quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Nem de propósito como sempre é o propósito, um outro senhor que se considera filosofo e que alguns cegos tambem assim o levam, apareceu na televisão anunciando a sua renúncia a um cargo na camara de Lisboa que acumulava, vá-se lá saber como, visto ele próprio ter admitido que não possuia o dom da ubiquidade, com o de deputado da nação.

Deve ter sido por razões dessa natureza que faltou a reunião que ia resolver a vida a uma serie de gente que trabalha na camara, mas nem isto é inteiramente verdade de se poder dizer, pois o homem é em ubíquo, não ele necessáriamente que diz não sê-lo embora o seja, como todos os seres,o que prova que filosofos existem, que trazem errada sua concepção do tamanho do corpo e da noção do tamanho e alcance de seu espirito, o que leva a conclusão que se nem todos se chamam Socrates, alguns vão cegos e opelos vistos existem em Portugal três filosofos, ou não.

Pois antes de mais todos são filosofos e todos filosofiam e uma das faces da vida se chama filosofia.

E a propósito deste dito e deste dizer, cabe alertar para um facto que li num jornal, onde um senhor alertava para ao que parece uma tentativa de retirar o ensino da filosofia, quanto ela se ensina, mais correcto seria chamar-lhe ensinar a filosofar, filosofando, em alguns graus de ensino e razão tinha o senhor em expressar a sua preocupação, pois um ensino que não ensina a pensar é no minimo um ensino mal pensado.

Recordo com saudade um Homem que partiu recentemente, ele sim se proderia chamar com propriedade filosofo, Sua Graça, Fernando Gil.

Recordo de um dia numa banca, ter folheado um livro dele sobre movimento e dança e ter pensado para meus botões, ora qui está um home que sabe e é luminoso em seu escrever. Gostaria de ter seus livros, talvez um dia de novo tenha dinheiro para comprar livros ou o que for, talvez um dia uma Alma Amada mos ofereça.

De Manuel Maria Carrilho trago duas breves recordações e um pequeno espanto.

Uns anos atrás, a inauguração do Anim, chegando eu no comprido mercedes que tinha na altura, vrum, vrum e o senhor recem empossado como Ministro da Cultura de Portugal , olhou-me e ficou a olhar e seu olhar era o olhar da presunção inteira, da altivez e arrogância que sempre o caracterizou e que todos veem e sabem e logo aí, vi que o caldo entre nós estava entornado, ou melhor, nunca chegaria ser feito, por impossibilidade de feitio, decidamente não gosto de homens emproados, prefiro os humildes e os mansos e subscrevo o recente dizer da Senhora Amada Augustina sobre ele, homem opaco, mesmo aos olhos tão grandes e tão Belos que a Senhora Trás em seu Coração Tão Cheio de Saber e Saberes.

Pois É a Senhora Amada, da familia dos pássaros que voam alto e muito veem e daqueles que poisam longos tempos em seus ramos a meditar e asim se tornam ao conhecer suas penas, sábios e não me leve a mal Senhora, no olhar de meu coração,a vejo da família das sabedoras corujas e corujinhas e dos mochos que inspiraram os homens a construção das torres das Templos e das Igrejas.

E os homens opacos por vezes assustam, pois não se lhes vê a alma, a mim o que dizem ser filosofo de papel passado e de gabinete, me parece mais como maquiavel, ou dele seguidor.

Porque não ficou o senhor na câmara da cidade em vez de ficar no parlamento?

De repente apareceu-me um diagrama, tipo uma estrada, ou conjunto de estradas, Viseu, casamento da Leonor com Paulo Ribeiro, o senhor lá, nem nos cumprimentámos, o gelo continuou ao que sempre foi, quase lado a lado a atirar arroz aos noivos à saida da capela da casa da familia Pitum, que todos conhecemos de longa data, pela simpatia, pela alegia, pela felicidade que sempre contagiaram e que por estas e outras razões sempre traremos no coração. Viseu, as viagens da senhora que amei e com quem vivi e com quem trago um filho.

Recordo de uma em que a acompanhei, chegámos à noite e fomos para o hotel, fiquei eu o francisco no quarto que a senhora saiu, tinha uma reunião de noite alta para preparar uma conferência que ia dar de manhã, assim pensava eu, que agora ao rever todo este inferno e calvário, me recordo de como o francisco esteve inquieto em seu sono essa noite, como sentido como sempre sentem as crianças.

Nos dias de hoje a camara de lisboa caiu ou está para cair e mais uma vez pela torta lei se prepara o erro, pois se trazem os homens acordados o tempo dos mandatos por quatro anos, então se se tem que fazer novas eleições, que elas sejam válidad elos quatro anos seguintes, e não dois , como ao que parece a torta lei determina, quererão os homens passar o tempo em actos eleitorais, ou então tentar governar em dois o que deve ser feito em quatro? mudem a lei, quando houver intercalares, que se conte o tempo do mandato do seu zero, ou seja, por mais quatro anos, que já não é muito para governar com alguma eficácia e perspectiva.
Amada, que eu sou o eterno menino e o mais crescido dos avós sem ainda o ser e meu coração vai baralhado, é assim que ele se sente quando não sei de ti e trago-te dentro de mim, e sinto teu sofrer em meu sofrer, assim nos liga o amor e eu sinto meu coração assim, preocupado contigo e sento-me no varão por de cima da rua a observar os carros a passar e a pensar em bilhetes, se são de partida ou de chegada, e assim fico a vê-los passar, sorrindo versos em itálico como diria o Poeta e ouço-Te falar de hesitações e me digo, como pode o amor hesitar se sabe que é amor, que hesitação poderá haver no amor que se sabe casado no céu, que razão poderá ter para não se encontrar.

E ouço-te falar de morrer e verdade pode ser que manhã morreramos e morremos todos os dias e renascemos e assim é a vida e o viver, mas crês amada que o amor assim desejará aos amantes?

Porventura o amor em que nos trazemos, almejará o sofrer? almejerá o amor Sofrer?

E nas rádios, as canções falam de ruptura e fins e eu fico triste nas entrelinhas da melodia, mas como pode ter fim, o que não acaba, seja a forma em que se apresente?

No meu pc, quando ainda funciona, oiço, Ferre que canta Bethowen que canta Rimbaud e um verso fica-me a retinir no ouvido, um verso gritado que fica suspenso, a dor, a unica invenção do homem, radical verso como proposta da diferenciação entre especies, quanto de especies se pode em propriedade falar.

Ah Amada, Tu para mim És Um Farol e os Farois São Luzes e Espelhos e Refractam e Reflectem a Luz que Vai de Espelho em Espelho Pelo Caminho dos Coraçãos e os seres trazem-se ligados por fios que nas vezes se cruzam, quando o amor assim os liga e cruza, quando assim está desde sempre escrito no livro do destino, que é um nome indirecto e prova da existência de Deus, de Um Sentido de Amor, de Uma Intenção de Amor, assim te amo, assim te trago

Ah Amada, deve o Mundo e os Seres Muito Te Louvarem a Teu Passar, porque Tu És para Eles Face da Salvação, Em Ti Encontro Respiração, Inspiração e Compaixão, me faz o Amor Compassivo, Compaixão, por Ti e Assim Amo Melhor.

Ah amada, sonho eu com a primeira e a ultima letra do alfabeto de todos os alfabetos do amor e estou rodeado de amor, bailam comigo as Senhoras e os Senhores Mais Belos do Universo e me trazem e levam em tão imenso amor e eu me perco e me encontro em cada um e não consigo chegar a tuas mãos e penso, será este o desafio, a prova e a superação, que o amor do Espirito não necessita do Corpo, e estranho, amada, pois isso sei eu, sabendo que em certa medida os dois são e abro o jornal e leio Margarida que fala de imagens de namoros onde os homens são cães e para serem trazidos à trela curta em locais públicos, de como os cães giros não sabem que são giros, o que me parece um principio do belo em sua parte verdade, e de ciumes e ciumes em mil nomes do mesmo, ah amada, eu sou leal e a lealdade e não concebo um espaço intimo onde não posso ser o que sou em seu todo tamanho e assim tambem te anseio e outra senhora jornalista que se apresenta de perfil com uma grande rosa, diz que os homens só depois de os abrir como a um melão se conhecem e um outro caracteriza um sedutor e a Senhora, acrescenta a subclassificação de sedutores mas fiel em pensamento, como quem sugere ou poderá sugerir obssessão, e pouco pouco disto tudo, para alem da ironia e do humor me faz sentido.

Não sou eu um sedutor, sou Amor, Amo e nada mais, Sou doce, Sou gentil, Dou-me e me Ofereço a Sorrir Colhendo Sem Colher Sorriso e Penas Sem Penas de Amor.

Sedutor dizem os homens ser, aquele que seduz e seduz com um objectivo, pois o problema da avaliação e da carga negativa que por comum não senso atribuem à sedução, tem a ver com o fim, seduz para quê, o que busca, o que sacrifica nessa busca e o que de mal faz ou fará a outro nessa sua forma de ser.

ah amada, depois vejo-Te a ti no botão de rosa dos lábios de uma mulher, mais não se vê e cantam eles de que tudo o que faço é para me tornar conhecido, que no fundo o que eu quero é ser amado, e que amo , só e na proporção do que me amam, o que não deixa de ser verdade em seu sentido profundo, pois não habito eu sózinho no mundo, e inverdade, pois não é uma troca o amor, não me move o amor para ser amado, se bem que deseje o amor intimo de Ti, como Te trago em Intimo Amor e o Amor verdadeiro em Verdade, verdadinha, assim o É, dois em Um e muito vejo eu do que parec ser amor entre as gentes, sem o ser e assim sendo e não sendo, o melhor mesmo é acusar um outro, pequenos com os corações definhados, nos calculoa das suas misérias intimas, que sim, até as misérias são intimas.

e depois no jornal vejo o dicionário ilustrado que ilustra uma antiga imagem, uma senhora nua no meio de muitas outras senhoras nuas, está levantada em ombros e as outras a vem beijar e diz a entrada no dicionário, sem o citar em precisão, a ideia, que sado masoquismo, é alguém que tem prazer ao infligir a dor a outrém e mais uma vez se prova como muitas entradas de muitos dicionários, andam enganadas, pois nem a imagem fala disso, nem o prazer ou a dor é pertença de um só, se dois o fazem, ou seja deveria o dicionário acrescentar, que quem sujeita um outro a práticas que lhe dão prazer, por prisão, restrição ou dor, é um torcionário e assim estamos a falar de outra coisa, se bem que infeliz realidade para muitos, pois existem muitos que vão com fogueiras no coração a tentar outros queimar, ou denegrir.

