segunda-feira, junho 04, 2007

senhor juiz rangel, irmão do outro senhor rangel da televisão, mão direita de balsemão durante anos a fio, que em outro dia assinava uma carta aberta ao presidente em sua columa aberta no correio da manhã, e que em dia mais ido mas rerente estava de tala na mão que segura o golf do taco, li com atenção um seu artigo recente em que dizia da enorme dificuldade em julgar, que sempre que assim acontecia, uma parte de si morria, e bem verdade assim o é, para certos homens, que outros parecem ter a estranha habilidade de dormir bem em suas almofadas das iniquidades e injustiça que com outros praticam e dizia tambem o senhor, que os juizes não eram nem homens falsos nem corruptos e esta sua afirmação prova exactamente o contrário e por isso lhe pergunto nesta forma frontal, aberta e publica, se por acaso o senhor não o será, e explico-lhe em pormenor a sustentação de tal suspeitar.

eu por mim tambem morro a cada vez, num certo outro julgar, morro perante o desvelar da multipla e imensa expressão da maldade quando ela se corporiza por mão humana, às vezes me dá mesmo uma especie de enjoo perante a compreensão do mal, quando o realizo, quando entendo como ele é e foi feito e se apresenta, outras, nasce em mim, um nojo, muito grande, e outras ainda, uma coisa pior, uma raiva súbita perante a imensidão da maldade, quando assim é, ao ter consciência que muita feita, resulta na morte de muitos, mas mesmo muitos e esse é o pior sentido, pois dá imenso trabalho a sublimar, e o que apetece às vezes mesmo é matar de seguida, pedir a Deus em Deus que se abra ali mesmo um buraco directo ao inferno e os trague de uma vez inteiros, mas não deve assim proceder um juiz, nem o mal que se paga com mal, menor mal se torna, a conta é sempre a somar e o saldo negativo sempre a aumentar

começo antes por realçar o que de bom vejo em si, pois um juiz olhará sempre para o homem inteiro, e se tem então que o julgar, deverá talvez por correcto e justo exercicio começar pelos seus lados positivos, porquê, o ouço me perguntar, porque assim faz demonstração cabal perante sua própria consciência que a ele se religou, que o vê como homem, que com ele conseguiu estabeleçer um laço da compassio, da compaixão, que como se recordará e nos recordamos todos para além de ser uma das virtudes cardinais do julgar, quer dizer etimológicamente, ou seja na raiz da palavra, a capacidade de sentir o outro, que é sempre igual e diferente, mas que sendo igual, em parte , uma parte, a semelhante e igual, sempre permitirá estabelecer uma ponte para o compreender, e compreender seu agir, digamos que assim o homem que julga não olhará à priori o que é julgado como um extraterrestre, aliás se o fosse, como o poderia julgar?

e vejo em sua face no retratinho que de si aparece em sua coluna, um homem sorridente com olhar determinado o que são duas boas qualidades e melhor quando as usamos e nos apresentamos assim, porque assim vai nosso coração, junto.

e depois leio suas letras e elas me desvelam em sua maioria grande, um homem com conhecimento do mundo e dos seres, que é sempre base necessária para um bom julgamento seja do que for, pois a justiça se baseia no conhecimento e no conhecer, no conhecer directo de mão na massa e não da distância asséptica das cátedras e nesse sentido era bom que todos os que julgam passassem à laia de estágio uns tempos nas prisões, as mesmas nas exactas condições que tem aquelas para onde enviam seus irmãos quando é caso disso, no entender das leis e dos sistemas tortos de justiça e de penaliação, pois eu que as conheci por carne, sei delas, que não cumprem em minimo que seja a função que pretensamente lhe são atribuidas, pelo menos uma parte delas, a de maior importância, que é a recuperação dos homens e já neste Livro da vida por palavras extensas isto narrei e sobre o vivido em extensão reflecti e fiz demonstração da sustentação desse ver, que é o que deveriam fazer as sentenças, todas, não se limitando à sentença, mas apresentando o metodo e os tijolos em que a assentaram.

