segunda-feira, maio 28, 2007

Ah Amada, hoje o céu em meu lugar, durante a tarde estava cheio de andorinhas em seu alegre rodipiar, assim as acompanhavam meus olhos, quando duas delas se beijaram e soube meu coração, no instante que me beijavas e se belo foi, como é sempre que assim me beijas de todas as formas e em todos os seres, só fica meu coração a perguntar, porquê não com teus lábios, ao perto de meus, o beijar?

ontem à noite ao descer a minha rua de retorno ao meu colchão da minha solidão, ao passar no 63, que é aquele prédio novo, onde um dia vi a sombra de uma imensa cobra com picos e que depois foi de novo pintado, estava uma garrafa de espumante raposeira, por abrir e num instante, olhei em redor, a pensar se estariam tambem duas taças e tu me aparecias e faziamos um brinde ao nosso amor ao perto pertinho, mas assim ainda não foi

e vi a seu lado , um papel de uma transacção electrónica em nome de um tal nuno gonçalves, na aparência doutor, que aqui muito se dizem ser , sem na verdade o serem, e que me fez recordar uma conversa dehoje à tarde com uma senhora secretária da senhora marina ferreira, a quem eu pela enésima vez dizia, querer com a senhora marina ferreira falar, que ela era doutora, e eu lhe perguntava , ah sim, e em que faculdade ela se doutorou, e não me respondeu, e depois eu insitia em tratar a senhora de senhora, e ela disse então que eu era mal educado, e eu lhe respondi que não, que doutores há muitos e senhoras poucas e que antes de ser se doutor ou o que se for, se é sempre Senhora, que É o Maior dos Titulos, Pois Senhora É Amor, e que mal educada era ela, já o tinha sida em vez anterior, que não me tinha respondido quando disse que o ia fazer, e mais uma vez mal educada foi, pois de novo me prometeu hoje retorno e mais uma vez não o fez, anda esta gente toda muito confundida sobre o que é a boa educação, e com uma cultura de quem vive nas barracas e que ainda por cima é nas vezes mais ignorante do que quem lá vive por não poder viver noutro lado e assim anda sem andar, a situação na cml há mais de um mês, me disse uma gentil senhora hoje que vou receber um oficio que me informa que o assunto vai ser averiguado e depois ahaverá um outro , em data não especificada nem passivel de quantificar a dar-me o resultado da averiguação, não dá mesmo para acreditar, todos os dias gasto horas e telefonemas para isto tentar resolver, e o que vejo é um labirinto infernal, que nem Dnte se lembraria alguma vez de imaginar, e mais triste é não te ter minha beatriz amada, a meu lado.

e no caixote do lixo da rua em frente à casa, estavam lá dentro prateleiras de madeira de boa qualidade de forro , de veios escuros e uma caixa de computador que dizia pertencer ao grupo de leitura de uma universidade e me recordei de coisa estranha, que ouvi depois de escrever priemiro sobre o prédio, que a sombra não vinha desse mas do outro ao lado, um pintado mais clarinho, e se assim for, então a sombra é mais potente, pois atravessa dois prédios antes de na parede se ter expressado.

e me disse, nuno gonçalves, este nome ressoa em mim de tempo antigo, mas não o consigo situar, e e me disse o espirito, que todo fora feito por vanitas, por desejo imenso de poder e vontade de brilhar no mundo, e eu fiquei em mim a pensar, que se assim o fora, que estranho era, pois o brilho , verdadeiro não é dessa classe, é o das estrelas que se alumiam e alumiam o Amor.

e em noite anteriro a casa ao chegar, dois belos quadros naifs repousavam dentro de um saco plastico azul, e os tirei para fora e me pûs a observá-los e eram indianos e belos, um deles fiquei mesmo algum tempo a olhar, era uma cena de casamente e casar, de um lado vinha o casal dos noivos, do outro as meninas que com oferendas os esperavam, no centro , uma especie de templo pequeno ou casa, e toda a cena era enquadrado por três arvores , sendo as das extremidades com seis folhas grandes como plameiras e a do meio tinha cinco, dava assim o número 656, que se duplicava porque por detrás de cada uma das folhas, estavam outras que pareciam ser suas sombras, depois um lençol brnaco pendurado numa janela, e eu li paz, li paz com a India e como nunca estive com ela em guerra, tirei o sentido de que os assuntos sobre ou com a India, já se encontravam esclarecidos, e assim o fiquei a desejar em meu coração, que assim o seja, pois a Luz é sempre entendimento e toda a Paz Nela se Baseia e Nela Frutifica.

e depois no chão, o que parecia uma pequena varinha mágica com uma ponta queimada ou pintada a assim parecer e uma tampa de um lápis de senhora, avon, ou outra marca francesa, que já não me recordo ao certo, ao pé dos outros caixotes, um pau no chão que parecia uma serpente, um barril de piratas ou de doces de ovos, e peças de um castelo, de construção meio infantil.

está a fechar o café, escrevo-Te de novo amanhã

beijo-Te muito muito Amada, melhor seria mesmo ao perto

homem do vaso da dg da un
Este é a reconstrução do post que estranhamente desapareceu, o ultimo aqui referenciado nestas circunstâncias. Em seu interior, é feita a interpretação de um negro dos mais negros rituais que pelo deduzido do visto, se poderá fazer com crianças e com a morte delas. avisados assim estais, antes de o ler, sendo que o visto, foi visto na tv durante a hora da tarde em horário acessivel aos mais novos, o que me pareceu estranho e desaconselhavel


E me disse o espirito depois do post desaparecer, sem ter podido desaparecer por moto próprio e portanto tendo a acção sido feita por mão alheia e sendo acto criminoso à luz das leis, roubar palavras alheias em papel electrónico ou outro próprio, que foi a banda punk rock da polícia judiciária do norte, e assim tendo sido, que cada palavra roubado se transforme em célula divisória e dividida nos corpos dos que o fizeram e naqueles que as levam, pela alma das vinte e duas rosas que subiram ao céu, assim se faça justiça, visto que a quem deve fazer não a faz e perpetua o crime. Acrescentou o espirito que foi a Judite da js do norte.

A foto no jornal dava conta de mais uma avioneta que se estampara na zona de Aveiro, com dois ocupantes da universidade de Aveiro, UA, que embateram num poste de alta tensão e ao chão e ao hospital foram parar.

A asa encontrava-se em posição invertida e as letras da matricula também, em posição de lâmina vertical, ficaram, um eixo que faz cruz com a posição da asa de outro semelhante avião que caiu na floresta na América do sul donde resultou a morte dos seus ocupantes, onde uma das jovens levava uma pulseira de um material novo de alta densidade magnética, que eu vira dias antes no centro dos olivais numa banca, que vende diversos objectos e quinquilharia e onde se encontravam à altura tambores com faróis, que me lembraram azimutes, a casa do farol ao fundo.

Cuidado com a faca apontada às vinte e duas rosas, faz parte da Palavra que me foi desvelada numa leitura que muito antes deste acontecido, aconteceu, e da qual este livro deu em sua altura próxima conta, e assim é provável que outras venham a acontecer, sendo de suma importância que o que está ainda aberto , se feche, para não chegar ao maior dos números que na altura em potência se desvelaram.

A serpente invertida C do AZ, é o que se lê na matrícula da asa, a assinatura.

No fundo do campo onde caiu, é visível um edifício branco em quadrícula, semelhante e que por semelhança remete para dois, um na expo, da casa do grupo masoque, o da mascara, e outro que tem o que parece ser, foguetes por debaixo e que corresponde a o único edifício que ficou de pé na cidade americana que foi varrida por um estranho furacão que chegou do nada e de repente, disseram que o viu e a ele assistiu, acrescentando também que nunca tal tinham visto acontecer, e que este livro aqui também narrou, numa sequência muito próxima de eventos, onde se inclui a queda do avião das linhas quénianas com o K em sua asa de cauda, da cauda que leva ao corpo e nome, a linha K, a famosa linha K que se mantém constante frequente neste livro e neste viver, sempre a aparecer, a linha AA, ou melhor uma parte da linha AA.

Desta vez agitaram-se no mar alto as ondas pela acção do ventos fortes e da lua, e grandes ondas chegaram às praias de bali, pensando as Gentes que se trataria de um novo tsunami, mas uma assinatura de um mesmo, de um conjunto de negros actos que agora se desvelam.

Na cidade destruída, em dia seguinte uma senhora contente estava ao encontrar a sua câmara fotográfica no meio dos destroços de sua casa. Uma máquina com teleobjectiva, que tinha aparecido no dn em dias anteriores, com um traço amarelo, uma fita colada ao anel da focagem e dei eu aqui conta em dia recente de uma prova de correlação entre algumas fotos e textos desse jornal e alguns aconteceres de violência, ou dela indutor.

Lembrou-me esta foto da máquina uma outra, real que vira em dia recente, antes de aparecer no DN, na mão de uma fotografa que conheci da câmara K, num jantar de aniversário do peter, a coelhinho me telefonou a convidar para o jantar e assim eu lá apareci e conheci a paulaana, a quem chamei de polyana, e as páginas tantas a conversa pareceu, uma consulta de psiquiatria, e au achei atendendo à sua aceleração, que seria melhor responder-lhe a algumas perguntas por escrito, na esperança que ela as lesse pela manhã , pois me foi óbvio que algumas delas lhe seriam importantes e assim ela escrevinhou, perguntas e eu escrevinhei respostas e lhe disse lá para o fim, oh rapariga, estas perguntas que me colocas, levaram alguns homens a vida inteira para respondê-las, depois saímos ao mesmo tempo e eu acompanhei-a caminhando até à sua porta em Alfama e depois foi a pé até minha casa.

Escrevi eu as respostas deitado numa chaise longue de chão na sala ao lado da cozinha onde todos estavam sentados, pois para escrever assim, é-me necessário algum pensar e isso implica algum recolhimento, e o curioso é que depois em dias seguintes, diversos textos em diversos jornais davam conta de fotomontagens de natureza sexual entre namorados, que se enviavam por telemóvel e eu fiquei com os meus botões a somar e pensar, será que mais uma vez andaram a brincar e a fazer insinuações, quem sabe foto montagens? Já nada me espanta da natureza humana se calhar amanhã ouvirei mais uma vez alguns a dizer que foram obrigados a tal fazer, como parece ser negra moda nestes últimos tempos.

Ao ver o acidente em Aveiro com pessoas ligadas à universidade, recordei um outro recente aparente acidente de um carro mercedes branco que tinha caído à ria , que igualmente pela sua estranheza e encadeamento em outros eventos, aqui na altura relatei e recordei a minha ultima visita a Aveiro, quando foi visitar de surpresa a Marta da minha alma, que nem mesmo sei se era ela, ou alguém que por ela passara ou se dera a passar, neste imenso jogo de ilusões e de máscaras que são as relações na blogoesfera daqueles que se ocultam, por variadissimas razões, algumas delas negras, bem negras, acrescenta-me o espirito agora que é a bb, que a Marta é a id de BB, ou melhor a mascara da BB.

Passeava eu por Aveiro e por acaso quanto o acaso é acaso a uma bela livraria foi dar e recordo a bela menina livreira do Navio dos Espelhos, com quem conversei e que me disse com olhar brilhante que lá tinha estado o Mário Cesariny a orar. Trazia eu algum dinheiro na altura e comprei um livro dele onde ele descasca no fernando pessoa, que se chama, o virgem negra, e um outro, pequenino, edição de autor, encadernada a mão, segundo me disse a livreira com um ensaio, nesse lugar, é seu titulo, e que parte de um parágrafo de um livro da escrita da Llansol e acrescentou agora o espirito, o K, que o livro será do K, embora seu nome esteja grafado com António, de quem hoje, quer dizer, no dia em que primeiro escrevi este post que foi roubada, as noticias davam conta de que a escritora gabriela llansol tinha acabado de receber um prémio por um livro de nome e graça, o Amigo e a Amiga, e assim sendo o real dos factos reais, me pergunto, se então, a Marta, não será mascara da amiga que tem um amigo que é o K, o constante de muitas desgraças e ouvi agora ao momento, sirenes.


