sexta-feira, dezembro 07, 2007

Amada Raquel que desde que vós encontrei, ou reencontrei, continuais presente dentro de mim, me povoa meu pensar e meu sentir, assim é o Amor, quando se começa a Amar, quando se tem a felicidade de conhecer alguém ao perto, e é Amor Casto, Bem o Sabeis, pois não somos nós Esposos

Um frase, um conjunto de palavras, um tom, numa voz que é sempre uma corda eólica da Una Alma, um Sopro, o Sopro do Espirito que a Todos Nos Une

Uma frase sua na sua voz que fico marcada dentro de mim e que me sobe à consciência dia sim dia sim

Não te esqueças de nós, não esqueças o teu povo, e o tom com que ela ficou a viver viva dentro de mim, é de uma doçura doce, com um misto de preocupação, o Amor se preocupa no sofrimento de quem Ama, o Amor preocupa-se um preocupar que não é bem preocupar, é mais um cuidar, cuidar, pois para cuidar não se deve trazer preocupação no coração, que quando assim ele vai se torna pesado e menor é seu poder curativo

Essa frase engravidou-me, traz-me grávido e me faz sonhar acordado nos dias, e todos os dias desde que a conheci, vou assim acordado sonhando, é um dialogo mudo que trago consigo, e ao trazer consigo trago com seu povo que tambem é o meu

Ouço as trovas do ventos que me chegam desse canto da terra do uno lugar, a mais das vez na vozes e nas imagens do amado jornalista português que aí vive e trabalha, escrevo vozes, porque com eles me chegam sempre outras e ainda bem que assim é, com ou sem lã de fios encarnados, que eu a lã, gosto-a de todas as cores e nenhuma delas me incomoda e o Amor ao Amor Sempre Agradece

Três são os grupos de Gentes, deixai-me assim lhes chamar, pois sabe que é minha palavra preferida quando me dirijo às Gentes que trazem antigo desentendimento, um grave desentendimento com muito acumulado e muita dor para todas as partes

Ontem vi as Gentes em Israel, bom tempo, dia de Sol, as Gentes nas esplanadas, caminhando pelas suas ruas, com seus sacos de compras, cabelos femininos doirados muitos belos em caracóis de costas a passar, tudo parecia o paraíso, um paraíso que mora sempre aqui na terra, onde muitas vezes os homens preferem Dele fazer o inferno, uma cidade igual a tantas outras, aquelas imagens poderiam ser aqui, não fosse um certo tom de beleza que sempre reconheci nestas Gentes e que sempre me fez sentir delas muito próximo, uma certa doçura que está sempre presente no âmago, na raiz

E o miguel, creio ser essa sua graça, não me recordo em exacto neste momento nem tenho possibilidade de o confirmar, dizia com suas palavras, do cansaço, do cansaço das Gentes em viverem permanentemente em guerra, de uma esperança casada com igual medida de desesperança, e normal assim me parece que seja, como quando um ferida e uma dor durante muito tempo nos incomoda e até parece que renascemos quando ela finalmente se compõem

Nestes dias decorrem mais umas negociações para a paz, e meu coração vai um pouco como o jornalista sentia a parte vossa aí na terra, nesse lugar do uno lugar, e certo estou que se as imagens tivessem sido feitas nas terras onde habitam os vizinhos e irmãos, a mesma sensação de igual modo emanaria

Assim vai meu coração metade esperançoso, metade receoso, outra ainda cansada, mas sabem os corações que a esperança é sempre mais leve que os pesados medos e que cura e alimenta o corpo e o espirito quando vão cansados

Amada Senhora, pode-lhe parecer estranho, a mim tambem, mas não conheço ao perto o vosso lugar, a vossa cidade, e contudo conheço-a como se lá tivesse vivido em outro tempo, e ambos sabemos que o tempo é ilusão e arranjo entre os homens no Eterno, mas o sonho que trago em mim passa-se na cidade antiga, como lhe contei, é um sonho que venho sonhando acordado e que por não a conhecer ao perto, nem sei se é possível nesse lugar que é Sagrado para todas as Gentes que ali habitam, de um e do outro lado do mesmo uno e único lugar

Da cidade velha trago em mim imagens mais ou menos recentes, creio que da ultima vez que entrei numa sala de cinema, já lá vão muitas luas, pois hoje para mim cinco euros ou mais é um luxo, são imagens que ficaram dentro de mim, de um Senhora que trago tambem em meu peito é que fazia de Maria Madalena nos tempos de hoje e eu a vê-la no escuro daquela sala quase vazia, Ah Meu Deus, que lhe via Tudo, que Lhe Via a Alma Inteira

Na Alma daquela Mulher que atravessava a vivência Crística, se via um velho combate que não tem infelizmente o tempo de uma ou mesmo duas gerações, é um velho combate que tambem foi outrora por outros em outros tempos combatido tanto nesse lugar como em outros lugares da una terra, um combate que a face de Binoche espelhava, que a levara a Jerusalém depois de representar Maria Madalena, como se o papel de repente se tivesse tornado mais do que um papel, como sempre acontece quando se vivência o Divino, quando a Ele nos Abrimos e Ele nos Trespassa, ou Atravessa e ali estava ela, no meio daquela cidade que lhe era estranha, com uma lingua que não entenderia em sua forma normal de entender, à procura da Luz pelo seu caminhar, e a receber chamadas por telemóveis ultimo modelo, de produtores, companheiros ou de quem fosse, que a pretendiam de volta, sem mesmo entender o que ela naquele momento vivia

Aquela Mulher estava em Deus naquele momento e tinha à sua volta todas as tentações que a solicitavam e combatiam como sempre assim nesse momento acontece, e eu a comecei a ama-la naquele preciso momento, ao vê-la naquela luta, naquele drama, pois tudo aquilo era a meu olhar verdadeiro, tambem eu via e vejo o mundo assim, tambem eu sabia do que o belo e estranho filme tão bem falava e contava, da intima ligação de tudo, do abismo, do pecado, da sua consequência e da redenção

A Pedra de Toque de Todas as Religiões é o Amor e a Redenção é Promessa e Substância Real, que Necessita da Esperança que é o Fogo que A Alimenta e Fecunda a Sua Realização
Deus e os homens assim o Creiam e o Façam nesse Lugar do Uno Lugar Tão Martirizado e Tão Cheio de Sofrimento em Todas as Casas

E Sendo Deus Amor, Só Faltará a Parte que compete aos homens, e pela mesma Razão tanto a batalha se perpetua

A segunda parte do sonho já a contei, e sabe meu coração que a sabem e trazem sabida melhor do que eu, porque o único que eu fiz foi lembrar-vos

A terceira é onde estou, consigo Raquel em meu coração e ao estar consigo estou por co extensão com todos os que Almejam o Amor, Todos os Amantes , Todos que Almejam a Paz e que sofrem com a violência e trazem sabido que ela é sempre uma mesmo, que não existe diferença quando faz o holocausto acontecer, e que a medida do holocausto é sempre a medida de cada ser que vive

A terceira é uma ideia de casa fundada e erguida na Paz em Paz, uma Casa Simbólica, que seja por todas as partes erguida em terra para Todos Sagrada e que tenha Três Divisões Circulares que Se liguem Sempre por Dentro, com ume Entrada Sempre Comum e onde os governos de dois estados tratem seus assuntos, os de cada um e os comuns, como as colunas do Templo
E que um dia das três se possam fazer duas e que nesse dia a terceira divisão, passe a ser a da Memória, das Artes, e dos Ofícios comuns

E quem sabe, vós Gentes que Habitam o Lugar, um outro dia, os dois estados um serão, em múltiplo, pois os seres são anteriores aos estados e cada ser é um inteiro universo cheio de estados, que vão mudando, crescendo e evoluindo como a própria vida em corpo o é

Amada Senhora Raquel, o Amor é um Jardim, e Felizes Vão os Amantes Quando a Música que se Ouve é o Trinado dos Pássaros e os Chilreios das Crianças Alegres Sem Preocupações à Solta pelo Inteiro Ninho, quando o Pão a nenhum falta, quando todos tem um tecto para se abrigar e as mesmas estrelas no uno céu por companhia e o sol se levanta todas as manhãs sorridente e prazenteiro e se deita todas as noites com a lua sua amada, é simples o Amor, a Vida e o Viver

E o Amor Cuida e é Cuidado sem Cuidados, e o Amor quando Sabe Sua Amada Preocupada a Despreocupa e Dela Cuida e Lhe dá o Braço e a Abraça , outras vezes poisa a Sua Mão de Mansinho Na Dela e Assim Fica Quietinho a Bater Uno Pelo Mesmo Coração

E o Amor é Sincero e Fala Sempre a Verdade porque Sabe que Assim É e Se Conhece e Sabe que para Bem Cuidar Necessita de Assim Ir e que a Verdade e Luz, Pão e Agua Viva que Frutifica e não esconde nem escamoteia pois sabe que o pequeno se faz grande, e sombra existe pairando sobre este encontro, pois uma das partes de uma das partes não está sentada na mesma mesa e sabemos todos no mundo que é a parte que está mais zangada, dizem mesmo alguns que se calhar è a parte menos propensa a paz, que é uma forma de escrever, a outra parte do mesmo dizer, com mais apetência à luta e ao guerrear e de igual modo, uma guerra se faz primeiro dentro de cada peito de cada ser e depois precisa sempre de um outro para no fora bater
Como nas escolinha da Gente pequenina quando se põem a bulhar, mais fácil é de separar, quanto mais de fora, amigos chegam e de permeio se metem a separar, a chamar ao juízo e ao entendimento e ao apaziguar e que triste verdade é, que as armas e as bombas e o dinheiro que as gentes com elas fazem, as leva a andar de um lado para o outro do mesmo lugar e que elas assim se mexem pela calada e chegam a todos os lados e a todas as mãos que as desejam, e tambem é verdade que bastam poucos para que assim aconteça, e sei eu pelo coração que a maioria de todos os lugares do uno lugar anda cansada das guerras e do guerrear e quer viver em paz

E que quando as Gentes trazem forma de viver estruturadas de acordo com as suas necessidades comuns e trazem locais e formas certas de tratar e dirimir as questões, melhor a vida para todos corre, e verdade é que elas ainda se encontram nalgumas das partes em forma muito incipiente e que há muito caminho a fazer, e de igual modo é verdade, que mesmo que elas existam não são por si, nas vezes garante de grandes melhorias, porque os sistemas de governação dos dias de hoje, trazem em si peias de distinta natureza que não são pequenas e que muito dificultam, mas tambem por esta razão trazem em vossas mãos mais avalia acrescida, que é ao construir o novo, não fazer os erro dos vizinhos, e que se entenda aqui vizinhos, todos sem excepção

Na região onde habito a que os homens chamam de europa existem hoje quase vinte milhões de desempregados, e a miséria vai alta para muitos e muitos se sentem com razão encurralados, no país de onde vos escrevo, que primeiro é meu coração, e depois se chama Portugal, quase um quarto das Gentes está hoje vivendo na miséria, e a corrupção de poucos é muito grande e faz e trás grande o estrago e temos nós instituições a que chamamos democracia de direito que vão muito, mas muito, tortas

E tambem é verdade que em dia recente um pequeno grupo de bandidos partiu lajes de campas num cemitério e todas, friso todas as igrejas que aqui moram, saíram nesse dia a terreiro e disseram nesse dia que eram todos do mesmo povo que fora profanado, e meu coração contente ficou, por assim ver assim acontecer, fazendo clara demonstração que não são estas as diferenças que fazem o mal e a asneira e as violências nascer

E tambem é verdade que este país que há muitas, muitas luas descobriu um caminho que o levou a India, de quem muito aprendeu e recebeu e em troca deu, deixou um grupo de cidadãos indo portugueses na rua durante um dia inteiro por falta de tino e de atenção, por uma questão de papeis, e meu coração nessa tarde se indignou

E Amada Senhora Raquel, se as bombas ainda não rebentam aqui, muitas são as guerras que todos os dias se passam, existe por exemplo uma nas estradas todos os dias onde muitos morrem e outros estropiados ficam, muitos hospitais fecham por falta aparente de dinheiro, e bem vistas as coisas, tudo somado, multiplicado ou dividido, assim vai o uno mundo em seu todo vivendo constantemente sobre fino fio da navalha em cima de um barril de pólvora que mora no coração dos homens e o corpo grande e os corpinhos pequeninos muito se agitam em todo o lado e não está o mundo em seu todo com muita margem de manobra para nenhum, e assim sendo e assim indo nós todos, mais importante se tornam os exemplos e as construções da necessária paz que permita cuidar do que em verdade é de cuidar e que necessita urgente cuidado, as misérias e a saúde uno corpo

Tudo isto nos fala de um mesmo, da necessidade de se fazer aquilo que os homens chamam de política em outras formas e tambem aqui a confusão que reina é e vai grande, mesmo sobre o básico que é entender e acordar, então como se diferente e e melhor e mais eficaz se faz
A sombra que vejo na terceira parte deste sonho acordado, me aparece com variação na imagem, que não vou escamotear, não me permite minha natureza nem meu ser nem meu estar
A casa comum das três divisões foi por todas construída, já durante o tempo da sua construção, algumas balas e morteiros choveram, e as paredes começaram a aparentar buracos e o sangue continuou a correr para todas as partes e as Gentes, a maioria das Gentes que se tornou cada vez mais maioria mais cansada ficou das guerras, do sofrer, do sofrimento, da dor e do guerrear e chegou um dia em que percebeu que eram poucos os de cada lado, que eram poucos os que comandavam em cada lado a matança, e então se juntaram e puseram os de cada lado que assim iam fazendo, dentro da casa, ou do que dela restava, e colocaram bombas em seu redor, e lhes disseram, se ordenarem que uma bomba expluda numa rua seja em que lugar for do uno lugar, aqui uma outra rebentará.

No primeiro dia, explodiram duas, na semana seguinte mais duas, depois no sonho, chegara o dia em que ninguém mais nenhuma fizera explodir, pois já não havia quem assim mandasse fazer e os que ficaram vivos puderam finalmente viver em paz

Amada Senhora Raquel, pelo nome e numem que trazeis em vós e que em certa forma e na forma certa sois e sereis, em vossas mãos poiso eu estas palavras na Esperança , Voto e Vontade que a Paz entre Todos Se Faça e o Amor Frutifique Seus Frutos

A Vida Feliz é coisa sempre simples, para mim felicidade será ter meu filho de volta e minha Amada ao Perto Pertinho de Mim, coisa tão simples, tão nas vezes difícil pela acção de poucos
E nem sei de meu filho, há meses e mora como sempre uma preocupação e uma infelicidade em meu peito quando assim é, e de minha amada tambem não sei, que tarda ela em chegar

Chegou-me ontem uma bela senhora em retracto dentro do jornal, uma senhora que faz musica, mais feliz teria ficado se trouxesse uma dedicatória, mas seu retracto me acompanhou esta noite e olhando bem sua imensa beleza e seus olhos azuis, sei agora que é um imensa dedicatória, como a beleza que nasce e mora no coração do amor sempre o É, sua graça Hélène Grimaud, trás o selo de Salomão em seu Colo e a posição do dedo de sua mão encostado ao pavilhão que não se vê, me faz escutar os clubes de cavalheiros selectos mais exclusivos de Portugal, a seu lado o luxo rosa para divas nas horas de estilo em duplo horário são mesmo eternos, uma edição especial sem limites para a descoberta sobre o primeiro do circulo do nove onze do para noctívagos aventureiros em maravilhas de portugal para noctívagos em rip curl, pressupõem-se em Serpa, assim diz carlos barbosa, que sempre gostou muito de jóias e que certamente terá posses para as oferecer, e que apareceu em dia recente no terreiro de paço depois da morte por atropelamento de três senhoras, a dizer em tom nervoso e acelerado, que se conduzia muito mal em portugal o que não deixando de ser verdade é só e meia verdade, aproveitar ao máximo todos os minutos, diz a frase sublinhada, ao lado a informação que na ilha o tempo está bom, a ilha madeira ao lado de nova Iorque

Olho helena mais uma vez, deixo repousar meu olhar em seu olhar, meu coração pensa e espera que não seja a helena de tróia, que seja só helena do amor sem guerra, olho o anel a seu lado, o selo do ceu reflectido na terra em fundo negro, na pulseira , o selo aberto, é preso por uma travessa tripla, ao pescoço, se encontra dentro do circulo que é esfera sem o ser

Noites em branco, folia no areal, parque chateaux no alentejo diz-se tapada de chaves, quem diria

No clube antigo do norte da feitoria inglesa, o lema antigo da tradição Real, honi soit qui mal y pense, recordo-me eu de passar mais de uma noite a pensar neste mote, quando a primeira vez nele me pus a pensar, já lá vão muitas luas, creio ter sido uma noite em casa da clara andermatt, com ela creio ter partilhado o que em parte me fazia pensar

Olho-vos e amo-vos e me deixo assim de mansinho a amar amá-la, e penso em meu botão, parece-me que tenho de vos agradecer, bela senhora, que já morais em meu coração, sabereis vós o que eu tambem sei, que sim, novas descobertas foram feitas e recordo que um dia tive uma mont blanc, me foi oferecida pela cristina coutinho, que depois trabalhou, assim creio com o carlos barbosa , no acp, ou será de escrever, no ac do p, que aqui em meu soletrar trás valor e tradução de talho, pois estava eu um dia no jardim dos quatro cantos do mundo, a aprender a soletrar e me perguntava , qual o valor de p, de p sozinho, que me ia aparecendo quando punha a faca nas letras que se iam escrevendo, e naquele momento passou, uma carrinha com o dizer, ponto vinte e três e me recordei no imediato da cadeia de talhos que aqui existe, e que trazem o mesmo nome, a mesma única letras p, e me recordei da primeira vez que o vira há muita luas e de ter ficada a olhar e me ter dito, que estranho nome, e naquele momento no jardim, assim encontrei e me foi dada a interpretação do valor de p em meu soletrar, quanto as letras são minhas ou mesmo o soletrar, é quase como tocar piano

E ouvi mais uma vez em dia recente pelo espirito, o paraíso tem um preço, na verdade sempre ouvi este dizer ao longo do tempo sem tempo, como se o paraíso tivesse necessariamente que ter um preço para lá chegar, e acresço que o preço que falam nessas vezes que assim o ouvi, em bora nem sempre o digam em forma clara, é um preço em sangue é à medida em que mais sei ou penso mais saber, ou que mais me esqueço do que me ensinaram e mais de mim me recordo, que esta conversa é negra em seu tom, trás em si, e é em si, uma máscara para acertos de contas e contas acertadas pela calada em noites de facas brancas, que são noites que eu nunca, gostei

Prefiro pensar que o paraíso tem um preço se os seres forem burros e fizerem asneiras, o que nas vezes acontece, mas nunca me pareceu que seja obrigatório que assim seja, como poderia ser, se o paraíso é o viver em paz, chegar-se-ia à paz fazendo a guerra, ainda com o sangue pingando das mãos, qu estranha forma de Nele entrar, sendo que sempre Nele se Está. Pois Ele Aqui É

Recordo em pequenino me terem falado do reencontro com os que já se foram e de ter respondido a quem mo perguntou, uma mesma resposta que anos mais tarde encontrei já dada por um pensador, se todos voltassem à esta terra em corpo, onde se punham, não cabiam, assim respondi, depois de calcular em rápido quanto se foram em corpo desde sempre, desde que abel matou a caim

Mesmo resolvendo a questão da abundância, ou seja fazendo da casa lugar da abundância e não de miséria como é hoje, como caberiam os corpos de todos

às camadinhas como massa folhada, adquirindo cada um par de asas, ou mesmo sem elas, aprendendo a voar com o próprio corpo, ou seja levando o corpo tambem no voo, talvez seja uma possibilidade

às cama din h as co mo massa fo l h ad a, ad q u i rin do c a d a um par de a sas, o u me s m o se m e l as, ap ren den d o a vo ar com o pr ó prio corp o, o u seja l eva n d oo corp o tam b em no vo o, t al vez seja u ma ps o si bil i dad e

Depois das vezes em que nisto foi pensando, pensei, se calhar esta ideia só pode acontecer quando tivermos mais do que uma morada no universo, talvez seja necessário primeiro encontrar outro ou outros planetas em que possamos viver, para que tal se possa concretizar, e ainda em dia recente se deram largos passos que vão permitir a exploração de regiões mais distantes, portanto é provável que eles aparecem em breve

De po is das v e ze s em q ue ni s to f o i p en san d o, p en sei se ca l h ar es t a id e ia s ó p ode ac on te ce r q ua n do t ive r mo s maior is do q ue u ma mor ad a no uni v e r s o, t al v e z seja ne ce s sá rio pr i me i ro en c on t ra r o ut ro o u o u t ro s p l ane t as em q ue ps sam os v ive r, para que a t l se po s sa c on c r eti z ar, e a inda em dia re c en te se de ram l argos pa s sos q ue v ão pe r mit i r a ex p l o ração de re gi õ es maior is di s t ant es, porta n t o é pr ova v e l q ue e l as ap ar e ce m em br eve

E depois é preciso aprender a viajar até lá e ter as naves, ou não, para o fazer

E d e p o is é pr e c is o ap ren d e r a v ia j ar at é l á e ter as n av e s, o u n ão, para o f az e r

Gostava eu de nisto meditar e encontrar uma resposta, mas para que isso aconteça, que se faça primeiro a paz no mundo, pois em guerra não há tempo para descobrir estes assuntos, talvez quando minha amada chegar, com um beijo no coração um desejo casado com uma vontade, se faça num momento assim acontecer

G os t av a eu de ni s to me di t ar e en c on t ra r uma r es po sta, ma s para q ue is s o ac on te ça, q ue se f aç a pr i me i ro a p z no m un d o, po is em guerra n ão há te mp o para d es co br i r es t es as s un t os, t al vez q ua n d o min h a am ad a che g ar, com um bei jo no coração um de se jo c asa d o com u ma von t ad e, o f aç a n um moe mn t o as s im ac on te ce r

A Israel e à Palestina reafirmo o que já disse anteriormente, se houver problemas de espaço, de terra, serão bem vindos os que quiseram aqui se fixar, bem vistas as coisas ambos os povos, tem uma coisa comum, ambos sempre viajaram, alias nenhum povo não é viajante, pois todos nascemos com pés, alguns mesmo com asas

A Is ra e l e à Pa l es tina rea f i r mo o q ue j á di s se ant e rio r men te, se h o u v e r pr ob l ema s de es paço, de terra, se rão b em vi n d o s os q ue q ui se ram aqui se f ix ar, b em vi st a s as co i as s am bo s os p ovo s, te m u ma co isa co mum, am bo s se mp re vaia j a ram, a l ia s ne n hum p ovo a is t o es capa, po is t odo s na s ce mo s com p és, al gun s me s m o com a sas

Sabe Amada Senhora Raquel, ainda ontem num jornal, a Amada Senhora que a Convidou, me apareceu numa foto ao lado de mário soares, vinha ela com o que me pareceu ser um punho fechado e cerrado como quem me queria bater, penso eu que pensará ela que tem razões à luz do que acabei de sobre ele publicar

S abe Am ad a S en h or a Ra q eu l, a inda on te m n um jo rn al, a Am ad a S en hor a q ue a C on vi d o u, me ap ar e ce u n uma f oto ao l ad o de má r io s o ar es, vin h a e l a com o q ue me pa e re c u ser um p un h o f e ch a d o e ce r r a do co mo q eu m me q eu r ia b at e r, p en s o eu q ue p en as rá e l a q ue te m ra z õ es à l uz do q ue ac abe i de s o b re e l e pub li car

Ah Amada de novo as amazonas a me fazerem guerra, um titulo mesmo disso dava conta, as amazonas contra o super homem, que será certamente um nome de um filme qualquer desta gente perversa que vai louca

A h Am ad a de n ovo as am a zo n as a me f az e r em guerra, um t it u l o me s m o di s s o d av a c on t a, as am az o n as c on t ra o s up e r h o mem, q ue se rá certa e mn te um no me de um fil me q ua l q eu r d es t a g en te pe r v e r sa q ue vai l o u ca

Era eu pequenino, amada, não muito menos do que agora e as conheci um dia através do fantasma, recordas-te, aquele rapaz que tinha uma mascara e combatia os malvados a murro, e tinha um anela com uma caveira que ficava marcado nas faces dos malvados a quem ele batia, pois mesmo tendo dois coldres negros à cintura, usava preferencialmente os murros que eram muito fortes, e depois mais ou menos nesse tempo ,a apareceram as belas amazonas, Oh amada como eram belas, cabelos compridos solares, belas grandes e esguias pernas, com umas mini saias de pele , grandes decotes, montavam a cavalo e disparavam o arco ao mesmo tempo, depois voltei a página, e o amor logo sofreu, me davam conta que as amazonas, matavam os filhos varões à nascença, e depois pensei , que assim para além de tudo não podiam mesmo existir e que se calhar se existissem etão teriam que vir de um outro planeta ou coisa parecida, hoje de vez em quando, aparecem umas, que matam os filhos e os põem em arcas congeladoras, como se viu em frança e outros lugares, mas se as amazonas não são muitas a assim o fazer, o que as amazonas nos falam é de outra coisa, uma morte simbólica relativa aos seus varões, um comportamento maternal que os atrofia ou sendo mais claro e mais bruto, como que os capa, lhes tenta retirar o seu lado masculino, que tambem está sempre presente na senhora, e que por assim ser o escamoteia a si mesma, se pensar-mos bem até se percebem as razões para esse acontecer, pois os homens tem sido muito brutos ao longo do tempo sem tempo, na mais das vezes talvez mesmo mais que as senhoras

E ra eu pe q eu nino, am ad a, n ão mu it o m e n os do q ue agora e as c on h e c i um dia at rav és do fantas ma, record as inglês te, aquele ra ap z q ue t in h a uma mas cara e c om bat ia os m al v ad os a m ur ro, e t in h a um a nela com uma ca v e i ra q ue f ic av a mar c ad o nas faces dos m al v ad os a q eu m e e l ba t ia, po is me s m o te
n do do is c ol dr es ne g ro s à c on t ur a, u s a v a pr efe ren cia l men te os m ur ro s que e r a m mu it o f o r t es, e d ep o is maior is ou m en os ne s se te mp o ,a ap a r e ce ram as be l as am a z o na s, o h am ad a co mo e ram belas, cab e l os c o m p rid os s o l ar es, belas g ran d es e es gui as pe rna s , com umas mini s aia s de pe l e , g ran d es de c ot es, nm o nat v am a c av a l o e di spa ra v m o arco ao me s m o te mp o, d ep o is vo l tei a pá gina, e o amo r l o g o s o f r eu, me d av am c on t a q ue as am az o na s, mat a v am os fil h os v a r õ es à na s c en ç a, e d ep o is pensei , q ue as s im para a l ém de t u d o n ão po d i am me s m o ex is tir e q ue se c al h ar se ex is t is se m e tão teri am q ue v i r de um o u t ro p l ane t a ou co isa para cid a, h oje de v e z em q ua n d o, ap a r e ce m u ma s, q ue mat am os fil h os e os p o e m em ar ca s c on ge l a d o ra s, co mo se vi u em frança e o u t ro s l u g ar es, mas se as am az o na s n ão são mu it as a as s im o f az e r, o q ue as am az o na s no s f al am é de o u t ra co isa, uma morte s im bo li ca r e l at iva aos se us v a r õ es, um co mp orta mn e te mat e r n al q ue os at ro fia ou seno d maior is c la ro e maior is br ut o, co mo q ue os c ap a, l h es ten t a r eti r ar o seu la d o ma s c u lino, q ue tam b em es t á se mp re pr e s en te na s en hor a, e q ue por as s im ser o es cam o t e ia a si me s ma, se pensar inglesa onze mo s b em at é se pe rc e b em as ra z õ es para es ss e ac on te c e r, po is os h o m en s tem sid o mu it o br ut os ao l on g o do te mp o se m te mp o, na maior is das v e ze s t al vez me s m o maior is q ue as s en hor as

Sabes amada em dia recente comprei umas laminas de barbear e depois de fazer a barba, reparei como ela ficara muito bem aparada, e olhei com atenção o aparato e reparei que aquilo tem para aí umas cinco laminas, e que assim sendo não à pelinho que resista, ou seja se tal já fora possível há muitos anos ou décadas atrás, porque só agora assim aparecia, e se vir aqueles três belos rapagões que aparecem no anuncio, e lhes vir as almas os vejo tambem docinhos, ou seja penso, que o facto destas laminas existirem é sinal profundo que os homens estão mais doces, tambem eles querem sempre o que todos querem, a doçura

S abe s am ad a em d ia r e c en te co mp rei u ma s lami n as de bar bear e d ep o is de f az e r a barba, r ep a rei co mo e l a f ica ra mu it o b em ap a ra d a, e o l hei com a ten ção o a par at o e r epa rei q ue aquilo te m para aí u ma s c in co l ami na s, e q ue as s im s en d o n ão à pe l in h o q ue r e sis t a, o u seja se t al j á f o ra po s s ive l h á mu it os anos ou d e c a d a at rá s, po r q eu s ó agora as s im aa pr e cia, e se v i r a q eu l es t r ês be l os ra pa g õ es q ue pa ar e ce m no a nun cio, e l h es v i r as al ama s os v e jo tam b em do cin h os, o u seja p en s o, q ue o f ac t o d es t as l ami na s ex is tir em é sin al pr o f un d o q ue os h omens es t ão maior is d o c e s, tam b em e l es q eu r em se mp re o q ue t o d os q eu r em, a doc ç ur a

Em dia recente na televisão passou um documentário, onde uma senhora ruiva falava com grande paixão e a zanga e o não perdão morava ainda seu peito, eu olhava-a e via-lhe a beleza e via-lhe a enorme zanga.

Em dia r e c en te na tele visão pa ss o u um doc u men t á rio, onda uma s en hor a rui v a f al av a com g ra n de paixão e a z na g a e o n ão pe r dão mor av a a inda s eu pei t o, eu ol h av a inglesa a e v ia inglês l he a beleza e vi a inglês l he a eno r me z ab g a.