outro homem ligado às lides da justiça, muito me decepcionou em dia recente, um homem que entre outras coisas diz-se ser, crente a Deus e que desempenha funções de importãncia numa organização de elevado mérito no mundo inteiro, que dá pelo nome de Rotários, ao dizer que os juizes deveriam manter a distância, e não dar nunca explicações de seus julgares, pois em seu entender, se assim o fizessem, perdiam a sua autoridade e o respeito que deriva do exercicio da autoriedade e desvelava assim que trás dentro de si grande confusão sobre dois termos próximos mas distintos, autoridade e autoritarismo, e por consequencia desvela igualmente da sua incomprensão, sobre o que é a autoridade, pois autoriedade se faz e se adquire por demonstração, autoridade é o que se tem, quando os outros a nós a atribuem porque entendem pela postura e pelo agir de um homem, que ele é justo em seu coração, que trás a justiça em seu coração, e não esquecendo num dos extremos desta matéria, que qualquer homem é capaz em determinadas situações de matar a um outro, e algumas são mesmo excepcionadas na lei de Deus e dos homens, a quem não se nega o direito de defesa, segundo o principio da proporcionalidade da resposta, que é sempre terreno movediço de avaliar.

uma Senhora, uma esposa matou seu marido, ao que parece um senhor que a terá aterrorizado e e escravizado durante toda a sua vida e o tribunal, acabou de absolvê-la, considerando que ela agiu em legitima defesa e assim é e será desde que os senhores aprovaram e deixaram aprovar e tomar forma de letra de lei, uma outra lei, que contraria a Mãe delas todas, onde se afirma o principio da inviolabilidade da vida, sem excepções.

merecia o senhor morrer?, se calhar sim, se fosse o tirano que a noticia retratava, mas antes de se resolver assim a questão, na luta pela liberdade de um ser oprimido, onde mora a responsabilidade desta situação? porque não se conseguiu a senhora libertar de outra forma?
terão tido filhos juntos, mesmo debaixo da maior tirania? se sim, como explicará a mãe a um filho que matou o pai? como verão os filhos isto, quando adultos se tornarem, terão perdão a sua mãe em seu coração?

e haverá mesmo quem diga, que até é melhor assim para eles, que crescerão sem estar sujeitos as mesmas sevícias, mas a violência mora sempre em dois lugares do uno lugar, pois nenhum furioso matou alguma vez uma parede imovel, quieta, muda e surda em sua indiferença

qual é a responsabilidade de todos, os vizinhos próximos e nós que estamos na aparência mais afastados, mas que nunca deixamos de o ser, em deixar assim, este acontecer? dormiremos porventura melhor, depois de uma sentença lavrada, como quem pensará ingenuamente que a questão está resolvida? ou iremos continuar o julgar, que é como quem diz a reflexão, a reflexão sobre o entendimento do que se passou em sua extensão humana, no sentido de comum, pois não é caso isolado, e só descansaremos quando alterar-mos o que for necessário para que estas situações tenham menos possibilidade de acontecer?

seria bom se assim fosse, mas não parece ser esta a forma de entender a justiça, e depois senhor juiz, qual justiça se ela não funciona, se o sistema está corrumpido em larga extensão?

é este caso e sentença, a imagem mundi disso mesmo, a vitória da justiça por suas próprias mãos, reverso do outro lado dela, da sua falência nas formas que o regime para ela trás instituidas.

imagem premonitória, terrivel imagem , em parte, do que se irá mais passar, se os homens, que não mais parecem aqui existir, a si tenho tambem que nesta categoria o incluir, não se resolverem de vez a mudar esta matéria, e as prepotências continuam mais que muitas, dava conta a associação dos juizes, que o governo não os tinha mais uma vez ouvido nas reformas, melhor será dizer, remendos, que na area prepara.

