a sua vida, luta e lutará com toda a energia entendida em lato senso que possuir, para além da qualidade da energia que está associada à sua idade.

A maldição que me foi lançada numa dessas alturas, provavelmente das vezes em que lá estive com a Cristina Coutinho, ou a Cristina Pinto, a Margarida e o Luís, assim me parece ser mais provável, poderá ou não ter sido alimentada e reforçada por por um ritual praticado por outros associados, mesmo que os intervenientes não tivessem disso sido em todo informados e assim é provável que algumas mortes tenham nessa data ocorrido, nomeadamente com crianças, ou que algumas que desapareceram, tenham sido feitas desaparecer para esse fim e estranho agora ao escrever estas letras, agora, porque hoje de manhã fiquei a olhar numa banca de jornal para a mãe do rui, há muitos anos desaparecido, e olhei sua face e senti um arrepio, de compaixão e de impotência, pareceu-me, mas agora me pergunto, se não terá sido o seu desaparecimento nessa data, que não sei agora em exacto, se o foi, mas algo em mim, assim, agora me fez, o relacionar.

Apareceu-me também agora nestas palavras a indicação que ela tem sida, ela quem? A margarida ou a Cristina? E me diz minha intuição que a protecção à carreira da margarida deverá ter sido em parte moeda de troca nesta sua participação e contudo não possuo nenhuma certeza nesta intuição, da mesma forma que me forma desvelados depois desta informação, outras maldições, a acrescentar às que foram feitas para a morte de Sá Carneiro e do Bolama e portanto não sei ainda se estes meios forma usadas em todas elas ou só nalguns, mas é evidente que arrebentar um casco, é preciso muito energia, se não foi feito, para esconder o mal feito, e da mesma forma para engasgar, um motor, será preciso menos.

Volto às notas iniciais, Bairrada, Vidago, ou Buçaco, o escritório dos 12 L, dos quais dois são maiores, mais crescidos, meu amor dá-me vinho, agua não posso beber, a agua tem sanguessugas, tenho medo de morrer

A grade dos dezoito picos que faz o negro arado, o jugo que prende, o ancinho, o malho, e as luvas do tigre de monta alegre, do grupo etnográfico do sapo, o do quarto semi arco do circulo, o que fica por baixo do quadrado sem luz dos petiscos do café da chave d´oiro, com a preta lâmina de madeira a baixo, semelhante às lâminas metálicas do metro, o segundo do sexto, o homem grande dos sapatos de verniz em bico, legrand, o do alto de oeiras, que está sentado por debaixo do leão do sporting, o homem do escritório, a chave da serpente electrica super bock, da câmara municipal, morador na cova da moura às necessidades, easy shape do 9, 99, 2/1, a formula da divisão do polvo,
Travel e turismo, o TT, caixa financeiro, o Don do parque do Rá, é o C do ne, touro re do vaso do principie da rosa, mega som, supermercado chinês, che da escola de condução Santo Amaro, do ro holandês cá, cantor de pele de cobra, freixo da serpente drive motors das duplas pisadelas da agua na manhã, o gato do seis do três do brasil cá, jornal de noticias, morgado do sistemas de informações, yokohama, o leão do centro da roda dos raios, o zagalo do Mx ao Li, da passa art space hotel, europeu dos dois círculos das doze estrelas coca cola, pela grelha abaixo, esgoto, e 15 da casa da India em Goa.

O tridente do sistema operativo, os, é o tridente sexto, o W w n25, Rita awa Ana, correios 17 do azul do vaso rectangular da eu, tork hagen do serpente do Zorro da menina bebé que escreve na cadeirinha do vaso rectangular da mala do crocodilo verde da Dinamarca, et, do bebé a bordo do barco viking do amor slb da travessa do tesouro dos ratos do largo das necessidades, da música da lua de lx do beco do funileiro do comboio, o 3º do nono dos 12 de boliqueime das luzes amarelas a piscar da porta a chiar do largo do rilvas , s do cd, 299 cd 34 da digi conta, augusto Joaquim, i Berílio, limpezas técnicas , B.V. da escola de condução da neo Europa

O nono vermelho do quinto quadrado preto e branco sobre vermelho, a águia por debaixo que inclina o livro geral e faz cinzas, que é leão dos transportes primus inter pares, das meninas tv cabo, espada do vale mini preço de faca por debaixo da quadrícula, o sete do quadrado de 30 de 201, do bilhete C A.D., U vaso, da fonte da agua lusa da rosa da pomba portuguesa, espada da cobra dos monumentos nacionais do palácio S bento, sobre basílica da estrela, pala do homem serpente dos fósforos do batuque do lote das rosas fontória, rosa azul do vaso dos olhos invertidos às caixas de tijolo de vidro sujo de pelo da serpente quinas do jogo sueco das raparigas do espectáculo, da M, Roma, fabricado aqui, o C dos momentos maeiras, do parafuso das duas espadas do mel da cinza sabre azul que vigia a barata da tele reciclagem circular, que lança o fogo ao meu filho, da secretaria geral da injunção, a 57 de 2000, o FT , a bola de raguebi, pré cônsul agente seta fal de mim paixão.

O homem serpente rebook de benfica, id do euromilhões Dakar, picos AS, gordo, eu vim para esse mundo, da gabriela inglesa, do sal, cristal, ao chora da anna, queima das fitas do metro que treme parfois, óculos escuros de mosca do campo pequeno, rosa e azul, do colar de cristal e brincos, finalistas das festas verdes e de oiro, e dos ramos de flores da Cid universitária da pedra negra encaixada em oiro no anel.

A dos tapetes Av. dom Pedro v , lã de rocha , o ovo froglov da cia , mo gelado de sangue do novo mar do rei da águia da soul orbital, Fr, da rosa dos brincos da flor de lotus de oiro da agua do camelo de castilha, i c´ant stop.. os papagaios sobre as palmeiras, Chelas nu, o que chia a música Pb dos círculos do pavão alemão.

Fui comprar pão, estava um mosquito na entrada do prédio, caiu-me uma moeda de um cent. de Portugal ao chão, tinha um ponto negro no terceiro castelo, o do gato, a terceira hora, castelo de três torres do traço em diagonal no zero, da antena da transmissão, o primeiro pico vermelho no vaso.

No metro, um cotonete ao lado de uma beata queimada, uma tampa de sagres doirada com escrita a vermelho, nas escadas um bilhete metro amachucado, no sexto dente da garra do metro, um 120, os, invertido de uma bola de serpente ígnea do oriente 02, da conjura maior do fundo do rectângulo de metal furado que suporta as cinco lâminas de LA S, no natal, acento agudo no C do B do saco transparente que leva as garrafas da super bock, da pulseira de ouro e pérolas italiana dos óculos dos aros verde e castanhos, vestida de negro e branco e mala vermelhas, do Y dentro do circulo da bela lira, H e M do anel do ónix preto, a boa Pt da mãe coração colorida de castilhas La mancha, abreu, quinto do oitavo dos alunos doirados, Maria 373, da verde inglesa e PB sub chefe vermelha do bico escocês da net jeans, let the race begin, da racha de Benin, navaja da musica kipsta francesa sp timberland que solta agua ao pescoço do um B do tom MP, tech D, REA, do touro de mão invertida, da estrela gravada no escudo, do tridente de H e M, colour adidas escocês mau, com guarda chuva de serrilha, que se divide em quatro, si, o, b, sexto do lion de ponches a preto e branco de laço preto na mão da varinha mágica de Roma, bilbong do vaso IT do saco da ficha das lâminas da cobra de língua de prata da Av. de Roma, sul, dean da M do Rá da casa da serpente laranja sobre castanho da corrente de elos de prata da carteira negra do scp, sp, serpente do pó, rebook, spirit eba, smith and nephew do rato 85 do Rá, go Mc invertido, do vaso do metro da lâmina dos 3 carros do vaso east pack kipsta juveleo 68324 de 76, ericeira, da carne grelhada na grelha de carvão da lambidela da eta, costuramos serviços rápidos do gato garbana que jorra agua pela trompa do saco amarelo do east pack, sentido carcavelos, crédito perfeito, a proa do navio cinza, rato radioactivo, minisota to mid wichet das rosas e cerejas, da seta azul, da pastilha elástica verde no chão de círculos cinza da carruagem do metro, Cid. Universitária m352, o terceiro da estrela dividida, das casas altas empilhadas em forma torta, converge all star, estrela azul, sobre circulo branco sobre verde, do SI das unhas de negro pintadas, o kA da serpente da ilha da mancha, dos sapatos de côr de rosa em cruz no chão assentes e lenço azul ao pescoço, o kA do MP do PE da serpente bifida cinza, que escuta os toiros a correr e as meninas a ver do cristal da meia da ama, da praia da vitória dos picos, sociedade anónima, sagres, das fonte de P. Melo e do ribeiro do Tomás africano, do peixe dos dois olhos no céu crucificado da estação terminal da cantora loira que toca piano e leva os cartazes num tubo às costas, HM, monte ney, vera lusa, HT Of ET fx p4, caí saco plástico do ar ao chão, Zé Dl, estrela de duas rodas da expo eléctrica do zenão, do ux do vaso do museu carris, easy ryder escape aberto, golfinho a saltar, broa x do buzz do cinquenta e oito, pastelaria brasil.

Web –filomena Maria pelicano madail, pedofilia, miro, matiz, madail, kA

Paulo wolf witz, oxfam critica que em dez anos de estratégia do BM, inclua provisões do sector privado e cobranças aos serviços básicos de saúde.

Conde Rodrigues, sec est justiça ao lado de rui marques, mostra-me o primeiro botão da manga do casaco, do laço preto no pulso da CP

O mercedes preto AA. do redondo Z, o anzol à casa amarela no céu azul, romigen

Da carta de uma curva apertada na costa vicentina.
Tiago felizzardo, 60 pontos na discoteca do loft da pedra da hollywood das palmeiras, brasil, motard alemão encontrado morto, comandante de bombeiros de braga foi agredido, do quinto quadrado da unha

Herdade do olho do mocho

Maria a olhar o chão, o braço por detrás das costas, a porta do leão

Ouro, revigrés, nem se discute, diz amada leonor

O RA do cavaco, Vítor G vai para Washington

Pedreiro esfaqueado

O baloiço da lua deitado da bela senhora das belas cruzes.

