segunda-feira, janeiro 29, 2007

A um amigo tolo, autista doente de coração partido, agressivo e mal educado e não sei neste momento se mais ou menos, a Luz como sempre o desvelará.

Que giro as aparências das coisas, que giras as encenações de tudo e de nada, como grande e imenso demiurgo da treta a representar plásticos para plateias de fantoches sem vida nem fios

E vejo em tuas palavras, que bem que eu os levo em meu drama, em minha representação, em meu actuar Todos eles maus, só eu o bom, ou então a variante dupla da inteligência que ninguém te nega, eu que me dou como louco, até à borla lhes dás, sabendo que a tua loucura não é assim tão louca, só um coração rachado, dizes e sempre disseste, ou mesmo não dizes por pudor e preferes sofrer, entregar-te ao papel do calimero coitadinho que quer parecer um lobo e será?

Mas para aceitares que a solução passa por dar de comer ao mesmo tempo que se cria condições para ter comida, já não aceita teu coração, aceita teu raciocínio, faça-se justiça ao que é justo, acaba a argumentação, pois mesmo quando o coração não o quer porque vai magoado e enegrecido, o mesmo não se pode fazer ao raciocínio, pois a ambos um estar nos é caro, se sabemos a verdade do ser ou do fazer, não a podemos contraditar, ambos nos enervamos a ver a estupidez em acção quando disso assim se trata e mesmo este aspecto nem é liquido de afirmar.

blá, blá de que sempre te queixas és tu que o fazes em forma sistemática, um blá blá, com a agravante da pesada arrogância, da agressão por palavras e sentimentos e emoções, barra pesada.

E como por diversas vezes te disse, repetes-te, contas as mesmas histórias, se não te chamo a atenção, agarrado em loops ao passado, um pouco como eu minha vida dos últimos tempos, talvez não na afirmação repetida, mas na igualdade de se viver de certo forma no que se passou, sem sair daí, sem a capacidade regenerativa, de novo se transformar, sendo-se sempre o que verdadeiramente se é, que cada um em verdade consigo mesmo, talvez aqui um fio do que nos aproxima.

A amizade e a dedicação não tem preço nem se comercializa e tudo o que te dei sempre foi sem pedir qualquer contrapartida e a mão sempre a terás se a tratares bem, mas sabes tu melhor que eu que existem limites.

Tornara a aparecer nos media a história do envelope nove.

Mudou entretanto um procurador e um presidente no sistema judiciário e judicial. E lá voltou aos arroubos como tudo aqui neste pais parece nas vezes ser.

O mundo também não vai melhor. A semana passada abri o jornal e li uma noticia sobre as negociações com o Iraque que era retracto fiel dos termos de uma outra dois meses atrás e se mais procurasse para trás mais iguais encontrarei.

O mundo não anda. Está parado. É melhor estar parado do que cair para o abismo. Falta dar-lhe a direcção e o movimento certo.

O Amor.


Noticia recente dava conta do velho agora quantificado numa compreensível imagem.

Da forma como usamos a Casa Terra, em dois mil e vinte cinco nem duas Terras darão. Nem duas Terras existem e segundo cálculos optimistas, só daqui a oitocentos anos poderemos abandonar em escala a Terra.

Para quem não encontra motivo lógico plausível, não será esta realidade mais que suficiente justificativa, para que um pequeno grupo de homens que vão como bestas e montados pela Besta, poderosos no plano profano, quererem fazer desaparecer da Terra milhões de Seres?

Escapou ao que parece ao pensar de um escritor espanhol que punha em causa as teorias da conspiração, por falta de razão lógica, em seu curto ver.

E não é isto uma teoria da conspiração, é sim, ou melhor tem sido, uma conspiração de alguns que loucos, bestas e por Ela montada e não deixam de ir lúcidos, terrivelmente lúcidos face ao que se poderia passar durante a queda, que seria a final.

Não é uma teoria da conspiração, é um acto, são um conjunto de actos que existem, que se manifestaram e que visam Por em Perigo a Humanidade Inteira, ou Grande Parte Dela, sem olhar propriamente a meios ou com objectivos de baixas por etapas temporais no desenrolar do que era o plano.

Pois é um plano louco feito por loucos e assim vai todo ele louco na soma das suas duas metades.

Não é uma expressão de um plano como outrora foram aqueles que passaram pelos corações e pelas mãos dos grandes conquistadores e de todos os que assim ditando, em justo se pode chamar de ditadores.

Não é um plano que preveja a conquista de territórios e países uns atrás dos outros.

É um plano que assenta numa percepção muito certa do caos, do modo do seu expressar e usa tudo o que tiver à mão para mais o alimentar, explora e utiliza e condiciona as componentes que o aumentarem, sabendo que esse aumento será bastante para chegar ao perverso objectivo.

É um plano de loucos, pois tal acontecer, ao acontecer, nem mesmo dá garantias aos que o puseram em marcha, de que eles próprios e suas famílias poderiam sobreviver, pois tais níveis de acção, seriam a partir de dado momento, uma enorme lotaria, mas mesmo este saber, não os travou em seus agir.

Pois reparai no seguinte, como é que se reduz drasticamente a população mundial a um nível que viabilize de novo o viver na terra, assim equacionaram, assim o pensaram, em conformidade tentaram o acto?

E quantos poderão viver, para que o viver seja viável?E quem o faz?Quem são os que agem como bestas por Ela montada?

Não é um País

Não é uma Religião

Não é uma Direcção ou Outra

Não é uma Ideia contra Outra

Se estes não são, será então um grupo de homens irmanados para este fim.Quem tem este perfil, a quem se ligam no que é expressão visível do que geralmente calam e disfarçam fundo?

Como do colateral visível se chegam ao que estão invisível por escondidos, que tamanha negra intenção não se desvela?

E como se faz um Morticínio em Massa Nunca Feita Em Tamanha Dimensão?

Provocam uns negros eventos, utiliza-se o saber sobre comunicação e manipulação, junta-se a utilização das novas tecnologias para potenciar a desordem climatérica já existente, acelerando-a, cria-se uma Grande Ilusão, que em tudo o que de novo e antigo sabe o homem sobre estas matérias, se usa e é usado, uma Ilusão que conduz às guerras, no terreno fértil e global das psiques de milhões que andam alteradas por dependências diversas.

No permeio umas epidemias, uns vírus, umas mutações introduzidas por manipulações genéticas e introduzidas na cadeia alimentar.

E quase tudo se torna cada vez mais igual e as guerras se tornaram diferentes, espalhou-se pela Terra Inteira neste novo mundo em que fizemos assim nosso viver.

E todos os dias os homens continuam entretidos nas suas guerras e nas suas tensões e o tempo foge para travar a queda.

Inverter?

Será já sonhar demais?

O relatório Stern vem confirmar os enormes danos que Fazemos na Casa e dos enormes custos que iremos suportar superiores a duas guerras mundiais

A Opção é clara face à Questão.Os governos que tem aqui responsabilidade acrescida por lhes ter sido delegada, e as Gentes, Todas, Todas as Gentes se entendem e fazem entender os Governos que São Também Gentes, que se tem que por cobro definitivo aos conflitos e ao que o origina ou não haverá tempo para nenhuma Gente, seja Governo ou Não.

Os governos tem que governar em modo completamente diferente, tem que governar uns com os outros, englobando todos e não uns contra os outros, e os outros não podem deixar quem assim vai de prosseguir.

E isto só se faz com Travamento Moral na Acção.

Este é o caminho que todos tem de encontrar e por hoje em pratica respondendo o que há resolver, pois se assim não caminharmos, lavraremos o campo da desgraça, onde chegar a um novo ponto de equilíbrio, implicará com um caminho cada vez mais penoso e agravado, a morte de muitos milhões.

Quantos, nem previsível será a quem assim quer eugenizar o Humano, porque os que assim o tentam, também o vão tentando na combinação de todos os factores, de todas as alavancas que vão encontrando e fabricando em seu negro fazer.

Previsível é se daqui a vinte e cinco anos precisamos de mais uma Terra igual, então terá que desaparecer pelo menos metade da população mundial em tal espaço de tempo para ser possível chegar ao vigésimo sexto ano, mesmo exaurida.

E mesmo que fosse reduzida a metade, a metade sobrevivente chegaria a essa data exaurida, isto é, sem mais possibilidade de continuar, por ausência de recursos que a sustesse e sendo assim, a fria aritmética negra dos negros números do coração negro da Besta, tem que por a fasquia do plano num número mais aliciante em mortes, um número maior, mais do que metade teria que desaparecer até dois mil e vinte e cinco.

E não chegaria que tivesse só desaparecido metade, pois a metade que sobrevivesse nessa altura da negra contagem da eugenização. Não teria mais recursos para continuar seu viver.E assim sendo o plano louco almejava mais de metade, seria preciso matar muito mais Gente antes de se chegar a dois mil e vinte cinco.

Ou seja, a curva da grande morte teria que ser muito rápida e acentuada e seria previsível que restassem, na suma das interacções do caos, mesmo muito poucos.Uma lotaria arriscada mesmo para aqueles que tentam trilhar este caminho, e cada dia que passa onde se eterniza uma problema no mundo, ou um dia que chega com um novo incêndio antes do anterior se ter mesmo apagado, fecunda o caminho pelo qual o Terror, a Besta Se Expressará.

O ultimo a morrer, que deixe escrito, morreu o ultimo da geração dos Pais e dos Avós que foram os primeiros a não Assegurar a Continuidade da Vida a Seus Filhos.

Em Portugal o país parado, cai na queda imóvel.

Pois Trave Moral É Amor Que É Justo

Primeiro dezoito por cento de aumento, que não é demais porque a electricidade esteve muito baixa durante muito tempo, mas agora como os salários muito aumentaram, nem é demais e não foi, não chegou mesmo a ser, pois ficou nos seis qualquer coisa, que até parecia os utentes do metro com passe nos dias à borla, a viver e a sentir, que até parece que é, à borla.


Assusta-se com muito para depois com a outra mão dar o menos e as Gentes primeiro assustadas, se tornam mais dóceis na aceitação da desgraça que foi entretanto apresentada para parecer menor.O ministro flamingo como eu, que como eu, habita em parte a Lua, chegou e disse, quase o inteiro mínimo salário pelos primeiros sete dias de internamento, não me parece ser demasia, pois como todos sabemos quando um da família adoece o estado suporta todo o resto, rendas de casa, alimentação e cuidados dos filhos, electricidade incluida.

Cinquenta e oito almas se foram e a culpa continua solteira e os inocentes bezerrinhos parece que desta vez não se tornaram bodes expiatórios e ainda bem que assim foi, espantoso, espantoso mesmo, é o ministério público ter anunciado que iria recorrer, recorrer do mesmo na insistência de que os que forma considerados inocentes possam vir a ser considerados culpados em vez de procurar e levar a tribunal os verdadeiros responsáveis.

Cinquenta e oito almas aguardam justiça entre a Terra e o Céu. Muitas mais na Terra sofrem e clamam por Ela.

O primeiro ministro como tem sido apanágio de todos os primeiros ministros, apareceu pela primeira vez em publico como pinóquio e o seu nariz cresceu, cresceu, ao vivo perante o olhar espantado de todos e ganha como único candidato sem alternativa de ninguém por maioria esmagadora dentro de seu partido.

Quando se enerva, o primeiro ministro, fala com as duas mãos como se fosse o Rui Rio em seu tempos de músico. No outro dia um jornalista que lhe fez um comentário inaudível a seguir a ter dele ouvido uma recusa de resposta, ofereceu-nos a todos um vislumbre de seu génio no seu pior, a fazer justiça a palavras posteriores sobre ele ditas, de que é homem para não perdoar quem o afronta.

Noticia fresca dá conta que vai ser possível enviar queixas à policia via e-mail e espantam-se meus ouvidos e meu ver, pois denuncias de calibre feitas em forma publica, como tenho aqui vindo a fazer continuam a receber o silêncio absoluto, com toda a gente a fazer de conta que elas não se fizeram e se fazem.

E é clara a lei dos homens nestas matérias quando diz que uma denúncia no espaço público, de crimes, é sempre de ser investigada, mas na aparência nada se passa.

Espantam-se meus neurónios a pensar, faço aqui interpelações e denuncias e nada se passa, já deduzi razões desde cobardia a cegueira profunda e nada se passa.

Será que corre ainda alguma investigação secreta, eventualmente da justiça, contra minha a pessoa e todos dela sabem menos eu?

Seria um estúpido motivo para se fazer o silêncio e não deixava de ser cobarde e até inclusive legal na ilegalidade da lei que temos que nem permite nem garante a um cidadão saber do que é acusado e se poder na eventualidade defender e que permite todo o tipo de manobras incriminatórias por qualquer um que o decida perseguir e obriga consequentemente um cidadão a ter que se defender do que nem mesmo sabe, óptimo para depois dele poder dizer, que é irritadiço, ou anda irritadiço ou é mesmo chanfrado da cabeça.