Perdera seu marido numa ocupação de terras, acontecimento recente,

Pe r d e ra s eu mar id o n uma o c up ção de ter r a s, ac on te cimento r e cen te,

Essas terras que foram agora ocupadas, foram antes tambem ocupadas, ocupadas pelos que agora foram expulsos e geralmente sempre que assim no mundo aconteceu, houve mortes, sangue e dor

Es sas te r ra s q ue f o ram agora o c up ad as, f o ram ant es tam b em o c up ad as, o c up ada s pe l os que a g o ra m f o ram ex p u l sos e ge ra l e mente se mp re q ue as s im no m un d o ac on teceu, h o u v e nm o r t es, san g ue e d o r

Geralmente a terra volta a quem em primeiro lá nasceu, mesmo que tal só aconteça passado muitos anos, décadas ou mesmo séculos e se assim é o que parece ser a regra, o melhor mesmo é não ocupar terra alheia, o que já é uma ideia estranha, pois a terra tem-nos a todos, e esta ideia de termos a terra é fruto de visão mal medida e invertida no ver do tamanho das coisas da vida e prova da arrogância de quem assim vê, e é verdade que assim tem sido

Ge ra l e mn te a te r ra vo l t aa q eu m em pr i me i ro l á n as ceu, me s m o q ue t al s ó ac on teça passado mu it os a no s, de c ad as ou mes mo sec u l os e se as s im é o q ue par e ce ser a r e g ra, o me l h ro me s m o é n ão o c u par te r ra al h e ia, o q ue j á é uma id e ia es t ra n h a , po is a te r ra te m inglesa no s a t odo s, e es t a id e ia de te r mo s a te r ra é fr ut o de visão m al me d id a e in v e r t id a no ver do t am an h o d as co isa da v id a e pr ova da ar ro gan cia de q eu m as s im v ê, e é v e r da d e q ue as s im te m sid o

Nesta história há dores antigas e dores mais recentes e a contagem dos irmãos que se matam, para ser bem feita deve ser sempre feita a contar do primeiro, a diferença estabelece-se no grau da violência com que a cada vez ocorre, e no tempo em que aconteceu, no tamanho e consistência da cicatriz, na memória , no esquecimento e no sentido de vingança, ou na razoabilidade de solucionar as percas por meios que não sejam o mesmo do mesmo que já se passou

Ne st a h is t ó r i a h á d o r es ant i g as e d o r es maior is r e cen t es e a c on t a ge m do sir mãos q ue se mat am , o a ra ser b em f e it a d eve ser se mp r e f e i ta a c on t ar do pr i me i ro, a difer en c ç a es t abe l e ce inglesa se no g ra u da vi o l en cia com que a c ad a v e z o co r r e, e no te mp o em q ue ac on te ceu, no tam a nn g o e c on sis t en cia da c ica t r i z, na me mo r ia , no es q eu cimento e no s en t id o de vi n gan ç a, o u na ra za bi l i dad e de s o l u cio n ar as pe rca s por mei os q ue n ão se j am o me s m o do me s m o q ue j á se pa s s o u

Uma conferencia está para se realizar, aqui o governo oscila entre uma questão, um homem que representa o pais que primeiro ocupou e agora foi despojado disse, se o homem do pais que retomou as terras vier eu não venho, ambos são importantes de vir como todos os outros que devem vir, isto se a reunião servir para coisa real e concreta e não ficar em blá blá de coisa nenhuma

U am c on f e ren cia es t á para se real iza r, aqui o g o v e r mo os cila en t re uma q eu s tão, um home q ue r ep r e s en t a o pa is q ue pr i me i ro o c up o u e agora f o i d es p oz ad o di s se, se o home do pa is q ue r e tom o u as te r ra s vi e r eu n ão v en h o, am b os são im porta n t es de vi r co mo t odo s os o u t ro s q ue d eve m vi r, is t o se a reunião se r vi r para co isa rei as e c on c rey as e n ão f c ia r em b l á b lá de co isa n en h uma

Pois em verdade se sabe que plano já existe há longa data , e assim sendo o que tem faltado e a vontade e acção em o concretizar

Po is em v e r da d e se sabe q ue p l ano j á ex iste h á l o n g a d at a , e as s im s en d oo q ue tem f al at ad o e a von t ad e e ac ç ão em o c on c r et i z a r

Não se obriga ninguém a vir ou a não vir, e cada um em sua casa tem o direito de franquear ou não a sua porta a quem chega com anúncio ou sem anúncio, se se pensar que a casa termina nas paredes de cada um, e que quando assim tem sido parece não dar muito bom resultado

N ão se ob riga ni n g eu m a vi r o u a n ão vi r em bora c ad a um em sal c asa ten h a o di rei t o de fr an q eu ar o u n ão a s ua porta a q eu m ch e ga com a n un cio o u se m a n un cio, se s e p en s ar q ue a c asa te r m ina nas pa red e s de c ad a um, e q ue q ua n d o as s im te m sid o, par ce n ão d ar mu it o bo m r e s ul t ad o

Poderia o homem que representa o pais mais recentemente ofendido, aproveitar a oportunidade para falar olhos nos olhos com a presença a volta de muitos que não tem a ver directamente com a questão, de tudo o que lhe vai na alma e quem sabe assim começar a cicatrizar a ferida e talvez mesmo encontrando formas de compensação, contudo sabemos que o pais que retomou suas terras, está na miséria e que tal só poderá ter substância real daqui a alguns largos anos, o que não impede que assim se faça, e se calhar esse país apresentará tambem a sua factura e quando se compararem as duas, o preço ser mais ou menos ela por ela, e decidam ambos com todos os outros começar de novo, como se começassem do zero

P ode r ia o homem que r ep r e senta o pa is maior is r e c en te ente o f en d id o, ap ro v e it ar a oport u n i dad e para f al ar o l h os no s o l h os com a pr e s en ç aa vo l t a de mu it os q ue n ão te m a v e r di rec t am en te com a q eu s tão, de t u d oo q ue l he v a i na al ma e q eu m sabe as s im co me ç ar a cic at r iza r a f eri d a e t al vez me s m o en c on t ra n do f o r ma s de co mpe n sa ção, c on t u d o sabe mo s q ue o pa is q ue r e tom o u s ua s te r ra s, es t á ma misé r ia e q ue t al s ó p ode rá ter s ub s t ân cia real da q eu i a al gun s l argo s a no s, o q ue n ão im pede q ue as s im se f aç a, e se c l a h ar es se pá is ap r e sem t a rá tam b em a s ua f ac t ur a e q ua n d o se co mpa ra r em as du as, o pr e ç o ser ´ maior si ou m en os e l a por e la, e de c id am am b os com t o d os o s o ut ro s co me ç ar de n ovo, co mo se co me ç as s em do z ero

Depois existe um problema comum a todos no mundo, que é os cidadãos andarem muitos afastados dos mecanismos políticos e existe tambem uma coisa que se chama de televisão, rádio e Internet

De p o is ex iste um pr o b l ema co m um a t o d o s no m un d o, q ue é os cid a dão s anda r em mu it os a f as t a d ao s dos meca ni s m o s po l it i co s e ex iste tam b em uma co isa q ue se chama de tele visão, rá di o e in te r net

Seria um excelente acto pedagógico que uma conversa sobre este tema entre diversos pudesse ser feito em directo para o mundo inteiro, terão os senhores que dizem dirigir os assuntos públicos a vontade, para não perguntar outra coisa para o fazer e terão a inteligência de fazer desta oportunidade um exemplo e um acto de boa vontade e um acto de pedagogia ou prefirá um que muitos representa ficar de costas ao outro que tambem muitos representa de costas voltadas, talvez os outros todos lhes virem tambem as suas, o que não levaria a grande lado

S eri a um ex ce l ente ac t o ped a g o gi co q ue uma c on v e r sa s ob r e este t ema en t r e di v ero s p u de s se s e r f e it o em di rec t o para o m un d o in te i ro, te r ão os s en hor es q ue di ze m di r i gi r o s as s un t os pub li co s a von t ad e, para n ão pe r g una t r o ut ra co isa para o f az e r e t e rão a in te li g ên cia de f az e r de sta oport uni dad e um ex e mp l o e um ac t o de boa von t a de e um ac t o de pe da g o g ia o u pr efe rá um q ue mu i t os r ep r e s en t a f i car de co a st as ao o ut ro q ue tam b em um it os r ep r es neta de co as t as vo l t ad as, t al v es z o s o ut r o s to do s l h es vi r em tam b em as s ua s, o q ue n ão l eva raia a g ra n d e l ad o

Tambem é possível, fazer uma coisa com estas tecnologias, que é em tempo real as pessoas do mundo que a elas tiverem acesso, votarem no que acham dever ser a solução, parece-vos interessante, ou os senhores dirigentes, preferirão refugiar-se nos seus castelos de marfim e ficarem a ver ruir aquilo que chamam de sistemas democráticos de governo e de representação democrática e coisa e tal

Tam b em é po s s ive l, f az e r uma co isa com es t as tec no l o g i a s, q ue é em te mp o real as pe s s o as do m un d o q ue a e l as t ive r em ac e s s o, v o t a r em no q ue ac ham d eve r se r a s ol u ç a õ, par e ce inglês vo s in te r e s san te, o u os s en h o r es di rig ten t es, pr efe r i rão r e f u gi ar inglesa se no s se us castelo s de mar i fn e f cia r em a v e r rui r a q eu i l o q ue ch a m a m de s us t ema s demo c ra t i co s de g o v e r no e de r ep ren s t a ç a õ demo c rá t i ca e co isa e t al

Existe ao que parece um argumento de alguns representantes de países europeus que nesse outro pais africano existe um defecite de democracia e perseguições e falta de liberdade, também aqui se passa um mesmo, afirmo eu, que me trazem meu filho raptado vai para dois anos e ninguém me garante a justiça, por outro lado dois milhões de pessoas passam miséria e fome no Darfur porque não se consegue tomar conta nem conter os contentores e um mesmo parecido se passa em outros lados e já se falou da necessidade de tribunais e de colaboração ao nível militar, e uma base de consenso baseado no respeito já foi alcançada, está na altura de a desenvolver,

Ex iste ao que par e ce um ar gum en to de al gus n r ep r es neta n t es de pa i se s eu ro pe us q ue ne s se o ut ro pai s a f r i cano ex iste um d efe c it e de demo c ra cia e pe r se gui ç õ es e f al t a de liber dad e, tam ben m aqui se passa um me s m o, a firmo eu , q ue me t ra ze m me u fil h o ra pat d o v a i para do is a no s e nin g eu m me g a ra n te a j us t i ç a, por o u t ro l ad o do si mi l h õ es de pe ss o a s pa s sam mise r ia e f o me no d ar f ur por q ue n ão se c on se g ue tomar c on t a ne m c on ter os c on tem t ad o r es e um me s o par e cid o se passa em o u t ro s l ad os e j á se f al o u da necessidade de t rib una si e de c l a o bora ção ao ni v e l mil i t a r, e uma b ase de c on s en s o ba sea d o no r es pei t o j á f o i al ac an ç ad a, es t á na al t ur a de a d e s en volver,

Ainda agora com a coxa , na melhor das hipóteses, que tenho duvidas a atender ao que veio a lume sobre quantias associadas a adopção das crianças a questão se colocou, quando o pais dos que prevaricaram queriam julgá-los nos seus países e não no pais do acto, e a resposta foi justa, bastou relembrar que tal não se passa no inverso, e contudo é preciso garantir condições de vida normais a milhões de crianças no continente, e parar de deixar de matar onze mil por dia!

A i d n a g a o r a c om a co x a , na me l hor das hipo ist es, q ue ten h o d u v id as a a t en d e r ao q ue ve i o a l u me s ob r e q ua n tias as soci ad as a dp ção das cir n ç as a q eu s tão se co lu c o u, q ua n d oo pa is do s q ue pr eva rica ram q eu r iam j u l a g do s no s eu pa is e n ão no pa is do ac t o, e a r e ps os t a f o i js us t a, ba s t o u r e l em br ar q ue t al n ão se passa no in v e r s o, e c on t u d o é pr e c is o g a r a n t ir c on di ç õ es de v id a no r mna si a mi l h oe s de c rian ç as no cont i ne te, e pa r ar de d e ix ar de mat ar on ze mi l por dia e x c l am ção

Portanto esta questão tem que ser abordada, e eu já vos expliquei o que sobre ela pensava e ao que parece em saco roto, mais uma vez caiu e o problema é que o saco está cheios de remendos e é muito apertadinho para muitos, muitos, portanto se não trazem em si tendências de autodestruição colectiva deveriam pensar muito bem em como resolver e rapidamente a questão, que é simples, garantir comida, agua e saúde nos sítios onde ela não há e vivem, ou melhor morrem em barda, Gentes, sobretudo crianças, que não há desculpa, ou esqueceram-se definitivamente que são pais, e do que é sê-lo

P orta n to es t a q eu s tão te m q ue ser ab o rda d o, e eu j á vo s ex p li q eu i o q ue s ob r e e l a pen s av a e ao que par e ce em s ac o r to maior is uma v e z ca i ue oo pr o b l ema é q ue o s ac o es t á che i os de re men d os e é mu it o ap e rta din h o para t odo s, porta n to se n ão t ra ze m em si ten den cia s de au to d es t rui ção cole c t iva d eve r iam p en sar mu it o b em e m co mo r e sol v e r e ra pi d am ente a q eu s tão, q ue é s im p l es, g a ra n tir co mida, a g ua e sa u d e no s siti os onda e l a n ão h á e vi v em , o u me l hor mor r em e m ba r da, g en t es, s ob r e t u d o c r ian ç as, q ue n ão h á d es c u l pa, o u es q eu ce ram inglesa se d efe ni t iva mente q ue são pa is, e do q ue é sê inglês l o

Ah belíssima senhora amada, de olhos azuis como ceu claro, que me tornou a passar perante os olhos em forma fugaz, como sempre, que pena trago eu, e o filme a isso ajuda, quando se começa a ter a alegria de poder observar as belas perinhas, existe um salto no espaço e a senhora entra no quarto despojada dos diamantes e coisas que tais e cheia de amor em seu puro coração a quem nós pressupomos lá estar a bem recebê-la, desta vez, ouvi o choc, ou algo assim em som, do colar a cair ao chão quando vem ainda de frente a caminhar, sabe bela menina senhora que deve ter tido uma bela e livre juventude, falando pata ai uns sete dialectos, a andar a pular e correr nos meio das pradarias, trepando pelas arvores acima, e trazendo como amigos belos cães, em cima da minha mesa está uma cartinha que já recebi há umas luas com um homem e um menino a sorrir, e eu que lá me sento todos os dias, assim os vejo a sorrir para mim e para eles sorrio e diz assim em suas letras, escolas para a África, construir e recuperar quatro mil escolas , fornecer material escolar, livros, cadernos e canetas, formar trinta e cinco mil professores, instalar agua potável e sanitários em mil e oitocentas escolas, permitir que dois milhões de crianças frequentem a escola, na Eritréia, no Ruanda, em angola , no Malawi, em Moçambique, no Zimbabwe e na África do sul

A h b e l í s s ima s en h o ra am ad a, de o l h os az u is co mo c eu c l ar o, q ue me tor no u a pa s s ar pe ra n te os o l h os em f o r ma f u g az, co mo se mp re, q ue pe na t r a g o eu, e o fil me a is s o ajuda, q ua n d o se co me ç a a te r a al e g r ia de p ode r ob serva r a s be l as pe r in h as, ex iste u m sal t o no es paço e a s en h o ra en t ra no q ua r to d es p o j ad a do s dia man t es e co i sas q ue t a is e che ia de am o r em se u p ur o coração a q u e m nó s pr es s up o mo s l á es t ar a b em rec e b ê inglesa l a, d es t a v e z, o u vi o ch o c, o u al g o as s im em s o m, do co l ar a ca i r ao ch ão q ua n d o v em a inda de fr ente a ca min h ar, sabe be l a me nina s en h o ra q ue d eve te r t id o u ma be l a e li v r e j u v en t u de, f a lan d o p at a a i un s set e dia l e ct o s, a anda r a p u l ar e cor r e r no s mei o da s pr ad arias, t r e pan d o pe l as ar v o r es ac i ma, e t ra zen d o co mo ami g os b e l o s c ã es, em c i ma da min h a mesa es t á uma c art in h a q ue j á r e cebi h á u ma s l ua s com um homem e um me nino a s o r r i r, e eu q ue l á me s en t o t o d o s os di as, as s im os v e jo a s o r r i r para mim e para e l es s o r rio e di z as s im em s ua s l e t ra s, es col as para a fr ica, c on s t rui r e r e cup e ra r q ua t ro mi l es co l as , f o r n e ce r mat e r i a l es co l ar, li v ro s, ca d e r no s e can eta s, f o r mar t r in t a e c i n co mi l pr o f e ss o r es, ins t al ar a g u a pot ave l e s ani t á rio s em mi l e o it o c en t as es c o l as, pe r mit i r q ue do is mi l h õ es de c r ian ç as fre q u e n te m a es co l a, na eri t rei a, no r ua n d a, em an g ola , no m al a w i, em mo ca m bi q ue, no zi m ba b ué e na a f ric a do s u l

Depois conta que no Ruanda mais de seiscentas mil crianças perderam seus pais durante o genocídio em mil novecentos e noventa e quatro, que no Zimbabwe, a sida deixou órfãos quase um milhão de crianças e por ai fora que as desgraças são imensas e não conhecem fronteiras, nem trazem passaporte nem tem governo

D ep o is c on t a q ue no r ua n d a ma si de seis c en t as mi l c r ian ç as pe r de ram se us pa is d ur an te o g eno cid io em mi l no v e c en t os e no v en t a e q ua t ro, q ue no zi m babu é, a sida de ix o u o r f ã os q u ase um mil h ão de c r ian ç as e por ai f o ra q ue as d es g ra ç as são i m en sas e n ão co n he c e m fr on te i ra s, ne m t ra ze m pa ss ap o rte ne m te m g o v e r no

Depois diz que vinte e cinco euros permite fornecer canetas e cadernos e material didáctico a cinco alunos no Ruanda, que cinquenta euros, cobrem os custos de quatro quadros de grandes dimensões para quatro salas de aula no Zimbabwe, que com oitenta euros custeamos as matricules e propinas de duas crianças órfãs no Malawi, e que cento e setenta permite adquirir um kit escola para duas inteiras turmas na Eritréia, e que trezentos e cinquenta euros é o custo de uma bomba manual para um poço em Moçambique

D ep o is di z q ue vi n te e c in co eu ro s pe r mit e f o r n e ce r can eta s e ca d e r no s e mat e r ia l di d aá tic o a c in co al uno s no r ua n d a, q ue c in q u e n t a eu r o s, co br em os c us t os de q ua t ro q ua dr os de g rand es di men s õ es para q ua t ro sal as de au l a no zi im b a b u é, q ue com o it en t a eu r o s c us tea mo s as mat ric u l es e pr o p ina s de du as c r ian ç as o r f ãs no mala w i, e q ue c en t o e set en t a pe r mit e ad q u i e i r um k it es co l a para du as in te ira s i t ur ma s na rei t rei a, e q ue t r e zen t os e c in q u en t a eu ro s é o c us t o de uma bo mba man ua l para um p o ço em mo cam bi q ue

Sabes minha amada, não vem o senhor gordon brown, que eu gosto muito de ver ao longe pois não o conheço ao perto, assim que me recorde, tem boa cara e parece ser um homem de trato gentil , doce e suave, hoje ou ontem num jornal estava a sua fotografia bem como a do fernando rosas, eram parecidas, bem como em dia mais anterior a do papa era parecida a da vanessa que se foi no lago, eu quando para mim pronuncio gordon brown, lembro-me da valsa do stranglers em cravo bem temperado, pois o jamaica fechava sempre a noite madrugada com ela e te posso em certeza dizer que a dançamos de mil e uma maneiras infinitas, e que cada vez que a oiço ainda se me põem os pelinhos em pé mas se não vem ele vem uma senhora condessa, que creio tambem não ter ainda o prazer de conhecer, se precisarem de ajuda é só telefonar ou bater à porta, eu por mim ficava feliz se um dos senhores ou senhoras que tiver trazido um arco a mais que se pudesse mo oferecesse, é que o que eu trouxe da Aldeia Maconde está partido e quando atiro flechas é com o braço, tipo lança, mas tambem não deixa de acertar, inteligente a escolha de kadafi do local para montar a tenda, é um belo forte cheio de histórias antigas, eu gosto dele, mas ainda gosto mais do mais pequenino um bocadinho mais a frente quando for a caminho do oriente, é amarelo por fora, mas tambem a minha tenda deve ser bastante mais pequenina que a sua, isto é se não pensar-mos que um bom nómada dorme sobre as estrelas e gosta sempre da sua companhia

S ab es min h a am ad a , n ão v em o s en hor g o r don br o w n, q ue eu g o s to mu it o de v e r ao l on ge po is n ão o cn he ç o ao ap e r to, as s im q u e me record e, t e m boa cara e par e ce ser um homem de t rato g en til , do ce e s u ave, h oje o u on te m n um jo r n a l es t av a a s ua f oto g ra fia b em co mo a do g f e ra n d o ro sas, e ram par e cid as, b em co mo em d ia ma is ant e rior a do pap a e ra par e cid a a da v a e s sa que se f o i no l a g o, eu q ua n d o para mim pr o n un cio g o r don br o w n, l em b r o inglesa me da v al sa do s t ra n g l e r s em c r av o b em te mp e ra d o, po is o j am a i ca f e ch av a se mp re a no it e madruga d a com e l a e te p osso em c e r t e za di ze r q ue a dan ç am os de mi l e u ma mane i ra s in f i ni t as, e q ue c ad a v e z q ue a o i ç o a inda se me p oe m os pe l i n h os em pé, ma s se n ão v em e l e v em u ma s ne h o r a c on d e s sa, q ue c rei o tam b em n ão ter a inda o p r az e r de c on h e ce r, se pr e c isa r em de ajuda é s ó tele f on ar o u bate r à porta, e u por mim f ic a v a f e l i z se um dos s en h o r es ou s en h o ra s q ue t ive r t ra zi d o um ar co a ma is q ue se p u d e s se mo o f e re ce s se, é q ue o q ue eu t ro ux e da Al de ia M ac onde es t á par t id o e q ua n d o at i ro f l e ch as é com o br aç o, t ip o lan ça, ma s t am b em n ão de ix a de ac e rta r , ine li g en te a es co l h a de ka d a f i do l o ca l para mo n t ar a ten d a, é um b e l o f o r t e ch e i o de h si t ó r i a s ant i g as, eu g o s to de l e, ma s a inda g os tio ma is do mais pe q eu nino um bo ca din h o ma si a fr ente q ua n d o f o r a ca m in ho do ori ente, é am a r e l o por f o ra, ma s tam b em a min h a ten d a d eve ser ba s t ante ma is pe q eu nina q ue a s ua, is t o é se n ão p en sar inglesa mo s q ue um b o m nó mad a d o r me s o br e as es t r e l as e g os t a se mp r e da s ua co mpa n h ia

Espero que a cimeira que agora decorre em lisboa, seja um sucesso para todas as partes, e que se lance e se faça o futuro hoje, de forma sustentável e sustentante , para que a partir de hoje se faça a contagem das crianças que se vão pelas misérias varias ao contrário do que se tem vindo a fazer, para trás, assim, hoje salvaram-se mais..., até ao dia em que estejam todas salvas e todos os pais do uno mundo se possam dormir todas as noites descansadas sem guerras e guerreares e que se olhando pelas manhãs aos espelhos possam com orgulho assim se dizer a si mesmo, somos bons pais, cuidamos da una casa e dos unos filhos

Que Sejam Todos Bem Vindos e a Festa Rija e Com Bons Motivos Para Isso
Bem Hajam

Deus a todos o dirá, sendo um dito um feito

quadrado serpente homem gato da w do duplo yy primeiro

kapa do w x y da dupla dor da cruz
Ah minha amada perguntava em dia recente ao vento e a meu coração e ao coração, se minha amada não moraria nos antípodas de mim, salvo seja de mi, mais do local onde no redondo que tambem és e habitas estás, e depois logo de seguida o sincronismo de um dedo amigo num globo o apontou, não era bem no exacto a posição antípoda, um bocadinho mais ao lado, ali para as bandas do reino do prestes joão, que minha amada para lá estaria a ajudar e certamente a buscar o quinto império, que a ajuda lhe mora no sangue e no peito e assim o é, não tenhas disso Amada, dúvida, aliás do que duvidar, sendo o Amor a Certeza, e o Certo e o Acertado que Acerta, e me acrescentou o pássaro do Amor que leva e trás as cartas de Amor aos Amantes, que estarias bem protegida, por um exercito de eunucos, e eu aqui que ninguém nos ouve, sorri, dizendo que bom e que pena, um riso de Amor Amada e sabes que o Porto em meu Peito Faz Tua Morada, fique a olhar-vos mais uma vez creio que a mesma fotografia de outrora , olho vosso ar pensativo e o sinto triste, Senhora , que pena que sois bela e a beleza é sempre coisa leve, assim vos sopro um bafo de amor, ah senhora que então no espirito ouvi, se me amas vem-me buscar, agarra-me e me deu vontade súbita de apanhar um vapor ali no cais, mas se assim vos olho e fico a olhar a pensar, leio tambem as letra que me desdizem a esperança, pois coração entregue é coração entregue e o respeito e o respeitar mora sempre em sua casa, mas tambem sei que não se deve acreditar em tudo o que se lê, pois muitos escrevem por véus ou mesmo com motivo pior, a seu lado aberto aqui em meu escritório, uma foto de um livreiro, curioso como sempre a vida, nesses dias ao ver antigas cassetes, dou com uma ai nessa livraria filmada, ainda me recorda da tarde solarenga que estava, e de como estranhamente lá dentro me senti, na creio primeira vez que lá entrava, eu e a filipa a filmar capas de livros do pai do david, para o triunfo do porcos, ou seria o documentário sobre os trinta anos de abril, na página anterior o querido marquês, com expressão traquina como muitas vezes o vejo e sento, e uma antiga ligação emerge em mim através de uma menina que passou pela latina europa há muitas muitas luas atrás, e que era doce docinha e depois algo que nunca bem percebi, lhe fez um dia mudar a opinião, e agora dei ao arrumar, conta de um papel, uma guia das finanças, toda furada, com dois cheques anulados, um para as dita casa dos ladrões, outro que estava passado em seu nome, o da menina que era assistente de produção, ou algo assim no género, trago eu um livro francês feito no palácio, que conta a história do gato, comprei-o naquela livraria francesa que infelizmente já fechou, que creio ser a única para alem da que está no instituto, e que era ali por detrás das avenidas novas, que o coração fica sempre um pedacinho mais triste cada vez que uma casa de livros desaparece, e me levantei para o ir encontrar, e quando vou a passar em frente à caixinha de onde sai a antena dois, o belo rapaz diz no fim da peça, canárias, o estranho é que me suou como canalhas primeiro, depois percebi, canárias como era, e me subiu no instante a história das canárias, a queda de meu filho, a casa do coronel, a história como o cavaleiro e a teresa, e me pergunto, Meu Deus, será a senhora, o elo deste pedaço da negra história, seria esse o olhar, pensativo e tingido de uma certa tristeza, que a faz ter presente em mim, aberta a revista, sua foto no campo dos meus olhos desde há dias, largos, ontem ou antes de ontem um moeda de dez cêntimos sobre a revista caiu, virei-a e vi que era a beatriz, caiu nas linhas que falavam de representante honorifico do título de ( de alvará reconhecido pelo Conselho de Nobreza em mil novecentos e setenta), D Manuel continua a ser convidado para as comemorações do nascimentos do seu ilustre antepassado no palácio dos marqueses de Pombal e Oeiras, por curiosidade , um belo torrão de predicados maçónicos, era mais ou menos esta a área do texto onde caíra de face para baixo voltada, a beatriz de dez cêntimos e quando lera a frase, ficara em mim a ressoar a estranheza aparente deste ultima quase enigmática frase

A h min h a am ad a pe r gun t av a em d ia r ee n te ao v en t o e a m eu coração e ao coração, se min h a am ad a n ão mor aria nos ant ip o d as de mim, s al vo seja de m i, ma is do l o c al onda no redondo q ue t am b em és e h abi t as es t ás, e d ep o is l ogo de se guida o sin c ro ni s no de um d ed o ami g o num g lobo o ap on t o u, n ão e ra b em no ex ac t o a p o si ç ã o ant i p o d a, um bo ca din h o ma is ao l ad o, ali para as ban d as do rei o no do pr es t es jo ão, q e ue min h a am ad a para l á es t a raia a ajuda r e ac e rta mente a b us car o q u in to império, q ue a j u d a l he mor a no s n g ue e no pei t o e as s im o é, n ão ten h as di s s o Am ad a, d ú v id a, al i ás do q ue d u v id ar, s en d oo Amo r a C e rte za, e o C e r to e o Ac e rta d o q ue Ac e rta, e me ac r es c en t o u o pá s sa ro do Amo r q ue l eva e t rá s as c a rta s de Amo r ao s Am ant es, q ue es t a r ia s b em pr ot e gid a, por um ex e r c it o de eu n u co s, e eu aqui q ue ni n g ué m no s o u v e, s o r r i, di zen d o q ue b om e q ue p e na, um r i s o de Amo r Am ad a e sabe s q ue o Porto em m eu Pei t o F az T ua Mor ad a, f i q ue a o l h ar inglês vo s ma is u ma v e z c rei o q ue a me s m a f oto g ra dia de o u t ro ra , o l h o v o s s o ar pen sati vo e o sin t o t r iste, S en h o ra , q ue pena q ue s o is be l a e a beleza é se mp re co isa l eve, as s im vo s s o p ro um ba f o de amo r, a h s en h o r a q ue en t ã no es pi rito o u v i, se me am as v em inglesa me b us car, a g ar ra inglesa me e me d eu von t ad e s ub it a de ap an h ar um v ap o r ali no cais, ma s se as s im vo s o l h o e f i co a o l h ar a pa en sar, l ei o t am b em as l e t ra q ue me d es di ze m a es pera n ça, po is cora ç ã po en t r e g ue é coração en t r e g ue e o r es pei t o e o r es pei t ar mor a se mp re em s ua c asa, ma s t am b em se i q ue n ão se d eve ac r ed i t ar em t u d oo q ue se l ê, p o is mu it os es c r eve m por v eú s o u me s m o com m ot ivo pi o r, a s se u l ad o ab e r to aqui em m eu es c ritó rio, u ma f oto de um li v rei ro, c ur i o so co mo se mp re a v id a, ne s es dia s ao v e r ant i g as ca s set es, d o u com uma a i ne s sa li v ra ria fil mad a, a inda me record a da t arde sol a ren t a q ue es t av a, e de co mo es t rana h mente l á d en t ro me s en ti, na c rei o pr i me ira v e z q ue l á en t r av a, eu aa fil ip a a fil mar c ap as de li v ro s do pai do d avid, para o t riu n f o do por co s, o u se ria o doc eu mn t ári o s o br e os t rin t a a no s de ab r i l , na pá gina ant e rior o q eu rido mar q u ês, com ex press ã o t ra quina co mo mu i t as v e ze s o v e jo e sn it o, e uma ant i g a li g a ção e mer g ue em mim at rave s de uma me nina q ue passou pe l a l at ina eu ro pa h á mu it as mu it as luas at rá s, e q ue e ra do ce doc in h a e de p o is al g o q ue n un ca b em pe r cebi, l he fez um dia mu d ar a pi ni ão, e agora de i ao ar rumar, c on t a de um pap e l, u ma gui a da s f ina sn ç as, t o d a f ur ad a, com do is che q u es an u l ad os, um para as d it a c asa do s l a dr õ es, o u t ro q ue es t av a passado em s eu no me, o da me nina q ue e ra as sit ente de pr o d u ção, o u al g o as s im no g ene ro, t ra g o eu um li v ro fr na c es f e it o no pa l a cio, q ue c on t a a h is t ó ria do g at o, co mp rei inglês o na q eu l a li v ra ria fr an ce sa q ue in f e li s mente j á f e ch o u, q u e c rei o ser a única para al em da q ue es t á no ins titu t o, e q ue e ra ali por de t rá s das ave ni da s n ova s, q ue o coração f ica se mp re um peda ç in h o ma si t r iste c ad a v e z q ue u ma c asa de li v ro s d esa pa r e ce, e me l eva n tei para o ir en c on t ra r, e q ua n d o v o u a pa s sar em fr ente à ca xi n h a de onda as i a antena do is, o be l o ra paz di z no f i m da p eça, c an á r i a s, o es t ra n h o é q ue me s u o u co mo c ana l h as pr i me i ro, de p o is pe r cebi, can árias co mo e ra, e me s u b i u o in ts an t e a h is t ó ria das can árias, a q eu d a de me u fil h o, a c asa do co ro ne l, a h is t ó ria c o mo o c ava l e i ro e a teresa, e me ep r gun t o, M eu De us, se rá as en h o r a, o e l o d este pe d a ç o da ne g ra h is t ó ria, se r ia es se o o l h ar, p en sat i vo e t in gid o de u ma ce rta t r is te za, q u e a f az te r pr e s en te em mim, ab e rta a r e v ista, s ua f oto no cam po dos me us o l h os d es d e h á d ia s, l argo s, on te m ou ant es de on te m um m oe d a de dez c en tim os s o br e a r e v ista ca i u, vi rei inglesa a e vi q ue e ra a be a t r i z, ca i u na s li n h as q ue f al av am de r ep r e sem t ante h o no r i f i co do tí tu l o de ( d e al v a ra reco n he cid o pe l o Z c on se l h o de No br e za em mil no v e cen t os e set en t a), D Manu e l conti n ua a ser c on v id ad o para as co m eno ra ç õ es do n as cimentos do s eu i lu s t r e an te passado no pal a cio da os mar q eu se s de Po mn b l e Oe i ra s, por c ur i o sida d e , um be l o to r r ão de pr edi ca d os ma çó ni cos, e ra ma si ou m en os es t a a a rea do texto onda ca ira de face para ba ix o v o l t ad a, a bea t r i z de de z c en tim os e q ua n d o l e ra a fr ase m, f ica ra em mim a r es s o ar a es t ra n he za ap ar ente d este u l tim a q u ase eni g má t i ca fr ase

Ah minha amada que as cartinhas que o Amor escreve aos Amantes se fazem com tudo o que Ele tem à mão, como se pudesse existir algo mesmo fora de Sua Mão, e aqui na revista, os pedacinhos de pão, e de poeiras e mesmo de tabaco, vão escrevendo as entrelinhas entre as primeiras linhas, aquelas que vem impressa em tinta de impressora, e que eu sempre gostei muito de cheirar quando ainda está fresquinha, em verdade gosto eu de tudo cheirar, os livros tambem, é quase um gesto automático, cada vez que pego pela primeira vez num, aqui a roseta branca de sua manga esquerda trás um pedacinho de pão há já algumas luas, e em tarde recente me pus a olhar, e lhe vi uma pestana que saia do seu ouvido e em curva chegava a seus lábios, e me pareceu de repente ser um intercomunicador de telefone ou telefonia sem fios, bem á imagem do Amor, que fala e transporta no éter o Amor, na coluna onde está o livreiro, são muitos os pedacinhos de cinza que ai se acumularam,

A h min h a am ad a q ue as c ar tin h as q ue o Amo r es c e r v e a os Am ant es se f az em com t u d oo q ue E l e te m à mão, co mo se p u d e s se ex is tir a l g o me s m o f o ra de S ua Mão, e aqui na r e v ista, os p de ç in h os de pão, e de p oe i r a s e me s m o de t ab ac o, v ão es c r v en d o as en t r e li n h as en t re as pr i me i ra s li n h as, aq eu l as q ue v em im press a em t in t a de im press o ra, e q ue eu se mp r e g o s tei mu it o de che i ra r q ua n d o a inda es t á fr es q u in h a, em v e r d a d e g os t o eu de t u d o che i ra r, os li v ro s tam b em, é q u a se um g es t o au tom á t i co, c ad a v e z q ue pe g o pe l a pr i me i ra v e z n um, aqui a roseta br anca de s eu am an g a es q eu rda t rá s um pe da c in ho de p ão h á j á al gum as l ua s, e em t ard e r e cen te me p us a o l h ar, e l he vi u ma p es t ana q ue s aia do s eu o u v i d o e em c ur v a che g av aa s eu s l á bi os, e me par e ceu de r ep en te ser um in te r co m uni c ad o r de tele f one o u tele f o ni a se m f i os, b em á i mage m do Amo r, q ue f al a e t ra sn porta no e ter o Amo r, na co l una onda es t á o li v rei ro, são mu it os o s pe da c in h s o de c in za q ue a i se ac u mu la ram,

Vejo agora um traingulo de fogo a seu lado por altura de sua face e de seu olhar, que assenta na palavra, cerzida, os p en s da g vaso da serpente do ponto sobre o circulo dn, ne da cruz do vaso unas, rá cc cão do no do semi circulo e arco da industria serpente, ca, es circulo duplo da serpente a Silva, cruz to e m e da gravidez do traço do co da cruz do vaso guesa primeira van do rato ia, g eu en es a p h x ae v da fan da onda sobre o circulo espanhol maior da ab do bo lição dos morgadios e ban a par dada e do mar circulo maior, quadrado do vaso do primeiro homem espanhol serpente do primeiro ponto n jo u às a a1 primeira talho , é, ap vaso aqui ave 1

V e jo agora um t rai n g u l o de f o g o a s eu l ad o por al t ur a de s ua face e de s eu o l h ar, q ue as s en t a na pal a v ra ce r z id a os p en s da g v a s o da se r p ente do p on to s o br e o cir c u l o dn, ne da c r u z do v a s o un as, rá cc cão do no do s emi cir c u l o e ar co da indu s t r ia ser pente, ca, es cir c u l o d up l o da serpente a Si l v a, c r u z to e m e da g ra vi dez do t r a ç o do co da c r u z do v a s o g ue sa pr i me i ra van do rato ia, g eu en es a p h x ae v da fan da onda s o br e o cir c u l o esa pn h ol maior da ab do bo li ção dos mora g di os e ban a par dada e do mar cir c u l o maior, q ua dr ad o do v a s o do pr i me i ro homem es pan hol ser pente do pr i me i ro p on t o n jo u às a a1 pr i me r ia t a l h o , é, ap v a s o aqui ave 1

E assim na coluna dos factos e ficções continua,

A é silva, o homem da engenharia do ficio, é sadas mai serpente, do triângulo da aguas do rio e serpente da onda sobre o circulo espanhol, do quadrado do no, ponto de interrogação do titu, do traingulo deitado na constelação de P en ç as se za ponto da foice, se du ra do circulo maior inp, o ni vaso em vaso ce os da cruz espanhola dia os

E as s im na co l una dos f ac t os e fic ç õ es conti n ua,

A é silva, o homem da en g en h aria do f i cio, é s ad as mai ser pente, do t ri a b g u l da aguas do rio e ser pente da onda s o br e o cir c u l o es pan hol, do q ua dr ad o do no, p on to de in ter r o ga ção do t it u, do t rai n g u l o de ita d o na c on s tela ção de P en ç as se za p on t o da f o ice, se d u ra do cir c u l o maio r in p, o ni v a s o em v as o ce os da c r u z es pan hola d ia os
E na coluna, por vezes,
I

A inda primeira dos muitos dentes circulo leão de carvalho do circulo da onda de oeiras dia do primeiro circulo do mar gado e fun dador circulo de sebastião, 1que enche ao ventre ao primeiro e ao segundo li do monteiro nunca gala n is a no bi pr es sen do acento no circulo da ria do ac ao is no um da ria cruz primeira, primeiro serpente da inclinação da são n cida dão s vaso primeiro cruz no assento da primeira coluna , ponto elevado do circulo e b cruz do circulo sé primeira da pat liza são zorro e mo serpente às dos acentos à serpente b o ad is primeiro do circulo rato espanhol e no n te ao ar h da sé primeiro do circulo me em mil novecentos e setenta, para as antes te passado no pal do cio dos marqueses , talho sid cruz belo do espermatozoide da serpente inglesa ns e par tir do dia aí da boas da mane padrão e ra serpente das iras do bob one, filho do conde
E na co l una, por v e ze s,
I

