terça-feira, maio 15, 2007

Boa Tarde Amados do Uno Mundo

do visto recente é tambem de destacar o cb que me fez relembrar a ilusão que se dera num verão no algarve, e que penso ser de suma importância na compreensão das negras ilusões que tem criados terriveis danos no mundo com custo elevado em número de vidas, pois este episódio é em meu ver prova de as experiências terem sido feitas antecipadamente e de forma planeada, que testes de reacção colectiva tiveram lugar, que se mediu a capacidade e a forma como se podia criar estados de pânico e de que forma as gentes a ele reagiriam, que o plano para além da componente de realidade virtual, fora de alguam forma etestado em correlação e com a participação em algum grau dos media que cobertura lhe deram e que foram e são sempre peça importante, neste por vezes, negro fazer .

dizia amada joana amaral dias em suas letras do dia, de outra face da mesma dúvida, em meu ver presa ainda em parte a um impossivel dictomia, que pretende enunciar como opostos e inconciliaveis, a relalidade e a ilusão, isto a propósito de um concurso de media , que dá pelo nome da bela e o mestre, coisa que eu nunca vi, mas é facto que média são formas actuais de influenciar e modolizzar comportamentos colectivos e de que a imaginação e realidade é uma mesma só coisa e que o sendo, bailando sempre juntas, os pedaços mutuamente se influenciam e fazem devir, isto é, fazem o acontecer, ou parte dele, como os nossos passos ao irem por ali em vez de por acola, tambem o fazem, e de alguma forma o reultado é sempre dependente da vontade que me fez ir por ali ou por acola.

ontem dava conta da imagem que o pequenio ser alado me desvelara sobre os loops dos ferraris vermelho e amarela, que se encontram figurados numa embalagem de uma pista de carros, que eu comprei para o meu filho e que ainda não foi aberta, pois no dia de natal, ele não mais voltou a casa onde os dois viviamos, se consumara o rapto, que a mãe com muitos outros longamente planearam e cobriram e que passado mais de dois anos ainda se mantêm, sem que nenhum dos interpelados, responda a alguam das perguntas que aqui nesta forma de letras públicas e abertas tenho vindo a fazer.

hoje de manhã olhei melhor a caixa, a pista tem um duplo loop, ao lado do transformador ac, está um A desenhado com angulos todos rectos de 90 º graus. assim desenhado o a, é como um h que foi tapado em cima, um h, de homem que levou uma tampa em cima, ou o home que pôs a tampa em cima, ou a tampa em cima do homem, qual deles, o do carro, talvez o irmão abel, o que terá sido morto por caim, visto as histórias humanas independentemente das diferenças de suas épocas, tende a ser nuclearmente, a mesma, ou seja, as estruturas arquetipas são em suas raizes as mesmas, donde a expressão e resultado, semelhante.

Como fundo do desenho da caixa, observa-se uma cidade esbatida, que poderá ser uma grande metropole, como por exemplo nova yorque, foi-me então evidente que a noticia do choque dos dois ferraris está de alguma forma relacionado com a queda das torres, com o avião pequeno que depois de fazer uma curva horizontal, uma especie de loop horizontal, se espetou contra um edifico ao pé das nações unidas, bem depois dos acontecimentos da torres, e que existe ainda uma relação com o outro pequeno avião da firma pelicano, que fez um loop vertical e mergulhou na agua do mar, frente à boca do inferno, ao pé de cascais, as duas trajectórias sobreespostas fazem um um duplo loop, em cruz, e uma cruz assinala sempre uma local, uma direcção para além dos outros simbolismos a ela associados.

