terça-feira, julho 31, 2007

rosto de email hoje enviado ao presidente, ao primeiro ministro, ao parlamento

Exmos Senhores, se ainda o sois

há dois anos que me roubaram o filho e o sujeitam a tortura com cumplicades várias no sistema judicial e do estado que indiciam forte provavel cumplicidade e corrupção

queixas apresentadas na justiça, foram misteriosamente arquivadas sem qualquer explicação

exigo de vós se ainda vós sois, o respeito pela minha dignidade humana como cidadão de portugal, o respeito pelas leis, e a reposição imediata da justiça, para mais informações, caso não saibam do que se trata,se tal fosse possivel e tudo isto e cada um ilustres desconhecidos cidadãos, façam favor de consultar

www.ourosobreazul.blogspot.com e lá procurar os negros actos da negra vilanagem, tem muito para ler

assim formalmente comunicado, não haverá mais faz de conta possivel

aguardo com urgência vossa resposta


paulo forte
oh cobrinhas manhosas cheias de negro e pesado sangue frio da lagide da pedra tumular que sobre vós irá bem cedo aportar, não existe para aí um tal de plano das tecnologias que não remendam a ausência do sangue em vossos secos corações, assim vão eles sem mais bater, nem homens mais sois, não existe rede que oculte o vosso negro sangue de todas as cobardias e de todas as hipocrisias, vós que não tendes nem coluna, que vós caia uma espinha ou então que ela se atravesse am vossas gargantilhas dos falsos diamantes de todas as mortes e iniquidades que fazeis na terra florir,

porventura sabeis o que são onze dias, asssim tão bem trabalheis ou serei eu tão ingénuo para assim pensar,que vossa ausência, se deve a curta vista e masoquista forma de não bem trabalhar, produzi vilanagem, produzi, levantai-vos cedo e cedo vos ergueis, na tomba horizontal onde bem cedo ficareis, que o trabalho liberta e coisa e tal, como bem sabeis, na podridão das vossas vilezas

senhor primeiro ministro clonado de outro que escrevendo vos dita o que bem roubais em vossa mascara afivelada, tão grande é lata que numa lata todos ireis ficar, como sardinhas em conserva com espinhas, inteiras, sois ainda homens senhores, se é que alguma vez o fostes?

existirá porventura liberdade quando a justiça não funciona, Oh retórica da banha da cobra, que nem isto pareceis mais saber, contra justos argumentos não há factos que perdurem, só acidentes e maldades a florir, como poderia ser em distinto modo, se trazeis as fundações tortas de acordo com as vossas corrupções?

senhor presidente, senhor trovador dos gritos aflitos e ciclicos da alma torta, senhores deputados a banhos em locais exoticos, que os peixes espadas vos engulam no alto mar, a todos sem excepção

porque razão ainda não me respondeu o diap passado onze dias de lhes ter enviado um mail?

existeis? estais certos que sim?, tambem eu que não

qual de vós cobre quem neste jogo da profunda iniquidade de raptores e torcionários dos filhos?

aló, está aí algum de vós, cobras manhosas e perversas, que o ceu vos tombe nas cabecinhas e esperai que eu acabe estas letras, e que vos ponha nelas umas perguntinhas sobre facas em searas de crianças e de mortes de foice grande matadas


sabeis vós o que é dignidade de um homem?

se o fossem e ou se a soubessem, demitiriam-se hoje mesmo de todos de vossos cargos publicos e acrescentariam à laia de contrição, nunca mais tomaremos nenhum

ah amada, em dia recente abri caixotes antigos, e encontrei cartas do passado para o presente, tão certo é a ciência do não tempo e do cá se faz cá se paga, como poderia ser distinto se tudo é um mesmo, o cá e o lá, qualquer que eles sejam

e encontrei duas facas antigas africanas e peguei numa pedra de amolar em forma de vesica e as começei a afiar, todos os dias as afiarei mais um bocadinho, é uma forma de me entreter na paragens da escrita que meus dedos estão como que enjoados de tanto escrever

vos não existis, sois indignos e o vosso país é de brincar e depois se vão queixar coitadinhos, que outros não cumprem as leis e que tal e blá e blé e blá não pode ser?

que moralidade vos assiste?

porque insistis em não fazer cumprir a lei, respeitando os direitos que por elas me assistem?

para a ter, é necessário ter primeiro coração, depois cabeça, e uma coluna vertebral que liga os dois e vós abandonais os escuteiros e depois tem eles nas vezes acidentes, não é? ou mesmo não sabeis somar o que o espelho vos devolve?

olho a volta e só vejo aldrabice e aldrabões, aldrabões rima com outra palavra, que não é pões nem pois

o gato maior do mp kapa do us, o rato dos libers o do nono grau do circulo do quadrado que faz as cruzes, a gaat kapa do principe do gato da serpente homem serpenet dos grandes angulos, onde se estampam fazendo outros estampar

segunda-feira, julho 30, 2007

Ah Amada, aqui no mar da palha, a ponte ao fundo
o rio pasmado quieto se aquieta
é noite de lua cheia
grande e redonda como Tu
como o amor em que Te trago
redonda em meu peito és

uma imensa paz se evola no ar da doce noite
as gentes passam e pausam no uno lugar
os reflexos são prata de teus cabelos

Ah Amada quem me dera Ter-te eu Aqui
em meu mar
e muito Te Abraçar

bela a lua que és Tu
bela a Luz
bela a Paz de Todo o Mar

o mundo esse ao fundo,dizem os peixes em seu passar, que vive irregular na sua regularidade, nascimentos e mortes,amor e desamor, meu peito sem o ritmo preciso de teu beijar, nem mais sabe se bate certo ou não, se bate mesmo ou quieto está, no ceu e na terra, só mesmo o beijar, que mais poderia eu fazer, se te amo assim e tu me chegas em pássaro e em lobo no meio do jardim e da floresta nocturnas e nos piares da garças pela noite fora


ah amada sê doce peixinha em meu mar, a meu cais vem aportar, assim to peço, amada minha, cansado em doce vaga estou à tua ausência ao perto pertinho e meu coração todo por ti anseia

ah amada que o hoje o dia nasceu quente como o mais quente dos dias e mesmo antes do amanhecer, meu coração ardia de amor a Ti, por Ti e as letras escorriam de meus dedos sobre o teclado, como piano as notas, melhor seria se tivesse tua pele ao perto, meu beijar, as letras de amor, amada, se estendem e se estendem como o infinito amor em que te trago, ah amada minha sereia, porque te esqueçes de mim, o que te agita teu peito que te leva ao alto mar

ah amada, na praia sempre te espero e espererai pelo tempo que te for preciso, faço meus amigos os peixes e o mar, as estrelas no ceu ao redondo alvo lunar, e com paciência de artesão remendo minhas rendas da rede aberta a todo o mar, olho a conchinha na beira mar, lhe pergunto novas de minha amada, e ela me diz, tem fé que ela vai chegar e todo eu tremo, doce tremura por dentro de mim, que te anuncia, como um presságio e sempre esta infinita, perturbadora, tão doce perturbação, de te sentir sempre ao perto de mim, habitas meu coração, sem porta trago em mim pressa sem pressa, presso mesmo só de muito te beijar e molhar os pés a beira mar, sabes amada, passei hoje por minha casa, escrevera antes na alva madrugada, e depois o dia nasceu em tom quente de laranja avermelhado em ceu azul clarinho e se pôs o céu pelo calor como esbranquiçado, o astro rei esperando sua rainha como que se ocultou pela neblina, e quando cheguei à minha casa abri o livro, primeiro me saiu a imagem do farol de saturno e depois, o encoberto, ah amada é mágica a vida e o amor, amor pura magia e assim nele me embalo enquanto não aportas teus braços em meu colo

ah amada que bom será ver nascer o dia contigo em corpo a meu lado, na areia da praia as asas dos pés a chapinhar, ah amada e sorrir-Te muito e fazer-Te feliz e ser feliz a brincar muito e amar-Te muito, muito e muito sem pausa e sem parar

como a escrita da letras que trago em meu peito, creio que já não muito faltará, mas quando se começa nunca se sabe ao cero onde se termina sem terminar, mas não te preocupes, não, amada minha, que eu gosto de terminar o que começo, sempre fui assim, a unica coisa que não tem fim, é o amor, meu amor a Ti e

os mistérios, pequenos e grandes milagres e as desvelações sempre a acontecer em meu passar

domingo, julho 22, 2007

ah bela gatinha dos olhos negros grandes e doces, abri hoje o jornal e me dei conta que de novo aqui estais, que bom são os ouvidos das gentes deste país que rapidamente descobrem o belo e a ele se habituam, e o querem sempre mais,

ah bela gatinha menina filha de uma bela cítara do espirito do amor,de voz doce, gaiata feliz e ronronante, que as belas palmeiras do jardim se inclinem a seu estar e dançem embaladas em seus belos trinados, assim lhe deseja a si, o amor

parece que o fecharam por momento o jardim, que pena em mim, que nem escudos, nem pennys nem dinares trago em meus bolsos, mas ouço-a cantar sempre em meu coração, em continuo zoom, das partes dentro das partes do todo,ou do todo nas partes, que um está no outro e o outro no outro quanto outro é um outro, por todo o infinito e mais além em todos os multiplos nomes do amor

e recordei ao olhá-la enconstada na ombreira de um portal, de ter ouvido a seu pai, nos concertos do passeio, não sei em que ano, se no anterior ou antes, recordo que estava parado frente á estação de roma entre o hotel lucrécia e o teatro maria matos e estava no carro verde de minha mãe e em meu coração, ia naquele fim de tarde um vazio grande e depois liguei o rádio e ouvi a citára de seu pai e assim me deixei ficar e de novo no fim estava contente de contentado, pois navegara naqueles belos improvisos e gosto muito daqueles concertos onde a musica sagrada se mistura táo bem com o profano da vida, onde as gentes estão descontraidas e se exala no ar a alegria dos dias comuns

bem haja gatinha, quem sabe torno eu hoje a ver sua cara de lua redondinha no luar ao passar, se assim for prometo-lhe que desta vez a paro um instante se for essa sua vontade, que as gatas andam por onde querem com quem querem, que seja sempre como elas feliz

é só um beijinho que aqui lhe vim deixar, a beleza assim me inspira e depois nascem beijinhos, eu por aqui a seu lado no perto pertinho longe ao perto, oiço sempre sons de amor que dialogam com meu pensamento, são de minha amada e do amor

sexta-feira, julho 20, 2007

Ah Minha Amada, parabens mil e mil parabens

ontem ouvi no espirito o dizer, vamos tomar uma bebida no terraço, só não percebi, onde era o dito, mas assim é o espirito nas vezes nos lugares rarefeitos, e meu Amor a Ti, só raro feito de efeito raro de amor em amor amando-Te

ainda me faltam umas páginas, poucas espero, do texto maior e mais meio cadernoque entretanto pela Luz do Amor se foi enchendo de letras para Ti

te darei noticias em breve

Ainda aqui estás?


w do ka português do bi vaso do circulo f , homem do w, oz da me do homem principe

muitas são as noticias no entretanto, algumas confirmações da própria vida como sempre ela o faz , desenvovimentos do acidente do tam com conexão a um rebentamento no algarve, conde um guarda da guarda nacional republicana morreu e outros dois ficaram feridos, bem como muitas outras noticias que precisam de ser traduzidas, por assim escrever


o primeiro ministro de portugal, acabou de mentir, no parlamento, donde é mentiroso, e vai-lhe crescer o nariz como um pinóquio, e depois vai cair ao chão pelo peso do seu nariz e da emntira que expirou, pois ouviram meus ouvidos de seus lábios, que não existia mais em portugal o tempo em que as pessoas eram perseguidas ou seus direitos negados por ideologia ou razão de ver, de ser e de pensar e o que se passa comigo, relativo à defesa de meus direitos e de meus filhos, faz e é prova cabal do contrário

o silêncio dele bem como das outras entidades continua completo, e portanto o acuso aqui de cumplicidade no rapto de um menino e de cumplice em actos de tortura sobre ele

continuai no silêncio, filhos da babilónia, que vos direi quando acabar a escrita que trago em mãos!!!!

do quadrado do ns x na primeira manhã do quadrado europeu, e, da maria, o homem principe dato do vaso do semi circulo
Senhora muito amada, há já longos dias e luas que me acompanha a sua expressão, onde lhe vi morar o que me pareceu ser uma imensa tristeza, e por isso antes de mais lhe beijo as suas mãos e sua face

nasceu ela pelo que ouvi contar na décima primeira hora num quarto que não o seu, acompanhada de uma caneta e de um vaso cheio de borbulhinhas e me recordo de si sem em exacto me recordar, talvez tenha sido num comboio, ou não, um aqui , o seu num outro lugar do mesmo lugar e um trajecto nesse tempo próximo de similar gestação, o da senhora da história de um rapaz, fruto do ventre de toda a sua vida, eu por razão similar, de um rapaz na sua familia , um rapaz igual e distinto que voa e que tem estranhos, aos olhares de outros, poderes,

quando a vi depois da décima primeria hora, e saber do sabor de suas lágrimas, que retine em meu coração, um desejo, half a penny for your´s thougth e como não tenho um penny nem metade dele, só posso mesmo para as runas olhar e me por a ler o que elas tem para me contar

não se preocupe senhora, que ambos sabemos que elas mudaram em noite recente, apontaram norte, assim aqui tambem as vi

e portanto lhe direi, bela senhora amada, esteja feliz e contente que tudo irá correr pelo melhor

desejo-lhe do fundo do coração os maiores sucessos que sei que assim será, pois seu nome rima com bowling e eu olho a pista ao fundo e vejo os mecos todos deitados no chão, um lançe de mestra

com meu Amor



quadrado z da cp. maria kapa, o homem z da tap
este é o rosto do email ao diap, cujo endereço não deixa por si só de ser muito curioso, diz ele o correio da maria da net de lisboa, a di do ap maria joão portuguesa

Exma Senhora Ermelinda Gomes,

V. ref 406/07.4sdlsb

em resposta ao v. oficio cabe-me informar,

era uma vez um rato do circulo tic
pensava-se serpente mas nem bem o era
erá só um rato gordinho bem alimentado nas dispensas alheias
um rato de trela de uma serpente
assim ia as coisas no reino das bolachas podres
um dia ficou muito doentinho
depois de ir ao campo
e morreu na praia à beira mar
consta que nunca mais fez mal a ninguém

e se fechou a mala do tic, pum, pum, pum, catrapum
fora uma vez

uma carta tem pricipio, meio e fim e entretantos

contudo se quiser começar a lê-la donde poderá parecer mais lhe importar, o faça a parir do paragrafo 16.

tudo o que nesta carta consta é complementar à queixa apresentada e misteriosamente arquivada por rosto anónimo da injustiça portuguesa sem explicação minima das razões que levou a tal procedimento, esta é o trave primeira do conteudo desta missiva, pedir a informação e o rosto de quem assim pela sombra e a mando das sombras ordenou.

paulo forte

primeiro vaso duplo da serpente RR do X tilt Ró , do background do w do bo , homem w do ia ao y aa do homem da vingança , o io a vaso maior



o decimo quinze x no vaso dos angulos dos furacões no dia a mim, dp
Boa Noite Minha Amada, espero que estejas bem e feliz, embora mais o tivesses, certamente a meu lado, à Amada e aos Amantes Tudo É permitido, Assim É a Lei do Amor Que Tem Sempre Espaço Para Tudo e Para Todos Desde Que alguns Não Se Comportem Como Cobras Venenosas A Morder os Parceiros

ouvi eu no espirito de Ti, estranho dizer, tão estranho que me pergunto mesmo se foras tu a falar, ou alguém por Ti a passar, pois assim dizia, como queres casar comigo se não sabes se sou boa na cama, foi assim que chegou a meus olhos e meus ouvidos internos, assim por dizer, um pouco vernaculo, mas como bem lembrava o coronel kurt no apocalipse que espero que não seja now, ditava ele para o seu gravador, que terra é esta que faz guerra pornográficas e não deixa os seus jovens guerreiros escrever a palavra fuck nos aviões por considerar imoral, ilustração de dois pesos e várias medidas, esquizofrenia resultante nna coisa e tal e tal na coisa e as feridas do mundo se abrem, o sangue corre por onde não deve, bum, bum, e catrabum, mortes doenças, furacões e tremores vários e o homem da carroça da foiçe larga todo contente a correr pelos campos a ceifar

museu nacional de arte antiga, c do rato do circulo da ne, o kapa do ur dos furacões do Kurt, Kapa do ur dos furacões do apocalipse, das fucks porno, dos bums e katrabuns em cabul, do vaso do MC


Ah Amada, poderia por-te eu a pergunta ao contrário e envia-la no avião invisivel do amor de novo para Ti, mas seria obviamente presunção minha, de que comigo queres casar, embora assim o queira em meu coração, não cometeria eu a ousadia de ser contigo presunçoso, pois te diria, e tu, amada, como casas comigo sem mesmo saber se sou bom na cama e talvez seja este medo que te leva a por a pergunta, porque se assim não o fosse, perguntarias, talvez, e tu és bom na cama? coisa que só se pode saber nela, seja ela onde for, ou não será assim, bem em verdade não é, sabes porquê?

co da mé da ria, serpente do vaso do circulo da boa cama , do pr da sé da un, fs, ss, rat do po do Z

porque te trago em amor em meu peito e em meu peito habita a alma e o espirito do amor que te trás em amor, e a cama é só uma extensão desse mesmo amor, onde se encontram os corpos, e depois amada amando-te como te amo, e se assim o é, será tambem semelhante o amor em que me trazes, como é que o encontro em corpo, o deleite profundo da dávida da luz de Deus em assim nos ter criado a sua imagem e semelhança, para melhor nos poder-mos deleitar, poderia ser distinto do que é o nosso amor?

