quarta-feira, novembro 28, 2007

Meus Amados, acabei de publicar uma parte do Capitulo que se está escrvendo desde mais ou menos o equinócio, faltam muitas páginas que já se encontram transcritas e dois cadernos quase inteiros em notas manuscritas

depois da minha ultima publicação estava è espera de me ver aparecer o pinoquio desta vez em quadrifonia televisiva, coisa no génrero de falar para o lado com ou sem tapetes orientais ou ocidentais por detrás ou véus pela frente que lhe tentassem tapar o grande nariz, nos quatro canais de televisão em simultaneo, a fingir como bom pinóquio que é, que falava comigo sem me falar, mas não lá o vi a tomar um avião e ir a região do himen

faltava uma peça importante no puzzle, ouvi o espirito confirmar o que eu já tinha Nele ouvido, e mesmo a trazendo a aqui a partilhando com o Mundo inteiro e com todos os amantes, ninguém dos ultimos interpelados, pessoas e instituições me respondeu e meu filho que não sei dele, continua de mim a força afastado e o sujeitam assim a tortura

não apareceu o pinóquio, mas apareceu no dia seguinte o que se diz ser procurador geral da republica, o senhor que em dia recente tinha ido à assembleia mostrar catalogos de aparelhometros de escuta ao alcance do bolso de qualquer um

dizia o senhor que aparece em imagens com belos losangos sentado em belas secretárias que parecem reflectir o ceu e a terra, que não aceitava, e acrescentava que não aceitava, que o poder judicial ficasse na dependencia do poder politico, como se ele não o estivesse já neste país onde a corrupção é maior do que uma p um e uma p dois e um p três juntas, como se este país não fosse comandado por homens na sombra em tudos os degraus ao arrepio de todas as leis e de todas as boas práticas e como se o senhor, não trouxesse ele mesmo uma factura de dependencia no cargo por conta de quem o nomeou

onde está uma explicação que seja sobre os distintos casos que apresentei e que foram misteriosamente arquivados, que estado de direito é este?

porque não se encontra ainda cabalmente esclarecida os abusos infantis que se arrastam em décadas neste país, pergunta retórica se atender-mos que assim é pela força de quem abusa tem e lhe é dada

num outro jornal, apareciam três advogados e uma clara instrução que deveria ser mesmo obrigatória de constar nos pactos sociais de todas as empresas e grupos de portugal, já que assim o é sem o ser, e não o sendo o é

era na aparência a propósito das grandes firmas de advogados, que é sempre necessário ter de preferência dois, melhor se tiver um por cada partido, homens quanto assim se lhes podem chamar, com ligações directas e elevadas aos partidos, que geralmente tinham sempre dois sócios maiores de cada um dos maiores partidos, neste caso apareciam dois com cara de quem tinham sido apanhados com a boca na botija, o judice e o vitorino, e a pergunta que aqui lhes faço, serão então os senhores que me tem posto os pauzinhos nos tribunais, nomeadamente na injunção do porto, recentemente reeditada e aqui de novo narrada?

são os senhores organizadores e participantes na tramoia no tribumal de menores para me raptar o filho numa diabolica alinaça dos chamados partidos do centro, oi ps e o psd?

o senhor judice, do circulo da serpente inglesa de horus do prncipe do vaso da di da ce, cuja familia detem hoje a quinta das lágrimas, dá o diabo nozes a quem não tem dentes, e por outro lado não deixa de ser simbolico, que seja o senhor ligado a uma quinta onde um acto contra o amor, outrora ocorreu

o senhor vitorino, ou do vaso da serpente inglesa do horus do vaso it do circulo do rinoceronte, a quem encontrei em dia recente num restaurante e assim tive oportunidade de comprovar os seus dotes de comunicação no espirito, ao alcance de quem trás formação especifica nestas matérias dadas pelas lojas chamadas fraternas

espantoso, apanhei-o em dia recente num documentário sobre a democracia em portugal, dizia o senhor judice, que tinham pretendido criar uma utopia,e uma democracia, emverdade, a primeira parte parece que a conseguiram bem, demo e demos, assim sois porque assim vão, que assim vossa geração se tinha colocado e tentado fazer, em verdade um utopia de ladrões encartados, assim se tornaram

sois pó, meramente pó a a ele voltareis ou tereis ainda um pingo de restea , uma meia vertebra que seja, para responder em forma clara!

que tendes a dizer ao estado torto do direito em portugal?

hoje, ouvi que depois dos jogos europeus, se iria puxar das facas, mais uma noite das facas brancas

no fim de semana passado mais uma vez tentaram intentar contra a minha integridade fisica, cada vez melhor

o senhor socrates é um aldabrão e um cobridor de corruptos, nomeadamente do grande em verdade terrorista que dá pelo nome de mário soares, que tambem nestes dois textos e em outras palavras é aqui referido~

pois terroristas não existem, existem actos de terror continuados ao longo de decadas, talvez seja mesmo abrir para ele a excepção de assim o nomear, explicações detalhadas adiante

durão barrosso, existe quem traga a intenção de o propor para prémio nobel da paz, espantariam-se meus olhos, se ainda se espantassem

a ver vamos!

mais e maiores inquirições aqui serão feitas !

bzshrm. segundo zorro da serpente homem do rato maior

txpsb , cruz do x no segundo do ps
Saudações do Equinócio

Amada Lua
Amado Mar
Amada Maré
Amada Terra
Amado Espirito
Amado Sol
Amado Fogo

Que
O
Céu
Com
A
Terra
Se
Case
Do
Seu
Eterno
Amor

Jorre
Eterna
Fonte
Do
Amor


Que
A
Chuva
Desça
Do
Céu
Na
Exacta
Medida
Necessária
A
Fecundar
Os
Verdes
Campos

Nem
De
Mais

Nem
De
Menos
Sempre
O
Amor

Canto
Conto
Constante
Eterno
Baloiço
Da
Mais
Bela
Harmonia

Que
Faça
Sol
Ou
Chuva
Ou
Chuva
Ao
Sol

Sempre
Ela
E
Ele
No
Frondoso
Arco Íris
Se
Encontrem
E
Habitem

Que
Reine
O
Amor
E
A
Paz
No
Coração
Do
Ser

De novo a encontrei, a senhora do rui do icep no seu grupo de senhoras mais crescidas no passeio ao passar, frente ao restaurante chinês, conversando

Não abrirei nenhuma guarda, embora meu coração seja Paz e Anseie a Paz

No mupi mecânico, as três belas raparigas mostram a face a meu passar, uma delas, a conheço ao perto, seu sorrir é belo, e me enche no momento os passos ao passar

No jardim da maria da fonte, parada as pistolas na mão ao céu apontadas, o peito alvo e firme de mármore, é imagem de minha Amada ausente em parte incerta e reflectem na ausência do mover, um vazio em parte vazio de meu peito cheio de Amor

Não abras a guarda, me diz o espírito

Não abro a guarda, mas trago o Peito Eterno Aberto e Abertura a Minha Amada

No jardim de domingo é verão, homens lêem seus livros em bancos sentados, grupos jogam às cartas a meu passar um deles, a mão na mesa a bate, é o rei, o rei de Y

O rá tarado sexual

O espírito me diz, para a pt, a leda, a leda e o cisne, a cantora lírica, que um dia muito ido eu ouvi na ocarina a cantar tangos e com ela quis um filme sobre eles fazer, a Manuela

Dia grande da ala dos ais de la da ne serpente do circulo do Rato Rim, muito uma mo das muitas cruzes no ra do primeiro homem da girafa do Amado circulo muito ad a do quadrado europeu que é te r sa vaso dia circulo da serpente em circulo ser do quadrado europeu dia ot a da ota da serpente inglesa da cruz, ida, a muito ad a aqui em min homem girafa primeiro lin gato ua serpente di dos z tam, segunda em Alma, A1 maria muito cão homem da seta da prime ria na ad a , no D e D da cruz do dia do duplo circulo, do po is da cruz do vaso dia do di circulo maior E , no et de terno teresa rato no quadrado europeu, é.

Dalai lama me sorri numa montra, Ah Amado, o nada que é tudo sem o ser, que tudo dota de sentido, a nada aqui em minha língua se diz também Alma, não há nada no todo, pois tudo O É no Eterno que É


Ah Amado, já daqui partiste sem partir, antes de mesmo chegar, já eu vos começara a escrever um carta, uma carta que se estendeu como o mar nas entrelinhas, e que ainda nem concluída está, mas a conversa eterna é, e o coração puro assim o sabe e o escuta, e certo será um dia as palavras escritas terminarem sem terminar, e então altura de as publicar, será

Ne manuel ou maria em circulo do s emi cir c u l o da lu id a , s emi circulo em vaso e raro sa e t rena é, e do circulo cora cão que morde p ur circulo a ss em circulo sabe e cor e circulo espanhol ut a e serpente do rá, pr i e miro dia as pa l av ra serpente es + na holas semi circulo rito teresa mina ar em serpente teresa minar e inglês tão A1 cruz da turra do ur pei me i ra do às da pub , o li car, serpente rá

O espírito canta, temos que falar, sempre esta precisão alheia, os telefonemas choveram, melhor seria que pegassem em suas mãos e resolvessem o que cada um tem a resolver em vez de tanto telefonar, mas enfim os telefones existem, só minha Amada parece ter perdido meu número, para me ligar a dizer, vem-me beijar, ah amada irei correndo e pulando domo girassol a rodar numa varanda ao Sol

Circulo maior do espanhol s p i pi do rito do cab can ba cruz primeira, teresa mo serpente europeia do fá da ala do ar de sua majestade, serpente mp e rato espanhol cruz primeira no pr e cisão, semi circulo das informações da são a1, homem ia , os da tele e fo ne maria se rp ene t ch circulo vaso era ram me primeiro do homem de oiro serpente do ira europeu do ar, pegasus, p ega ss es em serpente dupla ua mãos e re sol vaso es ss em circulo europeu ad a, um da teresa maria primeira re sol vaso e rato em vaso e z do tin cruz circulo tele e fones do ar, maria serpente em inglesa fim co circulo dos tele d fon espanhol, ramon fon, serpente da seta ao circulo da min fo da mãe do homo dos girassóis, da ama da primeira manhã mad primeira par e ce teresa p e rato dido , d e d, me vaso nume e ro rp do rá, pa ra me li gata ar e di ze rato vaso em me bei pr in c ipe do beijar, primeira girafa amada vareta rei cor rato ren dia do circulo e pu lan dia do italiano girassol a ro d ar muito uma vaso ara ran da a ra ad a à g r en de serpente do primeiro circulo

Ah bela menina de meu coração, que sim, temos de falar, pois então falemos, sempre e sempre outra e outra vez sem cansar

Ah menina sois bela como a lua e o sol, sua energia imensa e contagiante, hoje vi-vos no supermercado, braços levantados como cordeirinho de lã, cabelos arruivados que também lhe ficam bem, todas as cores lhe ficam bem, aqui entre nós que ninguém nos ouve, camisolas de lã me lembram sempre os pontos tranças fofas de amor que entrançadas tecem o doce do doce amor

E agora fiz uma pausa quase ao entardecer e sai ao jardim dos quatro cantos do mundo e encontrei de novo o tijolo azul que já vira em noite recente ao lado de uma porta do muro da escola da misericórdia, e em sua frente estacionado o jaguar verde com jante de múltiplas laminas que me cantou, vaso maior, sim todos os meses o vaso enche e depois esvazia e torna a encher, assim é a lua, meu amor e do miradouro, por detrás dos painéis do Almada, um iate, um iate grande estacionado, sua chaminé negra inclinada, um símbolo a vermelho nela inscrita, dois namorados no muro sentados a namorar, um outro jovem pai, levava a menina pequenina loira em cima do muro, agarrada par não cair, e ela ia, olhando o que olhava, e eu olhando-a em sua beleza, meu olhar e de seu pai no instante se cruzou, e sorrimos, na consciência da beleza de todas as infâncias e de todos os infantes

Hoje o tijolo de novo lá estava, só que virado em outro jeito, tinha a cor amarela na face lateral, é um tijolo das minhas cores

Ho j E, circulo da cruz da av r eta jo primeiro circulo muitos ovos, pr i me rio espanhol cruz ava, ou av a serpente da acentuação do circulo europeu do vaso da ira ad circulo em circulo ut ro je vareta cruz circulo tinha primeira co rato mar ela na forte ace la em ral , é, primeiro cruz vareta i do príncipe 010 dia as min homem aa as cor espanholas

Ah Amada que fiquei eu a sonhar iates, e viagens para ilhas desertas contigo em férias grandes de g arn d es beijos e bem bom abraçar


E agora iate escrevi, e me desvelou o movimento das letras e seu dançar, uma outra linha, maria circulo do vi e mn cruz do circulo das p r ie m ria s e reel time rá serpente, serpente mp re do circulo do vaso duplo da ut ra e vaso e z serpente maria can sara rá dos andes e do circulo da vareta do homem da inglesa as da ta gide , gi da tia da hoje e vi traço ao vo serpente no super do mercado br ra dos aço do levante , co do mo do cordeirinho do cordeiro da p rime ria onda , taxi ab abe primeiro os ar do rui da ruiva ad os europeia tam segundo em primeiro homem forte icam da cia manuel segundo em c ur uz todas as cores um do ur do ro da escola, da espanhola , bi chá, do segundo chá da maria is siri cor do rato dia em serpente ua do forte da ren, do ente e s ta do ac cio na ad circulo do jaguar verde com., formiga do príncipe da mul da primeira um das tip la serpente lami mina serpente europeia me c can cantou as cruzes do vaso do circulo maior dos pai ne is de Almada, A1 mad ad a , do primeiro ia da teresa, o grande, do cio na espanhola, serpente ua do chá da mine da ne gato rá negra em semicírculo da lina, a primeira serpente no bolo do avó primeiro do circulo a vermelha nela, ou de nelas, ins semicírculo da rita do segundo do namora, na amo da rá de moura, pe do quadrado europeu da un da nina, primeiro do circulo do ira em circulo vareta maria do um ur circulo, agarrada, primeira garra aa ad a par muito cão do circulo do air e da ela do ia, primeira mão do circulo do europeu que olhava, do circulo primeiro do homam ava , av primeiro, em serpente ua do Beleza, segundo ele za, nas ventoinhas maçónicas da cia e de tod as em fan cia serpentes da conta do gi às da teresa, do ar do rui da iva francês av ins titu, titã italiano na tio do primeiro audi iv is serpente vaso el l am bi

Na álea ao passar, a lea, um papel dobrado no chão à atenção me chamou pela forma obliqua de seu dobrar, à tem cão inglesa oli ob, ex cru x r avi circulo do semi circulo do ar da cruz da onda sobre o circulo espanhol, serpente segunda do primeiro do sete , três estrelas e dois braços vermelhos, do forte da un de nova york serpente hop amo rei ra serpente da cristina coutinho angulo da vareta serpente boa, cobra g arn de e barriguda das ama circulo rei ra serpente das amoreiras que comerá entre outros os bichos da seda co mp ra maria inês pereira , ban co espanhol pi do rito san cruz circulo, vareta d en cruz tp a, 962821315, extraio o número de não sei quem.

À sua frente um rectângulo de prata dobrado, colado, co lodo, ao chão no eixo de uma pedra da calçada, pensava eu nas letras que escrevera das viagens astrais, olhava o símbolo do chá da ami ne da chaminé do barco, que tentava perceber e um outro papel no chão me diz ensino método rápido, uma cobra grande com os olhos tipo ninja e um punaise , p un na ise, no mapa do tesouro a indicar, boa-hora, o tribunal, provavelmente mais um do processo que me conduziu outrora à prisão, circulo suzi vaso, guardei-o entre as folhas de meu caderno, e agora que o tirei ,vejo que ficou nas folhas do diagrama da rede, ao pé do rectângulo de portugal ao lado da ep europeia do durão e da uva , angulo sobre can arias rectângulo ao lado de um outro onde está escrito GB , a líber libe ra da fla de assis, as sis da teresa, gato dos Rumos.


Já a mesma frase a escutara numa montra da fnac a propósito do orgulho do inca português, se precisam de falar comigo, que o façam, a liberdade da fala a todos assiste, se bem que eu sou uma criança de quatro anos e gosto de papa clara sem grumos e na maia das vezes o que ouço de muitos de vós é fala diagonal, que em vez de trazer o sol, mais a sombra faz e estende,

Maria is dos ais primeiros da serpente doc circulo m br ra f az e espanhol cruz ande, ou an dina ten inglesa

Ah amada do outro lado do rio, não vos preocupeis em vão, senhora que habiteis meu peito, não é de vós que fala, me cantaram os pássaros de seu pesar, do pesar que trazeis em vosso peito, pela forma em que vos vejo, afastai-o, daqui sopro a quente brisa sobre seu peito na esperança de o acalentar, olhai de novo ao espelho de vós mesma, vos sabeis o que vos disse vosso pai, vos sois a mais bela pérola de sua criação, como eu poderia então ver-vos de outro modo ou jeito, entendei, entendei-me melhor, entendei melhor as minhas palavras que elas a si não trazem nem desejam menos que o amor, que Ele sempre vos guie

E formiga da ua da brisa serpente circulo do br e serpente europeia muito cão é, de vó serpente europeia que fala do forte da ala da me can que canta ar ram da primeira manhã, serpente circulo pr ro primeira formiga, vo is serpente is a maria is segunda pérola, pe rato da primeira aa descida, pe do rola de serpente ua semicírculo ria cão do co mo europeu quanta

Na tv nas entrelinhas do varrimento vertical, a verónica falou de todos, a verónica das viagens astrais do assunto da escola russa, a v e ró ni a do panteão nacional, a neta do aquilino na transladação ou lado de um senhor, sozinhas, era a recente estranha foto, ex p esta ll oz i ana, mais nova, que nunca gostou muito de mim, vá-se lá saber porquê, que é direito natural que a todos assiste, o de seguirem suas paixões, como é direito nosso, as perceber, pois Deus nos deus os olhos do coração para ver, e por assim sermos, não o devemos levar fechado.

Vou à estante, buscar, verónica decide morrer do amado paulo coelho, e relembro que nos último mês em casa de meus pais, eles ausentes, também o livro dele de pequenas reflexões, que a meu pai um dia ofereci, se ausentara, achei estranho o prenuncio

Vaso maior do circulo do vó à est cruz da tia formiga, segunda us car, verónica , vaso e r o, ero, da seta sobre o circulo oni ni ica de cid mo rr e rato ama ad circulo do paulo oco e primeiro homem ho, o homem de Macau, e re primeiro em br circulo quadrado europeu no serpente vaso primeiro maçon espanhol em s emi circulo asa da me us pa is e primeiro espanhol au serpente inglesa ente serpente tam segundo tambem circulo primeiro iv ro dia de primeiro E do pe do quadrado europeu nas ref primeiro ex da onda sobre o circulo espanhol, europeu primeiro maria europeia p ai primeiro dia o fe re c i serpente au en tara, senta do ra e che da vareta espanhol da cruz ran ho circulo pr e n un cio, pau prime rio circulo do oco e primeiro do Ho

Diz na contra capa, sê como a fronte que transborda do tanque e não como o tanque que contem sempre a mesma agua, sim, meia verdade o é, se bem que a fonte jorre sempre de uma espécie de vaso, o vaso que a contem e que por a conter o é e quando do tanque a agua verte, por mais agua a ele chegar, toda ela, a mesma, se renova no pequeno vaso contido no grande, não existe agua nem fonte fora do mesmo uno vaso, e a fonte jorra e a agua corre e assim parada não se estagna, como sopa onde os espermatozóide se formam



Di z no circulo da cruz no ra capa, sê do co do mo primeira forte rte ro do vi aria nacional da te quadrado ue cruz ra ns bo rda d o t a quadrado ue e muito cão do co do mo circulo na cruz do q ue duplo do conte maior se mp re primeira me sm aa gato ua, serpente em me ia vaso e rda pai circulo é, se segunda em q ue primeira fonte jo rato re da se do mp re da primeira espanhola do pe da cie do vaso da serpente do circulo do vao serpente q ue ac on t e me do qu e port ac on teresa circulo é, e quadrado ua muito dia circulo do tan quadrado ue a primeira gata da ua vaso e rte, port maior is a gato da ua a e primeira e che g a r, cruz do circulo do dia primeiro e primeira a me s ma da se di re da nova do no do pe do quadrado eu, no vaso circulo on tid, circulo no gato ra n de

Tenho só duas marcas no livro marcadas, a primeira na página sessenta e oito,

T en ho s ac ó duas mar ca serpente do no li v ro marca d as, a primeira na pá da gina de se ss en t a e oito,

Fala de zedka que conhecia as técnicas das viagens astrais e que as utilizava com frequência e as descreve naquilo que é comum a todos os retratos, o estranho e irritante ruído que proceda a separação do corpo e do espírito, quanto se possa dizer que eles alguma vez se separam quando o corpo aqui está, depois o choque, a rápida perda da consciência e logo a paz e a alegria de estar a flutuar no espaço preso ao corpo por um cordão prateado, que o mecanismo da viagem é o desejar projectar-se no espaço e que a viagem é feita por túneis misteriosos em que se entra como um vortex em velocidade espantosa e assim se chega onde se desejou

F al primeira da ze do ka do quadrado da ue circulo no homem da cia as da cruz maior e circulo nicas das via gato en sas cruz rai se quadrado ue as vaso do ti do li zorro ava com fr e quadrado eu muito cia e as dia es circulo rato eve no q eu e primeiro do circulo dp q ue é co da mum em dia do circulo duplo serpente os do re da cruz dos ratos, circulo espanhol da cruz do ra muito ho ee e rr da rita muito ante da te e rui ua Y do quadrado eu do pr circulo ce da as da e pa ração do corp circulo do oe do espanhol pi do rito, quadrado ua muito cruz circulo da se do po serpente sa da di ze rato q ue e primeira es au t o est r ad a gata primeiro vaso e z da se serpente epa ram quadrado ua muito dia do circulo duplo do corp, circulo aqui est ac á, dia ep circulo uk is circulo ch circulo quadrado ue, primeira rá pi dia a pe rda do circulo on s ciê muito cia e primeiro gato do duplo circulo ap az e a primeira au t o es t r ad a e gato ria de est ar, primeira formula um do vaso da cruz da ua da cruz do no do espanhol paço do pr es circulo ao corp, circulo port primeiro da cor dão talho ra te ad o, q ue o meca ni s m, circulo da vi g em é circulo de seja ar pr do o do ject ar do homem da inglesa se e no do espaço e q ue a vi g em é forte e ita port cruz un e is maior is da cruz eri oo sos em quadrado eu da se en da cruz ra do co mo primeiro vo te x em vaso elo cia de es pan t o sa e as serpente em se da che gata da primeira onda da se, e da se do vaso do jo


Hoje fora o dia da sua ultima viagem astral com insulina, tinha acabado de visitar o escritório do dr igor, passeara por villete, ao ter alta regressaria a sua casa a seu marido e a sua família, iria ter dificuldade em arranjar trabalho, pois numa pequena cidade com lubjana as histórias corriam com rapidez

H oje forte do ra circulo do dia da sal vaso primeiro do tim a vi a g em as cruz ra primeiro com in s u lina tinha do ac ab ad circulo de vi si tor o es vaso circulo rito rio do dr igor, pa serpente seara port vi ll e te primeira do circulo da cruz re al cruz ar e g r es s ari a s ua c asa primeira se do vaso do mar, id circulo as ua forte ami li a, e ria teresa di forte e c u l dad e em ar ra muito j ar, cruz ra b alho, po is muito na primeira do pe q eu na cidade com primeiro ub do primeiro j ana as homem is tó ria serpente co rr iam com ra pide serpente do z

O que a trouxera ao hospital era depressão, uma depressão que no caso de zedka provinha de um homem escondido em seu passado, ou melhor, uma fantasia que criara em torno de um homem que conhecera há muito tempo atrás, uma coisa idiota, depressão por um homem de quem sequer sabia mais onde morava, por quem se apaixonara perdidamente e por quem se sujeitara a uma mudança de pais no outro lado do oceano, para receber um sórdido amor a conta gotas que não a preenchia, e que depois de novo a levara de novo a Eslovénia, quando o homem lhe mostrara que mais não a queria,

e assim cheguei a página setenta e um, que é a minha segunda marca no livro, de sessenta e oito a setenta e um.