Ainda agora aconteceu com o Miguel Sousa Tavares, uns anónimos quaisquer que nem se calhar se pode saber quem são, lá toca a coberto do cobarde anonimato, denegrir. Bons tempos para todos como se vê.

E se os interpelados não respondem, como se nada fosse com eles, ou como se tudo isto fosse produto do imaginar, se o combate que me fazem mantendo o filho afastado, não fosse só sustentado em poderosos que decidiram apoiar o agir negro da dama, fosse baseado em motivos outros, não confessados, nem confessáveis pela sua natureza, nomeadamente por serem do âmbito de uma investigação judicial e por essa razão se encontrarem sigilosos?

Pergunto-me então, de que é que poderão estar a acusar-me, tenho que acrescentar as perguntas anteriores, quem e porquê.


O símbolo da Galp é muito curioso, pois se observarmos o g como uma incrustação no fundo laranja que o circunda veremos um gancho, um gancho como aqueles que serve para pendurar carne e veremos também uma sugestão de forca.

Galp a energia positiva que nos pendura ou enforca.Um G ao contrário é um nove.

Um envelope com o logo da Galp, se visto de pernas para o ar será um envelope com um nove.

Envelope nove.

Eu tenho um, é um envelope antigo vazio dirigido a Teresa Carvalho, onde eu um dia escrevi na parte de trás.É uma das primeiras interpretações que tentei de síntese do que seria a expressão e o sentido da Alma do Mundo através dos actos de terror que se expressavam na altura no mundo em estranha e assustadora linha que os parecia ligar, assim sentiu o olhar de meu coração na altura.

O Terror exprime em actos distintos que podem ter diferentes motivações e logísticas, muitos outros níveis que se prendem com a natureza e expressão do Terror visto na sua Unidade.

Uma história de um atentado mais a história de outro, faz e vai deixando para alem da morte matada, da dor, da revolta e da semente de repressão e nova violência, um sentido por encaixe, como peças de um puzzle que ocorre num determinado tempo do Uno Lugar.

Não posso agora verificar, pois direi assim, convenientemente acabou de desaparecer. Mas de memória, sustentaria mais ou menos estas ideias. Depois tornou a aparecer.

World Trade Center- símbolo de negociar. Descodificação, esta forma de fazer negócios não funciona mais.

Atentado num teatro- símbolo de entretimento, modelos de representação e comunicação. Descodificação, falha a representação, falha a comunicação e o entretimento, ou forma de viver, pois um faz parte e implica em campos muitos extensos a outra.

Atentado num hospital, símbolo, cuidar, vida. Não cuidamos o bem necessário, o local onde se cura, nele, a própria vida e ameaçada e destruída.

Atentado numa escola, símbolo, crianças que são a semente e fruto da vida, nem elas estão mais protegidas, falência global da vida e da espécie que nem assegura mais a protecção dos seus.

Esta foi uma das primeiras tentativas de síntese de apreensão do sentido mais profundo, dos sinais que o terror vinha a expressar e semear a negra sementeira para o negro colher, naquele momento no mundo.

Foi talvez o momento em que entendi, que as actos de terror desvelavam muito mais do que a primeira vista podiam indicar e que existia um sentido em todos eles, se se tomasse em linha de conta alguns dos eventos que pareciam dizer, e dizem muito mais nas entrelinhas do seu acontecer.

Uma primeira dedução que daria azo a muitas mais baseadas na desmultiplicação do que se afigurava ser a primeira tradução pela regra da semelhança e da analogia que regula toda a vida e todo o viver.

O Terror, expressava um desentendimento, um plano que se encontrava muito mais profundo e ligado do que a diversidade dos seus actos trazia em si.


Quem conhecesse a existência deste envelope poderia em olhar de burro, cego verdadeiro ou de burro que se faz de cego para não ver ou para enganar outrém, poderia pretender dele fazer, uma pretensa prova, um plano de quem praticava actos de terror, como uma espécie de mente central do terror que fazia os actos e depois numa nota tinha tido o descuido de explicar os objectivos do plano que na cegueira real ou propositada, os confundia, com o que dele se poderia deduzir.

Terá sido assim, que alguns fizeram a outros crer que eu seria o terrorista mor do reino de aqui e além mar?

Saiu-lhes as contas furadas que nem todos são burros como eles e existem homens que levam seu coração em angulo recto à verdade.Tal não obstou ao dano, diverso e extenso, que inclusive, para além da tortura que me sujeitaram, me levou a atentar contra minha própria vida.

Isto tem claro nome, um grupo de indivíduos tentou matar-me, chama-se a isto, indução ao suicídio e é acto criminoso e passível de ser responsabilizado criminalmente, mas neste País de brincar, um cidadão isto diz e parece que nem sequer ouvem.

Para alem deste fazer desvelar que nem o protegem, que seus direitos básicos não são assegurados, que o estado de direito vai torto, já não é de direito.

Encurralados contra a parede, sem apelo nem agravo nem cavaco, Regina Guimarães no Porto enunciou curiosa questão, se não existe possibilidade de exercer direitos, se quem se pede para falar porque desempenha funções publicas com competência para o tratamento dos problemas, não o faz, não restará, a via de pegar em armas e correr com quem assim leva e deixa levar os assuntos dos homens.

E ninguém pense que está aqui um apelo a tal via da violência, deixem mais uns anos o vinho todo a azedar, a agua a faltar, o fosso da distribuição da riqueza muito e rápido aumentar e verão as armas a disparar por muitos lados em muitas mãos por diferentes e distintas vontades.

Quem conhecia o meu envelope nove?

A Teresa Carvalho, a quem eu na altura o mostrei, entusiasmado com a descoberta e o encontrar, como sempre fazia, partilhando minha vida e meu fazer na família junta que então existia.

Todos os desconhecidos, porque nunca se apresentaram de frente, nem bateram à porta nem à campainha, que entraram repetidamente no meu estúdio que virou minha casa após separação da família. E que não foram poucos, sendo que um fio relativo a alguns foi já aqui neste livro identificado, pois assim quis o Destino, que esse cruzar em seu tempo certo acontecesse

Porque me quiseram matar?Para roubar meu sangue e meu espirito através do afastamento de meu Filho de seu Pai.

Pôr as mãos no meu património, quanto ele é meu, património das imagens que foi com muitos fazendo ao longo da minha actividade profissional e que vale em calculo grosso mais de meio milhão de contos.

Apetecíveis, os dois motivos, tanto assim para me tentarem com a morte?

Grandes Filhos da Imensa Babilónia, mesquinhez, inveja, fatal inveja que leva às coisas e actos fatais. Vós Sois Pó e Pó Sereis e sobre Vós Tem Deus Um Espelho que Vos Devolve Toda a Maldade e Peçonha que Penseis, mesmo antes de a Fazer!!!!!

Serão então estes os motivos da minha tentativa de assassinato por suicídio induzido que me intentaram.

Relatava Senhora Jornalista Amada, de jantares políticos de distribuição da herança, na saída de anterior primeiro ministro, três ou quatro senhores de um aparelho de um partido, a fazer a partilha, como aves de rapina, todos poderosos e convencidos de seu poder, a fazer, o que nem deve ser assim feito e se for para proceder a partilhas de estado, que se faça às claras dentro de um estado claro, de preferencia para funcionar, que não seja mentiroso, entre todos, visto que é de poder de todos que se trata.

Foi assim que montaram a suspeita de eu ser um homem que praticava actos de terror?

Existiu ou existe ainda alguma investigação contra a minha pessoa baseada nesta suspeita ou em outra?

Existe mais alguma acusação que seja secreta por se encontrar em segredo de justiça na forma torta como vai o segredo de justiça, que nem permite a um homem saber de que é suspeito ou mesmo de que corre uma investigação contra sua pessoa quando assim acontece e se tal for este o caso?

Ah meu amigo, que nem mais sei se o és ou mesmo alguma vez o foste.Estranho alguns episódios que acontecerem entre nós, e visto que pela palavra e pelas perguntas que te fui pondo, não terem tido claras respostas, as escrevo agora aqui e depois a Luz sobre elas e sua Verdade se fará.E duas noites em tempo recente fiquei a dormir na tua sala, pois nem energia tive mais para retornar a meu lugar, depois de passar as noites a velar e a escrever.


E passado uns dias e umas noites no meio da conversa lá lançaste com quem não quer a coisa, ou lança barro à parede a ver se pega, então trataste mal a mulher, pelos teus ciúmes, fizeste-lhe mal e eu estupefacto a perguntar o que estavas a dizer, em que baseavas tal dizer, e tu a responderes que quando eu estava a dormir, assim em jeito de pesadelo, o tinha dito.E aqui escrevo o que te na altura disse, pois a dormir não sei o que digo, o que não quer dizer que saiba dos sonhos e das preocupações que o alimentam e qualquer um poderá até gravar alguém a dormir para depois com o que eventualmente disse, fazer acusação ou prova contra um ser.

Acusação de mal tratamento a uma mulher, quem ?Nada foi dito aqui neste ponto, nada ouvi, só uma insinuação, como se fosse um anzol, mas num tom e contexto que desvela muito mais que isso.Mais grave, muito mais grave e devesladora, outra tua recente deixa, disseste-me, um dia chegaste aqui em lágrimas e confessas-te um crime, não te recordas?

E tu, já me viste muitas vezes como poucos me viram, em momentos de grande fragilidade, preocupação e tristeza e tudo o que vejo ao olhar o que se foi passando, me parece ser, o comportamento de alguém que fazendo crer, apoiar, aproveita a confiança para mais alfinetar, para mais perturbar.

Não, não me recordo, porque tal não aconteceu, que raio de incriminação pretendes tu? E se não aconteceu, donde vem a acusação, a mando de quem a fizeste a inquirição?Quando foi julgado on line, sempre fiquei a pensar que tu estiveste de alguma forma ligado ao que aconteceu e te perguntei por diversas vezes e nada me respondeste de concreto.

Tu brincas, ou não brincas de demiurgo ou fazes de correia de transmissão de outrém?Parece-me mais ser esta a segunda possibilidade, pois o tom geral da pintura indica a meus olhos, pelo género de perguntas, que o fazes a mando, de quem?

Tudo isto desvela praticas de inquisição, de inquiridor môr e deverá ser ele o que por detrás de ti, me move esta guerra, me tenta enfiar a carapuça do que ele e os seus fizeram e parece-me, continuam ainda a fazer, assim o sente e me diz, meu coração, face a aconteceres que me ressoam em modo estranho.

Ou talvez amizade, se bem que muito estranha, de me dizeres o que vais percebendo de ataques que me fazem e sobre os quais em modo enviesado me tentas dar conta?

Meu amigo, se o fores, que já não sei, a acusação de tratar mulheres mal, é um dos argumentos que tem sido utilizado neste processo que me mantém o filho afastado e portanto é para mim muito importante este assunto, esta suspeita, ou acusação ou o que for, e não a posso deixar nesta zona de sombra, de não saber ao certo porque a falas.

E depois Senhor Procurador, muito simples, este caso o é. Basta ver então quem pôs a circular tão séria e grave a acusação, de que eu era o terrorista mor do reino de aqui e além mar, pois será o primeiro, o que primeiro o pensou e o disse, ou encomendou o dito ao primeiro que o disse, e pretendendo pôr a responsabilidade em mim, nessa negra capa tecida se escondeu.

Ah Amada, tem a chave de reserva do carro da minha Mãe, um estranho porta chave, pois parece um D, em metal prateado cujas faces são biseladas, se o puser de lado parece um cutelo, uma estranha faca que não corta mas parece ser.

Inscrito em si, diz punto, o ponto, o ponto de partida da serpente, o ponto onde está a serpente, o local dela, a que se tem de parar, para que o mal todo pare e se alguns insistem em pagar o sangue com o sangue, outros de coração porventura mais afinados, dizem do estado de direito, o estado de direito, que continua a fazer as guerras no mundo e a permitir a fome a miséria, e neste ponto do fim de mais este ano no calendário dos homens no Infinito, são mais de dez milhões de crianças que se terão ido desde o inicio de janeiro.

Ah Amada, dias há, que me levanto com uma raiva dentro de mim do tamanho de uma grande onda do inteiro mar e me apetece começar aos tiros perante tanta iniquidade, tanto mal fazer, tão hipócrita ser.

Aqui em casa de meus Pais, os homens do Brasil, com martelos pneumáticos renovam os canos das águas e seu barulho fazer, é metáfora de todas as destruições pelo mundo fora e com excepção das crianças e dos inocentes, todos temos, nestes estados de direito o sangue na mão, todos somos em certa medida e jeito forma, assassinos ou cúmplices de assassinato, por assim deixarmos acontecer.

Cantava um pela manhã, Jesus no coração e uma trinta e oito na mão.

