quarta-feira, janeiro 17, 2007

Ah Amados Meus do Uno Mundo, Ah Amados Meu deste Meu País, eu que como Vós Habitamos o Universo Sem FronteirasVós aqui, votais o poeta acima do guerreiro, mas um poeta nas vezes guerreiro por necessidade o é, outras monge e eu Amada Que Em Tanto Amor Te Trago, Tão Pouco e Tanto Tenho Para Te Oferecer.

Pouco do Mundo, Muito do Espirito do Amor, Pois Somos Nós a Geração do AmorE abro o Jornal e leio a deliciosa e amavel prosa e vejo um pequeno homem sentado ao lado do Grande Poeta do Amor, aquele que os versos terminam, dizendo-do por outras palavras de outro sábio homem, que ele se inventou o que não teve por destino.

Estais assim tão certo disso, meu Amado Senhor, que em dia recente disse e eu que conheço seu coração, o sei, do seu sonho de menino grande sem idade que é de tudo abandonar para seguir a O Cristo.

Não Necessitais Amado Senhor, pois o Tendes dentro de Vós, Ele Habita Sempre Aqui, e não Vos pede agora mais do que podereis, quereis ou devereis.Vós Todos em Demonstração do Vosso Amor a mim eu que nada sou ou serei sem Vós e eu começando mais uma vez a julgar a cidade e os homens.

Triste fado este de desencontro, assim parecem soprar as velas, mas são sempre os Irmãos que puxam as cordas que orientam sua direção ao vento no mar ao navegar.

Vós Trazendo Rosas, eu morto, ferido em chaga a arder, paixão e amor a chegar de espada, que bela forma, momento e altura para assim a vós chegar, quando sois vós a me receber de braços abertos e corações quentes, assim pela primeira vez.

Não posso eu pedir-vos perdão e ouço outro Amado Senhor que explica e depois de explicar o modo de ver, se pergunta em propriedade, só falta mesmo é aparecer, comendo tremoços antes dos jogos ou rezando numa capela ou numa pedra da calçada que Todas São Casa da Luz da Senhoria do Amor E são muitos o que me cruxificaram no madeiro, não mim que estou aqui, mais à Imagem Dele como Sempre e na independência da variante que ao homem e seu saber se apresentar.

A maldade não é só feita a mim, a minha pessoa e a meu filho, é feito a muitos mais e de que me posso eu em propriedade queixar, se todas as manhãs onze mil meninos não abrirem os olhos, por não terem, o que eu comi e tu que aqui está comigo a comungar.E contudo me queixo e vos acuso, porque a perpetuação das injustiças, do mal feito e o mal fazer é sempre causa profunda de todas as misérias, de todas as guerras e de todos os guerreares e porque abomino a injustiça e a estupidez do mal feito, daquele que se está mesmo a ver que vai causar dano e na mais das vezes o causa.

E Abomino a violência, as ameaças, as vinganças e os vingativos, de quem não quero nem trago companhia, dentres sempre a ranger arregaçados, prontos a morder, mergulhados em todas as tintas do tinteiro da dor e do sangue, no outro lado do mundo o Senhor diz que não tem sangue nas mãos, outro pede desculpa e tentam-se agora os novos passos para acabar o que ainda não acabou, que quase existe desde que me lembro e que é uma infecção crónica no mundo, e muitas outras enormes há de diversa natureza para urgente cuidar, um outro Senhor, ao radicalizar a suas posições, perde o apoio massivo de quem o apoiava, dizem mesmo agora que o justo e equidistante se perdeu, para um lado tombou e se fastam, talvez muitos deles em susto e incomodados por ter que tomar partido, partido? não são Todos Filhos de Deus, Não Somos Todos Iguais Filhos Perante o Pai, não somos nós Todos Filhos?

Tanto vosso amor, abro o jornal e uma Bela Senhora, apresenta seu novo livro que dá conta de um retrato que em parte é o meu, que alguns de vós, assim fizeram e organizaram, com o cobertura e a protecção de outros e outro Bela Senhora Amada Com Olhar de Aguia Que Fala Da Imensa Sombra Dela Por Sua Grandeza, diz com Outros Belos Senhores, que o Pais necessitará de muito fazer para recuperar o respeito do mundo e verdade é, e verdade é tambem, que para aí se tem caminhado, que assim seja, vos voto eu, o que se recusou a previligiar o julgamento e vos aconselhou antes a olhar o agora onde estais, para onde ireis e mais importante como ireis, e acabaram vós de pagar ao mundo com mais uma edificante morte, daquelas emolduradas para o mundo inteiro, seguida por dez crianças.

