sexta-feira, janeiro 12, 2007

Ah amada, sonhei contigo, estavamos deitados poisavas teu rosto por um instante em meu peito e aí ficamos os dois a sonhar palavras poemas baixinhos leves como sorrisos de amor, repara amada a cada vez que tenho a felicidade que te deites em meu peito, todo eu serenizo, sente, como tudo o que agita se acalma, como tudo se poem suave, repara como a tua presença e teu toque fazem despertar em mim uma antiga voz que vem de longe e nasce na fonte profunda do lago do amor, repara, vê e confirma como essa voz tem o tom do amor, é tom de amor e vem de ti, vem da respiração que dás em meu peito e todo eu claro jorram serenas verdades em meu peito que assim se faz teu, calam-se e apaziguam os tremendos delirios do vento do mundo louco dos homens loucos, repara, vem cá, dá-me o ceu a que temos direito, dá o céu da tua boca para eu o beijar e beijar e beijar e ficaremos mansos luminosos nos jardim das delicias de nossos abraços e o sol se tornará mais radiante, os pássaros nos saudam ao passar e a luz faz caleidoscópio na alma que nos enlaça, que somos e que nos dá o sentir e o sentido, que se transforma em aberto ramo de flores, que nunca são breves como alguns dizem, da mesma forma que não existem naturezas mortas, pois uma natureza morta para ser morta, implica que quem a vê , esteja ele mesmo morto, se não, via-lhe a vida, mesmo no no aparente quadro quieto que pela arte da mão dos artista e de sua amada e do pincel do amor que os liga, perenize num momento parado, o movimento, que o proprio quadro sempre tem e é, igual e diferente a quem o vê.

Minha mão em teus cabelos, os afagos, os brinco, chega amada e deixa-Te estar por um instante, lá fundo nossos amigos pássaros me cantam das pedras e das pedradas, das imensas mentiras que destilam os mais subtis perfumes contra o Amor, contra o Amor que nos Fez Trás e Leva e eu te digo ao longe a que me obrigas, outro me conta ainda, que o nosso casar a tudo isto resiste e eu te digo, cuidado meu Amor, cuidado, que os homens vão loucos, os cães ladram pela noite confirmando a verdade do que o espirito nos trás e ladram muito, assustado, tornam-se agressivos e querem morder.

Ah amada, sonhei contigo, sonhei que te via apoiado nos cotovelos como que deitada em nosso leito de amor, chamavas-me, disseste, vem cá, faz-me amor, festeja-me, sorri-me e eu como um gato pulei para cima de ti, com a minha língua te voltei e começei a aninhar meus lábios nos doces tremores da tua nuca e vi teus lábios a desenharem sorrisos felizes contentados.

Ah amada, escrevi aqui para te pedir um mapa para a ti chegar e quando saio para a rua, um cartaz com um leão amarelo como o sol que para mim és, diz-me, nós levamos-te lá, Azinhaga da gadanha, recordas-te e eu fico a pensar gadanha, gadanha, gadanhar, foice, cabelo compridos com os teus e o do mar onde vou repousar e me alegrar e ressoa a espuma e o mar e sal.

Ah amada que tens chegado através de tantas faces e tantos corações e sempre que eu vejo o amor, lhe dou a mão e o sigo e um dia te encontrarei porque a mim chegarás, pois se tudo é amor, se as bençãos de amor na tempestade, são imensas, grandes e luminosas e eu a todos os trago em meu amor, meu agradecer, meu velar, uma das estrelas, a que é minha pelo amor e pelo amor o sendo, não é minha, que eu não sou dono de ninguém, me aparecerá e serás Tu, sou eu homem de uma intimidade à vez, sei da arte do amor que torna o jardim infinito em teus braços e que cada vez que te abraço maior, mais belo e luminoso, ele se torna, um mesmo jardim, um pedaçinho, um cantinho redondo onde os dois ancoramos no três e com ele fazemos o quatro e nele nos repousamos em forma radiante, como um cama de frutos silvestres, onde os ramos nos amam pelas doces sombras que nos protegem do maior calor, onde penas de pássaros que conosco se deitam e cobrem todos os frios.