Ah Amada, perante tal insistir de alguns dos nossos irmãos, minhas rezas e orar é orientado para que todos os que fazem o mal o parem neste instante de o fazer, para que a calma do mar permita o Bom Compor.

E tudo se apresenta ainda tão estragado, na aparência a mais se estragar e nem sei eu mesmo Amada, se o poderemos ainda compor.

Tem Fé Amada No Amor, Como Eu, mas hoje de manhã ao passar, na cancela da garagem , meus olhos pousaram num instante na cancela e a palavra que lá estava, era asco e no instante soube de ti, soube que como eu assim te sentias.

Abro o jornal da manhã e leio, do comentário de uns aos outros, de dizerem que foram ínvios sobre a forma como apresentaram os números e que não desvelaram eles seus luxos e regalias.

Ah Amada, que isto aqui parece um país de brincar, onde a coragem, a clareza da Luz e das cores transparentes parecem ter ido ao longe passear, todos parecem trazer uma queixa no bolso, mas ninguém abre a mala e apresenta em viva voz e dizer e depois parecem querer na pequena cobardia em que se escondem, que outros façam os sujos trabalhos e eles assobiando de baixo para o lado, como se não fosse nada com eles, dormindo assim melhor nas almofadas da cega cobardia.

Pois se uns o desvelam, que os desvelem os outros, mas nada destas pequenas guerras retira um milímetro que fosse ou seja da iniquidade de tal ganhar em função do trabalho que foi descrito e isto Amada, o ponto desta questão.

Recordem os homens o anuncio da tempestade em terra onde habitam os pombos e vejam pelo rastro de destruição os nomes dos causadores da maldade e das maldições.Dois deles lá estavam a meus olhos explícitos e claros, Valentim e Loureiro e quem for ver ao perto mais encontrará.

Ah Amada Mais Amada Que não sei quem em corpo és.E meu coração se partiu quando me chamaste demónio e eu chorei muito e ainda choro e quando tiro meu coração de seu sitio para o olhar, nele vejo profunda triste cor de violetas.E meu coração se partiu quando, percebi, que se assim me vias, não era Amor que me trazias.

Ah Amada, tantas mas tantas, as manipulações, vem de toda a parte, todos puxam ou tentam puxar a brasa a sua sardinha, para ver se não queimam as suas próprias guelras.

Bela e clara estratégia, resolve tu, que assim se assacarão a ti as responsabilidades e eu que o farei, demonstrarei ao dize-lo, que bom que eu sou, pois vejam senhores, que prova de maior honorabilidade e minha rectidão, de denunciar o que fez, a meu pedido, acrescentam em silêncio dentro de suas consciências e vivem-no em seus pesadelos, assim o ordeno aqui, eu, pois não podem falar da sua iniquidade.Não vou nela Amada, não se ponham assim os peixes podres e ficam inocentes caídos em seu lugar e isto não é de permitir.E partilho o que sei.Ah Amada em Ti Viajo em Teus Braços Pela Noite e de repente estou ao pé do rio e ao parar a estatua de José de Guimarães vou ao perto ver.Ah Amada, que passou cá numa entrevista numa revista, um Senhor de nome Alberoni, de quem eu na minha adolescência muito li, pois seu primeiro livro que ao olhar me veio parar, do amor e do enamoramento, muito me deu a pensar e chegou o senhor, com os dedos de sua mão em peculiar posição e duas Margaridas amarelas, cor de ciúme da inveja, me disse uma Bela Florista Italiana e falava e dizia que quando tivesse existido traição, o melhor era não contar e eu a alucinar, pois nem definia em rigor, o que por traição entendia nem parece dar-se conta que a mentira, ou sua versão de ocultação é sempre um paliativo da desgraça, pois o não saber entre dois amantes é muito relativo, o saber não depende do dito ou não dito pelas palavras que se dizem ou se calam, pois o corpo unido do amor que os trás unidos tudo sabe mesmo nas vezes em que ainda de forma consciente não o sabe.Subtis químicas do Amor, que tudo sentem, como um senhor que ontem na televisão dizia, porque razão pomos uma linha a dividir a cabeça do resto do corpo pela altura do pescoço e dizemos que o cérebro e o pensar habitam só na parte de cima e dava conta que tinham observado a existência de neurónios no Coração, a comprovar pelas fotografias cientificas o que sempre se soube e sabe, que o Coração É a Trave do Sentir, do Pensar e do Saber e um dia mais tarde se descobrirão neurónios também nos dedo do pé mindinho, que eu te vou beijar.Subtis químicas do Amor e depois Amada entre Sangue Real, não se pode nem escamotear, mesmo nas vezes em que a representação é feita pelo melhor dos actores ou a melhor das actrizes na melhor encenação no melhor palco do mundo, pois sempre quem o Tem, o Sabe no momento, se o sabe em toda a sua extensão no momento de seu acontecer, é toda uma outra questão.Sabes Amada, em dia recente apertei por um breve instante o pescoço a uma cobra, que elas são também filhas de Deus e dois homens no mundo se sentiram por um instante mal, sem ar e quase desmaiaram ou o fizeram mesmo, um deles é o que tem a casa no Alvito, o outro longe daqui, que é o lugar das crianças, dos parques infantis e por extensão das escolas, mesmo quando são ao longe, assim se apanha os que estão por detrás do terrível acto, que ainda não saiu nem saíram da memória de todos o que de longe o presenciaram.Do outro homem nada creio, para além de um outro cruzar sobre uma outra matéria e não me parece ter espécie de gravidade, responsabilidade ou culpa.Fizera eu com minha ex Mulher Amada, Amor em véspera e lhe tinha dito, façamos na união de nosso amor de nossos corpos, um voto sagrado para que tudo corra bem e senti logo naquele instante o sinal de que assim não iria ser, pois me deu uma náusea, uma náusea conhecida, que surge em situações distintas, não necessariamente quando faço Amor em corpo sob semelhante voto.Ah Amada, parei em noite recente ao pé do rio e foi ver ao perto a estatua de José Guimarães e quando observei aquele estranho edifício feito com peças em cores vivas como muito usa, é como certo origami que eu fiz em minha infância e que em dia recente observei com olhar de adulto, um origami de um corpo feito em peças amarelas, cujas algumas formas se assemelham às deles, nomeadamente seus pés, tem o origami dois olhos vermelhos suspensos nas aberturas recortadas na cartolina por fios brancos e me recordei da dificuldade de lá ter posto em menino, seus olhos. Não tem hoje o origami de minha infância que dorme no álbum da águia, um pé, perdeu-o no tempo e em transito de noite recente, em seu tempo certo, se mexeu e a mão do origami, se deitou sobre uma fotografia de meu filho em pé abraçado por um pai natal em tempo de natal.Observava eu tudo aquilo, aquelas peças assimétricas encavalitadas umas nas outras em ângulos distintos como que a compensar o peso de umas com as outras, quando me dei conta da assinatura de José Guimarães numa pedra de um dos primeiros degraus da base onde assenta. A seu lado parado e vivo um mosquito, um grande mosquito com pernas altas como que chupava em sua quietude a laje que se encontra rachada na linha e horizonte de seu nome. Outros pormenores, que falavam se encontravam nos arredores, ao pé do rio, soma dos que vi e apontavam a outra margem.Em noite seguida depois de uma longa viagem em teus braços, Amada Minha, ali para o lado da Oriente na Expo para os lados do edifício diamante, encontrei frente a uma dependência do banco BPI, onde está um dos cartazes da campanha que diz, eu fiz as contas, e ainda bem, que é bom saber que muitos fazem contas e sabem bem contar, lá estava um mesmo mosquito desta vez no chão, como se estivesse à porta a espera de entrar em frente a um cartaz que fazia lembrar a cara do alpinista português João Garcia.Ontem de noite, em Alfama de novo encontrei origamis em azulejos no parque infantil, origamis e aviões de papel a voar, dois grupos de crianças separados por um monte multifacetado como se fosse massa de origamis ou um vulcão deles feito, quatro crianças do lado direito e duas do outro. Diz assim, criança, este parque é teu e depois referencia a pertença como sendo do centro de saúde na travessa das Mónicas.O chão do jardim de brincar, feito por painéis de borracha sintética como hoje é comum neles encontrar, apresenta muitas placas deformadas que vistas de cima, se parecem com vagas do mar e necessitam de ser compostas em urgência, pois assim como estão, certamente que farão tropeçar as crianças em suas correrias.Poderia chamar a todo este capitulo, a picada do mosquito, ou dos mosquitos, ou ainda a picada que foi dada em meu filho, assim aponta a sequência do visto e do reflectido sobre o visto.Recordo José de Guimarães, recordo de em dia recente ao passar por Santa Apolónia o ver na bicha dos táxis e de a ele me ter dirigido para o cumprimentar e de como ele ficou estranho, como que tremendo interiormente, um pouco lívido e espantado por meu gesto quando lhe estendi a mão e lhe disse olá. Fiquei com a impressão marcada dentro de mim, pois a gente se cruzou em situações de intimidade em tempos não muitos idos.Recordo um vídeo premiado que fiz para a o Icep na altura da Expo, onde o José Guimarães, era o autor do logo de Portugal, de certa forma uma figura próxima da escultura ao pé do rio e da animação que eu na altura fiz sobre o seu logo, onde as duas ondas do mar se levantavam e delas surgia a bola, que em meu ver figurava o Sol.Recordo um jantar em sua casa, bela casa com vista para o tejo ao lado do Arco, a escola de arte onde tantos vivemos e aprendemos, recordo da conversa sobre o estado do mundo, aquilo que me pareceu não ser a habitual concordância sobre o diagnóstico que na altura do mundo fazia, eu, tu, a teresa e uma jovem bela senhora da faculdade de aveiroNo final do nome acentuado por uma racha, estava parado o mosquito. Ao lado junto às pedras do rio onde meus passos me levaram, escrito estava, bibi, olhei em frente no rio e vi uma boia de navegação que pisca vermelha e faz um alinhamento com duas outras que piscam mais ao fundo, uma branca e uma outra ainda vermelha, um azimute, um farol para a outra margem, a gaivota apareceu e deslocou-me o olhar até pousar no raio de lisboa, ou raid de lisboa, um barco que transporta as areias e a luz pisca dando a confirmação, ao lado do largo dois Scanias com atrelados vazios, matricula LE, latina europa 97- 62 ou 97, 98, cento e treze cavalos, no deflector um Ce22 , no outro deflector ce29.Palmela, parou outra gaivota a indicar a direcção, foi ele que passou frente ao meu olhar e picou para apanhar o peixe, zg o pescador do peixe da LE em noventa e sete, noventa e oito, dois bibis , através de doi bibis e um selo de um carro me diz, o v da vitória sob a superficie circular verde clara rodeado de quadrado de verde mais escuro.Ah Amadas gaivotas, eu vos amo, tudo é energia do Amor no universo e eu agradeço a vossa existência e vosso ajudar, essência da luz, essência da luz do amor.ZG em palmela com dois bibis, o bibi é o angariador, um dos dois anagriadores da pousada de Palmela, o ultimo foi o Van Zeller, fomos filmar, mais uma vez ficquei a arder com dinheiro, tive que pôr do meu bolso para pagar o iva e tantos para ai a dizerem que eu não pago impostos e outra, a editora que recentemente quis cobrar à rita guerra dez mil econtos, por ela não ter feito um segundo disco que o contrato a obrigava, escalvagistas, os artistas são seres livres, e a inspiração vem quando vem, é giro este país, mal pagos que mal pagam porque nunca há dinheiro, não pagam o iva, que ainda por cima se tem de pôr do leve bolso de quem o faz, país de tansos, eu o primeiro.Diz-me pois senhor José de Guimarães, como deverei ler o meta sentido deste todo dizer que eu escutei, uma leve história que poderia ser mais ou menos esta, um senhor, tinha dois rapazes que lhe davam conta das minhas ideias na latina europa em noventa e sete, noventa e oito, que o senhor criativamente aproveitava para a sua carreira, um simples pueril aproveitamento, ou alguma participação na racha e no rachar da terra, num outro lado do mundo, ou ainda a soma das duas, ou uma relação mais próxima ainda com o caso da casa pia?Recordo meu espanto, um dia quando alguém me deu conta de seus trabalhos de luz numa cidade do japão, como forma bem apreciados, recordo o espanto que acordou em mim, curioso, já tinha falado diversas vezes de ideias tão semelhantes.No cais ao lado de sua obra, o lodo cobre os barcos abandonados e outros menos, alguns repousam na rampa, um com o nome, chavex, um motor no lodo meio enterrado, um destruido com o nome o barrete do barreiro, lodo que tornou a aparecer um ano depois no sitio onde antes se dera um tsunami, emergiu a lembrança do lodo no cais ao vê-lo de novo nesta vez, que fecha um circulo de uma imagem, assim o creio e o crê meu coração, que todo é continuo e as imagens aparecem em diferentes tempos da mesma volta até se fecharem e fazerem a luz, que é vista pelos olhos que a vêem. É o senhor um chave? se sim de que fechadura e que quarto se esconde em que sala de que casa? Requereio nesta forma aberta e pública ao procurador geral da republica a averiguação de toda esta matéria relatada neste texto, bem como apresento uma queixa de tentativa de assasinato da minha pessoa.
Eram pequeninos os tomates na cesta na tv, pequeninos tomates que geralmente são dos mais doçinhos, eram os tomates pequeninos como imagem do tamanho dos homens europeus sobre estas matérias que aqui inquiro em forma pública, seria? ou melhor e mais justo será dizer, estão assim do tamanho dos pequeninos tomates, pequeninos a fugir às perguntas?