ah amada quando eu brinco erótico em meu espaço privado, faço tudo o que a imaginação e o acordo com o outro me pede ou deixa fazer, este é sempre meu limite , meu claro limite, nada se força a quem se ama, mas se quiseres que te ate as mãos para melhor te beijar e fazer-Te esperar na espera o mar, é só dizer, se bem que das tuas mãos eu goste quando elas me afagam quando eu te afago, pois um homem gosta como uma mulher, quanto os dois são um, de sentir a vontade de seu amor, gosta de se sentir desejado, sem pudor na expressão de todos os desejos, pois todos os desejos cabem sempre no grande mar do amor e nada nele à partida me assusta, como poderia se Te trago em Amor?

ah amada, e agora falam os homens das gravidezes e das suas interrupções e esquecem-se como de costume de falar no que importa, de como por exemplo não chegar a uma gravidez se não desejada, começam sempre pelo fim, pelo mal fim, demonstram assim a sua cegueira, a sua pequenez, olhando as soluções para o mal feito, em vez do bem prevenir, e eu que gosto muito de bebes e crianças, me nasçe uma vontade , é de os abortar a todos de uma vez, mas não o farei, Teu Amor Assim não me Inspira.

ineveções, insinuações que sempre, sempre fizeram sobre a minha pessoa, tão primárias que veem da minha biblioteca de banda desenhada, que tenho em minha casa, e que pelos vistos foi sempre fonte de quem assim me quer denegrir. bestas, bestas , mesmo sem imaginação

dizia a folha, eram seis milhões, outrora, depois o pais zangou-se sem se zangar, quando levantou a voz e chamou alguns a razão e à pedra, preso por ter cão e preso por não ter e pequenas as pernas dos homens vão, para assim tremerem perante a razão, um pouco mesmo, escreveria, sado masoquistas.

Ah amada se eu me movesse por necessidade de ser reconhecido entre os homens ou meus passos fossem função do amor em que me trazem, já não me mexeria mais, mas não te preocupes, comigo, amada, que assim não será.

Canção da india com homem que mora aqui por detrás da casa dos olivais, nas moradias e que tem dois peluches no tablier do seu carro.

Pavilhão desportivo ou escola, ou escola com pav.desportivo

Ur do porto universidade

Na mouzinho de albuquerque

Existe uma ligação com o porto, rui rio estava em aveiras na manha do milagre, de fevereiro, tambem lá passaram outros conhecidos, parecia um encontro marcado sem o ser, ou uma passagem a ver qualquer coisa, eu, e o que fazia

Ah senhora minha musa, encontrei-vos numa revista a olhar para mim com ar meio triste e desconfiado. No momento em que a vi em foto, lembrei-me de si, reconheci-a, num encontro, que foi mais uma batalha campal em terras de frança, aqui, recordo um só brevíssimo instante em que se virou muito rápido para mim, sentada nas filas de baixo, e de novo voltou sua face e me recordo naquele instante da beleza daquele rapidíssimo olhar que me deitou e que me encheu de calor, com o amor de outras belas mulheres que se encontravam também na sala.

Hoje de manha, em frente à casa de meus pais nos olivais, mais precisamente num banco de autocarro que fica defronte a Igreja dos olivais, estava sentado, acendi um cigarro e descansava meus pés de longa caminhar pela noite em seus braços, nos braços do amor, na fachada da igreja, uma faixa com um bela fotografia da Mãe de Jesus com ele ao colo, mão em cunha como que o mostra à nós todos e diz, aqui está meu filho, o Jesus, o que vos dará conforto e descanso ao virem a Ele.

E quando estou nisto, reparo numa pedra de calçada que está na borda do passeio e que pela minha posição fazia uma linha que apontava à Nossa Senhora e de repernte me dou conta da pergunta, uma pedra na mãe de Jesus, uma pedra atirada ao menino Jesus? E quando realizo que é este o sentido, olho para trás de mim e nas faixas pintadas no vidro da paragem onde tenho as costas encostadas, leio, cemusa, Musa europeia, a minha musa, a Senhora e pergunto então, quem o fez, olhei à esquerda o chão e vejo uma capa de telemóvel, prateada, amachucada e levanto-me para aproximar e ler.

Vodafone, de novo o mesmo homem, que me apareceu em diversas ocasiões no meio deste tempo todo, um homem que de certa forma se parece com outro que me faz guerra, o Pedro Curto. Desatei a chorar, quando percebi que lhe tinham enviado uma pedra a si, Senhora e depois chorou o céu e depois apareceu um arco Íris no céu, todo inteiro, o arco, embora não lhe pudesse ver as extremidades, pois os prédios tapavam.

Pouco antes um cartão vermelho da vodafone rasgado e uma um jornal com uma noticia relativa ao Saramago. Memórias da sua infância no seu novo livro, o mesmo que aparecia num outro jornal na véspera, no meio de uma igreja, rodeado de muitos e dizendo que ainda gostaria de escrever um ou dois livros.

vodafone, o telefone do seis vermelho, o saramago? parece ser este o sentido que mais sentido faz.

E quando estou nisto, para um autocarro, sai de lá senhora condutora que se dirige à caixa de lixo, no poste que estava à direita à minha frente para deitar nele qualquer coisa, cumprimentamo-nos com o olhar em forma discreta, quase silencioso bons dias naquela hora ainda deserta de pessoas e quase de som, não fosse o cantar dos meus irmãos e seus irmãos e nossos irmão pássaros.

Quando o autocarro arrancou, levanto-me e vejo lá um bilhete tipo senha de espera que pela chuva ficou colado na bardina do caixote. Tem um numero 434, ao lado dez traçinhos, mais uma potência de dez, como as contas das desgraças geralmente me apareçem ao olhar.

Que conta falávamos?

Na paragem a parede esquerda tem dois cartazes, o de dentro da sacoor, um anuncio com uma casal de jovens e do lado de fora um cartaz que dá pelo nome de verdade e consequência. Por cima tem o presidente da Coreia do norte no que parece ser uma exibição militar, seu braço estendido saúda quem passa e que não vemos.

Olhando ao perto, nos seus óculos, os reflexos de suas mãos fazem uma silhueta de duas cabeças de um reptil, que parece cobras, uma mão estendida, duas cabeça de cobra com boca aberta a morder. Duas cabeças de cobra. No que parece ser um palanque do desfile outras personagens, um senhor que me parece militar francês pelo seu chapéu, tem cinco bolas brancas em v debaixo de um outro símbolo que não consigo identificar. A seu lado um outro senhor, coreano, ou chinês cuja cara não reconheço, olha o baixo, a seu lado o presidente da coreia com um botão com um normal botão de quatro furos.

Na véspera encontrei um papel no chão com contas e na suas costas manuscrito, dizia cruza os pares com os impares e aquele dizer, com aquelas contas que falava da verificação de contas e series, ficou-me na cabeça, que pares, que impares, e ali me veio de novo à mente e perguntei-me , que pares e que impares e pareceu-me ser os das bolinhas que são comuns às duas fotografias. Na debaixo, Condolezza Rice de mão direita erguida em posição de jurar misturada com saudação. Sua Face, expressa preocupação, tristeza e a sua habitual firmeza e força, que a Senhora, muita a tem.

Olha de baixo, sua cara está como que ligeiramente inclinada para abaixo e olho com o olhar apara cima, as suas pupilas encostam à parte superior dos olhos, desenhando duas luas em quarto minguante como a que hoje estava no céu.

No seu colar de pérolas, Ah Senhora, o colar das pérolas que faço a minha amada, palavras escritas em recente dia, tem dez pérolas visíveis à volta de seu pescoço sendo uma tapada por uma que não conto pois não está nela, mas é formada pelo botão do microfone que tapa uma delas mas que sabemos lá estar pois é visível em parte na fiada regular.

Do lado esquerdo, quem vê a foto, seu lado direito , o que parece ser um braço apresenta sobre um objecto que não se percebe bem, mas parece ser um copo com uma armação em ouro com uma quadrícula em aberto, com as que se usava nos copos antigos, uma outra fiada de pérolas, conto cinco. Por detrás dela em segundo plano, o embaixador John Bolton.

Temos assim na foto de cima respectivamente cinco no chapéu, quatro no uniforme

E em baixo à direita cinco e dez no colar que fica à esquerda. Se cruzar o cinco da direita alta com o dez da esquerda baixa, obtemos, 15 que me diz, unidade e estrela e que somados dá seis.

Em cima à esquerda tenho, quatro e em baixo à direita tenho o cinco. Cruzando os pontos, cruzo os pares com os impares, ou seja o dizer encaixa naturalmente na foto.

Obtenho mais uma estrela, o senhor francês e a década ou nómada, a unidade e o zero, a unidade e o todo.

Condolleza Rice tem ainda mais duas pérolas nos brincos o que dá somando as do colar, doze, que continua a ser um numero par e leio a unidade e a divisão, o um e o dois.

Somando com base no doze obtenho, 17, um mais o numero de Deus, ou oiro, oito representação do infinito. Somando o cinco e o quatro que corresponde a outra linha cruzada, obtenho o nove, o número da humanidade.

Estes números, o oito, e o nove, dão a chave de leitura, o infinito da continuidade, a continuidade da humanidade.

Estes números estão relacionados com os que apareceram no armazém cais, do grupo de bebida de Budapeste. Onde se encontram as arvores, a unidade já sem folhas e a nove quase murcha no meio das outras que fazem uma fiada por dentro do armazém.

Ao lado da sombra da palmeira feita pela luz, que a recorta na parede dos prédios modernos por detrás da paragem e frente à Igreja, no chão uma carica doirada com o número 07 e um pequeno vinco. Olhando de frente, parece um vinco no sol, sendo que o vinco desce da direita do numero para o baixo do circulo.

Ao lado da carica, encontro no chão o que parece ser uma bucha metálica em duas peças, tem escrito WU, sendo o u com dois pontos em cima, RTH e depois M10 e por baixo o diâmetro, 3/8. um papel de jornal na rua ao lado, dá-me outra chave, rá voltara do ceu, fico a pensar, mês dez, 3/8, sendo que três oito é uma operação de divisão do circulo à luz do que foi operado na ultima grande prevenção dos atentados onde o tempo teve por um momento que se alterar para poder combater os actos de terror que vi que iam acontecer e cuja confirmação me foi dada no final da operação por Londres, num comentário de um concerto de mozart que tinha demorado mais , salvo erro dezoito minutos e que fora essa a abertura que se fizera para poder ver no antes, o que se passa a seguir antes de acontecer.