O q ue at ru x e ra ao ho spi ta l e ra e, d ep re s são, primeira d ep re s são q ue no caso de ze d ka pr o vinha do primeiro homem es c on di do circulo em s eu pa s sado, o u me l hor, primeira fanta s ia q ue c ria ra em t or no de primeira c asa q ue c on he ce ra há mu it, circulo tempo at rá s, ua maior co isa id e ota, de pr es são por primeiro homem de q eu maior seque ca no muito rato sa bia maior is onda mor av a, por q eu m se a pai xo n ara pe r di da m en te e por q eu maior se s u je it a ra primeira mu da dança de pa is do no o u t ro l ad o do O ce n cão, pa ra re ce br primeiro s or di d o amor a c on t a g ota s q ue n cão a pr en ch ia, e q ue d ep o is de n ovo a l eva ra de n ovo a es l ó v eni a, q ua n d oo homem l he mo s t ra ra q ue maior is n cão a q eu ria, e as s em che g eu ia pá gina set en t a e primeira que é a min h a se g un d a mar ca no li v ro, de se ss en t a e o it o a set en t a e um.

Voltei a minha casa, amada, e estou limpando-a a fundo pois a caridade me trouxe agua e electricidade e meu coração confuso, por um lado maravilhado por ter agua e electricidade, por outro, porque não chegaste ainda, e descobri que mesmo as campainhas das portas que são alimentadas pela energia comum do prédio, se encontram desligadas, assim quando chegares, não toques que nada toca, telefona-me e diz cheguei e eu galgarei os degraus como cavalo à solta a galopar ânsias de amor de teu peito e teu lábios muito, muito os beijarei

Vo l te ia min h a c asa, am ad a, e es t o u li mpa n d o do homem inglês aa fun d o po is ac ari dad e me t ro ux e a g ua ee primeiro ec t re cidade e me u coração c em fuso, por um l ad o mara vi l h ad o por te r a g ua e e l ec t re cidade, por o u t ro, por q ue n cão che g a s te a inda, e d es c o br e q ue me sm o as cam pai n h as d as porta s q ue são ali m en t ad as pe l a ene r gi a co mum do pr é d i o, se en c on t ram d es li g ada s, as s em q ua n d o che g ar es, n cão t o q u es q ue na da t oca, tele fona na inglesa me e di z che g eu ee eu gala g a rei os de g ra us co mo c av a l o à s o l t aa galo par na si as de a mor de t eu pei t o e t eu lá bi os mu it o da mu it circulo os bei j a r ei av a

Hoje ao final da tarde, o teatro radio fónico da antena que tanto gostamos, encenava a vida amorosa de litz, do amor que fora contrariado pelo pai daquela que viria a ser sua mulher, dizia entre outras coisas seu pai, que nunca a deixaria casar com ele pois não tinha ele rendimentos fixos, e de repente me vi eu ali e te vi a ti e vi teu pai, que cego seria e será se assim se opuser a nosso casar, pois se bem que dinheiro não trago, muitas formas tenho de o arranjar e nunca te deixarei passar fome, minha amada, nem de comida nem de beijar, e em verdade, verdadinha verdadeira, te digo amada, rico de dinheiro já estive eu, e mais não tive porque sempre mo roubaram, agora que isso já sei, menos provável assim de novo acontecer

H oje ao f ina l da t ard e, o tea t ro ra di o fo nico da ante na q ue t na t o g os t am os, en cena v aa vi da amo rosa de blitz , do amo r q ue f o ra c on t ra ria d o pe l o pai da q eu l a q ue vi ria a ser s ua mul her, di zi a en t re o u t ra s co i sas s eu pai, q ue n un ca a de ix a ria c asa r com e l e po is e l e n cão tinha ren di m en t os f ix os, e de r ep rente me vi eu ali e te vi primeira ti e vi te vaso pai, q ue c ego se ria e se rá sea s s em se opus e ra n osso c asa r, po is se b em q ue din h eiro n cão t ra g o, mu it as fo r ma s ten ho de o ar ra n j ar e n un ca te de ix a rei pa ss ar fo me, min h a am ada, ne m de co mida ne m de bei j a r, e em v e r da d e, v e r dadinha v e r da d eira, te di g o ama da, ric o de din h eiro j á ac est ive eu, e maior is n cão t ive por q ue se mp re ma re o ub a ram, Agora q ue is s o j á ac sei, me no s pr ova v e l as s em de n ovo ac on te ce r Iv u l o al dia

Ando em limpezas profundas nesta ultima semana, lavando os recantos, lavando roupa, enfim fazendo o que uma casa requer e ainda não acabei, pois de permeio vou tentando um pouco escrever e ontem antes de no tele jornal, ter ouvido falar de panteão e da verónica, minhas mãos descobriram nas antigas gavetas metálicas de arquivo da primeira casa da latina, um conjunto de fotos e documentos com muitas pistas sobre a sociedade anónima dos ladrões e pior que me tem perseguido pela vida fora e meus olhos, abriram envelopes de fotos, e um deles tem exactamente fotos do panteão

And circulo em li mp e za serpente pr circulo da fun dia as ne serpentes da cruz au primeiro tim a se mana, primeira av a muito do os do re di can cruz os, primeira ava muito do ro up primeira, inglês forte em forte primeira zen d oo q ue primeira cas re q eu re e primeira em dan cão ac abe e po is de pe rato me io vasp circulo vaso ten tan do primeiro po vaso co espanhol circulo rato eve re on te maior ante serpente do no do tele jo rna primeiro da teresa o u v id o fa l ar de pan teão e do v ero nica, min homem as mãos dia espanhol co br e ram nas ant e g as g av eta s m eta li ca serpente de ar q u ivo da pr e me ira c asa da primeira em cruz ina, primeiro circulo em j un cruz o de f oto se doc vaso m en t os com mu it as do pi s t as s circulo br e a soci e dad e a no nima dos primeiros ad ratos das ondas sobre õ espanhol e pio rato quadrado ue me te maior pe rato da se gui do pe primeira vaso id a forte do circulo ra e me us circulo primeiro ho s, ab rato ira maior inglesa vaso e lopes de f oto serpente, e primeiro do primeiro es te maior ex ac cruz da am da en te f oto serpente do pan te cão


Um contra picado do que poderia ser o tecto do panteão, exactamente o eixo oposto a uma das fotos que dava conta da cerimonia da trasladação de aquilino ribeiro, tirada de cima, mostrava as cadeiras dispostas em semicírculos para os que se pensam importantes na cidade, pois queixas houve, de que não deixaram as gentes entrar, ao contrário do que se passou com a Amália Rodrigues, via-se o forro das cadeiras como rectângulos vermelhos, as cadeiras dos rectângulos de fogo no panteão, muitas delas se viam vazias de gente

Um c on t ra picado do q ue po de ria ser o t ec to do panteão, ex ac t am en te o e ix o o po s t o a primeira das f oto s q ue d ava c on t a da ce r imo ni a da t ra s lada ção de aqui do lino ribeiro, t ira da de c ima, maior serpente ot r av a as ca de ira s di s postas em se mic irc u l os pa ra os q ue se pen sam im porta n t es na cia dd ad e, po is q eu ix as ho u ve de q ue n cão de ix ar am as gentes en t ra r, ao c on t rá rio do q ue se pa s s o u com a Am ac á li a Ro dr i g u es, via inglês se o forte r ro das ca de ira s co mo re cta n g u l os vermelhos, as ca de ira s dos re cta n g u l os de forte o g o no panteão, mu it as de l as se vaso iam v az ias ed g en te

Abro o primeiro envelope que parece azulejos azuis com um fio de massa branca que os separa e une e cuja ponta está dobrada em triângulo , um triângulo branco sobre os azulejos azuis cor real e do céu, o papel é quality paper made in germany e se vê a roseta central do qual partem as vigas em X, a roseta templário equivalente a de Tomar, do Convento de Cristo, o seu significado, claro, templário, está meia virada a azul, talvez pelo tempo, e assim me acrescenta à leitura a ideia dos Templários do Rei, ou das templários monárquicos, pois são reinos distintos, nas vezes em que o profano se sobrepõem ao Sagrado

Ab ro o pr e me vareta ro en v e l o pe q ue par e ce az u l e jo s az u is com um f io de massa br anca s q ue os s epa ra e u ne e c u j a po n t a est ac á do br ad a em t r ian g u l o , um t r ian g u l o branco s o br e os az u l e jo s az u is cor Re sal e do ce ac ú, o pa ep l é q ua li t y pap ra mad e in g e r m a ny e se v ê a roseta c en t ra l do q ua l por t em as vi g as em X, a roseta t em p l ária e q u iva l en te a de Tomar, do C on v en t o de Cristo, o s eu si g ni f i c ad o, c l aro, te mp l á rio, est ac á me ia v ira da a a z u l, t alve z pe l o te mp o, e as s em me ac r es c en t a à lei t ur aa id e ia dos T em talho primeiro a rí o s do Rei, o u das te mp primeiro ac ári os mo na r quico s, po is a cão rei no s di s dos tintos,

Outra foto é do cais das colunas no tempo em que o cais e as colunas ainda lá se encontravam, e passam os dias sem passar, e a promessa dele lá voltar continua envolta na bruma do nevoeiro, a esplendida invenção dos socialistas e restantes governantes em ter lá enfiado o metro, o que se vê, passam os anos e a obra se arrasta, por duas vezes que me recorde, esteve o terreiro para virar Veneza

O ut ra f oto é do cais das co l una s mo te mp o em q ue circulo cais e as co l una sa in dia primeira ac se en c on t ra v am, e pa s sam os dias se maior pa s s ar, e a pr o me s sa de l e l á vo l t ar c on ti n ua en v o l t a na br uma do n evo e iro, a es p l en di da in v en ção dos s o cia li s t as e r es tan t es g o v e rna n t es em t e r l á en fia dia do circulo duplo metro, o q ue se v ê, ap s sam os a no s e a o b ra se ar rasta, por d ua s v e ze s q ue me record e es teve o te r rei ro pa ra v ira r v ene za

É um engraçado jogo de escalas, é tirada de dentro de um autocarro, vêem-se os pinos brancos de mármore pedra que lá existem ao lado do alcatrão, são três, entre o segundo e o terceiro está um homem com as mãos no bolso como que vai pisar o chão com seu calcanhar, parecendo um misto de passo de dança e de fandango,

as duas colunas propriamente ditas do cais estão ao fundo e quase chegando aos degraus um cacheiro vai a passar para atracar na estação hoje onde atracam os modernos barcos de duas quilhas, pela perspectiva e pelo jogo de escalas o homem parece ser maior do que o cacilheiro, tt, transtejo, a sigla na sua chaminé, o constante TT , trans tejo ou todo o terreno, que vai aparecendo em sucessivas leituras do espírito

as mãos do homem estão na altura da linha laranja que faz pintada no casco e na amurada um anzol, o anzol que vai prender o homem, ou que o prendeu, que prendeu o bailarino do cais das colunas, e me recordei da nossa foto nesse mesmo lugar, vestidos de marinheiros, homenagem ao corto maltese que tiramos para o catalogo do projecto ibérica antes mesmo da latina europa ter sido fundada,

o homem pode assim figurar-me, definindo pelo local, o tempo, o final dos anos oitenta do século passado e um anzol do homem laranja da tt que me terá sido lançado ao pescoço, pois é ai que ele está sobre o homem, ou seja, o estrangulamento, o começo do estrangulamento pela inveja,

Contudo nos negativos o tempo é já da década de noventa, principio, pois no envelope estão também negativos de fotos da rodagem do Ícaro no terreiro do paço, donde provavelmente também o homem do ministério, que já apareceu nesta história neste livro,

É primeiro en g ra ç ad o jo g o de es c l as é ti r ad o de den t ro de primeiro au toca r ro, se v ê os pin os branco s un d o de mar mor e pe dr a q ue l á ex ist em ao l ad o do a l cat rão são t r ês, en t re o s e gun d o e o te rc e i ro est á um ano q ue com mãos no bo l s o co mo q ue v a i p isa r, o ch ão com s eu ca l can h ar, par e c e n d o um m is t o de pa ss o de dan ça e de fan dan g o , as duas co l una s pr o pria m en t e ditas do c as i est tão ao f u d no e q u ase che g a dn d o aos de g ra us um c ac i l he i ro v a i a pa s s ar pa ra at ra car na est ac ação h oje onda at ra cam os mo de r no s ba rc os de duas q u ilhas, as s em o homem par e ce ser ami o r do q ue o caca i l h e i ro , tt, t ra ns t e jo na s ua ch a m ine, o c on s t ante TT , t ra s t e jo o u t odo o te r reno q ue v a i a par e c en d o em s u ce s s iva s lei t ur as do es pi rito , as mãos do homem est tão n a l at ur a da li n ha l a ra n j a q ue f az pin t ada no ca s co e na a mu ra d o um anzol, o na zo l q ue v a i pr en d e r o homem, ou q ue o pr en d eu, q ue pr e dn d eu o bai l a rino do cais das co l una s, e me record o da no s s a f oto ne s se me sm o l u g ar, v est id os de marin he i ro s, ho m e n g am e ao corto ma l te ze q ue ti ra mo s pr a o cat a l ogo do pr o ject o ibe ric a ant es me sm o da l at ina europa t er sid o f un dad o, o homem pode as si m forte e gato do vaso rato do ar da inglesa me, d efe nin d o pe l o l o ca l, o tempo, o f ina l dos a no s o it en t a do se c u l o pa s sado e um anzol d o home l ar na j a da tt q ue me te ra sid o lan ça d oo ao talho do es co ço, po is é a i q ue e l e est á s ob tir e o homem, o u seja, o es t ra n g u l k l am en t e, o co meço do es t ra n g u l am en teo pe l a in veja, c on t u d o no s n ega t ivo s o tempo é j á da d e c ad a de no v en t a, pr in cip i o, po is o est ão tam b em ne g rat ivo s de f oto s da ro da g em do i ca ro no terreiro do paço, o homem do mini s té rio, q ue j á a pr e ceu ne s t a h is t óri a ne s t e li v ro,

Outra foto do rio com um banco do muro em que terminava o passeio faz um perfeita chaveta com um cacilheiro ao fundo a aproximar-se e um homem quase a entrar no enquadramento com um blusão de manga vermelha e negra de pele sobre a moldura da janela que desenha um L, ou seja a manga vermelha e negra do angulo da chaveta, do banco rebaixado face ao muro onde a proa do cacilheiro vai mesmo a entrar, ou seja onde o cacilheiro laranja, ordenou ao homem vermelho e negro a realização do angulo

O u t ra f oto do rio com, primeiro ban co do m ur o em q ue t e r mina v a o pa s se e o q ue f az primeira perfeita chá av eta com primeiro cacilhe e ro ao f un d o aa por xi am r inglês se e primeiro homem q ua se a en t r ar no en q ua dr am en t o com um b l us cão do suão de manga vermelha e negra de pe l e s o br e a mo l d ur a da j ane l a q ue de s en h a do primeiro L, o u seja a manga, v e r me l h a e ne g ra do angulo da cha ave eta c ur z primeira do ban co re ba ix ad o f ace ao mu ro onda a pr o ad o cacilhe e ro vaso a e me sm o a en t ra r, o u se j onda o cacilhe e ro lara n j a, o r dena d o u ao home vermelho e ne g ro a real iza ção d o na g u l o

Depois mais seis fotos da estatua de s jose, ou que na aparência é dele, se bem que a história oculta seja toda uma outra, a primeira referencia a ela que encontrei é se bem me lembro do josé manuel anes, o homem do templo, o homem da pj no tempo da investigação de sá carneiro, o homem com quem me cruzei no episódio do dona maria na apresentação do seu ultimo livro, onde revi a Senhora do lima de freitas

Dia da ep do circulo is ao circulo me maior dos seis f ot, serpente dupla do circulo da espanhola cruz em ua da serpente do jo da se, circulo vaso quadrado ue na primeira pa da r en cia é, de primeiro e da se do bam quadrado ue primeira do homem do is tó ria circulo duplo do vaso da primeira c ur z a seja, cruz do circulo da primeira do circulo onze dc vaso da cruz do rá on ze de dc o vaso cruz ra, a pr e me ira da efe ren cia a e primeira a q ue en circulo kapa em cruz rei e se segundo em me primeira em br circulo do jo sé man ue primeira ne s, o ho mem do te mp primeiro do circulo, circulo ho mem da pj no te mp circulo da in vaso est e gata ção de sá car ne e ro, circulo home com, quadrado eu mm maior me c rato uz ee no ep e sódio do quadrado da maria na primeira pr espanhola ne ê, maçónico t aç ão do se vaso duplo do, uu, comboio, primeiro it mo do li vaso ro, onda rato evi a serpente en da hora do lima de freitas

São seis os homens a mando do imperador, seis ângulos em contra picado se vê o s jose em seu cavalo, que pisa as serpentes, como o seu bastão da estrale, ca em baixo um cavalo branco empinado levanta as patas da frente e por debaixo dele um homem a quem faltam dois dedos , sua boca aberta como uma exclamação como se os cavalo em seu escoicear os tivesse arrancado, outro angulo desvela o w nas linhas arquitectónicas da estatura, outro cavalo empinado, um homem com os dedos todos que o puxa pelas rédeas, o home que conduziu a a operação

São seis serpente do novo circulo do os dos homens da cas inglesa da serpente a mando do im pe ra dor, seis na gata vaso primeiro os em circulo em cruz do ra picado da se do vaso maçónico ê os dia onda a jo se ac inglês da c ur z do circulo em serpente eu circulo av a l circulo, quadrado ue talho isa as serpentes, co mo circulo serpente eu ba serpente do tão da es cruz ra primeira, cá em ba e xo primeiro cavalo br na co do levante as pat as da fr ente em pina dia do circulo e port de ba e xo do primeiro ee, primeiro homem aqui do eu maior fa primeiro tam do is de deo serpente , serpente ua bo ca ab e rta co mo vaso da manhã, ex circulo primeiro da ama maçon aç dão co mo se os c av primeiro circulo em serpente eu es co ce ar os cruz ive serpente se ar ra muito c as circulo, o vaso da cruz ro angulo dia es vela o da dupla dor nas li muito homem as ar quadrado vaso it é circulo toni ca s da es cruz em ur a, circulo vaso da cruz ro c av a primeiro o em pina do, primeiro homem com os dedos cruz odo serpente quadrado ue circulo talho ux a pe primeira as red e as, circulo home q ue circulo em dia u z e vaso aa opera ção

Depois o anjo, duas fotos com dois tamanhos, ou seja dois anjos sacrificados no negro fazer, um de maior idade , outro jovem, tem o anjo o que parece ser um ferro de uma trombeta em sua boca, ou seja dois anjos foram corrompidos para tocas as trombetas

D ep o is o anjo, duas f oto s com dois t ama n ho s, o u seja do is anjos s ac r e f ica d os no ne g ro f az e r primeiro de maio rato id ad e , o u t ro jo v em, te rm o anjo o que par e ce ser primeiro ferro de primeira t ro m b eta em s ua bo ca, o u seja do is anjos forte o ram co r ro mp id os par t oca s as t rato maior b eta s

E depois uma foto na aparência desemparelhada deste lote, onde se vem dois carris ainda em fogo no chão da fundição e uma ressonância se estabelece neste ponto, uma maldição de origem ou natureza alemã que por diversas vezes em diversas histórias aparece, no bolama, no barco das maldivas e certamente em muitos outros locais, é uma foto em papel kodak, enquanto as de s jose, são fujicolor paper

E d ep o is um f oto na ap ren cia de se ma pr a primeiro he dad este primeiro ot e, duas vaso e rato da gula s onda se v em d o is ca rr is a em dia primeiro em forte do gato do duplo circulo no ch cão da f un di ção e primeira re ss on ac cia se est ab e primeiro e ce ne s te talho em cruz do circulo, primeira maior da primeira di ção de ori gato em circulo vaso nat ur e za al ema quadrado ue port di vaso e rato sa vaso e ze serpente em di vaso e rato sas hi serpente ac tó ria serpente porto ar e ce, no bo l ama, no bar co das ma l divas e ce rta maio dupla dor en cruz e em mu it os circulo vaso da cruz ro serpente l circulo cais , é primeiro f oto em pap e primeiro da k, o da k, en quadrado ua muita cruzes circulo as de s jo se, são fuji co primeiro or da pa do pe do rato

S jo se, são josé

Os carris forjados em fogo da maldição feitos na fundição, ou feitos a mando de um dos senhores provavelmente na altura ligado a empresa carris, que os usa, ou ainda dos caminhos de ferro, pois não é possível pelo seu estado rubro, descortinar de que tipo são, rubro, ressoa, no cavalo de ferro negro que saia da parede do castelo de obidos, donde deverá ser um dos senhores, da casa com as janelas elevados no muro alto, onde no chão da viela estavam os fósforos queimados

