quarta-feira, maio 16, 2007

ah amada não sei se eras tu, ontem à noite depois de sair encontrei uma carochinha, vermelha e preta daquelas que tira e poem a capa e lá dentro vi um girassol e vi uma abelhinha que soprava um vento de violetas do coração, tudo isto ao lado da casa da gisele B, es me dei conta que pelos menos existem duas, que habitam meu coração e certamente para agrado de todos os pássaros muitas mais, na Casa de Deus haverá.

levava as rosas rosas que encontrar em meu caminho na mão e pensava ao vê-las que vinham de um mesmo tronco que se dividira em vaso e que seus caules eram demasiados pequeninos para as manter direitas, como se de alguma forma elas tivessem crescido mais depressa do que os troncos que as suportam, depois pu-las dentro de uma garrafinha de agua e dormi com elas ao perto de meu leito, pensava que se te visse ontem, te as podia oferecer.

hoje ao acordar, vieste-me de novo visitar num pequeno ser alado, mostras-te em Teu voar um Z e depois passas-te pela estante indicando o spitifire e o carro feito com latas de cocacola, a que eu chama de carro cocacola, de seguida passaste entre as orelhas do cavalo de pau, que parecem dois vales, que fazem um m, que na sua quietude de madeira lembram ainda pequenos corninhos, é um cavalo que relincha com a pata da frente da direita no ar, como que se preparando para raspar com o casco, o chão, e para ele fiquei no instante a olhar e a ver quão ele é parecido em sua posição, com o que está nos azulejos da estação dos olivais, os dois, onde um quase cobre um outro, que saem dos dois vasos alquimicos, no campo geométrico da piramide, e medisses-te ainda, a sombra da flaming june speed legend e depois pousas-te no perfil da estante verde, que parece uma vara verde vertical, e me disses-te, vê a sombra, e era então, a sombra da vara verde dos desportos da familia 101, de novo levantas-te voo e me desvelas-te o o L da madeira das comunicações, passas-te depois na gaveta da madeira mais escura, que espetava os cornos no templo do sol, da impressão da marca de lei dos livros da escrita, a sombra do vento, o bastão negro do feiticeiro.


já no dia nateiror o antónio , que foi envenado pela comida que poem na rua para o efeito e que está muito doente e com dificuldade de locomoção me mostrara com os olhos, um z, que algum fizera no junção do tecto das escadas de meu prédio, um z lá está gravado na pedra, mesmo na linha do angulo netre os tectos.

ouvi-te dizer, descreve tudo o que se encontra no trajecto que te mostrei e te disse, amada, ainda agora acordei, e já tu me pedes tanto, mas não se nega o amor ao amor e assim me levantei e tomei nota, que lá está uma rosa vermelha de pano que um dia encontrei na rua e que agora me fez pensar na santa clara da rosa, um lenço de papel, que simboliza uma pomba, algumas moedas banhadas a ligante de prata do dn, uma cobra articulada de madeira, da india, os batuques moçambicanos, uma capa porta documentos azuis sobre uma ciaxa do video feito para o icep, promo e memória da expo, um pires e uma chavena do josé de guimaraes que acampanhava o pacote promocional, um livro de recibos verdes, mod 337, uma caixa de fosforos com lixa de pele de cobra, uma revista dn com a charlize, uma chave estrela, o cavalo, um diploma de austronauta, uma bola de raguebi em miniatura, um livro da história de portugal com uma pedra cristal em cima, um pequeno livro sobre Llansol. a estrela misteriosa do tintim, um avião de papel verde, um desenho de um peixe que choca com uma baleia numa caixa da party 24 horas, invertida, duas penas brancas pequeninas, uma moeda com o palácio da ajuda, duas meias, uma folha original do poema dos contos da lua, que foi por outra mão riscada, um papel do coloquio sobre o foucault, todo alamada com ele a sorrir de contente e orhuho, que é , sem o ser, jornais onde se destaca, voaram 245 milhões , pj apanha quatro bombistas, uma ciaxa de lápis, a speed legend, é uma menina, histórias da cera de cor da walt disney, o telefone Kim sobre o noody, uma revista com a gisele, uma bola de baskete à séria, um escultura em pedra do nelson e mais algumas coisas e objectos, é o que se encontra na bancada , mesa e seus arredores.