Que pelo menos nos sirva a todos de inesquecivel e clara em seu negro horror, lição. Que ponha um ponto final na conversa que se vem eternizando sobre se a comunicação na forma como a temos feito e levado, nomeadamente na imagem da violência, leva ou não leva crianças à morte, perdoa-me meu Pai, Tu que sabes que eu lhes digo, a todos os com que me cruzo, que assim é e mesmo o tendo feito não evitei estas mortes. e que mais de por ponto final, seja base de novos compromissos entre todos nas margens deste fazer, sem usar a negra realidade como alavanca ou justififcação da diminuição da liberdade do Ser e procupado Pai, eu vou ao ver a enorme cegueira que vem reinando.

Dois jornais em mesmo dia abertos dão a volta ao inteiro mundo do ser, o Amado actor cómico, olha o trofeu que parece um punho, com um ar de riso incrédulo, como que avaliando a plausabilidade do dito, as Belas Amadas Senhoras, cada uma a seu jeito reage à sua maneira e eu quando meu olhar dá conta do visto e o relaciona, me escancarei a rir, depois mais tarde abri o jornal eme escancarei a chorar, a descrição de abusos sexuais aos bebés que tinham sido mortos, meu Pai como o poderão ter feito, a não ser por acto de loucura, é aquilo por sua semelhança embebido na mesma essência de um mal, no extremo, fora do extremo do pior que vai no coração das gentes, é sinal de uma maldade que ultrapassa habitualmente o próprio homem e que em determinados momentos negros do mundo deles se apossa.

Tambem a mãe de Francisco, meu Filho, alega nas suas alegações uma insinuação, uma subtil insinuação que não passa disso e que pôr o ser se torna venenosa, das mais venenosas mesmo.

Dá ela conta que constou-lhe que o Francisco lhe teria dito que o pai e um amigo do pais tinham filmado a pilinha dele e que disseram que a ponham na net e eu tremei pela parede como um gato eriçado, foi o cumulo do cumulo do todo que inventaram, tão absurdo, tão denotador de que muito pior podia e podeu acontecer a meu filho, fora do meu conhecimento e do meu acompanhamento, pois foi de mim afastado.

Dá conta a Amada Senhora em sua entrevista de como e até onde pode ir, a manipulação dos pais relativamente aos filhos para acusar o outro de abusos sexuais sobre o filho e assim o conseguirem afastar e contam alguns das tragédias que suas vidas se tornaram, de como histórias assim os abateram e matam em vida.

Não Teresa, como sabes, as únicas filmagens que tenho do Franscisco nú são de quando ela pequenino bébe e tenho um filme que na altura fiz com nós os três no quarto que foi o nosso durante oito anos, haverá um ou outro plano numa praia nos verões, nem sei ao certo, que tu me ficaste com todo os restante passado, de meu filho trouxe duas fotos, que eram tuas, que depois me davas cópias que nunca chegaram.

Queixavas-te tu e é verdade que eu tinha pouco dinheiro nos últimos anos e um dia como sabes e sempre soubeste, convidaram-me para fazer um vídeo para uma apresentação de música e video e Voz Poetica e Poemas ao vivo em terras onde minha familia outrora vivera e em parte ainde vive.

farpa antiga, no enterro de minha avô amada Virginia, que eu acompanhei de perto em seus ultimos anos, indo amiude lá cima vê-la num tempo em que felizmente tinha dinheiro para me deslocar, disseras que lá irias ter quando o trabalho acabasse e não foste, e eu ao telefone, a ouvir que tu já tinhas perdido metade da vontade, a fazer-me forte e a sentir dentro de mim a solidão a crescer, o ombro que na altura precisava meu coração, ausente, não não fico menor quando preciso de um ombro e o peço, nem menor fica o amor, pois Ele É Colo Tambem, Dá Colo como um Pai dá a seu Filho e Assim se Contenta.

Foi boa a festa, foi bom o amor, ficaste feliz e contente? ainda bem.

Que feliz eu fiquei, alguém me convidara e cheguei lá e me disseram do que se tratava e me disseram para fazer um orçamento e eu disse então que já não fazia orçamentos nem me podeia dar ao luxo agora de faze-los, porque qualquer trabalho nas condições que viesse, era bendito pão para a boca, que aceitava pelo valor que tivessem, salvo erro trezentos e cinquenta contos para um obra de uma hora e lá sai, agradecendo o convite e o trabalho e a oportunidade de trabalho no deserto que vós me criastes, a faze-lo, em exteriores, bom tempo, férias de escola, anda daí francisco, vamos passear pelas praias e pelo monte da lua e lá fomos contentes e aos pinotes, que nosso filho, que o amor nos fez, aquele que juntos fizemos, sai a mim em energia, temos muita, tanto que vejo desde pequenino alguns sempre um pouco preocupados, mais tarde suspeitas, depois ainda, insinuantes, ou falsos juizes.