saí para a rua subindo a rua, contei as moedas, ainda dava para um bica além do bilhte de metro entrei no ritalinos e tomei café com o correio da manhã, hábito dos dias em que hà dinheiro para café. de novo a caminho do rato, uma pequena avioneta pasava no céu, a seu lado um filamento de nuvem desenhava uma cobra muito comprida e fininha, quando olhei a vê-lo passar, estva em frente ao consulado de andorra e reparei, creio pela primeira vez numa chamine de prata toda negra em seu interior, que parecia um cabo de bengala aberto do outro lado da rua, de um restaurante que fumegava, era enorme o contraste entre os aneis do aluminio, todos brilhantes e o negro do suas entranhas , li, do swing da ana midões, la sallete, da avenida industrial que veio da ré das plameiras da casa da sehunda oportunidade, a gemma da vitória no correio da manhã, da vassoura e da pá de bruxa da direccção de veterinária de sto antónio, do touro negro da estrela doirada, sobre escudo violeta.

ontem ao entrar no jardim da estrela, dentro da grande tenda azul, onde estavam os livros de banda desenhada, as traseiras de um carro, um carro da policia municipal com o chpeuzinho aos quadrados negros e brancos, abria o senhor a mala traseira, que se encontrava cheia de livros, hoje, nem um lá dentro, só a tenda teimava, vazia em seu lugar, parei e observei com mais atenção a zona onde tinham chuvido as petálas amarelas, um jovem belo casal estrangeiro num banco em frente do coreto, ele descalço desenhava-o, ela parecia escrever, assim pareciam os dois, estarem a ver com quatro olhos que seriam dois num mesmo coração a ver, o amor. aproximei-me do monte onde estava deitado em dia antrior a familia de três, tem um tabuleta no canteiro das rosas e meu coração se aqueceu ao lê-la, pois me dava uma indicação daquele acto de amor, são Rosas da Galileia oferecidas à cidade de LIsboa, no enquadramento, o templo da escola João de Deus, lê-se no eixo, só, Deus. ontem aparecera na leitura um outra declinaçao, das rosas galegas na educação de deus, galegas da galileia, mulheres que trazem Amor ao Cristo, ao filho de Deus, seriam rosas as bruxinhas, talvez sim talvez não, são todas e todos e tudo filhos de Deus que é Deusa, e Filho e Filha e Espirito de Santo so Santo Amor, que tem um coração imenso, como uma Rosa em Flor.

por detrás do correto, uma das belas , frondoso e complexas arvores do jardim das estrelas, tão bela que um poeta lhe dedicou um poema que lá está a seus pés gravado em madeira, como aquela outra do jardim do principe real, uma das minhas preferidas da minha cidade amada, se no Amor houvesse preferências, olhei-a de novo, pois hoje me chamara à atenção um ramo frontal, que está cortado, um braço que existira outrora e que fora cortado e no seu castanho do todo, debruado pelo corte, a branco estava, como a desenhar uma perfeita vesica, a seu lado, caiem para o chão de cada um dos seus lados, estranhos e mais finos troncos todos entrelaçados , como tranças, são, que parecem braços entrelaçados de uma cabeça ao tronco ausente, decepada, seria talvez termo mais apropriado, os braços parecem como que caidos, mortos à ausência da cabeça que os faz pensar, e recordei-me que dela, em certa altura acertada do tempo do circulo, caem grandes frutos sementes, que podem mesmo magoar a cabeça a quem no banco em frente está ou vai a passar, algumas delas estavam hoje no chão.

subiu-me à memória, manhã recente no coreto de sol, pois em todos habita na música o sol, que as notas são seus raios de amor, um grupo de jovens tambem estrangeiros ali faziam seu picnic, era a música do amor que ficara a habitar meus olhos ao passar, hoje dele de novo me aproximei devagarinho, para dar tempo ao ver, se desvelar, no chão a seu lado ainda são visiveis os jogos da macaca com seus numeros que as adultos e as crianças fizeram no fim de semana, quando da feira, seu tecto, tem fino trabalho em madeira, muito belo, nos cantos do meio decordas cornucópias, estão harpas, no ceu centro, inscrito em dois quadrados descentrados que formam um pentagrama de oiro, as letras C e M e dos colunas que são um IIs em grafia romana.