O ss van da casa do brasil, os cães do milho bom, três losangos verde , azul, verde, 15, 26 da inversão do português, leitor da neblina do PRF da administração do condomínio do touro doirado que não bem encaixo, o nove das horas do pena do espelho de prata, cavalinho e rato do interior da ferradura, silhueta do porta chaves da argola de prata, a renda das caixinhas da rosa que tem o vaso das pérolas e do marfim, a pequena agulha, pinça, folha com dobra, Ga es do anjo dos morangos do francês de huelva, o pau da caixa do homem da desporto Pt, da morte pi das tabletes escocesas ... da caixa Pt 8 invertido, gam de onde sai o pau de um das linhas do X para a extremidade do quadrado , e tem por cima o A invertido que entra na cornucópia, com o suporte de quadros dos “ amigos de latão, dos morangos frescos de huelva, dos dois furos no H castanho, de seis patins confortáveis, jet brown, da bola dos losangos coloridos da ep son de quatro tinteiros sobre tinta branca colchão, da cruz que sai do vaso, perdeu-se uma mulher e faleceu um invertido, qual dos cinco? Da casa sem chaves dos cisnes do inverno, vaidade fatal da valentina invertida, com penas no chapéu do mistério dos corta papeis, os foragidos do céu, do chaparro Alentejo sobre a luz do por do sol.

A moeda de um cent. de ontem, repousava no cesto com a cruz no cinzeiro de cristal que tem as quatro herbalifes

O 1º do 20º euro, com senhora com camisa amarela sobre preto na rua, nas obliquas grades da escola, atrás do peugeot vermelho estacionado, um reflexo de luz, no cinzeiro em olho de vesica e gota de mel, abro a gaveta, bob n.º 21 244, quinas fósforos longos, AA, um corta unhas apontado à estrela de 8 do veleiro da M invertida, uma caneta vermelha, entre os fósforos quinas e os lenços AA, uma menina com uma colher de pau que parece ir bater num menino que vai de bicicleta, é um desenho antigo, principio século ARD, durante esta escrita em cima da pedra de mármore, ao lado do candeeiro branco que é como um ponto de interrogação, a consola sempre tremeu por mal assente que estava, em cimo do tampo, uma caixa mealheiro, ao contrário, duas velas invertidas e um pára-quedista que vai para o céu, com o paraquedas ao contrário, uma rosa aberta para o mármore do chão do tampo da amada voltada, os objectos estavam na quinta gaveta de cima de cinco.

Ep son , collina, duas unhas invertidas ou duas ondas sobre o nome.

Caiu uma moeda do primeiro de Espanha, que subia no elevador, a chave ficou em pé quando passei, Dom 1x6 invertido, grau 18º carro golf dos miúdos, 18 para 20, financeira corte inglês, Av. António augusto Aguiar, o primeiro do elevador de Espanha

Das setas vermelhas e prata da faca K et 363 da balança dos legumes proteste, que foi apontada à coluna do meio do 3, donde o do meio dos três do elevador

Os cogumelos holandeses com pintas brancas assentam o nove

Fions s sport zorro do pó da CAN dos guarda chuvas, a quinta América, si te bob marley do segundo mitsubush, unha vermelha no morango que aponta as aguas profundas do mar, da faca no joelho, alemão per me, da senhora preto e branco de mala castanha de saco vermelho da serpente da Rita do telefone branco com risco negro como a banda magnética do bilhete do metro, do sport truco es, dos três arranhões na perna, serpente da grande curva, dos três riscos de bolso branco com tachas doiradas, que telefona à serpente de prata dos sapatos grandes de verniz que pontapeia o metro e o fez agora chiar, do li da má sá dos dois, italiana, pague, per me, do sal da Ana, dos picos as. Soci.., invertida, da rough soul dos leões ingleses prata sobre camuflado da tropa da estação terminal.

XX, morada frente à Igreja da M dos valores Mac Donalds, 96245332, o toxo serpente B do duplo LL morais e leitão, a tia dos cinco corações vermelhos de tires, da casa CX, do CM industrial, rodeio reuscva de prata e castanho, rt motor dos quatro ... da sabrina do brasil vidl, auto primeiro da PJ astra, dos dois bebés que segue o homem , o H , não há gás da Baviera AS, da reza swing dupla electrica do Joaquim, RX da gilauto, ao gato príncipe da rosa, do rato do vaso, vermelho Ce 87, que aperta o atacador ao surf, VV, correio das frutas e dos bebé no lixo, do insuflavel michellin, de roda Portugal ke faz koko no copo, do monte do Rey do retrovisor partido para a frente, o rato sul, electro moledo da tele vês, ao do 84 T, do kango do cacem, duplo X do S do B do gato silva, Pa do gato do vaso amorc de 98 CG, grande fá na AP, do Ro da Sé, ni do alto mar de janeiro, da vareta C, 10ª serpente baixo de 98, do HC antibacterias do DN, Z galo de vareta, BV, /78, imprimatur, frágil, vota não.
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A casa de campo do sofware dos fx, dos artistas ilegais da ual, ou esc, artes e ofícios

Ah amada, sai do café onde estive a escrever e ao chegar à minha rua, ouvi gemidos fortes ao instante, pareceu-me um homem a chorar, quando chego ao beco dos alicates no carro, vejo um gatão preto de cauda alçada ao lado de uma gata castanha e percebi que o barulho, era dança de amor, ou de desejo de amor, cumprimentei-os em gatês miado, cuja grafia sonora é mais ou menos assim miau, miaôooo, miau, miauuuu, eles olharam-me um instante, a gata então correu, como aproveitando a minha distracção para do gato se afastar e ele de cuada alçada atrás dela em velocidade supersónica e eu deles me despedi e lhe disse, miau, bam, mi e au no mi, que é como quem diz, bom amor gatinhos, desde que mutuamente desejado e consentido e fiquei a pensar que se te encontrasse, também corria atrás de ti.

Sabes amada, são os gatos calmantes, fazem-lhes festas os seres em seu colos deitados, e os corações se aquietam e quem o faz dele vive melhor, como sempre com festas e festejar e mesmo que nos pareçam dissonantes, deixam então de o ser

Vi um anúncio na TV e, que fiquei a pensar se era para mim, uma prenda de amor, diz a bela menina que lhe lança as cartas, vão os dois muito viajar pelo mundo e fazer coisas de encantar


O LOCAL DA AGRESSÃO EM ALCANTARA , DIAS ANTES DE SEU ACONTECER

O homem, rio max, o 11 do 13, smart do ki de Goa, homem rato, que atropela a alma , da transit que leva a mota antiga atrás, Tc NP em 124, fucolli 1993-d 400, rádio do pc 36, cocó de cão à porta do 36, farmácia beirão, oolapta, o galo gordo, artigos para o lar, ox trote do gerês das duas garras que saem do circulo de Maria, ro ab mercedes prata e jaguar vermelho, orquídeas cym Bi di um para os ovos grandes como avestruz da roda dos seis raios, El plástico no contamino, tu Am, ireciccla, ant 1, 70, cunhas, Zeferino íbis, freguesia dos prazeres, 48 ano, gato do dia dos gritos, serpente 10ª , 56 lo, 76-97, da IA, cp as de 91, do colete e dos soutiens de rendinhas de lince, MR, hoje, relações públicas CC, 88, ZI, OL, AS, serpente zorro do rato zagalo, da Ag de 98, óó, do anlnos EE, jornal da ocasião, do totoloto schon money do X acto que fez a cruz vermelha no envelope quadrado, NW 9,2 GW 10, 4 dos cones de milho em tortina, ratos oos, confirmação de tudo de detroit

Universidade de direito de Lisboa, ela mala preta do pc, inclinada para o azul, os do monte do..., em escocês, todos invertidos, da senhora azul com mala rosa, com vaso no lenço azul ao pescoço, a cobra negra com a língua de tachas doirada, sobre vermelho felpudo como o quebra vento dos microfones dos dois meias rosas suíços, cuja senhora subiu e desceu a escada rolante, ao se ter enganado no cais, enquanto eu olhava as linhas, da menina que guardava a agua virar na carteira e brincava com o baton branco de cieiro com seu boné desportivo, nike a chegara ao arieiro, o terceiro do homem fcp gan, o 10 do Mac Donalds, dos board dos skates da festa das crianças, mancha abreu, gratuito, da casa da zara, destino cais de sodré no mat 9 invertido que queimou meia esfera, da menina com o casaquinho de todas as letras que salta os degraus com a avó pela mão e diz, esta foi boa, 2 otis do pico do planeta ó, kids dos pés, 15.000.000 jack do bote, lotaria raspe, na alma da fruta das vaquinhas de S. Miguel.

O pico do edu, do bilobong, cavalo que arranca as rosas e grelha a carne, serpente do pó, rts, cromia, da folha branca das estrelas doiradas, do super livro, pt, o´neill e nike na pena, ro do gordo chia vermelho que pica o pé do vaso do toiro do vale da senhora, em doirado, sobre branco, perfeito, perfeito, super bock, que vira o guarda chuva das rosas pretas e brancas, com algumas compras no labirinto, há rios , e agora que me sentei, ali está ele no jornal a sorrir e começou a música dos dois meninos acordeonistas da espécie de valsa do pacote da páscoa, da mini one iza, t da aia, dos diagramas das linhas da união, dos telescópios das olaias, do barão fénix, ao som da música, la la laroi, da valsa do leão branco de chapéu verde e negro e branco e caqui do sporting, das duas malas pretas em cima da outra, encostadas ao varão, lê o tuy com gravata dos quadrados doirados na prescrição da bula em suas mãos, do avó P, do homem que leva a menina pequena e tem uma mala poof com dois x brancos, r-502 do M, O´Neil de Bruxelas, da luz verde sobre o texto dos livros de prata, atrás do painel das info. Dos dois quadros de luz da esquerda, do som das engrenagens, da loja dos sapos a norte, gap gal, dos bus movido a gás natural do boss dos três triângulos vermelhos em pirâmide SS, com seis cones traseiros, na onda do júnior na expo electrónica, cavalo que prepara a investida, cujo visco bp está por detrás do vidro da janela do rectângulo vermelho no eixo da escola da gente pequenina aqui aos olivais com duas latas de tinta de 20 litros no passadiço por cima da abertura do prédio camuflado para pinturas.

