domingo, maio 27, 2007

Ah Senhora Minha
Alguma Vez Vos Fiz Algum Mal
Que Assim Mereça Ser Tratado?

Recordo a primeira vez que vos vi, era a noite alta ainda não deitada, no tempo em que eu tinha dinheiro para comer bifes nos restaurantes e frequentava nas vez o snob, a horas tardias, quando parava de editar ou de trabalhar e uma dessas noite, entrou a senhora e vi ao perto como era bela, como andava, como no céu, uma estrela bela de encantar, ainda pequena mas de rara luz, vinha em seu séquito acompanhada, sabia-se já bela, não sei mesmo se me terá visto, mas seu perfume ficou a morar em meu coração desde essa madrugada.

E o mundo me entra pelos olhos dentro e eu vendo-a senhora, com esse olhar, me pergunto, que mal trás, que dôr mora em seu coração? Depois vejo-a de espada na mão, primeiro com o gume para o chão, depois a olhar pelo telescópio dos piratas, serão os bons certamente, assim o creio, e diz-me o secreto coração, nas olaias a ponte, o cesto da gavéa e da gaivota dos piratas maus, e depois por fim com a lâmina ao alto e dor em seu olhar, que parecia, desculpe a ousadia, a arder no mar, uma paixão.

Alguém a criticou de não ter feito seu melhor? Como é possivel se seu coração assim não o diz e afirma mesmo, seu contrário quando ele diz, faço o melhor possivel, pois é nosso coração, o de cada um, seu julgar, que entregar a auto estima em mãos alheias se é bom, pode ser perigoso, que dúvida é essa que parece habitar seu coração, se vós senhora, sois bela!?

Recordo-a em noite mais recente no friso de um balcão, escutava a sala inteira mísia e fanny ardente convidada sussurou aos ouvidos de todos, presente e penetrante poema de amor.

Nessa manhã em meu banho e banhar, os sinais começaram em seu acontecer, que assim o é, quando a agua está perto e faz lembrar o mar, que é o local dos sonhos e do sonhar e quando peguei no meu manto branco da agua, logo suas franjas se enrolaram de forma estranha em meu pé, como uma cobra que nele se enroscava, depois mais para a noite, começaram os prenúncios das escorregadelas, foram dois ou três os avisos e meu coração sabia já da borrasca que se apoximava.

no dia seguinte, ou nesse, ao lado do P do publico, lá estava uma casca de banana, mas deveriam certamente falar do que se calhar pensam ter sido uma outra durante esse dia anteiro, pois toda a semana que passou, foi bem radical e prenhe de acontecimentos.

Piscavam as luzes nocturnas e as variações da frequência me atraiam fazendo meus passos caminhar, nessa tarde, ao chegar aos olivais, depois de noite anterior ter ido parar a telheiras, abrira o livro de paulo coelho que repousa na pequena mesa da sala de meus pais, e nesse calhar ao calhas que não nunca o é, lera a seguinte frase, esteve o senhor junto à casa do amor e não a reconhecera, procuram nas vezes os homens ao longe aquilo que está ao perto e assim se cegam, e assim é nas vezes, quanto nas vezes assim o é, pois se o amor sempre se busca sem buscar e por todo o infinito lugar está. Nessa noite, fora estranho o que vivera e vi do vivido, estranho mergulho em antigas memórias, que me afloraram e ainda hoje de certa forma busco seu ordenar.

Que sei eu do amor, o buscar, se ele está em todo o lugar e não chega ao perto pertinho em seu chegar? E bem canto eu a ela, e só o silêncio, a resposta, mas não aquieta meu coração, onde Ela sempre mora seu ninho, minha casa, meu casar, e sempre a vejo de asas abertas a voar, poderia um pássaro ser distinto de um pássaro, a um outro distinto, distinto, desejar?


