quinta-feira, julho 19, 2007

hoje de madrugada li, id do p, és de goa, rato dj da cia do bo A da onda da costa da caparica by nigth do quadrado nono, do quadro do dr no, do oitavo do da gan do vermelho do Br re da via do rectangulo do céu da india do angulo TT , o be sas elite model , segundo co circulo sete da estrela do sudoeste leão de prata do dia rte dos segundo circulo branco e prata do zagalo maior do mp no , p z mpa às do rato da ue, ori is ere 5 da casa do mos aqui gc ed do ux do quinto angulo das duas setas lb, sg dos dois quadrados de 86 , o primeiro do oitavo de 77 do semi circulo do principe maior serpente mar , azul e prata do vi, do dia da maria 68, quadrado primeiro sw fit 9 3 da primeira triade do segundo circulo, do quarto do sexto do oe de 92 do brasil polo primeiro da divisão 2m 82 a 94 dos efeitos especiais de oeiras e quarta serpente, o terceiro doc do circulo da js cordova gt do vaso 16 do assento do cordoba em 92, o vaso da vingança de 77 86 das duas varetas no circulo da ar vo re da 99 do circulo quarto, ac ao segundo da quinta estrela do hipo do sincronismo 71 da jante sete do vv siemen mf vu da gaivota de prata do ar ro z das agulhas do ceu rina me , fr j ró ao bv 62 em 74, da bt de 93 12 o0 mm , kapa do quadrado, kapo cid z , bombeiro volntário da serpente maria do y , gato do semicirculo do W
Ah Amada, espero que estejas bem, feliz e contente

Que belo dia de sol e calor e o que apetece mesmo é estar numa sombra de uma copa de um grande cedro no principe real, com pasteis de cister, com relva por debaixo dos pés nús e descalços a brincar contigo e com crianças de volta, e com um lago onde nos possamos de quando em quando do calor refrescar

pressinto-Te próxima próxima e uma inquietação me nasce no deserto que trago em meu peito, vive lá um nas vezes em que não sei de Ti, ou nas trovas do vento me veem estranhos dizeres que me falam de perigos que te trazem aflita ou em aflição, não sou eu hipocondriaco, mas sempre prefiro trazer-Te ao perto pertinho, pois assim me dá uma ideia que melhor te trago protegida, e bem sei que não é exactamente assim, pois a protecção do amor, como todas as coisas do amor, habita em todo o lugar do uno lugar

do pr do ss do sino, za ali, ue, pastis, o ka


Estive de viagem, meu amado pai me levou a mim e a minha mãe a ver a tia julieta em Lamego, pois ainda não tinhamos visto depois da queda da cama e eu trazia em mim o desejo de a ver ao perto, de lhe sorrir com o meu coração ao perto, de por um pouco a poder com minha mão e minha presença a tocar.

soube-me muito muito bem poder viajar, há imenso tempo que não saia de lisboa, e se bem que um pouco conduzi, o que tambem me agradou, fui mais por meu pai conduzido, é muito agradavel tambem ir no banco de trás e ver a paisagem desfilar perante nosso olhar e ver as histórias que os lugares sempre nos estão em seu espirito a cantar


Ah Amada em Lamego, dormi na pousada de São Paulo, mesmo ao pé da casa onde habita a tia julieta, que bom que foi, dormi de janela aberta, ouvia a agua na noite a correr, a torre do castelo iluminada no cimo do monte, as estrelas que parecem mais vivas e presentes na ausência das grandes poluições luminosas artificiais e uma imensa paz que nasce e se evola dos silêncios da quietude da noite, ah paz doce e imensa paz das pequenas cidades no meio das serras e dos verdes campos

Ah o amor, amada, o amor, tanto correu e encheu meu coração que daqui partiu em pleno deserto,com uma enorme vontade de me deixar morrer, uma falta de ânimo se bem que em todo o lado, o espirito me falasse como sempre assim fala dizendo o de fé, tende coragem e eu sei assim em seu profundo e mais elevado, assim ser o amor, são só breves nuvens que por vezes chegam e se instalam no coração, quando estás ao longe de mim, ah amada quem me dera que estivesses ao perto!

o no ce homem meu, o no do dia da ode da fé, inglês da ue

porque me fazeis ainda a guerra?
porque não apresentais as certas desculpas e repareis o mal?
porque assim insistis?
não vos dais conta do agravo que fazeis?

porque não me respondeis? não vos dais conta que tudo se torna pior para voces, mãos negras dos vossos actos negros

pensareis ainda que podereis mistificar o que quer que seja, ou alguém, mesmo um gato que fosse ou seja?

o me ia do seria digital de beja, o is do rá


o mm general con, o ovo do voo do ra da mina da doença do rá da eva silena de la, do nico, co do a, será o que dizia em dia recente não gostar de amadores?
que estranho dizer se tudo e amor e amadores, mad ?!


dniabn, DN IA AB N, o do dn do ia, ab reacções n, ou seja ab pois nenhum ab se dá sem ser no c que simboliza os mumeros multilos infinitos, depende sua extensão da carga, do trajecto, da ligação entre pontos, dos que atravessa em seu percurso e de como os atravessa, se é que em verdade verdaeira verdadinha, se pode falar de atravessa, percurso num espaçio uno sem tempo, onde tudo se passa instantâneo, dizia eu me palavra recente de que mais importante do que a expressão da relação entre duas ou mais vertentes de um mesmo evento que ocorre, e percebe-lo pela sua semelhança por aquilo que na aparecencia, cada um trás , encerra e desvela de sua semelhança, pois ao reconhecer e estabelecer essa semelhança que é sempre de alguma forma ordenar um sentido, o seu sentido de leitura que é tambem sempre acto do ler e do ordenar, se desvela, então que é uma expressão multipla do mesmo, como podera ser de outro modo distinto se tudo é sempre e se trás sempre ligado, religado?

o que hoje se passa, é que as expressões dos sincronismos estão mais rápidas de averiguar pela técnica que nos permite olhar o mundo, em qualquer ponto na aparência distante como se lá estivessemos no momento da expressão do seu acontecer, tal não desdita nem desvaloriza em termos de verificação que o sincronismo do acontecer entre dois pontos distantes do mesmo corpo e do mesmo lugar, no mesmo lugar, não sirva como prova, dessa mesma ligação, no ver que assim o ve, ao ver quando assim o pressente e vê, pois trás seu espírito religado na alma do mundo


a mesa forte da cia da za, uma mesa de cinco lugares, do jacto da ce, da agua do jacto da e da ala da alma

dnibn, era a linguagem do momento do espirito do algortimo da rede, e declina ainda em dia do vaso do ni das multiplas reacções em cadeia.

ah amada, depois no dia seguinte dormimos num sitio belo, tão belo de se morar, onde não ia à muitas luas, óbidos, tão bonito e tão serena é aquele lugar

Numa das portas, a que entrei, faz assim dois Ls que um no outro se encaixam, um quadrado no meio sobre um balcão, estranha a sensação, de lugar publico de falas e antigas conspirações, assim se entranharam no instante em mim estranhas memórias, no cimo do arco no circulo do centro, duas canas de três secções se cruzam em cruz, três grandes pregos da cruz e um martelo pesado com duas orelhas e a pergunta em mim se instalou, terá aqui sido o lugar do uso das orelhas que retiram os pregos a Cristo na Cruz ou aqui terá sido o local onde se combinou e executou o sagrado sacrificio e vil crime, pois ambos são lados de um mesmo drama que se repete pela eternidade dos tempos em todos os actos que cruxificam os homens e não quer nem nunca deseja Deus, o sacrifico de seu filho, como o poderia sendo Pai, e sendo que mesmo nunca assim o desejando, seu Filho, por Ele e por Todos seus irmãos não se entregue por vontade própria, a Sua, no meio das outras, a tal

ne, ex ce tó, serpente do ed da sé em janeiro ao aldo, o a do angulo do dia do circulo do vento da ad, o c do rito

ao lado do circulo dois belissimos paineis de azulejos

no da direita, Cristo nos passos do calvário carregando sua cruz, um soldado, vergado sobre um homem caido a seu lado no chão, espada sobre suas goelas, por baixo da cena, o calice, o calice e o vaso da vida e da luz e da luz do amor, de onde nasce o drama

cc do cal do x do li, o dr de ana

no da esquerda uma anunciação e um desvelar, Cristo Deus estende do Céu, o mesmo vaso a um homem que de joelhos no chão Ora

o homem do circulo da me, o cão do circulo da hora do rá

depois pela noite fora, olhando em silêncio de novo os paineis , foi despertado por um grupo de jovens a seu passar, um deles gritou, como se fosse um choque estar eu assim a contemplá-los, e ou vi em suas palavras estranho sentido, a se eu a estivesse a ela a comtemplar, como se o seu grito fosse algo assim, deverias estar a contempla-la, não aos paineis, um tom de profunda inveja agressiva escorria e escorrera em seu espirito naquele lugar, estremeci sem estremecer, ao ouvi-lo, pois se desvela naqueles bando de jovens de boas familias à sua passagem, o tremendo tom e cor da inveja

o gato rp do circulo co do mp, ponto da serpente co do rr da era do rá, o p do circulo da vareta que jorra o ponto para cima, a maria do gato das relaçõe publicas do po

uztywgx, o vaso do z do raio ao y da dupla dor do gato x , zapninoa, za, z do a do penin, do pn no circulo do A


Antes da entrada na porta no céu do calvário na porta do calvário

Duas canas de três secções desenham a cruz, três são os grandes pregos e o martelo tem duas orelhas, como o burro que eu hoje aqui festejei o cavalo que com elas me cumprimentou e a ave branca e nocturna que de cima de um pinheiro alto e fino num pátio de uma casa, de repente esvoaçou, quando eu de baixo meu olhar nela ao instante fixei, seria uma espécie de mocho branco e sabedor

Num lado Jesus e a cruz, com o cálice por debaixo da cena, de onde ela parte, um soldado ameaça a goela de um homem no chão caído

O circulo do me da cia

No outro painel ao lado a visitação, o anjo de Deus estendendo do céu o cálice e a Luz incide sobre o homem de joelhos sentado em meditação e reverência perante o Encontro

222, a tripla divisão na vila bonita e medieval, três serpentes da divisão, três dois que dividem o uno, assim a pedra estava gravada, um quadrado laranja com um nome nele inscrito entre a porta da entrada na vila e a pequena casa comercial ali ao lado, bancos ou seguros, ou algo assim similar, dr. Fernando correia.