Ao chegar à casa, o dicionário Lello, que deixei aberto na cama antes da volta, aberto na páginas Horácio, apresenta agora um vinco na folha em baixo, uma linha que aponta uma retorta desenhada que lá está e me recordei das imensas horas que em meninice passei a ver aquele livro e das vezes que por horas lá me encantei as ver o significado das palavras e das belas gravuras que ele tem e que sempre me maravilharam.

No meu livro onde à mão escrevo, tinha anotado antes de sair de casa, honorário, Honorato. Bispo da gália, belgica, honorário, honorato de Mourta, ilha do Brasil, honório, imperador romano 395 a 423 em constantinopla

Honorio I-papa da conciliação entre católicos e monoteistas 395-423

Honorio II fundador da ordem de S. Lazaro

E por aqui tinham ficado as notas que tomara.

Um pc está esventrado no chão. Ao lado de da placa da rua do largo de S. Salvador. Um carro branco da Opel com faixas da Oni. Na matricula um nome que corresponde ao do stand que o vendeu, Fernando Simão. A porta do Bono, uma direcção, uma data 12/1/04, duas placas partidas, perfaz um numero de telefone 44 4 912801296

Ah Senhora Amada, na noite de antes de ontem, no final da aventura, passou por mim um avião da segunda guerra igual ao que eu tenho desde pequenino e que foi construído por mim, um modelo reduzido, hoje meu filho brinca com ele e eu também quando estávamos os dois juntos.

E eu sei Senhora Amada que a deixei à chuva, bem como creio duas Outras Belas Senhoras, foi mesmo um dia e uma na noite em que deixei muito. existe um homem americano que deve jogar na liga de futebol americano, que é actor e que eu gosto muito, que esteve com a carreira em banho Maria durante muito tempo, john Travolta que tem um igual, até o cumprimentei cá de baixo mais a Senhora que ia lá dentro.

Passou mesmo por cima de mim, em direcção ao atlântico. Disse-vos adeus sorrindo depois da conversa, das contas que cada um estava fazendo, da aparente divergência delas e das relações entre os eventos vários que provam a conspiração tecno mágica dos negros e falsos mágicos e do que se tinha passado em terra, e das aventuras e das pistas que foram surgindo.

Numa outra parede, uma conotação a snoppy dog, que já aparecera a noticia da apreensão do bastão no aeroporto e portanto deduzi que os objectos roubados, tinham voltado a sua casa certa nas mãos certas. Atenção, pois não se confundam nem grupos, nem ordens nem homens, pois os poucos que intentaram a conspiração mundial, fizeram e muito bem e com triste e violento resultados a divisão entre o OTO e os AA e Outras Organizações, fizeram recair as suspeitas uns sobre os outros e assim entre eles mesmo lutaram, com os instigadores a rir de contente de fora.

E na parede dizia, tripol, que pode ser tripoli, o número 666 escrito a vermelho e snoppy dog ao lado, por baixo, paradoxo.

Pareceu.me uma pergunta, se seria um paradoxo, se podem existir mais do que um 666, parece-me que sim, diversos, mas o problemas não está com os 666, mas como a sombra dos 666, que são como irmãos gémeos dos primeiros, outros homens que actuam e vigoram e se alimentam de quem é 666.

A pergunta seria, paradoxo, existir mais do que um 666? Sim, e verdadeiro como todos os paradoxos geralmente são, o mito , pelo que expressou, pelo que foi expressado e pelas interpretação, aponta para tripla unidade, três que se irmanam, e lutando dois entre si pelo amor de um terceiro, ou pela conquista e domínio à rédea curta, para usar sua energia como complementar na negra e vil e danosa acção.

Tendo o bastão sido apreendido depois de eu o sinalizar, prova-se assim que a conspiração foi internacional, ou global, pois é um mesmo, assim dizer-se, sobretudo hoje em dia. As estruturas tripticas, por assim dizer replicaram-se num processo semelhante aos fractais como a realidade o é, se a virmos cada vez mais ao perto, veremos e reconheceremos uma estrutura sempre semelhante.

O livro perdido de boas mãos que serviu de leitura errada e prática errada aos homens que o desviaram, apareceu-me uma nova referencia a ele, aqui nos olivais. Ao pé da garagem que se chamava de cetra, quase uma declinação de seta, e que agora se chama precision e num outro graffiti, diz shadow 666, e, eu sou o Pedro, o Pedro que está com uma mascara de carnaval veneziano, daquelas com nariz comprido tipo um bico de uma retorta. Por debaixo do dizer, uma caixa de sapatos com um nome corruptela de livro em inglês. Efectivamente o livro, chegou, e foi desviado, assim parece indicar a imagem e terá ido parar a mãos indevidas.

Isto é estranho, pois a mascara veneziana, apareceu-me em minha casa, é uma mascara de um dos personagens do senhor dos aneis que comprei para o meu filho, no ultimo natal que com ele passei e que um dia me foi colocada ao lado dos cds que pela posição, indicavam uma mensagem, um destes dias, lá mais para o verão, fora alguém que me entrara em casa e que assim me deixara uma mensagem, fiquei eu assim convencido na altura.

Isto das mensagens em casa, é complexo pois sempre me pareceu que foram diversos os que lá entraram, alguns com interesses bem distintos e disso foi dando conta em pormenor no livro.

Ainda agora com o desaparecimento do segundo cão, pela forma como a cilada foi montada, mais se abriu o leque dos que poderão estar implicados nesta violação sistemática do meu domicilio.

Na noite ao lado da escola, onde estava um charco cheio de folhas, uma carta de um jogo infantil cujo reverso apresenta um desenho de um black hole e eu quando vejo este desenho, fico logo muito atento, pois ele também é o de Neptuno e da mesma forma se formam os furacões, que desenham em suas linhas de movimento das massas de ar, semelhante desenho, se bem que com direcção invertida. Diz Yu Gi Oh! Trading card game e quando a viro para ver o sua figura é de um tubarão com braços e punhos humanos, figura híbrida, chama-se Black Man – eating Shark , símbolo da agua, cinco estrelas amarelas sobre laranja sob fundo vermelho e em baixo, fish- fusion

Seeker man + Kara . Prop + Women Warrior in Sea Plain. Mr-408

ATK 21100

DEF 13200

2005-2006

sobre o grupo da Kapital, são treze ou nove, mais provável nove.

O grupo de Budapest Drinking Team infiltrou a minha família pela teresa.

Quem faz dele parte à luz do que tenho

No são Luiz, no evento da opera ao ar livre e no dia que depois lá voltei, dei com o a loja dos burnay, loja estranha pelo que se lê na disposição dos objectos. Ao lado da loja, um gabinete de advogados com quatro advogados, ao lado, depois da rua uma loja de viagens

( curioso, acabou de dar um erro, pois o word quando se escrevem palavras em língua diferente da com a que se inicia, pergunta se quer instalar o respectivo corrector da língua e depois disse para inserir o cd premium e depois disse erro fatal na instalação.)

meus senhores, vamos lá ver se nos entendemos, porque isto é mutio importante e penso que já foram muitos os que foram enganados por esta estratégia.

Parece-me evidente que muitos grupos estiveram uns contra os outros e quem está por detrás da conspiração, assim o fez, como agora, onde muitos se unem para remediar e procurar e parar quem assim faz. Tudo o que parece não é, é nota dominante neste caso, por isso é preciso ir muito devagarinho para não cometer mais erros e para que não se virem os aliados uns contra os outros, no fundo o diabo, quer sempre a divisão.

Por outro lado, a jurisdição marítima foi alterada em função da nossa ultima conversa atlântica, por assim dizer, que correu mais uma vez nas ondas ds espirito e uma coisa é ajudarmo -nos uns aos outros, a outra é abusar de qualquer pretenso poder para o fazer.

Se houver duvidas que se esclareçam sempre primeiro. E não façam nenhum mal a nenhum dos bons que senão tem que se haver comigo, estou farto de vos repetir, e não me parece nada de extraordinário que na propiciação do ambiente da leitura por assim dizer, que se está a passar nesta altura, não possa existir mão propositada para criar mais enganos e assim por tudo a perder.

Vamos lá primeiro verificar se assim foi, caso seja este o caso, desta relação com o tradutor que pediu para ser instalado e que deu na sua aparência erro fatal. Não abusem da minha paciência, nem do meu saber, nem do meu ajudar, que o que eu sei, posso sempre sabe-lo por mim e pela luz, e as minhas duvidas nestas ultimas viajens tem sido isto mesmo, se não farei mal a precipitar-me indo atrás do que me dizem, embora seja meu o ver, quanto é nosso, o nosso ver.

Percebo o vosso stress e vontade de arrumar, mas vos garanto que ninguém a tem maior do que eu a trago, portanto, se calhar vou mesmo ter que deixar de vos ouvir e caminhar pelos passos da luz . isto aqui não se trata de ganhar nenhum prémio, nem mesmo quando ouço a alguns até em modo gentil perguntar e dizerem-me em espirito que serei o primeiro em muitos, muitos tempo que não quer nada pelo que fez, nem é assim, pois eu sei o que quero e o pedirei quando o achar que for de pedir. Ladrões não faltam e se alguém tem o azar de escolher o errado, será responsável pelo fim do mundo a curto prazo.

Eu por mim estou com a mostarda pelo nariz, pois de todo me acusam nesta ultima fase e eu nem tive ainda o tempo para inquirir e entalar contra uma parede os filhos da babilónia que assim o fazem. Só consegui avançar um bocadinho, sei que me acusam de maus tratos a uma mulher, sem terem especificado quem, creio que a Teresa , por dedução do que se tem com ela passado e de houve um filho da babilónia ou meu amigo, que não mais o creio poder ser, que disse que eu um dia tinha chegado lá,em lágrimas a confessar um crime, também não disse quem era a vitima.

