segunda-feira, maio 14, 2007

js , homem z da maria, será joão soares?

ah amada, já a luz aqui se baixou, e não consigo eu mais ler as minhas notas escritas em letra miudinha, acabei o post anterior, mas ainda há mais

algumas reverbações, que penso que poderão ter alguma importância, houve um ataque à mãe inglesa do mekelelele, a que mora no algarve, há uns tempos atrás.

quando as folhas amarelas cairam no jardim da estrela em meu passar, do lado direito dela, está o coreto e do lado esquerdo , o montinho de relva onde estava a familia, a mãe , o pai e o filho, a mãe estava vestida de camisa sem mangas de alça branca, e calças azuis, o bebé tinha ainda cabelo ralo, aloirado, e lembrei-me dos laços amarelos que as gentes tinham feito em dia anterior

apareceu outro homem de tala na mão, deve ter andado a jogar golf, depois de eu ter visto o estrangeiro no metro com a prótese exterior em sua perna direita, era preta a dele, a da mão, branca.

o home estranho que pedia dinheiro no metro, quando saiu dizendo bye bye, vi que seu número era o treze, e que ele era um home de mão de um outro.

as trovas do vento falavam de um certo pânico no convento, ou na confraria, mas os homens de coração acertado, nada tem a temer, é só o que agora vos lembro.

ontem à tarde, amada, cheguei a casa dos meus pais e vi na televisão, grande parte de um filme lindissimo e muito bem feito, de argumento, direcção de actores, actores e de realização de fino recorte técnico, era a história de um homem que vivia num aeroporto e de repente, pareceu-me que de certa forma era eu que ali estava, pergunta-lhe a bela catarina que trago em meu coração, o que napoleão dera a josefina quando conquistara o reno, e ele faz para ela uma fonte composta de uma miriade de espelhinhos que me lembrou gaudi, quando lhe desvela a supresa, a fonte não jorra, diz-lhe ela a ele então, que fora um medalhão e que dentro dele estava escrito a palavra destino e verdade assim o é, o destino é real como eu e tu existir-mos e a vida metade sem ser excata metade escrita está e outra a escrevenmos nós por nossa mão, com a nossa pena, quanto uma e outra e o primeiro não são um, ou se quiser melhor dizer um em três ou três em um, num quarto multiplo que se desmultiplica ao infinito e mais além.

ao jantar na parapeito do aeroporto com vista para a liberdade almejada para cumprir a seu pai uma promessa, diz-lhe catarina, que tem 39 anos se bem que os seus namorados, um em cada porto do mundo, lhe dão vinte e tal e me lembrei eu de na noite anterior ter dado com porta na infante santo de uma empresa, creio que se chama celular block ou algo assim parecido, de um produto pretensamente do exilir da fonte da juventude, e me recordo de ter encontrado muitos papelinhos pelas ruas ao caminhar, a dizer, que a mulher celulum block, aquela que não envelhece, é real como eu, e eu olho para aquele dizer e penso o mesmo, pois o amor é eterno e terno, e quem ama não envelhece e a felicidade é o melhor exilir de todas as juventudes, e se tu és real como eu, por onde andas, minha amada, pergunta à noite o meu coração.