Não eram contudo, digamos, aqui que ninguém nos vê ou ouve ou lê, as cores dessa noite, propicias à abertura ao amor, se bem que Ela não tenha nunca porta em seu morar, nem chave no bolso, nem fechadura e seu nome, é liberto, liberdade e libertador.

Noutro instante a história que é longa e nem sei mesmo se já clara em meu olhar, mas estava eu pelas bandas de alcantara, mais propriamente numa ruinha pequenina, que tem ao fundo uma casa de fado, aberta ao lado da outra abandonada, onde cantava a Senhora que falava a verdade em seu coração, e dela fazia certa trave de seu ser e cantar.

Sabe senhora, ressoa em mim, a história de salomé, de uma mulher que terá pedido a cabeça de S. joão baptista, que a queria tanto beijar que depois de dançar para o rei, lha pediu e a teve e beijou em sangue os lábios e assinou assim sua perdição, pois conheço no amor, senhoras que poderiam candidatar-se a um mesmo em relação à minha própria cabeça sendo que meu nome não é joão e minha amada um dia me disse, não sejas para mim holofornes, que eu não serei para ti judith e eu nessa noite quando a li, fiquei a pensar profundo seu dizer, que aqui entre nós que ninguém nos ouve, me perturbou, pois não havia em mim intenção semelhante a holofornes.

Ah Senhora que seres há que quando não são correspondidos no amor, como que rodam dentro de si, o coração, e habitam então o lado do escuro ódio e da tenebrosa vingança e uma estranha e forte força então lhes nasce em seus corações e dispõem-se a tudo ou quase.

Pois vinha eu do fundo da rua, quando na esquina apareceu um Senhora em avental branco e touca, seria senhora da cozinha da casa dos fados e quando me viu se assustou ou assim pareceu, e parou, até que outra Senhora mais jovem em semelhante preparo dobrou tambem a esquina e eu sorrindo as duas, dizendo-lhes com meu olhar, não tenhais medo de mim, por elas em silêncio passei e cada um seguiu sua direcção, e passos mais tardes na mesma rua, fiquei a olhar o que parece sr uma casa de bonecas de rés do chão, que tem umas janelas pequenas e quadradas com peqeunos blinds amarelos, e sobre a qual de cada lado existem ancorados nas fachada em cima, dois aparelhos de ar condicionado, cujas canlizações se juntam em vale e desçem no centro da casa até chegar ao chão e em dia seguinte, vi uma foto no algarve dos pais da maddie, com uma ravore ao fundo que desenhava equivalente vaso, seria a mesma casa, a casa de um mesmo vaso e assim pensando em meus botões continuei caminho e começei a subir a rua para o trinta e um da armada e reperarei que a casa que tem a caravela em pedra em sau fachada impressa, o que vira no outro dia e que pusera em meus olhos um perfume de ninho de amor pelas suas luzes veladas, que aqui relatei dela, a casa, estava de janela aberta, estores levantados e era visivel seu interior e por ali estava vendo, quando reparo num homem do outro lado da rua, que me olhava e que no momento telefonou, e algo em mim, me disse, problemas, aproximação de pirata, mas lá fiquei, o home arrastou um caixote de lixo de um lado para o outro, como a entreter o que não era, e depois apareceu do fundo da rua, um outro, maior ainda, mais crescido, de bigodes fartos à portuguesa e se juntaram os dois e rapidamente caminharam para mim.

E vi eu que já vinham para me bater e assim fizeram e passado os primeiros contactos, estava eu no chão, ainda disseram no meio da agressão, que era para eu não andar a assaltar senhoras na rua, ao que eu lhes disse que não o fazia, nem era meu habito, mas a pancadaria já se dera, e eu sabia em mim, que ali havia perfume profissional a prata, que aqueles estavam e vinham por assim dizer engodados, cheios de gás, de um gás que lhe fora insuflado fruto do que eu escrevera sobre o que vira naquelas bandas e me disse o espirito depois, de onde partira.

