sábado, abril 21, 2007

tarde das cobras,

ia escrevendo o post anterior, começara a chover, e mais uma vez um grande trovão se fizera num determinado momento do texto, como tem vindo a acontecer neste escrita deste livro nos pontos em que o próprio céu, reforça, ou me indica no preciso momento da palavra, a sua verdade, a sua clareza. aproximava-se o fim da escrita e eu dentro de mim, sem chapeu de chuva cá fora, dizia-me, seria bom que parasse de chover e assim aconteceu, quando acabei, e meti os pés à estrada descendo de campo de ourique para o marquês , quando apareceu a primeira cobra, dei com ela de caras frente a novabase, aqui recentemente referenciado.

quem com pés humanos, cobra era e vinha, o pedro curto, uma das pequenas , que por serem pequenas, por vezes são das mais perigosas, porque menos se veem e são capazes de subtis serpenteares. cuprimentou-me em voz, que elas nas vezes parecem falar, sem mesmo parar, e eu lhe disse, curioso, acabei de falar teu nome, e sorri-me dentro, à confirmação da Luz.

entrei na axa, dei conta do acidente e disse-lhes, parece-me de conviniência que os senhores façam acção contra a camara, porque esta situação atenta contra a vida humana e o dever de uma companhia de seguros , é esse, talvez, que iam ver e veriamos depois e de lá sai em aguas de semi bacalhau, que nem de peixe nem de agua nem de grande e certo algo, são.

começei a descer a av da liberdade, neste país de trevas, e logo ali, defrente a um mupi em frente ao DN, mais quatro, primeiro vejo mais um trovador, o do porto, o rui, aquele que na ultima vez, na casa de banho na situação da botija na boca sem boca nem botija, nem me cumprimentara e ficara de cara de pau, já devia ter no entretanto lido estas letras e feito as suas contas e assim quando me viu, sua cara que estava triste se abriu num sorriso e fez o gesto de me estender a mão e assim nos cumprimentamos.

quem estava a seu lado? um era o ramon fon, outros não os reconheci, e tem o senhor a lata de me dizer, então, vai tudo bem, e eu, bem não vou, não sabes tu, que estás envolvido nisso e se calhar em muito mais , que me trazem meu filho raptado?, e logo a cobra a me afastar do grupo, para que o escandalo e a verdade ali não se desse frente aos outros, um dos quais tinha cara de juiz, pois no longe que ficara, começei a ver-lhe as narinas a fermir, e sua consciência entrara num outro nivel de compreensão, como um cão de caçá que percebe algo, ainda mesmo sem o perceber, e disse eu a cobra, tu és um terrorista e um dia destes estás preso ou acontece-te algo pior, não respondeu, com pode responder uma cobra, à peçonha e justificar a maldade que tem e faz, só se fosse homem, caso que se provou ali não ser.

ramon fon, se na próxima vez que te encontrar, se ainda não estiveres em sing sing, nem aclareado tua participação no que publicamente te interpelei, nem a policia te tiver ido perguntar, quando te encontrar, te racho ali com um raio, logo, sem mesmo uma palavra ! és um cobarde, nem te atreves-te a responder!

estava gira a tarde, amada, prometia, e agora chuvia encontros e relações com locais, continuo a descer, no passeio, uma carrinha, dizia remolvals, so simple, move, e nisto estava um jaguar estacionado, à frente do BBVA, e o espirito acrescentou, ramon, co do homem do BBVa.

continuo, quando vem outra cobra na aparência a conversar com um homem, quando me vê, logo faz que não, quem desta vez? o rui marcelino, ou qualquer coisa, um que era até a pouco tempo director do correio da manhã, e de quem eu nem sei de grande coisa, mas percebi que sabia ele mais de mim. cruzamos em frente de cabo verde airlines, nem mais elucidativas poderiam ser as ligações, muitas delas já aqui relatadas, acrescentou o espirito, o do X na Maria.