Em Carcavelos, na praia grande, eu a camara, o francisco e o antónio a correrem, um miudo de t shirt branca brinca sózinho com seu reflexo e o reflexo do sol chapinado uma poça que a agua salgado do mar deixou na praia, está entretido como todas as crianças, entretido em seu estar em seu sonhar, seus pézinhos chapinam e fazem pluffs a brincar, eu a observar o poeta e a poesia a acontecer, falo com sua mãe, conto-lhe o que estou a fazer e dá-me ela sua autorização, a criança tambem, e lá a filmei, estava ela nua da cintura para baixo, teria mais ou menos a idade então do francisco, talvez um ano menos.

Foi das imagens mais belas que fiz nesse video, assim o soube meu coração. A montar em casa do bruno, abençoado bruno existir, pois não poderia eu montar com o francisco, que corria pelos corredores, o bruno no corte e cola e eu com o francisco no intervalo dos planos no pequeno terraço que dá para a rua, e o Francisco à volta do Bruno, e isto e aquilo e mexe aqui, e não podes mexer ai, e torna a mexer e a net e o Bruno com ele a brincar, se te portas mal filmo-te a pilinha e ponho-a na net e o Francisco a rir envergonhado a pensar como qualquer menino daquela idade, que a sua pilinha poderia andar a ser vista pelo mundo, pura brincadeira que não passou das palavras como saberá o bom senso do teu coração, mas a intenção e o acto é outro.

É de inventar e denegrir e vilmente acusar, aquele sobre o qual tentaste que fosse considerado como louco, aquele que nem hoje sabe ainda a que ponto exacto foste conivente, com a tentativa de o matar, eu que contigo vivi, amei, amo e com quem tive um filho e de quem nem quero nem consigo estar de momento ao perto, nem ver-te chegada, pois me levaste o filho. Dára o tempo tempo ao tempo depois das coisas se comporem, se se comporem, a atender ao ponto onde já chegaram.

E sabes tu que grande parte da minha carreira a fiz a filmar e a filmar pessoas, de todas formas e feitios, na rua e actores em estúdio e não me recordo alguma vez de ter tido algum sério problema com quer que fosse, o que deverá atestar do meu comportamento no acto de filmar, de filmar dos outros e do respeito pela imagem.

No outro lado deste fio neste plano, o rapaz admite que roubou no supermercado e acrescenta para além da ousadia do chamar errado ao local como forma de minorar e de escamotear, que não é nada de mal, muitos o fazem, vedeta, modelo de exemplo para muitos que lhe acham graça e depois vai parar à faca e Deus o Salva e as Pombas em dia anterior me mostraram um hospital , dois quartos, dois andares e o numero exacto de cópias que foram feitas, o numero exacto de cópias que cada uma fez ou passou, um hospital dos Olivais que antes de o ser esteve embargado durante muitos anos, os ossos do prédio à vista e uma noite jovens a lá brincar, e um que caiu e morreu na queda.

E me falaram muito mais as pombas deste e de outros assuntos e eu agradeço o amor e as graças. No mundo as chantagens das fitas celebres sofrem um surto de oferta e procura e o Senhor Amado dá conta escrita da opinião de outro que filmar a intimidade dos corpos e as rezas não se deve fazer, pois é pecado ou algo disso próximo, um ponto de vista num outro ponto de vista da babel imensa criada por nossa próprias mãos.Em casa de Ser Amado, durante o natal na tv, AZ, dois Belos Senhores e Uma Bela Senhora, de um belo livro falavam, uma biblia, os textos da primeira letra à ultima, tudo lá dentro com Belíssimas Ilustrações de outra Bela Senhora.Á procura de Ti, pela noite no Oriente, os pássaros me chamem de novo onde já estive em noite recente, central office, duas chaves no chão, uma inteira história e seu contar e lá estou eu de novo à Tua procura, e de repente dois carros chocam, uma Senhora num audi de prata chocara com a traseira de um seat preto, ninguém se magoara, sua matricula, ZA, loira a Senhora, como meio anestisiada pelo choque, meus olhar com ela por um instante se cruzou, mergulhamos um no outro, não gostei do que lá vi.

