sábado, junho 02, 2007

boa tarde, é da esquadra de policia de sta marta?
sim,
olhe recebo aqui uma carta com o rosto a dizer que anexavam o relatório, mas esqueceram-se dele
ah, não é mesmo assim
assim como, se aqui diz que serve a presente.. para anexar cópia do dito,

é assim, o relatório só vai para a camara
ai, é, então se é assim, deveriam mudar o texto da carta
o senhor escreve uma carta ainformar
minha senhora, não sou eu policia, nem recebo salário dela, portanto faz favor de tomar nota que é necessário mudar o texto e sff, diga-me por gentileza com base em que lei, regulamento ou decreto é que é assim,
um momento
em off ao fundo, isto há cada um
olhe é o xpto
obrigado
e para obter uma cópia, como é, passa por cá
tem que se pagar
sim
e quanto é
entre 11 e 13 euros

e assim é, que a policia não tem dinheiro, nem armas, nem balas, nem podem tiro treinar e dizia-me um taxista em recente madrugada, de um colega seu de sesenta anos que tinha levado com um carro da policia em cima, e em seu entender o policia tinha alterado o relatório e agora era ele que tinha que pagar e tinha a vida toda estragada e já era muito grande de idade, e sabemos que os carros da policia, estão fora da lei, pois não tem seguro, e quando se espatifam, são os policias que tem de pagar e isto é de loucos e estão todos no mininimo, os que governam e fazem as leis loucos, e nós que assim os deixamos tambem e depois isto de estar a pagar relatórios, que se tem de escrever, parece-me um roubo à mão aramada e deveria o supremo se existisse, impugnar tal lei, e velar para que a policia tenhas os meios de que necessita para fazer cumprir sua função

país de brincar!!!
e enquanto estive no rio, assim se ordenaram as letras

Ah Senhora Rainha Mary do Reino da Dinamarca, Seu Gentil Esposo e Seus Filhos

Bem Haja Sempre Sua Família, Meu Voto e Minha Protecção a Vós

Ah Senhora Rainha Mary de Tão Belas Armas e Brasões

Cada vez que Vos olho, se me Alegra meu Coração

Vejo em Vosso Olhar, a Força de Vosso Coração

É Beleza que Irradia e me Alegra a Visão


e me perguntava há dias dentro de mim em meu coração, o porquê de meu engano ao celebrar o nascimento do Vosso Segundo Filho

escrevera filândia e hesitara na escrita da palavras muito tempo, sabia eu no momento de sua escrita que assim não o era, sem bem o saber, e não me recordava no momento, do certo ser.

a aguia do conforto dos bebés peixinhos do oceanário, me fala agora o doce vento do espirito neste final de tarde a entardecer, sentado defronte a ele, e o comboio azul e oiro, agora mesmo a passar, veiculo longo da mordida do Tejo do puma do centro de trabalho da ad de espanha

e em meu peito onde mora o pensamento e o pensar, trazia o pensar a imagem de hoje de seu novo brasão, que escolhera, a aguia real com duas cabeças no alto do cume do espirito, a tudo bem ver



o namorado perdido, sic, ruber band recycled, afligi-me ao instante meu peito, seu interior, assim ele sente sempre que ouve falar de amores perdidos ou do que fôr



sedas dos tubarões dos turbilhões do vaso act, invertido, paixões rubras e o vento mais forte ao momento se levanta.



nesta tarde prazenteira de todos os sábados, as famílias passeiam à beira mar, os bebés em seus carrinhos caminham ao sol e quando se cruzam comigo me olham e ficam a olhar e trocamos pensamentos bebézianos, que é só uma palavra para sorrisos de amor.



três jovens que passam trazem~camisas com motivos alusivos a piratas, electricas, electrecidade quente do coração ao navegar



morna a tarde de Sol ao Sol, os sorrisos sorriem muito, sairam a rua sem preocupações, são belos todos os sábados, asssim , as gentes tranquilas e relaxadas, bela a vida e o viver.



