sábado, junho 09, 2007

nem de propósito como sempre é o propósito, a marta dos xutos e pontapés, hoje se foi, no aeroporto, meia hora para ser assistida, pois ao que parece não há uma unidade de serviços médicos no aeroporto, que como se sabe só é frequentado por cães, exactamente como nos estádios de futebol e certamente existiram iluminados planos de prevenção de cuidados de saude, que determinam patamares minimos de número de cães juntos em espaço público para calculo e adjudicação de meios humanos e técnicos, mais estranho um dizer que um jornal relatava, que os técnicos presentes, estavam atrapalhados, certamente devido à boa formação e que não mandavam, mandavam em quê, em Deus?, rezaram por ventura por Marta?, ou não mandavam em seu próprio saber, em suas mãos , em seu técnico fazer?

tambem eu quero saber do resultado da autópsia e quero tambem saber, o motivo que a terá perturbado, se recebeu telefonemas antes, quais e qual seu conteudo, e o que comeu e onde comeu, se recebeu cartas ou encomendas em véspera e por aí fora.

à sua familia neste momento triste, meu terno abraço, creio que ela tinha dois filhos.

narrei eu aqui de estranhos ver no acontecer da explosão, que não o foi, foi mais uma labareda que se deu, e ainda bem que assim o fora, pois como me disse um técnico no local, se não tivesse ardido, teria se calhar explodido todo o quarteirão, nas obras do tunel do metro frente ao oculista cristal de oiro, se bem me recordo do nome, do triangulo do marques, que continua com muita frequência nesta negra história sempre a aparecer, ligado tambem às novas comunicaçõese e que mais em mais pormenor será narrado, do homem da loja do centro comercial da av. praia da vitória, do vértice do arco do cego e do que lá aconteceu e me foi dado a ver antes de seu acontecer, de um dos primeiros raptos infantis que se deu em lisboa, do colégio particular do outro lado da rua, de um miudo que entrou para um carro, salvo erro, ainda na década de setenta e de estranhissimos perfumes que diversas tardes nessa zona aí senti.

na tarde em que foi ver o local onde se dera a labareda na construção salvo erro do metro, a sarah adamapoulos por mim na rua passara e me dissera, que no prédio de esquina por cima do oculista morava o kalu, dos xutos, o irmão da marta e eu nessa tarde senti com ela, coisas estranhas que me criaram nesse tempo dúvidas sobre ela, lembro-me de a ter acompanhado seus passos durante um instante, e de ela me dar a ideia de estar incomodada com a minha presença, como se fosse se encontrar com alguém , que não pretenderia que eu visse. ainda a vi de novo no cc do monumental, o mais novo, e depois saiu, deu-me ideia que ela fizera um detour e uma pausa, para depois prosseguir seu caminho, já sem mim.

recordo ainda na manhã do arco do cego, do tal doutorzinho meio aruivado do banco, com quem me cruzei na rua de sua dependencia, de lhe ver de repente na face de sua alma o pânico , dele ter começado a acelarar o passo, de eu ter ido atrás dele, de ter entrado na dependencia do banco, e me recordo de estranho pormenor que aí senti, pois tem o banco um sistema normal de duas portas de aquário, uma abre , a outra fecha e depois abre, e de quando me preparava para entrar, ter tido na consciência que se entrasse, ficaria aí preso entre as duas portas, e sei agora dentro da minha consciência, que aquele sentir ali sentido no momento, era imagem de uma prisão em que me tinham metido, depois entrei e quando o homem me viu, atrás de seu balcão, desatou a correr e saiu para a rua a correr, e eu tive naquele momento a certeza pela leitura dos actos, que era grande a culpa que trazia dentro de si em relação a minha pessoa, eu que não o reconhecia, nem mesmo nesta situação toda,uma palavra trocaramos, fora tudo pelos olhares.