Em casa depois do jantar, meus olhos e minhas mãos abrem uma caixa na sala do estar, lá dentro um baralho de cartas, belissimas cartas com multiplos numens em suas diferentes linguagens, cartas completas, lanço-as, aparece-me, atraso, traição eclesiastica e fico a pensar, sobre mim, mais uma farpa da igreja católica que contra mim por ai vem? ou um outro plano, o plano do ponto onde esta verdade entronca com um diamante negro, um cardeal, um mascara do seiscentos e sesenta e seis? não creio que aqueles dois senhores que ouço falar de suas obras, que me parecem meritórias, um deles poeta, duas letras no alfabeto completo do amor, me queira algum mal, mas nunca sabendo e sempre podendo dar conta em modo livre das minhas dúvidas de meu pensar.

O tribunal desentranhou as alegações e ao desentranhá-las desentranhou o pedido que tinha feito para que fosse marcado uma consulta ao Francisco com alguém de minha confiança, li as entevistas, o texto e mais o abismo se abriu, ao aperceber-me de até onde iam os casos vividos na perversão e manipulação dos pais aos filhos, na construção de ficções de abuso, no tremendo dano que não se faz só aos filhos, como aos pais, friso o pai, aqui neste texto, pois não se davam conta de equivalentes casos onde as mães foram vitimas de sórdida acusação .

E esquecem-se os homens daquilo que outrora já aqui dei conta, que parece não trazem lembrados que as mentiras, sobretudo as boas, as que melhor hipotese tem de funcionar, pensam os mentirosos, que a verdade vem sempre ao de cima mais tarde ou mais cedo, trazem e fundamentam-se sempre num pedaço de verdade, assim se tornam mais crediveis e então se o alvo, não é alvo, se o mal não fez, esquecem-se tambem de seguir do anzol do arpão em sentido inverso, a mão que ao peixe atirou, porque aí estará então, com certa probabilidade, esse tal pedaçinho de verdade.

E foi com este fazer, na forma como os homens conduzem estes assuntos, a criança manipulada, quebrado seu coração em forma dupla e o pai impossibilitado de velar e proteger seu filho, o que é seu dever e direito e direito da Lei.

Ensinaram-lhe a mentir e mentir ao pai, sujam assim o coração da gente pequena e fertilizam assim as relações de adultos que vão coxos porque se tornaram às mãos dos próprios pais coxos.

Amo-vos a Todos mas é tremenda a acusação que trago contra muito de vós, uma acusação de toda a minha vida em acumulado e estou ferido, zangado e magoado e revoltado, quando recebi o desentranhamento, morri, subiu-me uma tristeza que me habitou por uma lua inteira, depois nasceu uma imensa revolta e indignação em meu peito.

Quarenta e seis anos, quarenta e seis anos a ver um pais adiado, comprometido pela estupidez, pela avidez vária avariada avariante e sempre a gritar sem gritar convosco, mudai rota e sinto, vejam o erro por onde vão, porque não por ali, não se obstaria ao dano..., grito ao vento, que as palavras se perdem na ausência de vossos corações, da luz em vossos corações empedrenidos.Ah Amada busco-te e de repente estou na Luz, a Luz que És Tu, e a Luz ali para os lados de Benfica, uma loja lá dentro me chama a atenção por sua montra, por seus dizeres infantis, pela interpelação, pela pergunta, lembras-te? , a,e i, o, u, as letras, as letras de teu nome, do nome que busco, as letras de todos os que trazem amar e me amam e me fazem amá-los, cada uma com um dedo que se faz uma única mão, amor , pura luz e fios prateados de amor a tudo ligar, da montras e de seu interior, dois são os Senhores gigantes e um perfume de Bela Senhora Amada com que imprimido no meio de tudo aquilo, um segredo me convida a comprá-lo, não, não tenho dinheiro nem no bolso, vou ter que o adivinhar, uma antiga revista social, uma foto a preto e branco, um lago redondo, por detrás em semi circulo, uma turma de meninos pequenos, cada um olha para onde olha, expressões de fantasia e direcção no olhar da liberdade, uma criança olha com expressão determinada o fotografo, uma criança de cabelo claro sua mão é a unica no lago, agarra uma bola e a imagem mundi é o resultado, a criança, com ar meio feroz, mão do céu na terra dentro do lago que se espelha no baixo, estranho a expressão que fica a ressoar dentro de mim, quem será aquela criança, faço-me eu agora olheiro à maneira de Cesariny.

Imagem de loucura, de um louco, um menino que crescera entretanto, que tanto sabia sem saber, que expressara ali à altura da sua consciência de menino, aquele que agarra como que espremendo o mundo nas aguas.