E sendo nosso amor acto de inteligencia, profundo e etereo, lento suave meigo e forte como não poderá ele ser bom e magnifico mutamente deleitante para ambos que somos por Ele Um mesmo?

e teremos sempre o tempo que decidirmos mutuamente nos darmos, que eu espero muito e muito e muito e friso o muito, pois é em verdade a melhor seiva do bom viver e porque trago um desejo de Ti imenso e porque desejo sempre imenso e porque tenho mãos e lingua e o dedo vinte e um, sempre muito irrequietos e gosto muito de tocar em ti piano, ou o instrumento que for e que te agradar, no amor, à praia aportar, ser onda a voar e mergulhar, mergulhar muito e muito e friso o muito, e acrescento-lhe todos os doces e doce voar

por aqui na quinta os pequenos animais cegos, ou pior, pervertidos, vão como de costume levianos, e leviano mesmo, só deverão ser os beijos que eu te dou, leviano de leve, ou leve de leviano, entenda-se, antes que as mentes mais obscuras começam a acelarar seu descarrilar

a la do ra do ar, do circulo do vaso do principe às do quadrado europeu

O chefe dos escuteiros mirins dos amados rotários, comentador de sermão dominical, veio falar do livro do janeca, e se fez bem em dele falar, fê-lo mal na forma de seu abordar e como o meu tempo para a escrita que ainda tenho que fazer pouco é, agravado, por almas tortas que me roubam textos, antes de isto mais explanar, tenho que fazer um prefácio, tipo endereço desta carta, ao DIAP, sendo que no fim de a escrever, a enviarei por email, com nota aqui, neste ponto da missiva, que dirá assim em forma redundante, se quiserem fazer o obséquio, saltarão os primeiros periodos desta carta de amor, que está em forma aberta como são todas as cartas de amor e o próprio amor, cujos, não confundir com corujas, periodos primeiros, são endereçados à Minha Amada que É a primeira em meu coração e não vos espantais por Ela ser a primeira que meu coração é muito grande e comprido, redondo e infinito e portanto cabem lá voces todos tambem.

ao diap direi contudo como digo sempre a todos que nada se deve saltar, sobre o que existe, pois assim se comprende melhor o fio à meada das coisas, se é que compreendem alguma coisa, se é que compreenderam alguma coisa da queixa que vos apresentei, a atentar, na não resposta, mas como não sou eu, ingenuo nem tolo e provavelmente possuo um qi mais elevado que muitos de voces juntos, não penso que tenha sido por falta de inteligência, ou de compreensão que responderam na não resposta, o que é inaceitável, por diversos motivos que passo a explanar

este mail é dirigido à senhora que tem o belo nome de Ermelinda Gomes e que diz ser, A Técnica de Justiça, tracinho, Adjunta, e aproveito para lhe perguntar, que justiça adjunta é esta da qual é técnica, e eventualmente má, dou-lhe ainda o beneficio pela segunda leitura do seu conteudo, porque nem preencheu bem e em forma completa o formulário que me enviou, e se por acaso se deverá ou não subentender, no adjunto depois de justiça, se não estaremos já nas margens da injustiça adjunta à justiça, porque ao lado da justiça, costuma morar a injustiça, sua irmã, e a prima indiferença e a tia mais feia que vem da familia da corrupção e é casada com a cobardia e que por vezes deriva do avó cego, o que não é aqui decididamente o caso.

e reparai bem senhora do ermo lindo, que uma ou mais cartas existem dentro desta, assim sempre é a escrita feita com o coração aprumado em queoutras letras e frases se desvelam nos aparentes espaços em branco, pois como poderiam existir espaços em branco sem nada lá dentro? a quantica do universo assim nos explica, não é? ou será demais para a grande compreensão, melhor dizer, pequena

e vaso das muitas mentiras do al que mente, a serpente do ben, rato do ermo lindo do gomes, a bb do lido, do cimena, a do rei, a má, a ema mena, às ss de sua majestade

Senhora Ermelinda, do Ermo Lindo do Gomes, a sua carta de amor que me enviou assim diz,

nuipc 406/07.4SDLSB, nu , o ip do c, 406.07.4

data 27/06/2007
crime: não especificado

depois tem umas caixinhas tipo resposta multipla nas seguintes condições

denunciado, queixoso, arguido, denunciante, assistente , parte civil
e depois o texto assim diz, assunto: comunicação de arquivamento do inquérito

comunica-se a Vª Ex.ª. , ( na qualidade acima indicada com "X" ), que no inquérito supra mencionado, foi por despacho da Digna Magistrada do Ministério Público , datado de 25-06-2007, foi ordenado o Arquivamento do mesmo.

A serpente do dia do angulo à aguia , dos quatro traços na parte superior do vaso

A cia X do inquérito, a maria, a A espanhla do pan, do homem do circulo A, da primeira manhã, o vaso a da esquerda, da ex do triangulo AA, a Di gato n ao A do Magistério Mágico do Mistério público,o co, deve ser a da qualidade de pôr X garndes, gas do circulo do ar no dia de espanah, o homem da ana espanhol e san do homem do circulo primeiro, do X do grande Fá, do dia forte ao A


no caso particular do estatuto processual de Vª .Ex.ª. ser, o de Arguido, informa-se que a partir da data de arquivamento, deixa de assumir tal qualidade neste processo, e cessam todas as medidas de coação que lhe forma impostas.

em qualquer dos casos, na hipotese de pretender cópia do despacho de arquivamento, poderá dirigir-se a estes serviços presencialmente ou solicitá-lo por qualquer outra via expressa ( fax, correio, telefone)

o do vaso A , o ex do AA é o arguido, haja luz!

A Tecnica de Justiça-Adjunta,

ou, a te do c da nica a da serpente jiboia do vaso aa, da junta ad do circulo de di, a da se

Assinatura ilegivel por baixo, que parece ser uma serpente com um sinal de certo a azul, donde, deduzo que o ip que consta da combinação dos algarismos aqui nesta carta mencionados, correspondem ao da serpente branca e azul, a do casal ribeiro, que é a rua onde mora o diap, portanto deve ser a serpente do diap, ou melhor, uma delas, pois lá moram muitas

trás ainda outro pequeno pormenor, a folha da carta, um unico traço fino a lápis que atravessa em curva a primeira dobra da folha, donde acrescenta à leitura que é a serpente da primeira dobra e está ele no horizonte da palavra crime, portanto a serpente que fez o crime, a me do Rá dos computadores acer, do ac, da corrente da serpente que se senta em cima do rato, da assembleia do rá do rio, o do porto

acrescenta agora o algortimo dzbfff, ou seja, do dia do z ao b pedro e inês, do quadrado do is do vaso do óó, no dia da dupla dor da ap do pó do rato. qisudw,

a relações públicas da net, do pr sa da té

No envelope, escrito a caneta azul, por debaixo do telefone, o quinto bico da mascara do diabo no traço ao circulo primeiro, fo da serpente homem do serpente do z ao F, fo sh sx f, do cio do carro do lo do pr do circulo do ce, serpente dupla do circulo, do rá dos furacões em espanha do arco de quivado dio circulo, ou do quadrado do ui vaso do di o do a, neme, ou ne mé da ad que mente, da lei da arte ap, do aparte da jiboia da di da cia, pá is da manhã escondida, a manhã do nevoeiro e rá da di do tao da ob arte, do quadrado da ue da maria dos furacões, da empresa publica da téresa do circulo do rato da ex is que se senta no tarado sexual pagan, pagão, mos ordenado do circulo do ás do sistema operativo do pó ss do cofre forte, ap ro cima, do ali da babá dos ladrões de ram, ou do carneiro, do homem b bi, da grande penetração ao leo do rato pardo, a serpente do ra parente, o deamon do rá dos furacões, dos demonios tarados da di da gan do vaso es lar, a par do tico do kapa do lar, do ponto da seta ao AA, da pá ss ao circulo A, da minha AD do dia do os em quadra ao reo b da ne e ce ss, ari, da ria, do ciculo do rata má, da serpente tt do rá dos furacões, da galina do homem serpente, do circulo do sej da ar da estrela quinta do gancho, às ss

Senhora técnica Ermelinda, seja linda por favor, e tenha a gentileza de me responder, pois se esqueceu de colocar a cruzinha no respectivo quadrado, e muito lhe agradeço que contra mim, na pseuda qualidade de arguido, nenhum processo, corra, por estar arquivado, o que é reforçado pela forte convicção de que se não existe, não pode ser mesmo arquivado, ou então está arquivado mesmo antes de nascer, mas para não a enredar muitos em assuntos de lógica infantil, acrescentam suas palavras que se fosse arguido, poderia inquirir a douta magistrada, cujo nome nem mesmo vem neste oficio mencionado, o que não sendo, e na forma como formulado, tambem não posso concluir que pertencendo a outras das categorias possiveis, nomeadamente, a que usei, como queixoso, se tenho tambem nessa qualidade, o direito de acordo com a lei, de obter esclarecimentos complementares, e mesmo que pela lei não o tenha nesta qualidade, os terei sempre neste caso, visto que foi o proprio tribunal que como de costume, no costumeiro tratamento priveligiado que tenho por parte das instituições judiciais e judiciárias deste pais de brincar, assim sempre me fazem acontecer, de erros processuais que escondem manhas e outras coisas piores, e visto este erro ter sido cometido mais uma vez, adquiro de imediato o direito de obter por parte de adjunta da justiça adjunta que tem como vizinha a trapalhice e por debaixo nas vezes a trafulhice, a almejada resposta

e porque antes de mais, vos lembro a todos aí nessa casa, que vós existis para servir as gentes de portugal, que somos nós que vos pagamos os ordenados e as chorudas reformas de alguns, como dava conta uma noticia, o senhor juiz rodrigues, tem logo duas em acumulado, uma dos tribunal e outra da caixa geral de depósitos que certamente é o cofre forte da justiças e das doutas sentenças, e que juntas perfaziam a módica quantia aproximada de quase mil contos em moeda antiga que é equivalente a estes contos da caverna do alibabá que eram ladrões, que como se recordará, habitavam numa gruta com uma porta mágica, como a caixa geral de depositos onde existem os leopardos

depois porque a justiça é clara transparente, rigorosa e pedagogica e não temente, como amplamente todos os dias se demonstra e é iniquivocamente demonstrado nesta terra de Deus.

portanto é inaceitavel que uma digna magistrada ou um digno magistrado, ou mesmo um puma, ou leopardo, ou mesmo uma pomba, não se identifique, visto que todos tem nome no bilhete de identidade, e mais grave em termos da dignidade que é de todos, e é uma das coisas que a justiça deve velar com particular atenção garantindo-a a todos, é que uma averiguação, e uma conclusão assenta sempre em pressupostos, passos de raciciocinio, verificação da sua adquação à norma da lei e do seu enquadramentro, e portanto para lavrar um decisão, necessariamente todos estes passos foram dados, e assim sendo, porque a justiça é transparente porque não teme nem é corrupta, nem torta, nem padece de outro mal, como gripes aviárias das galinhas , das serpentes e dos ratos, dos pumas e dos pombos, e exercendo a sua pedagogia face ao requerido pelo cidadão, lhe explica por direito e em forma detalhada o porquê da conclusão, pois pode haver discordância na apreciação, para isso se inventarm aos recursos, e não se pode recorrer, ou seja argumentar do que não se conhece nem se sabe porque não foi explicado ou desvelado,

do circulo do vaso do sej, do às ss seno dp formal e da menta, co do ia do primeiro pi e co da má às sas nm, da conta corrente da ccc, ren, da serpente can do passeio, rid, na união europeia


assim sendo peço formalmente a digna magistrada, a sua identificação e o envio para este mail da cópia com as razões que fundamentaram o arquivamente e lhe pedindo expressamente que não venham manuscritas, como já aconteceu, que os meus olhos se tornam cansados e muitas das letras manuscritas são mesmo impossiveis de ser lidas e espero que a lei portuguesa, preveja o cumprimento deste agora requerido, na esperança que não a tenham inventado em forma obtusa,

da vulva da mé do circulo do homem fap, do pr es, né o pp do dia dos gritos da di do gato no do evereste do raid co nacional do sistema operativo, da av de berna, serpente da té, ep do pente da ar e tc, do c de La da finca do rio, o electrico da gun do si da manhã, to da serpente electrica do ine do cha das pleades pe, do circulo do bombeiro voluntário do vaso nm, do bando dos duplos gatos do gás do rá, serpente do chá das peladas de creta, serpente rá do cv do von, do cio do muito ar no dia, jiboia id de cá do circulo dos beijos do avó tivo de dc com di, dos furacões do gang do gange, da serpente espanhola

pois ainda em dia recente um livro foi publicado onde se dava conta de um homem que fizera uma investigação e que descobrira que houvera chapelada nas eleições aqui na terra, e quando tentou apresentar o caso á justiça portuguesa lhe aconteceu algo de semelhante como me tem vindo a acontecer, que é a maravilhosa lei ter previsto, que um cidadão em termos individuais não pode apresentar uma queixa desta natareza, verdadeira pérola do mui digno e ilustrado cumulo da sapiencia do evereste do pensamento juridico nacional , dos juizes, dos governantes e da assembleia parlamentar e do tribunal constitucional, só estranho mesmo, é por que razão não clarificaram melhor, aindo o conteudo do artigo da referida lei no seguintes termos que certamente concordaremos serem assim claros e inequivocos, só podem apresentar queixa de suspeita de chapelada eleitoral, os homens que se apresentarem em bando, do bando do chapeleiros, assim garantiam de forma blindada como um cofre da caixa geral de depositos, que as chapeladas que eram feitas nunca seriam descobertas, pois quem as faz, certamente não estará interessado em dizer que as fez, deixo aqui contudo a sugestão juridica para o melhoramento do roubo tendo em visto o emerito objectivo de propocionar uma vida mais justa e condigna aos batoteiros, gangsters a afins,

da sa do vaso do circulo da mé do homem opps do pert, do planeamento da ne da cia da serpente austriaca sd, pás ss às, ten aida da serpente us, da as do tui, aa serpente do aviador inglês da di moret, a morais, pás do às it, tua cão do sin da té, relações publicas do pr et da esa espanhol do gato do ar do dia espanhol do prior de sião

muita sorte tem os senhores em que eu vos esteja a escrever assim, visto que o assunto é muito mais grave, esse homem apareceu morto em sua casa em circunstâncias escuras, até ao momento não esclarecidas, portanto trata-se de morte, da morte de um cidadão, de um homem a quem as leis e os juizes e provavelmente alguns investigadores negaram seus direito, não deram protecção e que ao ter morrido, coloca naturalmente com a pertinencia natural, algumas interrogações, visto a morte ter ocorrido à posterior da sua tentativa de denuncia face as autoridade de direito e assim sendo, é de averiguar qual o papel e o que em fino se passou no periodo entre a sua tentativa de submissão das suas suspeitas à justiça, e eventuais relações com a sua morte, levantou a lebre, a lebre chegou mesmo as portas da justiça, que as fecharam e depois apareceu morto, e mesmo não tendo directamente os senhores responsabilidade por envolvimento directo nesta morte, a tem em termos morais, e o sangue está em vossas mãos, e se se vier a descobrir o que em verdade se passou, poderemos chegar a a situação de que alguns dos interpretes da justiça ainda irem para atrás das grades de uma prisão.

vaso os duplo do x no homem da sé , kapa do bb do ba rato nacional do semi circulo do x , maria dos uis do tó, do quadrado do ua do fim do ano, ap persa olivo pio do quadrado da ue da iza x do ar, a tina do homem do gás terceiro do quadrado da via da lelo, mo serpente e reo do vaso do li, a pr es do quadrado dos uis europeus do xá, bombeiro voluntário, par do rá, do ró portugues do pó do sitio sistema operativo da serie digital rtp e rato serpente pound, do circulo oe, serpente paga da ms, do duplo quadrado da ue dos bombeiros voluntários do circulo elevado da visão

muito desvelador, foi marcelo quando apresentou o livro na televisão, começando por frisar o ponto de interrogação do titulo que poem a chapelada como dúvida, duvida em parte como o proprio acrescentou, depois de se queixar que tinha gasto tres ou quatro horas da sua vida a le-lo, como se pode falar de um livro de outro modo, oh senhor que tantos apresenta, para que se queixa, visto dever ser para isso pago, a proposito o provedor da rtp ainda não teve a gentileza de responder a meu pedido de saber as condições do concurso para escolha dos comentadores da televisão publica e das condições de seus contratos que sendo empresa publica deveriam ser tornados publicos, visto que somos todos nós que os pagamos, mesmo os que não vem televisão e salvo erro, ainda mesmo, os que nem aparelho de televisão tem.

