sexta-feira, novembro 16, 2007

mail enviado ao gabinete do presidente do supremo tribunal


caro senhor muito a terra treme cada vez que a Palavra o menciona

Existe Portugal?
Existe Demo cracia em Portugal?
Existe Lei e Justiça em Portugal?

a corrupção estende-se as tribunais, às policias
e as queixas são arquivadas sem resposta

e creio que a suma e sumo desta situação é do seu conhecimento

como não me respondeis?

como cobris juizes corruptos e como deixais roubar um filho a um pai, e um pai e a um filho?


ireis me responder senhor, ou como na moda está, dos duelos a qualquer hora do dia, deverei carregar a minha pistola de balas de prata

paulo forte,

ainda cidadão da re publica portuguesa, creio, se ainda esse direito não me tiver sido tambem sonegado, pois direito e deveres não vejo nenhum cumprido, só vejo mesmo é corrupção, inépcia e misérias

zomfwx

zo zorro do circulo maior do forte do duplo vaso da dupla dor do x, da marca do x, ou do décimo

qpdoow

quadrado do p dia do duplo circulo da dupla dor
mail enviado à pt

exmos ladrões

agradecia reposta aos assuntos mencionados em ourosobreazul.blogspot.com no texto de hoje e que o assunto chegasse aos olhos do senhor granadeiro, visto ser ele o interpelado

com cumprimentos aos pistoleiros

aobcmz

primeiro circulo do segundo do zorro do correio da manha
jqsvmjq

principe do quadrado da serpente do vaso maior do principe do quadrado
novo mail enviado para o gabinete do primeiro ministro

dizem os pássaros o senhor ser, primeiro ministro de Portugal
e que Portugal é um estado de direito e uma democracia
eu por mim não me parece nem o creio
me fará demonstração do contrário
pois até agora não recebi nenhuma outra comunicação de seu gabinete para além do aviso de recepção, já lá vão muitas luas

para seu conhecimento, que um filosofo é um conhecedor

passem para cá o meu filho!
cobridores de ladrões de crianças
cobridores da ilegalidade e da corrupção e do roubo com forma de lei


www.ourosobreazul.blogspot.com, texto publicado no dia de hoje


paulo forte

xeucpq

x e vaso do circulo talho do quadrado
iknpd ik muito talho do dia
cópia do mail enviado à camara municipal de lisboa

blá e blá e blé, que atendendo à magnifica página da internet da camara que só tem um email geral, é previsivel que esta missiva apontador só chegue aos olhos do presidente, quando mais camara não houver, contudo eu que sou burro,aqui vos peço que dem conhecimento deste assunto ao presidente do rigor

paulo forte

de sua conveniência, ler, ourosobreazul.blogspot.com, texto do dia de hoje, assunto, mentiras suas e ausência de respeito e resposta e sangue e dor à mistura

rr v o w p

duplo rato do vaso do circulo do vo da dupla dor do talho
w u g y h w s y, dupla dor do vaso do gato do Y , homem da dupla dor serpente do Y

x na kapa maior da cruz maior do zz, dupla marca do zorro

n h l s n o w
cópia do email enviado à spa

à direcção geral e à administração da spa

assunto roubo sistemático e ausência de resposta


antecipadamente grato e coisa e tal
agradecia resposta, se vos calhar, pois a espero à para ai uns sete anos

paulo forte

www. ourosobreazul.blogspot.com

texto do dia de hoje

homnemgg, o ho do mne maior gato duplo
à rtp, na caixinha de dialogo enviado para as relações publicas

espantam-se meus olhos de não ter a televisão publica na sua página contactos de email, provavelmente porque não sabem que uma página net é certamente um fax ou um pombo correio

agradecia então, visto estar confinado por vontade alheia, neste caso, e quanto alheia e a vontade o favor de passar internamente este quadradinho ao presidente da administração, pois trata-se de um caso de roubo de direitos perpetuado à mais de dez anos, como não cabe aqui a exposição, deixo o link onde a apresentação da queixa está

www.ourosobreazul.blogspot.com, texto publicado do dia de hoje

xruxtan
x no rato ux do tan
imlooh, e maior cem, ou primerio do duplo circulo do homem
Como ousais tentar-me, depois de ver as minhas obras, como o fizeste no que chamais de passado!

Como ousais tratar meu filho assim!

Como ousais tratar-me a mim assim!

Como ousais remeter-vos ao gritante e estrondoso silêncio, sobre tudo o que vos digo e questiono!

Como ousais!

Como ousais manter o rapto e a tortura sobre meu filho!

porventura não sabeis que ambos são a mesma carne!

Como ousais manter-me meu filho raptado a coberto do falso julgamento, da falsa lei e da falsa corrupta juíza!

Porventura esqueceis que tanto o filho como o pai quando separados vão, pela iniquidade alheia, sofrem!

Porventura pensarão que a casa do Pai e do Filho, se limita ao espaço de seu peito!

Esquecerão porventura que a casa do coração é una e infinita!

Como ousais faltar-me ao respeito e ao respeito a meu filho!

Como ousais a tremenda injúria , esqueceis quem sou e o que vos dei e dou!

Como ousais continuar a tentar-me!

Porventura sois crianças pequenas que adultos cegos e sem coração se tornaram!

Seus bodes filhos da besta no coito com a grande meretriz da babilónia!

Como ousais ter recusado todo e qualquer apoio a uma mãe com um filho do tamanho de seu colo e os levas-te assim quase à morte!

Como ousais tê-lo tentado, cabrões sem pingo de sangue nem pingo de compaixão sentados nas vossas torres frias de marfim dos vossos cargos, se a tal função se pudesse em justeza chamar, frios, frios como os gabinetes de talhantes em que vos sentais!

Tivestes sorte desta vez no limite do inaceitável, tentadores da desgraça alheia, quanto alheia a desgraça é, que o vosso coração, um mesmo outro, que disto andais esquecidos

É vos fácil, mão é o vosso, assim credes, assim credes, pois muito mal credes!

E me direis então, se tenho eu ou não razão para vos atirar pedras!

Sendo que as minha pedras não são pedras da calçada, que se vão a correr limpar, depois da desgraça acontecer, mas olhar e remediar a situação que proporcionou a morte das senhoras, isso não, é olhar para o lado, a fingir de conta que não é nada convosco, e que nada se passou, como ousais!

Hipócritas e hipócritas mortais, fazedores da Morte, mandantes d´ela!

Ah bela margarida que no fim de semana apareceis com um crocodilo de chumbo dentro de vossa boca, e as asas do rosto do trovão e somando e subtraindo tudo vou parar ao rapaz da força aérea na reserva da ot a e do al co che te, onde estranhos sentido se desvelam no meio das suas palavras, que o rapaz sujara a saia da rapariga, e outras coisas, e contas na aparência mal feitas, ou pedindo respostas, amigos idos, se calhar em forma e estranho jeitos ou circunstancias, mne monica, e por ai fora, e depois acaba a vossa entrevista por palavra alheia, dizendo que tinha adormecido, a bela menina

E hoje de manhã na rua, um carro assim dizia, de telheiras, as joaninhas dos pais e filhos, e depois a seu lado, fios de diversas cores espalhados pelos chão e uma caixa de um berbequim, do quarto vaso do primeiro circulo da cruz do tarado sexual, lithium, lithium nos pais e filhos, spa is, bravo tão bem assim caminheis

Curiosamente vou eu hoje a uma consulta de dum dentista, ao lado da casa de meus pais, a ver se me querem dar lithium misturado no a ne s te si ante ou o que for

Mais uma consulta que é um acto de caridade de meus pais, pois até o direito à saúde me trazem sonegado, e eu com uma dor de dentes há mais de um mês, gostais, cabrões, dá-vos alento a perfidez, malandros e malandragem, e riem-se muito, assim os ouço nas trovas do vento, a gozar o prato, ou melhor, será dizer, a ausência dele e do vosso em que ireis ficar!

O pais está de muito boa saúde, o rendimento para todos aumentou, não existe nenhum condenado a viver na miséria, o salário mínimo é à data de mil e quinhentos euros mensais, e estes pseudo governantes de coisa nenhuma a não ser da cegueira e dos próprios bolsos perversos, de luva branca, que esconde o sangue em suas mãos, compram carros de luxo, topo de gama para andarem de um lado para o outro sem nada de jeito fazer, como criancinhas sem a noção da realidade e sendo que elas mais a tem e a trazem em si, que estas bestas juntas, que parece o curral do diabo

Só um em meio se safa, por acaso, ligado ao ambiente, que mostrava há umas luas atrás que tinha comprado para si, salvo seja, para o ministério, um híbrido

Híbrido! Já ouviram falar, Oh cabecinhas mal pensantes

Ambiente amigo, corpo são, mente são, mesmo uno corpo, todas as partes são um mesmo corpo, sado masoquismo, tendências suicidas e destrutivas!

Já ouviram falar, que os que trazem cargos públicos devem dar o exemplo!

Muito mal e negativo vai o vosso saldo, recordai-vos que foi um padre que inventou à imagem da cruz a primeira forma que no ocidente se conhece da contabilidade, e que matéria e espirito são só e sempre duas faces da mesma moeda, do mesmo corpo

Amado, certamente terá telefonado aos parceiros da aliança e lhes terá dito, meus amados, compramos nós carros vossos, e assim vos ajudamos e ajudamos a economia comum dos nossos aliados, mas não podemos continuar a comprar assim os vosso belos e seguros carros pois como sabem o dinheiro aqui, para muitos está faltando, mas como somos parceiros, aqui vai uma proposta, diminuiremos progressivamente nas três próximas levas de compras, o numero de carros alemães e italianos e franceses e ingleses, e vos sugerimos que no tempo que mediará façam carros topo de gama híbridos, para que o negócio não seja afectado, e se quiseram ajuda, calha existir um projecto que já esteve em andamento numa faculdade portuguesa e que depois parou pela parceira, que estudava e trabalhava sobre estas mesmas questões, se calhar o melhor é fazer-mos um negócio com vista a incorporação deste saber português, vamos a isto, fazendo negócios inteligentes

Espirito construtivo, aliado a noção do real e responsabilidade e imaginação criativa e criadora, saberão porventura o que é, Oh governantes de coisa nenhuma!

Ah bela menina margarida, do mar das margaridas, olho vossa bela face e me pergunto nas vezes, que parecença seus traços e os meus e assim fico a pensar, eu que nem ao perto vos conheço, assim é o amor

Diz a menina que não é de estar quieta, quando vê que as coisas estão mal e mete a mão na massa para ajudar e ainda bem que assim é e vai, por isso não adormeça, e abra bem seus olhos para ver melhor, e cuidado a morder crocodilos que tem casca dura e abrem a pequenina boca quando estão a tomar banhos ,ainda agora disso o jornal dava conta numa fotografia de seus banhos de sol

Tambem eu me recordo do belo cartaz do antónio costa, rigor, que na altura fiquei a pensar se seria rato igor ou se seria mais gato igor, e a duvida se mantém, para não dizer mesmo que se agrava, mais ou menos, uma no cravo, outra na ferradura, se bem que não veja nem uma a florir, nem outra a arder, e verdade é que olhar para o lado das condições no terreiro e assobiar às pedras e repintar as passadeiras, que bem necessitadas estão, é continuar a manter as condições que favoreceram o acidente, até ao próximo no mesmo sitio nas mesmas condições de novo se dar

Isto se fosse um acidente, mas a resposta é tipo expediente, e no entretanto o chefe de gabinete se foi, nenhum outro terá ido ao tribunal prestar contas, adriano, convida a relembrar que atendendo as circunstâncias no entretanto expressas, se calhar é de repensar algumas questões, e o vento se levantou, uns barcos se afundaram, e as aves ficaram com ar de cisne negros, se bem que com cabeça, certamente em via de a perderam rapidamente devido ao banho de crude que em cima levaram, e avisados foram previamente mas tentaram a Neptuno

Ferreira fernandes, relembrava que passadeira é instrumento para medir os obuses, que em sua opinião vem certeiros, o senhor dos santos tinha ido levantar cheques ao banco com tradução em moeda antiga e dizia que certamente os merceeiros da sua rua, não discutem as contas de seus livros em publico, naquilo que considerava ter sido o exagero da transparência das contas bancárias no lava loiças com detergente baço dos prós e contras

Antonio costa vinha em reportagem e dizia uma mentira e desvelava um anel, por baixo dele a fotografia do ex secretário da cultura, morador na rua poeta mistral, que aparecera, vá-se lá saber o porquê, certamente metafísico, numa ficha técnica de uma empresa que ele subsidiou no âmbito das suas funções da câmara, como consultor, gracioso e gratuito veio logo ele a terreiro dizer, mas seu nome foi depois da página retirado, pergunte-se então porquê

É verdade que os grupos smo, sado masoquistas, andam activos e tambem é verdade que todos a eles somos de certa forma por prazer ou não na aparência obrigados a pertencer!

A mentira era que já não existiam dividas da câmara em quantias a até um determinado patamar, pois ainda devem o dinheiro do arranjo do carro à minha mãe

Extraordinário, já passaram nem sei de memória quantos meses, e a ultima comunicação que da câmara recebi, era que tinham pedido com urgência ao respectivo departamento, a averiguação da questão, pelouro urbanismo, das emergências, e depois silêncio até ao dia de hoje, completo silêncio, mais uma vez a fazer prova clara e inequívoca de como o departamento do urbanismo, entende a palavra urgente e de igual modo, da sua falta de educação e respeito pelos cidadãos

Espantariam-se meus olhos, se ainda neles morasse alguns espanto face à cegueira e as perseguições, a imensa incompetência e ao enorme número de pratos que os presidentes tem que alimentar!

Dou-vos conselho, que não se dá, mais depressa, é de levantar uma cruz e uma fogueira na praça de comercio!

Os ladrões e a ladroagem vão bem de saúde e recomendam-se e as policias estão manietados e os juizes e os tribunais ou comem a mesma sopa, ou então irão presos na ausência de meios ou meios de sua próprias e ausentes consciência

Marinho o candidato, foi o único que respondeu a interpelação para demostrarem se a musica seria a mesma ou não independentemente de quem ganhar ou não, se bem que em propriedade e rigor, me parece ser melhor e mais adequado dizer, mais e maior perder, de perda para todos e total, que seria muito difícil e coisa e tal, fazer demonstração da responsabilidade das câmaras e coisa e tal menos tal, igual a zero menos um

Certamente que a vida é difícil e assim é para dezanove por cento das gentes portuguesas, sublinhe-se a enorme precisão estatística, sem arredondamento que vinte sempre são duas dezenas somadas e as gentes são numeros e comem estatísticas, não é senhor menezes, que tão bem parece trazer aprendida a lição, enquanto jeito dá, depois é de esquecer rapidamente, mas a verdade é que nem são dezanove nem vinte, mais serão vinte e cinco por cento, quase um exacto quarto das gentes e assim sendo se nada for feito, como parece não ser, qualquer dia temos uma bela e sangrenta revolta, montras partidas, casas saqueadas e por ai fora

Mais valia começarem a fazer desde já cruzes e fogueiras na praça do comercio!


Os ladrões e a ladroagem, o circo e os falsos leões e a carne para todos os canhões vão bem de saúde e recomendam-se

No meu ultimo encontro com a spa, a mil que não serão mil luas atrás, mais uma vez me disseram o mesmo que me dizem à dois anos e que já me disseram tambem à cinco, que iam averiguar a situação, mas não o deverão ter no entretanto feito, pois se o tivessem, certamente me teriam dito, assim geralmente é a regra que decorre da averiguação e do averiguado, depois de sabido, comunica-se o que se averiguou, cumprindo a palavra e a função, para a qual entre outras coisas se é pago por tal função

Spa primeira serpente da ua, maior do sis do primeiro vaso do zorro de vaso rão inglês cruz na rta do circulo das formiguinhas, ce rta ge ra primeiro e mn teresa ave ari gato do circulo do vaso do primeiro mp indo, pa primeira do rá do audiovisual e primeira forte da b ric na de ira un são para primeiro do quadrado da ual inglês entre outras coisas, co isa sas sé e é pago para tal f un são

E se a spa nada me disse, como continua a ser a regra na não regra, do roubo sistemático que me fazem, disse-me o espirito, pois assim ouvi, ele tem razão, estava tudo mal, o que se pode aplicar tanto à spa como as contas que sempre me adulteraram relativas à empresa, provavelmente este escutar do espirito, às duas situações se aplica

Sis cruz ema mat tic circulo do pr ova vaso e primeiro em mn da teresa este espanhola gira do rito da divisão em espanha às duas si t au do circulo de corte que fez a onda em espanha sé pal e ca, ap, porto lica

E eu que não sou nem estúpido nem parvo, bem sei o que vai por detrás, ainda hoje li de raspão, mais uma vez a treta que se estriba naquilo que dizem ser a apologética dos laços de sangue sagrados da família, para estribar pelo tempo que passa sem passar, o roubo de meu filho e o seu afastamento e tentar assim justificar o injustificável e todos sabem que enquanto eu não tiver rendimentos mais difícil será recuperar meu filho

Espanhola cruz da elevação da divisão ap do circulo duplo primeiro ge tic dos primeiros laços de sangue se g ra d os da ami par este rib bar do pe do primeiro do circulo do mp , o ro s ub a marino do roubo de meu filho e serpente europeia do a f às tamen e a ten cruz do ar do às se pente em j us ti f car e nau quadrado do neto muito cão da cruz na ive rato da ren da di do homem inglês maior do si , forte e kapa primeiro homem sis te mat ica mn e teresa

Mas como ter rendimentos se todos os meu rendimentos, e todas as minhas ofertas, são sistematicamente roubadas e pervertidas, ora digam-me lá, sem qualquer esperança na resposta, pois só o vosso silêncio de cobardes ladrões fala

A questão que coloquei à spa , se coloca em mesmo a rtp, onde depois de ter isto escrito e tornada publica a palavra, uma serie de acontecimentos e declarações se sucederam, que estão em maior pormenor a comentadas, no capitulo que ainda não conclui deste livro da vida, mas independentemente disso, a verdade, é que a própria rtp tem actuado como ladra, e ao que parece dão cobertura ao roubo, ou seja o polvo imenso, tambem ai se estende e na aparência frutifica.

Pal primeira vaso do rá do av acontece da cie mn cruz os ana liza ad as independente
Pen que pende a temente di serpente dupla do circulo espanhol tem na ap ar da ren da cia fr do vaso ti do forte ica


Ouviram bem, os senhores são ladrões, devem-me uma pipa de dinheiro pelos meus parâmetros, para vós uns tostões e durante este tempo todo ainda não me deram nem uma satisfação que fosse, nem repuseram a legalidade, e são ladrões e cobridores de ladrões dos piores, aqueles que roubam do dinheiro do saco comum.

Para do ra me do met dos metros dia ua muito teresa este circulo primeiro as rato da onda sobre o circulo espanhol e co br dores

Recebi na altura da publicação da triste história da falta de apoio que não recebi por parte do tal mal chamado de ministério de solidariedade, quando tive fome e nada que comer, um telefonema da senhora teresa paixão, que foi a ultima a aparecer nos jornais na sequência da pseudo guerra e cortina de fumo montada pelos actores almerindo e o josé, e eu lhe disse, não se preocupe que naquele dia e no seguinte tinha ainda com que comer, mas depois nada mais me disseram, disse-me que me telefonaria para ir com ela almoçar, para a semana, dos noves dias, acrescento eu em meu comprovado saber

Rato e cb a teresa paixão no serpente do jo rna is na se do quadrado europeu muito cia do ps europeu do guerra e cortina do forte umo a1 mer do rim do josé e no da sé do gui muito teresa tinha dp circulo is na ad primeira maior, me di ss e ram do talho da pa aa gato re maior no dia de eve

Deverei então chegar ai com uma bomba e me enfiar com ela na contabilidade enquanto não me pagarem o que por contrato me devem, segue-se ponto de interrogação que o meu teclado já não tem.