marcelo rebelo sousa, como agravante, dizia no mesmo tempo, no mesmo falar e no mesmo sermão dominical, que em relação a outras areas publicas, que o julgar tambem sempre o é, porque para ser publico bastam dois, e os crimes ocorrem sempre no espaço comum e interpessoal, que aí nessas areas , sim, era preciso defender a transparência que implica sempre e trás consigo a vertente pedagógica do ensinar e do explicar e de explicar que se fez assim e não assado por esta ou aquela razão, e desvelou assim que é homem de dois pesos e duas medidas, o que nunca abona em bem, a um homem, para além da confusão que trás em si sobre estas matérias e me subiu à memória o mesmo senhor à uns anos na sua candidatura à camara de lisboa, a atravessar o tejo a nado, o que é mal exemplo se entender-mos que um homem não deve publicitar actos que ponham em causa a saude publica, á laia de exemplo, de nem sei bem o quê, que saberá nadar e que é um grande nadador, de que aguas não sei, ou melhor sei-o agora, de aguas turvas de dois pesos e duas medidas que é onde geralmente vivem os tubarões, mesmo que da familia dos missionários de catedra de domingo de televisão, disfarçados de doces pastores.

e pagamos nós todos uma taxta para ouvir este senhor semanalmente pregar e fazer de juiz, pois vai dando notas a uns e a outros.

em relação a si, senhor rangel, razão tem e convem mesmo dizê-lo em virtude do situação, no seu comentário sobre os argumentos que um seu colega juiz em sua função alinhavou para justificar a sua decisão sobre o estupro ou abuso de um menor, pois efectivamente o senhor parece não saber da vida o necessário e o sufeciente para casos assim julgar, e se calhar a outros, pois a lei é clara nesta matéria, existe uma idade até à qual a sexualidade de uma criança ou de um jovem é considerada inviolavel, e uma outra regra, que é sempre primeira a toda esta questão, que a sexualidade qualquer que seja e em que modo for, deverá sempre ser consentida mutuamente, e que pelo que se soube do julgamento deste caso, não foi a situação que aconteceu, e assim sendo, é sempre, e foi um abuso, mesmo que a vitima tenha tido prazer, como pode nestas situações, mesmo que obrigada, acontecer.

as atenuantes que sempre se consideram, à luz do principio geral da compaixão, são de diversa nartureza na conta e no contar da penalidade, e todas elas concorrem, cada parte, para o todo do resultado e da pena aplicada, e tambem é um facto que cada caso é um caso, se assim não fosse, não seriam necessários nem juizes nem julgamentos e as penas estariam tabeladas e seriam decididas por via adminstrativa.

uma coisa é a inepcia, outra a corrução, e outra ainda a falsidade, e à falsidade, todos os homens estão sujeitos, se a ela se vergarem sejam quais forem os motivos para isso, que são muitos e tentadores ao que parece, ao obseevar as praticas e os resultados e o numero e grau de corrupção, e se a corrupção, a mentira e a falsidade são por assim dizer práticas negras a que muitos aderem, não se pode dizer que uma determinada classe de homens ou grupo, será sempre por defeito imune a ela, e ao dizê-lo assim como o afirmou, levanta a razoavel duvida lógica, se não estará a dizer de si mesmo, de forma escondida ou encapotada, na verdade o ser, nem se entende que se assim o diga por defesa de classe, nem à razão para defender a classe, visto que os juizes na lei portuguesa na maior parte das situações de julgado actuam em termos individuais, nem são as classes responsáveis pelas sentenças.

