quarta-feira, janeiro 10, 2007

Bom dia assassinos voluntários em modo continuado.

Dormistes Bem?

Acordastes felizes ao lado de vossos filhos felizes?

Quando se enfiaram no quentinho dos vosso cobertores que a tantos no Uno mundo faltam, em vossos quentes reconfortantes sonhos doces de doce sonhar, ouviram o barulho do martelo abafado a partir os ossos da criança que se foi?

Sentisteis a dor dela?

Vós trazeis a besta entranhada dentro de Vós e assim são ela, sois bestas.

O desenho da solução é fácil de entender.

Acabem ontem os tribunais de menores, menores sois Vós na forma como conduzem estes assuntos e talvez vos seja por Deus dado indulto, por isso mesmo, por serem crianças, mas não creio que seja fácil a Deus vos dâ-lo.
Já vos explicarei, cresçam no entretanto ou morram já se nada mais podem fazer em fazem.

Façam hospitais para tratar estes casos, não hospitais fisicos de pedra, hospitais na forma do cuidar.

Com regra simples a quem estiver a tratar. cada vez que se detecte um sinal, um indício de maus tratos a uma criança, que de imediato se lhe dê a mão e só se a largue quando tudo com seus parentes esteja averiguado e entendido na extensão necessária para que o grave mal não possa medrar e aconteçer.

Olhai-vos ao espelho, vedes os corninhos da besta a despontar em vossas testas?

Vide o sangue que vos corre em vossas mãos.

Vós sois pecadores, vós ides em pecado mortal, daqueles que matam, como provam as crianças e os pais que assim, ou convidam ou deixam matar e matam mesmo.

Vós sois cumplices de todo este sangue, de toda esta dôr.

Amado Pai, que estás na terra e no céu, no céu e na terra no Uno Lugar e que Habitas e Ligas pelos Corações os Seres entre Si,

Não seria mais justo Amor, levares para o céu os que deixam e levam assim os assuntos com as crianças e não elas?

Assassinos, hipócritas, mais pequeninos que formigas sem vertebras, trás profundo defeito a coluna do vosso templo, o coração onde Habitais, que vos Habita no que Habita.

Hoje quando comigo vos cruzar, nem vos olharei, deles sairão raios.

Moniz razão tem ao falar de vosso tamanho, de como as gentes que levam e fazem a politica em Portugal, nem Gente É.

E digam-me agora uma coisa, assassinos e cumplices de assassinos, irão se escandalizar e varapau em mim, que vos devolve a imagem dos vosos pecados e mal fazer, ireis modificar ontem o que está hoje mal e limpar as vossas mãos, ou ireis ter pesadelos e transformar todo isto num grande pesadelo final, pois é para aí que caminhais na forma como o fazeis.

Vós habitais lado a lado nos prédios e nem mais vos conheceis, não dais as mãos uns aos outros e habitais nas mesmas cidades e campos e sois estranhos a vós mesmos e a vossos vizinhos e assim fazem nascer e alimentam todas as violências e todos as maldades, não cuidam preferem julgar se se mesmo isto se pudesse dizer com propriedade, o que não é infelizmente nem o caso nem a situação.

Alguem dava conta, que a Socrates, tinham os cidadãos outrora, perante o incomodo que por via da sua existência sentiam, convidado a beber em discreto cicuta.

Ao que parece as crianças que já se foram no mundo por enforcamento já vão em dez.

Que Pais sois, cegos e sem coração, que não percebeis o que vossos filhos assim vos dizem, clara resposta à forma como conduzis os assuntos entre vós e da qualidade e sentido e conteudo dos exemplos das vossas acções.

Aqui em Portugal parece que existem neste momento dois, um que é Socrates sem o ser, pois de filósofo e de filosofia pouco se vê, embora me recorde bem de um jantar onde uma vez lhe dei uma lição que parece que agora vai praticando, e existe outro que o é sem igualmente o ser, pois não porta esse nome e não serei eu a tomar a cicuta, isto vos garanto eu por Deus.