A inda pr i me ira dos mu it os den t es cir c u l o leão de c arca l h o do cir c u l o da onda de oe i ra s dia do pr i me i ro cir c u l o do mar g ad o e f un d a d o r cir c u l o de se bastião, 1 q ue en che ao v en t r e a o pr i me i ro e ao se gun d o li do mo n te i ro n un ca g al a n is a no bi pr es sen do ac en to no cir c u l o da r ia do ac ao is no um da ria cruz pr i me i ra, pr i me i ro ser pente da in c lina ção da são n c id a dão s v a s o pr i me rio c r u z no as s en t o da pr i me i ra co l una , p on to e l eva d o d o cir c u l o e b c r u z do cir c u l o sé pr i me ria da pat liza são zo r ro e mo ser pente às dos ac en t os à serpente b o ad is pr i me i ro do cir c u l o rato esa pn hol e no n te ao ar h da sé pr i me i ro do cir c u l o me em mil no v ec e m t os e set en t a, para as ant es te passado no pal do cio dos mar q eu s es , t al h o sid c r u z be l o do es pe r ma to zo id a da se r p ente inglesa ns e par tir do dia aí da bo as da m ane pa dr ão e ra se r p ente das i ra s do bob one, fil h o do conde

Assim amada, agora me rezou esta cartinha de Amor, agora limpo as fotos, sacudo e fecho a revista que na capa trás o titulo escrito a vermelho, sangue na estrada, o josé diz que tratamos mal os nosso velhos, coisa que concordo, menos o termo, velhos são só os trapos, nobreza , quem são e o que fazem os aristocratas do século xx1 e na Geórgia se diz que a revolução rosa desbotou, mas quatro cruz templários estão inscritas no que parece se uma imensa bandeira pelas ruas marchando sobre os corpos de quem a a leva

As s im am ad a, agora me r ex o u es t a c art in h a de Amo r, agora li mp o as f oto s, s ac u d o e f e ch o a r e v ista q ue na c ap a t rá o t it u l o es c rito a v e r me l h o, san g ue na es t r ad a, o jo sé di z q ue t ar t am os m al os n o sso ve l h os, co isa q ue c on cord o m en os o te r mo, v e l h o s são só os t ra p os, no br e za , q eu m são e o que f az e ps ari s to c rata s do xe c u l o xx 1 e na ge o r gi a se di z q ue ar evo l u ção rosa d es bo t o u, ma s q ua t ro c r u z te mp l árias es t ão ins c rita s no q ue par e ce se uma i m en sa ban d e ira pe l as r ua s m a r c ham d o s o br e os corp os de q eu m aa l eva

E escrevia eu meu pensar sobre a Angela markel e dou com ela hoje numa foto num dos jornais portugueses, é parecida na intenção de te apontar, ou talvez nem bem assim o seja, seja um outro apontar, ou melhor escrevendo um apontar a outrem, é uma curiosa imagem , pois uma das usa mãos dá como aqui se chama um bacalhau a outra mão de quem não se vê o corpo, ou seja a mão escondida e depois seu outro braço com este, desenha um angulo, ou seja a mão de quem escondido faz o primeiro angulo

E es c r e v ia eu me u pensar s o br e a an ge l a mar k e l e d o u com e l a h oje n uma f oto n um dos jo r na is portu g eu s es, é par e cida na in ten ç a õ de te ap on t ar, o u t al v e z ne m b em as s im o seja, se j a u m o u t ro ap on t ar, o u me l hor es c r eve n d o um ap o n t ar a o u t r é m, é u ma c ur i o sa i mage m , po is u ma das usa mãos d á co mo aqui se ch ama um b ac a l h au a o u t ra mão de q eu m n ão se v ê o corp o, o u seja a mão es c o n d i d a e d ep o is s eu o u t ro br a ç o com este, d e s en h a um an g u l o, ou seja a mão de q eu m es c on d id o f az o pr i me i ro an g u l o

A mão que de fora do quadro dá o bacalhau, deve ser por ser natal, eh,eh, eh, trás um anel no dedo do indicador e o pequeno polegar está por cima da mão de Angela, levantado, como que desenhando um altinho, ou mesmo quase um pico

A mão q ue de f o ra do q ua dr o d á o b ac a l h au, d eve ser por se r n at a l, e h, e h, e h, t rá s um ane l no d ed o do indica dor e o pe q e u n o po l e g ar es t á por c i ma da mão de an ge l a, l eva n t ad o, co mo q ue de sem h an d o um al t in h o, um me m s o q u ase um pico

Olha ela para um balão que representa o mundo que está na altura de seu ventre e por debaixo dele trás ela sua outra mão , sua mão como que o suporta e bem verdade o é se pensar-mos que são as mãos que o fazem pular e rodar como uma bola colorida nas mãos de uma criança, curiosamente sua mão desenha os cornos do toiro ou da besta , um bocadinho à esquerda, visto de frente, do que seria o ponto definido pela linha imaginária dos antípodas e um bocadinho mais ao norte do polo sul, talvez entre os sete e os quinze graus de latitude

O l h a e l a para um ba l ão q ue r ep r e s en t a o m un d o q ue es t á na al t ur a de s eu v en t r ee por de ba ix o de l e t rá s e l a s ua o u t ra mão, s ua mão co mo q ue o s u p orta e b em v e r d a d e o é se pen sar inglês mo s q ue são as mãos q ue o f a ze m p ul ar e ro d ar co mo u ma bo l a colo rid a na s mãos de u ma c rian ç a, c ur i s o ss mn e te s ua mão de s en h a os co r no s do to i ro o u da best a , um bo ca din h o à es q eu rda, v is t o de fr ente, do que se ria o p on to d efe ni d o pe l a li n h a i ma gi ná ria d os ant ip o d as e um b o ca din h o ma si ao norte do po l oo s u l, t al v e z en t r e os set ee os q ui n ze g ra us de l at it u d e

Os dois dedos esticados, definem o angulo, o que se apresenta a minha direita, o considero o polo pois está no eixo vertical, da senhora que é a lua e portanto a terra poderá ser o sol, ou seja, um outro sentido se desvela, os corninhos que espetaram o sol, vem daquele ponto, assim a imagem parece contar, e fazendo umas continhas mais precisas a latitude obtenho qualquer coisa como treze graus ao sul

O s do si d ed o s es tic ad os, de f ine m o na g u l o, o q ue se ap r e s en t aa min h a di rei t a, o c on sid e r o o po l o po is es t á no e ix o v e r tic a l, d a s en h ro a q ue é a l ua e porta n t o a terra po de rá ser o s o l, o u seja, u m o u t ro s en t id o se d es vela, os co r n i n h os q ue es peta ram o s o l, v em d a q eu l e p on t o, as s im a i mage m par ace c on t ar, e f a zen d o u ma s conti n h as ma is pr e c i sas a´ l at it u d e ob ten h o q ua l q eu r co isa co mo t re ze g ra us ao s u l

Os reflexos das luzes desenham na superfície do sol alguns símbolos, leio um f, uns riscos sobre um T que será uma cruz e um quadrado, ou seja o quadrado onde forma feitos os traços de giz da cruz no forte, o ponto de onde partiram e acrescentam os reflexos, o dente, o ponto do dente, dois pontinhos, ou seja dois circulo ou duas pessoas juntos como um casal e um traço que parece ser um foguete que parte para cima e fez uns traços , umas marcas em cima do globo tambem na esquerda segundo o eixo de leitura da imagem, dois são os traços mais marcados e depois mais uns cinco mais baços, marcas menores

Os ref l ex os das l u ze s de s en ham na sufe f i cie do s o l al gun s s im bo l os, lei o um f, un s r isco s s o br e um T q ue se rá u ma c r uz e um q ua dr ad o, o u se j a o q ua dr ad o onda f o r ma f e i r t os o s t ra ç os de gi z da c r uz no f o rte, o p on to de onda par tir am e ac r es c en tam os ref l ex os, o den te , o p o n to do den te, do is ponti n h os, o u seja do is cir c u l o o u du as pessoa s j un t os co mo um c asa l e um t ar ç o q ue par e ce ser um f o g eu te q ue par te para c i ma e fez un s t r a ç os , u ma s mar ca s em c i ma do g lobo tam b em na es q eu rda se g un d oo ei xo de lei t ur a da i mage m, do is são os t ra ç os ma si m a rca d os e de po is ma is un s c in co ma is ba ç o s, ma rca s m eno r es

Diz a teresa de souza sem fronteiras, que muita gente subestimou angela markel, quando ela era apenas a “ rapariga” que viera de leste e que helmut kohl apadrinhara e a pergunta do titulo, é se alguém ainda se atreve a substimá-la, diz a teresa em suas letras que há muitos parecia nestes últimos tempos que estaria perdida no labirinto da reforma, assim nas vezes parece quando nele se está, mas sempre mão amada nos deixa um fio que se chama esperança e que geralmente deles nos faz sair depois de derrotar o minotauro, a besta que o guarda e que nos quer a todos comer

Die mitte , é o centro, nós e só nós estamos no centro , com a força que emana do centro, assim angela o diz

Di z a te r e sa de s o u za se m fr on te ira s, q ue mu it a g en te s u b est i mo u an ge l a mat k e l, q ua n do e l a e ra ap e na s a “ ra pa riga” q ue vi e ra de l este e q ue he l m ut k o h l ap ad rin h a ra e a pe r gun t a do t it u l o, é se al g eu m a inda se at r eve a s ub s tim á inglesa l a, di z a teresa em s ua s l e t ra s q ue h á mu it os p aa r ceia ne s t es uk l tim os te mp os q ue es t aria pe r d id a no l ab i rin t o da r e f o r ma, as s im na s v e ze s par e ce q u a n do ne l e se es t á, ma s se mp re mão am ad a no s de ix a um fio q ue se ch ama es pera n ça e q ue ge ra l e mn te de l es no s f az sa i r de p o is de de r rota r o m ino tau ro, ab est a q ue o g ua r da e q ue no s q eu r a t o d o s co mer

Di e m it te, é o c en t ro, nó s e s ó nó s est am os no c en t ro , com a f o rça q ue e mana do c en t ro, a s s im an ge l a o di z

Por debaixo do artigo, uma carta aberta sobre o darfur e o Zimbabwe, diz em seu sub titulo, ao evitarem os temas difíceis ,os liders europeus tornam-se irrelevantes, concordo inteiramente subscrevo na integra e acrescento, sobre o darfur, este problema que se arrasta e arrasta é um
problema e um dos difíceis a atender que até ao momento as tentativas para o resolver, todas elas fracassaram, e assim sendo, como sempre é quando um problemas se apresenta, uma oportunidade e um teste sempre se apresenta de igual modo, que é buscar uma solução e perceber se na realidade se tem ou não te a capacidade de o resolver, pois se todos juntos sentados a uma mesa, com ao que parece a excepção de quatro, não encontrarem solução, dificilmente qualquer estratégia de longo prazo resultará, pois se fez prova cabal que quando problema emerge, não se tem, não se teve a solução

Por de ba ix o do ar t i g o, u ma c a r t a ab e rta s o br e o d ar f ur e o z im bab w e, di z em s eu s ub t it u l o, ao e v it a r em os t ema s di f ii es ,o s lide r ws eu ro pe us torn am inglesa se i r r e l e van te s, c on c o r do in te ira mn te s ub s c r evo na in te g ra e ac r e c s n to, s o br e o d ar f ur, este pr o b l ema q ue se ar rasta e a r ra s ta é um pr o b l ema e um dos di f i ce is a a ten der q ue at é ao mo m en to as tem t at iva s para o r e sol v e r, t o d a s e l as fr ac as sara m, e as s im s en d o, co mo se mp re é q ua n d o um pr o b l ema s se ap r e s en t a, u ma o rp ot uni dad e e um te s t e se mp re se ap r es n eta de i g u a l mo d o, q ue é b us car u ma sol u ção e pe r c e b e r se na real i dad e se te m o u n ão te a c ap a c ida d e de o reo l s v e r, po is se t o d o j u s n t o s en t ad os a u ma mesa, com ao q ue par e ce a ex c e p ção de q ua t ro, n ão en c on t ra r em sol u ção, di f i c i l men te q ua l q eu r es t ra té gi a de l o n g o pr az o r e s ul t a rá, po is se fez pr o v a c ab al q ue q ua n d oo pr o b l ema e mer g ue, n ão se te m, n ão se teve a sol u ção

Há um bocado no jornal da televisão se dava conta de mais uma tragédia humanitária de grande dimensão no Sudão, sete milhões de refugiados diz o bispo auxiliar e se assim o diz devem ser ajudados, deveriam estes dois pontos entra na ordem de trabalhos

H á um b o c ad o no jo r n al da tele visão se d av a c on t a de ma is u ma t ra gé d ia h uma ni t ária de g ar n de di m en são no S u dão, set mi l h õ es de r e f u gi ad os di z o b s i p o au xi li ar e se as s im o di z d eve m ser a j u da d os, d eve r iam est es do is p on t os en t ra na o r de m de t ra ba l h os

O avião em toulouse, no dia seguinte as imagens mostravam à luz do dia a sua identificação em forma clara, já não era as duas unhas que me pareceram vermelha e negra na noite em que ele galgar a grande vesica invertida anti ruído e nele se enfiara abrindo um delta, com uma desfloração gigante, eram as duas unhas as cores nacionais, o vermelho e verde e um surplus , uma águia na cauda, ontem aqui o avião parado das meninas do varão ao lado odo aeroporto, o homem que já fora em tempos baleado, ao entrar no carro, uma bomba de precisão o arrebentou, tão precisa e tão profissional, que às duas nada parece que aconteceu, o rato maior do circulo

O avi ão em t o u lou se, no d ia se gui n te as i mage ns mao s t r av am À l uz do d ia a s ua in d en t i f i ca ção em f o r ma c lara, j á n ão e ra as d u d as un h as q ue me par e ce ram v e r me l h a e ne g ra na no it e em q ue e l e g al a g ar a g a r ande v e sic a in v e r t i d a ant i rui d o e ne l e se en fia ra ab r indo um de l t a, com uma d es f lor a ç ão gi gan te, e ram as du as un h as a s co r es na cio na is, o v e r m l e h o e v e r d ee um s u r p u l es , uma a gui a na c au d a, on te m aqui o avi ão par ad o da s me nina s do v arão ao l ad o o d o ae ro porto, o homem q ue j á f o ra em te mp os bal e ad o, ao en t ra r no ca r ro, uma bo m ba de pr e cisão o ar r e b en t o u, t ão pr e c isa e t ão por f is sio n al, q ue às du as n ad a par e ce q ue ac on te ceu, o rato maior do cir c u l o

Ontem no porto um rapaz, dizia com jeito e juízo, o certo acertado, quererão que se começa a comprar coletes anti balas e armas de precisão de grande calibre, assim parece ser, quando a justiça e as policias parecem não responder, o rapaz que foi morto no porto ao que parece se tinha ido antes queixar sete vezes à esquadra e nada fora feito, estava agora feito, baleado sem remissão, ele a dizer que as testemunhas reconheciam as faces dos que atiraram, a policia em off numa noticia a dizer que seria muito difícil ter a certeza da identificação, que estranho discurso onde a bora parece não bater com a perdigota como que a dizer, gato escondido com rabo de fora, mais uma história que parece mal contada

O n te m no porto um ra p az, di z ia com je it o e j u i zo, o certo ac e rta d o, q eu r e rã o q ue se co meça a co mp r ar cole t a es ant i ba l as e ar ma s de pr e cisão de g rand ec as l i b r e, as s im par e ce ser, q ua n d o a j us tiç a e as po l i cia s par e ce m n ão r es p on d e r, o ra p az q ue f o i mor t o no porto ao q ue par e ce se tinha id o ant es q eu ix ar set e v e ze s à es q ua dr a e n ad a f o ra f e it o, es t av a agora f e it o, bal e ad o sem r emi s são, e l e a di ze r q ue as t es te m un h as reco n he c ia m as faces do s q ue at ira ram, a po l i cia em o ff n uma no t i c ia a di ze r q ue se ria mu it o di f i c i l ter a c e rte za da id en t if i cação, q ue es t ra n h o di s curs o onda a bora par ce n ão bat e r com a pe r di g ota co mo q ue a di ze r, g at o es c o n d i d o com ra bo de f o ra, maior is uma h is t ó ria q ue par e ce m al c on t ad a

Oliveira az e me is, numa forma de alumínio da eva, a reciclagem do alumínio e as escorias em dia recente num camião tombado no meio da via, um forno como um roda, três homens feridos, bv fajoes uma bandeira em triângulo vermelho deitado,

Oli v e ira az e me is, n um f o r ma de a lu mino da eva, a r e cic l a ge m do al u mini o e as es co r ia s em dia r e cen te n um cam i ão tom b ad o no mei o da v ia, um f o r no co mo um ro d a, t r ês h o mens f e rid os, b v f a jo es u ma ban de ira em t r ia n g u l o v e r me l h o de it ad o,

José penedos ou o hitler venha o diabo e escolha , dizem os cartazes das gentes que com razão pretendem que os cabos de alta tensão da ren sejam enterrados, uma senhora, como um sino grande em sua mão a badalar, a novidade

Jo sé p ene d os o u o hi t l ee r v en h a o dia bo e es dc o l h a , di ze m os ca s rta ze s das g en t es que com ra z ão pr e tem de m q ue os c a b os de al t a ten são da ren seja m en te r ra d os, u ma s en h o ra, co mo um sin o g rande em s ua mão a b ad a l ar, a no vi dad e

E se foi um soldado português, com o nome salvo erro do irmão do paulo pedroso, o juiz , nessa noite ou em seguinte tinha eu isto mais ou menos escrito no texto, o ultimo que me desapareceu, assim por artes mágicas, que me irrita quando assim desaparecem, já não é o primeiro nem o segundo nem mesmo o terceiro, nessa noite no lago das quatro direcções, observaram meus olhos um modelo reduzido, um carro, uma miniatura que provavelmente uma criança deixara cair dentro do lago como nas vezes aparece, mas o coração sentira um peso, estava o carro prateado entre três pedras da calçada entre muitas outras que por vezes nele aparecem, um pau como uma vareta ali boiava , a seu lado a ele encostado, uma casca de banana, uma outra na pedra exterior ao lago, e um papel tambem a boiar, outra vez o quadrado dos quatro, como aparecera no dia a seguir ao acidente da camioneta, aqui no pátio atrás da cas quando chovera a roupa, e depois ao voltar de novo a festa dos infra baixos, desta vez a saírem de casa, lhes torno a dizer, que a musica está alta, o rapazinho que depois da minha primeira publicação, aparecera sua mãe no jornal, a dizer que seu filho, já não namorava com a menina que habita por cima, e que o pai dele lhe tinha cortado a mesada por com ela namorar, e que ela se fartara de o sustentar e assim que o namoro acabara, e lá estava o rapazinho, com mais dois rapagões a seu lado, e eu a lhe perguntar o nome, e ele a não dizer, e a provocar por palavras, e depois desci, e o rapazinho veio a trás e depois vieram os outros dois, um perfume a combinação prévia, como se me quisessem enfardar, tiveram azar desta vez., depois mais tarde de madrugada a notícia, o carro que se virara, o soldado que morreu em sua patrulha

E se f o i um sol d ad o por t u g u ês, com o no me s alvo e r ro do i r mão do paulo pe dr oso, o j u i z , ne s sa no it e o u em se gui n te tinha eu is t o ma is o u m en os e c rito no texto, o u l tim o q ue me d e sa p a r ee u, as s im por artes mágicas, q ue me i r rita q ua n d o as s im d esa pa r e c em, j á n ão é o pr i me i ro ne m o se gun d o ne m me s mo o ter ce i ro, ne s sa no it e no l a g o da s q ua t ro di rec ç õ es, ob serva ram me us o l h o s um mo d e l o red u z id o, um car ro, u ma mini at u r a q ue pr ova l eve l mente u ma c r ian ça de ix a ra ca i r den t ro do l a g o co mo nas v e ze s ap ar e ce, ma s o coração s en t ira um peso, es t av a o car ro pr at e ad o en t re t rê s pe dr as da calçada en t re mu i t as o ut r a s q ue por v e ze s ne l e ap ar e ce m, um ap u co mo u ma v ar eta ali boa ia v a , a s eu l ad o a e l e en c os t ad o, u ma c as c a de ban ana, u ma o u t ra na pe dr a es te rio r ao l a g o, e um pap e l tam b em a boi ar, o u t ra v e z o q eu dr ad o do s q ua t ro, co mo ap ar e ce ra no d ia a se gui r ao a c i dente da cam i o neta, a qui no pat io a t rá s da ca s q ua n do ch o vera a ro up a, e de po is ao vo l t ar de n ovo a f es t a do sin fra ba ix os, d est a v e z a sa i r em de c asa, l he s torno a di ze r, q ue a um sic a es t á al t a, o ra pa zi n h o q ue de po is da min h a pr i me i ra pub li cação, ap ar ce ra s ua mãe no jo r n al, a di ze r q ue se u fil h o, j á n ão namora v a com a m e ni na q ue h abi t a por c i ma, e q ue o pai de l e l he tinha co rta d o a m esa d a por com e l a namora r, e q ue e l a se f ar t a ra de o s us ten t ar e as s im q ue o namoro ac ba ra, e l á es t av a o ra pa zi n h o, com ma si do is ra pa g õ es a s eu l ad o, e eu a l he pe r gun t ar o n o me, e e l e a n ão di ze r, e a pr ovo car por pal av ra s, e d ep o is d es c i, e o ra pa zi n h o v e 3 io a t rá s e d ep o is vi e ram os o u t ro s o d i s, um pe r f u me a co m bina ção pr é visa, co mo se me q u is e s s em en f ar d ar, t ive ram az ar d es t a v e z., d ep o is ma si at ard e de madruga d aa no tic a, o car ro q ue se vi r a ra, o sol dad o q ue mor r eu em s u a p at r u l h a

kapa do gato do ux b

y b circulo vaso pa dia da cruz
Boa noite cabrões, que a má sorte sobre todos vós desça e faça eterna morada, filhos da puta ladrões de todo o tipo com a sempre agravante dos que usam os aparelhos do estado para melhor roubar, como alguém ontem em justeza lhe chamava, a bando cracia dos bandidos

Boa no i t e c ab r õ es, fil h os da p ut a l ad r õ es de t odo o t ip o com a se mp re a g rava n te d os q ue usa m o s ap ar e l h os do es t ad o para me l hor ro ub ar, co mo al g eu m on te m em j us te j a l he chama v a, a ban do c ra cia dos ban d id os

Ah Amada, me dissera Teu Amor em espirito há já umas luas para ir ver o correio e eu que não o abro, ou melhor há muito deixei de o abrir, por ti minha Amada, pelo teu canto, e pelo teu amor, lá fui

A am ad a, me di s s e ra a mor em ep siri t o h á j á u ma s l ua s para ir v ero o co r rei o e eu q ue n ão o ab ro, o u m l hor h á mu it o de ix e i de o ab r i r, p o r ti min h a m ad a, pe l o te u can t o, e pe l o te u amo r, l á f u i

E lá estava um singelinha carta das finanças que me decidi a abrir

E l á es t av um sin ge l in h a carat a das f in as ç as q ue d me dd e cid i a ab r i r

Já a minha boca se torcia e um grrr, nascia nas entranhas, sabes como uma digestão pesada em perspectiva antecipada e assim foi, um papelinho que começava com uma falácia, como é do seu conhecimento, corre contra a sua empresa um processo de penhora, com base nos processos, que vinham indicados por uns algarismos, mais nada dizendo

J á a min h a bo ca se tor cia e um g r rr, na s cia s na s en y t ra n h as, s ab es co mo uma di g es t ão pesa d a em pe r s pe c t iva ant e cid p ad a e as s im f o i, um pa pe l in h o q ue co me ç av a com uma f al á cia, co mo é do s eu c on he cie mn to, co r re c on t ra a s ua em presa um pr o ce s so de p en hor a, com base no s pr o ce s s os, q ue vi n ham indica d os por un s al g ari s m o s , ma is n ad a di zen d o

E então hoje lá fui à repartição que dista daqui mais ou menos um quilometro ou coisa e tal menos tal, em Alcântara uma bela senhora que mais aparecia um manequim, assava castanhas, muito eu gosto de castanhas assadas, minha amada, lá contei as moedinha, que meia dúzia custa a astronómica quantia de um euro, e lá me decidi por elas, a senhora se bonita era , feia estava em seu espírito, carrancuda ia, lá esperei as castanhas que saíssem do assador num carrinho triciclo, vê tu bem como chegam em diagonal as mensagens dos cobardes, triciclo, tripé, e por ai fora estás a ver, amada, como são estúpidos, broncos e manipuladores de criancinhas, o vaso das castanhas estava invertido, ou seja o assador estava debaixo do carro, geralmente é ao contrário, sabem-na toda estes cabrões, nas encenações de tudo e de nada

E en t ão h oje l á f u i à r ep ar t i ç ão q ue di s t a da q ui ma is ou m en os um k i l o metro o u co isa e t al m en os t al, em al a c a n t a ra uma be l a s en h ro a q ue ma is ap ar e cia um mane q eu im, as s av a ca s tan h as, mu it o eu g os t o de ca s tan h as as s ada s, min h a am ad a, l á c on tei as mo edi n h as, q ue me ia d úz ai c us t a a astro no mica q ua n tia de um euro, e l á me de cid i por e l as, a s en hor a se bo ni ra e ra , f e ia est av a em s eu es pe rito, car ra c u d a est a v a, l á es pe rei as ca s tan h as que as is se m do as sado r n um car rin ho t rici c l o, v ê t u b em co mo che g am em dia g o n al as m en sa g en s dos co ba r d es, t rici c l o, t rip é, e por ai f o ra es t ás a v e r, am ad a, co mo são es t up id os, br on cos e mani p u l ad o r es de c rian cinha s, o v a s o das ca s tan h as est av a in v e r t id o, o u seja o as sado r est a va de ba ix o do ca r ro, ge ra l mente é ao c on t rá rio, sabe m inglesa na t o d a est es c ab r õ es, na s en c ena ç õ es de t u d o e de n ad a

Agradeci, paguei e caminhando comecei a descascar a primeira, um pouco mal assadas, um pouco antes do seu ponto, e a primeira que meto na boca, estava podre, descasco a segunda, e um mesmo se passou, as outras quatros, três verdadeiramente boas, uma com a coroa, meia estragada, pedacinho que retirei antes de a comer

A g ra de c i, pa g eu i e caminha n d o co me c e i a d es ca s c a ra a pr i me ira, um po u c o m al as s ada s, um p o u c o ant es do s eu p on t o, e a pr i me ria q ue met o na boca, est av a p o dr e, d es ca s co a se gun d a, e um me s m o se p as s o u, as o u t ra s q ua t ro s, t r ês v e rda de ira mente boas, uma com a co r o a, me ia es t ra g ad a, pe da ç in h o q ue r e ti r ei ant es de a co mer

Na rua dos lusíadas está a repartição da finanças, quem diria, que os versos que me saem nas rifas daquela casa, encomendados por negra mão que se calhar mora , a transmissão, numa outra mais abaixo , onde morram os que ali mandam, num qualquer outro serviço das ditas, mas que são daqueles que andam de carro com chauffer, ah amada, se cá estivesses a meu lado, fazia eu de teu chauffer, fazia assim, vrum, vrum, e metia mudanças na caixa infinita do amor, pois a nossa nave se move a beijos, que nada poluem, só fazem o sol e a lua sorrir e os pássaros cantar

N a r ua dos l us i a d as es t á a r epa r ti ção da f ina ç a s, q eu m di r ia, q ue os v e r s o s q ue me sa i em nas r i f as da q eu l a c asa, en co men d ad os por ne g ra mão que se cala h r mora , a t r ns missão, n uma o u t ra maior is ab a ix a o , onda mor ram os q ue ali man d am, n um q u l q eu r o u t ro s e r viço das d it as, ms q ue são da qu e l es q ue anda m de ca r ro com ch au fer, a h am ad a, se cá es t ive ss es a meu l ad o, f az ia eu de t eu ch au ff e r , fa z ia as s im, v ru m, vr um, e me tia mu danças ca ca ix a in f in it a do amo r, po is a no s sa n ave se mo v e a bei j os, q ue n ad a po l eu m, só f a ze m o s o l e a l ua s o r r i r e o as ás sa ro s can t ar

Mal vou subindo as escadas dos três pisos de uma casa que seria inicialmente destinada a habitação, o que faz muito bem as pessoas mais crescidas, tendo assim sido desenhada para lhes proporcionar saudável exercício, pois como sabemos esta é uma terra de indigentes, e de amantes que tanto amam e se amam, que não andam mesmo em seus dias, vivem nos colchões, nos sofás nas almofadas e nas nuvens, alguns pássaros dizem que são negras e de trovoadas no horizonte

M al v o u s u bin d o as es c ad as d os t r ês pi s os de uma c asa q ue se ria in i cia l mente d es t in ad a a hab i t a ç ão, o q ue f az mu it o b em as pe s s o as mais si c r es cid as, ten d o as s im sid o de s en h ad a para l h es po rp o rc i o n ar s au d ave l ex e r c i cio, po is co mo sabe mo s es t a é uma te r ra de indi g en te, e de am an t es q ue t ant o am a m e se ama m, q ue n ão anda m me s m o em se us dias, v ive m no s co l h õ es, no s s o f ás nas al mofa d as e nas n u v en s, al gun s pá ss a ro s di ze m q ue são ne g ra s e de t ro v o ada s no h ori zo n te

Pois mal ia subindo as casas, logo meu pé escorregou num dos degraus e bateu a unha do pé na laje, e me ficou a doer, e eu me disse , que engraçada, então a unha é aqui que mora, não necessariamente aqui neste casa mas a esta casa ligada, as finanças

Po is m al ia s u b in d o as c a sa s, l o g o me u pé es co r re g o u n um dos de g r us e bate u a un h a do pé na l a je, e me f i co u a do e r, e eu me di s se , q ue en g ra ç ad a, en t ão a un h a é aqui que mora, n ão ne ce ss á r ia mente aqui n es t e c asa ma s a es t a c asa li g ad a, as f ina s ç as

E lá cheguei no entretanto ao balcão, olhei as gentes, disse um boa tarde em voz, suficientemente elevada para darem pela minha presença e encostado ao balcão esperei, alguns na sala me olharam, mas no momento cada um ficara a fazer o que fazia

E l á che g eu i no en t r e t ant o ao bal cão, , o l he i as g en t es , di s se um boa t ard e em v oz, s ufe cie n temente e l ev a d a para d ar em pe l a min h a pr es en ç a e en co s t ad o ao bal cão es pe rei, al gus n na sa l a me o l h aram, ma s no me o neto c ad a um f i c a ra a f az e r o q e u f az ia

O tempo ia passando, era eu o único no balcão e nenhum se levantava ou a mim se dirigia, de tal forma que passado uns minutos poucos, lhes disse

O te mp o ia pa ss and dao , e ra eu o único no bal cão e n en h um se l a van t av a o u a mim se di ri g ia, de t al f o r ma q ue passado u ns min u t os p o u c o s, l h es di s se

Ora boa tarde novo, já houve contactos de olhos, portanto os senhores já sabem que eu aqui estou, algum de vós me atende, lá obtive uma resposta , só um momento, e nesse momento comecei a andar pela sala de um lado para o outro, como o tio patinhas faz na sua sala de reflexão, aquela que cava um circulo de tanto andar

O ra boa t ard e n ovo, j á h o u v e c on t ac t os de o l h os, porta n t o os s e n h o r es j á sabe m q ue eu a q u i es t o u, al gum de vó s me a t en de, l á ob t ive uma r es p os t a , s ó um mo men to, e ne s se mo men t o co me c e ia anda r pe l a sala de um l ad o para o o u t ro, co mo o r tio pat in h as f az na s ua sala de r efe l x ão, a q eu l a q ue c ava um cir c u l o de t ant o anda r

Olhe senhor, recebi aqui este papelinho que diz estar em curso uma execução de penhora à firma da qual eu sou o seu representante, diz aqui que eu conheço os processos, mas o que eu conheço deste caso é só este papelinho , que não o explica, portanto gostaria que me fornecesse resposta a estas questões

O l he s en hor, r e cebi a qui est e pap e li n ho q ue di z es t ar em curs o u ma ex e c ua ç ão de p en h o ra à firma da q eu l eu s o u o seu r ep r e s en t ante, i z a q ui q ue eu c on h e ç o os pr o ce s s os, ma s o q ue eu c on h e ç o d este c asa o é s ó este pap e l in h o , q ue n ão o ex p l i ca, po rt a n t o g os t ar ia q ue me f o r ne ce s se r es ps ota a es t as q eu s t õ es

Que pretensas dividas são estas, como chegaram em forma detalhada aos montantes que dizem dever, quais são, qual a legislação que o sustenta e por quem nesta repartição este processo passou, e quem o ordenou, que funcionários foram

Q ue pr e ten sas di v id as são es t as, co mo che g a ram em f o r ma d eta l h ad a a os mo n t ant es q ue di ze m d eve r, q u a i s são, q ua l a l e gi s l a ç ão q ue o s us t en ta e por q eu m ne s t a r epa r ti ção este pr o ce s so pa s s o u, e q eu m o o r d eno u , q ue f un cio n á rio s f o ram

Mas não tem informação como , devia-a ter

M as n ão te m in f o r mação co mo , de v ia-a te r

Pois mas não tenho, para lhe falar com franqueza, desde há muito que deixei de abrir as cartas todas que me chegam, as das finanças inclusive,

Po is ma s n ão ten h o, para l he f al ar com fr na q y ue za, de s de h á mu it o q ue de ix e i de ab r ir as ca rta s t o d as q ue me che g am, as das f ina ç as in c lu s ive,

Está a ver, e depois vem dizer que não sabe,
Es t á a v e r, e d e p o is v em di ze r q ue n ão sabe,
Olhe, lá senhor, existirá porventura alguma lei que me obrigue a abrir cartas
Não estou eu aqui aberto e presencialmente para o saber, faça favor de lá ir consultar processo

O l he, l á s en hor, ex is i t rá por v en t ur a al gum a l e i q ue me ob r i g ue a ab r i r c ar t as N ão es t o u em a q ui ab e r to e pr e s en cia l mente para o s abe r, f a ç a f avor de l á ir c on s u l
t ar pr o ce s so

Mais não sei quantas voltas ao bilhar pequeno, que nem cadeiras tem, para as gentes se sentarem, tem-nas fora da sala como me informaram e as vi, e me perguntava, isto dos impostos, que é uma forma de nos irem ao bolso, para muito pouco em troca, ou seja configura situações de roubo inadmissíveis, deveria ter pelo menos umas instalações com suaves tapetes em tons de branco morte, uma cadeiras tipo sofás, ou mesmo chaise longues, deviam servir chás como valeriana, ou calmantes, enquanto falavam com as gentes, um médico com um medidor da tensão arterial por perto, já agora umas enfermeiras belas, com pestanas longas, longas para quê, para não serem curtas, e creme, creme grosso para melhor entrar, enfim doer um bocadinho mas não tanto, um pouco de masoquismo ma non troppo