gatinpi9a, era se bem te recordas, era a inscrição que ontem referenciava, das que encontrara no coreto. hoje ao passar, de novo ao ve-lo ao perto, reparei que a que mencionara, depois da sua porta de acesso, podia ser lida de modo diferente, w 1 9..., ou ainda U 1 e...

no metro , vi o mesmo U, o mesmo perfil, que corresponde ao perfil do pequeno avião da asa delta, do mapa que estava por debaixo da mão do senhor que em sua mão o levava, saia uma unha grande, como uma faca curva, do mapa, uma unha que me fez lembrar a que ontem vi, impressa sem o ser, no cais do metro do rato, e li, o mapa aponta para o porto, o playboy que sobreviveu à festa, qual não sei, com a merche ou diz a merche.

ah amada, estava cheio de sono, hoje pela manhã, e só me apetecia caminhar de olhos fechado se tal fosse possivel, não me apetecia ler nada do que se me ia apresentando ao espirito, me dizia, fecho por dentro, hoje meus olhos e meu olhar, e assim ia lendo sem o ler, pois a luz é contínua, como a fala do espirito, meio a dormir, meio acordado, e me enganei, quanto se pode falar de engano, no transbordo das linhas e fui parar a telheiras, estação que não me recordo de ter estado e de repente dou por mim de olhos bem abertos a ver o painel de azulejos com desenhos azuis que se encontra mesmo à entado do tunel e a conhecida adrenalina do sentido da visão me começou a pôr em pulgas. mais uma vez a prova provada a meus olhos de como a arte é imtemporal, de como toda a arte é mapa e mapear, de como todos os mapas são prova cabal da inexistência do tempo, nas suas divisões maniqueistas de um passado, de um presente ou de um futuro.

entretinha-me a declinar telheiras, tinha dividido a palavra assim, te lhe ir as, depois, tel he ira s, e a segunda me fizera sentido, o tel do homem serpente, do ira, o homem da te, te, teresa, que habitaria em telheiras.

depois olhei o tecto da estação, e reparo que as nervuras transversais são como uma escada, ou um H deitado, e que as duas linhas das luzes flurescentes que atravessam de cada cais as estruturas , fazia da forma, uma semelhante à que o pardal em dia recente me mostrara no chão da pedras da calçada, a luz flurescente da estação, indicava então o local, o local do poiso do homem, pois era a fiada das luzes, o sitio exacto onde o pardal pousara em suas divisões.

nos azulejos grande, de repente me dava conta que estavam lá todos os motivos desta história, ou pelo menos muitos lá estavam, todos pintados a azul, como a minha cama de infância, azul com os topos arredondados, parafusos diversos, como o negócio original da fortuna de balsemão, bastões grandes e pequenos para todos os gostos, com e sem extensões, e de repente, o espanto, o tremendo espanto, um cinto de explosivos, tudo isto na entrada do túnel do metro, chegara entretanto a carrugem, entrei e quando ela vai a entrar no túnel, vejo claramente dois clarões de luz, como faiscas, que viessem debaixo das rodas, e a imagem, sem sombra de dúvida, se formara, eram duas explosões, as duas explosões no metro.

e perguntei a um homem do metro que lá estava, se sabia de quem era o trabalho da arte, que não e me fiquei a perguntar se não é um daqueles habilidosos que sabe escrever para a frente, a giz, se o que ali está não é guião formador do que ainda não se teria passado, atendendo a que aquilo fora feeito antes dos atenatdos do metro e dos comboios, que nem isso sei ao certo. deposi me disse mais tarde o espirito, que é um dos do bando, do tal quadrado ou triangulo, das telheiras, talves do trio dos marqueses dos alunos de apolo, pois assim vi, que existia um trio, dos marialvas do vimeiro

agora acrescento, serpente homem pp K

estava agora bem mais acordado e li na viagem , ela bang, stradivarius, carlos mardel, one love , is the most important thing in my life, diziam cumulativamente duas camisolas que caminhavam lado a lado, na carrugagem um rapaz tocava acordeão, olhei-o e sorrimos os dois, a segunda música era, bejame mucho como se fora esta la ultima noche, a chegar a entre campos, à minha esquerda o estádio de alvalade, com o grande dizer da caixa geral de depósitos, só e sei porque acredito, prende-me a atenção uma escada magirus elevada que aponta as letras al, subia a escada para o quarto do canto de baixo do L, na porta do bingo, uma bicha de pessoas, bingo com bicha, ou bingo na bicha, grana em vez de grande, o local da grana, o local onde a compra e a venda se fizera, os trinta dinheiros na actualização dos dias de hoje. tinha saido o bingo!