Durão Barroso deve depor sobre o que se passou na preparação e inicio desta guerra e o mesmo deverão fazer os que tinham cargos no governo relacionados com assuntos de guerra.

Ou me ireis dizer que por representar o que representa o senhor em termos das instituições europeias, está eximido de depor.

Ao procurador Geral da Républica lhe faço aqui o pedido de que o senhor Durão Barroso e o senhor Paulo Portas, bem como o Senhor Figueiredo Nunes, sejam ouvidos no âmbito do inquérito em curso sobre os voos da cia, visto que o assunto se prende com um mesmo de fundo, que é a participação de Portugal nesta guerra.

Trás a Europa leis detalhadas sobre estas matérias, que por um conjunto de indicios se podem deprender ter sido violadas e esta é razão bastante e sufeciente para que este assunto prossiga e seja esclarecido em sua total extensão.

Tambem as Tem Portugal de forma directa, e indirecta ao pertencer à Europa
Meus Amados do Uno Mundo e do Amor em Amor Que Vós Sempre em Vós Trazeis, se me aguam os Olhos de Amor ao ver vosso Amor, mesmo quando vos vejo só numa pequena foto num jornal pois todas as imagens falam e ao contrário do que se possa pensar, são elas próprias vida, pois se movem sempre e assim em vosso olhar e nas expressões do Corpo e no Lugar em Redor do Mesmo Unico Lugar onde Estais e Sois, pois Tudo Se Move e Movendo É Eterno.



Boa Tarde bestas, almoçastes bem? tendes vossas barriguinhas cheias?foi preciso fazer mais um furo em vosso cinto e novecentos milhões de seres iguais a morrer sem ter que comer.

E hoje na tv ao jantar, mais uma vez se falava no âmbito da Europa de fechar produção agricola, desta vez os tomates, Meu Deus, Mãe, Pai, Filho, Espirito Santo e Meu Senhor, que vão todos levados pelo virús da cegueira mortal, se no mundo Tantos Existem Sem Ter Nada Para Comer e Assim Morrem e Assim os Deixamos Morrer e os Matamos e Nos Tornamos Todos Assassinos, Cegos Assassinos, Pois Deitamos Fora Comida, e Pretendem Alguns Ainda Mais Reduzir Sua Produção, Em Vez de a Extender Até Não Existir Mais Fome no Mundo, que a Pobreza Está em Todo o Lado do Único Lado do Uno Lugar.


viram meus olhos no outro dia o Francisco Penin numa noticia de jornal, numa metalinguagem qualquer que dizia não sei a propósito de quê, que tinham assim sido aconselhados pela PT e tal dito no não dito em mim ficou a ressoar, e asssim tendo sido e sendo, cabe aqui claramente perguntar se nas entrelinhas da diagonal encravada que muitos usam em vossos actos e dizer e que fundamenta e alimenta a besta da hipocrisia e o monstro fatal da foice que colhe a vida quando assim a deixais andar à solta, se por algum acaso estaria a metalinguagem, que é aquilo que está no meio e para além do texto e no meio de quem escreve e de quem lê na planicie do que sabe e não sabe, a referir, alguma obrigação por parte da PT em relação a injecção de voz sobre o sinal de transmissão do canal via cabo?

Ou ainda terá o sinal sido introduzido via satelite?

mesmo que assim se tenha passado, ele passou pelo cabo, foi de alguma forma em algum ponto injectado na rede e portanto é esta questão de ser averiguada em toda a sua extensão, da responsabilidade dos diversos intervenientes de forma a se perceber e clarificar a sua origem.

Por outro lado ainda convem relembrar que qualquer utilização desta natureza, com sobreposição de comunicações na mesma frequência é ilegal e caso de policia na medida em que quem detem a frequência é responsável pelos seus conteudos e possui e carrega ainda um outro vasto conjunto de obrigações regulada nas condições em que a frequência e o alvará lhe foi atribuido e de que usufrui, obriga.

Espantam-se meus olhos e me nasce uma grande revolta dentro de meu coração ao ver o tribunal de menores a estender devagar, devagarinho, a rede da iniquidade para tentar fazer prova, sem apelo de contraponto, na mecanica dos ardis do mal fazer com que o fazem e que tão bem conhecem e praticam, para tentar provar que não posso ter comigo meu filho, por não ter rendimentos económicos e na realidade há muito por razões amplamente divulgadas deixei de os ter.

Aguardo ainda resposta do estado sobre as matérias que com razão fundamentada na altura indaguei, pois não sou burro de carga do estado, nem estúpido e enquanto não o fizerem, não entregarei mais nenhuma declaração, como tenho feito a partir desse momento, e tambem não estou prejudicando ninguém, pois os rendimentos que auferi neste entretanto são largamente inferiores ao estipulával para colecta e vivo de caridade, acrescentando este dizer, para que as bestas negras que tentam lançar as trevas e as confusões o o mal dizer sobre outros, não começem a espernear e se o fizerem, pior será para Vós, vos digo pela Fé de Deus, Deus do Amor, que vos Ama, mesmo a vós que ides em formas e modos e praticando as iniquidades.

A raiva cresce-me por dentro ao ver a mentira descarada com que senhores que trabalham para a PT que através da sapo vieram em dia recente a publico anunciar que pela primeira vez iria disponibilizar um espaço para alojamento publico de vídeos pessoais no género do you tube.

Calha que quem apareceu nessas declarações, foram dois senhores a quem entre outros, de diversas empresas da Pt, foi na altura apresentado o canal zero, que foi uma iniciativa que de certa forma e em certa medida é percursora do you tube, e que não venha nenhuma besta dizer, que o segundo é pai do primeiro, pois as ideias são de todos e em termos de economia e de produção de riqueza, de quem primeiro as apanhar, se tal se pudesse dizer com propriedade das ideias ou sobre o modo como elas desçem sobre cada um, ou de como as violências de mercado as usam, mas é um facto que a filosofia do canal zero, que na altura do seu lançamento se tornou pelo mundo conhecida pelo seu caracter inovativo é a ele de certa forma e na sua medida certa, semelhante e consequentemente parente, irmão como todos os seres são , uns em relação aos outros, salvo os que vão na besta e pela besta montados e mesmo a esses dá Deus sempre a possibilidade de redenção.

Pois é mentira o que disseram, visto que em parte e mal copiaram e lançaram pouco depois de terem chupado como vampiros o que os que fizeram o canal zero vos ofereciam como paraceiros, um cnal na sapo, bem como arrancavam com uma telisão interna no grupo pt, que era uma das muitas aplicações que a ideia e aquele projecto abriria e demonstrara ser possivel.

O grave mesmo grave, nem é esta mentira, o que me revolta profundamente é pensar que se o canal zero tivesse sido na altura apoiado em vez de mal canibalizado, era fortemente provavel que o seu desenvolvimento, pudesse vir a gerar um quadro de negócios e receitas equivalente ou próximo do que aconteceu com o youtube, que recentemente foi vendido por um bilião e trezentos mil milhões de dólares e é aqui que eu subo ao céu e vos trago o raio, pois no meu País há fome e desde que nasci, que vejo os adultos e os que entretanto se tornaram adultos a se queixar do mesmo, que somos pobres, que a economia, a produção e o trabalho não funciona, que não chegam as receitas para as despezas, mesmo sabendo que se se cobrassem as devidas já não era assim e por aí fora até ao infinito da queixa e das não soluções que se vejam, que façam a diferença e aqui me nasçe neste preciso ponto a vontade de clamar ao Pai e o Faço, pois só a renda de imposto sobre um negócio deste montante, teria efectivamente um impacto real na correcção do defecite que se eterniza e que tem como consequência, entre muitas outras, a fome no País.

Ironia das ironias, tentam e fazem-no de forma armadilhada a demonstração de que eu não tenho rendimentos e este projecto como outros no passado que torpedearam, como quem dá tiros em vossos nossos próprios pés, teria por si só uma real influência em termos do PIB e depois não entendem porque se vão embora deste país as borboletas e porque razão se perde a vontade de aqui trabalhar.

Os empresários do compromisso portugal reuniam-se entretanto no convento e no final desvelaram parte da sua verdadeira errada natureza, pois crer crer meu coração que todos eles, são homens e passiveis de se recuperarem, disseram é preciso emagreçer o estado em cerca de duzentos mil trabalhadores e se é verdade que o o estado português sofre de obsdidades grandes e variadas, desvelaram a má alma, pois não apresentaram nenhum estudo explicando em forma detalhada como tinham chegado aquele preciso número, com a demonstração clara do como e porquê e mais grave ainda, nenhum, explicou, inventou, criou uma ideia, ou apontou uma direcção do que fazer com essas duzentas mil almas que são na essência iguais a eles e à de todos, que tem que continuar a trabalhar para poderem viver.

Não basta nem não é solução nem nunca será, dizer que está gente a mais e não dizer no mesmo momento qual é a solução que viabilize a vida e o viver daqueles que pela reforma do estado, terão necessáriamente que continuar a trabalhar, ou quererão mete-los a todos e suas familias e seus filhos numa camara de gás?

Meu Deus que pouco já me espanta nos homens.

Passei eu por lá à noite no convento depois do evento ter acontecido, ao pé da porta um carro abandonado e vandalizado, um fiat uno preto, com dois autocolantes na sua traseira, um touro e um outro relativo a surf e surfar, nas ondas da costa de Sintra, o banco do morto, encostado ao tablier tinha o forro enfiado no apoio da cabeça, como quem enfiara uma carapuça no lugar de quem vai ao lado do condutor e tudo aquilo parecia dizer e cheirar a mortes, de mortes por acidente.

Um jovem casal de surfistas que morrera no mar? foi o perfume que ficou no ar.

Me lembro do que me lá levou, me lembro de ver na televisão, um empresário dos vinhos que fora responsável pela campanha eleitoral do actual presidente da républica, e de uma entrevista que depois lera, onde o senhor tecia comparações com josé mourinho, e dizia-se melhor, pois tinham dado dez a zero ou algo assim, o que não correspondeu de tudo ao que se passou, nem tal seria sinónimo de boa saude democrática, quanto a democracia ainda existe neste país torto.

Aparecia o jovem senhor no convento filmado com um fundo verde por detrás e uma corrente metálica industrial, pendia vertical a seu lado esquerdo, elos de prata dos que servem para prender e arrastar por de cima do verde prado, vibrava aquela imagem em mim à medida em que a via na televisão.

Algum dos senhores empresários poderá ajudar a esclarecer a eventual relação, sendo que a parte que lá estava, a vi com meus próprios olhos como agora a descrevi, com o iniciativa do Compromisso Portugal ou de alguém que lá tenha participado?

Malandros, há meses que não tenho nem dinheiro para pagar a agua e a luz de minha casa, que vivo à bela luz das velas, que o meu pc só trabalha cinco minutos de cada vez e depois se vai abaixo, que não posso viajar, que meu passaporte continua por estranhos, levado para parte incerta e por aí fora e ainda tentam fazer a demonstração que eu não tenho rendimentos ou não sei produzir riqueza, ou a não produzi antes de voces me terem um dia julgado à minha própria revelia, e me terem prendido as pernas e os pés e me mantem como que estrangulado em vida, agora mais com esta cereja preta e podre em cima, servindo de pretexto para dar cobertura ao rapto que fizeram de meu filho


As comunicações e a homens a elas ligadas, ainda aqui voltarei, pois nesta área tramoias grossas no mundo se montaram, com recurso a elas e mesmo eu ainda nesta matéria tenho dúvidas só da extensão do dano.

Como cidadão de nacionalidade portuguesa , requereio ao Procurador da Republica Portuguesa, por esta via na forma de comunicação pública e aberta, a abertura de uma investigação sobre as matérias descritas neste texto, nomeadamente em relação a utilização do sinal de tv ou de seu transporte e que poderão substanciar utilizações ilegais e do âmbito da Tortura, de modos de investigar e de julgar que pela sua natureza se encontram for a das Leis que Regem a Républica.
Boa Tarde Amados, Bestas Incluidas que Deus Vos Ama a Todos e eu Seu filho Tambem e por inerência ao e do Amor do Pai e como homem que sou, não me coibo nem o posso deixar fazer, de vos chamar de bestas quando assim vão, por Amor ao Amor, Por Amor à Luz da Verdade e de Deus.