Ma is n ão s e i q u anta s vo l t as ao bil h ar pe q eu no, q ue ne m c ad e ira s te m, para as g en t es se s en t a r e m, te m inglesa na s f o ra da sala co mo me in f o r mara m e as vi, e me pe r gun t av a, is t o dos im p os t os, q ue é u ma f o r ma de no s i r em ao bo l s o, para mu it o p o u co em t roca, o u seja c on f i g ur a s it ua ç õ es de ro ub o ina d miss i v e is, d eve ria ter pe l o m en os u ma s in s tala ç õ es com s u av e s tape t es em t on s de branco morte, u ma c ad e i ra s t ip o s o f ás, o u m es mo ch aise l on g u es, d ev i am s e r v i r ch ás co mo v ale ri a na, o u cala mentes, en q eu na t o f al a va m com as g en t es e at é um mé di co com um me di dor da ten são a rte r i al, d eve r ia anda r por pe r t o, j á agora u ma en f e r me r ia s belas, com p es t ana s l on g as, l on g as para q u ê, para n ão se r em c ur as t, e c reme, c r e me grosso para me l hor en t r ar, en f im do e r u m bo ca din h o ma s n ão t ant o

Como vês amada começava a alucinar suavemente, como sempre acontece quando tenho que tratar de assuntos de finanças, pelas janela, no fundo no porto um belo navio, ah amada, lá estava eu de novo a suspirar por ti, eu vestido de marinheiro, tu sereia, nós os dois no amor a navegar, que bom seria, direi mesmo, será, um objectivo e afirmativo será, para que as ondas não se levantem zangadas, só mesmo teus biquinhos dos teus belos seios quando as minhas mãos fazem neles carreirinhas

Co mo v onda es am ad a co me ç av a a a lu c ina r s u a ve mente, co mo se mp re acontece q ua n do ten h o q ue t ra t ar de as s un t os de din ban ç as, pe l as jane l a, no f un d o no porto um be l o na v ia, a h a am ad a , l á es t av a eu de n ovo a us pira r pot ti, eu v es t id o de capitão t u se re i a, n ó s os do is no am r a ne v g ar, que b om se r ia, di rei me s m o , se rá, um ob ject ivo e a firma t ivo se rá, para q ue as ondas n ão se l eva n te m za n g ad as, s ó me s m o te us bi q eu in h os do s te us be l os se i os q ua n d a s as min h as mãos f a ze m ne l es car rei rin h as
Lá trouxe o senhor uns papeis com umas designações esotéricas, ic toc, pum trá, e mais qualquer coisa, que eu comecei a ler e a lhe dizer não percebo isto, contudo são isto os tais pretensos valores, não me percebeu, uma das perguntas que lhe pus, foi como chegaram a estes valores
Lá t ro u xe o s en hor u ns pap e is com um sa de si gan ç º o es e s o té ri ca s, i c t o c, p um t rá, e ma is q ua l q eu r co isa, q ue eu co me c e i a l e r e a l he di ze r n ão pe r ce bo is t o, c on t u d o é is t o os v al o r es, n ão me pe r ce b eu, u ma das pe r gun t as q ue l he p us, f o i co mo che g a ram a est es v aa l o r es

Eu amada ia alucinando, o senhor tambem, se bem que diferente, a droga certamente que ambos tínhamos no sangue, a dele começava a dar sinais de nervosismo, de tal forma que às tantas quase parecia que me queria bater, foi quando lhe disse, quer-me bater, senhor, tenho que chamar a policia, e então veio o segundo dos três que me tentaram atender porque na verdade sai de lá sem mais nada saber, ou melhor nada sabendo, aliás para quê, se isto é mais uma perseguição, que importa a quem persegue, o que é preciso é fodé-lo e para roubar, o que dá mesmo jeito, é não dar explicações, é mais limpa a enrabade-la

Eu am ad a ia a lu c ina n dao, o s en hor t am b em, se b em q ue difer ente, a dr o g a certa mente q ue am bo s tin h am os no s an g ue, a de l e co me ç av aa d ar sin a is de en r evo sis mo s, de t al f o r ma q ue as t anta s q u a se par e cia q ue me q eu r ia bate r, f o i q ua n d o l he di s se, q eu r inglesa me bate r e, s en hor, ten h os q ue c h a mara ap o l c i ia, e en t ão v e io o se gun d o do s t r ês q ue me t ana t ram a t en d e r por q ue na v e r d a d e s a i de l á se m am si n ad a sabe r, o u me l hor n ad a as ben d o, al i ás para q u ê, se is t o é maior is uma pe r se gui ção, q ue im porta a q eu m pe r se g ue, o q ue é pr e c is o é f odé inglesa l o e para ro ub ar, o q ue d á me s m o je it o, é n ão d ar ex p li cações, é maior si l i ma a en r ab ad e inglesa l a

E continuou ainda o primeiro senhor, estes valores foram deduzidos da declaração do irc da empresa,
Qual, é que a empresa tem a sua actividade suspensa
E não tem um contabilista,
já não tenho não, mas o que tem a ver a questão
Os senhores estão a fazer um processo de penhora e não tem os documentos que o justificam e demostram
Não tinham não, espantariam-se meus olhos se ainda se espantassem

E conti nu o u a inda o pr i me i ro s en hor, es t es v al o r es f o ram de d uz id os da dec l a ra ção do i rca da em presa, Q u a l, é q ue a em presa t em a s ua ac t iv i dad e s us ps en as E n ão t em um c on t abi l is t a, j á n ão ten h o n ão, maior s o q ue t em a v e r a q eu s t ão Os s e n h o r es e s t ão a f a ze r um pr o ce s s o de p en h o ra e n ão te m os doc u m en t os q ue o j us t i f icam e demo s t ram N ão t in ham n ão, es pan t a r iam inglesa se me us o l h os se a inda se es pan t ase m inglesa se

A conversa neste ponto enrolou, como as ondinhas do mar, tive que explicar tintim por tintim, o que já dissera à segunda senhora e depois pedi para chamar o responsável, que lá veio, e depois pedi para falar com quem acima, ali, já não havia mais, só Deus, lhes disse então e expliquei que isto não podia ser assim,

A c on v e r sa ne s te p on t o en ro l o u, co mo as on din h as do mar, t ive q ue ex p l i car t in tim por t in tim, o q ue j á di s se ra à se gun d a s en h o ra e d ep o is pe di para ch ama r o r e ps on s ave l, q ue l á v e io, e d ep o is pe di para f al ar com q u e m ac i ma, ali j á n ão h avi a maior is, s o D e u s, l h es di s se en t ão e ex p l q eu i q ue is t o n ão po de ia ser as s im,

Não basta dizer que se deve, e expliquei a senhora que eu não lhe podia bater à porta , e lhe dizer, a senhora deve-me x e portanto vou-lhe buscar a mobília, me respondeu ela,
eu mudava-a, e eu me sorri por dentro, e acrescentei, tem que se fazer prova que se deve, não é, e aqui estou em presencialmente e ninguém me consegue responder

N ão ba s t a di ze r q u e se d eve, e ex p l i q eu i a s en h o ra q ue eu n ão l he p do ia bate r à pr ota , e l he di z e r, a s en h o r a d eve inglesa k me x e porta n t o vo u inglesa l he b us car a mob i l ia, me r e s pon d e u e l a, Eu mu d av a inglesa a, e eu me s os r r i por d e n t ro, e ac r es c en t ei, t em q ue se f az e r pr ova q ue se d eve, n ão é, e aqui es t o u em pr e s en cia l mente e ni n gum e me c on se g ue r e ps os d e r

Então o senhor apresenta uma reclamação por escrito,
Já podiam ter dito há meia hora atrás
E tem papel especifico
Não, mas me deu uma folha, que servia para pedir certidões de dividas ou das ausências delas, e lá comecei a escrever com a minha caneta vermelha, que é a única que tenho,
Não pode escrever nessa cor
Não posso escrever na cor que quiser, onde está a lei que limita as cores da escrita

En t ão o s en hor ap re s en t a u ma rec l a mação por es c rito, J á po d iam ter d it o h á me ia hor a at rá s E te m pap e l es pe c i f i co N ão , ma s me d eu uma f o l ha, q ue se r v ia para pe di r c e rt i d õ es de di v id as o u das au s en cia s de l as, e l á c me ce i a es c e r v e r co m a min h a can tea v e r me ç h a, q ue é a única que ten h o, N ão p ode es c v eve r ne s sa cor N ão p osso es c e r v e r na co r q ue q u i se r, onda es t á a l e i q ue l imi t a as co r es da es c rita

Perguntei-lhe então, visto aqui estar aberto e presencialmente a tentar saber porque razão estão a proceder a uma execução de penhora, que os senhores não me sabem explicar a razão, o que se passa então durante o tempo que vai mediar a vossa resposta a este requerimento escrito, sendo que o ultimo que aqui deixei, talvez para um ano, não teve ainda resposta, para a execução

Que não, me respondeu a senhora

Como poderia parar se os ladrões são gangsters, e basicamente é só dizer que se deve para entrar em casa

óptimo, assim quando me penhorarem as cuecas, os penhorarei a vocês todos, um por cada coisa penhorada, querem o dedo maior do pé, inteiro, sempre se podia cumprir os tais fetiches

Lhe disse então, que era normal assim ser, sempre fora assim ao longo das décadas que tive a empresa, é por estas razões que as pessoas que trabalham neste país se cansam de trabalhar, para quê, para levar em cima com estes comportamentos de merda e estes gangsters

Tem que pagar para apresentar a reclamação

Não tenho dinheiro para isso

Lá a aceitou, deve ser do espirito natalício

Pe r gun t ei inglesa l he en t ão, vi s t o aqui es t ar ab e r to e pr e sem cia l mente a ten at ra sabe r por q ue ra z ão es t ão a p roc e d e r a uma ex c u c u ç ão de p en h or a, q ue os s en hor es n ão me sabe m ex p l cia r a ra z ão, o q ue se pa ss ar en t ão d ur ante o s te mp o q ue v a i med i ar a vo s sa r es p os t aa este r e q eu r i mento es c rito, s en d o q ue o o ut limo q ue aqui de ix i e, t alve z para um ana o, n ão teve a inda r es p os t a, para a ex e c u ç ão Q ue n ão, ne r es p o n d eu a s en h o ra Co mo po de ria pa r ar se os l ad r õ es são gan g s te r s, e ba sic am ente é s ó di ze r q ue se d eve para en t ra r em c asa P o r rei o, as s im q ua n do me p en hor a em as c eu ca s, os p en hor a rei a vo c ~ es t odo s, um por c ad a co isa p en hor a d a , q eu r em a min h a p i l a, o de d o maio r do pé, in te i ro, se mp re se po dia c um pr i r o s tais f etic h es Le h di s se en t ão, q ue er a no r m al as s im ser, se mp re f o ra as s im ao l on g o das d eca d as q ue t y ive a em presa, é por es t as ra z õ es q ue as pe s s o as q ue t ra ba l ham ne s te pá is se can sam de t ra ba l h ar, para q u ê, para l eva r em c ima com est es c om porta mentos de mer d a e es t es gan g t e r s

Ah Amada, depois foi o sermão colectivo às almas dos pássaros presos por detrás do balcão da casa das finanças e rezou mais ou menos assim

A h Am ad a, d ep o is f o i o se r mão cole c t ivo às al mas dos pá s as ro s pr e s os por de t rá s do bal cão da c asa das f ina n ç as e re zo u maior is ou m en os as s im

Os senhores tem que mudar a forma de tratar os contribuintes, bem sei que só parte da responsabilidade é vossa, que não vos dão formação nem condições, vá lá, já tem ai uns novos computadores, que até à dois anos tinham dois oito seis, e que se calhar continuam ser formação para os operar, e pelos vistos, os dados da administração continuam sem estar nos servidores centrais e por todos os terminais acessíveis, neste caso a nenhum, visto que não tem a informação que justifica a penhora que me dizem estar fazendo, o que me levanta desde logo a suspeita de ter sido encomendada

O s se h n hor es te m q ue mu d ar a f o r ma de t rat ar os c on ti b ui n t es, b em se i q ue s ó pa rte da r es p os an bil k i dad e é vo s sa, q ue n ão vo s dão f o r mação ne m c on di ç õ es, v á l á, j á te m a i un s n ovo s c o mp ut ad o r es, q ue at é à do si a no s tin ham do is o it o seis, e q ue se cala h r conti n ua m ser f o r mação para os pera r, e pe l s o vi st os, os dad os da ad min si t ração conti n u am se m es t ar nos s e r v id o r es c en t rai s e por t odo s os tr emi na si ace s s ive is, v is t o q ue n ão t em a in f o r mação q ue j us t i f i ca a p en hor a q ue me di ze m es t ar f az e dn oo q ue me l eva n t a de s d e l o g o a s us pei t a de ter sid o en comenda d a

Não sei se ouviram o vosso ministro, o das finanças, dizer recentemente que se a colecta colectasse o que seria devido, nós todos poderíamos pagar hoje cerca de quinze por cento de irs, disse ele que as contas tinham sido feitas finalmente, e o problema é que existe vinte por cento da população portuguesa que não tem que comer, que vive na miséria, com menos de dois euros por dia, coisa que todos nós que aqui vivemos em lisboa, sabemos ser impossível, e queixam-se os senhores, dos salários e dos pequenos aumentos, que negoceiam como panaceia e falsa distracção do verdadeiro problema, que se o que deve ser recebido, não o é , e se o fosse faria toda a diferença, concerteza que não existiria nem mais fome, nem fechavam centros de saúde, e os vossos salários poderiam ser em grande aumentados, mas o que se passa aqui, é corrupção e malandragem autorizada, os senhores, não necessariamente nenhum de vós, o senhor ai, quando falei de corrupção logo disse em voz alta que era uma palavra forte, sem duvida que a é, mas alguém terá duvida de como este país está corrompido em todos os níveis da vida publica e comum, e o que se vê aqui, uma execução por penhora, sem os senhores que aqui trabalham a saberem mesmo explicar, quais o motivos, numa empresa que tem a sua actividade suspensa, e que pediu na altura que o fez uma certidão de dividas ao fisco que foi aqui mesmo passada, espantoso não é, mas não conseguem apresentar as razões, nem justificar os valores que estão aparentemente em divida, qualquer coisa como mil e tal euros se eu bem percebi no que ainda não percebi, e pensarão que são situações desta natureza, que traduzem o grosso da fuga ao fisco, que se não existisse resolveria muitos dos problemas financeiros do país e tratam desta forma os contribuintes, aqui ao balcão, que não serão os que maior responsabilidade nesta matéria trarão, ou pensarão que os grandes prevaricadores, aqui virão

N cão se i se o u vi ram o v osso mini s t ro, o das f ina n ç as, di ze r re c en te m en te q ue se a cole cta cole cta s se o q ue se ria de v id o, nó s t odo s po de ria s m o a pa g ar h oje ce rca de q u in ze por c en t o de i r s, di s se e l e q ue as c on t as tin ham sid o f e it as f ina le mn te, e o pr ob l ema é q ue ex iste maior si de vi n te por c en t o da pop u la ção por t u guesa q ue n cão te m q ue co mer, q ue v ive na misé r ia, com m en os de do is eu ro s por dia, co isa q ue t odo s nó s q ue aqui v ive mo s em lis boa, sabe mo s ser im po s s ive l, e q eu ix am inglesa se os s en h o r es, do s sal á rio s e do s pe q eu no s au men t os, q ue ne g o ceia m co mo pan e ce ia e f al sa di s t ração do verd ad e i ro pr ob l ema, q ue se o q ue d eve se r re ce b i d o, n ão o é e se o f o s se faria t o d a a difer en ça, c on ce r te za q ue n ão ex is ti r ia ne m ma si f o me e os v ossos sal á rio s po de r iam ser em g rande au m en t ad os, ma s o q ue se pa s sa aqui, é o s en hor es, n ão ne ce s sá r ia mente n en hum de vó s, o s en h o r a i, q ua n d o f al e i de co r rup ção l o g o di s se em v oz al t o q ue e ra u ma pa l v a ra forte, se m du v id a q u e a é , maior s al gum e te rá du v id a de co mo este pa ís es t á co r r um pi do em t odo s os n i ve is da v id a pub l cia e co m u nm, e o q ue se v ê aqui, uma ex ce c u ção por p en hor a, se m os s en h o r es q ue a q u i t ra ba l ham a sabe r em me s m o ex p li car, q ua is o s m ot iv os, n uma em presa q ue e te m a s ua ac t iva de s us pensa, e q ue pe diu na al t ur a q ue o fez u ma ce r ti dão de di v id as ao f is co q ue f o i aqui me s m o passada, es pan t oso n ão é, maior s n ão c on se g eu m ap r s en t ar as ra z õ es, ne m j us ti f c ar o as v a l o r es q ue es t ão ap ar en te mente em di v id a, q ua l q eu r co isa co mo mil e t al eu ro s se eu b em pe rc e bi no q ue a inda n ão pe r cebi, e p en s arão q ue são s it ua ç õ es de s t a na t ur e quarta za, que t ra d uz e m o g rosso da f u g a ao f isco, q ue se n ão ex is t is se re sol v e r ia mu it os dos pr o b l ema s f ina n ce i ro s do pa ís e t ratam d est a f o r ma os c on t rib u ie n t es, aqui ao bal cão, q ue n ão se r ão os q ue maio r r es ponsa bil i dad e ne s t a mat é r ia t ra rão, o u pen s a rão que os g ra n d es pr eva ric ad o r es, vi r ã o aqui aos bal c õ es

A senhora insistia que não havia necessidade e coisa e tal, e acabei dela me despedir com uma festa em sua face, sai para a rua, quando vou a descer a rua, um cartaz do ruben de carvalho na rua me chamou a atenção um cartaz pequenino com dois traços em v tipo corninhos no pescocinho, como um dracula, ali estava, um cartaz pequeno que me chamou a atenção, tipo uma folha a quatro, ia eu a pensar quem é que desta vez me fez este presentinho, à noite na televisão, o senhor figueiredo, senhores figueiredos por todo o lado neste país, dizia o senhor com sua cara loirinha, andamos à trinta anos a melhorar a máquina fiscal e coisa e tal e menos que tal, e eu para meus botões, será mais um da família dos figueiredos de carvalho, ou cruzados com os carvalhos, a ponte na perseguição das finanças a partir do roubo de meu filho, em véspera, no jornal um outro, tudo sorridente e de boa face, de frente voltado expressão de confiança, um senhor que ia dar a sua ultima aula de roupão em coimbra, um homem professor de direito, dava conta a noticia de um bilhetinho que sua filha lhe enviara para a ultima aula, que dava um belo retracto dela, e eu pensei, deve ser bom homem, para ter uma filha que tem assim tão e tão certo humor, que é sempre acto de inteligência, e olhei-o nos olhos e gostei do que vi, no dia seguinte de novo ele, de costas voltadas, como se alguma coisa que se tivesse passado no entretanto, o tivesse feito assim voltar, provavelmente mais uma mentira, uma negra insinuação a correr nas aguas escuras da cidade das ratazanas, para envenenar os que me trazem amor, se fosse esse o caso, que giro que isto tudo é, bang bang, para a próxima que vir um quietinho entre duas colunas, como certa noite vi, talvez lhe dê um tiro, ou o coma mesmo à mingua de alimentos, em vez de lhe dizer como nessa noite lhe disse, fica ai quietinho e não te mexas, e ele assim sas ficou, no banco alimentar novas classes sociais lá vão pedir pão e alimentos, professores com filhos a pedir o pão para eles, a dizer claramente que a fome e a miséria alastra rapidamente à classe média, que tem um bocadinho mais de educação e de ver, vamos a ver até onde a fosso aumentará sem a violência da revolta começar a estalar,

A s en h o ra in sis tia q ue n ão h av ia ne ce s sida de e co s ia e t al, me d es pe di de l a com uma f es t a em s ua face, sa i para ar ua, q ua n do vo u a d es c e r a rua, um c a rta z do r u b en de car v alho na rua me ch ami u a a ten ção um ca rta z pe q eu nino com do is t ra ç os em v t ip o co r ni n h os no p es co c in h o, co mo um dr ac u l a, ali est av a, um ca r t a z pe q eu no q ue me ch ama o u a a ten ção, t ip o um f i o l h a a 4, ia eu a p en s ar q eu m é q ue d es t a v e z me fez este pr e s en tin h o, à no it e na tele visão, o s en h o r fi g eu i red o, s en h o r es fi g u e i re d o s por t odo o l ad o ne s t e pá is, di z ia o s en h or com s ua cara l ori n h a, anda mo s à t rin t a a no s a me l h o ra r a má q eu ina f isca l e co isa e t al e m en os q ue t al, e eu para me us bo t õ es, se rá maior si um da f ami l ia dos figueiredos de car v l h o, o u c r u za d os com os c ra va l h os, a p on te na pe r se gui ção das f ina s ç as a pa r tir do ro ub o de m eu fi l h o, em v es pera no jornal u m ou t ro, t u d o s o r rid ente e de boa face, de fr e n e t vo l t ad o ex press ã o de c on fia n ça, um s en hor q ue ia d ar a s ua ut lima au l a de ro up ão em co im bra, um homem pr o f e s s o r de di rei t o, d av a c on t a a no tic a de um bil he t in h o q ue s ua fil h a l he en v ia ra para a ul tim a au l a, q u e d av a um be l o r e t rac t o de l a, e eu pen sei, d eve ser bo m homem, para te r uma fil h a que te m as s im t a ão e t ão ce r to h umo r, q ue é se mp re ac tio de in teli g ên cia, e o l he i inglês o no s o l h os e g os tei do q ue vi, no dia se gui n te de n ovo e l e, de co s t as vo l t ad as, co mo se al gu am co isa q ue se t ive s se passado no en te rta n t o, o t ive s se f e it o as s im vo l t ar, pr ova v el mente maior si uma m en t ira, uma ne g ra in sin ua ç ão a co r r e r na s aguas es c ur as da cidade das rata z ana s, para en v ene n ar os q ue me t ra ze m am a o r, se f o s se es se o ca s o, q ue gi ro q ue is t o t u d o é, ban g m ban g, para ap ro x i ma q ue vi r u ma q u it in h a en t re du as co l una s, co mo certa ni o it e vi, t al v e z l he dê um t i ro, o u a coma me s m o à min g ua de ali m en t os, em v e z de l he di ze r co mo ne s sa no it e l he di s se, f i ca ai q eu it in h a e n ão te me xa s, e l a as s im sas f i co u no banco alimentar n ova s c l as s es soci as ia l á v ão pe di r p ão e ali m en t os, pr o f e s s o r es com fil h os a pe di r o p ão para e l es, a di ze r clara mente q ue a f o me e a misé r ia al as t ra ra pi d am ente à c la s se mé dia, q ue te m um bo ca din h o maior si de edu cação e de v e r, v amo s a v e r at é onda a f osso au m en t a rá se m a viol ên cia co me ç ar a es t al ar,

Quando de novo passei por Alcântara lá estava a senhora das castanhas, a ela me dirigi, e lhe disse a sorrir, estavam duas estragadas, e ela me deu duas , com as mesma face, neutra, meia chateada meia a sorrir, com quem pensava olha a lata deste

Q ua n do de no vo pa s se i por al can t a ra l á est av a a s en h ira das ca s tan h as, a e l a ma edi r i gi, e l he di s se a s o r r i r, est av am d u as es t ra g ada s, e e l a me de u du as , com as me s m a face, ne ut r a, me ia ch at e ad a me ia a s o r r i r, com q eu m p en s av a o l h aa l at a d es
te

Senhor, que dá pela graça de figueiredo e que disse em noite recente, a mesma depois deste caso, que me parece ser mais uma perseguição a mando das bestas que servem a Besta, que há trinta anos que trabalha e trabalham para resolver o problema das finanças neste país, se é que assim em justo se lhe pode chamar, pois certamente concordará que trinta anos para resolver um assunto que não está resolvido, traduz inequivocamente duas coisas, que primeiro não sabem resolver, depois que não trazem a vontade de o fazer, pois se as duas houvesse, se calhar mesmo uma, já estaria feito e resolvido, e assim lhe pergunto, para quê e porque continua a trabalhar para melhorar, e melhora o quê, ou não sabe que tudo está a piorar, donde tenho que deduzir que aquece o senhor sua bela pêra nas cadeiras dos poderzinhos em que se vai sentando ao longo dos trinta anos de capitães pernetas, cegos e piratas e concerteza esperará certamente a sua bela reforma, por tão elevado mérito e desempenho e será recordado pela eternidade como aqueles , valorosos de espada de pensar e agir, que resolveram as misérias e os roubos em portugal, quanto vai receber, e já agora, quanto é que já recebe e lhe pergunto em forma directa e publica neste altar se esta situação que agora me ocorreu, é na sua opinião curial e sustentável pelas leis e pelas boas praticas e se acha ser bom indicador da boa rota, pois a mim isto me parece ser mais uma questão de policia e de tentativa de roubo à mão armada, e lhe pergunto ainda se foi o senhor e mando de quem que o ordenou, e caso não seja, quem o fez e se lha parece de bom tom, que eu pegue numa espada e quando o encontrar na rua, ou lhe bata a sua porta e lha meta ao pescoço e lhe diga assim, deve-me dinheiro e vai ficar sem a carteira, passe-a para cá, bem como os géneros que tem no frigorifico

S en hor fi l ho da i m e n sa bab i l óni a, q ue d á pe l a graça de figueiredo e que di ss e em no it e re c en te, a me s m a d ep o is d este c as o, q ue me par e ce ser maior is u ma pe r se gui ção a man d o das best as q ue se r v em a Best a, q ue h à t rin t aa no s que t ra ba l h a e t ra ba l ham para re sol v e r o pr ob l ema das f ina n ç as ne ste pa ís, se é q ue as s im em j us t o se l he p ode ch ama r, po is certa mente c on co ra d r á q ue t rin t a a no s para re sol v e r um as s un t o q ue n ão es t á r e sol v id o, t ra d uz ine q eu ivo ca mente du as co i s a s, q ue pr i me i ro n ão sabe m r e sol v e r, de p o is q ue n ão t ra ze m a von t ad e de o f az e r, po is se as du as h o u v e s se, se cala h r me s m o u ma, j á es t aria f e it o e r e sol v id o, e as s im l he pe r gun t o, para q u ê e por q ue conti n ua a t ra ba l h ar para me l h o ra r, e me l h ora o q u ê, o u n ão sabe q ue t u d o es t á a pio ra r, don d e ten h o q ue de d uz i r q ue a q eu ce o s en hor s ua be l a pe râ na s ca de ira s dos po de r zi n h os em q ue se v a i s en tan do ao l o n g o dos t rin t a a no s de ca pi t õ es pe r neta s, ce g os e pi ra t as e c on c e r t e za es x pe ra rá certa mente a s ua be l a re f o r ma, por t ão e l eva do mér i t o e d e s e mp en h o e se rá record ad o pe l a e t r eni dad e co mo a q eu l es , v al o r o s o s de es p ad a de p en sar e a gi r, q ue reo l v e ram as misé r ia s e os ro ub os em portugal, q ua n t o v a i r e cebe r, e j á agora, q ua n t o é q ue j á r e ce b e e l he pe r gun t o em f o r ma di re c t a e publica ne s te al t ar se es t a si tua ção q ue agora me oco r r eu, é na s ua o pi ni ão c ur ia l e s us ten t ave l pe l as le is e pe l as boas pr at i ca s e se ac h a ser bo m indica dor da boa r ota, po is a mim is t o me par e ce ser maior is uma q u es t ão de po li cia e de ten t at iva de ro u b o à mão armada, e l he pe r g t un t o a inda se f o i o s en h o r e mando de q eu m q ue o o r den o u, e c a s o n ão seja, q eu m o fez.

Amada senhora Vívian ontem à noite enquanto escrevia tinha a antena no segundo e a vi num estranho episódio, que sempre gosto de ver seu humor, há quem diga ser afinidade espiritual por raiz de nascimento, e bem a vi que tinha passado uma má noite, depois de dormir com um prémio com uma espécie de mascara em cima de si, e que acordara em profunda crise de identidade, o que muito acontece a quem dorme com estatuetas pesadas em cima e a quem faz talk show e sabe como eu que muitos existem, e geralmente depende a sua qualidade da qualidade da alma de quem os faz, ainda no sábado ou domingo pela tarde, ia eu com talk show na minha cabeça a passar ali em frente ao cabeleireiro de senhora Sônia qualquer coisa, e lá vi uma senhora que faz o que dizem ser uma espécie de talk show e arranjar o seu cabelo, levantava-se ela numa pirueta de sua cadeira, vestia de negro, e eu assim a reconheci, em dia recente dizia ela, que primeiro estava a tvi e depois a senhora Oprah que tem um belo coração e uns olhos que desvelam uma alma muito forte, a senhora tambem, ao qual devo acrescer a inteligência que é espelho do humor, e o humor espelha sempre a inteligência, e eu que vivo aqui numa espécie de masmorra desterrado, sempre me dei conta que as gentes aqui trazem problemas com meu humor, há quem mesmo me ache sarcástico, para não dizer, paneleiro e abusador de criancinhas, ou coisa bem piores, pois me faz nas vezes mesmo sorrir neste meu dungeon onde habito e que parece em certa forma conhecer, a atender as perguntas que me pôs no final do seu programa,

Am ad a s en hor a vi v ian on te m à no it e en q ua n to es c r e v ia tinha a antena no se gun d o e a vi n um es t ra n h o e pi s ó di o, q ue se mp re g os t o de v e r s e u h u mor, h á q eu m di g a ser afini dad e es pi ritu al por r a i z de n as ç i men t o, e b em a vi q ue tinha passado u ma má no it e, d ep o is de do r mir com um pr émi o com uma es pe cie de mas cara em c ima de si, e q ue ac o rd a ra em pr o f un d a c r ise de id en tid ad e, o q ue mu it o acontece a q eu m d o r ma com es tau t u eta s pesa d as em c ima e a q eu m f az t al k s h o w s e sabe co mo eu q ue mu i t os ex ist em, e ge r al mente d ep en de a s ua q ua l i dad e da q ua li dad e da al ma de q eu m os f az, a inda no s ab ad o o u do mingo pe l a t ard e, ia eu com t al k s h o ws na min h a cab eça a pa s s ar ali em fr ente ao cab e l e i rei ro de s en h ora s oni a q ua l q eu r co isa, e l á vi u ma s en h o ra q ue f az o q ue di ze m ser uma es pe cie de t al k s h o ws e ar rana j r o s e u cab e l o, l eva n t av a inglesa se e l a n uma pi r u eta de s ua cad e ira, v es tia de ne g ro, e eu as s im a reco n h e c i, em d ia r e cen t e di ia e l a, q ue pr i me i ro es t av a a t vi e d e po is a s en hor a o p ra h q ue te m um b e l o coração e un s o l h os q ue d es v e l am u ma l ama mu it o f o rte, a s en h or at am b em, ao q ua l d evo ac r e c ser a in te li g ên cia q ue é es pe l ho do h u mo r, e o h umo r es pe l h a se mp r e a in te li g ên cia, e eu q ue vivo a qui n uma es pe cie de ma s mor ra d es ter ra d o, se mp re me de i c on t a q ue as g en t es aqui t ra ze m pr o b l ema s com m eu h umo r, h á q eu m me s m o me c he as rca s tic o, p r a n ão di ze r, pan e l e i ro e ab usa dor de c rian ç in h as, o u co isa b em pio r es, po is me f az n as v e ze s me s m o s o rr i r ne s t e m eu d un ge on onda h ab it o e q ue par e ce em certa f o r ma c on h e ce r, a a t en d e r a s pe r g un t as q ue me po s no f in a l do s eu pr o g rama,

a senhora júlia do pinheiro, só uma vez tive a infelicidade de me cruzar com ela, mas era ela muito pequenina, ainda começava a trepar, perdão, gatinhar na sua bela carreira, eu era pequenino como agora sou e tinha já umas orelhas que se bem pequeninas e bem torneadas, sempre muito bem ouviram, e eu que nunca soube muito bem que tipo de dungeon era o meu, assim acontece muito a quem trabalha em media, por exemplo nunca me consegui decidir entre produção, realização, jardineiro, ou mesmo almeidinha, tipo varredor do estúdio e mesmo pedreiro e pintor merceneiro e torneador nas horas ocupadas, estava eu pelas vinte e duas horas minuto menos, minuto mais, finalmente a jantar no restaurante com o elucidativo nome de ultimo tango, que era uma espécie de cantina quando a menina entrou com o seu nariz empinado, que já o tinha em pequenina, assim vos garanto, toda pespineta, não confundir com pepinos, ou tomates ou outros legumes da horta, vinha em grupo, quando passou pela nossa mesa, me olhou e depois se sentou ao fundo na mesa ao lado do balcão da cozinha, e eu a ouvi então assim dizer, aquele meia leca, é que é o paulo forte, e assim lhe tirei as medidas da sua desilusão, se bem que eu estava sentado, com os joelhos cobertos pela toalha, minha alma por dentro fez um espécie de silencioso gráaaa, como quem diz, mais uma pespineta que mede as pessoas aos palmos e deve acreditar naquelas histórias da mão e da relação com tamanho do dedo vinte e um

a s en hor a j u l ia do pin h e i ro, s ó uma v e z t ive a in f e li cidade de me c r uz ar com e l a, ma s e ra e l a mu it o pe q eu nina, a inda co me ç av a a t r epa r, pe r dão, g at in h ar na s ua be l a car rei ra, eu e ra pe q eu nino co mo agora s o u e tinha j á u ma s o r e l h as q ue se b em pe q eu ninas e b em torn e ad as, se mp r e mu it o b em o u vi ram, e eu q ue n un ca s o u b e mu it o b em q ue t ip o de d un ge on e ra o me u, as s im acontece mu it o a q eu m t ra b l h a em media, por ex e mp l o n un ca me c on se gui de cid i r en t re pr o d u ção, real iza ção, j ar din e i ro, ou me s m o al mei din h a, t ip o v ar red o r do es t u di o e me s mo pe dr e i ro e pin tor mer ce ne i ro e t ron e ad o r nas hor as o c up ad as, e sa t v a eu pe l as vi n te e du as h o ra s min ut o m en os, min ut o maior is f ina l mente a j ana t r no r es tau ra n te com o e lu cid at ivo no me de u l tim o tan g o, q ue ra u ma es pe cie de can t ina q ua n d o a me nina en t ro u com o s eu na riz em p i na d o, q ue j á o tinha em pe q eu nina, as s im o vo s g a r a n t o, t u d a p es pi n e ta, n ão c on f un di r com pe p ino s, o u tom at es o u ou t ro s le gum es da horta, vi n h a em g r up o, q ua n d o pa ss o u pe l a no s sa ne s sa, me o l h o u e d ep o is se s en t o u ao f un d o na m esa ao l ad o do bal cão da c o z i n h a, e eu a o u vi en t ão as s im di ze r, a q eu le me ia l e ca, é que é o pau l o f o r te, e as s im l he ti r ei as med id as da s ua de si l u são, se b em q ue eu est av a s en t ad o, com os jo e l h os co b e r t os pe l a t o a l h a, min h a al ma por d en t ro fez um es pe cie de si len cio s o g rá aa a, co mo q eu m di z, maior si u ma p es pin eta q ue me d e as pe s s o a s ao s pa l mo s e d eve ac red i t ra na q eu l as h si t ó r ia s da mão e da relação com tam na h o do d ed o vi n te e um