quadrado do vaso do circulo do serpente do às ao circulo do os ss europeu, da al europeia latina lay mn té do rei meira, da maria da eira do quadrado austriaco do mar ado, do circulo às ss do pelicano do demo da ria do mai da ren e mn da té, ap ara da serpente pequna do vaso do rizzo do ar dos furacões do Y, da serpente dos números de ero, nua, ms, ss, nm do museu, às do gato do vaso da mata do ar homem da eva, da ceia da ave do circulo ad da cia aviado, alva do vaso da tia, da gata inglesa e temente, serpente esticada que fora do circulo do fi, is da ala do rá do ar da latina da computação dos, do y da esquerda dos cem furações dos cães dos serviços de inteligência da difer, da di ferro, da ren, serpente da di do dia das tintas a mim, do penta das ten do raio maior do rem do sej do ab da via do mn, da mé n sé rá do circulo primeiro do zé de La, do circulo do mes das renas do cad dosfantasmas do reno, do ingles primeiro do quadrado da un, do circulo dos furacões da tua le, sa pernte do circulo dos ahs, das tuas aiais, do homem abi, da ala mn que mente dos furacões em espanha

dizia o marcelo que depois de o ler era evidente que os numeros dos cadernos não correspondiam aos seu totais e aos totais que constavam das actas e por consequencia logica duas coisas são igualmente válidas de em segurança serem deduzidas, a primeira, que houve tráfico diverso de votos, e a segunda é que quando a bota não bate com a perdigota, o resultado global dos votos é falseado, e assim sendo as eleições deveriam ter sido anuladas e repetidas, creio que é assim que uma democria re publicana, assim entende este assunto dos votos, depois vem o mais curioso, que aparentemente o senhor não consegiu perceber e usou, ou tentou usar em parte para desvalorizar a situação, como fez no passo seguinte de seu raciocinio, já lá irei, pois é facto que pela analise do numeros, numas mesas é para cima, e noutras para baixo, e assim sendo, argumentava o senhor, que não lhe parecia que tivesse havido uma tentativa organizada e consequentemente sofisticada para alterar os resultados, e pareceu esquecer-se da dedução evidente, que se assim é, diversos de sentidos diferentes, com intenções distintas, os tentarem traficar e o conseguiram, ou seja, não houve um só centro de actuação nesse sentido mas diversos, que obviamente terão que estar ligados aos que concorrem, ou seja, será provavel não ter existido um só batoteiro mas diversos a faze-la, e nesta questão de votos, meus senhores, convem nem mesmo esquecer que dos cadernos nacionais, se disse em tempo recente constarem mais de setencentos mil votantes fanstasmas, o que é valor percentualemnte significativo no numero total dos habituais votantes e que enquanto assim for e já dura à mais de duas ou três ou mesmo qautro eleições nacionais, obviamente que os resultados que tem existido tem de estar continuamente alterados

ao circulo primeiro do amo rato da té, serpente et do rá do homem da ana do lago no dia electrico do rás dos furacões, do cão cc do vampiro do circulo do homem da mé, da minha ala que mente, mn, o c ak na reta de creta, cá kapa la homem rato primeiro, uma mo, pesa, ap pr re ce do béu, da latina inglesa ss que mente do cacto fernando soares, da rega do gato do sa ar, do pipo do cio do prio pôncio e homem da vereta hi, da maria oe, da ob via mn, da virgula antes do ponto

e por outro lado ainda, nem mencionou o senhor a morte do senhor, o que para um jurista parece ser uma estranha lacuna de pensamento, ao habito que trás nestas matérias do pensar criminal, nem que seja a ler livros da colecção vampiro, pois quando se mata um homem, existe uma razão para isso, e estando o senhor a investigar estas matérias, é fortemente provavel que o motivo esteja relacionado com essa mesma investigação e eventualmente dados que apontariam em direcção concreta sobre o metodo da chapelada e se calhar mesmo os seus protagonistas, e uma morte nesta circunstancias, retira em muito o peso de uma interrogação no titulo de um livro, que como se apercebeu e bem o disse, a duvida, é mais no como e essencialmente em quem, em quem o fez, não o cacto de ter sido feita, pois isso não é discutivel face as factos de numeros inteiros e somas não variaveis em sua regra simples de somar, e no principio democratico de cada um homem um voto, o que foi obviamente ferido


o rato do celo da manhã amarelo das três varetas juntas cicici, sissi da jiboia js da fun do fi ff, ro a do ab iona, albinoni do favo do rato furacão, a mé do dia da iza da manhã, ss set da sé tarado sexual do circulo da té, maria ministério da educação, a di isis do ia, n cão do pó, das quatro marias de chapeu e das chapeladas, chapas peladas, pás do homem ká do circulo primeiro, dos furacões do rá fávio, serpente da di do po do rato mor, do circulo da ue da serpente do circulo elevado à direita, serpente belo e oe, a pr da ova de sua majestade dos toiros, toy da são cum do angulo ao p cies do home do circulo me, con do si da ue, di do rá calghar, cal do gato do homem do ar, da cítara

ah senhor marcelo, não trago eu nada contra si em particular, recordo-me mesmo da unica vez em que falamos, salvo erro numa conferencia publica sua no ise, onde o interpelei sobre o que dizia e desde aí que me recordo do mesmo que sempre lhe vejo, voce é um homem que faz concessões na logica dos raciocinios, para justificar em parte seus pontos de vista e os objectivos que pretende, confundindo desta forma uns com os outros, e isto não abona muito a favor de um advogado, e me recordo, como hoje, no final, o senhor a me cumprimentar a sorrir, como quem dizia, sei que tens razão no que disseste, mas não o admito, como quem me dizia sem dizer, a vida não pode ser assim justa e clara como tu a pretendes, por essas e por outras, existem chapeladas, as leias vão tortas para favorecer os chapeleiros, sem dispromor para os verdadeiros, que chapeus são muito belos, e os que fazem e os que aprovam as leis se tornam e são cumplies da batota, e um homem morreu e a justiça sobre a sua morte ainda não foi feita, talvez amanha seja o senhor a morrer, e ninguem se preocupe consiguo, aparecerá um comentador que dirá, não foi bem assim , se calhar mesmo, o ressuscitará.



o uzi da di ss do ise, serpente austriaca do furo do tó, charuto do oe, al gun ao dia serpente do circulo da net da rute, da estrada do este da seta ao do pó ao tao, oficial inglês bom, co semi circulo da roda, da serpente da rota do ar do is do circulo do arroz, a roriz, do futebol ru ur do ró, sn do ac oso, da serpnet no meio dos dois circulos do infinito, a asa cá, da gun do lago, un serpente, da seta ao vaso a do ponto da sé, inglês do dia do chapeu espanhol, esa, sa, rato can do ar, ado, mais pó is da má, do pe, a rá, a sej a da sé, da via da serpente do vaso dos ais do ia, do poe, do pó da ria da rá de muletas, ex xis ram do cão de berna, do raio z ao rá do cão, das seta a serpente do às, do quadrado muito cão do vaso os do vo dos remos, co serpente da maria do mo do me do dia das serpentes do rá, do ba do ro de ba, barbados, o b da ara, do tirão, do bar do baro do rato do circulo do ar, inglês fi ma, do fim do inglês, rato pe do fifz, do fritz do dia z do homem oe da serpente mn do circulo dos homens msn, serpentes do rá



bem o ouvi ontem na tv e traduzindo o que disse para os peixes mais pequeninos e com os olhinhos mais pequeninos por razão de crescimento, sua analise sobre o fruto de alguns dos perdedores destas eleições, não era bem um comentário, era o ponto de vista oficial dos rotários depois de ter participado numa reunião de alto nivel no estrangeiro, onde os actos de alguns politicos foram pesados e sendo o resultado o que foi, então o senhor lhes disse sem dizer, que era essa a posição oficial dos rotarios sobre o futuro de alguns, com o quem diz, é melhor que assim o faça, e por acaso, até estou inclinado a concordar consigo em relação a alguns, vá-se lá perceber a ironia de Deus e do Mundo, a expressão e encanar a perna a rã, é muito claro, pois uma rá para poder andar, coisa que não faz, salta, não pode ter a perna presa por uma cana, ou seja, se tentas encanar a perna a rá, não vais conseguir andar, o que leva à dedução seguinte, então por que razão não poderia andar uma ra de muletas, não existirão hospitais para cuidar das ras, e assim sendo só uma outra razão terá que estar por detras desta imagem, é que nós, salvo seja eu no vosso nós, não vos deixaremos andar, ou vos comeremos como alguns comem as rãs pequenas, um costume que eu sempre achei um bocado barbaro, mas enfim a liberade e razão de Deus e por via dele dos homens, embora nas vezes ele se zangue muito com a perfidez dos homens e dos homens rãs.


esa, e sa ap pan da maria da ria da sé da sá do be, má da sis ap re da cia do dia da iza, do circulo ss do ps da maria do homem do oe, do tao do circulo do ur, ge nu seri rá da mar do ro e rato serpente prieto do espeto a minha mu do circulo, a jiboia ju us tica e a liber da ad e

Ah amada minha amada, espantariam-se meus olhos e meu pensamento e meu pensar se ainda se pudesse espantar, e sabes o que eu ouvi no espirto em dia recente, mais uma vez me parecia ser a tua voz, dizia a voz, não sei se te posso amar, tu um homem tão puro e tão ingenuo, achas mesmo que serei só assim, e depois amada, não serivirá o amor entre um homem e uma mulher de espaço de pureza, não almeja isso o maro, não é o amor a luz a pureza, o espirito mutuo, a justiça e a liberdade


ad ab ne do mergulho ero do sos do dia espanhol de deo do circlo do rá, da tó ru dos furacões do rá, do cão dos angulos p do circulo do mes, a huam ni, a do homem da maria do ua, ni, a tartaruga tt, do s furacóes do rá, do piri espanhol do rito do circulo do vaso da serpente co do pod mais pó is acrat, ac rat carat do dig, tunel, buraco da ana de gana aquina, a quina, a portuguesa et electrico da sa do vaso da serpente dos do antónio asl, adsl, pequeno principe as no carro do sena do rio do senado, nato da sé, do sena ato, a ap peet do pert dada da gun da luva da di do iga gan do moço da ria, gi da esa dos maços da truta francesa do cão real ami homem do circulo do pessoa

senhora A Técnica da Justiça adjunta, não sei eu até este momento nem as razões nem a pessoa que sustenta as razões que pretendem o arquivamentro das minhas queixas, onde se inscrevem diversos casos, desde o rapto e tortura de meu filho há quase dois anos inteiros, com corrupção na justiça, até agressões à minha pessoa e estendendo-se por crimes de terrorismo e contra a humanidade mas mesmo não sabendo seu nome, ouvi no espirito poucos tempo depois de ter recebido a carta que a tal ainda incognita digna magistrada, era a cobra do senhor do gal, portanto está na hora de interpelar outra loja dos homens e faço na pessoa de antónio reis e mais farei em outra altura quando concluir o trabalho escrito que tenho em mão sobre a guerra mundial, pois coisas de natureza mais grave em sua extensão, que afectam a muitos mais me apareceram tambem como ligação ao gal, alias como me dei conta em outro dia, todos ou quase todos, ou quase todas as lojas e mercerias e o que for, trazem suas culpas no cartorio, senão mesmo só O Cristo e Deus, e a pergunta é muito simples, é a senhora digna magistrada casada com algum elemento do gal, ou pertence às ordens feminas da moçonaria portuguesa, e se a maçonaria, ou algum maçom, ou algum grupo de maços, assim a instruiu em relação a minha pessoa?



serpente si , a serpente au rb da bilha brilhante do pente da te ten do indypendente, o do ministério público do pen, da caneta do clube pen, a mé do dia D do sos do vó ao angulo dodo homem do circulo do sistema operativo, ex p li do quadrado da ue dos uís do dia do IA do fogo dos disparos na recta do rá do ro afz, et serpente do rá do mo do duplo circulo na ria do presidente do do tio de cá do pr espanhol do dente da di ap pá do aoio do ninho da rede má do teo do maço na ria da onda do pn

tenho para si muitas palavras escritas desde a sua brilhante reflexão publica sobre Deus e Cesar, mas independentemente de onde pensais me pôr, ou do estatuto que me dais em vossos olhos, uma coisa vos digo, passem para cá o meu filho, reponham a justiça nas condições justas que já vos expliquei em detalhe, e mais uma pergunta directa e em forma frontal e fraterna lhe ponho, trás a maçonaria portuguesa ou outra, ou instrução, de ramo ou loja estrangeira de me fazerem combate? e trás a maçonaria intenção e prática de combate no roubo de meu filho, cobriu ou apoio a mãe neste vil comportamento, qual a posição da maçonaria nesta caso, porque, a comissão de direitos e igualdades onde o senhor já a meu lado se sentou por outras razões ainda nem resposta me deu a meu pedido de audiencia?

o f do ar terceiro, rato ni do circulo do fá, jiboia serpente do vaso do tó espanhol esa ap e b de bello, no da serpente dos elos do lo dos moços do nico do pó do reu europeu , a ao circulo dos AAs, mna homem do circulo da serpente e de LA da espanhola tatu do rá da maria da ue do silvester dos angulos ao homem do circulo do mo do circulo duplo da rodoviaria nacional e do pe homem do tilt do brasil sistema operativo, ró b do dia da opa do ar do ká de LA do homem da maria da sé, serpente dos maços americanos da za da nata da reza do tio do circulo superior da direita do mo da tia do quadrado do porto do c do lar do ar do rá da arma da serpente da maria sobral, cie do mn do dia europeu da seta da kapa ao homem de espanha, todos pistolas da serpente

vamos falar claro como homenzinhos fraternos imbuidos dos justos e belos ideais maçonicos, não se faça de surdo usando a cana da retorica porque eu ando na terra não aos saltos a não ser para o colo da minha amada, quando ela assim me chama, e não sois vós Ela, nem tendes estatura de coração para isso, e esta historia de rapto e tortura de meu filho, passa pelo moderno e por membros do partido socialista que calham ser maçons, e este acto cruzam-se com outros de outra natureza, de terrorismo e trazem alguns as mãos com sangue e muito, portanto mais uma vez lhe coloco pergunta clara, tem o senhor conhecimento deles, deu-lhes algun apoio, ou cobertura?

da seta da serpente ia às do rá dos furacões ao co da UN do orgão do gato de niza, za à có espanhola do cação do rif francês, ro da má das contas da iria do cenho do senhor da sé do deo de tino e furacão do ar, rato dos z da maria mi, pr e ce cão, mu do tó do circulo terceiro do ró , rato da maria da era rr, do circulo terceiro do da rádio renascença, o ro do quadrado dos quatro ratos do ram, do furacão da manhã be, todo vaso dos furacões da rá má do sistema de informações, kapa do homem de La, o da sé, cá, general dos pecados dos angulos da maria do ministério público, do aa da ria da sé, rá do cão da virgula ao circulo da serpente da UA, serepnet do grande machado de sangue de todas as cores, o primeiro vermelho do quadrado branco do homem da UE do pele do elo da via da maria ten da ria do rá da sá do alho os da serra de osa da testa da ria co maria do pr do gato silvester et do circulo do homem do ar de LA, serpente do quadrado da UE, homem do principe primeiro do reo ap, mé do pó da serpente do dia da lei do vaso da dupla lei da electrica wee

da di da serpente rá da sas da eu, do planeamento europeu, o burro da ama ema, o neto mate das serpentes do penta do rá da ria, da ré das serpente da lei do dia da wee, do vaso da dupla dor do electrico, o latino rico,o bill da nave comum, un, do forte do circulo do pr rig o da ue, o rui , gato do preseidente da ar espanholol seis, da di da serpente ró,

e lhe digo, senhor, há uns meses atrás houve um conversa comum no plano do espirito entre diversas organizações de distintas natureza, da forma como se iria proceder a clarificação destas matérias e da forma em que as contas iriam ser feitas, e sabe o senhor como eu, que me calha ter aqui nesta matéria um posição particular fruto do destino, visto eu trazer em mim a percepção de muitas das mortes que ocorreram e da forma como ocorreram, e lhe digo mais, tambem nessa altura se deu em espirito uma outra conversa mais reservada, se calhar nem mesmo dela seu deu conta, que me punha a mim a seguinte questão, de como eu queria resolver isto, se pela via rápida, que por assim simples escrever, seria rezar em Deus e pôr à Sua Consideração o levar daqui todos quantos tem suas mãos manchadas de grande sangue ou se iria pela via mais clara os olhos de todos e necessariamente mais trabalhosa, que me iria testar a paciencia e até poderia pôr em risco a minha propria segurança, mas sou eu que escolho e tenho escolhido e comprometi-me e assim o tenho feito, de partilhar com todos o que vou sobre estas matérias sabendo, portanto não há nem haja duvida para nenhum, que a minha via tem sido equivalente à verdadeira justiça dos homens nos seus planos, e mesmo assim sofro, porque vejo os que desta via se aproveitam para no entretanto acertar contas, e de tal forma chora, que nas vezes em que vejo assim acontecer, me nasce um subito desejo de retribuição na mesma moeda, fora do olhar dos homens menos despertos, como alguns vem fazendo e o medo mora em muitos, pois todos tem noção cada um por si, pelo menos, das suas exactas responsabilidade na nave comum e o que eu vejo, são muitos a endoideçer, a endoidecer em forma perigosa que podem tudo fazer perigar, ou fazer perigar a muitos, e continuo a ver os senhores, diversos de diveros quadrantes a tentarem-me e a tentarem a minha paciencia.