Tem o livrinho que se chama Nesse Lugar, Três frases do Livro das Comunidades de António Joaquim, de Jade, cadernos llansolianos, 2, em seu reverso uma citação de Llansol,

Sem o dom poético, a liberdade de consciência definhará. (...)
Na verdade, proponho uma imigração para um LOCUS/ LOGOS paisagem onde não há
Poder sobre os corpos, como, longinquamente, nos deve lembrar a experiência de Deus, fora de todo o contexto religioso, ou até sagrada. (...) os meus livros contam que essa emigração já começou, e vem longe. Mas nunca direi que é a sua hora. Não sei.
(Maria Gabriella Llansol)

E dia houve que eu sublinhei e decompondo Nesse, em Ness, uma seta apontado o nome em topo, Augusto Joaquim, circulei, três frases, e liguei com um traço que desenha um quadrado em volta de Jade.

Deu o sentido da selecção pelas linhas do desenho que lhe fiz, a seguinte leitura, o vaso da UI, o ness, o monstro do lago, das três frases de jade, que é próximo de Jae, a quem eu uma vez grafei como jade, e acrescentei ainda uma palavra ao lado direito do vaso deitado, que verte um seis deitado negro, o pinóquio, o que mente.


Na primeira página, uma fala de JADE:

...pedra dura, que risca o vidro e até o quartzo...
...the fairest and most desirable of stones...
...« piedra ijada»= pedra dos quadris a que a crença popular atribui a propriedade de curar o lumbago... ( Dos DICIONÁRIOS)

Jade « quer aprender a ler sobre um texto que eu porei a arder por ele...»
(Maria Gabriela Llansol)

e me sobe neste momento um poema da minha alma de Marta, que me ficou a ressoar na memória do meu coração, em certa medida certa , como que o pôs a arder, seria então o texto que jade lhe teria pedido para sua ele, pôr a arder de forma a ela aprender a ler, no lumbago se tem dores derivada coluna, que suporta o tronco e tudo de bom e de mal que nele vai, e também o local dos rins, da transmutação alquímica do sangue, o local onde ele é renovado, o local das dores da menstruação, do sangue da lua em seu caminho para o nigredo.

O texto do pequeno livro estrutura um brilhante raciocínio que a partir de um período da escrita de Gabriela, que sumariamente dá conta de uma Senhora que habita uma casa onde os homens levam seus filhos e de quem as mulheres dos homens desconfiam e suspeitam em diverso e variado modo, mesmo com medo.

E me recordo de o vir a ler na volta do comboio a caminho de Lisboa, e de me dar conta que quem o escrevera, sabia, dando-se conta ou mesmo não tendo disso consciência, do Mistério Triplo da Casa de Deus e por consequência do Verbo Criador e um dia mais tarde, disse-me o espirito que quem o assinava, um nome masculino, era na realidade o de uma mulher, provavelmente a mulher do Y do vaso.

Enquanto espera o comboio de regresso, entrara no café tasca do cais da estação para tomar um café ou algo semelhante e sentei-me ao balcão ao lado de uma senhora que teria aproximadamente a minha idade, e que se estava a embebedar pelo fim de tarde, ou assim mo fizera crer e que trazia na mão um livro, com o sugestivo titulo, crime e castigo e conversamos um pouco, era senhora com uma certa cultura, provavelmente ex adicta em heroina, e que parecia estar numa profunda solidão, embora me dissesse viver com um homem, que deveria estar em semelhante universo.

Crime e castigo, do escritor russo, mais uma peça do puzzle com semelhante contorno, e que encaixa nas palavras ultimas deste livro a propósito desta tragédia, que quereria dizer então o facto, a sincronicidades de eu ter ido a Aveiro, visitar na aparência a Marta, já depois da tragédia ter acontecido, de um carro alemão ter caído à agua da ribeira, do Avião da universidade que agora caíra em terra, e desvelara uma preciso em meu ver e entender, assinatura, ou ainda o simples acontecer do homem que aqui estava neste café sentado a meu lado e que bebeu uma super bock, a dos segredos da abadia e se levantou e em seu copo, é visível a espuma branca como ondas num copo que é como um vaso, ondas da mesma abadia, a da história da fotografia da câmara K e a do homem e da mulher amigas da abadia, da abadia alemã, do mesma escola de conhecimento e saber da tradição, sim parece que tudo isto soma e de forma correcta, isto, desvelando um sentido coerente.

Quando rescrevia este texto a partir das minhas notas, estava sentado noutro café, e quando estava no período anterior, ao relatar o encontro com a desconhecida no bar da estação, chegou-me um pequeníssimo ser alado da fruta, que me veio visitar e me disse que a senhora, era uma senhora do No, do nó do monte da serpente, a cabeça da serpente, ou que a senhora é a serpente do monte, que assim o sendo, desvela outra presença num outro evento, que está retratado na estação do metro dos olivais, sobre o qual venho a falar, uma serpente grande grávida que está sobre um monte com neve.

Acrescenta o pequeníssimo ser voador meu irmão, que a senhora é serpente do monte dos veios da madeira, pousa ele, no canto da moldura da mesa de madeira onde estou a escrever, da linha escura que emoldura a mais clara, do tampo.

E nesta estranha reverberação de linhas e de ângulos e de veios da madeira e das serpentes e da cabeça maior da serpente do doutor No, o mais negro personagem e arqui-inimigo de bond, assim naquele momento fiquei dentro de mim a pensar, e no dia seguinte ao chegar a casa reparo que deixara a varinha mágica em cima da bancada depois de fazer um batido de banana e que os dois condutores metálicos que são representados pelos pernes da ficha que entra na tomada, estão pousados em cima do carrinho de apoio à mesa, com veios semelhantes ao que meu pequenino irmão voador me mostrara, ou seja, são os pernes da energia, a ficha que se liga à corrente e que faz funcionar as lâminas da varinha eléctrica que trituram e vejo no instante, a cinza na casa das tabuinhas.

E então a observo com atenção, é alemã, com selector de velocidade e tem no botão um T dentro de um círculo, T de Teresa, T como símbolo de furacão, que é o que fazem as lâminas a rodar. Tudo conjuga, o No, cabeça da serpente da Loja Alemã. Um par de pernes, dois seres, o amigo e a amiga, os que fazem os furacões e depois como sempre tombam, aparecem as assinaturas perto do local da origem do seu acontecer.

O elo vermelho da Teresa, tap activo, o serpente do no de, invertido, o 4x4, o quarto da tripla divisão do dia X, o pp, vaso re, filho ep st y luz dx 4000, millenium, criminal do millenium, o sexto bilhete, 08 da Internet, o 4º do CP penal, interruptor do sexto os, as seta do homem do triângulo, da base da direita da chaminé do ferrão, rebel do ira, ministro AD da investida do cão PSD, o do Bolama, do telefone da cidade proibida.

A primeira seta de prata vermelha do bico à cabeça da esfinge gata, o que saltou primeiro o risco, da tríade da palma de oiro invertida.

O talão de caixa do euro milhões invertido das 2000 horas de vidas das lâmpadas de 20 w, a 38º graus, a agrafador de prata no pai do primeiro do quarto da inversão do terceiro do nono do primeiro do fio vermelho e negro dos quatro tempos, Davi no alvorecer da modernidade, o elo do verdete no vaso de prata de lava do liberalismo, segunda fundação do labirinto dos pássaros do hexágono em trono, das pedras e dos tomates ao burro da cidade dos anjos da família forsythe, a vaca azul com guizo amarelo, da servidão humana, do terceiro vaso do Rogério Martins do vale do colecção dois mundos, o do talão de caixa dos euromilhões invertido, o que pôs a luz branca de pernas para baixo dentro de um saco de plástico a vibrar ao negro, a filha do capitão do infinito, o baú do livro do eco do Humberto, o pêndulo de foucault, dos paraísos fiscais africanos, dos tempos do bisavó de Marion, a dona do leão da serpente, do diário de edite da justiça amarga da inversão do bordado de arraiolos, o Pr de Espanha do telefone da côr proibida, do laço dos colchões ortopédicos, o primeiro do sexto capitão, do banco popular de sete rios da cruz invertida da T portuguesa, a mão do diário de noticias, vaso de Londres em 60, uma história suja da construção civil do diário da estrela do sete, o Mello universal, a baleia branca do dicionário inglês português, do compêndio de zoologia e analise química calitativa do chão da roda hidráulica, asa do livro de arquitectura , do pássaro que ensinava a pilotar aviões, das granadas e morteiros kama sutra da senhora africana do livro dos riscos sem lombada, a mascara elle, que se sente mulher sob controle, o laço negro da informática do DN, de salema, do imposto de 98, kodak gol ultra da tridimensionalidade invertida, do e dos quatro riscos em 1997, do imposto da nala do dinheiro da sansonete à Teresa que ama kapa.

A cruz no ponto negro, é a faca negra de lx que faz rombo na fin, gb , al, a seta à roseta da chave da estante dos livros da grande guerra, do sleopardos que enviam o veleiro com os cães perdigueiros.

Dos aerossóis da Ana gaby, do escadote de 150kg, que engraxa sapatos nos dois sentidos, do coração da inversão do pooh das jóias da ilha das trevas, gra, não há nada que preste, do pijama vermelho sobre as estrelas verdes, da ilhas dos cães de fila de patrícia que metem no nariz, chaves da cidade de Deus, pequenas memórias e angústias de um mos em riscos do No da Kia TV, do pijama vermelho sobre a anca da vesica no vaso maior, do 4º grau de lenço branco, o primeiro rato da radiação que resultou da separação do infinito deitado e fez as ondas, da caixa de lápis dos tigres do tom sawyer
Detective, das letras das cuecas verdes claras e das botas da serpente azul de língua preta da roda de alumínio, o feiticeiro de oz, o L francês, 1º do bairro alto, da gricha do barco dos dragões serpentes gri ch ka, os turbantes amarelos das viagens maravilhosas aos quinze anos, dos segredos e mistérios da Alice do outro lado do espelho, das aventuras da navegação do H roda do leme e dos copos, das cartas geográficas so som e do compasso do mar do norte, o No do s mala de ponteiros vermelhos do triângulo de fogo amarelo do estreito de Marrocos dos voos intercontinentais cml, do coito, faz o bem, não olhes a quem, boris ruiva que deitou o carro taxi inglês li 68 g x m, 10º carro laranja inclinado do semi circulo de Rosa azul, do segunda do opel da quadrícula do vaso sms, cuja vareta castanha choca com o smart azul da china, o bib do quinto ao primeiro da galp que tem saco cheio de homens da guerra e peças de castelos.

Do interruptor krups do T no circulo, os fios da ficha da vareta dupla de metal, vem dos veios da madeira, a madeira do L d ultimo escrito na casa do leão, a serpente invertida do shrek do jardim.

A semente negra da colher caldinho da Andaluzia e Viena, a bota no avião que deitou as cerejas vermelhas ao cinzeiro verde e prata do leão n dar, das teclas das flores vermelhas, o dom pio do dão, fotos da foto dos felinos do coche real da avó e do filho da semente do vaso de cobre e prata das flores rosa. Da serpente do castiçal do vaso de tabaco das flores rosa, casa das teclas das flores vermelhas do leão triumph Ndar

Subo o olhar e leio então, lux tec ce, símbolo do tempo, uma ampulheta que está desenhada nas lâmpadas tubulares, por debaixo das grelhas de alumínio rectangulares, um mosquito nelas está parado, o mosquito que picou a luz, a segunda luz, uma mosca morta parece no tubo a seu lado estar, o nome está invertido a meu olhar, é silvannia,
A i n n a v l i s, a Ana do vaso de lis, ou a vareta nn, vaso do li, a serpente do kA do dat, da gravação áudio, da chega de toiros.

O pequeno ser alado desenha uma trajectória irregular entre o céu e o chão e do chão de novo para o céu, do cordão da ligação entre o céu a e a terra, entre a terra e o céu, por cima de mim rodam as pás de uma ventoinha de tecto, como um rotor de helicóptero e sobe-me à consciência, uma memória de quartos em cabo verde, e de duas tentativas da minha morte que aí ocorreram, bem como de outras mais recentes, a das duas jovens italianas, que ontem à noite novos pedaços de imagens apareceram relacionados com elas na zona de Alcântara mar, noutro texto, deles darei em pormenor a conta do contado

E o helicóptero que bombardeia o vale da Maria na casa de turismo de habitação em benfica, onde tal terá acontecido, a da arvore como pernas que é um vaso invertido, um y invertido, o lugar onde se deu a inversão da Teresa, a arvore que como o helicóptero, lança projectei, lança grandes frutos que podem mesmo partir a cabeça, ou seja alterar, fazer alterar a vontade de quem levar com o bombardeamento nela, qualquer que ele o seja, e sabendo que para isto fazer, é necessário possuir alguns conhecimentos que não muito sabem.