fora comissão do corner de S. Francisco, ah grande carlos gardel de mi corazon.

já na linha vermelha a caminho do olival, uma bela senhora japoneza me prendeu a atenção, trazia um vestido japonês com racha na perna com belissimos desenhos em tons castanhos e pretos, e eu quando para eles olhava, via um pavão, que se mexia, tão belos e mágicos eram seus desenhos e desenhar

e tem mais do shoppin de paris, disse-me uma bela rapariga de muletas com o pé engessado e tem mais do mc alemão, dos ataques dos pit bull, depois chegou um meu amigo cão que costuma andar a farejar por aquelas bandas que me mostrou, a agua do L do varão que acompanha as escadas, como uma vez vi no metro e aqui escrevi, sobe um primeiro lança, depois horizontaliza no segundo e torna a subir no terceiro, como um gráfico de crescimento económico, que sobe se subirmos as escadas ou desce se as descermos, depoi o cão mostra-me a linha das pedras que vai dar ao K, do homem do raios do bastão do circulo dos vasos raiados de prata e azul, gls, apu, alçou a perna como quem vai fazer, mas não fez, só a dizer, das aguas sujas, passou um saco do corte ingles com os triangulos deitados

may the force be with you, disse-me a borboleta MG

Amada minha, para mim a canção do amado gardel, tem pequena diferença em sua letra, assim me veio uma noite ida, muito ida, onde me disse uma vez meu coração, é sempre melhor beijar-te muito como se fosse esta a primeira noite de todas as noites do infinito a vir, assim prefiro os beijos a beijar-Te, um primeiro que é sempre como o primeiro e que não tem fim

Amados Meus, escrevi aqui um dia, que numa guerra mundial, todos batalham contra todos e vos inquiria nessas palavras sobre uma aparente bifurcação que se punha no caminho, e que se prendia sobre as contas e sua forma de fazer e sugeria que sobretudo em meu ver seria importante, parar quem a tinha provocado, percebendo com clareza e rigor como é que ela tinha sido feita, de forma a que não caissem os seres em ratoeira igual ou semelhante e um das questões que tem dificultado esta comprender, prende-se com a ideia de que não mais teriam seu espaço, e isto é uma especie de cegueira incrédula que tem dificultado a percepção de que conhecimentos e fazeres da tradição, são tão reais no mundo como eu ou tu, e que foram agora casados com o que de mais avançado, tecnologicamente se faz.

disto, está meu coração, meu ver e meu crêr, desde longa data convencido, à luz de tudo o que me foi dado a ver, do pensado e do pensamento que pensa e se dá a pensar e não descansa ele, enquanto estas matérias não se tornarem claras e aqueles que o fazem, parados e bem sei, filhos da babilónia, que tambem são filhos da mesma Mãe e do mesmo Pai, que é Um Amor Multiplo, e que os cobardes de forma cobarde, e as bestas que vão montados na Besta, acusam sempre os inocentes, mais não seja, como forma de sacudir a negra agua de seus capotes e não tendo nenhum de vós a coragem, nem a frontaliade de formalizar acusação, são sufecientes os sinais das vis insinuações que me chegam para saber que alguns dos gupos das bestas diveras em suas variações, me acusam a mim, sem o acusar, de ser responsavel por diversas, muitos de vós, dos diversos grupos de bestas, sempre o fizeram a propósito de tudo e de nada, qualquer pretexto tem-vos sempre servido para sa mais negras acusações e condenações, com a agravante de serem sempre feitas pelas costas, assim tem sido desde sempre a minha vida, e agora chegou ao que nunca pensei que chegassem, que todo esse pano de negro tecido por toda a minha vida, foi tapete para me roubarem o meu filho e nos manterem mutuamente afastado e os seres que vão de coração acertado, assim o sabem claramente, pois conhecem a Luz e me conhecem e são tambem muitos os que me tem em Amor ajudado e a todos vos, vos trago em meu coração.

ainda em dia recente, antónio costa, que é um dos homens do ps que eu sempre achei mais razoavel, aparecia no jornal a montar um puzzle imenso de peçinhas, e muitas delas crê meu coração me tem sido endereçadas, e o antónio, no ver de meu coração perdeu seu pai, durante esta guerra, assim o sentiu meu coração na altura de seu acontecer, na sequencia de diversos acontecimentos que se deram à volta desse momento.