do re da bata do sono, rem, o cão da manhã do sonho do dia espanhol do gira segunda, bi, do ur do aço do vaso da vareta do sistema operativo do ia, serpente da maria cie da ria dos furacões espanhois do audiovisual, dos fás da serpente dos cios do sistema operativos do tio da opera, formiga do ró, da onda ao p, da me má do rato do circulo forte, ap, do esgoto do vaso do dia D da serpente et ia, serralves, do homem dos omens, a no ss do A, co do cio, do pó do vaso do sistema de informações do sonos, ao gus da gun das n marias e manueis mortos, pelos furacões das serpentes do rá da ana do pu da tina, a Ka do ba, furacão do rá da dupla dor do rato ma do gordon do zimbabue, ne das sas, forte oe, ap ro x, do cão de cima da europa, a ad A, dos ais dos franceses africanos ká, do curriculum do vate dos oms , do za do ro do brasil, serpente AA do dia do oe das n serpentes cá, do lar do fernando sobral, do homem das sas do mao, pai às dos ases do ur do rito do termo japonês dos cem do ral dos misseis do ar, do dia d da serpente da ue, a cc da cão,do ed, das formigas do irculo do dia d dos furacões, da serpente parda da di, do rá ob dos iodos do mar, co circulo de obidos, do cv da vila da iza, da tança da manhã, do ponto da foice, do semi circulo do cão do carro do ar do vaso do circulo ss, às sa sa

Passem para cá o meu filho nas condições explicadas , pois nem mesmo as rebataram, seus iniquios e prepotentes, se assim continuais rezarei a Deus em Deus para vos levar para o abismo, que eu não vou a lado nenhum, nem vou fugir para dentro de um buraco, e já vos deis todas as provas mais do que sufecientes que assim é meu ir e meu agir, a cimeira em darfur, estava para começar quando as bombas de novo arrebentaram, no preciso dia anterior meus apontamentos me foram por terceiros de novo vasculhados, no dia seguinte, um semi circulo em serralves, onde um homem estava de leque perante o imenso calor dos outros, que diziam coisa curiosa, parece que estivemos a ver a nossa vida nos ultimos cinco anos, e depois vierem as bombas e ainda hoje um temor de terra e antes um furação e mais alguns mortos em condições estranhas por aqui e por acola, putin, acaba de se retirar do tratado das armas e em meu ver com alguma razão, gordon brown traça linhas vermelhas sobre o zimbabue e uma população inteira nessas país passa forma e está em risco, e que nunca poderá ser esta, a aproximação da europa a africa para se resolver de vez o que urge resolver, o combate a fome, a miseria, a extrema pobreza e das doenças para não falar das imensas tarefas que todos de mãos dadas tem para cuidar , que não são poucas e o tempo, o tic tac das bombas a marcar ao segundo, o tempo é curto, estou farto de vos dizer, hoje o tremor no japão, atingiu uma central nuclear, queira Deus e acção dos homens que que o mal não se espalhe, e um tiro de canhão foi antes do furação acontecer disparado em obidos, como vêm, temos mais uma vez um pico a formar-se por isso vamos lá com muita calma e decididos a resolver o que há a resolver em forma cordata e civilizada, ou eu me porei de lado a ver a matança, como sempre a escolha é de cada um e de todos, que a luz vos guie o vosso coração, que ele se torne acertado se ainda tal pode acontecer

dos furacões da técnica da junta ad, ni, priemira do primeiro pi, a da cia,das pedras na asa da sociedade anomina, dos furacões do rá da maria espanhola da manhã, do circulo js do vaso do tifo da cam, do circulo do nó inglês do santander, do vaso do quadrado dos uis do ar que mente, do maior principe a, do mo oe do instituto dos ten do cab do vaso da vingança do curriculum vitae do homem da uva, muito b dos ais do rá, da cia do polonia, o a da sé da maria b, da vulva do homem ré cem do pr electrico das meninas da cia dos furacões na cidade, cá, do serial digital da sé,serpenet da manha do pe, às esu, do vaso da serpente espanhola cá, homem veado, da via do voo inglês,

senhora técnica da justiça adjunta, agradecia resposta fundamentada em forma clara e sustentada no articulado da lei e com a apresentção rigorosa das pedras do racicionio que deram origem e justificam no entender da digna magitrada, a decisão de arquivamento, dizendo desde já que não o irei aceitar, pois sei claramente neste momento, que mais uma vez será insustentavel a posição, pois ela se baseia em outros interesses que não a justiça, tirem o cavalinho da chuva, é conselho amigo que a todos dou

À procuradoria geral da republica aqui fica mais um pedido de investigação aprofundado da chapelada eleitoral, a verificação preventiva desta que agora acorreu, bem como da relação com a morte do senhor que a investigava e à policia judiciaria, assim digo, deixai em paz aqueles que nela trabalham e constituem o abono de familia da instituição, como todos sabem e reconhecem e que não se confundam as competencias tecnicas com as politicas e que os que as desempenham por perfil de função não se imiscuam nas partes mais técnicas, estou muito chateado com esta situação e trarei em breve, por publicação, noticias de outros envolvimentos nessa instituição que comigo estão cruzados nesta negra e complexa história

do caso espanhol, da party do dia ss da serpente espanhola da se, ami do circulo da ria, relaçoes publicas do pin do vaso do demo na croacia, o ré pop adolescente da cia, do mai, o electrico da má si, do rá mino, aa da ria da manhã, né do sito prim do rio da mesa ss da nica ia, serpente da net do circulo do homem dos furacões, rá da mascara, de nascar, afiz do x ad do duplo omen, o is do tó muito ae b, do ponto do nó da maria biológica, re de lx, presidente primeiro do rio, do ministro serpente TT, rádio renascença, do duplo circulo da serpente da net de ban

mais uma vez parece que os partidos e partidinhos não percebem que quem ganhou foram os que dizem , que assim não vai, que assim não servem, esses grandes vencedores por maioria larga, mais uma vez o principio geral e basico da democracia invertido, imagem da prepotencias e dos regimes ditatoriais em potencia e em acto, mais uma vez uma minoria governa uma maioria que não quer assim ser mais governada, pensem bem nesto, o senhor primeiro ministro do ego inflamado, que ontem parecia na feira messianica a comemorar, estou com saramago neste ponto, o homem trás uma imensa mascara sempre afixada em si, tão grande que dele mesmo só se conhece a mascara, como naquele filme em que o homem deixa de ser homem e passa a ser só mascara, e isto sabem-no todos os piscologos, é coisa perigosa que nada augura de bom, relax, senhor primeiro ministro vá a banhos e beije muito a quem ama, é conselho que lhe dou, antes que arrebente por dentro, seu coração, se é que ainda o tem

e mari do w gato do angulo à mara da camara de lisboa , das tintas cin do cinema da teka, a má do sistema de informações da cia da cidade, do quadrado ua, me do nimas da má si do rato geral da efe do ká da fé,

e depois, ao chegar aqui neste ponto da escrita, a biblioteca fechou que agora fecha mais cedo, passei por casa, liguei de novo à camara de lisboa e desci até ao cafe da cineteka ao pé do tejo para escrever e quando cheguei aquele habitual cruzamento, mais um acidente se dera, ainda estavam os carros e montes de policias à volta, perguntei a simpatica menina que me disse ter acontecido a mais ou menos meia hora, ou seja mais ou menos quando acabei de escrever de rajada o post inteiro na biblioteca.

era latina, mn, serpente cão, dos n tilts ap do pó do rá da te, do no dos tilts das ondas, do circulo do cadete p latino do circulo do parlamento, nora da mé do homem da ora da magia, de goa, da vareta do lu da mina de todos os pecados, todo filho do al ra sito do trio da ria , do homem da silhueta do chá do rim dos furacões do fogo da morte, do beijo da morte

desta vez vinha um taxi descendo a av do mediterraneo, um mercedes de serie antiga beje como geralmente eles são, com o numero 1819 da rádio taxis, ao que parece trazia dois turistas no banco traseiro e segundo a menina bela, não terá parado no sinal.

chocou com outro carro, um opel kadett carrinha tambem antigo, de côr preta, com um bigode chaveta para cima na sua traseira de côr cinza, o choque foi violento, na aparência ninguém se tinha magoado o o mercedes ficou meio em cima do passeio, meio na estrada encaixado num poste de iluminação de secção octogonal com um sinal de transito em cima, um quadrado azul com um triangulo de fogo branco com uma silhueta de um homem de pernas abertas como um Y invertido e cinco traços por debaixo que simbolizam a passadeira, ou os traços que ele pisou ao atravessar o caminho dentro de um triangulo de fogo da morte de todas as cores.

A parte traseira ficou entre um outro poste, atrás, mais ou menos na exacta distância do mercedes, que neste não bateu, de igual secção, octagonal, e tem dois sinais, um acima redondo circulado a vermelho com a silueta de uma camiontea de caixa fechada e a marca de seis metros entre duas setas opostas que marcam a distância, e outro por baixo um circulo a preto debruado com dois triangulos, como dois pontos de pressão que entram no circulo no eixo no horizonte mediano do circulo, com a marca, de 2, 5 m, a dupla divisão de um estrela maria.

o mercedes entre o sinais está bastante amachucado e o posto da pasagem de peões ficou inclinado abrindo o angulo do l que faz com o chão ao lado dos quadrados de marmore rosa do edificio sony, sua matricula diz ser, o 11 de setenta do quadrado do P, 9/10 do nono grau da relação decima, o pneu da frente do lado direito ao condutor, ficou enfiado entre o poste e o caradan, seu nome uni royal, ou seja um estampanço de uma estrela una e real, pois aqui mesmo que ele não tenha parado, foi o embate do outro que assim o entre os postes o enfiou.

imensas peçinhas de plastico a sua volta, uma beije parecia o stick de hokei no gelo, uma optica desvelava sua marca, siemens, à frente do volante na chaveta do tablier, um jornal desportivo dobrado onde se lia, grande reforço

mrpp e ce da sedes do parlamento africano do free cão, da di serpente dos serviços de informações espanhois, do dia do co do circulação vermelha do estupida da ida da ce, do camião do chá dos ais do ciculo do xe da fé de meca, do homem ad a, do circo fulo preto do ua do brasil, da di do serviço de informações da serpente dos furacões da rai, italianos do gato b do circulo pequeno da dupla divisão da estrela do tilt no sinai, a ama chu do ka do dó da asa do cuplo circulo do pe, espanhol, do tilt sobre o circulo, do cio do ed japonês, serpente da au, 11, do nono grau do cão décimo de cima da pen europeu, fiado ao circulo da ara d dia dos multiplos tilts a matias, do uni royal, do espanhol do tam do partido nacional do aço, da ester latina, un A e real, às ss, da né, e homem sas, do pé da cinha, da serpente eslava da ua que ama o rá de cá , alemão, do f da ren do y do grande reforço desportista


o kadett subia do rio pela av do mediterraneo e virava para o polo norte, e foi mesmo uma grande pancada de polo

antes de me aproximar vi um carrinha de socorros nauticos daquelas que andam nas praias americanas tipo marés vivas, que estava estacionado mais acima no mediterraneo do instituto de socorros a naufragos, patricionado pela, axa, galp e fundsção vodafone, ou seja da gasolina da foice das comunicações da vodafone do semi circulo do triangulo A, dentro na parte de trás da carrinha ls, uma bola exclusive com as cores vermelho, azul, laranja verde e branca, um saco do frederick da europa, agua lusa, com um silhueta de uma mulher, uma manta escosesa, continente liquido para refrigeração, menos cinco graus, fita gafa preta, um gancho saia do tampão de gasolina

da ama rica das canas americanas da california, do acto ao vaso A do tilt espanhol, o patrick do cio da ua do primeiro pó da axa, da gasolina e da fun do cão do vó dos phones, do trina do gato peqeuno ao vaso primeiro, ls exclusive frederick europeu da manta espanhola , co da za escocesa, da serpente da carta carat do re do pe do pen da di do semni circulo do lar dos cien mausingleses do rock dos infernos do feitor do ben da venus da pedra do bal do bo sa, rá da vera da ten sa,

depois li ainda na passagem de outros , silvester de 86 a 89 do vaso do z, e 66 do beijo 45 beverly prata e preto, seta italiana, do outro lado da rua no eixo perependicular ao mercedes, os seguintes cartazes de cinema, rock dos infernos, o benfeitor, com venus ao fundo, a seu lado, não és tu, sou eu e rocky balbosa, no verso destes, dream girls, slither, os invasores e o intruso, na verdade tens razão, tu és o intruso invasor que ataca as meninas em seu banho com larvas tipo pimentos vermelhos e te comportas como um pugilista, até me lembro de um que o foi para além de toxicodepennte, e depois ministro deste pobre país.

o ford era do xé, che , primero do quadrado de sessenta e oito , raio maior ao forte da dj w, do duplo vaso da dupla dor, do quadrado da vareta comprida, da cana de pesca do rato serpente do ministério publico muito kapa, do gato da figueira do duplo vaso do dia primeiro, o ro do tico, da serpente do tic, a ne do homem do vaso do li do duplo circulo do vaso ss, us serpente, da maria z do TT

Exijo de vós, das instâncias judiciais e judiciárias, no imediato, um papel que me dê a guarda de meu filho com anulação imediato de todas e quaisquer restrições de acesso a ele e que no entretanto sejam apresentadas as desculpas, feitos os ressarcimentos e punidos os autores destes hediondos crimes

paulo forte







































quinta-feira, julho 19, 2007

hoje de madrugada li, id do p, és de goa, rato dj da cia do bo A da onda da costa da caparica by nigth do quadrado nono, do quadro do dr no, do oitavo do da gan do vermelho do Br re da via do rectangulo do céu da india do angulo TT , o be sas elite model , segundo co circulo sete da estrela do sudoeste leão de prata do dia rte dos segundo circulo branco e prata do zagalo maior do mp no , p z mpa às do rato da ue, ori is ere 5 da casa do mos aqui gc ed do ux do quinto angulo das duas setas lb, sg dos dois quadrados de 86 , o primeiro do oitavo de 77 do semi circulo do principe maior serpente mar , azul e prata do vi, do dia da maria 68, quadrado primeiro sw fit 9 3 da primeira triade do segundo circulo, do quarto do sexto do oe de 92 do brasil polo primeiro da divisão 2m 82 a 94 dos efeitos especiais de oeiras e quarta serpente, o terceiro doc do circulo da js cordova gt do vaso 16 do assento do cordoba em 92, o vaso da vingança de 77 86 das duas varetas no circulo da ar vo re da 99 do circulo quarto, ac ao segundo da quinta estrela do hipo do sincronismo 71 da jante sete do vv siemen mf vu da gaivota de prata do ar ro z das agulhas do ceu rina me , fr j ró ao bv 62 em 74, da bt de 93 12 o0 mm , kapa do quadrado, kapo cid z , bombeiro volntário da serpente maria do y , gato do semicirculo do W
Ah Amada, espero que estejas bem, feliz e contente

Que belo dia de sol e calor e o que apetece mesmo é estar numa sombra de uma copa de um grande cedro no principe real, com pasteis de cister, com relva por debaixo dos pés nús e descalços a brincar contigo e com crianças de volta, e com um lago onde nos possamos de quando em quando do calor refrescar

pressinto-Te próxima próxima e uma inquietação me nasce no deserto que trago em meu peito, vive lá um nas vezes em que não sei de Ti, ou nas trovas do vento me veem estranhos dizeres que me falam de perigos que te trazem aflita ou em aflição, não sou eu hipocondriaco, mas sempre prefiro trazer-Te ao perto pertinho, pois assim me dá uma ideia que melhor te trago protegida, e bem sei que não é exactamente assim, pois a protecção do amor, como todas as coisas do amor, habita em todo o lugar do uno lugar

do pr do ss do sino, za ali, ue, pastis, o ka


Estive de viagem, meu amado pai me levou a mim e a minha mãe a ver a tia julieta em Lamego, pois ainda não tinhamos visto depois da queda da cama e eu trazia em mim o desejo de a ver ao perto, de lhe sorrir com o meu coração ao perto, de por um pouco a poder com minha mão e minha presença a tocar.

soube-me muito muito bem poder viajar, há imenso tempo que não saia de lisboa, e se bem que um pouco conduzi, o que tambem me agradou, fui mais por meu pai conduzido, é muito agradavel tambem ir no banco de trás e ver a paisagem desfilar perante nosso olhar e ver as histórias que os lugares sempre nos estão em seu espirito a cantar


Ah Amada em Lamego, dormi na pousada de São Paulo, mesmo ao pé da casa onde habita a tia julieta, que bom que foi, dormi de janela aberta, ouvia a agua na noite a correr, a torre do castelo iluminada no cimo do monte, as estrelas que parecem mais vivas e presentes na ausência das grandes poluições luminosas artificiais e uma imensa paz que nasce e se evola dos silêncios da quietude da noite, ah paz doce e imensa paz das pequenas cidades no meio das serras e dos verdes campos

Ah o amor, amada, o amor, tanto correu e encheu meu coração que daqui partiu em pleno deserto,com uma enorme vontade de me deixar morrer, uma falta de ânimo se bem que em todo o lado, o espirito me falasse como sempre assim fala dizendo o de fé, tende coragem e eu sei assim em seu profundo e mais elevado, assim ser o amor, são só breves nuvens que por vezes chegam e se instalam no coração, quando estás ao longe de mim, ah amada quem me dera que estivesses ao perto!

o no ce homem meu, o no do dia da ode da fé, inglês da ue

porque me fazeis ainda a guerra?
porque não apresentais as certas desculpas e repareis o mal?
porque assim insistis?
não vos dais conta do agravo que fazeis?