beijo-te muito, muito amada e canto e festejo- Te para teu adormecer. melhor seria acordar contigo a meu lado.
o homem levava na mão um saco de plático transparente com papasecos lá dentro, subira ao quadrado da arvore e dela retirara o jornal, era o jornal da bd da arvore, assim o li em seu dizer, nos sacos da exposição, um homem e uma mulher amarrados, tipo os bonecos feitos em madeira que em dia recente vira na exposião de artesanta no jardim da estrela, tipo tim burton, a noiva cadaver, passa um t-shirt por mim que diz em inglês, não me irrites, que eu estou a correr para esconder os cadavares, quais? pergunto, gap da festa de malibu, dos buracos franceses dos... em berlim, do quadro da serpente bifida com bifronte, estou agora na estação de roma, mila mango, a sua escolha, colabore connosco, louvre paris, everest edition, segunda vez na mesma viagem, grand pieta redonda da bertrand, do navio das fraldas dos livreiros, da mulher de negro com triangulos vermelhos, uma mala de senhora estava ao lado da casa da estação no cais dos olivais e dei aviso na alameda, coroa doirada e de prata, sapatos e rodas de mala de prata com motivos arabes ou judeus, ouvi satie, gynopedies mistura com música de canção moderna em inglês, e um som de máqeuinas , industrial que me fizeram recordar um pedaço da banda sonora do pavilhão que fizemoos para o icep na expo 98, no av sobre a industria e telcomunicações, o circulo dos raios da musica nas pessoas, a M do metro, lion de porches, english style, the rose, o que é que se passa?, pergunta o jornalista da cidade universitária, estiloinglês da justiça aos olhos ocultados, limpeza da loja da triade invertida?, praga e zurique, a a z , pregos , espadas e vasos de pássaros, que eu não sou ateniense, nem gego, cidadão do mundo, há correspondência com as linhas de sintra e azambuza, modelo do coração d´oiro sobre vermelho, leão entalado, india, inara de mala de prata, do pé da serpente negra do musgo do metro do homem do marques, que tira notas, encostado à parede de picoas, da pepe jeans, máximo músico, mini size, I, rato b lx da cml dos plasticos e dos metais do continente do mercado do saco das rosas, da universidade r do euro 2004, homem sexual do deus anal, da casa das máquinas intimissima da calcedónia do metro, da freguesia de Stª Isabel, da serpenet deitadapara caldos de bife, lc da za de la, do raguebi do santo mar, pomba mi 98/2000, do polo do carro da expo 69, auto industrial alvarinho, lentes da casa das rotas do rato da bebida que dá estrelas nos corpos das meninas, da bd do oceanário dos bebés a bordo, aerosois e aguas misturadas com vareta de pincel de branco pintados e cintos do santo da ot, da dupla humanidade, do 4 do duplo de 99 ao 182 palacete polivalente, terras e bolinhas da parte da tarde, eira do tejo, o sexto do onze, do puzzle das peças brancas e vermelhas, sa de mg, 13 há x no 60, rs, mudanças ce, do leão da tribo urbana do surf que pega os bigodes de frente, aguia muito viajada, que hoje deu x na tg, no baloiço da cadeira de vados, tudo da meada do lapis lazuli da ce, avião a passar, da serpente vespa de rana, da cama de aluminio e do negro da unica , 1 e 2 que mente, do pé da travessa de santana, junta de freguesia de sta isabel, autor de prata sobre verde, igreja de campolide, a cair aos bocados, csa, campeões na corda bamba do auto republica, 106 cool, da vara vermelha sobre os sacos verdes, dois, super print, que deixa as caixas vazias sem frente da cruz vermelha do jv, manobras do grupo lobby, transgrivas do barrete ddos tampoes universais da sa de 72/82, ac ao 3 do videotape central park portugal za, ph no onze do miks de prata, o sexto do orçamento lx, melo falcão, assinala o motor do fá, ao 11, casa grande, lança do metro da outra margem, do sento galo do stad europa, as fontes sa, xr, venda a dinheiro do carima do dimas, vv jazz do polo do gurada nacional manuel seguro, o 1º do 8º do zb do arieiro, uu, o, ux mau da broa K, nx no co do mc, do jazz do oz invertido, corsa,bode is the man, ra, piaggio, es kim k, telheiras, o congema.

saí do café, encontrei um tubo negro comprido com um nó, que parecia ser uma comprida cobra negra ao lado de dois caixotes do lixo, no canteiro ao lado, seixos grandes do mar ao lado de cinco pequenas flores ainda amparadas por paus. o vaso da teresa, depois transalp, x no homem segundo, o no do touro, go mp do fim da semana, palio selénia da Senhora das malas, grupo bapil invertido no brasil, metal maior canter tamem, 5ª avenida, é z no open de 106 do carro do campo, da igreja prebiteriana de Cristo, que tem o vidro partido em presbiteriana e um cartaz na montra que diz, em exibição, demasiado tarde, demasiado cansado para pensar em Deus, um homem que vê tv com os pés em cima do sofá a comer pizzas, demasiado inteligente para pensar em Deus, um homem ao computador com face de hitler, demasiado tarde para pensar em Deus, o homem a pôr flores amarelas numa campa, demasiado jovem para pensar em Deus, o mundo como uma bola de baskete em sua mão, demasiado ocupado para pensar em Deus, a conduzir com o telefone em sua mão e seu pequeno filho no banco da frente, demasiado feliz para pensar em Deus, a beber copos com Senhora ao por do sol, ao lado direito,

que aproveitaria ao homem ganhar todo mundo e perder sua alma, marcos, 8.36, aberto o livro nos salmos, 20,21 e 22, joão 5 e 6.

