terça-feira, maio 08, 2007

ao pé do rio o pardal pousou entre as pedras da calçada, brancas e pretas, entre as primeiras ficou, depois saltitando chegou a outras identicas, levantou e segui seu voo até pousar num desenho feitos pelas pedras que está no chão, face ao mar, a meu lado esquerdo, a pouco metros um rectangulo deitado desenhado por pedras negras, está dividido em cinco partes com diferentes alturas, duas delas, mais pequenas, identicas em posição simétrica a partir do imaginário meio campo, o pardal, pousou no meio da segunda divisão, sem fosse um campo de futebol,estaria paralelo ao mar, seria o local, entre a linha da grande area e uma outra imaginária que dividisse ao meio a restante distância em relação ao meio campo. fiquei a pensar nos motivos das pedras que o pardal me mostrara, remetia para os traços duplos na vesica que vira em dias recentes em dois lados

fez-se luz na pj fr sobre os sapatos de cristal da princesa na serra elevada, granada. o che vermelho lia o livro , escutava a musica e telefonava ao leão holandês de espada em riste, o gladiador, depois falava com o pequeno grande martelo, histórias de há muitos anos, talvez dez, travou a carruagem do metro bruscamente, numa revista ao lado, uma curva se via na foto de uma estrada de campo, seria então histórias de curvas apertadas na estrada da imaginação, histórias deturpadas ou mal contadas, do perfume da united colours of benetton sem san diego e columbia, spice carrel herrera suiça, a unha metálica que arranha é o ub , ub, igual a ami? fernando nobre? lembrei-me de um blog que lera em dia recente onde ao que parece um rapazinho mal comportado se diverte a por estranhos à bulha entre si, atráves de números de telefone que vai vendo na rua, tipo venda de carro ou o que for, telefona a um , insulta, depois telefona a outro , usando o nome do primeiro e conta mesmo que depois vai de carro, estaciona no cima da rua e fica a ver os dois se pegarem, até chegar a ambulância e a policia, Ah amada , que muitos andam por aí perigosamente loucos.

falei na casa do ricciardi e lembrei-me de mais dois elementos, que em tarde de domingo recente no admastor, tinha visto a sair da casa com um deles a margarida alvarez, o estranho é que ela me viu, e fingiu não ver, vinha bela como sempre ela é, vestido preto comprido, que lhe ficava muito vem, de partida para uma soire ao fim da bela tarde solarenta, e depois do vento ter de repente assobiado em noite recente, quando peguei o tijolo que estava no balde canhão no eixo do número treze da porta, recordei uma antiga história com outro ricciardi, creio que o mais novo, estariamos em noventa, e o rapaz era dado ou se dava com mestre de obras ou equivalente e me recordo de às páginas tantas o ter contratado para umas obras em minha casa e de ele não ter sido capaz delas dar conta, o estranho que me repercute na memória é um encontro com ele, uma noite muitos anos depois, falámos, e ele me pediu então desculpas, de um modo tão insistente que me o que me perturba na lembrança, é parecer que ele não me estaria a pedir só desculpa de não ter levado ao bom porto a empreitada, como se tivesse em si remorsos por outros actos, que pedindo desculpa, não contou, um mesmo tom que me aconteceu como o joão silveira ramos, onde uma noite há alguns anos, naqueles estados em que os homens ficam mais sensisveis tambem me pediu desculpas, sem eu saber de quê e não tendo ele nada acrescentado. estranhas as pessoas em seus meios arrependimentos, mais desculpas aceitam-se mesmo quando são de certa forma enigmáticas e assim fiz e assim com os dois aconteceu.

em frente ao elvador número seis dos três que sobem no ascensor do metro, um senhor sentado com calças pretas com um risco em cada uma, amarelo, a lembrar as calças militares, mo, me disse seu saco, o mo do grupo do elevador, doutor paulo do inatel, lembrei-me de um, que não me recordo se seria paulo, um daqueles que tinha vindo nas gratificações das manteigas das padarias partidárias do gel das danças das cadeiras, creio que vinha da inatel, de repente director do teatro da trindade, reuni uma vez com ele, creio, e me perguntei como pode um senhor assim, com esta cultura, este saber e este ver, ser director de um tetaro, deve ser o teatro em si mesmo, o teatro dos clubes e das nomeações das tais chamadas elites das tretas e arranjinhos mil da demo cracio corrupta de portugal.

