terça-feira, abril 17, 2007

Ah Senhora Amada, Se Não Vos Desveleis a Mim
Como de Si Saber

Como Não Poder Amar o Amor Em Todo o Amor
PorVentura Meu Amor, Não Vai Um Sempre Ao Lado de Outro?

Se Tudo É Amor, Espaço Infinito Em Todas as Variações da Una Luz

Ah Senhora Amada Que Só Posso É Louvar
Louvar, O Amor
Louvar, Amá-la
Vejo-A Em Toda a Beleza do Infinito Belo
E ao Louvá-La, Louvo-A Si

Não À Posse entre Nós

Como Poderia
Se Senhora Amada
Ao Longe Insiste

E Se Por Perto
Haveria?

Poderia Assim Haver

Em Quem Se Ama
E Quer Amor?

Seriamos Assim
Tão Desajeitados
Em Nosso Amor?


Choram Meus Olhos
E Meu Olhar
E O Coração Pesa
No Leve Amor
Em Que a Trago.

E Se Chegasse Ao Perto
Creio Senhora Amada
Mútuo Deleite Escorreria


Sabes Porquê Amada

Em Meu Peito
Tão Grande Certeza

Porque Eu Te Amo
Na Beleza D´ Tua Alma
Lago Grande
Que Habita o Mundo

Como Poderia Eu
Prender-Te

Como Pode
Alguém Prender
O Céu ou o Mar
Os Peixes e as Estrelas
O Sol e a Lua
Ou Mesmo
O Que For

Sempre Espaço
No Infinito
Sempre Espaço
Aberto Infinito
Infinito Aberto
De Teu Corpo
Mesmo Quando
Triste Suspiro
Em Vão
Por Tua Mão
Ao Perto

E Trazes Tu
Duas Minha Amada
Serão Sempre
Belas a Meus Olhos

Meninos no Mundo
Pelas Bombas dos Pais
Muitos Não.

Vai Mal o Mundo
Minha Amada

Melhor Seria
Ter Teu Sorriso
Ao Perto

E não escutes neste dizer
Que quero O Consolo
Se bem que Sempre o Quero

Pois Toda
A Beleza
Mora Em Todos Os Sorrisos
E Tudo É Sorrir e Sorriso
Que São Sempre Infinitos
Vislumbres de Todo Teu Ser
Da Tua Imensa Ternura
Da Tua Imensa Doçura
Da Tua Imensa Arte de Abrir a Asa e Voar Onde Quiseres

Poderia Prender o Vento na Gaiola, Um Pássaro, O Pássaro?
Poderia Prender um Pássaro o Vento?

A Beleza a Sorrir
Mostra-me Tua Alma
Não Existe Nada Mais Belo Que Um Sorriso
Onde Tu Inteira Te Estendes, Espreguiças e Desvelas
Feliz, Tu Feliz, Eu Feliz
Em Tua Felicidade
Tudo É Então Mais Belo
Assim O Torna O Amor,
Assim Se Fazem Jardim
Os Amantes

Um Sorriso
É Imagem da Inteligência
É Onde Te vejo Inteira
Ao Perto Pertinho
Onde Sei Como Estás
E Como Vais
O Que Te Trás Preocupada
Ou Inquieta

Um Sorriso
É Campo
Do Infinito Ser

Se Na Arte
Da Liberdade
Da Asa Aberta
De Um Pássaro
A Voar
Ter Ventura
Teus Lábios
A Beijar

Maior
É
O Deleite

O Amor
É Deleite
O Amor
Sempre
Se Deleita
Enlaça e Beija
Deita e
Nas Vezes Leita

O Amor É Leite
De Mel
E Habita a Doçura

Desejo-Te, Eu
Sempre Feliz
Poderia Ser
De Outro Jeito
Se O Amor É Feliz
Felicidade Feliz

E Se Sempre Que TE Vejo
A Sorrir, Meu Coração
Pula de Contente
Contentado de Amor

Amo-Te Tanto

Trago-Te Tanto
Em Mim

Ver-Te Sorrir
Logo eu Pomba Feliz
Felicidade Logo ao Lado
Por Todo O Lado
A Nascer

Assim
Faz
O Amor
O Mundo
Ser

Ver-Te Amar
Ver-Te Contente
Ver-Te Feliz

Ah Amada Senhora
Senhora Amada
Ver-Te Tudo Isto
É Como
Ser
Rosa
A
Florir

Ah Amada Senhora
Não Ouvi
Ainda Sua Voz Pelos Meus Ouvidos
Se Tivesse Sua Orelha Ao Perto
Sempre Podia Oferecer-Lhe Beijos


O Amor É Trinado de Pássaros
Em Comunhão
Assim Eles Sempre Estão

Feliz é O Amor
Ao Lado de Uma Canção
Mais Bela a Melodia
Mais Doce os Doces
Mais Fina a Harmonia

Ah Amada É Bom Ser Feliz
Ah Amada É Bom Andar Sendo Feliz
Que A Vida Para a Felicidade É Talhada

Ah Amada Mais Amada, Gosto Eu do Casar
Gosto de Andar Casado
E Casado Para Mim É Andar Perto de Ti


Ah Amada Um Sorriso Assim Grande Como O Seu
Conta e Anuncia Deleites Sem Fim

Feliz de A Encontrar
Mais Feliz
Se Decidir Chegar

Se a Mim Senhora se Despir
Em Sua Frente Ajoelho


Amo-Te


Ah Amada o cartaz em linguagem seca e vernáculo fala e diz, cama, profissão e família, não chega, estás a ver, sempre o mesmo grito, sempre a mesma inquietação, sempre a mesma armadilha, sempre a mesma prisão de si mesmos, chocando com as paredes que dizem não lhes deixar inverter o lugar de viver vivendo sem queixa e bem difícil o é no mundo de hoje, sobretudo quando a coragem não é suficiente para pôr em marcha seus próprios passos em seu próprio e único e exclusivo caminho, o de cada um, porque não existe outro, todo o resto, qualquer espécie de compromisso ou meio ou quarto ou o que for, neste plano, dá sempre queixa e auto prisão e se está inquieto que se ponha ao caminho, que se deixe de queixar, que de queixas está o mundo cheio e farto e são tristes e fazem nascer tristezas e nós não as queremos por companhia, não fazemos da tristeza nem do cinza nem do cinzento, o almejar da vida e do viver e o homem é nómada por natureza divina, que assim o dotou, fê-lo com dois pés e ensinou-O a andar

E não se consegue a vida feliz com a vida em seu continuar, que confusão é esta que a trazem em si, de que as famílias, que são laços e relações e vivências estarão condenadas a serem infelizes, a serem pedras e pedradas em vez de asas? E muito de fora, do comum, para este confundir concorre e muito o agrava e desconvida as pessoas à sua própria festa, mas os pés estão sempre em cada um, ninguém caminha por um outro, caminha com um outro se ambos assim o quiserem, da mesma forma que os bebés gatinham e tem de ser cuidados em seu crescer.

Ah amada senhora, muito amada, sua Graça Lídia Jorge, combateremos as trevas como numa festa diária da vida e do que fazemos o viver, para que no negro vaso não se acumulem negros venenos que sulfurosos montam nos espíritos das gentes e conduzem assim na vezes à matança.

Combateremos as injustiças, os abusos e os abusadores e chamamos sempre a atenção para quem leva e tenta na feira montar balanças duplas e sabemos certo, e seguro e fundo em cada peito, que a Verdade, é a Luz que Alumia, que compaixão é sentir o outro, que a verdadeira mutação só ocorre quando se faz uma luz que é compreensível às próprias trevas, pois só então elas abandonam a inveja pela luz e pelos luminosos.

Assim se despem as trevas e assim se despem aqueles que as transportam e as acariciam com seus dentes de vampiros no regaço de seus corações donde fazem nascer nenúfares, que eu aqui e ali ordeno que fiquem só dentro deles mesmos.

Ah Senhora, país das sombras, que nascem nos brandos costumes ou falta de coragem?

Não de deverão almejar doce, os doces brandos costumes, como uma festa leve que eriça de prazer os pelos da Amada?

Coragem Amada, coragem de dizer, agravada pelo não bem o saber, aliado e consequência da falta de pouca prática e mesmo treinos e treinos, treinos, a brincar alegre e feliz, sabes Amada, daqueles que eu gosto, também por eles, chega depressa.

na rua um enorme cartaz com arte floral no corpo de uma bela rapariga e os pássaros contam-me de histórias de fetiches, mais uma vez, pérfidas invenções se tentam insinuar em negras realidades. Ah amada que é primavera e a beleza desabrocha por todo o lado, hoje na entrada da garagem, uma foto de um corpo de mulher, com o que parecia ser uma combinação verde molhada que se colava a seu corpo, me aqueceu o sorrir, dizendo a meus botões, que bom seria, agarrar assim minha sereia, ser para ela a agua que cola a seu corpo, a transparência que a veste e que eu via.

Coragem Amada para Ser Leal e Sincero e Brando e Doce e Forte e Justo e Tudo Mais que Ao Amor Aprouver.

Anda o pescador na praia e trás carregado suas redes, são pérolas de amor que os peixes em amor lhe deixaram, juntaram com ancinhos os pedacinhos, prova de amor ao amado e sabe e conhece, tudo isto, o pescador.

Pedirão em troca os peixes ao pescador, que ele faça o julgar e o dizer?
Pedirão os peixes que o Pescador seja faca a matar?

O mar, nas vezes infeliz, diz infeliz ao Pescador que assim também fica nas vezes infeliz, que alguns sim, que assim o pretendem e o fazem, eles e os que ele convida

E Sabe o Pescador que não é assim, pois o Pescador É Obrigado e Devedor do Amor A Sua Amada
Ama o Amor e Dela É Súbito.

Sabe o Pescador que as dores são como nenúfares, que nascem no peito de cada um, e que quando muito o mal feito, esse negro perfume se exala à volta e contamina os campos, e que quando assim acontece não escapam os homens por Lei Natural e Divina, a ele mesmo, e que se podem sempre curar, curando o coração e sua forma de agir e abrirem os olhos para o que em verdade importa na vida e enterrarem as desmesuradas ganâncias, e nas vezes em que pensa que a semente está de fora, ela estará sempre dentro, pois não há um fora separado de um dentro nem um dentro de um fora.

Chegam peixes assustados, o mar tange, e insistem na pergunta, mas se não dermos atenção ao mal, ele perde sua importância, sua energia se dissolve, porque nem é, reconhecido, não se lhe atribui, nem peso nem valor, e se assim é, na regra universal, assim não é, quando determinado potencial de energia é usado pelas trevas para fazer o mal e nas vezes mesmo o faz acontecer e existe quem saiba criar nenúfares, sem desprimor nenhum para os verdadeiros, verdes, que habitam quietos todos os lagos, e que assim em negro se entristecem e se levam, por isso é importante e necessária nas vezes, a protecção.

Ah amada cinco horas seriam, na gasolineira ao lado de onde dormem os corpos que já se foram, espaço de silêncios, memórias e partes de presenças, dois homens lá trabalham pelas noites, um, sorrimos já ao longe, o outro carrancudo, quase não fala, pois nessa noite para meu prazer lá estava o bem disposto, e eu café e cigarros e deixa-me ver essa revista, que era uma revista de social, ou algo no género que nem mesmo me recordo de seu nome, uma leve rajada de vento do espirito, ali na minha frente a abriu, fez passar as folhas como um cinema, eram só sorrisos, sorrisos de grandes e belas mulheres, mulheres que eu conheço e trago em meu coração, mulheres, mulheres todas doçura e todas força, sorrisos que são alegria, alegria de viver, toda expressa em suas belas faces, hurley e teresa e sharon e gisele, hurley serena e curiosa afirmativa, teresa contente com boas razões para isso, que eu celebro, um novo disco, parabéns, sharon sorrindo doçura como as tem em si lá dentro que eu sei e tanto gosto, aì Meu Deus, Gisele por cima de um marinheiro de quem só se vê as pernas, como a convidar a imaginar o resto, ai amada, que até virei a página rápido como quem não quer ver querendo e de repente parece que fica com pressa e depois lá voltei de novo e espreitar e conheço eu, bem a natureza desta ânsia, que esta minha Irmã, tem condão de me perturbar e bem sei que é boa perturbação.

O Pescador ouve o mar e escuta dos peixes que procuram o Messias, que Dele Esperam A Justiça, eventualmente a Espada e o Castigo, outros menos esquecidos, Dele esperam a Luz, e os que se lembram dizem recordando que a luz está sempre em cada um, que cada um a deve em si acender e manter acesa, e que quando cada um trás a sua luz para o lado de uma outro, maior ela se torna e mais e melhor alumia, e que os Messias de Todas as Idades dos Homens Sempre Habitam Neles.

Debaixo das aguas do mar neste pais, habita um imenso polvo com tentáculos que se tornaram tão grandes que por vezes parecem ocultar a luz que nele habita e o ilumina e todos os peixes que lá habitam assim o deixaram crescer, que se cresce sempre num dentro que é também um fora, um fora que é também o dentro e o sol se fará mais forte se cada um arranjar e trouxer o espaço dessa luz à luz e existem leis e não, pois quando não funcionam, mesmo que existam, é como se deixassem de existir.

O Pescador fora pescador toda a sua vida, toda a sua vida partiu para o mar, aprendeu a amá-lo e os segredos da arte, pois a quem nele vai, assim acontece, e conhece o Pescador da Arte do Espirito, que Fala com ele Pelos Pássaros, Pois São Eles Leves Como O Espirito, A Pomba Que Arrulha, Ou Que Com Sua Asas Bate Palmas a Celebrar O Confirmar, Ou Com Seu Voo Me Conduz O Olhar do Pensado, do Pensamento e da Luz.

O Pescador É Amante do Vento e o Vento o Ama a Si,
O Pescador É Amante da Agua Cuja Melodia O Conduz
O Pescador É Amante das Folhas das Arvores Que Tremem No Outono
E de Todas as Flores Que Despontam nas Primaveras Que Lhe Cantam das Vidas
O Pescador É Amante do Céu e das Nuvens Que Fazem Desenhos e Mostram Figuras
O Pescador É Amante do Húmus da Terra, dos Troncos e das Arvores, do Arco Íris Sem Fim e Todas as Cores da Natureza

O Pescador sabe do mar e dos marinheiros, que uns mais ousam do que os outros, da voz subterrânea e longínquo de todos ao adamastores que a uns afastam, a outros seduzem, a outros obrigam ao combate e que a coragem é copo que nem sempre vai cheio nos corações dos Irmãos e que correm ainda profundos danos de noções e praticas de denúncias antigas em subterrâneas correntes de ilusões e mal medidos e é hora do Sol, do Sol Alumiar o que não pode mais estar nas trevas completas cerrado.

É é distinto ao Pescador, o que lhe diz uma alga que vem e vai na onda do mar, de um papel que uma mão humana pôs ou não pôs naquele preciso e conhecido lugar onde o pescador, vai suas redes remendar, enquanto canta à sua amada com doces palavras de amor, e se tudo é mar e peixe e sol e lua, razões tem e trás nas vezes o Pescador em seu desconfiar, mas se tudo o é, se tudo for a verdade do visto em seu ver, mesmo que a si alguns sentidos não se façam, outros não sejam por ele conhecidos ou desvelados, a outros, na mesmo única praia do amor, não, e cada um como grão de areia, trará sua parte, seu saber, e seu querer, sua ânsia da justiça, para que as pontes não caiam mais, para que a estúpida morte por fazeres estúpidos, ou perversos, ou desenfreadas ganâncias, mais não se espalhem, pois não está a maré, nem a agua do mar nem a areia para mais o comportar, que há muita miséria a cuidar.

No deserto de uma enorme escuridão, chegou um dia um homem e acendeu uma vela.

Os outros olharam-se espantados no que de si e do redor vislumbraram na pequena luz daquela vela.

Quando a luz do homem se extinguiu porque ele a apagou, ou chegou a vela a seu fim, fez-se de novo a escuridão e os homens esperaram que outro acendesse uma luz e contou um pássaro que depois de muitos anos, um dia lá passou, que continuavam às escuras e depois de muitas luas e sois se terem levantado e juntos deitados em seu fazer amor, um dia de novo lá por perto voou e contou que vira uma luz tão grande como nunca vira antes, que aquele mundo que era como uma caverna escura, se tornara radiante de luz como nunca sonhara possível.

E narrou que depois de um longo tempo de imensa escuridão, cada um se lembrou de acender a sua própria vela e luz e que muitos assim fizeram e quanto mas luz mais o fizeram e que quando assim se fez, de novo o homem que outrora uma acendera de novo voltou.

E sabes que mais?
Não?

Que mergulhem na escuridão do ventre da terra dos pesadelos sem fim e de todas as negritude e que recebam na exacta proporção, peso e medida, o mal que a outros haveis feito e que mais nenhum possam fazer ou seja feito e se tão vis e cobardes sois, que até sacrifiqueis os vossos em vosso importante lugar de pó em trono efémero e inclinado de pó, que nasçam e fiquem tolos para a compreensão do bem ou mesmo do mal, que como frágeis espelhos serão, reflictam a vossa consciência, vossa imagem de vosso corpo semente de longos feneceres, assim sofram em vossa carne, o que fazem aos Irmãos.