e depois sabemos as pescadinhas de rabo na boca que existem em portugal no dominio fundamental para a sanidade do viver publico, chame-se ré publica ou o que for, da justiça, que é trave, angulo e base do harmonioso viver, e assim sendo, defender a justiça e defender a classe não serão obviamente coisas distintas e o que é preciso é ter uma justiça, separada realmente dos outros poderes publicos e de ela ter os meios, as condições e os procesos de funcionar em brevidade, porque quando o faz, agrava e se torna injsutiça, que ela seja transparente demosntrando assim a sua autoriedade e que não funcione com diversos pesos e diversas medidas e ainda agora, mais uma vez, se fez prova produzida e cabal das dependencias dos processos das nomeações, quando um juiz pelo governo foi para o tribunal e depois saiu, pouco tempo depois de ter entrado para assumir funções governativas, tem que existir clara separação de campos, de funções, de atribuições e de estatutos, tem que ser exclusivas as carreiras e garantidas as condições reais para que assim em dignidade sufeciente o sejam, para que a falta delas, não sirva de pretexto da negra tentação, como narrava recentemente no caso da policia que alterou o relatorio, porque se não, iria ter que pagar de seu proprio bolso

e deverão os juizes ser nomados entre os seus pares e sujeitos a plebescito directo aos e pelos cidadãos, que isto de poô na mão das lojas ou dos goverannates que mudam ao fim de uns amos, ou seja do que for, tem dado o negro resultado que tornou insutentavel a justiça em portugal.

e deverão existir organismos de cidadãos que avaliem em continuidade a função dos juizes e do julgar e que possam mesmo os demitir caso seja esse o caso e situação.

senhor juiz rui rangel, já eu interpelei em forma publica, já eu em forma publica dei conta de acontecientos que pela proprio lei deveriam tre sido no imediato alvo de investigação e tal não aconteceu, já eu dei conta de forma estruturada, e sei que sabe que assim o é, de um caso de corrupção que me trás afastado o filho há quase dois anos, já eu aqui interpelei o presidente do supremo, os governantes da nação e nenhuma resposta tive.

Pergunto-lhe o que acha que deverei fazer, pegar numa pistola e começar aos tiros?

o silêncio com conhecimento é aceitação, e quem cobre crimes de rapto e tortura infantil deles se torna cumplices e portanto se o vosso silencio se manter, das três uma, ou vos dou ordem de prisão e vos passo condenação em anos de cadeia efectiva nos tramites da moldura penal para estas situações existentes, com a agravante máxima, visto que os senhores todos, são os que mais responsabilidade tem nestas matérias e a elas se eximem, compotando-se como surdos, cegos e mudos ou, pego numa pistola, e começo por matar a mãe, a juiza corrrupta os advogados corruptos, os psiquiatras corruptos e por ai fora, ou em Deus, peço para vos levar de imediato para o vale do inferno eterno.

se um cidadão não tem resposta nem dos governantes, nem dos juizes, nem das policiase tendo o seu filho sido à força raptado e dele mantido afastado, se o cidadão não pode nem mesmo trabalhar neste páis de corrupção onde qualquer um ou grupo, pode assim o impedir, ficam sem efeitos os seus direitos fundamentais que as leis garantem em sua letra e papel e se assim é, o contrato social, está no preciso momento, rompido, não cabendo quaquer responsabilidade, dever ou direito, outro, que a defesa dos direitos naturais de cada ser, sua liberdade de ser, de viver com seus filhos, e de poder ganhar a vida para ter de comer e um tecto para se abrigar

e sendo assim, diga-me então senhor juiz rangel, se depois de eu matar uns tantos com as minhas mãos, se lhe aparecesse em sua barra de julgar, como então me julgaria, que sentença me daria, declarava-me culpado, ou declarava-me inocente e herói?

por mim, enquanto nenhum de vós, da vossa classe, me der resposta, estão todos preventivamente suspensos, pois assim pelo menos mais mal não poderão fazer, dizia hoje jorge miranda, homem de ver avisado, que a nova lei, pretensamente para seraplicada às partes, desvelando mais uma vez a perversidade de quem as propoem, criando estados dentro de estados de excepção, que a suspensão preventiva de mandatos, contraria a constituição e i o principio da presunção da inocencia, e assim é, mas para que vos preocupeis, oh loucos e hipocritas, pois não é verdade que outras leis axistem, que são feitas e estão em prática ao seu arrepio?

