segunda-feira, janeiro 22, 2007

Mais Uma Grande Estela Portuguesa no Céu, como alguém bem escrevia, só descobrimos em nossos braços e abraços, seu valor, quando daqui em corpo se vão.


Grafia 1

Água significa ave

se

a sílaba é uma pedra álgica
sobre o equilírio dos olhos


se

as palavras são densas de sangue
e despem objectos


se

o tamanho deste vento é um triângulo
na água
o tamanho da ave é um rio demorado

onde

as mãos derrubam arestas
a palavra principia

( morfismos, 1961)

tinha eu um ano na contagem do tempo dos homens


Da Pedra

A pedra crê: esta
criança é de pedra
Não crê que veio do ventre
e que um cordão de sangue
a liga à Natureza.

Diz a criança um dia:
aqui estamos no mundo
a pedra é como eu.

( as fábulas, 2002)

Amada Fiama, ainda em noite recente, madrugada era, a porta fechada na noite, a da Igreja do Corpo Santo, perguntava e insistia na pergunta e no perguntar, amigo amado meu, sobre a ideia e a realidade do Templo e Seu Tamanho, e lhe dizia eu nvo , Tudo É Temlo, Mesmo esta pedra da calçada é Templo, do Ser, Tudo e Todos O São, em Igual Importância, Na Sua Diferença, nem mais nem menos

fico de Ti os versos que me fazem pensar e são pura Luz, fico de Ti em Eterno, o doce sorriso e sorrir de Amor.
fico sempre em Ti onde Sempre Viverei, como Tu. Todo O Sangue É Um Mesmo
Dia três de Dezembro, dei eu conta aqui de imagens truncadas sobre o onze de setembro numa televisão portuguesa e nenhum desenvolvimento sobre esta matéria vi, ainda existem jornalistas em Portugal?

Quase que me apeteceria dizer que não, se não soubesse meu coração, como tantos e bons existem e como a tantos em todos os orgãos trago em amor.

E as policias, onde estão, onde está quem de direito para averiguar uma matéria desta natureza? Porventura algo de transcendente no dito, alguma dificuldade de averiguação?Que parte não percebeste?

Pensei eu que fora claro, como o sol o é no meio do dia ao meio dia

Não sabeis porventura que os crimes contra a humanidade nunca prescrevem

Porque invocais então de forma tão elementar a prescrição?

Querereis que pense de vós, que razões de cumplicidade ou cobertura existem para tal invocar?Cuidado!

Honrai a aliança Atlântica, honrai-a bem e melhor do que em passado recente, fazei o inquérito, recolhei as provas e entregai-as oficialmente à policia de Nova Iorque e não vos preocupeis de mais nem de menos que tudo o que é importante sempre se sabe em seu momento certo, quando o certo momento aparece e o tempo que não existe tem o tempo certo de ser, nem mais nem menos, não adianta acrescentar ou roubar segundos mesmo quando minha Amada em seu direito, para mim os inventa.

Todas as guerras, o guerrear e os actos de terror são sempre crimes contra a inteira humanidade e como Ela é Inteira, toca sempre a Todos, os que a fazem e os que a deixam fazer, pouco a diferença, como tenho vindo a explicar-vos, mas parece que alguns continuam a não entender, ou melhor será dizer, fazem de conta não entender.

Pensais porventura que é displicente a averiguação da ilusão montada dentro da ilusão a que correspondeu a tragédia das torres gémeas onde se foram no momento quase três mil almas e depois uma guerra que conta em contagem feita por alguns em mais cento e cinquenta mil e cujas consequências continuam em aberto para o Mundo Inteiro.

Pensais porventura que este acto não transformou o Mundo Inteiro e os Actos de Terror ou pensais porventura que eles vão terminar amanhã, ou que atendendo à forma como ainda hoje caminhamos, sem arrepiar caminho em forma decidida, com níveis elevados de terror teremos que viver por muito tempo ainda .