Ah amada senhora cancio, a quem eu chamo de fernanda, pois sei que está cansada de lhe chamarem de can cio, tambem o meu pc está como seu, como vê, e sabe estou eu para lhe escrever desde um artigo em que a bela senhora em sua bela inteligência fazia demonstração do roubos das empresa que se crêem grandes a coberto das suas posições dominantes, neste caso a pt e o que lá dizia se bem que um pormenor de facturação era como de costume verdade verdadinha verdadeira, pois escute então o que lhe vou contar que é história de encantar

Da serpente da inglesa hora do cio do can do chá do mo da fernanda, forte azia do az do ia demons serpente da cruz da ração do ro submarino do bo serpente dia do circulo mina ina em cruz espanhola

Pois a mim se passa assim, ou melhor não se passa nada, a não ser roubo sistemático, e me pergunto se tenho validade moral para pegar numa faca e ir esperar o senhor granadeiro à saída da empresa ali a picoas e lhe dizer, resposta, e a bolsa ou a sua vida, aqui não sei se será ou não de por um ponto de interrogação, mas como sabe, tambem a mim me vai desaparecendo o teclado, mas não nos devemos muito preocupar, pois nada em verdade desaparece, só vai para outro lado

Do ro vaso do bo sis cruz ema tic circulo vaso ali lia ad e mor da a1 para do pé do gato do ar na primeira do forte ac primeiro e rato espanhol pe do ra do ro circulo serpente inglesa hor gato rana na de ro à sá id primeira em presa ali a pi co as e primeiro homem da di do zé rato, am em mé dia esa sapa par ar ce

O senhor pode ser muito bom a enganar a bela comissária da concorrência que nos veio ca visitar, com os carrosséis do iva que a empresa fez durante anos a fios com as suas sub empresas, e bem sei que recentemente acabaram de as separar, perguntava o belo jornalista ao gerente da mercearia, que ia lançado na sua verbe de marketing sobre o que chama de futuro, então diga-nos lá o que vai fazer para aumentar o rendimento aos accionistas, bem, respondeu logo engasgando-se, portanto o futuro a ser assim, não será difícil de vaticinar

Co em co da ren da cia vaso da isis da cruz do ar com, os car ro serpente seis da se is do iva do quadrado europeu a em presa fez se ep da pa do ar e raro pe da pistola da cruz av primeira mer ce ria quadrado ia lan mark , ti muito segundo gato do circulo da serpente do circulo br do quadrado europeu da chama do forte da cruz do duplo vaso do circulo do ur no inglês tão, vaso quadrado europeu, vaso a primeiro is au do homem inglês da cruz do ar circulo ren di em mn to ao circulo da serpente do ac cio ni ista serpente segunda

Escrevi eu aqui em forma publica e entreguei a polícia que rapidamente sem explicação arquivou, uma queixa que dava conta de uma forma de roubo na facturação que me tinha acontecido a mim enquanto empresa durante anos a fio, e certamente a muitos mais e nessa descrição, dei inclusivamente dados que tinha descoberto de quem estaria a jusante nela envolvido, ou seja, quem com o roubo fora beneficiado, portanto até posso em propriedade dizer, que era uma situação fácil de deslindar, talvez por assim ser tenha mais rapidamente contribuído para o arquivamento da queixa feita a policia

Pol cia fati ur ac são circulo ce rta e mn tersa dos maiores is zorro est raia a j us ua ante inglesa circulo vo primeiro vaso id circulo seja, ro do vaso do bo do forte do circulo do ra segundo ene efe cia ad circulo que era si cruz ua são forte ac e primeiro de dia espanhol linda ar da cruz primeiro vaso e zorro circulo em cruz da rib vaso id circulo para

Por outro lado nunca a sua empresa, ou melhor a empresa que o senhor toma conta pela inerência das suas funções, me contactou para esclarecer a questão e proceder ao ressarcimento do roubo que fora calculado na ordem dos trinta e cinco mil euros, e agora o que parece ainda por cima, pretendem os senhores que eu vos devo dinheiro do serviço da tv cabo, há coisas espantosas, não há!

Por rc ce de rato re ss as ar da cie mn cruz no circulo do ro do circulo s ub marino

Queira o senhor explicar-me se faz o obséquio, como é que eu devo um serviço que não usei, ouço-o neste momento dizer, e prove lá que não o usou, pois provo, ou melhor, provarão os senhores com os vossos olhos, visto que a asneira, para ser suave na forma de o por, é vossa, e eu tenho muito que escrever e falar com Deus, façam o favor de se dirigir a edp e verificar se não é verdade que a habitação que é o local do contrato com a tv cabo, teve a electricidade cortada durante um período de meses, largos, onde os senhores continuaram a facturar

Europeu de vaso do primeiro serviço quadrado europeu muito cão use , circulo co vaso do corte do circulo do inglês do circulo da net espanhola , espanhol rato eve rato a f al do rato com dia maior europeu serpente e muito cão da te da ce e primeiro e ec cruz e cidade circulo orta ad a dia do ur ante primeiro pe eri dia do circulo do mes ep as n hol, onda sem homem rato espanhol

Ah diz-me que não tem nada a ver com isso, porque a tv cabo é uma empresa autónoma da pt, não senhor, no tempo do acontecer, não era assim, era sua filha, filha dos ladrões

Em presa au t o no maior da pt muito cão serpente inglesa hor no tersa mp circulo do ac on te ce re rato muito cão e ra as serpente em serpente ua fil à dia os primeira ad rato da onda sobre o circulo espanhol

Explique então se fizer o obséquio, a moderna e maravilhosa solução tecnológica que a tv cabo tem para servir televisão e Internet por cabo sem electricidade!

E x p li quadrado europeu inglês tão serpente se forte zé rato ro tampão do circulo segundo da se quadrado do vaso à moderna e mara ara ravi primeiro homem sá serpente sol vaso são tecno primeiro da circulo do gi ca quadrado europeu tv cabo da teresa maior para serpente para servir a tele e c e são internacional net português circulo ab e pr e miro e cruz cidade ex c l a m a ção

E me diga se esta forma de facturar, não é prova provada que os vosso serviços e forma de facturar, são dignas de gangster e roubo a mão armada!

Do forte ac da cruz do ur ar são di gato nas de gan gato da serpente da cruz teresa rato serpente do ro do s ub marino do cir c u l o a mão do ar am ad a ex clama mação

Assim sendo aqui lhe emito a minha factura e agradeço o envio de um cheque em meu nome para a minha morada,

As s em seno aqui l he emi t o a min h a f ac t ur a e a g ra d e ç oo en vi o de um che q ue me maior eu no me para a min h a mor ad a,

Trinta e cinco mil euros de compensação por calculo do período de roubo durante dois anos correspondentes aos antigos telefones do contrato na rua diogo couto, mais igual valor por juro de mora e compensatórios e como acordo extra judicial, visto que judicialmente nada se passa, pois a queixa foi misteriosamente e sem explicação, arquivada.

T r in t a e c in co mil eu ro s de co mp e n sa são por ca l c u l o do pe rio de o de ro ub o d ur ante do is ana os co rr es po n d e t es aos ant i g os tele f one s do c on t rato na rua di o g o couto, maior s i g ual v a l o r por j ur o de mo ra e com pen as t ó rio s, e co mo ac o r do est ra j u di cia l, vi s t o q ue h ju dia cia l e mn te na ada se passa, po is a q eu ix a f o e ar aqui iva ad a.

Clausula de penalização, o não pagamento desta quantia no período de oito dias úteis após o recebimento desta factura, terá como consequência a subida das vossas acções, especifico, da pt e da pt multimedia em bolsa, há coisas fantásticas, não há!


Circulo primeiro au serpente do vaso primeira de p en ali za ç ão, circulo um it circulo cão da pa do g am en t o de serpente da cruz a quadrado ua muito tia no pe rid circulo do circulo it, circulo dias do vaso da teresa is porto os circulo re cebi mu i t circulo en cruz do circulo de serpente da cruz a foret ac cruz ur primeira, te rá co mo c on s q eu n cia a s ub id a das vo s sas ac ç õ es, es pe c e f e co da pt e da pt um primeiro do tim e dia em b o primeiro sa, há co i sas fantá s tic as, n cão há ex c l a m a são

A ver iremos, sabe, é que há coisas fantásticas, tais como a rapariga que o diz, na vossa publicidade ser muito bonita, ou podermos ver filmes pornográficos com toda a tranquilidade, assim o dizem, pois o consumo não vem descriminado na factura, de facto as vossas facturas e os vossos métodos de facturação são por assim dizer, um bocado escabrosos

Com a agravante de nem net ter ligada!

Com aa g ra v ante de ne m n e t ter li g ad a e x c l a m a ção

A v e r i remos, sabe, é q ue há co i sas fantá s tic as, tais com o a ra pat i g a q ue o di z na vo s sa pub li cidade ser mu it o b on it a, o u po de r mo s v e r fil mes por ni g ra f i co s com t o da a t ra n q u i lia ad e, as s im o di z em , po is o c on s uma n cão v em d es c r i mina do na f ac t ur a, de f ac t o as vo s sas f ac t ura s e os vo ss os mé t o dos de f ac t ur a cão são por as s im di ze r, um bo ca do es t ra n ho s

Mais grave senhor granadeiro, muito mais grave e com consequências numa outra bolsa de acções, muito mais valiosas, em verdade as únicas valiosas, que são as pessoas, é que a perversão deixa sempre por analogia e ou simetria o traço da sua existência, e tambem como geralmente é apanágio dos que vão em modo perversos, não escapam eles a regra da polissemia, ou seja, a perversão não fica confinada a um só quarto da casa

Mai serpente gato rave serpente en hor gato rana de e ro da mu it o mai serpente gato rave e com, circulo on seque n cia serpente numa circulo vaso da cruz do ra bo primeira sa de ac ç õ es, mu it circulo mai serpente vaso ali circulo sas, em vaso e rato dad e as uni ca serpente vaso ali o sas, q ue são as pe ss o as, é q ue a pe rato vaso e rato da onda a são de ix a se mp re por ana l o gi a e circulo vaso si met ria o t ra ç o da s ua ex is t ê c ni a, e tam b em com o ge r l a m en te é ap ana gi o d os q ue vaso cão em mo do pe rato vaso e rato sos, mu it o são es ca pan e primeiro es a re gato ra da poli ss emi primeira, o vaso seja, a pe rato vaso e são mu it o cão forte e ca circulo on f ina ad aa uma serpente do ac ao ó quadrado ua rato da cruz do circulo d a c sas

E já vos inquiri aqui em forma publica de questões que se prendem com actos de terror mundiais e que de alguma forma estiveram ligados ao transporte de sinal da vossa empresa, e como de costume não tive nenhuma resposta até a data, coisa que seria estranha e de estranhar se os senhores levassem um comportamento exemplar, o que bem vista a coisa em modo de suma, não parece ser verdadeiramente o caso

E j á vo s in q eu i r a q ue em f o r ma pub l i ca de q eu s t õ es q ue se pr en de maior com a x t os de te rr o r m un dia is e q ue de al gum a f o r ma es ti vera m li gado s ao t ra sn porte de sin al da vo s sa em presa, e co mo de co s t u me n cão t ive n en h uma r es po s t a at é a d at a, co isa q ue se ria es t ar n ha e de es t ra n h ar se os s en hor es l eva s se maior um c o mp orta men te ex e mp l ar, o q ue b em vi s t aa co isa em modo de s uma, n cão par ce ser v e rda de ira men te o ca s o



Curioso mesmo é olhar para isto que aqui lhe conto, o pseudo debito de sinal que não é usado, ser em essência idêntico ao que de mais grave se passou, pois fora emitido um sinal sobreposto, que na pratica se pretendeu que não o fora, está a ver a simetria, e a prova a fazer-se, de novo sobre esta matéria, existe uma entrevista recente de um jornalista da sic, que se bem lida nas suas entrelinhas se eu ainda sei ler no nevoeiro, da bruma das imensa ilusões deste jornalismo que não se pode assim chamar, dizia o senhor, que quando se tem filhos e família, se perde um pouco a coragem, mostrava ele uma capa de um livro na foto que curiosamente trazia em sua lombada uma referencia aos can, e em suma parecia dizer que fora obrigado a tal fazer.

C ur i s os me sm o é o l h ar para is t o q ue aqui l he c on t o, o ps eu do de bi t o de sin al q ue n cão é usa d o, ser em es s en cia id en tic o ao q ue de maior si g rave se pa ss o u, po is f o ra emi t id o um sin al s o b r ep os t o, q ue na pr a t i c a se pr e ten d eu q ue n cão o f o ra, es t á a v e ra si met ria, e a pr ova a f ze rato inglês se , de n ovo s o br e es t a mat é ria, ex ist e uma en t revista re c en te de um jo rna l ist a da sic, q ue se bem l id a nas s ua s en t re l on h as se eu a inda se e l er no n evo e i ro, da br uma das i m en sa i lu s õ es de s te jo rna li s m o q ue n cão se pode as s em ch ama r, di z ia o s en hor, q ue q ua n do se tem fil h os e f ami l ia, se pe r de um po uco a cora ge m, mo st rava e l e uma capa de um li v reo na f oto q ue c ur i o sa mente t razia em s ua l o m b ad a uma r efe ren cia aos can, e em s uma par e cia di ze r q ue f o ra ob riga d o a ta l f az e rato.

E acrescento que o espirito me disse, ser o sinal injectado na pt do Camões, ou por alguém ligado a pt do Camões, digo-lhe isto tudo para memória presente em Deus, pois já percebi que o senhor não tem interesse em que esta questão se esclareça, recordo bem a foto de sua face, no jornal depois da minha ultima publicação em que mencionei este assunto!

E ac re c en t o q ue o es pi rito me di se, ser o sin la in ject ad o na pt do c am õ es, o u por al gume li gado a pt do c am õ es, di g inglês primeiro homem es it o t u do para me mória , po i is j á e r cebi q ue o s ne hor n cão te m in te re s se em q ue es t a q eu s tão se es c lar eça, record o b em a f oto de s ua f ace, no jo rna l d ep o is da min h a u l tim a pub li cação em q ue m en cio ne i este as s un t o ex c l a m a ção

Mas veremos o valor das acções, e certamente o senhor em próxima reunião de accionistas lhes irá explicar, éramos ladrões e fomos apanhados por Deus, e vejam lá , as acções subiram, e estamos todos mais ricos

M as v e r es mo s o valor das ac ç õ es, e ce rta m en te o s en hor em pr ox i maior da reunião de a cio ni s t as l h es i rá ex p l i ca r, e rá mos l ad r õ es e f omo s ap na h ad os por D eu s, e v e j am l á , as ac ç õ es s ub i ram, e es t am os t odo s maior is ric os

Os ladrões e a ladroagem vão bem de saúde e recomendam-se, e o polvo é imenso e por todo o lado se estende, e a mim me fazem perseguição sistemática em muitas casas e se me pensam que me vergam, tirem dai o cavalinho, mais depressa em Deus levo uns quantos para o inferno, que a paciência já se me acabou


Os l ad r õ es e a l ad ro a ge m v ão b em de sa ú de e re comenda m inglesa se, e o p o l vo é i m en so e por t odo o l ad o se es ten de, e a mim me f az em pe r si f u i ção sis t ema tic a em mu it as c a sas e se me pen sam q ue me v e r g am, ti re m d a i o c ava linho, maior si d ep re s sa em D eu s l evo u ns q ua n t os para o in f e r no, q ue a pa ciência j á se me ac ab o u

Recebi mais uma reedição da secretaria do tribunal da injunção do porto, outra vez , um pretenso seguro na axa, que a empresa teria em divida, o que é redonda mentira, como já o expliquei por diversas vezes, visto a empresa ter anulado todos, friso todos os seguros com a axa, e não ter ficado a dever nem um tostão, e só serve este caso para demonstração de que a pretensa festa continua, e sei bem eu onde querem chegar, chegar a um arresto de bens por dividas acumuladas, e fazer assim prova de que não tenho meios para suportar financeiramente meu filho, pois nos tentam sistematicamente roubar, melhor seria trazerem a pistola e fazerem a cruz no terreiro do paço!

R e cebi maio is uma re edi cão da sec r eta ria do t rib una l da in j un ção do porto, o u t ra v e z , um pr e ten s o se g ur a na axa, q ue a em presa te ria em di v id a, o que é red onda m en t ira, co mo j á o ex p li q eu i por di v e r sas v e ze s, vi s to a em presa ter an u l ad o t odo s, fr i so t odo s os se g ur os com a axa, e n cão ter f i ca do a d eve r ne m um t os tão, e s ó serve este ca s o pa ar demo sn t ração de q ue a pr e ten sa f es t a conti n ua, e se i b em eu onda q eu re m che g ar, che g ar a um ar r es t o de ben s por di v id as ac u mul ad as, e f az e r a s s em pr ova de q ue n cão ten ho me i os para s up orta r f ina ce ira m en te me u fil ho, po is no s ten tam iste mat i ca mne y te ro u b ar, me l hor se ria t ra ze r em a pi s tola e f az e re m a c r uz no te r rei ro do p a ç o ex c l a m a ção

Ah amada agora é época das sanções, sanções é o que está em moda, e assim sendo passo eu factura ao tribunal da injunção do porto, aos malandros que a mando de outros lá actuam neste roubo, os que ordenam, axa inclusive, tambem vossas acções irão subir em flecha, num dos mercados, o das ditas ou o da vida, verão!

A h am ad a agora é ep o ca das san ç o es, sa n ç õ es é o que está na moda, e as s em s en d o pa ss o eu f ac t ur a ao t rib un al da in j un ção do porto, aos ma lan dr os que a mando de o u t ro s l á ac t ua m ne s te ro u bo, os que o r dena m, a x a in c lu s ive, tam b em vo s sas ac ç õ es irão s ub i r em f l e ch a, n um dos me rca do s, o das d it as o u o da v id a, v e rã o e x c l a m a ção

Quando param com esta iniquidade, suas bestas persecutórias

Porque duvidais da palavra
Não a vedes acontecer

Mau negocio, em verdade verdadeira verdadinha, fazeis muito mau negócio

Coisas que não podem ser ditas!
Ousais dizer e brincar com a Palavra Divina e Justa Assente no Justo!

Presunção a agua benta cada um toma a que quer até Deus deixar!

Tenho toda a moralidade e justeza em vos tratar assim como ides
Cabrões e filhos da babilónia, pois em verdade assim ides fazendo prova em constância

Estais à espera que eu me vergue!
Enganai-vos redondamente
E verticalmente a descer para o vosso abismo

E a igreja e aos membros dela, digo
Parei , vós ordeno em nome do Senhor!

Não pagará mais seu Filho por vossos pecados
Nem que a igreja tenha de ser derrubada
E o será caso mais O afronteis

Não chega o mal que Lhe fizeste!
Com que moralidade defendem a meretriz

Com que fundamento combatem o Pai
E deixam maltratar o Filho
E vindes falar em direito
Palavras ou actos
Actos , Senhor, que assim se comportam
Os seguidores de Cristo
Que mudos e cegos não São

Quem é o vosso Senhor

Quem são os vosso senhores
Implicados nos abusos a menores
Que cobris!