depois umas luas atrás apareceu nas letras das visões deste livro da vida, uma senhora que se dividia em quatro, e duas possibilidades se colocaram pelo sincronismo que se então se verificaram, primeiro duas belas senhoras amadas que assim num belo clip musical se dividiam, o que não seria uma verdadeira interpretação, visto serem duas e não uma, um dois que daria quatro e não um que daria um quatro ou que faria um quadrado e depois lá apareceu em meu olhar, numa estação de metro, nas televisões internas, mais uma ideia que eu auscultara no principio dos anos noventa, e que fora preterida, numa tv lá estava a julia pinheiro numa anuncio salvo erro de crédito onde ela se dividia em quatro

d ep o is u ma s l ua s at rá s ap a r e ceu nas l e t ra s das visões d este li v ro da v id a, u ma s en ho r a q ue se di v ia em q ua t ro, e du as po s si bil i dad es se co l o ca ram pe l s o sin c ron is mo s q ue se en t ão se v eri f i ca ram, pr i me i ro du as belas s en h o r a s am ad as q ue as s im n um b e l o c l ip mu si c a l se di vi d iam, o q ue n ão se r ia u ma v e rda de ira in te rp r eta ção, vi s to se r em du as e n ão u ma, um do is q ue d aria q ua t ro e n ão um q ue da ria um q ua t ro o u q ue faria um q ua dr ad o e de p o is l á ap ar e ceu em m eu o l h ar, n uma es t aç ão de met ro, na s tele vi s õ es in te rna s, maior si uma id e ia q ue eu as cu l t a ra no pr in cip io dos a no s n o v en t a, e q ue f o ra pr e te r id a, n um tv l á e ts v aa a julia pin h e i ro n uma a n un cio sal vo e r ro de c réd it o onda e l a se di vi d ia em q ua t ro

senhora vivian, quanto as suas perguntinhas, tenho eu na realidade dois punhos e dois pés e muitas coisas com eles se podem fazer, recordo que depois de publicar a Palavra em que chamava entre outras coisas ao que pretensamente vai nas vestes de primeiro ministro de pinóquio, vi numa foto, num corredor da assembleia da republica, agarrado por um braço por outro ilustre seu compadre, o almeida santos, que não percebi se o tinha prendido, que bom assim seria, ou se de alguma forma o trazia retido numa qualquer fúria de punhos, como quem me diz, agarrem-me se não bato-lhe que deve ser mais ou menos a mesma versão ai em inglaterra, dizem os cobardes mudos, aos correligionários para ao agarrarem que na realidade não batem, nem sei mesmo se ainda respira por muito que corra pelas praças do mundo, depois ou antes tanto faz aos punhos, daqueles que servem para dar prazer aos grilos, lá aparecia em outra foto na ar num combate ao por do sol, com os dois assim fechadinhos e erguidos, não sei o que ele iria penetrar, talvez o ar vazio de todas as retóricas, sem queda nem alma nem treino de bom actor, ou se seria um comentário visual do outro oponente, o santana lopes, pólvora não me cheirou, talvez mais enxofre, mas como o semi circulo é vasto e cheio, nas vezes, é difícil de perceber em exactitude donde ele vem, ou onde ele está

s en hor a vi v ian, q ua n to as s u as pe r g un tin h as, ten h o eu na real i dad e do is p un h os e do is p é s e mu it as co i sas com e l es se p ode m f az e r, record o q ue de p o is de pub li car a Pa l av ra em que chama v a en t re o ut ra s co i sas ao que pr e ten as mente v a i na s v es t es de pr i me rio mini s t ro de pi nó q ui o vi n uma f oto, n um co r red o r da as s em b l e i a da r ep ub li ca, a g ar ra d o por um br a ç o por o u t ro i lu s t re se u co mpa d r e, o al me id a santos, q ue n ão pe r cebi se o tinha pr en d id o, q ue b om as s im se ria, o u se de al gum a f o r ma o t razia r e t id o n uma q u a l q eu r f úr ia de p un h os, co mo q eu m me di z, a g ar r em inglesa me se n ão bat o inglês l he q ue d eve ser maior si ou m e n o s a me s m a v e r são ai em inglaterra, di ze m os coba r d es mu d os, ao s co r r e l e gi o ná rio s para ao a g ar ra r em q ue
na real i dad e n ão bate m, ne m se i me s m o se a inda r es pira por mu i t o q ue co r ra pe l as pr aç as do m un d o, d ep o is o u ant es t ant os f az aos p un h os, da q eu l es q ue s e r v em para d ar pr a ze r ao s g r i l o s, l á ap ar e cia em o u t ra f oto na ar n um co m bate ao pr do sol, com os do is as s im f e c ha din h os e e r gui d os, n ão se i o q ue e l e i r ia p ene t r a r, t al v e l o ar v az io de t o d a s as r e tór i ca s, se m q eu d a ne m al ma ne m t reino de bo m ac tor, o u se se r ia um co men t á r io vi s ua l do o u t ro o p one n te, o san t ana l o p e s, p o l vo ra n ão me che i ro u, t al v e z maior si en xo fr e, ma s co mo o s emi cir c u l o é v a s t o e che i o, na s v e ze s, é di f i c i l de pe r c e be r em ex cti dude d onda e l e v em, o u onda e l e es t á

sobre se a casa tem duas masmorras ou uma , a questão é de maior dificuldade, pois na realidade não sei bem definir masmorras, mas casa sei, casa é toda ela, casa, casa é o sitio onde vivemos, porque ela nos deixa viver, mas já que estamos no espirito pré natalício e curiosamente vá-se lá mesmo saber porquê, uma sequência de comunicações referente a esta matéria, assim se alinhou, como um recente artigo do cucu ao glory hole e por ai fora aos quartos escuros de adultos que bem se lembra dos de pequenino, que até essa parte, pareciam palavras minhas, já para não falar do cucu, que terá explicação maia detalhada, ah que malandros são, se não os conhecesse, como os poderia amar, falemos então de sadismo e masoquismo e aqui querida senhora humorada, o que é sempre bom remédio para deslizar na loucura, falando verdade em verdade, se pode dizer que um perigoso vírus se espalhou por todas as divisões da casa e a muitos trás afectado e em bem verdade andam muitos, diria mesmo uma grande maioria em filmes sado masoquistas e sempre a tentar enfiar a carapuça na cabeça alheia

s o br e se a c asa te m du as ma s mor ra s o u u ma , a q eu s tão é de maio r di f i c u l dad e, po is na real i dad e n ão se i b em d efe ni r ma s mor ra s, ma s c asa se i, c asa é t o d a e l a, c asa, c asa é o si tio onda vi v emo s, por q ue e l a no s de ix a vi v e r , mas j á q ue es t mo s no es pi rito pré natal i cio e c ur i o as mn te v á inglesa se l á me s m o sabe r por q u ê, u ma seque n cia de co m uni cações r efe r e es t a mat é ria, as s im se ali n h o u, co mo um r e cen te ar t i g o do c u cu ao g l r y h ole e por ai f o ra aos q ua r t os ec ur os de ad u l t os, e q ue b em se l em bra do s de pe q eu nino, q ue at é es sa p a r te, par e c iam pa l av ra s min h as, j á para n ão fa al r do c u cu, q ue te rá ex p li cação maior si d eta l h ad a, a h q ue ma la n d r os são, se n ão os co n he ce s se, co mo os po de ria am ar, f al emo s en t ão de sa di s mo e ma so q u i s mo e aqui q eu rid a s en hor a h umo r ad a, o q ue é se mp re b om r emé di o para d es liza r na lou cura, fa l and o v e r da d e em v e r dad e, se p ode di ze r q ue um pe r i g o s o vi r us se es pa l h o u por t o d a s as di visões da c asa e a mu it os t rá s a f ec t ad o e em b em v e r da de anda m mu it os, di r ia me s m o uma g ran de maio r ia em fi l mes sado maso q u ista s e se mp r e a ten t ra en fia r a cara p u ç a na cab eça al h e ia

sadistas e masoquistas, vejamos, não é sadismo puro e duro destruir todos os santos dias a casa em que vivemos, ponto de interrogação, que meu teclado não tem, e assim sendo melhor será mesmo nem duvidar, fazer simplesmente afirmações, ahh, das firmas mações, tambem a senhora, i presume, e não é puro e duro masoquismo assim deixar-mos cantando e rindo nos intervalos dos talk show

s ad ista s e maso q u ista s, v e j amo s, n ão é sa di s mo p ur o e d u ro d es t rui r t odo s os s an o t s dias a c asa em que vi v emo s, p on to de in te rr o g a ç ão, q ue me u tec l ad o n ão te m, e as s im s en d o me l hor se rá me s mo ne m d u vi d ar, f az e r s im p l es mente a f i r mações, a hh, das f irma s m aç õ es, tam b em a s en hor a, i pr e s u me, e n ão é p ur o e du ro maso q u is mo as s im de ix ar inglês mo s can tan d o e r indo no s in te r v al os dos t al k s h o ws

diga-me senhora se deixar-mos morrer à fome cerca de onze mil crianças por dia no mundo, não é prova provada de acto sádico e masoquista, pois a vida é toda uma mesma nas sua múltipla diversidade

di g a inglesa kapa me s en hor a q ue de ix ar inglesa mo s mor r e r à f o me cerca de onze mil c rian ç as por dia no m un d o, n ão é pr ova pr o v ad a de ac to sá di co e maso q u ista, po is a v id a é t o d a u ma me s m a na s ua mu l tip l a di v e r sida de

diga-me senhora, se um país onde mais de um quarto das gentes passam fome, sabendo que se os impostos devidos fossem cobrados, a abundância para todos havia, não é profundo acto misto de sadismo bem temperado de masoquismo

di g a inglesa me s en hor a, se um pa ís onda maior is de um q ua r t o das g en t es pa s sam f o me, sabe m d o q ue se os im p os t os d evi d os f o s s em cobra d os, a ab un dân cia para t o d os h avi a, n ão é pr o f un d o ac to m is t o de sadi s mo b em te mp e r a d o de maso q u is mo

diga-me senhora, se um pais que se diz ser uma democracia e um estado de direito e trás leis por todos acordadas, onde se garante por exemplo o direito universal a saúde, e os hospitais e os centros de saúde fecham uns atrás do outros, por pretensa razão de falta de dinheiro, quando a razão é a falta da devida colecta, não demostra de forma igual um acto de sadismo e masoquismo de tendência suicida colectiva

di g a inglesa me s en hor a, se um pa is q ue se di z ser u ma demo c rac i e um es t ad o de di rei t o e t rá s lei a por t o d o s ac o rd a d as, onda se g a ran te por ex e mp l oo di rei t o universal a s au d e, e os h os pi tais e c en t ro de s au d e f e ch am un s at rá s do s o u t ros, por pr e ten sa ra z ão de f al t a de din he i ro, q ua n d o a ra z ão é s ó a f al t a da de v id a cole cta, n ão demos t ra de f o r ma i g u a l um ac to de sadi s mo e maso q u is mo de ten den cia s u i c id a cole c t i va

sabe senhora, nas televisões, muitos sãos os dungeons, às vezes mesmo nos mais insuspeitos programas, veja lá que em noite recente dei-me conta de um bela pivot da sic que tinha dois convidados a volta da sua mesa, comentadores dos jornais que diziam a propósito da greve da função publica feita por aumentos salariais de não sei bem que astronómica quantia, uma virgula qualquer coisa por cento, um dos comentadores que até pertence ao clube da águia dos seis milhões e coisa e tal, mas parece que andará com problemas de vista, pois não responde directamente ao que lhe interpelei, dizia que o governo estava a pedir sacrifícios aos trabalhadores, ou seja, se o dinheiro que por lei é devido fosse recolhido, haveria suficiente e bastante para terem melhores salários, mas a visão sádico masoquista, é que se está perante um sacrifício, ring a bell on the dungeon,

sabe s en hor a, na s tele vi s õ es, mu it os são s os d un ge o ns, à s v e ze s me s mo no s maior is in s us pei t os pr o g rama s, v e j a l á que em no it e r e cen te de i inglesa me c on t a de um ab e l a pi v ot da sic q ue tinha do is c on v i d ad os a vo l ta da s ua mesa, co men t ad o r es dos jo rna is q ue di z iam a pr o po si to da g r eve da f un ção publica f e it a por au mn e to s sal a rai s de n ão se i b em q ue astro no mica q ua n tia, uma vi r gula q ua l q eu r co isa por c en t o, um dos co m en t a d o r es q ue at é pe r ten ce ao c lu be da a g ui a do s se is mi l h õ es e co isa e t al, ma s par ce q ue anda rá com pr o b l ema s de vi sta, po is n ão r es p onda di rec tamen te ao q ue l he in te rp e lei, di z ia q ue o g o v e r no es t av aa pe di r sa c rifi cio s ao s t r ab a l h ad o r es, o u seja, se o din he i ro q ue o r lei f o s se reco l h id o, h ave ria din he i ro s u f e ci e n te e ba s tante para te r em me l hores sal a rio s, ma s a visão sa di co maso q u ista é q ue se es t á pe ra n te um s ac rifi cio, r in g a be ll on t he d un ge on,

a encenação dominante no dungeon aqui no bairro, é mais ou menos assim, tomatinhos apertadinhos com muitas correntes frias de frio metal, os membros sexuais metidos em gelo e alterna levando ao fogo, põem um bocadinho de orégão que vai sempre bem e é erva que cheira muito bem, se não tiver usam-se, gomilhos, depois venda-se os olhos, passando uma mordaça por entre os ouvidos de lado a lado para trepanar o pensamento, usam-se mascaras com orelhas de burro e quem está no comando da sevicia diz assim, oink oink e tu repetes, muitas vezes até começares a gostar de cenouras fininhas como virgulas ponto zero negativo de desaumento, menos do falo do apocalipse, esse assim sempre a crescer, passa mesmo em sessão continua

a en cena ção do m ina n te no d un ge on aqui no ba i r ro, é maior si o u m en os as s im, tom at in h os ap e rta din h os com mu it as cor ren t es frias de f rio met al, os m em br os se x ua is met id os em ge l o e al te rna l eva n d o ao f o g o, po em um bo cadinho de o re g ã os q ue v a si se mp re b em e é e r v a q ue che ira mu it o b em, se n ão t ive r usa inglesa se, g o mi l h os, d ep o is v en d a inglesa kapa se os o l h os, passa n d o u ma mor d aç a por en t re os o u v id os de l ad o a l ad o para t r e pan ar o pen as mento, usa inglesa se ma s cara s com o r e l h as de b ur ro e q eu m es t á no co man do da se vi cia di z as s im, o in k o i n k e t u r ep e t es, mu ita s v e ze s at é co me ç ar es a g os t ar de c eno ur as f i ni n h as co mo vi r gula s p on t o zero ne g at ivo de d es au men to, m en os do f al o do ap o c a l i ps e , es se as s im se mp r e a c e r s ce r, passa me s mo em se s são conti n ua

assim se prepara a sevicia continua social e se mergulha a todos no abismo da continuo dungeon, masmorra onde os pássaros cantores nascem e vivem felizes, a atender no que se vai vendo, em proporção directa ao pequenino tamanho dos ditos pelo tratamento profilático, por exemplo

as s im se pr ep ar aa se vi cia conti n ua soci a l e se mer g u l h aa t o d os no ab is mo da conti n u o d un ge on, ma s mor ra onda os pássaros can t or es na s cem e vi v em f e li ze s, a a ten der no q ue se v a i v en d o, em pr o porção di r e cta ao pe q eu nino tam anho dos d it os pe l o t rata m en to pr o f i lá tic o, por ex e mp l o

quando se fecha um centro de saúde, as pessoas juntam-se a vão para a rua e berram muito, tanto que até os pássaros fogem para longe com o incomodo, mas ninguém se lembra da lei, as autoridades também não, aqui no bairro andam todos nas mesmas sessões, e ninguém diz então assim, ora vejamos qual é a percentagem, que nos nossos impostos, é para saúde, x, e então decidem todos na próxima declaração entregarem uma quantia onde descontaram o x, porque o aplicaram numa solução que erigiram eles mesmos nos seus bairros para continuar a ter as portas do centro abertas, e dizem assim no balcão, a lei garante a saúde, portanto retiramos a percentagem para isso mesmo, como vê estamos a cumprir a lei, chama-se a isto tambem regionalização, mas não se pode chamar assim porque não existe, é mais ou menos como uma rua com prédios, temos vizinhos porta sim e porta sim e do outro lado a mesma coisa, mas é como se não os tivéssemos, assim quando nos metemos no carro, ao arrancar atropelamos um outro que lá ia a atravessar, mas não faz mal porque não existem,

q ua n d o se f e ch a um c en t ro de s au d e, as pe s s o as j un tam inglesa se a v ão para a rua e be r ram mu it o, tan t o q ue at é os pá s sa r os f o ge m para l on ge com o inc o mo d o, ma s ni n g ué m se l em bra da lei, as au tor i dad es at m b em n ão, aqui no ba i r ro anda m t o d os na s me s m a s se s s õ es, e nin g eu m di z en t ão as s im, o ra veja mo s q u al é a pe rf c en t a ge m, q ue no s n osso im p os t os, é para s au de, x, e en tão de cid em t o d os na pr óx i ma dec lara ção en t r e g ar em u ma q ua n tia onda d es c on t ar am o x, por q ue o ap li ca ram n uma sol u ção q ue e ri gi ram e l es me s mo s no s se us ba i r ros para conti n ua ra a ter as porta s do c en t t ro ab e rta s, e di ze m as s im no bal cão, a lei g a ra n te a s au d d e, porta n to r e t ira mo s a pe r cen t a ge m para is s o me s m o, co mo v ê es t amo s a c u mp r i r a lei, chama inglesa se a is t o tam b em r e gi on a liza ção, ma s n ão se p ode chama r as s im por q ue n ão ex iste, é maior si o u m en os co mo uma rua o m pr é di os, te mo s vi zi n h os porta s im e porta s im e do o u t ro l ad o a me s m a co isa, ma s é co mo se n ão os t ive s se mo s, as s im q ua n do no s met emo s no car ro, ao ar ra n car at ro p l amo s u m o u t ro q ue l á ia a at r ave s sar, ma s n ão f az m al po r q ue n ão ex d i ste m,

tambem na encenação da masmorra cá do bairro, contam umas histórias com grandes papões e bichos feios com mais de setenta e sete cabeças que comem as pessoas se elas tiram as orelhas de burro e o lenço que lhes trepana o meio da testa, que é pressupostamente onde mora a inteligência, mas não é verdade, é no coração, mas parece que um está ao outro ligado na espécie dos burros, vá-se lá saber e então as pessoas preferem ir para rua gritar uma tarde em vez de deixar de pagar o que lhe roubam quando lhe fecham o centro de saúde, porque tem muito medo que lá chegassem os tais bichos muitos grandes tipo extraterrestres com ventosas e os prendessem a todos, ou lhes penhorassem a rua inteira, que como já se demonstrou não existe, no fundo é preso por tê-los e não tê-los, os cães claro está, assim reza o ditado

tam b em na en cena ção da ma s mor ra cá do ba i r ro, c on tam u ma s h is t ó r ia s com g ra n d es pap õ es e bic h os f e i os e ma i s de set en t a e set cab e ça s q ue co mem as pe ss o as se e l as tir am as o r e l h as de b ur ro e o l en ço q ue l h es t r ep a na o me io da t es t a, q ue é pr e s s up os t amen te onda mor aa in te li g ên cia, ma s n ão é v e rda d e, é no coração, ma s par e ce que um es t á ao o u t ro li gado na es pe cie dos b ur ro s, v á inglesa se l á s abe r e en t ão as pe s s o as pr efe r em i r para rua g rita r uma t ard e em v es z de d e ix ar de pa g ar o q ue l he ro u b am q ua n d o l he f e ch am o c en t ro de s au d e, por q ue t em mu it o med o q ue l á che g a ss em os t a is bi ch os mu it os g ran d es t ip o ex t ra te r r e s t r es com v en t o sas e os pr en d e s s em a t o d os, o u l h e s pen h or a s em a rua in te ira, q ue co mo j á se demon s t r o u n ão ex iste, no f un d o é pr e s o por tê inglesa l os e n ão te inglesa l os, os cães c l at o es t á, as s im r e za o d i t ad o

é um bocado como se passa mim, roubaram-me o filho há quase dois anos e todos os que falo do assunto, fingem nao saber nem ouvir o que reclamo, prova provada que o exagero de qualquer coisa na vida faz doença grave e como são todos, mas todos, assim se prova como a doença é geral

é um b ac ad o co mo se passa mim, ro ub a ram inglesa me o fil h o h á q u ase do is a no s e t o d o s os q ue f al o do as s un t o, f in ge m n º ao s abe r en m o u vi ro q ue rec l amo, pr ova pr o v ad a q ue o ex a g ero de q ua l q eu r co s ia na v id a f az do en ç a g rave e co mo s a ão t o d o s, mas t odo s, as s im se pr ova co mo a d oe n ça e é ge ra l

depois senhora viviam, as bombas rebentam nas cidades, aqui no bairro retomou uma antiga moda, muito bem aplicada, dizia o jornal que seis estão marcados para morrer e a coisa é feita com cuidados cirúrgicos, aí na cidade onde nasci, da ultima vez, a coisa foi um bocado mais suja, como sabemos, por isso lhe deixo uma pergunta visto me ter aqui nas primeiras entrelinhas sem mesmo por a faca que corta as letras, estar na presença da firma maçónica, por acaso conhecerá a senhora que me roubou o filho e o tortura, ou terá alguma relação com o tal senhor iam, aquele que já ai uma vez foi condenado por perjúrio ou talvez com os pseudo gnóstico, sabe senhora quando a lei normal do estado de direito falha, começa-se a resolver as coisas com bombas e assassinatos cirúrgicos e coisas que tais e é uma grande chatice para os seres livres e para os que ainda se sabem rir com a inteligência, basta saber de história como lhe chamam os homens para saber que sempre foi assim em tempos semelhantes

de p o is s en hor a vi v iam, as bo m ba s r e b en tam nas cid ad es, aqui no ba i r ro r e t om o u uma ani t g a mo da, mu it o b em a p li c ad a, di z ia o jo rn a l q ue se is es t ão mar ac ad os para mor r e r e a co isa é f e it a com c u id ad os cir ur gi co s, aí na c id ad e onda na s c i, da u l tim a v e z, a co isa f o i um bo c ad o maior is s u j a, co mo sabe mo s, por is s o l he de ix o uma pe r gun t a vi s t o me te r aqui nas pr im j eiras en t r e li n h as sem me s m o por a f ac a q ue co rta as l e t ra s , es t ar na pr e s en ça da f o r ma maço nica, por ac a s o c on he ce rá a s en h o ra q u e me ro ub o u o fi l h o e o tor t ur a, o u te rá al gum a relação com o t al s en hor iam, aquele q ue j á a i uma v e z f o i c on dena d o por pe r j úr i o ou t a l v e z com os ps eu do g n ós t i c os, sabe s en h ira q ua n d o a l e i no r m al do es t ad o de di rei t o f al h a, co me ç a inglesa se a re sol v e r a s co i sas com bo m ba s e as sas in tao s cir ur gi co s e co i sas q ue ta sis e é uma g rande c ga hat ice para os se r es li v r es e para os que a inda se sabe m r i r com a intel i g ên cia, ba s t a sabe r de h is t ó ria como l he ch ama m os h omens para sabe r q ue se mp r e f o i as s im em tam p os se me l h ant es

se quiser brincar ao quarto escuro da infância, venha lá, mas olhe que é coisa de brincadeira de crianças, mas dá para rir e se põem muitos as mãos e nos rimos todos muito, se ainda existir inocência a morar nos corações de quem brinca

se q u ise r br inca r a o q ua r t o es c ur o da in fan cia, v en h a l á, ma s o l he que é co isa de br inca de ira de c rian ç as, ma s d á para r i r e se p oe m mu it os as mãos e no s r i mo s t o d o s mu it o, se a inda ex i tir ino c ên cia a mor ra no s corações de q eu m br inca

se quiser também podemos pôr um filme daqueles para adultos da tv cabo, que trazem a preocupação de aumentar o prazer a quem consome, pois nas facturas não vem descriminado, é um bocado como o quarto escuro, directamente proporcional ao escuro o prazer, dizem, os ladrões que entram pela noite dentro e sem luz toca lá melhor a roubar, indiscriminadamente

se q u i se r rta m b em p ode mo s por um fil me da q eu l es para ad u l t os da tv c ab o, q ue t rá ze m a pr e o c up a ção de au men t ar o pr a ze r a q eu m c on s o me, po is na s f ac t ur as n ão v em d es c r emi n a do, é um bo c ad o co mo o q ua r t o es c ur o, di r e cta mente pr o po r cio n al ao es c ur oo pr a ze r, di ze m, os l a d r õ es q ue en t ram pe l a no it e den t ro e se m l uz t oca l á me l h o r a ro u b ar, inde s c rimi n ad a que mente

ou poderemos navegar na net e vê-los, sabe no outro dia vi um incrível, num estábulo, uma senhora já muito crescida, levantava as saias, encostava-se em pé a parede de estacas de madeira, o garanhão vinha por detrás com um falo gigante todo erecto levantava suas patas da frente a apoiar-se contra as tábuas, sem tocar na senhora, e num só impulso a penetrava, ou melhor seria dizer, como se a rasgasse, assim era o som que a senhora fazia, mas de lá não saia, vá-se lá saber o que vai no desejo de cada um, que o sexo é feito de mil e uma maneiras, contudo ambos eram maiores e tudo aquilo parecia ser feito por mutuo consentimento, tambem não o conseguia imaginar de outro jeito

o u p ode r emo s na vega r na net e v ê inglesa l os, sabe no o u t ro d ia vi um in c r ive l, n um es t ab u l o, u ma s en hor a j á mu it o c r es cid a, lea n t av a as s aia s, en costa v a inglesa se em pé a parede de es t ac as de madeira, o g a ra n h ão da vinha por d e t rá s com um f al o gi gan te t o d o e r ec to l eva n t av a s ua s pat as da f e r n te a ap o ia r inglesa se c on t ra as t ab ua s, s em t o car na s en h or a, e n um s ó im p u l s o a p ene t r a v a , o u me l hor se r ia di ze r, co mo se a ra s g a s se, as s im e ra o s om q ue a s en h or a f az ia, ma s de l á n ão s aia, v á inglesa se l á s abe r o q ue v a i no de se jo de c ad a um, q ue o se xo é f e it o de mil e u ma mane ira s, c on t u d o am bo s e ram maio r es e t u d o aq u i l par e cia se r f e i t o por m u t u o c on s en tim en to, tam b em n ão o c on se gui a imagina r de o ut ro je it o

sabe amada senhora vivian, existe uma diferença entre ver e fazer e a grande razão primeva que leva as pessoas a ver, é que ver é hoje em dia o acto de liberdade por excelência, verem os fantasmas e os desejos, é antes de mais uma compensação para o que não conseguem com seus próprios corpos usufruir, sem estar aqui a valorizar, obviamente , o quê e em que forma, da mesma forma que sexo entre homens e animais sempre nas quintas se deu dele conta, na realidade somos todos tambem animais, e vivemos todos na mesma quinta

s abe am ad a s en h o ra vi v ian, ex iste uma difer en ç a en t re v e r e f az e r e a g rande ra z ão pr i m eva q ue l eva as pe s s o as a v e r, é q ue v e r é h oje em d ia o ac to de liber dad e por ex ce l ên cia, v e r em os fantas ma s e os de se jo s, é ant es de ma is uma co mpe n sa ção para o q u e n ão c on segue m com se us pr ó p rio s corp os us u f r ui r, s em es t ar aqui a v a l ori za r, ob v iam ente , o q u ê e em que f o r ma, da me sam f o r ma q ue se xo en t re homens e anim a is se mp re nas q ui n t as se d eu d e l e c on t a, na s re l a i dad e so mo s t o d os tam b em anim ais

o ver da sexualidade é um espaço privilegiado de liberdade, se as gentes mais a tivessem em sua vida, certamente menos veriam, de certa forma pelo tabu, que cria sempre a apetência, ver sexo é talvez o mais radical espaço de liberdade, onde se vê tudo o que é possível de imaginar e mesmo inimaginável, sem ter a necessidade, ou obrigação de o experenciar, assim como que um acto sem consequência, cirúrgico, sem contacto de pele, bem à medida dos medos diversos dos toques entre gente

o v e r da se x u a li dad e é um es paço pr i vi l e gi ad o de liber dad e, se as g en t es ma is a t ive s s em e m s ua v id a, certa mente m en os v e r iam, de certa f o r ma pe l o t ab u, q ue c r ia se mp re a ap e tên cia, v e r se xo é t al v e z o ma is ra di c al es paço de liber dad e, onda se v ê t u d oo q ue é po s s ive l de imagina r e me s m o in i magi na v el, se m ter a ne ce s sida de, o u ob riga ção de o ex pe ren cia r, as s im co mo q u e um ac t o s em c on seque n cia, cir ur gi co, s em c on t ac t o de pe l e, b em à med id a dos me d os di v e r sos do s t o q u e s en t re g en te

depois por uma página de hardcore, que é organizada pelos vídeos mais solicitados, pode-se a cada momento ter uma visão muito real de quais são as tendências da alma colectiva num determinado momento, muito útil para estudos sociológicos e coisas que tais, e me recordei senhora amada vivian, de uma exposição, ai na nossa cidade, no principio, mais ou menos que não me consigo recordar no exacto o quando, do século passado, a que ficou conhecida pela senhora hoctante, e que como se recorda por motivos certamente e exclusivamente sociológicos, teve muito sucesso, bem sei que a dita senhora, trazia uma coleira ao pescoço, assim fora convidada a viajar até londres bem como outros que foram trazidos, praticas que na altura nem eram por alguns consideradas do universo dos dungeons, ou de praticas sádico masoquistas, tambem nos anos sessenta o setenta do século passado, se batia nos africanos adultos nas colónias portuguesas, as famosas reguadas nos pés até ficarem vermelhos em sangue e por ai fora, ah senhor amada eu me recordo das curvas da senhora hoctante, e me recordo dos meus conterrâneos todos passados perante tal corpo, como poderiam não estar se na raiz das suas profundas memórias está sempre as curvas da Senhora, como era diferente aquele corpo, como proporcionava um encaixe perfeito e redondinho, um tipo de osmose, impossível e desconhecido para os corpos brancos e vitorianos, vade retro satanás, que se olha, mas pelo pretexto da ciência, ou seja se põem a mão a frente dos olhos, mas com os dedos abertos

d ep o is por uma pá gina de h ard co r e, q ue é o r gan iza d a pe l os vi de os maior is sol i cita d os, p ode inglesa se a c ad a mo m en to ter u ma visão mu i t o r e a l de q ua is são as ten den cia s da al ma cole c t iva n um de ter minado mo men to, mu it o ut i l para es t u d os soci o l o gi co s e co i sas q ue tais, e me recorde i s en hor a am ad a vi v ian, de uma ex p o si ç ão, a i na no s sa cidade, no pr i n cip i o, maior si ou m en os q ue n ão me c on si g o record ar no ex ac to o q ua n d o , do sec u l o passado, a q ue f i co u c on he cid a pe l a s en h o ra h o cta n te, e q ue co mo se record a por mo t ivo s ce rta mente e ex c lu s iva mente soci o l o gi co s, teve mu it o s u ce s so, b em se i q ue a d it a s en h o ra, t ra z ia uma cole i ra ao pe s co ço, as s im f o ra c on v id ad aa vi a j ar at é l on dr es b em co mo o u t ro s q ue f o ram t ra z id os, pr at i ca s q ue na al t ur a ne m e ram por al gun s c on sid e r a d as do uni v e r s o dos d un ge on s, o u de pr a t i ca s sá d i co maso q u ista s, tam b em no a na os se s s en ta o set en t a do sec u l o passado, se bat ia no s a fr i cano s ad u l t os f ari cano s na s col o ni as portu g eu sas co mo se c r ian ç as se t rata s s em, as f am o sas re g u ad as no s pé s at é f i ca r em v e r me l in h os em sangue e por ai f o ra, a h s en h or aa mad a eu me record o da s c ur v as da s en hor a h o c t a n te, e me record o dos me us c on terra ne o s t o d o s passados pe ra n te t al corp o, co mo p ode r iam n ão es t ar se na rai z da s s ua s pr o f un d as me mó r ia s es t á se mp re as c ur v as da S en h o ra, co mo e ra difer ente aq u e l e corp o, co mo pr o po cio n av a um en ca ix e pe r f e it o e red o dn din h o, um t ip o de os mo se, im p os s ive l e d es c on he cid o para os corp os br anco s e v it or ian os, v ad e r e t ro sat a n as, q ue se o l h a, ma s pe l o pr e texto da ciência, o u seja se p oe m a mão a f en te dos o l h os, mas com os de d os ab e r to s

hoje em dia as meninas continuam a usar espartilhos que como sempre se soube muito bem fizeram sempre a saúde e à respiração, que algumas para ficarem com as chamadas cinturinhas de vespa até desmaiavam, hoje até nádegas em silicone de pôr e tirar existem para se ficar a parecer a Senhora Hoctante e os seios andam muito empinadinhos por palas que assim criam desejos nos olhos de quem os olha, e temos ainda uma florescente industria plástica que tudo ou quase, menos a estupidez, é capaz de alterar, pois as gentes se querem com auto estima elevada e a baseiam nas percepções e códigos visuais do corpo, no grau de desejo sexual capaz de gerar, que a competência anda desvalorizada em termos de mercado de trabalho, a doçura e a inteligência tambem e depois estranham existirem novas doenças com caracter epidémico como a anorexia, pois senhora, pense na imagem dela, o que estes adolescentes, nos mostram pelos sintomas, não é só um problema restrito com a alimentação, o vómito e o vomitar sempre foi uma forma de rejeição radical que os corpos fazem, e nem só de carne vive o homem, a anorexia, é uma repulsa e rejeição a tudo, as formas como vivemos, sua expressão parece ser em relação à comida e no aparelho digestivo, assim se pode em certa forma certa dizer, se exprime, mas é muito , muito mais que isso e parece mesmo que quem a trata, a atender no que sobre ela se comunica ainda nem bem o percebeu