Kerostene é helena, c é roy, a lagosta na bandeja na av almirante dos reis

Há xx na vaca, c é o terceiro do TC dos reis do príncipe da rosa , gás de 78 ao bairro alto, ottis is c 15 c, xx 99, Maria do príncipe de vaso do sindicato dos jornalistas, angulo Paulo, serpente do todo, XX


A agua da nascente de Chelas é do coração de oiro da united colours of benetton sobre verde, com dois anéis de ouro nos dois fechos dos dois bolsos de sua mala, das linhas das viagens brancas e com riscos brancos, ddp, do anzol negro dos dois dentes do E de prata sobre negro das olaias M 501, o terceiro botão do telefone negro e cinza do toque vermelho, prepara-te para a vida real, a senhora limpava o mármore do cais da estação com dois baldes, vermelho e azul sobre rodas, lulu, de gaia da menina select, a que faz cócegas na palma da mão do rapaz de calças dos quadradinhos pretos e brancos da menina de tranças que sobe o elevador com agua, e azul na mão direita e na esquerda o saco verde das provisões, do continente dos aerossóis das pequenas coisas da vida dos presentes das noticias carecas com prémios do oceanário Pt, da madeira de sapatos amarelos, intimissima so SI do Afonso Henrique da Av. almirante reis, fashions victim´s, que se senta entre as pernas do senhor no cais do metro a fumar e a dormir, do prémio das mimosas do festival da canção budely da musica da criança de telheiras, o segundo bico do vaso no vale a da serpente no da rosa vermelha deitada no colo da senhora de calças azuis do arieiro, de xaile preto e bege M 403 do homem que apara as unhas com x acto em Roma, estrela do W OT inglês, (W= duplo vaso), que chia, vodafone, tmn, da Av. estados unidos da América, vermelho de cabelo loiro que ri com gosto com a menina negra das grandes argolas de prata da mais energie do X acto do signo invertido da divisão da estrela M 403 da SAS hotel da adega das garrafas do campo grande, cobra castanha, cuja fivela estava na escada ao subir, abandonado no alerta amarelo dos distritos do norte de Portugal, da oitava hora do anzol ru, 202, r da palma na quinta feira do milan, mina, contra a armada inglesa, cocacola zero, todo o sabor, do kit fim de semana das asas do seio do rato 326, policia das botas de cano alto de 87, que três vezes apitou e pôs a cruz nos pés do abreu, do copo pequeno do Si do zero, polo dos cartazes à Barbosa do bocage, o al da ana, da avenida praia da vitória, SI do cristal da Ana de mão coração com dentes coloridos de castilha, que me põem a mão na testa, do chá vermelho do pombal espanhol, lipton red, o tom vermelho dos lábios da menina de côr de rosa, vi flash, agora, foto da foto do rato 326 da tmn do piso um , dk da teia do homem amarelo da menina loira, schimitt mais sonn do acp, das três galinhas branco na mala vermelha, do guarda chuva do homem de casaco de tweed dos dois Us invertidos, montes, das meninas rosas de cabo verde do desporto para raparigas 54 dos azulejos geométricas horas do dia da village que fez a menina pequenina gritar e correr para a estrada, sport da eu as, báu de 93, dos gritos de LA SP, sé, vaso X, ovo do PP, CV, LL, Kapa C, OX DI, X H do vaso maior, do beijo de 8o na francesa, do gato J do TC, vo, viu o homem express all pt da Europa, vi vespa, mh at 93, capa do homem DC de 83, XX no duplo vaso da estrela Bf 69, do príncipe da rosa mercado, da serpente francesa do C diplomático do beijo invertido, BM, CX dos gritos da menina pequenina, ovo do nono da carris, super lx da Bo, a latina, ux na gaivota em marcha atrás NJ, VA, X no iriacar JB, ZG, de DC, Zeferino, o homem da arquitectura dos tecidos decorativos do beijo invertido do Pedro lamy, leão de prata, há x no carne de tires, do triângulo de fogo mini milk rac ao B, daji-bad A.D., CM Ma, Z do T do serial digital, da casa da gastronomia das bolinhas da parte da tarde, gás do leão homem da eira do Tejo, o homem de 99, serpente do pinheiro IV, ce 87 do surf tribal urbano, BM da baviera x3


O da baliza no telhado é a casa do príncipe da rosa, o esperto primeiro de 71, do ps, golf gti, dj da publicidade, touro da virago cristina coutinho, homem A twingo easy do SNT, x no homem chá dos dias das hormonas da raiser motor sport, MF, ponto da serpente décima, do cemitério alemão fx, luigi, assento da Maria castanha, do X no B, CM, PE, VX, ME,DD; SE, SI do correio da manhã do parlamento europeu do vaso dos X do ministério do exercito, do dia d, do serviço de informações do da Sé. ZO, oz invertido do rato elle, da pá e vassoura X2, do ovo ts da garagem da avenida de berna a mim, jiboia da má AD, alemão dos gritos de 93, do carro dos figos da cristina pinto, o vaso B da sagres, ur, todo o terreno, da vaca matriz, do banco nacional do segundo do sexto, do back ground de 72 ao C, primeiro, no gato do vaso do auto da republica, snack bar dos triângulos portugueses, auto industrial carro da trote geres, vai liberdade em 83, esperta também, do tó RR da estrela do dia do auto dealer, a primeira nesquick, imperial.

Ah amada senhora gi

Depois de a ver no jornal em véspera de sua chegada e quando estava no café, saiu-me uma moeda do bolso, uma de 50 cents, com um outro pontinho negro entre a sexta estrela mais alta, exactamente entre as duas ilhas que no planisfério se encontram à direita no ponto em que a da direita se alarga, antes de se arredondar para baixo, é o ponto do tamanho inteiro do istmo, ligam-se assim por ele, as duas línguas da terra, no seu número está a torre de três ameias entre o U e o G, donde será o ponto do vaso do gato do bico da chama vermelha das violetas.

Outra bela moeda me veio parar às mãos, Europa montando o touro, brilhante e nova e agora reterei outra com a águia que também tem um ponto, mais um traço negro na zona do bico, como a reforçar o seu desenho, tornando-o mais visível.

Curioso foi vê-la depois, em dia seguinte, nas imagens do extracto do concerto que passou na televisão, estava muito bela a Senhora como sempre é e parecia que fazia uma pega frontal a pé como os forcados a um invisível toiro, mais lhe escreverei sobre a sua estadia, como eu a vivi em outra altura pois foi muito o que se passou, pelo amor em que a trago.

Da carambola de bilhar às três tabelas com carro enfiado no sitio do buraco da mesa dos invisíveis snokers, tornado assim visível, à laia de assinatura múltipla.

Um mercedes, como um outro que caiu à ria em Aveiro, bateu num carro que bateu num outro e enfiou um terceiro dentro da boca de metro de entre campos, vendo-se ao fundo a ponte do comboio, que é chapeada, parecendo ondas de prata que do outro lado do campo pequeno, passa ao lado do edifício das comunicações, com a cunha e onde estava a assinatura da bola vermelha numero três do bilhar, bem como outra informação já escrita neste livro.

o jornal em dia posterior dava conta de uma carta de um egoista fatal, com relação a um atentado contra uma bela joaninha.

acrescenta agora a leitura, o homem K, o tó do W, da inversão da Maria, do vaso da dupla dôr, do duplo bico, do armónio e da serra, das multiplas serpentes do raio do duplo X, dos dois XX ao principe do homem forte das muitas transmissões cb de LA, da Maria do principe da rosa do angulo L, ou seja de um dos quantos do quadrado ou rectangulo
Ah amada era noite, ali para as bandas do bairro das belas e pequeninas casas que parecem Alfama em pequenino e cujas ruas e becos fazem lembrar contrabandistas, aqui às necessidades

O espirito leu estranho dizer, a Al do B dos contrabandistas

Artigo da casa de Roterdão, bmw altura B 10 vs, auto sueco do porto, o L negro da moldura, o quarto do sexto, o homem da Ana andaluz barco kio 1350 lenços , as nossas pizzas, as suas pizzas, cara um , credial , 6 metro, serralharia, floc 1230-19-30, lg d. Estefânia, n 8, 1dtº, lousani pall, assistente centro famões, tu supermercado, re prata e azul, pagamentos confidenciais, pro zel du ume, tax on non residentes, entertaing express do C, circ art. 43

E depois aparecido lista extensa de países com opções numéricas à frente de cada um, estando alguns deles sublinhados.

royalties

Áustria 5 a 10
Brasil 10 a 15
Irlanda 10
Venezuela 10 or 12


Dividendos
Bulgária 10 or 15
Checa 10 or 15
Finlândia 10 or 15
Noruega
Polónia
Rússia
Coreia do sul
Espanha
Suíça
UK
Usa

O rapaz da carbonária, o el, micro waves das crianças da casa do lado do vaso cinco, r francisco 18, 1º esq
Golf espalha brasas, n crédito, 40 w de dez lâmpadas

Esteira te, 50 blocos gruas, savo norte sobre saco azul ikea, ht do pr robert gutman, vimieiro, camelo de

O fargo de prova do cumprimento do coração cb da un fabiana ob, 5b agua do gato pb, que salta os aros e abre o portão das necessidades, va , um que põem os X em 94

2 pedras no azul e vermelho do crocodilo das palmeiras que ficou com prótese, cão da grande mãe ec

com as canas se fazem as casas, das palmeiras se faz o melhor dos vinhos, contava uma senhora para um casal que acompanhava no jardim das estrelas,

luz nacional, x n no forte do homem da sé francesa, lua pedra da guelra do forte perrier, cores do brasil, cocacola promoções

Agua no fuel das escadas do metro da noite afogado em dividas, a .... vê li, a pedra dura da serpente dos picos nó pé, ouviu a sj da escuta da mila, a criança na cadeira de rodas no jardim da estrela, foi o da música no coração, à coberto do marquês de pombal, o dragão das três garras que cospe fogo da escuta do vaso deitado do billbong, os sapatos pretos da sapataria de s. Bento, i love fashion, 100% degradavel, serão então, dois os pares na ar, a pedra foi da música do coração.