porque não me respondeis? não vos dais conta que tudo se torna pior para voces, mãos negras dos vossos actos negros

pensareis ainda que podereis mistificar o que quer que seja, ou alguém, mesmo um gato que fosse ou seja?

o me ia do seria digital de beja, o is do rá


o mm general con, o ovo do voo do ra da mina da doença do rá da eva silena de la, do nico, co do a, será o que dizia em dia recente não gostar de amadores?
que estranho dizer se tudo e amor e amadores, mad ?!


dniabn, DN IA AB N, o do dn do ia, ab reacções n, ou seja ab pois nenhum ab se dá sem ser no c que simboliza os mumeros multilos infinitos, depende sua extensão da carga, do trajecto, da ligação entre pontos, dos que atravessa em seu percurso e de como os atravessa, se é que em verdade verdaeira verdadinha, se pode falar de atravessa, percurso num espaçio uno sem tempo, onde tudo se passa instantâneo, dizia eu me palavra recente de que mais importante do que a expressão da relação entre duas ou mais vertentes de um mesmo evento que ocorre, e percebe-lo pela sua semelhança por aquilo que na aparecencia, cada um trás , encerra e desvela de sua semelhança, pois ao reconhecer e estabelecer essa semelhança que é sempre de alguma forma ordenar um sentido, o seu sentido de leitura que é tambem sempre acto do ler e do ordenar, se desvela, então que é uma expressão multipla do mesmo, como podera ser de outro modo distinto se tudo é sempre e se trás sempre ligado, religado?

o que hoje se passa, é que as expressões dos sincronismos estão mais rápidas de averiguar pela técnica que nos permite olhar o mundo, em qualquer ponto na aparência distante como se lá estivessemos no momento da expressão do seu acontecer, tal não desdita nem desvaloriza em termos de verificação que o sincronismo do acontecer entre dois pontos distantes do mesmo corpo e do mesmo lugar, no mesmo lugar, não sirva como prova, dessa mesma ligação, no ver que assim o ve, ao ver quando assim o pressente e vê, pois trás seu espírito religado na alma do mundo


a mesa forte da cia da za, uma mesa de cinco lugares, do jacto da ce, da agua do jacto da e da ala da alma

dnibn, era a linguagem do momento do espirito do algortimo da rede, e declina ainda em dia do vaso do ni das multiplas reacções em cadeia.

ah amada, depois no dia seguinte dormimos num sitio belo, tão belo de se morar, onde não ia à muitas luas, óbidos, tão bonito e tão serena é aquele lugar

Numa das portas, a que entrei, faz assim dois Ls que um no outro se encaixam, um quadrado no meio sobre um balcão, estranha a sensação, de lugar publico de falas e antigas conspirações, assim se entranharam no instante em mim estranhas memórias, no cimo do arco no circulo do centro, duas canas de três secções se cruzam em cruz, três grandes pregos da cruz e um martelo pesado com duas orelhas e a pergunta em mim se instalou, terá aqui sido o lugar do uso das orelhas que retiram os pregos a Cristo na Cruz ou aqui terá sido o local onde se combinou e executou o sagrado sacrificio e vil crime, pois ambos são lados de um mesmo drama que se repete pela eternidade dos tempos em todos os actos que cruxificam os homens e não quer nem nunca deseja Deus, o sacrifico de seu filho, como o poderia sendo Pai, e sendo que mesmo nunca assim o desejando, seu Filho, por Ele e por Todos seus irmãos não se entregue por vontade própria, a Sua, no meio das outras, a tal

ne, ex ce tó, serpente do ed da sé em janeiro ao aldo, o a do angulo do dia do circulo do vento da ad, o c do rito

ao lado do circulo dois belissimos paineis de azulejos

no da direita, Cristo nos passos do calvário carregando sua cruz, um soldado, vergado sobre um homem caido a seu lado no chão, espada sobre suas goelas, por baixo da cena, o calice, o calice e o vaso da vida e da luz e da luz do amor, de onde nasce o drama

cc do cal do x do li, o dr de ana

no da esquerda uma anunciação e um desvelar, Cristo Deus estende do Céu, o mesmo vaso a um homem que de joelhos no chão Ora

o homem do circulo da me, o cão do circulo da hora do rá

depois pela noite fora, olhando em silêncio de novo os paineis , foi despertado por um grupo de jovens a seu passar, um deles gritou, como se fosse um choque estar eu assim a contemplá-los, e ou vi em suas palavras estranho sentido, a se eu a estivesse a ela a comtemplar, como se o seu grito fosse algo assim, deverias estar a contempla-la, não aos paineis, um tom de profunda inveja agressiva escorria e escorrera em seu espirito naquele lugar, estremeci sem estremecer, ao ouvi-lo, pois se desvela naqueles bando de jovens de boas familias à sua passagem, o tremendo tom e cor da inveja

o gato rp do circulo co do mp, ponto da serpente co do rr da era do rá, o p do circulo da vareta que jorra o ponto para cima, a maria do gato das relaçõe publicas do po

uztywgx, o vaso do z do raio ao y da dupla dor do gato x , zapninoa, za, z do a do penin, do pn no circulo do A


Antes da entrada na porta no céu do calvário na porta do calvário

Duas canas de três secções desenham a cruz, três são os grandes pregos e o martelo tem duas orelhas, como o burro que eu hoje aqui festejei o cavalo que com elas me cumprimentou e a ave branca e nocturna que de cima de um pinheiro alto e fino num pátio de uma casa, de repente esvoaçou, quando eu de baixo meu olhar nela ao instante fixei, seria uma espécie de mocho branco e sabedor

Num lado Jesus e a cruz, com o cálice por debaixo da cena, de onde ela parte, um soldado ameaça a goela de um homem no chão caído

O circulo do me da cia

No outro painel ao lado a visitação, o anjo de Deus estendendo do céu o cálice e a Luz incide sobre o homem de joelhos sentado em meditação e reverência perante o Encontro

222, a tripla divisão na vila bonita e medieval, três serpentes da divisão, três dois que dividem o uno, assim a pedra estava gravada, um quadrado laranja com um nome nele inscrito entre a porta da entrada na vila e a pequena casa comercial ali ao lado, bancos ou seguros, ou algo assim similar, dr. Fernando correia.

222, ou SSS, o triplo S, o sofá triplo, a outra linha do ponto que se exprimiu em chesterfield.

Era tarde na noite, depois da festa ter terminado e as gentes terem já saído, a porta do castelo aberta ficara para quem quisesse entrar, pois riquezas havendo não haveria ladrões para elas, assim é a quietude da noite no castelo que contem a aldeia inteira lá dentro.

Era tarde na noite em frente ao D. Dinis, a taberna aberta e porta fechada, um dos quadrados com seu vidro aberto, gentes ainda nas mesas, soavam os sons das conversas ainda forte, aguardei um momento a ver se alguém no horizonte passaria para lhe poder chamar à atenção, que não, meti então o braço pela porta e puxei a lingueta da fechadura moderna, a porta pesada fez seu som, e logo apareceu um menina e um senhor dizendo que estavam fechados ao mesmo tempo que me barravam a entrada, disse ao homem que já o tinha percebido, queria só saber se vendiam cigarros, que não enxotava-me o homem em rapidez, uma estranha rapidez com um estranho tom que se infiltrara em minha consciência naquele seu agir, o homem parecia reconhecer-me, ou estaria interessado em que eu não entrasse e não pudesse encontrar alguém que lá dentro estaria.

Quem seria o encapuçado que lá dentro estaria, ficou a sensação a residir em meu peito, seria a primeira serpente dividida, ou a primeira serpente das três duplas da tripla divisão.

Recordo aquele lugar muitos anos atrás ainda a vila era pouco conhecida, recordo-me de lá ter estado com as gentes que lá levei do projecto ibérica e ainda outras vezes, de lá jantar, naquela rua onde está a pousada de Stª Isabel e recordo uma noite de amor frente a uma lareira numa casa alugada por uma só noite, velhas memórias emergem em mim, um pouco à imagem da vila, onde nestes dias decorre uma feira medieval, cavaleiros de espada à cintura, damas de outros tempos, tudo ali se encontra nas ruas, mais cedo na noite no castelo, depois da festa começar nas ruas, com os músicos, as bombas e o fogo.

E meu coração vai no deserto, estou ali e não estou ali, como se procurasse qualquer coisa que nem sei bem o quê. Como se te procurasse amada, como se te pressentisse por perto, como se se tratasse de um jogo de pistas de uma caçada ao tesouro, o tesouro amada, seria encontrar teus braços e beijar-Te muito, muito, e desvelar-Te como arde pela eternidade, por Ti em Ti, meu peito.

A agua do B

Por cima do portão da casa ao lado do castelo, o brasão, na parte de baixo a porta tem dois vidros partidos, espreito tentando perceber se a casa está abandonada, na penumbra, um móvel no lado lateral e um santo nas trevas num altar ao fundo da divisão no que parece ser um cornicho ou vão de uma estreita janela na parede, em frente a casa outras se estendem pela rua que vai baixando em lances e degraus, uma com um belo jardim todo relvado em rectângulo disposto com uma arvore em circulo em seu centro, sento-me por um instante na noite já quase silenciosa da vila e me deixo estar a absorver a humidade e a paz que emana de toda aquela quietude, já o vento que se antes se fizera sentir nas ameias altas do castelo, se aquietara, quando o céu inteiro se cobriu com um espesso manto que os olhos de meu coração conhecem, subira eu às ameias.

Experimentara uma das chaves que trago soltas em meu bolso numa casamata que no meio delas está, ela entrara mas não rodara a fechadura, depois caminhara até a outra que me parecera ter sido feita para as festas, parecia uma casa de arqueiros, feita em madeira nova, que sai da linha da muralha e que assim não permitia mais a passagem.

Nesse ponto a muralha alarga, paus e tábuas ali ficaram abandonados, um estandarte azul com uma cruz que é uma espada amarela com a lâmina para o chão, fora por dois pregos, como os da cruz, ali pregado, desce pela muralha ao lado de uma porta no castelo, a por onde entrei para a festa do castelo seguindo um caminho de terra batida que desce, passando ao lado de uma primeira tenda, a tenda do alquimista, os rapazes apregoam aos passantes, as virtudes dos elixires que ali comerceiam, fora ali por perto quando já abandonava a festa que reparei nas estacas em linha dispostas ao lado de uma arvore, que ao vê-las, nelas percebi um sinal, um sinal que me fizera de novo descer à festa dentro do castelo e por lá mais um pouco caminhar.

Paus e tábuas nas ameias, à entrada o estandarte, espada amarela como cruz sobre rectângulo azul, dois pregos a cravam no cimo da muralha, ao lado da casa da Madeira ali erguida

Ao pé das tábuas e dos barrotes que ficaram nas ameias uma carica com um esfera armilar, uma sagres antiga como o estado dela e um papel de gelado no chão, rasgado, rasgando, como quem separa a leitura, seu dizer, a maria má do gato nu, ou do primeiro gato, a do homem ou a que levaria os homens a divisão, a pregar as tachas que pendurava nas ameias o meu estandarte.

A casa com um terreiro dentro de seu muros tinha o portão semi aberto, em cima dele o brasão, um elmo e uma águia por cimo de duas estrelas, um cilindro que parece ser feito de terra cozida com mica que reflecte a luz, está posicionado em cima do friso que acompanha o arco irregular do portão, antes de nele reparar, um brilho numa moita a subir para a poisada me chamara a atenção, estendo a mão, é um papel de rebuçado de boas vindas da pousada, que diz boa noite, e eu sorrio por dentro, parece naquele meu coração cansado e vazio que é um presente de amor teu e todo eu no instante te anseio e te creio por perto, uma luz vem de dentro da casa, ou de uma outra por detrás da casa, ou ainda uma outra divisão, num outro corpo, por detrás do principal, penso-te perto sabendo meu coração que se trata de um outro jogo, um jogo de amor, sem dúvida, de profundo amor em que muitos me trazem, mas que não tem como prémio ou objectivo chegar a teus braços, me engano ou me tento enganar, acrescentando-me, ainda, como se no final de toda a necessária luz, nesta vil e complexa história, chegasse ou chegue em verdade perto de Ti e seria tão simples que chegasses e me dissesses sou eu, que te amo, sou eu que te trago amor

Decido entrar no pátio, e quando atravesso a porta sem lhe tocar, ela geme, mas algo sem seu gemido e forma de gemer não me suou a amor, a meu amor, à minha amada, mesmo que amada, em meu peito, um cavalo a galope sonhasse que te iria lá dentro encontrar, Ah dentro, dentro amada dentro de teu peito, tu no meu, um carro alugado pousara ali ao perto, um mapa aberto lá dentro e malas grades de quem teria chegado de avião, e eu me lembrei, de uma frase antiga tua que um dia no verão passado me deixaras, quem sabe no próximo verão, num impulso de verão, uma mala dizia e trazia um estranho dizer, heavy, que me remetera para o peso de uma outra mala desta viagem, que por um momento passara em minhas mãos, tudo se apresentava como sempre nestes trânsitos, imerso na dualidade de sentidos, à espera de um sentido que adviesse de uma leitura, uma leitura que é sempre um sentido, que percepciona um sub sentido na aparência do caos e o trás para a luz.

Atravessei o pátio e desci para a entrada da casa que tinha a porta aberta e em sua entrada fiquei, não percebia se a casa estava ou não estava abandonada, a porta de baixo com dois vidros partidos, a de cima aberta como o portão, olhei da soleira para dentro e vi um belo tecto em madeira escura que partia de um rectângulo central que depois ia descendo e alargando, simples mas belo, como um fole, como um vaso facetado as escadinhas, uma cadeira de espaldar se apresentava do lado direito, como pedindo que lá se sentasse, em seu eixo na parede, um vinil, um 33 rotações, ao lado de uma lareira de onde partia pelo chão um cabo branco que parecia ser de televisão e que entrava para uma outra divisão, decidi não entrar, pois não é meu hábito entrar em espaço alheios, sai do terreiro, encostei o portão e reparei num sinal que serviria provavelmente para alguém saber se por lá alguém teria passado, inverti sua posição, como se um jogo se tratasse e continuei a minha deambulação pela vila deserta, tão bela amada naquela hora morta, onde o silêncio é feito todo paz, e onde as casas nos remetem para tempos antigos e misteriosos, como o vinil na parede, que me parecia dizer, era, foi uma canção antiga, do tempo dos gira-discos, o pretexto, o cabo que passou pela lareira e fez o fogo que entrou no umbral

O quarto da te, o pr da te do x no tó, ou ao tó, acrescenta-me o sentido dos letras agora neste escrever á medida em que se trocam, o rato eléctrico, ee, do vaso ao c em Espanha, a maria nn espanhola, a cantora moura

Na tarde, numa das ruas principais, uma donzela que com outros dois acompanhava um burro, me abordara, era a segunda pessoa que me abordara, o primeiro num balcão da mesma rua, com um falso grande machado em sua mão, me abordara para beber um ginjinha com ele na mão e dizendo, quer o freguês cortar suas unhas, sorri para ele, a seu lado vendiam-se mocas com picos feitas em espuma, assim verificou meu dedo quando o assentei num dos picos a ver.

Hoje à tarde reparei que o desenho dos dois ponteiros de relógio que aparecera no quadrado dos cristais líquidos, se alterou, juntaram-se deixando de marcar um angulo, um angulo que em outras luas aparecera em outro lugar do outro lado do atlântico, agora desenha um machado medieval, bem, não será assim tão crescido, como os outros da feira, curioso, é sua ponta apontar o vaso da serpente, como quem me diz agora, amada, que ali, fora o ponto do vaso da serpente, de onde veio o machado, em 1993, acrescentara a tua voz ontem à noite quando a ouvi no espírito, ouvi-te dizer, vi o ponto do vaso de 1993

O zo do gin gin


Recusara a primeira e a segunda mas a terceira, já de noite no castelo, quando a donzela de novo me o propôs, a bebi por um pequeno barril, uma, e eu estava ali e não estava, subira as ameias e sentira um estranho receio dentro de mim, como se tivesse medo de alturas, coisa que não tenho, era como se estivesse a sentir outro medo, ou o medo de outrem que ali se me desvelava, mesmo sabendo que estava vento, que os meus sapatos tem sola demasiado fina e mole para aquela caminhada naquelas pedras irregulares, ouvi-te sentir o mesmo, amada, e dizeres de mim, onze dias para perder o medo das alturas, mas ele não é meu, embora o fosse, isto não perceberas tu, pelo que te senti dizer, recordo-me desde pequenino de andar sempre em muros estreitos e elevados, e sei hoje em meus dias em que vou mais sensível, de uma tristeza que me trás incompleto, que meu corpo a reflecte, as vezes vai tão frágil que é quase como se cambaleasse e assim as vezes me parece na realidade ir, e assim nessas alturas outros assim me sentem ao ver-me.