Quando lhe perguntei mais sobre esta matéria, disse que quanto a violência, a tinha dito em sonhos em duas noites que lá fiquei na sala dele a dormir, por pura exaustão, nem admito que duvidem de mim, pelo conteúdo de meus sonhos a dormir, pois isso é longa conversa. Sobre o resto, o crime, mais grave o é, na medida em que não dizem quem, e eu não recordo nenhuma confissão em lágrimas ou sem ser em lágrimas. Sobre crimes e criminosos e cúmplices de criminosos já muito aqui escrevi, e sabem todos os que me leram muito bem o que penso sobre este assunto e eu chora por muitos crimes que vejo acontecer no mundo.

Estou farto desdta historia toda, que pensei que se prendia exclusivamente com o pretextar para afastar de meu filho, mas já vi que vai muito mais longe, que assim pretendem ir, até ao fim, de mim, mais uma vez e isso não vai assim acontecer, garanto-vos, nem que vos leve todos para o ceu. E isto aqui há planos que se misturam entre a mão humana e a mão divina e são muitos poucos os que estão patos para o entender e mesmo assim é preciso pensar o quanto baste separando o que é de separar, visto que lixo e objectos podem ser plantados de uma certa forma, outros não, são o acaso organizador e organizado que o faz e esses são mais validos.

Não me amolem a cabeça que isto não é VIA DO AMOR

Continuo. Na loja de viagens na montra, a torre de Toronto, parecida com a torre, parte de cima com a Torre Vasco da Gama, parecida com muitas torres de telecomunicaçoes que existem em outras capitais europeias. Uma rede de antenas que foi usada para dar uma ajudinha tecnológica ao resto do que se fez, melhor dizendo que alguns poucos fizeram, para que o resultado assim acontecesse e tanto mas tanto sangue corresse no mundo nestes últimos tempos.

Ah Amada, perdoa-me estas histórias dos homens, que são burros em vez de amar, mas uma coisa me perturba nesta história do nosso encontro e encontrar , pois daquela vez que já te contei há largos meses atrás, senti que poderia existir perigo para ti, mas esse perigo se bem que presente, me parece ter uma origem em outro tempo muito anterior pelo que dele me apercebi nas suas características de seu acontecer, não tenhas medo Amor, nada de mal se passará,

Ah Amada Mais Amada, aqui volto para te dizer que o Arco Iris Hoje de novo nasceu como tem assim nascido em outros recentes dias e por isso sei de ti próxima

Ah Amada

Hoje Amanhecemos na mesma Cidade

E uma parede me disse a meu antigo nome

De como acordaras infeliz

Como poderia em outro modo ser

Se ainda não ficamos nos braços , um do outro

E eu vejo o Céu a Chorar

Lágrimas de Tristeza a Tua Triste Zanga

Ah Amada

Quando falámos

Um breve sobressalto

Respiração de Minha Alma

Se Fez

Lia-Te eu

Uma pequena

Parte de um poema longo e

Não terminado

Como o Poderia

Se não estou em teus braços

Tu nos meus?

Não Te perguntei

Do sobressalto

Pois meus olhos

Não o viram

Foi meus ouvidos

Que Ouviram

O Respirar



Na noite desceu o nevoeiro do silêncio fundo e quieto e ao longe ouviu-se o comboio a passar até seu parar.

Acamparam os passageiros sob o manto da lua e um disse, vou pescar, pois o tempo, o tempo, meu amigo, não existe, está como este velho comboio que parou, parou no meio da linha sem ir para a frente ou para trás que são as duas direcções que os carris lhe permitem e mesmo isto é relativo ao que considerarmos para a trás de mim ou para a frente de ti, até já, vou pescar ali naquele sitio que daqui pelos reflexos de prata parece ser um lago, pois isto está para ficar aqui um bocado, não que eu tenha pressa alguma, pressa só de chegar aos braços de minha amada, mas digo-lhe um segredo, estou sempre neles, mesmo no aparente longe.

Estranho pescador, pensava seu amigo que ficara dentro da carruagem, jogava espadas em cartas sobre o tampo a entreter os relógios sem ponteiros.

Pescador do Amor, ele pescava o Amor em rede invisível de malha certa, tudo para Sua Amada comentava sorrindo como menino, outros diziam dele que era lunático sob a Lua e doido sobre o Sol, pois é plausível a diferença entre um lunático ao luar e um louco solar.


Quem Sois Vós Senhora Do Poderoso Amor Que Meu Coração Inteiro Nas Vossas Mãos Levais

Quem Sois Vós Senhora do Amor Que Me Tendes E Me Trazeis

Quem Sois Vós Senhora Poderosa Do Poderoso Amor

Por Si Duas Estrelas Bailaram Na Noite Pelo Zénite do Céu
Por Si o Vento Conduz Meus Passos
Por Si Os Pássaros Conduzem Seu Caminho
Por Si a Tempestade e Grossas Arvores Se Deitam Ao Lugar

Quem Sois Vós Senhora Amada, Que Rosto e Face É Seu
Quem Sois Vós Senhora Amada do Amor
Que Sonho Sonhais Que Me A Faz Ver Nos Ponteiros do Relógio
Da Torre depois da Minha Palavra o Tempo Para Si Apagar

Razão Tendes Senhora Pois Sois Vós a Senhora do Amor
Sempre Seu Seio Ancora e Se Deita O Sonho A Sonhar
E Tudo a Bailar Desejos de Voltar

Razão Tendes Senhora Que Ninguém Rouba o Sonho a Sonhar
Pois Não É a Vida Um Sonho Que Se Sonha A Sonhar

Na avenida dos oceanos no caminho de Ulisses encontrei o cruzamento da Penelope, por Ela seguindo a música virei, subi as escadas que a Senhora crescida, simpática e feliz como antiga Aia me acolheu e parei por um instante da tarde no banco a ver os pares a bailar.

Contigno à Casa o Lago Contigno das pedras em seu mar, os azuis azulejos rezam história de uma Senhora que oferece uma rede a seu Amado para seu pescar
No meio das pedras do lago parado, vejo de repente minha face na agua reflectida, sou eu, o Pescador.

Boa noite bestas amadas, jantasteis bem?

Barriguinhas cheias , bons vinhos a acompanhar, gastastes quanto nos restaurante, cinquenra euros para duas pessoa e o filho em casa ao cuidado da ama.

Mais um dia que passa, cerca de onze mil meninos que no Uno mundo se foram pela falta de um copo de agua, de comer e pelas doenças que podiam ser tratadas.

Dormam bem, tem razões para isso e não se esqueçam de deitar as sobras no lixo como sempre fazem.

Antes que as bestas perversas venham começar a levantar as negras poeiras acusatórias, vamos lá a ver se nos entendemos sobre um ponto básico, a cia ou qualquer outro serviço secreto ou de informações não são a imagem da besta nem geralmente são associações de criminosos ou terroristas, mesmo que as suas actuações sejam por vezes meritórias de critica.

Foi a cia que agora recentemente apresentou um relatório onde admitia a existência de diversas torturas fisicas e psicologicas como os homens acordam de classificar na sua visão esquizofrénica do real, na medida em que o corpo é trono do espirito e enquanto o ser respira andam sempre os dois associados.

Um cidadão de Bem pelo Bem, por principio deve colaborar com elas quando as circunstâncias assim o ditam a razão assim o aconselha e no mundo de hoje, preenhe de violência e com um vaso cheio de terror sempre pronto a eclodir, papel continuarão e deverão continuar elas a ter, se bem que sua natureza em parte deve ser distinta da que vem tido a ser, e sobre esta matéria já este livro reflectiu.

Uma agência de informações está ou deve estar sempre sob a alçada das entidades que governam e aquelas que fiscalizam a sua acção.

Todas as organizações desta natureza, reproduzem os modelos organizacionais dominantes nas sociedades, com as exepções que decorrem da necessidade de segredo, segredo, que é e deve ser utilizado numa óptica de protecção dos cidadãos e dos paises e tambem certo será que um dia não haverá mais paises, os homens acordarão e perceberão o que sempre souberam e trazem dentro de si, e esqueceram por causa dos medos que resultaram das formas do seu viver no modo em que o trazem e levam, que pertencem todos a um mesmo unico país que se chama Universo e que Todos são Irmãos e todos os medos se acalmarão e não serão necessárias mais agências desta natureza e os Esposos mais tempo terão para seus abraços e beijos, que é o Fito de Deus, da Vida, da Luz e Do Amor pois não existe rigorosamente mais nada a fazer na vida senão, que Amar
Minha Amiga Amada Que Cuida das Almas e Faz Bem Seu Cuidar me telefonou e me disse, vem visitar-me para eu te fazer festinhas e lá fui eu, não que elas sejam literais, mas festinhas é sempre coisa agradavel e bem eu gostaria da Minha Amada as Ter.

Me perguntou ela, então como vão as coisas e eu lá lhe contei, de como acabara de viver a morte do Franscisco em vida, de como isso acontecera. Ela que é uma mulher forte me disse em sua casa depois do jantar, o teu filho está morto e tu tens que a isso te habituar, todo o meu corpo tremeu perante aquele dizer, era lúcido seu dizer, mas não deixava de ser brutal.

Para quem não sabe o que é um filho ser morto em vida, eu vos conto o que vivi e senti.

Recordai primeiro aquilo que sempre sabeis mesmo quando o trazeis na aparência esquecido, que as crianças adquirem o travamento de seu coração até aos cinco anos de idade, como os dedos completos de uma pequenina mão, como uma estrela de cinco pontas e seus multiplos e não foi por acaso que o afastamento se deu no ultimo dos anos da sua nuclear formação como Ser, não o foi, nem geralmente o é e quando assim acontece, é logo de arregalar muito o olho, pois assim sê-lo, desvela uma maldade muito sabida, consciente e que foi muito bem pensada na sua execução.

Um filho morre em vida, quando perde sua alegria, ou parte dela, porque os que vão perante elas perversos assim no negro obram, um filho morre em vida quando é levado a deixar de ter confiança no seu pai, um filho morre em vida quando o ensinam a ter medo do pai, um filho morre em vida, quando lhe ensinam em tenra idade a mentir, um filho morre em vida quando pela vontade e força dos adultos, o afastam de um dos seus pais.

Um filho morre assim em vida às mãos dos que lhe fazem o dano e um pai com ele em duplo morre, morre pedaçinho por ele, pedacinho por seu próprio coração ao ver imensa maldade impune em seu aparente truinfo e reza e luta para o recuperar e tem fé que o amor de novo tudo componha.

