quinta-feira, abril 19, 2007

Ah
Senhora
Que
O
Amor
É
Belo
E
Deus
Mágico


Vida
Pura
Magia


Pois
Passaram
Por
Cima
De
Mim
Na
Tarde
Os
Papagaios

No
Sitio
Onde
Tudo
Aconteceu

e tambem as andorinhas aos montes do céu me vieram ver depois do acontecer . quando os papagaios passaram por cima a ver, logo eu te vi, amada, que tinhas vindo em meu socorro a ver o que se passara, e depois começei a ler no que se movia em volta do espaço e teu amor no instante me cobriu, primeiro hi 5 , depois friends for ever and so on, and on, in waves of love e todo meu corpo dançava no quente de amor, depois da mina, minha explosão perante o acontecer e daquela senhora, que já é a segunda vez que a apanho na portaria da procuradoria e que deve andar muito mal disposta em sua vida e tem o condão de me roer a paciência num segundo, quando me responde, com uma cara de mal disposta, alias são todos espantosamente iguais e incultos naquela recepção, melhor cartão de visita não poderia existir.

não sei se já reparaste mas procuradoria, que é uma palavra estranha de se pronunciar e escrever, trás em si um certo som de condicional, eu procuraria,... e parece que ainda não te encontrei, será?

ah amada, que bela face e doce sorriso está na cidade, a da uma menina qe dá pela graça, de joana Solnado e a gisele, de novo a brincar com oculos, muito engraçada campanha, cada vez melhor, oculos escuros, vê-se mas não se vê, como as borboletas que tem cor, ou será seu movimento, sua côr?

finalmente acho que percebi um dos problemas dos procuradores aqui da nação, devem ser cegos e portanto será de conviniência dar-lhes cães e bengalas hi tech sonoras com radar multidimensional e piu pius de aviso, que lhes digam, aqui há gato, erro, erro, erro, pára, escuta e apalpa, já que não vês.

Ah amada é sempre bom pôr a mão, mesmo que se veja com os olhos e olhar, que eu ontem, fiquei de novo encantado com as fotos das belas meninas que na minha cidade, nos inspiram. se bem que as faces das gente, ontem ao meio da tarde, eram espessas, e quase mortas, como se a esperança, se tivesse ido de seus corações, e contudo, era bela a tarde, doce e quente e luminosa.

Ao lado do homem em sua cabine, faláva-mos, ou melhor falava quase sempre ele, desfia sua vida, era simpático e como andaria parte de seu tempo dos dias ao volante sózinho, as palavras escorriam-lhe naquela companhia ocasional, e me contava das suas peripécias com os bancos, de um senhor, ao que parce mais um que se tinha barricado dentro de um banco, por causa de um empréstimo, de como fazia para poder pagar os seus, de como os seus colegas, uns fuçavam no trabalho, outros não, que um deles, fução tinha ficado numa estrada e tiveram lá que o ir buscar em espanha, uma vez, horas a mais de condução seguidas e de repente adormecera ao volante e de como as empresas do ramo, aqui em portugal em detreminados percursos não tinham de ter por lei, aqueles aparelhinhos integrados no conta quilometros que marcam as horas reais dos turnos, e das liberdades que tal concedia, e dos dinheirinhos a mais que assim se faziam, e eu a pensar em meus botões, e depois assim acontecem, assim se deixa o piso escorregadio para a desgraça acontecer, um buraquinho no mil de outros que existem por todas as leis que são feitas por homens que do mundo passam os dias com a dimensão de suas secretárias e não usam os pés que Deus lhes deu e os olhos, se não forem cegos.

depois o homem recebeu um telefonema, pelo auricular, e começa a contar uma história de uma rapariga do escritório que tinha um namorado e que quereria ir para a cama com dois dos colegas ou que pedia a um para arranjar outro, em excitação de muido de trinta e seis anos, e passa de repente tudo aquilo para som exterior e eu a lhe dizer, desligue lá isso, que eu nem quero ouvir, nem quero mesmo saber dessa história, e cuidado e por ai fora, lá iamos os dois pela estrada fora.