h oje em d ia as me nina s c on t una m a usa r es par til h os q ue co mo se mp re se s o ub e mu it o b em f i ze ram se mp re a s au d ee à r es pei ra ção, q ue al gum as para f i ca r em com as ch am ad as cin t ur in h as de v es pa at é d es maia v am, h oje at é na d ega s em si l i cone de por e t ir ar ex is te m para se f i c ar a par e ce r a S en hor a H o cta n te e os se i os anda m mu it o em p ina din h os por palas q ue as s im c r iam de se jo s no s o l h os de q eu m os o l h a, e te mo s a inda u ma flor e s c en te industria p l ás tic a q ue t u d o o u q u ase, m en os a es t up i dez, é c ap az de al te r ar, po is as gentes se q eu r em com au to es tim a e l ev a d a e a base iam na s pe r c ep ç õ es e có di g os vi s ua is do corp o, no g a ru de d es jo se x ua l c ap az de g e ra r q ue a c o mpe ten cia anda d es v a l o r iza d a em te r mo s de me r ca do de t ra ba l h o, a do cura e a in te li gên cia tam b em e d ep o is es t ra n ham ex is te i r em n ova s do en ç as com cara c ter e pi dé mica o co mo a ano r e x ia, po is s en h o ra p en se na i mage m de l a, o q ue es t es ad o l es cen t es, no s mo s t ram pe l os sin tom as, n ão é s ó um pr ob l ema r es t ric t o com aa li men t a ç ão, o vó mit o e o vo mit ar se mp re f o i u ma f o r ma de r e je i ç ão ra di c al q ue os corp os f az em, a ano r ex ia, é uma r ep u l sa e r e je i ç ão a t u d o, as f o r ma s omo vi v emo s, s ua ex press ã o par ce ser em re l aç ão à co mida e no ap ar e l h o di g es t ivo, as s im se p ode em ce rta f o r ma ce rta di ze r, se ex prime, ma s é mu it o, mu it o maior si q ue is s o e par ce me s m o q ue q eu m at rata, a a t en der no q ue s o br e e l a se co m un i ca a inda ne m b em o pe r ce b eu

no outro dia, apareceu uma complicada formula de quociente de tendão, versus músculo, vesus estupidez, como resposta cega na obtusa invisão das respostas normalizadas ao que não tem norma, pois todos os corpos, são diferente nas suas intimas proporções, e Deus assim fica sempre mais feliz, se não o ficasse, nos teria feito todos iguais nos nossos pequeninos corpinhos, e essa formula era resposta, para triar os modelos, assente na premissa do exemplo, e parece que se esqueceram, nesta sociedade da abundância onde morrem onze mil crianças a fome todos os dias, do que quer dizer a expressão observável a olho nu, do escanzelado e da pele com osso à mostra, pois basta olhar um corpo, e ver se os ossos se vêem por debaixo da pele, para saber definir um escanzelado, mas senso comum, parece que anda muito esquecido

no o u t ro d ia, ap ar e c eu u ma co m li c ad a f o r mula de q u o f i cie n te de ten dão, v e r su s mu s c u l o, v e s us es t up i dez, co mo r es p os t a c ega na ob t usa in visão da s r es p os t as no r ma l i z a d as ao q ue n ão te m no r ma, po is t u d o s os corp os, são difer en te na s s ua s in tim as pr o por ç õ es, e D e us as s im f i ca se mp r e ma is f e l is, se n ão o f i ca s se, no s te r ia f e it o t u d os i g ua is no s n osso pe q eu nino s corp o in h os, e es sa f o r m au l a e ra r es p os t a, para t r ia r s o m ode l os, as s en te na pe r missa do ex em p l o, e par ace q ue se es q eu c e ram, ne s t a soci e dad da ab un d ân cia onda mor r em on ze mi l c r ian ç as a f o me t o d o s os d ia s do q ue q eu r di ze r a ex press ã o ob s e r v ave l a o l h o n u, do es can ze l ad o e da pe l e com osso à mo s t ra, po is ba s t a o l h ar um corp o, e v e r se os osso se v e em por de ba io da pe l e, para s abe r d efi n i r um es can ze l ad o, ma s s en s o co m um, par ace q ue anda mu i to es q eu cid o

notícia recente dava conta de um novo desporto, qualquer coisa como olha o sexo jacking, as pessoas por gps se reúnem á volta de um carro, onde lá dentro com a luz do tecto acesa fazem amor, com os outros cá fora a ver, nova moda nas grandes cidades

no tic a r e cen te d av a c on t a de um n ovo d es porto, q ua l q eu r co is ac omo o l h a o se xo j ac king, as pe ss o as por g ps se r eu ne um á vo l k ta de um car ro, onda l á dn t ro com a l uz do te c t o ac e s sa f az em amo r, com os o ut ro a c á f o ra a v e r, n o v a m o d a na s g rand es cida d es

ah senhora amada vivian, que no seu pesadelo que me chegou em forma de episódio, tendo o espirito acrescentado a sua explicação, passava a senhora quase todo ele deitadinha em sofás e camas como uma gata a ronronar aos sol, vestida com um fato treino tipo pijama muito discreto em sua cor, de terna e apetecível lá, quem sabe mesmo se de caxemira, que é a mais delicada a meu tacto, bem distinto dos de nylons que podemos ver em todos os membros das famílias, nas compras de fim de semana nas grandes superfícies, no jogging eterno do consumo, compra, usa e deita fora, mesmo se só em parte consumido, e me surgiu assim , como lhe dizer, dizendo, um desejo e uma memória de curvinhas acolhedoras e sabe eu gosto muito de Senhoras, sejam hoctante, loirinhas de pela alva, de pele tisnada e de olhos escuros, ou escura com a noite onde se vê as estrelas ou de olhos em bico, ou ruivas de olhos verde azulados com estrelas na pele, enfim gosto de todas as formas que Deus nos oferece e presenteia o olhar, e gosto de Senhoras ardentes e serenas e inteligentes e que gostem muito de conversar e rir e fazer coisas belas e tornar a vida bela a volta delas e com elas e gosto muito muito de as beijar e de fazer amor, com doçura e paixão e imaginação e o que for e a ambos aprouver, e trago um pedaço , que na realidade são dois pedaços de meu coração com frio, um deles é por me trazerem meu filho á força afastado, o outro é porque minha amada, ainda não se decidiu a chegar ao perto pertinho, e trás agravante acrescida, é que eu só a conheço de um amor celestial, só lhe conheço os olhos e mais do que os olhos, o olhar, e a sua alma e o sorriso dos olhos a sorrir amor, que assim foi quando no céu uma única vez nos amamos, é uma indizível certeza de casa, de casa de um mesmo uno coração e não sei por onde ela anda, e talvez a senhora saiba quem ela é e lhe possa dizer que eu a amo muito, muito, e lhe indicar minha direcção

a h s en hor a m ad a vi v ian, q ue no s eu pesa d e l o q ue me che g o u em f o r ma de ep i s ó di o, ten d oo es pi rito ac e rs c en t a d o a s ua ex p li cação, pa ss a v aa s en hor a q u ase t o d o e l e de ita din h a em s o f as e c am as co mo u ma g at aa ron ro n ar ao s sol, v es t id a com um f at o t reino t ip o pi j ama mu it o d es c rito em s ua cor, de te rna e ap e te c ive l l á, q eu m s abe me s m o se de ca xe mira, q ue é a maior is d e li c ad aa m eu t ac t o, b em di s tinto do s de ny l o n s q ue p ode mo s v e r em t o d o s os m en br os das f ami l ia s, na s co mp ra s de f im de se mana na s g rand es s up e r f i c i es, no jo g gin g e t reno do c on s umo, co mp ra, usa e d e it a f o ra, me s m o se s ó em pa rte c on s um id o, e me s ur g iu as s im , c omo l he di ze r, di zen d o, um de se jo e uma me mória de c ur vinhas ac o l he d o ra s e s abe eu g os t o mu i t o de S en h o ra s, seja m h o cta n t es, l o i rin h as de pe l a al v a, o u es c ur as com a no it e onda es se v ê as es t r e l as o u de o l h os em bi co, o u ruiva s de o l h os v e r de az u l ad os com es t r e l as na pa l e, en f im g soto de t o d as a s f o r ma s q ue D eu s no s o f e r e ce e pr e sem te ia o l h ar, e g os t o de S en h o ra s ar d ente e se renas e intel i g en t es e q ue g os t em mu i t o de c on v e r sar e r i r e f az e r co isa belas e tor n ar a v id a bela a vo l t a de l as e com e l as e g os t o mu it o mu it o de as bei j ar e de f az e r amo r, com doc ur a e paixão e i ma gina ção e o q ue f o r e a am bo s ap o r u v e r, e t ra g o um pe d aç o , q u e na real i dad e são do is pe d aç os de me u coração com fr io, um de l es é por me t ra ze r em me u fil h o á f o rça a f as t ad o, o o u t ro é por q ue min h a am ad a, a inda n ão se de cid i u a che g ar ao pe r to pe r tin h o, e t rá s a g rav ante ac r es cida, é q ue eu s ó a c on h e ço de um amo r ce l est ia l, s ó l he c on h e ço os o l h os e ma si do q ue os o l h o s, o o l h ar , e a s ua al ma e o s o r riso dos o l h os a s o r r i r a mor, q ue as s im f o i q ua n d o no céu u ma única v e z no s am amo s, é uma indi z ive l ce rte za de c asa, de cas de um me s m o u no coração e n ão sei por onda e l a anda, e t al v e z a s en h o ra sa iba q eu m e l a é e l he p o s sa di z e r q ue eu a am o mu it o , mu it o, e l he i n d i car a min h a di rec ç ão

no meio de seu pesadelo, uma produtora que tinha perdido as cuequinhas, muito insistia com a senhora para fazer um programa sobre as crianças, já não sei como o conceito as tratava, que era brincadeira de humor inteligente as caridadezinhas muito em voga no natal, estou seguro que a senhora o fará à séria, e que dará um grande e elevada ajuda em dinheiro ou em géneros a eles, pois em verdade, ambos sabemos pela inteligência que Deus nos deu que este é em verdade um assunto, se não mesmo o assunto da verdadeira pornografia, pois orgasmos se podem ter em todos os pedacinhos do corpo se o conhecer, o que geralmente não se faz nem só em quartos escuros nem na escuridão, pois sabemos estar sempre bem com ele o bastante para não oscilar-mos se submetidos a apreciação alheia, sabe senhora eu tenho um ponto no meu pescocinho que quando minha amada me põem quase sem por o dedinho lá e faz assim um tipo de festinhas muito muito ao de leve, tenho um orgasmo cósmico, toda a minha alma sorri em suas preguinhas e eu fico a ronronar com um bebe no seio da senhora das estrelas, mas só lhe sei explicar ao perto na distancia do amor e da mão da amada, e todos os orgasmo são sempre distintos entre si, pelo menos assim comigo sempre se passa

no mei o de sue p esa d e l o, uma pr o d u tora q ue tinha pe r d id o as c uec ui n h as, mu it o in sis tia com a s en h o ra para f az e r um pr o g r ma s o br e as c r ian ç as, j á n ão se i co mo o c on ce it o as t rat a v a, q ue e ra br inca de ira de h umo r intel i gente as c ari da de zi n h as mu it o em v o g a no na r t a l, es t o u seguro q ue a s en h o ra o f a rá à sé r ia, e q ue d ar á um g rande e e l eva d a ajuda em din h e i ro o u em g ene ro s a e l es, po is em v e rda d e, am no s s abe mo s pe l a intel i gên cia q ue D eu s no d eu q ue est e é em v e rda d e um as s un t o, se n ão me s m o o as s un t o da v e rda de i r a por no g ra fia, po is o r g a sm o s se p ode m ter em t o d os o s pe dc in h os do corp o se s e o c on he ce r, o q ue ge ra l w mn te n ão se f az ne m s ó em q ua r t os ec ur os ne m na es c ur i da ão, po is sabe mo s es t ar se mp re b em com e l e o ba s tante para n ão os cila r inglês mo s se s ub mit id os a ap re cia ção al h e ia, s abe s en h o r a eu ten h o um ponto no m eu p es co c in h o q ue q ua n d o min h a am ad a me p oe m q u ase se m por o d ed in h o l á e f az as s im um t i p o de f es tin h as mu i t o mu it o ao de l eve, ten h o um o r g as mo cos mico, t u d a a min h a l ama s o r r i em s ua s pr e gui n h as e eu f i co a ron ro n ar com um bebe no seio da s en h o ra das es t r e l as, ma s s ó l he se i ex p l cia r ao pe r to na di s tan cia do am a o r e da mão da mad a, e t o d o os o r g a s m o são se mp r e di s tintos en t re si, pe l o m en os as s im co mig o se mp re se passa
t r e ze li n h as te m a c ur v a as cen dente v i r a d a d a es q eu rda para a di rei t a
a un h a , a ú n i ca vi s iv e l é v e r me l h a
est av a eu tom and o ca fé sic al
me ca i ram d ua s m o e d as no ch ão
u ma de c in q eu n ta, o u t ra de vi n te
do is pe d ac in h os de um c i g ar ro f ica ram na f o l h a d ep o sis t ad os
um c o r t o u a pe r n i n h a el eva d a do H f a zen d o as s im na pa l av ra um d up l o nn da ser pente s ub marina q ue v ive no mar mn man e d l o
o u t ra pontinha f i c o u en t re a nona e a déc i ma li n h a, no pr in cip io da c ur v aa s ub i r
do is p on t in h os br anco s mu it o pe q eu nino s es t ão no seio da es q eu rda cober t o a pr e to, o u t ro no o u t ro l ad o s ob r e o coração, a z u l pe t ro leo v es t id o, f az em os do is em s ua l i n h aa bal ança in c lin a d a para a es p ad a
no az u l pet ro leo um p on t o maior si ab a ix o de s en ham os t r ês um t r ian g u l o de it a d o
um dos o n t os se me xe u, a li n h a do s o u t ro do is ap on t a uma mao s ca m una e jo cão ma l he i ro

o q ua r teto do q ua dr ad o o ita vo z é de mar ia , f á t i m a en t r e a spa s es t á

kid, sendo eu um homem e meu mar cheio de curvinhas em doces vales e montes entrelaçar, quando a onda ao mar no mar se vê, como duas gotas que se fundem, todo o peso se equilibra e as curvinhas são sempre doces curvinhas, não tem elas nem demais nem de menos, nem peso ou pena ou penar

a super cruzada de hoje assim rezava, duas palavras de índole pacifica, beijo e beijar, modo de proceder, quando os pássaros se alvoroçam na alma, os lábios se encontram, aparelho de detecção, o doce olhar e as pestanas pestanejam, e assim se governa o navio e o mar
e fica amuado se não beijar, ah isso fica que muito gosta o beijo de beijar, confiaram no oceano, e se perderam no mar, acusado mil e um em romano, veio o tabelião e tudo ficou murcho, bordas externas requerem curvas interna, primeiro a quarta vogal, eu te amo muito, infinito, todas as estrelas todos os números, o primeiro homem segundo a bíblia, chamava-se tiago ou seria abel, era filho do pereira e rezou, o artigo abreviado abreviou os patrões, a harmonia harmoniosa voa,
o sódio era um esquilo, os beiços, são beijos de beijar

ac on net cia cruz da rá serpente sul norte fazia a pira da são, acontecia transpiração corporal que abalava o sono das crianças no rio de frança o cão com uma corda rebocava os seus sonhos e sonhar

sessenta e cinco golfinhos morrem em cabo verde, duzentos e sessenta e cinco, o segundo na publica televisão, Deus e a Luz tudo mostra e tudo confirma

o belo senhor índio, passou por cá, desceu ali salvo erro em figo maduro com um cachecol vermelho e o amor me mostrou, um tufo vermelho, como um rabo de gato que tivesse sido aparado por mão humana, depois cruzou o vermelho cachecol e assim me contou, repara o rabo da sida é daqui, o figo maduro, andava muita gente pelo mundo fora muito preocupado a dizer que ele era um ditador, contudo acabou de dar uma bela lição, propus , sujeitou-se a votos, perdeu, e aceitou, coisa que é pressuposto, desde o primeiro passo, ditador não fazer, portanto os espíritos dos pseudo direitos democráticos aqui da velha europa enrugada, que gostam muito de dar conselhos em casa alheia, estribados no fantasma do cavalo empinado daquilo qu pensam ser a sua superioridade moral, de mãos ou intelectual, já podem dormir descansados

o b e l o s en hor ín di o, pa ss o u por cá, d es ceu ali salvo e r ro em f i g o mad ur o com o um ca
che c o l v e r me l h o e por am o r me mo s t ro u, um t u f o v e r me l h o, co mo um ra bo de g at o q ue t ive s s e sid o ap a ra d o por mão h um a na m, de p o is c r uz o u o v e r me l h o ca c he co l e as s im me c on t o u, r epa ra o ra bo da sida é daqui, o f i g o mad ur o, and a v a mu it a g en te pe l o m un d f o ra mu it o pr e o c up ad o a di ze r q ue e l e e ra um di t ad o r, c on t u d o ac ab o u de da r u ma b e l a li ção, pr o p us , s u je it o u inglesa se a v oto s, pe r d eu, e ac e it o u, co isa q ue é pr e s s up os to, d es d e o pr i me i ro pa ss o, di t ad o r n ão f az e r, porta n t o os es ps i ritos dos ps eu d o di rei t os demo c rá tic os aqui da v e l h a eu r opa en t u g ad a, q ue g os tam mu it o de d ar c on s e l h os em c asa al h e ia, e s iba d o no f an s t asma do c av a l o em pina d o da q u i l o q u pen sam ser a s ua s up e rio r i dad e mor a l, de mãos o u in te l ec t u a l, j á p ode m d o r mir d es can sado s

depois uma imagem apareceu, quando se discutiu pela enésima vez as autonomias dos estatutos, que se é assunto meritório e bem baseado no que seria uma normal sociedade de direito e sendo que para o ser, teriam que se cumprir alguns pressupostos básicos anti sádicos e masoquistas, como não deixar de responder quando inquiridos, usar os olhos para ver e a cabeça para pensar e não se esqueceram que são sempre livres, assim vieram ao mundo berrando pela primeira vez e que mesmo presos em seu corpo, um ser, não se lhe prende seu pensamento, seu saber e seu sentir e que tudo conta, até as omissões, e as luminosas sentenças, como as que se passam à volta dos casos de adopção ou, a das areias que per si e por sua própria vontade vão passear e deitam baixo as pontes e porventura a mais luminosa de todas em tempo mais recente, a proibição do cozinheiro cozinhar, não sei mesmo porque não proíbem de respirar ao lado de um outro, ou não andar de carro para não ter acidentes, ou não usar fósforos para não se poderem queimar, ou não comer para não correr o risco de apanhar doenças, ou mesmo de beijar, mas enfim os juizes são humanos e defeituosos como todos o seres, e pelos vistos não se dão ao habito nas suas associações ou o que for de se porem a pensar sobre as questões axiomáticas do direito actual, ou melhor aquelas actuais, a que o direito deve tambem, nas vezes dar resposta e depois veio a senhora maria josé relembrar que as sentenças tambem julgam quem as julga, principio evidente mesmo fora da barra dos tribunais, a senhora van dumen, relembrava tambem em certo ao tomar posse nas suas novas funções, que o rigor ético e não só, não era apanágio exclusivo de certas classes profissionais, ou seja, não é por ser juiz ou sapateiro, que apriori se garante que seja bom executante do que faz, o que nos diz sempre que antes das ordens e das associações ou do que for está sempre o coração de cada um

d ep o is u ma i mage m ap a r e ceu, q ua n d o se di s cut i u pe l a e né sima v e z as au t o no
mia s dos es tatu t os, q ue se é as s un t o mer i t ó rio e b em ba sea d o no q ue se ria u ma no r m al soci e dad e de di rei t o e s en d o q ue para o ser, te r iam q ue se c um pr i r al gun s pr es s up os t os bá sic os ant i sá di co s e maso q u ista s, co mo n ão de ix ar de r es ps on d e r q ua n d o in q u i rio s, usa r os o l h os para v e r e a cab eça para p en sar e n ão se es q eu ce ram q ue são se mp re li v r es, as s im vi e ram ao m un d o be r ra n d o pe l a pr i me ira v e z e q ue me s m o pr e s os em s eu corp o, um ser, n ão se l he pr en de s eu p en sa men t o, se u sabe r e se u s en tir e q ue t u d o c on t a, at é as o miss õ es, e as lu mino sas s en ten ç as, co mo as q ue se pa s sam à v o l ta dos c as os de ad p ção o u, a da s a r ei as q ue pe r si e por s ua pr ó p ria von t ad e v ão pa s sea r e de ita ma ba ix o as p on t es e por v en t ur aa maior is lu mino sa de t o d as em te mp o maior is re cen te, a pr o i bi ção do co zi n he i ro co zi n h ar, n ão se i me s m o por q ue n ão pr o i b em de r es pira r ao l ad o de um o u t ro, o u n ão anda r de car ro para n ão ter ac i dentes, o u n ão usa r f os foros para n ão se p ode r em q eu i mar, o u n ão co mer para n ão co r r e r o r isco de a pan h ar do en ç as, o u me s m o de bei j ar, ma s en f im os h ju i ze s são humanos e d efe i t u osos co mo t o d o s o seres, e pe l os vi s t os n ão se dão ao h abi to na s s ua s as soci a ç õ es o u o q ue f o r de se p o r em a pensar s o br e as q eu s t õ es ax i o ma t i c as do di rei t o ac t u a l, o u me l hor aq eu l as ac t ua is, a q ue o di rei t o d eve tam b em, n as v e ze s d ar r es p os t a e d ep o iss v e io a s en h o ra mar ia jo sé r e l em br ar q ue as s en t n ç as tam b em ju l g am q eu m as j u l g a, pr in cip io evi dente f o ra me s m o da ba r ra dos t rib una is, a s en h o ra van d un em, r el em br av a tam b em e m c e r to ao tom ar ps o s se na s s ua s n ova s f un ç õ es, q ue o r igor etic o e n ão s ó, n ão e ra a pan a gi o ex c lu s ivo de certas c l a s s es pr o f i s sio na is, o u se j, n ão é por ser j u i z o u sapa te i ro, q ue ap r i ori se g a ra n te q ue seja b om ex cut ante do q ue f az, o q ue no s di z se mp r e que antes das o r den s e das as so i c ç õ es o u do q ue f o r es t á se mp r e o coração de c ad a um

duas belas meninas jornalistas do quinto império , sem formação específica em assuntos jurídicos pelo belo e certo pensar acertado no justo coração, produziram dois artigos que tudo explicavam aos juizes sobre o caso do cozinheiro, e dos seis ou sete passos do raciocino só faltava um de natureza estatística, é exactamente aqui que ela nas vezes serve, mas tambem é verdade que eu posso comer mil vacas inteiras e não ficar com a cabeça mais louca do que já a trago e da mesma forma posso ficar doente ao comer a primeira, é uma lotaria

du as belas m eni na s jo r na l ista s do q u i n to império , se m f o r mação e s ep c i f ica em as sun t os j ur i di co s pe l o be l o e c e r t o p en sar ac e rta d o no j us t o coração, pr o d u z ira m do is ar t i g o s q ue t u d o ex p li c av am aos j u i ze s s o br e o c a s o do co zi n he i ro, e do s se is o u sete pa ss s os do rac i c ni o s ó f al t av a um de nat ur e za es t at is tic a, é ex c at a mente aqui q ue e l a na s v e ze ss e r v e, ma s t am b em é v c e r d a d e q ue eu p osso co mer mi l v ac as in te ira s e n ão f ica r com a c a b e ça ma is l o u c a d o q ue j á a t r a g o e da me s m a f o r ma p osso f i car d oe n te ao co mer a p r i me ira, é u ma l ota ria

e tudo isto parece em verdade uma lotaria permanente, que quase apetece acabar com as autonomias que parecem só existir nos papeis das leis e só servirem quando dá jeito a quem delas se serve e ao que parece em todos mandam, e os advogados e os juizes deveriam fazer um estágio e ter reciclagens nas prisões, dentro de celas, para não se esqueceram da realidade, quem sabe assim a melhoravam e melhoravam a sua compreensão dos assuntos que julgam, ou então voltar de novo aos ordálio tipo idade média, se não vejamos, se esta lotaria toda, não é negra negríssima, e se não cai mesmo na alçada das leis correntes e por consequência se alguns não deviam estar neste momento em julgado e por estes crimes condenados
demonstração simples,

e t u d o is t o par e ce em v e r d a d e u ma l ota ria pe r mane n te, q ue q u ase ap e te ce ac a b ar com as au t o no mia s q ue par e ce m s ó ex is i tir no s p ap e is das leis e s ó s e r vi r em q ua n d o d á je it o a q eu m de l as se s e r v e, e os ad vo gado s e o s j u i ze s, d eve rai m f a z e r um es t á gi o e ter r e cic l a g en s na s pr i s õ es, den t ro de ce l as, para n ão se es q eu ce ram da real i dad e, q eu m sabe as s im a me l h o r a vam e me l h o r a v am a s ua co mp ren são dos as sun t os q ue j u l g am, o u en t ão vo l t ar de n o v a os o r d á li o s t ip o id ad e mé dia, se n ão v e j am os, se es t a l ota riu a t od a, n ão é ne g ra ne g re s sima, e se n ão ca i u me s m o na al ç ad a das le is co r ren t es e por c on seque n cia se al gun s n ão d e v iam es t ar ne s te mo men t o em j ul gado e por est es c r i mes c on dena d os
demo sn t ar ção s i m p l es,

digam-me se as leis da nação não garantem a saúde consequentemente os locais onde ela se trata, a educação consequentemente as escolas, se não garante o pão e habitação e se não são os distintos órgãos do estado encarregues e mandatado para o fazer e vem agora o homem que vai nas vestes de ministro das finanças, dizer que as contas foram feitas, e embora não as tenha mostrado ou feito a sua demonstração, não creio mesmo existir razão para não o crer, para não crer que assim não o seja, como infelizmente o é, pois todos sabemos que a falta do dinheiro que falta provem de duas principais razões, que o que deveria tambem regulado pelas leis, de ser recolhido, não o é, e depois porque é muito mal administrado sendo que este argumento esconde um outra realidade bem mais negra, que é o facto de o sistema ser organizado para proteger a quem rouba, pois quando se diz que a câmara tem dividas de quinhentos milhões de euros, ou o que for, mingúem perguntou o obvio, que é como é que a câmara acumulou dividas dessa natureza, pois certamente tais montantes, não são só devidos a má administração dos dinheiro publico mas sim e tambem por conta de diversos roubos, e as gentes vão na conversa da treta dos políticos, de todas as forças políticas, os jornalistas e as policias e os juizes tambem parecem não existir, ou pelos menos participaram activamente em grupos sádico masoquistas daqueles que trazem o pensamento trepanado, e todos encenam e dão de comer aos pobres e tentam deles fazer tolinhos, nos circos dos medias e das encenações, vem um e diz, é preciso mais mil milhões, vem outro e diz só novecentos e outro ainda vem e diz e que dá novecentos e noventa e nove, e se brinca assim, escamoteando a verdade, passando totalmente ao lado dela, que é porque é que a divida foi assim acumulada, pois a resposta trás o seu julgamento e certamente a culpabilidade de muitos, não é assim, bestas que vão fingir outra vez que não ouvem, nem lem, nem respondem porque não tem línguas, e até como agora se soube um chimpanzé tem mais ciência e prontidão com os numeros, por isso melhor ir ao zoo, pedir gentilmente aos macacos ajuda e convidá-los a vir gerir os dinheiro públicos e mete-los a todos lá dentro, visto que não respondem, não falam e não pensam, são no fundo iguais a eles, na nossa falta de visão de nos pensar-mos maiores e melhores que os originais

di g am inglesa me se as lei s da n a ção n ão g a ra n te m a s aú d e c on seque n te mente o s l o cais onda e l a se t rata, a edu cação c on sequen te mente as es co l as, se n ão g a ra n te o p ão e h abi t a ç ão e se n ão são os di s tintos ó r g ã os do es t ad o en ca rr e g u es e man d at ad o para o f az e r e v em agora o h omem q ue v a i na s v es t es de mini s t ro das f ina n ç as, di ze r q ue as c on t as f o ram f e it as, e em bora n ão as ten h a mo s t ra d oo u f e it o a s ua demon s t ração, n ão c rei o me s mo ex is tir ra z ão para n ão o c r e r, para n ão c re r q ue a s s im n ão o seja, co mo in f e li z mente o é, po is t o d o s sab emo s q ue a f al t a do din he i ro q ue f al t a pr o v em de du as pr in cip a is ra z õ es, q ue o q ue d eve r ia tam b em r e g u l a d o pe l as le is, de s e r r eco l h id o, n ão o é, e d ep o is por q ue é mu it o m al ad mini s t ra d o s en d o q ue este ar g um en to es conde um o u t ra real i dad e b em ma is ne g ra, q ue é o f ac t o de o sis t ema ser o r gan iza do para pr ot e ge r a q ue m ro ub a, po is q ua n do se di z q ue a câ mara te m di v id as de q u i n he n t os mi l h õ es de eu ro s, o u o q ue f o r, m in g ú em pe r g un t o u o ob vi o, q ue é co mo é q ue a câ mara ac u m ul o u di v id as de s sa nat ur e za, po is ce rta mente tais mo n t ant es, n ão são s ó d e v id os a m á ad minis t ra ção dos din he i ro pu b l i co ma s s im e t am b em por c on t a de di v e r s os ro ub os, e as g en t es v ão na c on v e r sa da t r eta dos polí tic os, de t o d as as f o rça s polí tic as, os jo r na l ista s e as po li cia s e os j u i ze s t am b em par e ce m n ão ex is tir, o u pe l os m en os par ti cip a r am ac t iva mente em g r up os sádi co maso q u ista s da q ue l es q ue t ra ze m o p en sa mento t r epa n ad o, e t o d os en ce na m e dão de co mer aos p o br e s e ten tam de l es f az e r t oli n h os, no s cir co s dos me di as e da s en ce na ç õ es, v em um e di z, é pr e c is o ma is mi l mi l h õ es, v em o u t ro e di z s ó no v e c en t os e o u t ro a inda v em e di z e q ue d á no v e c en t os e no v en t a e no v e, e se br inca as s im, es cam o t e an d o a v e r d a d e, passa n d o t ota l mente ao l ad o de l a, q ue é por q ue é q ue a di v id a f o i as s im ac u mula d a, po is a r es posta t rá s o s eu j u l ga men to e ce rta mente a c u l pa bil i dad e de mu i t os, n ão é as s im, best as q ue v ão f in gi r o u t ra v e z q ue n ão o u v em, ne m l em, ne m r es ponde m por q ue n ão te m lí n g ua s, e at é co mo agora se s o u be um ch im pan zé te m ma is ciê n cia e pr on ti dão com os nu m ero s, por is s o me l h o r i r ao zoo, pe d ir g en til mente aos m ac a co s ajuda e c on vi d á inglesa l os a vi r ge r i r o s din he i ro pú b li co s e met e inglês l os a t odo s l á den t ro, v is t o q ue n ão r es pond em, n ão f al am e n ão pen sam, são no f un d o i g ua is a e l es, na no s sa f al t a de vi são de no s pen sar inglês mo s maio r es e me l h o r es q ue os ori gi na is

digam-me lá todos, mas todos sem excepção se ainda houver um único que tenha olhos abertos, que saiba ler e pensar , ainda tenha coração e fala e mãos, se isto não é a pornografia com letra grande, andamos há trinta anos nisto, nenhum dos partidos deu prova que fosse de saber governar o que fosse, e o fosso e a cova do cu e o tamanho da merda que lá sai só vem a aumentar e digam lá , se ainda existir algum, se não são todos para alem de putas das piores que se pensam virgens, se não são só exclusivamente e continuamente sádicos e masoquistas, com principal maioritária filiação nesta ultima categoria

c di g am inglesa me l á to d os ma s t o d os se m ex c ep ção se a inda h o u v e r um úni co q ue ten h a o l h os ab e r t os, q ue sa iba l e r e pen sar , a i mn da ten h a coração e f al a e mão s, se ist o n ão é a por no o g raf ia com l e t ra g rande, anda mo s h á t r in t a a no s ni s t o, ne n h um dos par t id os de u p r ova q ue f o s se de sabe r g o v e rna r o q ue f o s se, e o f osso e a c ova do c u e o tam an h o da me rda q ue l á as i s ó v em a au men t ar e di g am inglesa l á , se a inda ex u is tir al gum, se n ão são t o d os para a l em de p ut as da s pio r es eu se pen sam vi r g en s, s e n ão são s ó e x c lu s iva mente e conti nu am en te sádi co s e maso q u ista s, com pr in cip a l maio ritá ria fi l ia ção ne s t a ul tim a cat e g o r i a a te g ori a

digam-me se cada um de nós não leva todos os dias um cenoura das maiores que aqui se nascem na terra , ou um falo, ou uma rolha de garrafão ou mesmo um punho ou dois enfiado na grande cloaca da grandíssima puta da babilónia em que nos tornamos todos e os de parece que obtemos muito prazer em viver, salvo as tais tardes aos berros, que certamente deverão ser prisões de ventre breves, depois de uns pums lá se esqueceram, mais uma vez que trazem um coração e uma cabeça para pensar e pés e mãos para bem fazer

d u ga m inglesa me se c ad a um de nó s n ão l eva t o d os o s di as um c eno ur a da s maio r es q ue aq u e i se na s c em na terra , um u m f al o, o u u ma ro l h a de g ar ra f ão o u me s m o um p un h o o u do is en fia d o na g rande c l o ac a da g ran de s sima p ut a da b ab i ló ni a em q ue nos torn am o s t o d os e o s de par ace q ue ob te mo s mu it o par az e r em vi v e r, sal vo as t aias t ard es ao s bb e r ro s, q ue c e rta m en te d eve r ão se r pr i s õ es de v en t re br eve s, d ep o is de un s pu ms l á se es q eu ce ram, ma si uma v e z q ue t ra ze m um coração e uma c a b e ça para pen sar e p é s e mãos para b em f az e r

e digam-me como querem resolver o problema ou se mesmo não o querem, pois o aparelho do estado, queixam-se os sindicatos representantes dos cegos que tocam para os cegos maiores, ou melhor dizendo, os que vão menos cegos, que o governo foi mau pai natal, ao se manter arrogantemente num aumento de dois virgula um por cento, que para além de tudo como de costume todos os anos, é inferior a inflação previsível, ou seja, é um aumento que desaumenta os bolsos a cada mês que passa, e ainda trazem confusão nos olhos e na fla para lhes chamara aumentos, a maquina fiscal dos imensos homens e mulheres e de todas as repartições do estado não funcionam como deviam funcionar, mas temos que lhes dr o desconto, que tambem não se lhes deu o treino, a formação e os meios, e ao senhor tipo senhor figueiredo, com trinta anos na maquina como muitos outros, tambem não terá a cultura de o bem fazer, depois as empresas sobretudo as grandes e até as publicas são ladrões, e nada se passa com elas, mas os pequenos clientes são levados a tribunal por dá cá aquela palha e assim se entupiram os tribunais, os tribunais não funcionam, a policia tambem não, tambem não tem meios, tambem não tem formação, tambem não tem pistolas, foda-se, escrito com todas as letras, que nada parece funcionar numa cultura onde alguns mais dos que se pensam, tem os seus mil e um saquinhos de todas as cores de todos os arranjinhos e naperons, e por ai fora, toca a roubar aqui e acolá um tostão, que a crise é grande e para muitos, e vinte e cinco por cento da população passa fome,