Não consegue um pai e um filho estabelecer uma relação a conta gotas, em casas dos avôs estando um com o outro duas horas que sejam de vez em quando, onde o filho diz ao pais que não, quando este lhe diz, está bom tempo, vamos dar uma volta, não ao algarve, mas sim à praceta lá em baixo ao redor do prédio, dizendo-o e jurando aos outros adultos, que não vai mais longe e que volta, que voltará, que não vai fugir com a criança, e vê nos olhos de seu filho a atrapalhação, de quem vem encomendado para dizer que não, e o pai treme, meu Deus, o que lhe terão dito de mim, o medo que ele tem, e o pai então não o força e mete para dentro e engole em seco e vai definhando por dentro e as silvas da tristeza se enrolam em seu coração, começaram um dia a trepar devagarinho e um dia quase param seu bater, pois não há arte, nem jeito, nem habilidade nem criatividade para alimentar uma relação nestas circustâncias.

Um pai morre, quando num ano, na única vez que se encontram fora da casa atravessando a rua para ir ao centro em frente tomar um café, lhe diz, cavalitas, e o filho lhe responde com um ar e tom demasiado sério para sua idade, eu agora sou crescido e renasce no momento seguinte, quando pensando bem no que deseja e não no que lhe dizem de ser certo ou errado com o pai fazer, diz, sim, face a rir e lá vamos nós às cavalitas como sempre fomos durante todo o tempo que juntos vivemos, desde que nasceu.

Um pai morre quando não consegue fazer seu filho sorrir e rir e mesmo a brincadeira se torna dificil, pois tudo aquilo, os poucos momentos são como um estar sem estar e um zanga e uma tristeza se infiltram.

Mas vós sois as bestas que quando andam para aí entretidos a viver, se tal se pudesse em propriedade dizer, sobre os términos da gravidez e tem ainda entre vós uma lei que mais uma vez é prova evidente da forma iniqua com que tratam as Vossas Irmãs, as Vossas Mães, as Vossas Esposas, as Vossas Filhas, pois a lei que trazem enquadra e regula, ou pretende enquadrar e regular estas questões, como se elas fossem exclusivas da mulher.

Algum de Vós porventura nasceu sózinho do ventre de uma mulher? Não participa o homem com a mulher na criação de um novo ser?

E se assim o é, porque razão a lei que trazem, só às mulheres condena?

Ou quando um aborta, o outro não, ou se esta ideia for chocante para vós, os machos, mesmo sendo a mulher que sofre em seu corpo, a responsabilidade não é tambem do homem, porventura alguma vez em alguma situação, o deixa tambem de ser, na parte que a ele lhe toca no fazer e no desfazer?

É triste e claro negro dizer, pois o que diz, é que vocês levam Vossas Irmãs , Vossas Mães, Vossas Esposas, Vossas Filhas como menores em relação aos Homens que assim pretendem ser e não são, pois nem igualdade lhe reconhecem, que força e justiça é essa, que não trazem, que não reconhece nem garante a igualdade entre uns e os outros, todos antes de mais irmãos?

Algum homem foi alguma vez preso por ter feito uma interrupção voluntária da gravidez?

Vós assim vos condenais a vós próprios como bestas, como bestas esclavagistas da Senhora em Todas as Suas Faces e Sois Filhos Desnaturados e Arrogantes Face a Quem Vos Dá a Vida e o Viver, Não só no Ventre, como no Colo cá Fora, quanto existe um fora e um dentro no continuo Infinito que á vida é.

Vós deveis viver num país diferente do meu, onde todos parecem ter sempre tempo para mal construir, um país tão desenvolvido onde os Seres tem tudo o tempo do mundo para participar no governo da cidade e onde Todos se entretem a Fazê-lo, pois são um modelo e virtude da participação directa dos cidadãos e já enterraram em definitivo num longe, muito longe, a velha organização do sistema politico que por vossas mãos erigiram, e que servia para que os partidos, as arrogâncias, os concluios e o tráfico de influência e as corrupções e favorecimentos e protecções de todas as ordens e naturezas, vingassem.

Vós deveis viver num país diferente do meu, onde o dinheiro não é preocupação e portanto referendos se fazem todos os dias, pois nunca olham para um problema em sua totalidade e são certamente todos filhos do alfaiate remendão, pois passam a vida a preferir remendar, mesmo quando está tudo coçado e mais não dá e o tecido novo à vista em cima da mesa do corte, corte para alguns, que outros dormem na rua ao frio.

Quantas refeições no mundo se poderiam confeccionar, com o dinheiro de um referendo torto em seu fazer?

Quanto custa ao país um referendo, alguém sabe?

Alguém saberá avaliar seu preço, incluindo o tempo que os que se amam retiram a seus beijos, para com os outros conversar?

Ou quanto custo um beijo, se é que um beijo tem custo?

Vós esqueceram a arte da construção do Templo da Vida e do Amor.

Vós, esqueceram como se constroí o Arco, pois pareceis começar sempre ou por cima ou por parte, ou esquecerem algumas paredes, outras mesmo as fundações.

Discutis e referendais a parte dos limites da vontade em não ter filhos, mesmo depois de os fazeres e das consequências penais e esquecei-vos de conversar e acordar a forma como levam a vida aos que aqui estão já a viver, olham parte do problema e da questão que se propoêm resolver e fecham os olhos a tudo o resto, resto?

Pensais bem, se é de resto, que se trata e vide-vos ao espelho em tal dizer a ver se veem o que dizem sem dizer, vide vossa pequenez e egoísmo a escorrer pelo espelho.

Marcam a data do referendo, começam por aí, mas poderiam começar por conversar sobre o problema, ou melhor, começar por perceber e levantar as diversas questões que se relacionam com o viver e os filhos, o que está mal, como poderia ser melhor, quase uma falência de método, é o que isto desvela, mas vós tendes belas escolas e belos projectos educacionais de onde saem todos mestre em saber pensar, assim o deixam andar desde que me conheço.

Vós correis sem pensar e continuais a correr, ou pretendem fazer outro amanhã para as restantes questões?

Ou talvez um cada dia que passe para pôr em prática a participação directa que no vosso país tem tido elevados níveis de partipação, como todos sabem, tanto e tão crediveis se tornaram que alguns dizem mesmo que se calhar nem deveria existir referendos, mas esses são os pássaros negros, que o que pretendem é sózinhos mandar, mandar a seu negro jeito a fazer o negro feito.

Cesariny, me recordo pouco e muito, pois estranho é e não deixa de o ser, tantas as vezes que nos tivemos para encontrar e tal nunca em carne aconteceu e contudo muito me acompanhava ele, muito trazia eu dentro de mim, o poeta pintor e muito mais.

Vós deveis concerteza habitar um país diferente do meu, pois no meu, quando abro de manhã o jornal e leio que um homem partiu e o poema que vem na capa trás uma linha que diz e narra, meu nome há muito na lista dos tiranos, e um amigo dele diz que se foi em pleno exercicio de sua Lira, o meu coração e sua consciência estremeçe, pois todos os seres e os poetas e os poemas são para levar a sério, mesmo que sejam brincadeiras surrealistas, que como qualquer brincadeira, é sempre a séria.

A vida é um contínuo, quem anda consigo em verdade e regista o saber dessa verdade, está de certa forma em sua forma certa a escrever aquilo que vós chamais de futuro e é impressionante como as coisas sempre estão desenhados no ontem quando vemos o hoje.

Louvai sempre os artistas e a arte, louvai sempre as suas dávidas, seus presentes de luz que ainda em tempo recente alguns dos que já cá não estão, vos livraram de atentados e da mesma forma aconteceu com outros que ainda cá estão e a quem voto que continuem a estar por muito e bom tempo. Bem sei que estranheis esta afirmação e este afirmar, mas é assim a vida, a vida Real, não a vida que muitos de vós vivem no que dela sabem e ambas são a mesma, convive lado a lado a maior luz e a maior escuridão.

E chegaram um dia à Latina Europa duas cassetes com uma das raras entrevistas que ele dava e dera numa livraria e quem as trouxe para mim se virou e disse, isto aqui é ouro, vale muito dinheiro e eu lhe perguntei, porquê e ouvi como resposta, depois de sua morte por quem é, e eu estremeci, e fiz naquele momento um voto secreto em meu coração, que ele nunca se fosse ou fosse então muito velhinho e senti que aquelas cassetes ganhavam naquele momento um valor de penhor, um valor de penhor ao voto que fiz e ganhei nesse dia um hábito de vez em quanto, ir verificar se as cassetes estavam lá no mesmo sitio, um hábito que se tornou anos.

Em tempo recente, um vento me chamou e acabei por ir dar a uma exposição sua ali para os lados do chiado, que contava em desenho e verso uma história de um triangulo amoroso, uma história que ao que parece se basearia numa outra que tinha na epoca acontecido.

E na noite, vespera da sua morte, coisas muito estranhas e raras se passaram, uma estrela se moveu no zenite e deixou escrito em meu ver, uma sequência e um número e em dia seguintes muitas arvores tombaram, no bosque onde estava nessa noite, uma grossa ao lado de uma que trás em si uma marca e um simbolo, na terra tombou, raizes todas à mostra.

Não fica quieto meu coração quando um poeta parte assim, sem tentar perceber se partiu antes de seu certo tempo ou não.


Cesariny era um génio e apercebo-me agora que me deixou uma mensagem, me deixou uma mensagem na esperança que eu a conseguisse decifrar, deixou uma mensagem em diversos pedaços sendo que um dos mais importantes é uma antiga nota de quinhentos escudos e uma história de soletrar.

Ah Amado Cesariny, Que Grande És, mesmo sorrindo como menino travesso, de lingua de fora como apareceste numa das tuas ultimas fotografias aqui ainda em vida de corpo.

Minha Amiga Amada na noite alta me convidou a lá dormir e em seu sofá da sala me deitei, de manhã quando tomavamos o pequno almoço na sala, olhava a janela, quando uma gaivota se aproximou voando quase a bater na parede do prédio e eu lhe disse a sorrir, se calhar não devia ter cá dormido, minha Amada parece-me que está com ciumes, foi assim que Te vira no voo da gaivota ao chegar.