Os, sis t ema opera t ivo do ca rr is fo r j ad os em f ogo da maior primeira di ção fe it os na f un di ção, ou fe it os a man d o de primeiro dia os serpente s en hor es da al t ura li gado a em presa ca rr is, q ue os usa, ou aia l onda dos ca minho s de ferro, po is n cão é po s s ive l pe l o s eu est d o rubro, d es co r ti n a r de q ue t ipo são, rubro re ss o a, no c av a l o de ferro ne g ro q ue sa ia da parede d o castelo de o bid os, d onda d eve rá ser primeiro dos s en hor es, da cas com as j ane l as e l eva d os no m ur al t o, onda no ch ão da vi e l a est av am os f os foro s q eu e maior ad os

A fundição que está num outro lote de fotos, onde se vê o vaso do fogo com o ferro fundido em sua forma liquida, uma imagem de uma refinaria que tanto pode ser cabo ruivo ou na costa do sado, onde grandes tubos desenham o vaso invertido, esses tubos vazam duma chaminé, sobem bifurcando e depois descem dividindo-se e formando o vaso invertido na estrutura que os suporta e onde eles se invertem, no carril montante vertical. Ao lado de uma vareta de tubo de ferro pintado na ferrugem em branco está na vesica escrito, del fim , a vareta e o carril do delfim que esta no eixo do angulo entre a subida e a descida invertida, o delfim, os delfins , o grupo, do miguel e um outro que ligado a ele sempre esteve, o pedro aires de magalhães, pois calha no mesmo envelope estarem misturados alguns negativos de fotos tirados em agronomia quando da feitura de um dos clipes que assinei para a Madredeus,

Recordo tambem de um rapaz de nome delfim, da faculdade onde o antonio saraiva andou, um estranho rapaz professor assim me pareceu quando em breve o conheci

A fun di ção q ue est ac á n um o u t ro l ot e de f oto s, onda se vaso ê circulo vaso do f o g o com o ferro fun di dia do circulo em s ua f o rma li q u id a primeira e mage maior de primeira re f in a ria q ue t ant o po de se rato do c ab o rui vo o u na co s a t do sado a tender onda g ra n d es t ub os de s en ham o vaso in v e r ti d o, es s es t ub os vv em d ia da primeira ch ami ne, s o br em bi f ur can d circulo e dia ep o is d es c em di vi din do homem do forte da inglesa se e f o rma n d oo vaso invertido, na es t ru t ur a q ue os s u porta onda e l es se in v e r t em no car r i l mo n t ante v e rti cal ao l ad o de primeira vareta t ub o de ferro pin t ad o na fe rr u ge maior em br e co es t á primeira v e sic a com de l fim , a v ar eta e o ca rr i l do delfim q ue es t a no e ix o do angulo en t re a s u bid a e a d es cid a in v e rt id a o delfim, os de l f in s o g r up o, do miguel e um o u t ro q ue li gado a li a g ad o, a e l e se mp re est eve, o pe dr o a i r es de maga l õ es, po is ca l ha no me mo en v e l o pe est ram is t ur ad os al g un s ne g at ivo s de f oto s t ira d os em a g ro no mia q ua n d o da f e it ur a de primeiro dos c li ps q ue as si mn ee para a maior ad re dia europeu serpente

Record o tam b em primeiro ra talho az de no me de l f em da f ac u l dad e onda o anto ni o sa raiva e do u primeiro es t ra n ho ra paz pr o fe s s o r, as s em me par e ce u q ua n d o em br eve o c on he c i

Depois, imagens de uma casa fortaleza abandonada, que parece ser na serra de sintra, ao pé do mar, virada para a costa verde, talvez a que se encontra ao lado direito quem sobe o monte da lua, semelhantes as muralhas às da casa de obidos, assim me subiu na consciência a semelhança,

Está a casa tipo castelo num cimo de um penedo com rochas e se encontrava na altura da foto em ruínas, casa com varanda telhada, um arco entre colunas, azulejos em seu interior que desenham um escaravelho, um nicho na parede em rectângulo onde parece estar um altar com um forno inclinado na posição da espada, um altar do fogo da espada do grupo do escaravelho,

a seu lado um losango inclinado a verde com um marcador foi na foto desenhado, ao lado da casa parece existir uma outra com dois telhados de níveis distintos, arvores inclinadas e despidas, como se tivesse passado por elas um furacão ou um fogo, uma foto de um altar de uma igreja com O Cristo crucificado, um menino pastor, como o nome da canção da Madredeus com bone vermelho, blusão preto com riscas brancas, calças azuis, joalheira em vesica amarela, comendo uma maça, um sitio onde o zé pinheiro filmou, pois se o vê numa outra foto

D ep o is em agnes de vaso maior da cas f ota l e za a b an d o n ad a, no q ue par e ce ser a serra de sin t ra, ao pé do mar, v ira d o do pa ra a co s t a verde, ta l v e zorro a q ue se en c on t ra ao l ad o di rei t o q eu maior s ob e o mo n te da l ua, se me l h ant es m ur a l h a sas da cas de o bid os, es t á n um c i mo de um p ene d o, com roc h as e se en c on t r av a na al t ur a da f oto em rui na s, c asa com v a ra n d a te l h ad a, um arco en t re co l una s, az u l e zo s em se u in te r i ro co mo q ue de s en h ad o primeiro do es cara ve l ho, primeiro ni ch o na pa rede em re cta n g u l o onda par e ce est ar primeiro al t ar, com primeiro do f do circulo rn do circulo in c lina ad o na po si ç ão da es p ad a, um al t ar do f o g o da espada do g r up o do escaravelho, a s eu l ad o primeiro l os a n g o inc li na dao av e rato com da primeira marca da dor forte do circulo na f oto da serpente en homem ad circulo, ao l ad o de s sa c asa pa e ce ex is it uma o u t ra cm do is te l h ad os de n ive is di s tinto s, ar vo r es inc l ina d as e d es pi das co mo se t ive s se pa s sado por e l as primeiro f ur ac cão o u primeiro fogo, uma foto de u l altar de uma igreja com O Cristo c ur c i f ica, um menino pastor, como o nome da canção da Madredeus com bone vermelho, b l s u ã o preto com riscas brancas, calças azuis, joalheira em vesica amarela, comendo uma maça, um sitio onde o zé pinheiro filmou, pois se o vê numa outra foto

E depois estranhamente no meio daquelas fotos de uma rodagem, provavelmente de um clip, um foto passe feita em estúdio de uma menina loira com talvez sete anos com a referencia 106712, e que não faço a mínima ideia de quem seja e no mesmo lote das fotos, um cabra negra e uma cabra branca, um circulo de pedras no monte, com as arvores a sua volta ardidas, a mascara do diabo, marcada no pedra ao que parece em forma natural, com a casa fortaleza em cima dos penedos ao fundo, fotos de pormenores da cas, um cruz numa janela circular, um outro circulo que parece um poço e que desenha entre a luz e a sombra uma lua decrescente

E d ep o is es t ra na h ma en te no me io da q eu l as f oto s de uma roda ge m , pr ova v e l e mn te de um c l ip, um f oto pa s se f ge i t a em es t ú di o de uma m en ina l o i ra com t a l v e z set e a no s com a r efe ren cia 106712, e q ue n ão f aç o a mini ma id e ia de q eu m seja e no me s m o l ot e das f oto s, um c ab ra ne g ra e uma ca br a br anca, um cir c u l o de pe dr as no mo n te, com as ar v o r es a s ua v o l t a ar didas, a ma s cara do dia bo, mar c ad a no pe dr a ao q ue par e ce em f o r ma nat ur a l, com a c asa f o r t al e za em c ima dos p ene d os ao f un d o, f oto s de por me no r es da cas, um c r uz n uma jane l a cir c u l ar, um o u t ro cir c u l o q ue par e ce um p oço e q ue de s en ha en t re a l uz e a s o m br a uma l ua de c r es c en te

Olho todo este conjunto de fotos, o local na serra por cima do monte da lua, as reverberações no espirito dos rituais na floresta, da feitura dos furacões de agora, o circulo das pedras, as arvores queimadas, com troncos como que dobrados por estranho vento, um canavial na falésia que me evoca pitis , o pastor, o delfim, que poderá ser o pedro aires de magalhães ou um outro que me recordo da altura , que fora professor do antonio, na faculdade, o delfim santos, um estranho rapaz, o pastor e das duas cabras que parece que vão para o sacrifício e a menina loira de belo sorriso vestida de cor de rosa aos quadradinhos que de repente me parece um dos dois carneirinhos sacrificados, na maldição forjada para inverter a vesica, os cornos do touro, que é meu símbolo e reverte-lo a favor de outrem, do delfim, pelo homem da transtejo, ou pelo hp , o horse power da maldição, por outro lado, o zé pinheiro, que de certa forma foi meu delfim, ainda esta semana uma referência de uma sua participação publica como um dos pioneiros dos videoclips em portugal.

O l ho t odo est e c on j un t o de f oto s, o l o cal na serra por c ima do mo n te da l ua, as r eve r ba ç õ es no es pi rito dos r it ua is na flor es t a, da f e it ur a dos f ur ac õ es de agora, o cir c u l o das pe dr as, as ar vo r es q eu im ad as, com t ron co s co mo q ue do br ad os por es t ra n ho v en t o, um can av ia l na f al e si a q ue me evo ca pi t is , o pa s tor, o de l f im, q ue po de rá ser o pe dr o a i r es de maga l h ã es o u um o u t ro q ue me record o da al t ur a , q ue f o ra pr o f e ss o r do ant o ni o, na f ac u l dad e, o de l f im ss ant os, um es t rn ho ra pa z, o pa s tor e das d ua s c a b r a s q ue par e ce q ue v ão para o sa c r i f i cio e a me nina l o i ra de be loo s o rr is o v es t id a de cor de rosa aos q ua dr a din h os q ue de r ep rente me par e ce um do s do is car ne i rin h os s ac rif c ad os, na ma l di ç ão f o r j ad a para in v e r ter a v e sic a, os co r no s do t o ur o, q ue é me u s im bolo e r eve r te inglês l o a f avor de o ut r é m, do d e l f im, pe l o homem da t ra ns tejo, o u pe l o hp , o hor se po w e r da mal di ç ão, por o u t ro l ad o, o zé pin he i ro, q ue de certa f o r ma f o i me u de l f im, a inda est a se mana uma r efe r n cia de u ma s u a par ti cip aç ão publica co mo um dos pio ne i ro s dos vi deo c li ps em po r t u gal.

Curiosamente o filme das fotos da rodagem da Madredeus em Agronomia, é da marca pe r ut z pr cem, primeiro do duplo circulo do pr da ut, o homem do z, terceiro circulo da colheita de sessenta e um do peru

C u r io sa men te o fil me das foros da ro da ge m da M ad re d eu s em A g ro no mia, é da mar ca pe r ut z pr cem, pr i me rio do d up l o cir c u l o do pr da ut, o homem do z, terceiro do circulo de sessenta e um, ter ce i ro cir c u l o da co l h e it a de sessenta e um do pe ru

Sexta feira passada ao sair de casa para a minha volta ao por do sol, no ceu um cruz, uma grande cruz desenhada, com outras que de vez em quando aparecem no ceu de Lisboa , no eixo em que a vi estava sobre agronomia e me lembrei do que agora sei ter sido uma das cruzes em noventa e dois, quando da realização de outro teledisco dos Madredeus em agronomia, e curiosamente como é sempre o sincronismo da alma, da vida e do viver, no lote dos envelopes das fotografias, lá estavam tambem as dessa rodagem, e vejo um home que está a falar com outro, com seu braço apontando, na estrada dentro de agronomia que corre ladeando os campos do trigo e recordo a cena a que na altura não dei muito importância, agora quando vi as cruzes no ceu sobre a faculdade, me recordara primeiro do episódio mais recente, de uma visão matinal, de fim de semana em agronomia, de indicações e leitura que já se encontram aqui descritas e onde senti vibrações de energia muito negativas na altura em que as tive

S ex t a f e ira passada ao sa i r de c asa para a min h a vo l t a ao por do sol, no c eu um c r uz, uma g en de c r uz de sem h ad a, com o u t ra s q ue de v e z em q ua n d o ap ar e ce m no c eu de l is bo s, no e ix o em q ue a vi es t av a s o b r e a g o rn o mia e me l em b r ei do q ue agora se i teresa sid o uma das c r u z es em noventa e dois, q ua n do da real iza ç ão de o u t ro tele di s co dos m ad re d eu s em a g ro no mia, e c ur isa men te co mo é se mp re o sin c ro ni s m o da l ama , da v id a e do viver, no l ot e dos en v e lopes das f ot g ra fia s, l á est av am tam b em as de s sa ro da ge m, e v e jo um home q ue es t á a f al ar com o u t ro , com s eu br aç o ap on tan do, na es t r ad a d en t ro de a g ro no mia q ue co r re l a dean do os c m ap os do trigo e record o a ce na a q ue na al t ur a n cão e i mu i t o im pr otâ n cia, agora q ua n do vi as c r u z es no ceu s o br e a f ac u l dad e, me record a ra pr i me i ro do ep i só di o maior is re cen te, de uma visão mat i n a l, de f im de se mana em a g ro no mia, de indica ç õ es e l e it ur a q ue j á se en c on t ram aqui d es c rita s e onda s en ti vi br a ç õ es de ene r gi a mu it o ne g at iva s na al t ur a em q ue as t ive

Pedíramos autorização à reitoria, pois era minha intenção filmar o grupo num campo de milho ou trigo e a autorização viera e lá estávamos nos dentro do campo com espigas altas, câmara em steady cam, era salvo erro a primeira vez que fazia steady cam, e só consegui faze-lo por pouco tempo, pois aquilo era extenuante, quando um senhor que vem de carro, para na estrada e começa aos berros, a dizer que estamos a destruir o campo, e lá foi falar com ele e dizer que tínhamos autorização para lá estar, e imagino agora na distância como a história terá sido pintada, se é que não a foi desde seu inicio, para dizer que seria um vândalo à frente de um grupo de vândalos, pois era evidente que algumas espigas seriam destruídas vistos estarmos a filmar dentro do campo, e fora esse o sentido e o conteúdo da autorização pedida.

Pe di ramo s au tor iza ção à rei t o r ia , po is e ra min h a in ten ção fil mar o g rup o n um cam po de mil ho o u trigo e a au tor iza ção vi e ra e l á es t av amo s no s d en t ro do cam po com es pi g as al t as, cm a ra em s ted y cam, e ra sa l vo e r ro a pr i me ira v e z q u e f az ia st e ad u cam, e s ó c on se gui f a ze inglesa l o por po u co te mp o, po is aquilo e ra ex ten ua n te, u q n do um se hor a q ue v em de car ro, para na es t r ad a e co me ç a aos be r ro s, a di ze r q ue es t amo s a d es t rui r o cam po, e l á f o i f al r com e l ee di ze r q ue t in h amo s au tor iza ção para l á es t ar, e i ma gin o agora na di s tân cia co mo a h is t ó ria te rá sid o pin t ad a, se é q ue n ão a f o i d es de s eu in i cio, para di ze r q ue se ria um van da l o à fr ente de um g rup o e d van da l os, po is e ra e vi dente q ue al gum as es pi g as se r iam d es t rui das vi s t os es t ar mo s a fil mar d en t ro do cam po, e f o ra es se o s en t id o e o c on te u do da au tor iza ção pe d id a.

Uma outra foto em agronomia me chama a tenção, no milharal, o celo ao fundo, depois o acordeão, em primeiro plano na mesma linha a guitarra do pedro aires e abrindo em y atrás, a teresa , eu com a câmara com o assistente atrás desenha assim um y em que a perna vertical é prolongada por mim pelo meu assistente, o pedro está no verde das espigas e por detrás da linhas do músicos e da teresa, pintalga o campo flores amarelas, , a frente do pedro duas folhas verdes, dobradas, fazem um cruz no braço da sua guitarra , um flor pequena amarela em sua mão e três amarelas e sobre a seu braço reproduzem o y de novo, desta vez na vertical, na hasta da sua flor, as pérolas das três cordas entram em seu colarinho branco, e fazem três traços nele, como três borboletas brancas, desenhadas em seu colarinho branco, do padre, do pai do pedro aires de magalhães papoilas amarelas, uma em sua mão duas por cima da sua cabeça a terceira em baixo fazendo o vértice do Y desenha um e duas papoilas e um , a continuação está nas costas do assistente que tem os dizeres, mc arena, na arena da rena do ministério da cultura, o tal do delfim, santos que estava na altura ligado ao ministério da cultura, ou o pedro santana lopes, que me apareceu tambem relacionado com descobertas neste local, onde estavam as fotos debaixo dos fólios de arquivo com outros documentos e objectos



U maior o u t ra f oto em a g ro no mia me ch ama a ten ção, no mi l he i ra l, o ce l o ao f un d o, d ep o is o a o r deão, em pr e i miro pa l no na ms ma li n ha a gui t ar ra do pe dr o air es e dea br indo em y at rá s at e r e sa , eu com a ca mara no se gun d oo as s it ente at rá s d es n h a as s im um y em q ue a pe rna v eri ca l é pr o l on g ad a por mie pe l o me u as sis t ente , o pe dr o es t á no v e r de das es pi g as e por de t ra s da li n h as do um sic os e da teresa pin t alga o v am po flor es am ar e l as, a fr ente do pe dr o d ua s f o l h as v e r d es, do br ad as, f az em um c r uz no br aç o da gui t ar ra do pe d o r, um flor pe q u e na am ar e l a em s ua mão e t r onda es am ar e l as e o br e a s ua b a ç a r ep ro d u ze m o y de n ovo, d es t a v e z na v e rti ca l, na h s t a da s ua flor, as p ero l a s das t r ês co rda s en t ram em s eu co l ari n ho br anco, e f az em t r ês t ra ç os ne l e, pa po ik l as am ar e l as, u ma em s ua mão du as por c ima da s ua ca beça a t re ce ira em ba ix o f a zen do o v e r ti ce do Y de sem h a um e du as pap o ilas e um , a conti n ua ç ão est á nas co s t as do as sis t ente q ue tem os di ze r s, mc a rena, na ar e na da rena do mini s té rio da c u l t ur a, o t al do de l f im, santos q ue es t av a na al t ur a li gado ao m in si té rio da c u l t ura, o u o pe dr o s ant ana l o p es, q ue me ap re ce u tam b em re l a c io n do com d es co be rta s ne s te l o cal, onda est av am as f o r t os de ba ix o do s f oli os de ar q u ivo com o u t ros do c u m en os e ob ject os

E uma estranha foto no meio da serie de agronomia da fachada de um restaurante que tem um toldo vermelho, com um x, feito por uma faca e um garfo, tricana barra, dom um vaso em ciam, o vaso da cia da manhã, meia vesica do taco de golfe vermelho zanetti, a pele de cobra das pedras reflectida no carrinha antiga azul bebe, um renault com dois faróis na grelha montados , gato do vaso 81 do circulo do nono renault, por debaixo da chaminé do restaurante do vaso da cia, pelo trio can a so semicírculo da na da barra, da bar do ba do ar do rá, triângulo segundo de seis colunas da Cobra

E u ma es t ra n h a f oto no me io da se ro i e de a g ro no mia da f ac h ad a de um r es t au ra n te q ue tem um to l do v e r me l ho, com um x, f e it o por uma f ac a e um g a r f o, t ric ana ba r ra, dom um v a s o em c iam, o v a s o da cia da manhã, me ia v e sic a do t ac o de g o l f e v e r me l ho za ne t ti, a pe l e de cobra das pe dr as re f l ec t id a no car rin h a ant i g a az u l bebe, um rena u l t com do is f ar o is na g r e l h a mo n t ad os , g at o do v a s o 81 do cir c u l o do nono rena u l t, por de ba ix o da ch ami ne do r es t ua ra n te do v a s o da cia, pe l o t rio can a so s emi cir c u l o d a na da bar ra, d a b ar do ba do ar do rá, t r ian g u l o se gun d o de se is co l una s da Cobra

Tricana se a memória não me falha é no guincho ou talvez na costa verde, de repente me sobe ao ver a foto, a relação com o lugar do ritual, e a queda das avionetas, e vem-me a cabeça, a que caiu na casa da teresa guilherme, uma outra na ericeira com aviadores ligados a uma das armas do exercito, e o do loop na boca do inferno, onde me parece ser a tricana e me recordo de um recente ouvido no espirito, que o homem se tinha suicidado, e que na altura que o ouvi, relacionei com o que se despenhara na boca do inferno com mais um, estranho, um suicídio levando consigo um mais jovem, que nem sei se mesmo seu filho.

T ric ana se a me mó ria n ão me fa l h a é no gui n ch o ou t alve z na costa v e r de, de r ep rente me s o be ao v e ra f oto, a relação com o l u g ar do ritual, e a q eu da das avi one t as, e v em inglesa me t r es a c a b e ça, a na ca s da teresa gui l h e re, uma o u t ra na eri ce ira com avi ad o r es li gado as a u ma das ar ma s do ex e r c it o, e o do l oo ps na bo ca do in ferno, onda me par e ce se ra t ric ana e me record o de um re cen te o u v id o no es pi rito, q ue o home se tinha s u i cidade, e q ue na al t ur a q ue o o u vi, re la cio ne i com o q ue se d es pen hara na bo ca do in ferno com maior is um, es t ra n ho, um s ui cid i o l eva n d o c on si g o um maior si jo v em, q ue ne m se i se me s m o se u fil ho.

Alguém tirou uma foto de perfil ao tal homem que disse ser da faculdade e que armou o escândalo na beira da estrada do milheiral, está a conversar com alguém a seu lado cuja cara não se vê, tem ele a mão direita no bolso e na altura dela dois troncos que ladeiam uma arvore desenham um novo x, a mão do bolso do x , da marca que me terá sido feita
A mão no seu bolso, desenha nas calças um vinco, como uma marca de facada,

Al g eu m t i ro u uma f oto de pe r fil ao t al homem q ue di s se ser da f ac ul dad e e q ue ar mo u o es can d o l o na be ira da es t ra d o do mi l he i ra l, es t á a c on v e r sa r com al g eu m as eu l a d o c u j a cara n ão se v ê, tem e l e a mão di rei t a no bo l s o e na al t ur a de l a do i s t ron co s q ue l ad e iam uma ra v o re de sen ham um n ovo x, a mão do bo l s o do x , da mar ca q ue me t e rá sid o f e it a A mão no s eu bo l s o , de s en h a nas ca l ç as um vi n co, co mo u ma mar ca de f ac ad a,

Depois uma foto no estúdio da latina na plataforma circular rotativa que eu fiz onde está um dos assistentes a roda-la com a mão, o curioso é a posição da mão, com um dj, e se ve no centro o que devem ser os sapatos do francisco, a quem no cais das colunas quando da rodagem, ao chegar-mos ao restaurante estrela onde jantamos para continuar as filmagens de um outro clip da madredeus, o primeiro, a vaca de fogo, deu-se ele conta de que o violoncelo tinha desaparecido, nunca consegui perceber esse mistério, recapitulamos tudo, e não se descobriu nenhuma pista sobre o seu desperecimento entre o cais das colunas e o larga da igreja ao pé da sé, e um violoncelo não é propriamente pequenino, lembro-me depois de lhe ir comprar um, salvo erro polaco, que me custou cento e vinte contos, mais do que gastara a fazer o clip.