Ladram pequenos cães com corações e cabeças de pássaros doirados, dizem e tentam relatar de que tudo é vão, tudo e vaidade, de nada serve a vida e o viver e apresentam assim sua descrença no novo fogo que como prometeu foi agora aos deuses roubados, como se aos deuses, algo se pudesse roubar em propridade alguma coisa, mas ele está cá e o espanto é ainda tremendo, e muitos me chegam e dizem entre as dúvidas, as doces intuições e os luminosos lampejos da luz e da verdade, outros ainda mesmo negando, e eu lhes digo, se porventura o céu se tivesse aberto em ramo inteiro de flor e houvesse foquetes no céu nunca vistos, se porventura aparecesse um senhor muito grande e barbudo no céu, se porventura tivessem chuvido pedras grandes céu, raios e trovões, seria mais facil acreditares? Cinema a mais, expectativas de grandes efeitos especiais que nos encham e velam os olhos esquecendo que todos os milagres do amor, são como sussuros de vento no lago a passar.

Ah amada, na cidade um cartaz fala de nós, reza, procura-se alma gémea, muito filhos que nós amamos as crianças e somos bons pais e como bons pais que somos aprendemos com elas e gostamos da sua companhia em nossos passos. Ah amada promete-me se fores capaz, se não te pedir nada contra natura de teu coração, ama-me sempre, não me deixes de amar por amares aos filhos, que o nosso amor é Uno, um só, cabem lá todos sem necessidade de a alguns excluir. Ah amada promete-me que sempre me vais convidar a te festejar, a te beijar a te sorrir.

Ah amada, pela noite ontem ouvi, abraça-me tonto e todo eu sorri, amo-te quando me chamas com esse doce e convidativo tom, de tonto e me convidas a teus braços e fico a pensar, e onde estás para eu te abraçar, só te falta assim dizer que eu correrei para ti e em teu querer habitarei teus braços.

Ah amada, neste salão de baile onde os véus continuam a reinar e tardam as faces, seu mutuo amoroso desvelar, oiço às vezes qualquer coisa que soa a gritos e gritar, gritos roucos em corações arranhados que me arranham o ouvir, pois me dizem assim, tu não me amas, não é verdadeiro amor, juraste-me a mim o amor e se tudo isto e verdade em parte, noutra não, pois o amor é sempre eterno, uma vez amado, sempre amado, mesmo ao longe, ou mesmo quando jangados ou por mágoa não se querem os amantes ao perto, o que sempre é triste e desperdicio, mas nem por isso deixa de acontecer. Outros dias mais cinzntos que se levantam dentro de mim, se infiltra o frio da dúvida na frincha da janela que o é sem o ser e me diz, magoas-te um coração que te ama, ao declarares teu amor a um outro coração, que se calhar nem te ama, te trás numa ilusão de amor e tu iludido, cegaste-te, e lhe respondo, pode ser que me tenha cegado, pode ser que tenha mordido um anzol de um um qualquer malandro pescador de peixes descuidados do amor, mas trago em mim a fé de que a Senhora que me trás em Amor, a mim chegue e se desvele, pois o amor cuida dos amantes e assim, vendo-me ela enredado, certamente me libertará, seu amor é forte como o meu, como o amor em que a trago, minha amada é farol, minha amada é luz, minha amada é estrela, minha amada é poderosa, canta na rádio a canção que diz, minha amada é dinamite e tens olhar de laser.

Nada, nunca é em vão e curtos são as vistas e o olhar de muitos que vão cegos, e conhecem mais os seres do que o compreendem e não é por não tudo compreender que se tornam menores seres, pelo contrário, esse saber, melhora-os, melhora-nos, sem com isto perder a liberade intima e irredutivel, de ser-nos integralmente o que somos, de pensarmos da forma que entendermos de pensar no pensado que nos pensa.