a solução passa para que a investigação seja articulada desde seu inicio com os juizes, pois pressupôem-se que são todo muito competentes, sábios e sabedores, e assim sendo e assim procedendo com rigor e iluminação, certamente não levantarão processo a ninguém, se não existirem suspeitas e provas dessas suspeitas com solidez necessária, não é verdade, oh génios da escuridão e das trevas?

pois tambem é verdade que a corrupção está por todo o lado, ou ainda alguém disso pode duvidar? do que não há mesmo dúvida é da impunidade que reina face a estes fazeres e a quem os protagoniza

diga-me por fim senhor juiz rangel, se for homem para me responder, serei eu o radical, serei eu o assasino, ou serão os senhores, se tal assim vier a acontecer?

sabe, ainda ontem fui de novo à esquadra de Stº Condestável, não estava lá o policia que ficou com a queixa escrita que apresentei, nem deixara indicação a quem lá estava de turno sobre o desenvolvimento da matéria, dizia-me quem me atendeu, é ele que tem o assunto em mão, e assim quando assim é, deve ser ele dar-lhe continuidade, disse-lhe que me parecia bom principio, mas que nesta situação, em que existem crimes, talvez não seja de assim ser, se a coisa assim se arrasta, ou não será assim?

em suma, depois de três idas ao diap para apresentar uma queixa, de o ter feito na esquadra, em termos que só posso considerar como condicionais até ao momento desta escrita, tenho que concluir que nem uma queixa se pode apresentar, irra, porra, país de brincar!!!

é porventura o senhor o quarto juiz , ou foi o quarto que me condenou, do beijo invertido e anzol ao forte, do vaso da au em 99?

se o foi em que tribunal foi, visto que nos que estão a descoberto, em nenhum foi?
quem foram os conjurados, os onze ou treze homens em raiva?
e qual foi a acusação, e qual foi a sentença?
e se estavam raivosos, porque não foram eles vacinados?
e que raios de tribunais são estes?
qual o seu papel neles?
é o senhor membro da maçonaria ou de outra organização secreta ou meia secreta?

os gritos do homem da T do x no B do C

e por fim, por agora, lhe digo uma coisa a si e a todos os juizes deste país sobre o caso chamado de serial killer, é evidente que a morte das três jovens foi por assim escrever em forma abreviada a manivela do dinamo do homem do vaso invertido, e cimento das grandes desgraças que se provocaram no mundo, em meu ver, os atentados em madrid e londres, portanto livrem-se os senhores de fazer do homem, bode expiatório deste caso, e eximir as responsabilidades de quem por detrás as tem, que são muitos, dois semi circulos de onze seres, ou seja vinte e dois e uma serie de mortes por detrás para alimentar o vaso da negra energia que foi usada para as explosões, o céu em fátima disse-o claramente, e já agora, vejam lá se instalam camaras em todas as esquadras do país , em todos os locais que possam ser usados para interrogatorios, para de vez se acabar com as dúvidas das prepotências e agressões dentro delas.

a serpente c, kapa do pc, dc, che rato, o rato che de dc
e como vão dizer que não é bem assim nem assado nem cozido e vão alegar que já recebi um oficio e a verdade é sempre para ser dita, é verdade que passado mais de um mês um recebi, que assim diz, que serve para dar conta que vão proceder a averiguações e que depois me enviarão outro, sem mesmo especificar quando, sobre as conclusões do mesmo, e acrescentam logo muito depressa, de todas as formas informamos que a eventual responsabilidade nunca será do departamento que o envia, o que não deixa de ser curioso, pois se ainda não averiguaram, como podem afirmar antes qu não terão nunca nenhuma responsabilidade no assunto?
mail enviado agora mesmo à Senhora Marina Ferreira da Comissão Administrativa, não sei bem de quê, da aparente camara de lisboa, que estando ao norte do Tejo, e como não existe, mesmo tendo na aparência dez mil funcionários, deve querer dizer, que o centro do país tambem já desapareceu, que bom, só falta mesmo o norte, para o fechar de vez, bem hajam, boa tarde e boa sorte