bambis calçados da terra das madeirasm w7, 08 com um golfinho rosa e negro,zap betsy boops das rodas deentadas aparecem numa perna que espreita por detrás da arvore, o namorado tira do outro lado a foto, por detrás da aravore, do surf electrico de 76, 34 e ouço ao momento, um comboio ao fundo a passar, um saco com um alvo do continente e passa um menino de mão dada com seu namorado, com o que parece ser poliemilite infantil, Meus Deus, como é ainda hoje possivel.



e vendo o que ia se vendo, recordei que meus passos voltaram de novo à rua, aquela rua ao pé de mim onde se deu uma estranha visão do interiro de uma chamine que era negra negra de seu fumo, em contraste com o brilhante do aluminio de seu fora, estava eu em fernte a andorra, ao consulado e agora de novo ao lá passar, me dera conta que é tambem as instalações da filândia, era esta terra que sabia naquele momento ser e que se me confundia com dinamarca, ereiam portanto dois os locais, ou só um deles o eixo onde essa visão já aqui em pormenor relatada, se estruturava, ou se estruturara, quanto existe um antes ou depois, ña continua esfera da vida e do viver.



no banco às listas amarelas e azuis onde estou sentado a escrever, agora me voltei, uma senhora com unhas azuis sobre o amarelo e o branco das costas do banco, tem dois grandes aneis d´oiro em seus dedos da mão e o pardal pousa na linha branca das pedras do chão.



tem borboletas a senhora das unhas azuis em suas costas, amparando a tua queda da cruz, me diz o pardal, então, a flor verde que apareceu à superficie vinda do fundo do mar e da suiça, a ver as vistas em Lisboa do x no principe da rosa de 89, olissipo, o frio gelado das chamas do advisory parental do pe, lust, pride and greed, ds xx, rts 2006



Ah Senhora Rainha Mary, todos os bebés aos colos reais quando aprendem a acenar, enfiam sem querer nas vezes os seus dedinhos nas vistas dos pais, assim o sabe meu coração e meu viver.



vejo a Aguia e me lembro da senhora que ~em noite vi à porta do hotel do besouro no bairro alto. uma noite ouvi, chama-se sarah, a Senhora, senm ter a certeza que sobre sua graça me respondia, agora o ruido diz-me que sim.



estranho é o amor, nas vezes, um simples vislumbre, uma situação rápida e estranha e é quanto basta para em nosso coração se entranhar



corações com muitas rosas a voar e o menino passa aqui com as cores, azul, laranja, branco e negro e uma pequena semente larva de pinheiro, sem o ser, do banco voou agora ao chão, e o pardal mostrou-me um tronco de madeira, como uma vara espetada ao lado de outra, no circulo de terra ao lado de uma aravore, a seu lado saem do chão raizes tuberculos como batatas, levanto-me e vou lá mesmo verifcar os estranhos bolbos, que ali estão.



uma Mãe passa com uma mala de pelo muito fofinha, tem um borboleta tambem de todas as cores, é bela ao olhar e convida a mão a festejar.



t ugart, passa menino com cara pintada de homem menino aranha, um saco me diz, assuma o controlo, de quê, Meu Deus e a resposta não tarda, como sempre , da roda do lemedo mar no cordão doirado com a cruz sobre branco.