A prece do pr da ce, acrescenta-me agora o novo ler, uma prece que me terá feito então assim sentir e ainda hoje agora mesmo na televisão o vi, bonito senhor de bom ar

Meu coração amante de todos e de tudo, junto junto e de todos separado, é como uma prece às vezes, uma prece que quando se começa não se sabe onde se vai chegar, se existe terra firme, onde caminhar, onde aportar, e uma frase a retinir na memória, penetrante como uma faca, uma frase em que oiço alguém que me diz, vais ficar para sempre sozinho, alguém que habita nestes planos elevados da fala e da escuta do espirito e que nas vezes em que de mim se dá conta de assim ir, me crava facas, e eu aberto, só me resta mesmo deixar, em parte, manhosa voz que se disfarça de amada, de voz amante, mas que não o é, pelo que diz, são resíduos da alma no éter comum do mesmo espaço, de almas alheias, de conversas de sussurros, de intrigas de traições e de medos

Na torre de menagem, um jovem que faz armas diversas as trás em exposição. Pego e sinto diversas, a uma bela jovem mulher que subira no entretanto, lhe dissera ele, quer sentir o que sentiam os cavaleiros quando recebiam uma bordoada no elmo e ela em silêncio assim se deixa conduzir, põem-lhe ele um elmo em sua cabeça, pega numa espada e lhe dá uma sonora marretada, depois retira o elmo e eu olhando a senhora, a vejo em silêncio como quando entrou, não tem expressão, ou ficou por dentro pela pancada, abananada.

Uma marretada com uma banana no elmo da senhora, ou na senhora do elmo, uma pancada dada por um homem pan da ad, o c, é o sentido que vai agora emergindo da escrita, pois a escrita resolve o sentido, a escrita faz desvelar o enredo, a trama, do Rá da Teresa , o do pássaro, do ramo, do ramo dos pássaros.

Peguei entretanto numa pequena flecha, que depois lhe passa para sua mão e com seu braço a crava no chão, observo um arco, um arco inglês, um arco que faz como que uma chaveta, embora não enrole, em suas extremidades como uma clave, de uma bela madeira, forte, maleável e escura e forrado na sua face interior por uma pele, uma pele de pelos rentes macia ao tacto quando por ele deslizo meus dedos, não está ao que parece concluído, assim me diz ele, nem armado, o fio sem tensão

Mal é a ave do w ao cura espanhol, o estúpido duplo angulo do ui do dó, o Luís al guam, ao gato do vaso da manhã

E me diz o rapaz, já vi que percebe alguma coisa de flechas, muito rápido, espanto-me eu a meu próprio dizer, lhe respondo, sim tenho um, que trouxe dos macondes, pergunto-lhe se é ele que faz aquelas belíssimas peças, armaduras completas, luvas de mão, espadas diversas, que experimentei quase uma por uma a ver seu balanço, seu equilíbrio, uma me chamou em particular a atenção, uma flâmula, uma espada de fogo, bem equilibrada, com o cabo feito em trança de arame, um belo trabalho como as outras menos no equilíbrio das laminas e aquela era das mais, seu preço, 111 euros, a tripla unidade e me diz ele, é uma espada que quando sai deixa um estrago maior, que se usa assim e assim, pegando nela, e que serve essencialmente em golpes para cortar os músculos das pernas, pelo interior das virilhas ou dos braços, troco os nomes das copas pelo laço, chamo laço a copa, e copa a copa, ele me corrige, eu lhe respondo, que preciso de fazer um refreshment à terminologia das armas, que ando dela esquecido

A mu um da chama, a da se, a da cia que mente, corat, co rat, ou ainda co do Ra dos furacões, da serpente us da visão, a do par dos óculos, a serpente do brasil, e sobe em mim pedaços de histórias, de um par de óculos do john lennon que foi dado por ele a um japonês, como um par meu que me foi surripiado, um espelho embalado em fino linho debaixo de uma cama real.

Sabe quanto pesa aquela cota? Cerca de dezoito quilos e aquelas pernas, no todo um cavaleiro leva cerca de trinta quilos em cima, e de repente sinto o reiner ali, sinto as histórias de templários, o seu cheiro por todo o castelo, por todas aquelas gentes.

Sozinhos na torre de menagem, me pergunta ele com doce curiosidade e certo respeito o que eu faço, meu coração se serenou naquele instante, e lhe respondi, que não sabia o que faço, que escrevia, que qualquer arte era arte desde que fosse feita com arte, que a escrita tanto se fazia a escrever como agora venho fazendo ou da mesma forma fazendo aquelas armas, a posição de seu corpo, adquiriu a posição de relaxe, pernas abertas, mãos agarradas atrás de suas costas, disse-lhe ainda que fizera durante muitos anos televisão, que tinha uma produtora que se calhar ele conhecia, disse-me que sim, sem eu ter percebido se a conhecia ou não, talvez de raspão, um pouco, disse-me que também trabalhava em televisão, que quando precisavam de cavaleiros e de afins o costumavam chamar, disse-me que trabalhara para o nicolau e mais uma vez o meu coração ao instante se torvou, a ouvir seu nome e isso lhe comentei, que não o trazia em muito boa conta, ressoa em mim a velha história na altura em que a latina começara a ser estrangulada, e as histórias que sempre ouvi de quem com ele trabalha, e um estranho seu ar, meio ar de preocupação, em estranho dizer, que nunca gostara de amadores, estranho porque, amadores amam e é bom amar, fazer as coisas em moldes amadores, ou seja no sentido de falta de profissionalismo, ai sim já tem sentido, mas não me pareceu ser este o sentido, que lhe ouvira em dia recente, assim não me disse a foto que o acompanhava, e quebrou a conversa neste momento desta forma.

O pá do rato da ama das dores, o homem do angulo ee, o eléctrico, oo nicolau, do duplo circulo do nicolau, do infinito deitado, nicolau, óó

Pelas ruas depois da festa no silêncio deambulei, passei por uma casa de uma arquitecta com o nome de salavisa, que me remeteu para o salavisa da dança, para o teatro de S. Luiz, do que lá se passara, no não tão recente e agora quando da exposição de fotografias que fui ver

Um gato preto estava pousado no circulo de luz da lâmpada do chão cá fora, aquecendo-se, quando cheguei de um saiu para se instalar no outro ao lado, subo a rua até seu final, e dou com a casa que tem por nome, a casa do facho, a casa do facho de luz, ou a casa do fascista, salavisa o fascista? É a pergunta que se instala em meu coração, agora me diz a escrita ser a casa do lu dos dois zz, ou ainda a arquitecta, a maria má do gato magnum, do gato maior, o gato maior facho de fascista? A cassa, a terceira da sa ss da asa, do ka ss em cimo da rua onde a maria teresa terá sido por dois, cravada em cima da ameia, a meias, na muralha erguida contra mim e meu filho.

Três fósforos queimados nas pedras da calçada na rua da casa das janelas no topo do muro ao chegar ao largo, no largo a antiga casa do antigo cenógrafo Tteles, o TT, o do duplo furacão, a casa do tteles de agora, um tteles de uma qualquer realeza invertida de agora, o ponto negro no centro do arco da direita, fundos europeus comparticipação, o Rá da casa do campo vela da vila do bosque das mulheres

Ao lado da casa do poço onde pernoitamos, o bar do lagar, uma enorme trave serve de peso no veio de ferro do grande parafuso, dois cães como lobos, um preto e outro branco, como bandeira maçónica caminham no fim da rua pela trela de seus dois donos, são belos ao olhar, uma mala pesada, muito pesada, um mapa de estradas, do ur is do Y, casa avelar, caso do forno da elevação do segundo AB do homem da teresa das pedras albas em Alcântara, da carrinha da ave liz

Bomba aral, nitratus Chile columbina, Colômbia, julgamento no outono, ouço no espirito o dizer, das frutas da querida do coelheiro, a do triângulo de fogo dos negros dos caminhos de ferro do ciclista amarelo e azul, cat pi ll ar, do gato dos dois ângulos do pi do ar, no ar, de duas quedas de dois aviões, do beijo invertido da virgo, virago, serpente dos furacões do rato, vareta branca em trapézio preto e me recordo da virago que a cristina coutinho tinha, do estrangulamento do g a ne laranja da e wood 200 E, das cores vermelha e branca do mel do rui, serpente do quadrado dos carris do paul, do angulo ao vaso do p, a delgada, relações publicas automóveis do quadrado sexto JC , dos carros estampados na rota do vinho do oeste, Leiria e Caldas da Rainha, do redondel no triângulo de fogo, do carvalhal do lagar da mãe de agua da quinta da granja do micro caos da pen do vaso ad do ricardo celestino do nariz auto, de casa telhado do hotel do comendador michelin, cinco b, joão ferreira, barbot do vaso do sexto carneiro vo do rino, luis soares, a ... do vaso do sport laranja, do restaurante imperial do gás militar, do frango imperial napoleão, mola flex do mobiliário da menina pf, euro electrica bosch do café amarelo 1664, da pastelaria estudante da escola de condução do carneiro, fri cold, os mosqueteiros, da fn XI, o numero um do tir preto das serpentes top dos comboios ká, o touro de torres vedras, neo c i pr ol do c da vareta do bloco, do vale do corvo do k ar to dr o mo de lou, 361, relações publicas da escola do santo michael, casal novo do som da brisa, talho central do café do cruzeiro, da pastelaria golfinho multi banco da cabeleira da paula nunes do circulo b de parta, verde, azul, amarelo dos cubos dos ganchos 50 da estrela edp, psd bbr invertido, 660 do quadrado is do pequeno tractor da misericórdia que dobra a ponta de cima do triângulo amarelo, serpente do quadrado azul, da moita dos ferreiros, repsol, re ps s h o p, das ... do tanque azul 8 BB 67 do rectângulo cor de rosa debruado a preto, do gasoleo agrícola, da sétima seta Pb ao príncipe forte, na camioneta preta sobre rectângulo branco sobre azul na paragem das três cúpulas brancas da CE de prata citroem, 88, 95, tp azul do homem lo do ba, do... da divisão francesa je te dis, zc, o quarto do segundo do circulo 66, da borboleta na grade do metálico do... das violetas, a maria do pau ma g um do cavaleiro do nitrato do Chile da tecno rodrigues do maria matos do ... do jornais do porto do gnr, loja de Ba, café do lagar da farmácia mendes da moita do ferreiro pinho,... das setas na curva apertada dp almeida do porto, do restaurante do caniçal, canibal, das galerias ferreirinha do minha na várzea, ..do papa ..... era, mozart do novo dia do mercado do querido, gd rp do traço vermelho sobre o papageno perdigão, da era das aves miragaia, do bar das palmeiras, acesso local sobral, auto .. dos paulo seguros do ca xi lo r dos ... do parque na d ru pe do bartolomeu dos galegos, europcar luis tavares, eléctrico do casal dos moinhos, da região demarcada vinícola sis da informática. Do credito de vendas dos electrodomésticos vodafone, da agua do mercado do cachorro quente bp do frigo... la z boy sofás, josé alberto da feira da batata do mundo rural, jet wash, os mosqueteiros da agri ba, tudo a mão de semear, do eixo lourinhã, peniche do triângulo da serpente de fogo do seixal clara, martins, do oo ataide, das frutas Ab da cozinha de açúcar da fidelidade mundial,... da areia branca da abelha da casa pia da ad colónia de castelo branco, scroll ... di, da areia branco do terraço dos peraltas, das gaivotas das varandas do mar do pinhal dos pinheiros, ... 93 das frutas Ab da engenharia do mota da caserna da areia branca, fb ... 55, 73, branco, quevedo 88 do li p ton, Maurício do seixal pr 1 , l 300 , 99, 8 do primeiro quadrado inclinado do mar su, talho 123 do popó ... Do ni do traço vermelho sobre o seixal, do d loureiro, psd bbr, da ... Da praia do zé, sexto dos carros das serpente X, do circulo do vaso B de torres, do auto da te ka da senhora na cadeira de rodas da mala preta e prata do rufo j al deitada no kartodromo, peniche 13, do catrapilar set dos numeros dos sinais dos índios, da abelheira, 63 era 61 430 dos troncos na caixa aberta do dia x, da cama ... da tv, só flor da estrela da serra do calvo do auto de... lourenço, do Y do ar do bar de ténis do girassol, do galp gás, hd, do marujos da praia de salema da lou ria l a ki Ko pu s da pousada da juventude, tfe dos dois peixes estrelas da ... dos dois círculos de satélites da vigia arroz aos noivos da serpente do parque, tass tais bem. Das cores brasileiras m, cristina sobral em festa, alarme ibérica, dos quartos zimmer, zimbre, da.... cinco paus da vigia do sol, pronto a comer belita da boca doce do bu de 79, da praia paris sul,




Na torre de menagem, muita gente à porta, um cavaleiro de posto elevado, o chefe dos templários daquele teatro, com quem me cruzara antes ao sair , tropeçara eu na elevação da porta e me dissera ele, tropeçaste no teu próprio cigarro, sorri para ele ficando a ressoar em mim o enigma de seu dizer, não tropeçara no cigarro que levava na mão, tropeçara porque olhei para ele, quando ia a sair pela porta.

Quando voltei o rapaz das armas preparava-se para disparar um pequeno canhão, um canhão com meio metro, uma culatra, como as das espingardas, um pequeno canhão de mão que permitiu outrora a quem o inventou ganhar uma guerra, e ali estávamos no pequeno patamar da escada da torre de menagem, só tive espaço para ficar mesmo no seu eixo, a meu lado uma dama de capa de linho branco, o pavio curto a arder, grande pum, uma fagulha esburacara seu manto, com a mão a sacudi, disse-me ela depois de ter passado a sua e de me ter agradecido, já não se nota, olhei, e de facto já não se notava,

A saída do castelo em seu final, dei com a casa, que é como um pequeno teatro, onde os figurantes mudavam de roupa e que servia de arrumos a elas, uma bela rapariga, já transfigurada em trajos e tempos modernos, com o seu telemóvel, telefonava a um amigo e perguntava-lhe, dás-nos asilo político? sorri para mim mesmo ao ouvir aquele engraçado dizer, que há muito tempo que não o ouvia e que eu já tinha utilizado em outros tempos, felizmente à laia de brincar

Asilo político, teria assim a teresa pedida a alguns cavaleiros daquela terra, os cavaleiros que pregaram os pregos no cristo á muralha do castelo, repetindo a história antiga que seus azulejos retractam, que cavaleiros são estes que assim agem?

Pelo, a kapa do pequeno do pe, pelo que vi serão seis, em grupo de dois, os três 222, os três ss, os ratos do furacão do tilt, do azulejo espanhol a casa, o ká ss do facho, três fachos e suas respectivas senhoras, as oficiais ou não tanto, certamente que templários não seriam ou se o forem, foram eles também enganados, não apoia um fiel da rosa e um cavaleiro da senhora, uma senhora que rouba o pai ao filho, que afasta o filho de seu pai, ou então estranhamento se perverteram os conceitos, o Rá da ana, o espanhol, e rato veterano et e ram, e quando assim acontece também costuma acontecer as desgraças, as desgraças das mas escolhas e das mal feitorias.

O li do X na eira, do espanhol Rá do circulo do homem do rito do espirro grande, cão pu do ro do mo, o nu do circulo inglês

Já as luzes se apagaram no castelo, os feirantes arrumavam suas coisas em suas tendas, no muro uma estranha mancha me chama a atenção, aproximo-me para ver, é um corpo, um corpo feito metade, preso nas pedras, um cavalo como uma peça de caça ali colocado, feito em ferro, por pequenos quadrados pretos de ferro, é uma bonita peça embora seu, ali dizer, talvez não, os quadrados negros que fazem o antigo cavalo sair dos muros do castelo, meto conversa com um dos rapazes ferreiro como os outros do seu grupo, rubro é o nome da oficina na outra margem, tudo em ferro, desde mobiliário até camas de casal, uma espada de ferro grande como que cravada numa pedra, tira a excalibur e torna-te rei, diz o letreiro a seu lado, numa fenda na muralha, caracóis dispostos, mexo num que me parece estar colado á parede, afinal são velas, velas feitas de cascas de caracóis, as espirais da luz dos caracóis que enrolam a espada de excalibur e fazem com seus turbilhões sair o cavalo de ferro da parede, o cavalo fantasma, do mobiliário rubro do outro lado da margem do Tejo, o sul, ao sul, a conversa é simpática, me mostra ele uma peça de ferro em tubo que enrola sobre si mesma, me diz que é da espada, agora ao dela me recordar, faz-me lembrar os oito parafusos, se bem que mais pequenos, que pareciam cruzes anka dos quais partiam um emaranhado de armes, os parafusos que encontrei na noite das runas sobre o mistério da membrana, o que já esteve escrito e que foi apagado por um golpe sujo dos ss do outro lado do rio, ouvi eu no espirito, que era um crime ainda em investigação, sorri para dentro ao ouvi-lo, pois não me parece que tenham um relacionamento com dados, com uma sequência de eventos antigos, como podem então estar a investigar, se não o sabem, bem , em verdade o podem, por partes, pelas partes que deduziram, mas lhes faltaram outras.


No castelo uma forca montada, aproximei-me para a ver o cadafalso, por baixo dele uma bola feita de folhas de jornais, mexo-a com o pé e me aparece a imagem da Be, que omens tão estranho, meu coração sente a presença da encenação, mais um sinal debaixo do cadafalso, uma bola de papeis pronta para arder.