quando todas as casas guerreiam, baixas há em todos os lados, pois não existe guerra sem baixas, as guerras são sempre sinónimo de morte e é por isso que não se deve fazê-las da mesam forma que um cavaleiro da rosa e fiel do amor, quando nelas entra, tem como objectivo acabar com elas o mais depressa possivel, depois vem o tempo em que as feridas saram e o viver retoma a normalidade dos dias.

ainda hoje no metro li, mais uma perfida insinuação, que o homem que apareceu aqui referenciado, o rangel, com a tala na mão, apontava a mim, como responsavel das bombas no metro, assim me chegou o dizer e assim o li, e mais uma vez, de fernte e pela frente, nada, e quase mesmo tenho a certeza, que irá dizer, ao ler etas palavras, que nunca o insinuou sobre a minha pessoa, assim são os cobardes, e caso não o seja, que o diga em forma clara ou se cale de uma vez, pois o que tinha para lhe dizer, já aqui , em dia recente o disse, e a minha dúvida, é simples, qual é seu papel nisto tudo, qual e a sua intervenção na história do roubo de meu filho?

e lhe digo a ele e a todos, eu estou sem a minima paciência para ler as vossas letras miudinhas em diagonais a todas as verdades por vós desenhadas em cores negras e sombrias, voltei à infância, só vejo mesmo as fotos, e não tenho pingo de paciência para andar a descodificar o vosso dito no não dito, ou no meio dito, ou no quarto dito ou seja como for, a iniquidade e a cobardia

e lhe digo e digo a todos vós que a minha vida continua na mesma, continua o roubo do meu filho, continuam os iniquios a nem responderem as interpelações e assim desvelam a todos de forma clara que o são

o senhor, deverá ser um membro da maçonaria do 18º grau, um tal principe da rosa, que Dela pouco ou nada deverá mesmo ter, é o que me diz o ver de meu coração, e toca agora mesmo o alarme de meu telefone, que tem com horas, 18, 25, portanto deverá ser o senhor, o tal falso principe, que a Rosa sempre é verdadeira, da divisão da estrela, de uma estrela, de mim, ou mesmo da minha familia quem sabe através da posição horizontal, da tampa no vaso do homem, ou do mando dela, com aquela que foi minha mulher, salvo o seja o minha, que os corações não se possuem, só se dão, e são uns dos outros quando mutuamente se dão.

e depois me disse o espirito, do lusitania expresso, do principio da decada de noventa, ou o relacoes publicas do general maior da ce em 92 do salto ac ao gato da quinta casa, do calice do fogo, o ru do pi do rino ac em 58, do banco alimentar, o principe do vaso, jiboia do cais do sodre.

nem de proposito, as letras do rui marques, hoje no dn, a propósito do amor e do ódio, de como dois homens que fumam os mesmos cigarros nao se guerreiam e da história da ponte, do encontro entre os inimigos, ou aqueles que entre si combatem, e bla bla genérico de teoria superficial das coisas e do ser, ainda me hás de explicar, porque o banco contra fome, ainda não teve pernas para se tornar ou se enquadrar no banco mundial contra fome, ou entao, rui, porque não avanças tu com a ideia que eu aqui no outro dia a todos ofereci, para criar o fundo do fm de todas as fomes, não a do amor, que sempre existirá, mas as dos estômagos vazios e das doenças, tu que tantos contactos tens na sociedade, porque não fazes as pontes necessárias para que o produto de um dia reverta para esse fundo, porque não o fazes a nível mundial, são novecentos milhões que nem fumam cigarros, quanto mais dos mesmos, por dia, pois nem nada tem para comer, e sabes meu amigo, que cerca de vinte por cento das gentes que habitam portugal, sobrevivem com menos de dois euros por dia, hás-de experimentar e depois talvez relatar a tua experiência nessa coluna onde escreves, que é boa e grande tribuna para lançar projectos com pés e cabeça que alterem de facto, o real, sendo que são as misérias que fazem as guerras e levam as gentes a pegar em pedras, espadas e bombas, bla, bla, bla...abraços e talvez por gentileza e expliques um dia porque não fui eu no lusitânia expresso, o barco, medo que o desfecho tivesse sido distinto comigo a bordo, ou medo de ficares embaciado, sobre a minha luz, e explica-o tambem a todos os timorenses que mais morreram até a sua libertação, sentes-te heroi, alto comissario para a ponte de não sei quê, porque te faltou a corgem de lança-la na praia? sabes, parece masi heróis de media, de encenação e dos teatros das mil ilusões, que promovem os actores do pouco ou nada, dos feitos, reza e rezará sempre a história e diz-me mais uma coisa se fazes o favor de me responder, ou será que tambem farás já parte ds usrdos, ao que não gostam de ouvir? tens filhos, rui, por acaso alguem já te levou um? o que farias, se te visses em tal situação?