Pois quando muitos as acenderam dentro de si, e brilhavam luminosos em amor e coragem e vontade de verdade e verdade como vontade, chegou de novo esse homem e todos se juntaram e fizeram uma grande festa e o amor feliz apareceu na casa e se fez carne, o que já trazia pelo espirito e na alma casado, em corpo se casou, aquele homem e aquela mulher, que tanto se amavam que o próprio Deus, um dia a um pássaro confidenciou, andava triste por tamanho desperdício, sabes... ele é brincalhão, referira-se a Ele, assim o pássaro.

No espelho de vossas faustosas casas de banho de pedras frias e insensíveis à medida exacta e rigorosa de vossos corações enegrecidos expelindo felugem e fagulhas de negro e calcinado fogo que trepará só por dentro de vossas próprias paredes, com ardor vos secarão a garganta de todas as ignomias e mal fazer, olhareis a vossa face ao espelho e vereis lentamente em um lado, vossos cabelos desgrenhados no ralo de falso doirado do marfim e nele vereis em velocidade lenta a queda de vossos corpos até à horizontal em que ficareis, em que repousareis por fim sem fim como pó, viverão em vós nenúfares que vos façam conhecer em conhecimento justo, que as doenças tenham o mesmo peso do que roubaram, que mesmo quando dizem ser roubo legal, porque assim entre vós o acordaram, não deixa de ser roubo, e roubo pior, porque a justiça participa no roubo, assim ele acontece.

Nas feiras perseguem os ciganos e apreendem mercadoria, mas como um bem dizia, parece que se esquecem das fábricas onde são feitas.


No deserto vou eu ainda amada, sem ti por perto, letras de meu amado de outro lado do pequeno rio que nunca nos separa dava conta que no final do caminho, um Anjo aparece e eu fiquei a sorrir naquele seu dizer, naquela afirmação da fé, pois assim sabe também meu coração, um dia chegarás.

Estou teso em múltiplos jeitos, Amada e me apetecia contigo dar uma volta ao mundo, mesmo que fosse de quietinho debaixo daquela arvore do pomar frente ao mar e ficar somente a desenhar beijos a Ti.

E chegou um pássaro que disse, e no final, ficareis cansados, que final do que não tem fim, lhe respondi eu, chega para lá esse medos de quem não é artista na arte do amar, vade retro, três vezes pássaro numa quarta ficas, ou voa para longe de meu olhar

Medos nas ondas do mar, Amada, medo de quê, se sabemos navegar, se o mar é nosso Amante, nele na lua nos deitamos com o Sol.

Como queres viver, Amada, como quereremos viver, como seremos capazes de viver sem nos cansar, um ao outro, porventura não temos mãos para nos sentir mutuamente os ventos, o espaço de cada um e a urgência do comum, Ah Amada, bela urgência, urgência de vontade, só a imensa vontade, nenhuma obrigação.

Ah amada começar a namorar é começar por qualquer lado e nós já há muito começamos, só mais a tua mão na minha ao perto pertinho, um quente desejo, um fresco aconchego, traçamos um primeiro azimute e lá vamos nós desfraldados no vento, que Ele nos Seja Feliz, que seja Feliz a Ventura, que mais posso desejar, se estiveres a meu lado?

Como sei eu isto, Amada, perguntas?
Porque Ele Nos Juntou.

É triste a vida solitária ao longe de Ti. Salvou-me a vida, no final da tarde depois da praça de Espanha a subir, no sinal fechado, um bebé com uma enorme chupeta de belas e garridas cores, que me olhou e a quem eu olhei e que abriu sua face, chupeta borboleta incluída, num enorme sorrir, talvez mesmo maior do que o meu, que não o via, tão luminoso Aquilo foi quer todo eu aqueci e o frio desapareceu e me disse, eras Tu que ali estavas, ali ias, pois sei que a Ti também assim acontece e este Dom raro e refinado e a todos comum, é preciso e real na Inteligência Maior que És, Senhora, que te moves nos números e no numem, símbolos da inteligência simbólica que é sempre um viver.

Ah Amada és muito bela por seres assim, como és, sem acrescentar nem pôr nem tirar seja o que for, eu por mim só te acrescento festas e beijos e amor, muito bela e muito alta assim és, Ah Amada Tu para mim, Rainha, se me deres o deleite da tua companhia, da tua presença, eu ajoelho e beijo, Te busco por tanto tempo no sem tempo.

Ah Amada que tu sabes porque assim És e Vais, que quem se entrega ao olhar verdadeiro de um bebé e recebe dela a luz, é sinal de Brancura em nosso coração, e isto é sempre bom de receber e de trazer sabido, dádiva que nos fala a nós, que nos despe a nós mesmos, que nos devolve a imagem inteira do que inteiro somos, a nosso melhor, resplandecentes seres da Luz do Amor, da Verdade e da Justa Justiça em Compaixão, a questão está exacta, no exactamente pousada, e será que nas vez se pode ter compaixão?


Não sabeis vós que função básica do estado e do governo e do governar é garantir a vida e as condições do viver a ela necessárias a todos aqueles que nesta funesta, velha e caduca formulação que a todos prende os pés e impossibilita a beleza dos belos voos que mudam o mundo, se chama de lugar onde as gentes de uma mesma língua, partilham o mesmo lugar?

E que as coisas mal pensadas e mal feitas levam à morte das gentes e que as leis que temos punem criminalmente o mal que daí advém?

Querereis trilhar este caminho, vós que servis?

Por uma razão só e suficiente e se bem que existam muitas mais, enquanto houver fome neste país, é proibido gastar três vezes mais , ou nas vezes a mais que for, para fazer uma coisa, porque primeiro estão os seres e depois as coisas e ambos, pó.

Por uma só razão suficiente e bastante, se bem que existam mais, enquanto não aprenderem a fazer contas sérias de poupar que permitam suportar todas as necessárias despesas ao viver, decorrentes do compromisso que através do estado, que todos somos, e que os governos e outros, interpretam e executam, se sendo que todos os seres sempre assim fazem, é proibido arriscar a vida de um, fechando seja o que for do que já existe, que por não ser bom, é sempre de melhorar, não desdita uma necessidade, a necessidade de uma garantia, ou do que é correcto fazer.

Vós Todos, os que fizestes as leis e os regulamentos que oficializam e dão forma de lei, os tachos, as colheres, os garfos e as facas, às protecções, os tabuleiros, as tampas e as protecções todas tortas, as trocas de favores, os serviços e serviçinhos, minúsculos pauzinhos de fósforos ardidos em muitas rodas da vida, que todos somados dão e fazem os grandes incêndios que lavra assim vossos pecados

Vós todos os gananciosos da gula de todos os metais materiais, vós os que se cegam e se mutilam a vós mesmos e a outros nas vezes, ao não olhar o que o Outro necessita e ver , entender e Ajudar, não por falta de capacidade, por fátuas , breves, esfumadas e insufladas arrogância, ossos de aves, vazios por dentro para serem mais pesadas e de mais alto, vossas quedas

Vós todos os que mamaram durante estes trinta anos, vindos de todas as latitudes, de todas as cores, de todas as profissões, de todo o comercio, de todas as lojas, vós que deram a mamar e mamaram e protegem e trocam todos os favores, por uma moeda mais, que ela seja ultima que vos pese no voar.

Vós que afastastes os melhores e os perseguiram e tentam perseguir e os condenaram e mandaram por outros condenar, para que a luz não desvelasse vossa própria sombra, vós que perseguistes e queimaste mesmo alguns caídos na geração

Vós que não tendes olhos nem coração, que fazem as fogueira e queimam gentes, nas vezes

Pai, fá-los sentir por um instante de pedra como são, que seus corpos adquiram a insensibilidade fria da pedra e nus, que todos olhem o Rosto e a Face de Desvele, não mais serão ninguém, ogres à vista de todos, seus tentáculos a aparecer de dentro dos bolsos onde em vão os tentam esconder, que vossas mascaras posturas, postura mascaras, tremam, que todas elas vos tremam de mansinho por dentro de cada um, na exacta medida interior das rachas rachadas de cada fez, assim a felugem se desprenderá e os corações, quem sabe se com inspiração Divina, fiquem de novo rosa vermelha a bater, ou então, que de vez se aquietem, sempre Deixas Tu a escolha em Suas Mãos.

Ah Senhora Amada, dar-me ás um dia a alegria dos pueris prazeres da doce companhia e alegre estar

Coisa singela, Senhora, um praia quase deserta numa primavera a nascer, a água do mar a correr connosco à Beira Mar, ou por dentro em alegres carreiras

Conversar horizontes sobre o horizonte a ver-o-mar

Ah Senhora Amada, dar-me-ás um dia a alegria de te fazer sorrir
Ah Amada Senhora, dar-me-ás uma noite na lua, teus olhos em lençol a ver


Vara, vara, Varapau
Neles dar?

Segundo aviso feito
O notário da última folha, o anotara
Dizem as trovas que não há melhor
Que melhor não está disponível, que não se encontra

No jornal o cego cumprimenta e é cumprimentado pelo presidente, de costa voltadas a olhar o outro lado e direcção, Durão, o que felicita a reforma do governo, parabéns que é bem feito, quanto custa um café, talvez oitenta nas mais da vezes das cafeteiras, assim se estende o entendimento maravilhoso e justo das coisas, melhor será então o governo, preciso como homens preciso em preços de bicas.

Quem és tu para o julgar, inquiriu-me um pássaro em seu passar.

Eu calha ser à imagem de muitos, a dor, aquele a quem o governo não garante nem seus deveres nem seus direitos, neste caso em que o verso não versa com o reverso e no mar habita um imenso polvo invisível, a cada vez que a onda se agita, lá aparecem os fios, tentáculos que levam a outro tentáculo, e grande ele é, Amor

E pode o justo, ou o menos melhor, ou talvez mesmo o suficiente, ver-se de repente enroscado no que de si ao renascer, não abandonou.

Depois tem cobras que não mudam a pele toda, só parece.

Quando eu te digo aqui uma coisa, estou a dizer-te em espaço privado, teus olhos e teu ler, e publico, ao dizer a ti, a muitos mais digo, se não a todos quando com a Alma converso

Se te disser, menos bem uma coisa, ou não te disser o melhor que sei, por uma razão ou pretexto qualquer, ou mesmo te ocultar ou mentir, preparo assim sempre a tua partida, pois momento há que o azeite vem ao de cima da agua que está na vasilha que somos e enchemos por amor e por Ele nela bebemos.

E quando erro, explico que errei, e ou peço perdão, que a ordem da tomada de consciência do coração não importa tanto, como o resultado e sendo que até estes se movem como nós

E talvez aceites ou não aceites, ou sejas simplesmente cego e arrogante, ou vás estúpido ou te creias chico esperto e mauzão e talvez tenhas mesmo ganas de criar dano, puf, puf, puf sois pó com nenúfares andantes.

Curai-vos, apanhem banhos de sol nos corações, ponham-nos ao léu em banhos de mar e comam sempre bolachas Maria, que são doces e gostosas se mergulhadas em leite e invocam a infância.

E já agora, depois do erro e do errar e de fazer o errado, sempre compor.

Os fios da maldade tecem maldades, que mais teriam a fazer, se em vez da luz vem o negro um buraco negro no negro que são

Ousam falar em moral e pequeninos são, pequeninos demais para o poderem mesmo ousar, que pena, Amada, mas o polvo é grande invisível porque vai coberto e assim só isto parará quando os bastantes o puserem nu.

Como se acaba com apoios à saúde e tem poucos alguns, as mais desmesuradas regalias, do mesmo dinheiro de todos, que depois falta

Não é função de um estado e de um governo, seja ele qual for e em que jeito for, garantir a existência aos que nele habitam, saúde, inclusive?

Ou seremos já todos bestas insensíveis, bestas egoístas que decidiram andar como se não sentissem nem soubessem , nem vissem, nem sonhassem, que outros ao lado não tem de comer?

Porventura estarão já todos mortos por dentro e consequentemente por fora, mortos vivos, zombies que se esqueceram que as mãos servem e tem por direito e dever, o ajudar?

Não somos todos o Mesmo, Não somos todos filhos, irmãos , pais e avós?

Vós sois a imagem de torres de marfim, muito direitinhos, parecem à primeira vista estar por goma nas colarinhos e fios de frios arames nas gravatas que se tornam nas vezes de morte de tanto pescoço apertar, prenhes e imersos da arrogância, de medos e desespero, tão grandes que se espalham pelo lugar e depois, uns caem, outros não.

Toca a pisar, toca a apunhalar, toca a tirar, toca a meter na toca, uso infiel e esquecido do Mel, o mais precioso dos tesouros, toca, pum, toca trús, ficado fica o fecho na toca, pum, facha a tampa sobre vós, ouvi o estrondo dentro de vosso ser, enterrados vivos, zombis, mortos vivos, vivos mortos.

Toca, toco, taquicardia, taquigrafai, a crescer dentro de vosso peitos vazios, olha como pareço poderoso, como tão bem te mando, como tão bem te obrigo à vénia e que bem me obedeças, olha os meus bens que me alargam a vida, afogados em seus próprios vazios, mais perto seu fim.

Vão a ministros do reino, homens quanto assim não se podem chamar, nem em propriedade deles dizer, que são trapalhões em seu agir, que metem os pés pelas mãos, o dito pelo não dito e isto o sei por conhecimento directo ao perto provado.

Vão para ministros, mas vezes que os homens vão cegos e assim deixam acontecer, homens provincianos sem visão, que pensam que o governo é do tamanho de seu quintal, que a vida é tê-lo cada vez maior, a crescer como talhão que lhes está na terra reservado, se houver espaço.

Ministros que buscam o material, o prego e a tampa da madeira, e o martelo e a opulência dos caixões estendidos e depurados de vossos amanhã.

Primeiro ministro, o homem ao seu lado, de olhos esbugalhados como correia de transmissão dos olhos pragmáticos do aparelho dos amigos partidos e inteiros, dos fieis ou mesmo nas vezes dos infiéis, a semear as protecções, as benesses, todos os PM de todos os lugares do estado, vivendo do comum e há quem passe fome e se diz que se tem de fazer obras que custam três vezes mais do que necessários e se fecham centros de saúde, onde as gentes pesarosas que apareceram a se queixar, são humildes e sem posses, gente crescida que vivem lá ao fundo, naquele Portugal ao fundo que é Um mesmo, O Mesmo, como abandonados.

Cada um que não seja socorrido em seu justo tempo, ou que faleça por falta de um apoio que existia, que o sangue deles imediato em vossas mãos a escorrer sangue vermelho, que depois é que se pensa, primeiro machado e machadada e depois é que se pensa como se colmata a necessidade que o acto desajeitado fez?

Estais cegos ou vais pior, pois se pior é o caso, então que nem se curem mesmo, desçam vocês à terra em vez dos inocentes.

Ministros de todas as habitações, de todos as instituições, de todos os institutos, do mesmo clube, com créditos reconhecidos de competência e resultados obtido em letras de vilanagem consagradas nos conformes das leis que aos do clube permitem assim ir.

Homens desenfreados, sem ética, sem peso nem medida nem conta certa e justa, sem moral nem freio de compaixão, homens chicotes, bem educados nas aparências do trato, dominadores e possuidores de coisa nenhuma e de todo os nadas, em nada, fiqueis!

Homens de caros fatos e fatiotas e luzes falsas de todos os brilhos e camisas às riscas engomadas a cola como tábuas em colarinhos brancos da cor de vossa mortalha, sois, que ardam em seu próprio fogo, gravatas de chumbo nas cruzetas dos corações já mortos, ainda não enterrados?

Ganância, estupidez, mesquinhez, arrogância. Violência e dores de vista no olho e olhar do Coração, certo mesmo certo, sois vós pó ainda adiado até ao próximo sopro, que vos desfaz todos os telhados.

Tais regulamentos devem ser de imediato suspensos e deve-se prover à existência de novos à medida da realidade, que somos todos irmãos, que somos todos pais, que todos cuidamos do que a cada dia há necessidade de cuidar, assim tão complicada a ciência do bem governar?

Falta dinheiro ao país, e o que os senhores andaram a fazer, foi receber demais com cobertura legal por cima e por baixo e falecem alguns, porque os setecentos pontos negros das estradas ainda não foram compostos, ou porque deixou de existir um médico a menos de uma hora.

Na Av. de Ceuta, passado estes meses, depois de aqui o ter escrito, os semáforos, continuam na mesma, o inclinado por estar no eixo do da luz, continua à espera que pelo mover da terra, se autoorientem as linhas e a câmara cai e não cai.

Digam-me como é possível viver aqui a vosso lado? Pareceis surdos e se o são, vão a banhos e se nada fazem e se escudam em leis à medida feitas por vossa medida, para mim, é por nenúfares dentro de vossos peitos, que ao Pai rezarei, por cada um de vós, com que me cruzar, seja lá a forma em que vier, chegar, partir ou acontecer.