na rua escola poli tech, ia eu a chegar à procuradoria, naquele belo palácio com jardim, circulava no sentido de quem vem do rato e quando passo à frente, olhei em frente a estrada, não vi ninguem em posição de atravessar, nenhum carro à minha frente, e olhei torcendo a cabeça para verificar um lugar que vira mesmo em frente ao palácio, a ver se via se existiam placas de proibição de estacionamento, dizendo a mim mesmo, que bom, parece que ali está lugar à porta, quando, grande bum! circularia eu a para aí trinta quilometros, olhei em frente e nem percebi no imediato instante, o que acontecera, a estrada parecia que tinha desaparecido, visto eu não ter mudado, nem guinado a direcção.

De facto a estrada desaparecera subitamente da frente, segundo me informou um vizinho do lugar, a quem eu perguntei, já teria desaparecido, o pedaço que lhe falta, para mais de dois anos e sai do carro, e atravessei a rua e entrei de rolpão na portaria , e disse, faça-me o favor de chamar um procurador, aqui a baixo , se faz favor e a senhora, já começara a alucinar, em seu rosto eu via seu não dito, dizer, mas quem é este que aqui entre no palácio, a pedir para chamar um procurador.

pois mesmo em frente da procuradoria, ancoraram uma fachada de um prédio, com um estrutura metálica cuja base ocupou o passeio e assim toca lá de fazer um passeio de madeira, da mesma exacta cor do alcatrão, se tornaram no entretanto as tabuas, coberto por um alpendre, daqueles que se fazem para obstar a que o que derrocar, caia em cima de quem passa e que pelo engenhoso fazer e feito antigo, é um em passadiço, elevado para aí dez centimetro, cujo desenho entra na estrada, aí uns bons metro e meio, que é o que a via rodoviária tem a menos.

no meio do trajecto com o simpatico condutor, às páginas tantas, ligou o rádio da carrinha e ouviu-se um noticia, que em viseu tinham caido pedras do ceu, que aquilo começara de repente e que cobrira o chão em cerca de trinat centimetrs, fez ele no momento a rir o gesto com as mãos a me indicar o que era aquele cumprimento, e desligou a telefonia.

hoje de manhã no jornal, no mapa que estava lá desenhado, dois nomes me ficaram a soar na cabeça, o de Sta Comba Dão e Lapa, e me disse para meus botões, tiens, tiens... que seria o mesmo de dizer, oh la la, ou quelque chose pareille, dans le même sens d´une coincidence significatif, que parle pour soi meme, un diseur de Dieu.

o carro de minha mãe andava, e recuei um pedaço, para sair da estrutura onde tinha entrado, o carro tinha ficado bastante combalido, uma roda furada. quando a ele voltei, medi em passos de metros a distância do recuo, dez metros, dez anos, aproximados com os passos são. 2007, donde 1995/1996 ou 1997, e ponho os quatro piscas e vou começar a tratar do assunto.

um transeunte, chegou e disse, a semana passada, foi um pesado, que aí se enfiou, e partiu.

a onze metros, medidos pela fita métrica do gentil e bem educado policia que lá apareceu ao chamado, onze são os metros até ao poste do electrico que se encontra no passeio onde puseram a segundo a sua medição, 2, 60 metros de altura um sinal de estreitamento de via, preso, imagina-se lá como?

com dois fios electricos e que se encontra torcido em sua posição, que deveria ser perpendicular à estrada e que aponta em direcção à procuradoria, pois em esguelha assim ontem estava, facto que chamei à atenção do policia e a quem perguntei, qual era a distância e altura que se devem por lei colocar estes sinais na aproximação de uma situação de estreitamento da via.