todos bem vindos, alegrei-me quando me disseram , vamos à casa do Senhor, salmo 122:1.

no chão um jornal R lisboa, camara vai a votos afogada em dividas, 716 na parede escrito, em frente um carro coberto, com uma capa cor de rato eum rectangulo remendo perto no centro, uam aranha estava parada ao lado do selo 024 0205601c, validade 13/12/2009, do outro lado da rua clinica médica vila saude, com um V de vitória sobre a serpente, cheirou-me a tabaco de charuto, motor tejo, correio gt qualquer dia, anibal carvalho filhos, o ka de 95, grande dia da festa do vaso T da metrasse, beijo seguro do polo gt, when zhouairport , caixa de 94 113626, acucar sobre a menina do capa do noticias, com camisa às flores pretas e brancas que ao longe parece um padrão de pele de vaquinha, lil bratz que X na antena do computador, a força do milagre, lx 91 virago, gás da vespa que tem o santo galo por debaixo do kangoo, rb serrano, lago, fx, de alta pressão da ibis do ribatejo, a piteira, coroa do forno do micro waves dos ovos grandes da coroa da secretaria geral da presidência do conselho de minisros do L do is, do cd do pe com acento, do poanda do vulcanizaodr da corda ac da honda, a serpente do hoeme cão da av. de berna, me micra, do first flush do chá limitada, o gato dos aneis do ka do golf rr fa minha bd, oeiras aa de 93, da patrulha grande nissam do auto controle de monteplier, auto service gep schroder geltin tol 74, ao salto da carreteira expresso em 98, o que fazia de correio do passado ao 106 ou em 94 a Lz, da obra de santa zita, o seis do segundo do nove dos dois queijos frescos da le em lx a cp, matriz base rb.

acordei e um pequeno ser alado passou por detrás das grades azuis da minha cama, e vi de reprente, grades de prisão, a sombra da flaming june do triangulo de fogo do galo majora tangram. legrand do sexo, está atrs das grades. a A do transformador da aceleração dos ferraris amarelo e do poow iluminado vermelho dos dois loops dos aviões, a quota do primeiro seis, com cogumelos na cabeça, do choque do jacto spitfire com o carro cocacola, a mentirosa do pinoquio da speed legend

a mala na gala do vaso, o mprimeiro ponto , o po movel, as quebravento, um 1º da direita, negro

o grupo da esquerda de trê s negros, uma cinza e um pequeno vermelho, os quebra ventos do navio no cais conde rocha e na mão do grupo adas senhoras meninas valquirias inglesas no majong
vitor, empresário conhecido por bibi, com ligaçoes ao benfica

a onda sobre a ponte da casa laranja, ultimatte bp, o retrovisor do passado dos impostos, o despedimento da inês

as crianças na piscina tem chão de cores de espanha quadrados vermelhos e verdes, da sa da nora da pedra da lua de amstorng, da famácia das furnas que tremeu ontem de novo, alergias de novo em crianças, mortagua, pedra morais, bela morais, contruções, cirrugia debaixo de agua neemo 12, o segundo rico, diz.

