quinta-feira, maio 31, 2007

este computador onde agora estou a escrever esta com o teclado desconfiguro, cada incorrecao neste texto no seu plano estricto binario , e a penhora de uma alma, um por cada um dos malandros, das bestas e dos filhos da babilonia que estao neste Livro interpelados alguns com sangue na mao , assim Deus me tem dado a ver e aplica se isto a todos os que aqui foram interpelados e que nao ousaram resposta, que preferiram o silencio, e caso para dizer do silencio que confirma a culpablidade, a vossa, trus, trus, trus que se enfie este capuz, fica a penhora feita pelas vinte e quatro proximas horas, se o silencio se manter, se nao houver quem avance com conversa clara como a agua do mar e do Tejo, caduca de seguida, assim Ordenarei em Deus, pelas alamas das mais que se foram no extremo oriente, que e outro dos pontos da expressao desta cruz sempre que os filhos da babilonia, assim o negro operam.

hoje de manha fui ver de novo ao perto a porta da rua do vidro martelado, na rua que seguindo em frente e virando a esquerda descendo se vai dar a casa do presidente da republica portuguesa, que o nao e pois e um dos que nao responde, e um presidente tem por obrigacao responder aos seus cidadaos

e foi muito mais grave o que la vi, ao perto e de dia a leitura foi, kennedy junior, e o local, e o outro e um sitio na america, kentuky, portanto bastara ir ver quem la esteve nessa altura a fazer um ritual que tera servido de gasolina e massa para a faisca do assasinato, pois ja neste Livro expliquei que existe ligacao entre os paises nestes desgracas que passam por assassinatos de presidentes e primeiros ministros.

e a isto desvelo uma outra assinatura que o espirito me desvelou ha tempos atras, quando ao ver antigas revistas de fotografia, dei com uma , salvo erro uma photo, que falei, nao sei ao momento em que aqui escrevo, se dessa especificamente, ou de outra, que tambem andei a rever nessa mesma tarde, onde um dia me dei conta de um conjunto de belas senhoras que la apareciam, muitas da Realeza, que me fizeram seu cavaleiro e das quais eu porto seus lencos em minha lanca e tambem nessa altura exclamei, Meu Deus, ao ver fotos de um outro tornado, que se dera na america, a consciencia aflorou quando vi uma foto de um hangar de pequenos avioes todos destruidos, um tinha as minhas cores , azul e amarelo, e me foi claro que aquele tornado, que se deve ter dado na decada de sessenta ou setenta, tinha sido assinatura, consequencia conexa de outra desgraca maior feita por mao humana.

oito mil assinaturas mais uma, senda a minha a ultima, sem o ser e os senhores fazem orelhas moucas aos oito mil que atraves delas vos pediram uma audiencia, a outra, a uma, e a minha, que tambem ainda nao me deram resposta da assembleia da republica a meu pedido de audiencia, nem de mesmo modo me respondeu o presidente do supremo.

quem pensam os senhores que sao_
esqueceram porventura que representam quem os elegeu_
como ousam nao responder e na hora a oito mil cidadoes que vos interpelam sobre mais uma tentativa de fecho de um posto medico
porventura pensaram que os cancros e as doencas nao se estendem e se desenvolvem em vos e nos vossos_
que arrogancia e a vossa do vosso pretenso silencio cego e mudo_
que pensam que de mais importante tem a velas_

e expliquem uma coisa em modo claro, pais dos actos de terror e das violencias quando assim vos comportais
expliquem e expliquem a Todos, como e que os cidadaos podem vos responder, se nao existe quem vos controle e parece que se tornam impunes vossos actos de terror_

pois nao tem meios os cidadaos de vos obgigar ao correcto comportamento
ou terao_
terao porventura a possibilidade de pedir nos tribunais que vos cacem por exemplo os salarios por imcumprimento das vossas funcoes
que vos demitam por nao as cumprirem e nao venham falar que isto se resolve nas eleicoes, pois o vosso terror e diario e constante.