No dia seguinte na sic, no final de uma noticia sobre o caso da menina desaparecida, ouvi, desculpa, e mais estranho tudo se tornou, pois de repente parecia ali haver uma outra motivação, se calhar, fora uma mistura de duas, o sentimento de uma mullher, explorado por terceiros que sabiam o que faziam e assim orientaram sua emoção que sobre mim ali, no momento tonbou.

Estou inteiro amada, não te preocupes, embora me doa o corpo todo e bem me apetecia uma grande massagem e já é a segunda situação de violência, neste ultimos tempos, mas tal não me fará mudar meus passos nem minha vontade e para te ser franco, te direi, que passo a andar armado, e que mesmo sabendo que são instrumentos, não darei em certa forma de novo, a face, e depois quem os ordenou, que pense na morte dos que causou e que aprenda a fazer melhor as contas.

Contei-te eu em dia recente quando da procissão de me ter aparecido a id de quem me espetou a mão direita na cruz, o pregador do meu pé direito tambem me apareceu há muito, desta vez a assinatura fez-se na mão e hoje ao olhá-la assim vi seu dizer, o segundo dedo, o ponto da triade da radição, que fez o x num avião, o quarto que caiu e magoie-me tambem no pé, num sitio onde no D. dinis me partiram o pé, uam acção que já à muito tempo atrás me dei conta ter sido feita com propósito e intenção, donde me parece que quem o ordenou, foi tambem o que na altura o ordenou, donde alguém que me persegue há muitas luas grandes, sua identificação em pormenor como outros pormenores desta episódio, ficarão para depois.

Ah Amada, quase hora do café fechar, e eu vivendo mais depressa do que posso escrever e publicar e com o acesso a internet por muitos motivos dificultado.

A rede de bibliotecas publicas é das melhores coisas que foram feitas em portugal nas ultimas décadas, mas ao que parece nem os salários de quem lá trabalha estão assegurados e dizia eu em outro dia, que bom mesmo, seriam elas estarem sempre abertas, como as escolas ideais, tipo after hours e depois agora mudarm o horário, pelo verão, que em meu coração ainda não é, pois a ti ainda não cheguei mesmo vendo nos jornais fotografias pássaros em vaso a voar que me faz sempre lembrar um belo filme, em que uma familia em asa delta ajuda um conjunto de patos que se atrasa em seu partir e saber por letras que este ano o verão terá muito iodo, o que é bom, pois faz muito bem à saude, e então como as bibliotecas estão aabertas sabado sim, sabado não, começou, bem a portuguesa, por fechar na primeira Sexta feira anterior à mudança, depois quando abre ao Sábado, fecha então na Segunda feira seguinte, depois houve um tarde de reunião na Lei Sindical em letras grandes para dizer que era mesmo lei, e depois, desapareceu o texto inteiro do template do blog, e ouvi em dia recente que o sinal vem de um servidor central das bibliotecas todas, que era resposta à minha pergunta, sem o ser, e depois de novo estava a net sem acesso, e assim por adiante e se eu não chorasse, coisa que não faço por estes motivos, ria do trabalho imenso que tem com a minha pessoa e as minhas letras e já deviam saber todos eles que por muito que o tentem, não alteram meu caminhar e no fim as contas serão sempre mais pesadas para todos os malandros e malandrins.

E depois amada juntaram-se as casas todas numa mesma mesa para averiguar os assuntos e eu que tento ajudar, assim sou tratado, apetece-me mesmo mandá-los a todos dar uma curva, mas não são as minhas decisões levianas a mudar com o vento se bem que O ame e Ele a mim e a paciência para as infantis manipulações das ilusões para as criancinhas, quando assim agem, menor fica, a este assunto voltarei, que aqui tambem não funcionam os leitores de cd, no pc que funciona, não funciona a internet e por aí fora no caos calculado


Ah Amada, felicito quatro anos de leitura da Tua Escrita, quatro anos a ler-Te