subiu-me à memória, a hsitória que aqui em dia recente publiquei sobre os semaforos da av de ceuta, uma estranha semelhança, ali estava, e uma menina morrera na altura consequência do mau ordenamento e do que me pareceu ser na altura, pelos indicios que relatei e aqui dei conta, uma história com contornos mais escuros, e que uma operação de vontade, eventualmente apoiada em meios tecnologicos ali tinha sido expresa, ou seja que aquilo tinha sido fabricado para assim acontecer.

mudei o pneu e perguntei ao senhor do parque em frente, daqueles parques que não são parques de essência que pululam em Lisboa em espaços impróprios, como negócio de espera entre licenciamentos, se podia lá por o carro por um instante enquanto ia telefonar à companhia de seguros axa, e o senhor, disse que sim, mas que tinha de pagar.

quando voltei, do outro lado da via, um choque entre dois carros tinha acabado de acontecer, mesmo à porta da procuradoria, estavam os dois condutores a tratar das declarações, dizia o senhor do parque, que acontece muito, pois está lá uma passagem de peõs, essa com um sinal na aparência regular, que se encontra mesmo no eixo do começo da passadeira

vou observar ao perto o choque, uma carrinha volvo recente, cor prta cinza, com a matricula de stand volcais, 66-BB-77 entrara por detrás num taxi número 3235 com a matricula 20 00 pf e lhe tinha partido o farolim traseiro do lado direito do condutor, no taxi da autocoope, um autocolante me chamou à atenção, dizia, ZAP, pois ZAp fora o nome com que crismámos os tempos de antena da juvente da candidatura do Zenha, mais uma vez agora referenciadao, muito tempo antes do hermam ter utilizado o nome.

o duplo seis, a dupla divisão, o bb de setenta e sete, que em dois mil entrara pela traseira do meu taxi e partira o farolim
começava-se a desenhar e desvelar a figura.

uma história de finais de noventa, teria sido contada a algum procurador, ou por um procurador, que em dois mil teria entrado com uma suspeição ou algo mais grave pela minha traseira, algo que viria do quadrante e do tempo dos tempos de antena, provavelmente algo pela voz do mega ferreira ou do grupo por detrás da candidatura, que na altura nos censurou.

quando a entrevista com a capa do mega apareceu, tinha acabado de falecer um dos senhores da campanha, o que fora por ela responsavel, e de quem gostara de trabalhar, sau graça, João Soares Louro, e recordo nesses dias uma campanha de mupis que muita estranheza me fez, da rtp 2 , a quem ele estivera ligado, que eram hienas a rir, o senhor falecera, e as hienas apareciam nos mesmo instante, na rua a rir, as hienas do canal dois da RTP, fora o sentido que ficara a ressoar dentro de mim, eu que nunca muito amei as hienas, se bem que ame a todos os seres.


depois vou observar os arredores do local, a fachada ancorada, tem um cartaz do emprendimento que por detrás se faz, com o nome de alagoas, BES, habitação, lojas e jasrdins, arq. arsénio cordeiro, CML, projecto de recuperação urbanistico.

arsénio, nome de veneno, tambem. Bes, um banco, um homem do banco do espirito santo, arsénico no cordeiro, envenamento do cordeiro, ou ainda o homem que pôs o arsénico no banco espirito santo, que pelo local, será portador de um crachá da lei, são os sentidos que me saltam a vista e me recordo do envenamento de que foi alvo.

no enfiamento das casas da rua politécnica, lê-se comulativamente na direcção em que eu viera, conceição vasco costa, arquitectamus, e os cartazes e graffitis complementam. volker jenkem- vigarista, porque tem medo da policia, anel 182, the temple bell, old jerusalem, porto 8 de março, ponte da barca 10 de março.

lembrei-me de uma recente exposição de pintura onde uma amada jovem pintora exponha uns belos quadros que eram pés de O Cristo e que me convidou a ir ver e eu foi, na loja da conceição na paralela à 24 de julho e de um homem que quando cruzamos olhares, me dera estranha impressão dentro de mim, homem alto, cabelo quase rapado e uns olhos muito esbugalhados, uns dias depois, aparecia numa comitiva mexiana em espanha num evento electrico, a seu lado de costas estava uma mulher, toda vestida de vermelho, que me pareceu na altura por seu figurino e cor, poder ser a teresa, pois era fisicamente parecida, seus cabelos em igual comprmento e tem ela um fato assim, que nas vezes veste.