Esqueceis que Portugal forneceu a Laje do Apoio do Lançamento de uma guerra que foi feita baseada em mentiras ilusórias e ao arrepio do Direito Universal e que este facto e a razão de ela ainda se encontrar em aberto, com Gente igual a nós a morrer todos os dias, nos coloca face a ela e à promoção da necessária Paz, responsabilidade acrescida.

Esqueceis que a Verdade é a Luz e Que Ambas Tem Como Condão e Dom o Entendimento entre os Homens, necessário a que Todos Possam no Uno Mundo Viver Em Paz.

Esqueceis que Trazem os Homens por Obrigação ao Coração, a Verdade e o Amor, a Ajuda e o Alumiar.Esqueceis que Trazem entre si os Homens Acordados Leis Que Punem os Crimes e as Mortes Matadas que se consignam em Leis por pena humana que todos sem excepção são obrigados a respeitar.

Esqueceis que a Aliança É Assunto e Matéria Antiga, Perene aos governos e as administrações que sempre mais tarde ou mais cedo passam e que Ela Trás em Si e Comporta Princípios e Obrigações Que são superiores ao que se apresenta de face individual.Ah Portugal, Portugal, das mais antigas nações na Europa, a desaparecer pela mãos das omissões da vontade dos homens e mesmo eu me encontro por variadas e justas razões preste a Ordenar o Seu Fim e Não Tem o Pai nada que me perdoar, pois Creio Ser essa a Sua Vontade e sei que Ele sempre dá a oportunidade aos homens até ao ponto de não a poder mais dar.

E que Portugal Existe Ainda, quando um dos seus filhos, dá conta de situações desta gravidade e ninguém nem nenhum acto decorreu do dito e explicado, e se fez o silêncio mortal, que vos levará para o Céu e a muitos outros, se assim continuardes, como se nenhuma Palavra Tivesse Sido Proferida.

Pensais porventura na vossa tremenda arrogância que podereis escamotear a Verdade e fazer olhos e orelhas moucas.

Ah Portugal, que assim morres, estás morrer às mãos de teus filhos que se comportam como cães e assim autorizam e pedem todas as raivas e violências.

Ah Portugal que não são teus filhos, tremem Todas as campas de Todos os Igrejos, Todos o Que Sempre Viveram e Vivem o Império do Espirito Santo e Sabemos Todos nós quantas lágrimas de Portugal, fazem e fizeram e farão Sempre o Mar.

Ah Portugal sem governo, nem Leis, nem cumprimento das Ditas, nem Homens Com Coragem para o Serem, Fantasmas, meras Sombras de Homens rasteiras ao Por do Sol a Caminhar a Passos Apressados e Ligeiros para a Grande Noite Sem Fim e meus Filhos Jovens Sem Esperança, crime maior de seus pais, que a Roubaram e a Roubam.


Ah Portugal, Ah homens de Todas as Instituições Profanas, Vos faço aqui um dos meus últimos e mais simples vatícinios, em breve dia muito breve, não sereis mais o que por endosso representeis, pois breve, breve nenhum Irmão mais vos reconhecerá nem vos autorgará nenhum poder, para quê se não o sabeis usar e não o usais e nenhum governo, nenhum tribunal, nenhuma instituição de pé se manterá.

Durão, Durão, em dia recente entrou o senhor por minha casa dentro, a receber um prémio na Europa, todo sorridente e contente sua face e eu naquele instante, me disse mais uma vez como tantas outras, curioso, aquele prémio se calhar deveria ser para mim e o senhor todo sorriso a sorrir e eu a vê-lo a pensar, até parece que me ama, que me quer bem, como se um sorriso fosse prova disso.

E quantas vezes senhor, já eu pensei em retirar-lhe por imerecimento o voto que neste Livro foi sobre seu futuro político inscrito e talvez Rezando ao Pai em Breve o Inverta, e vejo-o mais uma vez a sorrir e vejo-o no outro dia a carregar uma saca de alimentos no meio da África como quem diz, aqui está prova de que ajudamos, alombamos, olha eu a carregar e no final do ano deixamos Todos os Seres do Mundo, se irem de seus pequenos corpos quase onze milhões de crianças, entretidos neste mal fazer continuo de adultos na gestão da Una Casa e já em Setembro se não me falha a memória, a PAM se queixava de lhe ter acabado o dinheiro para a ajuda e o ajudar que faz e tem feito.