Componham-se ou desapareçam, voltai ao pó que são, que as mãos e os corações negros dos iniquios estão carregadas de sangue.

Que percebeis vós do que eu aqui vos tenho escrito ao longo dos anos, vão à escola pública e aberta e à borla e nada aprendem.

Não vos expliquei eu em detalhe os mecanismos do mal no Vaso?
Não vos demonstrei eu que o Vaso é Uno e que todo está ligado entre si, e que os actos humanos se repercutem no Infinito inteiro?

Bestas, eu vos acuso, eu vos acuso das bombas que explodem no Iraque e em Israel!

A minha prova neste Tribunal do Espírito que esta Palavra agora por vosso agir, se tornou,é simples, pois está Portugal ligado e cruzado com esta guerra por variadas razões, desde a primeira guerra entre o Irão e o Iraque, e na segunda, quando o Iraque foi invadido com a complacência de alguns que Transportam em forma negra e manchada de sangue o Nome do País e que parece que continuam, ou querem continuar a fazer orelhas moucas ao que aqui vos venho inquirindo.

Portugal está ligado e cruzado com o Iraque, porque na primeira guerra forneceu armas e sete Valorosos Seres foram aqui mortos no decorrer da questão e ainda hoje passado todos estes anos ninguém foi responsabilizado por tal e a questão está com os que aqui estão que dão cobertura a isto, a este enorme mal fazer

Enquanto não se fizer justiça em Portugal, o sangue lá ao fundo, que é sempre o mesmo, e o mesmo que corre aqui em cada um, continuará a manchar as vossas mãos, a cada bomba ou tiro que aí se der.

Fazer justiça é arrumar a casa e pedir responsabilidades a quem verdade as tem e deixarem de vez de usar inocentes como bodes expiatórios de vossos pecados, que assim se tornam mortais.

Escrevi em meu livro manuscrito, no dia seguinte à última sentença que saiu sobre Entre Rios, que muitas Almas que naquele momento se foram, aguardavam justiça no meio do céu e o que se viu depois da sentença em que os peixinhos não foram condenados, foi a declaração do ministério público que ia recorrer nos mesmos termos contra os peixinhos e a arraia miuda, em vez de levar à barra quem maiores responsabilidades teve na matéria, e no dia seguinte o exacto mesmo número de Almas foi para o céu no Iraque pelas bombas.

Esta é a simples negra conta e relação, que serve de prova neste Tribunal do Espirito de Deus.

Voces esquecem-se que não são os engenheiros e os técnicos aqueles que geralmente planificam e ordenam a construção e que devem velar e fazer cumprir as normas de segurança das pontes e das infraestruturas?

Não seria ingénuo assim dizer, voces, querem é cobrir os amiguinhos, os que tem altos cargos e por aí fora e tentam pôr em seu lugar os que menos ou nenhumas responsabilidades tem na matéria, e as areias serviram para financiar partidos, asssim se ouviu na altura falar. dinheiro sujo em sangue em troca de almas, oh comerciantes do diabo, filhos da grande babilónia!

Ajudai a Deus, Ajudai aos Homens quantos dois não são Um, Ajudai a Justiça, Ajudai a Fazer a Paz, componham de imediato a injustiça e verei que esse sangue que corre lá ao fundo e aqui em vossas mãos logo diminuirá e assim limpareis vossos pecados e talvez não desçam ao inferno, que ele é um mesmo em todo o Uno Lugar e mora no mesmo lugar, o coração de cada ser, onde está sempre o paraíso

Vós brincais e brincais mal com todos os assuntos e a Justiça, alguns dos que a ela pertencem e desempenham seus cargos, são os primeiros a fazer e deixar fazer a injustiça, e assim a minam e apelam cada dia que passa a sua total falência e por consequência apelam, propiciam e se tornam cumplices de uma justiça feita pela mãos de cada um

Assim quereis, oh filhos da babilónia! Assim o Tereis, vos digo em eu em nome do Pai.

Porventura não ouviram o aviso que Jorge Miranda Vos deu?

Não existe um Tribunal Constitucional que tem por função fiscalizar o Cumprimento da Constituição da Républica?

Como deixais então elaborar uma pergunta na forma como ela foi elaborada, sobre o aborto, como lhes chamais, que contraria o principio da defesa da vida humana em qualquer circunstância?

É assim, pretendem referendar uma lei que contraria a Mãe das Leis e nada se passa, oh cabeçinhas não pensantes.

Mais um convite ao desrespeito pelo não cumprimento das ditas, mais um convite ao vale tudo que assim autorgam a cada um dos que aqui vivem, mais um declarado e descarado convite a que alguns peguem nas armas visto que as leis parece por vossos actos de nada servir.

Ou não é verdade que aprovar esta pergunta, obrigará e implicará sempre então mudar a constituição neste ponto?

Parai, parai e parai, não agraveis a asneira, que o referendo não tem que ser feito necessáriamente no dia em que está marcado e se mal feito, terá como sempre as consequências do que é mal feito, pois assenta em fundação errada ou deficiente e o sangue de novo mais irá correr no Uno Mundo.

E não venham as bestas demagógicas, confundir isto que agora vos digo, com minha posição sobre a matéria, que a ela chegarei em seu devido tempo se o tiver, pois tenho muitos outros assuntos em mão a tratar.

Dei-vos aqui quatro dias, para que se me trazem acusação, qualquer que ela seja, a assumissem, e bem sei que enquanto não mudarem a lei no que vos dizia ser necessário fazer, bem podem voces continuar em segredo de justiça e de investigação a manterem sobre mim uma qualquer investigação para provar o que não podem e que se traduz em só mais um acto de fogueira, aquela em que me trazem desde que aqui vivo.

E nada ouvi, nenhuma linha lida o insinuou, nada me foi apontado e assim sendo só me resta mesmo continuar eu a escrever as linhas necesssárias até que todos os malandros e filhos da besta e da babilónia estejam todos nús perante o olhar e o conhecimento de Todos e o céu vos continuará a julgar, visto que voces parecem continuar a se demitirem das vossas funções, e isto vos afirmo na Fé, em Deus, no Deus que é Amor, por sua vontade e não deixa de ser o meu caso, ou melhor o caso que trazem contra a minha pessoa e meu filho axiomático do Mundo no Mundo, pois é de um combate entre a Paz e a guerra, entre o amor e a violência, entre a Justiça e a injustiça, que aqui simbolicamente se trata, portanto não venham dizer depois que não antes vos avisei , quando o sangue continuar a correr, nem façam de conta, que cada um de vós é participante por extensão nesta questão e no resultado em função e na exacta proporção dos vossos actos, que será sempre o resultado do Mundo em sua certa parte, medida e consequência.

o meu telefone continua mudo, nenhum de vós que se autorga com responsabilidade nestas matérias tomou uma qualquer medida de a mim chegar pela fala para resolver esta questão que se arrasta a mais de um ano.

Oh filhos da grandessísima babilónia, já vos disse que é direito e dever de um pai defender seu filho!!!!

E que este direito não pode ser por nenhum de vós negado!!!

Aqui vos faço em forma de letra escrita por toda a eterniade a primeira parte do julgamento sobre o mal que fazem a meu filho e a mim, na minha natureza de Pai e sendo que um Pai é Pai de Todos os filhos e de Todos os pais.

Pai não tem género, pai tem todos os géneros, é o mesmo que dizer Mãe.

e sendo que este caso se bem dos mais graves na iniquidade perversa com que foi montado, não é infelizmente único em Portugal, muitos pais e filhos já foram para o céu, por assim deixarem andar os assuntos!







Julgamento Aberto A Todos Os Seres Do Uno Mundo

Julgamento em Espirito com Sentença Pelo Pai

Ah Senhora que Lavrou a Demonstração, a Prova e a Admissão de Culpa Neste Tribunal Feito Pelo Meu Espirito Perante Deus, que eu Hoje Aqui Erijo, Para Vos Julgar No Âmbito de meu Juízo do Ver, do Pensar, do Saber e do Sabido e em Defesa de Meu Filho e de mim próprio e de Todos Os Outros Porventura Injustiçados Por Sua Cabeça Tripla.

Ah Senhora, que vosso oficio de dezasseis de Outubro, como lhe chamais, Fez Nascer em mim uma imensa Tristeza, que com o passar dos dias se vai transformando em zanga e raiva crescente e peço eu a Deus que me Inspire a Calma Neste Seu Julgar, Pois Sempre é Mais Difícil de Julgar em causa de alguma forma própria, que alheia, quanto o alheio não é o nosso próprio.

Ah Senhora, nem imagineis quanto me é difícil fazer alumiar em meu coração a Compaixão por si.

Agradecei a Deus se Nele Credes, por me dar a ver a extensão deste mal e deste pérfido mal fazer e trazer sabido dentro de mim, que não passais de um pequeno peão neste elevado e complexo jogo de xadrez entre a Luz e a Trevas e que por sabe-lo, sei de como sua responsabilidade é neste assunto menor

E neste ponto, que já vai longo de mais e grande de mais, para ser mais aceitável, calhou ser vós que perfilheis a face deste combate, a face que me faz frente no plano dos tribunais humanos, como silhueta de sombras maiores que se crêem mais poderosas.

E vos dou único aviso, Senhora, pois nem mesmo sei se Credes em Deus ou não, mas Atentai Que O Universo É Vasto e Nele Se Passam Muitas Coisas aos Olhares Desatentos, Cegos e a Mão que Faz o Injusto e o Mal, Só Dá Pela Expressão Quando o Merecido É Recebido.

Não Tremeis Senhora, na Autoridade destas Palavras e Desta Escrita, pois Tendes Exercido o Cargo de Juíza da Republica Portuguesa e da Mesma Forma Não Tremo eu um milímetro que seja, pois estou seguro, Senhora, que por meu Julgar sem Julgar em Nome do Pai, me passam casos de responsabilidade que nem a Senhora em seus sonhos e sonhar alguma vez anteverá.

Rezo à Luz de Deus, à Verdade e ao Amor, para que se coloque em humildade e se dê conta em extensão do mal fazer e do mal feito com a sua conivência e que de imediato o componha.

Queira Deus ou não, isso Ele o Saberá, que a Senhora a aproveite, e certo estou pela Sua Natureza Amante que Ele Sempre lhe inspirará o Amor e Justiça Justa do Justo, que é um dos Seus Nomes.

E não é a Senhora a única peça do Sistema de Justiça de Portugal e assim sendo a extensão deste assunto por imperativo imediato que decorre da sua natureza desde logo aqui se alarga.

Consequência desta evidência, Todas as Letras deste Texto Se Tornam de Modo Uno Estendidas a Todos Os Actores da Justiça de Portugal e a eles dirigido nesta forma aberta em feição de quíntuplo requerimento.

Requerimento ao Presidente da Republica de Portugal

Requerimento ao Presidente do Supremo Tribunal de Portugal

Requerimento ao Conselho Superior de Magistratura

Requerimento de Procurador Geral da Republica

Requerimento ao Primeiro Ministro de Portugal


Ordenou Senhora, por despacho, o desentranhamento e a devolução das alegações apresentadas por mim na qualidade de requerido no processo de regulação do Poder Parental.

Desentranhamento, desentranhar, tirar das entranhas, tirar as entranhas, tirar o fígado ou outro órgão, tentar desentranhar um pedaço ao Amor, um ao Filho, outro ao Pai, que é o que acontece quando assim os separam ou tentam separar.

Duas fotocopias apensas à folha de rosto com o sumário do despacho, manuscritas e numerada com número cento e cinquenta e quatro, sendo a segunda, omissa na sua numeração.

Dizem as Gentes de Portugal, pela boca morre o peixe, pelas palavras e pelos gestos que elas encerram se desvela a consciência de que as escreve.

Ilegível sua letra em grande parte, tão grande parte a meus olhos que de imediato deixei um novo requerimento solicitando a sua transcrição dactilografada!

As partes que são perceptíveis afirmam .

As Alegações que a Senhora coloca entre aspas, que diz ser de minha autoria, são absolutamente ininteligíveis, carecem de, (palavra ininteligível), de factos e de teor processual ou jurídico e não respeitam ainda a exigência de forma, (nova palavra ininteligível) como devem ser apresentados os requerimentos e alegações objecto de julgamento e conclui que sejam desentranhadas e devolvidas, mantendo-se uma cópia no tribunal.

Designa ainda o dia doze de Dezembro pelas dez horas como data do julgamento.

Ah Senhora, que processualmente, quanto a palavra se refere aos processos que permitem a solução dos problemas, o cumprimento e implementação pratica das decisões, cabe informá-la que o seu despacho só cumpriu metade e consequentemente encontra-se em falha processual, pois não me foram devolvidas nenhumas alegações como ordena, nem pelo correio ou em mão quando depois de ter recebido seu ultimo despacho, de novo me dirigi à secretaria do tribunal.