no poste onde está o sinal manhoso, que me pareceu ser falso, pelas dimensões que apresenta, é mais pequeno do que os que normalmente se vêem, um resto de um cartaz de um comicio, francisco louça, ricardo sá fernandes, 30 de setembro.

soalhos flutuantes, remodelações e pinturas interor, 96 505 7299

8 de março, dia internacional da mulher e nos restantes 364 dias do ano!

paulo branco apresenta, body rice
intituto das artes, lucinda loureiro, miguel sermão, cipriano e ... soares. comuna teatro pesquiza
artistas unidos, festival de locarno, sabbath mater de antónio torentino com maria joão luís

na entrada do parque pirata, um cartaz que em vez de seu nome, diz, avenças disponiveis e depois amada, olhei de novo o muro do jardim da procuradoria, onde enconstado à fachada se encontra um pequeno andaime de obras e um contentor de lixo na rua , um daqueles industriais que visto de frente, é como uma chaveta cujas verticais abriram em asa e sabes o que lá estava em sua frente escrito e desenhado?

alvotulhos

com o desenho de um elefante sobre fundo amarelo, que levanta uma linha, que faz uma onda por cima dele, como se ele estivesse na terra, a levantar um horizonte, mais explicito não poderia ser tudo isto!!!!

acabou de dar um grande trovão aqui em lisboa, neste preciso momento em que isto escrevi

num papel no chão ao lado do sitio onde bati, um maço de portugues suave, com a torre de belem, vermelho, e um outro papel que dizia, aqui está o pretexto que precisava para correr run easy.

por dentro do muro do parque, diversos molhos de papeis, quem eu lá vi no que era difrente e me saltou logo à vista, a bela senhora amada, sentada num banco com sua perna por de cima da mesa, como aparecera recentemente em imagens na cidade, friends forever, hi, five, estrela.

A linguagem da Luz é precisa e Luminosa, como sempre, e o tiro que me deram ontem, só teria todas as razões para o agradecer, se não fosse o fat co, ter perturbado em muito meu pai terreno, que apanhou obviamente um grande susto, pensando quando eu lhe telefonei se me tinha magoado, foi mais um dos muitos que me dão, mas falharam outra vez e depois de cada um que dão, fica sempre a polvora numa linha que conduz à mão e se bem vista esclarece os assuntos.

deram-me um tiro e depois o Céu, respondeu sobre Viseu, Sta comba dão, e uma relação de um homem ou grupo com a morte da Mónica Lapa, se desvelou

Amada Senhora procuradora Maria José Morgado, que eu conheço desde longa data e trago em meu peito e velo e amo e apoio, pois sei que é Senhora competente e esforçada em suas intenções, e muito precupado tenho ficado, quando vejo em jornais o número de quilometros que já fez no ambito do processo, apito dourado, pois se os kilometros são muitos, nem sempre me parece que os resultados estejam a corresponder ao trabalho, se bem que existam facetas certamente ocultadas aos olhos comuns, pelo sigilo das próprias investigações, e sempre disposto a ajudá-la, e ontem depois de fazer publish, ia ter consigo e não cheguei a si, ainda, mas não deixei em outro jeito de chegar, nem se pode dizer que o passado e aqui narrado, não tenha sido como uma especie de conferência e aclareamento de factos, que de certa forma e em sua certa medida foi tambem entre nós, na tarde feito. deixei-lhe um recado em seu telefone e já sei que está no diap à gomes freire e não onde a ia primeiro buscar, que afinal, ainda não era ontem o tempo de ter o prazer da sua companhia ao perto, pois ainda estava a Luz a mostrar-me mais alguams peças deste imenso puzzle, que se prende como sabe com actos de terror, feitos por seres, aqui.