o rapaz de pés nus no chão, desenhava um alçado frontal do coreto, a traço preto, muito belo, viram meus olhos, no rápido passar, agora era eu que observava, a saia de metal, de ferro rendilhado com arte trabalhado, que envolve o telhado. lá está o simbolo do infinito, como uma flor ou como dois circulos, ou loops que se juntam e se cruzam em seu centro, outras figuras em metal desenhadas, dois bastões que se cruzam em cruz, seno o centro envolvido por uma flor e em suas estremidades, bolas, que desenham no ar que se lhes segue, semi circulos, como pestanas, ou uma onda do mar, outras cruzes , verticias em que as pntas se encontram inscritas dentro de peças que tendo forma entre si de perfeito enaixe, se encontram separadas por pequenas distâncias, todo o rendilhado são semi arcos que vem do ceu, ou que sustentam a Ele e meu coração lentão leu, semi arcos das rosas da galileia, assim o pardal na pedra rosa de quatro pétalas de quatro vasos mo mostrou, depois no seguido, cairam de novo algumas folhas, mais escuros dos que as dos dias anteriores, entrou pelo jardim mais uma carripana, um renault master do campo da primavera, da primeira divisão em Sintra, escrito na pedra, um tubo negro de electrecidade , como uma cobra descia do tecto e entrava na base de pedra do subterrâneo ao chão do coreto, e recordei a vela grande no centro da mesa no jantar de gala em sete ais e de ver uma semelhante, inclinada para a direita nas mãos dos pais de maddie

gatinpi9a, hos, é iguaç a segunda rosa negra por debaixo da ponte que dá acesso à porta pequena debaixo do chão, w is... w ls crew, o homem inglês , semelhante ao vizinho do algarve, estava sentado num banco com um paepl enrolado na mão com um antigo édito, o pássaro de bico amarelo foi pousar no pinheiro manso, do outro lado do coreto, a escola das crianças das tabuinhas e a estatua de uma bela senhora com um braço amputado, uma escola idêntica a que existe no jardim das necessidades, onde andam os filhos da marta, de onde um dia ido em meu passeio e passar, saiu um pedra que me assobiu ao lado da cabeça e se foi partir no muro do passeio.

a senhora da estatua, parece aleitar leite de seus seios, assim alguém a pintou e me subiram à memória imagem recente de um cartaz com uma jovem senhora que tem chocolate em seus lábios, que entornou para o vale de seu peito, e que é estranha, pois trás em si uma certa ideia de vampiro e vampiragem , é imagem recente que habita a cidade por estes dias, e ao habitá-la habita tambem o ver, o pensar e o sentir de suas gentes, como todas e como todo, o que vive à nossa volta, independentemente da matéria de que é feito, pois toda ela é sempre antes de mais Luz.

e recordei a propósito de imagens e suas influências, um episódio recente, que me aponta mais um ilusionista que deve habitar na redação do dn, pois de uma conversa, uma faaisca de palavras esatlou e de repente uma pessoa a uem eu muito amo, se incendiou, na realidade já estava encandescente, e de reprente levou a sua mão à volta de meu pescoço e eu deixei e ao deixar naquele momento sem resistência em que me pusera, tudo de novo amainou e depois quando abri o jornal para o ler, estava um artigo sobre o novo filme do homem aranha e a foto que trazia, era a imagem espelhada do que acontecer, via-se o homem aranha vermelho, preso contra um pilar, por um cabo que detrás um outro homem aranha preto lhe lançara ao pescoço, não li o artigo nem sei mesmo quem o escrevera, ou se o combustivel viria de outras letras no mesmo jornal, mas a imagem espelhada do acontecido, fora desveladora e em minha consciência se insinuara uma certeza, existe um infiltrado, e ressoou estranhas memórias de diversos idos aconteceres, que entrocam na noção da infiltração e dos infiltrados, existe ali naquele jornal um poderoso em sentido da sua eficácia, prestigidador, que será necessário expôr, para que seu mal feito não afecte mais ninguém e o problema é que a tal da comissão que aqui nesta terra regula estas coisas, parece na mais das vezes não ver ou pouco saber, ou pior, cobrir, imagens e campanhas que se bem vistas trazem por vezes e encerram em si e propagam, males.