No estúdio ainda uma foto da cristina, a primeira mulher do diamantino que fazia assistente de maquilhagem e guarda roupa nessa altura, está com a mão em bico assente sobre o seu joelho cruzado, como o bico de um pássaro, ao fundo um projector com tripé de prata e duas anilhas das extensões vermelhas de 800w da rank strand, o bico do joelho da luz feito pela vartea prata e vermelha.

D ep o is uma f oto no es t u di o da l a t ina na p l at a f o r ma cir c u l ar r ota t iva q ue eu f i z onda es t á um d os as si ten te s a ro da inglesa l a com a mão, o c ur i o s o é a po si ç ão da mão, com um dj, e se v e no c en t ro o q ue d eve m se r o s sa patos do fr an cisco, a q eu m no cais d as co l una s q ua n do d a ro da ge m, ao che g ar inglês mo s ao r es t au ra n te estrela onda j ant av amo s para conti n ua r as fil am g en s de um o u t ro c i l ip da m ad red eu s, o pr i me i ro, a v ac a de f ogo, d eu inglesa se e l e c on t a de q ue o vi o l on ce l o tinha d es par e cid o, n un ca c on se gui pe r cebe r es se m is té rio, r e ca pi t u l amo s t u d o, e n ão se d es co br i u ne n h uma pi s t a s o br e o se u d es par e cie mn te en t re o cais das co l una s e o l ar g a da i g re j a ao pé da sé, e um vi o l on ce l o n ão é pr o pr ia mente pe q eu nino, l em br o inglês me d ep o is de l he i r c o mp r ar um, salvo e r ro po l ac o, q ue me c us t o u c en t o e vinte co n t o s, maior si do q ue g a s tara a f az e r o c l ip.

No es t u di o a inda uma f oto da c r is tina, ap r i me ira mul her do dia men tino q ue f az ia as si ten te de ma q ui l a h ge m e g au a rda ro up a ne s sa al t ur a, es t á com a mão em bi co as s en te s o br e o s eu jo e l ho c r uz a d o, co mo o bi co de um pá s as ro, ao f un d o um pr o je c tor com t rip e de pr a t a e d ua s ani l h as da as es x ten s õ es v e r me l h as de 8 00 w da ra n k s t rand, o bi co do jo e l ho da l uz f e i ro pe l a v ar tea prat e v e r m e l h a.

Em agronomia uma outra foto me chama a atenção, meia cara de um menino que espreita pela janela do carro, e que deve ser o filho da maria josé belo marques e que fez de tambor no clip, pois não me recordo de mais nenhum menino nessa rodagem.

Em a g ro no mia u ma o u r t ra f oto me ch ama a a t en ção, a de me ia cara de um m en in o q ue es p rei t a pe l a jane l a do car ro, e q ue d eve ser o f il h o d mar ia jo sé be l o mar q u es e q ue f ez de tam bo r no c l ip, po is n ão me record o de ma is ne n hum m en i no ne s sa ro da ge m.

Dormi sobre o assunto e a memória mais profunda em parte emergiu, pois aquelas arvores assim torcidas e queimadas remetem para um tempo mais anterior ao do tempo em que estas fotos terão sido tiradas, houve ali uma maldição que foi feita, pois a torcedura das arvores não é natural, ou seja, não foi feita pela fúria dos elementos, assim se deduz da visão dos troncos, um grande vento de espirito ali um dia, ou uma noite se levantou, alguém o levantou, e a assinatura assim ficara visível, trago em mim a sensação de ter dado por aquele lugar e por aquela assinatura em tempos idos, provavelmente será a forja da maldição que levou ao afundamento do bolama ou à queda de sá carneiro, pois são os dois eventos que ainda não estão clarificados em sua totalidade

Do r mi s o br e o as s un t o e a me mó ria maior is pr o f un d a em par te e mer gi u, po is aq eu l as ar v o r es as s im tor c id a s e q eu i m ad as re met em para um te mp o maio is ant e rio r ao do te mp o em q ue es t as f oto s te r ão sid o t ir a d as, h o u v e ali uma ma l di ção q ue f o i f e it a, po is a tor ce d ur a das ar v o r es n ão é na t ur al, o u seja, n ão f o i f e it a pe l a f ur ia dos e l e men t os, as s im se de d uz da visão dos t ron co s, um g ra n de v en t o de es p it i t o ali um dia, ou u ma no it e se l eva n t o u, al gu é m o l eva n t o u, e a as sin a t ur a as s im f i cara vi si v el, t ra g o em mim a s en sa ção de ter dad o por a q eu l e l u g ar e por a q eu l a as sin a t ur a em te mp os id os, pr ova v e l e mente se rá a f o r j a da ma l di ção q ue l evo u ao a f un da mento do bo l ama o u à q eu da de sá car ne i ro, po is são os do is eve n t os q ue a inda n ão es t ão c l ari f ica do s em s ua t ota l i dad e

A outra evidência, que se relacionou nas fotos e foi mostrada pelo espirito na altura em que foram tiradas é a existência de duas cruzes mostradas pelas natureza, pelas folhas do milheiral e dos ramos que enrolam no tronco da arvore, e que se encontram naqueles dois homens, o pedro aires de magalhães e o tal senhor que na aparência seria professor em agronomia, o que armara o protesto, e na minha intuição algo diz, que os dois estariam ligados, que aquilo foi uma encenação previamente combinada, para montar uma difamação e eventualmente criar uma reacção ab.

A o u t ra e vi d ên cia, q ue se re l a c io n o u nas f oto s e f o i mo s t r ad a pe l o es pi rito na al t ur a em q ue f o ram t ira d as é a ex is t ên cia de du as c r u ze s mo s t ra das pe l as na t ur e za, pe l as f o l h as do mil he i ra l e dos ramo s q ue en ro a l am no t ron co da ar v o re, e q ue se en c on t ram na q eu l es do is homens, o pe dr o a i r es de maga l h a es e o t al s sem h ro q ue na ap ren cia se ria pr o f e ss o r em a g ro no mia , o q eu ar mara o pr ot es t o, e na min h a in t u i ção al g o di z, q ue os do is es t ari am li gado s, q ue a q u i l o f o i uma en ce na ção pr é v ia mente c om bin a d a, para mo n t ar uma di f a ma ção e e bem t ua l em n te c r ia r uma r e aç ão ab.

E recordei que nesse dia a xana dos rádio macau aparecera nas rodagens, foi talvez a primeira vez que com ela em rápido conversei, e me dei conta do curioso pormenor que nos unia, o facto de termos nascido no mesmo dia e salvo erro no mesmo ano, e agora ao isto escrever, dou-me conta desta evidência que reside na forma como sempre a ela me referi, a xana dos rádio macau, ou di primeira aa do na ana no dia do sistema operativo do rá ad dio de macau, ou seja na realidade assim parece ser, que uma intervenção lá ocorreu, uma intervenção por alguém com conhecimentos da ordem astro Argentum.

E record e i q ue ne s se dia a x ana dos rá di o m ac au ap ar e ce ra nas ro da g en s, f o i t al vez a pr i me ira v e z q ue com e la em rápido c on v e r se i, e me de i c on t a do c ur i os por mo ne r q ue no s un i a, o f ac t o de ter mo s na s cid o no me s m o dia e salvo e r ro no me s m o a no, e agora ao is t o es c r eve r, do u da inglês me c on t a de s t a e vi d ên cia m q ue re sid e na f o r ma co mo se mp re a e l a me r efe r i, a x ana dos rá di o m ac au, ou di pr i me ira aa do na ana no dia do sis t ema opera t ivo do rá ad dio de macau, o u seja na real i dad e as s im par e ce ser, q ue uma in ter v en ção l á o co r r eu, uma in ter v en ção por al gu é m com co n he cie mn t os da ordem a s t ro ar g en t u m.

Outro dos aspectos estranhos, é o desaparecimento do violoncelo, que aconteceu em dia anterior, bastante antes, na rodagem do primeiro clip da madre deus para o lusitanea expresso e que foi o primeiro clip do grupo, a vaca de fogo, sete voltas , os catraios lançaram uma vaca a arder, no largo da igreja, e no percurso da teresa ao rio, passando na casa do terraço, e descendo passava no sitio onde agora em dia recente encontrara a assinatura nos prédios queimados da rabia del povo, pois pode-se ter dado o caso de eu pagar uma coisa que não devia, caso ele tenha sido feito desaparecer por quem era o dono, e assim se ter constituído um crédito, um crédito sobre mim, sobre meu espirito e alma, pois as moedas e as transações, independentemente da sua natureza, não deixam de ser emanações do humano e do divino e assim sendo espelham em sua parte, a mesma natureza, a natureza da balança, do equilibro ou desequilíbrio nas transacções.

O u t ro d os as pe c t os es t ra n h os, é o d esa pr ac i men to do vi o l on ce l o, q ue ac on te ce u em dia ant e rior, ba s t ante ant es, na ro da ge m do pr i me i ro c l ip da m ad re d e u s ap ro l u si t ane a ex press o e q ue f o i o pr i me i ro c l ip do g r up o, a v ac a de f o g o, sete vo l t as , os ca t rai os lan ç ar am uma v ac a a r de r, no l argo da i gr e j a, e no pe r c urso da teresa ao rio, passa n do na c asa do te r ra ç o, e d es c en d o pa s s av a no siti o onda agora em dia re cen te en c on t r ar a a as sin t au ra no s pr é di os q eu i mad os da ra bia de l p ovo, po is po de inglesa se teresa dad oo c a s o de eu pa g ar uma co isa q ue n ão de v ia, c a s o e l e ten h a sid o f e it o d esa pa recer por q eu m e ra o d o no, e as s im se teresa c on st i u id o um c réd it o, um c ré d it o s o b r e mim, s o br e me u es pi rito e al ma, po is as moe d as e as t ra n sa ç õ es, in d ep en de te m en te da s ua na t ur e za, n ão de ix am de ser e m a na ç õ es do humano e do di v ino e as s im s en d o es pe l ham em s ua par te, a me s m a na t ur e za, a nat ur e za da ba l ança, do e q eu i li b r io o u de si q ui li br io na s t ra n s ac ç õ es.


Como da mesma forma, se o magalhões tiver participado na montagem do que se passou em agronomia, a pedido ou mando do tal ad dio de macau, tenha por isso obtido troca na careira do grupo, na protecção, ou no seu lançamento internacional, e me recordo eu de ter sido um dos que assistiram ao primeiro concerto da Madredeus, num cenário de ruínas, no beato, marvila, ou seja a minha relação com a madre deus se estabelece desde o primeiro momento da sua carreira.

C omo da me s m a f o r ma, se o maga l h õ es t ive r par ti cip ad o na mo n t a ge m do q ue se pa s s o u em a g ro no mia, a pe d id o ou man d o do t al ad di o de m ac au, ten h a por is s o ob tt id o t roca na ca rei ra do g r up o, na pr ot e c ç ão, o u no s eu lan ça men t o in ter na cio n al, e me record o eu de ter sid o um dos p o u c o s q ue as si tir am ao pr i me i ro c on ce t o da Ma dr e d e u s no te ra r t o da mad re de us, nu m ce n á rio de rui na s, no beato, am r vila, , o u seja a min h a relação com a madre d eu s se es t ab e l e ce d es d e o pr i me i ro mo men t o da s ua car rei ra.

Estranho mesmo é, depois de ter encontrado as fotografias, no dia seguinte salvo erro domingo ao passear no jardim das necessidades, ter reparado num Porche prata descapotável que ali estava estacionado, mesmo frente a entrada para a lateral do palácio onde está a guarda nacional republicana, e depois ter reparado que o antónio e sua senhora, assim o creio, entraram para ele e arrancaram sem na aparência me verem, e me fiquei a perguntar, mas de onde vem eles, visto que quando os vi atravessavam a rua, a igreja estava fechada, donde pareceu-me provável terem vindo da guarda, e estranheza maior, é que já os encontrei duas vezes aqui , uma na minha rua, parou ele e conversámos um pouco, e uma outra vez em que o vi a arrancar estacionado ao lado dos combatentes, são diversas vezes que o encontro aqui, uma frequência elevada, eu que só me recordo ao longo dos anos de o encontrar em seu escritório, na vivenda entre estoril e cascais, do grupo união, e depois reunião nas vezes em que a minha empresa para ele fez trabalhos, e sei que o antónio vem de uma família com posses, que trás ligações a espanha, assim creio, sem no exacto ou em mais pormenor o saber, o antónio vila lobos? que trabalhou com o outro antónio, o cunha, que foi empresário das delfins, e me sobe agora ao espirito dois trabalhos, que fiz para ele, um no porto na final das bandas do concurso cocacola, onde mais tarde me dei conta nas imagens de um sósia meu, que creio que terá sido usado em montagens sobre encenações á minha volta, um musico de uma banda, creio que do norte, que aqui no livro já referi, e um outro trabalho que aqui na latina me apareceu, na altura do euro de futebol, onde o joão, o loirinho que com ele trabalhava me fez um pedido de realização de um clip para a selecção, um hino, com imensos cantores portugueses, e onde me apareceu, na rodagem um senhor relações publicas da federação, esse é que creio ser, lobo, de nome ou não só, o antonio é vilas boas.

Es t ra n ho me s m o é, d ep o is de ter en c on t r ad o as f oto g ra fia s , no dia se gui n te sal vo e r ro domingo ao pa s s ea r no jardim das ne ce s sida d es, ter r epa ra d o n um po r che pr at a d es ca pot ave l q ue a li es t av a es t ac i o n do, me s m o fr ente a en t ra da para a l at e ra l do pa l a c i o onda es t á a g ua rda na cio n al r ep ub li can a, e d ep o is ter r epa r do q ue o antónio e s ua s en hor a, as s im o c rei o, en t ra r am para e l ee ar ra n ca r am s em na ap e r ên cia me v e r em, e me f i c q eu i a pe r gun tat, ma s de onda v e em e l es, v ist o q ue q ua n do os vi at r a v e ss av am a rua, a i g re j a es t av a f e ch ad a, d on de par e ce u inglês me pr ova v e l te r em vi n do da g ua r da, e es t ra n he za maio r, é q ue j á os en c on t rei du as v e ze s aqui , uma na min h a rua, pa r o u e l ee c on v e r sá m is um po u co, e uma o u t ra v e z em q ue o vi a ar ra n car es t ac io n dad o ao l ad o do s com bate n t es, são di v e r sas v e ze s q ue o en c on t ro aqui, uma fr e q eu n cia e l eva d a, eu q ue s ó me record o ao l o n g o dos a no s de o en c on t ra r em s eu es c ritó rio, na vi v en da en t re es t o ria l e ca s cais, do g r up o uni ão, e d ep o is r eu ni ão nas v e ze s em q ue a min h a em presa para e l e fez t ra ba l h os, e se i q ue o ant ó ni o v em de u ma f ami l ia com po ss es, q ue t rá s li ga ç õ es a es pan h a, as s em c rei o, se m no ex ca t o o u em maior is por mo no ro s abe r, o antónio vi l a l o bo s foice q ue t ra ba l h o u com o o ut ro antónio, o c un h a, q ue f o i em p r e s á rio d as de l f in s, e me s ob e agora ao es pi r tio do is t ra ba l h os, q ue f i z para e l e, um no porto na f ina l das ban d as do c on c ur s o co caco l a, onda maior is t ard e me de i c on t a nas i m a g e n s de um s ó si a me u, q ue c rei o q ue te rá sid o usa d o em mo n t a ge ns s ob re en c e na ç õ es á min h a vo l t a, um u m sic o de uma ban d a, c rei o q ue do norte, q ue aqui no li v ro j á r efe r i, e um o u t ro t ra ba l ho q ue aqui na l a t ina me ap ar e ceu, na al t ur a do eu ro de f ut e bo l, onda o jo ão, o l o i rin ho q ue com e l e t ra ba l h av a me fez um pe d id o de real iza ção de um c l ip para a se l ec ç ão, um h ino, com i men s o a can tor es por t u g ue s es, e onda me ap ar e ce u, na ro da g e m um s en hor re l aç õ es publica s da feder a ç ão, es se é q ue c rei o ser, l o bo, de no me o u n ão s ó, o ant o ni o é vi l as boa s.

Recordo que foi para variar um contra relógio, que o video foi apresentado na rtp um num directo a partir da expo, apresentado pelo jornalista desportivo a quem recentemente aqui fiz referencia, nas primeiras percepções da facas do general eléctrico do porto, e que só passou uma vez, porque portugal perdeu no dia seguinte o jogo, e que passara em forma muito estranho, fora cortado o seu inicio, a cabeça, e passara com os níveis de negros des regulados, coisa que tenho a certeza de assim não ir no master pois foi eu que o formatei.

Record o q ue f o i para v ari ar um c on t ra r e l ó gi o, q ue o vi deo f o i ap re s en t ad o na rtp um n um di re c t o a par tir da ex po, ap re s en t ad o pe l o jo rna l ista d es port ivo a q eu m re c en te m en te aqui f i z r efe r en cia, nas pr i me i ra s pe r c ep ç õ es da f ac as do g ene r l a e l ec t r c io do porto, e q ue s ó pa s s o u u maior v e, por q ue portugal pe d eu no dia se gui n te o jo g o e q ue pa s sa ra em f o r ma mu it o es t ra n h a o , f o ra c o rta do o se u in i cio, a c ab e ça, e pa s sara com os ni v e is de ne g ro s d es re g u l ad os, co isa q ue ten ho a c e r te za de as s im n ão ir no mas ter po is f o i eu q ue o f o r na te i.

Pagaram-me salvo erro seiscentos contos pelo trabalho, foi o dinheiro que disseram haver para o trabalho e eu o aceitei, o duplo circulo dos seis, assente em ponto mais três círculos ligados da serpente entre duas colunas, o cifrão antigo de dois círculos, na métrica romana, centesimal.

Pa g ar am inglesa me salvo e r ro seis c en t os c on to s pe l o t ra ba l ho, f o i o din he rio q ue di s se ram h ave r para o t ra ba l ho e eu o ac e it e i, o d up l o cir c u l o do seis, as s en te em p on t o maior is t r ês cir c u l os li gado s da ser pente en t r e du as co l una s, o c i f r ão ant i g o de do is cir c u l os, na met ric a romana, c en te sima l.

Estou agora na pá da gina treze serpente cc do cão treze de setenta e um, o terceiro em treze dos dois de dois mil e dois mil e seis, o sessenta e nove em oitenta e dois, do grupo dos onze, assim li, co da vareta do quadrado do segundo de cinquenta e nove, onze

Es t o u a g o ira na pá da gina 13 ser pente cc do cão 13713 em 13/2/ 2000 e 2006, o 69 em o i t en t a e do is, do g r up o dos 11, as s im li, co da v ar eta 42 de 59/11

Recordo o dia ido nao muito ido em que na avenida da liberdade, dei conta de uma agencia de viagens com o mesmo nome de família, e me recordei da margarida que trás mesmo nome, sem saber se é da mesma família, e de ter visto em frente à empresa na av da liberdade, viagens ou finanças, os dois rectângulos dos lagos, com o Neptuno e de ter visto num dos lados, creio que do lado do passeio da empresa, o Neptuno com o livro aberto onde se vê dois símbolos de furacões e do outro lado, a ânfora com que verte a agua no rectângulo do lago do mar.

Record oo dia id o n ac en t o onda ao mu it o id o em q ue na ave n id a da liber dad e, de i c on t a de uma a g en cia de v ia g en s com o me s m o no me de f ami l ia, e me record e i da mar g ari d a q ue t rá s me s mo no me, se m s abe r se é da me sam f ami l ia, e de teresa vi s to em fr ente à em presa na av da liber da e ,vi g en s ou f ina ç as, os do is re c tan g u l os dos lagos, com o n ep t uno e de ter vi s t o n um dos l ad os, c rei o q ue do l ad o do pa s seio da em presa, o ne pt uno com o li v ro ab e r to onda se v ê do is s im bolos de f ur a ç õ es e do o u t ro l ad o, a na f o ra com q ue v e r te a a g ua no re c tan g u l o do lago do mar.

Desde as visões sobre a maldição forjada no caso do bolama, que um outro caso aflorou, e que sinto de alguma forma estar a este, ou a estes acontecimentos ligados, que é a morte do irmão do Rei de Espanha em Portugal, e me veio de novo à consciência ao ver e pensar sobre a tal casa como um castelo em cima do penedo no cimo do monte da lua, quando a floresta termina, me pergunto, de quem será aquela cas, quem lá viveu, o que se terá passado para estar assim abandonada, como uma casa , num local que se tornara maldito e me aparecem a ligação espanha pela família vilas boas.

D es de as visões s ob re a ma l di ção f o r j ad a no ca s o do bo l ama, q ue um o u t ro ca s o af l o ro u, e q ue sin t o de al gum a f o r ma es t ar a este , o u a est es ac on te cie mn to ss li gado s, q ue é a mor te do irmão do Rei de Espanha em Portu ga l, e me v e io de n ovo à c on s ciê n cia ao v e r e pen sar s o br e a t al c asa co mo um ca s telo em c ima do p ene do no c i mo do mo n te da l ua, q ua n d o a flor e s t a ter mina, me pe r gun t o, de qu em se rá a q eu l a ca s, q eu m l á vi v eu, o q ue se te rá passado para es t ra as s im a ban d o n a d a , co mo u ma c asa , n um l o ca l q u e se torn a ra ma l d it o e me ap a r e ce m a li ga ç ão a es pan h a pe l a f ami l i a vi l as boa s.