quando chamei os procuradores, disseram-me logo muito rápidos nesta estranha forma negativa de português ser, que o assunto não era da procuradoria, que não tinham nada a ver com ele, só respondi, algo assim, está esta situação defronte vossos olhos há mais de dois anos, e nada fizeram nesta casa para a resolver, será que já morreu alguem ali atropelado, não é função entre outras da procuradoria garantir a segurança dos cidadãos da republica? e assim me despedi.

o meu telefone está desligado, porque não tem carga e não sei mesmo se será hoje que a irei ao perto encontrar, ou se Deus ainda me irá mais mostrar, por isso não lhe vou fazer promessa e à Luz deste acontecido, tenho que lhe pedir que seja instaurado um inquérito às condições daquela empreitada, de todas as vertentes que estão nela implicadas, nomeadamente licenciamentos e autorizações camarárias e coisa afins de facil dedução.

e que seja aberto um processo contra à CML, com base neste acontecer, que já vem pela informação diponivel de há mais de dois anos, e que nem sei mesmo se à data provocou sangue ou mortes, bem como relativo à situação da av. de ceuta, que passado estes meses todos se encontra na mesma, ai sim, onde houve uma morte de uma criança, com contornos que apontam para homicidio, intencionalmente provocado, ou no minimo em forma tentada e vai-me perdoar de não lhe fazer um resumo, mas os processos que tenho pedido são provavelmente mais que os pássaros que habitam nossa amada cidade e sobre nenhum tenho sinal.

quando o chuva parar descerei ao marques, a axa e depois passarei pela camara para ir pedir ao Carmona, um carro de substituição, e lhe dizer algumas palavras, se não ficar de novo a porta.

aproveito ainda para lhe dizer, que sabendo que vão adquirir uma frota nova, que seja de veiculos hibridos, para que as policas dêem como devem, o bom exemplo, já que do governo, só o senhor da energia, ao que parece ao renovar, adquiriu um, os outros parece que continuam a querer andar só a gasolina

eu acredito na justiça, mas não vejo grandes motivos para crer no seu funcionamento, da forma e na forma a que o país chegou nestas matérias, e se conduzisse um tanque, chegava lá e deitava no imediato a estrutura abaixo, assim algo certamente se passaria, para além do costumeiro, não temos nada a ver com isto, mas não age assim quem vai na Lei e estou certo que perceberá o sentir.

queria tambem perguntar-lhe porquê razão as denuncias que aqui neste Livro da Vida tenho feito ainda não tiveram aparente e a meu conhecimento, desenvolvimento, pois assim a lei obrigava e se pretende ou não dar seguimento às diversas matérias que aqui tenho exposto.

sobre o terrorismo mundial, do que hoje aqui se expoem, creio que mais um ou mais o que um, se aproximam de ter na mão, bilhete para sing sing e seria de conviniência tê-los no menor curto espaço de tempo, para que os danos no mundo não mais aumentem.

creio que este diagrama será suficiente para que a Senhora e os seus possa completar o resto, com base nos anteriores vistos e vividos!?

é-me evidente desde longo tempo, que a perseguição e provavel participação no ultimo atentado à minha pessoa, e o rapto de meu filho, tenha tambem as suas conivências dentro da própria procuradoria e portanto para atalhar caminho, a pergunta que lhe deixo, é a seguinte, trás a Senhora a coragem e o poder para fazer face a esta investigação, contra qualquer demónio, adamastor, ou vento que se levante, e sendo que todos em certa parte e medida provem dos homens, ou deverei eu proceder a julgado e execução de sentença em Deus ?


Alvotulhos.

No café onde escrevo, uma das mais belas jovens senhoras que aqui por vezes meus olhos tem o prazer de ver, tem a seu lado, no chão pousado, um saco com o seguinte dizer, margres, ceramic tiles,
ring a bell?

Agradeço o Amor ao Amor

Amada, Amo-Te, Muito