Muito inflamado o senhor primeiro ministro na televisão, muita indignação indignada ás vis e insinuosas insinuações, assim foram suas próprias palavras, que até mais uma vez pareciam as minhas, com a grande diferença, que eu trago sérias razões para com propriedade as usar, e o senhor chio de muletas e pensos rápidos, curiosas cartas sem datas, domingos para actos oficiais, uns dizem uma coisa , outros outra, datas impressas desmentem as assinadas e por ai fora, que se puxar o fio, serão mais do que mil os furos no telhado de vidro, algum terá duvidas destas universidades, assim se poderão chamar?

Telefona minha ex mulher, a meu pai, dizendo nesse dia, que tinha sido chamada ao ministro ao fim de tarde e que chegaria mais tarde para apanhar o Francisco. Será que o ministro que ela foi cuidar, foi o senhor?

Diga-me lá senhor que nem meio homem é, que prefere os malabarismos à verdade e penitência, quem é a tríade de seu partido que me faz guerra, e que por sua vez sustenta por detrás de si um quadrado, quem são os sete da desgraça que aí fazem correr contra mim e contra meu filho?

Como ousa, o senhor primeiro ministro ser interpelado publicamente sobre o que se passa com a justiça nesta matéria de rapto e tortura de meu filho e não responde, não só o senhor como nenhum dos inquiridos, todos vós com aparente decisão em vossas mãos, quem cobris, que interesses protegeis, ouse responder, ouse mesmo, antes que peça ao Pai que vos leve mudos para o Inferno, nem piareis então.

Que concluio e protecção trás o senhor outorgada a quem assim faz ? qual seu interesse nisto?

Que quer que lhe faça, se não me responde? Não sabe o senhor da força da verdade?
Não sabe que ninguém resiste a ela?

Ladrões de crianças são os que as roubam e os que protegem quem as roubam!!!!

Quer fazer um jogo infantil de braço de ferro!

Não peço eu neste imediato a sua demissão, peço a de outro ministro ou mesmo de dois, e depois veremos em Deus o que se irá passar, em que modo e de que forma as contas serão feitas, lhe digo isto pelo sangue dos inocentes que caíram em entre rios e pela dor dos que cá ficaram.

Veremos em Grandola, se Deus mais ordena, Deus como Face do Povo Justo que Anseia Justa Justiça.

E como falta dinheiro nos cofres, deverão devolver algum para minorar o escândalo antes que as cearas onde vos deiteis e costumais dormir, não se incendeie.

Mostrem decência e respeito pelos que sofrem, oh terroristas, pois o são quando assim criam as condições para que o terror se manifeste.

Que eu não sou dado a actos de terror embora nas vezes ao vê-los assim fazer, me nasce quase um cogumelo atómico na mão do coração pronta a quase rebentar-vos.

E se há ladrões nesta história, não sou eu não, calha trazerem-me o filho raptado com a conivência e cobertura dos altos dignatários da nação, gente bem mal colocada nos gabinetes de topo e da administração, tanto e tantos conluiados que conseguiram fazer cabal demonstração de que a justiça humana não mais existe em Portugal.

O laço, a clara demonstração, a prova é evidente, interpelei aqui em justiça e em justeza os mais altos dignatários dos mais altos órgãos da nação e nenhuma resposta, ou passo de arrependimento, ou solução, por vós aconteceu

Grave, grave, gravíssimo, atestado assinado por vós, que contra a parede estais, que a justiça é feita à vossa medida.

Impossível assim ser!

Fostes vós que se meteram no beco, portanto só tendes um caminho, passar por mim e para isso tem de repor no imediato e fazer-me cabal demonstração que a justiça que trazem acordada como justiça. Está de novo a funcionar.

E se vós mesmos, a suspenderam e perverteram, será avisado e justo usar a da Luz contra vossos actos?

Ah sombra imensa se exala de vós em vosso estar e passar, que ela se condense inteira em vós e vos leve em vossa própria enxurrada em noite cega como vós cega de breu, que vossos medos subam e desçam inteiros em vós.

Neste momento e tendo vós assim criado e deixado o assunto ir e ser, só me resta esclarecer-vos

Todos os interpelados neste livro e nestas letras tem o direito de responder, diria mesmo que vós seria aconselhável e de feição faze-lo como homenzinhos

A sentença é,

Nascerão nenúfares nos corações em vossas casas, pelo sangue e pelas dores dos inocentes do Mundo e da mesma forma murcharão, se mudarem vosso ser, se morrerem no que são e renascerem de novo inteiros e corrigirem o que mal fazem, que é muito e variado e muito trás avariado.

Será anulada e suspensa assim que reporem a justiça, assim que os órgãos de soberania garantam a todos os que habitam e fazem o País, que o País É Um País de Justiça.

Ao tribunal de contas será dado reforço para investigar ao longo destes últimos trinta anos em que fizeram e aperfeiçoaram o escândalo e a indecência e sem vergonha, o que receberam, e o que geraram na troca dos favores que correm em vossa casas, em vossos compadrio em que se outorgam uns aos outros em modo próprio com a complacência de todos os que fizeram as leis e daqueles que as aprovaram ou lhes deram cobertura administrativa.

Que sejam pelas leis reforçados os poderes e as competências a quem deles necessite para investigar o que for de investigar em total transparência e em sua total extensão, na medida em que se apresente

E todos os casos, daqueles que demonstrem uma normal solvência em suas vidas correntes, indemnizarão o estado, a nação e as gentes em metade do que receberam à laia de compensação do mal feito.

Parece-vos justo? Não é assim a previsão do modo de funcionamento geral das leis de compensação, ou os ladrões, para além de à solta andarem, são compensados em prémios?

País maravilha de sonho negro a sonhar, a maior corrupção instalada e nenhum preso por ela! Dá para acreditar?

E que se não o poderem fazer no imediato, será na fonte retido sobre rendimentos futuros.

Este dinheiro será integralmente aplicado na erradicação da pobreza em Portugal e nos cuidados de saúde necessários às gentes e na correcção das estradas e das infra-estruturas publicas que necessitem, a ver se não cai mais nenhuma ponte!

Que fiquem em paz e sejam afastados de cargos e funções públicas, se não tiverem crimes de natureza de sangue que se desvelem neste inquirir.

Que a assembleia faça leis mais perfeitas nesta matérias, adequadas à realidade e as condicionantes que hoje temos no pais, que ao poder judiciário e judicial, as leis garantam a independência e autonomia face aos governos

A lei deve ser clara, que não seja permitido o uso do publico por compadrio, outorga de protecções e favorecimento e regulação própria entre os próprios de benesses, não possa ser feita e que qualquer incumprimento em qualquer das vertentes, conduza sempre ao impedimento de função e cargo publico que intervenha e dependa do que é comum.

Sobre o rapto de meu filho exijo que seja tornado publico, e investigados os que se conluiaram para o fazer e os que protegeram, protegem e garantem o sucesso até ao momento da acção e mantenho o pedido do que à justiça fiz nos termos exactos em que o fiz, bem como os pedidos de reconversão que também fiz sendo que a eles será aplicada a regra que trago sobre meus rendimentos, que metade mais um seja distribuída em duas partes iguais à Unicef e aos Médicos do Mundo.

Não ouseis mais brincar com este assunto, já nem aviso mais é, que não se repetem avisos a surdos, cegos e perversos, simples contestação do que vos irá chegar.


Ah Amada, muito Te amo eu, e dizia-me um pássaro noutro dia ao passar, que o namorado não estava quando era preciso e eu fiquei a pensar se era para mim que ele trazia tal dizer e chegou depois um outro que disse, aquele rapaz, no fundo só gosta é mesmo de futebol, e se o mundo é uma bola colorida na mãos de uma criança a brincar, se eu e Tu és redonda como o Amor redondo, e se sempre Assim será, sou eu tudo isto sem o ser, e não o sendo, o sou, mas mais feliz seria ter-Te a meu lado, que eu sei que Tu trazes Redondo dentro de Ti e Ficaria tudo muito mais arredondado, sem bicos cortantes nem penas que penam pesares.

Ah Amada a Verdade è como Um colar de Pérolas, cada um Trás Sua Parte e Junta com o de Outro e Assim Se Faz UM Colar e Um Sentido, mas cada um necessita de Trazer a Sua e Mostrá-la.

Curioso estou, Amada de ver o que se irá em breve passar, se os filhos da babilónia foram muito depressa a correr a apagar as ligações, as provas, e comprar os silêncios, os se as Gentes deste Nação, Irá dar sua cara, repor e trazer à luz o pedaço que é de seu conhecimento.

Ah Amada Senhora, Combateremos Sempre As Sombras, Assim Prometemos Nosso Coração.
O homem deve ser psicociclico, deve funcionar com um antigo relógio de sala das nossas muito amadas Avós, para a orelha, um bater para cá, um bater para lá, que deve ser tão rápido para ele, que se esquece que existe sempre um permeio continuo.

Há poucos luas grandes e pequenas seria, o homem dizia falar amuide com Deus, estava cabisbaixo em seu estar contrito e arrependido e declarava que ia cumprir o bom caminho carregando sacos de batatas a quem deles no mundo necessita, e novecentos milhões o estão entre muitas outras coisas mais necessárias.

O mundo ainda não acabou uma guerra que pela sua natureza foi e ainda é, de caracter mundial, e um buraco continua aberto no Iraque directo ao inferno a deitar carnificina todos os santos dias, parece que segundo a ultima contagem, 150 atentados por dia, o exercito que lá está, vê o que parece ser o correcto, não existe solução militar que feche o tampão e reponha a paz e faça nascer as longas curas que terão necessariamente de acontecer, pois aquilo já é um genocídio, até ao momento, é provável que os mortos sejam já de dois milhões, mães, pais e filhos.

E sabe-se isto praticamente depois da invasão e ocupação, e se soube depois que não existia a segunda e a terceira parte do plano, ocupação e restauração do país e aviões C 130 cheios de dinheiro no país foram postos, outra parte não, ficou nas mão dos próprios invasores que o distribuíram, e ninguém sabe ao que parece até ao momento como e onde foi parar.

O dinheiro que um país que num tempo em que o mundo era bipolar ou quase, era considerado dos mais poderosos, daria por si só para resolver grande parte dos problemas da humanidade e pode-se então afirmar em verdade que aquele país fez o pior investimento que poderia ter feito, como acontece com os países quando decidem gastar dinheiro a guerrear.

Em vidas humanas esse pais perdeu até à data três mil duzentos e sessenta e um filhos.

Se se sabe que a solução militar por si só não soluciona, o que se faz?

A via da diplomacia em força e eficaz parece ser como deve sempre ser, o caminho.

E quando não conseguimos chegar perto e eficaz aos lados dos que contendem, porque deles somos e nos tornamos pela guerra ainda mais diferentes e distantes, o que se faz?

Pede-se ajuda ao familiar mais próximo, neste caso aos, os vizinhos.
Problema, mas com os vizinhos a relação também não é boa.

Pois é, grande problema e desvantagem.

Problema agravado, esse país tenta-se pôr maior do que é, pois todos os países tem o mesmo tamanho, os homens é que não, ao que parece em suas cegueiras, e pretende introduzir uma balança com duas medidas distintas e mais grave ainda, ao que parece, colhe perante outros.

Porquê?

Porque tem medo, tem medo que essa energia possa por uns ser utilizada para a guerra, e parece que se esquecem, que eles a tendo, também a poderão usar, e que consequentemente outros deles por esse motivo também terão medo e todos tem muito medo e é de ter, que rebente um qualquer engenho explosivo.

Problema duplamente agravado

Porque esta guerra mundial, mudou o mundo e o guerrear, e se os custos foram sempre em seu déficit passíveis no passado de suportar, no mundo actual como ele se tornou, ninguém o poderá nunca suportar e assim sendo será sempre um rápido e grandíssimo trambolhão.

Medo errado, medo maior, mais estúpido e perigoso, geralmente pior o resultado, pois mais fácil é esse país ser atacado pelo interior com uma bomba nuclear ou um vírus, como já foi provado em parte, do que por um missel intercontinental com uma ogiva.

Mais seguro será pensar a segurança interna, pois na semana que passou, o responsável da cia, dava conta que pela sua natureza a agência não dava nem estava preparada para o recado e que se calhar melhor era contratar agências externas.

Por outro lado pergunto-me se no entretanto, já terá sido implementado no porto da capital desse país, uma solução ao que alguns disseram ser impossível de resolver, que era perceber os 97% das mercadorias que desta forma chegam. Se calhar é necessário que os portos passem a ter sistemas de controlo por raio x, o que certamente consumirá muitos orçamentos para ser feito.

Ou me pergunto se existe um plano que controle os abastecimentos alimentares e variados consumiveis humanos de forma a poder vir a travar um ataque viral.

Ou pergunto se já perceberam a enorme conveniência que a representação do dinheiro seja feita só pela mão de cada um, ou nos mínimos possíveis, pois sinal de alerta já no mundo se viu, quando das notas que se dissolveram por serem utilizadas pelos que sinfam cocaína e se ao ver tudo isto já se deram conta das enormes repercussões que necessariamente vão ocorrer em diversos e transistémicos planos e das enorme potencialidade positiva, nomeadamente no combate à pobreza?

Ou se já perceberam por razões da mesma natureza e pelo grau de consumo mundial, é de toda a conveniência legalizá-las o quanto antes, pois só pelo comercio legal se pode ter um controlo sobre a sua qualidade, e as enormes consequências transistemicas no enquadramento destas questões que se estende até, às que são, à data legais, como diversos farmacos?

Ou se é claro o entendimento que só tem o homem possibilidade de acabar com aquilo que comercializa em molde considerado ilícito e da economia paralela e do mercado negro e tornar tudo isto claro claríssimo, e que o controlo do sistema financeiro tem que ser feito de uma forma transparente e que enquanto assim não foi, criaram-se condições de financiamento a todo os tipos de actos de terror, guerras e confusões.

Já perceberam que é necessário acabar com a miséria de cerca de 900 milhões de seres e que a solução terá implicações profundas na forma com vivemos a parte Grande do Nosso Corpo Grande, nas relações de produção e lazer, em suma na forma como iremos viver, se o quisermos continuar a fazer?

Já perceberam que é necessário o equivalente a uma nova revolução industrial, pois um novo plano de energia e consumo energética, é urgente e capital por questão de sobrevivência?

Medo duplamente errado e duplamente maior e pior, quando se agita os medos sobre as linhas mais radicais de alguns países e se esquece o sempre sabido, que ao lado de uns , estão os outros, os mais moderados, que nenhum país é potencialmente pior que outro pois todos podem desempenhar papeis de terrível destruição, sejam qual for os motivos e os argumentos.

E que pela proximidade, que necessita e implica a paz, o encontro, a permanência, a presença amiga e amigável, o justo comércio, a visão integrada, se constrói e cimenta o moderado e pelo seu contrário se estimula o radical?

Medo triplamente errado e triplamente pior, se se optar pelos combates ou simples afastamento, ou mudez, ou mal fundadas formas éticas e morais de negociar, por orgulho e falta de agradecer?

Tem esse país, felizmente muita Gente valorosa e aviões rápidos e assim poderá rapidamente com todos os outros países e organizações comuns que para isso queiram contribuir, construir e estabelecer todas as alianças necessárias com todas as sensibilidades dentro das suas proximidades mais semelhantes, para promover o encontro e a paz e velar em continuidade para a sal manutenção, o que se faz pela colaboração regular e lembrando que um mais próximo é vizinho do que vai mais afastado, ou do que foi, mais afastado

Por outro lado, esta guerra, perante a maioria dos Seres do mundo, é considerada ilegal e trás a maioria, a consciência, de que uma mentira esteve na sua base.

Quais deverão ser as consequências desta realidade?

A necessidade de novos acordos, ou a necessidade de respeitar os que já existem, uma nova carta de todos os países do mundo, uma moratória mundial contra a pena de morte, uma carta de Entre ajuda entre Todos, uma carta plano sustentado de substituição das energias usadas à data que não passe pela proliferação da nuclear, a mais perigosa pelo duplo fim de seu uso?

Só se conseguirá um acordo válido entre todos, em respeito integral do outro, e sem destrinçar os países pelo seu tamanho, potência ou força.

Numa guerra mundial combatem todos ou muitos, contra todos ou muitos e depois quando de novo se chega onde nunca se devia ter saído?

Faz-se um acordo de paz e promove-se uma amnistia geral a todos os que combateram e procura-se neste caso pelo que aconteceu, os responsáveis pela mentira que a montou?

É importante procurá-los?

Esta guerra criou um novo mundo, esta guerra é um novo tipo de guerra, não se faz só com forças no terreno, e muitas são as armas de alta tecnologia usadas da mesma forma que muitas são as possibilidades de o fazer pelos meios que todos partilhamos,

A nossa dependência global da rede de comunicações que criamos, não é passível de ser invertida, nem ela é passível de ser desligada, nem tal teria sentido útil.

A grande guerra passou-se em grande parte ai mesmo, nos terrenos da comunicação, ali ela continuará a ser travada, se os homens não tiverem a habilidade de fazer a paz. Não é sempre o aparecimento das balas a voar por todo o lado, uma falha de palavras, um fala que falha ou falhou?