Na tasca, a meu lado direito, uma foto vintage da ponte de Alcântara, ao pé e de um sapo, daqueles das comunicações moveis, será então de um homem que trabalha no sapo, ou ligado as comunicações moveis ou tecnologias o que se enquadra nas áreas de estudo da universidade de Aveiro, donde vem o homem António câmara, da Y dreams, mais uma vez o Y, o símbolo do vaso, uma das letras do tetragrama de Deus.

Num quadro por baixo da ponte e do sapo, escrito a giz, há caracóis cozidos e berbigão ao n.: 4, 50, ticket restaurante, fala aqui alguém italiano, neste preciso momento, vidago, a mota da Cristina Coutinho, o bucaço, a maldição que lá me foi feita, com um cabide de duas presilhas, os cornos em vidago, na sua linha, carnes frias sortidas e leitão da bairrada, pica pau no churrasco e caracoleta assada, o sexto do quinto, o primeiro do cinco da divisão da estrela, 50, o primeira da tríade do pica pau, tudo isto dizem os preços do que se vende e do que se come, pica pau, que hoje me apareceu associado a tensão no motor de busca sobre os meus textos do blog, feita à mesa da bairrada e na cama da virago, ou na cama de Buçaco, o hotel, das ninfas ao lado do Neptuno do mar, nos azulejos, que repetem os motivos dos bastões cruzados no coreto do jardim da estrela.

Os quatros cantos, os quatro semi círculos que quando comprimem fazem a explosão e saem quatro setas nas quatro direcções do mundo, dirigidas ao pescoço do O Cristo crucificado.

Recordo das vezes que estive no hotel do vidago, de em ambas ter estado também no Buçaco, que é um hotel que eu acho muito bonito. Estive lá com as duas Cristina com que vivi, naturalmente em vezes distintas, da Cristina Coutinho primeiro, da Cristina pinto, uma vez com a margarida rebelo pinto, e com o seu namorado da altura, o Luís botequilha, que terá sido a betonilha, me acrescenta agora o corrector, e de irmos almoçar à bairrada, pois faz por assim dizer do circuito da região, o local onde a componente do negro ritual terá sido introduzida na comida, um preparo especial para o negro efeito. Botequilha, com quem estivemos também em sua casa, uma vez no Algarve, um fim-de-semana.

Para quem é estrangeiro, berbigão, o marisco, é usado em língua portuguesa para descrever também vulva e churrasco, assado, são expressões também de morte, que se aplicam a morte matada, morte feita por mãos humanas com intenção de matar.

Rituais desta natureza tem diversos ingredientes, uma componente de magia sexual natural, da energia que se obtém por determinadas formas de praticar o acto sexual, habitualmente com um homem e uma mulher ou grupos deles que podem estar juntos ou separados e que permitem fazer diferentes formas geométricas e cargas eléctricas que se encerram nessas formas em múltiplas combinações, para além da componente sexual, outras podem ser envolvidas como o uso de substâncias que reforçam a desinibição dos participantes e outras que reforçam a vontade do acto, ou seja que focalizam a vontade, pois uma maldição desta natureza, opera-se como tudo por um acto de vontade.

A por assim dizer, radiação da maldição, depende só seu nível energético, da energia que se acumula, que como um dínamo se gera e se aplica no acto de vontade dentro de determinas formulas ritualísticas, que são muito antigas nas tradições dos que operam o lado negro da força.

Já há algum tempo atrás dei conta neste livro como o desaparecimento de crianças e o seu assassínio, muitas vezes prosseguia fins tenebrosos desta natureza, e ainda em dia recente um homem que na América dedica a sua vida a recuperar crianças desaparecidas que são utilizadas em redes de prostituição, dava conta de ter observado situações que indiciam em meu ver, que rituais desta natureza terão sido com elas feitas.

Eros e Tanatos, são as duas forças vitais da existência e pode-se dizer que são em grande parte opostas, e uma criança é sempre por sua natureza, a habitação do mais forte Eros, entendido em seu sentido mais lato, como pujança e energia, pura potência de vida, energia pura de vida em toda a sua potência no sentido em que ele é maior numa idade menor, como Tanatos, as energias de morte, crescem no ser à medida em que ele cresce.

Um dos rituais que o senhor tinha comprovado com seus olhos, é uma criança a quem se espeta um prego no crânio e que assim entra em espasmo durante o qual é violada, depois de permanecer em condições que lhe criam grande horror, ou seja depois de alimentar o horror, a energia dele, que reside em se corpo total, espirito e carne, é transferida para quem realiza a copula e sendo que o espirito se liga na alma, essa energia transmite-se também por ela, se expande, como as contracções que são em certa medida como ondas que espalham essa mesma negra energia, do horror, do terror e da morte e da mesma forma um ferro, é um condutor de energia e um prego num crânio espetado, funciona como uma espécie de antena.

O horror tem sempre carga, e da mesma maneira a luta pela sobrevivência é fonte forte de energia, qualquer ser que se vir defronte da contingência de perder a sua vida, luta e lutará com toda a energia entendida em lato senso que possuir, para além da qualidade da energia que está associada à sua idade.

A maldição que me foi lançada numa dessas alturas, provavelmente das vezes em que lá estive com a Cristina Coutinho, ou a Cristina Pinto, a Margarida e o Luís, assim me parece ser mais provável, poderá ou não ter sido alimentada e reforçada por por um ritual praticado por outros associados, mesmo que os intervenientes não tivessem disso sido em todo informados e assim é provável que algumas mortes tenham nessa data ocorrido, nomeadamente com crianças, ou que algumas que desapareceram, tenham sido feitas desaparecer para esse fim e estranho agora ao escrever estas letras, agora, porque hoje de manhã fiquei a olhar numa banca de jornal para a mãe do rui, há muitos anos desaparecido, e olhei sua face e senti um arrepio, de compaixão e de impotência, pareceu-me, mas agora me pergunto, se não terá sido o seu desaparecimento nessa data, que não sei agora em exacto, se o foi, mas algo em mim, assim, agora me fez, o relacionar.

Apareceu-me também agora nestas palavras a indicação que ela tem sida, ela quem? A margarida ou a Cristina? E me diz minha intuição que a protecção à carreira da margarida deverá ter sido em parte moeda de troca nesta sua participação e contudo não possuo nenhuma certeza nesta intuição, da mesma forma que me forma desvelados depois desta informação, outras maldições, a acrescentar às que foram feitas para a morte de Sá Carneiro e do Bolama e portanto não sei ainda se estes meios forma usadas em todas elas ou só nalguns, mas é evidente que arrebentar um casco, é preciso muito energia, se não foi feito, para esconder o mal feito, e da mesma forma para engasgar, um motor, será preciso menos.

Volto às notas iniciais, Bairrada, Vidago, ou Buçaco, o escritório dos 12 L, dos quais dois são maiores, mais crescidos, meu amor dá-me vinho, agua não posso beber, a agua tem sanguessugas, tenho medo de morrer

A grade dos dezoito picos que faz o negro arado, o jugo que prende, o ancinho, o malho, e as luvas do tigre de monta alegre, do grupo etnográfico do sapo, o do quarto semi arco do circulo, o que fica por baixo do quadrado sem luz dos petiscos do café da chave d´oiro, com a preta lâmina de madeira a baixo, semelhante às lâminas metálicas do metro, o segundo do sexto, o homem grande dos sapatos de verniz em bico, legrand, o do alto de oeiras, que está sentado por debaixo do leão do sporting, o homem do escritório, a chave da serpente electrica super bock, da câmara municipal, morador na cova da moura às necessidades, easy shape do 9, 99, 2/1, a formula da divisão do polvo,
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Web –filomena Maria pelicano madail, pedofilia, miro, matiz, madail, kA

Paulo wolf witz, oxfam critica que em dez anos de estratégia do BM, inclua provisões do sector privado e cobranças aos serviços básicos de saúde.

Conde Rodrigues, sec est justiça ao lado de rui marques, mostra-me o primeiro botão da manga do casaco, do laço preto no pulso da CP

O mercedes preto AA. do redondo Z, o anzol à casa amarela no céu azul, romigen

Da carta de uma curva apertada na costa vicentina.
Tiago felizzardo, 60 pontos na discoteca do loft da pedra da hollywood das palmeiras, brasil, motard alemão encontrado morto, comandante de bombeiros de braga foi agredido, do quinto quadrado da unha

Herdade do olho do mocho

Maria a olhar o chão, o braço por detrás das costas, a porta do leão

Ouro, revigrés, nem se discute, diz amada leonor

O RA do cavaco, Vítor G vai para Washington

Pedreiro esfaqueado

O baloiço da lua deitado da bela senhora das belas cruzes.

O ss van da casa do brasil, os cães do milho bom, três losangos verde , azul, verde, 15, 26 da inversão do português, leitor da neblina do PRF da administração do condomínio do touro doirado que não bem encaixo, o nove das horas do pena do espelho de prata, cavalinho e rato do interior da ferradura, silhueta do porta chaves da argola de prata, a renda das caixinhas da rosa que tem o vaso das pérolas e do marfim, a pequena agulha, pinça, folha com dobra, Ga es do anjo dos morangos do francês de huelva, o pau da caixa do homem da desporto Pt, da morte pi das tabletes escocesas ... da caixa Pt 8 invertido, gam de onde sai o pau de um das linhas do X para a extremidade do quadrado , e tem por cima o A invertido que entra na cornucópia, com o suporte de quadros dos “ amigos de latão, dos morangos frescos de huelva, dos dois furos no H castanho, de seis patins confortáveis, jet brown, da bola dos losangos coloridos da ep son de quatro tinteiros sobre tinta branca colchão, da cruz que sai do vaso, perdeu-se uma mulher e faleceu um invertido, qual dos cinco? Da casa sem chaves dos cisnes do inverno, vaidade fatal da valentina invertida, com penas no chapéu do mistério dos corta papeis, os foragidos do céu, do chaparro Alentejo sobre a luz do por do sol.

A moeda de um cent. de ontem, repousava no cesto com a cruz no cinzeiro de cristal que tem as quatro herbalifes

O 1º do 20º euro, com senhora com camisa amarela sobre preto na rua, nas obliquas grades da escola, atrás do peugeot vermelho estacionado, um reflexo de luz, no cinzeiro em olho de vesica e gota de mel, abro a gaveta, bob n.º 21 244, quinas fósforos longos, AA, um corta unhas apontado à estrela de 8 do veleiro da M invertida, uma caneta vermelha, entre os fósforos quinas e os lenços AA, uma menina com uma colher de pau que parece ir bater num menino que vai de bicicleta, é um desenho antigo, principio século ARD, durante esta escrita em cima da pedra de mármore, ao lado do candeeiro branco que é como um ponto de interrogação, a consola sempre tremeu por mal assente que estava, em cimo do tampo, uma caixa mealheiro, ao contrário, duas velas invertidas e um pára-quedista que vai para o céu, com o paraquedas ao contrário, uma rosa aberta para o mármore do chão do tampo da amada voltada, os objectos estavam na quinta gaveta de cima de cinco.

Ep son , collina, duas unhas invertidas ou duas ondas sobre o nome.

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Das setas vermelhas e prata da faca K et 363 da balança dos legumes proteste, que foi apontada à coluna do meio do 3, donde o do meio dos três do elevador

Os cogumelos holandeses com pintas brancas assentam o nove

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A casa de campo do sofware dos fx, dos artistas ilegais da ual, ou esc, artes e ofícios

Ah amada, sai do café onde estive a escrever e ao chegar à minha rua, ouvi gemidos fortes ao instante, pareceu-me um homem a chorar, quando chego ao beco dos alicates no carro, vejo um gatão preto de cauda alçada ao lado de uma gata castanha e percebi que o barulho, era dança de amor, ou de desejo de amor, cumprimentei-os em gatês miado, cuja grafia sonora é mais ou menos assim miau, miaôooo, miau, miauuuu, eles olharam-me um instante, a gata então correu, como aproveitando a minha distracção para do gato se afastar e ele de cuada alçada atrás dela em velocidade supersónica e eu deles me despedi e lhe disse, miau, bam, mi e au no mi, que é como quem diz, bom amor gatinhos, desde que mutuamente desejado e consentido e fiquei a pensar que se te encontrasse, também corria atrás de ti.