Entregai as armas e rendei-vos, oh guerreantes, não agraveis mais vosso caso perante o Olhar de Deus.

Sussurava o sussurro ontem pela cidade, era susssuro amigo e avisado, que vos dizia, livrai-nos Deus de nos dar a ver toda a extensão dos nossos pecados, do nosso mal e razão tem a voz, deveriam parar e reflectir em profundidade sobre o assunto antes de novo tentar puxar os punhais ou deixares a vibora da peçonha que habita vossa línguas, sair de fora das vossa impuras bocas e morder, espalhando o veneno.

Razão tendes em pedir a Deus para ser suave convosco, razão tendes em apelar a sua misericórdia e a Sua Justeja, poi se vos vires inteiros e nús num momento, se calhar não resistireis a visão da vossa negritude e vos tranformareis como outrora, em estatuas de sal, do sal de todas as imensas légrimas que no mundo assim por vossos actos fazeis correr.

Para que precisais de tribunais de menores, terão porventura ainda alguma dúvida sobre a lei?

Não Vos é claro perante os vossos olhos do coração, que pais e filho são um mesmo?

Não Vos é claro perante vossos olhos do coração, que os filhos não deverão ser afastados dos pais, seja por que razão e motivo for?

Não Vos é claro perante vossos olhos do coração que não tem direito nem um pai nem uma mãe de afastar um, ou o outro, o filho da outra parte que com a outra o faz e em parte o é, sem o ser?
Não vos é claro perante vossos olhos do coração, que quando um dos pais, quer afastar o filho do outro, é sempre de arregalar o olhar e o ver, ao primeiro?
Não vos é claro perante vossos olhos do coração, que o poder parental e a guarda de um filho como lhe chamais, pertence sempre por natureza aos dois pais e que só se existiram actos de dano, ou impossibilidade de sustento entendido em sentido lato, poderá ser equacionado que assim não seja e sempre em forma provisória, isto é, na esperança e obrando para que um dia mais tarde de novo o que é de direito por emanar do direito natural da natureza dos pais e dos filhos, seja reposta em sua justa medida?
Não vos é claro perante vossos olhos do coração que qualquer um, sabe que assim é a lei e qiu por consequência qualquer um que seja médico habilitado para tratar desta questões as pode sempre resolver e enquadrar no ambito da lei e que não são precisos tribunais para isto, pois nunca soube de nenhum juiz que tenha ido dormir a casa de uns pais para observar e interagir com o que lá se passa?

Se houver problemas de violência que sejam julgados como são, pela sua natureza de violências e danos e aí sejam levados às regras da casa ao lado do templo da justiça, aquela onde dizem morar os crimes de violência.
E quando se detecta um sinal de abuso ou violência, que se dê a mão de imediato e no momento em que ocorre o conhecer e das duas uma, ou o médico se muda naquele preciso instante para casa da familia e aí fica a residir até se clarificar o que há clarificar ou caso assim não possa ser, por falta de condições, ser, que a criança seja acolhida como já vem em parte a ser praticado, mas marcações de consultas ou acompanhamentos para depois, que nunca se sabe quando, é que não, já vai tarde nas vezes como já foi infelizmente amplamente provado, pois não é este o primeiro caso

Ah cegos, coxos, tolos e perversos assassinos, por que deixais que toda uma máquina, uma forma de fazer, se instale sobre os corações das familias e assim as sujeitam a tanto mal e tanto convite à morte?