Esta guerra demonstrou que mesmo as democracias mais avançadas nas suas formas e desenhos de governação, são susceptíveis a grandes, negras e perigosas manipulações com consequências nefastas e sabemos todos hoje em dia que é necessário alterar para que esse caminha não possa ser de novo trilhado, memória curta trazem os homens, pois nem cem anos passaram, e esqueceram que a primeira fora criada por cinco homens e pelas suas acções.

E que é perigos deixar estas questões de guerras na mão de presidentes, primeiros ministros, governos, militares, assessores diversos, agencias de inteligência

Pela profecia de noventa e dois, sobre a qual tenho tido razões para levar à séria, pois vem-se a demonstrar real, provavelmente seis ou aproximado, irão para sing sing, ou seja, serão condenados a penas pesadas ou máximas.

A meu ver a investigação que se tem feito é nasceu tímida e parece indicar o habitual desconforto de todas as partes, nomeadamente a preocupação que o apurar das aguas e das navegações possa respingar um pouco para muitos de muitas famílias distintas

Por outro lado é uma luta continua invisível em prever, antecipar e parar, os actos de terror, e portanto assim sendo, prosseguir não averiguando em fino o que se passou, como se passou e as responsabilidades de quem o fez assim passar, torna-se e tornar-se-á cada vez mais uma equação impossível.

E ou se avalia estas questões, no âmbito das formas de direito que os homens trazem acordados entre si, em respeito pelas leis, ou rapidamente se cairá numa solução, que em parte já é visível, de um grupo de justiceiros que actua à margem das leis e dos tribunais, sendo que se assim continuar, certamente o caos chegará mais cedo, pois o fogo mais rapidamente se alastrará.

Sobre o trajecto da mentira em seu acontecer, estabeleceu-se à data em forma mais ou menos pública, dois factos, um conhecido desde sempre, pois o discurso da nação já o mencionara, as tais dezasseis fatídicas palavras como lhe chamou um jornalista, que apontava um pais, um governo e seus sistemas de informação, como fonte da sustentação da mentira sobre o potencial real que o Iraque possuía, nomeadamente nos domínios nuclear e químico a agora fruto de investigação mais recente, que uma das raízes da mentira teria vindo e sido criada em outro país em Itália, com envolvimento ou pelo menos sanção da sismi.

Uma história que veio por uma fonte que se conhecia como pouco crível, que contactara uma jornalista italiana e que pretendera querer que o Iraque tinha comprado plutónio em África e assim foi um dia a história parar aos balcões da Sismi

E se a fonte assim era considerada, porque lhe foi dado mais crédito do que merecia. Contudo fez bem o país em enviar um embaixador para o averiguar, mas seu relatório foi desconsiderado, e uma brilhante e bela senhora, que como seu esposo recentemente recordava, não nascem todos os dias nas arvores, com vocações daquelas natureza, tão importantes nos dias de hoje, foi indevidamente desvelada e exposta.

Que palavra curiosa em italiano, sismi, sismo.

Três são pelo menos os países europeus que tiveram envolvimento ao nível dos governos, ou de serviços em sua dependência e guarda, no acordo sobre o seu inicio, e assim sendo estão dentro da alçada das Procuradorias europeias que servirão os Tribunais europeus, nomeadamente o Tribunal Penal Internacional.

Como cidadão europeu, é a estas instituições que apelo, pedindo a abertura de um inquérito, no sentido de investigar e eventualmente em função do que se detectar avançar para acção penal, mais a mais, quando de acordo com os requisitos da lei o fiz face à justiça Portuguesa e a distintos órgãos de soberania que me fez prova provada de duas coisas, que a justiça não respondeu ao solicitado, tendo assim o estado, feito cabal demonstração do incumprimento das funções para o qual as leis os mandatam, nomeadamente na garantia dos direitos do cidadãos, do acesso a justiça e da justiça em si mesma como resultado e que,

mais grave, demonstra de forma inequívoca, que ao assim não ter acontecido, que a justiça se encontra sujeita a interesses de outras esferas, nomeadamente políticas, o que prova uma negra e perigossima imagem real de como, a corrupção e o compadrio se estenderam na sociedade portuguesa desde o vinte e cinco de abril de mil novecentos e setenta e quatro.

E que na actual situação do mundo este acontecer em Portugal, só poderá mesmo favorecer e trazer funestas consequências.

E que se assim vai, a não justiça em Portugal, deverá então actuar a justiça supra nacional.

Sendo que neste livro está explicado o que sei, do que me foi dado a ver, perceber, entender e deduzir, e alguns dos nomes que a meu ver, em primeira instância deverão ser questionados.

É ainda pertinente este fazer para a Europa, se ela quiser vir a ter qualquer pretensão de desempenhar o seu papel de justo mediador e facilitador e implementador da paz no mundo, pois para isso terá que demonstrar a todo o restante mundo, que é recta e se comporta em forma recta e justa.

O homem é uma sombra, o homem caminha com uma extensa sombra que sai de seu coração, projecta na luz ao redor toda a negritude que acumulou em seus passos, se eu o visse na plataforma de um aeroporto, a tomar um avião, não embarcaria no mesmo, e avisava em voz alta para ninguém ir, pois sua sombra é tão pesada, seu déficit tão acumulado, que até aviões sofrem acidentes.

Da ultima vez que sobre ele incidira uma luz forte daquela que penetra as próprias trevas, o homem se dera conta de si e de seus actos, mas ao que parece ser seu ser, oscila, oscila rápido e se esquece do que não se esquece porque não se pode esquecer, nem convém pela sua saúde e pelas saúde de todos, do Mundo e do Cosmo e do Amor.

O homem, que trás na sua consciência a participação na decisão da morte de milhões, que trás no alcance de sua mão, o suicídio, se assim se pode chamar de um cientista inglês que estava contra a mentira.

O homem que trás na sua consciência, assim também o sinto em meu ver, sem em certo o saber e por prova o poder provar, que sua mão ou sombra se estendeu à morte de outro homem, um ex-ministro dos negócios estrangeiros do Reino, no que pareceu ser um ataque cardíaco e se calhar foi, porquê, é o que não sei, e me fico a perguntar.

O homem trás na sua consciência a morte de sua amiga e colaboradora encharcada em vodka e eventualmente em barbitúricos, pois assim se fazem estas despedidas de desespero por não se poder suportar mais a si mesmo, ou assim se mascara um outro acto, onde a encenação e o que se passou, não é o mesmo, um segundo desenho sobre o primeiro.

E provavelmente outras em círculos concêntricos, provenientes da mesma mão que lança a pedra no meio do lago, porventura existirão se se alargar o olhar, pois assim costuma a negra obra e obrar, ser.

Malfadada noite de mangas de camisa branca arregaçadas, cheio de estamina, na tribuna pública do mundo, cabeça e palavra mal medida na noite em que assumiu a direcção da cobra, sem saber o que fazer ao medo na urgente e necessária antecipação que urgia, pelas circunstâncias, fazer, e no dia seguinte um inocente tombou com sete balas no meio da testa, um dos lugares onde alguns trazem esquecidos, habitação da consciência, e do medir e do pensar, do fazer, no próprio fazer, e que também existem neurónios no coração, que é raiz de todo o saber e agir.

E quando a luz forte o penetrou, o homem humildemente confessou que acreditava em seu intimo que Deus o Julgaria e no outro lado do atlântico, outro homem da mesma confraria, dizem amiúde ambos, uma mesma coisa , um mesmo dizer, que ambos falam com Deus, que até a Ele pedem conselho sobre as guerras e o guerrear e verdade é que todos os Homens podem Falar com Ele, Pois Todos Em Parte o São.

Também eu O Conheço, também eu com Ele Falo e sempre O Ouço Dizer a Paz em vez das guerras, o Amor em vez do cego desamor.

E nas guerras todos entram, todos batalham, todos servem, o que seja que tragam visto e acordado em grupo ser seu dever, hoje até as mulheres, nos profissionais participam

Também eu, como muitos outros valorosos, entrei nela, pois ninguém fica impassível, perante os actos de terror, esta nova antiga forma de guerrear que mais uma vez se exprimiu como se exprime em todas as guerras, que quando se tornam mundiais se espalham por todo o lugar, que nos lembra de novo, como age o terror, que no mundo como ele é hoje, é uma presença constante à mesa de todos, e que a nós, nos resta a opção de o saber lá em potência mas não o alimentar, não lhe servir a mesa, não lhe dar de comer à colher.

Também eu entrei nela, sem com ela concordar e quando um fiel de amor entra na guerra só trás consigo um objectivo, acabá-la o quanto antes, pois um fiel de amor, sabe que as guerras nunca são boas, nem nunca provocam bom resultados, nem alimentam as bocas, agravam sempre as fomes.

Numa guerra, o homem aprende a fala subtil da morte, aprende a perceber por sua subtil intuição, os seus negro sussurrados omens, aprende a reconhece-la quando ela se aproxima em seu negro cavalo alado e a foice e a garra se desenham na noite da véspera.

Falemos claro como sempre se deve almejar, que a clareza é luz fundamental dos bons fundamentos e das boas fundações.

E tendo eu combatido, nunca servi eu sobre qualquer forma qualquer organização militar ou outra de natureza equivalente, semelhante, ou derivada, não devendo, nem sendo obrigado, nem sujeito a comando, outro, que não o da Soberana, e que combatem do mesmo lado, os que fazem o bom combate, que é acabar com elas e promover a paz e defender os seus, das balas, das bombas ou seja do que for, os que Ama e trás em Amor, e sendo que quem Ama, não trás nem fronteira nem limite no Amor e no Amar, a Todos Ama, Assim É o Amor.

A si nada lhe devo, pelo contrário, mais será, assim o sei em mim e em Deus, pois se ambos com Ele Falamos, Indo eu Em Seu Colo, terá ao falado com Ele, de alguma forma também comigo.

E se ambos em lugares de distinto ver, distinto julgar e distinto querer, noutro, o da prevenção, a necessidade comum dita o aliado.

Nos píncaros do céu, que é o lugar onde se fala com Deus, altar que está dentro de cada um e em tudo ao redor, deu-me o senhor alguma ordem?

Não, embora o tenha ouvido muito gritar, seja o senhor ou não, pois se fala com Deus saberá que a fala do espirito não tem face nem endereço nem remetente próprio nas vezes, sobretudo se quem a fala atravessa o éter, se quer escondido por sua cobardia, mesmo quando a mascara e apresenta a olhar terceiro, como protecção.

Ah Meu Deus, que me nasce no peito tremendo pico que contenho em minha própria carne, quando ouvi no espirito aqueles que tentam justificar o injustificável, diziam eles que assim me tinham feito, pois fora a única forma que tiveram de me obrigar a ajudá-los, ajudá-los?

Ajudá-los, eu a ajuda, a ajuda aberta, toda a minha vida é dar e dávida, porque razão teria eu de ser obrigado?

Quem obriga ou diz que obriga, não ajuda, pois quem trás em si o obrigar um outro, não sabe ajudar, é hipócrita e hipocrisia que só fala e desvela a prepotência, de quem o diz e nas vezes o tenta, pois o dizer é claro, eu quero que tu me ajudes, eu exijo que tu me ajudes, eu faço tudo o que for necessário para que sejas obrigado a ajudar, até te roubo o filho.

Quem assim vai e faz, não merece ajuda nenhuma, e contudo quem Ajuda sempre Ajuda, mas não se confondam as pequeninas cobras e víboras invertebradas com os homens, não se confundem os chulos com o Criador, vós apanhais quanto muito migalhas, que reclamam aos olhos incautos, como requintadas iguarias feitas por vós, eu pela Alma de Um que assim se foi, outros o disseram, vos veto e voto que se engasguem todos em vossa ganas esganiçadas, que a peçonha fique só dentro de vós, antes mesmo de a tentares expelir, que nenhum ser da luz se suje, que nada verta sobre a paisagem.

E se eu paro bombas quando as posso parar, daí a fazer uma guerra ilegal baseada na mentira, que é feita num plano de uma nova negra tentativa de ordem mundial, vai toda a grande distancia, vai um fosso impossível de se saltar, vai a distância de duas margens sem qualquer ponte de permeio, não confundeis portanto os incautos, não pretendam passar por inocentes e anjinhos, tentando dar a ideia de que vão certos, que vosso mal feito é imenso. Vós sois assassinos, ladrões da vida e de crianças, abusadores sem desculpa, raptores, toruradores, prepotentes desfeitos em quase pó.

Néscios, mentirosos, filhos da babilónia, não confondais, nem o tentais que eu aqui não vos deixarei o quanto for necessário e bastante para vos por freio na medida em que o necessitares, a única aliança possível, é para a Sempre Paz, Pela Eterna Ajuda, Pelo Eterno Amor, e vós caminheis em Seu Contrário.


Ao perto da distancia da mão nunca nos encontramos, houve dia ali para os lados das necessidades que pareceu estar quase, mas estavam muitas sirenes no ar, a apitar, demasiadas para meu gosto e depois para meu jeito britânico, o senhor ao que parece estava atrasado, fiquei a pensar se fora atraso seu, ou se seria do tremendo trânsito de Lisboa, aquela hora.

E se meus amiguinhos que estavam em frente ao palácio a fazer um filme de uma serie de palácios para a RTP, o Gil ferreira e o João Miller, que foram quem me informou de quem lá vinha em marcha aparentemente acelerada e militar e escoltada, se tivéssemos ficado a conversar mais tempo, e o senhor chegasse no jaguar, teria aberto a porta para me cumprimentar? Teria dito algo assim, ainda bem que o encontrei, gostava de ouvir de si a sua opinião sobre...

Não creio senhor que assim tivesse agido, pois se o quisesse ter feito sempre o poderia ter feito e nunca o fez e sou eu vizinho ao palácio das necessidades e aqui nesta cidade onde habito, me conhecem e se um estrangeiro aqui chegar e perguntar por mim, certamente alguém haverá para bem o encaminhar, e escuso de lhe dizer que nem dinheiro tenho para ter saldo em meu telemóvel.

Na cidade do fantasmas e das bestas, os homens guerreiros alimentam-se e carregam-se em Eros em forma de vampiragem directa ou indirecta e cruzada com a energia dos mais jovens.

Existe uma relação nesta negra história evidente, entre Londres e Lisboa, no anuncio e preparação desta guerra, e um conjunto de actos de terror se encontraram ligados e disto já foi dado visão em grande extensão e se assim é, evidente foi que alguns homens estiveram por detrás a organizar e coordenar a acção e que é de conveniência para todos que sejam travados na sua capacidade de fazer o mal, de o continuar a fazer.

E de igual modo muitas outras capitais na Europa se encontram por alguns nesta história de forma envolvida e ligada, porque assim se ligaram e alguns fios que se desenrolaram tem conduzidos a alguns e alguns embrulhos tem sido desembrulhados, quanto antes melhor, antes que mais rebentem.

A descoberta disto só se pode fazer se se chamar à pedra os verdadeiros responsáveis que são os que a decidiram e a partir da percepção e desmontagem da mentira que esteve na sua fundação e seguindo esse fio, se descobrirá o restante, e em faze-lo ou não o fazer, se jogará muito do terror que poderá vir para a frente, se deixaremos a porta aberta, para que quem assim já agiu o volte a fazer, ou não, se fechamos esta porta de vez, se paramos quem o fez e consequentemente à luz das leis humanas os responsabilizamos.

E tudo isto grassou, tudo isto foi e é possível de assim acontecer, porque as democracias trazem suas estrutura de poder corrompidas e permeáveis a todos os compadrio e se os polvos lá estão criados por mão humana, são então utilizados e para utilizar.

Traficam-se todas as influências, todas a protecções, todo o vil metal necessário a negra acção, títulos de nobreza e poderes na horizontal, falam homens de terceiras vias, que é só nome do Terceiro Sempre Incluído, em elaboradas teorias vazias e promessas que nem sabem cumprir, bandeiras de um mesmo tipo de gente que habita em todos os países, que se agrupa sobre os mesmos partidos, gente pequena, manhosa, habilidosa, gente sem ou com pouca espinha, quanto mais coluna, e lá vão eles à solta a semear os negros ventos fazendo colheita das tempestades e o sangue de milhões em suas mãos, escorrendo pelos sítios onde se sentam, vestes neles empapadas a cheirar a sangue e húmus.

As demo cracias tem que se arrumar e compor e mudar de nome e numem para Amorcracia.

Ah Senhora Minha Rainha
Sou eu vosso súbito
Sou eu vosso Cavaleiro
Por Graça do Amor
E de S. Jorge
E o Dragão

E Vos Peço Senhora
Para estas palavras
Sua Atenção
Assim eu Mereça
Em Seu Coração

É um perigo esse senhor, para o Reino e Para o Mundo, cada vez que há uma crise, se não por sua mão própria, criada, vivemos todos de coração sobressaltado, pois cada vez que aparece e intervém, a iminente desgraça ronda e prepara seu acontecer, como agora em mais uma recente crise, de novo se provou, provando a incompetência e a incapacidade, pois os homens reduzem ou alargam seus jardins em função dos seus actos na contagem continua.