Sabes amada, são os gatos calmantes, fazem-lhes festas os seres em seu colos deitados, e os corações se aquietam e quem o faz dele vive melhor, como sempre com festas e festejar e mesmo que nos pareçam dissonantes, deixam então de o ser

Vi um anúncio na TV e, que fiquei a pensar se era para mim, uma prenda de amor, diz a bela menina que lhe lança as cartas, vão os dois muito viajar pelo mundo e fazer coisas de encantar


O LOCAL DA AGRESSÃO EM ALCANTARA , DIAS ANTES DE SEU ACONTECER

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Universidade de direito de Lisboa, ela mala preta do pc, inclinada para o azul, os do monte do..., em escocês, todos invertidos, da senhora azul com mala rosa, com vaso no lenço azul ao pescoço, a cobra negra com a língua de tachas doirada, sobre vermelho felpudo como o quebra vento dos microfones dos dois meias rosas suíços, cuja senhora subiu e desceu a escada rolante, ao se ter enganado no cais, enquanto eu olhava as linhas, da menina que guardava a agua virar na carteira e brincava com o baton branco de cieiro com seu boné desportivo, nike a chegara ao arieiro, o terceiro do homem fcp gan, o 10 do Mac Donalds, dos board dos skates da festa das crianças, mancha abreu, gratuito, da casa da zara, destino cais de sodré no mat 9 invertido que queimou meia esfera, da menina com o casaquinho de todas as letras que salta os degraus com a avó pela mão e diz, esta foi boa, 2 otis do pico do planeta ó, kids dos pés, 15.000.000 jack do bote, lotaria raspe, na alma da fruta das vaquinhas de S. Miguel.

O pico do edu, do bilobong, cavalo que arranca as rosas e grelha a carne, serpente do pó, rts, cromia, da folha branca das estrelas doiradas, do super livro, pt, o´neill e nike na pena, ro do gordo chia vermelho que pica o pé do vaso do toiro do vale da senhora, em doirado, sobre branco, perfeito, perfeito, super bock, que vira o guarda chuva das rosas pretas e brancas, com algumas compras no labirinto, há rios , e agora que me sentei, ali está ele no jornal a sorrir e começou a música dos dois meninos acordeonistas da espécie de valsa do pacote da páscoa, da mini one iza, t da aia, dos diagramas das linhas da união, dos telescópios das olaias, do barão fénix, ao som da música, la la laroi, da valsa do leão branco de chapéu verde e negro e branco e caqui do sporting, das duas malas pretas em cima da outra, encostadas ao varão, lê o tuy com gravata dos quadrados doirados na prescrição da bula em suas mãos, do avó P, do homem que leva a menina pequena e tem uma mala poof com dois x brancos, r-502 do M, O´Neil de Bruxelas, da luz verde sobre o texto dos livros de prata, atrás do painel das info. Dos dois quadros de luz da esquerda, do som das engrenagens, da loja dos sapos a norte, gap gal, dos bus movido a gás natural do boss dos três triângulos vermelhos em pirâmide SS, com seis cones traseiros, na onda do júnior na expo electrónica, cavalo que prepara a investida, cujo visco bp está por detrás do vidro da janela do rectângulo vermelho no eixo da escola da gente pequenina aqui aos olivais com duas latas de tinta de 20 litros no passadiço por cima da abertura do prédio camuflado para pinturas.

Kerostene é helena, c é roy, a lagosta na bandeja na av almirante dos reis

Há xx na vaca, c é o terceiro do TC dos reis do príncipe da rosa , gás de 78 ao bairro alto, ottis is c 15 c, xx 99, Maria do príncipe de vaso do sindicato dos jornalistas, angulo Paulo, serpente do todo, XX


A agua da nascente de Chelas é do coração de oiro da united colours of benetton sobre verde, com dois anéis de ouro nos dois fechos dos dois bolsos de sua mala, das linhas das viagens brancas e com riscos brancos, ddp, do anzol negro dos dois dentes do E de prata sobre negro das olaias M 501, o terceiro botão do telefone negro e cinza do toque vermelho, prepara-te para a vida real, a senhora limpava o mármore do cais da estação com dois baldes, vermelho e azul sobre rodas, lulu, de gaia da menina select, a que faz cócegas na palma da mão do rapaz de calças dos quadradinhos pretos e brancos da menina de tranças que sobe o elevador com agua, e azul na mão direita e na esquerda o saco verde das provisões, do continente dos aerossóis das pequenas coisas da vida dos presentes das noticias carecas com prémios do oceanário Pt, da madeira de sapatos amarelos, intimissima so SI do Afonso Henrique da Av. almirante reis, fashions victim´s, que se senta entre as pernas do senhor no cais do metro a fumar e a dormir, do prémio das mimosas do festival da canção budely da musica da criança de telheiras, o segundo bico do vaso no vale a da serpente no da rosa vermelha deitada no colo da senhora de calças azuis do arieiro, de xaile preto e bege M 403 do homem que apara as unhas com x acto em Roma, estrela do W OT inglês, (W= duplo vaso), que chia, vodafone, tmn, da Av. estados unidos da América, vermelho de cabelo loiro que ri com gosto com a menina negra das grandes argolas de prata da mais energie do X acto do signo invertido da divisão da estrela M 403 da SAS hotel da adega das garrafas do campo grande, cobra castanha, cuja fivela estava na escada ao subir, abandonado no alerta amarelo dos distritos do norte de Portugal, da oitava hora do anzol ru, 202, r da palma na quinta feira do milan, mina, contra a armada inglesa, cocacola zero, todo o sabor, do kit fim de semana das asas do seio do rato 326, policia das botas de cano alto de 87, que três vezes apitou e pôs a cruz nos pés do abreu, do copo pequeno do Si do zero, polo dos cartazes à Barbosa do bocage, o al da ana, da avenida praia da vitória, SI do cristal da Ana de mão coração com dentes coloridos de castilha, que me põem a mão na testa, do chá vermelho do pombal espanhol, lipton red, o tom vermelho dos lábios da menina de côr de rosa, vi flash, agora, foto da foto do rato 326 da tmn do piso um , dk da teia do homem amarelo da menina loira, schimitt mais sonn do acp, das três galinhas branco na mala vermelha, do guarda chuva do homem de casaco de tweed dos dois Us invertidos, montes, das meninas rosas de cabo verde do desporto para raparigas 54 dos azulejos geométricas horas do dia da village que fez a menina pequenina gritar e correr para a estrada, sport da eu as, báu de 93, dos gritos de LA SP, sé, vaso X, ovo do PP, CV, LL, Kapa C, OX DI, X H do vaso maior, do beijo de 8o na francesa, do gato J do TC, vo, viu o homem express all pt da Europa, vi vespa, mh at 93, capa do homem DC de 83, XX no duplo vaso da estrela Bf 69, do príncipe da rosa mercado, da serpente francesa do C diplomático do beijo invertido, BM, CX dos gritos da menina pequenina, ovo do nono da carris, super lx da Bo, a latina, ux na gaivota em marcha atrás NJ, VA, X no iriacar JB, ZG, de DC, Zeferino, o homem da arquitectura dos tecidos decorativos do beijo invertido do Pedro lamy, leão de prata, há x no carne de tires, do triângulo de fogo mini milk rac ao B, daji-bad A.D., CM Ma, Z do T do serial digital, da casa da gastronomia das bolinhas da parte da tarde, gás do leão homem da eira do Tejo, o homem de 99, serpente do pinheiro IV, ce 87 do surf tribal urbano, BM da baviera x3


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Ah amada senhora gi

Depois de a ver no jornal em véspera de sua chegada e quando estava no café, saiu-me uma moeda do bolso, uma de 50 cents, com um outro pontinho negro entre a sexta estrela mais alta, exactamente entre as duas ilhas que no planisfério se encontram à direita no ponto em que a da direita se alarga, antes de se arredondar para baixo, é o ponto do tamanho inteiro do istmo, ligam-se assim por ele, as duas línguas da terra, no seu número está a torre de três ameias entre o U e o G, donde será o ponto do vaso do gato do bico da chama vermelha das violetas.

Outra bela moeda me veio parar às mãos, Europa montando o touro, brilhante e nova e agora reterei outra com a águia que também tem um ponto, mais um traço negro na zona do bico, como a reforçar o seu desenho, tornando-o mais visível.

Curioso foi vê-la depois, em dia seguinte, nas imagens do extracto do concerto que passou na televisão, estava muito bela a Senhora como sempre é e parecia que fazia uma pega frontal a pé como os forcados a um invisível toiro, mais lhe escreverei sobre a sua estadia, como eu a vivi em outra altura pois foi muito o que se passou, pelo amor em que a trago.

Da carambola de bilhar às três tabelas com carro enfiado no sitio do buraco da mesa dos invisíveis snokers, tornado assim visível, à laia de assinatura múltipla.

Um mercedes, como um outro que caiu à ria em Aveiro, bateu num carro que bateu num outro e enfiou um terceiro dentro da boca de metro de entre campos, vendo-se ao fundo a ponte do comboio, que é chapeada, parecendo ondas de prata que do outro lado do campo pequeno, passa ao lado do edifício das comunicações, com a cunha e onde estava a assinatura da bola vermelha numero três do bilhar, bem como outra informação já escrita neste livro.

o jornal em dia posterior dava conta de uma carta de um egoista fatal, com relação a um atentado contra uma bela joaninha.

acrescenta agora a leitura, o homem K, o tó do W, da inversão da Maria, do vaso da dupla dôr, do duplo bico, do armónio e da serra, das multiplas serpentes do raio do duplo X, dos dois XX ao principe do homem forte das muitas transmissões cb de LA, da Maria do principe da rosa do angulo L, ou seja de um dos quantos do quadrado ou rectangulo
Ah amada era noite, ali para as bandas do bairro das belas e pequeninas casas que parecem Alfama em pequenino e cujas ruas e becos fazem lembrar contrabandistas, aqui às necessidades

O espirito leu estranho dizer, a Al do B dos contrabandistas

Artigo da casa de Roterdão, bmw altura B 10 vs, auto sueco do porto, o L negro da moldura, o quarto do sexto, o homem da Ana andaluz barco kio 1350 lenços , as nossas pizzas, as suas pizzas, cara um , credial , 6 metro, serralharia, floc 1230-19-30, lg d. Estefânia, n 8, 1dtº, lousani pall, assistente centro famões, tu supermercado, re prata e azul, pagamentos confidenciais, pro zel du ume, tax on non residentes, entertaing express do C, circ art. 43

E depois aparecido lista extensa de países com opções numéricas à frente de cada um, estando alguns deles sublinhados.

royalties

Áustria 5 a 10
Brasil 10 a 15
Irlanda 10
Venezuela 10 or 12


Dividendos
Bulgária 10 or 15
Checa 10 or 15
Finlândia 10 or 15
Noruega
Polónia
Rússia
Coreia do sul
Espanha
Suíça
UK
Usa

O rapaz da carbonária, o el, micro waves das crianças da casa do lado do vaso cinco, r francisco 18, 1º esq
Golf espalha brasas, n crédito, 40 w de dez lâmpadas

Esteira te, 50 blocos gruas, savo norte sobre saco azul ikea, ht do pr robert gutman, vimieiro, camelo de

O fargo de prova do cumprimento do coração cb da un fabiana ob, 5b agua do gato pb, que salta os aros e abre o portão das necessidades, va , um que põem os X em 94

2 pedras no azul e vermelho do crocodilo das palmeiras que ficou com prótese, cão da grande mãe ec

com as canas se fazem as casas, das palmeiras se faz o melhor dos vinhos, contava uma senhora para um casal que acompanhava no jardim das estrelas,

luz nacional, x n no forte do homem da sé francesa, lua pedra da guelra do forte perrier, cores do brasil, cocacola promoções

Agua no fuel das escadas do metro da noite afogado em dividas, a .... vê li, a pedra dura da serpente dos picos nó pé, ouviu a sj da escuta da mila, a criança na cadeira de rodas no jardim da estrela, foi o da música no coração, à coberto do marquês de pombal, o dragão das três garras que cospe fogo da escuta do vaso deitado do billbong, os sapatos pretos da sapataria de s. Bento, i love fashion, 100% degradavel, serão então, dois os pares na ar, a pedra foi da música do coração.