pergunto-me de novo agora, neste momento da escrita, qual maria, visto esta história ter algumas, quando uma pomba passa aqui em frente e me levanta o olhar, escrito na parede em frente, italiano, donde será italiana, e do outro lado, portela. cheiro, a morte, a duas enterradas vivas em areia.

nos passos do conselho, é possivel falar com o carmona?
não tem que pedir por escrito.

quem é o artista responsavel pelas vias publicas, a vice, e onde é o gabinete, ali ao pé da av de berna e lá saí de novo e cheguei a outro belo palácio onde mais uma vez fiquei sem paciencia nenhuma, pois começamos e falar da situação da av de ceuta e sempre a mesma resposta, demasiado complicado, uma parte é da responsabilidade de um pelouro, outra de outro, teimosa a bela senhora, que não dava o braço que torçer que a visibilidade de um sinal em diagonal é distinta de quando ele está na perpendicular e quando a conversa chegou a lumens, perguntei, onde está carro que eu vou levar, sorrimos beije-a na face disse-lhe que se alguma vez trabalhasse para mim, a despedia, e aconselhei-lhe mais uma vez a juntar os multiplos pelouros, quintais e jardins e fizessem um grupo excurcionista, um pic nic à av de ceuta, todos juntos para ver se entendem o ver e o mal visto que continua lá, depois do remendo posto.

e agora onde vou, vá ao pelouro da urbanização, onde, entre campos, ok.

e lá foi eu e o departamento está fechado até terça feira e agora, olhe está uma situação na via publica que pode provocar morte, estou aqui a avisar-vos, se acontecer como é, está-me a dizer para esperar-mos até terça feira? bom ali ao fundo há o gabinte de atendimento ao cidadão e lá fui, ser atendido por uma senhora que se chamava, galo.

deixei uma especie de relatório, falei de lá com a policia municipal, que me disseram ir ver do que provisoriamete se podia fazer para melhor sinalizar, se bem que fosse dos bombeiros e assim dexei o jogo, do não sabe, do está bem que nós somos bons no que fazemos, que é de outro ao lado, que uns são verdes, outros amarelos e as pombas voam e os seres nas vezes morrem.

caminhei até ao diap, cheguei pelas nove, não estava a senhora maria josé morgado, a quem de novo deixei um recado em seu telefone, pedindo o seu contacto. voltei hoje lá a tarde, pedi par falar com um procurador ou o que fosse, não havia disponivel, estavam todos a interrogar os que ontem foram presos, apareceu, o que , disse ser o senhor da recepção, um notário, ao que lhe dsse ao que vinha, apresntar uma queixa crime multipla, que o poderia fazer na esquadra, fiquei de lá voltar segunda feira. numa das paredes, uma foto do que deve ser o telhado do edifico, desenham as linhas dele, a mesmma chaveta do perfil do caixote de lixo, o da vespera à porta da procuradoria, fiquei a pensar...

em fátima os bispos com razão, se queixam da ineficácia da politica do governo no combate à fome, e eu aqui os Louvo, mais o faria, se se resolvesse o que há aresolver, que não há nenhuma transcendência nem metafisica na fome e em seu cuidar.

país da luz coberto pelas trevas, e amada o sol lindo, o sabado tambem, pelo bairro vou agora andar, ver o por de sol no adamastor, está calor, se estivesse a meu lado, dava lambidelas em tua pele como se faz num gelado e depois soprava com meu lábios para te arrefecer, ou aquecer, sempre como for teu desejo, saes onde é muito bom de fazê-lo, atrás do pescoço, dá umns muitos agradaveis arrepios, os pelos se eriçam e nascem pequemos frémitos que são ondas luminosas de pequeno sois que se espandem concentricos em nosso céu e convidam os pássaros a a poisar em nosso Coração.

que és preciosa, amada, sei sempre eu pela Eternidade, não te recordas quem sou?
mais precioso nosso amor, duas pedras lindas e resplandecentes, juntas a faiscar e acender O Amor, Amando-se

Amo- Te