Ontem ouvi falar da barbarela do outro lado do rio, a cantora das mulheres skin, do saco preto riscado a prata que verte violetas de dor suzuki mala metro, scanners da visão dos fios de prata, da correspondência com a rosa da india, do véu da rosa da india, do duplo anel de prata e oiro, el st dos caracóis do ba, da gaivota vaso invertido dos quadrados preto e branco zaza, que vê os papeis da mala e toma notas em caneta vermelha e negra e prata, que arranha o azul, testemunho que arranha o azul da rosa margou, o grau da cam, o segundo do quinto dos filhos do tubarão, la fontaine roxy das estrelas no céu azul, dos textos da pedra da lua da pequenina ovelhinha listrada que conduz o cego, que lê o dossier amarelo e telefona à menina, é nina, da maça do lobo gefco do soduku, o lobo das horas da teia violeta da pele de cabra branca, preta e cor de rosa, alva, a quinta que arranha a menina dos troncos amarelos, com cinco flores cor de rosa, do puma branco dos sapatos vermelhos, dos cavaleiros negros do negro pó da ot de lis que soprou as setas vermelhas e faz riscos, que pica o seio da mãe graciete coelho plim: que ajuda e leva pela mão a menina pequenina a subir as escadas, a de azul e laranja vestida com a boneca de tranças loiras nas costas do bebé 100% algodão gnosis segredos dos esqueletos misfits, a estrela original do gato dos duas setas da torre do oriente dos beatles de amor, co 23 do hello kity, r 413, colour of bem, do avião do amor de protecção aos mineiros de isel, do semi arco de prata, no dossier listrado igual ao que encontrei na escada por detrás do palácio dos Guedes a mãe de agua, com indicações sobre meteorologia ao lado de cuequinhas de jovens meninas, politano de Chelas city do Bam da bela vista, dos veios negros sobre o mármore saídos da Av. do condestável de Copenhague, o 8 do 11 de Chelas, do Porche uk sport, o 23 da estrela judaica doce e garbana dos olivais pinafarina, que arranha as escadas ao subir, que dança, boémia que so pensa que leva, foge, o carrinho do bebé, ask 78, maria do lys do jeop de 69, you can not be serious, que bate o tapete ... na loja cinza do laranja.

A luva do cirurgião ao da gasolina volta a aparecer, pousou sobre o L das pedras negras frente ao centro dos olivais, acrescentou o central look, a seta bo lado do losango aberto.

A banda d galega está em Lisboa, o rey do mundo patino, que é o tom que grava apedra da fleima bg, das bestas c dos quadrados coloridos no x da argola, pescoço da águia do recem tuy brigada das estratégias globais dos três anéis de prata dos dominós do norte na expo, já aqui relatada, do telefone do homem com a mal entre as pernas do mundo abreu de amesterdam da belas vista, do varão do C para a parede do aep ou pea das olaias, da convenção colectiva da primavera da masturbação que mete as notas verdes no bolso da formação e do e lerning, extintor do fogo de prata com ponto de oiro do gato negro, o 38 da linha verde japão, re, do piano portátil ao ombro, na escuta do quinto euro, que arranha a senhora sical dos aerossóis, dos losangos vermelhos e pretos do funny love da alfândega dos bodys das n falhas do buffalo invertido de Lisboa do pacote da páscoa, iss, três mulheres a trabalhar, qualquer serviço de limpezas, hm de Almada da bola sete de lux de telheiras do circulo de raios verdes do arieiro, versage da rainha, estação romana, da vesica doirada sobre azul da estação de Roma, rainha sexta do segundo mango, cm finança, sansonete que dá as pipocas ao macaco da guitarra, navegador dos kids do aparador do inferno, das horas da m 209 do campo grande da asiática luz sobre os três pontos nos três quadrados desenhados a branco sobre negro da adidas cor de rosa, da linha amarela da iza do shop one, do rato dos olímpicos, da segurança do africano do turbante branco da alva galáxia da cidade universitária das 4 z do funil dos pássaros a2, rato da cidade universitária que grita na correspondência do eixo norte sul, funk a dormir e a bocejar da rapariga loira de branco e azul da mango, pum, grande agora ouvi, campo pequeno, 77 feira do livro de Lisboa du café late profissional açúcar ligth, aromas sem livrete do circulo branco da leitura das duas bóias de picoas, das arregaçadas ao cós do às m396 do rato de picoas do buraco do paço fcp, sony erickson, filho de eric do campo da primavera

Maria João meira, o número seis da avenida de Roma, que estava com a pomba gira, Alexandra, gavião real , o terceiro da segunda pizadela, é o bob cat do air turbo flow

Ou será Maria João mayer, que estava na mesa da Alexandra L na noite em que a encontrei e que me olhou com a face enjoada e reprovadora que sempre me olhou

Os losangos verdes do brasil no carro da nova serpente inglesa
No Guadiana a lancha rápida espadim ficou danificada, espadachim, tinha sido roubado nos idos de março em faro, ponte do cinturão, PC, reis agoas a go as draga
Baltra, 6,35mm ff motors, Filipe ferreira, o primeiro do segundo em 78 do vaso tdi da dupla dor italiana, Rita, coca pelos correios, Isabel freire, jardins proibidos, Rogério Alves do AO, demétrio Alves de loures, Setúbal polis
Alasca, imperatriz da noite, 110m, orsk na Rússia, no canto do L estava, 10, 45 e serpente n, o tigre do ar, o terceiro anel Abel Xavier, beckem e mourinho, she v c henko, argentina, Paraguai, a espada japonesa sai da sua bainha... por cima

Uma avioneta riscou o céu azul, a seu lado uma serpente feita nuvem, muito delgadinha, do sitio onde estava, Andorra, a chaminé do alumínio negro, expelia o fumo negro, do swing da Ana midões, La sallete, Av. industrial que veio da ré das palmas, da asa da segunda oportunidade, a gema de vitória no cm, da Vanessa e da pá da bruxa da dir. geral de veterinária de S.to António, do touro negro da estrela d´oiro sobre escudo violeta, rosas da galileia no monte onde estava a família na relva.

Seguem-se notas já publicadas do coreto.

Nina é lila, seu A.D., diz, espanhola, pergunto eu ao ver uma senhora de camisa vermelhas às pintas brancas, entrou brusca, cheia de salero, não, da entidade reguladora de energia, Ah, a senhora de tailleur vermelho, sim, família imagem, das rendas negras da casa da fada às riscas brancas e pretas, da caneta de ouro seta parker e dos corações pretos e doirados, a passarinha serva do O´Neil do super dos pumas na lagoa, da inversão otis, candid aplles da amdeira, da inversão do ró, one love, bob marley no dia vermelho, a seta do computador aponta cml-lx, um fio vermelho sobre o vaso branco sobre vermelho, liedson acredita, no sonho da argola de banin, da mala de macramé negro com dois quadrados da senhora branca e preta

B, e, la vi s ta, bé, é la, vaso is da cruz do A da ilha da maria italiana

Manutenção militar do ot de jfs Brás, cobra muito grande e bífida do pooh da india pajero, também príncipe da rosa, há x, ba, 79 cb de lx, plovdiv

Daimler vende chrysler, comparado pelo fundo cerberus capital, 4 quadrados, 4 pessoas, oito lápis vermelhos de giz e duas canetas, o mello do metro do rato.

Uma antiga amante, a par doce mala das canções de amor do parque do paranóico, o homem de Londres da casa das grades, o zodíaco de Londres, não tem país o homem, vasco Mello mostra, dois riscos na gravata como vi nas vesicas, a terceira unha, a asa sobre serpente terceira vela em praga, Teresa, guilherme Guimarães.

No banheiro, dois pelos, um seis perfeito, um outro como um espermatozoide, que parecia um bastão de feiticeiro do Nelson, nilson, brasileiro, a chave do pássaro agc, a6c, aponta a segunda dragona no U que pela serrilha agc é serrada.