Seria?Por detrás de um outro vidro, uma fotografia grande de Um Belo e Talentoso Menino que se fora, por não exisitir uma unidade de reaminação cardiaca no lugar, lembro-me de ver as imagens na televisão de tal estranho acontecer, caiu de reprente, caiu e não mais se levantou, os outros em suas faces a expressarem o que estava a acontecer, o que viram acontecer naquele momento e o desalento das mãos nas cabeças, os corpos agitados, um não se pode crer, meu corpo de novo estremeçeu, com ele em mudo falei, beijei-o e parti.

Deus existe, e existe forma de o demonstrar, por via indirecta, e ao longe os cães chamam-me de herege quando falo ou escrevo que Ele me fala e me diz, e alguns desses cães tentam assim confundir os cegos, os que menos sabem desta matéria, se tal em propriedade se pudesse dizer.

Deus nunca me falou com um ser igual a ti, Deus fala-me atráves de tudo, por imagens, por som, por cheiros, pela brisa, pela lua e o luar, fala através de imagem, da alam do mundo, do que se vê Nela quando se a conhece e a acompanhamos e por ela que sempre aqui está, nos acompanha.

Amado menino todo já feito adulto e pai, que poem umas carinhas em seu apresentar onde se vê o menino de coração doirado que é em recente dia lançou um livro que tinha a qualidade de fazer a demonstração do perfume de Deus demonstrando com base na ciência, em três saberes, que não existe contradição entre a Fé e ela e todos os caminhos são válidos para a Ele chegar.

Outra das formas é pelo reconhecimento do destino que é reconhecido pelo conhecimento das coisas que o exprimem e que tem a particulariedade de poder acontecer naquilo que os homens chamam na sua visão partida do espaço, o tempo continuo, com um antes e um depois, chamam-lhe de tempo, à viagem em corpo, e viajam medindo-o.

Por outras palavras, existem antecipações e marcos e sinais que sinalizam o decurso do porvir.

Ide minhas gentes à expo, olhai o cais quadrado onde está o oceanário, do lado do mar, para ele virado e repararão à esquerda, quase junto à sua margem, uma pequena especie de rocha que lá está, se recordam meus olhos de interrogar meu pensar desde mil novecentos e oitenta e oito, que coisa era aquela, pois não é uma amarra aquatica, é um objecto estranho irregular que ali está, sem justificação aparente, como se estivesse a mais ali.

A expo está cheia de rachas, se observares com atenção muitas placas de revestimento de paredes de muito prédios , estão rachadas, por vezes encontram-se algumas no chão partidas como na coluna seis e sete da pala do pavilhão de Portugal, que tem pelo menos esses dois pilares tortos e quando lá estive em noite de chuva, chovia no meio da pala.

Muitos dizem que foi da rapidez, a rapidez do português, incapaz de ver ao longe e planificar as coisas com antecedência necessária, para que depois não as faça a correr e mal nessa pressa. outros falaram dos fabulosos negócios imobiliários que ali se fizeram na sua construção, outro disseram na altura que os terrenos nem foram limpos como deveriam ter sido, das infiltrações dos residuos de decadas de referinaria e refinação que se fazia naquele lugar e hoje é um facto que são muitas as fachadas de prédios que mostram essas rachas, o rachado das precipatações que dão asneira e queira Deus que não se venha a envenenar algum quando essa poluição que alguns disseram ali existir e duvidaram de ter sido tratada na extensão necessária, se infiltrar na rede de distribuição das aguas.

Rachas nos edifícios dão-se quando as fundações não foram bem feitas e pelos pequenos movimentos da terra, o que sempre acontece ou então quando a terra treme em grande, como um tremor de terra.Ai nesse local recebeu Portugal e Lisboa, O Mundo , O Inteiro Mundo em mil novencentos e noventa e oito, três anos antes do onze de setembro, que foi a resultante de uma loucura que foi infiltrada no mundo, que levou a tragédia que por sua vez determinou um novo passo no plano dos loucos, meio lúcidos.Gentes de Todo o Mundo, Suas Culturas, Seus Modos de Ser, de Vestir, de Falar, de Cantar e de Dançar, Ali Se Reuniram, Aqui Viveram durante algum tempo e se misturaram como sempre se misturam quando se encontram, diversas impressões ficam sempre nos locais onde os homens habitam, como pegadas do espirito, seus sinais, seus potenciais e tom ou cor de suas cargas, como aqueles antigos edificios, alguns contemporaneaos que existem nos dias de hoje nos bairros de lisboa, como em Alfama, a rabia do povo, escrito a spray nesses pequenos prédios, onde um dia loucuras e crimes estranhos ocorrerram, que o fogo limpou, ou no momento ou depois, locais que se tornaram interditos, onde não se habita mais e as paredes viram ruínas.