bibliotecas de 25 mil euros em premios de manteigas e cupões diversos entre os amigos, que fácil é a vida para alguns, tipo cartas de condução farinha amparo.

aieiiiiioooo, aiieeeiiiooouuu, senhores paramécias da ar, porque ainda não me respondestes a meu pedido de audição, pecava por defeito meu pedido, não comprendeis minhas letras?

Esta lá no meio das letras, meu número de telefone, é só marcar e combinar uma sessão para ver de que massa são feitos, parecia o ruben de carvalho num dos telejornais, carmona ao fundo e ele em primeiro plano a três quartos, a esfregar as mãos como pilatos, seria ele ou o outro?

olhem, amados meus, bestas incluidas, enquanto eu não perceber ao certo quem e como e que estão parados os que fizeram acontecer algumas desgraças no mundo, como os tsunamis, as bombas dos metros e a morte das crianças em beslan, não descansarei de o averiguar, podem mesmo acusar-me de tudo e é mesmo bom que o façam, como se diz no brasil, assim se tocaiam as feras e feras com a cabeça de fora é meio passo para as apanhar, por isso disparem o que quiserem, que veremos as contas e os contadores, os contadores das tretas , os que mentem para tentar escapar, três assinaturas se deram que a meu ver reforçam a ideia de que estas operações que criaram a terceira guerra foram feitas em diversos paises ao mesmo tempo e de forma organizada, são visiveis na diversidade de paises das vitimas de três recentes eventos, olhem com olhos de ver e de entender e entendam, pois todas as três aqui forma referenciadas.

outros olham estas ultimas letras e chama-lhes de jazz, e o são em sua certa forma medida, pois o espirito canta e é cantor e tudo é uma canção, quem não as percebe, paciência, mas tal não desdita o seu sentido e para os tolos e simplificando o mistério da escola de bauhtte, se a verdade é um ponto movel, que está num circulo e sempre se move, como os nosso olhos e o lhar e sendo um , o outro e o outro o primeiro, em sua certa medida, todos os caminhos vão sempre dar a ela, seja por exclusão ou acertando nas vezes na mouche, não é verdade, génios das lojas e lojinhas?

acrescento sobre beslan, o seguinte, que vi na última visão que aqui relatei sobre este atentado, quando sobre ele vi, o espelhado na escola dos olivais em dia ido recente, e que na altura não me fez sentido mas que agora o faz e ao pensar nestas peças desse puzzle, que originou um casamento no ceu com a terra, me subiram memórias antigas.

recordo depois da revolução, uma vez me chamaram ao partido e me disseram que ia ser destacado, ou algo assm, assim era o tom e a cadeia de comando na altura, para a associação de amizade , portugal, rússia , para montar uma exposição e no dia que lá me apresentei, num fino e rico palacete, percebi, que era eu sózinho o que fora destacado e depois me vi naquela imensidão de sala, de numerosos quadros de arte russa da revolução, dos construtivistas e outras tendências da época e lá começei a organizar e amontá-la e assim o fiz sózinho é à hora estava montada e muito festejado fui por uns camaradas russos, pela forma como fora feito.

a memória estranha deste dias da montagem, é uma tarde em que lá cheguei e o largo corredor que dava acesso à sala, estava cheio de cadeiras empilhadas lado lado, com os pés virados para cima, e eram tantas que eu tive que passar a tarde passando entre elas ao levar os quadros da sala onde estavam armazenados para a da exposição e no meio daqueles trajectos, tive uma especie de ataque de pânico, e hoje sei o seu significado, preciso , do que o destino naquela altura me desvelou, pois as pernas das cadeiras eram como picos, como espadas que estavam levantadas eu passava no meio e sei eu que uma das suspeitas que corre contra mim, sem mesmo correr, pois são todos cobardes demais para em modo frontal a ter feito ou fazer, prende-se com aquilo que alguns em negra tinta fizeram contra mim correr de eu ter eventualmente provocado a tragédia, não é verdade, oh cobardes?!!!!!!