Fazeis propositado com propósito, pois nesse fazer, se fazem os tráficos de influências, as corrupções, dão assim provimento por suporte real no real a todos os que agindo mal querem quebrar as familias e a elas fazer mal

Fazeis propositado com vil e iniquio proposito, mal as crianças, as sujeitais a actos de tortura, que pais sois, que mundo é o vosso, onde nem as crianças sois capazes de proteger, às mãos das leis e das práticas com que não levais os assuntos dos homens, assim caucionam tanto o mal.
Não sentis em vosso acordar, um antigo cheiro a enxofre que vos sobe pelas almofadas e pelos cobertores onde docemente embalais vosso mal fazer e que se entranhará pelas vossas narinas, se o precisares para vos encontares a vós próprios? não vos sobe da memória um perfume de maus tratos, polé e do potro? Não vos recordais pela memória antiga de vós, dos negros males do antigo vosso mal fazer?
Não dão contas as vossas leis na forma como as trazeis da corrente esclavagista que ainda habita em vossos peitos e dá coices por todo o lado e abre o rio do sangue em seu mal correr?
Pois não é clara vossa errada escura lei, de caso exista adultério, como lhe chamais, então sim, é ergumento necessário e bastante, quando traduzido em abandono de lar, para retir um filho a um pai ou uma mãe?
Eu Aqui perante Deus neste Altar do Mundo, vos acuso e acrescento às primeiras acusações, de ditadores fascistas que pretendem restringir e entendem ter o direito e nas vezes o exercem, de tentar limitar e de julgar e de impor limites e comportamentos à liberdade individual do corpo de cada um.
E não sejais levianos a acusar-me de ter recorrido a este artificio, pois minha defesa tem sid clara e consciente em não o fazer, mesmo sabendo que tendo sido assim no real, por ser por consciência errado, do argumento não fiz uso?
Não me tenteis enfiar a carapuça de eu querer cruxificar a mãe ou qualquer mãe, esse não é meu ver nem é ver do Amor, nem da Luz, nem de Deus, nem da liberdade humana que Ele vos concedeu ao criar-vos com livre arbitrio e todo este mal fazer, só transpira os velhos demónios cegos e cegantes que trazem ainda nos vossos corações, se é que os tem, ou nas frias racionalidades das vossas cabecinhas pensantes se é que as usam para pensar.
Ah Meu Deus, Meu Deus, abro no dia seguinte a aqui escrever sobre as crianças mortas e vejo numa página inteira, as faces de alguns que neste entretanto se foram, todos bebés e meu corpo se arrepia todo no instante de os ver, tanto que nem consigo ler as palavras que num bom trabalho de investigação dão e nos trás à consciência os contornos desta negra situação.
Leio em diagonal, rápido, como querendo afastar meu corpo, meu sentir e meu pensar da desgraça, dos casos, se levanta um mesmo perfume, todos eles sãop brutais, brutais na violência com que acontecerem, todos eles são sinais e expressão de Terror e de Horror.
E Vós, lombrigas, que Homens não sois, muito menos pais, dão conta onde nasce o terror, dão conta que isto é Terror na sua expressão de horror?
Se dão conta por fim que o Terror, não é coisa que acontece ao longe em outros lugares da mesma Una Terra, mas que ele nasce nos corações dos homens e habita nas nossas próprias casas?
Quão maior Horror necessitais para entender em forma clara que o Terror e o Horror e o Horror do Terror, nasce no vaso da vida quando os níveis das constantes violências são grandes e que qualquer um os pode interpretar, lhe dar o corpo, levar à besta a carne que ela reclama e que cada vez que ela é alimentada mais fome gera e tem?
Contei as fotos dos meninos e depois esqueci seu número, que não gosto de contar mortos pela estupidez canina dos cães raivosos e amaldicoados, que quem faz as contas e que não se esquece, que acrescente a dos pais que tambem se foram no entretem que na vossa estupida e assassina cegueira alongais ao infinito do deixar andar, tentando lavar as mãos como pilatos.
Assim crês que perante Deus, assim vá ser?