A sair do metro, encontrei o Sandro aqui dos olivais a sair, eu a entrar, não me olhou, cães ladram, entro, vou a brincar com o bilhete raspando-o nas chapas das escadas rolantes que descem, fica preso numa das ranhuras dos painéis laterais, apanho-o e vejo o sinal do metro, invertido, o vaso terceiro do metro, na estação, um senhor com as pernas em X, na terceira lâmina de metal como um bisturi que forram as paredes, uma senhora, em outro banco com o spés em x, com meias vermelhas na oitava lamina, a terceira lâmina do segundo X vermelho no metro, uma menina acaba de subir no elevador seis, a meu lado sentado, uma outra lê um livro, ouço linguarajar estrangeiro, ao fundo do cais um saco às riscas verticais com cores verde e amarelo, o rapaz do grupo estrangeiro, vermelho, negro e cinza, m 412, a folha da espiral da feira do livro do che de La, Oslo, paris e Copenhaga, vê com o estetoscópio entre os dois infinitos vermelhos, Be a v da is da a cobra, a que sorri, do tampo grande negra, da meia das olaias da igreja que vê o braço do casaco c coki, e que guarda as fotos do telefone no bolso interior da borboleta castanha e laranja da correspondência agc, ou a6c, 19 , verde e laranja e azul, das estrelas que observam a temperatura interior da terra com café vi, buondi ro, nly, da serpente bombeiro da W negra no vaso de deli do umbro, o 2º que pisa a grelha metálica no chão, amarelo sobre vermelho das s ..., joba, jamba genéricos às bolinhas coloridas, a serpente dos sacos verdes que telefona ao oriente vermelho, o segundo pai da cerimónia, o O´Neil, da m218 dos a círculos , um com ponto em seu interior, doirados no negro, do galo francês da luz ao fundo do túnel, experiência de morte, do inglês do klash da linha amarela mgn, big spot da mala vermelha e negra, rebook, o nono, o verdadeiro tigre da down town, cross do festival da canção nike, do parafuso grande na espiral, dos cartazes bazoka connosco, e do rato do creme do campo da maria 69, das três cruzes no saco côr de rosa sobre azul, npcs suport nacional da M que escuta árabe do von dutch, si dos peixes e do sol, tua cruz, da mão no bolso rato do tempo do gira discos, a terceira do cam, da M690 do carregado da escada sagres na ponte deitado dos desenhos gravados ba pedra a vermelho entre os campos, speed do toiro negro que olha a menina nua a montar o cavalo, que o cavaleiro olha e que faz correr dois toiros, um que mora no Saldanha, do vaso verde sobre branco da duque dá vila, da divisão do co do às von dutch, do Mc, quando eu vim para este mundo, da ferradura indiana, da liga profissional em 89 JC de boe que segura o varão de prata, desde Bruxelas a assobiar, do Algarve, da pesca ao rato de 1970, a cauda da tesoura silva, válido IP da Lúcia piloto, dos quadrados, losangos e bolas verdes no comboio, o som A.V. expo, ruffles extra, de guitarra à BB king da um invertida da suzuki da império bonança, o homem da realidade virtual, never hide, silvo grande xx beverly 25, grava na barra.

O homem aranha é o C da cunha, o ser alado, desenho Z, spitifire, cunha cc

Entram aqui as notas interiores do que o pequeno ser alado me mostrou em minha casa em manhã recente

Mx car, o da maria, a da multiopticas, o primeiro da alameda da escola de condução L, vários modelos a gasolina, pentax, big band matinal juventude, rt zone, o segundo do segundo dos chapéus de dois bicos, penta X, da biblioteca fora de portas, do sol de olaias de Bruxelas, mais Europa, menos euros, ai fm fna 1974 segunda da inutilidade do sofrimento, 69, das sapatarias das viagens terezinha, do chiado, loja laranja, info boticário, da terra do lobo, do me, o primeiro do quarto de telheiras, do puzzle do metro que escuta a dg a um da ce, de praga, das viagens de negócios da T, do livro vermelho da livraria municipal daa ruiva brasileira ouro e azul, branco com rosas vermelhas e das pequenas violetas alvas, palitano pim dos sapatos do leopardo do gato f, que faz cafuné nos cabelos do g financeiro do telefone cor de rosa, do puzzle do campo grande da grana, what have i done, massimo dutti.

Ah amada, era negra, negra retinta, india era e o é, e cantava a palavra de Deus em voz alta no cais da estação, e as gentes incomodadas quando a palavra do ser, da sal liberdade, do seu fazer e do seu pensar ressoa mais alto, depois na carruagem já à sua ausência e na ausência da escuta em silêncio sem nenhuma resposta ou interpelação e de olhos baixos, lá subiu a pequena coragem, dos que se acham mais normais, ou que ela era louca, ou nem assim tanto, pois dizia a jovem para os seus companheiros de cais e agora de banco, que a senhora não era tola, o que dissera ali em voz alta que imprimiu o silêncio todo, não era de todo descabido de sentido, Ah amada que meus olhos sorriam em minha face ao ouvi-la falar no cais de um lado para o outro e para outro ainda, no vai e vem embalado da palavra iluminada que se faz poesia e melodia viva e continuava a sorrir por dentro e por fora, e a negra negrinha retinta cantava, não tenho carro de marca à porta de minha casa, nem dinheiro no banco e sou negrinha feia e gostosa, e tenho um homem que me ama todos os dias a meu chegar e você pode ter carro e piscina à porta e chega logo à noite e dorme sozinha em seu colchão casada com a vida e depois você pensa em casamento e no dia seguinte já está pensar em corninhos e chegara o metro e alguns entraram e outros no cais ficaram, como em tudo na vida, como nos colchões vazios ou bem acompanhados nos braços do amor, Ah amada que se tivesse ao pertinho, embalava-Te eu em meus braços e beijinhos e dava-Te banhos de amor na piscina de meu e Teu beijar e acelerava muito como menino, e em dia recente a olhar o michael s, recuperei o jeito de imitar os carros de formula um e assim pela noite andei, a meter mudanças em som e com ele a brincar, e fiquei a recordar, que tenho eu dom, que todos tem, que o conheço há muito tempo, mas que deve andar em parte esquecido, que era olhar e ver de imediato, quando os meninos e as meninas se juntavam, quem se amava e se dava ou não o amor entre eles, e os casava ali no momento, só como olhar, e depois eles geralmente casavam mesmo, e eu ficava muito contente a sorrir a ver o amor florescer e crescer, e pena é Amada minha, que não me tenha ainda lembrado da outra parte, que é fadar o nosso casar, por muito que o tente nas letras em que Te escrevo meu amor a Ti, mas parece algo sempre ao Teu coração faltar, que estranho é, se ele é um mesmo.

E continuava o espirito, da massimo dutti da az da manhã, punto corrier do raio az da manhã e a Gal cantava, quando eu vim a este mundo, estava nu como vou em Teus braços, acrescentava meu coração, e a senhora negra negrinha do orixá, dizia dela e de suas letras, a beleza das palavras da Luz do Amor, e da sua aceleração no tempo dos gira-discos, vibrava o varão metálico e a senhora do cabelo negro e costas de pavão, no pombal do marquês saiu, a vareta no chã, pequenina, era um pauzinho azul, que fora posto no átrio do prédio do olival, e ontem quando sai para a rua, estava um outro cão, que quando me viu, logo se afastou, e teve sempre o rabo entre as pernas e ladrava muito e eu me tentei aproximar e ele recuava e com o rabo na mesma forma, ladrava e eu desisti de lhe fazer uma festa, e olhou ele para cima no prédio, como a indicar uma casa de um vizinho de minha infância e aquilo me fez o sentido, e recordei eu de um dia nas traseiras em que salvo erro, ele, se estampou de bicicleta e espetou o travão na perna, bem pertinho da veia aorta e se deu ali um milagrezinho que o salvou e se calhar ainda ele ficara a pensar que fora eu que o fizera cair, preso por ter cão e por não tê-lo, como sempre, triste minha sina, mesmo salvando, sou sempre o suspeito do costume.

E era o pauzinho que eu um dia encontrei aqui, um pauzinho do elevador do rato, perigo de morte, ou poço da morte da feira popular, cai o gato, o da noite da véspera de natal j kol, virtual reality do Ra, o relações spúblicas do gato maior da ce em 92 do salto ac ao sexto do quinto do cam, do cálice de fogo ru, pi do rino da ae de 58, vá ao ba, príncipe do vaso, jb do cais do sodré

Benfica, porcaria, do rugby de agronomia dos alunos de apolo, grande promoção da aspiração 44 que dá estrela no corpo, Mc da casa pia do colégio de s. Conceição, z na serpente micro motor do gás expo, RR. e canal 1 dat sun j homer, dos gritos das andorinhas, nas ondas do Neptuno do PP, alunos de apolo, o trio dos condes, marialvas do vimioso, d. Maria.

O homem do vale de S.to António, é o guarda nacional da santa casa da misericórdia, z no homem da Teresa.

C é o no de Rn, RR., n 84, ao quinto do 11 do br cá, zagalo José dias, o sexto do 1º do vaso da vingança da churrasqueira do livramento, o do pentagrama invertido de Portugal, o marçal, assim me telefonou o moinho de velas preto e branco de Lisboa, da menina, do fio do sempre no ombro da meia dos furacões, dos anzóis das ilhas, das midlands, o oitavo da segunda maria clara de DC, na Pedro V, a asa de prata rip curl do millenium, parecia a vinheta do 24h, do josh que não desiste de seu amor e se torna um chato, coisa que eu não quero, nunca ser.

Os corrimões da entrada na rua de s. Bentos estão partidos, juntam como uma vesica deitada a descer para s. Bento, e tem os perfis a arranhar, situação perigosa que é preciso compor se houvesse quem o mandasse, ou mesmo melhor o fizesse, que já deve estar assim há muitas, muitas, luas.

Da música descartável, romana do mundo vip ou afins, da casa de Deus do arame amarelo ao senhor adidas, negro e azul, que coxeia e anda de muletas, da hotell sas scerei dek, das cerejas verdes da mala preto sobre rodas vermelhas às riscas brancas do casaquinho laranja da ar A.D. da estrela branca, dentro da pirâmide que olha o relógio do mundo verde ao do verde do mundo na estação de Roma, onde às vezes parece nevar pólen de amor, assim canta a imagem da estação.

No jardim da estrela, à saída uma faixa do canal história, dizia d´ont wlak the line do h, o segundo ou terceiro ponto da tacha, no quadrado, o Catroga ia a passar e pensei para meus botões, tiens, dá me ideia que andou a verificar o coreto, não me reconheceu, ou assim fez por isso, depois vi-o em dia seguido na TV, figuras geométricas no cenário, triângulos e outros, que agora me fazem lembrar a casa por detrás da do procurador na lapa, por detrás daquela que filmei a margarida alvarez a descer pelo lençol que tem belo trabalho na janela, a dupla asa que se deitando uma na outra, dá uma vesica, dois pássaros que se amam, ou declinação de antigo símbolo dos dois semi arcos que se interpenetram e dão a vesica do símbolo dos cristãos primitivos, agora olho a balança, ontem para ela subi, por um instante a ver os números que apareceriam, era 1, seguido de quatro oitos, o primeiro do pentagrama perfeito.