Logo quando chegou, o senhor fez cabal da sua incompetência na terceira via que tanto apregoara, pois não foi capaz em trágico acontecer, encontrar solução que contentasse a três, à Vontade da Senhora, a vontade dele e consequentemente ao Terceiro e ousou e preferiu e assim fez, a Contrariar, estava o exame feito e o aluno reprovado, mas tem disto o sistema, permitir aos burros parecerem ser cobras por muito tempo com suas bem montadas ilusões e muitos cegos a levar o andor.

Senhora Rainha, Aqui Lhe Peço eu em nome de Muitos, afaste esse homem, o quanto antes, antes que mais desgraças se abatam sobre todos, certo estou que cavaleiros valorosos no reino existem para seu governo, capazes de um melhor e mais para todos tranquilo e melhor feito e feitos.

Será porventura ainda cedo para em certo o saber, e averiguações deverão ser conduzidas no sentido da responsabilidade ser apurada pois poderá dar-se caso de o homem ir parar à prisão, juntamente com outros.

E se não for ou melhor entendam os homens seus irmãos que mais útil será para ele a para todos que vá então o quanto antes carregar sacos de batatas para um país que deles necessite, sem entender aqui nem o saco nem o algodão dele ou mesmo seu fio sintético com poleiros doirados de belas vistas sobre a vista dos luxos da vida de alguns, quando assim se dedicam à nobre tarefa de ajudar a quem precisa e recuperarem suas dimensões humanas e lavarem seus corações, que mais parecem premiados do que castigados, quando o merecem, e assim se agravam as ulceras e a ulcera aos homens justos e a revolta se instala, sedimenta e frutifica e os castigos não curam doenças nem cegueiras, geralmente mais as agravam.

Pois estão os Seres Fartos e Fartinhos de Viver em Constante Sobressalto, na aparência conduzidos por mentirosos ou homens de pouca visão que nem se sabem precaver contra as mentiras e as manipulações , o que deveria em qualquer quadrante do bom senso, demonstração de total inaptidão para o governo do que seja mais do que um, e homens assustados que sopram os medos para os capitalizar, são mãos e formas de fazer contas que não interessam ao Menino Jesus, pois o que é sempre preciso, à vez urgente é o entendimento

E a laia de desmontagem do ultimo grande aparente argumento, porque um argumento para ser argumento, para ser considerado verdadeiramente argumento, deve aliçar-se em verdade, pois se não, nem o é, de que se ocupa um pais ao lado de um outro considerado perigoso porque vai ter energia nuclear, para depois a parir dessa proximidade o podermos em caso da ameaça o atacar, ou em verão mais moderna, se o mísseis subirem, os nossos no céu os derrubam, de preferencia enquanto estão em cima do território deles, como senhores? Se no céu mora o vento, se as poeiras que sobem sempre descem e que elas , o lugar e nós e tudo, somos unos?!

E cada vez que assim for, o veneno se espelhará por todo o corpo, como poderia ser distinto, se Ele não é um mesmo?!!!!

Que cada um veja bem mesmo bem se quer trilhar este caminho, a cada vez que um que se considera mais potencialmente perigoso, adquirir uma nova energia que outros ainda em menor número, já tem, alguns que já em guerra a usaram, até parece que por muitos não são considerados dos potencialmente mais perigosos ou loucos.

Breve será o dia, em que o céu estará cheio de invisíveis escudos, e muitos misseis e missinhos apontados a cada pedaço, muitos botões para carregar, muitas mãos para o fazer, grande potencial de desgraça, pum, bum.

Sendo esta a equação na mesa, não resta mesmo, mas não resta mesmo, outro caminho, que não seja o entendimento, e para entender, é preciso que o entendimento seja operado por quem entende, e já deu provas disso, e se as provas dadas mais são do contrário resultado, dai terão que se extrair as necessárias ilações e não pisar de novo o mesmo erro.

No Jornal de ontem, Amada Nobre Senhora e Jornalista com razão dava conta que estamos perante uma situação e desejo de pão e circo, ou de inteligência sobre o que falhou nos sistemas democráticos para permitir a emergência desta acção e se teremos a vontade e a coragem necessária, para o corrigir e criar uma nova forma de estar no espaço e assuntos comuns, sendo que as tarefas que em propriedade se pode chamar, de sobrevivência da espécie homem, da vida em seu todo, são enormes pela frente. Imediata

Retratava a Senhora, o senhor, como sendo do senso comum e da maioria, quanto seja uma, a ideia de que ele era com um cãozinho amestrado do presidente americano, que quando é chamada, lá vai muito depressa a correr soltar par o colo do dono e alegremente com fidelidade e eventualmente prazer, o lamber

Talvez assim seja em parte ou em todo ou nenhum, que cada um trás olhos em sua face para por si averiguar, e talvez em verdade mais clara e profundos e alada, a mentira tenha implicada nela, gentes de diversos países, eu insisto, é necessário averiguar em fino como ela se deu, quem nela interviu, assim se clarificará papel e a responsabilidade de cada um.

Ontem na rede, um pequeno vídeo feito por jovens americanos, ilustrava uma investigação nos termos em que hoje qualquer um a pode fazer, bem feita e estruturada e bem inquirida, que dá ideia de como a dúvida sobre o que em verdade aconteceu em onze de setembro, é real, pertinente e trás em si bastante substância à luz dos eventos que foram criados e divulgados na altura de seu acontecer. Fora visto até à data por dez milhões.

Duas questões ficaram a ressoar em mim, uma delas porque vi na face do jovem que o fez, a angustia que perpassou em meu coração quando me comecei a questionar se era possível aquilo ser uma pérfida encenação.

Dizia ele com razão e meia falta dela, compensada pela náusea que sentia e que habitara nele a partir do momento em que começara a pensar por seus próprios olhos e coração, que pelo facto de ter feito o documentário, não competia a ele, assim seu coração o sabia, condenar ou deduzir acusação, julgamento e sentença, que o que fizera, para ele, era como uma declaração, um pensamento partilhado, a convidar outros a pensar por si mesmos.

Em seu rosto via-se a náusea, a tristeza de um jovem que é face de muitos jovens e que espelha em rigor o abismo entre o que temos, a herança actual dos nosso sistemas operativos do e sobre o comum, e o que os mais novos são, sabendo, vendo e entendendo sem entender, pois a náusea mesma, a náusea mesma mais funda, a mais negra e a mais triste, é quando o pensamento chega a estação onde se tem de perguntar,

mas mesmo tendo aquilo sido em parte, uma cobertura, para a encobrirem, mataram mais?

Pois se isto assim se deu, quando o pensamento chega a esta estação do calvário do mundo e das guerras e do sangue vertido e das vidas perdidas, pergunta-se com razão, se assim tiver sido, haverá perdão aqueles que entre nós, dos nossos, assim agiram? E sendo que não existem nós nem nossos, pois são todos os Seres Irmãos.

No more denial, era o titulo e o mote, pois enquanto à negação, ou as pessoas fecham os olhos, nem a luz rompe nem a cura se pode fazer.

Amada Senhora, dois caminhos se colocam sem no entanto mutuamente se excluírem.
O primeiro será o caminho da investigação e do inquirir, pois é certo que são muitos, os que se encontraram na teia da primeira mentira, a mentira capital, o pecado mortal,, que abriu um buraco direitinho ao inferno no Iraque e no Mundo ainda jorra a morte.

Viver com esta grande dúvida mo coração das gentes, é levar os corações pesados, partidos e destroçados, sem esperança nem fé, com desconfiança e suspeita mas forma de governar e nas gentes que governam e este é sempre o pior dos caminhos, pois o que importa mesmo, é ter sempre o melhor governo possível e governar o melhor possível e assim acontece quando mais participam e nele se envolvem, e nos corações não habitam as cores de convite nem a esperança e a confiança.

Depois de deduzido este primeiro nível de intervenção no governo de cada casa, sabemos que os facto demonstram uma ligação e um concertação entre governos de diversos países, que juntos, decidiram e promoveram e coptaram aliados e lançaram uma guerra e ainda ontem foi a vez da Argélia e tudo continua a indicar que o cancro está activo e se espelha pelo nosso corpo, salvos sejam todos os Seres do Amor Amante.

Por detrás dos homens visíveis que deram a face no lançamento da guerra, outros houve que actuaram para ela em níveis não tão visíveis, mas não menos determinantes no seu acender e forma usados nela, sofisticados e novas armas como as bombas electro magnéticas sobre Bagdad.

Pois sabemos ao observar a obra do terror, como se um quadro se tratasse, é visível o encadeamento das acções, o que desvela, um pré pensado e a necessidade de uma organização nesse fazer e negro feito.

Aqui foi visível e deu-se a uma dessa manipulações que culminaram nas bombas de Londres, sendo a imagem do momento em que acenderam o interruptor, o tal chamado arrastão, como epidemia psíquica previamente lançada a aquecer a planície onde depois se fez o fogo.

E enquanto não se tiver a certeza dos novos meios que foram utilizados e enquanto não se tiver também a certeza, que esse grupo de homens não se encontram desligados, o que deverá ser entendido, como desprovidos dos meios materiais que usaram para criar o dano e seriamente restringidos em seu acesso a eles e seus futuros, enquanto isto claro não for, os interruptores continuaram a ligar a sua negra luz , os sopros das explosões e do que mais se lembrarem e forem capazes e nós deixar-mos, continuará a tremenda Obra ao Negro e os corações luminosos não poderão descansar em paz, que sempre almejam.

E sabendo que uma vez aberta a porta , nas vezes é mais difícil seu fechar, mas a porta foi de novo aberta, já o está, como também está criada para o Mundo uma janela de oportunidade para o resolver.

É uma falsa questão que se se pensar bem, desvela a negra intenção, os que dizem, cuidado, até onde se deve ir neste aclaramento e na busca da verdade, não vá o conhecer, mais o conhecerem, criar condições para mais ou maiores desgraças, pois por detrás deste dito, estão geralmente aqueles que os utilizam, e que pretendem assim proteger e pôr a salvo, na esperança em que o abandono do conhecer a verdade, vença.

Que cada um, então, pense em profundidade, quão perigosa seria este caminho, quão elevada e rápida seria o subir da factura, da morte e da desgraça.

Um senhor do meu país, que foi primeiro ministro e hoje ocupa um cargo na presidência europeia, esteve ligado ao quarteto de dirigentes iniciais, pois foram quatro que dera por ele a face e caucionaram a mentira, ou sabendo-a mentira, a promoveram em lúcida consciência, como mentirosos e se bem que tenha sido o quarteto visível, mais a apoiaram, nomeadamente o que era primeiro ministro em Itália.

Não conhecendo eu ao senhor português dotes de fazer nevar, a sua declaração registada e do domínio publico, numa excêntrica manha em que nevou em Lisboa, feito que aconteceu em sua ultima vez à cinquenta anos, no aeroporto a caminho de mais uma partida para Bruxelas, desvela uma estranhíssima figura, que levanta um pouco do véu, do que poderão ter sido actos muito mais graves, de natureza semelhante aos que urge parar e desactivar e sabeis Amada Senhora em vosso coração que assim neste sentido tem sido minha acção, mesmo quando me confundiram com os que a fazem, outros por que lhes calhava assim ser.

Estas declarações demonstram e provam que o senhor estaria a viver um estado ilusório, condição muito perigosa para ir um homem com tanto poder por outros conferidos em suas mãos,

E é bom não esquecer, que um homem que diz referindo-se à pequena quantidade de neve caída, como critério de selecção e identificação sem em verdade o fazer, de Deus, acrescentando ainda por cima, uma dúvida afirmativa, é este o Deus que querem?, como quem diz tão fraquinho, é declaração muito rica e muito negra.

E que um que vá em estado de ilusão, ilude ele também, que quem vai em estado de ilusão, semeia ilusão em seu redor, à medida exacta da sua energia e da forma como a aplica naquilo que faz.

E em pano de fundo um acto eleitoral, terreno propicio e fértil a todas as ilusões e todos os circos e uma ideia a reverberar com alguma insistência em minha cabeça, um ouvido no visto que se apresentou com certa frequência, que se tratava de uma experiência americana na Europa, hoje os chapéus, as chapeladas e os chapeleiros, são mais sofisticados, as ilusões mais complexas, transistemicas, mais bem montadas, maior seu alcance e a forma de lidarmos com estas implicações será determinante para garantir a base da democracia, e do principio da sua base, do voto livre e da votação sem burla ou batota.

É pois no ponto onde nos encontramos, necessário, ou fechar a porta compreendendo na extensão necessária o que se passou, ou se não assim o fizermos, a deixaremos aberta, para que o negro plano se concretiza, uma nova ordem mundial, onde não haverão mais democracias, o controlo absoluto por poucos homens se instale durante longo período de novas velhas trevas, que elas são sempre as mesmas.

Qualquer homem dotado de uma normal inteligência e com hábito de pensar por si mesmo, ao analisar as declarações se dará conta que elas levantam muitas interrogações.

Que crença trás este homem em si, de que Deus é fraco por que faz uma neve pequena, mais a mais não lhe conhecendo ao longo da sua vida, grande pendor ou vivência religiosa?

Há um desacreditar a Deus em suas palavras, e essa, não é fala de quem não O Crê?

E se um homem que não vive em Deus nem com Deus, assim o diz, o que está então a dizer?

Que homens há, como ele que se crêem maiores do que Ele? No mínimo doentio.
Ou que homens há que são maiores do que Ele? Maior a doença.

Que aquele nevão, foi provocado, e que a sua pequena escala é usada para desacreditar a Deus e se assim é, o homem terá que estar de alguma forma ligado, a esse acontecer, a esse fazer, não são de hoje as ideias de controlo do clima para fins militares ou outros.

Terão feito um nevão para isso?

Ou será mesmo o nevão fruto de uma ilusão de grau três como o classificaria o poeta Fernando Pessoa, daquelas que tendem a acontecer e acontecem mesmo. Andará mão iniciada em certas artes neste feito

Existe um fio que liga Portugal e a América neste assunto, se seguir da ponta que aqui se expressou e chegar na outra à América, que se prende com actos eleitorais recentes, com grandes dúvidas e reclamações, assim se passou na América, assem em modo muito mais discreto, mais afinado e conseguido, se passou em certa forma, aqui, nestas eleições presidenciais, pois são visíveis um conjunto de indícios de comportamento desta semelhança, semelhantes a estados de ilusão e aconteceram nos dias da eleição.

Existe um conjunto de vistos, ouvidos, possibilidades e propósito na utilização de novas tecnologias neste negro fazer por alguns feito, é portanto uma questão de segurança que toca a todos em qualquer lugar do Uno Lugar e não averiguar em fino o que se passou e como se passou, é por a segurança de todos em risco.

E depois se tudo isto se passou, com o conhecimento e envolvimento e ou a participação parcial ou total de homens que trazem em si delegados grandes poder profano, tal quer também dizer que as estruturas do governo se encontram corrompidas e minadas em forma transistemicas, o que leva à necessidade urgente de corrigir tudo o contribui e abre portas a tal acontecer.

O outro caminho que como afirmei não é nem disjuntivo nem exclui o primeiro, seria quem o fez, apresentar a sua defesa em forma detalhada, adulta e responsável, não escamoteando as questões ou fugindo às perguntas, como se viu agora o português fazer, quando questionado como recordista das nomeações a granel das centúrias de consultores e executantes e do extremo despezismo, pois todos sabem que os consultores, são uma das teias que os governantes, influenciadores, dirigistas ou corruptos, de aprendizes de ilusionistas, estendem através delas o tamanho de seus corpos assim falsamente aumentados.

Não podem os cidadãos confrontarem-se com estas decisões e estes factos e continuar a ver quem os faz a ficar na maior das impunidade, pois dinheiro falta para questões capitais, como garantir a vida e a que não haja fome e que os serviços de saúde funcionem como devem funcionar.

Não pode um, homem, mais a mais carreado de função pública e de poder, simplesmente eximir-se de não responder ao que é inquirido e, forma pública, e certo é, que a quem assim se comporta, perigoso será sempre dar maiores poderes, pois quem não deve, nada terá a temer.


É claro em sua forma global que a acção deste grupo de homens ou parte dele se cruzou com os meus passos no roubo que fizeram de meu filho, e que só é evidente por acumulação de indícios que assim foi, não se encontram em fino, todas as ligações ainda estabelecidas, neste momento desta escrita, eventualmente todos os nomes dos mandados e dos mandantes, toda a teia montada, em seu pormenor esclarecida.

É também prova indirecta que o escândalo é inaceitável e a infâmia enorme, que foi durante a apresentação em detalhe da queixa e de seus argumentos, o total silêncio dos mais altos dignatários do regime e das instituições democráticas, que claramente grita e afirma e demonstra que esses homens, ou alguns deles, terão que estar bem colocados no aparelho de estado em diversos lugares e níveis.

Só assim se pode compreender o incompreensível e nunca possível de ser aceite,

Negação do direito de defesa, ferindo mortalmente as leis acordadas

A enorme travessura e pauzinhos de toda a ordem, feitio e natureza com que actuaram os processos e a impunidade até à data de quem os protagonizou,

Mais uma vez o não cumprimentos das leis, em não dar provimento ao que em conformidade com elas foi justificado e pedido e que deveria ter acontecido

O enorme dano a um filho e um pai

A demonstração cabal da falência do estado, do governo, da investigação e do julgar, ao não defenderem assim um filho de sua terra, um pai e um filho, e a todos, por extensão do Amor.