Q ua n d o para maior com es t as in i q ui dad es, s ua s be s t as pe r s u co tó ria s
Por q ue d u v id a is da pa l av ra n cão a v e d es ac on te ce r mau ne g o cio, em v e r dad e v e rda de ira v e r dadinha, f az e is mu it o m au ne g ó cio co i sas q ue n cão po de m ser d it as e x c l a mação O usa is di ze r e br inca r com a Pa l v ra Di v ina e J us t a As sin te no Justo e x c l a mação Pr e s un ção a a g ua bem t a c ad a um tom a a q ue q eu r at é D eu s de ix ar e x c l a mação Ten ho t o da a mora l i dad e e j us te za em vo s t ra t a r as s em co mo id es C ab r õ es e fi l ho s da babi l óni a, po is em v e r dad e as s em id es f a zen d o pr ova em co sn tan cia Es t a is à es pera q ue eu me v e r g eu e x c l am aç ão En gana i inglês v os r e d o n da men te E v e rti ca l m e n te a d es ce r para o vo ss o ab is mo E a i g re j a e a os m en bro s de l a, di g o Pa rei , v ó s or deno em no mem do S en hor ex c l ama ção N cão pa g a rá maior is s eu Fi l ho por vo ss os pe c ad os Ne m q ue a i g re j a ten h a de ser de r ru b ad a E o se rá c as o maior is O a fr on te is N ão che g a o ma l q ue L he fi ze s t e ! Com q ue mo rali dad e d efe n de m a mer e t r iz Com que f un da men to com bate m o Pai E de ix am ma l t ra t ar o F i l ho E vi n d es f al ar em di rei t o Pa l av ra s o u ac t os Ac t os , S en hor, q ue as s em se co m porta m O s se gui do r es de C r is t o Q ue mu d os e ce g os n cão São Q eu maior mé o v osso S en hor Q eu m são os vo s s o s en hor es Im p li c ad os no s ab us o s a m en o r es Q ue co br is e x c l a mação



Serpente primeira cruz no oiro, rato ota serpente do circulo da cruz do ás

Ar e p circulo , p circulo E e ra o ra cruz teresa maia, E da cruz do met, cruz dupla forte ee met da opera, circulo pera, pe do ra , ar é, circulo p rotas e destinos, serpente ao oiro

Assim diz e fala o selo de Salomão!
E mais disse e em outras núpcias, aqui serão desvelados!

As s im di z e f al a o se l o de Sal o mão ex c l am a ção
E maior si di s se e em o u t ra s n up cia s, aqui se rã o d es v e l ad os!

E no entretanto desta ultima palavra já o Santo Padre convosco falou, mas a situação com meu filho e comigo está na mesma.

E o senhor da igreja, a quem eu aqui pela Palavra interpelei, fez mais uma vez de conta que não ouviu, assim não pode ser, se assim continuar, o excomungo eu!

Continua em seus rodriguinhos de retórica nas mais das vezes ao arrepio do evangelho que diz professar, em sábado recente, que Deus estava encarnado, como se alguma vez não tivesse estado, agora em sábado ultimo, o titulo era, estou quase disposto a perdoar-vos os oitenta milhões, a ver vamos

E no entretanto desta ultima palavra já o Santo Padre convosco falou, mas a situação com meu filho e comigo está na mesma.

E o s en hor da i g re j a, a q eu m eu aqui pe l a Pa l av ra in te rp e lei, f e z maior is uma v e z de c on t a q ue n cão o u v i u, as s em n cão p ode ser, se as s em conti n ua r, o ex co m un g o eu! Conti n ua em s ue ro dr i gui n h as de re tor i ca nas mais das v e ze s ao ar re pio do eva n ge l ho q ue di z pr o f e s sar, em sa b ad o re c en te, q ue D eu s es t av a en ca rna do, co mo se al gum a v e z n cão t ive s se es t ad o, agora em as ba do u l tim o, o t it u l o e ra, es t o u q ua se di s po s t o a pe r do ar inglês vo s os o it ten t a mi l h õ es, a v e r v am os

Sabes Minha Amada Senhora, Deus do Amor é em Parte Ingénuo, Pois o Amor É em Parte Ingénuo, dá, sem medir, na esperança que a semente em fruto frutifique, mesmo sabendo que em realidade dá só numa terça parte

E atravessava eu o jardim da Estrela em dia mais ou menos recente, e um casal de estrangeiros a mim se dirigiu e me pediu uma indicação, e eu lha dei, e era uma rua que procuravam, ali bem pertinho de onde estávamos, a borges carneiro, e depois recordei que uma das criações que eu em pequenino dei foi a dos multibanco e recordei em pormenor, que fora dada em duas vezes e te vou contar a ti e a todos para que fique claro

O que eu primeiro dei, foi o conceito de que poderia existir uma maquina para levantar dinheiro, pois em pequenino eu tinha menos paciência que hoje tenho, assim creio, e assim Deus queira, porque neste momento vai ela bem pequenina, e existiam naquela altura imensa bichas nos balcões dos bancos, sendo que muitas das operações eram levantamentos, trocava-se um papelinho por dinheiro, ou seja por outros papelinhos, a diferença, era que com uns se podia comprar uma almofada para melhor te deitar a meu lado para melhor te amar, e com os outros nem sempre em modo directo

Depois quem o ouviu, chegou de novo e perguntou, uma maquina, mas uma maquina como, e eu pensei e olhei o que já havia, os chips e lhes disse, com um chip, um cartão com um chip que permitisse assim regular a transação

Hoje esta invenção está em todos o lado, alguns terão ganho com ela muitos milhões de euros e continuam a ganhar, eu Amada, nunca recebi um tostão que fosse, por esta ideia que graciosamente no meio de duas conversa assim dei, como dou quando abro a boca e com os lábios beijo.

No outro dia disse-me o espirito que tinha ao que parece uma mulher da empresa dos multibanco, à perna, ou melhor uma cadela a ladrar, ou um cão, que certamente serão daqueles que nunca esperariam que eu isto ao mundo contasse, e depois pensei, só esta razão é mais que suficiente para que um grupo de gentes me tente matar ou denegrir

Me disse o espirito que desceu no lugar da ajuda ao casal, que era o banqueiro, o banqueiro do rectângulo do borges carneiro, ce musa sg hp em noventa e três do set da cruz do homem, refige correctios double, reference to former serpente do pelicano da gaivota circulo top do cam dois isla ma b ad terceiro br borges carneiro rr ime minister in first em serpente do vaso quarto

O banqueiro e o banco que emprestaram fora das regras, repôs o dinheiro, mas sobre o incumprimento delas, nada mais se passou, parece que quem tem dinheiro não tem mais consequências se actua fora da lei, e é isto inadmissível, provavelmente a lei está feita com o normal buraco da escapatória

Mais justo e de forma lavar um pouco a face, como um gato, seria o banco proceder a uma lotaria, sorteava o perdão em dividas a seu clientes, daqueles que andam com a corda ao pescoço todos o meses a comprar casas mesmo antes de nascer, em valor equivalente ao total do empréstimo fora da lei emitido ao filho do presidente do banco, e imprimia nos bilhetes, prometemos daqui em diante cumprir a lei

Mas como é provável que assim não o venham a fazer, certamente que o valor das acções vai continuara a subir, fruto da acção de marketing deste caso



Sabe s Min h a Am ad a S en hora, D eu s do A mor é em Par te In ge n u o, Po is o A mor É em Pa rte In ge n u o, d á, sem me di r, na es pera n ça q ue a se m en te em fr ut o fr it i f i q ue, me s m o sa bem d o q ue em real i dad e d á s ó mu ma te rça pa r te

E a t rave s av a eu o jardim da Es t re l a em dia maior is o u m en s o s re c en te, e um c asa l de es t ra n geiro s a mim se di r i gi u e me p de i u uma indica ção, e eu l ha de i, e e ra uma rua q ue pr o cura v am, ali be m pe r t in ho de onda est av mo s, a bo r g es car ne i ro, e d ep o is record e i q ue uma das c ria ç õ e ss q ue eu em pe q eu nino de i f o ia dos mu l ti ban co e record e i em pr o m en o r, q ue f o ra d ad a em d ua s v e ze s e te v o u c on t ar a ti e a t odo s para q ue f i q ue c l ar o

O que eu primeiro de i, f o i o c on ce it o de q ue po de ria ex is it uma ma q eu ina para l eva n t ar din e hiro, po is em pe q eu nino eu tinha m en os paco en cia q ue h oje ten ho, as s em c rei o, e as s em D eu s q eu ira, por q ue ne s te mo m en t o via e l a be m pe q eu nina, e ex is t iam naquela al t ur a i m en sa bi ch as nos bal c õ es dos ban co s, s en d o q ue mu it as das o pera ç õ es e ra m l eva n tamen t os, t roca v a inglês se um pap e linho por din he i ro, o u seja por o ut ro s pa pe li n ho s, a difer en ça, e ra q ue com un s se po dia co mp r ar uma al mo f ad a para me l hor te de ita r a me u l ad o para me l hor te am ar, e com os o u t ro s ne m se mp re em mo d o di re c t o

D ep o is q eu m o o u vi u, che g o u de n ovo e pe r gun t o u, uma ma quina, mas uma maquina co mo, e eu pen se i e o l hei o q ue j á h avi a, os ch i p s e l h es di s se, com um ch ip, um ca r t ão com um ch ip q ue pe r mit i s se as s im re g u l ar a t ra n sa ção

H oje es t a in v en ção es t á em t odo s o l ad o, al gun s te rão gan ho com e l a mu it os mi l h õ es de eu ro s e conti n ua m a gan h ar, eu Am ad a, n un ca re cebi um t os t ão q ue f os se, por es t a id e ia q ue graciosa m en te no meio de uma c on v e r sa as s im de i, co mo do u q ua n do ab ro a b o ca e com os l á bi os bei jo.

No o u t ro dia di s se inglesa me o es pi rito q ue tinha ao q ue par e ce uma mul her da em presa dos mu l ti ban co s, à pe rna, o u me l hor uma cadela a l ad r ar , o u um cão, que ce rta m en te se rão daqueles que n un ca es pera r iam q ue eu is t o ao m un d o contasse, e d ep o is pen s e i, s ó es t a ra z ã o é maior si q ue s u f e c i e n te para q ue um g rup o de g en t es me ten te mat ar o u d ene g r i r

Me di s se o es pi rito q ue d es ceu no l u g ar da ajuda ao c asa l, q ue e ra o ban q eu i ro, o ban q eu i ro do rec tan g u l o do borges carneiro, ce musa sg hp em no v en t a e t r ês do set da c r uz do homem, re f i ge co rr c t i oo s do ub k l e, r efe ren ce to f o r mer se pr n te do pelicano da ga i v ota cir c u l o top do cam do is isla ma b ad terceiro br bo r ge w ss carneiro rr me mini s ter on f irs t em serpente d vaso quarto

Mai s j us t o e de f o r ma l av ar um po u co a face, co mo um g a t o, se ria o ban co pr o ce d e ra uma l ota ria, s o r tea v a o pe r dão em di v id as a se u c li en t e s, daqueles q ue anda m com a co rda ao pe s coço t odo s o me s es a co mp r ar c a sas me s m o ant es de na s ce r, em valor e q u iva l en te ao t ot al do em pr és tim o f o ra da l e i emi t id o ao fil ho do pr e sid ente do ban co, e im pr i mia no s bil he t es, pr o met emo s daqui em di a n te c u mp r i ra lei

Maior s co mo é pr o v á v e l q ue as s im n cão o v en ham a f az e r, ce rta m en te q ue o valor das ac ç õ es v a i conti n ua ra a s ub i r, fr ut o da ac ç ão de mark e t in g d este ca s o

Depois da publicação dos texto dos acidentes, ultimo post,

Em novas imagens da queda do avião no brasil, o jacto do príncipe lear, era visível na asa o dizer da pt, que será então a casa do príncipe do jacto ou do que pediu a marosca ao do brasil, dizia a noticia, que o jacto tinha caido em cima da casa da família ff, e tinha morto os meninos que lá se encontravam

Depois de sair da tascas do senhor joão, e antes de escrever estas palavras sobre o acidentes rodoviários, me dei conta de um jornal na rua que dizia, maroscas nas estradas, o que me confirmou ao momento o que acabara de ler na televisão

Hoje de madrugada ao passear no jardim das necessidades, um outro jornal num caixote de lixo, me chamou a atenção, era um anuncio ao cambrigde que se lia como cam do king da escola de línguas cambrigde, e de repente me pareceu que o tal câm que aparecera na declinação, poderia então ser o senhor que é lá o king, depois ao lado do pratinho da comida dos gatos, no muro alguém escrevera, ratos, duas vezes, ou seja dos ratos do rei da escola de cambrigde, provavelmente os que participarem na formação do prisma, foi o que ao momento me subiu à consciência, o sopro do espirito então soprou, e fez cair sete folhinhas no chão, o sentido tornou-se mais claro, o tal king é o set

No carro que na aparência bateu na camioneta, a senhora que ia ao lado da condutora, se chama de ilda, a confirmar o ponto do angulo na reunião dos escudos ingleses

Em no v as e mage ns da q eu d a d o av i cão no brasil, o j ac t o do pr ín cip e l e ar, e ra vi s ive l na asa o di ze r da pt, q ue se rá en tão a c asa do pr in cip e do j a c t o o u d o q ue pe di u a mar o s ca ao do bra si l, di zi a a no ti cia, q ue o j ac t o t in h a ca id o em c ima da ca s da f ami l ia ff, e tinha mor t o os me nino s q ue l á se en c on t r v am

D ep o is de sa i r da t as ca s do s en hor jo ão, e ante s de es c r eve r est as a pal a s v ra s s o br e o ac i den t es ro do vi a rio s, me dei c on t a de um jo rna l na rua q ue di za, mar o s ca s nas e t s r ada s, o q ue me c on f i r mo u a o mo m en t oo q ue ac ab a ra de l e r na tele visão

H oje de m ad ra g u d a ao pa s sea r no j a r dim d as ne ce s sida d es, um o u t ro jo rna l n um ca ix ot e de li xo, me chamou a at ten ção, e ra um a n un cio ao cam br i d ge q ue se li a co mo cam do king da es co l a de li b g ua s c am bridge, e de re ep en t e me par e c eu q ue o tal c â m q ue a par ce e ra na dec lina ção, po de ria en tão ser o s en hor q ue é lá o ki n g, d ep o is ao l ad o do pr at ino da co mida dos g at os, no m ur o al gume es c r eve ra, ra t os, d ua s v e ze s, o u seja dos r at o d os rei da es co l a de c am bridge, pr ova v e l e mn te os q ue par ti cip ar em na f or mação do pr is ma, f o i o q ue ao mo m en t o me s ub i u à c o n s c i ê c na i, o s o pr o do es pi rit o en tão s o p ro u, e fez ca i r se t e f o l h in h as no ch ão, o s en t id o tor no u inglês e maior si c l at o, o t al ki n g é o set

No ca r ro q ue na ap a r ên cia bat e u na cam i o neta, a s en hor a q ue ia ao l ad o da c on d u tora, se chama de i l da, a c on f i r mar o p on t o do an g u l o na reunião d os es c u d os in g l e s es

Outro tremor com epicentro na placa de sagres, cada vez que a Palavra menciona o senhor da barbicha, a terra treme, no exacto ponto da barbicha do rosto de portugal ao sul do cabo de s. Vicente, no meio do mar! A oitenta e cinco, ou seja em oitenta e cinco, os pescadores desaparecidos foram recuperados do mar, seis incêndios lavram no norte, um salvo erro em cabril

Nas noticias de hoje sobre o acidente, o senhor dizia, só me lembro da cabeça fazer tum, a batida das baixas frequências, a confirmar o método da operação da desgraça

Outra senhora no leito dizia, bater na reboleira, soava assim o rolar na ribanceira,
A musica a bater na reboleira

Na s no ti cia s de h oje s o br e o ac i d en t e , o s en hor di zi a , s ó me l em br o da ca b eça f az e r t um, a b at id a das ba ix as f e r q u ên cia s, a c on f i mar o met odo da o pera ção da d es graça

O ut ra s en hora no l e i ro di zi a bat e rna re bo l e ira, s o av a as s em o r o l a rna r e ban ce ira,

No correio da manhã uma nova imagem da camioneta vista de traseira e apanhando seu lado lateral, já em cima do reboque, via-se na parte lateral, um f de forte uma unha que descia, como terá descido sobre ela, e na parte lateral era visível uma outra leitura do mesmo logo, esta imagem desvelava um M ligado ao vaso que fazia a asa, os dois elementos para cima inclinados, a subir da esquerda para a direita

Cân branco, pb maçon, unha negra na inclinação do vale da maria , maior vaso, se ma foro com um buraco ao lado das três luzes traseiras do lado direito, no rectângulo do meio de três, ab ra muita cruz espanhola, ou teresa serpente

No dia a seguir à minha ultima publicação, choveu roupa nas traseiras do prédio, um das peças, um camisa azul, lá continua presa no grade de arame farpado que parece um prisão, as ouras caíram no pátio, ao lado de um estranho cadáver de uma bicicleta sem rodas, cuja forquilha da frente aponta ao prédio e que está atada ao arame, como que a dizer, a bicicleta está sem rodas e presa, e assim parece estar abandonada há já muitas luas, e depois um jornal de publicidade tambem ali com a roupa caíra, dizia o quadrado dos quatro

No dia a se gui r à min h a u l tim a pub li cação, ch o v eu ro up a nas t ra se ira s do pr é di o, um das pe ç as, um cam isa az u l, l á conti n ua pr e sa no g ra de d e ar am e f arpado q ue par e ce um pr is ão, as o ur as ca i ram no pá tio, ao l ad o de um es t ra n ho c ada v e r de uma bi cic l e rta se m ro da s, c u j a f o r q u i l ha da fr ente ap on t a ao pr é di o e q ue es t á at ad a ao ar a m e, co mo q ue a di ze r, a bi cic l e ta es rá se maior ro d as e pr esa, e as s em par e ce es t a ra a ban dona da h á j á mu it as l ua s, e d ep o is um jo rna l de pub li cidade tam b em ali com a ro up a ca i ra, di za o q ua dr ad o dos q ua t ro

Depois caiu o esquilo voador, assim deu primeiro conta a noticia sem mencionar o nome de família do piloto que falecera, mas algo em mim intui que algo estranho se passara, primeiro, pela localização, ser perto de melgaço, que é uma das terras onde a teresa figueiredo tem família, e depois a polemica que era introduzida nas noticias, que o piloto, não teria tido formação especifica em voos com baldes, assim disse salvo erro a companhia que o empregava antes do ministério , a ema, que ressoava no inicio do texto anterior, a cruz do sis na ema, a dizer que não, que o piloto teria feito mais do que o treino obrigatório por lei, que é de levantar com quatro baldes, o que parece ser muito pouco, e nem especificava se era feito em condições de simulação de fogos, pois o ar quente, cria correntes ascendentes, e turbilhões, e é totalmente diferente levantar um balde cheio de agua tendo ou não tendo um fogo por baixo, e assim sendo parece que se forem estas as condições mínimas exigidas, que será de as mudar, e perguntar desde já, quem as elaborou, pois parece pelo seu conteúdo, não serem muito correctas, e mais uma vez parece aqui ser tambem m quadro nítido de proporcionamento da desgraça, que em lei, se chama de convite continuado a homicídio e à morte