tokoshima 08, flores vermelhas sobre preto numa saia em belo padrão, avilhão do conhecimento, ave grande do conhecimento, lois, lo is o mergulhador pequeno em frente ao oceanário



um coelhinho branco preso muma vesica rosa de um triciclo, só vem o perigo, estas crianças, diz-me a avó ao passar



levantei-me para me vir embora, apareceu agora uma cruz no céu, um estandarte azul, outro vermelho, frapeiam no vento em cimo de dois postos recortados no azul do ceu de fim da tard, uma carrinha da exposição ciência viva está a entrar na garagem, a torre do gás no eixo, gritam ao momento crianças, a fugir da explosão de agua do vulcão, vejo a lua e o mundo no meio do pátio, reparao na linha vermelha que marca o equador, o mundo está de pernas para o ar, é o que vejo cruzado pela linha é a américa do sul, o seu norte, de pernas para o ar, os coloquios em ciclo são, uma questão de sexo, na aparência trocados, assim ilustra sua imagem, onde um rapaz tem uma boneca ruiav de trapos em sua mão e a menina a seu lado uma bola de pentagramas negros e brancos, ouço sirenes ao momento, semi circulos como no parlamento, banco das ondas da garagem da spot tv, duas ondas se entrechocam, sob o fundo de mosaicos roxos e brancos, handle with care, the happy meal, 36 az de 75, farmácia JN, 97 dl 07, ao sesenta e nove do corte inglês, gritos de novo das crianças, 94 TD, vinte peões na passadeira ao rebentar da onda

depois no caminjo, x na serpente C do no, spye w 5 serpente , viu

depois Amada aqui cheguei onde de novo estou, e escrevi o que pelo fim da tarde publiquei