No final da noite ouvi a palavra, maldição, foram todos amaldiçoados, esta noite

No dia seguinte uma noticia ressoou em mim ao dela me dar conta, como se fosse um dos ecos do tiro do canhão, um carro enfiara-se na traseira de uma camioneta de batatas, batatas em sacos amarelos e avermelhados, e pareceu-me ver no instante a camioneta a circular sem luzes traseiras, um tufão matou uma criança de onze anos e seguia para Tóquio

Quando cheguei ao quarto, a janela da casa de banho estava escancarada, irritei-me comigo mesmo, pois fechara a porta à chave mas não verificara a janela da casa de banho que na aparência estava fechada, pelos vistos não, alguém por lá entrara, tivera mesmo o desplante de me deixar uma confirmação, meu caderno fora lido, não sei mesmo se o computador também

Ah amada, estranho teu dizer que ouvi no espirito da noite, não sei se poderei amar um homem assim tão puro, como quem dizia tão ingénuo e tão pouco conhecedor da maldade humana

Uma nova onda negra se levanta no mundo, uma cruz começou a se desenhar e não parece mesmo ainda ter terminado.

Antes de ontem um grande susto e uma enorme preocupação, o tremor no Japão, matou pelo menos onze pessoas, e criou um incêndio numa central nuclear, quis a graça que não fosse de muita gravidade se bem que tenha ao que parece existido uma pequena fuga de material radioactivo, a imagem mostrava uma estrutura industrial com base rectangular desenhando um primeiro L com outra ao lado mais pequena em semelhante geometria, o fumo era visível no meio das duas, o maior tinha aberturas rectangulares, um paralelepípedo composto por diversos rectângulos, salvo erro sete na parte mais comprida, e quatro na lateral ao fumo, a assinatura da dupla unidade, outra vez a aparecer

O cu do cão do pat , ex siti, do quadrado pe, rato do mat do angulo da ria
A primeira expressão deu-se mais uma vez no Iraque, mais bombas, quase seis dezenas de mortos, o primeiro do sétimo da lâmina da bala, al ami n al ao ni do Y do homem primeiro do ni a dos furacões, duas cruzes são visíveis com cinco traços na foto, uma estrutura de separação na rodovia, como uma faca curva um pedaço de uma viatura onde a estrutura da caixa assinala a dupla cruz

Navego na net, por correlação com o Japão, encontro nascar, a morte de condutor numero dezoito, diz dele um colega que era um homem impecável e bem disposto, e que Deus chamava os melhores para junto de si, assim parece nas vezes ser.

Hoje na serie dos médicos, uma frase me ficou a retinir, dizia a rapariga para o rapaz à entrada da mesa das operações, nada mais quero contigo, o rapaz lhe dizia, por causa daquele cadáver, ela respondia-lhe zangada, aquele cadáver ali, era pelo menos duas vezes mais homem que tu és, chegava o terceiro cirurgião, sorria no primeiro instante e depois proibia os dois de entrarem para a operação, dizendo-lhes que não queria tal energia junto dele, quando estivesse a operar

Do dia do quadrado da ule, c ad a ver, terceiro a ver, do quadrado da eu que ri e ata os nós no que fazem os ângulos, a alta, na gruta da espada encantada

Dada net, surge-me de novo este ad, que me aparece sempre associado a nymbopolis
Com publicidade que dizem enganosa nas condições com que usam as imagens dos artistas que a ele associam, desta vez me aparece Jennifer lopez e Shakira

N y maria do bo PP do liz, a joana do lopez e serpente do homem primeiro do Ra do aki

D. Raimundo, beach byte

S. Marcos, a parábola de Cristo, de Deus e de Cesar, e eu com o António Reis na minha cabeça a propósito de uma sua recente citação de S. Marcos síncrona a publicação de um texto no meu blog onde dele falava, em véspera de um encontro internacional maçónico aqui em lisboa, do semi circulo do rato do sis, do sin ao ro da onda do pun ao li cação, do vaso espanhol da pêra inglesa Cp n furacões do ró, da crise do maço do nico aqui em Lisboa, o primeiro comandante do mito da viuva, da Mónica, que entronca com recentes declarações do mark, dizendo do casamento a desafiar o destino, da aliança entre as duas famílias.

Ai nicolau, nicolau, que andou a inventar? Que negra história, que carapuça, a mando de quem?

O mário da costa, vi o vaso da arte em 1993, do teatro feito em Óbidos, bate certo, minha amada, que também tu o viste e se calhar com mais pormenor do que eu no referente a seu modus operandis, Led, ou leeds?

Es c da sic de 1993, é a serpente terceira do terceiro da sé de oliveira do bispo, da figueira, oliveira figueira, o joão figueira do bairro alto, do Li, ni serpente do pó

Depois a navegação adensou-se, trovões de luz e o desenho de uma cartografia a aparecer, uma hipótese, uma negra possibilidade que explicaria coisas negras muito antigas, que é antiga esta história é um facto, ainda no outro dia relembrava o estranho fenómeno óptico no Algarve, do que deve ter sido uma das primeiras experiências da grande ilusão, uma experiência de ilusão que depois se tornou mesmo real, quer dizer, com impacto na matéria, na mãe, no corpo da mãe.

O Led conduziu-me a universidade de coimbra, coimbra lembrou-me o ataque a Marta ataca e a viagem que lá fiz para com ela falar, ciência de engenharia e tecnologia, dr josé Andrade campos, da chaga do pinheiro, do zé pinheiro

Ledap, laboratório energética e detónica, com muitos links mas nenhum chegando em verdade a ele, sociedade portuguesa de explosivos como associado, 1992, homem Ce, o da luva do dia do circulo

Cem, grupo de computação que liga ao Ledap

Construtores do Tâmega, começo por reparar no logo, um T azul, no meio do um circulo laranja, sendo que as três partes de fuga do T que quase faz um Y vazam fora do circulo

Um artigo de josé campos sobre explosivos e terroristas, onde as letras me chamam a atenção,

Era tudo muito bruto, hoje é cirúrgico, energia especifica e conhecimento acrescida
Quando temos uma faca de cozinha, ela pode servir para cortar a carne todos os dias ou para matar uma pessoa, quem afia a faca pode usá-la nos dois sentidos
Em ciência no sentido de saber fazer temos que reconhecer que ha grupos terroristas que sabem fazer, tiveram que aprender
Não é ao longo da vida que se adquire este conhecimento, tem que se usar a vida dos outros

A ac, a energia da gravação ida, da sida do homem maior A, muitos AA , til ao circulo, muitos azulejos ao circulo

Construtora do Tâmega, josé Fonseca, presidente, Fonseca, o miguel dos olivais, sobre o qual me apareceu em noite recente algumas referencias na rua, o pássaro que preside ao julgamento da alma, neste momento da escrita às cinco da manhã, cantou, é o primeiro que hoje ouço, outros administradores, ramos taborda, teixeira de sousa, alberto fonseca, joaquim adelino mota

A ad, min, a BB bruxa, serpente dos furacões do Rá das dores, do taborda, do teixeira, do fonseca, do joaquim e do adelino da barragem dos alamos

Na página da construtora ao ver as obras um flash,

Começa na barragem dos alamos, segue-se entre os rios, rio sorraia, santa cristina, ribeiro dos frades, pedro frade, mais um morto antigo, ponte ferro viária de cuba, L, da ária do ferro, o vi, do angulo a cuba, do currículo do UB A, do infiltrado primeiro
Viaduto pacheco pereira, veio a memória no instante a queda de um carro, que caiu na av, de ceuta, universidade lusofona, diamantino durão, o reitor, fundação Minerva, propergois, pólvora sem fumo, feita de nitratos de bário, tenho eu uma entrada sobre bário nas palavras deste livro, te at ro.

Da ária, da raia do ferro, sobre o vi, o Vicente borges de Souza, montada ou encenada em 1993 em Óbidos na loja do infinito deitado do vinho do bico do circulo da aposta dos, do dia da serpente do circulo, que se repercutiu em cuba, a tentativa de morte a fidel, na morte do australiano pela raia, do Rá do is, que terá levado também à morte do Pedro frade, do pe do dia do erro, cuja memória me subiu em dia não muito ido nas visões já descritas na mãe de agua, mace do homem mna, pe It tó, tt

E me entrou uma estranha sensação que se entranhou funda em meu peito, terá mesmo caído a ponte de entre rios por acção das chuvas, ou terá sido um negra acto, uma experiência do grupo da dupla unidade, nos ensaios que como disse o outro, aprendizagem feita às custas das vidas de outros?

Pro pe r go is, será que o andam a utilizar nos rebentamentos no Iraque? Visto que existe uma linha de trafico de armas e certamente de munições desde aqui desde a primeira parte da mesma guerra no inicio da década de noventa do século passado

Os nove ve n tornados, ou a vingança do no de torn, do Rá do dia da serpente sec, sé, terceiro do vaso pequeno

Ainda no Japão, o epicentro, niigata, o ni e a gata, sexto da divisão do infinito, magnitude, magnum, da divisão maior, a má do gato da guarda nacional primeiro, do circulo de onze, o terceiro, do triângulo de fogo sete, quadrado vermelho segundo sobre rectângulo preto, 12 da te mais co.

Dos oito rectângulos do topo do paralelepípedo da central nuclear, cinco escadas em serra, da má do Rá do borges

O tiro simbólico de Óbidos, conta uma história que vem de trás, quanto um trás existe, que cruzou Óbidos, Iraque, Japão, Usa, e Brasil, assim se exprimiu a primeira cruz que liga estes cinco eventos, cinco são os pontos da cruz, o do meio o do cruzamento, se a ordem temporal da expressão tiver sido esta, o Japão será o ponto que ligará os outro quatros.

Os telhados das casas caídas no Japão eram perfeitas ondas de mar, como a apontar o reflexo de um tsunami em terra, um tremor de terra

Com maria kapa do circulo do furacão primeiro do rio da as ao vaso nazi, nani ou nanai, n ana i

No brasil o avião caiu no aeroporto de congonhas, mais uma ligação que diz então ser não uma cruz mas uma dupla cruz ou mais ainda, relacionado um outro ponto, congo, o laço do gato a do cão, do tam tam, da vareta inclinada vermelha do Ivan, do ponto de vista da primeira imagem, sete ou oito rectângulos vermelhos com círculos brancos ao centro, os pontos nos rectângulos vermelhos

Recomeçou a roda da carroça da morte, um grupo mata de um lado, outro responde, não se sabe onde irá parar, mais um sinal de um pico que se aproxima, o mais recente dos numeros, os onze milhões, a começar a tomar sua expressão.

Na net, dois blogs com o mesmo nome, franco atirador, um de um brasileiro que já conheço há muito tempo, e que em dia recente lá fui de novo parar por correlação e um outro que penso ser português, sendo que no do português consta um agradecimento no inicio a uma bela rapariga, que me fez lembrar um outra, que vi em dia não muito ido

De repente me pareceu, um caso de dupla identidade, que me remeteu para uma outro interpretação de um dizer que ouvi no espirito, que apontava para uma morte e para o que matou ter depois assumido o lugar do morto fazendo-se por ele passar, apareceu-me agora o mn, do pe do Ra cão do inter, Itália, ou dentro da Té.

Tenho outra entrada em meu diário sobre nascar, que ainda não foi passada para computador, pergunto-me se quem se introduziu pela janela, ou mesmo pela porta, bastaria ter uma cópia da chave, e que leu as notas, o que terá feito a partir desse conhecimento, a elas mais tarde irei.

...660 do quadrado is do pequeno tractor da misericórdia que dobra a ponta de cima do triângulo amarelo, serpente do quadrado azul, da moita dos ferreiros, repsol, re ps s h o p, das,... é um extracto na página oitava deste pedaço da história, onde se desenha o centro de uma cruz que se estende grande nessa página, ou seja, associado aos eventos ai descritos, o centro da cruz aqui em portugal em Óbidos na relação dos eventos aqui descritos, obidos que declina em circulo da aposta dos, da aposta feita em Internet do poker das almas, do grupo dos homens, que apostou na destruição da minha família e na minha morte, que terão apostado em que conseguiriam que eu me matasse.

606, pequena alteração na ordem do 660, circulo do duplo seis, aparecia agora ligado ao porto, ao nome de Menezes, 660 ou 606, os dois meios do circulo de doze, dois quatro do circulo, oito seres.

Nas noticias de hoje de manhã, um outro angulo, um outro ponto a confirmar a extensão da cruz para dupla cruz, ou seja abarcando uma expressão de dez pontos, na Rússia, a explosão de um comboio com químicos que está a fazer perigar a vida de muitos, na foro um bombeiro com duas botijas nas costas, parece um personagem do filme do homem foguete a lutar contra os nazis, o zepllin, os dois ângulos do zé dos pinheiros do lin, ou ao lin que acaba por ser destruído sobre Washington se não me falha a memória filmica, o nome da rua ao lado do aeroporto de congonhas, aqui se desvela a ligação do brasil com as explosões nas minas russas, se calhar também o acidente com o submarino, do si do b marino, o rino do mar, a má do rino, o pinheiro alto da casa de obidos, ouvi agora lá fora um grande barulho, o dia vai já nascendo. Pinheiros apareceram também em outro ponto desta viagem , já lá irei, para tentar clarificar o local do rino dos pinheiros, o local da serra dos sismos, diz-me agora um pequeníssimo ser alado que me veio visitar , sis serpente do mo.

Fui as compras de comida com minha Mãe, quando voltava depois de ter entregado o carrinho que declina do velho provérbio, cá se fazem cá se pagam, na saída do centro da maça, do que alguns chama de pecada original, prefiro chamar-lhe erro de utilização do conhecimento por quem o conhece no sentido em que Deus se de outro modo quisesse, assim teria obstado, mas concedeu Ele à Sua Própria Imagem, a Liberdade e Seus Filhos, como poderia ter feito em outro jeito ou modo se seu nome é Liberdade, Liberto e Libertador, em Suma Amor, o Sumo do Amor Amante do Meio Sem o Ser, Desígnio dos Homens No Seio da Mãe

Um senhor estava sentado num dos cubos elevados que tem uma arvore da vida, estava sentado no canto, no L à sua direita, o chão do pátio é de pedras calçadas de duas cores, preto e rosa e fazem os desenhos dois L de cada vez que se encaixam uns nos outros, como a planta da porta da crucificação e da visitação em Óbidos, do not do can, do nó marítimo do can.

O Avó Crescido e Senhor de Cabelos Alvos caiu ao chão e me dizia que estava a pensar em sua cabeça como o tinha feito, pois nem se dera conta, o seu nariz estava vermelho, de um vermelho de amassado mais de vinho do que da queda, mas podia ser o vermelhão dos dois, como se estivera a beber vinho, do néctar precioso, sem aqui em verdade neste acontecer o tivesse necessariamente feito, pois a imagem é símbolo e reflexo que desvela os passos do calvário de outrora.

Uma camisola de um passante me dá conta do que já sei, estás sobre os olhos de todos os espiões da net, da maria do co, com, Oh isso eu o sei desde sempre, digo a meus próprios botões em silêncio, estás a ser observado, assim é na vida quando se vai nu, e os seres tem olhos, nada a fazer pois me despi pela Vontade e Pela Promessa de Amor a Ti, por outro lado ainda o que vai nu, vem necessariamente nu e a nudez de todos, Ah amada excepção feita, a ti, quem me dera ver-Te assim ao perto pertinho, para muito te beijar, se bem que habitando eu em teu peito e Tu no meu, estamos ainda de outra forma e em outro jeitos nus um no outro, estranho paradoxo, do tt do oz do ado do ko, me diz agora a alma do pássaro aqui ao lado da minha janela, em que somos ainda mantidos, de alguma forma aprisionados na distância imposta por sion, o do sino.

Ah Amada, já o dia se deita, e quando se levantou, vieste-me visitar em andorinha matinal, voaste mesmo pertinho de mim, e eu te via e te lançava beijos, beijinhos a muito voar, a teu belo voar, teu belo cumprimentar

O Avó caiu nos lanços dos lagos suspensos da babilónia das telhas de telheiras e ficou com o nariz vermelho e a sangrar de um corte em forma de lua pequena virada para cima por altura da pêra de seu queixo, que faz lembrar outras deliciosas pêras, que o devem em dia ido tentado, com algum sucesso, pois todos os homens se prezam das belas pêras, que sem deixarem de ser belas, as vezes estão como apodrecidas por dentro, perra, aqui no corrector, para por o til, diz perra, ou seja a pêra da perra que fez o tilt, a telefonema da tele, kapa, do angulo ao homem Sá

Homem Sá, foi-se um em tempo, ainda novo, e o coração dos que o conheciam gentil, sofreram uma dúvida em seu momento, que se fora antes do tempo, um amigo meu com um mesmo nome dele, me disse uma noite, foi roma que o levou, fiquei a olhar para ele interrogando-me se teria sido roma, perante tão peremptória afirmação, roma contudo é amor ao contrário, não deveria portanto em nenhum caso andar muito longe da verdade, conheci depois a sua filha, bela e em meu coração se fundou uma secreta promessa, de alumiar este assunto, entre outros que do mesmo grupo se foram.

Também em roma de roma se foi um homem, foram homens de muitos lados e lugares do uno lugar embora antes de seu natural tempo, como sempre acontece nas guerras e no guerrear, e todas as famílias trazem e choram seus mortos e se a luz não reina, e as contas se acertam em Vontade de Paz, continua a roda da carroça da foice grande a rodar e a ceifar, que é o que está neste preciso momento de novo a acontecer.