D ep o is ca i u o es q u i l o vo ad or, as s em d eu pr i me i ro c on t aa no tic ia se m m en cio n ar o no me de f amí l ia do pi l oto q ue f al e ce ra, maior s al g o em mim in t u i q ue al g o es t ra n ho se passa ra, pr i me i ro, pe l a l o ca l iza ção, ser pe r t o de me l g aç o, q ue é uma das te r ra s onda a teresa f i g eu i red o te m f am i li a, e d ep o is a pole mica q ue e ra in t ro d uz id a na s no tic ia s, q ue o pi l oto, n ão te ria t id o f o r mação es pe c i f ica em vo os com ba l d es, as s em di s se sal vo e r ro a co mpa n h ia q ue o em pr e g av a ant es do min si té rio , a ema, q ue re s s o av a no in i cio do te x t o ant e rio ra c r uz do sis na ema, a di ze r q ue n ão, q ue o pi l oto te r ia f e it o maior iss do q ue o t rei no ob riga t ó rio por l e i, q ue é de l eva n t ar com q ua t ro bal d es, o q ue par e ce ser mu it o po u co, e ne m es pe c i f i c a v a se e ra f e it o em c on siç õ es de si mul a ção de f ogo s, po is o ar q eu n t e, c ria co r ren t es as c en den t es, e t ur bil h õ es, e é t ota l e mn te difer ente l eva n t ar um bal de che i o de a g ua tem do o u n ão ten do um f ogo por ba ix o, e as s em s en deo par e ce q ue se f o r
em es t a s as c on di ç õ es mini mas ex i g i d a s, q ue se rá de as mu d ar, e pe r g un t ar d es de j á, q eu m as e l a bo ro u, po is par e cm pe l o s eu c on te u d o, n ão ser em mu it o co r re cta s, e maior si uma vez par ace aqui ser tam b em m q ua dr o ni t id o de pr o por cio na m en t o da d es graça, q ue em l e i, se chama de c on v ite conti n u a d o a ho m ici do e à mor te


Era a primeira missão e nela sem mesmo a fazer se foi o piloto, depois outra informação ficara a retinir dentro de mim, nas primeiras informações , que o balde começara a oscilar em forma estranha, de repente como se uma súbita rajada de vento se tivesse levantado, assim o disseram quem da sua equipe debaixo o viu, o que parece desvelar que marosca aqui houve, pois um helicóptero ao levantar, cria ele próprio um túnel de vento feito pelo rotor e que se encontra muito concentrado na área das suas pás e à sua volta e é evidente que um objecto daquelas dimensões que fica pendurado no eixo vertical do rotor principal, ou é muito bem fixado e equilibrado, ou criará forte turbulência que poderá tornar impossível ao piloto garantir, uma descolagem em forma estável e como pressupostamente tal deve estar garantido, mais provável é que a marosca tenha passado por algo que fez o balde desequilibrar, apareceu-me agora nesta escrita ao escrever melgaço, melaço, melaço como imagem de substância de algo que é viscoso, ou seja algo que poderá tirar resistência num equilibro de um qualquer processo de fixação, ou seja algo que terá sido aplicado para aquilo mais baloiçar


E ra a p r ime ira missão e ne l a se m me s m o a f a ze r se f o i o pi l oto, d ep o is o u t ra in for mação f ica ra a r eti ni r den t ro de mim, nas pr i me ira s in for mações , q ue o bal de co me ç a ra a os cila r em f o r ma es t ra n ha, de r ep e n te co mo se ua m s ub it a ra j ad a de v en t o se t ive s se l eva n t ad o, as s em o di s se ram q eu m da sua e q eu ipe de ba ix oo vi u, o q ue par e ce d es v e l ar q ue mar os ca aqui ho u v e, po is um he li cop te ro ao l eva n t ar, c ria e l e pr o prio um t une l de v en t o f e it o pe lo r oto r e q ue se en c on t ra mu it o com c en t r ad o na ar e a da s as us pá s e à s ua vo l t a e é e vidente q ue um ob j ce t o da q eu l as dim en s õ es q ue f i ca pen d ur a d o no e ix o v e r ti ca l do ro tor pr in cip al, o u é mu i to be m f ix ad o e e q ui li br ad o, o u c ria rá f o rte t ur b u l ê c na i q ue po d e rá tor n ar im po ss ive l ao pi l oto g a ra n tir, u ma d es col g a e m em f o r ma es t áve l e co mo pr e s s up os tamen te ta l d eve es t ar g a ra n t id o, maior is pr ova v e l é q ue a mar os ca ten h a pa s sado por al g o q ue fez o bal de d e s i q u i li br ar, ap a re ceu inglesa me agora ne s t a es c rita ao es c r eve r me l g aç o, me l aç o, me l aç õ co mo ina g em de s ub stân cia de al g o q ue é vi s c o so, o u seja al g o q ue po de rá tir ar re sis t ên cia n um e q eu i li br i o de um q ual q eu r pr o ce ss o de f ix a ção, o u seja al g o q ue te rá sid o ap li c a d o para a q ui l o maior si ba l o i ç ar

Me subiu à memória um episódio num voo com o meu helicóptero , eu que sempre quis ter o brevet mas que até ao momento me fiquei pelos modelos reduzidos, no gerês, um dia ao pé de cabril, com o tarik a meu lado a ver, de repente se alteraram as condições de vento, e o helicóptero veio direitinho a mim, tive que me lançar ao chão no ultimo instante, e ele me rasou a cabeça, ou seja se não o tivesse feito, estaria hoje sem ela, o que não é o caso, agora olhando atrás, tambem isto me parece ter sido outra coisa, pois não fora só vento, algo se passara no comando, ou seja é provável que quem tenha feito a afinação dos servos, a não tenha bem feito, e me recordo do rapaz brasileiro que aparecera na oficina do homem que vende, dá a instrução e repara, e que depois saiu de lá, pouco tempo esteve, o outro, foi o que fizera comigo os factos de banho, onde o helicóptero caíra na mar em aveiro, tambem, quando fazia filmagens aéreas, mas não me recordo quem é o que o afinou antes de com ele partir para o gerês.

Me s ub i u à me mó ria um ep si ó di o n um vo o com o me u h eli cop e t o , e u q ue se mp re q u is ter o br eve t ma s q ue at é ao mo men t o me f i q eu i pe l os mode l os re d uz id os, no gerês, um dia ao pé de c a b r i l, com o t a r ik a me u l ad o a v e r, de r ep en te se al te ra ram as c on di ç õ es de v en t o, e o he li cop e t ro v e i o di r te it in ho a mim, t ive q ue me l an ç ar ao ch ão no ul tim o ins t ante, e e l e me ra s o ua cab eça, o u sej se n cão o t ive s se f e it o, es t aria ho je sem e l a, o q ue n ão é o c as o, agora ol h an d o at rá s , tam b em is t o me par e ce ter sid o o u t ra co si a, po is n cão f o ra s ó v en t o, al g o se passa ra no comando, o u seja é pr ova v e l q ue q eu m ten h a f e it o a afina ção dos servos, a n ão ten h a be m f e it o, e me record o do ra p az brasileiro q ue a par e ce ra na o f i c ina do ho mem q ue v en de, dá a ins t ru ção e r epa ra, e q ue d ep o is sa i u de l á, po u co te mp o est v e, o o u t ro, f o i o q ue f i zz e ra co migo os f ac t os de ban ho, onda o h eli cop e t o ca ira na mar em ave i ro, tam b em, q ua n do f az ia fil m a g e n s a e rea s, maior s n ão me record o q eu m é o q ue o a fin o u ant es de com e l e par tir para o ge r ês.

Depois nas noticias seguintes, apareceu o nome, o josé abreu, um dos que foram meus filhos espirituais por assim dizer, conheci o zé no conservatório salvo erro por intermédio do antónio saraiva, fizera ela uma média metragem que eu achara muito bem feita, que me agradara particularmente, pelo seu tom surreal narrativo, e depois começou a trabalhar na latina europa, foi um dos realizadores do planeta faz de conta, e depois fez o euroritmias,

Neste momento na tv ligada sem som, obidos, arbitragem no opinião pública as dezassete horas

D ep o is nas no tic as se gui n te s, ap ar e ceu o no me, o jo sé ab r eu, um dos q ue f o ra me u fil ho es pi ritual por as s im di ze r, c on he c i o zé no co n serva tó rio salvo e r ro por in ter mé di o do ant ó ni o sa ra iva, f i ze ra e l a uma mé dia met ra g em q ue eu ac hara mu it o bem f e it a, q ue me a g radar a par tic u lar m en te, pe l o s eu tom s ur real na r ra t ivo, e d ep o is co me ç o u a t ra ba l h ar na l a tina eu ropa, f o i um dos real iza dores do p l ane t a f az de c on t a, e d ep o i s fez o eu ro r it mia s,

N este mo m en t o na tv li g ad a se m s om, o bid os, ar b ita g em no o pi ni ão pub li cá as de za set e h o ra s

Me subiu a memória que nele tinha pensado recentemente, por causa do acidente do atropelamento das crianças e da avó, na passadeira frente à prisão de tires, a caminho de rana, pois o carro que atropelara, era igual ao que ele começara a comprar quando estava ainda na latina europa, antes dela sair, um polo g quarenta preto

Me s ub i u a me mó r ia q ue ne l e tinha pen sado re cen te m en te, por c a u sa do ac id ente do at ro p la m en t o das c rian ç as e da avó, na pa s sade ira fr ente à pr i são de ti r es, a caminho de r ana, po is o ca r ro q ue at ro p l a ra, e ra ig u ak ao q ue e l e co me ç a ra a co mp r ar q ua n do est av a a inda na l a t ina eu ro pa, ant es de l a sa ir, um po l o g q ua ren t a pr e to

E me subiu tambem uma memória desse tempo, pois o zé eu o conhecia para saber como ele gastava o dinheiro que não era pouco para a altura que recebia, e me recordo de ter ficado a pensar, este rapaz deve-se ter metido num empréstimo que o vai apertar, e me recordei de um outro episódio com ele, uma noite em que ele me convidou para ir jantar com ele e me levou ele a um restaurante onde creio só ter ido uma vez, o do fadista câmara pereira, e aquilo começou mal, começou ele a contar-me algo de mal que me fizera, de tal forma que me levantei da mesa, coisa muito rara, lhe dizendo que não era obrigado a jantar com ele ou com quem fosse, depois me sentei outra vez, porque no fundo ele me estaria a pedir desculpa, ou assim na altura o pensei, e me disse sempre o que me disse, a sua coragem de o contar, justifica que eu o oiça, e melhor do que fazer mal a alguém pela calada e não o contar, o que é mais estranho, é desde que ando a tentar me lembrar do que aconteceu, não me consigo recordar para além disto, portanto, das duas uma, ou algo foi servido nesse jantar para apagar a memória, ou e ,o que ele me contara era de tal forma grave, que a minha memória o bloqueou, mas me parece menos provável esta hipótese, pois não costuma bloquear por si mesma a minha consciência, donde me parece mais provável que ali se tenha passado alguma coisa estranha, e pensando agora, assim pensei, será que o que ele me contara como o que me fizera mal , fora uma capa de um outro mal pior.

E me s ub i u tam b em uma me mó ria de s se te mp o, po is o zé eu o co n he cia para s ab e r c omo e l e g as t av a o din h e i ro q ue n ão e ra po uco para a aa l t ur a que re cebi a, e me record o de ter f i c ad o a pen sar, este ra pa z d eve inglesa se ter met id o n um em pr ´s tim o q ue o vai ap e r t ar, e me re co e d e i de um o u t ro ep i sódio com e l e, uma no i te em q ue e l e me c on vi d o u para ir j antar com e l ee me l evo u e l e a um r es t au ra n te onda c rei o s ó ter id o uma v e z, o do f ad ista ca mara pe re r ira, e aquilo co me ç ou ma l, começou e l e a c on t ar inglês me al o de ma l q ue me f i ze ra, de ta l f o r ma que me l eva n tei da m esa, co isa mu it o rara, l he di zen d o q ue n cão e ra ob riga do a j antar com e l e o u com q eu m f o s se, d ep o is me s en tei o u tr a v e z, por q ue no f un do e l e me es t ra ria a pe di r d es c u l pa, ou as s em na al t ur a o pen se i,e me di s se se mp re o q ue me di s se, a s ua cora ge m de o c on t ar, js u ti f ca q ue eu o o i ç a, e me l hor do que f az e r ma l a al g eu m pe l a calada e não o c on t ar, o que é maior si es t ra n ho é d e s de q ue and o a ten t ra me l em br ar do que ac on teceu, n ão me c on si g o maior si record ar para a l é m di s t o , porta n t o, das d u a s uma, ou al g o f o i s e r v id o ne s se j antar para a pa g ar a em mó ria, o u e o q ue e l e me c on tara e ra de t a l f o r ma g rave, q ue a min h a me mó ria o b l o q eu o u, maior s me par e ce m en os pr ova v e l es t a h ip o t e s e, po is n ão co sn t uma b l o q eu ar por si me s m aa min h a co ns c i ê c ni a, d onda me par e ce maior si ap ro v ave l q ue ali se ten ha pa s sado al gum a co isa es t ra n ha, e p es na n do agora, as s em pen sei, se rá q ue o q ue e l e me c on tara co mo o q ue me f i ze ra ma l , f o ra uma capa de um o u t ro pi o r ma l.

Esquilo, vejo agora o nome do modelo do helicóptero, e me subiu a memória a história da Amália, e da acusação que creio que terá sido insinuada contra mim sobre um eventual atropelamento na costa de uma criança, que as fotos no salão da spa em dia recente me contaram, as fotos e o Amor, associei a Amália por monsanto, pelos esquilos em monsanto, que são animais muito tímidos e cuja timidez os pode parecer a ladrões, rápidos, que apanham as nozes e fogem muito rápido, assim vão eles em monsanto, recordei um dia ainda com a família junta, de carro a passar, de ter parado quando vi um para o mostrar ao Francisco que ainda era pequenino e que não se conseguia aperceber dele, tal era a forma depressa em que ele se movia, depois um dia já ele mais crescido lá lhe consegui mostrar um

Esquilo, v e jo agora o no me do mo d e lo do h eli cop t ero, e me s ub i u a me mó ria a h is tó ria da am á li a, e da ac usa ção q ue c rei o q ue e t rá sid o in sin u ad a c on t ra mim s o b re um eve n t ua l at ro p l am en t o na costa de uma c r i ua n ç a, q ue as f oto s no sal cão da spa em dia re cen te me c on t ar am, as f oto s e o A mor, as soci e ia am a á l i a por mon santo, pe l s o es q eu i l os em mo n santo, q ue são anim a is mu it o tim id os e c u j a tim i dez os pode par e ce ra l ad r õ es, rápido s, q ue a pan ham as no ze s e f u ge m m uu ti rápido, as s em v ão e l es em mo n santo, record e i um dia a inda com a f ami l ia j un t a, de ca r ro a pa s sar, de ter para do q ua n d o vi um par o mo s t ra r ao fr na cisco q ue a inda e ra pe q eu nino e q ue n ão se c o n se gui a ap e rc e br e de l e t a l e ra a f o r ma d ep r es sa em q ue e l e se mo vi a, d ep o is um dia j á e l e maior si c re s cid o l á l he co n segui mo s t ra r um, em mo n santo

Amália também porque o zé ao fazer o euroritmias, trabalhou com a cristina coutinho que apresentou durante algum tempo o programa e porque tambem creio eu que foi ele a casa da Amália filmá-la para o euroritmias, um nome que foi decidido em brainstorming, no conjunto de muitos outros que nessa sessão com o povo da latina surgiu e que depois salvo erro, o Jorge rodrigues escolheu, não sendo por acaso o que mais me agradava, um nome que ressoou sempre em nosso conversar, como ritmo e arritmia, estranho prenuncio do futuro que já se passou, as arritmias europeias, e me recordei do genérico do planeta faz de conta que era uma animação, em que existia uma nave espacial, vermelha, como um chapéu que ao caminhar no espaço tinha em cima uma espécie de antena com uma luz que sempre me sugeriu ao vê-la mais um pavio, uma nave vermelha, um chapéu vermelho com pavio que parecia que iria explodir,

Am á l ia tam b ém por q eu o zé ao f az e r o euro tim isa s, t ra ba l h o u com a c r siti na co ut in ho q ue par e s en t ou d ur ante al gum te mp oo pr o g rama e por q eu tam b em c rei o eu q ue f o i e l e a c asa da am á l ia fil má inglesa l a par o euro r it mia s, um no me q ue f o i de cid id o em br a ins tor ming, no co n j un t o de mu it os o u t ro s q ue ne s sa se s são com o p ovo da l a tina s ur gi u e q ue d ep oi s salvo e r ro o jo r g ue ro dr i gu es es c o l h eu, n ão s en do por ac a s oo q ue maior si me a g r ad a v a, um no me q ue re ss oo u se mp re em n osso com v e r sar, co mo r it mo e ar rt mia, es t ra n h o pr e n un cio do f ut u r o q ue j á se pa s s o u, as ar r t i mia s euro pei as, e me record e i do g ené ric o do p l ane t a f az de co n t a q ue e r a uma anim a ç ão, em q ue ex is tia uma n ave e spa cia l, v e r me l h a, co mo um ch ap eu q ue ao cam in h ar no e s a p ço tinha em c ima uma es pe cie de ant e na com uma l uz q ue se mp re me s u ge i ru ao v ê inglesa l a maior si um p avi o, uma n ave v e r me l h a de d um ch ap eu v e r mel ho com p av i o q ue par e cia q ue i ria ex p l o di r,

Não quero julgar o zé, recordo-me dele ,era o zé um rapaz suave, Alentejo em modo de ser, mas não daqueles de se sentar sempre debaixo do chaparro, um rapaz que se fazia a pulso, com algumas facilidades em manteiga, seria o que menos nele na altura gostava

N ão q u ero j u l g ar o zé, recordo inglês me de l e ,e ra o zé um ra p az s u ave, a l en te j ano em modo de ser, maior s n cão daqueles de se s en t ar se mp re de ba ix o do ch ap a r ro, um ra p az q ue se f az ia a p u l s o, com al gum as f ac i li dad es em man te i g a, se ria o q ue m en os ne l e na al t ur a g os t av a

Recordei tambem ao olhar o pátio, a bicicleta que lá está abandonada, sem rodas e presa ao arame farpado, como uma prisão, como que presa e sem rodas para poder caminhar, o titulo do seu filme do conservatório que tanto na altura me impressionou, não me recordo em exacto agora, nem o vou procurar, se bem que deva existir cópia dele aqui na latina europa, mas metia uma bicicleta

Record e i tam b em ao o l h ar o pá t io , a bi cic l eta q ue l á es t á a ban dona da, se m ro d as e pr esa ao ar ma f arpado, co mo uma pr i são, co mo q ue pr esa e se m ro d as para po d e r ca min h ar, o t i t u l o do se u fil me do c on serva t ó rio q ue t ant o na al k t ur a me im pr e s s io n o u, n ão me record o em ex ac t o agora, ne m o v o u pr o cura r, se b em q ue d eva ex is t it có pi a de l e aqui na l a tina eu ro pa, maior s me t ia uma bi cic l eta

Depois deixei de o ver, como acontece com alguns, que de repente parecem viver em outro planeta, e um dia num programa da tarde, me dei conta que escrevera um livro, e mais tarde, me apercebi tambem da mesma forma que escrevera um outro, e percebi, naquela altura, que o zé continuava a ter bons contactos, mãos amigas que lhe abriam as portas quando delas precisava, percebi agora que no entretanto se tornara piloto de helicópteros, que habitaria ou faria serviços na zona de cascais, e fiquei a pensar, seria ele, o que andava no helicóptero na cidade, que fora aqui algumas vezes descrito.

D ep o is de ix e i de o v e r, co mo acontece com al gun s, q ue de r e p en te par e ce m viver em o u t ro p l ane t a, e um dia n um pr o g rama da t arde, me dei c on t a qu es c r eve ra um l i v ro, e maio si t arde, me ap e r cebi tam b em da me sm a f o r ma q ue es c r eve ra um o u t ro, e pe r cebi, na q eu l a al t ur a, q ue o zé conti nu av a a ter bo ns c on t ac t os, m ã o s ami g as q ue l he ab r iam as portas q ua n do de l as pr e c i s a v a, pe r cebi a g o rta q ue no en t re tan t o se torn a ra pi l oto de h e li c p t e ro s, q ue h abi t aria o u f aria s e r vi ç os na zo na de ca s cais, e fi q eu i a pen sar, se ria e l e, o q ue anda v a no h eli cop t ero na cidade, q ue f o ra aqui al gum as v e ze s de s c rito.