Ontem ouvi falar da barbarela do outro lado do rio, a cantora das mulheres skin, do saco preto riscado a prata que verte violetas de dor suzuki mala metro, scanners da visão dos fios de prata, da correspondência com a rosa da india, do véu da rosa da india, do duplo anel de prata e oiro, el st dos caracóis do ba, da gaivota vaso invertido dos quadrados preto e branco zaza, que vê os papeis da mala e toma notas em caneta vermelha e negra e prata, que arranha o azul, testemunho que arranha o azul da rosa margou, o grau da cam, o segundo do quinto dos filhos do tubarão, la fontaine roxy das estrelas no céu azul, dos textos da pedra da lua da pequenina ovelhinha listrada que conduz o cego, que lê o dossier amarelo e telefona à menina, é nina, da maça do lobo gefco do soduku, o lobo das horas da teia violeta da pele de cabra branca, preta e cor de rosa, alva, a quinta que arranha a menina dos troncos amarelos, com cinco flores cor de rosa, do puma branco dos sapatos vermelhos, dos cavaleiros negros do negro pó da ot de lis que soprou as setas vermelhas e faz riscos, que pica o seio da mãe graciete coelho plim: que ajuda e leva pela mão a menina pequenina a subir as escadas, a de azul e laranja vestida com a boneca de tranças loiras nas costas do bebé 100% algodão gnosis segredos dos esqueletos misfits, a estrela original do gato dos duas setas da torre do oriente dos beatles de amor, co 23 do hello kity, r 413, colour of bem, do avião do amor de protecção aos mineiros de isel, do semi arco de prata, no dossier listrado igual ao que encontrei na escada por detrás do palácio dos Guedes a mãe de agua, com indicações sobre meteorologia ao lado de cuequinhas de jovens meninas, politano de Chelas city do Bam da bela vista, dos veios negros sobre o mármore saídos da Av. do condestável de Copenhague, o 8 do 11 de Chelas, do Porche uk sport, o 23 da estrela judaica doce e garbana dos olivais pinafarina, que arranha as escadas ao subir, que dança, boémia que so pensa que leva, foge, o carrinho do bebé, ask 78, maria do lys do jeop de 69, you can not be serious, que bate o tapete ... na loja cinza do laranja.

A luva do cirurgião ao da gasolina volta a aparecer, pousou sobre o L das pedras negras frente ao centro dos olivais, acrescentou o central look, a seta bo lado do losango aberto.

A banda d galega está em Lisboa, o rey do mundo patino, que é o tom que grava apedra da fleima bg, das bestas c dos quadrados coloridos no x da argola, pescoço da águia do recem tuy brigada das estratégias globais dos três anéis de prata dos dominós do norte na expo, já aqui relatada, do telefone do homem com a mal entre as pernas do mundo abreu de amesterdam da belas vista, do varão do C para a parede do aep ou pea das olaias, da convenção colectiva da primavera da masturbação que mete as notas verdes no bolso da formação e do e lerning, extintor do fogo de prata com ponto de oiro do gato negro, o 38 da linha verde japão, re, do piano portátil ao ombro, na escuta do quinto euro, que arranha a senhora sical dos aerossóis, dos losangos vermelhos e pretos do funny love da alfândega dos bodys das n falhas do buffalo invertido de Lisboa do pacote da páscoa, iss, três mulheres a trabalhar, qualquer serviço de limpezas, hm de Almada da bola sete de lux de telheiras do circulo de raios verdes do arieiro, versage da rainha, estação romana, da vesica doirada sobre azul da estação de Roma, rainha sexta do segundo mango, cm finança, sansonete que dá as pipocas ao macaco da guitarra, navegador dos kids do aparador do inferno, das horas da m 209 do campo grande da asiática luz sobre os três pontos nos três quadrados desenhados a branco sobre negro da adidas cor de rosa, da linha amarela da iza do shop one, do rato dos olímpicos, da segurança do africano do turbante branco da alva galáxia da cidade universitária das 4 z do funil dos pássaros a2, rato da cidade universitária que grita na correspondência do eixo norte sul, funk a dormir e a bocejar da rapariga loira de branco e azul da mango, pum, grande agora ouvi, campo pequeno, 77 feira do livro de Lisboa du café late profissional açúcar ligth, aromas sem livrete do circulo branco da leitura das duas bóias de picoas, das arregaçadas ao cós do às m396 do rato de picoas do buraco do paço fcp, sony erickson, filho de eric do campo da primavera

Maria João meira, o número seis da avenida de Roma, que estava com a pomba gira, Alexandra, gavião real , o terceiro da segunda pizadela, é o bob cat do air turbo flow

Ou será Maria João mayer, que estava na mesa da Alexandra L na noite em que a encontrei e que me olhou com a face enjoada e reprovadora que sempre me olhou

Os losangos verdes do brasil no carro da nova serpente inglesa
No Guadiana a lancha rápida espadim ficou danificada, espadachim, tinha sido roubado nos idos de março em faro, ponte do cinturão, PC, reis agoas a go as draga
Baltra, 6,35mm ff motors, Filipe ferreira, o primeiro do segundo em 78 do vaso tdi da dupla dor italiana, Rita, coca pelos correios, Isabel freire, jardins proibidos, Rogério Alves do AO, demétrio Alves de loures, Setúbal polis
Alasca, imperatriz da noite, 110m, orsk na Rússia, no canto do L estava, 10, 45 e serpente n, o tigre do ar, o terceiro anel Abel Xavier, beckem e mourinho, she v c henko, argentina, Paraguai, a espada japonesa sai da sua bainha... por cima

Uma avioneta riscou o céu azul, a seu lado uma serpente feita nuvem, muito delgadinha, do sitio onde estava, Andorra, a chaminé do alumínio negro, expelia o fumo negro, do swing da Ana midões, La sallete, Av. industrial que veio da ré das palmas, da asa da segunda oportunidade, a gema de vitória no cm, da Vanessa e da pá da bruxa da dir. geral de veterinária de S.to António, do touro negro da estrela d´oiro sobre escudo violeta, rosas da galileia no monte onde estava a família na relva.

Seguem-se notas já publicadas do coreto.

Nina é lila, seu A.D., diz, espanhola, pergunto eu ao ver uma senhora de camisa vermelhas às pintas brancas, entrou brusca, cheia de salero, não, da entidade reguladora de energia, Ah, a senhora de tailleur vermelho, sim, família imagem, das rendas negras da casa da fada às riscas brancas e pretas, da caneta de ouro seta parker e dos corações pretos e doirados, a passarinha serva do O´Neil do super dos pumas na lagoa, da inversão otis, candid aplles da amdeira, da inversão do ró, one love, bob marley no dia vermelho, a seta do computador aponta cml-lx, um fio vermelho sobre o vaso branco sobre vermelho, liedson acredita, no sonho da argola de banin, da mala de macramé negro com dois quadrados da senhora branca e preta

B, e, la vi s ta, bé, é la, vaso is da cruz do A da ilha da maria italiana

Manutenção militar do ot de jfs Brás, cobra muito grande e bífida do pooh da india pajero, também príncipe da rosa, há x, ba, 79 cb de lx, plovdiv

Daimler vende chrysler, comparado pelo fundo cerberus capital, 4 quadrados, 4 pessoas, oito lápis vermelhos de giz e duas canetas, o mello do metro do rato.

Uma antiga amante, a par doce mala das canções de amor do parque do paranóico, o homem de Londres da casa das grades, o zodíaco de Londres, não tem país o homem, vasco Mello mostra, dois riscos na gravata como vi nas vesicas, a terceira unha, a asa sobre serpente terceira vela em praga, Teresa, guilherme Guimarães.

No banheiro, dois pelos, um seis perfeito, um outro como um espermatozoide, que parecia um bastão de feiticeiro do Nelson, nilson, brasileiro, a chave do pássaro agc, a6c, aponta a segunda dragona no U que pela serrilha agc é serrada.

A sair do metro, encontrei o Sandro aqui dos olivais a sair, eu a entrar, não me olhou, cães ladram, entro, vou a brincar com o bilhete raspando-o nas chapas das escadas rolantes que descem, fica preso numa das ranhuras dos painéis laterais, apanho-o e vejo o sinal do metro, invertido, o vaso terceiro do metro, na estação, um senhor com as pernas em X, na terceira lâmina de metal como um bisturi que forram as paredes, uma senhora, em outro banco com o spés em x, com meias vermelhas na oitava lamina, a terceira lâmina do segundo X vermelho no metro, uma menina acaba de subir no elevador seis, a meu lado sentado, uma outra lê um livro, ouço linguarajar estrangeiro, ao fundo do cais um saco às riscas verticais com cores verde e amarelo, o rapaz do grupo estrangeiro, vermelho, negro e cinza, m 412, a folha da espiral da feira do livro do che de La, Oslo, paris e Copenhaga, vê com o estetoscópio entre os dois infinitos vermelhos, Be a v da is da a cobra, a que sorri, do tampo grande negra, da meia das olaias da igreja que vê o braço do casaco c coki, e que guarda as fotos do telefone no bolso interior da borboleta castanha e laranja da correspondência agc, ou a6c, 19 , verde e laranja e azul, das estrelas que observam a temperatura interior da terra com café vi, buondi ro, nly, da serpente bombeiro da W negra no vaso de deli do umbro, o 2º que pisa a grelha metálica no chão, amarelo sobre vermelho das s ..., joba, jamba genéricos às bolinhas coloridas, a serpente dos sacos verdes que telefona ao oriente vermelho, o segundo pai da cerimónia, o O´Neil, da m218 dos a círculos , um com ponto em seu interior, doirados no negro, do galo francês da luz ao fundo do túnel, experiência de morte, do inglês do klash da linha amarela mgn, big spot da mala vermelha e negra, rebook, o nono, o verdadeiro tigre da down town, cross do festival da canção nike, do parafuso grande na espiral, dos cartazes bazoka connosco, e do rato do creme do campo da maria 69, das três cruzes no saco côr de rosa sobre azul, npcs suport nacional da M que escuta árabe do von dutch, si dos peixes e do sol, tua cruz, da mão no bolso rato do tempo do gira discos, a terceira do cam, da M690 do carregado da escada sagres na ponte deitado dos desenhos gravados ba pedra a vermelho entre os campos, speed do toiro negro que olha a menina nua a montar o cavalo, que o cavaleiro olha e que faz correr dois toiros, um que mora no Saldanha, do vaso verde sobre branco da duque dá vila, da divisão do co do às von dutch, do Mc, quando eu vim para este mundo, da ferradura indiana, da liga profissional em 89 JC de boe que segura o varão de prata, desde Bruxelas a assobiar, do Algarve, da pesca ao rato de 1970, a cauda da tesoura silva, válido IP da Lúcia piloto, dos quadrados, losangos e bolas verdes no comboio, o som A.V. expo, ruffles extra, de guitarra à BB king da um invertida da suzuki da império bonança, o homem da realidade virtual, never hide, silvo grande xx beverly 25, grava na barra.

O homem aranha é o C da cunha, o ser alado, desenho Z, spitifire, cunha cc

Entram aqui as notas interiores do que o pequeno ser alado me mostrou em minha casa em manhã recente

Mx car, o da maria, a da multiopticas, o primeiro da alameda da escola de condução L, vários modelos a gasolina, pentax, big band matinal juventude, rt zone, o segundo do segundo dos chapéus de dois bicos, penta X, da biblioteca fora de portas, do sol de olaias de Bruxelas, mais Europa, menos euros, ai fm fna 1974 segunda da inutilidade do sofrimento, 69, das sapatarias das viagens terezinha, do chiado, loja laranja, info boticário, da terra do lobo, do me, o primeiro do quarto de telheiras, do puzzle do metro que escuta a dg a um da ce, de praga, das viagens de negócios da T, do livro vermelho da livraria municipal daa ruiva brasileira ouro e azul, branco com rosas vermelhas e das pequenas violetas alvas, palitano pim dos sapatos do leopardo do gato f, que faz cafuné nos cabelos do g financeiro do telefone cor de rosa, do puzzle do campo grande da grana, what have i done, massimo dutti.