Tudo o que viaja em espirito e através dele e actua em num outro lugar do mesmo lugar, deixa uma assinatura no ponto de partida e de chegada e pelo que me é dado a ver, cria uma linha que une os dois primeiros pontos ligados e geralmente cria um outro eixo complementar de reacção, faz de certa forma um x, quatro pontos, um em cada término da linha e um central que os fez cruzar ou que resulta do cruzamento e xs no céu e na cidade é o que não tem faltado.

Deles já eu dei conta aqui nestes textos, xs que aparecem desenhados no céu, por mão humana, diferentes do cordão triplo de outrora que um dia se fez no céu e na terra ligando-o num dia em que todo o céu ganhou uma estranha e rara cor vermelha, um bocado à imagem e semelhança da cor do imenso sangue que corria na terra.

E que alguns viram e viveram seu acontecer, outros são feitos por trajectórias de aviões, trajetórias impossiveis a atender ao que normal se conhece das rotas dos aviões no espaço de lisboa, pois não costumam cruzar-se em tal modo, nem o vento nesses dias rodou de forma a que os rastos de condensação assim se tivessem desenhados.

Quem os fez então, com que objectivo e intenção, que poderosos meios estiveram que estar acessiveis para tal acontecer, quem tem o poder profano para tal fazer?

A dupla cruz do Império, o livro que eu um dia aqui em parte transcrevi, a ser posta no ceu por mão e intenção humana a confundir ou alguém ou algum grupo a dizer ou a perguntar, existem duas cruzes, dois pecados mortais em Portugal?Mais uma indução de alguns , a pretender a culpabilização de quem vive o Mistério, uma ajudinha e forma de mais o cruxificar, de levantar a suspeita perante o olhar dos outros?

Cruz grande tenho eu em cima de meus ombros e não me queixo, luto. Cruz que alguns me puseram em cima e na qual me pregaram e pregaram meu filho e assim insistem em nos trazer, perante a complacência de muitos, pois até ao dia de hoje, nada de significativo se alterou, não recebi nenhum telefonema, continuam a fazer de conta que eu não aqui existo e que não mereço a dignidade de uma resposta ao que vos inquiro.

Ah Pai Meu Deus e Senhor, dái-me paciência para aturar esta gente que nem gente é.

Outras cruzes existem, de outras naturezas, por assim dizer, mais divinas, quanto o homem vai perto ou longe de Deus e isso sabe o coração de cada um e Ele.

No último domingo de madrugado, o dia a levantar-se na cidade que nesses dias acorda mergulhada na paz do silêncio, na ausência do movimento dos seres, e de novo cheguei ao jardim das Necessidades e a neblina reinava e mais uma vez a ponte do tejo não se via, depois ao olhá-la, abriu de novo o poste central, desvelando por um momento três cruzes e fechou de novo, depois pousou o olhar no saco abandonado no chão, restos de quem lá tinha estado durante a noite, dizia, picos do couto, couto, couto de miranda, me recordo de um, mais um do bando do icep, um daqueles que lá está e desempenha por seus conhecimentos que seu valor é pequenino, que infelizmente com ele me cruzei em mil novecentos e oitenta e oito, quando com o instituto trabalhei, um amigo da Teresa, ainda fomos convidados a ir a sua casa ou a casa de um dos seus irmãos, lá estivemos dois serões, depois para mim bastou, pouco tinha a ver com aquelas pessoas, não fazem meu estilo nem meu conteudo.

Ide meus Amados à Expo, olhai a doca do oceanário e aquele estranho objecto que lá está desde mil novecentos e oitenta e oito, e reparai se não é parecido com a ilha que em dia recente emergiu do mar frente ao Japão, a que alguns na altura crismaram de ilha do chapéu, o chapéu das fogueiras das inquisições de outrora.

Reparai no edificio da eurorscg, de como a fachada que está virada para o casino está rachada por largos metros, reparai que o seu simbolo é uma estrela em desiquilibrio a relembrar outras da tradição com preciso significado opositivo ao bem.

Olhai a nova ponte e vede se o seu desenho não é o de uma onda gigante e depois de olhar tudo bem pelos olhar do coração, vide se não está o mundo inteiro ali , em imagem.