e di g am inglesa me co mo q eu r em r e s o l v e r o pr o b l ema o u se me s m o n ão o q eu r em, po is o ap ar e l h o do es t ad o, q eu ix am inglesa se os sin d cat os r ep r es net ant es do s ce g os q ue t oca m para os ce g os maio r es, o u me l h o r di zen d o, os q ue v ão m en os ce g os, q ue o gi v e r no f o i m au p aia n at a l, ao se man te r ar ro gan te men te n um au mane t o de do is v i r g u l a um por c en to, q ue para al é m d e t u d o co mo de cos u t u me t o d os o s ana os, é in f e rior a in f l a ç ão pr e vi s ive l, o u seja, é um a au men to q ue d es a u men t a os bo l s os a c ad a m ês q ue pa s sa, e a inda t ra ze m c on f us ão nos o l h os e na f l a para l h es ch am a ra au men t os, a ma quina f isca l dos i m en s os h o m e n s e mul he r es e de t o d as as r e pa r ti ç õ es do es t ad o n ão f un cio n am co mo de v iam f un cio n ar, ma s t emo s q ue l h es dr o d es conto, q ue t am b em n ão se l h es d eu o t reino, a f o r mação e os me i s o s, e a o s en hor t ip o s en hor f i g eu i red o, com t r in t a a no s na ma quina co mo mu it os o ut rosa, tam b em n ão t e rá a c uk l t ur a de o b e m f az e r, d ep o is as em presas s o br e t u d o as g rand es e at é as p ub li ca s são l ad r õ es, e n ad a se passa com e l as, ma s os pe q eu no s c li e n te s são l eva d os a t rib una l por d á c á aq eu l a pa l h a e as s im se en tupi ram os t rib una is, os t rib una is n ão f un cio n am, a poli cia t am b em n ão, t am b em n ão te m mei os, tam b em n ão te m f o r mação, tam b em n ão te m ps it o l as, f o d a inglesa se, es c r tio com t o d a s a s l e t ra s, q ue n ad a par e ce f un cio n ar n uma c ul t ur a onda al gun ms ma is do s q ue se pen sam, t em os se us mi l e um sa q ui n h os de t odo as a s dc o r es de t o d os o s ar r n jin h os e na pe r ins, e por a i f o ra, t oca a ro ub ar aqui e ac ola um t os t ão, q ue a c r ise é g rande e para mu it os, e vi n te e cic no por c en t o da pop r u l aç ão passa f o me,

o senhor jaime neves comando na reforma e responsável entre outras coisas pelo vinte e cinco de novembro, dizia em dia recente, que não fora para isto que o fizera, que pena senhor jaime neves não mo ter perguntado um mês antes do seu acontecer, pois era previsível que esta bando cracia dos partidos e de todas as organizações assim se organizasse paulatinamente estendendo os seus tentáculos de polvo, sabe eu me recordo de um episódio um negro episódio que me subiu de novo a consciência por parte daqueles que se dizem ser comandos, e que quando morrem se reagrupam no inferno, assim é o mote da coisa, e sendo que o inferno está aqui e mortos já andamos todos nós, portanto em verdade não é preciso morrer, só é mesmo preciso viver e lembrar-se do que é viver, e me recordo de uma rapariga que estava com muitos outros num centro comercial da amadora e que levou com um morteiro vindo do centro de treino dos comandos em cima, e que era muito bela e que ficou cega, e nunca percebi como os senhores em aparente treino como na altura se disse, tinham errado tanto a pontaria, mas parece que o senhor agora o confirma, e ainda a semana passada se recuperaram das aguas do rio, um lote de g3s dos muitos que foram desviadas nessa altura e em outras antes dos seus devidos locais, e pelo que dela se viu, nenhuma delas parece mais funcionar, portanto é previsível que nem armas desviadas existam para fazer o que se chama um golpe de estado, se bem que com o tamanho dos ditos de todos a atender ao silêncio mortal sobre estas graves assuntos, se calhar bastará um fisga, como david e o golias, ou uma pedra da calçada, ou mesmo uma chibata ou mesmo uma faca da cozinha grandinha, porque a realidade é que as leis não são cumpridas, a policia nada faz, os tribunais tambem não, o governos desgovernam como se vê, e portanto se chega a um estado de excepção do estado de direito e da própria democracia, e o senhor santos dos santos que segundo outro colega de outro jornal dizia que ra policia em s bento e se calhar amais além, que assim as coisas iam demorar mais tempo a resolver, se se tivesse que passar todos os necessários a fio de espada e pela bombarda, e o embaixador americano fã do chuk norris deu uma entrevista onde nalguns pontos razão tinha, e uma jornalista meia inglesa que foi despromovida recentemente de um jornal pago para um grátis, reconhecia eu tinha sido um caneta e que se o quinto império de agora era para ser pior do que fora o de antes mais valia estar quietinha, e assim é, pois o império, está antes de mais dentro de cada um, e depois quando os bastantes o tiverem acordado dentro de si, se dá um milagre, mas é evidente que já ninguém acredita neles, ao que parece, as bombas profissionais fizeram a sua reentre, mais ou menos no sitio onde uma matou um homem na segunda circular que circulava em seu carro, que provavelmente ninguém se deve lembrar, pois como diz o senhor político dos tabuleiros de marfim, a memória dos políticos e de todos parece não mesmo existir, e as ondas fizeram o seu primeiro aviso na costa portuguesa, força, nos enrabamentos que falta pouco para vir o grande tsunami, depois da minha ultima publicação, onde falava dos selos de Salomão, um senhor todo vestido de vermelho da companhia de Jesus em espanha, aparecia numa foto levantado de sua cadeira com um ara muito zangado, e me tinha perguntado se o pinóquio me ia aparecer em quadrifonia, ou escondido por um véu, ou qualquer coisa do género a seguir à Palavra, e vejam lá que apareceu numa foto escondido por detrás do presidente Hu jin Tao, a beber não sei bem o quê, espero que o presidente o tenha feito marchar entre os quinhentos guerreiros, com uma carinha de rato chupadinho a chupar, a seu lado o durão a sorrir, como quem está muito divertido com tudo isto, na taça do presidente chinês, se vê as aguas amarelas inclinadas como uma onda em preparação, e o reflexo desenha uma vesica , sua mão segurando o caule desvela uma cobra, é a sua posição semelhante a do durão a segurar seu copo, os dois dedinhos um bocadinho mais abertos como se tivessem um fenda, bifida, socrates atrás, o dedo de cima aponta o reflexo no caso que desenha um traço branco que parte do seu nariz, fazendo entre o dele e o vaso das aguas agitadas , ou que agitaram o sol, um perfeitinho Y , que os três em sua posição reproduzem deitados, como aquele que se encontra no fresco de mil e quinhentos por detrás do túmulo do presumível conde de menezes, ou seja, aqui estão so três soldados em frente ao túmulo de cristo, por detrás dele, o que parece ser o fundo do mar, o sitio onde nas vezes as ondas se formam, por detrás de durão uma coluna azul, com duas estrelas laterais amarelas, da bandeira feita rolinho, que me parecem as duas estrelas azuis inclinadas que apareceram em dia recente como asas no Cristo na outra margem, e sobre as quis se disse ter caido um raio que as apagou, sem nenhuma lâmpada fundir, e por debaixo da fotografia, a revista life dos clubes portugueses mais exclusivos, o único restaurante português com duas estrelas, o vila joya, e uma inglesa com um belo gatinho as pintas a ronronar em se colo, que no Sudão arriscava nesse altura ao que se soube quarenta chicotadas, o que felizmente não veio a acontecer, o ruben pereira , jovem português sagrara-se vice campeão de xadrez na turquia, e as Gentes em Espanha saíram à rua em grandes manifestações protestando contra a violência que se expressara mais uma vez, e estava eu escrevendo sobre amazonas e o que fazem as bebes, e mais uns cadáveres de crianças foram descobertos dentro de casas na que se diz ser a civilizada europa, na cimeira sobre as alterações climáticas um senhor dizia com razão em voz rude quanto baste, ah amada assim parece ter que nas vezes ser, para te levarem à séria, que o dinheiro que se punha na mesa para investigação das alternativas energéticas era pouco e traduzia na realidade, falta de empenho e comprometia o que se diz serem as belas palavras das boas intenções das quais o inferno aqui está cheio, e duas trindades se simbolizaram no mesmo tempo, um rapaz deficiente que dera volta ao pais no seu triciclo movido pela sua vontade de coração e suas mãos a todos a alertar para a falta de condições dos deficientes nesta sociedade, e que com o amor de muitos correu numa pista e bateu um recorde e entrou para o guiness, a demonstração que a deficiência só está nos corações que vão negros, e que se chama de trindade, e o outro que recentemente aqui fora interpelado, gestor e administrador de coisa nenhuma no tal de icep, casa do bandidos, a quem no outro lado do rio, um senhor , veio dele mostrar-nos a sua verdadeira face, pois ao que parece o senhor, vende os destinos portuguesas nas praças europeias por trinta dinheiros, e que infringe as saudáveis regras da concorrência, a assim se vê e se faz prova do calibre desta outra negra e invertida trindade, pois é nome do senhor, quanto senhor e nome em direito direito se pudesse chamar, mas assim é a política neste país, deixavam os bandidos andar à solta e ainda lhes davam cargos de responsabilidade, e como habilidosos que são toca lá de fazer habilidades no arame, que se hoje der, já estou safo e quase ninguém parece dar pelo esquema, e já me safei mais uns anos, antes da reforma dourada, que trabalhar dá muito trabalho e faz calos nas mãos, pois se pensamento nem tem, que mais poderá ter


o s en h or j a i me n eve s co man d o na r e f o r ma e r es p osa v e l e n t r e o u t ra s co i sas pe l o vi n te e c in co de no v em bro, di z ia em di a r e c en te, q ue n ão f o ra para is t o q ue o f i ze ra, q ue p en sa s en hor j a i me n eve s n ão mo te r pe r gun t ad o um m ês ant es do s eu ac on te ce r, po is e ra pr e vi s ive l q ue es t a ban d o c ra cia dd os par t id os e de t o d as a s o r gan iza ç õ es as s im se o r gan i za s se p ua l at ina mn te es ten den s o s o s se u s ten t ac u l os de p ol vo, sabe eu me record o de um ep is o ó di o um ne g ro e pi s o di o s q ue me s ub i u de n ovo a c on s ciência por pa rte d au e l es q ue se di ze m ser co mano s, e q ue q ua n do mo r r em se rea g r u pam no in f e r mo, as s im é o m ot e da co isa, e s en d o q ue o in f e r n o es t á aqui e mor t os j á anda mo s t o d o s nó s, port a n to em v e r d a d e n ão é pr 4 e c is o mor r e r, s ó é me s mo pr e c is o vi v e r e l em br ar inglesa se do q ue é vi v e r, e me record o de u ma ra pa riga q ue est av a com mu it os o u t ro s n um c en tt ro co mer cia l da am ad o ra e q ue l evo u com um mor te i ro vi n do d o c en t ro de t rei no do s co man d os em c i ma, e q ue e ra mu it o be l a e q ue f i co u ce g a, e n un ca pe r cebi co mo os s en h o r es em ap a r en te t rei no co mo na al t ur a se di s se, tin ham e r ra d o t ant o a p on t aria, ma s par e ce q ue o s en hor agora o c on f i ma, e a inda a se mna passada se r ec up e ra ram das aguas do rio, um l ot e de g 3 s dos mu it os q ue f o ram d es vi ad as ne s sa al t ur a e em o u t ra s ant es dos se us de v id os l o cais, e pe l o q ue de l a se vi u, ne n h uma de l as par e ce ma si f un cio n ar, porta n to é pr e vi s ive l q ue ne ma ar ma s d es vi ad as ex is tam para f az e r o q ue se ch ama um g o l pe de es t ad o, se b em q ue com o tam an h o dos d it os de t o d os a a ten der ao si lên cio mo r t a l s o br e es t as g rav es as sun t os, se ca l h ar ba s t a rá um f is v g a, co mo d avid e o g o l i as, o u u ma pe dr as da ca l ç ad a, o u me s mo uma ch iba t a ou m e s mo uma f ac a da co zi n h a g ra n din h a, por q ue a real i dad e é q ue as lei as n ão são c u mp rid a s, az po li cia n ad a f az, os t rib una is tam b em n ão, o g o v e r no s d es g o v e r na m co mo se v ê, e p o rta n to se ch e g a a um es t ad o de ex c epa ção do es t ad o de di rei t o e da pr o pira demo c ra cia, e o s en hor santos dos s an t o s q ue se gun d o o u t ro cole g a de o u t ro jo r n al di z ia q ue ra po li cia em s ben t o e se c l a h ar a ma i s al é m, q ue as s im as co i sas iam demo r ar ma si t e mp o a r e s ol v e r, se se t ive s se q ue pa s sar t o d oo s os ne ce s sário s a f io de e s p a d a e pe l a bo m ba r da, e o em ba ix a d o r am e ric ano f ã do c h uk no r r is d eu u ma en t r e v ista onda na s l gun s p on t o s ra z ão tinha, e u ma jo r na l ista mei a in g l e sa q ue f o i d es pr omo v id a r e cen te mn te de um jo r n a l p a g o para um g rá t is, r eco ne h cia eu tinha sid o um can eta e q ue se o q u in t o im pe ´r i ro de agora e ra para ser pi o r do q ue f o ra o de ant es me l hor av a l ia es t ar q u ie tinha, e as s im é, po is o império, es t á ant es de ma is den t ro de c ad a um, e de p o is q ua n d oo s ba s tant es o t ive r em ac o r da d o den t ro de si, se d á um mila g r e, ma s é e vi dente q ue j á nin g u é m ac red it a ne l es, ao que par e ce, as bo m b as pr o f is si o na is f i ze ram a sua ren t re, ma si o u m en os no si ti o onda u ma mat o u um homem na se gun d a cir c u l ar q ue cir c u l av a em s eu car ro, q ue pr ova v e l mente nin g eu ms se d e v l em bv ra, po is co mo di z o s en hor poli t i c o do s t abu l e i ro s de marfim, a me mó ria dos poli tic os e de t o d os par e ce n ão me s mo ex is i tir, e as ondas f i ze ram o s eu pr i me i ro av i so na co s t a por t u g eu sa, f o rça, no s en rab am en t os que f la t a p o u co para vi r o h g rande ts un ami d ep o is da min h a ul tim a p ub li cação, on d a f al av a dos se l os de s a l o mão, um s en hor t o d o v es t id o de v e r me l h o da co mpa n h ia de J u s us em es pan h a, ap a r e cia n uma f oto l eva n t ad o de s ua c ad e i ra com um a ra mu it za n gado, e me tinha pe r gun t a d o se o pi n ó q u i o me ia ap ar e ce r em q ua dr i f o ni a, o u es cond id o por um v é u, o u q ua l q eu r co isa do g ene ro a se gui r à Pa l av ra, e v e j am l á q ue ap ar e ceu n uma f oto es cond id o por de t rá s do pr e si dente H u ji n T ao, a b e be r n ão se i b em o q u ê , es pero q ue o pr e si dente o ten h a f e it o mar ch ar en t re os q ui n he n t os g eu r rei ro s, com uma ca r in h a de ra to ch up a din h o a ch up ar, a s eu l ad oo d ur ão a s o r r i r, co mo q u en es t á di v e r t id o com t ud o is t o, na t aç a do pr e si d ente ch in ê s, se v ê as a g ua s am ar e l as in c lin a d as co mo uma onda em pr e pa ra ção, e o r e f l ex o de s en h a uma v e sic a , s ua mão segur and oo c au l e d es vela u ma cobra, é a s ua p o si ç ão se me l h ante a do d u r ão a segur ar se u co p o, os do is de din h os um bo ca din h o ma is ab e r t os co mo se t ive s s em um f en d a, bi f id a, s o c rates at rá s, o de d o de c i ma ap on t a o r e f l ex o no c a s o q ue de s en h a um t ra ç o br anco q ue pa rte do se u na r i z, f a zen d o en t r e o de l ee o v a s o da s a g u a s a gi t ad as , o u q ue a gi t ar am o sol, um pe rfe it in h o Y , q ue os t r ês em s ua p o si ç a õ r ep ro d u z e m de ita d os, co mo a q eu le q ue se en c on t ra no fr es co de mi l e q u in he n t os por de t rá s do t u mulo do pr es u mi ve l conde de m ene ze s, o u seja, aqui es t ão s o t r ê s sol dad os em fr ente ao t u um l o de c r is to, por de t rá s de l e, o q ue par e ce ser o f un d o do mar, o si tio onda na s v e ze s as ondas se f o r mam, por de t rá s de d u r ão uma co l una az u l, com du as es t r e la s l a t e ria am ar e l as, da ban de ira f e ita rolin h o, q ue me par e ce m as du as es t r e l as az u is in c lin a da s q ue ap ar e ce ram em dia re cen te co mo a sas no C r is to na o u t ra mar g e m, e s o br e as q u is se di s se ter ca id o um rai o q ue as ap a g o u, se m ne n h uma l am p ad a f un di r, e por de ba ix o da f oto g ra fia, a re v ista li f e dos c l ub es portu g eu s es ma is ex c lu s ivo s, o ú nico r es tau ra n te por t u g u ês com du as es t re l as, o vi l a jo y a, e uma inglesa com um be l o g at in h o as pin t as a ro n ron ar em se co l o, q ue no s u dão ar r is c av a ne s se al t ur a ao q ue se s o ub e q u r en t a ch i cota d as, o q ue f e li s mente n ão v e io a ac on te ce r, o r u ben pe rei ra , jo v e m port u g u ê s sa g ra r a inglesa se v ice cam pe ão dd e xa dr e z na t ur q u ia, e as G en t es em Es pan h a as i ram à rua em g rand es mani f es t aç õ es pr te s tan d o c on t ra a vi o l ên cia q ue se ex press a ra ma si uma v ez , e es t av a eu es c r eve n d o s o br e am az on as e o q ue f az e m a s bebe s, e ma is un s c ad av e r es de c ri a na s f o ram d es cobert os den t ro de c asa s na q ue se di z s er a c iv i l iza d a eu ro pa, na c i me ira s o br e as al e t rações c limá tic as um ss en h p r di z ia com ra z ão em vi oz r u d e q ua n to ba s t e, a h am ad a as s im par ce ter q ue na s v e ze s ser, para te l eva r em à sé ria, q ue o din he rio q ue se p un h a na mesa para in v est i g a ção das al t rena t iva s ene r g é ti c as e ra p o u co e t ra d u z ia na real i dad e, f al at a de em p en h o e co mp r o me t ia o q ue se di z ser ema as be l as pa l av ra s da s boas in ten ç õ es da s q u a ia o in f e r no aqui es t á che i o, e du as t r in dad es se se im boli za ram no me s m o te mp o, um ra p az de f e cie n te q ue de ra vo l ta ao pá is no s e u t r i c i c l o m iv id o pe l a s ua von t ad e de coração e su as mãos a t o d os a al e rta r para a f al t a de c on di ç õ es dos d efe cie n t es ne s t a soci e dad e, e q ue com o amo r de mu it os co r r eu n uma pi s t a e bate u um record e e en t r o u para o gui ness, a demon s t a ra q ue a d efe cie n cia s ó es t á no s corações q ue v ão ne g ro s, e q ue se ch ama de t r in da d e, e o o u t ro q ue r e cen te m en te aqui f o ra in te rp l ad o, ge s tor e ad min s t ra dor de co isa ne h uma no t al de i ce p, c asa do ban d id os, a q eu m no o u t ro l ad o do rio, um s en hor , v e io de l e mo s t ra r inglês no s a s ua v e rda de ira face, po is ao q ue par e ce o s en hor, v en d e os d es tino s por t u guesas na s pr aç as eu ro pei as por t r i n at din h e i ro s, e q ue in fr in ge as s au d ave is r e g r a s da c on cor rên cia, a as s im se v ê e se f az p r ova do q cali br e d es t a o u t ra ne g ra e in v e r t id a t r in dad e, po is é no me do s en hor, q ua n ro s en h or e no me em di rei t o di rei to se p u de s se ch am ar, ma s as s im é a poli tic a ne s te pa ís, de ix axa m os ban d id os anda r à sol at a e a inda l h es dão c a r go s de r es ponsa bil i dad e, e c o mo h abi l o d osos q ue são t oca l á de f az e r h abi l i dad es no ar a me, q ue se h oje de r, j á es t o u sa f i e q u ase ni n g u ém par ace d ar pe l o es q u ema, e j á me sa f ei ma si un s a no s, ant es da r e f o r ma d o ur ad a, q ue t ra ba l h ar d á mu it o t ra ba l k h o e f az ca l o as nas mãos, po is se p en as men to ne m te m, q ue ma is po de rá ter

voltando à imagem


A imagem que surgira nos tribunais era uma foto daquele redondinho, tipo semicírculo com uma portinha em madeira onde poisam os pássaros quando vão neles cantar, era na televisão, a cancela se fechava sem mão, e no meio do semicírculo, o que parecia ser um saleiro branco, mas que devia ser um microfone, a noticia dava conta do que já há muitas luas contara, de quão obsoleto fora a compra dos equipamentos da gravação das sessões, certamente porque terá havido ali envelope amigo por mão debaixo da mesa, ancorada no sempre plausível, desconhecimento técnico, ora lá o que se poderá pedir a um juiz de uma secretaria para que conheça a diferença entre um saleiro e um microfone, ou que naquele tempo já se podia gravar digitalmente sem as mil grandes cassetes que ornamentam os escritórios juntas com as pilhas dos processos em papel de arvores sacrificadas

Mas era o poema de amor, assim o sentiu meu coração, por debaixo do desenho que achei por bem guardar em meu caderno, escrevi, fecha a porta do microfone no meio da amurada do passador, e seguiam assim, kabardina balcaria ossetia do norte, sete mares, onze feridos,, depois desenhei duas luas que mais parecem duas bananas, ou dois berços, uma para cima virada outra para abaixo, e no meio em seu centro, entre elas, dois h com quatro pontinhos como puxadores de gaveta do lado do homem da direita e três do lado do homem da esquerda, como um contador, por debaixo da lua de baixo e para baixo virada, joão cayatte, primeiro na esquina azul

Depois desenhei uma dupla cruz com oito setas que apontam oito direcções e escrevia propósito de uma noticia que os militares tinham razão no que disseram, sobre a forma como são tratados, as pensões, e o costume do passeios dos eternos descontentamentos

Rabino curse, aj, setubal, doze andares doze do onze de dois mil, ou onze do doze de mil novecentos e noventa e nove, dois mil e sete igual a circulo do nove

Ouvi eu aqui uma bilha de gás a ser mexida de um lado para o outro na altura da noticia

Passado um dia ou algo assim , amada que sem ti, não mas sei deles, o mesmo símbolo me apareceu numa tshirt a passar, um semi circulo com um pequeno circulo como um ponto no seu meio a vermelho desenhado, parecia a assembleia da republica e assim no espirito do momento li, n príncipe do laço que tapa o principie, o sessenta e nove em setenta e nove, honda negra e prata , o avião escondido entre as palmeiras, copas e arvores, o quadrado vermelho da antena da espinha, apontada a cruz dupla na igreja do triunfo e do bom sucesso, bateram seis badaladas agora mesmo no sino debaixo do galo, será meia qualquer coisa, angulo, a pomba me mostra e outra poisada mais ao fundo faz um dois tipo serpente que bica p vale das telhas vermelhas com fungos amarelos, o bimotor da asa elevada da baleia azul e prata com um semi circulo do que pareciam ser estrelas na cauda de seu leme de direcção, a angulo segundo a serpente da divisão da casa de gaia, circulo segundo do duplo infinito da za caixa aberta, branca e amarela, passa avião tp, triunfo dos porcos vermelhos e verdes em oitenta e oito

A mosca poisa na pedra e move-se como um caranguejo, casa de goa, ge n u ina co mida goe as, a pomba faz a sua menage com seu bico em suas plumas, um pássaro negro poisa na arvore , uma borboleta branca aparece entre as folhas, passa um avião com dois traços verde e vermelho, a senhora vestida de castanho trás um colar de pérolas verdes com duas fiadas como se viessem de seus seios, o rapaz com a camisola branca e azul tem um oito com um x em cima, fotografa o rio e o obelisco e o passeio da fonte de um dos quatro cantos do mundo, são quase três horas da tarde

A iam ge m q ue s ur gi ra no s t rib una si e ra uma f oto da eu l e red o dn din h o, t ip o se mi c ir c u l o com uma por t in h a em madeira onda po i sam os pá s s a r o s q ua n d o v ão ne l es can t ar, e ra na tele visão, a can c e l se f e ch av a se m mão, e no mei o do s emi cir c u l o, o q ue par e cia ser um sal e i ro br anco, ma s que de v ia ser um mic ro f one, a no tic ia d av a c on t a do q ue j á h á mu it as l ua s c on t a ra, de q u ão ob s l e to f o ra a co mp ra dos e q eu ipa men to s da g rav a ção das se ss õ es, ser tae mn te por q eu te rá h avi d o ali en v e lope ami g o por mão de ba i x o da mesa, na cor ad a no se mp r e pa l u s ive l, d es c on he cie mn to téc ni co, o ra l á o q ue se po de rá pe di r a o u m j u i z de u ma secreta ria para q ue c o n he ça a difer e n ça en t re um sal e i ro e um mic ro f one, o u q ue na q eu l e te mp o j á se po d ia g rav ar di gi ta l mente se m as mi l g ar n d es ca s s et es q ue o r na men tam os es c rit ó rio s j un t as com as pi l h as do s pr o ce s s os em pap e l de ar vo r es s a c rif c ad as

M as e ra o po e ma de amo r, as s im o s en t i u me u coração, por de ba ix o do d es ne h o q ue ac h ei por b em g ua r da r em m eu ca de r no, es c r e vi, f e ch a a porta do mo c r f one no mei o da am ur ad a do pa ss a d o r, e se g u iam as s im, ka bar dina bal caria os set ia do no r te, set e mar es, on ze f e r id os, d ep o is de s en h e i du as l ua s q ue ma si par a cem du as ban ana s, o u do is be r ç os, uma para c ima v ira d a o u t ra para ab ai xo, e no mei o em s eu c en t ro, en t re e l as, do is h com q ua t ro p on t in h os co mo p ux ad o r es de g a v e ta do l ad o do homem da di rei t a e t r ês do l ad o d o h o e mm da es q eu r a d a , co mo um c on t a d or, por de ba ix o da l ua de ba ix o e para ba ix o v ira d a, jo ã o a ca y at te, pr i me i ro na es q eu ina az u l

D ep o is de sem h ei uma d up l a x c r uz com o it o set as q ue ap on tam o it o di re c ç õ es e es c r e v ia pr o po s it o de uma no tic ia q ue os mili t ar es t in ham ra z ão no que sis se ram, s o br e a f o r ma co mo são t rata d os, as p en s õ es, e o co s t u me do spa ss e i os do s e t reno s d es co n ten tamen t os

R a b i no c ur se, a j, set ub l a, do ze anda r es do ze do on ze de do is mi l, o u on ze do d o ze de mi l no v e cen t os e no v en t a e no v e, d o is mi l e set e i g ua l a cir c u l o do no v e
O u vi eu aqui u ma bil h a de g ás a ser me xi d a de um l ad o para o o u t ro na al t ur a da no ti c ia

Pa s sado um d ia o u al g o as s im , am ad a q ue se m ti, n ão ma s se i de l es, o me s mo s im bolo me ap a r e ceu n uma t s h i r t a pa s s ar, um s emi cir c u l o com um pe q eu no cir c u l o co mo um p on t o no s eu mei o a v e r me l h o de sem h ad o, par e cia a as s em be l ia da r ep u b l i ca e as s im no es pi rito do mo men to li, n pr in cip e do l a l o q ue t ap a o pr i cn i pe, o se s en t a e no v e em set e n t a e nove, h on d a ne g ra e pr at a , o avi ão es cond id o en t re as pa l me i ra s, co p as e ar vo r es, o q ua dr ad o v e r me l h o da ant e na da es pei n h a, ap on t ad a a c r uz d up l a na i g r e j a do t riu n f o e do bo m s u ce s so, bate ram se is b a d a l ad as agora me s mo no sin o de ba ix o do g a l o, se r á me i a q ua l q eu r co isa, an g u l o, a p o m ba me mo s t ra e o u t ra p os id a ma sis ao f un d o f az um do is t i p o se r pente q ue bi ca p vale das te l h as v e r me l h as com f un g os am a r e l o s, o bo m oto r da asa e l eva da d a bal e ia az u l e pr at a com um s emi ci r c u l o do q ue par e c iam ser es t re k l as na c au d a de s eu l em e de di rec ção, a an g u l o se gun d o a se r p ente da di vi são da c asa de g aia, cir c u l o se gun d o d o d up l o in f i ni t o da za ca ix a ab e rta, br anca e am ar e l a, passa avi ão tp, t riu n f o dos por co s v e r me l h os e v e r d es em o it en t a e o it o

A mo s ca p o isa na pe dr a e mo v e inglesa se co mo um cara n g eu jo, c asa de goa, ge n u ina co mida goe as, a p o m ba f az a s ua m en a ge com s eu b i co em s ua s p l um as, um pá s s a r o ne g ro po isa na ar vo r e , u ma bo r b o l eta br anca ap ar e ce en t re as f o l h as, passa um avi ão com do is t r aç os v e r d ee v e r me l h o, a s en h o ra v es t id a de ca s tan h o t rá s um co l ar de pe rola s v e r d es com du as fia d as co mo se vi e s se m de se us se ios, o ra paz com a cam i so l a br anca e az u l te m um o it o com um x em c ima, f oto h g raf a o rio e o ob e li s co e o pa s
seio da f on te de um dos q ua t ro can t os do m un d o, são q u ase t r ês h o r a s da t ard e

E continuavam assim as minhas notas,

A Internet é sua , dizem os ladrões nos seus anúncios

Sete pessoas, fonte nova, na queda de um bancada em São Salvador da Bahia, de quarenta metros de altura , sessenta mil pessoas no estádio, vistoria já tinha alertado, jovens e policias em confrontos em Paris, william bell, morte de dois jovens, Setúbal o edifício está para cair, assim eram as noticias daquela madrugada, em que te escrevia, minha amada

E conti n ua v am a s s im as min h as n ota s,

A in ter net é s ua , di ze m os l ad r õ es no s se us a n un cio s

Set e pe ss o a s, f on te n ova, na q eu d a de um ban c ad a em S ão Sal v a dor da Bahia, de q ua ren t a met ro s de al t ur a , se s sem ta mi l pe s s o as no es t á di o, vi s t o r ia j á tinha al e rta d o, jo v en e po li cia s em c on fr on t os em Paris, w i ll iam be ll, mo rte de do is jo v en s , set e bal o edi f i cio est á para ca i r, as s im e ram as no tic i as da madruga d a, em q ue te es c e r v ia, min h a am ad a

As negociações

Maria josé morgado, diz que esteve quase para ser um bom filme ,a corrupção, diz que as disfunções não se resolvem por decreto e que meios mais fariam que leis, na verdade se houver as duas e bem feitas, melhor o resultado, o filme na tela não o vi, mas no dia a dia está infelizmente em todo a lado

Sis avisou manuel monteiro da infiltração de elementos da estrema direita , vinte e cinco

No prédio de setubal a estrutura à mostra com a explosão desvela duas cruzes, no angulo da parede, ex press sá, filmes e gato desaparecido desde quinta feira

Avião, asa amarela azul, br rectângulo n quedos, era o desenho de uma asa num anuncio de brinquedos e desenhei eu nesta folha um comprido rectângulo com nove andares a duas colunas e uma seta como uma cobra torcida a toso a travessa, tem duas cabeças que são dois triângulos, um sai para a terra no andar de baixo, outro sai no ultimo para cima, para o ceu

Ora qui está um segredo da publicidade , que tinham os pés tão grandes , tão grandes que se viam sempre os dedinhos dos pés

Maiores firmas de advogados facturam trinta e cinco milhões, ano, o truque é ter nos sócios fundadores, um sócio do ps e outro sócio do psd

Sérgio pedroso, o soldado morto, trás o nome do irmão do paulo pedroso

Fernando magalhães no porto, os ladrões levaram cento e vinte e cinco mil

U natal ne, em u t al treze e icai craticas , clemente livro, nono ne alterne à espanhola,

No estádio , oito mortos e vinte e cinco feridos, a estrutura que suporta a bancada parecem duas pernas para o ceu viradas, cento e noventa e três, ou primeiro de noventa e três, bancada dezoito, azul e prata, quatro do onze, quinze metros as it

Paulo portas tem razão no que disse ser as relações com as reclamações dos contribuintes

Sismo indonésia, sim b gempa bo mi, bali centro das réplicas

Korasane é o primeiro do ka da chaves do arieiro, da ave serpente do arieiro

O igorboy de la sal da anha m si republica da av duque d ávila , seis cruz circulo to quer pi co as da foca cinza debaixo do braço azul, o ká da silva ,da vera saudade é o ká maior do mário soares

Appl cinco do setimo do circulo de setenta, circulo rato segundo em noventa e cinco, isabel pereira, pneus, o homem da cobra o sete , três w , ponto smartad, ponto é rato serpente do angulo e sin g ato do ponto pt

Depois na tarde passeando à frente dos correios o que me pareceu ser a encenação montada, pois uma outra imagem do mesmo, tinha sido escrita na véspera no texto, o ultimo que desaparecera, e depois o começara a escrever on line, mas acabei por apagá-lo,

A história é a do motociclista creio que era francês que partiu aqui de lisboa, um dia no lisboa Dakar, reparei nele, nos jornais, pelas fotos , braços abertos e expressão agitada, assim sempre parecia estar, como se estivesse gritando qualquer coisa que não percebi em sua extensão, depois morreu ele no Dakar e seguiram-se uma serie de imagens e leituras das quais foi dando conta, uma mais tarde se deu, que creio que não terá ainda sido posta on line, mas não vou agora verificar nem o posso confirmar, fora depois de um passeio nocturno que me levou ali à casa francesa, a descer da lapa para santos, e de uma outra cas senhorial em sua frente na aparência abandonada há muito tempo, e de umas leituras que aparecera, no poste do eléctrico ao lado do banco e mais acima no lixo e numa montra de livraria, bem me recordo com a bandeira da embaixada, se agitava a confirmar o que ia vendo e sentindo do ver, tanto que me perguntava nesse momento se minha amada não estaria lá dentro à minha espera, era principio de noite, tinha parado na lapa e depois caminhara dando quase a inteira volta ao quarteirão, o pedaço que falta é um flash no jornal expresso, já depois do Dakar acontecer, uma pagina inteira de uma pista vista de cima, com os sinais das rodas dos carros que passaram, e do outro lado, quando volta a pagina para trás, como faço muito ao ler os jornais, começo na ultima página e assim vou para trás andando, a imagem do judice filho na quinta das lagrimas, e me pareceu naquele momento , assim o senti dentro de mi, a ligação ao acidente que pelo que me fora anteriormente desvelado, tudo apontava para ter sido fabricado, com drogas alucinogénicas ou algo assim , em festa na véspera da etapa,