Ah amada, era negra, negra retinta, india era e o é, e cantava a palavra de Deus em voz alta no cais da estação, e as gentes incomodadas quando a palavra do ser, da sal liberdade, do seu fazer e do seu pensar ressoa mais alto, depois na carruagem já à sua ausência e na ausência da escuta em silêncio sem nenhuma resposta ou interpelação e de olhos baixos, lá subiu a pequena coragem, dos que se acham mais normais, ou que ela era louca, ou nem assim tanto, pois dizia a jovem para os seus companheiros de cais e agora de banco, que a senhora não era tola, o que dissera ali em voz alta que imprimiu o silêncio todo, não era de todo descabido de sentido, Ah amada que meus olhos sorriam em minha face ao ouvi-la falar no cais de um lado para o outro e para outro ainda, no vai e vem embalado da palavra iluminada que se faz poesia e melodia viva e continuava a sorrir por dentro e por fora, e a negra negrinha retinta cantava, não tenho carro de marca à porta de minha casa, nem dinheiro no banco e sou negrinha feia e gostosa, e tenho um homem que me ama todos os dias a meu chegar e você pode ter carro e piscina à porta e chega logo à noite e dorme sozinha em seu colchão casada com a vida e depois você pensa em casamento e no dia seguinte já está pensar em corninhos e chegara o metro e alguns entraram e outros no cais ficaram, como em tudo na vida, como nos colchões vazios ou bem acompanhados nos braços do amor, Ah amada que se tivesse ao pertinho, embalava-Te eu em meus braços e beijinhos e dava-Te banhos de amor na piscina de meu e Teu beijar e acelerava muito como menino, e em dia recente a olhar o michael s, recuperei o jeito de imitar os carros de formula um e assim pela noite andei, a meter mudanças em som e com ele a brincar, e fiquei a recordar, que tenho eu dom, que todos tem, que o conheço há muito tempo, mas que deve andar em parte esquecido, que era olhar e ver de imediato, quando os meninos e as meninas se juntavam, quem se amava e se dava ou não o amor entre eles, e os casava ali no momento, só como olhar, e depois eles geralmente casavam mesmo, e eu ficava muito contente a sorrir a ver o amor florescer e crescer, e pena é Amada minha, que não me tenha ainda lembrado da outra parte, que é fadar o nosso casar, por muito que o tente nas letras em que Te escrevo meu amor a Ti, mas parece algo sempre ao Teu coração faltar, que estranho é, se ele é um mesmo.

E continuava o espirito, da massimo dutti da az da manhã, punto corrier do raio az da manhã e a Gal cantava, quando eu vim a este mundo, estava nu como vou em Teus braços, acrescentava meu coração, e a senhora negra negrinha do orixá, dizia dela e de suas letras, a beleza das palavras da Luz do Amor, e da sua aceleração no tempo dos gira-discos, vibrava o varão metálico e a senhora do cabelo negro e costas de pavão, no pombal do marquês saiu, a vareta no chã, pequenina, era um pauzinho azul, que fora posto no átrio do prédio do olival, e ontem quando sai para a rua, estava um outro cão, que quando me viu, logo se afastou, e teve sempre o rabo entre as pernas e ladrava muito e eu me tentei aproximar e ele recuava e com o rabo na mesma forma, ladrava e eu desisti de lhe fazer uma festa, e olhou ele para cima no prédio, como a indicar uma casa de um vizinho de minha infância e aquilo me fez o sentido, e recordei eu de um dia nas traseiras em que salvo erro, ele, se estampou de bicicleta e espetou o travão na perna, bem pertinho da veia aorta e se deu ali um milagrezinho que o salvou e se calhar ainda ele ficara a pensar que fora eu que o fizera cair, preso por ter cão e por não tê-lo, como sempre, triste minha sina, mesmo salvando, sou sempre o suspeito do costume.

E era o pauzinho que eu um dia encontrei aqui, um pauzinho do elevador do rato, perigo de morte, ou poço da morte da feira popular, cai o gato, o da noite da véspera de natal j kol, virtual reality do Ra, o relações spúblicas do gato maior da ce em 92 do salto ac ao sexto do quinto do cam, do cálice de fogo ru, pi do rino da ae de 58, vá ao ba, príncipe do vaso, jb do cais do sodré

Benfica, porcaria, do rugby de agronomia dos alunos de apolo, grande promoção da aspiração 44 que dá estrela no corpo, Mc da casa pia do colégio de s. Conceição, z na serpente micro motor do gás expo, RR. e canal 1 dat sun j homer, dos gritos das andorinhas, nas ondas do Neptuno do PP, alunos de apolo, o trio dos condes, marialvas do vimioso, d. Maria.

O homem do vale de S.to António, é o guarda nacional da santa casa da misericórdia, z no homem da Teresa.

C é o no de Rn, RR., n 84, ao quinto do 11 do br cá, zagalo José dias, o sexto do 1º do vaso da vingança da churrasqueira do livramento, o do pentagrama invertido de Portugal, o marçal, assim me telefonou o moinho de velas preto e branco de Lisboa, da menina, do fio do sempre no ombro da meia dos furacões, dos anzóis das ilhas, das midlands, o oitavo da segunda maria clara de DC, na Pedro V, a asa de prata rip curl do millenium, parecia a vinheta do 24h, do josh que não desiste de seu amor e se torna um chato, coisa que eu não quero, nunca ser.

Os corrimões da entrada na rua de s. Bentos estão partidos, juntam como uma vesica deitada a descer para s. Bento, e tem os perfis a arranhar, situação perigosa que é preciso compor se houvesse quem o mandasse, ou mesmo melhor o fizesse, que já deve estar assim há muitas, muitas, luas.

Da música descartável, romana do mundo vip ou afins, da casa de Deus do arame amarelo ao senhor adidas, negro e azul, que coxeia e anda de muletas, da hotell sas scerei dek, das cerejas verdes da mala preto sobre rodas vermelhas às riscas brancas do casaquinho laranja da ar A.D. da estrela branca, dentro da pirâmide que olha o relógio do mundo verde ao do verde do mundo na estação de Roma, onde às vezes parece nevar pólen de amor, assim canta a imagem da estação.

No jardim da estrela, à saída uma faixa do canal história, dizia d´ont wlak the line do h, o segundo ou terceiro ponto da tacha, no quadrado, o Catroga ia a passar e pensei para meus botões, tiens, dá me ideia que andou a verificar o coreto, não me reconheceu, ou assim fez por isso, depois vi-o em dia seguido na TV, figuras geométricas no cenário, triângulos e outros, que agora me fazem lembrar a casa por detrás da do procurador na lapa, por detrás daquela que filmei a margarida alvarez a descer pelo lençol que tem belo trabalho na janela, a dupla asa que se deitando uma na outra, dá uma vesica, dois pássaros que se amam, ou declinação de antigo símbolo dos dois semi arcos que se interpenetram e dão a vesica do símbolo dos cristãos primitivos, agora olho a balança, ontem para ela subi, por um instante a ver os números que apareceriam, era 1, seguido de quatro oitos, o primeiro do pentagrama perfeito.

E ontem ao abrir a mala do meu computador que já não usava há muitos dias para escrever, por cima dele estão cadernos de apontamentos antigos, um deles está aberto numa folha que tem como notas algumas parcelares, que já aqui entraram, mas que me parece neste ponto do espaço tornar o po-las

Yezidis do Iraque, símbolo usado, anjo do pavão real, como o que em recente dia vi no metro na menina de vestido japonês, malak tauus, alak, malik, rei, terra independente, expansão, ampliação de terra (mertis), através de faculdades superiores, fundado pelo xeque adi ibn musafir, filho do vijante, donde rei igual a adi ibn musafir

Usam também a cabra preta que emergem em fuligem, não é entendida como um símbolo do mal, mas de sabedoria da vida, depois tem o caderno um traço de separação,

E depois José Manuel anes, Fernando pessoa e os mundos esotéricos, trabalhou no lab. da policia cientifica, investigou a morte de Sá carneiro e Adelino amaro da costa, caso da moeda 10 dólares de prata nos finais de 80, professor da faculdade de direito da uni. Nova, cadeira de criminologia e terrorismo religioso, mais um traço de separação e por debaixo, uma nota, pina moura, santander, sobre mim e Francisco, na página seguinte, reino dos céus de ridley scott com liam nelson, eduard worton, rei cristão, eva greem como princesa sybilla.

Depois vem um pedaço da história aqui narrada, de reuniões na câmara de Sintra e do lançamento do seu livro, o do José, no d.maria, os toiros infectados

Por cima do nome escrito e das notas do livro antigo, que tão escritas a tinta negra, desenhei eu a vermelho um símbolo do infinito, cujo centro é o J, ou seja para melhor explicar, o oito se forma a partir do J pela linhas vermelhas que o debruam e o oito que resulta é projectado em profundidade, tem quatro traçinhos em cima na faceta e um que está por debaixo do e de José, José, Josué, josh, declinações do mesmo nome.

Depois um traço preto desce e liga a linha, professor faca l direito da univ., nova
A elio agora o seu sentido, a faca L da universidade nova, o príncipe da rosa da faca do L preto e branco aos quadradinhos, a faca que separa os dois círculos do oito na linha da sua junção, o hélio, o gás, ou adulteração do elio, o elo, ou mesmo inda seu nome secreto, elio, Elias, ainda agora grafou inda, india e meu pé entrou agora no cabo preto do transformador, o laço preto da energia.

Uma pomba passou agora na janela, me indicou o lanço das escadas do centro dos olivais, que visto daqui parece ser um E que sai da fachada e cujas partes inferior delas, são planos inclinados como a subir e a descer, da imagem recente e de outra mais antiga do metro, pisca uma luz num dos tectos do patamar, à noite, e me recordei do z que o cão António me mostrara há dias em minhas próprias escadas, onde estava um Z, a marca do Zorro, que marca o ladrão, ou pior

Estranha imagem anda dentro de mim em formação, conta-me de uma antiga maldição, uma maldição radioactiva de uma aparente queda em setenta e nove, um caixão de prata e um tinteiro também de prata, feito numa oficina de metalúrgico, uma bigorna, que +é atravessada em baixo, por uma lança metálica, que bifurca, como um tridente de dois picos, que abrem em v, ou como cornos, o ferreiro está escondido, a seu lado o homem, o césar, de cuja luz, veio a encomenda que foi forjada, a maldição radioactiva, high power, ou poker, das racks alemãs de sessenta, está marcado no ferro do casco do bolama, o que se afundou com uma festa com meninas a bordo, será o José, o oculto ferreiro?
O som, ao momento, confirma-me a muda pergunta, encaixava na expressão de Ella, como se desculpando em seu amor, como se ela sempre o soubesse, e estivesse obrigada a algum segredo, outra pomba passa, lá fora, e me mostra o topo da pirâmide sobre o centro, é ele o topo da pirâmide, aquela de onde caíram em dia recente no meio de uma conversa, pingos, uma pirâmide que agora ao momento, me leva até ao louvre, o segredo da pirâmide, o código de Deus, o livro e o filme, que vi no verão passado no jardim da estrela ao luar, o código da vinci, com a bela rapariga que em outra face ou na mesma evoluía como um sufi, na festa do s. Luís, no dia da dança.

José anes, o anel, o criminologista, cuja serpente que habita em sua alma profunda eu vi sair e a mim se desvelou, quando o cumprimentei e lhe disse, então, parece, que o Fernando Pessoa pertenceu à ordem de Telema? José anes, o que terá crédito em terrorismo religioso, quem melhor para montar uma falsa acusação e me tentar tramar?
Porquê, por receio que eu o pudesse vir a desmascarar, porque precisava seu grupo de um bode expiatório para seus negros actos, a cruz negra no ponto negro do holandês.

E continuou a leitura no espirito, assim, happy people are often at, diz o tigre amigo do poof, da ilha vermelha das ilhas cayman do campo do creme em lx das papoilas das vaquinhas viva, a dr de jeans, jkay, day, dos colares de cristal ciganos, super gás de lagos da marina do traço laranja deitado sobre o camelo chefe do hotel dos quadradinhos pretos e brancos, que escuta as setes em arestas múltiplas do ccão.