De qualquer forma parece-me que houve marosca no seu acidente, e hoje ao sair para num tablier de um carro , um jornal dobrado me chamou a atenção, trazia a foto do príncipe que ontem aparecera a falar sobre o aumento do petróleo, e que não sabia muito bem ao certo porque assim acontecia, a matricula, trazia, dois vv, do chá do vizir, assim depois caminhando li

De q u ia l q eu r f o r ma par e ce inglês me q ue ho u v e mar os ca no se u ac i den te, e h oje ao sa i r para n um t ab l i e r de um car ro , um jo rna l do br ad o me chamou a a t en ção, t razia a f oto do pr in cip e q ue on te m ap ar e ce ra a f aa l r s o br e o au m en t o do pe t rol e o, e q ue n ão s a b i a mu it o b em ao c e r t o por q ue as s em ac on te cia, a mat r i c ua l, tara zi a, do si vv, do ch á do v i zi r, as s em d ep o is ca minha n d o li

Recordo-me de em dia não muito ido, me ter aparecido uma breve imagem com o albarran, de uma sondagem de um convite para um jantar que nunca se deu, pois terei eu dito a quem serviu de intermediário, que não o apreciava muito nesse tempo, provavelmente alguém ligado ao jorge rodrigues, ou a cristina coutinho, e me recordei das ligações via londres, via o rapaz da casa das imagens a três dimensões que era amigo da cristina coutinho, e que muito trabalhava para aos países árabes.

Record o da inglesa me de em dia n ão mu it o id o, me ter ap ar e cid o u ma br eve i mage m com o al ba r ra n, de u ma s onda ge m de um c on v it e para um j antar q ue n un ca se deu, po is te rei eu d it o a q eu m se r v i u de in ter me d ia rio, q ue n ão o ap re ci a v a mu it o ne s se te mp o, pr o va v e l e mn te al g eu m li gado ao jo r ge ro dr i g eu s, o u a c r siti na co u t in ho, e me record e i das l i g a ç õ es via londres, vi a o ra p az da ca s t r ês d q ue e ra ami g o da c r ist ina c ut in ho, tam b em aos pa i s es a ra be s.

No outro dia, ouvi no espirito o dizer, devias ter vindo comigo em noventa e oito, quando te convidei, e eu em espirito perguntei, quando e a onde e para que é que eu fora convidado, mas não tive resposta clara, associei ao ferreira fernandes, sem ter razão lógica ou argumento de memória desse tempo em relação a este dizer que agora me chegava, mas sempre fui eu muito independente, e sempre trilhei meu próprio caminho e sou um bocado como o groucho marx, que dizia, que chatice seria de pertencer a um clube que aceitassem, sócios como eu, depois, agora, fico a pensar se tal dizer não viria dos lados do albarran, mas este jantar que não aconteceu, foi antes, terá sido no inicio de noventa, em noventa e oito foi a expo, não me recordo de nenhum convite

No o u t ro dia, o u vi no es pi rito o di ze r, d e vi as teresa vi n do co mig o em no v en t a e o it o, q ua n do te c on vi de i, e eu em es pi e it o pe r gun te i, q ua n do e a onda e para q ue é q ue eu f o ra c on v i d ad o, maior s n ão t ive r es p os t a c lara, as soci e i ao f e r re i ra f e rna n d es, se m teresa ra z ão l o gi c a o u ar gum en t o de me mó ria de s se te mp o em re l a ção a este di ze r q ue agora me che g av a, ma s se mp re f o i eu mu it o independente, e se mp re t ri l hei me u pr ó prio caminho e s o u um b oca do co mo o g ro u ch o mar x, q ue di z i a, q ue ch at ice se ria de pe r ten ce r a um c l ub e q ue ac e ita s s em, s ó cio s co mo eu, d ep o is, agora, f i co a pen sar se t al di ze r n cão vi ria dos l ad os do al bar ram, maior s este jantar q ue n cão ac on teceu, f o i ant es, te rá sid o no in cio do onze de no v en t a, em no v en t a e o it o f o ia ex po, n cão me record o de ne n hum c on v ite






Num outro jornal, o jornalista desportivo, juntando numa palavra um nome dava conta que não o esqueceriam, mais um porta voz de outro grupo com a mesma queixa, acertos de contas, não perdões, vasos de vinganças, o tom constante nestes últimos tempo, guerras fratricidas, prenúncios de guerra civil encapotada, ou seja sem armas convencionais e visíveis, mas a morte é a mesma, o resultado cumpre-se.

Desvela-me agora a palavra em seu escrever ser este senhor do sis, de facto já não parecem existir jornalistas, mais porta vozes de grupos, melhor seria ter um estatuto de relações publicas em vez de jornalismo, espantar-se-iam meus olhos se ainda residisse espanto em meu coração, e o senhor na assembleia ou no governo ou onde fosse, a escamotear a pergunta que não era para não ter resposta, pois um homem da secreta pressupõem-se secreto, sua identidade deve ser preservada, mesmo que seja bandido e dessa condição se sirva, e este dizer, não se aplica necessariamente ao acima citado, z e chegámos a questão charneira, quem fiscaliza as policias, quem fiscaliza os tribunais e por ai fora, mas o que já vos disse e vos propus nestas matérias caiu mais uma vez em saco roto, portanto pressuponho duas coisas, que perderam as línguas verdadeiras , aquelas que estão ligadas ao coração e que não evidenciam melhoras, pois a malandrice é geral e ninguém responde, a não ser coitadinhos a fazerem-se de vitimas, como se estivessem já condenados e queimados quando inquiridos em luz e por ela, e depois que preferem assim, regular os assuntos em forma obliqua e por debaixo da mesa da lei, viva então o mais forte, o mais apto, o capaz de mais sangue, eu por mim quase que me calo, para quê dar pérolas a porcos, mal agradecidos, bandidos e ladrões de crianças, já falta pouco, asseguro-vos

Daniel sampaio numa das suas colunas recentes ao fim de semana, dizia, um da minha loja outros dois da dele, sem especificar nem destinatário nem loja, estão todos alucinando nesta conversa escrita meia cifra, meio nada, e crerá algum que assim se resolve seja o que for, por meias palavras e meias tintas

A parábola continua cada vez mais viva a aumentar pela mão de cada um, quanto mais aumenta o fumo que não o é, menos se vê o verdadeiro incêndio, se chegar grande o fogo, então a desgraça será certamente maior do que quando se vê no céu claro o verdadeiro fumo, não desdizendo das razões de cada um, que poderão ser ou não ser válidas

O outro ladrãozinho, que subiu pela sua carreira tambem pelo roubo das ideias alheias, e digo isto porque a ideia fui eu que a dei, mais uma vez, quem diria, vem agora falar reconhecendo que os pontífices, são construtores de pontes e que quando reconhecidos nesse estatuto, se melhora o viver e o resultado, aleluia, seria caso de dizer, não fosse a percepção dos calos apertados, aleluia pela suma inferior à unidade, e uma bela ideia, em parte desenvolvida até ao resultado da carreira e da marca do currículo estar assegurada, depois para quê leva-la para outro patamar, se agora já sou comissário, agora, agora, melhor mesmo é funcionar como uma espécie de caridadesinha, que tranquiliza as consciências, mas que não resolve o problema de integrar a comida onde ela falta todos os dias, nos estômagos das gentes que passam fome e vivem na miséria

Pergunto-me e pergunto a Deus, para quê Meu Pai, abrir a boca com esta gentalha a meu lado, pérolas a porcos, mas nem isso posso aqui dizer em propriedade, pois sempre ajuda, um bocadinho, que é melhor que nada, que faço eu Meu Pai calo-me de vez, trato-os assim no silêncio como eles me fazem a mim, ou levo todos os filhos da babilónia para o inferno de vez, qual o pecado verdadeiro, deixar os ladrões roubar a quem não tem, ou levá-los para o inferno, abri-lo em cada um dos seus pequenos e negros peitos

No zapping passante, o padre numa sala onde o carvalho da silva apresentava não percebi bem o quê, ficou na imagem ao passar mais um enigma de coisa nenhuma, como é que ele podia partilhar o trono, cara bexigosa com ar e tom zangado de quem mais uma vez se arroga o julgamento, e que estranho contexto era este, seria o carvalho da silva, que no plano fechava o z ip da sua mala preta, o rei que não quisera partilhar o trono com um outro qualquer, não, certamente que não pois não é o senhor rei de trono, nem o trono que falava o padre zangado e acusador, era esse, nem a sua intenção essa, o que importa é me culpar, maldito seja que se pretende maior do que Deus, não sabe porventura o senhor, que o Trono é Dele e que todos a Ele sobem se quiser, porque busca então um culpado, na impossibilidade de quem diz a Ele não ter subido, mais valia levantar a cruz no terreiro do paço e incendiar de novo Seu Filho, malditos, que escondem assim as próprias maldades e as próprias culpas, estais assim tão certo que assim se passaram as coisas, não terá sido em modo diferente, não terá perdido o senhor e o seu grupo, aquele que pretendiam ter mais poder, para os representar, dele se servindo, como podeis estar assim certo, que não quis partilhar o Trono se É que Ele Se Partilha, o Uno e o Múltiplo e Infinito, quem sois vós para conhecer o coração de outro, se assim tão bem parece conhecer a natureza de Deus, não, nem isto é verdade, verdadinha verdadeira, pois vós conheceis o evangelho que dizeis professar, e por esta exacta razão fazeis clara demonstração que vosso interesse é particular e interesseiro, crê mesmo que Deus recusa Tronos, estranhos dizeres e estranhas alianças em conceitos meio escamoteados, como recados diagonais que o são, pois é de veneno que se trata, e o veneno assim actua, ou melhor assim deve actuar para ser eficaz, o diz que disse, do que diz que sabe, a insinuação velada, o meio dito, falai claro padre, dizei inteiro, e ponha à consideração de Deus a Luz que alumie o assunto, talvez um daqueles ordálio da idade média, tão ao arrepio de Deus, que até Ele Se Arrepiava , azeite quente a ferver numa tina, o suspeito, as mãos lá dentro, se Deus estivesse com ele, se ele fosse portador da verdade, não se queimaria, não sabe que a Deus, não se deve tentar, pois que arda, senhor, arda todo por dentro até ficar com seu coração branco, se ainda lhe for possível, ou volte ao pó com uma apoplexia, e fale inteiro se ainda o conseguir, que Deus é Luz Clara, Corajosa e Frontal, e não consta ter farelos na boca

Ah, é do forte da cristina coutinho, colega do padre da igreja de onde partiu o fósforo que queimou os judeus outrora nesta cidade, muitos bons antecedentes, sem dúvida, se calhar mesmo do forte que anteriormente expulsou os árabes que em paz cá viviam, talvez eu hoje mesmo acenda um em sua homenagem, a ver se gosta do seu cheiro a carne esturricada,

Santana lopes, o plano na tv, na bancada ao lado do outro senhor que creio ser o presidente da comissão das pseudo liberdades, pseudo direitos e pseudo, pseudo garantias, a que perdeu a lingua, a memórias, os arquivos e os contactos e a voz e certamente as mãos, pois calha até este momento que o meu pedido de audiência na tal dita comissão, que deve velar exclusivamente pelos direitos dos seus membros, a atentar no que se passa, não teve a menor resposta, passava num plano que passava na sic, o senhor pedro o que parecia ser, um pequenino pacote, ou envelope, perguntaram-se meus olhos e aqui pergunto, se não seria um estimulante para o tal duelo ao por de sol com balas carregadas de coisa nenhuma, pólvora seca de palavras gastas e repetitivas de egos desenfreados montados em cima de bestas, ou mais próprio será dizer, por elas montadas, quanto os dois se podem distinguir

Ah me dizem as letras ao se escreverem, que o dito senhor da comissão é o mé mó das iras, o das maiores iras, e do q ue da se da cala do homem rato da cala, então não será o presidente, mas o secretário, po is le ee os nas en t re li n h as, o presidente, co da missão das ps europeus do vaso da liber, rato esa pn hol , pe e vaso da di do rei do onze, da c ur zorro do sis t ema opera t ivo e ps eu do ps da sé do vaso do gato ra das muito tias, a que perdeu a li n gi a, a me mó das iras, os do ar do quadrado do vaso da serpente ivo, pé da primeira serpente do circulo à di do rei e rato da cruz da ema das opera da se us do homem inglês do brasil sis t ema a ten, a di cruz do rá do co da missão, o no do quadrado europeu da se da passa muito cão da teve, do pe do rato do gato un na cruz do carneiro da inglesa sé do po l co do polvo do rá da sec ego serpente

Serpente da anta da santa anta ana primeiro do circulo da serpente do pe, o plano na tv, na ban c ad a ao l ad o do outro s en hor q ue c rei o ser o pr e sid en te da co missão das ps eu do liber es ps eu do di rei t os e ps eu do, ps eu d o g ar na tia s, a que perdeu a lingua, a me mó ira s, os ar q uivos e os c on tac t os e a vo z e ce rta mente as mãos, po is calha at é este mo men t o q ue o me u pe dido de audi ên cia na tal d it ra comissão, q ue d eve vela r ex c lu s iva mente pe l so di rei r t os dos seus m en br os, a at en t ar no q ue se passa, n cão da teve a me no rr es p os t a, pa ss av a n um talho primeiro do ano q ue pa ss av a na sic, o s en hor pe dr oo q ue par e cia ser um pe q eu nino pa co te, ou en v e l o pe, pe r g un at ram inglesa se meus olhos e aqui pergunto, se não seria um est i mul ante para o t al du elo ao por de sol com balas car re g ad as de co isa n en h uma, talho do primeiro ho do circulo pr e me e ro vo ra sec a de pa l av ra s g as t as e r ep eti t iva s de egos de s en fr e ad os mon t ad o s em cima de b es t as, o u mia s pr ó talho rio se rá di ze r, por e l as mo n t ad as, q ua n t o os do is se podem di sting u e rato

Façam o favor de repassar o plano em prime time, com um zoom, para que se veja bem, ou então digam os senhores de vossa justiça, talvez assim se explique o transcendente mistério que se passou há largos meses, de os senhores na dita comissão, se terem muito enervado com o primeiro grupo de cidadãos que vindos de diversos lados do país chegaram um pouco atrasados, na primeira iniciativa de propostas de legislação por parte da gentes, a que vocês pertencem e que deviam representar e tratar com respeito e que vos pagam os belos chorudos salários e regalias e trinta e sete milhões de euros para viagens

F aç am o f avor de re pa s sar o p l ano em pr e me time, com um zo om, para q ue se veja b em o u en t ão di g am os s en h o r es de vo s sa j us t i ç a, ta l v e z a ss em se ex talho li q eu o t ra ns c en d e te misté rio q ue se passou há l argos me ses, de os s en h o r es na d it a co missão, se te re maior mu it o ene r v ad o com o pr i me i ro g rup o de cida dão s q ue vi n d os de di v e r sos l ad os do pa ís che g ar am um po uco at r asa d os, na pr i me ira in i cia t iva de p o rp ps ota s de l e gi s l aç ão por pa rte da g en t es, a que vo ce s pe r ten ce maior, e de v iam r ep re s en t ar e t rat ar com r es pi e to e que vo s pa g am os b elo s ch o ru d os sal ari os e re galias e t rin t a e set e mi l h õ es de eu ros para via ge ns

Bang bang, o cenário e o drama dos demiurgos das tretas do circo e pão, que é preciso entreter as gentes com os espectáculos reais do teatro das ratazanas, que quase nascem ganas de vos lançar a leões verdadeiros, cheios de fominha, como as gentes deste país, as reais, as que passam fome, em parte , em grande parte, pela inépcia dos vossos reles teatrinhos de coisa nenhuma

Ban g ba n g, o c e n á rio e o dr ama dos d emi ur g os das t r eta s do cir co e p ão, q ue é pr e c is o en t re ter as g en t es com os es pe cta c u l os rea i s do tea t ro das rata z ana s, q ue q ua se na s c em gana s de vo s lan ç ar a l e õ es vera de i ro s, che i os de f o min h a, co mo as g en t es deste pa ís, as rei as, as q ue pa s sam f o me, em pa rte , em g ar n de par te, pe l a iné p cia dos vo s so s re l es tea t rin h os de co isa ne n h uma

Ban do gato do ba muito gato do oceanário e do circulo do dr ama dos ur da emi e gatos dos os da treta do circulo e do pão, ou dos xutos e pontapés e que é presidente do circulo do sistema de infor mações inglês da cruz do re teresa as gato inglês da crus espanhola com, do pe do cta do chá dos teatros das ratazanas da serpente zorro ana, do quadrado europeu do quadrado da ua, sena , sincronismo em gana do vaso serpente da lan da lança do ar primeira no r te s u l au to es t r ad a, que lançou a vera aos leões espanhóis, che e os do forte do circulo da min do homem primeira do co e mo mn as gata inglesa cruz espanhola dia esta pa ac informação, dos três às do rai quadrado europeu pa sam do forte do circulo me, em pa rte em gato do ar muito par te, do pe primeira ine ac talho cia do vaso osso, re do primeiro tea espanhol do rim do homem do os co isa ne muito homem uma, vaso maior


Claro retracto de como vai a demo cracia neste país, se ainda tal se lhe pudesse chamar, em verdade é mais um rectângulo com gangster à solta, e uma multidão de zombies famintos e sem esperança

C l a ro r eta r to de co mo v a ia demo c ra cia ne s te pa ís, se a inda t al se l he p u de s se ch am ar, em v e r da d e é maior is um rec tan g u l o com gan g s t r es à sol t a, e u ma um l ti dão de zo bi es f amin t os e se m es pera n ça

Circulo da primeira ro da eta do rato to do co, mo aia do vaso do demónio do ia , circulo rá da cia ne serpente da teresa e pa is , acentuação a pr i mm e ira inda cruz da estrada norte sul , se do primeiro homem do talho dia e spa no l se suíça do ar da manha em vaso e rato do pai da rda, é maior is primeiro da gravação do tan do g aro do vaso do primeiro do circulo com gan, luva do gato serpente da cruz rato espanha à sol , cruz primeira e vaso maior primeiro do ti do dão do zo segundo espanhol forte amin c ur x os e se mes espanhol do pera muito sa

Pistoleiros do por do sol, do por da civilização da babilónia, grande puta putrefacta, cheia de pus com cancros rápidos que se espalham por todo o corpo, é mais guerra de emboscadas, com pistoleiros, palavra quase certa para o vosso agir, que disparam pelas costas e certamente de costas ficaram deitados breve brevemente em vosso esquifes

Pi s t o l e i o r s do por do sol, do por da c iv i l i za ção da bab i lo ni a, g ra n de p ut a p u t re f ac t a, che ia de p us com can c ro s rápido s q ue se es pa l ham por t odo o corp o, é maior si guerra de em bo s c ad as, com p is t o le i ro s, pa l av ra q ua se c e rta para o vo s s o a gi r, q ue di spa ram pe l as co s t as e certa mente de co s t as f ica ram de it ad os br eve br eve m en te em vo s s o es q ui f es

Divisão serpente da cruz do circulo primeiro ee circulo rato serpente do por do sol, restaurante, do português do circulo quarto e primeira da iza são do segundo ab e primeiro do circulo do primeiro ni, gata ra muito talho do vaso da cruz primeira, talho do vaso da cruz re do forte ac da cruz primeira, che ia de talho us com, can circulo ro serpente rápido , serpente do quadrado europeu se espanhola da pá do primeiro presunto português, cruz do dia do duplo circulo do onze do circulo da policia, é maior sistema de informações do guerra de emboscadas, bo serpente do sin c ron is mo ad às com, talho is da cruz do circulo primeiro e ro serpente, pá primeira do rá do audiovisual quadrado da ua se do circulo e do para da rta circulo vo ss, circulo primeira gi rata, quadrado europeu da di da spa ram do pe dão do primeiro às, que disparam pelas costas, e do certa, o que mente, do co da serpente da cruz do às do forte ica ram de it ad os brasil eve, brasil e be homem inglês da teresa em co ss circulo espanhol quadrado do vaso e e do forte espanhol