O vosso mal cuidar, nem está de todo errado, a regra já vos a expliquei por diversas vezes e não gosto de me por a repetir a pedras sem coração, como vós andais, o caminho da agua, aquela que flui entre as rochas e o leito e as margens e não impede nem faz dano ao rio, ao mar e ao curso das velas e dos barcos.
Pois sabendo a lei, porque a levais em forma torta?
Porque crieis tanto dano, tanta dor, tanta morte?
Sois felizes assim?
Vos faz assim sorrir, vosso modo de viver como mortos a criar mortos por companhia?
Bestas, perigosas bestas que tudo e todos fazem perigar, vós sois cegos sem o ser, da familia dos cegos perigosos.
Ouvi, bestas, eu estou aqui em corpo, ouviram bem , estou aqui em corpo e vós nem a dignidade minima de existir, de vos falar, me concedem, na ausência de vossas claras e directas respostas.
Mais dois dias passaram e meu telefone não tocou, nenhum dos que aqui interpelei, me respondeu, ignoram-me mais uma vez como se eu não existisse, vós me dais uma tremenda vontade de vos abandonar a vossas pequenas e suicidárias sortes.
E como aqui estou em corpo, só posso então concluir que vós não existeis, que os cargos que levais não existem, que são puras ficções como nuvens negras que passaram rápidas e se dissolverão pela Força Forte do Amor no grande céu azul, se ainda houver para vós restea de salvação, semente de redenção.
Vós fazeis um jogo muito perigoso, só me deixais como via continuar a expor em forma pública o que sei dos crimes e depois deveriam antes pensar um bocadinho, se se der o caso do dito acender o ódio e o restilho incendiar a floresta, quantos pensais porventura que se irão?
Poderão ser muitos mais de seiscentos, digam-me portanto, ou como não me dizem nada, melhor será eu dizer-vos como sermão aos peixes, que vos será a conta do dano apresentada e que a carregarão em vossas mãos e vos ensombrará para sempre vossos corações.
Vós sois os piores e maiores indignos, que nem a dignidade minima de reconhecer que um Homem existe, lhe dão.
Escrevi aqui ontem que desta forma, perante a iniquidade em que me trazem e pela tortura que fazem a meu filho e a mim próprio autorizavam a justiça pelas minhas próprias mãos, de por um faca ao pescoço de alguns, do primeiro com que me cruzar e que olhe e veja o negro no coração, mas nem isso eu necessito, nem é essa a minha natureza, uma faca ao pescoço de alguém pode sempre num sopro dar para o torto, e eu defendo a vida, acto contrário a tirá-la na mais das vezes, e voces na forma como se comportam, tem já sobre vossas cabeças, por mãos próprias, uma enorme espada, ela reporá por si mesma o equilibrio.
Ainda hoje vi, mais uma senhora, que deu o dito pelo não dito, primeiro que tinhas visto as fotos, depois que não, agora de muletas, já se recordava de novo.
Pensai bem, que se em vez de aqui rezar pela queda dos iniquios e dos que fazem mal, começo a escrever para que o Pai vos abra uma cruz na terra que pisais ao vosso passar, e que depois de lá caires, se feche e fiquem todos os que mereçam, debaixo da terra para sempre.
Meu nome, Paulo Forte, para o caso de ainda não o terem percebido.
Amanhã falo-vos de sangue, talvez os vosso perversos dentinhos de draculas se aguçem, se vos aguce o interesse, pelo circo, que pão é sangue sem o ser.
Correção, os aviões menciondos, que mais existiram, iam de oriente para ocidente, em rota paralela ao tejo.
Amanhã vos falarei de outros olheiros, de fotos de crianças que hoje serão adultos e de uma imago mundi, e de um louco que existe nesta história, pois tanto mal, implica a existência de um, um assassino e seu séquito de cumplices e penso eu que nem será o único, mais haverá, levarei a acusação à praça pública, se as foqueiras se acenderem, ficarei a ver o sangue em vossas mãos.
Uma amada canção ressoa em meu ouvir, dá conta de três homens que se envolveram numa espectaculo de talento feito por outro e que agora sabem que já não tem saida airosa.
Dormi bem amadas bestas, que até as bestas Deus Pai ama, pois Todos e Tudo foi e é por Ele criado.
atendo telefonemas ao fim de semana