Senhora Marina Ferreira

Espantariam-se meus olhos e meus ouvidos se ainda se pudesse espantar, pois devem viver os Senhores aí nesse local, no permanente labirinto do Inferno, que nem Dante se lembraria de assim o descrever, sendo que sus Obra implica sempre algum conhecimento directo dele e portanto talvez mesmo melhor fosse com a experiência do diabo que aí se pressente, cheira e por todo o lado irradia, se dedicassem a escrever sobre ele uma obra, melhor viveriam e vivem os cidadãos quando cada um se dedica a sua própria natureza e menos chatices se provocam nos inocentes.

ando há mais de um mês nesse infernal labirinto a tentar obtre uma simples resposta, quem é que na camara e quando é que vou ter uma resposta à queixa que apresentei e ninguém, friso ninguém entre os mil departamentos e pessoas que contactei, me foi capaz de dar singela resposta e só vejo as manhas mil dos diabos e seus servidores, aqueles que criam as confusões para melhor reinar.

é esse o significado profundo etimológico de todo os prefixos, dia, que se bem se recorda quer dizer divisão, e das divisões nascem todos os males como todos sabemos

sensivelmente ao fim de um mês, me apercebi que teria que obter resposta em quem de acordo com o organigrama das funções e competências da camara estivesse assim por assim escrever em cima dos mil departamentos que pelo que constatei, são eximios jogadores de ping pong na versão do empurra para o outro e nunca mais ao mesmo, o que por si só já traduz uma errada concepção de funções, dos modelos de organização, comunicação interna, e exercio de responsabilidade, melhor dizer, de profunda irresponsabilidade resultante, porque cada um é sempre responsavel elo que faz e não faz, na forma do feito e não feito e as organizações funcionais, prudentes e previdentes, assim de acordo com a natureza humana se devem organizar.

a questão prende-se com uma questão de segurança publica dos cidadãos e é da responsabilidade da câmara, que sobre ela e por ele deve sempre velar, sendo a segurança, pedra base e angular básico do funcionamento de qu alquer organismo que tenha responsabilidades comuns.

é da responsabilidade da camara na medida que a situação ocorre na via publica, rodovia e passeio, e consequente são questões de solo publico, no sentido de comum, e portanto, sobre a alçada da competência e das funções da câmara.

e sensivelmente ao fim de um mês, alguém, que nem sei quem nem de que departamento, lá interviu no local, que assim está segundo me informaram os vizinhos, no meomento do acidente, há dois anos, e a intevenção não é a necessária, se traduz num pequeno remendo, mantendo-se assim o potencial de perigo, que pela sua natureza pode conduzir ao ferimento ou à morte de cidadãos, se é que tal negra situação não já lá ocorreu e assim sendo desde já serve a cópia publica deste mail, como denuncia e pedido à procuradoria da republica da abertura de um inquerito com vista a averiguar se durante esse tempo, sangue lá correu, se alguns forma feridos ou mesmo perderam a sua vida, e sustentado em suma, a acusação aos senhores que são responsaveis pelo funcionamento da camara, do crime de homicidio colectivo em forma tentada e contínua.

ironia, das ironias,a cereja negra no cimo deste bolo de massa negra do inferno, que em lisboa, por vossas mãos fazeis, e que todos nós deixamos, enquanto continuar este estado de coisas, de irresponsabilidade sem consequências, é que o local, é mesmo em frente da própria procudaroria da ré pública, e assim sendo e estando a situação no local há mais de dois anos, tambem a procuradoria não terá necessáriamente olhos para a ver, visto que até agora na aparência nunca a viu, donde ou são todos em verdade cegos, ou preferem andar por obscuras razões a fazer que não vêem.