Pois quando um cidadão é envolvido por uma teia desta natureza, consegue quem o faz tornar a sua vida um inferno e nas vezes intentar contra a vida de quem perseguem, encomendando suicídios, a sua morte, que a tal neste caso chegaram, e vós em silêncio absoluto!

É isto inaceitável, não pode ser, nem será, e tirem o cavalinho da chuva que mais depressa cairá uma pedra em cima de vossas cabeças, mesmo antes de o fazerem, com sorte, mesmo de o pensares.

Indicio do espirito sem rosto

Disseram alguns desses homens, pois só eles o poderiam ter dito, que o roubo de meu filho, fora a forma com que me obrigaram a colaborar.

Mesmo antes de averiguar em fino, o quê, sobre o que na opinião deles, terão obtido a minha concorrência, me trepou pelo coração acima a maior e mais tremenda indignação.

Pois é direito básico e inviolável que cada homem seja livre e viva em forma livre e da mesma básica maneira é inalienável, que quando ele vive em sociedade com outros, não seja por um ou mais do que um obrigado.

Tem isto outro claro nome, tortura, e são toruradores e homens que praticam actos de terror, terroristas em acção, que rouba um filho a um pai, para obrigar o pai a uma qualquer espécie de colaboração e se são tudo isto deverão estar em prisões ou hospitais para se curarem, se ainda vos for possível, a alguns.

Este fragmento que ouvi na alma do mundo, é como outros fragmentos que se ouvem e podem ouvir na alma do mundo, e como fragmentos que são, assim são nas vezes porque quem os desvela, assim os desvela, meias palavras, ou incompletos e ficam então como suspensos , constelados na consciência à espera da palavra seguinte., que desvela um pouco mais seu sentido.

E os que falam com outros na alma do mundo, nos planos mais elevados da vivência espiritual, umas vezes assim por intenção falaram, desvelando só um bocado, mantendo outro ocultado, tal e qual faz cada um quando abre a boca para falar, à medida do que são e com a única e respectiva bitola da sua coragem.

Na Ar, o procurador, o ex membro das juventudes comunistas, que chegou a seu cargo, por mão do governo de Durão, que anda de mota e que passado pouco tempo de assumir o cargo, se estampou, entrou e sai de costas, reclamando o seu direito à privacidade de sua imagem, por razão de segurança. Espantam-se meus olhos, então o senhor procurador, ou policia ou o que for é alvo de alguma perseguição? Assim se defende aqueles que defendem a justiça? Para não falar nos dois pesos e duas medidas das múltiplas medidas e variantes de todo o circo mediatico, que à uns dá rapidamente a cara na praça para os queimar e a outros oculta. Envelope nove, e que sim existiam clones feitos e quem lhe deu instruções a ele de assim agir? Quem eram à data seus superiores, que conhecimento tiveram da investigação e dos moldes em que se processava, que juizes se pronunciaram e avaliaram se os métodos cumpriam as leis?

Espantosa a recomendação e cereja da investigação de coisa nenhuma, remetendo para o prevaricador, a aberta recomendação, que agisse como entendesse, será que este país existe, que a assembleia funciona, sabe funcionar, tem condições para isso?

Esta pequena frase que eu ouvi, remeteu-me por sai incomplitude, para o contexto, quem seriam os interlocutores para ser assim construída, que pergunta, originara tal resposta?

Partamos de um realidade consensual, que ambos combatemos actos de terror, ou não, será aparência que assim se apresenta e aparenta.

Pois uma outra possibilidade existe, que eles sejam os que fazem o terror, disfarçados de homens de bem e da lei, deduzido pelos contornos do âmbito da actuação.

Pois quem para obter a colaboração de outros, o acusa de crimes de morte, contratando diversos para o levar pela dúvida da culpa, ou pelo que for, à morte pelo suicídio, quando lhe roubam o filho, prometendo à mãe entre outras, direitos sobre o filho e usam neste fazer um conjunto de métodos e armas e armamento que se encontram no conhecimento de poucos em sociedades mais ou menos discretas ou mesmo secreta

Muito do visto em espirito, assim reforça em mim esta convicção, que estes ingredientes estiveram presentes e terão consequentemente feito a sua negra acção e consequentemente alguns grupos estiveram envolvidos, ou foram seus membros usados neste agir.

Da natureza disto emerge um crime que pende sobre vós, uma tentativa, ou várias, para ser mais claro, de me assassinar, sendo que a mãe foi de alguma forma cúmplice neste agir.

Se esses homens assim o disseram, estarão a dizer a quem os inquire, a quem os investiga, na sua resposta, se desvela a sua verdadeira face de homens de terror, pois todo isto são actos de terror que criam como sempre o horror, o abismal horror do homem que vai de coração carregado sedento de sangue de poder.

E os homens que combatem o terror, não podem tornar-se iguais ou fazer igual ao que o terror faz.

E são estes processos pelo que se conhece de sua história e da história, muitas vezes pratica integrante dos chamados serviços secretos, bem como a contra informação activa ou mesmo a criação de acções, entre grupos rivais, e assim a todos abater porque se põem entre si a combater, na aparência de ter ficado de um só dos lados, ou mesmo nenhum.

E se este perfil do fazer, os que o fazem, são nas vezes homens que transportam emblemas de autoridade, ela terá que lhes ser retirada e de igual modo deverão ser responsabilizados pelos seus actos.

Serão portanto alguns da policia ou das policias secretas a mando de outros, assim terão agido, sendo que no caso de algumas das tentativas de assassínio, outros nomes na aparência a elas não ligados, apareceram, como o de Valentim Loureiro.

A corrupção estendeu-se também ao poder judicial, ao tribunal de família, e a especialistas de saúde mental, o que reforça por si só, a convicção de que o polvo que aqui tenta por seus tentáculos é grande e tem muitos estendidos em diversos lugares.

Dei conta da subserviência estranha a roçar o patético de José Manuel anes face ao Seara e dei conta pouco tempo depois de uma informação que recordava que o primeiro fora na data do assassinato de Sá Carneiro, o inspector da policia judiciaria encarregue do caso, um homem que se reclama de saberes iniciáticos, como demonstra a suas obras, quem sabe se alguma feitas na quinta da Regaleira ou no palácio de Sete Ais

E tendo desde logo a investigação se tornado diluída nas suas conclusões, se se tratara de atentado, assassínio, ou acidente, teremos que nos perguntar se tal não teria acontecido para eventual o esconder.

Pois a pergunta que tem de ser feita a josé manuel anes, é saber de se de acordo com os conhecimentos inciaticos que possui, como os relaciona com a possibilidade de tais métodos e fazer, terem sido convocados e usados na queda do avião, visto existirem diversas informações, que um quadro semelhante com similares ingredientes, assim se deu?

E em que pé ficaram as investigações que então se fizeram para explorar esta possibilidade visto que as peritagens não eram conclusiva da presença de explosivos ou de engenhos que tivessem causado a explosão e consequente queda?

Tenho eu dado conta neste Livro de um conjunto de vistas que desvelam assinaturas de alguns actos de terror, que produzidos em outros territórios, de alguma forma se começaram aqui a desvendar

E existem homens que cedem a chantagem e ameaças e outros não e os primeiros se podem ver em situações difíceis e ser assim por outros conduzidos ao mal agir.

Ah Bela Princesa do Espirito, Como Sois Bela, Assim Vi a Beleza No Instante Em Que Vos Vi, São Belas as Senhoras de Manto e o Seu, O Vi Em Similar Textura a Francisco De Assis, Assim Era a Tessitura do Amor Puro, Que Se Sabe Maior que As Coisas Materiais

Depois por detrás de si, senhora bela princesa, um quadro me fez sonhar, sonhar de um sonho lúcido que vem de há muito tempo atrás e que mergulha na raiz desta história, pois calha trazer desde longa data um agradecer secreto em publico que na altura nasceu em meu peito, pois Senhor Príncipe e Rei um dia cá passou e decidiu cuidar de uma das mais belas casas que existem em Sintra, uma casa que eu Amo desde a primeira vez que a vi, depois de uma noite a caminhar em Sintra a ela fui dar.

É Casa de Rendilhado Fino e Preciso e Único, Aqui no Reino do Portus Graal, Seu Estilo inconfundível canta o Amor, Pois Terá Sido Grande o Acto de Amor que a Faz Nascer.

E de tal forma eu o senti na primeira vez que a seu jardim fui aportar, que no relvado estendido na primavera que desce, aí sonhei, sonhei que um dia que me casasse, seria nessa casa que gostaria de dar a festa, um festa de três dias como devem ser sempre em seu mínimo as festas das Bodas dos Esposos

E estranho pormenor me aparecera nesse sonho da manhã acordado, que como hábito antigo o lençol seria na manhã seguinte ma janela estendido ao olhar de quem o visse e fiquei em mim a sentir, o que me parecera uma impossibilidade nos tempos que correm e como somos hoje em nosso ser

Mais curioso ainda foi ouvir em noite recente no espirito, um dizer, de uma senhora que me dizia assim , esperei por ti sete anos, e pena mesmo tenho eu de não saber se seria de minha Amada, tal dizer, porque se o fosse, e se ela me dissesse onde estava, correrei eu para apagar de vez, sua espera, em doces beijos e beijar.

E é Rei o Príncipe, pois um Homem que usa suas mãos para criar arte, é necessariamente um Rei e muito lhe agradeci em meu secreto, assim ser, e da bela casa decidir cuidar, pois toda a arte deve ser cuidada e Honrados o que O fazem.

Ah Senhora Bela Princesa, depois fiquei de novo a sonhar no belo quadro que por detrás de si estava, uma tenda em quadrado, aberta, o cordeiro do velo de ouro brilhando e sendo ameaçado por uma espécie de cimitarra e entrei por aquela paisagem dentro e de repente estava numa festa no palácio de sete ais.

Um repórter vira um negro acontecer nesse local e dele sabia e sei eu Senhora dentro de mim que a cimitarra nesta caso, não é propriamente uma cimitarra, pois de novo a foi ver, no local, onde com grande probabilidade morará a mão de um que contra o cordeiro de oiro, nessa altura, em setembro de 2005, a empunhou.

É mais um punhal com lamina em sinusoidal, um lamina de serpente, que ao entra e sair, afaz assim maior o dano nas faces da cortante lamina, como que alarga o buraco ao faze-lo.

Aparecera o tubarão da divisão
A vela grande do homem sobre a taça doirada inclinada
Na mesa onde se sentaram os pássaros
Duques de Bragança
Ministro da cultura
Angelo Correia

E uma tarte lette no canapé foi servida
Empresário do palácio do Douro no Freixo
Torres de cima de Oeiras
Paredão do arquitecto da torre inclinada

Serviço de canapés do gabinete do primeiro ministro, o primeiro da divisão da Teresa
António Vara, o leopardo por detrás , caixa geral de depósitos, o pico, a faca na cruz.

A gala royal
Ou o galo real, o melro cardeal 4173, das quatro estrelas doiradas
O melro do doce mel da gala real, sete ais
O que ofereceu o anel e a espingarda à teresa.

O homem do anel à teresa, do master serpente do rem, do sono, olho do Ka do museu de serralves, a cruz do anel, o anel da cruz, cabeça a andar à roda, pesar, LV.

Muitas ilustres testemunhas, em algum a coragem da confirmação, em consonância com tanta ilustração.

Ah Senhora, que as letras e as palavras são como cerejas, e vem e vão e ficam e se encaixam aqui e acolá e se tudo parece ser nas vezes falta de sentido, o ser, só o será enquanto todo o desenho não aparecer, perdoai-me as voltas que a Si neste carta, agora, Volto

Ah Senhora, trago-a em tanto amor e se em parte sei porquê, outra não, que o amor é assim, não tem de se explicar nem se explica nas vezes, sente-se, sabe-se-O, conhece-se-O, sabemos que habita dentro de nós pois fica contente em saber do que se gosta, que habita dentro de nós e tudo o é, desde o mais pequenino gesto, à soma de muitos.

Ah Senhora que trás o martelinho na mão, grande e valoroso gesto seu e dos seus, que muito Bem Entregue Está e muito eu me contentei, quando vi que nele pegou, pois andávamos todos muito precisados que assim alguém o fizesse, que se trouxesse uma maior atenção aos que guerreiam e às formas como se leva o guerrear, sendo que todos almejamos sempre a paz.

Por isso não se preocupe quando o presidente fica de braços abertos a barafustar, que o que fez, fez muito bem, e eu aqui por isso a Louvo.

Também Portugal que é Grande e Imenso no Infinito do Amor Amante, gosta muito de Si e por isso Bem a Acolherá e lhe dará sempre o apoio que necessitar e eu pelo Amor em que a Trago, lhe acrescento, a Protecção do Amor, do Próprio Amor.

O que vejo no Rei da Síria é um homem de bom coração bem medido e homens assim, são sempre aliados a resolver as confusões e Fado-lhe sucessos em todas as suas viagens para promover o entendimento dos homens.

Ah Amada Senhora, é estranho e belo o Amor, pois lhe poderia jurar, sem o poder, que me dei conta logo na primeira informação que iria passar por cá e assim comecei a falar consigo no espirito e na Alma.

Dei-me conta de meu desejo em minha vontade, de como seria bom ir buscá-la ao hotel ou à embaixada, em traje de passeio confortável, quem sabe se num descapotável híbrido, passear consigo a mostrar-lhe o costa do guincho, talvez comer uma queijadinha em Sintra e tomar chá e ir conversando sobre os assuntos do mundo em voz baixinha e intima.

E sei eu Amada Senhora, que trazem os dois países longa e honrada aliança em mutua protecção, e que acordos que não conheço ao perto, mas verifico sua existência por seus efeitos, entre os dois países existem, com obrigações incluídas, que foram em tempo recente accionadas, e lhe digo Senhora com algum pesar, que enquanto estas questões não se esclarecerem na extensão necessária, e pela Posição em que Portugal se encontra Perante e Face ao Mundo, como país cujo governo, foi um dos que esteve implicado em seu lançamento, serão as excepções excepcionadas, sem que de consequentemente modo, lhe garanto eu por minha palavras, a aliança, seja de algum modo ou de alguma forma, qualquer que seja a circunstância, posta em causa ou afectada em seus conteúdos operativos, pois longa é nossa relação e eu lhe voto futuro.

Ah Amada Senhora, contai sempre comigo, com meu ajudar à medida do exacto que sei, minha porta não é porta para si, chegue e parta quando a sua vontade assim aprouver, que todos os momentos serão bons, assim sempre o declara a inteligência.

Sempre agradece o amor ao amor, sempre agradece, festeja e celebra o amor a quem se ama, que as palavras da poesia da nossa língua bem sempre afaguem em modo delicado e sensível os ouvidos dos que habitam em Washington, que as trovas do vento em seu passar, sejam leves e sussurrem sempre o amor, a Paz entre os Homens de Iluminada e Amante Governação e que a Doçura da Senhora Sempre a Paz Inspire No Coração de Todos com que Se Cruzar.

Ouvi, Senhora, em dia não muito ido de um acordo feito em Berlim sobre a solução destas matérias, mas pouco conheci do seu conteúdo especifico e parece-me que qualquer acordo sobre o desenlace de um assunto de natureza mundial, dificilmente se poderá manter restrito muito tempo, nem resistirá nunca a agua que chove da verdade de muitos que juntos terminam estados de negação, ou de ilusão montadas e o que está em cima da mesa para o futuro imediato é em sua eventualidade demasiado negro, para não pesar para a necessária verdade no seu entendimento.

E depois relatou amado jornalista que a visão sobre o perigo e o custo de um determinado caminho, poderá ser realmente o afirmado, pelo visto e pelo entendido, ou muito próximo dele, o que em meu ver recoloca as coisas, em sua perspectiva mais correcta, por mais consonante com o real, uma das suas duas faces, a mais e profunda negra.


Uma das vezes que falei com os Guardiões em noite alta e profunda, no bosque das Parminedes, deles ouvi, que estranho és, pois és o primeiro que nada pedes para ti nestas circunstâncias desde há muito, muito tempo e eu na altura respondi, pois não peço para mim, porque o fiz por Amor a Todos, o que pedirei em seu certo tempo será também por Todos e para o Maior Número Deles Possível.

E que Tudo o Que Faço O Faço Por Amor a Minha Amada, Ouvi Sua Vontade.

E reparei Senhora, que pela minha natureza, carrego eu uma grande cruz, que muitos pecados me são atribuídos, que muitos me tentam inculpar de tudo e de nada, que para muito eu sou como um saco de lixo, onde tentam colocar seus próprio lixo e espantei-me ao perceber a extensão desse mal feito, de como atravessa e se derrama com antiguidade e frequência em diversos países, nomeadamente o seu.