Há uma história constante em lagos, que se cruza com duas das mulheres com quem vivi e a quem amei, a primeira em 94/95 na rodagem dos factos de banho, mais uma ligação ao José anes, o Rodrigo cunha, que já não estava connosco nesse ponto da rodagem, dormiu a equipe em casa de meu pais em salema, a Cristina, desenfiou-se durante a manhã toda, disse-me que tinha ido a lagos, fazer não sei bem o quê, porque meu coração se recorda de ter sentido uma grande intranquilidade, a outra num verão mais recente, com a Teresa, com um papel que eu lhe vira com um numero de telefone de lagos, que não era dela, mas de sua mãe, assim me disse, mas a intranquilidade na conversa foi uma mesma, donde haverá ali um homem, um que tem tido presença constante nas diversa tramóias que me intentam ao longo de toda a minha vida.

Ah Amada, que o Amor É Luz e Se Junto Maior a Faz, desci eu agora a tomar um café, desta vez nas escadas estão dois os cães, cada um com uma coleira, uma verde e outra vermelha, as cores de Portugal, antes de descer metera a mão no bolso e apanhara duas moedas, uma de vinte e uma de cinco, olhei a de cinco, e me dei conta que é uma espada feita cruz, ou a espada na cruz, foi o sentido que ao descer se me afigurou, antes de manhã, ao receber o troco, uma de cinco também, vinha molhada das mãos de quem ma entregou fazia uma gota a ampliação, uma gota, ou uma gata que me dá gotas de agua a beber, e tiro agora outra do bolso para melhor te descrever o local onde a gota estava e reparo que lá está uma marca, um pequeno traço castanho, um pedacinho de tabaco, muito pequenino, está sobre a o terceiro traço que aponta uma estrela a contar de cima, isto é tendo as letras direitas, está a sul do ponto onde se encontram os dois meridianos que se juntam com os outros três em cima, o ponto do cruzamento entre três linhas, acompanha o pedacinho a curva que faz o meridiano, semi arco, superior para o lado esquerdo, é como uma vesica, cuja ponta à esquerda se junta a um pequeno circulo no mapa gravado, como se fosse o buraco de uma agulha. É estranho o mapa, pois não o reconheço, o pequeno circulo agora indicado, está por debaixo de uma linha como um cobra que serpenteia sobre um cruzamento de dois semi arcos, que estão acima dos primeiros descritos, parece zona de mar. Do swing do clube da marina, assim estava escrito num carro parado quando agora atravessei a rua, o Fernandes do vaso, acrescentou o dito do central L, ou do L central., tel. 916534, são os números que se lêem dos desvelados por não cobertos pelo meu maço, o S.G. lights, na face do topo do degrade de azuis, com filete branco, da chave, sai um arame, um anel, que laça seu topo, o anel de aço ao l do filete branco, alcatrão 8 da nicotina da divisão do todo, o carbono 9, a bola de bowling que foi apontada a estrela, o cinco, dos quinhentos que a moeda figura do primeiro euro, base espada cruz, do templo das seis colunas do duplo vaso ou das duplas asas, ou das duas vesicas abertas em v, tudo isto por cima do pano de linho da flor de três pétalas cujo caule faz um l, as três marcas da garra na madeira, que aparecem mais adiante nesta história.

E me tinha contado em seguimento das setas do cão, o seguinte, do vaso radiactivo de prata sobre rosa, shop one, hippo s do apolo setenta, do imi, das pedras do cardan da transmissão, que destaca o mourinho, que segundo o jornal, tinha enviado o cão para saint tropez, de lagos de olai as, da sociedade anónima dos ais, do primeiro e do segundo do metro, da cabeça que tem cabelo aos bicos com nós e que arranha, botil, Lisboa, Almada, a serpente X do homem C de La, o snoppy dog, criminalissimo, pedra coutim, vermelho e preto do amarelo risco das pedras do metro, os dois pontos vermelhos, as células da trave inclinada com faca em cunha sobre o monte alto de neve azul como o mar, por onde no céu passou um cobra grande vermelha e laranja, iuoi, 101 com ponto no interior do 0, serpente do duplo vaso, ouço música de gemidos de amor, j´taime, que penetra o ovo sobre África, donde saí uma cobra com língua vermelha que leva os cavalos amarelos a serem enrolados na coluna do templo do estetoscópio 808 das de prata sobre bege no vaso verde da Senhora, da ventoinha verde da coluna que suporta o tecto, das máquinas do arco thyssem, do champanhe caro, como o bilhete saiu da ranhura, a subir que até se voltou, os maias do vale do silêncio, donde os terá feito gritar, no tampo do poço das pedras do metro e levou a Senhor verde e caqui de olhos escuros a meter a mão no casaco, o Paulo, branco sobre azul, tapado o quadro laranja do empório da magoie, o primeiro do 8 do cg do mo da express do oe da ce da um do Cb. que pisa a cobra da maça da torre dos olivais, tunning clube extreme, ladram agora os cães, do Colombo toiro ao vaso do z, do play bach aqui em 76 que foi parar ao vaso do homem de 91 da criar, de linha criar do piquete do metro, do malão, malhão, malham , macho, machão, de 69 da prata e negra do jeans da vr Espanha, do 1º do lc B.V. de S.M. nat han roda, salsa jeans, 10 puma amarelo sobre verde que faz andar o barão do DD do X na maria, grelha focada da maria, onde a vida acontece, brasil de 93, o quinto do 11 do cão preto e branco da serpente do colar vermelho que apita três vezes, o príncipe rosa primeiro do rato disney, do saco do computador da flaming june, do primeiro homem do vaso em 84, o p de 84, o sexto do p em 84, free lander que fez marcha atrás e inversão de sentido, assim piaram os pequenos passarinhos do triângulo preto e cinza que se juntam em quadrado, com uma bela senhora de cabelo d´oiro a conduzir, uma lambreta passou , PS o elo, sobre o sinal do X vermelho sobre azul, pisadela, dos segredos da bonificação, dos dois pássaros no cimo dos rectângulos, uma borboleta castanha, chocou com a madeira das escadas e caiu no chão, do príncipe rosa F, da estrela, quatro traçinhos na grelha do décimo do C, primeiro toiro do vaso da maria, estrela do M.moniz, o onze do sexto do dia D, que apita como tiros, cujo apitos são tiros, dkny que limpa a mala, tira o pó da mala da zara, que pisa a pedra encostada ao poste de luz e da ginasta de pilatos.

Esponjas carnívoras nos mares do sul, o c da te, o do centro de trabalho 18, ais, ctend cidaris, c tem sida, angelina angelika tem sida, a mão da estrela torcida, paris h, a mulher metálica dos yonos, por detrás de Budapeste, unha negra, a escultura dela e do cão, a mesma onde vê sê as circunvalações do intestino do cão, rodeado de dentes de oiro, do telefone aberto na mão, a mão que é a garra do segundo bastão, nas estrutura perpendicular do prédio, o cabelo de putin são as nuvens que às vezes aparecem aqui no céu em Lisboa, que parecem meios cabelos, meias espinhas, e a igreja russa ortodoxa se fez reunificação, Nossa Senhora em Asas de Oiro Doiradas, Cordão Doirado Entrançado Sobre Verde e Vermelho e Cristo sobre Aros Doirados de Sua Mãe, assim a Rússia se Unifica e Revive, Que a Alegria Habite Inteira No Coração do Ser, passam pombas na minha janela e andorinhas, aqui em frente, ao isto escrever.

kA de Londres, há x no pato Donalds invertido do gás do auto motriz da sacavem RR., o que tem mala preta com risco vermelho, e que telefona, passou no instante, uma bela princesa do corto maltês, linda, do décimo dos homens do forte de ny, o seven up do bpi, o 1º das seis válvulas do 106 xr, financial times do C segundo do às do auto de benfica, da mão no bolso, da águia pirata amarela, leão do ba, do passado de amesterdam, do santo galo do auto da republica, o homem forte do brasil, preto de sapatos brancos dos prazeres de Sintra, que parte um gallo da arvore e faz também duas folhas, uma na valeta e outra no alcatrão, ré do auto in da rg 512 Pt, o 2º do rato, entre 89 e 92, o do gás, do portão e da coluna das setas para o céu, Neptuno do X na Z, da ré francesa de 93, a quem os cães muito neste momento ladram, a dos fios das comunicações dos reis, do homem que leva o menino laranja e azul pela mão, dos raios do vaso duplo da dor das pedras da calçada, verde, azul e vermelho, do canto das grades, que mete o carrinho do bebé na mala do carro do príncipe da dupla rosa Telma, ccachuxa da casa do combra, do oe do duplo canto, do golf do homem do ministério do trabalho checo, que faz cair muitas folhas, o terceiro invertido das rosas de dois bastões com bolas nas pontas que cruzados fazem o ar mexer, do poste de luz radioactiva dos olivais, o palito da serpente oliva, ... 3 Pombas em seu caminhar, do cinema, podes ser o primeiro da paz, a da escola de condução da damaia, dos calções molhados do moniz, da ponte das três cruzes do beijo invertido de 88, do PH do carro fx de SM, o nono do Cristo, que espanto o primeiro do sexto piu piu do travelling, grande índio quick silver das flores violetas do pimkie com.

Ah Amada, hoje é dia de espiga e os jardins aos olivais, cheias delas estão que eu às vezes fico a pensar se não se poderia mesmo fazer o pão, em tarde recente, estava gato negro e grande no meio delas, e ficamos os dois a olharmo-nos em fixidez, como os gatos nas vezes se olham, o vento dançava com as espigas que dançavam com o olhar do gata que dançava com o meu olhar e parecia que o gato preto, era mancha que se dissolvia, no movimento daquele bailar, abanei de repente a cabeça, como daquele quadro a me soltar.

e-mail edita le mmar, das edições livros missionários colombianos, eng. Miguel 9, rua da matola s 1800-270 Lisboa do invertido do aeroporto, dos aviões do piloto da caixa de amendoins da p3, depois mp3, do vinte do B do A, sonda dos pés à cabeça, primeiro... nos lápis partidos da carris que ocultavam, os seis cabos eléctricos que alimentavam a linha, 101 a 208, 101 e 102, da primeira estrela m399, a terceira Maria da dupla humanidade, cor de rosa do caracol preto. Seis furos na roda de Maria, i love rats, do da lã d´oiro, doze varetas de luz em três andares sobre a rosa dos ventos, em angulo entre elas dispostos, um deles pisca, da edição especial Cronos do tinteiro do corvo europeu, meu mo que mente do arieiro, no inquérito aos passes, sobre o carregado do arco das escadas, de economia, brasileira e romana, ítalo brasileiro, e matt das asas dos ramones de cabelo da branca chama ao meio, laranja e azul m 403, da saída politano napolitano, pelicano, que suporta os cabos da direcção contrária a que vou, da guitarra...da linha amarela sobre azul, g6p, o da zona óptica da viagem d barco mex disi, do cinto doirado da elis de agulhas grandes, dos animais da quinta, que dizem, nós também sentimos, sentimos, o ponto, em Bruxelas, frança, elia, uma nova amizade, concertos primaveris no PE ou mp, erro, do colar das pedras de cristal e das pérolas da serpente da terceira Maria, da ad dog, das pipocas do macaco que toca viola no baile das meninas, o homem Luís da serpente LHS dos losangos, das sandálias dos losangos, azul, cinza e laranja, de s. Sebastião, m379, do sabão real de limpeza, do estouro grande, que agora ouvi, da multiopticas das twin towers, fuji film do tubarão surfista do brasil da menina ruiva, amarela e castanha das duas palmeiras das colunas dos semi arcos, dos círculos verdes, brancos e azuis, do com descebtrado cheio de stress das telhas do dias 13 e das espinhas de peixe, ou dos peixes comidos, do gelo vermelho do pim, do casaco preto e branco listrado de Roma, do saco de gelo, saem pequenas margaridas, do diário desportivo 24 24 24, que telefona no telefone preto dos tacões altos de prata da senhora azul e amarela, do senhor grosso de praga da onda do pim, ao pim da onda, da as invertida do oiro sobre azul, o rino doirado sobre o vaso no redondo de prata vuk, que deita uma pomba ba valeta de mármore, gun do tio de ny, so , a tampa no vaso, o nó, que leva o leaozinho preso, Adolfo dominguês, da quinta das conchas de telheiras, da Ana às riscas brancas no preto, que olha os carris do metro em sevilha. Nas rosas castanhas, serpente sport style 25, do colchão enrolado, que enrola as ondas no surf do colchão, da free town university, pelo telefone das estrelas, do losango dos dois tubarões em ny, do vaso C da cítara universitária, de piercing nos lábios e boné clássico castanho, de unhas negras no varão do alumínio que faz saltar o paraquedas quando o pé arranha os veios do alumínio do chão, das chaves do che da boina preta, berardo, que controla as facturas cá ao pequeno, ontem na odisseia, a TV dizia, te amo, só eu?! Da republica do Barbosa do bocage, a Ana encandescente, a 10 sobrancelha do homem que pensando mete dois dedos no nariz, ou o segundo nariz que fareja pelo telefone o gato negro das setes léguas sobre o azul, e que tira bolachas da mala em picoas 0159033, da inversão da madalena no varão de alumínio do marques de pombal, do anel de oiro que pisa o chão no sentido de odivelas, errare humanum est, b do circulo b que espeta o T no vaso, a tampa no vaso, o Adolfo dominguez, o nó, que leva o leaozinho preso, do búu ao peito, da musica doce de açúcar.