222, ou SSS, o triplo S, o sofá triplo, a outra linha do ponto que se exprimiu em chesterfield.

Era tarde na noite, depois da festa ter terminado e as gentes terem já saído, a porta do castelo aberta ficara para quem quisesse entrar, pois riquezas havendo não haveria ladrões para elas, assim é a quietude da noite no castelo que contem a aldeia inteira lá dentro.

Era tarde na noite em frente ao D. Dinis, a taberna aberta e porta fechada, um dos quadrados com seu vidro aberto, gentes ainda nas mesas, soavam os sons das conversas ainda forte, aguardei um momento a ver se alguém no horizonte passaria para lhe poder chamar à atenção, que não, meti então o braço pela porta e puxei a lingueta da fechadura moderna, a porta pesada fez seu som, e logo apareceu um menina e um senhor dizendo que estavam fechados ao mesmo tempo que me barravam a entrada, disse ao homem que já o tinha percebido, queria só saber se vendiam cigarros, que não enxotava-me o homem em rapidez, uma estranha rapidez com um estranho tom que se infiltrara em minha consciência naquele seu agir, o homem parecia reconhecer-me, ou estaria interessado em que eu não entrasse e não pudesse encontrar alguém que lá dentro estaria.

Quem seria o encapuçado que lá dentro estaria, ficou a sensação a residir em meu peito, seria a primeira serpente dividida, ou a primeira serpente das três duplas da tripla divisão.

Recordo aquele lugar muitos anos atrás ainda a vila era pouco conhecida, recordo-me de lá ter estado com as gentes que lá levei do projecto ibérica e ainda outras vezes, de lá jantar, naquela rua onde está a pousada de Stª Isabel e recordo uma noite de amor frente a uma lareira numa casa alugada por uma só noite, velhas memórias emergem em mim, um pouco à imagem da vila, onde nestes dias decorre uma feira medieval, cavaleiros de espada à cintura, damas de outros tempos, tudo ali se encontra nas ruas, mais cedo na noite no castelo, depois da festa começar nas ruas, com os músicos, as bombas e o fogo.

E meu coração vai no deserto, estou ali e não estou ali, como se procurasse qualquer coisa que nem sei bem o quê. Como se te procurasse amada, como se te pressentisse por perto, como se se tratasse de um jogo de pistas de uma caçada ao tesouro, o tesouro amada, seria encontrar teus braços e beijar-Te muito, muito, e desvelar-Te como arde pela eternidade, por Ti em Ti, meu peito.

A agua do B

Por cima do portão da casa ao lado do castelo, o brasão, na parte de baixo a porta tem dois vidros partidos, espreito tentando perceber se a casa está abandonada, na penumbra, um móvel no lado lateral e um santo nas trevas num altar ao fundo da divisão no que parece ser um cornicho ou vão de uma estreita janela na parede, em frente a casa outras se estendem pela rua que vai baixando em lances e degraus, uma com um belo jardim todo relvado em rectângulo disposto com uma arvore em circulo em seu centro, sento-me por um instante na noite já quase silenciosa da vila e me deixo estar a absorver a humidade e a paz que emana de toda aquela quietude, já o vento que se antes se fizera sentir nas ameias altas do castelo, se aquietara, quando o céu inteiro se cobriu com um espesso manto que os olhos de meu coração conhecem, subira eu às ameias.

Experimentara uma das chaves que trago soltas em meu bolso numa casamata que no meio delas está, ela entrara mas não rodara a fechadura, depois caminhara até a outra que me parecera ter sido feita para as festas, parecia uma casa de arqueiros, feita em madeira nova, que sai da linha da muralha e que assim não permitia mais a passagem.

Nesse ponto a muralha alarga, paus e tábuas ali ficaram abandonados, um estandarte azul com uma cruz que é uma espada amarela com a lâmina para o chão, fora por dois pregos, como os da cruz, ali pregado, desce pela muralha ao lado de uma porta no castelo, a por onde entrei para a festa do castelo seguindo um caminho de terra batida que desce, passando ao lado de uma primeira tenda, a tenda do alquimista, os rapazes apregoam aos passantes, as virtudes dos elixires que ali comerceiam, fora ali por perto quando já abandonava a festa que reparei nas estacas em linha dispostas ao lado de uma arvore, que ao vê-las, nelas percebi um sinal, um sinal que me fizera de novo descer à festa dentro do castelo e por lá mais um pouco caminhar.

Paus e tábuas nas ameias, à entrada o estandarte, espada amarela como cruz sobre rectângulo azul, dois pregos a cravam no cimo da muralha, ao lado da casa da Madeira ali erguida

Ao pé das tábuas e dos barrotes que ficaram nas ameias uma carica com um esfera armilar, uma sagres antiga como o estado dela e um papel de gelado no chão, rasgado, rasgando, como quem separa a leitura, seu dizer, a maria má do gato nu, ou do primeiro gato, a do homem ou a que levaria os homens a divisão, a pregar as tachas que pendurava nas ameias o meu estandarte.

A casa com um terreiro dentro de seu muros tinha o portão semi aberto, em cima dele o brasão, um elmo e uma águia por cimo de duas estrelas, um cilindro que parece ser feito de terra cozida com mica que reflecte a luz, está posicionado em cima do friso que acompanha o arco irregular do portão, antes de nele reparar, um brilho numa moita a subir para a poisada me chamara a atenção, estendo a mão, é um papel de rebuçado de boas vindas da pousada, que diz boa noite, e eu sorrio por dentro, parece naquele meu coração cansado e vazio que é um presente de amor teu e todo eu no instante te anseio e te creio por perto, uma luz vem de dentro da casa, ou de uma outra por detrás da casa, ou ainda uma outra divisão, num outro corpo, por detrás do principal, penso-te perto sabendo meu coração que se trata de um outro jogo, um jogo de amor, sem dúvida, de profundo amor em que muitos me trazem, mas que não tem como prémio ou objectivo chegar a teus braços, me engano ou me tento enganar, acrescentando-me, ainda, como se no final de toda a necessária luz, nesta vil e complexa história, chegasse ou chegue em verdade perto de Ti e seria tão simples que chegasses e me dissesses sou eu, que te amo, sou eu que te trago amor

Decido entrar no pátio, e quando atravesso a porta sem lhe tocar, ela geme, mas algo sem seu gemido e forma de gemer não me suou a amor, a meu amor, à minha amada, mesmo que amada, em meu peito, um cavalo a galope sonhasse que te iria lá dentro encontrar, Ah dentro, dentro amada dentro de teu peito, tu no meu, um carro alugado pousara ali ao perto, um mapa aberto lá dentro e malas grades de quem teria chegado de avião, e eu me lembrei, de uma frase antiga tua que um dia no verão passado me deixaras, quem sabe no próximo verão, num impulso de verão, uma mala dizia e trazia um estranho dizer, heavy, que me remetera para o peso de uma outra mala desta viagem, que por um momento passara em minhas mãos, tudo se apresentava como sempre nestes trânsitos, imerso na dualidade de sentidos, à espera de um sentido que adviesse de uma leitura, uma leitura que é sempre um sentido, que percepciona um sub sentido na aparência do caos e o trás para a luz.

Atravessei o pátio e desci para a entrada da casa que tinha a porta aberta e em sua entrada fiquei, não percebia se a casa estava ou não estava abandonada, a porta de baixo com dois vidros partidos, a de cima aberta como o portão, olhei da soleira para dentro e vi um belo tecto em madeira escura que partia de um rectângulo central que depois ia descendo e alargando, simples mas belo, como um fole, como um vaso facetado as escadinhas, uma cadeira de espaldar se apresentava do lado direito, como pedindo que lá se sentasse, em seu eixo na parede, um vinil, um 33 rotações, ao lado de uma lareira de onde partia pelo chão um cabo branco que parecia ser de televisão e que entrava para uma outra divisão, decidi não entrar, pois não é meu hábito entrar em espaço alheios, sai do terreiro, encostei o portão e reparei num sinal que serviria provavelmente para alguém saber se por lá alguém teria passado, inverti sua posição, como se um jogo se tratasse e continuei a minha deambulação pela vila deserta, tão bela amada naquela hora morta, onde o silêncio é feito todo paz, e onde as casas nos remetem para tempos antigos e misteriosos, como o vinil na parede, que me parecia dizer, era, foi uma canção antiga, do tempo dos gira-discos, o pretexto, o cabo que passou pela lareira e fez o fogo que entrou no umbral

O quarto da te, o pr da te do x no tó, ou ao tó, acrescenta-me o sentido dos letras agora neste escrever á medida em que se trocam, o rato eléctrico, ee, do vaso ao c em Espanha, a maria nn espanhola, a cantora moura

Na tarde, numa das ruas principais, uma donzela que com outros dois acompanhava um burro, me abordara, era a segunda pessoa que me abordara, o primeiro num balcão da mesma rua, com um falso grande machado em sua mão, me abordara para beber um ginjinha com ele na mão e dizendo, quer o freguês cortar suas unhas, sorri para ele, a seu lado vendiam-se mocas com picos feitas em espuma, assim verificou meu dedo quando o assentei num dos picos a ver.