Vergonha e Infâmia, Infâmia e Vergonha de Toda uma Europa onde ao que parece só três dos seus ministros tem dado apoio a comissão que procede à investigação dos chamados voos da Cia e quererá e poderá porventura deste jeito a Europa, Ser Europa, Ter uma Clara posição de consciência sobre estas matérias, sobre o Terror e a forma e os limites em que se lhe tem de dar combate, se assim vão os assuntos.

Não ouviram o Papa perguntar em dia recente, afinal quais devem ser os limites no combate aos actos de terror. Algum representante, alguma instância lhe respondeu.

Ah Senhores, que um perigoso vírus foi pelo Terror feito e posto a circular por toda atmosfera e trás a muitos loucos, perigosamente loucos daqueles que tudo fazem perigar e ao que parece, ataca este vírus a memória dos homens, a vista, o ouvir e os torna mudos, surdos, sem pernas para andar e sem mãos para ajudar.

Um terrível vírus que se aloja no coração dos homens e lhes trava o coração até parar.

E porque terão os meninos sem recursos e sem alguma culpa de ir para o Céu e não os Senhores pais de crianças iguais, que exercem os poderes profanos.Quantos ainda se recordarão, de uma imagem sua recente, no dia em que nevou em Portugal, o senhor no aeroporto numa nova partida para a Europa a dizer estranho dizer olhando o Céu, é este o Deus que tem e querem em Portugal, fraquinho de neve suja, assim se expressou a Alma no tempo em que a Alma se expressou e sempre Ela Se Expressou e Expressará e não se Pretendam os Homens Maiores que Ela.

Existe uma ilusão montada que dá uma ideia de realidade e existe antes e depois, por cima, por baixo e ao lado, o Real, a Real Realidade e a vossa ficção está por um fio a esfarrapar-se e resta muito, muito pouco tempo para se escorçar em definitivo, pois são cada vez mais os Seres que da esquizofrenia, que é um dos sintomas e consequência do vírus, se dão disto conta, e ao se darem conta, se dão também da impossibilidade da ilusão e ela cairá por terra, inevitável, como sempre aconteceu em todos os tempos dos homens.

António Vitorino na televisão pública dava conta em dia recente da peregrina intenção do governo de no caso de serem figuras de alta estatura do estado e na situação de terem sido mortas, que ponderava o governo de que os crimes não prescrevessem e se falou muito de criar uma figura, tipo um procurador especial para estas situações especiais, que o discurso pretende assim diferenciar e espantam-se os meus olhos e meus ouvidos e meu coração se enche de espanto, à ausência de resposta a tão grave dizer e intenção.


Não são os homens todos iguais perante a Lei.

Sim São-O e terá alguém por estatuto, pelo que é ou pelo que faz, tratamento diferenciado face a ela. E ninguém isto comentou, incrível, espantam-se senhores, meus ouvidos, meu ver e meu coração perante vosso silêncio, silêncio dos comprometidos nas negociatas do deve e haver e das asneiras à conta de terceiros e tentam por cima escamoteá-lo da consciência pública.

Que lei torta de vosso coração vos permite diferenciar os crimes e o tratamento acordado sobre eles.Já vos explicarei mais adiante o Real e depois digam-me se é assim ou não, pois é evidente que batalha entre o poder político e judicial e judiciário se deu e as contas e a balança se alterou e uns por pecados vários ficaram mais frágeis e outros mais fortes, se tentam aproveitar do que não é passível de se aproveitar e tudo isto demonstra uma coisa simples, não existe mais justiça, pois seus pilares estão a ser destruídos e quando ela não mais existe, chega-se ao ponto em que cada um é autorizado por decorrência a ter que se defender por mão própria e a faze-la quando é caso disso.