Estranha noticia sobre o senhor banqueiro do mundo com anterior responsabilidade nas relações internacionais da América,

Primeiro que lhe tinham sugerido que sua namorada fosse afastada e que continuasse a ser paga milionariamente, recebendo inclusivamente mais, que a Senhora Secretária Condolezza Rice, a desvelar mais uma vez como os critérios estão tortos e como muitos com altas responsabilidades lhe dão na aparência cobertura

Que tinha herdado a situação, sem especificar qual era exactamente e que reagira em conformidade com seu critério relativamente a um caso que lhe parecera de necessidade humanitária. Certamente não estaria a falar de sua namorada a quem ele um dia decidiu pagar principescamente, nem desvelou a herança, nem o modo e a base em que julgou.

Isto da parte de um homem que tem dito empenhar-se no combate a corrupção, que tem entre os vertentes, a atribuição de privilégios desmesurados, indevidos e nas vezes escandaloso.

Apareceu-me agora o nome de Salgueiro, será ele o elemento de ligação via fortes de dinheiro? Alguém daqui em Portugal que terá introduzido o caso e pedido ajuda à enigmática chamada de causa humanitária, ou será um paralelo, dois homens distintos sem ligação, semelhantes em comportamentos, em modos de viver nas sua escalas distintas e que cumulativamente vivem situações semelhantes com mulheres?

Salgueiro, Salgado, duas faces que emergem em mim, como se intuindo uma qualquer profunda ligação entre eles, um, já de certa idade, cabelos muito brancos e grossas sobrancelhas negras, rosto onde se vê a mistura do judeu e do árabe, homem comedido
Em seus gestos públicos, em seu falar, mãos atrás das costas e atitude contida de reflexão, o outro mais novo, homem mais poseur, que lembra campinas e toiros, loiro já quase sem cabelo, a pressentir homem que se terá dado a largos prazeres, em quê, de que forma , de que jeito, até que limites, são questões que ficam a bailar, ambos banqueiros. São estranhas as faces dos homens da nossa banca, o outro, do millenium, nestes últimos tempo, face sempre contrita, aparecendo em fotos meio escondido por detrás das estantes a olhar, como se expressasse culpa ou e cautela, perante um boi que o olharia. Um homem de mão grande, de um outro senhor que está nas origens, e que se encontra desde muito por detrás, não visível, Jardim Gonçalves, um nome que me tem ressoado nestes últimos tempos, declinado em duplo J, como uma cimitarra, como a cimitarra impressa na Infante Santo, pelo macademe inscrita, que olhando bem ao perto, de dia, mais parece o seu desenho da lamina, ser o de um punhal em S, o que de imediato desloca e em aparte inverte pedaços da leitura da acção, da acção que como a rua expressa, a acção sobre o Infante.

Foi recente o dia, manhã cedo, muito cedo ainda quase sem movimento, quem eu vi, um outro nome recorrente nestas letras, o mensageiro e o transportador, com acesso directo ao primeiro ministro, ele mesmo comendador e merecedor de negócios sobre colecções, ele encostado a um daqueles prédios, onde deve viver, parado em seu gesto, levava a mão com dedo esticado em horizontal a seu nariz, passei eu de carro e fiquei a pensar, olha mais um como eu, que parece estar de mostarda até ao nariz, que é expressão que eu uso, que razões nos separam e que razões nos aproximam, the one organization, um coração, uno o coração, sempre em respeito por todos os pedaços que o compõem, não um coração dentro de um só homem que bate por cima ou em cima de muitos, sonho negro impossível e riscado, o risco eu, aqui, está feito!!!!

Paulo Teixeira da Cunha, mais uma cunha em seu nome, mais uma cunha nesta história onde muitos parecem ter posto cunhas e cunhas e certamente cunhados, tios e afilhados, estranha visão tive em noite meia distante, sobre montes no Alentejo e abusos, numa praça aqui aos Olivais que porta nome semelhante ao seu, trazendo a conversa no espirito indicações de fonte de parlamentares portugueses europeus, que posso eu fazer, se não o dizer, mesmo sabendo que muito do que se ouve dizer no espirito, complementado pelo que se vê, que pode lá estar ou lá ter sido posto, se não o perguntar, se não saber se em verdade, pelo que vi, se assim será e sendo que não sou eu nem policia nem investigador, calha-o ser, calha, trazer um outro evento que estranhamente em meu ver, ressoa neste, o episódio do polónio na cadeia de restaurantes que tem o mesmo nome, millenium, porque razão teria aparecido este nome, naquele acto, onde um ex espião fora envenenado?

Estória sem pés nem cabeça, história cifrada, quem se lembraria de matar alguém com polónio, ainda por cima com ingredientes que ligavam o episódio ao presidente Putin?
Demasiadas inconsistências para que houvesse essa ligação, que parecia pouco provável. E se assim o fosse, seria porventura, daqueles que o queriam com este episódio o atingir, do quadrante do oligarca que vive em Londres e que lhe faz oposição.

O homem na cama do hospital onde faleceu, tinha uma cruz marcada em seu peito, assim deixara visível a sequela do seu envenenamento e contudo uma substância radioactiva, marca e enuncia um caminho, um caminho por onde eventualmente terá passado tráfico de substâncias radioactivas que possam ser usadas numa bomba.

Um rasto de radioactividade que se espalhara por outros lugares, mesmo aviões que forma controlados por questões de saúde publica. E antes um outro pedaço de rastro, desta vez, feito pelo vento, que arrancara um telhado numa casa

E três questões estão cruzadas nesta, trafico pelas rotas do Afeganistão desde oitenta, e actos de terror, alguns evidentes por sua natureza, outros porventura não tanto, mas que parecem ser coisa distinta do que a aparência deixa transparecer, a que se chamam de separatistas e separatismo, e operados por recrutas entre os separatistas e no meio deles fazendo os mártires que alimentam o circulo e o porrão inclusive a girar sobre si mesmo e por si mesmo , sem mais influencia de uma qualquer cúpula, on line, que se encontra num qualquer lugar do mundo, onde um ou dois ou três podem por em acção um psico drama, um enredo, uma ficção, que assim está acontecer, e fazer com que assim em parte aconteça.

Que razão terão os banqueiros para me combater, pelas explicações pedagógicas que tenho produzido sobre dinheiro e afim? Porque minhas palavras combatem as asneiras e os inaceitáveis e assim, puseram mais uma vez a giz meu nome numa lista a abater?

Será assim tão grande vosso medo?
O que fizestes senhores, o que haveis intentado?

Algum do Senhores, que mexe em dinheiro, saberá de um cheque que terá sido usado para comprar um anel àquela que foi minha mulher, com oferta incluída de direitos sobre o filho, o que no visto e vivido, sempre fala de grande montante para o fazer, deverão por isso existir outros cheques ou terá sido isto tudo feito a antiga maneira do sonante, menos traçavel, Oh não sejais ingénuos, que ele chega e chaga sempre a um lado e se tornará visível, assim eu o ordeno no poder destas letras, se uma vez partiu?

Sabereis ainda de movimentos de dinheiro para encomendar mais uma vez a minha morte?

As aguas se agitam, as alianças se fazem, e as opas emergem e os estatutos são pelos poucos mantidos blindados, e chegam uns que falam na defesa de direitos de outros que traem por comenda, e uns perdem e outros ganham dinheiro e outros porventura na margens pescam pérolas de outra natureza e espécie, naquilo que nas entrelinhas se vai lendo, e em suma as redes deveriam ser separadas, mas ainda não o forma, para amanhã, para amanhã talvez e as políticas abusadoras e violentadoras dos direitos dos consumidores ai continuam e mias grave as interpelações e pedidos de investigação sobre mecanismos concretos de roubos, ao que parece não tem resposta, não são respondidas.

A Lei é Igual Para Todos, Recordai-vos, e de Igual Recordai que a Liberdade de Mesmo Modo Confere a Um Homem o Direito de Interpelar um Outro, Sem Obviamente lhe faltar ao respeito.

Porque raio ainda não responderam em forma publica e detalhada ao que aqui foi inquirido nomeadamente sobre o envolvimento da Portugal telecom no que aqui foi por mim aduzido?

Quanto mais vos protegeis, maior será vosso tombo no fim das contas, estas, que se dão no finito infinito, pois não há lugar a mal fazer e as acusações que trago são sérias face À lei dos homens e não deixaram eles que a sua falência se torne real.

Pergunto-me será o galo, o tal do poiso, ao que parece na figueira, um homem das finanças, o homem da escrita dos seis ovos de salazar? O homem por detrás da conjura, o seu cérebro, tal jogador mediano de xadrez impossível, com resultado sempre para vós a perder, não são mansos estas gentes, possuem conhecimentos iniciáticos, e usaram-nos e armaram a senhora que foi mãe de meu filho. Em que lojas se movem, quem lhes franqueias as portas e lhe dá o ensinamento?

Terroristas quem assim age, quem conspira e actua para mandar matar um homem, terroristas quem afasta e cobre um rapto de um filho, pensais que ficareis impunes, Oh bestas toturadores?

Ah Amada, está dia de verão, eu aqui no café dos anjos, anjo perfeito o céu seria se te tivesse aqui como companhia a olhar o mar, a conversas, ou simplesmente ter tua mão na minha e olhar-te, olhar-te muito e com minhas pestanas dizer-te o quanto gosto de Ti assim como és, eu cá dentro, por contingência da emprestada tomada, lá fora belas meninas e meninos , seus corpos ao calor do sol, que bom, apelo de vida e do viver e estas letras que não mais se concluem e minha paciência sem paciência por este viver, onde vivo no ontem, à volta do que foi, como se vivesse no passado, e eu, meu coração, quer em sem fundo o dia de hoje contigo.

Irra , amada, que este meu país quanto é meu, esta invalido do comércio e parece que um homem nas vezes tem de fazer o papel das policias e se calhar mesmo dos tribunais , pois quem deve garantir a sua protecção simplesmente não o parece fazer, ou faz de quem não deve e não de quem em verdade necessita e poderia eu tornar-me um pescador de rede tão grande e de malha tão fina, que uma vez no entardecer ao mar lançada, lá apanhasse de vez o peixe podre do mal fazer que para lá habita contaminar, mas eu prefiro pescar beijos teus, assim lhe digo, vinde, mostrai-vos e confessais para que a conta não vos seja tão grande e mesmo assim me retorna o mexilhão o silêncio e em meu silêncio lhes digo, vós assassinos, vós raptores de crianças, vós destruidores de famílias, vós que fazeis as guerras, que vos nasçam nenúfares em vossos peitos em vossas casas, que como dizes, amada justa, vossos filhos se tornarão junkies, pois sem amor assim nesta vez se tornarão e que execução da sentença, será revertida, quando assumires o mal que fizestes, sejam quem for, tenham o dinheiro que tenham, venham indigitados no que vierem, sois mero pó adiado, não desejam ao vento que vos leve num sopro, o quanto antes, vós tentais assim o Amor.

Ah amada, na praia belos corpos adolescentes brincam em sua toalhas, seus corpos espalham-se uns por cima dos outros, em desejos de toque inocente e eu como criança pela praia vai meu olhar a ver se te encontro para ir brincar, em frente a bela menina moça abana seus belos cabelos doirados e faz com gesto de sua mão a dizer que está muito calor, e sim, está um calor imenso e tudo no ar convida ao romance refresco e refrescado, mas meu coração vai em teu peito, lá habita e mora, trago-o a ti entregue e te anseio, como criança toda espantada te anseio. À dinheiro na linha e as raparigas são mais belos em seus preparos, uma certa educação visual.

Descera a rapariga à minha frente, tinha amorosas pintinhas em suas costas entre a cruz branca do seu fato de banho e meus olhos as seguiram, seios grandes e fartos a se mostrar ao desejo imenso do calor, e na memória uma outra jovem, numa tarde na areia a escrever, memória de seus seios grandes de perfil ao longe, que desperdício, gritam as minhas mãos em não ter ao perto os teus.

São belas, sempre belas as meninas e as senhoras, sempre belas de se conversar e sorrir e desenhar versos de amor com os lábios e as mãos em todos os verões, e eu a escrever, a escrevinhar estas letras destas imensas notas, por amor a ti o faço e te espero, que esperar não faz mal nem doer, só em meu peito, nas vezes que a saudade do futuro aperta.

Quando se faz do dinheiro o fito e objectivo da vida e do viver, a ele se verga tudo ou quase tudo e por ele se justifica nas vezes o que não é justificável, bem mal vai o mundo e é caso com circunstância dizê-lo dos tempos que o mundo atravessou e ainda atravessa, onde até as cozinhas do clube dos empresários de dinheiro e influência, fecham porque não preenchem condições de sanidade, o que mais uma vez desvela, que o dinheiro não dá inteligência nem faz os homens mais sabedores, nem com ele se defendem melhor a eles mesmos.

Sonhei eu com Minha Amada Mais Amada, numa noite de Estrelas Sobre Seu Amor, qual poderia ser uma solução para criar de vez o fundo do fim de todas as misérias e pouco ainda se passou, parece nas vezes aos homens apressados, que a agua deixa nas vezes de correr, como tal fosse possível, disse-me depois na manhã seguinte um pássaro e depois em outros dias de seguida outras mais voltaram com um mesmo dizer, já dizem por aí que querias dar casas e carros e maquinas industriais e coisas afins às gentes à borla ou quase, a um euro ou equivalente, que és louco, afinal e perigoso anarquista e outros, os do costume forma logo vistos no balcão sobre a praça, suas línguas bífidas viperinas a destilar o veneno, e um perigoso assassino também e terrorista, nunca se esqueçam de dizer que ele é um terrorista, pois entre outras muitas coisas, ele vê um programa dos terroristas que se chamam o eixo do mal.

Acordara eu bem disposto, amada, como vês, em tom brincalhão como o sonho se dera e olhara de novo em volta e nada de diferente vi, passou depois por cá amado senhor do
Banco pequenino do microcrédito, que nem pude ouvir falar nem falei, pois me encontrava mergulhado nestas letras e assim tive que me contentar em vê-lo sorrir em belíssimas fotos de jornal e reti, que o micro, que é pequenino, é muito grande, se calhar muito maior que a soma de clientes de muitos bancos, já ajudou cem milhões, um nono do problema, um nove que representa a Humanidade, um pedaço de nove, um de Homem em acção, pois nele se via entre as mulheres como pela Senhora é Amado

E que não era necessário dinheiro, que o sistema auto financiava-se a si mesmo e certo é esta afirmação, pois certo é o sistema que se autofinancia, ou que por palavras prosaicas dá conta da realidade, respondendendo as necessidades, que se equilibra e é equilibrado, não deverão todos os sistemas, buscar tal fim?

Uma pergunta lhe deixo, Amado, Se assim é, não necessita o micro crédito de mais capital para investir? Ou pondo a questão de outra maneira, será que o banco do micro crédito poderá lidar, ser solução para os restantes oito do nono? Que necessitaria o banco para o fazer se achar que o pode fazer, será possível, desenhar um plano, apresentar uma meta?

E na noite seguinte nos braços de minha amada distante, sobre o céu do espirito e das estrelas da luz do luar e do amor de novo adormeci e embalado em seus doces abraços de novo sonhei, porque não começar por aplicar a ideia de um dia a um euro em relação ao que o mundo de mais urgente necessita, ou seja de acordo com o que é mais necessitado por muitos no mundo, uma imensa maioria, assim se deixaria de parte nessa contribuição, produtos com custos de produção mais elevada, que se começasse pela comida e pelos medicamentos e que quem mais quisesse entrar no barco, seria bem vindo, bem recebido e a festa maior.

Poderia o banco administrar um tal fazer?

Tão igual o dinheiro, uma representação cheia de problemas que faz da vida um grande problema e nós parece que alegremente deixamos, quando o homem e o ser tem todo o saber para resolver e compor, perigoso ir, pelo fogo que faz e cria no Uno Mundo, pelas assimetrias, pelas revoltas com razão fundada como quando são pela fome, ou pela liberdade e pelas revoltas sem razão ou má razão e revoltas é motivo e palavras apara acabar, pois em cada revolta se esconde sempre uma dor de que nas vezes nasce a violência.

Tão iguais os homens, tão distinto fazer com o dinheiro, tantas distintas formas de ser e de estar, dos nacionais, ouve-se muito dizer que são poderosos, e opas com faces impenetráveis como quem parece estar a jogar poker, agitam as aguas onde o bacalhau continua a ficar na mesma, e os lucros dos bancos são muito bons, altos e regulares, e o estado e o governo titulariza divida a bancos americanos, mas se fossem assim tão bons, não cresceria o País e sua activade económica? Certamente investem mal, nos menos bons ou mesmo mais maus, aqueles que só sabem desenvolver seus próprios bolsos, quando nas vezes.

Vida difícil de viver nas margens, nas comissões e nas trocas, mas não saem armadas comerciais de Portugal ao mundo, não por falta de institutos e institutos e institutos vocacionados para tão nobre fim.

Recordo Amada Senhora Ter ido há uns meses à Tunísia e de lá ter vindo trazendo boas novas, que as portas estavam abertas aos negócios, porventura já partiu uma séria caravana, já farão os dois países irmãos, seus negócios, já lá estará um Joaquim oliveira da figueira, com sua loja aberta?