os seixos no canteiro ao pé do cafe net, grandes do mar, são semelhantes às que se encontram à porta da casa do vaso 5, ou do vaso da estrela, na rua dos contrabandistas, por cima do 31 da armada, o local, creio onde estve exposta a pedra da lua que agora foi referenciada recentemente nos jornais, bem como o do astraunata amastrong, o primeiro hoem a caminhar na lua, e que se bem me lembro relatou depois de suas viagens, ter sentido no espaço, coisa raras e dificeis de explicar, a pedra da lua que está encastrada num suporte metálico, com os cornos de um boi, a mesma estrutura de suporte que se encontra figurada no antigo egipto, ou no bastão da igreka catolica contemporanea, e que eu em tempo recente não muito ido, uma noite que encontrara a alexrandra lencastre, estivera com ela a falar dela, pois essa pedra fora roubada, quando da exposição em lisboa, e me parecera, que a vira em seu pescoço, numa foto numa revista que se chama max, qualquer coisa, e ela que não, que nem sabia na latura da história do seu desaparecimento, e esta pedra é em meu ver peça importante na presença da alma lunar, nesta história de influencia colectivas do sonho e do sonhar, e das negras ilusões que se calhar com a ajuda dela, tem sido por poucos montada, quem me dera saber quem a tem em sua mão. falára-mos os dois nessa noite em que nos encontrámos depois de muitos anos sem nos ver, e fora como se tivesse sido ontem nosso ultimo, sem o ser, conversar, pergunatra-me ela de repente se já tinha visto a nova filho do tom, por acaso sim, achara a menina muit estranha, parcera um criança que desvelava uma idade muito antiga que não tinha, e lhe disse que já meu coração o tinha sentido, que o vaso estava invertido, cientologia, é um moviemtno com o qual tenho muitasa afinidades, sem lhe pertencer mas sobre o qual tenho e trago em mim, muitas dúvida e muitas interrogações, e estranhas reverbações, se entranham em mim, desde umas visões sobre comunicações satelites qe o espirito me deu conta em noites idas, aqui nos olivais na zona das vivendas, e da mesma forma os rumore do controlo de tom à sua mulher, fálamos, a alexandra disse-me que estava doente, escrevi-lhe umas palavras, li-lhe um pedaço de um poema que estava naquele momento a escrever, disse-lhe que se quissese lhe dava um chá de uma flores que uma noite encontrei na fonte de s. vicente, num tempo de ver e de pensar cancros, e ela não nada mais me dise, um dia ouvi no espirito, um pedido de desculpa, num tom de voz que pensei reconhecer , ser o dela, me perguntei, desculpa porquê, e depois encontrei uma resposta dentro de mim, que me disse assim, porque não estou doente, e eu fiquei mais tranquilo, porque gosto dela, veio-me à memória um episódio, uma curta história do icaro onde ela fazia de bruxinha voadora que voava com a sua filha julie sargent que ao voarem em suas vassouras, dizia à sua mãe, era muito muito grande, o monstro, ou o que era, que já não me recordo exacto do texto da joão alfacinha, e a mãe sabendo que ela estava a muito exagerar, lhe dizia, vês aquela nuvem ali adiante, aquela grande, muito grande, sim, pois olha que consta que quem mente ao passar e entrar por ela dentro, não sai mais, e sua filha respondia, bem não era assim tão grande, na realidade, era mais pequenino..., abraçamo-nos em amor , eu e a alexandra nessa noite, um abraço encaixe que me soube muito bem, contei-lhe que me trazem meu filho raptado, e ela como sempre a conheci, coração grande d´oiro, logo com ele nos lábios me disse, diz-lhe que tem três amigas, eu e as minhas filhas, ali vi de novo seu belo coração e lhe sorri.

na noite em que escrevera no café ao bairro alto, a ultima, no dia a seguir à queda do avião K no quénia e do tornado na america, ao descer entrei no majong, coisa que já não fazia há muitos meses, ou se calhar mais do que isso, um grande grupo de belas senhora inglesas, muito alegres e ruidosas naquele jeito inglês de ser, que não repara em niguém a seu lado, algumas delas, sua beleza me reteve, estava eu ao balcão a beber uma agua das pedras quando uma delas se aproximou, quase que se encostou, seu vestido negro, tinha numa das dobras do vaso do peito, uma parte vermelha, era muito bonito, trazia o seu negro cabelo apanhado em cima, como uma crina montante e em suas orelhas repousavam brincos em lua decrescente, algumas delas traziam em suas mãos, luvas de pelos, que pareciam ser tipo puputts, mas tanto se mexiam, que nem ao certo os vi, só percebi aquelas estranhas luvas de pelo que se me entranharam , e ela a senhora bela de negro, a meu lado, à distancia de um pelo, pegou na tampa da minha garrafa das aguas das pedras, que estava em cimo do balcão e ficou a rola-la entre suas mãos, agora os erros da minha escrita me dizem, serem as senhoras olhos ss, e ré. aproximou-se uma outro, muito grande, de vestido beije, olhos azuis em face muito bela e de cabelo curto, doirado, às páginas tantas, pergunta-lhe a primeira a seu ouvido e eu fiquei a pensar, parecia-me que ela perguntaria à outra se achava que era eu que ali estava, o outra fez que não com sua cabeça, nem mesmo me olhando, e eu em meu secreto, lhe ia dizendo à bela a meus olhos, da lua, quão bela era ela a meu olhar.