E me levaram meus passos uma noite à beira do rio, ao lado do monumento aos construtores da cidade, sua base, seus degraus, cheia de rachas, uma racha sublinha o nome do seu autor, nessa nite estava lá poisado um mosquito, um mosquito igual a outro que observei no edificio diamente da expo, ao lado de uma ponte, ao lado de uma dependência de um banco, ao lado de uma loja de objectos de terras distantes. a este ponto aqui voltarei em maior detalhe como em parte já o escrevi anteriormente.

Mais um homem com relação com a Teresa, um homem com obra reconhecida no Japão, uma picada de um mosquito e rachas, muitas rachas, muitas coisas rachadas.

E vós que me chegais com tanto Amor, de ir beber ginginhas e ver futebol e eu de espada erguida para os que vão montados na besta e que em certa medida e jeito nela se tornaram e tornam.Não atireis nenhuma pedra à Senhora, dizendo que não gosteis de quem se livra de filhos indesejados em modo rápido, pois nem sempre o que parece é.

Olhai-vos antes ao espelho e observai vossos pecados, vossas asneiras e incorrecções, vide como são irmãos na miséria e na desgraça, pois vós não sois maiores nem menores uns que os outros e cada um não deixa de ter a sua exacta altura.

Não atireis nenhuma pedra à mulher que as mulheres e os homens são antes de mais Irmãos e são vós que trazeis os longo dos tempos a hipocrisia de tratares as primeiras pior que os segundos e assim as tem mantido à rédea curta ao longo do tempo sem tempo, para não nomear pior, pois Lhes tem feito de tudo, de bodes e feiticeiras, expiatórios tambem.

Vós afrontais as mulheres vossas mães, mães de todos vós em multiplas formas quantas faces tem a vossa hipocrisia.Esqueceis que as mulheres e os homens são Irmãos, Irmãos iguais e diferentes nas suas diferenças e Deus a ambos Ama, quanto são ambos os dois, pois o Ser reune em si, sempre os dois.

Vós afrontais as mulheres e dão prova de vossa culpa, quando decidem medidas de obrigação para promover uma maior participação civica, como se as mulheres não a tivessem por direito próprio e ainda lhes poem o jugo da obrigação e deve sempre a cidade mais contar com elas, na medida em que elas em sua soberana vontade e liberdade que decorre por natureza da vontade, e não duvideis disto, pois é caminho certo, pela mnatureza e qualidade da mulher.

Não atireis nenhuma pedra a nenhuma mulher, que são vossas Irmãs, Vossas Esposas, Vossas Filhas, Vossas Mães.

Não atireis nenhuma pedra à Senhora a quem eu chamo de Maria Madalena e a Quem Trago Amor, pois não perdemos os dois nenhum filho e no que Lhe fizeram existe marosca.
Compadecei-vos antes de Seu Sofrer e Sofrimento, que sempre estes assuntos tem esta côr, a côr da dôr.

Não atireis nenhuma pedra a Teresa Carvalho, que nem eu próprio sei ainda em exatidão se perdi ou não perdi com ela um filho, caso o fosse.

Vi a doença no leito depois de ter saido de casa, porque ela me chamou e a ela lhe dei a minha mão e meu conforto e me disse ela estar constipada, o que não me pareceu pois conheço os sintomas das constipações e o seu prostamento não era de todo semelhante e nessa noite em que voltei a seu chamado a casa, que em silêncio lhe dei a mão e rezei em silêncio à ausência de palavras dela, pela sua melhora, que lhe foi comprar medicamentos para a aaprente constipação, vi na cas de banho, o balde higiénico com a tampa aberta e pensos cheios de sangue, demasiado sangue para provir da menstruação e tambem a questionei sobre um teste de gravidez de que me dei conta ao tirar objectos da gaveta do contador e ambos me negou, que o teste era antigo, que não estava grávida nem tinha abortado e que se estivesse não seria de mim, assim se gravou a frio cortante na altura no meu coração.E hoje olhando para trás, parece-me pela forma como aconteceu e foi mostrado e visto, que se trataria de mais uma perversa encenação, mais uma peça na acção que visou o meu desiquilibrio emocional e quem sabe em que extensão, de bem pior.

Uma encenação que pode ser muito bem, uma outra capa sobre um outro assunto, que inteligentemente quem o fez e nele participou, o fabricou para melhor o ocultar, para escamotear a sua responsabilidade e sacudir a agua do capote para aquele que pretenderam e cruxificaram, a minha pessoa.

E se não terá sido um aborto, terás sido uma operação plástica, uma oferta aos novos amores.

A minha questão com a Teresa prende-se com o comportamento e acção com que ela procede perante e com o filho em relação a mim, o pai, perante a sua acção de o afastar do pai, do amputar e em mais afastada instência, com o seu grau de participação e conivência com aqueles que por detrás pensaram e executaram o ataque à família, ao pai e ao filho.