mas entao depois se os tribunais tambem nao respondem, nem nunca tal infelizmente se viu, pois parece que grande parte do sistema faz depender os homens de justica do poder dos partidos, como e?
o que resta ao cidadao_

sabeis que autorizais assim que vos pecam contas a tareia, a bofetada, a facada, a bomba, ao gas pimenta ou viral que hoje foi lancado no marques, onde parece que moram muitos dos que impunes ate a data, o usam, um outro mais eficaz e invisivel_
vos assim nao sois so pais do terror como sois homens e mulheres de terror, dos que fazem os actos de terror quotidianos no pais!

sejam homens, comportem se como tal, facam a funcao como deve ser ou demitam se todos, que certamente o pais melhora!!!

e facam o favor de amanha pela primeira hora marcar a recpecao a quem vos pediu e nao o facam para as calendas gregas!!!!

e ao senhor ingles que esteve estes anos todos no gabinete de primeiro ministro ingles, sera o senhor, senhor, capaz de me responder claramente a uma questao que aqui lhe ponho, visto o senhor ser da mesma area que trabalha a mulher com quem tive um filho e que e raptora e torcionaria de criancas, e que um dia sem mo dizer, ficou em londres, se por acso o encontro nao tera sido consigo, ou mesmo com blair, visto que a noticia dava conta das partes rasuradas por questoes de respeito ou pruridos ou o que seja por parte da esposa do segundo e se nao o souber, me fara favor, de saber com quem e que ela esteve, onde foi combinada parte da combina que foi feita para me matar e para me retirarem o filho, baseado no vil pretexto que so assim vos ajudaria_

Ao Senhor Chefe da Esquadra do Santo Condestavel,

serve a presente como forma de apresentacao de um conjunto de suspeitas e queixas crimes com pedido expresso e urgente de investigacao contra diversas pessoas singulares e diversas entidades e orgaos da republica portuguesa.

contra maria teresa carvalho, por rapto e terrorismo infantil
contra as senhoras psicologas que o apoiaram
contra a senhora juiza do tribunal de menores de lisboa e funcionarios das secretaria
contra secretaria da injuncao do porto
contra a senhora juiza do tribunal de trabalho de lisboa, no processo movido por ana paula roque a latina europa
contra todos os deputados da assembleia da republica
contra o senhor presidente da republica nas actuais funcoes
contra o senhor presidente do supremo tribunal e restante juizes do colectivo
contra a direccao geral das financas de lisboa
contra o senhor que foi a faca que actuou no tribunal de menores, e que furou com agrafador o processo, o que e prova de artes de feiticaria
contra um conjunto de pessoas suspeitas de actos de terrorismo internacional

contra o senhor que escreve no correio da manha sobre toiros que escreveu a seguir ao ultimo atentado que me fizeram
contra o senhor luis montez, genro do presidente, porque o espirito me informou que a pancada fora consequencia dos meus escritos sobre ele entre outras razoes
contra quem vive na casa em frente e na rua onde tal aconteceu, e que tera participado no acto, pois suas janelas abertas, depois se fecharam, e nao mexeu um dedo que fosse bem como todos os muitos que passarm na rua na altura da agressao, de carro e e taxi. e que deveram ser arrolados como testemunhas
os que agrediram que serao funcionarios da cas de fados de alcantara

no espaco publico com o endereco, www. ourosobreazul.blogspot.com, encontram se a maior parte da informacao na forma de meu depoiemento que sustenta estas suspeitas e acusacoes, sendo que muitas delas envolvem crimes de sangue e morte matada.

desta carta peco copia devidamente protocolizada da entrada na esquadra desta quixa multipla

paulo forte


amanha na biblioteca farei impressao desta carta que sera entrege na esquadra no final do dia.

disse me agora o espirito que o homem e o gato do vaso das multiplas marcas na maria, o avo do vaso ad, o b que quer dizer o segundo na hierarquia
serpente da patricia tambem, ou o pá, que é tarado sexual, tambem.

e trago em mim a imagem do senhor inglês de pernas cruzadas na cadeira sentado, no circulo negro onde é visivel as pegadas das botas, e me veio à memória neste ver, uma outra bota constante, espestada no ar como um pontapé, que tapa o corpo e a face de quem é, uma bora que assina textos na revista semanal do diario de noticias.