Hoje passadas algumas luas do equinócio, ao escrever as entrelinhas deste texto que por aqui tinha ficado, ao sair para rua li, muitas cruzes nos círculos de oeiras e de cascais

Antes ouvira no espirito que o magalhães que deve ser tomado em linha de conta é o mais velho deles, ora magalhães que eu conheça, recordo-me do pedro aires, e de um outro rapaz que é sociólogo ou analista em ciências políticas, a quem gosto de ouvir o seu pensar, portanto um outro me parece que haverá, talvez da geração anterior


Depois neste entretanto apareceu numa revista de fim de semana uma reportagem sobre o tempo de infância do Rei de Espanha em Portugal, salvo erro depois mesmo dos príncipes das astúrias terem visitado o alentejo, onde apareceram numa imagem que ficara a ressoar em mim, uma ponte , dois troncos, um virado de frente , um outro de costas a seu lado, ao lado de onde ele orava, muito delicioso num outro lugar a falar com sotaque português, ambos belos e gentis como sempre ou quase, pois as ultimas imagens nem sempre assim trazem a casa Real e seus membros, as gentes da terras, que os media medievais, frisavam serem terras comunistas, que são terras onde a terra e os torrões são vermelhos, e as arvores, tem a forma de foices, e os pássaros cantam certamente a internacional, e onde não mora nenhuma miséria e existe a paz, o pão, a educação, a habitação e a saúde para todos, na reportagem todos diziam, certo em seus corações acertados, que eram muito bonitos e muito simpáticos, uma senhora crescida, acrescentava, julgava que a princesa era mais alta

D ep o is ne s te en t e r t ant o ap at re c eu n uma re v i s ta de f im de se mana u ma r ep orta g em s o br e o te mp o de in f  n cia do Rei de Es pan h a em Portu ga l, salvo e r ro d ep o is me s m o dos pr in cip es da s as t ú r ia s te r em vi si t ad o o al en tejo, onda ap ar e ce ram n uma i mage m q ue f i ca ra a re ss o ar em mim, um a p on te , do is t ron co s, um v ira do de fr ente , um o u t ro de co s t as a s eu l ad o, ao l a d o de onda e l e o r a v a, mu it o deli cio s o nu m o u it ro l u g a ra a f al ar com s ota q ue portu g u ês, am bo s be l os e g en t is co mo se mp re o u q ua se, po is as u l tim as i mag en s ne m se mp re as s im t ra ze m a c asa Re al e se us m en br os, as g en t es da ter r a s, q ue os me dia me dia v a is, fr isa v am se r em terras co m un ista s, q ue são terras onda a ter ra e os t o r r õ es são v e r me l h os, e as ar vo r es, t em a f o r ma de f o ice s, e os pá s sa ro s can tam certa m en te w a in ter na cio n al, e onda n ão mora ne h uma misé ria e ex iste a p az, o p ão, a edu cação, a h abi t aç l ão e a s ua de para t odo s, na r e p o r t a g em t u d o di z iam certo em se us cora ç õ es ac e rta d os, q ue e ra m mu it o bo ni t os e mu it o s im pat i co s, uma s en hor a c r es cid a, ac r es c en t av a, j u l g av a q ue a pr in c e s a e ra ma si al t a

O artigo da revista de fim de semana se entranhou rapidamente em mim ao lê-lo, sua forma era como um conto policial, o ambiente e as fotografias a isso ajudavam, o mistério adensava-se, parecia um conto policial de agatha cristie, vou agora procurar a revista onde tomei algumas notas a ver o que me lembro da primeira leitura, pois um pássaro me falou à dias da necessidade de um sapateiro, ou seria de um alfaiate, coisa maravilhosa ouvida depois ou por volta do famoso cala-te, que poderia ser a praia da teresa, no alentejo, a ágata, não cristie, mas igualmente senhora de mistérios, intrigas e vinganças profundas, tal é a beleza do seu coração e dos seus actos, vinganças vermelhas, como o sangue, ou mesmo de sangue fazer

O ar tt i g o da r e vi s t a de f im de se mana se en t ra n h o u ra pi d am ente em m ima o l ê inglesa l o, s ua f o r ma e ra co mo um c on t o po l c ii al, o am bi ente e as f oto g ra fia s a is s o a j u d a v am, o m is té rio ad en s av a inglesa se, par e cia um c on t o po l i c i l de agatha cristie , vo u agora pr o cura r a r e vi sta onda tom e i al gum as n ota s a v e ro q ue me l em br o da pr i me ira l e it ur a, po is um pá ss a ro me f al o u à dia s da ne ce s sida d e de um s ap at e i ro, o u se ria de um al f aia te, co isa mar av i l h o sa o u v id a d ep o is o u por v o l t a do f amo s o cala inglesa te, q ue po de ria se r a pr aia da teresa, no a l en tejo, a a gata, n ão c r is ti e, maior s i g ua l e m en te s en hor a de m is té rio s, in t riga s e v in gan ç as pr o f un d as, t al é a be l e za do s eu co ração e do s s eu s ac t os, vi n gan ç as v e r me l h as, co mo o san g ue, o u me s m o de san g ue g f az e r

Curiosamente, está a revista aberta na mesa com uns pacotinhos de açúcar que minha mãe me deu, um gelado sidul que deve ser de natas com caramelo, um outro com um passarinho com um cartinha de mar em seu biquinho do triângulo de fogo vermelho debruado a amarelo dos delta cafés, um em rolinho buondi caffe, um outro da colecção tempos christina de mil novecentos e sessenta e sete, os primeiros anos desde mil e oitocentos e quatro e um rectângulo vermelho com uma vesica branca da segafredo zanetti, estava a revista aberta ma página seguinte a quinta do coutto, reflexo douro, ou reflexo do douro da quinta do cotto e a página seguinte é telheiras, onde eu tinha estado em tempo na noite a passear, onde me subiram diversos perfumes, sendo um deles, um presença sentida de um homem que faleceu recentemente, o josé abreu, que me emergira na consciência nas imagens dos azulejos da estação e nas imagens subliminares que li na maquina das fotos de passe

C ur i o sa mente , es t á a r e v ista ab e rta na mesa com un s paco t in h s o de ac u car q ue min h a mãe me d eu, um ge l ad o sid u l q ue d eve ser de n at as com cara melo, um o u t ro com um pa s sa rin ho com um car t in h a de mar em s eu bi q u in ho do t rian g u l o de f o g o v e r me l ho de br u ad o a am ar e l o dos de l t a ca f es, un em rolin ho b u on di ca ff e, um o u t ro da cole c ç ão te mp os ch r is tina de mil no v e c en t os e se ss eta e set e, os pr i me i ro s a no s d es d e mil e o it o c en t os e q ua t ro e um r e c t na g u l o v e r me l ho com uma v e sic a br anca da se g a fred o z ane t ti, es t av aa r e v ista ab e rta ma pá gina se gui n te a q u in t a do co ut to, re f l ex o do ur o, o u ref l e xo do do u r o da q u in t a do co t to e a pá gina se gui n te é te l he i ra s, onda eu tinha es t ad o em te mp o na no it e a pa s sea r, onda me s ub i ram di v e r s os pe r f u mes, s en d o um de l es, um pr e s en ça s en t id a de um homem q ue f a l e c eu re c en te mente, o j h o sé ab r eu, q ue me e mer gi ra na c on s ciência nas ima g en s dos az u l e jo s da es t aç ão e nas i ma g ne s s ub li mina r es q ue li na ma quina d as f oto s de pa s se

Nessa pagina está uma foto de uma esplanada na rua com guarda sois da buondi. Uma outra em baixo com um grupo de jovens que caminha de costas, ao lado as pirâmides, quatro do grupo que no jardim vi, numa outra uma criança com um arco amarelo na mão brinca numa álea com um estrutura de metálica feita por us invertidos e uma outra de uma rua antiga, onde creio ter andado, onde de novo se vê a mesma menina que caminha dentro de seu arco à frente de duas crianças, desenhando um triângulo e o fundo um casal, um homem com o que parece ser um dvd na mão e uma mulher, ambos parecem mais novos do que na realidade são, pela forma com estão vestidos e um certo ar de familiaridade, emerge dos dois, como se os conhecesse, a senhora , parece a teresa figueiredo de carvalho, na fachada de uma das casas o que parece ser uma câmara, um câmara que aponta em seu eixo de visão, o dvd que o homem trás em sua mão, entre os dois grupos que figuram na rua , um desenho se faz , um cruz, a menina em cima, os dois meninos em cima dos ombros e o casal que vem atrás do lado direito da cruz por altura do que seria o peito se um Cristo lá estivesse crucificado

A cruz é curva como uma faca curva, uma cimitarra, subiu-me agora a consciência a faca curva feita de alcatrão e pedras no meio do alcatrão da av infante santo que nesta história já apareceu, assim a menina dentro do circulo amarelo é a que está no cabo da espada ou da faca com dois meninos a seu lado

Ne s sa pa gina es t á uma f oto de u ma es p l na a d a na rua com g ua rda s o is da b u on d ii. U ma o u t ra em ba ix o com um g r up o de jo v en s q ue caminha de co s t as, ao l ad o as pi ra mid es, q ua t ro do g r up o q ue no jardim v i , n uma o u t ra uma c r ian ça com um ar co am ar e l o na mão br inca n uma a l e a com um es t r t ur a de met ali ca f e it a por us in v e r t id os e uma o u t ra de u ma rua ant i g a, onda c rei o q ue teri anda d o, onda de n ovo se v ê a me s m a m en ina q ue caminha den t ro de s eu arco à f e rb te de du as c r ian ç as , de sem ham do um t rian g u l o e o f un d o um c asa l, um homem com o q ue par e ce ser um d v d na mão e uma mu l her, am b os pa r e c em m a si n ovos do q ue na real i dad e são, pe l a f o r ma com es t ão v es t id os e um certo ar de f ami l ari e dad e, e mer g ue do s do is, co mo se os c on he ce s se, a s en hor a , par e ce a teresa f i g eu r i ed o de carvalho, na f ac h ad a de u ma da s c a sas o q ue pa e r ce ser uma ca mara, um cama ra q ue ap on t a em se u ei xo de visão, o d v d q ue o homem t rá s em s ua mão, en t re os do is g r up os q ue f i g ur am na rua , um de s en ho se f az , um c r uz, a m en ina em c ima, os do is me nino s em c ima dos o m br os e o c asa l q ue v em at rá s do l ad o di rei t o da c r uz por al t u r a do q ue se ria o pei t o se um C r is t o l á es t ive s se c r ux i f i c ad o

A c r uz é c ur v a co mo u ma f ac a c ur v a, uma c i mi t ar ra, s ub i u inglesa me agora a c on s ciência a f a c a c ur v a f e it a de al cat r ão e pe dr as no mei o do al ca t r ão da av in f na te santo q ue ne s t a h is t ó ria j á ap ar e c eu, as s im a m en ina den t ro do cir c u l o am ar e l o é a q ue es t á no c ab o da es p ad a o u da f ac a com do is me ni no s a se u l ad o

Em seu todo das fotos, assim leio, di muito vaso co circulo b, do tampão ob, o couto, é a da associação de lisboa, a faca laranja da traição e do fogo nos A, do ref ex le do douro, tríade do circulo deep penetration, dp, dey penta da foice da cruz anka macoio de onze deitado o bs seis segundo traço debaixo da serpente , da segunda serpente do circulo sexto, o vaso das cartas,

Tríade circulo deu penta macoio seis no circulo da segunda serpente dupla do circulo do seis, o vaso das cartas

Em s eu t odo das f oto s, as s im l e i o, di mu it o v a s o co cir c u l o b, do tam pão ob, o couto, é a da as s o i ca ção de l is boa, a f ac a l ar a n j a da t rai ç ão e do f ogo nos AA, do r e f e x l e do d o ur o, t r iade do cir c u l o de ep p ene t rat i on, d p, dy p en t o da f o ice da c r uz anka m ac a i o de onze de ita d oo b s seis se gun d o t ra ç o de ba ix o da ser pente , da se gun d a serpente do cir c u l o s ex t o, o v a s o das ca rta s,

T riade cir c u l o d eu p en t a m ac a i ze is no cir c u l o da se gun d a ser pente d up l a do cir c u l o do se is, o v a s o das ca rta s

Os ratos, os ratinhos e os ratões por aqui andam, não, não falo dos que se entendem no espirito, mas daqueles que colocam câmaras, microfones, traficam chaves e coisas que tais, passado uns dias o senhor da televisão de espanha aqui, numa foto o sinal de ter recebido os dados da interpretação, não esta provavelmente, que seu interesse menor seria face ao que se equacionava em outra revista, a ns, a turma do Rei , que se reuniria no estoril, e que encaixara no perfume das fotos que encontrara, da encosta sobre o mar, a casa castelo por cima do monte da lua, e os traços dos rituais, e a sua eventual ligação a um acontecimento que me parecia e parece cada vez mais ter sido fabricado, o pseudo acidente do rei com a arma de fogo, que disparou sobre o seu irmão e o matou.


O s rato s, os ra t in h os e os ra t õ es por aqui anda m, n ão, n ão f al o d os q ue se en ten de m no es pi rito, ma s da q eu l es q ue co l o cam c â mar as, mic ro f one s, t ra f icam ch ave s e co i sas q ue tais, passado un s dias o s en hor da tele visão de es pan h a aqui, n uma f oto o sin al de ter re c e b i d o os dad os da in te r p r eta ç ão, n ão es t a pr ova v e l mente, q ue s eu in te r e s se m en o r se ria face ao q ue se e q ua cio n av a em o u t ra r e vi sta, a ns, a t ur ma do Rei , q ue se r e uni ria no es t o r i l, e q ue en ca ix a ra no pe r f u me das f oto s q ue en c on t r a ra, da en c os t a s o b r e o mar, a c asa ca s telo por c ima do mo n te da l ua, e os t ra ç os dos rituais, e a s ua eve n t ua l li g a ção a um ac on te cimento q ue me par e cia e par e ce c ad a v e z maior is ter sid o f a b r i c ad o, o ps eu d o ac i dente do rei com a ar ma de f o g o, q ue di spa r o u s o b r e o s eu irmão e o mat o u.

Escutei eu no espirito à volta desses dias, aceita o desafio, e o tom habitual da arrogância, se não o fizeres és cobarde, não gosto deste tom, decidi, não voltar com meus próprios pés a telheiras, estou farto de brincadeiras desta natureza

Es c u t ei eu no es pi rito à vo l t a de ss es dias, ac e it a o de safio, e o tom h abi t ua l da ar ro g â n cia, se n ão o f i ze r es és co ba r dd e, n ão g os t o d este tom, de c i d i, n ão vo l t ar com me us pr ó p rio s p és a te l he i ra s, es t o u f ar t o de br inca de ira s d es t a na t ur e za

Ganhou a revista um traço, um vinco que embora não sendo profundo atravessa diversas paginas, assim vou ler as letras que o traço nas distintas páginas marca

Gan h o u a r e v ista um t ra ç o, um vi n co q ue em bora n ão s en do pr o f un do at rave s sa di v e r sas pa gina s, as s im vo u l e r a s l e t ra s q ue o t ra ç o na s di s t in t as pá g ina s m a r ca


Al nove de en da no né
Am e di ta cão da são z en da ajuda h i f en no serpente ad es co br ir ro mel hor de nós e dos outros, f oto gato ra afia fia do ia pe dr cir c u l o azevedo, no ti cia s maga z ine, ma is l id a z en

Ive ro mel hor de do is m un, edi f i cio do par q eu ne das aventura on line, ac a são do quadrado europeu conti de do til de carvalho, a l uva br anca do c av a lei ro do pin g ali n da c r uz no l o san g o por de ba ix o da se l a do t ot en onda se s en t aa ra pa riga maço nica do co tt on s h en r y

A cobra q ue morde a te s t a do home de cab e l o g r isa l ho, co mo merlin, do cir c u l o do ct á vi o c un h a pi b l i co o u pr iva d o. Onda na s ce r f o ice

Rato c ad a do circulo da rian quadrado europeu da e do angulo este conti on pu milhares pais vinte e quatro horas

Red uz i mo s as emi s s õ es mas n ão as amo c õ es, v em o t ra ç o do c eu d es c en do no s s k y s do te j ad i l ho, passado pe l o vi dr o do co k pit do b m w ser i e t r ês do cir c u l o da t riade maior d up l o v a s o da d up l a dor do te r ce i ro do cir c u l o e ff iv i ente d una m ics e m oto r se gun d o do p on t o d do pr i me i ro de set en t a e sete, cv, o c ur ric u l o do c av a l o, co mo o a n un cio do o pe l q ue t ant o me ri ao v ê inglês l o, b l á , b l é bl é e c en t o e no v en t a e n o v e

Da al ç a ne g ra q ue a be l a mar ia t r ás na s ua mão q ue co mo asa en ca ix a e cobre a o u t ra, sai na pa gina se gui n te o t ra ç o q ue s ub li n h a em se u pa s sar , do f o rte das d o r es da e os dos s da guerra dos m un d os, co do di s co psi ca d eli co can na b is co co ca ina das ant ti dr circulo do gato do id teresa

As b ota s de mo n t ar do v es t id o v e r me l ho do ru ly s do ch ia d o da um it do cir c u l o ma is do q ua dr ad o eu ro peu da l o j a pr i me ira, h o mem ave hp do mar do mar cam da se pente ca serpente ua primeira

F e r ia q ue at rave s sa a t es t a do l o i rin ho jo ão, passa pe l o sin al do in f in it o de ita d o e ab e r t o, at r ave sa o q ua dr ad o de onda par t em para o c en t ro d u as s eta s, uma de c ima e o u t ra do l ad o es q eu r do da c r uz do cir c u l o, do gi z no q ua dr o pr e to do t riu n f o do por co s do p on t o de in ter ro ga ção de ita d o do rato es pan hol f az er os da cruz do ra do ab a da aba do ba do angulo do homem os da es cola ponto da foice dos gémeos, quadrado do maio e segundo do primeiro do pr i cip e do cir c u l o do homem da un, gé me os do cir c u l o da foice da onda s o br e o cir c u l o es pan h o l do forte ina da di ss o no ac à cruz do mo net a au, da e es cola ins c r eva inglesa se aqui na s eta do gi z g isa d o ao ac ao porta, o til da c r uz do k am guru i g au l eu ro s c en t o e c in q u en t a

o uno e o mú l tip l o, o m un d o das n u v e ns de g av in m pr e tor pin ney
, at rave s sa o t ra ç oo q ua dr o ne g ro q ue c on te m a f i g ur a , en t re o o u v id o v e r me l ho da cor da l ua en san g u en t ad a q ue t rá s na al t ur a do coração do homem q ue t rá s u ma o v e li n h a no ch ap eu q ue l eva um v a s o q ua se v az io com sangue l á den t ro , as s im o de sem h o u a sb es t re l a po l ar , ex certos , cir c u l o as v e r sa A, pr in cip e de ita d e ad do cir c u l o do br e a um do m un do , a o ve l h in h a tem uma pa l na t a q ue são pa ss a ro s e q ue s ub em pe l a car t ola at é À no it e , as eu l ad o a am pu l h eta do te mp o, o bra ço es q eu rda da f i g ur a na s ce na terceira jane l a o g i v a l do ca s telo do coração na to r re onda es t á l ua f eri da, e te m es c rito p da v e sic a é rato ll ze a da s da us v e z i ca s a sas pr e t a e v e r me l h a q ue q u ase em si se en ca ix am

t ant a d evo ção d eve ser record ad o, s a i o t ra ç o da tam po da can til do m en ino pa s tor in ho em pé ao l ad o da s ua mãe de ne g ro v es t id a de jo e l h os no ch ão a ap on t a a t o r re de f á tim a, onda n um jo rna l, um dia ap a re ce u na pe re g rina ção um v a s o in v e r t id o e t ap ad o

ali e d ep m o is es p ero co n h c i ba ix o in g l e sa me vo l t a lei cir c u l o m i li t ar w es t po in t d fr io s pr in g , cir c u l o le ll o, o be r t rand e os t r ês p on ti n h os, o u por q eu in h os, o se gun d o v a s o d up l o da dor du p l o a do c rr ne i ro de ita d o da d o r is le s sin g com ro be r t em e a press si o no ca fé a h cir c u l o al gore g ro un d z ero te m li v ro s com as s un t os in sol i t os, a mentira ao l o n g o da h is t ó ria, o b ac a l h au os co w bois ne g ro s e co i sas as s im , f o i a r eu l t ante do r isco e do s eu b lina h d a na lei t ur a da c ró n i ca do f e r rei ra f e rna d es, q ue t re mina as s im, sabe s a q eu m d eve s es se a l ô a spa s foice du as s eta s t r ês p on t in h os


pois a revista que trás o enigma da turma do Rei, tem em sua capa o josé rodrigues dos santos , pernas abertas como quem se diz estável no meio do que se presume ser uma montagem da Antárctida com os pinguins de casa maçónica ao fundo, Antárctida, deve ser o local da rtp a atender a sistemática não resposta, um destes dias tenho que lá ir esfregar o nariz , a ver se me percebem, os ladroes do serviço, ou do viço publico, mas enfim, que lá há almas generosas e alvas cor da neve como ele, se se chamasse amada, ah meu bem, seria minha amada, mas se fosse amor o seu, o dela, a meu lado estaria, mas não assim é, sendo-o tambem a medida o sétimo selo que estava na altura a lançar, e que lançamento; Meus Deus, com sinal da cruz do almerindo a benze-lo num dia, no outro o drama encenado aparecia a quere-lo despedir, eu por mim não sei bem, oscilo, como satie, de qualquer forma, o assunto do josé e do selo, sétimo, ou de outro a que se chama arcano maior, ou de Salomão, estará aqui neste capitulo mais adiante abordado em outras aguas, quem sabe se as poeiras das estrelas que caíram quando o satélite na terra se estampou, não trouxe já o fim do mundo

po is a r e v ista q ue t rá s o eni g ma da t ur ma d o Rei, te m em s ua c ap a o jo sé ro dr i g u es dos san t os , pe rna s ab e r ta s co mo q eu m se di z es t ave l no me io do q ue se pr e s u me ser uma mo n t a g em da ant ar t id a com os pin g ui ns de c asa maço ni ca ao f un d o, ant a r t id a, d eve ser o l o ca l da rtp a a ten d e ra sis te mát i ca n ão r es p o s t a, um de s te s dias ten ho q ue l á i r es f r e g ra o n ar i z , ave r se me pe r cebe m, os l ad ro es do se r vi ç o, o u do vi ç o publico, maior s en f im, q ue l á h á l ama s g ene rosas e al v as cor da n eve co mo e l e, se s e ch ama s se am ad a, a h m eu b em, se ria min h a am ad a, ma s se f o s se a mor o s eu, o d e l a, a me u l ad o es t aria, ma s n ão é, s en do inglesa l o tam b em a med i d ad o sé tim o se l o q ue es t av a na al t ur a a l an ç ar, e q ue lan ç am en t o; M eu s De us, com sin al da c r uz do al mer indo a bem ze inglesa l o n um dia, no o u t ro o dr ma en ce n ad a ap ar e cia a q eu re inglês l o d es pe di r, eu por mim n ão se i be m, os c i l o, co mo satie, de q ua l q eu r f o r ma, o as s un t o do jo sé e do se l o, sé tim o, o u de o u t ro a q ue se ch ama ar can o maio r, o u de sal o mão, es t a rá aqui n es te ca pi t u l o maior is ad ian te ab o r dad o em o u t ra s a g ua s, q eu m sabe se as p o ira s da s e t re l as q ue ca iram q ua n d oo sat elite na te r ra se es tam p o u, n ão t ro ux e j á o fim do mundo