as flores de ontem no circulo na tampa do caixote de lixo, lembrei-me delas hoje, vi-as semelhantes ao simbolo da herbalife a passar, num campus portugês, uma rapariga se fastava de costas numa carreira de rodas, ovos do camelo de espanha, au revoir, dissera a tshirt que me passava ao olhar, o segundo do sexto espanhol, coxo, da vontade do coxo ou da vontade coxa, que apareceu agora em letras recentes neste livro, o que leva o caozinho pela trela, o meu cão mostra muito afecto a mim, escrevera um senhor em seu luminoso jornal, o elefante na tailandia, ou o elefante tailandês, a meio caminho de lado nenhum, cães das sereias que não existem mas que se veem pela cidade habitando em seus cartazes secos, tal e qual os unicórnios, e a abelinha az da cme da madeira do saco saco azul da bp, a história da lua cantadeira, esgoto 1995 fucoli, cml,. 400. np en 124, ordálio da santa casa, retrovisor lisboa azul do tribunal de contas das montanhas rochosas do antigo cinema da igreja ao império, elctro h om , império, o pi do tc da flora de silva gomes, da importação da dieta ortopédica, aprotese que estava de manha na perna de um estrangeiro no metro, homem alto, aloirado, com um saco preto grande com rodas, o homem da chama espanhola das velas do banco do espirito santo, o 11 do 3 do sete do restaurante da lagosta luminosa, cheguei ao chile, levantei os olhos e vi-te, estrela com aquele olhar inquiridor que me inquire e de que tanto gosto, ia a pensar na calça, okinawa marines, darling. respondeste-me tu, oh como eu te amo, obrigado minha querida, te disse em meu coração, e antes vinha a pensar em sexo na desportiva, livro da amada rita ferro, ou seria sexo com a desportiva, como é sexo desportivo, brincava meu pensar a imaginar faze-lo a correr, ou a saltar à vara agarrado a um mastro, ou como no golfe a pôr a bola no buraco, não deve ser este o sentido das palavras da rita, mais uma ideia de sexo, por sexo, sem grande compromisso, deve ser algo nessa linha , nesse dizer, me recordei da ultima vez que a encontrei, num dos armazens do jardim do marisco onde decorria a apresentação de um outro livro de uma outra senhora, lá estava o livreiro que fora admistrador do icep, com seu nariz longo casamento entre um aquilino e um pinóquio, e dela, que não me reconheceu quando a cumprimentei, disse-lhe não te recordas, mas a margarida rp apresentou-nos há muitos anos atrás , uma noite no iade, nma altura do lançamento de um livro teu, e recordo como se lhe passou algo estranho dentro de si ao instante, tanto que se sentou nas escadas por um momento e eu fiquei a pensar, para meus botões, o que é que se teria passado, bela noite, encontrei gente que não via há muito tempo, o cutileiro, chegou e me disse, é pá, creio que te conheço, e eu lhe respondi, é pá, parece que sim, estava lá a senhora do romulo carvalho, que muito gosto tive de a ver e conversar em breve, tanto o trago e a trago em meu coração.

na banca do chile, paulina rubio, em versão doirada de costas belas nuas da menina do ascensor armandi de olhos e olhar faiscantes azuis, a quem em muitas vezes dou os bons dias, sabes amada, que estranho levam as gentes suas vidas e o viver que vivem em sua formas de viver, parecem mais os sorrisos serem nas fotos que nas faces com que me cruzo em meu passar, encontro mais sorrisos em fotos do que na rua, que estranho é, bem, bom e belo seria ter o teu a comigo caminhar, numa escada de um metro, no chão, então e o leite, ah o leite é bom e belo e gostava eu de ser bem amado por uma vaquinha que ri e faze-la rir nos dias, e uma jovem mulher caminhva ontem na tarde como rubia na alameda dos oceanos, era bela,seus cabelos d´oiro desciam em cachos por suas costas