Brincais senhores e brincais escuras brincadeiras com funestas consequências, pois como pode haver excedente quando muitos mais necessitam?
Sejam mais inteligentes que suprir a necessidade nem implica ausência de lucro, aqui na minha terra, passam muitas vezes anúncios que entram em mim e na minha casa e que me dizem, venha cá , temos um negocio a sua medida, como você é, único, e ainda estou para ver o dia em que um banqueiro me convide e me diga assim, é o senhor como midas sem o ser, não quererá o senhor pensar em fazer dinheiro comigo, não quererá que eu seja seu agente, olhe por acaso veio mesmo a calhar, é que tenho duas ideias a nível mundial, será o senhor capaz de dar conta de tão grande recado, produção e lançamento incluído, demasiado, complexo para pequenas visões e curtas velas que se preferem estender por outras conquistas, de repente, súbito emergem impossibilidade.

Ah Minha Amada, hoje no jornal, o menino maravilha, foi considerado o melhor do momento no mundo e fez um contrato segundo se disse, ele quis ser o que mais ganhava e assim lhe deram, que é merecido por seu talento e seu empenho e pela imensa alegria que tem em jogar e contentamento nos golos, está ali grande alma , que se mantenha, imune aos matérias, por longo tempo, é voto que lhe desejo.

Senhora Amada pedia uma Tiara, quem me dera poder oferecer-lhe e a ofereço em meu coração, como poderia fazer distinto o amor a quem amor recebe. Por isso aqui vos desenho uma à medida do tamanho em que trago a sua inteligência de Amor

Mas Amada Minha, Gostaria eu de Te Cobrir de Beijos, são os únicos diamantes que tenho para te oferecer e nem conheço eu teus hábitos nem teus gastos e se é preciso pouco coisa para ser feliz, não posso chegar se não tiver a liberdade de viver que o dinheiro em parte me confere e sabes que eu vou para quase quatro anos que praticamente não gero receita, e vivo de caridade e é um desperdício para mim e para muitos e não vivo com niguem, chegando com um plano de rendimentos ou de receita no bolso, só com receitas de doces. Quanto valho eu como jogador, que valor em papelinhos me poderá traduzir, onde está um inteligente empresário nesta terra de Deus

Terão mexido, os pratos da balança das trocas com a Tunísia nestes meses? Ah esquecemo-nos de ver, não faz mal, daqui a uns meses mesmo esquecemos, ah e o que foi feito, o que foi feito fica sem efeito, desperdício, puro desperdício na opulência basta em que vivemos.

Ah Senhora, são estranhos por vezes os sonhos de Amor, e se são sonhos, não deixam em sua intima natureza de ser reais, como a minha mão que escreve e o olho do coração que lê.

Ah Senhora, é estranho o Amor, pois de repente dei ontem conta de mim parado no cabo de S. Vicente a escrever, que as palavras que escrevera continuavam a ser sem bem o ser a conversa com Senhora que se sem se fazer ao alcance da mão, se fazia no próximo do espirito pela Alma do Mundo.

Ah Amada, no cabo de S. Vicente olhando a sul onde te escrevo, no mar, o desenho de múltiplos Lys, do tronco do tronco do mar na terra, o trono de Lys, em semi círculos nascem vasos de Lys, estendendo suas pétalas ao Sol.

Depois apareceu no campo o nome do mouta liz, baloiça o nome, o homem, em diversos círculos concêntricos desta história

Gentes de gerações de comando, como filhos órfão de Pai, desejado, necessitados e precisado, assim não irá, busquem o Pai em Vós, Beijem Muito a Mãe, Sejam Filhos Pródigos que Todo o Pai Assim Anseia.


O terceiro da assembleia da republica, a cauda do leopardo a ver-se na moldura do quadro que se desvela da imagem. O leopardo constante desta história, o leopardo na caixa geral de depósitos, ao fundo do Vara, como sendo o leopardo por detrás do vara, o leopardo de novo na assembleia da republica, e quem raio é o terceiro da AR? O homem da casa da serrilha piramidal da luz lateral que pica, parece tudo isto tentáculos e mais tentáculos de um mesmo polvo, oh vai grande a festa da ratazana, grande o roubo e o queijo cheio de buracos.

Hoje encontrei o carrinho amarelo como o sol que oferecera à mulher com quem vivi oito anos, com que tive um filho, foi fazer um recado e dei com ele numa rua ao pé do sitio onde ela trabalha, dei-me conta de uma estranha casa numa pequena rua por detrás do jardim constantino, uma casa cor de rosa com um portão de grades brancas e pesadas, mais parece uma casa forte, nada se vê para dentro, nenhuma janela dá para a rua, do que se pode observar de lado, dá para as traseiras de um prédio anos quarenta bem recuperado, com ar de lá morarem empresas, pois são visíveis os computadores.

Achei estranho vê-lo ali, pois me dissera a mulher há muito tempo que o passara a seu pai, visto que agora tinha carro posto pela empresa, a ultima mordomia da sua ascensão, dos pacotes integrados da remuneração prevista, a qualquer custo, rapaziada radical. Qualquer custo de quê? De uma negritude que nem eu próprio vejo ainda em toda a sua extensão, mas que negra, negra é, são evidentes as numerosas manchas por todo o lado.

Chamou-me a atenção o capot, o capot da frente, como arredondada cunha a cortar o vento da estrada, um dia ela apareceu com essa marca e se bem que lhe tenha perguntado nunca me conseguiu explicar, o como, o seu porque, pelo menos de uma forma que fosse o luminosa e inteira em seu sentido direito, se a mulher estivesse interessada em falar direito fosse o que fosse.

Era um amassadela, como alguém que se ao sair do estacionar, tivesse entrado um pouco debaixo do outro carro, mas estranho fora o dia em que ela aparecera com ele mais um menos composto, pois alguém sem habilitação para o fazer, teria pegado num martelo e tentara resolver o assunto à martelada, usara certamente um martelo pequeno e o resultado era uma forma com piquinhos que despontavam por todo a sua superfície, era caso para dizer, piro a emenda que o soneto, mas cada um tem seus critérios analíticos e seu bom gosto.

Ouvira no espirito que para além de terem fornecido uma espingarda à mulher e lhe teriam franqueado a porta, teria ela para isso uma chave, do quartel das armas e da armada secreta.

Costuma-se dar ao que parece nestas circunstâncias, um cão de caça e ataque à mulher, que ela pode usar para atacar, sendo que o pretexto cor de rosa assenta em declaração de premissa contrária, para a defesa de sua Senhora, um pagem de todo o serviço, se calhar belo quê be e interessante o necessário, para preencher o tédio, da ausência do valoroso par do reino, seu esposo, muito ocupado na gestão das intrigas do reino e na execução de incêndios. Uma arma a seu dispor, um executante, que lhe aumenta o braço e o oculta quando necessário, outros diriam, um secretário, que uma dama tem criados e é mandante.

E quem lhe terá oferecido o pajem que se deslocará no sol com o capot com picos como que a picar o sol. O homem do leopardo, o pajem será dos dois. O homem do leopardo?, o pirro, que nesta história me tem aparecido com frequência e grafado à laia de declinações piro, pyro.

Cantam os pássaros que a dama vai louca, que para tirar o filho de seu pai, se juntou ao negro polvo, que tudo se encontrou disposta a fazer para assim o fazer, que de pura dama se tornou negra, o carro da lua, o homem que é carro da lua, assim me diz o espirito bem como outro bem mais negro dizer, confirma-se a hipótese que danos pela vertente tecnológica não foram por acaso, que foram intencionais e o local do ouvido, foi um mesmo, alguém me dizia que o que eu afirmara se confirmava.

E se avolumam as suspeitas de danos grandes por parte daqueles por quem a mulher foi seduzida ao negócio, que com eles firmou ligando-se desta forma às negras almas.

A brisa que entra nesta hora cedo da quieta e luminosa manhã dos meu queridos sábados dos vagares, dos ruídos normais e suportáveis, do espaço na cidade não demasiado cheio ao estar, neste prenuncio de dia quase de verão, a porta se deslocou um pedaço, seus vidros biselados me apontam no reflexo que se formou na imagem, a torre das comunicações ao fundo, dentro da carris, onde no outro dia assisti ao choque que foi o inverso do outro na expo, um cruz de quatro automóveis, consequentemente de quatro condutores, a imagem da lamina solta, como faca cortante, imagens da carris, e de comunicações, associadas a comunicações, de novo a porta mais um bocado em silencio se abre e a imagem espelhada de novo muda, e leio no que vejo, ou me é dado a ver, na torre de Belém, um prato fantasma por uma farmácia foi feita às Rosas de Nossa Senhora e o Menino na mão da Pomba da Paz, da nossa senhora do computador, da nossa senhora que estava num computador e que trazia o menino em seu colo, a Vanessa S.

Continuam as notas em meus cadernos.....

Preso a cor de rosa que comprimiu a cruz do Y invertido da prata da net da onda do touro do polo da casa mãe da estrela

Não existe matriz do raio jota preto e vermelho na bd de 78 do pequinês vermelho e preto do beijo em 90

Ao telefonema da avó azul e preta de mão no bolso e da gravata prata e azul bebé da JS
Que telefona à mãe do filho da caixa de Zenão, não há matriz , escola francesa, da cor de rosa da escola francesa, do transporte ocupado da manha branca do céu do gato alemão rinoceronte de prata do brasil dos quadrados e do losangos GT, que é o boi branco francês da faca ao pescoço do chinês.

Ah Amada ontem cinco pássaros voavam altos no céu de Lisboa, não os sete de que falas, voavam tão altos que se misturavam com o tecto cinza das nuvens na tarde.

Mauritânia diz, que o vaso da faca do tremor, veio de Timor, da catana que foi dada na cabeça do toiro da carapuça negra de Roma, do fogo laranja e verde que pôs a quarta pomba do canada a andar à roda, com chapéu de galo.

Flores do fx do TT do primeiro deus da AD, do pássaro de Riade que fez sombra na azul, da faca da inteligência da estrela preta, azul e oiro alemã, da luz do raio maior da varta que fez cair o avião do homem serpente preto e penta que abano o filamento da lâmpada e o quadro no chão do xá do duplo infinito, que fica sem agua em dois pássaros prata e com um pneu furado, do carvão da serra vermelha do menino chinês da policia judiciaria que corre a pôr o X travão na serpente chinesa de prata, no correio azul do X do sapato azul de nike branca em todos os bombeiros voluntários de setenta e quatro.

O homem das botas pretas serpente ao amarelo e azul que espetou o pico amarelo no aro da íbis da BT da tríade de Espanha, que coloca a pala no monstro, o japonês, e que inverte a criança suíça pestalozziana, para o céu, dizendo que ela era um monstro.

O homem da pedra no filho do toiro, swing do rino português, o duplo ss todo o terreno da CV do Hugo rino, a terceira pinça da segunda meia lua da terceira asa direita do pavão, o quadrado, pente de quatro dentes que arranha as duas unidades do guarda do reflexo do desenho no tapete da suite do sol e que produz a divisão do infinito

O quarto do sexto coração, três para cima, três invertidos em baixo, que ganhou 28 que corresponde a 50,9% e perdeu 27 que corresponde a 49,1% do total de cinquenta e cinco.

O primeiro jogador, 69266339559355, a serpente negra e prata do hotel de Andaluzia.

Financeiro da caixa da rosa do forte, a axa da barbara do brasil, o segundo bico europeu, o quarto da direita inglesa, empreiteiro geral, pavimentador e estofador do tinteiro de prata africano do onze digital do poder da T. Da administração do ministério, da dupla divisão da unidade dos Fortes.

A chave e o martelo do tubarão que inverte a sorte da menina da musica do camelo que martela o pássaro da lua decrescente e a assustou, e espetou dezoito de manhã da fita dos livres alemães SA, o Manuel do anzol da axa ao Paulo, serpente do olho de Leonardo no jubileu doirado do esquilo do silver crane em Londres.

A serpente do hotel Andaluzia, interruptor no continente da posição do Ki, axa do clip da barbara do jubileu doirado que dá a tacada no banco da silver crane em Londres do bico de prata africano , o quarto da direita que fez as obras de carpintaria e pavimentação e estofagem do ET 363, power dual, serpente digital que laça a Teresa, serpente do laço a David Paulo, axa dos alemães livres AS, do óó do Manuel da arte do bruto no dia 13

Matilde , Matilde, dia do livro juvenil, Hans christian Andersen, tanto, tanto meu amor a Vós, a Si

Asterix em hebraico e árabe, que maravilha!

Contramão, contramão é a estupidez, assassina dos cegos ou pior que provoca mortes. Porque razão a invenção do sistema premiado em genebra, ainda não passou à prática, ainda não se tornou real? Não sabem fazer contas!? Qual é o valor de uma vida humana?

Imagem do espancamento na rua do otto, livre, habitação nº 11 no circulo 11, 30 ou o terceiro do onze de Benfica

Hotéis e ressort TE, Andaluzia plaza carino, nardo aki Saldanha pt, bico do carro real 11 A do ipo do porto das barcas, hotel do Buçaco, electricidade em 96, a voz do porto 15, be nascimentos da inversão das aguas, voz do saraiva

O leão CC 817 , SB, XS, décima serpente homem de esquerda de Lisboa
O leão CC, António S da McHan,, S Lisboa e Benfica, o nono que deu dinheiro à estrela do seis do quadrado da décima serpente ou o nove do seis do quadrado primeiro
Do homem da esquerda, St. Miguel marujo de Lisboa, xé da GB on CB, o homem do desporto escocês da vareta chinesa, acessório de carro da casa da bula, rotário da ventoinha, juni 15 odeon da caneta tocha onze dos chumbos aqui, que atira ao alvo do spitfire HF e põem cordas e pedras e chumbos 12 V 20.

O laço preto sobre as plantas do jardim, tubarões criaturas estranhas e selvagens, sem elásticos para prenderam as molas, bodum, da toupeira da tesa seis que lixa o spitfire e o faz chocar com o outro inglês HF do cristal das fotos portuguesas da praia da rocha, lançando o leader S maior do juni odeon cuja vareta recarregou o lápis da tocha da décima quinta luz do circulo de prata, cujo cabo fez cair o avião que ligava o circulo amarelo à www ikea, homem com nuvem na cabeça, na praia com dois barcos que pescava, antena e carimbo da ficha alemã, tupai, luthier, dos cavalos que pastavam no prado, sobre as pontes orientais reais do casal peixe e do pássaro florido que suportavam o vaso dos jarros do Amor da menina girassol que acendia o altar da coluna da pedra Inglesa dos pássaros Magnolia de osso chinês, das duas chaves e alfinete de pérola azul, no chão doirado, no campo da reciclagem dos maços doirados e prata e negra, da caixa do pó laranja do rup acetinado da meia do feiticeiro dos quadrados amarelos e verdes, da energia corrente dos maços doirados do caminho da salva de prata, garra nas maçanetas doiradas da luz prata e negra, faca branca terceira, vermelha, azul, branca e vermelha, sobre o fio amarelo sobre azul, da dor do nove do pó do bó dos adaptadores universais laranjas de rup acetinado da areia do sexto das cruzes verdes e amarelas, torno da vareta do homem de desporto escocês, acessório ps feito na china, rotário da ventoinha, carrinho, antena, do transformador alemão, da queda do ultra ligeiro

Carimbo número quatro do homem com mulher na cabeça, ancora dos dois barcos que se foi embora, gourmet dos elásticos de pressão que lixam e martelou o choque entre os dois aviões ingleses, do cabo eléctrico e da falésia, em circulo, da fita da Teresa dos três mmm do sueco invertido, que fez um fio branco no laranja até ao azul, o que pintou o vaso de preto ao homem dos barcos, pai da menina dos tapetes, alentejano dos cavalos no prado às riscas azuis dos tapetes

Real carro do casino da andaluzia, jovem correia do sonic pan

Benfica, pancada no sitio ao pé do António da machan, onde eu o vira sem o ver, no dia em que lá estive, véspera de um jogo de futebol com ingleses e onde tive visões do homem, e do seu papel, nesta história há muitos anos atrás em Londres com a Cristina Coutinho

F, é o homem do rio meão, o fósforo regular de amorfas, a ferida no rei do graal, distribuído pelo pingo doce do tierno galvan

O da divisão do uno em 66 , em dois meios, em quatro, é o do SBL, a serpente décima de Lisboa, o terceiro da divisão do Uno, do avó socialista MF que é a humanidade do seis ao quadrado do primeiro, homem do PM, dos X na Teresa, o cronos, que leva a mala do passado ao 96 do 45 , vermelho e castanho , o laço do avental que quebra os vidros, a segunda coluna da pirâmide do engenheiro do porto, o homem da ria, com sida no porto das minas, sepulveda ferreira, calhau do Roberto, revigres, 15 /10/88, golfmar 16/10/88, conferencia sobre earthquake em 86, voice contral operação mcr, carimbo inglês El Rex ENM, harrods, ponte dos cavaleiros em Salema, josé o fiel, harmónio feito em twain, da luz do vitor, 99/10/12 no grande muro, falésia, da china, n ovos mitocondriais. Ovo e rebites da casa chinesa da ponte com lago de laca, zoom 35-55mm lens, do bico da espada de toledo para o céu, bolas chinesas, massagens, adaptador ac alemão com antena quadrado 2 do ultra compact, manuel da fonseca, o homem suspenso, seara do vento das espigas do D. Quixote, joão de Melo.