Hoje à tarde reparei que o desenho dos dois ponteiros de relógio que aparecera no quadrado dos cristais líquidos, se alterou, juntaram-se deixando de marcar um angulo, um angulo que em outras luas aparecera em outro lugar do outro lado do atlântico, agora desenha um machado medieval, bem, não será assim tão crescido, como os outros da feira, curioso, é sua ponta apontar o vaso da serpente, como quem me diz agora, amada, que ali, fora o ponto do vaso da serpente, de onde veio o machado, em 1993, acrescentara a tua voz ontem à noite quando a ouvi no espírito, ouvi-te dizer, vi o ponto do vaso de 1993

O zo do gin gin


Recusara a primeira e a segunda mas a terceira, já de noite no castelo, quando a donzela de novo me o propôs, a bebi por um pequeno barril, uma, e eu estava ali e não estava, subira as ameias e sentira um estranho receio dentro de mim, como se tivesse medo de alturas, coisa que não tenho, era como se estivesse a sentir outro medo, ou o medo de outrem que ali se me desvelava, mesmo sabendo que estava vento, que os meus sapatos tem sola demasiado fina e mole para aquela caminhada naquelas pedras irregulares, ouvi-te sentir o mesmo, amada, e dizeres de mim, onze dias para perder o medo das alturas, mas ele não é meu, embora o fosse, isto não perceberas tu, pelo que te senti dizer, recordo-me desde pequenino de andar sempre em muros estreitos e elevados, e sei hoje em meus dias em que vou mais sensível, de uma tristeza que me trás incompleto, que meu corpo a reflecte, as vezes vai tão frágil que é quase como se cambaleasse e assim as vezes me parece na realidade ir, e assim nessas alturas outros assim me sentem ao ver-me.

A prece do pr da ce, acrescenta-me agora o novo ler, uma prece que me terá feito então assim sentir e ainda hoje agora mesmo na televisão o vi, bonito senhor de bom ar

Meu coração amante de todos e de tudo, junto junto e de todos separado, é como uma prece às vezes, uma prece que quando se começa não se sabe onde se vai chegar, se existe terra firme, onde caminhar, onde aportar, e uma frase a retinir na memória, penetrante como uma faca, uma frase em que oiço alguém que me diz, vais ficar para sempre sozinho, alguém que habita nestes planos elevados da fala e da escuta do espirito e que nas vezes em que de mim se dá conta de assim ir, me crava facas, e eu aberto, só me resta mesmo deixar, em parte, manhosa voz que se disfarça de amada, de voz amante, mas que não o é, pelo que diz, são resíduos da alma no éter comum do mesmo espaço, de almas alheias, de conversas de sussurros, de intrigas de traições e de medos

Na torre de menagem, um jovem que faz armas diversas as trás em exposição. Pego e sinto diversas, a uma bela jovem mulher que subira no entretanto, lhe dissera ele, quer sentir o que sentiam os cavaleiros quando recebiam uma bordoada no elmo e ela em silêncio assim se deixa conduzir, põem-lhe ele um elmo em sua cabeça, pega numa espada e lhe dá uma sonora marretada, depois retira o elmo e eu olhando a senhora, a vejo em silêncio como quando entrou, não tem expressão, ou ficou por dentro pela pancada, abananada.

Uma marretada com uma banana no elmo da senhora, ou na senhora do elmo, uma pancada dada por um homem pan da ad, o c, é o sentido que vai agora emergindo da escrita, pois a escrita resolve o sentido, a escrita faz desvelar o enredo, a trama, do Rá da Teresa , o do pássaro, do ramo, do ramo dos pássaros.

Peguei entretanto numa pequena flecha, que depois lhe passa para sua mão e com seu braço a crava no chão, observo um arco, um arco inglês, um arco que faz como que uma chaveta, embora não enrole, em suas extremidades como uma clave, de uma bela madeira, forte, maleável e escura e forrado na sua face interior por uma pele, uma pele de pelos rentes macia ao tacto quando por ele deslizo meus dedos, não está ao que parece concluído, assim me diz ele, nem armado, o fio sem tensão

Mal é a ave do w ao cura espanhol, o estúpido duplo angulo do ui do dó, o Luís al guam, ao gato do vaso da manhã

E me diz o rapaz, já vi que percebe alguma coisa de flechas, muito rápido, espanto-me eu a meu próprio dizer, lhe respondo, sim tenho um, que trouxe dos macondes, pergunto-lhe se é ele que faz aquelas belíssimas peças, armaduras completas, luvas de mão, espadas diversas, que experimentei quase uma por uma a ver seu balanço, seu equilíbrio, uma me chamou em particular a atenção, uma flâmula, uma espada de fogo, bem equilibrada, com o cabo feito em trança de arame, um belo trabalho como as outras menos no equilíbrio das laminas e aquela era das mais, seu preço, 111 euros, a tripla unidade e me diz ele, é uma espada que quando sai deixa um estrago maior, que se usa assim e assim, pegando nela, e que serve essencialmente em golpes para cortar os músculos das pernas, pelo interior das virilhas ou dos braços, troco os nomes das copas pelo laço, chamo laço a copa, e copa a copa, ele me corrige, eu lhe respondo, que preciso de fazer um refreshment à terminologia das armas, que ando dela esquecido

A mu um da chama, a da se, a da cia que mente, corat, co rat, ou ainda co do Ra dos furacões, da serpente us da visão, a do par dos óculos, a serpente do brasil, e sobe em mim pedaços de histórias, de um par de óculos do john lennon que foi dado por ele a um japonês, como um par meu que me foi surripiado, um espelho embalado em fino linho debaixo de uma cama real.

Sabe quanto pesa aquela cota? Cerca de dezoito quilos e aquelas pernas, no todo um cavaleiro leva cerca de trinta quilos em cima, e de repente sinto o reiner ali, sinto as histórias de templários, o seu cheiro por todo o castelo, por todas aquelas gentes.

Sozinhos na torre de menagem, me pergunta ele com doce curiosidade e certo respeito o que eu faço, meu coração se serenou naquele instante, e lhe respondi, que não sabia o que faço, que escrevia, que qualquer arte era arte desde que fosse feita com arte, que a escrita tanto se fazia a escrever como agora venho fazendo ou da mesma forma fazendo aquelas armas, a posição de seu corpo, adquiriu a posição de relaxe, pernas abertas, mãos agarradas atrás de suas costas, disse-lhe ainda que fizera durante muitos anos televisão, que tinha uma produtora que se calhar ele conhecia, disse-me que sim, sem eu ter percebido se a conhecia ou não, talvez de raspão, um pouco, disse-me que também trabalhava em televisão, que quando precisavam de cavaleiros e de afins o costumavam chamar, disse-me que trabalhara para o nicolau e mais uma vez o meu coração ao instante se torvou, a ouvir seu nome e isso lhe comentei, que não o trazia em muito boa conta, ressoa em mim a velha história na altura em que a latina começara a ser estrangulada, e as histórias que sempre ouvi de quem com ele trabalha, e um estranho seu ar, meio ar de preocupação, em estranho dizer, que nunca gostara de amadores, estranho porque, amadores amam e é bom amar, fazer as coisas em moldes amadores, ou seja no sentido de falta de profissionalismo, ai sim já tem sentido, mas não me pareceu ser este o sentido, que lhe ouvira em dia recente, assim não me disse a foto que o acompanhava, e quebrou a conversa neste momento desta forma.

O pá do rato da ama das dores, o homem do angulo ee, o eléctrico, oo nicolau, do duplo circulo do nicolau, do infinito deitado, nicolau, óó

Pelas ruas depois da festa no silêncio deambulei, passei por uma casa de uma arquitecta com o nome de salavisa, que me remeteu para o salavisa da dança, para o teatro de S. Luiz, do que lá se passara, no não tão recente e agora quando da exposição de fotografias que fui ver

Um gato preto estava pousado no circulo de luz da lâmpada do chão cá fora, aquecendo-se, quando cheguei de um saiu para se instalar no outro ao lado, subo a rua até seu final, e dou com a casa que tem por nome, a casa do facho, a casa do facho de luz, ou a casa do fascista, salavisa o fascista? É a pergunta que se instala em meu coração, agora me diz a escrita ser a casa do lu dos dois zz, ou ainda a arquitecta, a maria má do gato magnum, do gato maior, o gato maior facho de fascista? A cassa, a terceira da sa ss da asa, do ka ss em cimo da rua onde a maria teresa terá sido por dois, cravada em cima da ameia, a meias, na muralha erguida contra mim e meu filho.