O senhor pedro, continua no gesto da posição adquirida em sua mão direita, a pistola a pistolar, ou será mais justo escrever, do pi em sua tola, o estalo da coca e chamou o senhor de cobarde a outro, e eu aqui lhe devolvo o chamado e o chamamento, visto até ao momento não me respondeu ao que em forma publica lhe inquiri, sobre o seu envolvimento na marosca que me levou outrora à prisão, bem como outras, que trazem como resultado provisório, manterem-me o filho de mim à força afastado com diversas coberturas de gente que se tal se lhes pudesse chamar da arena política e judicial

circulo serpente en hor pedro, co nt i n ua no ge s t a, conde na ua do gesta, da po si ç ão ad, do talho do circulo da sic são, q ui r id a em s ua mão di rei t a, quadrado do vaso e rato da primeira onda em serpente ua da di do rei, cruz primeira, a pi s tola a p is t o lar, porto da primeira divisão da serpente da cruz ola ap informação da cruz do circulo ao lar, o u se rá maior si j us t o es c r eve r, circulo do vaso da se do rá maior do sistema de informações do príncipe us, justo, da cruz no circulo espanhol do circulo do rato duplo da eve, do pi em s ua t ola, o esa t l o da coca e chamou o s en hor de co ba r de a o u t ro, da divisão em serpente ua da cruz ola , circulo esa da cruz primeira do circulo da coca e do chamou do circulo da serpente inglesa hor do co do bar dea do circulo do vaso da cruz do ro, e eu aqui l e h d evo l vo o ca h am a do e o ch a m am en t o, e europeu aqui primeiro e homem do dia do evo primeiro vo circulo ca do h am a, dia oe circulo suíço da manhã da inglesa cruz no circulo, vi s t o at é ao mo m en to n ão me ter r es p on did o ao q ue em f o r ma publica l he in q u i r i, vi serpente da cruz do circulo ao mo do homem inglês to é, s o br e o se u en vo l vi e mn t o na mar os ca q ue me l evo u o ut ro ra à pr i são, b em como o u t ra s, q ue t ra ze m co mo re sul t ad o pr o vi s ó rio, man te re m inglesa me o fil ho de mim À f o rça a f a s t a do com di v e r sas co be r t ur as de g en te q ue se t al se l h es p u de s se chama r da a rena po li tca e ju di cia l

Quererá o senhor que eu fale com Meu Pai e lhe peça para os seus filho ficarem doentes por igual tempo ao que mantém de mim meu filho afastado, ou que um deles vá no instante para o inferno, que se vá, num sopro, sois pó, nada mais do que pó adiado

Q eu re rá o s en hor q ue eu m f al e com maior eu talho a i e l he p eça para os s eu fil ho f ica re maior d oe n t es por i g ua l te mp o q o q ue m ant em de mim me u fil ho a f as t ad o, o u q ue um d e l s v á no ins t ante para o in f e r no, q ue se v á, n um s o pro, s o is p ó, n ad a maior is do q ue p ó a d ia d o

O deputado inglês na tv e as virgens ofendidas, a desvelarem quanto são fascistas, todos menos um, disseram o mesmo, o senhor não tem o direito, não tem o direito como, cada um tem o direito de dizer o que pensa e até o disse em forma delicada, que raio de pensar a é este, que só desvela como quando a pátria se sente ofendida pelo inimigo estrangeiro, que por acaso é um dos nosso mais antigos aliados, ai socorro, daqui à guarda, razão tem o senhor no que disse, este pais está podre, as gentes não tem liberdade nem seus direito são respeitados, é tão mais fácil ter ou inventar um inimigo estrangeiro, para defender o que não podem defender nem é por vossa omissão defensável, existirá alguém que ainda tenha disto duvida, ladrões de crianças, todos para o inferno já

O d ep ut ad o in g l es, as vi r ge sn o f en d ida s, a d es v e l ar em q ua n t o são f as c it as, t odo s m en os um, di s se ram o me sm o, o s en hor n ão te m o di rei t o, n ão te m o di rei t o com o, c ad a um te m o di re i t o de di ze r o q ue p en sa e at é o di s se em f o r ma d e li c ad a, q ue rai o de pen sar a é este, q ue s ó d es vela co mo q ua n do a pat ria se s en te o f en d id a pe l o in i mig o es t ra n ge i ro, q ue por ac a s o é um dos no s s o ma is ant i g os ali ad o s, a i s o co r ro, da q eu i d´ l e guarda, ra z ão tem o s en hor no q ue di s se, este pa si es t á po dr e, as g en t es n ã o te m liber ad e ne m se u is di rei t o são r es pei t ad os, é t ão ma si f ac i l ter o u in v en t ar um i ni g o e t s ra ge i ro, para d e fe n d e r o q ue n ão p de m d efe n d e r ne m é por v as s o o missão d efe n sa v e l, ex is tir á al gume q ue a inda ten h a d is t o du v id a, l ad r õ es de c rian ç as, t odo s para o in f e r no j á


paulo portas fotocopiou e pagou de seu bolso e fotocopiou e fotocopiou e nas fotocópias como alguém que tem olhos o disse, desvelou o que poderia parecer um caso de esquizofrenia, embora tal não pareça ser, pois nalgumas pôs para ele mesmo confidencial, ora uma coisa confidencial para nós mesmos, é mesmo melhor de não ser fotocopiada, portanto em razão fico com a ideia que o confidencial era carimbo não dele mas alheio, e se o era não deveria ter sido fotocopiado, mais curioso eram as fotocópias que apareciam no jornal associadas a notícia, pois numa delas li o que me confirmou o que ouvira no espirito, por uma semelhança de nome e ponte pelo nome, o furriel ou qualquer coisa assim, lobato, o pânico do furriel da família lobato,

Mi g eu l portas f oto co piou e pa g o u de se u bo l so e f oto co pi o u e f oto co pi u e na s f oto cp ia s como al gume q ue tem o l h os o di s se, d es v e l o u o q ue po de ria par e ce r um c as o de es q u i zo fr eni a, em bora t a l n ão par e ça ser, po is na l gum as p os para e l e me s m o co n f id en cia l, o ra u ma co isa c on f inde cia l para n ó s me sm o s, é me s mo me l hor de n ão ser f ot co pi ad a, porta n t o em ra z ão f i co com a id e ia q ue o c on f id en cia l e ra car im bo n ão de l e ma s al h e i o, e se o e ra n ão d eve ria ter sid o f oto cp ia d o, ma si c u r io s e ram as f ot co pi as q ue ap ar e cia m no jo rna l as soci ad as a no tic a, po is n uma de l as li o q ue me c on f i r mo u o q ue o u v ira no es pi rito, por u ma se me l h ança de no me e p on te pe l o no me, o f ur r i e l o u q ua l qu er co isa as s im, l ob at o, o pan i co do f ur i e l da f ami l ia l o bat o,

A nova lei em vigor, vigoriza os acusados, que rapidamente ao que parece conseguiram parar o processo portucale, queixa-se o Rangel da associação, ao presidente, pedindo uma audiência, mas parte do mal feito, mal feito está, como alguém dissera, melhor seria emendar antes, de fazer a lei para depois não ter de apagar, mas como deve ir a republica ai pelas três mil leis, como vos disse no passado, o melhor era apagá-las a todas ou quase e fazer uma só meia dúzia ou dúzia mesmo delas que permitisse à vida funcionar, e depois pensando bem, se calhar nem assembleia como hoje a conhecemos seria necessário, assim mais braços e cabeças, se poderiam dedicar a prosperidade do pais e a felicidade das gentes como meta do quinto império

Vivam as belas vaquinhas e o belíssimo leite vigor, que desde a infância me sabe muito bem!

A n ova lei em vi g or, vi g ori za os ac usa d os, q ue ra pi da m en te ao q ue par e ce c on se gui ram para r o pr o ce s s o portu cale, q eu ix a da inglesa se o r a n gel da as soci a ção ao pr e sid en te, pe din d o uma audi ên cia, maior s par teresa do mal feito, ma l f e it o es t á, co mo al gume di s se ra, me l hor se ria e m en d ar ant es, de f az e r a lei para d ep o is n ão ter de a pa g ar, mas co mo d eve ir a r e p u b l i ca ai pe l as t r ondas es mil le is, co mo vo s di s se no passado, o me l hor e ra ap a g á da inglesa l as a t o d as o u q u a se e f az e r uma s ó me ia d uz ia o u du zi a me s mo de l as q ue pe r m it is se à v id a f un cio n ar, e d ep o is pen san do bem, se calha r ne m as s em b lei a co mo h oje a co n he c emo s se ria ne ce s sário, as s em maior si br aç os e cab eça s, se po de r iam de di car a pr os po ri e dad e do pa is e a f e li c ad e das g en t es co mo m eta do q ui n t o im pé rio

Estranho o acidente com o airbus em toulouse, os motores a serem experimentados em terra, um por um em sua aceleração máxima, de repente aquilo começa a andar, e o avião entra pela barreira anti ruído, e ali fica inclinado para cima como se o tivesse a galgar, nove feridos

Es t ra n ho o ac id ente com o air b us em t o u l o use, os m oto r es a se r em ex p e ri m en t ad os em te r ra, um por um em s ua ace lara ção máxima, de r ep ente aquilo começa a andar, e o avião en t ra pe l a bar r e ira anti ru id o, e ali f i ca in c lina do para c ima co mo se o t ive s se a g al g ar, n o v e f eri d os

Vejo na asa da cauda o mesmo símbolo em três repetido, o da unha vermelha, ou pestana, ou faca curva, e por baixo de dele dois outros traços curvo em negro, o preto e o vermelho, sendo que o preto me remeteu na consciência para a camioneta que caiu na ribanceira

V e jo na a sa da c au da o me s m o s im bo l o em t r ês r e pe t id o, o da un h a v e r me l h a, o u pestana, o u f a c a c ur v a, e por ba ix o de d e l e do is o u t ro s t ra ç os c ur v o em ne g ro, o pr e to e o v e r me l ho, s en do q ue o pr e to me re met eu na co ns c i e n c i a para a cam i o neta q ue ca i u na r i b a n ce ira

A barreira anti ruído, evoca em mim a semelhança dos blocos de cimento que são como vesicas invertidas, funis com a base na terra e o caule para o ceu, como que colhendo o luz da alma e a ligando a terra, são semelhantes aos que se usam aqui, se bem que muito mais pequenos, nas divisões entre as vias da estrada, e subiu em mim os dois acidentes recentemente mencionados, o atropelamento das senhores cabo verdianas o outro na linha com o jipe, como se o avião fosse um falo que entrara andando sozinho, como agora neste momento no caule , e com a força do impacto, lhe abriu um v.

A bar rei ra ant i rui do , evo ca em mim a s em l h ança dos b l oco s de c i m en t o q ue são co mo v e sic as in v e r t id as, f u n i s com a base na te r ra e o c au l e para o ceu, co mo q ue co l h en do o l uz da al ma e a li gan do a te r ra, são se me l h antes aos que se usa maior aqui, se b em q ue mu it o maior si pe q e u n o s , nas di visões en t re as vi as da es t r ad a, e s ub i u em mim os do is ac id en t es re c en te mente m en cio n a d os, o at ro p l ema men t o das s en h o r es c ab o v e r diana s o o u t ro na l in ha com o j ipe, co mo se o avi ão f o s se um f al o q ue en t r a ra an dan do s oz in ho, co mo agora ne s te mo men t o no c au l e , e com a f orça do im pacto, l he ab r i u um vaso.

E me recordo de uma frase que me apareceu no espirito, no preciso momento, em que via na televisão do senhor joão, as primeiras imagens do acidente, e escreveram meus dedos, assim, a seguir à linha que dizia da coincidência de ter começado uma telenovela onde um carro caia por uma ravina,

E me record o de uma fr ase q ue me ap ar e ceu no es pi rito, no pr e c is o mo men to, em q ue vi a na tele visão do s en hor joão, as pr i me ira s i mage n s do ac i dente, e es c r eve ram me us de d os, as s em, a seguir à li n ha q ue di z ia da co in cid en cia de ter co me l ç ado uma tele no vela onda um ca r ro c aia por uma rav ina,

Cento e oitenta bombas, e achei estranho muito estranho, tal me ter aparecido no espirito, pois sendo tantas, é difícil de relacionar, é difícil de crer, que um acidente pode ser o eco de um somatório de acções que no que se chama de passado, se passaram e que de repente explodem numa espécie de soma, mas se é arrepiante estranho assim pensar, sendo que aqui, em verdade mais correcto será dizer, o que o pensado ao momento me desvelou

C en to e o it en t a bo m ba s, e ac he i es t ra n ho mu it o es t ra n ho, ta l me t re ap ar e cid o no es pi rito, po is s en do t anta s, é di f i c i l de re la cio n ar, é di f i c i l de c re r, q ue um ac i dente pode ser o e co de um s o maior tó rio de ac ç õ es q ue no que se chama de passado, se pa s sa ram e q ue de r ep ente ex p l o de m n uma es pe cie de s o ma, ma s se é ar r e pei nat e es t ra n ho as s em pen sar, s en do q ue a q ui ,em v e r d a d e maior si co r re c to se rá di ze r, o q ue o pen sado ao mo neto me d es v e l o u

Amada Senhora Augustina, que fez anos já há algumas luas e a quem eu ainda não tive por palavra oportunidade de dar os parabéns, que aqui disponho como flor, lhe desejando que viva por muitos mais, que seja feliz e que continue a nos brindar com suas belas letras e convivo, no dia em que os fez, na antena minha e de minha amada, salvo seja, nossa, que a é sem o ser, uma das belas vozes, leu nesse dia, uma frase de seu livro que nesse momento ecoou em mim e ficou a bailar em sua certeza, e que dizia mais ou mens assim, os caminhos do mal, são muito mais complexos do que a primeira vista podem parecer ser, e bem verdade , verdadinha e verdadeira , esta ideia é, pois o mal é um novelo, como o bem, são fios, que se cruzam, descruzam em pontos que mudam a direcção e transformam a cadeia dos pontos, do desenho, do acontecer, e tambem é verdade que nós vivemos num mundo, que pensou desde há algum tempo, que era diferente do que sempre em certa medida e na medida certa foi, pois se pensou, que a ciência, o conhecimento per si, era de alguma forma anulava o que vinha da tradição e do que através dela se conhecia, e a imagem disso, é o sistema de justiça, e investigação, que muitas vezes é mais orientada para a expressão do mal manifestado na sua forma imediata, a consequência, a faca e o sangue, e assim nas vezes não se percebe, ou não se entende, ou não se vislumbra, as razões que vem de trás, quanto um trás se pode falar, do acumulado, do copo cheio, e finalmente da gota que transbordou, quando a faca entra na carne, ou a gota do amor que beija os lábios da amada ou de um filho

Am ad a s en hor a q ue fez a no s j á há al gum as l ua s e a q eu maior eu a inda não t ive por pa l av ra oport uni dad e de dar os par bem s, q ue aqui di ps on ho co mo flor, l he de seja n do q ue viva por mu it os maior is, q ue seja f e li z e q ue conti n ue a no s br in d ar com s ua s be l as l e t ra s e co n vivo, no d ia em q ue os fez, na ant e na min h a e de minha amada, sal vo seja, no s sa, q ue a é s em o ser, u ma das be l as vo ze s, l eu ne s se dia, uma fr ase de se u li v ro q ue ne s se mo m en t o ec o uu em mim e f i c o ua ba i lar em s ua ce rte za, e q ue di z ia maior is ou m en s as s em, os caminhos do mal, são mu it o maior si co mp l ex os do q ue a pr i me ria vista podem pa rac e r ser, e b em v e r da d e , v e rda din h a e v e r dad e ira , es t a id e ia é, po is o mna l é um no v e l o, co mo o bem, são f i os, q ue se c r uz a m, d es c r uz am em pontos q ue um dam a di re c ção e t ra ns f o r mam a ca de ia dos pontos, do de s en ho, do ac on te ce r, e tam b em é v e r dad e q ue nó s v ive mo s num m un do, q ue pen s o u d es de há al gum te mp o, q ue e ra difer ente do que se mp re em certa me d id a e na med id a certa f o i, po is se pen s o u, q ue a cie n cia, o co n he cie mn t o per si, e ra de al gum a f o r ma o po si tó rio ao q ue vi n h a da t ra di ção, ao q ue at r v a es de l a se co n he cia, e a i mage m di s s o, é o sis t ema de j us tiç , e in v est i g a ç ão, q ue mu it as v e ze s é maior si ori en t ad a para a ex pressão do mal m ani f es t ad o na s ua f o r ma im edi at a, a c on seque n cia, a f ac a e o s en g ue, e as s em nas v e ze s n ão se pe r cebe , o u n ão se en ten de, o u n ão se vi s l umbra, as ra z õ es q ue v e em de t rá s, q ua n t o um t rá s se pode f a l ar, do ac u mu l ad o, do cop o ch e io, e f ina l a m n te da g ota q ue t ra n s bo r d o u, q ua n do a f ac a en t ra na car ne, o u a g ota do amo t, q ue bei j a os lá bi o s da am ad a o u de um fil ho

Quando morre gente em acidentes e guerras e bombas e doenças, que já poderiam não existir, e que existem muitas delas, porque não se cuida como se deve cuidar, ou o dinheiro e a energia estão virados para outros aspectos da mesma vida, como a criação de armas e coisas que tais, é sempre triste e os corações ficam sempre tristes, é por vezes é mesmo difícil dizer na tristeza que se sente e como o mar, é partilhada por muitos pequenos corações, que aquele acidente, se calhar é a soma de cento e oitenta bombas, será então a sentença, curta, grande, leve ou pesada, comparativamente ao sangue e a dor que as cento e oitenta provocaram e sendo que portugal está implicado em forma indirecta e escamoteada em muitas delas, como já vos expliquei na medida do que delas me tenho vindo a apercebe

Q u ano mor re g en te em ac i dentes e guerra s e bo m ba s e do en ça s, q ue j á po d eri man ã o ex i s is tir, e q ue ex is te m mu it as d e l as, por q ue n ão se c u id a co mo se d eve c u i d ar, o u o din he i ro e a ene r gi a es t ão v ira d os para ao u t ro s as pa e c t os da me s ma v i d a, co mo a c ria ção de armas e co i sas q ue tais, é se mp re t r ist ee os cora ç õ es f icam se mp re t r is t es, é por v e ze s é me s m o di f i c i l di ze r na t r ist e za q ue se s en te e co mo o mar, é par t ilha da por mu it os pe q eu no s cora ç õ es, q ue aquele ac id ente, se ca l h ar é a s o ma de c en t o e o i ten t a bo m b as, se rá en t ão a s en ten ça, c ur ta, g ra n de, l eve ou pe ss da, com para t iva men te ao san g ue e a dor q ue as c en t o e oitenta pr ovo ca ram e s en do que portugal está im p li c ad o em f o r ma in di re cta e esca m ot e ad a em um y it as de l as, co mo j á v os ex p li q eu i na me d id a do q u e de l as me ten ho vi n do a ap e r cebe