E mais uma vez a Senhora tomou o caminho que neste caso sempre tomou, em forma, modo e postura iníqua, à luz do que já me habituei a ver em seu julgar, laivos de prepotência e arrogância.

Se bem percebi, a Senhora, retirou a argumentação que lhe apresentei, não a aceitou invocando três principais razões, sem demonstrar uma que seja, esqueceu-se deliberadamente de explicar o porquê, em que o sustenta, como alguém que não tem nada a explicar, que nem se dá ao trabalho e o dever de fundamentar suas decisões.

É dever de quem julga, ao julgar, dar explicação dos fundamentos do julgar e do julgado e de nada serve na Vida tentar escamotear verdades, ou parte delas, nem fugir das razões que suportaram a sua decisão, pois elas não serão enterradas num poço fundo sem fundo, lhe garanto eu, Senhora, que de novo, como o azeite virão à superfície.

Pois não largarei eu, este assunto enquanto não se resolver, é um assunto relativo a meu Filho e do dano que lhe vem fazendo, e a mim, como Pai, por extensão e por Maior Extensão ao Amor.

Quando observo a sua intervenção neste processo, Senhora, não pode meu Coração de perguntar se não será a Senhora também Mãe, pois não parece.

Como pode uma Senhora Mãe actuar no sentido de desproteger e deixar fazer mal a um Filho?

Deve a Senhora Pensar em profundidade sobre esta questão, pois não possuo eu poder atribuído pelos homens de Jurisdição sobre Juizes, ou sobre o Conselho Superior de Magistratura ou sobre o Tribunal Constitucional, nem de mesmo modo pertenço ou trago cargo no governo profano de Portugal.

E não Pense Nem Calcule, Senhora, que por não ter estes pequenos poderes profanos humanos, tal impedirá que a Justiça Sobre Este Caso Seja Feita, na Terra ou no Céu, quanto os dois São Distintos, se assim em seu pequeno os pensar.

Não ficará impune esta forma de proceder, que esconde razões mais perversas, prepotentes, más e feias e mais profundas e ocultadas, pois se ficasse, seria dizer que não Existiria na Vida, Justiça, para além daquela que lhe passa por suas mãos.

Assim não O Creio.

Permite a Lei um cidadão defender-se por si mesmo sem advogado e desde a primeira hora e invocando este direito, tive a oportunidade de lhe esclarecer que era esta a minha posição, que a Senhora na altura aceitou, de que me iria defender por voz própria e posteriormente nas alegações, maior oportunidade tive de detalhar este raciocínio.

Não Faz nem Trás a Lei Distinção na aplicação deste Direito Universal que assiste a qualquer um, entre os que conhecem as normas processuais, requisitos ou outros, e os que não os trazem conhecidos em sua especificidade, pois se assim o fosse, teria a Lei que escrever o que não escreveu, que o cidadão se poderia defender por voz própria se fosse advogado, ou juiz, ou tivesse conhecimento fino dos mecanismos das leis do homens, ou talvez pedir-lhe um exame prévio para averiguar se está ou não estaria apto para se defende.

Em outro escrever, correcto é dizer, que garantindo a Lei o inalienável direito de cada um se defender por si mesmo, decorre na sua aplicação prática, que é a substância do exercício de tal direito, uma acrescida responsabilidade a quem então cumpre o papel de Julgar, da mesma forma que uma Mãe explica a seu filho, o que ele ainda não sabe e de mesmo modo, não o rejeita, ou rejeita partes dele, quando ele não trás sabido o que ela entende como necessário de saber ou dos modos ou sobre a forma de o fazer, pois uma Mãe Verdadeira sempre perante ele adoptará uma posição de explicadora, de pedagoga e de acompanhamento.

E não é este, nem tem sido neste processo, o proceder da Senhora.

E se a Lei assim o Ordena Garante e Permite, deveria ter a Senhora explicado em detalhe, a forma e os requisitos necessários para apresentar as ditas, no que entende de ser respeitado, à face da leis e de suas normas, pois é a Senhora no desempenhar da sua função que neste caso, por estar assim apta e pressupostamente o saber, o teria que fazer.

Pois não se pode pedir uma coisa a quem não a sabe e depois dizer-lhe que ele não compreendeu e a aplicou em modo deficiente, pois não lhe foi ensinado, por quem por natureza o pode fazer, porque sabe.

E Nunca a Senhora assim o fez, e nada tendo feito neste sentido e fazendo do modo que o fez, Feriu de Morte a Lei e a possibilidade da defesa do meu Filho e de mim por voz própria.

E Afirmo perguntando-Vos, não é este proceder, que retirou o Direito de Defesa consagrado na Lei, Razão Bastante e Suficiente, para anular Todas as Suas Decisões?


O Direito de Defesa É Sempre Prevalecente, anterior a qualquer outro, inclusive os que alega, pois se um Direito que É Consagrado pela Lei não pode ser exercido em termos práticos, tal traduz a impossibilidade e impedimento do Cidadão de proceder e apresentar a sua defesa e a possibilidade de apresentar a defesa e seus argumentos, é Capital no principio da lei e do julgar, a não ser, quando alguns se acham acima dela, com estatuto para retirar este direito Elementar do Cidadão, ou para proceder a julgamento sumários, onde os direitos e o entendimento de quem é atacado, nem mesmo interessa ouvir, pois nestes casos, quando assim se procede, nem importa Tomá-los em conta, a sentença já foi passada antes do julgar, a sentença serve o perverso propósito que se tenta.

Fascista, Ditatorial, Acto de Terror, Indigno e Inaceitável Num Estado Que Pretende Ser de Direito.

E se o Cidadão, um Pai não pode apresentar a defesa do seu Filho e a sua, tem que se começar por perguntar se assim sendo, valerá de alguma coisa submeter-se a este julgamento, mais a mais quando este caso enferma e tem demonstrado por moto próprio que ele já está feito mesmo antes de seu começar.

Participará o Cidadão, o Pai, nesta fantochada que pretende caucionar com a letra da lei humana, a iniquidade, o mal feito e o profundo dano?

Certamente que não!!!!!

Gostava de lhe perguntar, Senhora, bem como a Todos os que Tomarem Conhecimento destas Letras como é que é permitido que um médico, quanto neste caso mentira o é, de exercer e ter em termos práticos maior autoridade sobre uma criança que seu próprio Pai e a lei e os mecanismos de justiça dos homens permitirem este acontecer?

Como Vós, filhos da grandíssima babilónia, permitis que os assuntos das famílias venham a ser assim mal tratados?

Não Vos falei já do sangue que por assim mal fazerem, Tem em Vossas Mãos?

Pensai porventura que eu Tomarei Parte Dele em Minhas Mãos?

Pois se o Pensais, enganai-vos Redondamente, que não o farei, a Vós ele será integralmente neste Julgar atribuído e já Vos falei de como este fazer provoca de diversas maneiras a morte de Famílias Completas.

Pensais porventura, Oh filhos da grandíssima babilónia, que perante a Justiça do Amor, Perante o Amor, Perante Deus do Amor, ficareis impunes face a este mal fazer?

Não Sabeis Vós que a Criança se Desenvolve e Adquire a Sua Trave da Luz e da Sombra até aos Cinco Anos?

E tem hoje meu Filho seis anos e durante o seu quinto ano, pouco foi o tempo que com ele me foi permitido estar.

E como é que uma pseudo médica psiquiátrica, pode consultar um filho sem o conhecimento prévio e a anuência de um dos Pais?

E bem sei que irá aparecer em tribunal, se o juízo se fizesse, uma declaração da classe afirmando que a médica é mesmo médica, boa e em perfeitas condições de funcionamento, me disse um pássaro.

Pois não é justo afirmar que um médico, não é médico, se se sobrepõem à vontade do Pai?

E neste caso com agravante, nenhum interesse de consultar previamente o Pai sobre a sua eventual anuência, manifestou.

E não tinha a mãe que lá o levou, nenhuma prerrogativa para o fazer, nem guarda lhe tinha sido atribuída, nem precisou disso, pois o raptou do Pai. Preocupa-se um ladrão com legalidade?

E contudo uma espécie de ladrão há, de luvas brancas, dinheiro, influências e poder perverso e pequenino do que faz grande dano, que rouba com estilo e cobertura legal, maravilhas da técnica da malandragem.

Puff, puff, Vos Sois Pó, Vos Sois Já Pó, nada nem ninguém se lembrará mais de Vós.
Pó e Pó e Pó. Derretam-se todos no asfalto, dizei adeus aos que trazem ao perto e fingem amar ou amem de novo a ver se por Ele se salvam.

Filhos da grandíssima babilónia, como é que quando um Pai em modo publico torna público dando fino recorte da situação e ninguém impede a Senhora de continuar a fazer o dano?

Não existem órgãos deontológicos, não existem leis, não existe o cumprimento das ditas?

Existe sim, grandíssimos filhos da babilónia, a questão não está em grande parte nestes domínios nem se estende nestes campos.

Na pequena parte em que está, está relacionado com as leis, que são mal pensadas e desadequadas ao real e ainda o não funcionamento da justiça, parte dentro do sistema, parte em outros sistemas, como o político.

É uma questão do Coração dos Homens e de Seu Agir, e se os filhos que se comportam como Filhos de uma grandíssima babilónia, assim vão, então tem que deixar de ir e como não se vão embora por moto próprio terão que ser impedidos deste agir e consequentemente afastados, a bem de todos, a bem das crianças e das famílias, a bem do respeito da lei, a bem da sua credibilidade, a bem da credibilidade da Justiça, a bem da democracia, a bem do Estado de Direito, a bem da credibilidade de Portugal.

Que Lei e que prática são estas em que pelos vistos um pai ladrão de filho o pode levar a um médico, que nem começa por perguntar pelo outro pai, se este deu a sua anuência, que acha assim tudo muito normal e depois quando o assunto chega à casa da justiça, esta lhe dá cobertura?

E particularmente uma especialidade que trás saber para fazer forte dano se for essa a negra intenção de quem a pratica.

Quando aqui Vos transcrevi a minha primeira e até ao momento conversa com a dita Senhora, na parte como lhe apareciam os clientes através dos amigos advogados dos tribunais, ninguém achou neste narrar, suspeita bastante que me merecesse um averiguar? E alguém o fez, um procurador, um policia, uma ordem, um conselho deontológico?

Inaceitável, mudem e rápido o que há a mudar na protecção dos Direitos e da Felicidade dos Filhos, Vós Sois Pó.

E pensai se antes de se porem a perguntar sobre a interrupção voluntária da gravidez, não seria melhor começar por pôr perguntas relativas aos filhos e pais que já cá estão. E que os tolos que se calam, pois relembrar os que existem primeiro dos que ainda não existem, desvela o erro do apontar do pensar, da hierarquia de valores que atribuímos às questões que discutimos e por necessidade acordamos em modo comum. E dizer isto não é escamotear o problema e meu pensamento sobre a vida e morte que neste livro se encontra muito estendido.

Perguntas que dessem condução axiomática, por assim dizer
Princípios de bom senso que deveriam ser forma de lei, simples como o bom senso sempre é.

Que tal perguntar a todos,

Concorda ou não concorda que quando um filho é afastado de um pai por outro, faz sempre dano ao filho?

Se sim, visto as Leis e o Julgar, trazerem obrigação de defender as Crianças

Concorda ou não com a conclusão que o pai que assim age, age ferindo o filho e que a lei, sua interpretação, sua pratica, deveria entender a guarda sempre por principio atribuída aos dois pais e velar para que cada um possa ter seus deveres e direitos assegurados?


É este caso uma questão da corrupção de que tanto se fala e tão pouco se tem feito, a fazer crer os homens amantes e justos que assim sempre será, que os corruptos que tudo corrompem são mais fortes que a Lei.

Assim o Iremos Deixar Acontecer?

Já não existem Mulheres e Homens em Portugal?

Blá, blá, blá, diagnósticos, meias denuncias, dossiers que são bramidos mas não abertos, danças e mudanças de cadeiras com os mesmos bailarinos, adjudicações directas sem concurso aos conhecidos, bons pedaços do bolo público para uns, o nariz do pinóquio a aparecer ao vivo a mentira a se desvelar, o homem zangado que vira déspota quando se zanga e muito vermelhinho, inflamado e em bicos de pés fala com as duas mãos marcando o dizer, como uma dupla baqueta que bate ao mesmo tempo dois pratos, o governo de novo a esboroar, um pequeno sopro e lá vai ele e virá outro mais ou menos igual.

Antes da mentira, viera no azeite à tona, a arrogância, a arrogância de um pacto, um pacto para a questão charneira, a justiça, um pacto que é sempre melhor que um não pacto, mas com o pecado em si, pois foi um pacto só feito a dois quando teria que ser feita com mais.