E ontem ao abrir a mala do meu computador que já não usava há muitos dias para escrever, por cima dele estão cadernos de apontamentos antigos, um deles está aberto numa folha que tem como notas algumas parcelares, que já aqui entraram, mas que me parece neste ponto do espaço tornar o po-las

Yezidis do Iraque, símbolo usado, anjo do pavão real, como o que em recente dia vi no metro na menina de vestido japonês, malak tauus, alak, malik, rei, terra independente, expansão, ampliação de terra (mertis), através de faculdades superiores, fundado pelo xeque adi ibn musafir, filho do vijante, donde rei igual a adi ibn musafir

Usam também a cabra preta que emergem em fuligem, não é entendida como um símbolo do mal, mas de sabedoria da vida, depois tem o caderno um traço de separação,

E depois José Manuel anes, Fernando pessoa e os mundos esotéricos, trabalhou no lab. da policia cientifica, investigou a morte de Sá carneiro e Adelino amaro da costa, caso da moeda 10 dólares de prata nos finais de 80, professor da faculdade de direito da uni. Nova, cadeira de criminologia e terrorismo religioso, mais um traço de separação e por debaixo, uma nota, pina moura, santander, sobre mim e Francisco, na página seguinte, reino dos céus de ridley scott com liam nelson, eduard worton, rei cristão, eva greem como princesa sybilla.

Depois vem um pedaço da história aqui narrada, de reuniões na câmara de Sintra e do lançamento do seu livro, o do José, no d.maria, os toiros infectados

Por cima do nome escrito e das notas do livro antigo, que tão escritas a tinta negra, desenhei eu a vermelho um símbolo do infinito, cujo centro é o J, ou seja para melhor explicar, o oito se forma a partir do J pela linhas vermelhas que o debruam e o oito que resulta é projectado em profundidade, tem quatro traçinhos em cima na faceta e um que está por debaixo do e de José, José, Josué, josh, declinações do mesmo nome.

Depois um traço preto desce e liga a linha, professor faca l direito da univ., nova
A elio agora o seu sentido, a faca L da universidade nova, o príncipe da rosa da faca do L preto e branco aos quadradinhos, a faca que separa os dois círculos do oito na linha da sua junção, o hélio, o gás, ou adulteração do elio, o elo, ou mesmo inda seu nome secreto, elio, Elias, ainda agora grafou inda, india e meu pé entrou agora no cabo preto do transformador, o laço preto da energia.

Uma pomba passou agora na janela, me indicou o lanço das escadas do centro dos olivais, que visto daqui parece ser um E que sai da fachada e cujas partes inferior delas, são planos inclinados como a subir e a descer, da imagem recente e de outra mais antiga do metro, pisca uma luz num dos tectos do patamar, à noite, e me recordei do z que o cão António me mostrara há dias em minhas próprias escadas, onde estava um Z, a marca do Zorro, que marca o ladrão, ou pior

Estranha imagem anda dentro de mim em formação, conta-me de uma antiga maldição, uma maldição radioactiva de uma aparente queda em setenta e nove, um caixão de prata e um tinteiro também de prata, feito numa oficina de metalúrgico, uma bigorna, que +é atravessada em baixo, por uma lança metálica, que bifurca, como um tridente de dois picos, que abrem em v, ou como cornos, o ferreiro está escondido, a seu lado o homem, o césar, de cuja luz, veio a encomenda que foi forjada, a maldição radioactiva, high power, ou poker, das racks alemãs de sessenta, está marcado no ferro do casco do bolama, o que se afundou com uma festa com meninas a bordo, será o José, o oculto ferreiro?
O som, ao momento, confirma-me a muda pergunta, encaixava na expressão de Ella, como se desculpando em seu amor, como se ela sempre o soubesse, e estivesse obrigada a algum segredo, outra pomba passa, lá fora, e me mostra o topo da pirâmide sobre o centro, é ele o topo da pirâmide, aquela de onde caíram em dia recente no meio de uma conversa, pingos, uma pirâmide que agora ao momento, me leva até ao louvre, o segredo da pirâmide, o código de Deus, o livro e o filme, que vi no verão passado no jardim da estrela ao luar, o código da vinci, com a bela rapariga que em outra face ou na mesma evoluía como um sufi, na festa do s. Luís, no dia da dança.

José anes, o anel, o criminologista, cuja serpente que habita em sua alma profunda eu vi sair e a mim se desvelou, quando o cumprimentei e lhe disse, então, parece, que o Fernando Pessoa pertenceu à ordem de Telema? José anes, o que terá crédito em terrorismo religioso, quem melhor para montar uma falsa acusação e me tentar tramar?
Porquê, por receio que eu o pudesse vir a desmascarar, porque precisava seu grupo de um bode expiatório para seus negros actos, a cruz negra no ponto negro do holandês.

E continuou a leitura no espirito, assim, happy people are often at, diz o tigre amigo do poof, da ilha vermelha das ilhas cayman do campo do creme em lx das papoilas das vaquinhas viva, a dr de jeans, jkay, day, dos colares de cristal ciganos, super gás de lagos da marina do traço laranja deitado sobre o camelo chefe do hotel dos quadradinhos pretos e brancos, que escuta as setes em arestas múltiplas do ccão.


Há uma história constante em lagos, que se cruza com duas das mulheres com quem vivi e a quem amei, a primeira em 94/95 na rodagem dos factos de banho, mais uma ligação ao José anes, o Rodrigo cunha, que já não estava connosco nesse ponto da rodagem, dormiu a equipe em casa de meu pais em salema, a Cristina, desenfiou-se durante a manhã toda, disse-me que tinha ido a lagos, fazer não sei bem o quê, porque meu coração se recorda de ter sentido uma grande intranquilidade, a outra num verão mais recente, com a Teresa, com um papel que eu lhe vira com um numero de telefone de lagos, que não era dela, mas de sua mãe, assim me disse, mas a intranquilidade na conversa foi uma mesma, donde haverá ali um homem, um que tem tido presença constante nas diversa tramóias que me intentam ao longo de toda a minha vida.

Ah Amada, que o Amor É Luz e Se Junto Maior a Faz, desci eu agora a tomar um café, desta vez nas escadas estão dois os cães, cada um com uma coleira, uma verde e outra vermelha, as cores de Portugal, antes de descer metera a mão no bolso e apanhara duas moedas, uma de vinte e uma de cinco, olhei a de cinco, e me dei conta que é uma espada feita cruz, ou a espada na cruz, foi o sentido que ao descer se me afigurou, antes de manhã, ao receber o troco, uma de cinco também, vinha molhada das mãos de quem ma entregou fazia uma gota a ampliação, uma gota, ou uma gata que me dá gotas de agua a beber, e tiro agora outra do bolso para melhor te descrever o local onde a gota estava e reparo que lá está uma marca, um pequeno traço castanho, um pedacinho de tabaco, muito pequenino, está sobre a o terceiro traço que aponta uma estrela a contar de cima, isto é tendo as letras direitas, está a sul do ponto onde se encontram os dois meridianos que se juntam com os outros três em cima, o ponto do cruzamento entre três linhas, acompanha o pedacinho a curva que faz o meridiano, semi arco, superior para o lado esquerdo, é como uma vesica, cuja ponta à esquerda se junta a um pequeno circulo no mapa gravado, como se fosse o buraco de uma agulha. É estranho o mapa, pois não o reconheço, o pequeno circulo agora indicado, está por debaixo de uma linha como um cobra que serpenteia sobre um cruzamento de dois semi arcos, que estão acima dos primeiros descritos, parece zona de mar. Do swing do clube da marina, assim estava escrito num carro parado quando agora atravessei a rua, o Fernandes do vaso, acrescentou o dito do central L, ou do L central., tel. 916534, são os números que se lêem dos desvelados por não cobertos pelo meu maço, o S.G. lights, na face do topo do degrade de azuis, com filete branco, da chave, sai um arame, um anel, que laça seu topo, o anel de aço ao l do filete branco, alcatrão 8 da nicotina da divisão do todo, o carbono 9, a bola de bowling que foi apontada a estrela, o cinco, dos quinhentos que a moeda figura do primeiro euro, base espada cruz, do templo das seis colunas do duplo vaso ou das duplas asas, ou das duas vesicas abertas em v, tudo isto por cima do pano de linho da flor de três pétalas cujo caule faz um l, as três marcas da garra na madeira, que aparecem mais adiante nesta história.

E me tinha contado em seguimento das setas do cão, o seguinte, do vaso radiactivo de prata sobre rosa, shop one, hippo s do apolo setenta, do imi, das pedras do cardan da transmissão, que destaca o mourinho, que segundo o jornal, tinha enviado o cão para saint tropez, de lagos de olai as, da sociedade anónima dos ais, do primeiro e do segundo do metro, da cabeça que tem cabelo aos bicos com nós e que arranha, botil, Lisboa, Almada, a serpente X do homem C de La, o snoppy dog, criminalissimo, pedra coutim, vermelho e preto do amarelo risco das pedras do metro, os dois pontos vermelhos, as células da trave inclinada com faca em cunha sobre o monte alto de neve azul como o mar, por onde no céu passou um cobra grande vermelha e laranja, iuoi, 101 com ponto no interior do 0, serpente do duplo vaso, ouço música de gemidos de amor, j´taime, que penetra o ovo sobre África, donde saí uma cobra com língua vermelha que leva os cavalos amarelos a serem enrolados na coluna do templo do estetoscópio 808 das de prata sobre bege no vaso verde da Senhora, da ventoinha verde da coluna que suporta o tecto, das máquinas do arco thyssem, do champanhe caro, como o bilhete saiu da ranhura, a subir que até se voltou, os maias do vale do silêncio, donde os terá feito gritar, no tampo do poço das pedras do metro e levou a Senhor verde e caqui de olhos escuros a meter a mão no casaco, o Paulo, branco sobre azul, tapado o quadro laranja do empório da magoie, o primeiro do 8 do cg do mo da express do oe da ce da um do Cb. que pisa a cobra da maça da torre dos olivais, tunning clube extreme, ladram agora os cães, do Colombo toiro ao vaso do z, do play bach aqui em 76 que foi parar ao vaso do homem de 91 da criar, de linha criar do piquete do metro, do malão, malhão, malham , macho, machão, de 69 da prata e negra do jeans da vr Espanha, do 1º do lc B.V. de S.M. nat han roda, salsa jeans, 10 puma amarelo sobre verde que faz andar o barão do DD do X na maria, grelha focada da maria, onde a vida acontece, brasil de 93, o quinto do 11 do cão preto e branco da serpente do colar vermelho que apita três vezes, o príncipe rosa primeiro do rato disney, do saco do computador da flaming june, do primeiro homem do vaso em 84, o p de 84, o sexto do p em 84, free lander que fez marcha atrás e inversão de sentido, assim piaram os pequenos passarinhos do triângulo preto e cinza que se juntam em quadrado, com uma bela senhora de cabelo d´oiro a conduzir, uma lambreta passou , PS o elo, sobre o sinal do X vermelho sobre azul, pisadela, dos segredos da bonificação, dos dois pássaros no cimo dos rectângulos, uma borboleta castanha, chocou com a madeira das escadas e caiu no chão, do príncipe rosa F, da estrela, quatro traçinhos na grelha do décimo do C, primeiro toiro do vaso da maria, estrela do M.moniz, o onze do sexto do dia D, que apita como tiros, cujo apitos são tiros, dkny que limpa a mala, tira o pó da mala da zara, que pisa a pedra encostada ao poste de luz e da ginasta de pilatos.