lembro nuno melo, à rasca na comissão parlamentar, quando o souto moura, era ainda procurador gerla da republica, numa inquirição sobre o tal famoso envelope nove, era visivel em sua face , seus gestos e seu falr a preocupção estampada, sobretudo com o controlo dos telefonemas, a miim parce-me que algumas das gravações, o terão apanhado a montar a marosca incriminatória e terá porventura desvelado as suas ligações à cia, da venda, da minha venda como suspeito de actos de terror e para quem acha estranho a sua pertença a ela, pensai bem se não existe estranha tradição de que os responsaveis no parlamento, não estarem sempre de alguma forma ligado a ela, quem o sabe, o sabe, não é verdade, oh senhores, que até se devem as gentes perguntar se é condição cinequanon de tais cargos.

depois entronca, uma memória do destino ainda mais antigo, era eu menino e subia no carro de minha mãe , um renault quatro L, vermelho, vale de Stº António, que para quem conhece a rua, sabe que é muito ingrime, e me lembro de ter sentido uma especie de medo ao perceber que a minha mãe estava atrapalhada no para arranca dessa subida, e esta memória me aponta agora para a intervenção de um françês neste acontecer, e de alguem ligado de alguma forma a Stº antónio, de que forma não sei, mas sei que haverá tambem um português metido no assunto, e aqui aparece de novo o L, os L contantes e frequentes nesta história toda, e em dia recente ao navegar na net, a uma página na aparência russa fui dar, tinha um homem em cima que fazia o gesto do silêncio, que agora por erro, interpretado como sempre à luz do mistério da escola alemã, me disse ser o homem do vaso, qual ?, provavelmente o que o observa, a partir da russia, e por debaixo dele estava o presidente putin, com um gesto de braços em circulo, que juntava os punhos com as mãos em posição de toiros, como quem dizia, sendo ele, ou uma montagem com ele, que a tragédia se teria dado, por um choque entre dois toiros e na escola dos olivais, vi dois tubos no chão que simbolizavam varas de toiros, de toiros iniciados, sendo uma vermelha e negra e outra preta e branca e um outro pormenor me ficou a bailar an cabelça do visto nessa noite, um circulo que parecia num muro da escola, menor do que a cabelça de uma criança, e que era dividido horizontalmente em duas metades por um arame, como a obstar que indevidamente alguma criança lá se pudesse prender e ficou este pormenor na cabeça até ao dia em que o dn, saiu com uma garvura da actual colecção, que se chama, exactamente, o ilusionista, pois tem um pormenor que por sua semelhnça me fez de novo acordar a memória do pormenor, do lado esquerdo no muro em cima, está um circulo, tambem dividido de forma oposta ao que vira na escola e tem lá dentro um pássaro, e é-me agora claro e evidente que a outra vara mágica, é aquela que pertence ao ilusionista e sendo o carro francês e vermelho, é provavel que a outra seja a preta e branca e que seja operada por mão de um português.

estas nota entrocam com outras já publicadas, que se podem referenciar, de acordo com o que aqui foi transcrito, como spell 9, e seguem a ele, apontam salvo erro geograficamente , um ponto no centro do país. relativamente perto de lisboa e penso que neles se encerra a id do homem. razão teá então putin, ao dizer que aquilo foi despoletado or um choque entre dois toiros, que intenção tinha cada um, é que é questão de averiguação, ou melhor , a averiguar, pois a mães esperam ainda a resposta e não esqueceu meu coração a mais negras desgraça desta guerra mundial!

nenhuma mais informação tenho sobre esta matéria até ao momento, pelo meno na consciência de que lhe pertence ou com ele está ou esteja relacionado.

apareceu-me agora, ps b y fr, o ps b, o segundo do ps do y ou trinangulo francês, o que será a id de um.

sobe o metro, a história ainda não está completa, continuará transcrição e a publicação das notas do visto e do deduzido sobre o visto, sendo que nas letras de hoje, se fez penetração profunda nesse acontecer, assim o sei em mim, assim mo disse o espirito ao para aqui vir

até amanhã em que escreverei sobre este assunto ou sobre o das infiltrações na menbranas, que é assunto que vem de muito tempo atrás e cuja assinatura , mete tambem em meu ver, alguns atentados, de que resultaram mortes e quedas de aviões.

em frente à air luz, onde ontem vi a assinatura do bobby cat do air flush, é a casa do montez, para quem não o sabe