Trazia lá dentro à sua nascença a semente da sua morte por inquinação de propósito, e a tentação da força em detrimento do acordo, da força que é suficiente para impor, aquela que assim se crê maior do que é e ao falsamente assim crescer, trás logo consigo e constrói em seu próprio nascer a igual certeza de que se irá desinsuflar, e diz essa força a coração fraco do homem fraco que a porta, se posso como quero, para quê poder com os outros, inquina assim o coração e o agir?

Quem são os outros, os outros aqui são os representantes eleitos por alguns Portugueses como quem usa a força desse jeito o foi e se as eleições se ganham por adição de votos, cada homem é um homem, não deixa de o ser por votar e tem o mesmo valor de um outro nas respectivas diferenças.

Por outro lado, agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura e então insista-se, todos os dias se demonstre pela razão os erros, se desmontem todas as mentiras, se denuncie o que não é aceitável, se peça responsabilidades e muito se condene, porque Senhores, vai alta a conta e o contar e os tempos são de afundar, na rota parada que nada leva nem nada trás.

Blá, blá, blá, que muito loucos vão os loucos, ninguém em seu perfeito juízo quererá criar negócios e emprego em Portugal e Portugal se Afunda No Mundo Que Se Afunda, belo, belíssimo, já falta pouco camaradas do uno mundo do mal fazer, mais meia dúzia de passos mal contados e pumba, queda final, sem mais vida pela frente.

Ah, sim agora é o momento em que deveis começar a chamar-me nomes, a dizer lá está o louco, o pessimista e o imperial.

Já está?

Vós Vão Cegos
Vós Vos Comportais como Iníquos
Vós Fazeis o Mal e Apressais a Queda

E Vos Relembro que Tempo não há para tal mal fazer e consequentemente sereis os primeiros a cair. Vós Sois Pó.

Ah Senhores, vai chegar a manhã em que os bastantes acordam todos juntos e abrem a boca e desataram a falar tudo o que da injustiça conhecem, vivem e levam na Alma e será forte a corrente do rio para furar qualquer pedra que obste ao caminho.

Espantam-se meus ouvidos ao dizer do ministro que sete dias de internamento por quatrocentos euros é uma quantia razoável, sendo que um salário mínimo se iria quase todo em sete dias e depois para alimentar as bocas, pagar a casa e restantes despezas?
Tudo por uma economia de migalhas como bem o clarificou Medina Carreira.

Como é que vivendo na Lua podem governar Portugal na Terra?


Acordai Senhores, que a Urgência Assim O Requer!

Tudo isto está destrambelhado, desentranhado a mais se desentranhar, cuidado não saiam os vossos corações pelas vossas bocas.


E Senhora Juíza, também aqui o desentranhamento das alegações, dos argumentos e as denúncias que elas comportam, trás as suas consequências e mais uma vez é legitimo de perguntar, qual a inocência que por detrás da sua decisão se escondem?

Pois nelas se dá conta da parte desempenhada por psiquiatras neste perverso, kafkiano, iníquo e cobarde processo que movem a meu Filho e a mim, e acabou a Senhora de fazer mais uma tentativa de escamotear, dissolver e parar o apuramento destas responsabilidades e de um fio que leva como creio que saberá, a outros lados, a interesses mais complexos de alguns que me fazem combate e fazem por extensão combate à Humanidade.

Cuidado, Senhora, já Escrevi por diversas vezes, que calha por quem sou e meu papel no mundo, esta questão ser peça num tabuleiro onde alguns praticaram crimes contra a Humanidade e portanto deveis bem Pensar de que forma se quer envolver nestes assuntos e consequentemente adquirir a sua quota de responsabilidade neles e lhe digo também em modo claro, para que não reste menor dúvida, que envolvida já a Senhora está, por seus actos, aqueles que já produziu.

E Senhora a desentranhamento das alegações por mim produzidas, fez, ou melhor pretende fazer tábua rasa do que lhe requeri, nomeadamente a marcação de uma consulta com quem de minha confiança nestas matérias para avaliar o estado de meu Filho.

Em Termos práticos a decisão da Senhora, impossibilita a averiguação do dano que tem vindo a fazer a meu filho e assim se tornou de imediato cúmplice nesta matéria e lhe pergunto, Senhora, quando a Justiça se fizer, como vai reverter a Senhora a situação dos danos causados?

Se por exemplo meu filho estiver a ser medicado sem meu conhecimento nem consentimento prévio, como irá proceder no sentido de reverter esta eventual situação, que impedido também pelas suas não decisões da Senhora, estou ainda para averiguar?

E se o meu filho por acção de pseudo analise for induzido a alterar a sua natureza distintiva a qual tem direito pelo simples facto de existir, como a Senhora poderá reverter a situação?

E se os danos a sua imaginação e imaginar, a sua estabilidade emocional, à deformação imposta e forçada da sua imagem face a seu pai, aconteceram e acontecessem, como o poderá reverter?

E Recordo-lhe Senhora das minhas alegações terem dado conta do meu desentranhamento do real a que na altura procedi, quando me apercebi, que com a cobertura inclusive do colégio, o meu filho estava a ser sujeito a acompanhamento psiquiátrico e foi ter com a Senhora para lhe pedir os relatórios e mal me tinha sentado, a Senhora, que me via pela primeira vez, me julgou, acusando de ser um pai que abandonara a seu filho e lhe dei conta também da informação de como a Senhora se relacionava com os advogados com que costuma trabalhar, ao que lhe parecem lhe arranjam uns casos destes para pareceres de tribunal, em suas próprias palavras.

Pois se ao Cidadão foi retirado o direito de se defender, se o que apresentou em sua e do seu Filho defesa nas alegações, não foi tomado em linha de conta, tal invalida o julgar, pois é direito inalienável a possibilidade de se defender.

E sendo este princípio antecessor a qualquer outro, o seu não respeito e negação prática, por consequência invalida todo o restante seu julgar, o já produzido e o que não irá mais produzir sobre este caso, assim o Queira Deus.

Na única sessão até agora feita presencialmente, cujo nome indica seu conteúdo e o pensamento que está por detrás da lei e a sustenta, a que os homens chamam de sessão de conciliação, cujo objectivo é determinar se existe ou não a possibilidade de acordo entre as partes e caso se verifique que essa impossibilidade, deverá então transitar para julgamento, e facto foi e é, que a Senhora nessa sessão de conciliação, aceitou e regulou a favor de todos os argumentos que a proponente da acção trazia em suas alegações iniciais com excepção do detalhe das férias grandes e fê-lo com base e na aceitação explicita da argumentação por essa parte elaborada, sem julgar nenhuma prova que fosse para além da palavra do respectivo advogado .

Ou seja, em termos práticos, a Senhora julgou o caso na sessão de conciliação e nem será preciso então proceder ao julgamento e em meu ver se desvelou que a Senhora Feriu Mortalmente a Lei e o Julgar e seus Processos.

Não aceitou nenhum dos argumentos que na altura contrapus, não me deixou mesmo explicar nenhuma das questões de acordo com o meu ponto de vista, na extensão que eu considerei necessária para o seu esclarecer.

Aceitou a palavra e a escrita dos advogados da parte do contra, que afirmam calunias de calibre sobre a minha pessoa, nomeadamente sobre o meu estado mental e de perigosidade para outros seres, inclusive para meu próprio filho.

Não é preciso conhecer os processos em detalhe nem o código para ver, que todo este processo está inquinado e desvela injustiças e julgamentos errados, sem nenhuma ou correcta sustentação em tudo o que até esta data se passou.

Certo é também Senhora, que passaram as férias e eu não estive um dia que fosse de com ele durante este período e assim tristemente se provou, o que na altura da sessão de conciliação lhe disse, que remeter como a sua decisão o fez, a regulação dos acessos do Pai ao Filho à parte que quebrou esse convívio, o afastou e o quer afastado, nunca funcionaria, e mais uma vez se demonstrou quão iníquo foi seu decidir.

Sua decisão Senhora, foi, face ao ladrão, dizer-lhe depois do roubo, olhe aqui tem as chaves, faça favor de voltar quando quiser. Inaceitavel!!!!!

E Não Respeitou Senhora Básico Principio da Lei do Coração e dos Homens, que quando uma parte tenta afastar a outra parte, do filho sempre a mal agir, está.

Pois se o decidiu sem julgamento, como pode sustentar que uma parte estaria a fazer mal ao filho, ao ponto de justificar que a guarda fosse entregue como escreveu, provisoriamente até julgado e sentença passada, ao que pretensamente melhor dele cuidaria e obstaria a que dano, inclusive o físico, não aconteceria?

Acha que é bom cuidar, uma mãe e o mesmo seria aplicado de igual modo e com base em mesmo considerando a um pai, sujeitar um filho a consultas psiquiátricas sem conhecimento e consentimento do outro?

Esquece a Senhora, que para além dos físicos danos, nas pobres dicotomias cegas de quem vai cego, ou pior, se põem alguns como cegos, para melhor convir a outrém, existe em igual modo os danos Morais e Psicológicos e assim sendo não prova a saciedade, como todos os actos da mãe, que actua por arrogância, prepotência e fazendo e instituindo em termos práticos uma política de terra queimada e de factos consumados, que quem tem feito mal ao filho, é ela?

Até parece que não tem filhos, Senhora, se não consegue nem perceber esta trave do Amor, das relações, do amor entre Pais e Filhos, entre Filhos e Pais, e se não o percebe não está apta para o Ser nem a julgar seja o que for nestas matérias.

E mais Senhora, durante a sessão reparei em curioso pormenor, aplicado às alegações que serviram de roteiro à peça que foi seu julgar, pois eles vinham em jeito de memorando executivo, com as partes que os advogados consideraram de maior relevo, realçadas a letra grossa, e sabe a Senhora e sabem todos, que isto serve para realçar a alguém, o que importante e destrinçar da palha ou secundário em qualquer documento de dimensão.

E se assim foi, como foi, como é que a Senhora, desempenhando a função de Juíza, pode em seu perfeito e justo juízo aceitar um documento que assim lhe foi entregue?

E como pode aceitar por consequência, um roteiro das pedra em que baseou a seu analisar, quanto se pode dizer que o tivesse sido, e não de imediato advertir o representante que assim lhe introduzia e tentava deste modo canalizar e conduzir o pensamento e o julgar do juiz.

Não seria logo de ficar de pé atrás e de ser alvo pelo menos de uma admoestação?

E seguiu a Senhora sem descarrilar um momento que fosse o guião realçado nas suas deixas dramáticas a pintar o negro quadro do pai.

E continua, e continua Senhora, as simetrias e as analogias, pois o desentranhamento já fora solicitado em jeito se bem que diferente na sua enunciação, tentado pelos advogados da acção do contra.

Mais, dirigiram-se eles ao Tribunal em forma escrita estapafúrdia afirmando que as minhas alegações eram prova provada da minha insanidade mental, colocando em causa outra Lei e Direito Fundamental Expresso na Constituição da Republica Portuguesa, a Liberdade e o Direito de Crença Religiosa e de certa forma a Senhora ao agora vir desentranha-las prossegue na cobertura deste atentado primário e tosco, feito as liberdades individuais garantidas pelas Lei, que a Senhora é obrigada a velar e nelas enquadrar as suas decisões.

E Senhora, falemos então por um instante nos processos judiciais aos quais mostra tanto apego, que até por eles negou o direito de defesa.

Não faça de conta que não conhece a minha resposta a estas segundas alegações da parte do contra, mesmo sabendo que não lhe foram entregues por mais um pauzinho que conseguiram pôr na carroça e que já aqui relatei e que tenho a certeza que lhe terá chegado à sua consciência, da mesma forma que não pega nem cola, o que pelo Espirito sei, porque Ele na altura mo desvelou, que a Senhora teria dito a terceiros que não sabia quem eram os pais, quando a primeira vez entramos em seu exíguo gabinete para esta farsa.

Não deite areia para os olhos, nem com a peneira tente tapar o Sol e as suas responsabilidades nesta matéria, pois cabe também agora perguntar-lhe sobre outro infeliz pormenor sobre processo, que terá alguma coisa a ver consigo ou pelo menos com o tribunal, pois sabe e trás sabido a Senhora, que o prazo de resposta são dez dias úteis, e embora ainda não tenha nem conseguido obter um claro esclarecimento sobre esta matéria, explique-me se faz favor, porque tão bem foram as contas feitas e a selecção do dia de envio de forma a se sobrepor a um fim de semana e assim ainda mais reduzir o tempo para a resposta.

Brilhante negro fazer, dir-me-á então, quem fez o pérfido calculo, se a Senhora no tempo de elaborar seu oficio em correlação com a data em que o entregou à sua secretaria para depois ser expedido, ou se foi na secretaria, que mais uma mão foi comprada para o danado jeito danado?


Fez tudo isto Senhora, por desatenção?

Não, não creio, são demasiadas os erros para serem fortuitos e já dei conta das minhas suspeitas neste Livro em forma mais detalhada.