Esponjas carnívoras nos mares do sul, o c da te, o do centro de trabalho 18, ais, ctend cidaris, c tem sida, angelina angelika tem sida, a mão da estrela torcida, paris h, a mulher metálica dos yonos, por detrás de Budapeste, unha negra, a escultura dela e do cão, a mesma onde vê sê as circunvalações do intestino do cão, rodeado de dentes de oiro, do telefone aberto na mão, a mão que é a garra do segundo bastão, nas estrutura perpendicular do prédio, o cabelo de putin são as nuvens que às vezes aparecem aqui no céu em Lisboa, que parecem meios cabelos, meias espinhas, e a igreja russa ortodoxa se fez reunificação, Nossa Senhora em Asas de Oiro Doiradas, Cordão Doirado Entrançado Sobre Verde e Vermelho e Cristo sobre Aros Doirados de Sua Mãe, assim a Rússia se Unifica e Revive, Que a Alegria Habite Inteira No Coração do Ser, passam pombas na minha janela e andorinhas, aqui em frente, ao isto escrever.

kA de Londres, há x no pato Donalds invertido do gás do auto motriz da sacavem RR., o que tem mala preta com risco vermelho, e que telefona, passou no instante, uma bela princesa do corto maltês, linda, do décimo dos homens do forte de ny, o seven up do bpi, o 1º das seis válvulas do 106 xr, financial times do C segundo do às do auto de benfica, da mão no bolso, da águia pirata amarela, leão do ba, do passado de amesterdam, do santo galo do auto da republica, o homem forte do brasil, preto de sapatos brancos dos prazeres de Sintra, que parte um gallo da arvore e faz também duas folhas, uma na valeta e outra no alcatrão, ré do auto in da rg 512 Pt, o 2º do rato, entre 89 e 92, o do gás, do portão e da coluna das setas para o céu, Neptuno do X na Z, da ré francesa de 93, a quem os cães muito neste momento ladram, a dos fios das comunicações dos reis, do homem que leva o menino laranja e azul pela mão, dos raios do vaso duplo da dor das pedras da calçada, verde, azul e vermelho, do canto das grades, que mete o carrinho do bebé na mala do carro do príncipe da dupla rosa Telma, ccachuxa da casa do combra, do oe do duplo canto, do golf do homem do ministério do trabalho checo, que faz cair muitas folhas, o terceiro invertido das rosas de dois bastões com bolas nas pontas que cruzados fazem o ar mexer, do poste de luz radioactiva dos olivais, o palito da serpente oliva, ... 3 Pombas em seu caminhar, do cinema, podes ser o primeiro da paz, a da escola de condução da damaia, dos calções molhados do moniz, da ponte das três cruzes do beijo invertido de 88, do PH do carro fx de SM, o nono do Cristo, que espanto o primeiro do sexto piu piu do travelling, grande índio quick silver das flores violetas do pimkie com.

Ah Amada, hoje é dia de espiga e os jardins aos olivais, cheias delas estão que eu às vezes fico a pensar se não se poderia mesmo fazer o pão, em tarde recente, estava gato negro e grande no meio delas, e ficamos os dois a olharmo-nos em fixidez, como os gatos nas vezes se olham, o vento dançava com as espigas que dançavam com o olhar do gata que dançava com o meu olhar e parecia que o gato preto, era mancha que se dissolvia, no movimento daquele bailar, abanei de repente a cabeça, como daquele quadro a me soltar.

e-mail edita le mmar, das edições livros missionários colombianos, eng. Miguel 9, rua da matola s 1800-270 Lisboa do invertido do aeroporto, dos aviões do piloto da caixa de amendoins da p3, depois mp3, do vinte do B do A, sonda dos pés à cabeça, primeiro... nos lápis partidos da carris que ocultavam, os seis cabos eléctricos que alimentavam a linha, 101 a 208, 101 e 102, da primeira estrela m399, a terceira Maria da dupla humanidade, cor de rosa do caracol preto. Seis furos na roda de Maria, i love rats, do da lã d´oiro, doze varetas de luz em três andares sobre a rosa dos ventos, em angulo entre elas dispostos, um deles pisca, da edição especial Cronos do tinteiro do corvo europeu, meu mo que mente do arieiro, no inquérito aos passes, sobre o carregado do arco das escadas, de economia, brasileira e romana, ítalo brasileiro, e matt das asas dos ramones de cabelo da branca chama ao meio, laranja e azul m 403, da saída politano napolitano, pelicano, que suporta os cabos da direcção contrária a que vou, da guitarra...da linha amarela sobre azul, g6p, o da zona óptica da viagem d barco mex disi, do cinto doirado da elis de agulhas grandes, dos animais da quinta, que dizem, nós também sentimos, sentimos, o ponto, em Bruxelas, frança, elia, uma nova amizade, concertos primaveris no PE ou mp, erro, do colar das pedras de cristal e das pérolas da serpente da terceira Maria, da ad dog, das pipocas do macaco que toca viola no baile das meninas, o homem Luís da serpente LHS dos losangos, das sandálias dos losangos, azul, cinza e laranja, de s. Sebastião, m379, do sabão real de limpeza, do estouro grande, que agora ouvi, da multiopticas das twin towers, fuji film do tubarão surfista do brasil da menina ruiva, amarela e castanha das duas palmeiras das colunas dos semi arcos, dos círculos verdes, brancos e azuis, do com descebtrado cheio de stress das telhas do dias 13 e das espinhas de peixe, ou dos peixes comidos, do gelo vermelho do pim, do casaco preto e branco listrado de Roma, do saco de gelo, saem pequenas margaridas, do diário desportivo 24 24 24, que telefona no telefone preto dos tacões altos de prata da senhora azul e amarela, do senhor grosso de praga da onda do pim, ao pim da onda, da as invertida do oiro sobre azul, o rino doirado sobre o vaso no redondo de prata vuk, que deita uma pomba ba valeta de mármore, gun do tio de ny, so , a tampa no vaso, o nó, que leva o leaozinho preso, Adolfo dominguês, da quinta das conchas de telheiras, da Ana às riscas brancas no preto, que olha os carris do metro em sevilha. Nas rosas castanhas, serpente sport style 25, do colchão enrolado, que enrola as ondas no surf do colchão, da free town university, pelo telefone das estrelas, do losango dos dois tubarões em ny, do vaso C da cítara universitária, de piercing nos lábios e boné clássico castanho, de unhas negras no varão do alumínio que faz saltar o paraquedas quando o pé arranha os veios do alumínio do chão, das chaves do che da boina preta, berardo, que controla as facturas cá ao pequeno, ontem na odisseia, a TV dizia, te amo, só eu?! Da republica do Barbosa do bocage, a Ana encandescente, a 10 sobrancelha do homem que pensando mete dois dedos no nariz, ou o segundo nariz que fareja pelo telefone o gato negro das setes léguas sobre o azul, e que tira bolachas da mala em picoas 0159033, da inversão da madalena no varão de alumínio do marques de pombal, do anel de oiro que pisa o chão no sentido de odivelas, errare humanum est, b do circulo b que espeta o T no vaso, a tampa no vaso, o Adolfo dominguez, o nó, que leva o leaozinho preso, do búu ao peito, da musica doce de açúcar.

A C serpente DAZ, caiu da Ua

Bpn, catarina, que bonita estais, a do pH e a ton, barbara, cobra juntas do carro da pedrada ikea, a primeira AA do A, segundo do quinto, rapariga do corte inglês, agora nos cartazes não é só sua face bonita, de verde em corpo quase inteira, com azinhas na sua mala de prata de mão. Alberto costa é o melro de prata da Senhora, a trajectória da serpente alemã debaixo da ponte do meio, assim fizeram o traçado, alguns dos carros da comitiva. As coreias reunificadas pelo comboio, que bom! Na passadeira, da India,... Carro b do gato sai do ventre da menina, em sombra ao fundo. A palma,... o nosso mais jovem cineasta, responde ao mistério da esfinge, terceira enunciação da pergunta em versão profana para crianças, a palma, a bengala liga, ao chão da passadeira vermelha, ao lado shu gi. A inteligência do suporte do homem do vaso que com mais de cem anos continua a filmar, miss daisy por cima ou por baixo, Diana, a bela kruger.

O cinco do zodíaco, no tampo do mesa, a boca do anel da serpente, com a língua de fora que aponta à gaivota, look into my eyes, das cinco balas contra a América.

Alberto Martins serpente Al. Do microfone incorporado na gravata verde do galo da mesa verde da redacção da AR.

As belas cientistas desvelam o mistério da divisão das células, do centroma que ao aparecer provoca cancro.