escreveram estas letras do espirito em tempo recente da rocha conde d´óbidos, dos barcos, do barco grande de metal que no dia seguinte a lá ter estado refletiu com exactidão o desenho da sua torre num edifico onde se dera uma explosão em bagdad, falei tambem de dois encontros com o veleiro principe perfeito, e veio à memória depois de ver as luvas de pelo das senhoras, um outro veleiro, que lá estava, de maior porte do que o do principe perfeito, e que tinha nos mastros das velas, umas luvas parecidas, como as que se usam para travar o vento nos microfones, que apareceram recentemente num conjnto de microfones numa declaração do pai da maddie no algarve e que eu em particular reparara. era curioso o veleiro, pois tendo um mastro fino, seria oco, pois dele se elevava o fumo pela manhã que despontava e a mim me apeteceu, chegar lá e fazer-me convidado para o pequeno almoço, mas não é meu jeito, de fazer-me assim convidado sem convite.

ja há y , ac, sindicato jornalista tem gato b da mu, o europeu do z no y

na estrela, o jardim, o famous grouse bicava o milho ao lado do semi circulo parlamentar das duas cores, verde e vermelha, era o parlamento e ganso português, o senhor expresso lia sober o caso da maddie, foram rosas galegas na educação de deus, a vara vermelha e preta , antes do natal, da dor de janeiro, o 3 do oz invertido da ua da sa da isis, o pnto cinza negro que foi o ac de 59, factos da camara antiga de fotografia, assim me disse o fotografo das barbas ao bons dias me dar, ao meu passar, da 97 do tc, cinema fantástico em espiral em lisboa, alemão, a da tv da serpente seis, aliz e o madrid junior, o duque ducato do smart board, grande cheroke da soraya, o luis montez, no crazy plan do saldanha da li car, luz e chanoca, vê o gil auto pequneo expresso, a auto elite cinquecento, anibal e crsitovão, bitoques e combinados, elegâncias do ro de prata

gp sa 72, mr do centro de trabalho do one da chave d´ ouro, zb, cg, xv, rg su beef, do volvo dos montes do me, da sapataria de s. bento, a que tem os sapatos de senhora nas pedras da calçada impressos, a descer a rua para s. bento, pf , tendinha do rato de mim, x dia do x na estrela zb, o 15 da epal, hr da un douro, joker instantaneo vh da ag de 54, hoje nos w da mesa secreta, liquidação total por motivo de obras,44 44 vv, quarta audição ao B doente dos açores, AB da ae de 91, vê o castelino do rato, o tripé do microfone de st amaro, tommy hilfiger, compra e valida o titulo cá, crédito de habitação, duas fotos foto fixe