Três fósforos queimados nas pedras da calçada na rua da casa das janelas no topo do muro ao chegar ao largo, no largo a antiga casa do antigo cenógrafo Tteles, o TT, o do duplo furacão, a casa do tteles de agora, um tteles de uma qualquer realeza invertida de agora, o ponto negro no centro do arco da direita, fundos europeus comparticipação, o Rá da casa do campo vela da vila do bosque das mulheres

Ao lado da casa do poço onde pernoitamos, o bar do lagar, uma enorme trave serve de peso no veio de ferro do grande parafuso, dois cães como lobos, um preto e outro branco, como bandeira maçónica caminham no fim da rua pela trela de seus dois donos, são belos ao olhar, uma mala pesada, muito pesada, um mapa de estradas, do ur is do Y, casa avelar, caso do forno da elevação do segundo AB do homem da teresa das pedras albas em Alcântara, da carrinha da ave liz

Bomba aral, nitratus Chile columbina, Colômbia, julgamento no outono, ouço no espirito o dizer, das frutas da querida do coelheiro, a do triângulo de fogo dos negros dos caminhos de ferro do ciclista amarelo e azul, cat pi ll ar, do gato dos dois ângulos do pi do ar, no ar, de duas quedas de dois aviões, do beijo invertido da virgo, virago, serpente dos furacões do rato, vareta branca em trapézio preto e me recordo da virago que a cristina coutinho tinha, do estrangulamento do g a ne laranja da e wood 200 E, das cores vermelha e branca do mel do rui, serpente do quadrado dos carris do paul, do angulo ao vaso do p, a delgada, relações publicas automóveis do quadrado sexto JC , dos carros estampados na rota do vinho do oeste, Leiria e Caldas da Rainha, do redondel no triângulo de fogo, do carvalhal do lagar da mãe de agua da quinta da granja do micro caos da pen do vaso ad do ricardo celestino do nariz auto, de casa telhado do hotel do comendador michelin, cinco b, joão ferreira, barbot do vaso do sexto carneiro vo do rino, luis soares, a ... do vaso do sport laranja, do restaurante imperial do gás militar, do frango imperial napoleão, mola flex do mobiliário da menina pf, euro electrica bosch do café amarelo 1664, da pastelaria estudante da escola de condução do carneiro, fri cold, os mosqueteiros, da fn XI, o numero um do tir preto das serpentes top dos comboios ká, o touro de torres vedras, neo c i pr ol do c da vareta do bloco, do vale do corvo do k ar to dr o mo de lou, 361, relações publicas da escola do santo michael, casal novo do som da brisa, talho central do café do cruzeiro, da pastelaria golfinho multi banco da cabeleira da paula nunes do circulo b de parta, verde, azul, amarelo dos cubos dos ganchos 50 da estrela edp, psd bbr invertido, 660 do quadrado is do pequeno tractor da misericórdia que dobra a ponta de cima do triângulo amarelo, serpente do quadrado azul, da moita dos ferreiros, repsol, re ps s h o p, das ... do tanque azul 8 BB 67 do rectângulo cor de rosa debruado a preto, do gasoleo agrícola, da sétima seta Pb ao príncipe forte, na camioneta preta sobre rectângulo branco sobre azul na paragem das três cúpulas brancas da CE de prata citroem, 88, 95, tp azul do homem lo do ba, do... da divisão francesa je te dis, zc, o quarto do segundo do circulo 66, da borboleta na grade do metálico do... das violetas, a maria do pau ma g um do cavaleiro do nitrato do Chile da tecno rodrigues do maria matos do ... do jornais do porto do gnr, loja de Ba, café do lagar da farmácia mendes da moita do ferreiro pinho,... das setas na curva apertada dp almeida do porto, do restaurante do caniçal, canibal, das galerias ferreirinha do minha na várzea, ..do papa ..... era, mozart do novo dia do mercado do querido, gd rp do traço vermelho sobre o papageno perdigão, da era das aves miragaia, do bar das palmeiras, acesso local sobral, auto .. dos paulo seguros do ca xi lo r dos ... do parque na d ru pe do bartolomeu dos galegos, europcar luis tavares, eléctrico do casal dos moinhos, da região demarcada vinícola sis da informática. Do credito de vendas dos electrodomésticos vodafone, da agua do mercado do cachorro quente bp do frigo... la z boy sofás, josé alberto da feira da batata do mundo rural, jet wash, os mosqueteiros da agri ba, tudo a mão de semear, do eixo lourinhã, peniche do triângulo da serpente de fogo do seixal clara, martins, do oo ataide, das frutas Ab da cozinha de açúcar da fidelidade mundial,... da areia branca da abelha da casa pia da ad colónia de castelo branco, scroll ... di, da areia branco do terraço dos peraltas, das gaivotas das varandas do mar do pinhal dos pinheiros, ... 93 das frutas Ab da engenharia do mota da caserna da areia branca, fb ... 55, 73, branco, quevedo 88 do li p ton, Maurício do seixal pr 1 , l 300 , 99, 8 do primeiro quadrado inclinado do mar su, talho 123 do popó ... Do ni do traço vermelho sobre o seixal, do d loureiro, psd bbr, da ... Da praia do zé, sexto dos carros das serpente X, do circulo do vaso B de torres, do auto da te ka da senhora na cadeira de rodas da mala preta e prata do rufo j al deitada no kartodromo, peniche 13, do catrapilar set dos numeros dos sinais dos índios, da abelheira, 63 era 61 430 dos troncos na caixa aberta do dia x, da cama ... da tv, só flor da estrela da serra do calvo do auto de... lourenço, do Y do ar do bar de ténis do girassol, do galp gás, hd, do marujos da praia de salema da lou ria l a ki Ko pu s da pousada da juventude, tfe dos dois peixes estrelas da ... dos dois círculos de satélites da vigia arroz aos noivos da serpente do parque, tass tais bem. Das cores brasileiras m, cristina sobral em festa, alarme ibérica, dos quartos zimmer, zimbre, da.... cinco paus da vigia do sol, pronto a comer belita da boca doce do bu de 79, da praia paris sul,




Na torre de menagem, muita gente à porta, um cavaleiro de posto elevado, o chefe dos templários daquele teatro, com quem me cruzara antes ao sair , tropeçara eu na elevação da porta e me dissera ele, tropeçaste no teu próprio cigarro, sorri para ele ficando a ressoar em mim o enigma de seu dizer, não tropeçara no cigarro que levava na mão, tropeçara porque olhei para ele, quando ia a sair pela porta.

Quando voltei o rapaz das armas preparava-se para disparar um pequeno canhão, um canhão com meio metro, uma culatra, como as das espingardas, um pequeno canhão de mão que permitiu outrora a quem o inventou ganhar uma guerra, e ali estávamos no pequeno patamar da escada da torre de menagem, só tive espaço para ficar mesmo no seu eixo, a meu lado uma dama de capa de linho branco, o pavio curto a arder, grande pum, uma fagulha esburacara seu manto, com a mão a sacudi, disse-me ela depois de ter passado a sua e de me ter agradecido, já não se nota, olhei, e de facto já não se notava,

A saída do castelo em seu final, dei com a casa, que é como um pequeno teatro, onde os figurantes mudavam de roupa e que servia de arrumos a elas, uma bela rapariga, já transfigurada em trajos e tempos modernos, com o seu telemóvel, telefonava a um amigo e perguntava-lhe, dás-nos asilo político? sorri para mim mesmo ao ouvir aquele engraçado dizer, que há muito tempo que não o ouvia e que eu já tinha utilizado em outros tempos, felizmente à laia de brincar

Asilo político, teria assim a teresa pedida a alguns cavaleiros daquela terra, os cavaleiros que pregaram os pregos no cristo á muralha do castelo, repetindo a história antiga que seus azulejos retractam, que cavaleiros são estes que assim agem?

Pelo, a kapa do pequeno do pe, pelo que vi serão seis, em grupo de dois, os três 222, os três ss, os ratos do furacão do tilt, do azulejo espanhol a casa, o ká ss do facho, três fachos e suas respectivas senhoras, as oficiais ou não tanto, certamente que templários não seriam ou se o forem, foram eles também enganados, não apoia um fiel da rosa e um cavaleiro da senhora, uma senhora que rouba o pai ao filho, que afasta o filho de seu pai, ou então estranhamento se perverteram os conceitos, o Rá da ana, o espanhol, e rato veterano et e ram, e quando assim acontece também costuma acontecer as desgraças, as desgraças das mas escolhas e das mal feitorias.