continuei a andar e li, o buffet foram doze euros da casa da nossa senhora do arco iris e meu coração no momento entristeceu, tristes tecidas mágoas, dizia a rosa hoje pelas palavras de virgilo, sobre o acto de escrever, que a resposta que houvera, era já bastante, será, pensa meu peito, nem mesmo sabendo em exacto a pergunta, se ela é de uma mesma familia de palavras, se declina do mesmo tronco, se flori da mesma flor, se bem que todas elas sejam sagradas e divinas e amor e luz, doze euros do fogo do nove do banco de portugal, o manique do intendente, o homem negro aranha, o que deverá ter uma unha metálica que arranha a quem eu amo, acrescento por outras muitas outras deduções e peçinhas deste negro puzzle do rapto de meu filho. um homem aranha negro não interior do vermelho, não a sombra do vermelho, mas um exterior, concreto e palpalvel, um duplo real, shuttlle da exportação do hotel almirante, e neste exacto momento desta escrita viva, como todas as excritas luminosa em verdade de amor e por ele rodeado, o rato do computador caiu ao chão de madeira da biblioteca, tem em seu dizer, fujitsu computer siemens, e o traço que pisca na folha da escita , voltou à linha de cima, onde rato estava grafado em modo errado , como rato, donde o rato do rapto a meu filho, é o que agora em sequência deduzo, filho da babilónia, ratinho, puff,puff, há de ser o queijo para ti muito amargo, ladrão não de queijos para alimentar os seus mas de crianças e filhos alheios, é rato dragão, quem me canta a minha canção de embalar, é o frederico, me dizem outras letras, filho da rata grande, que me roubam este prazer, este deleite este belo fazer, vos ha-de toda a maldade, de a vós inteira vos retornar.

gemma perfeita, diz gal a sorrir, meu outro ver à medida medida de meu andar, a porta do riffle, nolasco, ou no alasca, futji ar condicionado unicambio acun pot trimate 68, isis flor portugal, rosa da india, aquinos lobo movel sempre acordado, a vaca que ri, sey mau, camelo de sevilha, do luar electrico , jet express do globo movel seguro mais proximidade da mão azul do olho da palma de horus,casa de hospedes afonso XIII, três traços em ovelhinhas do moinho da casa dos hospedes, missão evangélica dos disciplos de Jesus e cheguei ao número sesenta e cinco da av. almirante dos reis, fui recebido à porta pela passadeira vermelha do senhor altamiro aparecido, gentil, sorridente e bemeducado, enquanto me pedia o número do bi, lhe disse, ainda bem que está o senhor altamiro, aparecido e me lembrei de um decreto lei.

fenecem os portugueses por dentro de nenufares vários de várias tristezas que se não forem cuidadas nos jardins de infância, que adultos trás e faz esquecer o que nunca os fizeram descobrir em seus próprios corações, e se nenufares existem de especies várias, esta de que falo, são da falta de educação que germina nas tristezas da vida dura de roer, que a falta de alegria e de imaginação do sol do coração e dos beijos de lua e de luar ao sol, fizeram a todos esquecer, o que sempre se trás sabido.

a sintomatologia destes casos , é fala simples fácil de entender nos corações de amor como numa canção em inglês, no cinema a ver, esquecem-se ao atender de dizer,
boa tarde, bom dia, boa noite e boa madrugada, não se apresentam, pois esqueceram-se de ser e perderam a memória de seus nomes, no cinema só a ver, se instigados a responder, desvelam o primeiro, que hà muitos e assim não se conhecem, e se não são, nada a fazer, e se perguntados pelo apelido, resmungam as razões internas inteiros e depois cuspem contrafeitos, a casa, pois a partir daí são reconheciveis e isso dá trabalho e chatiches

e assim sendo e não sendo, decreta-se no reino do espirito de portus grall, que serão organizados intercâmbios entre portugal e o brasil e restantes territórios onde os corações ainda batam e se saiba sorrir, virão para cá os aparecidos que aparecem sorrir e se recordam de seus nomes inteiros e de bem atender o sorriso alheio ao chegar e aos que desapareceram os nomes e as memórias da boa educação, para lá irão um tempo a ver se recuperam a memória de quem são, faça-se como sempre a prescrição, beijando e beijando sempre muito até de novo o coração aquecer e a felicidade morar no pensamento e no pensar, no ser e no estar, quanto dois não são um.

no meio dos biombos que não chineses, do 65 da almirante reis, os desenhos com circulos concentricos de hipnotismo, estava entre a entrada dos falsos gabinetes do espaço aberto, a senhora da manhã na primeira viagem do metro, apontava com sua unha as borrachas verticais da porta do metro, como dois fios verticais de que falava a Palavra anterior, a unha metálica é o ub da ami, e me subiu à memória a o senhor que uma vez esperava por mim no cais, homem culto, grande de barba, que me veio a falar de um amigo que ficara entalado na porta e que ficara de mim, com a impressão que eu era um coitadinho, por oposição ao que lhe li em seu pensar, que ele era homem que aproveitava bem a vida e o viver, separamo-nos no chiado, toquei eu um homem jovem que tremia nas escadas, ele subia para a sua vida, nada daquilo lhe fazia sentido, seria mais um juiz que tinha vindo ver o macaquinho ao circo das pulgas amestrado