Sentado no sofá que dá para a sua estante um livro me chamou à atenção, tem como titulo Diário de Édipo, édipo o cego que via e não sabia e assim matou seu pai num cruzamento fortuito numa encruzilhada da vida e casa posteriormente com sua mãe. Curioso mito, que muito tem vindo à baila e ao bailar, como se alguns tentassem fazer-me crer a mim e a outros, que um mesmo, ou semelhante drama se atravessa em meu viver, na minha vida em meu ser e em parte razão tem, pois todos os mitos nos atravessam a todos, mas o que leio do rumor do vento que corre à volta do mito tem outro tom, um tom mais negro como uma acusação que sopram sobre meus ombros a ver se cola, se a eles se pega, ele matou, ele matou o pai e casou com a mãe e sei que este sussuro tem sido constante ao longo dos ultimos anos, para falar com toda a extensão da minha memória, mais do que nos ultimos anos, houve sempre quem chegasse e o contasse, como vindo num cavalo de tróia, a tentar penetrar o que não sabe, o que se diz pela insinuação, o que se diz e se ouve e a outros eventualmente convence, ou semeia a dúvida.

Abro o livro ao calhas no calhar dos dedos nas páginas do fim, quero ver o que o autor fala do fim, que desenlace apresentou na sua interpetração do mito que em parte o terá atravessado, e ele fala conta e escreveu, de que um sátiro fará a demonstração ao mundo que só o caminhos de Palas é caminho, só o caminho de Atenas é caminho de salvação e que acampanhando o sátiro, virá a menina de cabelos doirados de sol que trará a prova, e de repente tudo aquilo encaixa na equação, no enigma que se atravessa entre mim e minha amiga, que nós andamos há muito tempo a decifrar, as palavras do livro que foi escrito há muitos anos atrás, são proféticas como todas as palavras e todos os livros escritos ou falados com a verdade e a busca da verdade em cada coração, pois a verdade é a luz e o fio do ler e da leitura do eterno em cada momento de sua expressão.

Sobe-me uma onda quente e luminosa, sim aquilo faz o sentido, as palavras que repousam num livro escritas por um homem que já partiu preenchem os hiatos e concluem o sentido. Eu que aqui na rede, usei durante muito tempo da escrita deste livro, uma imagem de pam, que pode em certa medida ser considerado, um imagem de um sátiro, meio homem cornudo , meio animal com seus és de cascos fendidos, a flauta de cana em sua mão, cantando às espigas que representam a vida, a cidade e o campo. Minha amiga, loira como o sol, olhos azuis da côr do horizonte e a prova são umas folhas de papel, umas pequenas cartas de troca de correspondência electrónica entre dois seres.

Minha amiga de longa data, dos tempos de adolescência, do mesmo grupo politico dos liceus onde nos cruzamos e nos conhecemos, depois longos anos estivemos sem nos encontrar e uma noite, no aparente acaso que em verdade sempre se chama destino, nos encontramos, a quatro, e passamos a noite juntos, poisamos sem dormir em sua casa, o outro homem é o homem da correspondência, sei-o agora e corresponde ao real.

Depois estivemos outras vez muitas luas sem nos ver, um dia a amiga que estava comigo nessa noite em que os quatro nos encontramos me contou ao telefone que a nossa amiga, tinha tido um acidente de viação grave, telefonei-lhe e foi visitá-la, já estava de novo ela em casa depois de ter passado larga temporada imobilizada numa cama de hospital.


Na manhã a seguir à nite em que lá dormi, mais tarde em seu quarto, que é onde agora de novo escrevo reconstruindo toda esta história, porque vá-se lá saber depois de a completar on line, quando tentei guardá-la como esboço, visto ainda não a ter acabado, o blogger ficou sem ligação e aparentemente se perdeu, visto não ter ficado guardado o que durante toda a tarde escrevi, a bem dizer, como nada se perde, digamos que as letras e a palavra se foi no espaço, se foi a navegar pelo mar infinito do espirito infinito onde tudo sempre vive

Dizia eu que nessa manhã em seu quarto, abri o livro e li na página, o seguinte dizer e reza.


O Trânsito


.... Prudentes sábisos insinuam-nos que o adolescente não sabe a vida. Que vozes são essas? Vozes roucas, secas, impuras. Aui onde eu já cheguei, passados os anos itenerantes, bem vejo, bem reparo que não me completei, e, enquanto assim sou, algo da adolescência me sustenta. Orgulha-me esta condição. fito as barbas inponentes dos sábios viventes, desprendo imensa garagalhada como se soltasse uma ave prisioneira na mnahã dos povos:- nos brancos fios , soltos ao vento, e sem que os sintam, brincam sonhos de infante. Que se passa, capitolinos senadores, que vosa não comove o olhar impoluto da juventude?

desesperada comtemplação lhes deixa os olhos vazios, silenciosa, paralítica, uma sabedoria sem futuro. Avanço descuidado por entre filas de estatuas do passado. Como antigo bárbaro, levando porém comigo a nova ciência... Avanço com o meu povo, obstinado e alegre, em direcção ao porvir. Os olhos dos senadores estão seguros ao mal da existência e esperam a morte... Avanço mais, por entre as engelhadas faces, até atingir o mar seminal do nascente mundo. Para trás, contrafeitos e absurdos, ficam os que desistiram de viver. Lá estão, abomináveis, incertos e inúteis. Pedras jacentes, abandonadas pelos legionários, sem tribunos nem centuriões- as mãos vazias, descarnadas, pendem para a terra. Quer se concebam deuses esquecidos nos subterrâneos da hoistória, que se pretendam subindo para o ignoto, quer se escondam da verdade ou se iludam na contemplação do absoluto, são museus abandonados. Vergados como soturnos lamentos de job, os veklhos capitolinos sentem o anbsorto tropismo do subsolo. Crêem-se vivos e caminham para a tumba. Nada agora lhes é tão solidário e fraterno como a morte. larteja-lhes na enquarquilhada ideia sangue corrompido. decretam inultimente o nosso regresso como se as suas vozes ainda soassem a vida, como se o seu deserto fosse habitável ainda.

Assalta-me a diabólica vontade de transpor esta queda dos mitos para a sátira. Olho a multidão de jovens cantores. Aceno para um deles. Mal me vêem e ouvem. Insisto, até que aí vem saltitante, um garboso sátiro de flauta em punho, bronzeado como um ser tropical. Os cornos brilhantes se adornam de flores e frutos. da boca carnuda escorre-lhe água pura, limpa, transparente. Salta na futura morte dos senadores. Cabriola. Uma luxcidez satânica transparece-lhe na testa. Em redor, os amantes da verdade dão-se a mão e soltam o cântico do futuro com penetrante grito. Uma jovem intenta transplantar as barbas secas no solo fecundado da alegria. Mas as barbas estão mortas, não renascem, não reverdecem.

o derradeiro senador arrasta-se penosamente até à última igreja da terra. As mãos incertas seguram a corda ritual e, no ar habitado pelo canto da juventude, penetra fúnero lamento: os sinos dobram. As cidades antigas ficam para trás enterradas em poeira. E uma estival irradiação, ainda insciente mas cristalina e sólida, nimba de realidade o mundo esvaído da antiguidade. Já se não distinguem as vozes proféticas da Sibila. Hermes subterrâneo.

eu vos digo que o jovem sátiro acaba de sossegar os povos da terra. quem quiser subsistir tem de optar pelo caminho de Palas. E vós, que vos não quereia enterrar voluntáriamente, fiqcai aí nessas pedras queimadas, encantados implacavelmente pelo silvo das serpentes. Nós, nós vamos aportar a Vénus, com virtude e alegria, com uma novíssima gaia scioencia nos olhos e nas mãos benditas! Gloriosa juventude, que nãop se demite! Avante! Há gritos de aves no espaço.
... ... ... ... ...

Em frente dos suplicantes o Rei promete castigo aos que provocaram a ira do Destino. Apodrecem os frutos da Terra, desfalecem os germes concebidos no ventre das mulheres. Grita a Peste enlouquecida. A cidade estremece. Ó filha da esperança de oiro, socorre-nos!

Assim Édipo se viu no dilema: persistir na esperança desesperada ou passar o rio- na outra margem do qual se situa a conquista e a esperança imorredoira. Édipo o disse: Não se opta sem renúncia, não se abandona a terra do nascimento sem a contemplar pela derradeira vez. Édipo renunciava e nessa renúncia descobria a cura da sua desolada situação.

o caminheiro parou breve instante e sorveu o ar do pátria perdida. alcançou com o olhar o horizonte do passado. Para trás ficava muito dele próprio e , para a frente, muito, muito mais ainda. Por isso Édipo experimentou uma larga sensação de liberdade.

Não se corta porém a vida sem culminação da dor. Nunca, em nós, o passado desfalece totalmente. Antes que a sombra mergulhe na névoa e a memória se despovoe da presença, carrega o homem com o seu mundo. Édipo sentiu um unexprimível sentiomento de nostalgia amassado de desaladora náusea e, ao mesmo tempo, contraditoriamente, um misto de fervor e alegria. Para trás ficava a amante impossível, o amor culminado, os dias paradoxais, a luta comprometida, a vitória da dignidade, o malogro, o crepúsculo e a amadrugada, a morte omonosa dos heróis, o advento do medo, o nascimento dos homens e o sacrifício sem glória. Antes da inerrável epopeia, o tempo do lirismo, do idílio, da vida dramática, da tragédia.

Nessa noite ocidental escreveu Édipo o derradeiro tema do seu diário, e, quando outra manhã surgiu a oriente, já ele o tinha depositado no bosque das Euménides. Num dia de maio terminou a gestação da esperança conquistada e já outro sentido se inseminava na vida. Ninguém agora sabe o pardeiro de Édipo. Ou talvez o saiba a gente escolhida para dar testemunho so significado da opção. raramente é dado saber-se o que acontece aos homens da aurora. Infiltram-se, um dia, no coração da cidade alarmada, sedentos de verdade e justiça. Uma vez aí ordenam o tumulto e a efervescência até converterem essas forças em algo que mereça a pena ser lembrado. O herói é efemero; nós sabemos, porém, que a vitótia pertence ao povo que recolher a herança: Um dia virá em que os habitantes deste país o encontrarão vivo ou morto para interesse da sua propria salvação.

assim acabava o autor seu livro, acrescentado a frase a seguir aos dois pontos ao extracto de Édipo em Colona de Sófocies.




Minha amiga amada ia de férias a caminho do Algarve e teve um grave acidente na auto-estrada. Com ela viajavam duas crianças, seu próprio filho e outra criança filho do homem com que vinha a ter um caso, que faleceu no acidente.

Seu filho ficou bem, ela esteve de pescoço internado num hospital durante largos meses.