A C serpente DAZ, caiu da Ua

Bpn, catarina, que bonita estais, a do pH e a ton, barbara, cobra juntas do carro da pedrada ikea, a primeira AA do A, segundo do quinto, rapariga do corte inglês, agora nos cartazes não é só sua face bonita, de verde em corpo quase inteira, com azinhas na sua mala de prata de mão. Alberto costa é o melro de prata da Senhora, a trajectória da serpente alemã debaixo da ponte do meio, assim fizeram o traçado, alguns dos carros da comitiva. As coreias reunificadas pelo comboio, que bom! Na passadeira, da India,... Carro b do gato sai do ventre da menina, em sombra ao fundo. A palma,... o nosso mais jovem cineasta, responde ao mistério da esfinge, terceira enunciação da pergunta em versão profana para crianças, a palma, a bengala liga, ao chão da passadeira vermelha, ao lado shu gi. A inteligência do suporte do homem do vaso que com mais de cem anos continua a filmar, miss daisy por cima ou por baixo, Diana, a bela kruger.

O cinco do zodíaco, no tampo do mesa, a boca do anel da serpente, com a língua de fora que aponta à gaivota, look into my eyes, das cinco balas contra a América.

Alberto Martins serpente Al. Do microfone incorporado na gravata verde do galo da mesa verde da redacção da AR.

As belas cientistas desvelam o mistério da divisão das células, do centroma que ao aparecer provoca cancro.

Wt. 5k

O primeiro da vareta do buzz de 95, o et da fabrica da varinha do negro perfume, que habita na lapa da sena de 84, da travessa das almas do Fernando, correia de lamego, do rato lx da ref. do desporto que dá, o 11 do smart bus, 11 do metro, da mina do auto de ibiza, José, dois lápis do bx especial à manete das mudanças, da Sx do laço de cacilhas da ad as de 94/98, do golfe da casa da Ana, o ponto da serpente do U, vaso da vingança de seth, nas asas do che, vc suzuki do clube 1000, mp, px, to pb suzuki alto da alameda, dj de cascais do alto mar, do acacio A, júnior de sacavem, do cabaz mágico da teté, va us, diagnóstico da clinica da estrela das pedras, o homem alemão que diz, compro, logo existo, ariel.

O Seth, apareceu-me hoje em espirito, ser, quem vive no prédio branco, novo e alto com a baliza no telhado entre duas varas grandes em campo de ourique.

IP do auto combate da dv da casa de campo do campo, sick of It all dos iglos das espinhas de peixe e do dar pão aos pombos, com a rapariga do si fr. de vermelho, que um dia me copiou a agenda de telefones, da senhora de ibiza, das tochas das palmeiras, que faz reportagem A.V. juntos do músicos índios de crânio rapado, com uma só trança, dos CDs que vem com o jornal, v i betão, e eu hoje também vi, uma pompe a beton, ao pé dos ritalinos, toda verde a trabalhar, com uma cabeça em esfera e com uma grande extensão a vazar betão na construção da bela morais com as linhas das bandeiras dos santos populares entre os lados da rua, a fazerem serra ao fundo, um triplo de betão rachado em asseiceira, tomar, do canal história da net com à estrela, jardim, id. Discover da lexivia do land rover de boliqueime, renault master do comboio parado com quatro piscas a piscar, da palmeira branca às riscas brancas sobre negro do Bo de malmequer da honda do Cb. do f muri king e conde de segur da rata egídio, que agora por mim passa, aqui em frente à escola S. João de Deus, e sendo a primeira vez que ao vivo a vejo, lhe tenho a dizer, que é muito bela assim a passar ao perto, uma criança com uma baleia, atira-a à cabeça de outra, e ao gradeamento chega por dentro, a Ana carolina e o Francisco e pelas grades me pergunta, para que é que estás a escrever? Para não me esquecer do que vou pensando do que vou vendo, do polo NE dos triângulos verdes debruados a amarelo sobre triângulo preto, cujos bicos se tocam e fazem a pressão no ponto do vaso do anjo do céu das galerias Míriam, do Buda e Nossa Senhora, que leva o bebé ao colo e encosta a sua cabeça à dele, docemente, meigamente, anarquista da virtual reality, a menina de vermelho, a tu Ana, a encandescente da esfera tridente, do hot play do crocodilo, feitos a mão como os belos tapetes orientais que estão na montra, da UA de 96, conta connosco no forte álamo, parque da soraya, dos quadrados d´oiro sobre verde, das viagens abreu, B.V. do pio monte que clarifica com lexivia a arte contemporânea dos cabeleireiros dos homens SLB, ofragvov do PC hi fi da soraya PS, não sou daqui, está bem, garagem privada para clientes do PE dos muitos selos no envelope grande das muletas no dia Z, diz a coelhinho, eu sou toda natural, olha eu a comer uma cenoura, respondo eu, papiro Pt quick silver da dub and s kA party, do touro amarelo do 112 sem sirene a tocar, do bus camisa d´oiro, do mne do king sick, i just do what i do, óculos 66 do Dulce e garbana, que deita nozes no lixo, da serpente full power da onda vermelha, stoned, das duas girls da cadeia dos pássaros dos últimos dias, da liquidação total da fábrica real do decénio na India, dos livros do pepe jeans de Londres, caiu a tampa da serpente das portas do metro, da puma do caminho de Santiago, o, 9 que kapa as notas e escreve certidões dos det.. do café do fogo, o puma 8 do ox dos soldadinhos de chumbo, do lourinho das almas, o sandro do social arieiro dos picos de Londres, ao autocarro, da menina que se senta ao meu lado no Saldanha, do centro X ao Co do B, a base doidia X em sagres, aqui à cidade universitária, do homem do horror h do leite dos soldadinhos de chumbo, alfinete de dama nos olhos do sapo que pende do pf, pj do cais de sodré, do pais da tempestade m379 das cores invertidas, do 14 do dep hall das bandeiras dos desesperados assassinos.

Ah Amada, que ontem o dia foi feito verão, nasceu na concha da minha mão que a tua embala, carinhos quentes do Ser para aquecer o Coração.

O avião que caiu, vê-se os vidros com estrutura semelhante ao do furacão na serpente maior do templo em Espanha, axe, juntas no céu, e assim parece ser, disse o perfume do rapaz da bota, dos misfits do saco de oiro dos armazéns académicos toshiba, mico, shopping da serpente o L do AA da rapariga que hoje desvela a face inteira, que segura e explora à volta do mundo, do toy ua us, de vintage a barbara, que o bond levou a cannes e que eu uma vez encontrei, não essa, mas outra semelhante.

Despertou em mim a memória do encontro com a barbara ao ver estas imagens de cannes, de ele me ter contado que fez de tudo um pouco em sua vida, que tinha vivido em ibiza, de como ela era desenrascada, passa-mos na residencial americana e ela contou-me com orgulho, que tinha convencido o rapaz que lá trabalhava a deixá-la tomar banho e guardar suas malas, tinha na aparência pouco dinheiro, mas tinha um visa gold com ela, convidou-nos a mim e a Teresa a jantar uma noite num italiano do bairro alto,

Loss loss jeans, as calças da cc, do sistema de limpeza com espátula de raspar e álcool as válvulas de segurança, sim, compro o que som, tube works, ou you tube, canal zero, works, e a asa do pé de Hermes, fdl, dos transportes do António dos leitões, republica Av. sp, raio maior ao sexto da direcção financeira de 64 / 89, do tc do ur da ab do primeiro ao sete do 13 do che da mizé, rota do sulk, do sete do li da multiopticas, do cão amigo que fareja as pedras, o A do tribunal da relação que alça a perna e fez chichi no apu, dos seguros da leoa alvarez que me dá com a porta do elevador nos ombros, o do bpa millenium, é o da radiação de 79 que me levou a cair, da conjura do poker, da caneta e tinteiro de prata que o césar ordenou e que foi forjado no forno de Andorra e b6 do bolama, nas aguas do barco bolama na administração da eira do rebelo, da visão e do cheiro do beija flor que mostra a cruz e arvore que levou a que me pusessem correntes no Buçaco, a seta vermelha do quadrado dos quatro triângulos de fogo.

A baleia do nuclear, e o Joaquim do delta de Aveiro e duas pistolas, bomba na india, o leão de Londres

No banco do metro gravado estava, o vaso da cruz do Pm, x PP, do vaso invertido, x sobre Maria K seta contra CAH= y jungle

Ex. Do General eléctrico, muletas 2004, teatro completo do bastão duplo da serpente, a lâmina negra com ponta d´oiro da fnac, serpente homem carimbo, azul, o BB da fnac porto, o que tapou o vaso na casa do douro, o cah, que é o homem ká, british americano tabaco do brasil, o do anel de ouro e de pérolas da alameda, ericeira, prof x pack AP, do cinto radioactivo dos quadrados de prata sobre negro da masmorra p e v da senhora sheisedo, da trança do cabelo do guerreiro 27 de HM, AD, da pedra do tabaco americano br, da passa, guerreiro 27, up town, do circulo do pentagrama branco e azul sobre preto, left go ahead, ao arieiro m403, o que telefonou ao arieiro, wolf near a minha porta, da seta do sinal de alarme, do pessoa Fernando azul, o verão está a chegar, que lê o caderno preto terceiro do novo chico, que faz calcar o tacão da agulha da senhora preto e azul, do cabelo de contas, com correspondência com a linha amarela, das flores nos pés, que vê a menina a andar à volta do varão, da betty boop, puma da coxa da betty boop, do jornal de negócios do laboratório da rainha amarela sobre azul, o grande da CAM, do speed do saco de pedras por telefone, com destino ao rato 353, da serpente da one do Paulo, energia para ganhar, da comissão da un universitária, desporto tiu, da mão no bolso da AB do vaso No ad da um dos livros de Coimbra, o príncipe da rosa da esquerda, e nacional do campo, o camelo en C de cabo verde, tipo corto maltese so si da serpente do Rá do desporto do rego no campo pequeno, da carapuça branca do 70 e do boné em chamas do toiro, da manivela do quadrado da porta azul e verde, da serpente da ama dos girassóis do átrio norte, que toca bateria, AB da coluna do vo as da rota 353, dj do si do Mc que trás a menina de negro pela trela da coleira militar, a Vanessa, e que pôs a ruiva no bolso no desporto da linha azul à Kanzana, na seta que sai da palma, nas duas pétalas irmanadas que olham o céu, mastigam pastilhas e fazem bolinhos de erva na estação terminal do rato, loja das meias no seio do labirinto, é o J, invertido do elevador número um do acesso à casa das máquinas Co. C espanhol, canal especial, que corte e preenche a junção das ameias, das vesicas, da gaivota do M do vaso da palmeira da mia técnico do acp da luz vermelha da misa, o Francisco meu do dia do homem em 84, que bateu a porta aos gritos do pássaro do carro do franco, do reel time do brasil motors, gritos das ameias do X one rato play, 182, do talho favorito do sol ao rato.

A serpente RA de Aveiro, o homem duplo vaso do homem da realidade virtual, a casa da moeda, Aveiro, a máquina fotográfica ny q ua ba, n56 vibração.

As pedras do blog de hoje, da pj do porto, da banda punk da pj porto, pelas frases de ontem, llansol ganhou o prémio com o livro, o amigo e a amiga, flores invertidas do gancho preto do galo, há lodo no cais, caso de corrupção nas docas.
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