na revista anterior , falava-se que existe uma tão grande doçura nos princípios que nos fundamentam, assim é minha amada, que somos doces e as vezes até podemos enjoar, assim dizem as más línguas que não sabem bem beijar e que rapidamente se cansam, se cansarão de tudo certamente, pois se esquecem de respirar, e acham as relações um sucedâneo do amor e coitadinhos, que eu tenho muito peninha das suas pequeninas dependências, me pergunto mesmo se saberão despir as calças ou se farão mesmo amor com elas, e coisa a tel, menos tal, mais um menos dois, que chatice o viver, que assim o fazemos, visto que quando nascemos não trazemos um manual da felicidade no bolso, nem calças mesmo, e depois está tudo muito bem organizado como se vê, e sobretudo está tudo muito saudável da cabeça, provavelmente já trazem todos o vírus mortal da imbecilidade fatal

na r e v ista ant e rio r , f al av a inglesa se q ue ex iste u ma t ão g rande do cura no s pr in cip i os q ue no s f un dam en tam, as s im é min h a am ad a, q ue s omo s do ce s e as v e ze s at é p o demo s en j o ar, as s im di ze m as má s li n g ua s q ue n ão sabe m b em bei j ar e q ue ra pi dam en te se can sam, se can sa rão de t u d o certa mente, po is se es q eu ce m de r es pi ra r, e ac ham as re l aç õ es um s u ce dan e o do a mor e co ita din h os, q ue eu ten ho mu it o penin h a da s s ua s pe q eu ni na s d e p en d en cia s, me pe r gun t o me s m o se sabe rã o d es pi r a s ac as l ç as o u se f a rã o me s m o a mor com e l as, e co s ia a te l, me no s ta l, maior is um m en os do is, q ue ch at ice o viver, q ue as s im o f az e mo s, v ist o q ue q ua n do na s ce mo s n ão t ra ze mo s um man ua l da f e l e cidade no bo l s o, ne m ca l ç as me s m o, e d ep o is es t á t u d o mu it o bem o r gan i za do co mo se v ê, e s ob r e t u d o es t á t u d o mu it o s au d ave l da cab eça, pr ova v el mente j á t r ra ze m t odo s o vi r us mor t al da im be c i li dad e f at al

ah o que vale são as flores, porque as flores são belas mesmo que só as veja em fotos, que minha amada tarde em seu chegar, e uma bela flor de oiro e azul com so dizeres me dizia, a spa é o ac ao ace da ce do sistema de infor mações, quem diria, as coisas que uma tshirt de amor dizem aos olhos do amado, o sistema dos informações do pi, da divisão infinita, que chatice, mesmo bom, é unir e aunar meus lábios nos teus, ah, o pi do ac a ce do ace, tem estrelinhas de prata a bela video jockey que monta nos cavalos das imagens e uns olhos de cor clara, belos e faz ao que parece uma hlp , uma homem do primeiro p, ou uma homem do disco longo do video do homem da spa, inspirou-me um poeminha, assim é a beleza e o belo amada, que mantém o selo ainda seguro, se bem que não saiba muito bem, quanto tempo mais, aqui que ninguém nos ouve tu confesso, pois como sabes trago eu dois que encontrei no caminho e às vezes me dá umas ânsias de o quebrar, ah menina que vos olho agora de novo ao folhear a revista e me apetece beijá-la em frames estroboscopicos de video clipes a dançar estrelas no ceu do paraíso, hum , hum, que tal não se diz, e se é casada e bem casada, credo o rapaz só pensa em beijos e por ai fora ao infinito negativo, dos cegos que sois, que melhor existe que beijos e beijar, ah, a outra diz e repete em sua coluna semanal, doutora habituei-me ao vibrador e agora não o consigo largar, e o homem a o fundo chora e cresce em suas frustrações, bomba a armar, bum, lá foi o quarto da sala e um miúdo ou dois esborrachado contra parede, dirão no talk show da vaquinha que dá leite com prémios de todas as cores, o tédio, o tédio, e ele que é autista, certamente que sim, ou não, venha um pássaro e escolha, ao outro a cobra bifida morderá, o veneno mortal esse corre até nas aguas publicas, mas os tansos pagam alegremente seus impostos, o que era mesmo desta vez, cianeto em doses industriais, mercúrio, ou demasiado flúor para trazer os dentes caninos assanhados em muito brilhar já que estrelas, nãos as vem no ceu, por isso certamente não existem

a h o q ue vale são as flor es, por q ue as flor es são belas me s m o q ue s ó as v e j a em f oto s, q ue min h a am ad a t ard e em s eu che g ar, e um bela f l o r d e o i ro e az u l com so di ze r es me di z ia, a spa é o ac ao ace da ce do sis t ema de infor mações, q eu m di r ia, as co i sas q ue uma t s h i r t de amo r di ze m aos o l k h os do amado, o sis t ema dos in for mações do pi, da di visão in f i ni t a, q ue ch at ice, me s m o bo m, é un i r e au n ar me us l á bi o s nos t eu s, a h, o pi do ac a ce do ace, t em es t re li n h as de prata a be l a vi deo jo ck e y q ue mo n t a no s c av a l os das i m a g en s e un s o l h os de cor clara, be l os e f az ao q ue par e ce uma h l p , uma homem do pr i me i ro p, o u uma homem do di s co l on g o do v id e o do homem da spa, in s pi ro u inglesa me um poe min h a, a s s im é a be l e za e o be l o am ad a, q ue m na t em o se l o a inda seguro, se b em q ue n ão sa iba mu it o b em, q ua n t o te mp o maior is, aqui q ue ni n g u ém no s o u v e t u c on f e s s o, po is co mo s abe s t ra g o eu do is q ue en co n t r i no caminho e às v e ze s me d á u ma s na si as de o q eu br ar, a h m en ina q ue vo s o l ho agora de n ovo ao f o l he ar a r e v ista e me ap e te e bei j á inglesa l a em fr am es es t robo s co picos de v id e o c l i ps a dan ç ar es t r e l as no ceu do pa rai s o, h um , h um ,q eu t al n ão se di z, e se é c as a d a e b em c asa d a, c red oo ra p az s ó pen sa em bei jo s e por ai f o ra ao in f i n it o n ega t ivo, do s ce g o s q ue s o is, q ue me l hor ex iste q ue bei j os e bei j ar, a h, a o u t ra di z e r ep e te em s ua co l una se mana l, do ut u r a h ab i t u e i inglesa me ao vi bra dor e agora n ão o c on si g o l ar g ar, e o ho mem a o f un d o ch o ra e c r es ce em s ua s fr s ut a ç õ es, bo m ba a r mar, bum, l á f o i o q ua r t o da sal e um miúdo es bo r ra ch ad o c on t ra a pr e d e, d i rão no t al k s h o w da v aqui n h a q ue d á lei te com pr émi os de t o d as a s co r es, o téd i o, o té di o, e e l e q ue é au t ista, certa mente q ue s im, o u n ão, v em h a um pá s sa ro e es co l h a, ao o u t ro a com bra bi f id a mor de rá, o v ene mo m o rta l es se co r r es at é na s aguas publicas, maior s os tan s os pa g am alegre mente se us im ps os t os, o q eu e ra me s mo de s t a v e z, cia neto em d o s es indu s t ria is, mer c ur i s o, o u de mai s d o f l u o r para t ra ze r os den t es de can i no s as san h ad os em mu i t o br i l h g ar j á q ue es t re l as, n ãos as v em no c eu, por is s o certa m en te n ão ex iste m


bela menina sois
dizes que de vós dizem
dupla personalidade ter ou trazer
ah bela menina de olhos azuis cor do mar

somos gota nele
somos estrela no ceu
e se cada gota
gota é
e
se cada estrela
estrela é
e
sendo
o
ceu
a
terra
e
o
mar
o
mesmo
uno
múltiplo
ser
feliz
será
em
ser
múltipla
como
a
gota
do
mar
brilhante
como
as
estrelas
do
ceu

não
seja
dupla
seja
múltipla
assim
é
ser
assim
é
o
ser

que
triste
seria
o
ceu
se
nele

duas
estrelas
morassem


que
triste
seria
o
mar
se

duas
gotas
fosse


sempre
um
terceiro
incluído
que
inclui

e
o
terceiro
múltiplo
é

vos
sois
um
dois
e
três
infinito


be l a m en ina s o is di ze s q ue de vó s di ze m d up l a pe r s o na li dad e ter o u t ra ze r a h b e l a m en ina de o l h os az u is co r d o mar s o mo s g ota ne l e s omo s es t r e l a no c eu e se c ad a g ota, g ota é e se c ad a es t r e l a estrela é e s en d oo c eu a te r ra e o m ar o me s m o uno mú l t i p l o ser f e li z se rá em ser mú l ti p l a co mo a g ota do mar br ilha n te co mo as estrelas do c eu n ão seja d up l a seja mú l tip l a as s im é ser as s im é o ser q ue t r iste se ria o c eu se ne l e s ó du as estrelas mor as s em q ue t r iste se ria o mar se s ó du as g ota s f o s se h á se mp re um ter ce i ro in c lu íd o q ue in c lui e o ter ce i ro mú l t ip l o é vo s s o is um do is e t r ês in f i n i t o

como a bela senhora na página seguinte, que faz e trás o cerco cerrado à toxina que contem o c rato do x ina , a can da ce rato da ac a geena dos efe dos efeitos r en a is
chama-se ota, eureka, confirmado pelo instituto do vinho do porto, o quarto vaso do porto, certamente que os aviões terão que ter cuidado ao aterrar, não vá de galgar as uvas, como o outro em dia recente, mas não há razões para alarme, ela a ota existe, desde sempre, mas não preocupa, diz arminda alves

c omo a b e l a s en hor a na pá gina se gui n te, q ue f az e t rá s o ce r co ce r r ad o à to x ina q ue c on t em o c rato do x ina , a can da ce rato da ac a geena dos efe dos efe i t os r en a is ch ama inglesa se ota, eu re ka, c on firma do pe l o in s t it u t o do vin ho do porto, o q ua r to v a s o do porto, certa mente q ue os av i õ es te rã o q ue ter c u id ad o ao at e r ra r, n ão v á de gal g ar as uva s, co mo o o u t ro em dia re cen te, ma s n ão h á ra z õ es para aa l r me, e l aa ota ex iste, de s de se mp re, ma s n ão pr e ocupa, di z ar min d a al v es

e os ursos bailam na ilha grega de arkturos, são belos os ursos, eu amada sempre gostei de como eles dormir, alias vendo bem, passar assim os invernos é acto de profunda inteligência, deveriam fazer um partido inteiro, com uma proposta social laboral, laborem durante os invernos nos ninhos do abraços de vossas amadas e façam mel, que as abelhinhas muito agradecem e depois trás a cor ao sol, e cura viroses várias, a vossa loucura, essa já não sei se existirá esperança de cura, o drama em psicodrama montado em cena, vai do melhor, acabou o fim de semana doirado cheio de sol e de luz e as faces eram de profundo drama e desencanto, a epidemia grassa e parece estar de boa saúde, na semana passada no principio dela, até as crianças assim andaram, depois lá para terça ou quarto de novo sorriam e falavam alto quando comigo se cruzavam, mas segunda feira foi susto se ainda me assustasse

e os ur s os ba i l am na ilha grega de ar k t ur os, são be l os o s ur s os, eu am ad a se mp re g os tei de com e l es do r mir, a l ia s v en d o b em, pa s s ar as s im os in v e r no s é ac t o de pr o f un d a in te li g ên cia, d eve ria inglesa se f az e r um par t id o in te i ro, com uma pr o p o s t a soci a l l a b o r al, l ab o r em d ur antes os in v e r no s no s ni n h os do abraço s de vo s sas am ad as e f a ç am me l, q ue as ab e li n h as mu it o a g ra de ce m e d ep o is t rá s a cor do s o l, e c ur a vi r use s v ária s, a vo s sa l o u cura, es sa j á n ão se i se ex i t e i rá es pera n ç ad e cura, o dr am a em ps i co dr ama mo n t ad o em cena, v a i do me l hor, ac ab a o u o f im de se mana do ira d o che i o de s o l e de l uz e as face s e ram de pr o f un d o dr am a e de s en can t o, a ep id mia g ra s sa e par e ce es t ar de boa s au de, na se mana passa d a no pr in cip o de l a, at é as c ria n l as as s im anda ram, d ep o is l á para te rça o u q ua r to de n o v o s r r iam e f al av am al t o q ua n do co mig o se c r u za v am, maior s se gun d a f e i ro a f o i s us t o se a inda me as s us t as se

e os zen meditam zentados contra as paredes, simpáticas fotos, belas expressões, sempre gostei de zen

os ze nm e di tam z en t ad os c on t ra as par e d es, s im pat i ca s f oto s, be l as ex press õ es, se mp e g os tei de zen

mas voltemos a turma do Rei,

nos sinais, os príncipes em Beja, as negociações em Pequim com Taiwan, caiu um muro em setubal e se foram dois, em Washington, o presidente bush recebeu o dalai lama, no porto foram presos dezanove suspeitos de tráfico, em Paris , a Inglaterra e a África do sul disputam a final do campeonato de raguebi

no s sin a is, os pr in cip es em be j a, as ne g o cia ç õ es em pe q u in com t a i w an, ca i u um m ur o em set u bal e se f o ram do is, em w a s h in g ton, o pr e sid ente b us h re c b eu o d al a i l am a, no porto f o ram pr e s os de za n o v e s us pei t os de t rá f i co, em pa r is , a in g l at e r ra e a a fr i ca do s u l di s p u t a m a f ina l do cam pe o nat o de ra g eu bi

sarkozy, nova crise conjugal, uma foto feliz do casal caminhando lado a lado, ex mulher recusa setenta e cinco milhões , continua a saga do divórcio da heather e do paul

s ar k o z y, n ova c r ise c on j u ga l, ua m f oto f e l iz do c asa l ca min h an d o l ad o a l ad o, ex mul her re c usa set en t a e c in co mi l h ô es , conti n ua a s a g a do di vó r cio da h e at her e do pa u l

uma palavra para si, uma palavra que está dentro de mim quanto em mim existe um dentro fora de um fora, há muitas luas, talvez por isso os pássaros a tenham a si já cantado, assim o desejam sempre as folhas quando a brisa do vento as acaricia em seu passar,

u ma pa l av ra para si, uma pa l av ra q ue es t á den t ro de mim q ua n to em mim ex iste um d en t ro f o ra de um f o ra, h á mu it as l ua s, t al v e z por is s o os pá s sa ro s a ten ham a si j á can t ad o, as s im o de seja m se mp re as f o l h as q ua n d o a br isa do v en t o as ac ari cia em s eu pa ss ar,


bela senhora Cecília, olho-vos e vejo em vossa face uma personagem do comés, sua banda desenhada na sua lingua dormiu muitas luas ao lado do meu fino colchão aqui neste escritório onde escrevo e sonho como o que escrevo, ou onde as palavras se sonham noutra mesma escritura, Íris seu outro nome, sem o ser

b e l a s en hor a Ce c í l ia, o l ho inglês vo s e v e jo em vo s sa face u ma pe r s o na g em do co m és, s ua ban d a de s en h ad a na s ua li n g ua do r mi u mu it as l ua s ao l ad o do me u f ino co l ch ão aqui ne s te es c ritó rio onda es c r evo e s on ho co mo o q ue es c r evo, o u onda as pa l av ra s se s on ham no u t ra me s m a es c rit ur a, Í r is se u o u t ro no me, se m o ser

diz didier comés no preambulo

je dois l ´idée de ce récit a la lecture dans ma jeunesse du très beau livre , lucifer and the child d´ethel mannin. Qu´elle en soit remerciée

e a dedica a grisou et ...grizzlie

uma belíssima história como todas as de comés

di z di di e r c o m és no pr e m a b u l o j e do is l ´i d é e de ce ré c it a la l ec t ur e dan s ma je un e s se du t r ès be au l ivre , lu c i f e r and t he ch i l d d´e t h e l man ni n. Q u´e ll e en s o it re mer cié e e a d ed i ca a g r is o u e t ...g r iz z l ie ua m be li s s i ma h is tó ria co mo t o d as a s de co m és

tivera a senhora uma louvável iniciativa, de ter ido a Líbia e ter conseguido a libertação das enfermeiras búlgaras, escrevi em um palavra curta sobre esse mesmo assunto, onde fazia eco do que inicialmente a imprensa dissera ter sido a moeda de troca, armas.

t ive ra a s en h ira u ma lou v ave l in i cia t iva, de te r id o a li bia e ter c on se gui d o a liber t aç ão das en f e r me i ra s b u l g a ra s, es c r e vi em um pa l av ra c u rta s o br e es se me s m o as s un t o, onda f az ia e co do q ue in i cia l mente a im pr n sa di s se ra ter s id o a m oe d a de t roca, ar ma s.

Como de costume, me apareceu a senhora em dia seguido, seu corpo numa posição sem esperança, dizendo muda na foto ao que as palavras lhe atribuíam ser, o desanimo por não compreender as criticas que tinham feito à sua iniciativa e meu coração ao assim vê-la ficou triste como o seu

Co mo de co s t u me, me ap ar e c eu a s en h o r a em dia se gui d o, se u corp o n ua m po si ç ão se m es pera n ça, di zen d o mu da na f oto ao q ue as pa l a v ra s l he at rib u iam ser, o de s ani mo por n ão co mp ren d e r a s c riti ca s q ue tin ham f e i t o à s ua in cia t iva e me u coração ao as s im v ê inglês l a f i co u t r iste co mo o s eu

Depois chegou nos jornais outras informações que desmentiram o que inicialmente teria sido a moeda de troca, que afinal fora só material médico e meu coração ficou feliz, mesmo na distância de quem no certo não o sabe nem o pode verificar e pensei, terá sido ingenuidade da senhora, por não ter no imediato explicado a história em todos os seus contornos, ponto de interrogação, que o meu teclado já não o tem.

D ep o is che g o u no s jo r na is o u t ra s in for mações q ue d es men t i ram o q ue in i cia l mente te ria sid o a m o e da de t roca, q ue a f i n a l f o ra s ó mat e r i a l mé di co e me u coração f i co u f e l i z, me s m o na di s t ân cia de q eu m no certo n ão o sabe ne m o po d e v eri f i car e pen sei, te rá sid o in ge n u i dad e da s en h ora, por n ão ter no imediato ex p li c ad o a h is t ó ria em t odo s os se us c on tor no s, p on t o de in te r ro g a ção, q ue o me u tec l ad o j á n ão o t em.