O li do X na eira, do espanhol Rá do circulo do homem do rito do espirro grande, cão pu do ro do mo, o nu do circulo inglês

Já as luzes se apagaram no castelo, os feirantes arrumavam suas coisas em suas tendas, no muro uma estranha mancha me chama a atenção, aproximo-me para ver, é um corpo, um corpo feito metade, preso nas pedras, um cavalo como uma peça de caça ali colocado, feito em ferro, por pequenos quadrados pretos de ferro, é uma bonita peça embora seu, ali dizer, talvez não, os quadrados negros que fazem o antigo cavalo sair dos muros do castelo, meto conversa com um dos rapazes ferreiro como os outros do seu grupo, rubro é o nome da oficina na outra margem, tudo em ferro, desde mobiliário até camas de casal, uma espada de ferro grande como que cravada numa pedra, tira a excalibur e torna-te rei, diz o letreiro a seu lado, numa fenda na muralha, caracóis dispostos, mexo num que me parece estar colado á parede, afinal são velas, velas feitas de cascas de caracóis, as espirais da luz dos caracóis que enrolam a espada de excalibur e fazem com seus turbilhões sair o cavalo de ferro da parede, o cavalo fantasma, do mobiliário rubro do outro lado da margem do Tejo, o sul, ao sul, a conversa é simpática, me mostra ele uma peça de ferro em tubo que enrola sobre si mesma, me diz que é da espada, agora ao dela me recordar, faz-me lembrar os oito parafusos, se bem que mais pequenos, que pareciam cruzes anka dos quais partiam um emaranhado de armes, os parafusos que encontrei na noite das runas sobre o mistério da membrana, o que já esteve escrito e que foi apagado por um golpe sujo dos ss do outro lado do rio, ouvi eu no espirito, que era um crime ainda em investigação, sorri para dentro ao ouvi-lo, pois não me parece que tenham um relacionamento com dados, com uma sequência de eventos antigos, como podem então estar a investigar, se não o sabem, bem , em verdade o podem, por partes, pelas partes que deduziram, mas lhes faltaram outras.


No castelo uma forca montada, aproximei-me para a ver o cadafalso, por baixo dele uma bola feita de folhas de jornais, mexo-a com o pé e me aparece a imagem da Be, que omens tão estranho, meu coração sente a presença da encenação, mais um sinal debaixo do cadafalso, uma bola de papeis pronta para arder.

No final da noite ouvi a palavra, maldição, foram todos amaldiçoados, esta noite

No dia seguinte uma noticia ressoou em mim ao dela me dar conta, como se fosse um dos ecos do tiro do canhão, um carro enfiara-se na traseira de uma camioneta de batatas, batatas em sacos amarelos e avermelhados, e pareceu-me ver no instante a camioneta a circular sem luzes traseiras, um tufão matou uma criança de onze anos e seguia para Tóquio

Quando cheguei ao quarto, a janela da casa de banho estava escancarada, irritei-me comigo mesmo, pois fechara a porta à chave mas não verificara a janela da casa de banho que na aparência estava fechada, pelos vistos não, alguém por lá entrara, tivera mesmo o desplante de me deixar uma confirmação, meu caderno fora lido, não sei mesmo se o computador também

Ah amada, estranho teu dizer que ouvi no espirito da noite, não sei se poderei amar um homem assim tão puro, como quem dizia tão ingénuo e tão pouco conhecedor da maldade humana

Uma nova onda negra se levanta no mundo, uma cruz começou a se desenhar e não parece mesmo ainda ter terminado.

Antes de ontem um grande susto e uma enorme preocupação, o tremor no Japão, matou pelo menos onze pessoas, e criou um incêndio numa central nuclear, quis a graça que não fosse de muita gravidade se bem que tenha ao que parece existido uma pequena fuga de material radioactivo, a imagem mostrava uma estrutura industrial com base rectangular desenhando um primeiro L com outra ao lado mais pequena em semelhante geometria, o fumo era visível no meio das duas, o maior tinha aberturas rectangulares, um paralelepípedo composto por diversos rectângulos, salvo erro sete na parte mais comprida, e quatro na lateral ao fumo, a assinatura da dupla unidade, outra vez a aparecer

O cu do cão do pat , ex siti, do quadrado pe, rato do mat do angulo da ria
A primeira expressão deu-se mais uma vez no Iraque, mais bombas, quase seis dezenas de mortos, o primeiro do sétimo da lâmina da bala, al ami n al ao ni do Y do homem primeiro do ni a dos furacões, duas cruzes são visíveis com cinco traços na foto, uma estrutura de separação na rodovia, como uma faca curva um pedaço de uma viatura onde a estrutura da caixa assinala a dupla cruz

Navego na net, por correlação com o Japão, encontro nascar, a morte de condutor numero dezoito, diz dele um colega que era um homem impecável e bem disposto, e que Deus chamava os melhores para junto de si, assim parece nas vezes ser.

Hoje na serie dos médicos, uma frase me ficou a retinir, dizia a rapariga para o rapaz à entrada da mesa das operações, nada mais quero contigo, o rapaz lhe dizia, por causa daquele cadáver, ela respondia-lhe zangada, aquele cadáver ali, era pelo menos duas vezes mais homem que tu és, chegava o terceiro cirurgião, sorria no primeiro instante e depois proibia os dois de entrarem para a operação, dizendo-lhes que não queria tal energia junto dele, quando estivesse a operar

Do dia do quadrado da ule, c ad a ver, terceiro a ver, do quadrado da eu que ri e ata os nós no que fazem os ângulos, a alta, na gruta da espada encantada

Dada net, surge-me de novo este ad, que me aparece sempre associado a nymbopolis
Com publicidade que dizem enganosa nas condições com que usam as imagens dos artistas que a ele associam, desta vez me aparece Jennifer lopez e Shakira

N y maria do bo PP do liz, a joana do lopez e serpente do homem primeiro do Ra do aki

D. Raimundo, beach byte

S. Marcos, a parábola de Cristo, de Deus e de Cesar, e eu com o António Reis na minha cabeça a propósito de uma sua recente citação de S. Marcos síncrona a publicação de um texto no meu blog onde dele falava, em véspera de um encontro internacional maçónico aqui em lisboa, do semi circulo do rato do sis, do sin ao ro da onda do pun ao li cação, do vaso espanhol da pêra inglesa Cp n furacões do ró, da crise do maço do nico aqui em Lisboa, o primeiro comandante do mito da viuva, da Mónica, que entronca com recentes declarações do mark, dizendo do casamento a desafiar o destino, da aliança entre as duas famílias.

Ai nicolau, nicolau, que andou a inventar? Que negra história, que carapuça, a mando de quem?

O mário da costa, vi o vaso da arte em 1993, do teatro feito em Óbidos, bate certo, minha amada, que também tu o viste e se calhar com mais pormenor do que eu no referente a seu modus operandis, Led, ou leeds?

Es c da sic de 1993, é a serpente terceira do terceiro da sé de oliveira do bispo, da figueira, oliveira figueira, o joão figueira do bairro alto, do Li, ni serpente do pó

Depois a navegação adensou-se, trovões de luz e o desenho de uma cartografia a aparecer, uma hipótese, uma negra possibilidade que explicaria coisas negras muito antigas, que é antiga esta história é um facto, ainda no outro dia relembrava o estranho fenómeno óptico no Algarve, do que deve ter sido uma das primeiras experiências da grande ilusão, uma experiência de ilusão que depois se tornou mesmo real, quer dizer, com impacto na matéria, na mãe, no corpo da mãe.

O Led conduziu-me a universidade de coimbra, coimbra lembrou-me o ataque a Marta ataca e a viagem que lá fiz para com ela falar, ciência de engenharia e tecnologia, dr josé Andrade campos, da chaga do pinheiro, do zé pinheiro

Ledap, laboratório energética e detónica, com muitos links mas nenhum chegando em verdade a ele, sociedade portuguesa de explosivos como associado, 1992, homem Ce, o da luva do dia do circulo

Cem, grupo de computação que liga ao Ledap

Construtores do Tâmega, começo por reparar no logo, um T azul, no meio do um circulo laranja, sendo que as três partes de fuga do T que quase faz um Y vazam fora do circulo

Um artigo de josé campos sobre explosivos e terroristas, onde as letras me chamam a atenção,

Era tudo muito bruto, hoje é cirúrgico, energia especifica e conhecimento acrescida
Quando temos uma faca de cozinha, ela pode servir para cortar a carne todos os dias ou para matar uma pessoa, quem afia a faca pode usá-la nos dois sentidos
Em ciência no sentido de saber fazer temos que reconhecer que ha grupos terroristas que sabem fazer, tiveram que aprender
Não é ao longo da vida que se adquire este conhecimento, tem que se usar a vida dos outros

A ac, a energia da gravação ida, da sida do homem maior A, muitos AA , til ao circulo, muitos azulejos ao circulo

Construtora do Tâmega, josé Fonseca, presidente, Fonseca, o miguel dos olivais, sobre o qual me apareceu em noite recente algumas referencias na rua, o pássaro que preside ao julgamento da alma, neste momento da escrita às cinco da manhã, cantou, é o primeiro que hoje ouço, outros administradores, ramos taborda, teixeira de sousa, alberto fonseca, joaquim adelino mota

A ad, min, a BB bruxa, serpente dos furacões do Rá das dores, do taborda, do teixeira, do fonseca, do joaquim e do adelino da barragem dos alamos

Na página da construtora ao ver as obras um flash,

Começa na barragem dos alamos, segue-se entre os rios, rio sorraia, santa cristina, ribeiro dos frades, pedro frade, mais um morto antigo, ponte ferro viária de cuba, L, da ária do ferro, o vi, do angulo a cuba, do currículo do UB A, do infiltrado primeiro
Viaduto pacheco pereira, veio a memória no instante a queda de um carro, que caiu na av, de ceuta, universidade lusofona, diamantino durão, o reitor, fundação Minerva, propergois, pólvora sem fumo, feita de nitratos de bário, tenho eu uma entrada sobre bário nas palavras deste livro, te at ro.