a siada do jardim, passa por mim, um homem piloto de aviões, sem casaco , mangas arregaçadas ao calor, trás em sua mão um envelope, quem sabe uma informação, ou uma rota de vôo, na coluna dos portõe s de ferro, que assentam em calhas metálicas no chaõ que abrem com asas de uma gaivota ou de um vaso, um palavra que já reparara em dias anteriores, brilhou naquele momento seu sentido, foi... bolt, pentagono, casco da estrela de chumbo, k

ontem à noite tinha lido, o terceiro da segunda pizadela, é o bob cat da air flux, estava à frente à air lux, quando o li e agora a qui a vassoura bateu na parede em que os tijolos parecem notas de piano, será o pianista, seu nome, o gavião real.

qual a palmeira que domina ufana os altos topos da floresta espessa, tal bem presto há-de ser no mundo novo, o brasil bem fadado,

josé bonifácio, inscrito no monumento a 1900, o mesmo nome do da pantalha, a firma que já nesta letras aparecera, ao lado, um j com um ponto em fseua frente, e a leitura adquiriu o sentido, o bonifácio, o principe da rosa por detrás do ponto, o ponto, o principio de onde principia o que principiou, relações públicas do toyota, te, w l cody , o log da serpente de lisboa, o homem doente da flávia

desci para o rato, na entrada do largo, uma bomba grande tipo segunda guerra mundial, atómica está desenhada na calçada pelas pedras, em frente à casa de jogos da santa casa da misericórdia, entre os azulejos dos ls em frente ao palácio do rato, na paragem do autocarro, a sereia diz, telefone à vontade, em frente ao café barato, um rato nas pedras com três dentes de fora, o terceiro rato, leio no dito delas, no sinal fechado da passadeira, que dá para a entrada do metro, da escola politécnica, um crysler de prata daqueles modelos novos, baixinhos, passa e me pareceu ver lá dentro o nuno melo, que acaba de ser eleito vice não sei bem o quê na ar, se calhar ocupa o terceiro posto na hierarquia da dita, aquele que no outro dia aparecera na palavra. desço e no cais que agora grafei como cia, numa mancha no chão está desenhada uma mão da qual sai uma grande garra, a garra do metro, o terceiro do bob cat do flux do ar, o botão da asa, a asa, carruagem de madrid, ketchup sem sal e sacarose.

no jornal de hoje a noticia que a daimler vendeu a a crysler, que foi comprada pela cerebus capital, a cc, quatro quadrados se viam na prorta por detrás da mesa da reunião, quatro quadrados, quatro pessoas, oito lápis varetas de giz, e duas canetas. o melo do metro do rato, ou o melo, o ra, o do metro, o nuno, vaso do melo, canal K do vaso, o canal que kapa o vaso

no espirito do ar, ouvi o dizer, que ela tinha sido obrigada, pergunto-me quem? a teresa, o emilio rangel, ou a quantos mais poderei um mesmo ouvir, isto encaixar.

cobardes, imensos os cobardes e não arrependidos.

depois li, jump on no comuflado da música que faz tremer, do dn, é o rato da dôr, pois é, da serpente de prata da lingua negra e bífida, o que escuta camuflado, o infiltrado do duplo quadrado inglês, do pé da aranha, das duas torres, da seta de prata, adidas, impossible is nothing, a swing amarela do toiro impala, redley, do suporte da faca preta e vermelha, da av da republica, do metro, que telefona ao número um, aprimeira serpente bífida, do cinto violeta , fita azul.

ah amada, já baixou aqui de novo a luz, continuarei amanhã, beijo-te muito , muito, vinha para aqui agora escrever, encontrei duas rosas cor de rosa na calçada, estão comigo , cheiram muito bem