eurovigia, prevenção e segurança aparecidas, dizia no papelinho, que eu era a visita numero 11 e que a pessoa que procurava, o jurista frederico, era o b do piso um, dizia-me o senhor, procura o nosso jurista?, eu lhe repondi, o de todos , espero, é que existe outro, pois, sorri-me por dentro à minha memória, o d´orey, o do icep, o da marca portugal e de repente tudo fazia sentido, o b da primeira pisadela, o promeiro da estrela da triade, é a hora a que aqui chegeui em 8.5.7, ou seria em 7 do cinco de noventa e oito? e qual deles o dó rey ou o outro frederico que será da câmara, o tal que é hipnotizador, assim falava o desenho no meio das estantes que eram os fios negros da porta do metro, o tal frederico, o grande ilusionista, o hipnotizador, prendam-no.

ontem de manhã ao passar na estrela, um enterro, muitos carros , um cheiro grande a dinheiro no ar, que não livra nenhum do seu caixão, uma senhora saia de um carro, seu cinto em metal claro , a grande fivela era sinal de neptuno, perguntei-me quem seria que estaria na capela.

e então senhor jurista, já fez o parecer, como é ele,
já fiz e enviei para a direcção municipal de gestão urbanistica
ah vai de novo para onde já veio, o avião de papel continua a voar os voos transatlantico no imenso polvo que dá pelo nome de câmara, no jornal, num destes dias, era carmona, o desenho, o polvo em pessoa,
e qual foi a douta conclusão?
sabe aquilo não é da nossa responsabilidade, é uma fachada, não é histórica,

muito bem, muito bem, e sobre a questão de segurança publica, fez alguma coisa
não
e falou com a policia, perguntou
que sim, que tinha falado com a de segurança, com a municipoal e com senhor doutor jubilado cal gonçalves e que tinha tudo ficado na mesma e que segundo me informaram, já tinha havido um acidente posterior no mesmo local,
quem é que eu devo mandar prender, quando morrer lá algum?
...

espantavam-se meus olhos e meu pensar, se ainda se pudessem espantar, os dias passam, sou como todos nestas circustâncias literalmente obrigado para a camara trabalhar, pouca a parra, muito o tempo gasto, pouca a uva, ainda lá vai morrer alguém no entretanto.

114, saude, consultas, fisioterapia, domicilios, rep, man, mom and kids, serviços lusos, agência funerária, sevilha, guitarra e colcheeia falante da dg da motos de belas para o conselho geral, b´azar abrigar, vespa 6bx, hotel corinto pizzas, seja nosso convidado da avenida do mobiliário, moda e alta pelaria do baby deal, sentir macau, sos carcavelos, passa o 112, tubo do tanque aviária águia, fcp, fábrica de plásticos da torre, tocan, naturalemnte consigo, gru pac, bem me quer, cute médica do net boss, estetica canina do prazer do cão garcia, venda e consertos, air liquido da galeria do triangulo da marisqueira luminosa, o oz da fonte, japoneza do tridente, oi , liza

os dois X daqui em lisboa chelas, do rover ch em 93, ac da dupla dor da car sete zafira euro ryder 35 svl bls, pv vo dx, corsa tigre, santo galo rtm que joga o jogo dos camarotes, ac090 td ch xv, chelas, do tónico da frente nacional de benfica, o ogre do porto, da micro dos cg em noventa e nove, comércioe bvenda de peixe na escola e3 , olivais, o inca negro, o spark da bateria do autocarro do sul.

sabes amada, desvela um homem sem idade e eterno como todos, seu coração de menino e logo se apressam os que se pensam homens crescidos a desvalorizá-lo e são zombies cadávares andantes e ardidos que já se esqueceram que o sol e a lua moram em seus corações e se põem muito direitinhos na espera do tombo nas próprias sepulturas que cavam suas tristezas e mais grave, nem respondem aos meninos nem aos meninos mais adultos, fazem de surdos, dizem que são responsaveis do mundo, mas deixam roubar crianças a seus pais, desajeitados com eles, os filhos, com tanta falta de jeito que às vezes se pergunta como milagre os fizeram, quando os fazem, as crianças verdadeiras de todas as idades, olham para eles desconfiadas, suspeitosas e com razões.

pum, fazem os beijos em suas bocas