E lhe pergunto Senhora, o que não percebe nas minhas alegações?

Qualquer um as percebe, Senhora, não afirme seu contrário mais a mais sem o justificar.
É fácil dizer e praticar deste modo a arrogância, pois se não percebeu parte ou todo deveria ter perguntado, pedido esclarecimentos, mas não foi assim que procedeu, preferiu o quero, posso e mando, inaceitável, inaceitável para meu Filho, para mim como Pai, para a Justiça, para o Amor, para Deus que Tudo Sabe, Vê e Cuida.

A Senhora, mais uma vez, inventou, de acordo com o que inventaram os advogados da partes que coloca a acção. A Senhora em tudo o seu fazer demonstra que segue à risca os marcos e as pisadas da parte que colocou a acção.

E fala e diz com justeza a Senhora das normas processuais e o absurdo dos absurdos é no seu despacho mencionar o desentranhamento relativo às páginas sessenta a noventa nove do processo, e nenhuma vez me foi ele em sua forma integral fornecido, absurdo das normas que não funcionam como normas, ou funcionam para as conveniências e conivência do mal feito e das mal feitorias, pois em verdade, verdadinha, verdadeira, nem posso saber o que foi realmente desentranhado.

Tudo isto vai ligeiro, ligeiro de mais para ser aceitável, ligeira vai a Senhora, como bilha rápida na iminência de se quebrar, devido a falta de atenção, pois se querem fazer o mal, o façam em melhor jeito, mais disfarçado, a ver se conseguem enganar a verdade e depois pergunte-se Senhora, acha mesmo que a iniquidade, a ligeireza, a mentira e os danos, alguma vez vencerão o Amor?

Certo que a sua resposta se reflectirá integralmente como sempre acontece em sua vida, na vida de cada um.

E Senhora, não sou eu parvo de nascença nem parvo e tolo me tornei.

Desentranhar as alegações que eu produzi, bem como ter deixado com seu próprio consentimento em extensão e medida ainda a apurar, que não me fosse permitida resposta às segundas da parte contra, indicam e criam pela parecença processual, metodológica e de conteúdo, uma consequente dedução e dúvida lógica e de direito ser feita à luz de todo este processo e da iniquidade da sua condução.

Quer a Senhora escamotear as suspeitas que tenho sobre seu actuar, quer proteger os nomes que indicam a hidra que está por detrás deste processo e das ligações políticas e das organizações mais ou menos secretas e apoios a eles associados?

A mando de quem o Fez?

Quer escamotear os pedidos de indemnização que elas justamente pedem?

Quer dar forma de Lei a um rapto de um Filho?


Ao Conselho Superior de Magistratura, antes que ao que parece o poder político vos entre de novo em casa para vos esvaziar a mobília e as competências, os factos aqui descritos são necessários e suficientes para proceder a uma imediata averiguação do comportamento da Senhora Juíza Maria Luísa Duarte com suspensão preventiva da sua capacidade de julgar, de forma a que este mal ou parecido, mais a outros atinja porque quem assim uma vez agiu, a muitos Outros terá ou poderá ter feito dano e o dano quando dele se sabe, convém actuar para que ele não mais se corporize.

Ao Procurador Geral da Republica, são em meu ver os indícios de suspeita de corrupção e compadrios vários neste processo, os bastantes e necessários para que de imediato se proceda a instauração de um inquérito sobre a Senhora Maria Luísa Duarte.

Recordo do que já aqui sobre esta matéria outrora escrevi, de que suspeito que no favor que todo este favorecimento demonstra, poderá estar implicado o Senhor Paulo Pitta da Cunha, já aqui publicamente interpelado e de quem não recebi até à data algum esclarecimento ou pergunta.

E relembro que se encontra neste Livro, o raciocínio e descrição em detalhe dos factos que fornecem ao corpo desta suspeita, a substância suficiente e necessária para determinar a necessidade de ser averiguada.

E outras questões ao Procurador Geral da Republica, no final serão expostas pedindo sobre elas a sua colaboração e resposta e consequente agir, o que for necessário.

Ao Presidente do Tribunal Constitucional, emerge da história deste processo, que o direito fundamental que as Leis dos Homens consagram, de que um Homem se pode defender por voz própria, foi Ferido de Morte e em termos práticos se perverteu sendo de urgência repor a legalidade deste principio.

É necessário que a lei contemple e defenda os interesses das Crianças nestas matérias e em meu ver, parte da reposição destes direitos deverá ser feita pelo Tribunal Constitucional, mesmo sabendo todos que quem faz as lei são os governos com a ratificação da Assembleia da Republica.

E já aqui neste Livro se encontra matéria de reflexão suficiente para podermos ter uma melhor Lei, que melhor defenda os Filhos e os Pais.

E lhe digo Senhor Noronha Nascimento que árdua tarefa tem pela frente, pois todos sabemos de como a Justiça se Tornou Impraticável em Portugal e não pude deixar de registar as suas recentes palavras sobre o diagnóstico que deu, de uma das principais razões que contribuem para o não funcionamento dos Tribunais e consequentemente da Justiça, o facto de eles se terem tornado e se encontrarem por autorização dos governos, entupidos por processos de cobrança de pequenas dividas, por parte de algumas, poucas empresas nacionais.

E esta realidade ao assim o ser, demonstra mais uma vez, como o raio dos negócios, conduzidos destas formas, acabam por pôr em causa a justiça para todos os cidadãos e a pergunta que se tem que fazer, é se preferimos negócios desta maneira ou melhor e mais rápida justiça e se o custo que estas decisões políticas trouxeram, será menor que o custo de um sistema que deixou em grande parte de funcionar.

E se assim o é, assim não o poderá mais ser e deverá o governo e a AR proceder no sentido de regular estas questões em quadro diferente que não traduza estes custos, que serão crescentes, se atendermos ao estado do mundo e do viver, que cada vez mais caminha para maiores tensões, que não se deixarão de repercutir igualmente na justiça.

Não são só teóricas estas matérias, pois do seu funcionamento, melhor será dizer, do não seu correcto funcionar, decorrem mortes e sangue de Filhos e de Pais como tem vindo a acontecer, e alguém perante a Lei deverá por elas responder.

Tem todo o meu apoio na manutenção da separação de poderes entre as áreas da governação, entendidas em sua máxima extensão no acordo e respeito do que as Leis trazem acordadas nestas matérias, bem como terá sempre o meu apoio contra qualquer tentativa cega e estúpida de ingerência, limitação de poderes em forma incorrecta e irregular, que os governos, sejam lá quais forem tentarem fazer.

Exijo desde já a reposição da partilha efectiva do poder parental, nas condições que existiam antes do rapto.

Exijo a nomeação de outro Juiz para este caso.

A alguns Acuso perante Deus e Meus Irmãos de Perpetrarem Actos de Terror, a outros acuso de complacência e conluio com Actos de Terror.

Eu Vos Acuso de terem provocado terror a meu filho

Pois é um Acto de terror e assim é sentido por um filho, quando o afastam de um dos seus pais.

Eu Vos Acuso de aterrorizarem uma Criança nos seu quinto ano de vida.

Eu Vos Acuso de aterrorizarem uma criança de cinco anos dizendo-lhe que o pai é mau.

Eu Vos Acuso de aterrorizarem uma Criança com cinco anos, convencendo-a que o pai é violento e até para ele perigoso

Eu Vos Acuso de aterrorizarem uma Criança ao tentarem a sua repressão, reprimir a sua imaginação, normalizar como dizem, seu comportamento e valores, através de especialistas na matéria.

Eu Vos Acuso de aterrorizarem o Amor, o Próprio Amor, de destruir a Inocência do Amor no Coração de uma Criança de Cinco Anos

Eu Vos Acuso de Perverter o Coração de uma Criança de cinco anos pela Mentira e Pela Perfidez

Eu Vos Acuso de Dano Maior ao Amor, pois sempre assim é quando se O Fere.
Eu Vos Acuso esta Acusação com seu claro nome.

Tortura, pois assim agir é Torturar e porque a Tortura não existe sem Torturador, Eu Acuso uns de Torturadores e outros de cúmplices de Torturadores por assim deixarem ir os assuntos.

E me dizei por fim, o que deve fazer um Homem em relação a quem tortura um seu filho?

O que me autoriza este fazer?

Pôr uma faca ao peito da mãe para saber quem é que está por detrás deste malvado fazer em toda a sua extensão e ir atrás de cada um?

Nem sei neste momento em que de novo escrevo neste texto, se irei dia doze ao tribunal. Não me parece que vá, da mesma forma que não receberei mais nenhum documento que ele me envie.

E exijo o que já exigi, um papel passado por quem de direito nestas matérias que reponha a justiça e quebre de vez este mal fazer, que ponha termo a este rapto que já dura há quase um ano e que o papel me seja em mão entregue, pois deste tribunal, que até vergonha tenho em escrever aqui esta palavra, nada mais receberei.

Oiçam e pensem bem, filhos da grande babilónia, pois já chegou o ponto que eu temia. Não existe relação entre um filho pequeno e um pai que resista a um afastamento tão prolongado nas condições que vem a ser feito, onde a criança é assustada perante seu próprio pai.

Já o sabia, já sabia meu coração que assim ia ser, que chegaria o dia em que tudo o que existia do amor e da sua substância do dia a dia, seria quebrado, pois é velha a táctica no afastamento dos filhos por quem assim o faz, e o tempo de afastar é determinante em minar os corações, deste caso o do filho e o do pai e é náusea, uma profunda náusea que sinto e que vivo.

E assim foi, a este ponto chegamos em recente dia. E meu coração mais uma vez se partiu, se bem que Ele Seja Sempre Uno e Por Isso Maior.

Poucos dias depois de escrever parte desta Palavra, um acidente aqui nos Olivais se deu. Dois carros de uma mesma firma em corrida nas mãos de dois jovens que na aparência os conduziam, esmagaram e levaram para a morte matada dois pais frente a seus dois filhos.

A mim, pareceu-me na altura em que o soube, de que existe uma relação, uma relação que deduzo do que neste texto escrevi em função da frase que fala do asfalto.

Veja portanto a policia, a procuradoria da republica se não existe nenhuma ligação entre o tribunal, quem lá trabalha e os que faleceram ou ligação entre quem apoia a mãe neste processo de rapto do filho ao pai.

Aí com certeza encontrarão os verdadeiros responsáveis pelas mortes matadas que ocorreram e se assim o for deverão eles por elas ser responsabilizados e se não o for nos tribunais e provas dos homens o será Perante Deus, Palavra de Pai.

De quem é a empresa dos elevadores, quem a representa em Portugal?

Dir-me-ão que serão os condutores, os culpados, mas vejam bem para além deles se assim o foi, se na véspera ou no dia, acontecimentos outros em sua volta, não os levaram a produzir o acto ou por assim escrever, o condicionaram, o facilitaram ou criaram as condições propicias ao seu acontecer.

Alguns na luta que me fazem, não se eximem nem de matar a outros e a pergunta que eu vos faço e faço agora a Deus, é, quantos mais vocês mataram nesta luta?

E Certo estou que Deus Assim Perante Todos o Esclarecerá!

E para os estúpidos e mal intencionados, Vos digo a Todos uma única vez, não rezei eu a Meu Deus, Meu Senhor, para que assim acontecesse, nem sei quem são as vitimas, nem sei nem conheço quem foi a mão do fazer, mas meu coração me disse no imediato da ligação.

Eu por mim, encontro-me mesmo próximo de vos lançar uma maldição, uma maldição tão grande que vos apanhe a todos até à quinta geração, pois este fazer não se faz e a minha paciência já esgotou face ao mal feito e face aos que assim o permitem.

Caiam Todos Os Malditos No Chão!!!!!

A Senhora e muitos outros tem em suas mãos o sangue dos que morreram de morte matada e foram mortos por estes processos iníquos de julgar que se arrastam e fazem arrastar por tempos impossíveis face ao dano que provocam, ou tendem a provocar, como infelizmente o Real prova. Pais, mães e filhos cujo espirito e Alma gritam por justiça e que eu vos faço neste momento ouvir em vossos sonhos e ver suas faces de dor, quando se olharem ao espelho e a agua com que lavam as mãos se transformar em sangue que vos tinge vosso ser.

Vós não acreditais que Tudo se encontra ligado e que Todos Os Actos, ou Omissões Tem, Trazem e Fazem, Sempre, Consequências?

Não Vos fui eu dando conta do mal que iam fazendo, não vos aconselhei que o parassem e o corrigissem?

Não vos dei conta eu das mortes que iriam ocorrer neste casos?

Não vos aconselhei a mudar as práticas, as leis e o fazer?


De seguida em breve, virá a sintese da acusação contra vós e a sentença, assim me obrigueis, visto que a justiça dos homens que voces levam em vossas mãos sujas de sangue, não a é mais.