E aquele sobre quem o pecado foi feito continua no martírio, querem fazer dele e vão fazendo a alavanca dos ajustes secretos das contas, e não é ele infelizmente e felizmente o único em semelhante situação, porque o sofrimento partilhado é e torna-se força forte.E os maçónicos do mundo muito reforçados se sentem no meio desta ilusão toda.

Senhor Paquete de Oliveira de quem eu no outro dia vi um pequeno extracto de um belo programa sobre os direitos dos espectadores, e entendendo aqui espectadores em sentido lato, atributo natural dos homens que nascem com olhos de ver e no âmbito do seu cargo e da sua função aqui lhe deixo uma pergunta para a qual lhe pedia resposta.

Porque razão tem a televisão publica o senhor António Vitorino como comentador laico semanal a fazer sermões que como neste exemplo se prova, contraditam o estado de direito e se tornam verdadeiros apelos à justiça feita por corte e medida individual.Quais foram e são os critérios da televisão na selecção de tais comentadores.

Sujeitaram-se a alguma espécie de concurso de admissão ou casting e em caso afirmativo quais foram os critérios, quem se apresentou como candidato e quais foram os critérios de avaliação e de classificação e quanto pagamos nós de nosso bolso por mês ao referido senhor, para ouvir tamanha barbaridade.

E os pareceres para os governos pagam-se na média de cento e cinquenta mil euros, ah vilanagem, que me devem fortunas e não pagam nada e eu nem dinheiro tenho para viver, continuo pela caridade até resolver alguns assuntos pendentes, depois logo se verá, que eu nada tenho contra ela, mas há quem mais precise dela do que eu que estou inteiro e sempre o Obrar.

E nem de propósito como é sempre o propósito, no dia seguinte a isto aqui escrever, amados amigos meus me convidam para jantar e me dão encontro num restaurante e quando entro, vejo uma familia, uma menina de olhos grandes escuros que me olha, a seu lado uma Senhora que seria sua Mãe, e em frente o Pai, o Vitorino, silêncio na mesa, olhos a olhar o prato, estava o senhor, em postura tão distinta e contrastante da televisão, de seus sorrisos largos, de seus gestos largos, rasgados e grandes, ouvi ao de novo por sua mesa passar, então, não respondi, então o quê? que forma de falar é esta se é para falar de alguma coisa, teremos mesmo algo a falar? meu telefone continua mudo, ninguém liga e os assuntos tem sempre seu local e hora certa.

No desenho do génio de António, o passarão com cara de gavião, tinha a chave doirada no bico, um outro, mais pardalito, tentava em vão apanhá-la, mas não conseguia.

Ana Gomes, ouviram meus ouvidos uma declaração na rádio que dizia, que tinham provas da presença de um senhor que estivera hospedado num hotel do porto, que tinham visto uma nota que indicava um objectivo da permanência, falar com o ministro da defesa e se assim o é, mentira foi os que os responsáveis pelas pastas nesse primeiro tempo do inquérito declararam, que não sabiam de nada e assim deverão ser chamados para prestar averiguações. É caso para dizer que contra factos não há argumentos.

Estranho tambem ainda ninguém ter falado se algum português ou alguém que aqui residia desapareceu, se terá sido levado para uma qualquer dessas prisões secretas e menos secretas, como guantanamo, onde a própria cia dava reentemente conta num relatório, que o que lá se passava não era de todo curial.

Esperemos que não, embora pensando bem, se calhar uns tantos que tem assento em distintos orgãos do estado e que se comportam como homens que fazem actos de terror e os praticam, se calhar lá deveriam estar, ironia de minhas própria palavras, que a minha vista não é curta nem a cabeça a uso para suportar meu cabelo, belo tambem o tom e a forma como seu camaradas de partido tem tratado a Senhora nestas suas andanças, belo retrato de educado tratar e fino recorte de boas maneiras e do vale tudo que fazem do acto e comportamento politico.