É por a vida assim ser, e por as guerras serem sempre globais, e por uma decisão de fazer um trafico ontem de armas, ou deixar, passar um navio carregado delas num porto, ou quando um conjunto de actos mal intencionados, às vezes contra um só pessoa, uma criança ou uma flor, ou o que seja, podem depois em seu fecho, traduzir-se em grande desgraça, que quando depois se fecha o ciclo, se chora, e chorar e ter dor, não é nem nunca foi projecto humano, nem de vida nem de coisa nenhuma, e assim se demonstra que se deve sempre viver em passa, que os gestos, todos eles, desde os pequenos aos grandes devem ser orientados e guiados sempre pelo coração em paz e à paz almejando e servindo

É por a v id a as s em ser, e por as guerra s se r em se mp re g loba is, e por uma de cisão de f az e r um t ra f i co on tem de armas, ou de ix ar, pa s sar um n avi o car re gado de l s n um porto, o u q ua n do um co n j un t o de ac t os mal in ten cio n ad os, às v e ze s c on t ra um s ó pessoa, uma c rian ça o u o q ue seja, po de m d ep o is em s eu f e ch o, t ra d uz i r inglesa se em g ra n de d es graça, q ue q ua n do d ep o is se f e ch a o c i c l o, se ch o ra, e ch orar e t re dor, q ue n ão é ne m n un ca f o i pr o ject o h u mano, ne m de v id a ne m de co isa ne n h u ma, e as s em se demo s n t r a q ue se d eve se mp re v iv e r em pa s z, q ue os g es t os, t odo s e l es, d es de os pe q e u no s aos g ra n d es d eve maior ser ori ent ad o s e gui a d os se mp re pe l o cora ção em p az e à p az a l am e jan d o e se r vi n d o

Explica-nos a santa cabala, como outros conheceres religiosos que são tambem santos, pois todo o saber santo o é, qu existem três colunas no templo, ou sej no lugar onde a vida acontece

Ex p li ca inglesa no s a s en t a cab a l a, co mo o u t ro s co n he ceres re li gi o s os q ue são tam b em santos, po is t odo o s ab e r santo o é, qu ex ist em t r ês co l unas no te mp o l o, o u se jo no l u g ar onda a v id a acontece

A posição correcta é sempre a posição harmónica, como o corpo está no centro dos braços e das pernas e a cabeça um dia nasceu sobre a espinha vertebral e mediana, mas a vida muitas vezes nos leva ou convida ou empurra para que o corpo de certa forma se desloque para um dos outros pilares laterais, às vezes pequenos incidentes, provocados por uma só mão ou poucas reunidas, a isso levam os homens, eu por exemplo no meu exemplo, encontro-me neste dias, ou de mim me dou conta neste tempo de estar algumas vezes assente no plano e na coluna do rigor, não gosto assim tanto dele, prefiro andar a sorrir, mas tambem não desdenho de lá estar, pelo que for necessário para que a justiça seja feita, para que tenha de volta meu filho, para que possa viver nesta terra como um homem livre e no direito do usufruto de todo o pão do espirito do amor e da liberdade, assim a Luz nos criou, para isto a Luz a Todos Criou

A po si ção co r re cta é se mp re a po si ção h ar monica, co mo o corp o es t á no c en t ro dos br aç os e das pe rna s e a ca beça um dia na s ceu s ob re a es pin h a v e r te br al e me diana, maior s a v id a mu it as v e ze s no s l eva o u co n v id a o u em p ur ra para q ue o corp o de certa f o r ma se d es l o q ue para um do s o u t ro s pi lar es l at e rai s, às v e ze s pe q eu nos in cin de te, pr ovo ca dos por u ma s ó mão o u po u ca s r e uni d as, a is s o l eva m os hp mens, eu por ex e mp l o no me u ex me p l o, en c on t ro inglesa me ne s te dias, o u de mim me do u c on t a ne s te t em po de es t ra al gum as v e ze s as s en te no p l ano e na co l una do r igor, n ão g os t o as s em t ant o de l e, pr e f i ro anda r a s o rr i r, maior s tam b em n ão d es den ho de l á es t ar, pe l o q ue f o r ne ce s sa ´ rio pr a q ue a j us t i ç a seja f e it a, para q ue ten ha de vo l t a me u fil ho, para q ue po s sa viver ne s ta te r ra co mo um homem l iv re e no di rei t o do us u fr u to de t odo o p ã p o do es pi rito do amor e da liber ad e, as s em a Luz no s c r i o u, para is t o a L uz a T o d o s C rio u

E ouvi no espirito o dizer, pânico da rosa, qual rosa me perguntei, e me veio no dentro a resposta, a lobato faria, e depois o nome do chefe de gabinete do ministério da solidariedade, o franco e depois por associação, me perguntei será irmão do nuno franco e depois ainda me veio por associação o melo falcão, a pontinha associação, o melo e o falcão, o nuno melo e o manuel falcão, ou o falcão do nuno melo e do franco, assim bailou a associação em mim dos nomes, seriam os dois então na noite com os strippers e a caca antes do acidente, ponto de interrogação

Daí o pânico que ouvi dizer sua mãe, a rosa, tu, ponto de interrogação

E o u vi no es pi rito o di ze r, pa nico da ro s, q ua l rosa me pe r gun t e i, e me v e io no den t ro a r es po s t a, a l ob at o f aria, e d ep o is o no me do ch efe de gabi ne te do minis t é rio da sol i da r i e dad e, o fr anco e d ep o is por as soci a ção, me pe r gun te i se rá i r mão do nuno fr n a co e d ep o is a inda me v e io por as soci a ção o me l o f al cão, a po n tinha as soci a ção, o melo e o f al cão, o n uno me l o e o ma n u l e f a l cão, o u o f al cão do nuno melo e do fr na co, as s im bai l o u a as s o ica ção em mim dos no mes, se r iam os do is en tão na no ite com os st rip p e r s e a caca ante s do a c i d ente, p on t o de in te r ro ga ção

D a í o pa nico q ue o u vi di ze r s ua mãe, a ro s, t u, por n to de ine t r ro g a ção


Record o o fr anco que me r es p on d eu , q ue pe l o no me n ão se i q eu m é, r eti ro u inglês me na mis s eva q u e d e spa ch o u n ão se i para q ue li m bo dos te r ro s rita s do n ad a, me u no me de f ami l ia, di z ia, s ó pa u l o miguel, o q ue me s o uu na al t ur a es t ra n ho, co mo a pa recer q ue sabe q eu maior eu e ra, e s en d o q ue n uma co m un i cação da q eu l a nat ur e za se ria pr e ss up o s t o por o no me de f ami li a, l he r eti ro eu aqui o de l e, fr anco, o c na rf, o cir c u l o na r e p ub li ca fr na cesa, fr na ce as, fr anco, fr na c e sa pr i me i ro mu it o da ce do as, as s em se me d es v e l a a lei t ur a

Ah Amada Sê Coragem e Corajosa
Que no espirito o negro dizer ouvi
Se eles se juntam, nada mais os conseguirá separar
Ah Amada, conjura existe montada
Contra o Amor, arte negra em negra mão
Dirigida ao Uno coração

A h Am ad a S ê S o ra ge m e Cora j o sa
Q ue no es pi rito o ne g ro di z e r o u vi
Se e l es se j un tam, n ad a maior is os c on se gui r á s epa r ar
A h Am ad a, c on j ur a ex iste mo n t ad a
Co n t ra o Amo r, arte ne g ra em ne g ra mão
Di r i gid a ao Uno cora ção


Depois no espirito ouvi, pode ser ele, tem o dinheiro e tem a ambição quem, me perguntei, estava parado frente à parede da papelaria aqui ao pé, que faz montra abaixo do nível por onde os carros passam, olhando as capas todas dos jornais e das revistas

D ep o is no es pi rito o u vi, p ode ser e l e, te m o din he i ro e te m a am bi ção q eu maior, me pe r gun te i, est av a par ad o fr ente à pa rede da pap e l aria aqui ao pé, q ue f az mo n t ra ab ai xo do n ive l por onda os car ro s pa s sam, o l h an d o as ca pa s t o d as dos jo rna is e das re vi s t as

Na revista, o flash, um titulo sobre os mac can cortado estava, por um caderninho de receitas colado em sua capa, as receitas dos famosos, o malato de quem se dava recente noticia que andava deprimido por não fazer televisão, coisas estranhas se sucedem na psique de portugal em seus concursos, dotes de hipnotizador , mas será ele

Na re vi s t aa, o f l as h, um t it u l o s o br e os mac can co rt a d o es t av a, por um ca de r ni n ho de re ce it as co l ad o em s ua ca pa, as re ce it as dos f am o sos, o ma l at o de q eu maior se d ava re cen te no tic ia q ue anda v a d ep r emi do por n ão f az e r tele e visão, co i sas es t ra n h as se s u ce d em na ps i q ue de portugal em se us c on c ur s o s, d ot es de h ip no t iza o dr cruz , maior serpente se rá ele

Ca fé malaca, malaca, malato, um papelinho do café repousava bem no fundo de uma prateleira da minha secretária , deo com ele há dias e tirei-o do fundo e rasguei metade, assim me disse o coração par o fazer, agora ao lado dele na mesa se juntaram três moedas, o templo francês e duas meninas francesas de vinte e cinquenta cêntimos, a de vinte por cima, a de cinquenta por baixo, as duas como fazendo um alicate que prende o pequeno cartão de visita do café

Ca fé malaca, malaca, malato, um pap e li n ho do ca fé r ep o usa v a e b m no f un f o de u ma pr at e l e ira da min h a sec r e t ária , deo com e l e h á dia s e ti rei sede inglesa o do f un do e ra s g eu i met ad e, as s em me di s se o cora ção par o f az e r, agora ao l ad o de l e na m esa se j un t ar am t r ês moe d as, o te mp l o fr na ce s e dias me ninas fr na ce sas a de vi n te e c in q eu n t a c en tim os, a de vi n te por c ima, a de c in q eu n ta por ba i xo, as d ua s co mo f a zen d o um ali cat e q ue pr en de o pe q eu no car t ão de vi s it a do c af é

Que estranho sonho na sexta para sábado, estava ao telefone com alguém da câmara a tentar saber o que se passava para não existir resposta, no final aparecera em linha , a voz de um homem parecia ditar, lendo, um texto dava conta do que comera e do que fizera em voz monocórdica e com algo em francês,

Q ue es t ra n ho s on ho na se x t a para sábado, es t av a ao tel e f one com al gu é m da cama ra a ten t ar sabe r o q ue se pa s s av a pr a n ão ex is tir r es p os t a, no f ina l ap re ce ra em li n h a , a vo s de um homem par e cia di t ar, l en d o, um te x t o d ava c on t a do q ue co mer a e do que f i ze ra em v oz m o no co r dica e com al g o em fr na ce s,

Pousara eu o telefone e continuava a ouvi-lo no altifalante da maquina de atender chamadas, e via o texto cortado como um telegrama a passar, como estou fazendo às minhas letras, quanto minhas elas são

P o usa ra eu o tele f one e conti n u a v a a o u vi inglês l o no al to falante da ma quina de a t en d e r ch am ad as, e vi a o texto co rta do co mo um tele g rama a pa ss sar, como es o u f a zen do às min h as l e t ra s , q ua n t o min h as e l as são

O homem tinha então lido coisas nas minhas ultimas letras, e aparecia um texto de uma sentença de tribunal, que me dava razão sobre o meu filho e que serviria para estabelecer jurisprudência, sobre este tipo de questões, estavam a passar perante meus próprios olhos, essas letras com esse dizer, quando olhando a sala onde estava encostado a janela, vejo passar o Francisco já alto com um gato preto em suas mãos , do outro lado do prédio que seria uma estreita rua, observo duas ou três raparigas, uma delas com grandes cabelos encaracolados em finos caracóis no momento seguinte ele entra em casa e é a menina do gato, depois entra um rapaz já homem que é um que me apareceu uma noite aqui em Alcântara, que passou por mim na rua, de óculos escuros à noite, cabelo curto tipo com gel, parecia um pirata em seu jeito e trejeito que na aparência de seu teatro vinha como bêbado, me deu uma pancada nas costas como se me conhecesse e me disse, vamos ali às docas beber um cerveja, coisa que eu declinei

O homem tinha en tão l id o co i sas nas min h as u l tim as l e t ra s, e ap ar e cia um te x t o de uma s en ten ça de t rib una l, q ue me d ava ra z ão s o br e o m eu fil ho e q ue s e r v i ria para es t abe l e ç e r j ur is pr u d ên cia, s o br e este t ip o de q eu s t õ es, est av am a pa s sar pera n te me us pr ó p rios o l h os, es sas l e t ra s com es se di ze r, q ua n do o l h and o a sala onda es t av a en co ns t ad o a jane l a, v e jo pa s sar o fr na cisco j á al t o com um g at o pr e to em s ua s mãos , do o u t ro l ad o do pr é di o q ue se ria u ma e t s rei t a rua, ob s e r vo d ua s o u t r ês rapa riga s, uma de l as com g ra n d es cab elos en cara co l ad os em f ino s cara co is no mo mn en to se gui n te e l e en t ra em c asa e é a me nina do g at o, d ep o is en t ra um ra p az j á homem q ue é um q ue me ap ar e ceu uma ni o it e aqui em al can t a ra, q ue pa ss o u por mn em na rua , de o c u l os es c ur os à no i t e, cab elo curto t ip o com gel, par e cia um pira t a em s eu je it o e t re je it o q u e na ap ar onda en cia de se u teatro vinha co mo be b ad o, me de u uma pan c a d a nas co s t as co mo se me co n he ce s se e me di s se, v amo s ali às d o ca s bebe r um car veja, co isa q ue eu dec line i

Ao vê-lo atravessar a sala, agradeci a quem estava ao telefone e desliguei dizendo que voltaria a falar com ele mais tarde, pois o rapaz em minha casa, rapaz que deve ter a minha idade, me alarmou

Ao v ê inglês l o at rave s sa ra sala, a g ra de c i a q eu maior es t av a ao tele f one e d es li g eu i di zen d o q ue vo l t aria a f a l ar com e e l maior si t arde, po is o ra p az em min h a c asa, ra p az q ue d eve e t r a min h a id ad e, me l ar mo u

Sin o ps e, as ra pa riga s en t re g ar am o g at o, o g at o é o ra p a z, o ra p az + e rá nas m al di ç õ es euro pei as, e ra um do s q ue es t u d av a os c ur s es, o u seja co n firma inglesa se a red e mo n t ad a para os es t u d ar e usa r

Eu conheço aquela cara, que se apresentou de óculos escuros, pela visão da casa onde estava meu filho, e a distancia da casa da frente, é certamente um bairro popular, a rapariga e cabelos encaracolados poderia ser a rapariga que trabalha no restaurante italiano do bairro alto, mas nesta imagem, era mais bonita, como a cristina pinto, tinha olhos claros e cabelos doirados aruivados

Eu co n he ç o a q eu l a cara, q ue se ap re s en t u de co c u l os e c ur os, pe l a visão da c asa onda es t v a me u f i k ho, e a di s tan cia da c asa da fr ente, é certa m en te um ba i r ro pop u l ar, a ra pa riga e cab e l os en n cara co l ad os po de ira ser a ra pa riga q ue t ra ba l h a no r es t au ra n te italiano do ba i r ro al t o, maior s ne s t a i mage m, e ra maior is bo ni t a, co mo a c r sit ina pi n t o, tinha o l h os ca l ro s e cab e l os do ira d os a r u i v a d os

Pode ser o rapaz, ou do tempo em que eu morava no Chile, com a ester, na rua heróis do quionga, o que faz algum sentido face a recente percepção das suas dores terem sido provocadas, como a morte de seu pai na altura da minha prisão

P ode ser o ra p a z, o u do t e mp o em q ue mora v no ch ile, com a es t e r, mna rua he roi s do q u i on g a, o q ue f az al gum s en t id o face a re cen te pe r ce p ção das s ua s dores te re m sid o pr ovo c ad as, co mo a mor te de s eu pa si na al t ur a da min h a pr is cão

Ou na altura da casa actor joão rosa com a cristina pinto, o rapaz pode ser ali do Chile , poderá ser o cão constante de mim, ou o cão do ruan

Ou na al t ur a da c asa ac tor jo ão rosa com a c r is t ina pi n t o, o ra p az p ode ser ali do ch ile , p o de rá ser o cão co ns t ante de mim, o u o c ão do ru an

Veio-me tambem ao momento a zeza, donde estar associado as dores da zeza, e subiu tambem à consciência ataque recente a mim em Alcântara

O chileno, o jorge, escrevera assim em meu caderno, mas na realidade, o que vivia em mareocos e que me fora apresentado como quem procurava distribuidor de haxixe não me recordo ao certo se era chileno, chileno era o jorge que esteve comigo na prisão de monsanto, com quem eu jogava xadrez , e que bom jogador ele era, que me escrevia cartas e fazia desenhos, ainda recentemente em dia de arrumos, encontrei algumas, que ele me escrevera, já eu fora da prisão, onde voltei para o visitar, estranha era a sua história, nunca a percebi, e sempre pensei que o pouco que sobre ela dizia, não seria a verdadeira verdade, curioso, encontro uma carta tipo banda desenhada, que ele se deu ao trabalho de fazer, e que conta a história de uma bela mulher que entra um dia numa livraria e pede ao homem, um livreiro crescido, para lhe escrever um livro e fica nele preso, como se fosse um negócio de alma, ressoou estranhamente ver a carta em dia recente

O ch i l e no, o jorge, es c r e vera as s em me u ca de r no, maior s na real i dad e, o que vi vi a em mar oco s e q ue me f o ra ap r e s en t ad o co mo q eu maior por cura v a di s t rib u i dor de h a x ix e n ão me record o ao ce r t o se e ra ch i l e no, c h i l e no e ra o jo r ge q ue es t eve co mig o na pr i são de mo n santo, com q eu m eu jo g av a za dr e z , e q ue b om jo g ad o r e l ee ra, q ue me es c re v ia c ar t as e f az ia de s en h os, a i nda re cen t e men te em dia de ar rumos, en co n t rei al gum as, q ue e l e me es c r eve ra, j á eu f o ra da pr is ão, onda vo l te i para o vi sitar, es t ra n ha e ra a s ua h is tó ria, n unca a pe r cebi, e se mp re pen sei q ue o p o u co q ue s o br e e l a di z ia, n cão se ria a vera dad e ira v e r da d e, c ur i so, en c on t ro uma c ar t a t ip o ban d a de s en h ad a, q ue e l e se d eu ao t rab l ho de f a ze r, e q ue c on t aa h is t ó ria de uma be l a mul her q ue en t ra um dia nu ma li v r a ria e pede ao homem, um li v rei ro c r e sc id o, para l he es s c r eve r um li v ro e f i ca ne l e pr e s o, co mo se f o s se um ne g ó cio de al ma, re s s o u es t rana h mente v e r a c ar t a em dia re cen t e

De novo esteve cá bela senhora do brasil, na realidade duas, a primeira que me apercebi, fora pelo cartaz a vanessa mata, da bela voz doce que tanto me encanta, ali estava ela nos cartazes em alcantra, a olhar de lado para o lado, a anunciar seus concertos, que saudades tenho eu de ir a concertos e espectáculos e ao cinema,

De n ovo es t eve c á b e l a s en h o ra do brasil, na real i dad e d ua s, a pr i me ira q ue me ap e r cebi, f o ra pe l o c ar t az a van e s sa mata, da b e l a v oz do ce q ue t ant o me en can t a, ali es t av a e l a no s c ar t az es e li em al can t ra, a o l h ar de l ad o para o l ad o, a a n un cia r se us c on ce r t os, q ue as i dad es ten ho eu de ir a c on ce r t os e es pe cta c u l os e ao c in e ma,