Da ária, da raia do ferro, sobre o vi, o Vicente borges de Souza, montada ou encenada em 1993 em Óbidos na loja do infinito deitado do vinho do bico do circulo da aposta dos, do dia da serpente do circulo, que se repercutiu em cuba, a tentativa de morte a fidel, na morte do australiano pela raia, do Rá do is, que terá levado também à morte do Pedro frade, do pe do dia do erro, cuja memória me subiu em dia não muito ido nas visões já descritas na mãe de agua, mace do homem mna, pe It tó, tt

E me entrou uma estranha sensação que se entranhou funda em meu peito, terá mesmo caído a ponte de entre rios por acção das chuvas, ou terá sido um negra acto, uma experiência do grupo da dupla unidade, nos ensaios que como disse o outro, aprendizagem feita às custas das vidas de outros?

Pro pe r go is, será que o andam a utilizar nos rebentamentos no Iraque? Visto que existe uma linha de trafico de armas e certamente de munições desde aqui desde a primeira parte da mesma guerra no inicio da década de noventa do século passado

Os nove ve n tornados, ou a vingança do no de torn, do Rá do dia da serpente sec, sé, terceiro do vaso pequeno

Ainda no Japão, o epicentro, niigata, o ni e a gata, sexto da divisão do infinito, magnitude, magnum, da divisão maior, a má do gato da guarda nacional primeiro, do circulo de onze, o terceiro, do triângulo de fogo sete, quadrado vermelho segundo sobre rectângulo preto, 12 da te mais co.

Dos oito rectângulos do topo do paralelepípedo da central nuclear, cinco escadas em serra, da má do Rá do borges

O tiro simbólico de Óbidos, conta uma história que vem de trás, quanto um trás existe, que cruzou Óbidos, Iraque, Japão, Usa, e Brasil, assim se exprimiu a primeira cruz que liga estes cinco eventos, cinco são os pontos da cruz, o do meio o do cruzamento, se a ordem temporal da expressão tiver sido esta, o Japão será o ponto que ligará os outro quatros.

Os telhados das casas caídas no Japão eram perfeitas ondas de mar, como a apontar o reflexo de um tsunami em terra, um tremor de terra

Com maria kapa do circulo do furacão primeiro do rio da as ao vaso nazi, nani ou nanai, n ana i

No brasil o avião caiu no aeroporto de congonhas, mais uma ligação que diz então ser não uma cruz mas uma dupla cruz ou mais ainda, relacionado um outro ponto, congo, o laço do gato a do cão, do tam tam, da vareta inclinada vermelha do Ivan, do ponto de vista da primeira imagem, sete ou oito rectângulos vermelhos com círculos brancos ao centro, os pontos nos rectângulos vermelhos

Recomeçou a roda da carroça da morte, um grupo mata de um lado, outro responde, não se sabe onde irá parar, mais um sinal de um pico que se aproxima, o mais recente dos numeros, os onze milhões, a começar a tomar sua expressão.

Na net, dois blogs com o mesmo nome, franco atirador, um de um brasileiro que já conheço há muito tempo, e que em dia recente lá fui de novo parar por correlação e um outro que penso ser português, sendo que no do português consta um agradecimento no inicio a uma bela rapariga, que me fez lembrar um outra, que vi em dia não muito ido

De repente me pareceu, um caso de dupla identidade, que me remeteu para uma outro interpretação de um dizer que ouvi no espirito, que apontava para uma morte e para o que matou ter depois assumido o lugar do morto fazendo-se por ele passar, apareceu-me agora o mn, do pe do Ra cão do inter, Itália, ou dentro da Té.

Tenho outra entrada em meu diário sobre nascar, que ainda não foi passada para computador, pergunto-me se quem se introduziu pela janela, ou mesmo pela porta, bastaria ter uma cópia da chave, e que leu as notas, o que terá feito a partir desse conhecimento, a elas mais tarde irei.

...660 do quadrado is do pequeno tractor da misericórdia que dobra a ponta de cima do triângulo amarelo, serpente do quadrado azul, da moita dos ferreiros, repsol, re ps s h o p, das,... é um extracto na página oitava deste pedaço da história, onde se desenha o centro de uma cruz que se estende grande nessa página, ou seja, associado aos eventos ai descritos, o centro da cruz aqui em portugal em Óbidos na relação dos eventos aqui descritos, obidos que declina em circulo da aposta dos, da aposta feita em Internet do poker das almas, do grupo dos homens, que apostou na destruição da minha família e na minha morte, que terão apostado em que conseguiriam que eu me matasse.

606, pequena alteração na ordem do 660, circulo do duplo seis, aparecia agora ligado ao porto, ao nome de Menezes, 660 ou 606, os dois meios do circulo de doze, dois quatro do circulo, oito seres.

Nas noticias de hoje de manhã, um outro angulo, um outro ponto a confirmar a extensão da cruz para dupla cruz, ou seja abarcando uma expressão de dez pontos, na Rússia, a explosão de um comboio com químicos que está a fazer perigar a vida de muitos, na foro um bombeiro com duas botijas nas costas, parece um personagem do filme do homem foguete a lutar contra os nazis, o zepllin, os dois ângulos do zé dos pinheiros do lin, ou ao lin que acaba por ser destruído sobre Washington se não me falha a memória filmica, o nome da rua ao lado do aeroporto de congonhas, aqui se desvela a ligação do brasil com as explosões nas minas russas, se calhar também o acidente com o submarino, do si do b marino, o rino do mar, a má do rino, o pinheiro alto da casa de obidos, ouvi agora lá fora um grande barulho, o dia vai já nascendo. Pinheiros apareceram também em outro ponto desta viagem , já lá irei, para tentar clarificar o local do rino dos pinheiros, o local da serra dos sismos, diz-me agora um pequeníssimo ser alado que me veio visitar , sis serpente do mo.

Fui as compras de comida com minha Mãe, quando voltava depois de ter entregado o carrinho que declina do velho provérbio, cá se fazem cá se pagam, na saída do centro da maça, do que alguns chama de pecada original, prefiro chamar-lhe erro de utilização do conhecimento por quem o conhece no sentido em que Deus se de outro modo quisesse, assim teria obstado, mas concedeu Ele à Sua Própria Imagem, a Liberdade e Seus Filhos, como poderia ter feito em outro jeito ou modo se seu nome é Liberdade, Liberto e Libertador, em Suma Amor, o Sumo do Amor Amante do Meio Sem o Ser, Desígnio dos Homens No Seio da Mãe

Um senhor estava sentado num dos cubos elevados que tem uma arvore da vida, estava sentado no canto, no L à sua direita, o chão do pátio é de pedras calçadas de duas cores, preto e rosa e fazem os desenhos dois L de cada vez que se encaixam uns nos outros, como a planta da porta da crucificação e da visitação em Óbidos, do not do can, do nó marítimo do can.

O Avó Crescido e Senhor de Cabelos Alvos caiu ao chão e me dizia que estava a pensar em sua cabeça como o tinha feito, pois nem se dera conta, o seu nariz estava vermelho, de um vermelho de amassado mais de vinho do que da queda, mas podia ser o vermelhão dos dois, como se estivera a beber vinho, do néctar precioso, sem aqui em verdade neste acontecer o tivesse necessariamente feito, pois a imagem é símbolo e reflexo que desvela os passos do calvário de outrora.

Uma camisola de um passante me dá conta do que já sei, estás sobre os olhos de todos os espiões da net, da maria do co, com, Oh isso eu o sei desde sempre, digo a meus próprios botões em silêncio, estás a ser observado, assim é na vida quando se vai nu, e os seres tem olhos, nada a fazer pois me despi pela Vontade e Pela Promessa de Amor a Ti, por outro lado ainda o que vai nu, vem necessariamente nu e a nudez de todos, Ah amada excepção feita, a ti, quem me dera ver-Te assim ao perto pertinho, para muito te beijar, se bem que habitando eu em teu peito e Tu no meu, estamos ainda de outra forma e em outro jeitos nus um no outro, estranho paradoxo, do tt do oz do ado do ko, me diz agora a alma do pássaro aqui ao lado da minha janela, em que somos ainda mantidos, de alguma forma aprisionados na distância imposta por sion, o do sino.

Ah Amada, já o dia se deita, e quando se levantou, vieste-me visitar em andorinha matinal, voaste mesmo pertinho de mim, e eu te via e te lançava beijos, beijinhos a muito voar, a teu belo voar, teu belo cumprimentar

O Avó caiu nos lanços dos lagos suspensos da babilónia das telhas de telheiras e ficou com o nariz vermelho e a sangrar de um corte em forma de lua pequena virada para cima por altura da pêra de seu queixo, que faz lembrar outras deliciosas pêras, que o devem em dia ido tentado, com algum sucesso, pois todos os homens se prezam das belas pêras, que sem deixarem de ser belas, as vezes estão como apodrecidas por dentro, perra, aqui no corrector, para por o til, diz perra, ou seja a pêra da perra que fez o tilt, a telefonema da tele, kapa, do angulo ao homem Sá

Homem Sá, foi-se um em tempo, ainda novo, e o coração dos que o conheciam gentil, sofreram uma dúvida em seu momento, que se fora antes do tempo, um amigo meu com um mesmo nome dele, me disse uma noite, foi roma que o levou, fiquei a olhar para ele interrogando-me se teria sido roma, perante tão peremptória afirmação, roma contudo é amor ao contrário, não deveria portanto em nenhum caso andar muito longe da verdade, conheci depois a sua filha, bela e em meu coração se fundou uma secreta promessa, de alumiar este assunto, entre outros que do mesmo grupo se foram.