Não se recorda de todo o acidente, pois perdeu os sentidos e assim nas vezes acontece em situações de grande choque e se por vezes ao acidentes são estranhos este também lhe parecera e me começou a parecer a mim também à medida que fomos dele falando ao longo de diversas vezes.

O tempo estava bom, recorda-se ou assim pensa recordar-se, que de repente começou a chover e a primeira memória estranha que tem, é uma memória de uma sinalização que lhe aparecera na faixa central de uma silhueta negra sobre fundo amarelo, que é um sinal de aviso de possibilidade de atravessar, que dificilmente estaria numa auto-estrada, visto não estarem a decorrer obras naquele local.

Contudo tem uma imagem assim ou equivalente pois foi esta a equivalência que se conseguiu por assim escrever, reconstruir de qualquer coisa que ela não sabendo o quê por bloqueio de memória, sabe que a perturbou, ia em recta a uma velocidade normal de auto estrada, tinha ultrapassado um carro, e de repente o seu carro saiu da estrada e capotou diversas vezes. Estranho para mim, foi que o carro que ela ultrapassou não tenha parado para a socorrer pois necessariamente assistiu ao despiste. Fê-lo um outro que vinha mais a trás.

Iam a ouvir música numa cassete que o pai do que faleceu, lhes tinha aparentemente gravado para a viagem, fora ele também que se oferecera à minha amiga para na véspera da viagem levar o carro a uma breve revisão que segundo a minha amiga amada sabe, terá sido feito numa oficina para os lados de Almoçageme.

O segundo pormenor que perturbou minha amiga no episódio do acidente, foi ter dado conta de que tinha aparecido uma nota de quinhentos escudos, já fora de circulação, no porta objectos da porta, de tal forma aquilo a perturbou que ela pediu já no hospital para que seu filho a queimasse, e há dois dias atrás na minha frente se perguntou de novo ao filho se o teria feito e ele foi incapaz de se recordar, perguntara-lhe eu se ela se lembrava de como elas eram, que desenho tinha e nisto estando, abriu ela uma gaveta de sua secretária, e tirou de lá uma que não se sabe se era a mesma ou não.

Observo à lupa a nota de quinhentos escudos. Numa das suas faces um planisfério com dois escudos das quinas sobrepostos, o mais acima sobre a Ásia e o mais abaixo ligeiramente deslocado do eixo para a sua esquerda sobre África. Rodeando o circulo do planisfério em baixo como suportando o mundo, dois anjos, duas musas das artes, duas graças, a da esquerda tocando viola, o da direita harpa. Por debaixo o dizer, livro, ao lado seu numero 68 A 941907, data de autorização da emissão, onze de setembro de mil novecentos e noventa e sete. João de Barros, que viveu entre mil quatrocentos e noventa e seis e mil quinhentos e setenta, olha de perfil o planisfério desenhado à sua direita. À esquerda do dito, uma barra onde verticalmente está impresso outra vez o valor, quinhentos, e uma figura meio humana, com pés de grifo e penas em seu corpo, levanta seus braços e suas mãos abertas ao céu.

os escudo indicam pelo seu posicionamento duas regiões grandes no planisfério, como então perceber o ponto certo que pretendem indicar? volto à torre, ultimo andar, três traços verticais e paralelos definem uma linha horizontal equivalente à feita pelos três pequeno escudos dentrop do escudo, cruz feita por três quinas verticais e três horizontais, donde o horizonte por semelhança é a horizontal.

No segundo piso da torre, um angulo é definido por uma linha de quarenta e cinco graus que divide o primeiro quadrado ao lado esquerdo em dois tringulos identicos, o primeiro em nosso modo de ler, aponta portanto a linha uma direcção extraida da primeira quina horizontal da esquerda que marca um x no segundo quarado do segundo andar a seu lado direito, e sei que é a defenicão de um arco que se trata, pois na torre em baixo está um pedaço de circulo entre dois pontos, como um smile enclinado para a direita, donde a linha aplicada nos dois escudos que se encontram no planisfério, dará, indicará os dois pontos extactos de uma ligação entre pessoas ou eventos.

Lembra-me uma capa de revista de um jornal, onde aparecia o Nicolas Cage soterrado debaixo de escombros do que seriam as torres gémeas no filme do amado realizador Oliver Stone. Um pequeno objecto que parece ser um ferro retorcido, desenha uma figura semelhante, como uma mulher que estende os braços e que reza, assim a vi na altura em que vi a revista e fiquei-me nessa altura a perguntar, que estranho, fora aquilo feito em estúdio, alguém terá no ultimo instante antes da rodagem, composto o lixo sobre o actor, e nem de propósito, o fotograma revelava uma mulher que parecia que fazia uma prece.

Viro a nota, na outra sua face um complexo desenho, duas figuras humanas em pé estão encostadas uma na outra, costas com costas, a da direita com uma espécie de chapéu turco segura em suas mãos um grande e grosso livro que está aberto e cujo limite superior toca o desenho de uma esfera armilar que se encontra por detrás, inscrita num circulo. Dela saem dezasseis raios. Da parte de cima do livro aberto, como que sai uma chama ou um sopro que entra sobre a esfera armilar . As duas figuras estão com os pés em cima do mar, ao lado da figura da direita, a que venho descrevendo, duas naus, uma de velame aberto mais ao fundo e em primeiro plano, outra com a vela enrolada fazendo uma angulo com a vertical de seu mastro, toca com sua extremidade o circulo à volta da esfera armilar, como se uma alavancas se tratasse, dêem-me uma alavanca e um ponto de apoio e farei mover o mundo, lembro-me do dizer de Arquimedes.

No circulo dos raios em sua volta lê-se a seguinte inscrição. Soletrar Meninos Sabei nesta espera emtrar Sabereles? Porque duas das letras estão semi tapadas pelas velas da nau.
O sentido parece ser, soletrar, meninos, sabei neste espera, ou esfera e(n)mtrar

No mar é o dito reza, dos feitos que os Portugueses fizeram no descobrimento e conquista das mares e das terras do oriente. João de Barros, decadas.

A figura da esquerda é um homem com capacete militar, por detrás dele uma caravela de maior dimensão, sua mão direita aberta de perfil, como que aponta o restante desenho que se estende pelo lado esquerda da nota. A seu corpo está paralelo a seu corpo e até á altura de sua cintura, uma torre inclinada sobre ondas agitadas do mar, em seu piso superior, três aberturas verticais, no piso inferior, duas aberturas como quadrados lado a lado, sendo que o da esquerda é dividido em diagonal em dois e o da direita e cruzado por duas linhas que fazem o x. No piso inferior que corresponde a dois terços da altura completa da torre, uma angulo se desenha, sugerindo uma abertura que um semi arco com dois pontos, um em cada extremidade atravessa.

O desenho de fundo que se estende pela esquerda é um conjunto de círculos que se expandem como traçados geométricos a partir de símbolo do infinito ao alto e que forma em horizontal uma vesica piscis.

Uma organização do espaço, uma rota, um traçado geométrico onde é visível um conjunto de figuras menores, em seu relevo, ou seja na significância que adquirem no conjunto da figura. pássaros tropicais voam por cima de um elefante que vai montado por um homem de turbante com a mão direita a apontar um dos pássaros e na esquerda um punhal desembainhado. À sua frente também sentado, no elefante, um outro homem, mais pequeno, parecendo um menino, de semelhante turbante, aponta com sua mão uma folha do que parece ser uma vegetação tropical.

Ao lado do elefante e a pé uma terceira figura humana também de turbante, caminha trazendo flechas em sua albarda, um arco no braço e uma espada em cruz. Sua outra mão segura uma trela que conduzia pelo cão que vai à sua frente.

Por debaixo do dizer, banco de Portugal, um símbolo que tem outro idêntico em distinta posição e simétrico na outra face, sobrepondo-os aparece um antigo símbolo do mundo dos homens, a cruz que alguns chamaram e chamam de suástica.

Esta é a descrição da nota , que o homem deixara no carro da minha amada amiga, a nota que a perturbara, que a sua intuição, a avisara da estranheza de sua presença.

Soletrar meninos, remete-me para a descrição da montra no estádio da luz, sobre a qual recentemente escrevi.

O homem entrou na vida da minha amiga, por sugestão com uma insistência que agora olhando o ontem, à minha amiga amada parece estranha, como se tivesse sido vendida, por uma outra amiga dela, a pretexto que ele vinha dando explicações de matemática e que tal seria útil ao meu filho da minha amiga e assim se encontraram e ele começou a dar-lhe explicações. Corria o mês de maio, junho do ano dois mil.

Saíram os dois adultos duas vezes e a coisa por aí ficou até setembro, onde o homem a convidou para sair, convidou-a para sair no dia onze de setembro pelas 15h00, recorda-se minha amiga que apontou em sua agenda a data.

Ligou-lhe ele nesse dia, que tinham caído as torres e que sua mãe estava nervosa e que ele tinha ido buscá-la e que não poderia ir ter com ela e disse-lhe ainda que a mãe estava nervosa, porque um seu filho, vivia na altura em Miami, trabalhava em sistemas informáticos ligados à hotelaria e quando ela isto me contou, estranhei, porque aparentemente nada de estranho, se teria passado em Miami. Hoje seu irmão ao que parece vive em Marbella e está casado com uma espanhola.

O acidente com a minha amiga em que morreu o filho do homem, dá-se a dois de setembro de dois mil e quatro, dois dias antes de Beslam, de memória ao escrever esta data, e me recordo que a crise começara alguns dias antes, quando o comando tomara a escola.

Minha amiga amada tem um coração d’ Oiro bem Luminoso e Doirado e ao longo do tempo em que se relacionou com o homem, adoptou, por assim dizer, seu filho, que entretanto se tornara amigo do seu, vivia praticamente em sua casa, que é uma casa de porta sempre aberta para muitos jovens, como meus olhos por diversas vezes já comprovaram, não fosse ela, uma curadora de almas. O filho do homem e de outra mulher de quem ele já se encontrava separado, sem verdadeiramente o estar, como minha amiga amada veio mais tarde a perceber, andava meio ao Deus dará, porque nem a mãe cuidava bem dele, nem o próprio pai e assim minha amiga o teve em sua casa, alimentando-o e por vezes vestindo-o, fizeram algumas vezes férias juntos e da vez em que se deu o acidente, o plano, era ela ir à frente com os dois miúdos e depois o homem ir lá ter.