Quando cheguei perto do Avó, já estava ele rodeado de gente, não em demasia, dois senhores da segurança tinham acabado de chegar um com uma malinha de socorros e já tinha as luvas cirúrgicas calçadas, felizmente o avó estava bem, felizmente há luar de Sttau monteiro, veio-o a frase assim à cabeça, e o senhor da segurança prontamente lhe ocorreu

A má da linha do sir do ur, gi do ká felix que mente e sta da serpente TT au monte da eira da manilha da marinha

Trazia o Avó uma T tshirt azul com complexo desenho a traço branco com o nome de lancelot no meio dele e de seu peito

É uma complexa estrutura em forma de cruz em nave de templo cujo braço horizontal mai s se estende e todas as linhas conduzem e desenham divisões adjacentes que por sua vez formam cruzes

Com a latina europeia do xá espanhol trutu, o truta dos furacões do ur, de rab, rb, do rá b do mai, a faca do gel vermelho no café primeiro

No café fiquei paralelo à horizontal do balcão em vidro, ao pagar mais ao lado direito, uma moeda caiu-me sobre a porta em Arco negro ou castanho escuro do gelado, general eléctrico do la do sistema operativo, depois em frente á máquina do café, dois bicos, ou dos bicos, disseram-me, Brasília made in Itália

O evento do brasil foi feito em Itália, ou ainda, pelo Rá B às da Cila, mad do li, do lio do IT

À minha frente três mil folhas, o mais afastado, como a pena do chapéu da bela Senhora Amada, cobertura de chocolate com pelos castanhos que no outro pedaço da mesma imagem aponta ao mel do mal do gi b son, o filho da jibóia segunda

O ka do homem do vaso do parlamento europeu, da serpente na hora, da ota, ao circulo do homem rá

Aqui em minha frente a pena é como uma seta apontada a meu peito, depois mais dois mil folhas à frente do primeiro maior dispostos em paralela a mim, fazem como que uma barreira, um horizonte duplo de ovos, amarelo e chocolate castanho, e assim sendo, não me tendo chegado a seta chegou onde no outro pedaço da mesma imagem foi apontado mais os dois rectângulos que serviram de barreira e que foram trespassados, e as assinaturas recordam-me dois incêndios, um em malibu e outro nos montes do observatório das estrelas em Washington que outrora arderam, e o Senhor Rei de Lancelot caiu ao chão, sem mesmo se dar conta porque, nada de grave nessa vez, a lancelot do lago aconteceu, mas a lança de lot, lota, acertou em outro lago, diversa crianças tombaram em lagos distintos por acção do dragão de fogo alado

Pa da onda da manhã europeia do pi , rato do circulo dos furacões, re do semi circulo tan, ou tang, muito gato do vaso da serpente de lo, los dos furacões da serpente das passas em cem deuses de lingua castelhana do ob de Espanha serpente do rá do vaso dos furacões do piro do p do rio , o pio, o às da dupla dor da serpente do homem inglês do ton dos furacões do ro espanhol

Os três mil folhas são rectângulo, o primeiro da seta é maior, os outros dois de similar tamanho. Três vezes três mil, conta 9000

Serpente da dupla dor do angulo superior esquerdo ao homem do Y , A, y circulo do gato A da Ne em 98, da onda negra da equalização do rino, o vaso maior da sé, do x a p e vaso dos x a p dos ângulos do rectângulo entre 87 e 94 do auto da avenida do conde da serpente do vaso dos z dos ki dos sons da vida

O Avó tropeçou nos mesmos ângulos feito por dois Lys da porta de entrada de Óbidos, assim reflectiu o padrão do chão na maça dos olivais, a geometria da porta dos dois painéis, o da crucificação e o da visitação

A pa do circulo do dia do rá pai da Ne e is do semi circulo do ru onze da finca Ka do cão

Colómbia, o avião do auto da república da Stª Marta caiu hoje no mar das Caraíbas, ninguém se magoou, parecia um míssil na borda do lago

Cara do rá da vareta de bas, da serpente ba ni, n gato ao vaso da ma do gato do circulo do duplo vaso

E depois a assinatura clara, claríssima, a confirmar o fumo à volta da construtora do Tâmega, no grafismo da saída da pista do avião da Tam no aeroporto de congonhas.

Sai ele da pista atravessa a avenida em y , vira e entra na bomba de gasolina dos edifícios de manutenção ou escritórios que desenham um perfeito T semelhante a parte de cima do logo do Tâmega

A electrica rata aérea do porto e di dos silvos, dos fis da serpente co, o gato ou gata que T ame, a mega, ou a do mega ferreira?

Existe uma ligação entre Virgínia e ccb, que será narrada em outro texto

Entra o avião como um míssil ou falo pela vertical da coluna das asas da té, creio que está quase tudo dito, dentro do avião um português, ao que parece advogado em miami, encarregado de fazer uma perícia policial, salvo erro em miami, onde um português foi preso recentemente depois de apanhar um avião, num assalto a o um banco conduzido por remoto controlo.

Hoje ao princípio da tarde na biblioteca assim li algumas notícias

Tom ex press espanhola muito co do len, leni, do modulo espacial da alunagem da serpente CE, fvi da vareta dos laços dos trovões do terceiro circulo, da quinta estrela do quadrado, 30 54, do teclado city d es k, siti, francês, papa, morte do x no vaso sexto da lan do mir, buzz anelli, do anel ao li, 41 y one, old son claude, c da lauda do angulo, mir, do elias do rodrigues de jesus, do chão vi, uma bola de fogo de gasolina a cheirar a enxofre, AA. amarelo, vermelho, azul e amarelo, sp Tc ml, do anel do homem da tala na mão da senhora vestido de vermelha, das pirâmides, da pira do midas, compridas de telheiras que é farpa no motor do avião que parece o vaso do leme, espeta a farpa na cauda na asa do lema, fazendo como um vaso, no edifício, o edifi do cio em frente ruído, a estrutura abateu desenhando a lamina de um x acto, com três rectângulos que o antecedem, a cunha ao edifício, o fogo do gogo da guilhotina por detrás da guilhotina da forca em obidos, da estação de gás bi ll do circulo da serpente da dupla dor, W, do bico da vesica do gancho inglês do tilt da nota sete de serrilha, vareta do w e chave do angulo L ao W, cream chesse, omni media da Martha, kat on homem A, chefe tribal,


Do poço frio do bam real espanhol da tate corp., o nono do 12 do dinheiro, tam as e gol linhas, da engrenagem das rodas dos grandes pneus como tractor, o tam tam dos pneus, dos círculos de 16?, varetas do homem careca, do bv do circulo da mascara azul sobre T invertido, da cruz invertida das linhas vermelhas, mão do rato do caps., ká ps do alto dos hill da w e d me , serpente day, a ss do circulo da cia ted press penta gon , a maria rap, dos marinheiros do mar da inês, do circulo 110 do moinhos dos milhões do esqueleto do ike, dia mo do médico do ar serpente da era , vaso da erva dos vices, c d m mit t ee do roberto dos portões, do jan da via do estúpido con way no dia 11 do pentagon, jo int do esquilo das vistas altas co do uncle il, doente, helio oceano cell do ph do one, da earth link sk tele com

Da flâmula azul e prata, pai primeiro, o primeiro vermelho no quadrado branco das linhas de com, o do siti desk, universidade e microsoft pt,, maria do angulo espelhado na toca do vertical e horizontal, angulo superior direito do grau oitavo, serpente do vaso do circulo do rio do ouro , da house hunt , da maria da serpente da ota, mota, m os t w ante d p laces to live, do vaso li da be, helio oceano cell phone do ponei, 200 A A serpente às da Te rico, belfast child 2001, os irmãos gémeos do pirata barba azul, pirata do fo ur ka len do dia do ar, do ká da fé, sade, sa do sado do dia ise, serpente do trono than pride, t he a lan par son s pr o ject days are numbers, a colecção definitiva, w ill michael vi ck, atlanta filmes, gato do duplo circulo do sino, suspenso por participar nas dog s dig figth, at Virgínia na casa do campo do mr smith, w a y ne , john pa Ce da elle, francesa, homem uma society as k aqui pro p ria te dos mia a mi golfinhos, os brancos, pois existem nestas história os pretos, da dol ph im, ou da dol do ph a im

Em 1999, do tony, antonio saraiva, martins, pu do ur do ne ll do circulo do va A da Paz, pe, ace, do quadrado da ua, ni sl, phi ll i pi serpente anda tony t a y or conpiracy serpente do vaso rr ao y, cin cin, das tintas dos pecados na ti do bem da serpente gal, chris henry, suspendido por três jogos dos Chicago serpente dos ursos be ar s, do tanque jo homem filho do A, do zoo do ami, substituído, sub serpente da vareta dos furacões em Espanha do dia do tio, o michael pot jo olho do homem arry, gato tom,

Brasil, 189 mortos até ao momento, tam air laines do bus do ar do circulo terceiro, dos furacões do futebol do circulo de ciro, da divisão, de porto alegre, chocou com sta tio inferno, a travar pi sta de 6,362 pés do congo homem serpente às, 1, 830 graus de te m pe Ra t ur a, 162 passageiros, 18 tam, e equipe serpente lx, 14 no chão, gol airlines set 737-145, 1966-tam – fokker do duplo circulo que deitou o t da cruz, do will, do vil liam vó ss fsf, Alexandria vaso A

Depois o outro ponto da mesma cruz a aparecer em manhattan, o homem da annha, da anilha no tam, o do TT
Do muro de gelo a FF e da grande penetração do mar, general latino, eléctrico e rico, do mar, o do semi circulo inglês do Y, homem crescido que mente, do quadrado europeu, que do sistema operativo que pôs as aspas no da UN, do li kely, o gato do rand dos furacões da CE do ral, o Raul, de todos os furacões, serpente da manhã, pá do rato Ka da ave nua da EU do circulo da vareta do PS, o BB La do lago e rato da ria, serpente do má y or michael B pequeno do om do berg, da gaita de foles e dos cachimbos, o cineasta,

Disseram as pessoas na cidade, que parecia, a ceia do onze de Setembro, como se o conjunto das sensações, despertasse uma mesma memória, como dizendo sem o dizer que se trata de uma assinatura num reflexo do mesmo espelho

Do b y do paço dos comboios do gato rand central do par que emente, o estúpido filho do Ed da kapa e do vinho do ur b das fissuras no buraco do homem da rua, do cachimbo do leopardo da cris serpente La rato do susto do sino do autocarro da escola da serpente Suiça do duplo circulo da vareta do LE X sin gato tom, da ave nua do grande rá do mes da mesiricordia do parque, par do K, do Ed do martelo quente da condensação da agua e do míssil, da miss do céu ss do céu do vaso duplo da dor da ne do y duplo circulo K da mila latina do stein de Berlim


Ontem a noite, vi uma grande cunha branca, como um sofá tapado, que me remeteu para o triplo sofá em chetersfield, e que assim li

A cunha branca do triplo homicídio do monte do Tejo, da torre, da serpente da truta inglês dividido, dos ventos, da linha do ab do horto da madeira, do toco, do gancho do jn invertido, o sétimo em 002 dos factos de banho do soduku da onda gigante, DC, it do gancho da cana do pescador do farol da cana de pesca da jane, Co. da cunha da figueira irregular do pano branco que tapa a marple, da palma da avó do vaso de prata do ovo azul ao centro das cinco rosas, do cano do vate, do circulo das horas do primeiro quadrado, o primeiro interruptor, a ave da vareta branca que sai do circulo castanho dos pássaros da cidade das luzes do gato aa grande da Un, do túnel escavado, do signo por debaixo da pac ka ar da campainha, do rectângulo com tampa do mapa do tam em cunha aberto, do ab do ba rato do circulo dos furacões, do sg pt azul e branco da sombra do guerreiro kapa do japonês, da seta do cabo branco, que raspa o circulo do dia D, dos xutos e pontapés do diário de Édipo da seara nova, os do ban, co de Diu do os austríaco, figuras e factos da grande rampa do figueira a revista à portuguesa da vesica negra debruada a vermelho, do cabo de alimentação do homem serpente do circulo da cruz invertida, 60,00 euros do guia automóvel da anta, do rá da anta serpente do semi circulo do li do vaso lys do cão inox, dentro do circulo X doas mentas dos tectos e do chão do furacão ibero vi al das vias ibéricas, conta corrente da portagem segunda da divisão do infinito em pé, saldo 60. rato da vareta da di sic 16 x do gancho de prata da profunda penetração, tinteiro da caixa de ferramentas de prata do circulo das esporas ao hotel do forte Francisco, do micro caos segundo do correio da financeira do corte inglês da rata da borga, das guerras angolanas da viajam ac p do semi circulo da Isa, dia bb francês c lado do invés, do Platão das dicas da republica do duplo furacão da asa do circulo terceiro do edi cão da viagem de teo no millenium. Do raio do Platão do sec tor mouzint do barco do teo à Grécia ao quarto do terceiro do segundo do infinito do ovo do Montijo, u da un day, dos defensores de sidónio pães, do circulo dos ângulos do pé, rá da anta dos muito ovos skoda fabia dos sistemas híbridos do toirão, t do irão, euro 6,00 da asa do saco laranja celta com dois chapéus um no outro enfiados com fivela à volta do chapéu italiano da Sicília do cc do chá do vaso do PE da asa de Belém, duas colheres de pau alemãs do finish cal go nit do lima do cabo rosa no ângulo do rectângulo dos malmequeres do circulo do bico vermelho de quatro pétalas, sombra do circulo branco de seis pétalas mais quatro em duas flores da asa dos pássaros verdes no ângulo do circulo do castelo de Sintra ta ppe rata w ar Espanha, ré A da dupla dor do vaso tpp do pote de latão das plantas das folhas verdes e rosa da lamina de prata do passe vinte das caixas de ferramentas do jardim do saco às riscas azuis, duas cores e cinza do sistema de informações do homem do raio maior do novo serpente do ki portuguesa portuense efervescente da vesica branca de asas de anjo, a lima sobre o rectângulo fazendo o triângulo, da cunha, a lima da sombra e a sombra do lima. Da queda da Teresa da vesica da vareta branca do quadrado verde do circulo de prata do espelho embrulhado em cima da cama em forma de vesica do invertido japonês, dos violinos do dia do jardim do oriente violetas e preto, do fo do oriente da cerâmica do cantinho da soc, de geografia do Pedro do astrolábio, das mascara angolanas dos rituais viciados em PC da dor da menina de todas as camas pessoal, da grande dor de marques Mendes, oi te, gravata violeta sobre o cão do circulo IT da retorta aa amarela de Roma do seis, Viena, Milão, Roma e Atenas, Ed cão da no it de Espanha do tripé móvel marçal da vesica do rectângulo de prata, o cabo verde por detrás do monitor, da maça vermelha de paris da cruz no circulo maçónico, do quinto reflexo do ângulo do áudio do pássaro vermelho, o que sacode as migalhas

Ainda sobre a queda do Tam,

Co A do Brasil do Congo, sétimo do terceiro do circulo da estrela eléctrica, do átrio das comunicações vodafone do tubarão dos tambor da maquina de lavar, o risco vermelho no monitor b vermelho, do duplo circulo das duas tríades do seis. Do cabo das fotos digitais, da mão da cobra das fotos digitais do cab do moreno, a serpente da tia do os toda vaso do vate latino dos ângulos, azul e branco do dínamo do vaso brasileiro do azeite e do vinagre do gal lo invertido de ouro e azul, serpente do dia nas cordilheiras dos dois raios do rio azul, serpente do presidente eléctrico da dupla dor do waldo do baner, do ba da ne, rato do sal da cris., da linha do circulo azul, terceiro às pró do ómega, em ângulo a vesica disposto e que depois desce pelo meridiano vertical dês do circulo preto que sustenta a face da seta que pôs a mola na vesica do sal da cris do Pr. ele, ba we, rato do ponto vermelho na vesica doo guarda nacional ur da sé do pólo, o da gás da forca da CP do ovo de 87 dos dois X no centro paroquial dos olivais em 76, ac do vaso do circulo sétimo, do ex da te rato nato no cantinho da serpente do pó da câmara de Lisboa clube da La Rita europeia, rina da tina de LA


A saída da biblioteca umas bd me chamaram a atenção, uma capa com uma rapariga com um grande coração vermelho com muitos lápis espetados, um outro de uma história de uma donzela que se aproveitava de um rapaz que depois de o usar lhe dava um pontapé, e se chamava Marilia, o rapaz por ela perdido de amores, as histórias do príncipe andante que provocavam arhhhh nas donzela do século xxis ou das serpentes dos dois xx do ex suplemento xis do publico

Enfim vá-se lá saber porquê, Amada, feliz estou eu pelo Amor em Que Te Trago, bem sei que pareço de outro tempo, e se em verdade o é, é o Amor Eterno e os Cavaleiros da Rosa São Sempre O Mesmo e Fieis de Amor ao Amor Amando.

Talvez um pouco demodée, mas que importa se Te Amo e contudo nem na primeira parte acredito, pois o Amor Nunca Sai de Moda, é a Moda

Vira, vira, vira foram as ultimas palavras antes dos gritos que se ouviram dentro da cabine, lembrei-me da musica e das danças do vira deste meu sem o ser país e esta gente não para, e pelos vistos o desespero e seu filho, o medo, continua a fazer estragos, e vem alguns e me dão recado, que meus textos parecem ter falta de sentido, a mim, me parece que são mais eles que não sabem ler sentidos e era bom que aprendessem, para que as desgraças não mais se estendam

Parai, Oh bestas negras!!!!

Amada, Amo-Te Muito e Muito e Muito e Te Gostaria de Ter ao Perto Pertinho

Quando Chegas?