e trago em mim, uma pergunta que se me afigura insistente. o que aconteceu à carla quevedo, para deixar de escrever sua bela coluna? escrita inteligente como tantos e tantas outras que das letras dos jornais de meu páis, letras que estimulam a inteligência, o ver e o aprender , e dela trago em mim, um dos seus ultimos artigos, onde o texto se organizava graficamente de forma a mostrar em seu centro uma especie de mir, uma mira, que eu um dia recente, senti por preto, num prédio da rua principal de campo de ourique que vai para as amoreiras, logo à entrada , ao lado de um cabeleireiro com fitas de cinema, num prédio com duas colunas brancas de marmore no interior de seu atrío, onde senti um estranho perfume de alma, que me inquietou e depois em dia mais recente, esse alvo, dele dei de novo conta como sendo peça desenhada constante em duas empresas, e os tornei a ver em telheiras e me subiu um mesmo perfume desagradavel, mas ainda nem tive tempo de passar as notas desse ver, trao em mim mil palavras e o acontecre, tem sido tão rápido que nem dá tempo para as escrever e é tanto, o contar.

um jornalista dava conta em coluna recente, de como parece que a liberdade de imprensa está de novo ameaçada, em forma mais subtil que em outros tempos, e assim parece em muitas vezes ser e são sempre preocupantes estes sinais e contra isto há sempre que lutar, pois a liberdade do ser é permissa fundamental do ser, direito e dever da vida que a todos pertence, bem maior que urge sempre defender.

um outro que tem uma coluna sobre toiros, que nas vezes leio, dizia em palavras recentes, que parecia que os cartéis se organizavam por dá cá esta palha e que não deveria assim o ser, que o objectivo era pegar o toiro ma não lhe bater e em mim se levantou pergunta, quererá o senhor, estará o senhor a falar da pega que me fizeram em madrugada recente? se assim o for, agradecia que fosse mais claro, e sendo que essa ideia de não bater nos touros como objectivo das touradas , tem muito que se lhe diga, nem é bem assim, ou pensará porventura que uma farpa,um ferro espetado em seu lombo, não é uma frma de bater? é por estas e por outras que das touradas, eu gosto mesmo é das pegas, onde as coisas estão mais mano a mano, ou então das primitivas, já aqui um dia delas falei, da dança, da beleza, do jogo com a força bruta, mas sem a perversão da violência, estribada em qualquer ideia de maior força, inteligência, ou o que fôr, que eu meu ver, mais mansos são nas vezes os animais, que seus irmãos homens que assim nas vezes mais se comportam, como bestas e assim, se bestas são e se tornam, mais a Besta fazem em seu cruzar, acontecer.


estas lides da mesa redonda dos cavaleiros reunidos a avaliar os passes do toureiro ou da bola,ou do que for, muito me trazem afastado dos assuntos do reino, em sua aparência, o afastar, pois não me tornei mudo, nem surdo, nem mais cego do que vou, e se diversas trago em mim, algumas que me fazem ferver o sangue, ainda não tive a oportunidade de as fazer escorrer para o nigredo,uma delas é a história do pretenso processo ao professor, que fez humor com o canudo de socrates, estou com jorge miranda que no quente da indignação, disse, quem devia ser processado, era a senhora que lhe levantou um processo, pois o humor é direito e dever, faz bem a pele, e a alma, e covinhas nas faces e torna os beijos e amor sempre melhor e ao que parece mesmo, nem socrates se ofendeu, e não tem ele falta de voz para falar por ele mesmo, ao que eu saiba.

e por falar em humoristas, hoje no metro encontrei no jornal das linhas, o tal que um dia escreveu um livro, que tem como titulo, o homem que mordeu o cão, e eu desde essa data, que lhe andao para perguntar, se por acaso essa não é minha história, pois houve dia em tempo ido que a brincar com um que me mordeu, lhe mordi de seguida, pareceu-me na altura ser a pedagogia eficaz, depois me dise o espirito durante a vigaem que o rapaz é o décimo segundo do bando dos treze.