e razões devem mesmo existir para que assim seja, visto que o local, e aobra que lá está no âmbito do recria, apresenta ao olhar de quem vê, um conjunto de nós que indiciam, negras situaões , descritas em maior pormenor no relatório que na camara entregeui no dia seguinte à ocorrência, depois de me ter deslocado a pé a três departamentos, segundo vossas indicações, até encontrar o local para me poder queixar.

no entretanto o processo, teve diversos números, por vezes pedeu-se no tráfico imformático, o que deduz tambem neste ponto, uma nova queixa à procuradoria geral da ré pública, no sentido em que o sistema que terá sido por alguém fornecido e instalado, náo funciona como deve ser, sendo que deverá ter sido pago pelos bolsos de todos os cidadãos que quando pagam um serviço, pagam-no para que funcione bem e já deu a volta quase inteira pelos departamentos todos, o mais curioso foi mesmo ter chegado aos jardins, sendo que o problema que lá está é de ferro e não vegetal e o prémio do surrealismo infernal foi num departamento me terem fornecido o telefone de um outro, que quando liguei fui parar a companhia de seguros açoreana!!!

E caiu tambem diversas vezes, em alguns poços negros sem fundo, que devem ser o local dos mais negros abismos nesse camara, sendo o pior deles em termos de funcionamento em loop de rotunda em que se anda às voltas sem se chagar a nenhum outro lugar num departamento de urbanismo.

sensivelmente um mês depois de neste inferno entrar, dei-me conta que teria que falar com a senhora para tentar obter uma resposta a este assunto e há cerca de duas semanas que ando a falar com as suas duas secretárias para tentar falar consigo pelo telefone, e como não sou mais burro do que o burro que sou, nem mais cego do que o cego que sou, nem mais velho do que o menino que sou, fundei certeza funda em meu peito, que como se diz na voz do povo, então aí, em seu gabinete, me andam mesmo a empatar, ou seja, cada vez que se apercebem que sou eu, logo as portas se fecham, e a má educação tem sido constante.

hoje me disseram depois destas semanas de ping pong que tenho que enviar um email para falar com a senhora, e é exactamente este o seu conteudo e as perguntas que como cidadão tenho direito em obter

disse-me ainda uma das suas seretárias, que ierei aguardar cerca de uma semana para saber quando consigo poderei falar e quando lhe perguntei, e depois quanto é o tempo para assim acontecer, nem me soube em exacto responder.

espantam-se os meus olhos se ainda se pudessem espantar e eu que ouço o espirito do vento, quando para aqui vinha lhe escrever e atrazia a si em meu pensar, me disse uma pomba que a senhora era a terceira do quinto, da T, dos furacões, dos azulejos que pavimentam a vinda de cronos!

deverá ser igualmente alvo de investigação técnica com vista a apurar eventual responsabilidade civica ou criminal, o sistema de atendimento telefonico fornecido e instalado na camara, visto as chamadas muitos cairem, e segundo me foi confirmado um dia por uma telefonista, já teriam avisado quem de direito mas que tinha ficado, como comprovei, torto na mesma

ofensa maior para meus ouvidos tem sido ouvir musica de martelinhos em esperas longas entre chamadas ou pior mesmo, as flautas dos andes, que é musica de espirito, e espirito é luz, e tudo o que vi até ao momento é negra luz, ou seja, ausência dela.

e por agora lhe deixo uma pergunta final, se situações destas, que são infelizmente mais de muitos em Lisboa, não obtem resposta na hora, ou na próxima hora de seu acontecer, o que andam a fazer e para que andam a não fazer?

fico a aguardar a sua resposta.

paulo forte

mibbjcgd

a maria bem boa, boa de cobra grande, ao Jesus Cristo, a cobra do gato do dia da cruxificação, deve ser então esta a explicação porque não chego à fala com a senhora

ttoyfa

o todo terreno ao fá do vaso, fá, nota aguda, como lá é Deus, para quem sabe de música, o gato principe da rosa dos dois gatos das operaçóes especiais