rc, rádio controlo ao Y do i, da vareta
rcoyi

do buzz do fernando , zagalo, gato, do vaso do fernandes forte,

bzfzgyff

ijsvsffx

o principe da vara, em serpente dupla ao vaso de ff, o que o marcou, com um X

che, et tambem do zorro b, kapa do partido nacional, ou das n marxcas a paulo

li, o dj B ou o lio do dj B

vaso do gato ua e K
Ah Amada que não me dizes quem és, letras de outros me dizem que eu teço elogios a muitas Senhoras menos a Ti, e isto sim é fado que me assusta, porque se tem medo sempre de perder a quem tanto se ama, mesmo quando não se conhece ao perto pertinho e agora vinha vindo do rio, e olhei uma parede que tinha escrito no vidro, queres namorar comigo, dois quadradinhos de opção, e um x no não, obrigado por debaixo, fui, e eu olhei e vi no edificio em frente da sony, e no angulo da visão da proa estava Ny, e então foste para NY e eu aqui fiquei a ver navios, ainda, que são sempre belos de se ver, mas melhor mesmo seria eu navio de Ti, tu navio de mim, e depois, e lá dentro do edificio em construção, que mesmo parece este desencontro em que teima O Nosso Amor, está descarnado as paredes e o chão e da coluna montante dos cabos electricos, desce um que atravessa o chão como uma serpente curva e entre na casa de banho e o cimento o fez e faz, assim sobre o outro cru do chão , que estranho acerscento, que se devem ter esquecido da luz, ou algo asssim, e depois ao lado reparo num belo café onde agora estou a escrever, e quando entro dou de caras com uma bela menina que trago em meu coração, kristen dunst, vestida de rainha e a bela cantora doce do outro lado do rio em sua voz muito doce, canta tens vinte minutos para mudar a minha vida, e ao lado um outro cartaz que fala do caos, dejá vu e outro ainda a coragem do guerreiro, Ah Amada, que É o Amor que É Corajoso e Coragem, Ah Amada que Tu És para mim a Coragem, A Alma da Coragem que me Alumia e Guia e a música continua e diz, que teu perfume ainda está na sala, e insiste nesta pressa de te encontrar, e muitos dizem do mesmo, e perdido estou em , com os navios ao longe no Tejo, e a tarde está doce e me recordo nestas imagens de ver os cesto das vindimas no norte deste meus país, no rio Douro em cima nos montes lavrados como Teus cabelos, as cestas das vindimas que me recordam a minha meninice e e me salta a memória Kristen, que trago em mim na lembrança amiude e de a ver nesse mesmo tempo, ao espelho, suas costas desveladas, como se fosse Ela a imagem no espelho, que desnudava assim as costas e me lembreo de miss kafka e de a ouvir dizer que muito lê Sagan que eu tambem muito Amo, e era bela a imagem e não sei porque mas sempre achei muito bela, e Tu certamente serás assim com ela parecida, Bela e Rainha de Meu Coração e depois e depois tudo isto mergulha em outras memórias que procuro e que ainda não encontrei, que despertaram em noite recente ao ver de novo o pátio de uma casa de alfama, onde um dia falei com um menina, que não sei quem é, pois algo de muito estranho depois por terceiros, foi então operado, e mesmo esta parte ainda não está clara e prende-se com evocações que apareceram em noite recente em telheiras, numa história muito comprida que os azulejos contam, e depois Amada e depois Amada , ouço nas trovas do vento, que eu não quero contigo assumir namoro, e não é assim, quantas vezes já to pedi, e ouvi agora ao pé do tempo de aqui entrar que eu tinha tudo para, e eu sei que sim, mesmo quando antes temos um medo pequenino do que ainda não é, todos os desportos numa só loja, que sim, eu o sei, e em dia recente cruzei-me no rato com uma menina, que parecia a Kristen, e sorrimos muito quando um por outro pássamos e eu fiquei a vê-la e a vi já ao fundo de mão estendida como se fosse uma cadelinha a dar a pata e tinha em sua mão uma luva negra sem pontas nos dedos e levava uma gabardine com pinheiros verdes que eram todos mansos em meu olhar e eu fiquei a sonhar, de ser caozinho tambem e com minha lingua lamber em doce sua mão, e é assim quando o coroção vai ocupado sem mesmo saber ao perto por quem, mas o Amor não tem perto nem longe e sempre está. Ah Amada, falava-te eu aqui em letras recentes do dom de outros casar e dizia que pena era ainda não me ter lembrado da parte de Te encantar, mas não posso assim fazer, assim não faz o Amor a quem se Ama, pois o Amor é o Amor Por Si Mesmo e não se encanta o que É Encantado, é quase como um pecado, só me fala o sussuro do vento de pequenas brisas de medo e hoje eu vi , uma resposta de uma casa que se calhar é a minha, tinha dois trípes nas pautas de linhas do quadro e apontavam duas casas, que seriam outras, numa mesma, e recordei, uma senhora que só vi uma vez, que faz investigação sobre som, Ah Amada se eu soubesse cantar, chamava-Te muito Muito, e Tu Chegavas e Era-Mos então o Poema que Somos Inteiro e depois Amada se vivemos um no Outro como vivemos, porque não me dás tua direcção, e ouço no vento às vezes que asssim tem de ser, que faz parte da nossa prova e da prova do nosso Amor, e olha que não, Amada, o Amor sempre Quer Quem Se Ama Junto Juntinho, Assim Florescem as Rosas Entre a Lua e o Sol
Ah Amada, que sai do café e entrei na esquadra e lá estavam três policias e lhes disse boa noite, venho apresentar uma queixa, está pr escrito, tenho aqui em duplicado, fica com uma e protocoliza a recepção da outra, com um carimbo e uma assinatura de forma a eu ficar com prova de que a entreguei

um muito curioso logo disparou em palavras, uma queixa de quê?

olhe é uma queixa muito complexa com diversos crimes de diversa natureza, por isso escrevi esta sumário, que remete para um local público onde está o meu depoiemento por escritoo senhor mais responsavel, simpatico, pegou então na folha e nos sentamos e leu uma vez e outra e ainda outra, e não sei mesmo se mais, depois me disse que nunca tinha visto nada assim, entendendo-se , que nunca assim lhe tinha sido apresentada uma queixa e eu lhe expliquei que tinha ido três vezes ao dipa, onde provavelmente pela natureza dos factos, muitas das investigações deveriam concerteza lá ir parar, e que à terceira vez, me disseram para o fazer por escrito, numa esquadra da policia de segurança publica e assim lá estava eu, que certamente devido a complexidade e extensão não iriamos passar agora, ali naquele momento, a noite a prestar declarações, que me protocolizasse o papel e depois de estudarem o asssunto em minúcia, se quissesem concerteza que lhes prestaria as informações que achassem por bem pedir em forma complementar