ontem ao chegar aos olivais, dei de caras com um mupi dos quarenta anos do sala na rr, quarenta anos a cantar, a seu lado, um conjunto de microfones, com estrelas, de três pontas, e me subiu à memória uma relação com os mercedes, depois caminhando, ali encontrei no ler, por perto, o homem do passo estreito no oriente, qual deles, então, o sala ou o que diz ter mordido o cão?

rato do vaso da dupla dor , o W, general electrico do homem quevedo
depois de acabar o post anterior sai para a rua e olhei o céu, e vi as as nuvens desenhavam conhecidas e grandes asas, que formaram, primeiro um vaso em volta d´Ela e depois à medida em que ia caminhando para casa, se tornaram menos espessas em sua expresssão, adquiririam a forma de perfeitas linhas e desenharam por fim um enorme bico de pássaro que ocupava quase meio céu na noite, e envolveram a Lua , que estava redondinha, na posição de olho e a primeira leitura então se fez, a asa que se torna o pássaro da lua, um pássaro com um grande bico fino, cujo olho é a Lua, o pássaro da Lua assim, chegou.

ao entrar na rua anterior à minha, estão as bandeiras em vaso de agua coloridas de diversas formas, dispostas em v entre as paredes das fachadas, prenúncio das festas populares que se aproximam, reparo nas negras, pois estiver a escrever sobre a que vira na amalgama do capot, reparo que são feitas com material de reciclagem, forma barata e economica de as fazer, que o bairro é popular, e não tem as Gentes dinheiro para grandes luxos. é nelas visisvel um nome, uma marca comercial lá impressa.

Antes de sair do café onde escrevera, seria quase meia noite e pedi, depois de publicar um croquete e uma merenda para jantar, ontem fora dia quase inteiro de jejum a jejuar, e estava com fome. colocara a jovem Senhora um fino guardanapo de papel no prato de vidro redondo com o a Lua, pousei-o ao lado do computador, e de repente uma pequena rajada de vento do espirito, levantou a folha, como uma onda a enrolou sobre a merendinha, e vi que o fundo, o circulo do prtao era de vidro martelado.

quando na rua vou a passar, no prédio 31, o terceiro do primeiro, uma luz nas escadas acendeu-se e o contra luz iluminou-me ao olhar o vidro da porta, que era martelado, aproximei-me e vi a seu lado um caixote de lixo com dois x marcados na tampa e li, dois pequenos autocolantes que lá na porta se encontravam, li, o homem do franguinho, da kinsgley ou algo assim, que me suou a gelados, a marca de gelados, a cones, a cones que tinha observado em foto nesse mesmo dia no jornal, na visita de socrates à russia.

deitei-me e não tinha sono e acabei por vir para a rua com o antónio, apanhar ar e no largo do meu prédio então li, o homem da relações publicas da quevedo, gato do dia maior de 83, salvo erro, que estou de memória a dizer o ano, da alta definição, tarado sexual.

quadrados de celofane transparente e outros de cores, se encontravam no chão espalhados, olho a motorizada de meu vizinho, e reparo, depois de olhar a rua que um deles espelha reflexos com o luar no mar, eram pois os celofanes sobre o negro alcatrão, a imagem do mar e seu luar, toco com o pé a roda da frente da moto, como a fazê-la rodar, não roda, e leio serpente fx, dos efeitos especiais de 93, depois olho a lua de novo e em rotação passa à sua frente um a nuvem negra expessa que desenha três torres ou ameias de um castelo. reparo então que o peneu da mota tem exactamente os mesmo desenhos do que o céu com a lua acabara de expressar, olho um carro ao lado no eixo, e vejo sua jante e as porcas que fazem em sua posição um perfeito pentagrama.

depois tornei a olhar a motorizada, que é uma tipo lambreta, e reparo que o desenho das duas luzes da frente incrsutadas na carebnagem, são como duas barabatanas de baleia, que estão viradas para o céu, como se a baleia estivesse então a mergulhar no mar e me subiu à memória a morte, por aparente stress da baleia que há tempos entrar no Tamisa, pouco depois de se ter ffeito a aliança entre todos os sres do mundo, para lutyra pela paz e cuja morte muito na altura me entresticeu, pois meu coração, a vira como negro prenúncio e presságio e charara por dentro a morte daquela minha irmã.