E pensei, sobre o pouco que de si sei, que a senhora, tinha já alguma experiência política, que tinha por diversas vezes estado ao lado de seu marido, que lhe dera o seu pensamento e certamente a sua mão em diversas outras ocasiões, teria então feito um erro, se é que erro o pensa ser, que a verdade e a transparência deve acompanhar as acções, e que no mundo de hoje não há margem de manobra para em outro jeito , como no passado tantas vezes foi, de esconder, pois tudo se tende mais rápido a saber, e mesmo que assim não o fosse, esse é em meu ver e de muitos outros o caminho

E p en se i, s o br e o p o uco q ue de si se i, q ue a s en ho r a, tinha j á al gum a ex pe r iê n cia po li t i ca, q ue tinha por di v e r sas v e ze s es t ad o ao l ad o de s eu mar id o, q ue l he de ra o s eu p en sa men to e ce rt a m en te a s ua mão em di v e r sas o u t ra s o ca si õ es, te ria en t ão f e it o um e r ro, se é q ue e r ro o p en sa ser, q ue a v e r dad e e a t ra ns pa ren cia d eve ac o mp a n h ar as ac ç º o es, e q ue no m un d o de h oje n ão h á mar g em de mano br a para em o u t ro j e it o , co mo no passado t antas v e ze s f o i, de es c on d e r, po is t u do se ten de maior is rá pi d o a sabe r, e me s m o q ue as s im n ão o f o s se, es se é em m eu v e r e de mu it os o u t ro s o ca minho

Depois da minha palavra, apareceu a senhora e em dia seguido, a outra bela senhora francesa, a que foi candidata contra o seu marido, vinha com ar radiante, a senhora segolene royal, salvo erro vestida de amarelo, com um sorriso a sorrir e minha intuição me disse, que a primeira informação, teria vindo de seu grupo político, e ao assim sentir, o amor que a ela tambem trago, ficou em parte ferido, mas assim é o amor, que se ferido não deixa de ser amor

D ep o is da min h a pa l av ra, ap ar e c eu a s en h o ra e em dia se gui d o, a o u t ra b e l a s en h o r a fr an c e sa, a q ue f o i can d id at a c on t ra o s eu mar id o, vi n h a com ar ra dia n te, a s en h o ra se g o l ene ro y al, salvo e r ro v es t id a de am a r e l o, com um s o r r is o a s o r r i r e min h a in t u i ç ão me di s se, q ue a pr i me ira in for mação, te ria vi n d o de s eu g rup o po li t i co, e ao as s im s en tir, o am o r q ue a e l a tam b em t ra g o, f i co u em par te f e rid o, ma s as s im é o amo r, q ue se f e rid o n ão de ix a de ser a mor

Os dias vão ficando mais frios neste outono, uma ferida de amor, é como um frio, e eu que sou amor e menino, fico sempre triste quando um casal se separa, fica uma tristeza qu nasce quando se vê o amor parecer perder, pois nas vezes os casais se separam, mas o amor continua se bem que separado e aos dois que trago em meu coração só desejo mesmo é que consigam ser felizes, se não juntos, separados, de preferência juntos a novos amores, vi um foto da senhora com seus filhos, caminhando numa passadeira provavelmente na altura da vitória , se calhar no eliseu, que bonitos eles são, loirinhos de cabelos compridos, franceses típicos a meus olhos

O s dias v ão f i can d o maior si fr i os ne s te o u t uno, u ma f er id a de a mor, é co mo um fr io, e eu q ue s o u am or e m en ino, f i co se mp re t r iste q ua n do um c asa l se se para, f i ca u ma t r ist e za q u na s ce q ua n do se v ê o amo r par e ce r pe r d e r, po is na s v e ze s os c asa is se se pa ram, ma s o amo r conti n ua se b em q ue s epa r ad o e ao s do is q ue t ra g o em me u coração s ó de se jo me s mo é q ue c on si g am ser f e l i ze s, se n ão j un t os, s epa ra d os, de pr e f e rên cia j un t os a n ovo s amo r es, vi um f oto da s en h o ra com se us fi l h os, ca min h na do n uma passa d eira pr ova v e l mente na al t ur a da v it ó ria , se ca l h ar no eli s eu, q ue bo ni t os e l es são, l o i rin h os de cab e l os co mp rid os, fr an ce se s rip i co s a me us o l h os

Depois ainda uma estranha noticia em seu tom, sobre o passado da relação do casal, uma frase ficou a retinir em mim pelo seu dizer no tom em que era dito, falava do tempo que a senhora estava na América, e o que ficara a ressoar em mim em modo estranho, era , as palavras que o jornalista aqui usara para descrever, a senhora na América e seu marido em frança a explodir

D ep o is a inda u ma es t ra n h a no ti c ia em s eu tom, s o br e o passado da relação do c asa l, u ma fr ase f i co u a re ti ni e r em mim pe l o se u di ze r no tom em q ue e ra di t o, f al av a do te mp o q ue a s en h o ra es t av a na am e r cia, e o q ue f cia ra a re ss o ar em mim em mo d o es t ra n ho, e ra , as pa l av ra s q ue o jo rna l ista aqui usa ra para d es c r eve r, a s en h i o a na am e ric a e se u mar id o em fr na ça a ex p l o di r

Sim , as vezes se explode por dentro quando assim o desentendimento vai entre dois seres que se encontram juntos sem o estar sim que as vezes os corações explodem literalmente na parte de dentro e as artérias rebentam e as gentes vão para o ceu, ou para o inferno, que ambos são no mesmo uno lugar

S im , as v e ze s se ex p l ode por d en t ro q ua n d o as s im o de sem ten di mento v a i en t re do is seres q ue se en c on t ram j un t os sem o es t ar, s im q ue pr i me i ro se ex p l ode por d en t ro q ua n do em nó s n ão t e mo s o en ten di men to, sim q ue as v e ze s os corações ex p l o de m li te ra l mente na pa rte de d en t ro e as ar té r ias re bem tam e as g en t es v ão para o c eu, o u para o in f e r no, q ue am bo s são no me s mo u no l u g ar

Sim que as vezes quando se trás o coração assim no dentro, a acção da mão e do pensar e do dizer, pode incendiar os bairros e os carros, em escolhas de palavras infelizes que são espelho da alma que mora no coração, e se tudo isto e verdade, não afirma que assim o tenha sido, nem desdita que cada um é dono de seu coração e de seus passos e tem e trás a sua liberdade par decidir do que faz e do que não faz e o amor é sempre mais livre e mais forte do que qualquer razão de estado, e assim deve ser, que os casamentos e os casais de conveniência, feitos pelas alianças políticas, são de um tempo que não mais voltará e tudo não deixa de ser político, até o amor o é, em suas múltiplas facetas, mas o amor supera as distâncias e faz as pontes e se torna rico sempre mais rico na diferença

S im q ue as v e ze s q ua n d o se t rá s o coração as s im no den t ro, a ac ç ão da ma ã o e do pen sar e do di ze r, p ode in c en di ar os ba i r ro s e os ca r r os, em es co l h as de p l av ra s in f e k l i ze s q ue são es pe l ho da al ma q ue mor a no coração, e se t u d o i st o e v e r dad e, n ão a firma q ue as s im o ten h a sid o, ne m d es d it a q ue c ad a um é d o no de s eu coração e de se us pa s os e te m e t rá s a s ua liber dad e par de cid i r d o q ue f az e do q ue n ão f az e o amo r é se mp re ma si l i v re e maior si forte do q ue q ua l q eu r ra z ão de es t ad o, e as s im d eve ser, q ue os c asa men t os e os ca si as de c on v eni ên cia, f e it os pe l as al ian ç as p l it i c a s, são de um te mp o q ue n ão mais is vo l t a rá e t u d o n ão de ix a de ser po l it i co, at é o amo ro é, em s ua s mu l t ip l as f ac eta s, maior s o amo r s u pera as di s t ân cia s e f az aa s p on te s e se to r na ric o se mp re maior si roc na difer en ç a

Depois desapareceu a senhora dos olhares públicos e desde ai não mais ouvi falar de si, recordo a ultima entrevista que aqui apareceu num jornal, onde a senhora dizia preferir o caminha da sombra, percebo-a senhora, percebo que assim prefira

D ep o is de sa par e ce u a s en hor a dos o l h ar es pub l i co s e d es de a i n ão maior is o u vi f al ar de si, record o a u l tim a en t r e v ista q ue aqui p aa re ce u nu m jo r n al, onda a s en h ira di zi a pr efe r i ro caminha da s o m b ra, pe r c e bo inglês a s en hor a, pe r ce bo q ue as s im pr e f ira

Seu antigo marido, o vejo de vez em quando nos noticiários, parece-me que anda triste e que o amor a si em seu peito ainda habita, reparei das ultimas vezes que trás uma gravata preta e meu coração se inquietou, pois se perguntou se ele teria alguém perdido, tambem a ele o trago em meu coração

S eu ant i g o mar id o, o vejo de v e z em q ua n d o no s no tic a rio s, par e ce inglesa me q ue anda t r iste e q ue o mao ra si em s eu pei t o a inda h abi t a, r epa rei da s u l tim as v e ze s q ue t rá s uma g r v at a pr e t a e me u coração se in q u i e t o u, po is se pe r gun t o u se e l e e t ria al g u ém pe r d id o, tam b em a e l e o t ra g o em me u coração

A frança anda de novo agitada, e não é só a frança que assim anda, são creio quase vinte milhões de desempregados na europa nos idas de hoje, e são necessárias novas políticas sociais em todo so lado do mesmo lado, e felizes somos e vamos se nos comparar-mos com outros lugares do mesmo uno mundo, onde continuam a morrer por fome e falta de cuidados mais de onze mil crianças por dia, e os sacrifícios nos locais, mitigados e mitigantes, nem mesmo trazem a realização da erradicação da miséria, de um mundo novo que muito necessita de novas formas de produção e distribuição e de novas praticas de solidariedade activa e real, e o tempo que resta para o fazer, atendendo as circunstâncias, infelizmente não é muito

A fr an ça anda de n ovo a gi t ad a, e n ão é só a fr ança q ue as s im anda, são c rei o q ua se vi n te mi l h õ es de de se mp r ega d os na eu r opa no s id as de h oje, e são ne ce ss a´ rias n ovas po l it ca s soci a i s em t odo so l ad o do me s m o l ad o, e f e li ze s s omo s e v amo s se no s co mpa ra r inglês mo s com o u t ro s l u g ar es do me s m o uno m un d o, onda conti n uam a mor r e r p o r f o me e f al t a de c u i dad es maior si de onze mi l c r ian ç as por dia, e os as c rifi cio s no s l o cais, m it i gados e mi ti gan te s, ne m m es m oo t ra ze m a real i za ç ão da e r ra di cação da mi ´s ria, de um m un d o n ovo q ue mu it o ne ce s s it a de n ova s f o r ma s de pr o d u ção e de is t rib u i ção e de n ova s pr at i c a s de sol i da r i e dad e ac t iva e real, e o te w mp o q ue r est a para o f az e r, at ren den d o as cir c us n tan cia s, in f e li s mente n ão é mu it o

Depois veio o caso, ou o drama ou o teatro e a encenação e o que pareceu ser o começo da crise, uma reunião europeia, amado na sala a falar, kruchner cá fora, porta aberta a ver-se os outros sentados a escutar e kruchner, agastado, zangado e não aceitando o que amado dizia serem as condições que por todos teriam de ser aceites, dois homens que creio que bem se dão, assim se dera a entrada e o mote

D ep o is v e io o ca s o, o u o dr ama o u o tea t ro e a en ce na ção e o q ue par e c eu ser o co me ç o da c r ise, u ma reunião eu ro pei a, amado na s ala a f al ar, k r uc h ne r cá f o ra, porta ab e rta a v e r inglesa se os o u t ro s s en t ad os a es c ut ar e k r u ch ne r, a g as t ad o, zan g ad o e n ão a c e it and oo q ue amado di z ia se re m a s c on di ç õ es q ue por t odo s te r iam de ser ac e it es, do is homens q ue c rei o q ue b em se dão, as s im se de ra a en t r ad a e o m ot e

kruchner, de repente montado num foguetão, como se aquela energia interna lhe tivesse subido pela cabeça acima, de novo a ameaça ao irão, sobre a sua produção de energia atómica

K r u c ne r, de r e pe n te mo n t ad o n um fo q eu t ão, co mo se aq u l a ene r gi a in terna l he t ive s se s ub id o pe l a cab eça ac ima, de n ovo a am e a ç a ao irão, s ob r e a s ua pr o d u ç ão de ene r gi a at ó mica

Ontem mesmo me desapareceu um texto, que acabara de escrever , era um texto sobre a pedra, sobre pedras que rolam e rolaram, uma delas aqui, outra dos pilligrins, um beijo de um homem na vesica de prata de uma pedra que é um símbolo e pedra, um homem que relembrara que quando a pedra rola, não olha a quem, uma outra rolou aqui numa ilha, um tsunami se dera no bengladesh, um barco das arcadas, que mais parecia ser do mississipi, ficara encalhado em terra, dois candidatos americanos estavam de c o t a s voltadas, e socrates se tinha ido encontrar com a asaen, acabara de os ver numa foto, uma senhora de branco no meio de muitos senhores em fila em posição de irmandade, no himem, o himem que me avivara memórias antigas de rompimento da membrana, e de um conjunto de quedas de aviões que na altura se deram, e hoje nesta madrugada, dois novos sismos se deram, em sumatra, apedra de novo se moveu, num encadeado de um conjunto vário de eventos que distam na aparência daquilo que chamamos tempo

On te m me s m o me d esa pr e c eu um te x t o, q ue ac ba ra de es c r v e r , e ra um texto s o b r e a pedra, s o br e pe dr as q ue ro l am e rola ram, u ma de l as aqui, o u t ra dos pi ll i g r in s, um bei jo de um ho mem na v e sic a de pa rta de uma pe dr a q ue é um s im bolo e pe dr a, um home q ue re l em br a ra q ue q ua n do a pe dr a rola, n ão o l h aa q u em, u ma o u t ra ro l o u aqui n uma ilha, um ts un ami se de ra no bem g l a de s h, um bar co das arcadas, q ue maior is par e cia ser do missi ss ip i, f i ca ra en ca l a h ad o em terra, do is can d id at os am eric no s es t v am de c ot as vo l t ad as, e s o c r t es se tinha id o en c on t ra r com a asaen, ac ab a ra de os v e r n uma f oto, uma s en hor a de br anco no meio de mu it os s en h or es em f i la em po s i ç ão de i r man dad e, no h i f em, o hi f em q ue me av iva ra me mó ria s ant i g as de ro mp i men to da m en br ana, e de um c on j un t o de q eu d as de ac i õ es q ue ma al t ur a se de ram, e h oje ne s t a madruga d a, do is n ovos sis mo s se de ram, em s um at ra, ap e dr a de n ovo se mo v eu, n um en c ad e ad o de um co ns j un t o v á rio de eve n t os q ue di s tam na ap ar e c ni a da q u e i l o q ue chama mo s te mp o

A pedra rolou nas ilhas, pesava cento e cinquenta toneladas e caiu em cima de um escritório da empresa de construção do tâmega, tâmega a empresa de construção civil que a Palavra deste livro evocara numa navegação que trouxe estranhas associações, com locais de obras, a ponte entre o rios, e com o médio e extremo oriente, as bombas, os materiais que explodem, sem traços clássicos, e uma entrevista em que um senhor falava que era preciso experimentar matar, que era assim que hoje se procedia, parece que a pedra que como alguém dizia estava fissurada, de fissão nuclear sem plutónio, caiu no mesmo nome, acresce a história recente sobre construtoras e fuga ao fisco e a saída da cip, por causa desta polémica

A p e d r a ro l o u nas ilhas, p es av a c en t o e c in q eu n t a tone l ad as e ca i u em c ima de um es c ritó rio da em presa de c on s t r u ç ão do t am ega, t ame g aa em presa de co sn t u ç ão c iv i l q ue a Pa l av ra deste li v ro evo ca ra n uma n ave g aç ão q ue t ro ux e es t ra n h as as soci a ç õ es com l o cais de o b ra s, a p on te en t re o rio s, e com o me di o e ex t re mo oriente, as bo m ba s, os mat e r ia si q ue ex p l ode m, se m t ra ç o s c l as sic os, e u ma en te r v ista em q ue um s en hor f al av a q ue e ra pr e c is ex pe r i m en t ar mat ar, q ue e ra as s im q ue h oje se pr o ce dia, par e ce q ue a pe d ra q ue co mo al g eu m di z ia est av f is s ur ad a, de f is são nu c l ear se m p l u t ó ni o, ca i u no me s m o no me, ac r es ce a h is t ó ria re c en te s o br e c on s t r u t or as e f u g a ao f isco e a sa id a da c ip, por c au sa de s t a po l é mi ca

Antes dela rolar, tinha eu navegado a asean, a ver onde o pinóquio tinha ido, ao que dissera sem dizer, por um remendo, o pinóquio mente, trás um diploma passado numa secretaria num domingo, está feita assim a prova e certamente outras existirão se procuradas, cobre mentirosos, burlões e corruptos, e depois faz-se passar por amigo como quem diz que está a ajudar-me, quando na realidade faz um jogo duplo, primeiro tramou-me directa ou indirectamente e depois faz de conta que me está a ajudar a salvar a pele, e nenhum do estado, ao que parecem todos em sua mão estão, me responde quando inquirido ao roubo e tortura de meu filho, que malandros e malandragem

Ant es de l a rola r, tinha eu n ave gado aa sean, a v e r onda o pi nó q u io tinha id o, ao q ue di s se ra se m di ze r, por um re m en d oo pin ó q u io m en te, t rá s um di p l o ma passado n uma secreta ria n um domingo, est á f e it a as s im a pr ova e certa mente o u t ra s ex is tir am se pr o cura d as, co br e m en ti rosos, b u r l õ es e co r r up t os, e d ep o is f az inglesa se passa r por ami g o co mo q eu m di z q ue es t á a a j u d a r inglesa me q ua n d o na real i dad e f az um j o g o d up l o, pr i me i ro t ramo u inglesa me di re cta o u in di re cta mente e d ep o is f az de c on t a q ue me es t á a a j u d a ra sal v ar a pe l e, e ne n h um do es t ad o, ao q ue par e ce m t odo s em s ua mão es t ão, me r es p onda q ua n d o in q u ir id o ao ro ub o e tor t ur a de me u fi l ho, q ue ma l and ro s e ma lan d r a g em

Pois lá cheguei a associação das lojas maçónica daquela zona do mundo que dá pelo nome de hímen e lá vi uma bela fila de homens lado a lada de braços dados em cadeia a partir de uma bela senhora toda vestida de branco, isto depois de o senhor pinóquio aparecer na tv a falar de emprego e com um remendo por detrás no tapete oriental, lá se metera no falcon a correr até lá, que foi se nos recordamos o local onde uma grande pedra caiu no natal e se foram duzentas mil almas para o ceu, de muitos países do mundo, na europa, foram quase de todos

Po is l á che g eu ia as soci a ç ão das l o j as ma ço nica da q eu l a zo na do m un d o q ue d á pe l o no me de hi men e l á vi u ma be l a f i l a de ho m en s l a d ao a l ad a de br a ç os dad os em ca de ia a par tir de uma be k l a s en hor a t o d a v es t id a de br anco, is t o d ep o is de o s en hor pi no q u io ap ar e ce r na tv a f al ar de em prego e com um re m en d o por de t rá s no t a p e te ori en t al, l ás e met e ra no fa l c on a co r re r at é l á, q ue f o i se no s record amo s o l o ca l onda u ma g ra n d a pe dr a ca i u no nat al e se f o ram du zen t as mi l al ma s para o c eu, de mu it os pai s e s do m un d o, na eu ro p a, f o ram q u ase de t odo s

Um velho remendo, agora quem o fez, devereis perguntar-lhe, o que eu sei dele já aqui o escrevi, depois desapareceu por artes por assim dizer mágicas e agora o torno aqui a escrever e a ele voltarei na transcrição de outras notas de outros livros de apontamentos

U m v e l ho re m en d o, agora q eu m o fez, d eve rei s pe r gun at r inglês l he, o q ue eu se i de l e j á aqui o es c r e vi, d ep o is d esa pa re c eu por artes por as s im di ze r mágicas e agora o tor no aqui a es c r e c v e r e a e l e vo l t a rei na t ra n s c r i ção de o u t ra s n o t a s de o u t ro s li v ro s de pa on t am en t os

Nessa viagem pela Internet na véspera da queda da pedra, foi tambem parar a outra pedra, que não sei se terá cento e cinquenta toneladas mas muitas certamente tem, é uma pedra histórica ou uma pedra com história , uma pedra dos pelligrins na América, fora isto depois do tsunami no Bangladesh, e na minha consciência me pareceu que aquela pedra poderia ser o local, ou a gente que a fizera desta vez cair, nesta sucessão que parece interminável de acidentes que parecem ser fenómenos naturais e climatéricos como lhes chamam, mas que não o são, embora por outro lado seja certo dizer que tudo o que existe é natural, não deixa ser sempre de o ser e no dia seguinte num jornal, uma imagem mem chamou na América à atenção, dois candidatos de costas viradas num debate, com uma expressão onde li, algo mais do que o uma zanga no meio de uma conversa, como se ali existisse uma consciência de asneira e arrependimento, a pedra a sério, no sentido de real pedregulho, essa caíra a assinatura aqui

Ness a v ia g em pe l a in te r net na v es pera da q eu d a d a pe dr a, f o i tam b em pa ra ra o u t ra pe dr a, q ue n ão se i se te rá c en t o e c in q eu n t a tone l ad as ma s mu it as certa e mn te te m, é uma pe dr a h si t ó ric a o u uma pe dr a com h is t ó ria , uma pe dr a do s pe ll i g r i n s na am erica, f o ra is t o d ep o is do t s un ami no ban g l ad e sh, e na min h a c on s ciência me par e c eu q ue aq eu l a pe dr a po de ria ser o l o ca l, o u a g en te q ue a f i ze ra de s t a v e z ca i r, ne s t a s u ce s são q ue par e ce in te r min a ve l de ac in de t es q ue par e ce m ser f e no m en os nat ur ia s e c lima t é ric os co mo l h es chama m, ma s q ue n ão o são, em bora por o u t ro l ad o seja ce r to di ze r q ue t u d oo q ue ex iste é nat ur al, n ão de ix a ser se mp re de o ser e no dia se gui n te n um jo rn al, uma ima g em me m chamou na am e ric a à at en ção, do is can di d at os de co st as v i r a d as num de bate, com uma ex pres são onda l i, al g o maior is do q ue o u ma za n g a no me io de uma c on v e r sa, co mo se ali ex is t is se uma co n sic ne cia de as ne ira e ar r e pen di m en to, a pe dr aa sé rio, no s en t id o de real pe dr e g u l ho, es sa ca i ra a as sin at ur a aqui

A parte da história do himem, da membrana que o espirito na altura trouxe até mim é simples de contar, passou-se à muitas luas, quase no principio da terceira fase da guerra mundial de sempre

A p arte da h is t ó r ia do hi mem, da m e m br ana q ue o es pi rito na al t ur a t ro ux e at é mim é se i mp l es de c on t ar, pa ss o u inglês se à mu it as l ua s, q u ase no pr in cip io da terceira f a z e da guerra m un di al de se mp re

Um dia no espirito ouvi uma pergunta e um perguntar, será que a membrana foi infiltrada, e um outro dizer que lhe era de certa forma complementar e que chegou mais em termos de afirmação, quase em tom de escândalo, como se fosse uma impossibilidade, dizendo que tal nunca tinha acontecido na história da organização, a minha resposta foi simples, todas as membranas, todos os himens são passíveis de ser rompidos, depois caiu uma serie de aviões comerciais em rajada, como outra rajada já aqui abordada na Grécia, desta vez fora naquela região, um pormenor me chamou a atenção, a noticia dava conta de um homem, um único americano que iria nesse avião, salvo erro o primeiro que caíra na serie, cuja identificação não fora disponibilizada

U m d ia no es pi rito o u vi uma pe r gun t a e um pe r gun t ar, se rá q ue a m en br ana f o i in fil t r ad a, e um o ut ro di ze r q ue l he e ra de ce rta f o r ma co mp l e m en t ar e q ue che g o u maior si em te r mo s de a f i r ma ção, q u ase em tom de es can d al o, co mo se f o s se uma im po s s i b i l i dad e, di zen d o q ue t al n un ca tinha ac on te cid o na h is t ó ria da o r gani za ção, a min h a r es p os t a f o i s im p l es, t o d a s as m en br an sa, t odo s os hi mens são pa ss ive is de ser ro mp id os, d ep o is ca i u uma se r i e de avi õ es co mer cia is em raja d a, co mo o u t ra ra z j ad a j á aqui ab o r d a d a na g ré cia, de s t a v e z f o ra na q eu l a re gi ão, um por m en o r me chamou a a ten ção, a no tic a d ava c on t a de um homem, um único a mer cia no q ue i r ia ne s se avião, sa l vo e r ro o pr i me i ro q ue ca ira na se r i e, c u j a id en ti f i cação n ão f o ra di s pon i bil iza da