recordo noticia recente no jornal que dava conta que o advogado romeu francês, tinha sido levado para interrogátorios, depois de eu ter escrito sobre o tal escitório onde numa outra manhã no arco do cego, ao pé das traseiras do técnico entrara e onde bebera agua, que não sei de quem é, mas ao ver a noticia no jornal, me disse, será que era o escritório dele? e depois ouvi por diversas vezes no espirito nesses dias que o advogado mentia, qual era a pergunta que ao espirito fazia, e do romeu, pouco me recordo a não ser por via das sduas ligações com a extrema esquerda e por conseqeuência com o mouta liz, filho, e tambem salvo erro com um outro rapaz da amarica latina, creio, que habitara nesse tempo, numa das vivendas da av que parte em curva da av da igreja em alvalade, no caminho do 21, que eu conheçara e depois partira, ele para seu país de novo.

e recordo ainda na av da republica dois pedaços de tardes diferentes, uma em que quando passei à frente da segurança social, onde me poem com regularidades pedrinhas, como aqui amplamente fiz demonstração, na aparência em vão, pois não tive nenhuma resposta até esta data de algum inquérito em curso da policia ou de quem de direito, na delegação que está tambem ligada ao desaparecimento salvo erro de cinquenta e oito milhões de contos, sobre os quais tambem nunca mais se ouviu falar, e ao lá passar,um pequeno furacão, dos meus conhecidos do vento do espirito, em espiral dali se levantou, mesmo em frente à garagem, e eu acabei mesmo por lá entrar, a ver o que se passava, e cheirei alguns carros, oficiais, que tinham estranho cheiro e um outro de funcionário , que seria uma senhora, salvo erro um citroem castanho avermelhado com bancos de crianças, e aí senti mesmo nele ou a seu lado, num outro lugar vazio, o cheiro de desgraça, e de sangue derramado e ficou em mim um sublinhado que aquele aquela zona, onde se pode se calhar desenhar mesmo um pentagrama, está ligado a abusos e crimes com crianças, no tocante à segurança social, provavelmente com instiutições de acolhimento de menores, seja qual for a sua forma, ou organização.

e recordo no final da manhã de S. Vicente, quando o meu primo me deu ali encontro de ter visto um senhor a magnetizar um telefone publico, de a ele me ter dirigido com cara zangada, a lhe perguntar o que estava a fazer, e dele ter parado aquilo tudo, ter sorrido, e eu percebi então que ele era uma especie de juiz, de no posto de telefone, estar um dizer, ligue para o brasil, uma hora de conversação à borla, e depois quando meu primo chegou, lhe dei eu conta do que descobrira de como se fizera a desgraça acontecer no oriente, e lhe fiz uma demosntração no chão das teses e antiteses que foram para isso criados, para alimentar o dinamo, e quando estou no fim, da demonstração, estava o desenho feito a apontar em frente à banca dos jornais, olho, e vejo que é a familia indiana, e meu coração confirmou ali no instante , e chorei que nem uma madalena.

e em véspera eu o seguinte vi em meu sonho meio a dormir, naquele estado meio vigilia meio na alma a a dormir

entre o galeto e o consultório do miguel macedo?, o pediatra do francisco, era um hotel de tectos elevados com um quarto e uma antecamara em gomo, ou seja em quarto do circulo,

e recordei depois já acordado de estranho acontecer , aqui já narrado, de uma das ultimas consultas a que com ele e sua mãe fomos, no tempo imediato a seguir à separação da familia, de o francisco depois de ter sido apalpado e de novo quando estava de novo vestido entrou num estranhissímo loop, encostado à parede do consultório, começou a fazer de gato assanahdo e não parava aquilo e tudo aquilo era feito em gestos automáticos, como a dizer-me alguma coisa, que eu não entendia e me recordo ainda da mais estranha reação da mãe e do pediatra, que estavam , um frente ao outro com a mesa de permeio, e não esboçaram a minima das minimas reacções, e me recordo de os olhar espantado, depois peguei nele, franscisco e o trouxe cá para fora, para o acalmar e o tirar daquele loop inconsciente em parte onde ele entrara e me recordo que foi dificil de fazer.