ouvi mais tarde durante a noite no voz interior de meu espirito, a baleia é a alma da quevedo, e recordei em dia recente na escola João de Deus ao passar, a criança que atirara uma baleia a um menino.

depois chegou uma Senhora loira de cabelos compridos com o seu filho pequenino nos braços, meio a dormir, abri-lhe a porta do prédio, para lhe facilitar a entrada, sorrimos um instante, olhei a criança semi adormecida, quando caminhavam no corredor e lhe fiz sinal com a mão e lhe disse, soninhos, sua face era de de tristeza, uma certa expressão, que às vezes parecem elas ter quando vão meias a dormir e saem do sonhos nos carros e são levadas para casa aos ombros ou ao colo, depois chegou o homem, trazia um saco que dizia, nos campos da primavera, passou por mim em rigoroso silêncio. seriam então os efeitos especiais que foram criados, uma ilusão para dar cobertura a uma mentira e que tal terá ocorrido em 93 ou 83, a atender a primeira leitura.

depois li nas pedras, o primeiro da divisão do primeiro do todo no bairro alto. Im, que me lembrou Inês Mendes, carro do vitor milhanas, li outros nomes de crianças ou jovens, vi duas que pareciam a bola jogar, com uma baliza, como nas visões da casa da arvore com duas pernas invertida de Benfica, onde o heli bombardeou o vale de maria, onde o pai e o filho jogavam à bola, e o filho sonhava em seu pensar, coraçoezinhos que se elevavam no céu, e tudo aquilo adquiriu na minha consciência tons negros, e de pesar e dores diversas.

ah amada minha amada, estou cansado, ainda não recuperei por completo e tyem sido dificil manter a fé nos ultimos dias, tão negras as coisas da vida se apresentam, os sinais e as leituras o são , nas veze, e me dá uma nausea inteira e um grande cansaço sobre dentro de mim, e aí habita e apetece-me fechar nas vezes os olhos e o olhar, mmas ouço-Te dizer, tem Fé, mantem a Fé, e assim o faço.

Lia ontem no jornal a Senhora Grande Mãe que anunciava que iria voltar à sua vida normal, que em suas palavras dizia, que estav cansada, que tinha dado dois ou mais anos de sua vida à América e acrescentava, não a posa mudar, se vós não quiserem, que ia voltar a sua vida normal, e eu ao ler aquelas suas palavras, me senti igual, senti em mim o mesmo, um mesmo, sabendo como ela que um outro só muda se assim o quiser, que a sua vontade é razão sufeciente, necessa´ria e bastante qpara que a mudança que sempre ocorre no coração de cada um, possa acontecer, e que assim sempre o é, independentemente do que nos dizem ou fazem e li em suas palavras sobre o voltar a uma vida normal, que então de certa forma estariaEla de certa forma curada, e se me alegrou o meu coração e lhe quero dizer escrevendo a Palavra neste livro, que a Senhora, foi e É, um Heroina, que Seu Papel como Ser Que Lutou Pela Paz nesta negra guerra, Foi em Meu ver Determinante para o Seu Fim, que O Coração Lhe Agredeçe e a Trás Dentro de Si, pois Sâo as Mães que Transportam Seus Filhos em Seu Ventre e Sabem Quão Preciosa É a Vida e o Viver e de quão estúpido são Todas as Guerras e o Guerrear. Bem Haja Senhora, Sempre, É Meu Voto Agradecido a Si.

quanto á normalidade da vida, já a coisa pia mais fino, pois esta vida, este viver é como uma loucura permanente, e a Grande Arte é ser saudavel vivendo-a, Assim A Si o Voto e Desejo

acrescentou-me o espirito agora no seguimento do fio anterior, que o homem, é o homem mestre da estratégia do compêndio do desenho esquemático.

o meu homem x, da energia no X da maria