Depois a rainha macbeth, marilia gabriela na caba da revista dos filmes, a que sai no jornal ao fim de semana, olho sua bela face e me lembro de sua bela e estranha vos, nasalada, e nela vejo sempre um fauno, mulher inteligente, jornalista e actriz, cujas imagens que vira do seu ultimo espectáculo entraram neste texto e olhando-a assim vi

D ep o is a rai n h a m ac beth, mar i l ia gabriela na c ab a da re v is t a dos fil mes, a q ue sai no jo rna l ao f i m de se mana, o l ho s ua be l a face e me l em br o de s ua b e la e es t ra n h a vo s, n asa l ad a, e ne l a v e jo se mp re um f au no, mul her inteligente, jo rna l ist a e ac t r i z, c u j as i mage n s q ue v ira do se uu l tim ko es pe c ta c u l o en t ra ram ne s te t e x t o e ol h an d o sede inglesa a as s em vi

Marilia, a marilia do bairro alto, gabriela, gaby, guigui, a mul her de varias caras, onde escreve o paulo coelho, coração vermelho e prata das três vesicas no tempo do esplendor na relva, assim a imagem dela me falau, o sapato vermelho, como um biscoito do carro no acidente do algarve

Mar i l ia, a mar i l ia do ba i r ro al t o, g ab r i e l a, gaby, gui gui, a mul her de v arias caras, onda es c r eve o pau l o coelho, p co ra ç º ã v e r me l ho e pr at a das t r es v e sic as no te mp o do es p l en d ar na relva, as s em a i mage m de l a me f al, o sapa t o v e r me l ho, co mo um b is coito do ca r ro no ac i dente do al g a r v e

O primeiro botão do segundo degrau vermelho, na lua crescente, os três círculos de prata em fundo negro fazendo o triângulo de fogo sobre o encosto vermelho, as cores são o preto e branco, o colar das pérolas ao pescoço, o botão que oferece o anel de diamantes à teresa e que faz a compra e me leva o filho no pacote

O pr i me i ro b otão do se gun d o de g ra u v e r me l ho, na l ua c r es cen te, os t r ês cir c u l os de p r a t a em f un d o ne g ro f a zen do o t rian g u l o de f ogo s o br e o en co s t o v e r me l ho, as co r es são o pr e t o e br anco, o co l ar das pe rola s ao p es co ço, o bo t aõ q ue o f e re ce o ane l de dia man t es à teresa e q ue f az a co mp ra e me l eva o fil ho no p ac ot e


C ap a , circulo do primeiro triângulo do porto, a primeira vesica do angulo, do cotovelo, a segunda nas seis, decote do colar de chumbo da anilha, marcas as doze horas, ou aos doze anos, seis, o anel de prata dos dedos do millenium, é a mão no queixo, a meia branca e o sapato vermelho, a do millenium templário

A segunda vesica é o seio da tíbia maçónica, o segundo dedo do coração esburacado da canoa, a terceira vesica da onda vermelha na coxa da perna direita

A se g un da v e sic a é o seio da t i bia macon i ca, o se gun d o de d o do cora ção es b ur a ca d o da can o a, a terceira v e sic a da onda v e r me l h ana co x a da pe rna di rei t a

sai para a rua domingo, creio, de manhã muito cedo, o ceu luminoso, o belíssimo silêncio dos domingos, onde a cidade acorda devagarinho, e quase que juraria te-la visto passar, num carro, e estranho escutar em meu peito se entranhou, vi em ti o impossível azul, que sim , senhora, pouco azul ia minha alma naquela manhã toda azul, a dor de dentes que me comigo viveu durante eu sei la, talvez um mês, estava ganindo dentro de mim, e mais difícil é ter o azul em nosso coração e nosso olhar, quando a dor nos aperta por dentro

sa i para a rua do min go, c rei o, de man h ã mu it o ce d o, o c eu lu mino s o, o be l issimo si l ên cio dos d o m in go s, onda a cid ad e ac o rda d eva ge rin ho, e q u ase q ue ju ar aria teresa da inglesa l a v is t o pa s s ar, n um c ar ro, e es t ra n ho es c u t ar em me u pei t o se en t ra n ho u, vi em ti o im po ss ive l az u l, q ue s em , s en hora, po u co az u l ia min h a al ma na q eu l a man h ã t od a az u l, a do r de d en t es q ue me co mig o v ive u d ur ante eu se i l a, ta l v e z um m ês, es t av a gan indo d en t ro de mim, e maior si di f i c i l é ter o az u l em n osso cora ção e n osso o l h ar, q ua n do a dor no s ap re t a por d en t ro


Segue-se no caderno as seguintes notas que em parte já entraram neste texto, e que creio que correspondem ao dia do falecimento do senhor que era chefe de gabinete do costa

Se g eu inglês se no ca d e r no as se gui n t es n ota s q ue em par te j á en t ra ram ne s te te x t o, e q ue c rei o q ue co rr es po n d em ao dia do f al e cie mn t o do s en hor q ue e ra ch efe de gabi ne t e do co s t a


Diz assim,

Ontem à hora de jantar vinha eu do supermercado com o rui do icep, no pensar, quando de novo me cruzo com ele e um grande grupo a entrar par o restaurante ao lado do canas, onde vira antes sua senhora, seria uma grande mesa, o homem sorridente e confiante, bem distinto sua face da ultima vez que o encontrei no supermercado e lhe cravei forte o olhar em sua alma, e que está em outro texto deste mesmo capitulo, entravam para o chinês e hoje de manhã o eco , uma história com um outro, salvo erro ao sul

À noite se foi o chefe de gabinete do costa
Na véspera que não é véspera, a cobra que morava na rua no tempo em que a família estava reunida, o que foi secretário de estado da cultura, dizia dele a noticia que o senhor constava de uma página da Internet , de uma empresa que fora por ele subsidiada e logo vieram a terreiro dizer que fora tudo gracioso em forma graciosa, que giro é, o antónio costa por cima na foto indicava o dido do anel, seria o anel que fora dado à teresa, ponto de interrogação, assim ficou o pensamento em mim na imagem, depois hoje se deu conta no jornal que seu chefe de gabinete pareceu morto em sua secretária na aparência com um ataque cardíaco, no entretanto se dera o atropelamento do terreiro do paço

Diz assim,

O n te m à h o ra de j antar vi n h a eu do s up e r me rca d o com o rui do ice p, no pen sar, q ua n do de n ovo me c r uz o com e l ee um g ra n de g rup o a en t ar par o r es tau ra n te ao l ad o do can as, onda v ira ant es s ua s en h o ra, se ria uma g ra n de m esa , o ho mem s rr i den te e co n fia n te, b em di s tinto s ua face da u l tim a v e z q ue o en co n t rei no s up e r me rca do e l he c r ave i f o rte o o l h ar em s ua al ma, e q ue es t á em o u t ro te x t o d este me s m o ca pi t u l o, en t ra v am para o ch i n ê s e h oje de manhã o e co , uma hi s tó ria com um o u t ro, s alvo e r ro ao s u l

À noite se foi o chefe de gabinete do costa

Na v es pera q ue n cão e é v e s pera, a cobra q ue mor av a na rua no te mp o em q ue a f ami l ia es t av a re uni d a o q ue f o i secretá rio de es t ad o da c ul t ur a, di z ia de l e ano ti cia q ue o s en hor c on s t av a de uma pá gi ma da ine t r net , de uma em presa q ue f o ra por e l e s ub si di ad a e l g o vi e ram a te r rei ro di ze r q ue f o ra t u d o gracioso em f o r ma g ar cio sa, q ue gi ro é, o ant ó ni o co s t a por c ima na f oto indica v a o d id o do ane l, se ria o ane l q ue f o ra dad o à teresa, p on t o de in te rr o g aç ão, as s em f i co u o pen sa men t o em mim na i mage m, d ep o is h oje se d eu c on t a no jo rna l q ue se u ch efe de gabi ne t e par e ce u mor t o em s ua secretá ria na ap ar en cia com um at a q ue cardia co, no en t re tam t o se de ra o at ro p l am en t o do te r r i ro do paço

Fui limpar o tapete do quarto do Francisco, com um pano e agua, esfreguei-o a fundo e antes de o fazer, reparei num desenho que se avivara no pelo , perfeito em suas linhas, tinha um corpo de cobra direitinho, e depois abria uma grande boca, entre uma chave inglesa e uma cobra de boca aberta redondinha e tive um flash ao vê-la pois no fade a branco de um trailer da operação triunfo, era esse o exacto desenho que aparecia antes de se dissolver por completo no branco em que terminava, do amarelo ao branco, assim li, dia da cruz em mil novecentos e noventa e nove, rosa negra

F u i li mp ar o t ap e te do q ua r t o do fr na cisco, com um p ano e a g ua, es f r re g eu i inglês o a f un do e ant es de o f a ze r, r epa rei n um de s en ho q ue se a vi v ar a no pe l o , pe r f e it o em s ua s li n h as, tinha um corp o de cobra di rei t in ho, e d ep o is ab ria uma g ra n de b o ca, en t re u ma ch ave in g l esa e uma cobra de b oca ab e rta re d on din h a e t ive um f l as h ao v ê .l a po is no f ad e a br anco de um t r i l e r da o pera ção t r in u f o, e ra es se o ex ac t o de s en ho q ue ap ar e cia ant es de se di s sol v e r por co mp l e t o no br anco em q ue te r mina v a, do am ar e lo ao br anco, as s im li, dia da c r uz em mil no v e cen t os e no v en t a e no v e, ro sa ne g ra

Na rua em frente aos salesianos, li, tec, xxi com corintios , o do pecado em principio de noventa

Na r ua em fr ente aos as l e s ian os, li, t ec, xx i com co r in tio s , o do pe c ad o em pr in cip io de no v en t a

Depois em outro dia em outro lugar assim li, o luso hi gi ene da pt o do duplo circulo á a oitava do circulo, o luso gi elevado , o ene , dos mil nomes da pt, é o do...

D ep o is em o u t ro dia em o u t ro lu g ar as s im li, o l us o hi gi e ne da pt o do d up l o cir c u l o á a o it av a do cir c u l o, o l us o gi e l eva do , o ene , dos mil no mes da pt, é o do...

Estava escrevendo sobre o Chile e depois se deu um outro tremor de terra , desta vez no Chile, sis mo do ch ile, ci pi a p o ca l ama no t ária da vi l a do ca r l os mo lino, f eu r te sis mo en el no r te, an ton pa g aste co br e, s ub i re m seis por c en t o as ac ç õ es do pr e ço de pe t role o na bo l sa de n ova y o r q eu e as esa sat vaso primeiro es c r eve inglês da serpente do circulo br e circulo da ilha ch

Es t av a es c r ev e n d o s o br e o C h ile e d ep o is se d eu um o u t ro t remo r de terra , d es t a v e z no C h ile, s is mo do ch ile, ci pi a p o ca l ama no t ária da vi l a do ca r l os mo l ino, f eu r te sis mo en el no r te, an ton pa g aste co br e, s ub i re m se is por c en t o as ac ç õ es do pr e ço de pe t role o na bo l sa de n ova y o r q eu e as esa sat v as o pr i me i ro es c r eve in g l ês da serpente do cir c u l o br e cir c u l o da ilha ch

Crescimento do pib português, nulo, quem diria, contudo o governo continua confiante na retoma, e blá e blá e falta de blé

C r es cimento do pi b portu g u ês, n u l o, q eu m di r ia, c on t u d o o g o v e r no conti n ua co n fia nte na re tom a, e b l á e bl á e f al t a de b l é

Seiscentos e setenta milhões de euros de lucro da pt, sobretudo à conta da venda da vivo e tmn, e vinte e dois por centos da África tel, opções estratégicas muito duvidosas a la longue

Seis c en t os e set en t a mil h õ es de eu ro s de l u c ro da pt, s ob re t u d o à c on t a da v en d a da v ivo e t mn, e vi n te e do is por c en t os da Á fr i ca tel, o p ç õ es es t ra té gi ca s mu it o d u vi d o sas a l a l on g ue

O courier internacional, dizia, os dados estão lançados, o mundo é pequeno, sem duvida que as esferas celestes sempre se movem no infinito e que o mundo sempre foi do tamanho da palma de uma mão

O co u r i e r inter na cio na l, di z ia, os d ad os es t ão l ança d os, o m un do é pe q eu no, se m d u v id a q ue as es feras celeste s se mp re se mo v em no in f in it o e q ue o m un d o se mp re f o i do tam an ho da palma de u ma mão







P ub li q eu i pa l av ra s s o b r e a republica dominicana e uma bela menina da republica do me ni n can a q ue mor av a em l am z e ro t e, f o i mo rta pe l o homem q ue viva com s ua mãe, vi s ua f oto no jo rna l, q ue be l a e ra, co mo se pode f az e r as s em ma l a uma flor, anda t u d o l o u co

Van e s sa no jo rna l com uma t s h i r t q ue di z ia l e gan d a para quem n ão o u v e, maior serpente se emo cio na

M at a, al t a g ar ça da u be r lân dia, m at o g rosso, s h a 11 bal ch i co do cesar, a f orça q ue n un ca se ca, mar ia be t h ani a, g ram my l a t ino, es sa bo n e ca t em man ua l, sim, mar iza, dica

Ah Amada, muito Amada,

Hoje de madrugada , enfiei o meu dedo na agua da fonte dos quatro cantos do mundo, e para ti na agua escrevi uma cartinha de amor, e à agua pedi, novas de ti e que te desse por mim muito beijinhos, e se te fosse possível, que te trouxesse até mim, ao perto pertinho, diz-me Amada Minha, se não vives como eu com uma paixão dentro do peito que até parece que vai rebentar, diz-me Minha Amada Minha, se as folhas não caem das arvores a teu passar, a te saudar, em teu caminho, como símbolo e espelho da nossa paixão, assim é comigo, e os pássaros me cantam e eu sei que és tu neles, ah amada porque não aportas em meus braços, e ficamos assim os dois de mansinho em muitos alegre beijocar, Ah Amada Minha Amada, como podes viver assim com essa paixão que é fogo que arde sem se ver, longe de mim, como queres que eu assim viva na distância pertinho em que dentro de mim e fora de mim te trago, Ah Amada, que o Amor é magia e mágico, no dia seguinte a ter aqui publicado minhas ultimas palavras, em que te dizia que me faltavas tu e meu filho, sai para rua e numa capa de uma revista um bela jovem senhora com um bebé ao colo pronto para saltar para meu colo, assim o viram meus olhos, na lembrança do saber sabido de noites mágicas em que o amor faz filhos à distância, pois não existe distância no Amor e se bem que a luz continue forte neste outono, começam os dias a serem mais frios, e convidam a apertos apertadinhos e suaves e doces entrelaçares e alegres sorrisinhos a gargalhar, depois no dia a seguir, nicole com outro bebé em seu colo, expressão estranha em sua face, meio espanto espantada, meio preocupada, assim me pareceu ao olhá-la, tudo é mágico e eu me pergunto se por acaso não viverás tu nos antípodas de onde eu estou, se for esse o caso, diz, que eu cavo um túnel e te vou assim lá beijar, mas a distância, Amada, não é coisa boa, e os meninos e as meninas querem-se juntos ao perto juntinhos, assim a vida é e vai mais feliz e sabes tu Amada, que a vida e as gentes parecem ir loucas, presas a um qualquer vírus, hoje de manhã uma camisola com que me cruzei, dizia, parece que nos esquecemos da verdade, pergunta, e assim é, parece mesmo que as pessoas se esqueceram da verdade, da verdade da vida, do viver, do seu fito, e meu fito Amada, é muito Amar, Amar-te Muito e duvida traria se pensasse que seria diferente para cada um dos Seres, mas no Esquecido feito esquecimento, parecem mais as sombras e a as cinzas cinzentas, os olhares baços, sem força, como almas mortiças, e contudo o paraíso é aqui, o paraíso é estar em teus braços abraçado a te abraçar


Algumas notas sobre o soletrar, i tem valor de e
P quer dizer na mais das vezes talho
Letras com acentos, quer dizer como a palavra diz, ac, aceleração, energia, fogo, pegar fogo, pode ser tambem ac inglês
t é cruz
por exemplo cen, que se soletra c e en, é circulo inglês
^ , chapéu tricórnio, dos piratas maçónicos quando o são, que como é obvio piratas existem com todos os tipos de chapéu e sem eles

anda tudo doido, anda para ai uma campanha nos autocarros da tsf, com estranhos dizeres enigmáticos, e depois as faces, as expressões, como se quisessem culpabilizar as gentes, certamente que as audiências irão subir, estais certos!

É só fogo sem fumo e fumo sem fogo, e são todos tolos a assim comunicar com as gentes

Bela menina de meu coração, vê se de lá tiras a tua bela face, que até me dói o peito de assim lá te ver, proíbe-os de usar aquela foto

Curioso, como de costume, ontem durante esta escrita sobre as formas de pagamento da iniquidade, já as acções da pt, baixaram na bolsa, quem diria!

O van ze ll e r , muda muito rapidamente de opiniões, contudo o que o secretário de estado das finanças, disse, certamente é verdadeiro!

Parabéns a ONU, que aprovou uma moratória, para ver se o mundo dá mais um passo para sair da idade média em que ainda muitos países e gentes são obrigadas a viver na lei de tabelião

Ah Amada, em verdade te digo que me dá ganas de abrir o inferno para os que ele merecem, que são os que nos outros o fazem, por outro lado não é essa em verdade a minha natureza, estive ontem a fazer contas por alto ao roubo sistemático que a rtp me faz há mais de uma década corrida, para além de outras infracções a lei e já me deverão dever quase dois mil contos em moeda antiga, e como a empresa não tem acções, se não resolverem este assunto em digamos oito dias, lhes ponho em cima, dos malandros, uma maldição eterna

Sabes Amada, cada vez tenho menos vontade de dar pérolas e estes porcos feios e maus, e não estou aqui a falar da rtp, mas por outro lado, a minha natureza é Amor e Amar é Ajudar, assim aqui deixo, se calhar a ultima ajuda e é de natureza técnica para combater a pobreza, com base no invento de que eu fui pai, mas que ninguém me reconhece, como tantos, um dia quando estiveres ao perto pertinho, depois de muito fazer-mos amor, te contarei como um fabula, para melhor te adormecer, é assim

Que se dê um cartão de multibanco a quem não tem dinheiro nem rendimento, que o seu chip permita a interactividade e a impressão das comunicações nos próprios talões visto que muitos não sabem ler, mas com um papel escrito na mão poderão pedir a um outro para que leia, cada um que terá um desses cartões, pode levantar por dia uma quantia, que em minha opinião deverá ser no mínimo de cinco euros, se não tiver crianças à sua guarda

Façam bem lá as contas, porque se não existiram mil mamões na escala intermediária da dita chamada caridadezinha, onde meus olhos comprovarem em dia recente, que o que chega como alimentos é de excelente qualidade e por ai fora, deve-se poupar um dinheirão que permitirá ter subsídios de solidariedade social mais elevados, simples não é, queira Deus e os homens que haja a vontade, se não, é esperar mais uns pontos percentuais de miséria e depois virá uma grande onda de sangue e doenças que aumentam nas misérias

A interactividade é para permitir marcação de consultas de saúde, pernoitas, banhos, acesso a roupa, apoio a domicilio, tectos, e coisas que tais, normais numa política integrada que em verdade Ajude a Quem Necessita, pois assim É o Meu País e as Minhas Gentes

Nada disto desdita que não se apoiem as organizações meritórias que asseguram a solidariedade e a façam bem, sem rodriguinhos nem abusos nem traficância, nem desvios para bolso dos próprios e estranhas poupanças nos serviços que prestam

Beijo-Te muito Amada, Agradecei e Louvai à Minha Amada, o Amor em Que me Trás e Que Nos Vai Salvando

Amor
Amor
Amor
Amor
Amor


yfwcr
y forte da dupla dor circulo rato

g s p o b