no sonho estava eu na cama com uma mulher, que parecia uma cobra, a pele era húmida, viscosa e tudo aquilo era como se estivesse enrolado, parecia ser a Teresa, realizei depois de acordar na dúvida, e os corpos como que estavam fundidos, depois escorregava por ela abaixo e saia para a antecamara onde as cortinas abanavam como véus

saira no entretanto para rua , era noite, e dera uma volta na av. da republica, e quando estava de novo frente ao hotel, cruzei-me com um grande grupo de gente que vinha correndo em grupo, como um treino, ainda era noite e esta situação de grupo a corer antes do amanecher lembrou-me S. Vicente em cabo verde, onde assim era hábito.

depois estava num outro local do mesmo local, era uma especie de redação e meu amigo, tinha-me enviado um cartão de boas vindas e começava a trabalhar de novo, mesmo que não saiba mais o que é isso, como nunca soube, só sei mesmo é criar e viver criando e ser feliz a criar, mesmo quando os filhos da babilónia dizem de emim ser preguiçoso ou que pouco ou nada faço, como por exemplo a iniquo a sentença do tribunal de menores, que diz que se deu prova, ou a juiza corrupta diz que ficou com a convição que eu não trabalhava por pura preguiça ou o que for, que mais esta sentença, não explica como de costume, nos processos de corrupção, as bases das doutas conclusões, nem assim interessa aos corruptos, pois então, assim ainda se desmontavam os falsos argumentos e era uma grande chatice, obviamente se vivessemos num estado de direito, o que não é claramente a situação.

e embora os ccães tambem fçam viagens de aviões, não se trata nesta história, parte dela, em mais este desenvolvimento desta negra história e dos seus diversos nós negros, e crimes de monta, deles, mas sim de pessoas, e os locia publicos com trafico regular de pessoas em quantidade frequente, deveriam ter sempre meios de socorrismo e bem mal vai este país quando os que pressupostamente deveriam ser responsáveis por estes cuidar, não os fazem, e nós todos assim deixamos não ir bem cuidada a vida e o viver e serve a presente para pedir mais um inquérito à procuradoria geral da ré pública às normas do serviços nacionais de prevenção de segurança de saude, para averiguar se as normas existentes estão bem adequadas ao real, e caso não estjam como mais uma vez se provou,com perca de vidas, que se instaure um processo criminal a quem tem responsabilidade directa neste assunto, pois não podem as gentes, deixar que por falta de visão, incuria, ou má gestão, que uns morrem por consequência e nada se passe de seguida, nem nenhuma responsabiliade seja apurada e mais importante que não se corrija o que há a corrigir.


não ouse mesmo pensar nenhum tolo, que eu pelo facto de estar em litigo com os xutos, que amei ou amo a marta menos do que sempre a amei, quem assim o ousar, ao inferno irá parar!!!!, aqui quatro exlamações com quatro pregos nos quatro cantos do caixão dos filhos da babilónia que o intentarem


onte depois da escrita do ultimo post apareceu-me este dizer na leitura do espirito, portanto relacionado com as palavras anteriores. x re k qxnt , o ré X Kapa, ou capa, que pôs n xs na T, que se declina às vezes como furacões ou mesmo tsunamis, k h fl sa, a capa do homem das chaves da sociedade anomina invertida, ou às das folhas, ou a vareta do principe da rosa invertido

a serpente ao forte, do vaso duplo, ou o que faz do uno o duplo, a divisão

o preço da venda, o vaso do paulo, onde foi posto o ovo do doutor

o x rato da vareta do principe da rosa , homem li

a serpente do gato ao y do pf, o tal do sg, da triade ps, onde um dos vertices é o da tabaqueira

o um do b da união nacional, o vaso da maria b, nu

do pcf, do pc francês, o A