Wt. 5k

O primeiro da vareta do buzz de 95, o et da fabrica da varinha do negro perfume, que habita na lapa da sena de 84, da travessa das almas do Fernando, correia de lamego, do rato lx da ref. do desporto que dá, o 11 do smart bus, 11 do metro, da mina do auto de ibiza, José, dois lápis do bx especial à manete das mudanças, da Sx do laço de cacilhas da ad as de 94/98, do golfe da casa da Ana, o ponto da serpente do U, vaso da vingança de seth, nas asas do che, vc suzuki do clube 1000, mp, px, to pb suzuki alto da alameda, dj de cascais do alto mar, do acacio A, júnior de sacavem, do cabaz mágico da teté, va us, diagnóstico da clinica da estrela das pedras, o homem alemão que diz, compro, logo existo, ariel.

O Seth, apareceu-me hoje em espirito, ser, quem vive no prédio branco, novo e alto com a baliza no telhado entre duas varas grandes em campo de ourique.

IP do auto combate da dv da casa de campo do campo, sick of It all dos iglos das espinhas de peixe e do dar pão aos pombos, com a rapariga do si fr. de vermelho, que um dia me copiou a agenda de telefones, da senhora de ibiza, das tochas das palmeiras, que faz reportagem A.V. juntos do músicos índios de crânio rapado, com uma só trança, dos CDs que vem com o jornal, v i betão, e eu hoje também vi, uma pompe a beton, ao pé dos ritalinos, toda verde a trabalhar, com uma cabeça em esfera e com uma grande extensão a vazar betão na construção da bela morais com as linhas das bandeiras dos santos populares entre os lados da rua, a fazerem serra ao fundo, um triplo de betão rachado em asseiceira, tomar, do canal história da net com à estrela, jardim, id. Discover da lexivia do land rover de boliqueime, renault master do comboio parado com quatro piscas a piscar, da palmeira branca às riscas brancas sobre negro do Bo de malmequer da honda do Cb. do f muri king e conde de segur da rata egídio, que agora por mim passa, aqui em frente à escola S. João de Deus, e sendo a primeira vez que ao vivo a vejo, lhe tenho a dizer, que é muito bela assim a passar ao perto, uma criança com uma baleia, atira-a à cabeça de outra, e ao gradeamento chega por dentro, a Ana carolina e o Francisco e pelas grades me pergunta, para que é que estás a escrever? Para não me esquecer do que vou pensando do que vou vendo, do polo NE dos triângulos verdes debruados a amarelo sobre triângulo preto, cujos bicos se tocam e fazem a pressão no ponto do vaso do anjo do céu das galerias Míriam, do Buda e Nossa Senhora, que leva o bebé ao colo e encosta a sua cabeça à dele, docemente, meigamente, anarquista da virtual reality, a menina de vermelho, a tu Ana, a encandescente da esfera tridente, do hot play do crocodilo, feitos a mão como os belos tapetes orientais que estão na montra, da UA de 96, conta connosco no forte álamo, parque da soraya, dos quadrados d´oiro sobre verde, das viagens abreu, B.V. do pio monte que clarifica com lexivia a arte contemporânea dos cabeleireiros dos homens SLB, ofragvov do PC hi fi da soraya PS, não sou daqui, está bem, garagem privada para clientes do PE dos muitos selos no envelope grande das muletas no dia Z, diz a coelhinho, eu sou toda natural, olha eu a comer uma cenoura, respondo eu, papiro Pt quick silver da dub and s kA party, do touro amarelo do 112 sem sirene a tocar, do bus camisa d´oiro, do mne do king sick, i just do what i do, óculos 66 do Dulce e garbana, que deita nozes no lixo, da serpente full power da onda vermelha, stoned, das duas girls da cadeia dos pássaros dos últimos dias, da liquidação total da fábrica real do decénio na India, dos livros do pepe jeans de Londres, caiu a tampa da serpente das portas do metro, da puma do caminho de Santiago, o, 9 que kapa as notas e escreve certidões dos det.. do café do fogo, o puma 8 do ox dos soldadinhos de chumbo, do lourinho das almas, o sandro do social arieiro dos picos de Londres, ao autocarro, da menina que se senta ao meu lado no Saldanha, do centro X ao Co do B, a base doidia X em sagres, aqui à cidade universitária, do homem do horror h do leite dos soldadinhos de chumbo, alfinete de dama nos olhos do sapo que pende do pf, pj do cais de sodré, do pais da tempestade m379 das cores invertidas, do 14 do dep hall das bandeiras dos desesperados assassinos.

Ah Amada, que ontem o dia foi feito verão, nasceu na concha da minha mão que a tua embala, carinhos quentes do Ser para aquecer o Coração.

O avião que caiu, vê-se os vidros com estrutura semelhante ao do furacão na serpente maior do templo em Espanha, axe, juntas no céu, e assim parece ser, disse o perfume do rapaz da bota, dos misfits do saco de oiro dos armazéns académicos toshiba, mico, shopping da serpente o L do AA da rapariga que hoje desvela a face inteira, que segura e explora à volta do mundo, do toy ua us, de vintage a barbara, que o bond levou a cannes e que eu uma vez encontrei, não essa, mas outra semelhante.

Despertou em mim a memória do encontro com a barbara ao ver estas imagens de cannes, de ele me ter contado que fez de tudo um pouco em sua vida, que tinha vivido em ibiza, de como ela era desenrascada, passa-mos na residencial americana e ela contou-me com orgulho, que tinha convencido o rapaz que lá trabalhava a deixá-la tomar banho e guardar suas malas, tinha na aparência pouco dinheiro, mas tinha um visa gold com ela, convidou-nos a mim e a Teresa a jantar uma noite num italiano do bairro alto,

Loss loss jeans, as calças da cc, do sistema de limpeza com espátula de raspar e álcool as válvulas de segurança, sim, compro o que som, tube works, ou you tube, canal zero, works, e a asa do pé de Hermes, fdl, dos transportes do António dos leitões, republica Av. sp, raio maior ao sexto da direcção financeira de 64 / 89, do tc do ur da ab do primeiro ao sete do 13 do che da mizé, rota do sulk, do sete do li da multiopticas, do cão amigo que fareja as pedras, o A do tribunal da relação que alça a perna e fez chichi no apu, dos seguros da leoa alvarez que me dá com a porta do elevador nos ombros, o do bpa millenium, é o da radiação de 79 que me levou a cair, da conjura do poker, da caneta e tinteiro de prata que o césar ordenou e que foi forjado no forno de Andorra e b6 do bolama, nas aguas do barco bolama na administração da eira do rebelo, da visão e do cheiro do beija flor que mostra a cruz e arvore que levou a que me pusessem correntes no Buçaco, a seta vermelha do quadrado dos quatro triângulos de fogo.

A baleia do nuclear, e o Joaquim do delta de Aveiro e duas pistolas, bomba na india, o leão de Londres

No banco do metro gravado estava, o vaso da cruz do Pm, x PP, do vaso invertido, x sobre Maria K seta contra CAH= y jungle

Ex. Do General eléctrico, muletas 2004, teatro completo do bastão duplo da serpente, a lâmina negra com ponta d´oiro da fnac, serpente homem carimbo, azul, o BB da fnac porto, o que tapou o vaso na casa do douro, o cah, que é o homem ká, british americano tabaco do brasil, o do anel de ouro e de pérolas da alameda, ericeira, prof x pack AP, do cinto radioactivo dos quadrados de prata sobre negro da masmorra p e v da senhora sheisedo, da trança do cabelo do guerreiro 27 de HM, AD, da pedra do tabaco americano br, da passa, guerreiro 27, up town, do circulo do pentagrama branco e azul sobre preto, left go ahead, ao arieiro m403, o que telefonou ao arieiro, wolf near a minha porta, da seta do sinal de alarme, do pessoa Fernando azul, o verão está a chegar, que lê o caderno preto terceiro do novo chico, que faz calcar o tacão da agulha da senhora preto e azul, do cabelo de contas, com correspondência com a linha amarela, das flores nos pés, que vê a menina a andar à volta do varão, da betty boop, puma da coxa da betty boop, do jornal de negócios do laboratório da rainha amarela sobre azul, o grande da CAM, do speed do saco de pedras por telefone, com destino ao rato 353, da serpente da one do Paulo, energia para ganhar, da comissão da un universitária, desporto tiu, da mão no bolso da AB do vaso No ad da um dos livros de Coimbra, o príncipe da rosa da esquerda, e nacional do campo, o camelo en C de cabo verde, tipo corto maltese so si da serpente do Rá do desporto do rego no campo pequeno, da carapuça branca do 70 e do boné em chamas do toiro, da manivela do quadrado da porta azul e verde, da serpente da ama dos girassóis do átrio norte, que toca bateria, AB da coluna do vo as da rota 353, dj do si do Mc que trás a menina de negro pela trela da coleira militar, a Vanessa, e que pôs a ruiva no bolso no desporto da linha azul à Kanzana, na seta que sai da palma, nas duas pétalas irmanadas que olham o céu, mastigam pastilhas e fazem bolinhos de erva na estação terminal do rato, loja das meias no seio do labirinto, é o J, invertido do elevador número um do acesso à casa das máquinas Co. C espanhol, canal especial, que corte e preenche a junção das ameias, das vesicas, da gaivota do M do vaso da palmeira da mia técnico do acp da luz vermelha da misa, o Francisco meu do dia do homem em 84, que bateu a porta aos gritos do pássaro do carro do franco, do reel time do brasil motors, gritos das ameias do X one rato play, 182, do talho favorito do sol ao rato.

A serpente RA de Aveiro, o homem duplo vaso do homem da realidade virtual, a casa da moeda, Aveiro, a máquina fotográfica ny q ua ba, n56 vibração.

As pedras do blog de hoje, da pj do porto, da banda punk da pj porto, pelas frases de ontem, llansol ganhou o prémio com o livro, o amigo e a amiga, flores invertidas do gancho preto do galo, há lodo no cais, caso de corrupção nas docas.
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