Também em roma de roma se foi um homem, foram homens de muitos lados e lugares do uno lugar embora antes de seu natural tempo, como sempre acontece nas guerras e no guerrear, e todas as famílias trazem e choram seus mortos e se a luz não reina, e as contas se acertam em Vontade de Paz, continua a roda da carroça da foice grande a rodar e a ceifar, que é o que está neste preciso momento de novo a acontecer.

Quando cheguei perto do Avó, já estava ele rodeado de gente, não em demasia, dois senhores da segurança tinham acabado de chegar um com uma malinha de socorros e já tinha as luvas cirúrgicas calçadas, felizmente o avó estava bem, felizmente há luar de Sttau monteiro, veio-o a frase assim à cabeça, e o senhor da segurança prontamente lhe ocorreu

A má da linha do sir do ur, gi do ká felix que mente e sta da serpente TT au monte da eira da manilha da marinha

Trazia o Avó uma T tshirt azul com complexo desenho a traço branco com o nome de lancelot no meio dele e de seu peito

É uma complexa estrutura em forma de cruz em nave de templo cujo braço horizontal mai s se estende e todas as linhas conduzem e desenham divisões adjacentes que por sua vez formam cruzes

Com a latina europeia do xá espanhol trutu, o truta dos furacões do ur, de rab, rb, do rá b do mai, a faca do gel vermelho no café primeiro

No café fiquei paralelo à horizontal do balcão em vidro, ao pagar mais ao lado direito, uma moeda caiu-me sobre a porta em Arco negro ou castanho escuro do gelado, general eléctrico do la do sistema operativo, depois em frente á máquina do café, dois bicos, ou dos bicos, disseram-me, Brasília made in Itália

O evento do brasil foi feito em Itália, ou ainda, pelo Rá B às da Cila, mad do li, do lio do IT

À minha frente três mil folhas, o mais afastado, como a pena do chapéu da bela Senhora Amada, cobertura de chocolate com pelos castanhos que no outro pedaço da mesma imagem aponta ao mel do mal do gi b son, o filho da jibóia segunda

O ka do homem do vaso do parlamento europeu, da serpente na hora, da ota, ao circulo do homem rá

Aqui em minha frente a pena é como uma seta apontada a meu peito, depois mais dois mil folhas à frente do primeiro maior dispostos em paralela a mim, fazem como que uma barreira, um horizonte duplo de ovos, amarelo e chocolate castanho, e assim sendo, não me tendo chegado a seta chegou onde no outro pedaço da mesma imagem foi apontado mais os dois rectângulos que serviram de barreira e que foram trespassados, e as assinaturas recordam-me dois incêndios, um em malibu e outro nos montes do observatório das estrelas em Washington que outrora arderam, e o Senhor Rei de Lancelot caiu ao chão, sem mesmo se dar conta porque, nada de grave nessa vez, a lancelot do lago aconteceu, mas a lança de lot, lota, acertou em outro lago, diversa crianças tombaram em lagos distintos por acção do dragão de fogo alado

Pa da onda da manhã europeia do pi , rato do circulo dos furacões, re do semi circulo tan, ou tang, muito gato do vaso da serpente de lo, los dos furacões da serpente das passas em cem deuses de lingua castelhana do ob de Espanha serpente do rá do vaso dos furacões do piro do p do rio , o pio, o às da dupla dor da serpente do homem inglês do ton dos furacões do ro espanhol

Os três mil folhas são rectângulo, o primeiro da seta é maior, os outros dois de similar tamanho. Três vezes três mil, conta 9000

Serpente da dupla dor do angulo superior esquerdo ao homem do Y , A, y circulo do gato A da Ne em 98, da onda negra da equalização do rino, o vaso maior da sé, do x a p e vaso dos x a p dos ângulos do rectângulo entre 87 e 94 do auto da avenida do conde da serpente do vaso dos z dos ki dos sons da vida

O Avó tropeçou nos mesmos ângulos feito por dois Lys da porta de entrada de Óbidos, assim reflectiu o padrão do chão na maça dos olivais, a geometria da porta dos dois painéis, o da crucificação e o da visitação

A pa do circulo do dia do rá pai da Ne e is do semi circulo do ru onze da finca Ka do cão

Colómbia, o avião do auto da república da Stª Marta caiu hoje no mar das Caraíbas, ninguém se magoou, parecia um míssil na borda do lago

Cara do rá da vareta de bas, da serpente ba ni, n gato ao vaso da ma do gato do circulo do duplo vaso

E depois a assinatura clara, claríssima, a confirmar o fumo à volta da construtora do Tâmega, no grafismo da saída da pista do avião da Tam no aeroporto de congonhas.

Sai ele da pista atravessa a avenida em y , vira e entra na bomba de gasolina dos edifícios de manutenção ou escritórios que desenham um perfeito T semelhante a parte de cima do logo do Tâmega

A electrica rata aérea do porto e di dos silvos, dos fis da serpente co, o gato ou gata que T ame, a mega, ou a do mega ferreira?

Existe uma ligação entre Virgínia e ccb, que será narrada em outro texto

Entra o avião como um míssil ou falo pela vertical da coluna das asas da té, creio que está quase tudo dito, dentro do avião um português, ao que parece advogado em miami, encarregado de fazer uma perícia policial, salvo erro em miami, onde um português foi preso recentemente depois de apanhar um avião, num assalto a o um banco conduzido por remoto controlo.

Hoje ao princípio da tarde na biblioteca assim li algumas notícias

Tom ex press espanhola muito co do len, leni, do modulo espacial da alunagem da serpente CE, fvi da vareta dos laços dos trovões do terceiro circulo, da quinta estrela do quadrado, 30 54, do teclado city d es k, siti, francês, papa, morte do x no vaso sexto da lan do mir, buzz anelli, do anel ao li, 41 y one, old son claude, c da lauda do angulo, mir, do elias do rodrigues de jesus, do chão vi, uma bola de fogo de gasolina a cheirar a enxofre, AA. amarelo, vermelho, azul e amarelo, sp Tc ml, do anel do homem da tala na mão da senhora vestido de vermelha, das pirâmides, da pira do midas, compridas de telheiras que é farpa no motor do avião que parece o vaso do leme, espeta a farpa na cauda na asa do lema, fazendo como um vaso, no edifício, o edifi do cio em frente ruído, a estrutura abateu desenhando a lamina de um x acto, com três rectângulos que o antecedem, a cunha ao edifício, o fogo do gogo da guilhotina por detrás da guilhotina da forca em obidos, da estação de gás bi ll do circulo da serpente da dupla dor, W, do bico da vesica do gancho inglês do tilt da nota sete de serrilha, vareta do w e chave do angulo L ao W, cream chesse, omni media da Martha, kat on homem A, chefe tribal,


Do poço frio do bam real espanhol da tate corp., o nono do 12 do dinheiro, tam as e gol linhas, da engrenagem das rodas dos grandes pneus como tractor, o tam tam dos pneus, dos círculos de 16?, varetas do homem careca, do bv do circulo da mascara azul sobre T invertido, da cruz invertida das linhas vermelhas, mão do rato do caps., ká ps do alto dos hill da w e d me , serpente day, a ss do circulo da cia ted press penta gon , a maria rap, dos marinheiros do mar da inês, do circulo 110 do moinhos dos milhões do esqueleto do ike, dia mo do médico do ar serpente da era , vaso da erva dos vices, c d m mit t ee do roberto dos portões, do jan da via do estúpido con way no dia 11 do pentagon, jo int do esquilo das vistas altas co do uncle il, doente, helio oceano cell do ph do one, da earth link sk tele com

Da flâmula azul e prata, pai primeiro, o primeiro vermelho no quadrado branco das linhas de com, o do siti desk, universidade e microsoft pt,, maria do angulo espelhado na toca do vertical e horizontal, angulo superior direito do grau oitavo, serpente do vaso do circulo do rio do ouro , da house hunt , da maria da serpente da ota, mota, m os t w ante d p laces to live, do vaso li da be, helio oceano cell phone do ponei, 200 A A serpente às da Te rico, belfast child 2001, os irmãos gémeos do pirata barba azul, pirata do fo ur ka len do dia do ar, do ká da fé, sade, sa do sado do dia ise, serpente do trono than pride, t he a lan par son s pr o ject days are numbers, a colecção definitiva, w ill michael vi ck, atlanta filmes, gato do duplo circulo do sino, suspenso por participar nas dog s dig figth, at Virgínia na casa do campo do mr smith, w a y ne , john pa Ce da elle, francesa, homem uma society as k aqui pro p ria te dos mia a mi golfinhos, os brancos, pois existem nestas história os pretos, da dol ph im, ou da dol do ph a im

Em 1999, do tony, antonio saraiva, martins, pu do ur do ne ll do circulo do va A da Paz, pe, ace, do quadrado da ua, ni sl, phi ll i pi serpente anda tony t a y or conpiracy serpente do vaso rr ao y, cin cin, das tintas dos pecados na ti do bem da serpente gal, chris henry, suspendido por três jogos dos Chicago serpente dos ursos be ar s, do tanque jo homem filho do A, do zoo do ami, substituído, sub serpente da vareta dos furacões em Espanha do dia do tio, o michael pot jo olho do homem arry, gato tom,