o rato mekelele espanhol do choro das doces crianças d´oiro do colar ao pescoço da mãe das rosas, maques linha amarela, há correspondencia com a linha azul, do rato mic key, o do amor holandes colorido estrabngeiro dos picos, as, ar e sol, das batidas no varão do comboio, o das velas em M, chave dim, do capo pequeno, a que chia, as meninas que alimentam os toiros, as gatinhas rosa, do ápis rosa, de entre campos com correspondência à linha de sentra, do mar do sudoeste da união de oeste, na rapidez da primavera, entre os campos da cidade universitária, dos fios do cabelo do toiro do ar e do sol que se coça e faz bump, o socrates da universidade, dos flippers que três vezes fez tilt, ao tirar os macacos do nariz no campo grande, na linha do vivr numa cidade única, do panda castanho de berlim, da partilha da cidade livre, do saco de tons psicadélicos, e do amor do saco aos quadradnhos coloridos, let´s party, das estrelas das serpentes de dakar, a re alvalade, correio das batas tim, do numero preto e branco, que vem de trás, o guitarrista macaco, do som irritante dos telelés, o figther hunger de 13 de maio, é, ei, ro do roy da ar, dos elos e da corrente ao pescoço de presilha doirada, o do emel que pisa a diana, a cristina do decenio, que quase me entalou , ao sair da lameda para o oriente, hm do j player special, da loja e do ban, 13 da alemanha, do av invertido do metro, feito de ferro ou casado com maiden, do team do boxe do fort fixe do minisota, aguia do bilboard e do japão, do basket espanhol, da inversão do tinta dlp, luisgin, do tacão expresso da virgin das jeans, das ameias doiradas do oriente, do rupace blick verde, doce e garbana, rosa e azul da lua decrescente do surf da ericeira, dp charlie bd do metro, telheiras, alameda, e cais de sodre, a sau escolha, a primeiro do lys, mila love man go, pára airman, ness doo air, dos tacões alias ao serviço do 07 von zip, girls and kids criatus, 18,19, conta a criança, como o resultado do jogo de futebol do pai e do filho, ouço-lhe quarena, ve cris do corte imgês, a serpente do imaginarium, grande e grossa das rendas pretas, a do y do genius do pen scketch das olaias, o rato azul, das horas vermelhas, das barbas e bigodes do homem vestido de negro, spa, o maestro, que eu ontem lá vi, do colar das pedras verdes, ao amarelo e verde, serpente do homem do teatro do balcão onde está a Rainha, na sua visita a portugal, o do teatro, o primeiro do lys, he o c de la, toda tua moço, mac oliva, da serpente co anel nos dedos dos dois assobios da cobra gigante sobre os alpes, o da avó e algés, estreito de fernando magalhães, do quadrado da luz da mila, que ama o eça de queiroz do vale do silêncio, grilo elástico ds ponto francês, do shoping dos olivais, a serpente da maça do espirito santo, o vermelho dive spiro, da linha colorida sp do me, gm, de neuropa, escola de condução anti rugas, memoria gls club, o 10 cent entre os losangos.

o homem subia as escadas do metro com a cassete de video vhas sem capa, outro subia com um ramo de flores, na escada passa menino subondo com cão, , oli, olivença, mere snack da az da estrela 33, seis rosas, da lamina na coluna direita do templo, oriente 04, dois ciclistas, um azul, outro marelo, subem no elevador seis do metro, skate independente, milton , outdoor suiço, flores violetas e vermelhas para baixo, corda vermelha e branca.75, urban ténis das olaias, a menina marela dá uma chapada à azul, à frente, branco e quadrados brancos e vermelhos, o jornal na ravore, tem pães num saco transparente, sport indy, cruz de cristo, pentagrama, vila da galé, casal com filho pequeno, estrangeiro e ouvi espanhol, , spfx mas verde sobre rosa, estrelas à volta da piramide, do tampo vermelho desenhado no preto, texteis carro, salta para cima do elevador, aguias e oglten tem es, 33 puma kia, adidas left, uma trição, 3 de maio, às verdades de hà dez anos, o quinto do teatro da foto de gala `Rainha em duas vezes, aque está no metro, tezenis, da espora do templário do rato, o controlador dos bilhetes da vila galé, os galos, do peixe branco admastor, o 10 ciemento nassau.

o orçamento de estado do rato ur

ra au oo gato, rauuuu, óó gato
Boa Tarde, Amados Meus, o post anterior está concluido e republicado, em sua versão completa

acrescentou o espirito agora à ultima linha, neste entretem, a seta vermelha do fausto do golfinho deskpro, ou a seta do fausto ao golfinho deskpro.

o zeferino daqui, do horse power de setenta e um

o gato bb do gato da serpente rato do x no C

Amados meus, espero ainda hoje aqui escrever uma palavras sobre assuntos que estão na ordem dos dias, que a minha paciência, não vai grande nem muito dilatada, e aconselho a todos o de sempre, calma e não vos precipiteis no avaliar das coisas