Não lhe lhe questiono nem questionei, nem julgo ou julguei a sua liberade de fazer o que entende da sua vida, sem que isto implique perder a minha capacidade de ver o que aconteceu, nem de deixar de proteger aquele que é meu filho, pois é me evidente a meu saber, por diversas razões que a familia foi infiltrada e que existe quem o pensou, apareceu-me um nome, budapest drinking team.

Hoje de manhã na rádio, preso por ter cão e não o ter, sendo que eu tenho um. Ah Amados que se poem nos ismos, tão rápidos sempre se poem nas conclusões daquilo que ainda não está concluido nestas letras e neste contar, tão rápida vossa tendência para julgar, esquecei-vos que o universo é redondo e os seres tambem e que para abordar um assunto e iluminá-lo em todos os seus pontos de vista no visto, é sempre necessário proceder a circunvalação do dito, não vos precipiteis a julgar antes de a volta estar completa e vos mostrada, nem sou eu homem de dois pesos e duas medidas e já deviam todos sabê-lo ao fim de estes anos todos de convivência.

Irra que pareceis burros sem o ser, num só ponto da vossa linha extremada onde se poem e habitam e fazem o viver, só escolhendo as pedras ou as rosas que vos interessam, as que não são agradaveis ao vosso olhar, essas não as colhem quando se vos apresentam ao caminho, mesmo quando vos entram pelo olhar a dentro e não se pode escamotear partes sim e outras não, pois quando assim se procede, tudo tende ao desiquilibrio e se perde de vista a justiça e o justo.

Acrescento que a manga do volante que no passeio vi, quando da conversa em espirito com o espirito velado que proferiu a ameaça de levar a condutora, que ela estava no dia seguinte dentro de um opela astra carrinha branca e que depois deram meus passos com os seguintes sinais que associei ao episódio noutras pedras da calçada num outro lado da cidade, um caixa de triangulo vermelho de acidente, com a marca opel e um dizer que dizia, cruz do Gil, deu-me a ler o sentido, a condutora que se fora era ou foi a cruz ou um prego na cruz de um Gil.

Em dia recente, foi almoçar com o bruno, contei-lhe do que a acusação tinha construido com base na brincadeira que se passara aquando da montagem do vídeo, ele estranhou, disse que não se lembrava do pé para a mão, disse-me tambem que fazer depoimentos o ponha nervoso e fiquei a saber que finalmente uma questão que sua familia tem encravada com a camara e que se prende com o necessário acerto sobre uma estrada que pretendem construir sobre a sua propriedade, estava finalmente a andar depois de anos sem mesmo obter qualquer resposta, que tinha uma reunião agendada com o director municipal, no dia seguinte. curiosa curiosidade e sincronicidade.

No belo restaurante de sua mãe que faz uma deliciosa comida, um dia lá encontrei um homem que é ao que parece cliente habitual, sua graça, Rui Rio, com que um dia conversei e que depois naquele dia da Epifania, aquele que andei pelo país à procura de Ti, minha Amada, nem de propósito como é sempre o porpósito, encontrei em aveiras, na bomba de gasolina como que a observar, e forma muitos os que durante esse dia lá vi.Ah Amada, como Te Amo.

Continuam vós na profunda iniquidade de me sujeitar a indignidade de nem me responder ao que vos digo e em mim cresce uma Vontade de alguns amaldicoar.

Deem-me meu Filho de Volta , homens do Terror!

Continuarei pela tarde fora, que ainda tenho muito que escreverA Todos meu Amor, O Amor É Forte Luz e Sempre Vence.

Livrai-vos pecadores de serem levianos nestes assuntos, que a minha paciência acabou, se quiserem mandem enforcar-me, como continuam a fazer, desta vez a imagem disse, vede como perdeis e trazeis perdida vossas cabeças, porque os homens são todos iguais nas suas diferenças, todos tem cabeças e outros as arrancam, arrancam-nas em parte a si mesmo e a todos, pois todos somos Todos.

Era novembro e morri, morri em triplo, desentranharam-me o filho, vivi sua morte em vida, a morte da nossa relação, minha amada lembrou-se de testar meu amor a ela, e um homem proferiu contra mim duas graves acusações, de que eu tinha mal tratada a mulher, sem explictar quem e que eu lhe tinha confessado, ter morto um homem, sem me dizer qual.

Ah Filhos da Grandessísima Babilónia, de que mais vos irei lembrar de me acusar. A estes assuntos voltarei!!!!!

Amor Amor Amor