Agora em dia recente me apareceu num jornal, uma entrevista com um homem, da terra onde agora se deu um tiroteio numa escola que numa entrelinha, ao ler, me pareceu assim dizer, que o homem que lá ia era seu amigo, não sei ao certo mas minha intuição me remeteu para estes antigos eventos, ao lado no mesmo jornal um outro home com uma outra entrevista, com um nome que começara a aparecer nas ultimas entrelinhas, o Don, um escritor de quem não conheço nenhum dos seus livros, mas que me pareceu muito interessante, em sua analise e seu dizer, e uma pormenor , um sincronismo se reflectira , pois no dia anterior escrevera eu em publico ao pinóquio, e uma das questões que lhe dissera, era exactamente que na prevenção dos actos de terror, não deveria com prejuízo de todos e custo acrescido eventual, interferir os egos, e que não era isso que me movia, nem nunca o foi, embora muitos , ou melhor, poucos, assim façam crer a muitos e o escritor narrava uma história onde um dos personagens, agente da lei, tivera problemas com seus superiores na cia, sobre exactamente a questão da previsão do atentado às torres, e que fora mesmo despedido, trabalhava nelas quando caíram e ai morrera, como consultor de segurança privado, e eu fiquei a pensar, que lógica tem esta história, na verdade, quando deixamos de lutar pelo que sabemos ser verdade, acontecem coisa nas vezes fatais a nós mesmos, estranho tambem o pormenor, dizia expressamente o texto que foram tiradas três ou quatro fotos rápidas, assim o escritor o quisera, fotos rápidas e casuais, era a ideia passada, mas uma cobrinha era visível no fio do atacador do seu sapata sentado ele num cubo, como a indicar o pé da cobra



Agora em dia r e c en te me ap ar e c eu n um jo rn al, uma en t r e v ista com um homem, da terra onda agora se d eu um tiro te i ro n uma es co l a q ue n uma en t r eli n h a , ao ler, me par e c eu as s im di ze r, q ue o ho em q ue l á ia e ra s eu ami g o, n ão se i ao certo mas min h a in tui ção me re met eu para est es ant i g o s eve n t os, ao l ad o no me s mo jo r n al um o ut ro home com uma o u t ra en t r e v ista, com um no me q ue co me ç a ra a ap ar e c e r nas u l tim as en t r e li n h as, o don, um es c rito r de q eu m n ão co n h e ço ne n h um dos se us li v ro s, ma s q ue me pa r e c eu mu it o in te r es s ante, em s ua ana lise e s eu di x ze e r, e u ma por m en o r , um sin c ron is mo se r e f l ec t i ra , po is no dia ant e i ro es c r eve ra eu em publico ao pi no q u io, e uma das q eu s t õ es q ue l he di s se ra, ee ra ex ac t ae mn te q ue na pr eve n ção dos ac t os de te r ro r, n ão d eve ria com pr e j u i jo de t odo s e c us t o ac r es cid o eve n t u al, ine t refe r i r o s e g os, e q ue n ão e ra is s o q ue me mo v ia, ne m n un ca o f oi , em bora mu it os , ou me l hor, po u co s, as s im f a ç am c r e r a mu it os e o es c r i t or na ra r v a uma h is t ó ria onda um dos pe r s o na g en s, a g en te da lei, t ive ra pr ob l ema s com s eu s s up e rio r es na cia, s ob r e ex ac tamen te a q eu s tão da pr e i são do at en t ad a ás to r r es, e q ue f o ra me s mo d es pe d id o, t ra ba l h av a nelas q ua n do ca i ram e a i mor r e ra, co mo s co n sul tor de segur ança pr iva d o, e e u f i q eu i a pen sar, que l o gi ca tem esta h is t ó ria, na v e r dad, q ua n d o de ix amo s de l k ut ar pe l o q ue sabe mo s s r v e r dad e, ac on te c e m co isa nas v e ze s f at a is a nó s me ss mo s, es t ra n ho tam b em o pr on m en o r , di z ia ex press am en t e o te x to q ue f o ram t ira d as tr ~ es o u q eu t ro f oto s rápida s, as s im o es c rito r o q ui se ra, f oto s rápida s e ca s u ia s, e ra a id e ia passada, ma s uma co br in h a e ra vi ss ive l no fio do at ac a dor do s eu sapa t a s en t ad o e l e n um c ub o, co mo a indi car o pé da cobra


Dizia tambem o texto que desapareceu, o ultimo, à fiada dos senhores e da senhora no meio da fila, uma pergunta, se me apoiavam ou me mantinham preso, sendo o preso aqui, não ter resposta de ninguém sobre o rapto de meu filho e lhes relembrava que sabem que eu trago com todos do mundo, e de todos os himens ou o que seja, o compromisso de relatar a verdade na medida em que a sei, e que portanto não se deveriam por contra mim, caso assim o fosse

No dia seguinte a terra lá tremeu mais uma vez, parece-me uma resposta, deveriam então perceber melhor quem fala verdade, quem age em verdade e quem anda pelo mundo a contar histórias

Di z ia tam b em o te x t o q ue d esa par e c eu, o u l tim o, a fia d a do s s en h or es e da s en hor no me io da f i l a, uma pe r gun t a, se me ap o ia v am o u me man tinham pr e s o, s en d o o pr e s o aqui, n ão t re r es p os t a de min g eu m s o br e o ra pt o de me u fi l ho e l h es r e l em br av a q ue s abe m q ue eu t ra g o com t odo s do m un d o, e de t o d o s os hi m en s o u o q ue seja, o co mp ro miss o de re l at ar a v e r dad e na me d id a em q ue a se i, e q ue po rta n to n ão se d eve r iam por c on t ra mim, c a s o as s im o f o s se

No dia se gui n te a terra l á t r e m eu maior si uma v e z, par ce inglesa me uma r es ps ota d eve r iam en t ã o pe r cebe r me l hor q eu m f al a v e ra de, q eu m a ge em v e r dad ee q eu m anda pe l o m un d o a c on t ar h is t ó r ia s


kruchner, que depois me lembraram as noticias, ser um dos fundadores do médicos sem fronteiras, um exemplo que eu falei com muitos na década em que foi formada, uma ideia de como se poderia intervir ao nível humanitário em formas novas, que existia espaço para a iniciativa dos cidadões que quisessem ajudar e de repente me começo a perguntar, será que nos cruzamos no passado, sua face é me familiar, mas não sei de onde, ou se já é do habito de o ver

K r u che ne r, q ue d ep o is me l em br a ram as no ti c ia s, ser um dos f un d a dor es do s mé di c os sem fr on te i ra s, u ma id e ia q ue eu f al e i com mu it os na d e ca d a em q ue f o i f o r mad a, u ma id e ia q ue f al e i de co mo se po de ria in te r v i r a o n ive l h uma ni t á rio em f o r ma s n ova s, q ue ex is tia espaço para a in cia t iva dos cida d õ es q ue q ui se s sem a j u d a r e de r ep e n te me co me ç o a pe r gun t ar, se rá q ue no s c r uz amo s no passado, s ua face é me f ami l ia r , ma s n ão se i de onda, o u se j á + e do h abi t o de o v e r

Nesta madrugada, uma tragédia anunciada se deu, assim a noticia a relatou, que a inspecção já tinha alertado das faltas de condições, um estádio apinhado de gente, disseram sessenta mil a ver um jogo de futebol, a bancada ruiu

Ne s t a madruga d a, u ma t ra g é dia a n un cia d a se d eu, as s im a no tic aa re l at o u, q ue a in s pe c ç ão j á tinha al e rta d o da as f al t as de c on di ç õ es, um es t á di o a pin h ad o de g en te, di s se ram se ss en t a mi l a v e r u m j o g o de f u te bo l, a ban c ad a rui u

Escrevi eu uma carta sobre este assunto que muito se alongou no desdobrar das entrelinhas, com ela seguirei depois de escrever as notas no visto no artigo da turma do rei e alguns caíram de uma altura de quarenta metros e sete no momento da notícia trazia o rodapé que se foram, oito dizia a bela menina em sua voz, sete e meio não terão sido, talvez juntado o oito e o sete tenhamos oitenta e sete, de um evento em oitenta e sete que agora se fechava, mas uma vez as condições do desleixo a propiciarem a desgraça

Es c r e vi eu u ma c a r t a s o br e este as s un t o q ue mu it o se al on g o u no d es do br ar da s en t r l in h as, com e l a se gui rei d ep o is de es c r eve r a s n ota s no vi s t o no ar t i g o da t ur ma do rei e al gun s ca i ram de uma al t ur a de q ua ren t a met r os e set e no mo m en t o da no t i c a t ra zia o ra da pé q ue se f o ram, o it o di z ia a be l a m en ina em s ua v oz, set e e me io n ão te rão sid o, t al v e z j un t ad oo o it o e o set e ten h amo s o it en t a e sete, de um eve n t o em o it en t a e sete q ue agora se f e ch av a, ma s u ma v e z as c on di ç õ es do d es l e ix o a pr o po cia r em a d es graça

S. Salvador da Bahia de todos os Santos, fonte nova, um nome que é nome de um centro comercial aqui em lisboa, em benfica, benfica que entra nesta história de diversas maneiras

S .Sal v a dor da b a h i a de t odo s os s ant os, fo n te n ova, um no me q ue é no me de um c en t ro co mer cia l aqui em lis boa, em bem f i ca, benfica q ue en t ra ne s t a h is t ó r ia de di v e r sas mane i ra s

Escrevia eu sobre paris, e as noticias trouxeram de novo o eco de um deja vu com modificação no seu enredo, não no resultado, dois jovens mortos, como os outros que foram perseguidos até salvo erro um posto de alta tensão e que perderam nessas circunstancias a sua vida, a mesma matriz, uma perseguição da policia, um uso excessivo da força em relação ao que se passava, desta vez segundo a informação, os dois jovens circulavam de moto sem capacetes, e por causa disso, morreram baleados pela policia e se seguiu o motim, mais uma vez a tensão nas ruas, qualquer incidente serve de fósforo do fogo sempre pronto a relembrar o que muitos parecem trazer esquecido ou fazer de conta que não vêem, que tudo isto é porque assim o deixamos a tornar, um imenso barril de pólvora, sempre pronto a explodir e se fala das normalidade democrática europeias e dos estados de direito e coisa que tais

Es c r e v ia eu s o br e paris, e as no ti c ia s t r ux e ram de n ovo o e co de um de j a v u com mo di f i cação no s eu en red o, n ão no r e sul t ad o, do is jo v en s mor t os, co mo os o ut ro s q ue f o ram pe r se gui d os at é salvo e r ro um p os t o de al t a ten são e q ue pe r de ram ne s sas cir c un s tan cia s a s ua v id a, a me s ma matriz, uma pe r se gui ção da poli cia, um u s o ex ce ss ivo da f orça em relação ao q ue se passa v a, d est a v e z se gun d o a in for mação, os do is jo v en s cir c u l av em de bi cic l eta sem ca pa c e t es, e por c au sa di s s o, mor r e ram bal e ad os pe l a po l i ca e se se gui u o m o t im, maior is uma v e z a ten são nas ru as, q ua l q e ur in cid en te s e r v e de f os foro do f o g o se mp r e pr on to a r e l em br ar o q ue mu it os para c e m t ar ze r es q eu cid o o u f az e r de c on t a q ue n ão v ê em, q ue t u d o is t o é por q ue as s im o de ix amo sa tor n ar, um i m en s o ba r r i l de po l v o ra, se mp re pr on t o a ex pl o di r e s e f al a da s norma li dad es demo c rá tic as eu ro pei as e dos es t ad os de di rei t o e co isa q ue t a is

Um eco composto e múltiplo como os ecos são quando ecoam, uma entrevista do director da administração interna recente, na semana passada aqui a alertar para o mesmo, que a policia actua na mais das vezes considerando os cidadãos inimigos com uma cultura misto de espião infiltrado no universo de combóis, referencias a culturas estrangeira do lado de lá do pequeno rio, e das series de televisão que sempre de lá chegam

U m e co co mp os t o e um l tip l co mo os e co s são q ua n do e co am, uma en t r e v ista do di rector da ad min si t ração in te rna re c en te, na se mana passada aqui a al e r t ar para o me s m o, q ue a po li cia ac tua na maior is das v e ze s c on sid e ra n do os cida dão s i ni migo s com uma c u l t ur a m is t o de es pião in f il t ra do no uni v e r s o de co w bois, r efe ren cia s a c ul t ur as es t ra n geira do l ad o de l á do pe q eu no rio, e das se r i es de tel e visão q ue se mopre de l á che g am

Curiosa sua imagem em frente a um belo quadro, um triângulo apontava o seu cotovelo em angulo disposta na posição em que trazia cruzado seus braços, do seu lado direito, um tronco de mulher, sem cabeça, como aparecera na imagem da vista dos príncipes ao alentejo e que me recordou no instante em que a vi, um daqueles torsos que os alfaiates usavam para talhar os casacos e me recordei de um, de um que uma vez trouxera da rua, onde estava abandonado, ali para os lados do Chile e da almirante reis, quando vivia com a ester na rua heróis do quionga, e que por lá em casa esteve e foi muitas vezes usado em sessões fotográficas, evocara em mim a memória do objecto, e das mascaras de penas de galinha que o dia e o tó na altura faziam, mascaras muito belas, que foram usadas em sessões fotográficas, encontrei recentemente uma foto desse tempo, um auto retracto que foi publicado numa reportagem no sete, a cores, eu de lábios de negro pintados, que estranho, assim fico a pensar ao vê-lo, e recordo que foi mesmo a única vez que o fiz, para aquela precisa fotografia, onde estou de calças de fraque às riscas, camisa branca salvo erro com um papilon e os lábios pintados, sentado numa cadeira de trança tipo Emanuele, que nos as mostrou antes de anos mais tarde se tornaram moda, mobiliário vindo da Tailândia, ou do sudoeste asiático, assim na memória creio

C u rio sa s ua i mage m em fr ente a um be l o q ua dr o, um t ri a b g u l o ap a on t av a o s eu c oto v e l o em na g u l o di s p os t a na po si ç ão em q ue t razia c r u za d o se us br a ç os, do seu l ad o di rei t o, um t ron co de mul her, sem cabeça, co mo ap ar e ce ra na i mage m da v sis t a dos pr in cip es ao al en tejo e q ue me record o u no in s tante em q ue a vi, um da q eu l es tor s os q ue os al f a it es usa v am para t al h ar os c asa co s e me record e i de um, de um q ue uma v e z t ro ux e ra da rua, onda est av ab na dona do, a li para os l ad os do ch ile e da al mirante re is, q ua n d o vi v ia com a es t e r na rua he rói s do q ui o g a, e q ue por l á em c asa esteve e f o i mu it as v e ze s usa d o em se s s õ es f oto g rá f i ca s, evo ca ra em mim a me mó ria do ob ject o, e d as mas ca ra s de pe n a s de gali n h a q ue o dia e o tó na al t ur a f az iam, mas caras mu it o be l as, q ue f o ram usa d as em se ss õ es f oto g ra f i ca s, en co n t rei re cen temente uma f oto de s se te mp o , um au t o r et rato q ue f o i pub li c ad o n uma r ep orta g em no sete, a cor es , eu de l áb i os de ne g ro pin t ad os, q ue es t ra n ho, as s im f i co a pen sar ao vê inglesa l o, e record o q ue f o i me s m o a única v e z q ue o f i z, para aquela pr e c isa f oto g ra fia, onda es t o u de ca l ç as de fr a q ue às r isca s, cam isa br anca salvo e r ro com um pa pi l on e o s l á bis pin t ad os, s en t ad o n uma ca de ira de t ra n ça t ip o ema nu e l e, q ue no s as mo s t ro u ant es de a no s maior is t ard e se t ron a r em modo a, mo bil i a rio v indo da t a i lan dia, o u do s u do este as ia tic o, as s im na me mória c rei o

Tem razão o inspector geral, teve razão em dizer o que disse, o senhor policia na televisão, confirmava um mesmo, que assim era e apontou como o director o dedo as verdadeiras razões, falta de meios, falta de formação e de educação, uma foto num jornal, mostrava um policia da nova geração, cabelo em crista de galo, como um punk, era imagem perfeita e redundante do paradoxo, paradoxo que passa pelo autoritarismo do ministro, que de lado falando para as câmaras assim mais uma vez o demonstrou, pensam-se estas gentes maiores do que são e fazem prova constante e cabal, de como são frágeis, pois na fragilidade se estriba nas vezes a arrogância, disse o ministro assim preferiu em seus pés de barro, pôr-se maior e mais cego do que é, chegou mesmo a dizer que era uma impertinência em bicos de pé do director geral e assim sendo melhor seria trocar de lugar, passar ele a director geral, se aprendesse no entretanto a ver e a pensar e o director geral que fez prova da justeza de seu visto passar a ministro do reino, onde já o é, o reino da luz da verdade e da visão certa e acertada e com os ditos no sitio, portanto livrem-se de levantar contra ele a mão, por estas razões

Tem razão o inspector geral, teve razão em dizer o que disse, o senhor policia na televisão, confirmava um mesmo, que assim era e apontou como o director o dedo as verdadeiras razões, falta de meios, falta de formação e de educação, uma foto num jornal, mostrava um policia da nova geração, cabelo em crista de galo, como um punk, era a imagem perfeita e redundante do paradoxo, paradoxo que passa pelo autoritarismo do ministro, que de lado falando para as câmaras assim mais uma vez o demonstrou, pesam-se estas gentes maiores do que são e fazem prova constante e cabal, de como são frágeis, pois na fragilidade se estriba nas vezes a arrogância, disse o ministro assim preferiu em seus pés de barro, pôr-se maior e mais cego do que é, chegou mesmo a dizer que era uma impertinência em bicos de pé do director geral e assim sendo melhor seria trocar de lugar, passar ele a director geral, se aprendesse no entretanto a ver e a pensar e o director geral que fez prova da justeza de seu visto passar a ministro do reino, onde já o é, o reino da luz da verdade e da visão certa e acertada e com os ditos no sitio, portanto livrem-se de levantar contra ele a mão, por estas razões

T em ra z ão o in spector ge r al, t eve ra z ão em di ze r o q ue di s se, o s en hor po l i cia na tele visão, c on f i r m a va um me s m o, q ue as s im e ra e ap a on t o u co mo o di rector o d ed o as v e rda de i ra s ra z õ es, f al at a de me i os , f al t a de f o r mação e de edu cação, u ma f oto n um jo rn al, mo s t ra v a um po l i cia da n ova ge ra ção, c ab e l o em c r ist a de g al o, co mo um p un k, e r a a i mage m pe r f e it a e red un dad n te do para d oz xo, para d ox o q ue passa pe l o au tor i t a r is mo do mini s t ro, q ue de l ad o fa l and o para as ca mara s as s im maior is uma v e z o demon s t r o u, p em sam inglesa se es t as g en t es maio r es do q ue são e f a ze m pr ova c on s t ante e c ab al, de co mo são fr a ge is, po is na fr a gil i dad e se es t rib a nas v e ze s a ar ro g ân cia, di s se o min s it ro as s im pe r f e r i u em se us pé s de bar ro, por inglesa se maior e maior si c ego do que é, che g o u me s m o a di ze r q ue e ra uma im pe r ti n ên cia em bi co s de pé do di rector ge r al e as s im s en d o me l hor se r ia t rao car de l u g ar, passa r e l e a di rector ge r al, se ap ren de s se no en t r e tant o a v e r e a pen sar e o di rector ge r al q ue fez pr ova da js ut e j a de s eu v ist o passa r a mini s t ro do rei no, onda j á o é, o rei no da l uz da v e r dad e e da vi são certa e ac e rta d a e com os d it os no si it o, porta n t o li v r em inglesa se de l eva n t ar c on tr a e l e a mão, por es t as ra z õ es

Os policias infiltrados na nossa casa, na casa onde eu e ester vivemos outrora, onde vivemos e tentamos ganhar a vida, fazendo fotografia, e a inveja corrosiva sempre sempre a insinuar-se, então o rapazinho, quem se pensa ser, aparece nos jornais, mais a mais é gotico e depois diz o que diz, escândalo, e o que eu disse é assim

O s po l i ca s in f i l t r ad os na no s sa c asa , na ca s onda eu e ester vi v emo s o u t ro ra, onda vi v emo s e ten t amo s gan h ar a v id a, f a zen d o f oto g ra fia, e a in v e j a co r ros i va se mp re se mp re a in sin ua r inglesa se, en t ão o ra pa zi n ho, q eu m se p en sa ser, ap ar e ce no s jo r na is, maior is a maior is é g ot i co e d ep o is di z o q ue di z, es can d a l o, e o q ue eu di s se é as s im

Mais uma peça do imenso puzzle das perseguições constantes e das armadilhas que sempre me montaram e aos que estavam a minha volta, e em Palavra recente dei eu conta do falecimento do pai da ester na altura da nossa prisão, e agora neste preciso momento ao isto encaixar, surge em mim uma quase certeza, que o furo no pneu que ele mudou depois de um almoço bem comido, não terá sido fruto do acaso, alguém o mandou furar, alguém que saberia que ele voltaria por aquela estrada, ou que o esvaziara mesma antes da viagem começar e o senhor ao mudar o pneu teve uma complicação cardíaca a qual era já propenso, mais um sinal de sangue nas mãos do bastardos, das serpentes malditas, a armadilha desde sempre montada, o aliciamento para o tráfico, e o controlo policial em simultâneo à fechar a rede e a morte de mais um inocente, que vos importa matar mais um, se mataram a tantos, filhos da imensa besta que Besta sois, malditos sejam por todos os aeons, ao inferno ireis parar!

Maior is uma p eça do i men se p uz z l e das pe r se gui ç õ es c on s t ante s e das ar mad ilhas q ue se mp re me mo n t a ram e ao s q ue est av m a min h a vo l t a, e em Pa l av ra re cen te de i eu c on t a do f al e cie mn to do pai da es t er na al t ur a da no s sa pr i são, e agora ne s te pr e c is o mo men to ao is t o en ca ix ar, s ur ge em mim uma q u ase c e rte za, q ue o f ur o no p ne u q ue e l e mu d o u d ep o is de um al moço b em co m id o, n ão te rá sid o fr ut o do ac a s o, al g eu m o man d o u f ur ar, al g eu m que sabe ria q ue e l e vo l t aria por aquela es t r ad a, o u q ue o es v a zi a ra me s ma ant es da vi a g e m co me ç ar e o s en hor ao mu d ar o p ne u teve u ma co mp l o i cação car dia ca a q ua l e ra j á pr o p en s o, maior is um sin al de sangue nas mãos do s b as t ard os, das ser pen t es ma l di t as, a ar mad ilha de s de se mp re mo n t ad a , o al i ca ia mn to para o t rá f i co, e o c on t r rolo po l i ca i l em si mu l t ane o à f e ch ar a red e e a mor te de mais is um ino c e n te, q ue vo s im porta mat ar maia um , se mat ar am a t ant os, fil h os da i m en sa best a q ue B es t a s o is, ma l di t os se j am por t odos os a e o ns, ao in ferno i rei s para r ex c l a mação

aamja, aa am m principe a