Brasil, 189 mortos até ao momento, tam air laines do bus do ar do circulo terceiro, dos furacões do futebol do circulo de ciro, da divisão, de porto alegre, chocou com sta tio inferno, a travar pi sta de 6,362 pés do congo homem serpente às, 1, 830 graus de te m pe Ra t ur a, 162 passageiros, 18 tam, e equipe serpente lx, 14 no chão, gol airlines set 737-145, 1966-tam – fokker do duplo circulo que deitou o t da cruz, do will, do vil liam vó ss fsf, Alexandria vaso A

Depois o outro ponto da mesma cruz a aparecer em manhattan, o homem da annha, da anilha no tam, o do TT
Do muro de gelo a FF e da grande penetração do mar, general latino, eléctrico e rico, do mar, o do semi circulo inglês do Y, homem crescido que mente, do quadrado europeu, que do sistema operativo que pôs as aspas no da UN, do li kely, o gato do rand dos furacões da CE do ral, o Raul, de todos os furacões, serpente da manhã, pá do rato Ka da ave nua da EU do circulo da vareta do PS, o BB La do lago e rato da ria, serpente do má y or michael B pequeno do om do berg, da gaita de foles e dos cachimbos, o cineasta,

Disseram as pessoas na cidade, que parecia, a ceia do onze de Setembro, como se o conjunto das sensações, despertasse uma mesma memória, como dizendo sem o dizer que se trata de uma assinatura num reflexo do mesmo espelho

Do b y do paço dos comboios do gato rand central do par que emente, o estúpido filho do Ed da kapa e do vinho do ur b das fissuras no buraco do homem da rua, do cachimbo do leopardo da cris serpente La rato do susto do sino do autocarro da escola da serpente Suiça do duplo circulo da vareta do LE X sin gato tom, da ave nua do grande rá do mes da mesiricordia do parque, par do K, do Ed do martelo quente da condensação da agua e do míssil, da miss do céu ss do céu do vaso duplo da dor da ne do y duplo circulo K da mila latina do stein de Berlim


Ontem a noite, vi uma grande cunha branca, como um sofá tapado, que me remeteu para o triplo sofá em chetersfield, e que assim li

A cunha branca do triplo homicídio do monte do Tejo, da torre, da serpente da truta inglês dividido, dos ventos, da linha do ab do horto da madeira, do toco, do gancho do jn invertido, o sétimo em 002 dos factos de banho do soduku da onda gigante, DC, it do gancho da cana do pescador do farol da cana de pesca da jane, Co. da cunha da figueira irregular do pano branco que tapa a marple, da palma da avó do vaso de prata do ovo azul ao centro das cinco rosas, do cano do vate, do circulo das horas do primeiro quadrado, o primeiro interruptor, a ave da vareta branca que sai do circulo castanho dos pássaros da cidade das luzes do gato aa grande da Un, do túnel escavado, do signo por debaixo da pac ka ar da campainha, do rectângulo com tampa do mapa do tam em cunha aberto, do ab do ba rato do circulo dos furacões, do sg pt azul e branco da sombra do guerreiro kapa do japonês, da seta do cabo branco, que raspa o circulo do dia D, dos xutos e pontapés do diário de Édipo da seara nova, os do ban, co de Diu do os austríaco, figuras e factos da grande rampa do figueira a revista à portuguesa da vesica negra debruada a vermelho, do cabo de alimentação do homem serpente do circulo da cruz invertida, 60,00 euros do guia automóvel da anta, do rá da anta serpente do semi circulo do li do vaso lys do cão inox, dentro do circulo X doas mentas dos tectos e do chão do furacão ibero vi al das vias ibéricas, conta corrente da portagem segunda da divisão do infinito em pé, saldo 60. rato da vareta da di sic 16 x do gancho de prata da profunda penetração, tinteiro da caixa de ferramentas de prata do circulo das esporas ao hotel do forte Francisco, do micro caos segundo do correio da financeira do corte inglês da rata da borga, das guerras angolanas da viajam ac p do semi circulo da Isa, dia bb francês c lado do invés, do Platão das dicas da republica do duplo furacão da asa do circulo terceiro do edi cão da viagem de teo no millenium. Do raio do Platão do sec tor mouzint do barco do teo à Grécia ao quarto do terceiro do segundo do infinito do ovo do Montijo, u da un day, dos defensores de sidónio pães, do circulo dos ângulos do pé, rá da anta dos muito ovos skoda fabia dos sistemas híbridos do toirão, t do irão, euro 6,00 da asa do saco laranja celta com dois chapéus um no outro enfiados com fivela à volta do chapéu italiano da Sicília do cc do chá do vaso do PE da asa de Belém, duas colheres de pau alemãs do finish cal go nit do lima do cabo rosa no ângulo do rectângulo dos malmequeres do circulo do bico vermelho de quatro pétalas, sombra do circulo branco de seis pétalas mais quatro em duas flores da asa dos pássaros verdes no ângulo do circulo do castelo de Sintra ta ppe rata w ar Espanha, ré A da dupla dor do vaso tpp do pote de latão das plantas das folhas verdes e rosa da lamina de prata do passe vinte das caixas de ferramentas do jardim do saco às riscas azuis, duas cores e cinza do sistema de informações do homem do raio maior do novo serpente do ki portuguesa portuense efervescente da vesica branca de asas de anjo, a lima sobre o rectângulo fazendo o triângulo, da cunha, a lima da sombra e a sombra do lima. Da queda da Teresa da vesica da vareta branca do quadrado verde do circulo de prata do espelho embrulhado em cima da cama em forma de vesica do invertido japonês, dos violinos do dia do jardim do oriente violetas e preto, do fo do oriente da cerâmica do cantinho da soc, de geografia do Pedro do astrolábio, das mascara angolanas dos rituais viciados em PC da dor da menina de todas as camas pessoal, da grande dor de marques Mendes, oi te, gravata violeta sobre o cão do circulo IT da retorta aa amarela de Roma do seis, Viena, Milão, Roma e Atenas, Ed cão da no it de Espanha do tripé móvel marçal da vesica do rectângulo de prata, o cabo verde por detrás do monitor, da maça vermelha de paris da cruz no circulo maçónico, do quinto reflexo do ângulo do áudio do pássaro vermelho, o que sacode as migalhas

Ainda sobre a queda do Tam,

Co A do Brasil do Congo, sétimo do terceiro do circulo da estrela eléctrica, do átrio das comunicações vodafone do tubarão dos tambor da maquina de lavar, o risco vermelho no monitor b vermelho, do duplo circulo das duas tríades do seis. Do cabo das fotos digitais, da mão da cobra das fotos digitais do cab do moreno, a serpente da tia do os toda vaso do vate latino dos ângulos, azul e branco do dínamo do vaso brasileiro do azeite e do vinagre do gal lo invertido de ouro e azul, serpente do dia nas cordilheiras dos dois raios do rio azul, serpente do presidente eléctrico da dupla dor do waldo do baner, do ba da ne, rato do sal da cris., da linha do circulo azul, terceiro às pró do ómega, em ângulo a vesica disposto e que depois desce pelo meridiano vertical dês do circulo preto que sustenta a face da seta que pôs a mola na vesica do sal da cris do Pr. ele, ba we, rato do ponto vermelho na vesica doo guarda nacional ur da sé do pólo, o da gás da forca da CP do ovo de 87 dos dois X no centro paroquial dos olivais em 76, ac do vaso do circulo sétimo, do ex da te rato nato no cantinho da serpente do pó da câmara de Lisboa clube da La Rita europeia, rina da tina de LA


A saída da biblioteca umas bd me chamaram a atenção, uma capa com uma rapariga com um grande coração vermelho com muitos lápis espetados, um outro de uma história de uma donzela que se aproveitava de um rapaz que depois de o usar lhe dava um pontapé, e se chamava Marilia, o rapaz por ela perdido de amores, as histórias do príncipe andante que provocavam arhhhh nas donzela do século xxis ou das serpentes dos dois xx do ex suplemento xis do publico

Enfim vá-se lá saber porquê, Amada, feliz estou eu pelo Amor em Que Te Trago, bem sei que pareço de outro tempo, e se em verdade o é, é o Amor Eterno e os Cavaleiros da Rosa São Sempre O Mesmo e Fieis de Amor ao Amor Amando.

Talvez um pouco demodée, mas que importa se Te Amo e contudo nem na primeira parte acredito, pois o Amor Nunca Sai de Moda, é a Moda

Vira, vira, vira foram as ultimas palavras antes dos gritos que se ouviram dentro da cabine, lembrei-me da musica e das danças do vira deste meu sem o ser país e esta gente não para, e pelos vistos o desespero e seu filho, o medo, continua a fazer estragos, e vem alguns e me dão recado, que meus textos parecem ter falta de sentido, a mim, me parece que são mais eles que não sabem ler sentidos e era bom que aprendessem, para que as desgraças não mais se estendam

Parai, Oh bestas negras!!!!

Amada, Amo-Te Muito e Muito e Muito e Te Gostaria de Ter ao Perto Pertinho

Quando Chegas?