e disse-me senhor então, deixe-me falar com o meu chefe, para eu saber o que fazer e eu lhe respondi, vamos lá então falar com ele,

que não, porque não estava lá

está bem, eu estou a escrever aqui ao lado, amanhã posso por cá e deixo-lhe então o papel queixa e sua cópia e uma boa noite para os senhores

teria eu andado quinhentos metros que fosse, a caminho de casa, quando o telefone tocou, era o gentil policia a me dizer, que teria que ser na segunda feira porque o chefe estava de folga e assim ficámos.

depois ouvi no espirito, que o homem teria sido o número x, que não importa ao certo para o assunto, da assembleia geral de 85 e me subiu à memória uma história que uma amiga minha em dia recente me relembrou, que eu já a tinha esquecidocontou-me ela de uma noite em que estando ela a dormir uns dias na casa onde eu a mónica lapa na altura habitavamos, telefonaram para lá a policia, a policia da esquadra de Stº Condestável, era madrugada e fomos todos acordados pelo telefonema e um senhor que se identifcou como sendo da esquadra e policia disse que estava a telefonar por causa dos senhores que estavam em casa da minha amiga e aquilo era para chateara e pressionar, e eu já na sala , pedi à minha amiga o telefone e dei uma descasca no senhor, que aquilo não eram horas de se telefonar para casa de ninguém e por aí fora, que aquilo era persiguição e intimidação, e que estavam a ver o assunto ao contrário, quem tinha direito no caso era ela, e não quem indevidamente a casa lhe ocuparaa situação, fora que minha amiga durante uma viagem, deixou pernoitar uns estrangeiros em sua casa, creio que brasileiros, e depois quando voltou eles não queriam de lá sair.

pelo que o espirito me contou, teria sido então um senhor policia da esquadra, e eu que quando ela me contou a história há pouco tempo atrás , nem dela me lembrava, juntando os buracos, deduzo que aquilo fora mais uma malandrice, e que a defesa com razão que eu fiz da minha amiga, terá servido depois para me cruxificar, se é que não mesmo a outros e com coisas bem piores.a me acrescenta o espirito, que o homem da esquadra desse tempo, que nem sei mesmo quem era, fora o filho da babilónia da serpente da inversão no dia da humanidade e acrescenta, do ps.e me sobe agora tambem à memória, o que vi e aqui dei conta do que o espirito me desvelou no bairro de campo de ourique, e sobretudo de um negro perfume de um homem que seria abusador de crianças , factos que aqui neste livro na altura do acontecer, aqui dei conta.

em suma, Amada, ainda não foi desta que a queixa foi apresentada, terei que aguardar até segunda à noite, altura em que de novo lá passareiperguntava-me o gentil policia que me recebeu, se eu era escritor, a minha profissãosei lá eu o que sou, sou filho de Deus e faço muitas coisasda ultima vez que tive uma profissão, era realizador, produtor, almeidinha, homem de limpezas, professor e sei lá mais o quê, agora me vou sempre espantando ao ver a continua maldade que alguns homens fazem a outros, por mando de outros, nas suas servidões por medo e vénias de protecções de falsos poderes e me pergunto mesmo, Meu Deus, que mais se terá passado nessa altura, a quem mais a confusão criada alcançou, e se alguém se terá magoado, ou mesmo sido morto, porque a maldade, quando posta em andamento, nunca se sabe onde vai parar,

acrescentou-me o espirito que o incidente fora da pena, da escrita, daquele que arquitectou o negro enredo que tem sido lançado sobre a minha vida