O homem, é um herdeiro adiado, em banho Maria à espera que sua mãe morra, ou algum mais da família morra, para receber a herança. Seu pai já faleceu. Na realidade parece receber uma pequena mesada de sua mãe, pequena, pois já trás em si um historial complicado, vive numa das muitas casas de sua mãe. Foi jogador de futebol durante alguns anos e assim viajou por diversos países, depois lesionou-se e a carreira do futebol terá terminado, com uma ou outra excepção, em que se tornou durante algum tempo treinador.

Bebe com regularidade e bastante e tornou-se jogador de póker, ao que parece dos bons, com presença em torneios internacionais. Frequenta ou frequentava o casino do Estoril, e conhecia as casas ao pé onde o jogo continuava em outros moldes e logo no inicio da relação com minha amiga, ela se apercebeu do género de homem que era, a primeira vez que a levou ao casino lhe pediu o cartão de crédito pretextando que não trazia consigo o seu, ou algo assim no género, nos arranjos e arranjinhos típicos que estes homens fazem e são e assim se tornam e minha amiga chegou-lhe mesmo a pagar dívidas de jogo.

Soube a minha amiga que por volta do ano dois mil, ele conhecera e namorara e fizera par com uma mulher jogadora da África do Sul, mulher de pele branca e olhos azuis, Afrikander, que chegou a estar em Portugal com ele.

E outras peças do puzzle assentes em outros eventos o ligam a outros locais do mundo, a outros continentes, nomeadamente o continente americano e sul americano, envolvendo mais dois paises para além do que primeiro terá sido o alvo, nos outros cairam mais jovens herois portugueses

E três email existem de um conjunto certamente de outros com as seguintes datas e conteúdos.

Três do dez de dois mil.

Dela para ele

Reza assim

Darling, message so far, into mediation will call later

Hello my handsome gangster,

Reading of mails

Issue 1- Privacy

The act of reading anyone else´s mail is in tital violation of their privacy.
It is ethical wrong and should on principle never be done.
I have adhered to this principle most of my life and believe it, but have to confess to having succumbed to temptation for knowledge, understanding or curiosity on one or two occasions in my life, when I have allowed the principle to slip.

Issue 2- Truth and Knowledge

I believe that once one has said or written or done anything, it become part of the universe. Knowlwdge of the words or action has been passed to other people. They in turn will interpret and pass on their version as and when they see fit, within the scope and bounds of their morality. It has passed out of the control of the originator simply by being said or done, witn has no more control over the path. He can hope for it to be passed on accurately or in the spirit in which it was intend, by being discreet about who it is passed to, but he has no control.

I therefore believe that before one does, says or write anything, one must be prepared to stand by the words or actions in any circumstances and to anyone. One may became outraged at the lack of discretion on the part of a secret leakier, but the original indiscretion was on the part of the originator. If the words are to remain secret, don’t say them. If the action can harm or be misinterpreted don’t do it, for once out in the public domain.


Email de cinco de outubro de dois mil, resposta do homem.

Issue 1- Never say never

I am mailing you but no problem because it’s the last time I will do it. Now is a safe line again. Called to your mobile but obviously you putt it off. Then I called to Allans and he said what is obvious. Find that guy ( 300Km) far away, lol, but I liked that. About distance, from now on, I will say 300. Private joke. I will explain to M.joão, Jaime e Eduardo.

Issue 2- Truth and Knowledge
The most important thing in the world is to know and understand what is happening ant then believe totally. Litle dwarf is with me now.You will never meet him and now I am very glad for not introduced him to you.

Issue 3


Em noite recente percebi em nova conversa com minha amiga como efectivamente o acidente se dera. pouco antes de seu acontecer as duas crianças que com ela viajavam, seu próprio filho e o filho do homem animal, adormeceram.

perguntei-lhe e onde estava ele a essa hora quando o acidente se deu?

Estava ele e sua outra filha os dois num hospital de lisboa, o Stª Maria em duas distintas consultas de psiquiatria.

fez-se luz, a constelação de conteudos inconscientes traumáticos na consulta do pai em espaço próximo da filha activou pelo inconsciente uma projecção qu de alguma forma se materializara por um instante e que levou à perturbação momentanea da minha amiga e assim se dera, o que parece ter sido uma guinada súbita do volante. O residuo dessa manifestação à distância entre campos conscientes, pai e filha, e filho a dormir no carro, é a tal figura que não lá estava e que ela pensa ter visto, de facto viu, só o que viu não estava fisicamente no lugar. Um outro elemento se junta a fazer esta prova, o filho do homem animal antes da viajem fizera um poema cujo conteúdo narra um acidente, muito próximo ao que viria a acontecer, salvo erro no dia a seguir, a criança tivera uma preomonição e inclusive fora de tal força que dela fizera um poema.

ficaria a história por aqui. Parece-me que não, pois pelo conteudo dos três mails e do perfil do homem parece ser bastante palusivel que ele tenha da senhora recebido algum tipo de treino iniciatico e inclusive uma palavra de poder.

depois deve ainda juntar-se o conhecimento de que o grupo que ele menciona, que era seu grupo intimo de amigos até agora o terem abandonado, é estranho grupo. dois deles, melhor duas delas, veem de casamentos onde o conjuge na aparência se suicidaram e onde em virtude disso ouve enriquecimento de quem ficou vivo. e um outro fio de história, que se cruza com a minha ex-mulher, que namorara com um deles antes de me conhecer, que é proprietário de uma empresa com o nome de w. um homem que parece ser muito semelhante à minha pessoa, baixo, loiro e um cultor do corpo, daqueles que vai ao ginásio, eu não, que anda de porche e uma história estranha na evolução da empresa, de como a secretaria passou a mulher e ao controlo de empresa, depois de uns negócios ou injecção financeira oriunda do Brasil, ou da america latina, de um pais se atender a uma personagem coleteral a este grupo e que me aparece ser um investigador, de quê, tráfico de droga, de crianças, ou de orgãos humanos.

Recordo eu de a Teresa ter começado a frequentar a piscina das olaias, que esse homem tambem frequentava, será de deduzir que se encontraram aí, pois ela mesmo uma vez me o referenciou. casas de férias na linha de sintra, os tais fins de semana da teresa em que levava tambem nosso filho, com pernoita oficial em casa de seus pais, os avôs, onde ele eventualmente ficaria nas noites em que ela sairia, e um dia pouco antes do natal anterior à separação, uma cesta de vime , uma grande cesta de vime que ela trouxe para casa, que disse ser para o Francisco guardar seus brinquedos , me recordo eu de me perguntar a meus botões, tão grande para quê, visto já ter espaço de arrumo, e depois um episódio, que muito mais tarde reinterpretei à luz do que foi pensando e deduzindo de toda esta funesta história, uma reacção da teresa, anormal, um quase pânico, quando uma vez o Francisco ia a pegar na vareta de cerca de um metro e vinte que serve para fechar a dita cesta e que ela depois guardou no seu quarto de vestir. hoje olhando, parece-me que eles se terão cruzado, que alguns rituais terão sido executado e que a vara era um bastão carregado, uma arma.

Outra possibilidade agora se me coloca face ao papel e à participação da Teresa nesta história, que poderia muito bem justificar a tremenda força de apoio com que ela preparou a ruptura da familia e o levar do filho e seu afastar do pai, que ela que me disse que em jovem, estivera para ser do sis depois de andar no conservatório para ser actriz, se efectivamente não o é, se não será ela uma agente do sis ou da cia, ou da delegação nacional da cia, o que explicaria um conjunto de persiguições e averiguações e julgamentos que forma feitos à minha pessoa. nomeadamente um que dá pelo nome de envelope nove.

o grupo será mais alargado como depois o começei a pressentir por diversos factos e vistos, justifica de certa forma outros homens com comportamento estranho, numa determinada altura do processo, Anes e Seara, a Quinta da Regaleira, rituais telematicos em mãos erradas, que pensei primeiro que poderiam vir do bau do fernando pessoa, mas que pelas ligações que agora deduzo, terá vindo da Africa de sul depois de vir de um pais da america latina e que são demonstraveis por uma relação de eventos entre mais duas quedas de dois aviões em modo semelhante, um cá no sitio onde foi outrora encenado o desaparecimento de AC, a boca do inferno, outro em nova iorque.

Estende ainda por via do grupo de amigos do homem animal, uma ligação ao advogado do cds, com escritório entre a D. pedro quinto e a Mãe de agua, onde em dia recente, à noite, vi no lixo espalhado coisas com prefume estranho a abusos infantis, duas cuecas de adolescentes femeninas, um livro escolar e outros objectos, num mesmo local onde em noite anterior na tempestade, muito as arvores tinham tremido, muitas sombras se desenharam nas paredes das casas e muito chorara o céu, ao pé de umas escadas onde muito tempo atrás se deu o assassínio de um outro jovem. Geralmente existe sempre um morto ao pé de um tringulo de fogo negro, feito por homens que dos rituais fazem a obra negra, a negra obra.

e um dia, a seguir a ter andado por Portugal de um lado para o outro e de ter estado em Aveiras, tive uma quebra profunda de energia, tão grande que meu pai me sugeriu ir ao hosipital de Sta maria, para tomar soro, pensava eu, que de repente me vi numa conulta de psiquiatria, com um senhor, que me falava em tom autoritário, como se fosse um juiz, lá lhe disse eu da história, que não estava com problemas psiquiátricos, que me tinham falsamente e de forma planificada, tentado enfiar a carapuça de que tinha uma perturbação bi polar, lá lhe dei o nome das senhoras pseudo psi que na negra história tinham participado, ele tomou nota.

num expresso recente, uma noticia na capa dava conta, Hospital stª Maria, sem Rei nem Roque, fiquei a pensar para meus botões, seria uma referencia ao senhor, e se por acaso, que nunca existe, o senhor psiquiatra que lá me entrevistou, não seria o mesmo que acompanhava as sessões ao animal?

faria um certo sentido, um lógico e profundo sentido, um psi, que eu procuro que tem um papel de muito maior importância nesta história toda, um que dirigia os outros, pois induções e fenomenos ab ou abc, podem ser operados por quem desta matérias muito sabe, não é para qualqeur um, caso não sejam produzidos de forma inconsciente.

existe de facto uma vigilância e punições diversas sobre diversos que frequentaram o pestalozzi, que são à sua maneura génios, alguns já o foram , porque entretanto, foram mortos, e existem policias de diferentes naturezas que nestas negras competências actuam e tem actuada ao longo da nossa vida. a este assunto voltarei em mais pormenor.