Agora estavam uma serie de smarts em fila indiana, parados em segunda fila com promoção ao lisboa Dakar, , traziam uns grandes bonecos em cima de cada um dos tejadilhos e contavam cumulativamente uma história que assim li, as estrelas dos pneus inclinadas, e as peças de metal furadas para desatolar os carros das areias, a cobra de vigia ao condutor cobra, o primeiro condutor cobra camelo de oitenta e dois e co do mx quarenta e cinco do segundo do quadrado do circulo it do ro inglês, três traços horizontais uns sobre os outros com um outro em diagonal que os atravessa, a lembrar o símbolo co ccb, o camelo do condutor crescido nono encosta por detrás , vermelho e branco a foto ds, ou seja a foto francesa, vista do vigia do brasil o arnês com sois pontos do terceiro entre aspas e c sessenta e quatro do ponto de sessenta e Setembro

E seguiam assim as minhas notas no caderno

Business jex x ject ss laser copia extintos, maria clara reis

A unha

O amado quase trás os dedos juntos em bico , passeio no fim da tarde cor perfeita de lápis lazuli, com laranja no horizonte misturado, anoitece sereno, hoje é dia de greve, a cidade calma ,clama vai, curioso paradoxo da vida e do viver, protesta-se e sente-se a paz, no jardim da fonte , os pássaros cantam em stress, como uma vibração que oscila entre as duas colunas do templo a meu passar, uma folha caiu e me chama a atenção na amurada do navio de pedra, pauzinhos dispostos falam de ângulos , de dois ângulos, um recto , um mais aberto, uma encosta, um declive e um salto, e uma folha coração ao lado com um símbolo de paus ao lado da gravação de Veríssimo feita na pedra, na fonte um bilhete lisboa, rio de mouro bóia na superfície, no cais por detrás da rocha conde D´Obidos os contentores se alinham, ou assim no lusco fusco me parecem a primeira vista alinhar, o pássaro pousa no bico do telhado da cas da vidraça partida e canta e agita a cauda para cima e para baixo, como um interruptor, e se põem a olhar, enquanto isto agora escrevo, depois de voltar, muito o prédio se agita, portas batem, sons, vozes de pessoas a falar

No jardim a antena está inclinada para a minha direita na balança entra um avião no horizonte em sua aproximação na posição inversa, trás a sua rota muito aberta em direcção a linha de aproximação, de pois de me mostrar uma espada e um x , compensa para o outro lado, para ficar alinhado

Um x está desenhado por pauzinhos no meio do chão dos gomos claros rosa claro à volta da fonte do quatro cantos do mundo, um outro pássaro pousa numa antena de um telhado e no contra luz do sol que se põem , desenha ela, uma espécie de muleta da primeira guerra com um arpão em sua ponte, um arpão com duas barbelas, sigo com o olhar a direcção e vejo que aponta entre O Cristo e o guindaste grande no porto, que salvo erro trás em si escrito liscount,

O que me parecia ser há bocado contentores alinhados no cais, estão afinal num navio grande de carga que está o porto, leio maersh falan e a sua torre de comando , está no eixo da gare marítima de alcançara, tem cinco luzes brancas à direita , três que desenham um triângulo de fogo de luz e depois à esquerda um quadrado de luzes brancas em que quinta vermelha no telhado que faz o desenho, do outro lado do rio, nos silos, as luzes acesas fazem uma linha a subir

Um rapaz na amurada está encostado, um outro senhor para um momento ao pé do muro, ouço depois ou antes, a queda do saul do mx, passaram por mim duas senhoras eslavas no caminho para o jardim antes de todo este ver acontecer, agora nele, duas senhoras africanas atravessam a rua com o que me parece ser um bolo gigante para a escola das crianças oiço no espirito o dizer por correlação com as luzes do banco e as luzes da gare, ser o homem de um gás antigo, de uma primeira cruz, da dor de outro homem, um pedra na asa do carter da moto pan european, o primeiro na europa,

O rapaz na amurada diz par um outro que em baixo vai a passar, partem-lhe uma perna, vejo AA, vejo círculos de seis , não podem viver todos em paz, e me respondo no que oiço do que sei, assim a paz será sempre minada, e é verdade que assim o mundo vai, aos soluções de paz e bomba em períodos breves

Na casa de goa as luzes acenderam-se na parede do mura, há um perfume de confusões africanas no Dakar, reparo no fio eléctrico que sobe a torre e a esfera do galo da torre, o nome francês no navio, o fio eléctrico que dá ou deu origem à energia esfera, ao mundo, francês
Em mim emerge na consciência uma frase que li há pouco tempo atras, todos os homens caem, mais importante do que a queda é a forma como se levantam que conta e faz contra, e uma ferida aberta que não é curada e que tem pus, se não é tratada alastra em grangena, tambem eu gosto de chuck norris, há uns anos me recordo de ver um ou dois episódio inteiros ou quase em tardes de fim de semana, mas a vida e a dança entre o bem e o mal ne, sempre é assim a preto e branco, em forma tão simples e percebo o que vitorino chamava hoje de desabafo, do embaixador, e olho a América e seus dirigentes e vejo neles que tantas vezes são levados pelo mundo fora e depois é lhes pedido a quase nas vezes se os obriga a fazerem de chuck norris, e não deixa ele de ter razão, os que lá temos são poucos para a nossa quota parte de responsabilidade na matéria, e acrescento, demais como sempre, sempre que alguns de nós vai com uma arma para um qualquer lugar do uno lugar, mas tambem é verdade que tudo é sequência e não se apaga o que já passou e tambem não se deve esquecer o que se sabe e fugir as suas responsabilidades que daí advém, que se transforma sempre o passado da guerra em paz, mesmo que nas vezes para isso as armas estejam por perto, e na esperança e no trabalho e voto que assim mais não seja,

Atlas set turquia isparta avião

Ah amada que me deu uma súbita saudade de te ter aqui deitada a meu lado no leito lado a lado, um no outro anichado e de muito beijar beijinhos em teus lábios e de os ai depositar sem cessar, que melhor cofre no mundo existe se não teus lábios, e o muito muito que te quero e meus olhos se emudecem no instante a este sentir, na rua um papel me fala de meia hora, ou de três horas e de um hotel com uma coroa por cima, serás tu que lá me esperas, ficou meu coração ansioso a pensar, ah amada se fores tu, telefona-me ou passa por cá, que a campainha da porta já toca, sabes amada estou cansado de anzóis, quero - Te a Ti , é simples, simples o é
As negociações

Mar ia j i o sé mor gado , di z q ue esteve q u ase para ser um b o m fil me ,a cor r up ção, di z q ue as di s f un ç õ es n ão se reo l v em por dec r e to e q ue mei os ma is faria m q ue leis, na vera d e se h o u v e r a s du as e b em f e it as, me l hor o r eu l t ad o, o fil me na te l a n ão o vi, ma s no d ia a dia es t á in f e li z mente em t o d o a l ad o

S is av i s o u man u e l mo n te i ro da in f il t ração de e l e men t os da es t r ema di rei t a , vi n t e e co n co

No pr é di o de set u bal a es t ru ra A´ mo s t ra com a ex p l o são d es vela du as c r u ze s, no an g u l o da parede, ex press sá, fil mes e g at o d esa pa r e cid o d es d e q u in t a f e ira

Avi ão , a sa ana r e l a az u l, br rec tan f u l o n q eu d os, e ra o de s en h o de ua m asa n um a n un cio de br in q eu d os e de s en h e i eu n est a f o l h a um co mp rid o rec tan g u l o com no v e anda r es a du as co l una s e uma set a co mo uma cobra tor cida a t oso a t ravessa, te m du as ca b eças q ue são do is t r i ab g u l o a, um as i para a terra no anda r de ba ix o, o u t ro as i no ut l imo para c ima, para o ceu

O ra q u i es t á um se g red o da pub l i cida de , q ue t in ham os p és t ão g rand es , t ão g ra n d es q ue se v iam se mp r e o s de din h os do s p és

Maio r es f i r ma s de ad vo gado s f ac t u ram t r in t a e co n co mi l h õ es, a no, o t r u q eu é ter n s o soci os f un da d o r s, um s ó c i o do ps e o u t ro s ó cio do ps d
Se r gi o pe d r o s a, o sol dad o mor teo

F e r man d o mag a l h ã es no porto , os l ad r õ es l eva ram c en t o e vi n te e cin co mi l

U nat a l ne, em u t al te r ze e i ca i c ra ti c as , c le mente li v ro, nono ne al ter ne à es pan hola,
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No es t á d i o , o it o mor t os e vi n te e ci n co f e rid os, a es t r ut u ra q ue s u porta a ban c ad a par e ce m du as pe rna s para o ceu v i ra d as, c en t o e no v en t a e t r ês, o u pr i me i ro de no v en t a e t r ês, ban c ad a de zo it o, az u l e pr at a, q ua t ro do on ze, q ui n ze met ro s sa it
Pau l o porta s te m ra z ão no q ue di s se ser as r e l a ç õ es com as rec l a mações dos conti b u in te s

Sis mo in do né s i a, s im b ge mpa bo mi, ba li c en t ro das r é p l i ca s

K o ra s ane é o pr i me i ro do ka da ch ave s do ari e i ero, da ave ser pen t do ari e i ro
O igor bo y de la sal da an ham si republica da av du q eu dá avi l a , si es c u r z cir c u l o to q eu r pi co as da f o ca c in za de ba ix o do br aço az u l, o ká da si l v a ,da v e ra s au dad e é o ká maio r do mário soares

A p p l c in co do set i mo do cir c u l o de set e n t a, cir c u l o rato se gun d o em no v en t a e co n co, isa b e l pe rei ra, p n e us, o ho mem da cobra o set e , t r ês w , p on t o s marta d, p on to é ra t o ser pente do na g u l o e sin g ato do p on t o pt

D ep o is na t ard e pa s sea n d o à f e r n te dos co r rei os o q ue me par e ceu ser a en ce na ção mo n t ad a, po is u ma ou t ra i mage m do m e s mo, t in h a sid o es c rita na v es pera no te x t o, o ul tim o q ue d esa par ac e ra, e d e p o is o co me ça r aa es c r eve r on li ne, ma s ac ab e i por ap a g á inglesa l o,

A h is t ó ria é a do m oto cic l ista c rei o q ue e ra fr a n c ês q ue par ti u aqui de lis boa, um d ia no lis boa da k ar, r epa rei ne l e, no s jo r na is, pe l as f oto s , br a ç os ab e r t os e ex press ão a gi t ad a, as s im se mp re par a cia es t ar, c o mo se es t i ve s se g rita n d o q ua l q eu r co isa q ue n ã pe r c bi em s u a ex ten são, d ep o is mor r eu e l e no d ak ar e se gui ram inglesa se u ma se r i e de i mage n s e lei t ur as da s q ua is f o i dan d o c on t a, u ma ma is t ard e se d eu, q ue c rei o q ue n ão te rá a inda sid o p os t a on l ine, ma s n ão vo u agora v e ri f i car ne m o p osso c on f i mar, f o ra d ep o is de um pa s se io no c t r uno q ue me l evo u a li à ca s f ar n c e sa, a d es c e r da l ap a para san t os, e de uma o u t ra ca s s en h or i al em s ua fr ente na ap a r en cia a ban dona d a h á mu it o te mp o, e de u ma s lei t ur as q ue ap ar e ce rea, no p os te do e l e c r tic o ao l ad o do ban co e ma si ac i ma no li c xo e n uma mo n t ra de li v ra ria, b em me record o com a ban d e ira da em ba ix ad a, se a gi t av a a c on f i r mar o q ue ia v en d o e s en t in d o do v e r, t ant o q ue me pe r gun t a va ne s se mo men t o se mim n h a am ad a n ão es t aria l á den t ro à min h a es pera, e ra pr i c n i pio de no it e, tinha para d o na l ap a e d e p o is caminha ra dan d o q u ase a in te i ra vo l t a ao q ua r te i ra ã o, o p d e a ço q ue f al t a é um f l a s h no jo ra n l ex press o, j á d ep o is do d ak ar ac on te ce r, uma pa gi ma in te i ra de uma pi s t a vi s t a de c i ma, com os sin a is das ro d as do s ca r ro s q ue passa ram, e do o u t ro l ad o, q ua n d o vo l t a a pa gina para t rá s, co mo f aç o mu it o ao l e r o s jo r na is, co me ç o na u l tim a pá gina e as s im v o u para t r ás and a na d o, a i mage m do j u di ce fil h o na q u i n ta das l a g r im as, e me par e ceu na q eu l e mo men t o , as s im o s en t i den t ro de mi, a li g aç ão ao ac i dente q ue pe l o q ue me f o ra ant e rio r mente d es v e l ad o, t u d o ap on t av a para ter sid o f a b ri c ad o, com dr o g as a lu c ino gé ni cas ou al g o as s im , em f es t a na v es pera da eta pa,
Agora es t av am u ma se r i e de s mar ts em f i la indiana, par ad os em se g un d a f ila com pr o meo ção ao li s boa d ak ar, , t ra z i ma un s g rand es bo ne co s em c i ma de c ad a um do s te j a di l h os e c on t av am c u mula t iva mente u ma h is t ó ria q ue as s im li, as e t r e l as dos pn eu s in c lin a d a s, e as p eça s de met a l f ur ad as para d es a t o l ar os car r o s das a rei as, a cobra de vi g ia ao c on d u tor cobra, o pr i me i ro c on d ut o e cobra cam e l o de o it en t a e do is e co do mx q ua ren t a e c in co do se gun d o d o q ua dr ad o do cir c u l o it do ro inglês, t r ês t r a ç os h ori zo n tais un s s o br e o s o u y ro s com um o u t ro em dia g o b n al q ue os at ravessa, a l em br ar o s im bolo co cc b, o cam e l o do c on d u tor c r es cid o nono en co s t a por d e t rá s , v e r me l h o e br an co a f oto ds, o u se j a a f oto fr an c e sa, v ista do vi g i a do br a si l o ar né s com s o is p on t os do ter ce i ro en t re a s pa s e c se s s en t a e q ua t ro do p on t o de se s s en t a e Set em bro

E se g u y iam as s im as min h as n ota s no ca d e r no m

B u s in e ss je x x je c t ss l a se r co pi a ex tintos, mar ia c lara r e is

A un h a

O am ad o q u ase t rá s o s d ed os j un t os em bi co , pa s seio no f im da t ard e cor pe r f e it a de l á pi s a la zu li, com lara n j a no h ori zo n te m is t ur ad o, ano it e ce se reno, h oje é d ia de g r eve, a cida d e cala m, c a l am a v a i, c ur i o so para do xo da v id a e do viver, pr o t es t a inglesa se e s en t re inglesa se a p az, no jardim da f on te , os pá s sa ro s can tam em s t r es s, co mo u ma vi br a ç ão q ue os cila en t re as du as co l una s do t e mp l o a me u pa ss ar, u ma f o l h a ca i u e me ch ama a a ten ção na am ur ad a do n avi o de pe dr a, p au zi n h os di s p o s t os f al am de an g u l os , de do is an g u l os, um rec t o , um ma is ab e r to, u ma en costa, um dec l ive e um sal t o, e u ma f o l h a coração ao l ad o com um s im bolo de pa us ao l ad o da g rav aç ão de v eri s s i mo f e it a na pe dr a, na f on te um bi k l he te lis boa, rio de mo ur o bo ia na s up e r f i cie, no ca si por de t rá s da roc h a conde d´ o bid os o s c on ten t o r es se al h in ham, o u as s im no l us co f us co me par e ce m a pr i me i ra v ista al in h ar, o pá ss a ro p o usa no bi co do te l h ad o da ca s da vi dr aç a par t id a e cant a e a gi t a a c au d a para c i ma e para ba i x o, co mo um in te r r up tor, e se p oe m a o l h ar, en q ua n t o is to agora es c r evo, de o is de vo l t ar, mu it oo pr é di o se a gi t a, porta s bar te m, s on s ,m v o z e s de pe s s o as a f al ar
No jardim a ant e n a es t á in c lin ad a para a min h a di rei t a na bal ança en t ra um avi ão no h ori zo n te em s ua ap ro xi mação na p o siç ão in v e r sa, t rá s a s ua r ota mu it o ab e rta em di rec ç ão a li n h a de ap ro x i mação, d e p o is de me mo s t ra r uma esa p d a e um x , c o mp en sa para o o u t ro l ad o, para f i car ali n h ad o
Um x es t á de s en h ad o por p au z in h os no mei o do ch ão dos g omo s c l ar os rosa c la ro * A vo l t a da fon te do q ua t ro can t os do m un d o, u m o u t ro pá s sa ro p o usa n uma ant e na de um te l h ad o e no c on t ra l uz do sol q ue se p oe m , de s en h a e l a, u ma es pe cie de mul eta da pr i me i ra guerra com um ar p º ão em s ua p on te, um ar pão com du as bar be k as, si g o com o h a r a di rec ç ão e v e jo q ue ap o n t a en t re o C r is to e o gin d as te g rande no porto, q ue sal vo e r ro t rá s em si es c rito lis co un t,
O q ue me par e cia ser h á bo c ad o c on ten to r es al i n h ad os no cais, es t ão a f i m al n um na vi o g rande de ca r g a q ie es t á o porto, lei o ma e r s h f a l an e a s ua t o r re de co man d o , es t á no ex i o da g a r e mar i tim a de al can t a ra, te m ci n co l u ze s br ancas à di rei t a , t r ês q ue de s en ham um t r ian g u l o de f o g o de l uz e d ep o is À es q eu rda um q ua dr ad o de l uz ze s br ancas em q ue q ui n t a v e r me l h a no te l e h ad o q ue f az o de s en h o, do o u t ro l ad o do rio, no s si l os, as l u ze s ac e s sas f az en m u ma li n h a a s ub i r
Um ra p az na am ur ad a es t á en co s t ad o, um o u t ro s en hor para um mo m en to ao pé do m u r o, o u ç o d ep o is o u an t es, a q eu d a do sa u l do m x, passa ram por mim du as s en h ro as es l av as no caminho para o jardim ant es de t o d o este v e r ac on te ce r, agora ne l e, du as s en h o ra s a fr i c an a s at rave s sam a rua com o q ue me par e ce ser um bo l o gi gan te para a es co l a das c r ian ç as o i ço no es pi rito o di ze r por cor r e l a ç ão com as l u ze s do ban c o e as l u ze s da g ar e, ser o homem de um g ás ant i g o, de uma pr i me i ra c r uz, da dor de o u t ro homem, um pe d r a na a sa do carter da m oto pan e ur o pe a n, o pr i me i ro na eu r opa,
O ra p az na am au ra d a di z par um o u t ro q ue em ba i x o v a i a passa r, par te m inglesa l he uma pe rna, v e jo AA, v e jo cir c u l os de se is , n ão p ode m vi v e r t o d o s em p az, e me r es p on d o no q ue o i ç i do q ue se i, as s im a p az se rá se mp re mina d a, e é v e r d a d e q ue as s i m o m un do v ai , a os sol u ç o es de p az e bo m b a em pr e i o d as br eve s
Na ca s de goa as l u ze s ac en de ram inglesa se na ap red d m ur a, h + a um pe r f u me de c on f u s õ es a fr i can as no d ak ar, r epa ro no f i o e l e c t r cio q ue s ob e a torre e a es fera do galo da t o r re, o no me fr an c e s no n avi o, o f i o e l e c t ric o q i e d á o u d eu ori ge m à ene r gi a ès fera, ao m un do, fr an c ês

Em mim e mer g ue na c on s ciência u ma fr ase q ue li h á p o u co te mp o at ra s, t o d o s os h o mn en s ca em, ma si im porta n te do q ue a q eu d a eé a f o r ma co mo se l eva n tam q ue c on t a e f az c on t ra, e u ma f e rid a ab e rta q ue n ão é c ur a d a e q ue te m p us, se n ão é t rata d a a l as t ra em g ra n gena, tam b em eu g o s t o de ch u ck no r r is, h á un s a no s me record o d e v e r um o u do is e pi sódio im n te i ro s o u q u ase em t ard es de f i m de se mana, ma s a v id a e a dan ç a en t re o b em e o m al ne, se m p re é as s im a pr e to e br anco, em f o r ma t ão s imples e pe r ce bo o q ue v it o rino ch am av a h oje de d esa ba f o, do em ba ix a dor, e o l h o a am é ric a e se us di r i g en t es e v e jo ne l es q ue t anta s v e ze s são l eva d os pe l o m un d o f o ra e d ep o i s é inglês l h es pe di d o a q u ase na s v e ze s se os ob riga a f az e r em de ch u ck no r r is, e n ão de ix a e l e de te r ra z ão, os qu e l á t emo s são p o u co s para ano s sa q u ota par te de r es ponsa bil i da d e na mat é r ia, e ac r es c en tio, d ema is c o mo se mp re, se mp re q ue al gu ms de nó s v a i com u ma ar m a para um q ua l q eu r l u g a r do uno l u g ar, ma s tam b em é v e r da d e q ue t u d o é seque n cia e n ão se paga o q ue j á pa s s o u e tam b em n ão se d eve es q eu c e r o q ue se sabe e f u gi r as s u as r es ponsa bil i dad es q ue d a í ad v em, q ue se t ra s n f o r ma se mp re o p asa dp da guerra em p az, me s mo q ue na s v e ze s para is s o as armas es t e j am por pe r t o, e na es pera n ça e no t ra ba l h o e v oto q ue as s im ma is n ão seja,

At l as set t ur q u ia is pa r ta avi ão

A h am ad a q ue me de u um as u b ita s au dad e de te ter aqui de ita d a a me u l ad o no lei t o l ad o a l ad o, um no o u t ro ani ch ad o e de mu it o bei j ar bei j in h os em te us l áb i os e de ai os d ep o sitar se m ce s sar, q ue me l h o r co f r e no m u n do ex iste se n ão te us l áb i os, e o mu it o mu it o q ue te q u ero e me us o l h o se e um de c em no ins t ante a este s en tir, na rua um pa ep l a me f a l a de me ia h o ra, o u de t r ês h o ra s e de um h ota l com uma co ro a por c i ma, se rá s t u q ue l á me es pera s, f i co u me u coração an si o so a pen sar, a h am ad a se f o r es t u, tele f one inglesa me ou passa por cá, q ue a cam pai n h a da porta j á t oca, s ab e s am ad a es t o u can sado de am zo is, q eu ro inglesa Te a Ti , é se im p l es, s imples o é

A foto de chavez no jornal, ma sua mão direita o caderninho vermelho tipo mao , que é mais um rectângulo com o sessenta e nove escrito e visível a negro, por cima o símbolo desta vez a amarelo do semi circulo com três pontinhos fazendo um triângulo de fogo a partir do cento do semi circulo, ou seja no local da mesa da direcção da assembleia da republica, nas ua outra mão o caderninho em rectângulo azul com letras centradas ao meio que não se conseguem ler pois estão na foto desfocadas, o seu relógio nessa mão trás um reflexo verde sobre a sua camisa vermelha onde são visíveis um ponto em circulo de prata e dois semi círculos do que parecem ser botões tipo jeans um deles debaixo do que parece ser um raminho travessão, na sua camisa vermelha cheia de paixão, pelo menos a dele, que é bem visível e audível, dois microfones com bolinhas pretas estão sobre a altura de sua face, um sobre o lábio de baixo, o outro mais descaído na curva do queixo como um ponto negro entre uma lua decrescente desenhada pela linha de seu queixo e sua camisola vermelha, dinheiro melhor que dinheiro, diz o anuncio por debaixo, em cima ao lado de P , se diz que rumsfeld tem versão em boneco falante, jardim, deixa todos os cargos

A f oto de ch ave z no jo r n al, ma s ua mão di rei t a o ca de r ni n h o v e r me l h o t ip o mao , q ue é ma si um rec tan g u l o com o se s en t a e n o v e es c rito e v i si v e l a ne g ro, por c i ma o s im bolo de s t a v e z a am a r e l o do s emi cir c u l o com t r ês ponti n h os f a zen d o um t ria n g u l o de fogo a ap r tir do c en t o do s emi cir c u l o, o u se j no la ca l da mesa da di rec ção da as s em b lei a da r ep u b l i ca, na s ua o u t ra mão o ca d e r nin h o em r eca tan g u l o az u l com l e t ra s c en t r ad as ao mei o q ue n ão se c o n se g u e m l e r po is es t ão na f oto d e s foca d as, o s eu r elo gi a ne s sa mão t rá s um r e f l ex o v e r de s o br e a s ua cam isa v e r m e l h a onda são v isi v e is um p on t o em cir c u l o de pr at a e do is s emi cir c u l os do q ue par e ce m ser bo t õ es t ip o je a ns um de l es de ba ix o do q u e par e ce ser um ra minho t rave s são, na s ua ca isa v e r me l ha ch e ia de pai x ão, pe l o m en os a d e l e, q ue é b em v isi v e l e audi v e l, do is mic ro f on e s com bil in h as pr e t a s es t ão s o br e a al t ur a de s ua face, um s o br e o l á b i o de ba ix o, o o u t ro ma si d es ca id o na c ur v a do q eu ix o co mo um p on t o ne g ro en t re uma l ua de c r es cen te de s en h ad a pe l a li n h a de s eu q eu ix o e s ua cam is o la v e r me l h a, din e h rio me l hor q ue din he rio, di z o a n un cio por de ba ix o, em c i ma ao l ad o de P , se di z q ue r um s f e l d te m v e r são em bo ne co f al ante, já dr im, de ix a t od o s os c argo s

M in h a Am ad a , se che g ar es no en t r e t ant o, a cam p a in h a d a p o rta do pr é di o j á t oca, se me v i r es a s ub i r com uma es p ad a na mão n ão te pr e o c up es n ão, po is se as s im f o r é por q ue es t o u a p en sar q ue v irão os h omens das f ina n ç as pen h o ra r, as s im se com e l a me v i r es na mão, n ão te pr e o c up es n ão, q ue eu l ogo em ba in h o es sa e d es em ba in h oo u t ra, ma s tam b em n ão te pr e o c up es q ue n ão o co s t u me f az e r as s im na rua, ma is em l o c al r e serva d o, q ua n t oo h á ne s te eno r me bi g br ot her, pr epa ra inglesa te q ue vo u cor r e r mu it o pe l a c asa t o d a at rá s de ti com um g at o, u ma á gui a , um l e ão e um ur sin h o co mo o k n ut, q ue es t á mu it o bo n i t in h o e c e rta mente te m uma pe l ee pe l o s u ave co mo o t eu

Am o inglesa Te mu it o Mu it o

S ab es, q ua n do es t av aa co me ç ar a es c r eve r este te x to a q ue ch am e i, p ut as, es t av a na tv ne s sa no it e a d ar pe l a se gun da v e z em curto esa p ç o de te mp oo fil me com a be l a s en h o ra am ad a em me u coração, q ue f az ia de p oe t iza, e eu q ue o tinha v is t o em dia r e cen te, mu it o com o fil me m e tinha i r rita d o, s ob r e t u dp o com a q eu le par v a l hão do homem com q eu m e l a tinha c a sa do e me di z ia Me u De us, a q eu l e es t up id o homem é c ego, com um mul her t ão be l a e che ia de s en se l bil i dad e em s ua v id a, em sa l ca s em se u lei t o, com fil h os f e it os, s ó pen s av a em met e r inglesa se de ba i x o de o u t ra s s aia s, e ch o rei por e l a ao v e r na pr i me ira v e z o fi l me, e ch o rei tam b em por e l a com o s eu s u i cid o e me f i q eu i a pen sar, co mo é q ue e l a o p o dia ter f e it o ten d o fil h os, as s im na s v e ze s se d emo ns t ra a eno r me t r is te za q ue ro ub a e en v ene na a v id a, ma s as s im f o i na real i dad e com a Sílvia p l at h, de ts ave z es c r e v ia, e ia o l h an d oo fil me em um d o, a pen sar cá es t o u eu a es c r eve r s o br e p ut as e a qu i es t á a pr ova que sê inglesa l o n ão é u ma q eu s tão de g ené ro, aqui q eu m o e ra, e ra e l ee c ob a r de, po is para o f im sa be n d o q ue a am a, pr efe r e a o u t ra por q ue en t r e t ant o g rá v id a de l e f i co u

Em suma falta o dinheiro, as instituições não funcionam, as Gentes vão enganadas e de olhos meio fechados e ninguém vai preso

Tambem como se a policia não actua, os tribunais tambem, e os governos na mesma com pequeninas melhoras, que sim aumentou a colecta, quand meme

Deve ter sido porque entretanto se começaram a usar canetas em vez de lápis, disse-me um pássaro a passar

Está verdadeiramente giro, tudo isto

Dizia o espirito descendo a rua no cruzamento

Descera no homem da carrinha branca de caixa aberta que dissera, estás a rir de quê, e eu sorrindo, atravessado na fenda que se abre perante a primária inveja, da felicidade alheia, e pensando por dentro, não é este cabrão que me vai tirar o sorriso da face, essa seria a vitória da inveja e dos invejosos, que querem sempre o pior do pior, e se escandaliza a inveja em suas vestes negras e duras, perante o felicidade alheia

Deixar de a ter no coração, ou no sorriso seria dar-lhe a vitória, Oh negríssima inveja, aqui mais uma vez por toda a eternidade te enterro, que todos tem do direito e o dever de serem felizes, assim a vida criou e cria os seres!

No jardim da estrela lá estava de novo o homem das barbas compridas como um pai natal, se bem que não brancas, já uma vez o olhara ao perto a ver suas barbas e seus olhos profundos e luminosos ao lado da sua maquina antiga de madeira e tripé de tirar fotografias, me recordo dela de minha infância no jardim do campo grande e nas prais do norte do pais

No palco montado, para posterior espectáculo, ecoava no vazio da hora matinal a musica brejeira, tipo, hortas e coelinhos, pescadas de rabo na boca, rabanetes e cogumelos e mariazinha que entrava na horta, e coisas afins e o sorriso aflorara meus lábios, quando me voltei o homem metia uma maquina novíssima dentro do saco ao lado do tripé da antiga, passei por ele e toquei-lhe as costas dizendo, com que então, uma nova no saco e outra antiga à vista, atrapalhado ficou, o espião, de quem não sei, alguém que lhe pedira meu retracto, a sorrir nos dias da desgraça, talvez afirmando assim, que a desgraça não é tão grande assim, como se via, quem mora em meu coração, filhos da babilónia, que não tem mais nada a fazer se não me combater e espiar e roubar

Di z ia o es pi ti t o de s en d o a r ua no c r u za men to
D es ce ra no h omem da ca r r in h a br anca de ca ix a ab e rta q ue di ss e ra, es t ás a r i r de q u ê, e eu s o rr indo, at rave s sado na f en d a q ue se ab r e pe ra n te a pr i má r ia in v e j a, da f e l i cidade al he ia, e p en sa n d o por d en t ro, n ão é este c a b rão q ue me v a i ti r ar o s o rr is o da face, es sa se r ia a vi t ó r ia da in v e j a e d os in v e jo so s, q ue q eu r em s e mp r e o pi o r do pio r, e se es can d al iza a in v e j a em s ua s v este s ne g ra s e d ur as, pe r a n te o f e l e cidade al he ia

De ix ar de a ter no coração, o u no s o rr is o se r ia d a r inglês l he a v it ó r ia, o h ne g r es s ima in v e j a, aqui ma is u ma v e z por t o d a a e te r ni dad e te en te r ro, q ue t o d os te m do di rei t o e o d eve r de se r em f e l i ze s, as s im a v id a c rio u e c r ia os seres e x c l a mação
No jardim da es t r e l a l á es t av de n ovo o h o me das barba s co mp rid as co mo um pai na t al, se b em q ue n ão br anca s, j á u ma v e z o o l h a ra ao pe r t o a v e r s ua s barba s e se us o l h os pr o f un d os e lu mino s os ao l ad o da s ua ma quina ant i g a de madeira e t r ipe de t i ra r f oto g ra fia s, me record o de l a de min h a in f na cia no jardim do cam po grande e nas pr ia s do no r te do pa is

No pa l co mo n t ad o, pr a p os te rio r es p e cta c u l o, e co av a no v az io da h o ra mat in a l a mu sic a br e j e i ra, t ip o, horta s e coelinhos, p es c ad as de ra bo na b oca, ra ban e t es e co g um e l os e maria zi n h a q ue en t ra v a na horta, e co i sas a f in s e o s o rr is o a f l o ra r a me us l á b i os, q ua n d o me vo l tei o h omem me t ia u ma m a quina no vi s sima den t ro do s ac o ao l ad o do t r ipe da ant i g a, pa s s e i por e l e e to q eu e inglês l he as co s t as di zen d o, com q ue en tão, u ma n ova no s ac o e o u t ra ant i g a à v ista, at ra pa l h ad o f i co u, o es pi ão, de q eu m n ão se i, al g eu m q ue l he pe d ira me u re t rato, a s o rr i r no s dias da d es graça, t al v e z a firma n d o as s im, q ue a d es graça n ão é t ão g rand e as ss im, co mo se v ia, q eu m mora em me u coração, fil h os da b ab i l oni a, q ue n ão te m ma is n ad a a f az e r se n ão me co m bat r ee es pi ar e ro u b ar

E depois Amada, sabes Tu tão bem como eu, que estas gentes, os que não se amam , não amam e da mesma forma se diz com justeza a enunciação contrária em suas subtilezas gradativas, porque não existe nunca uma total falta de amor ou mesmo de luz, os que não amam, pouco se sabem amar, e assim vemos reflectidos em seus corpos que transportam as pálidas ou negras nas vezes, almas, mudam-se ao longo dos dias como camaleões, para se adaptar no medo imenso da sobrevivência que trazem entranhado no derivado da medula ondulante como a serpente, que no entretanto por falta de cuidados do jardim, do jardineiro e das sombras que fizeram, a coluna do coração se tornou

E d ep o is Am ad a, s ab es T u t ão b em co mo eu, q ue est as g en t es, os q ue n ão se a ma m , n ão am a me da me s ma f o r ma se di z com j us t e za a en un cia ção co n tr ária em s ua s s ub til e za s g ra da t iva s, por q ue n ão ex iste n un ca uma t ota l f a l t a de am or ou me sm o de l uz, os q ue n ão am a m, po u co se s ab em a mar, e as si em v emo s re f c l ec t id os em se us corp os q ue t ra n s po r t a m as pá l id as o u ne g ra s na s v e ze s, al maior s, mu d am inglesa se ao l on g o dos di as co mo cam l e õ es, pa ra se ad pat r no me d o em en s o da s o b re v i v inglês en cia q ue t ra ze m en t ra n h ad o no d e r iva do da med u l a on d u l ante co mo a ser p en te, q ue no en t re t ant o por f a l t a de c u dia d os do jardim, do j ar din e i ro e das s o m bra s q ue f i ze ram, a co l una do coração se tor n o u

E isto trás dificuldade acrescido em seu reconhecer, a que se acresce uma outra , acrescida, que deriva do facto de os seres luminoso não andarem assim tanto ao lado dos que vão nas sombras, e portanto quase que vivem em universo paralelo, quanto o infinito não tem camadinhas como um delicioso mil folhas, ou um enrolado de salsicha, ou as mil folhas, dos beijos que a ti minha amada, se estivesse ao meu pertinho te irai dar, chega quentinha, chega, e me verás doce brisa de luar ao mar amar, amar-Te

E is t o t rá s di f i c u l dad e ac r es cid o em s eu r e co n he ce r, a q ue se ac r es ce u ma o u t ra , ac r es cida, q ue de r iva do f ac t o de os se r es lu mino s o n ão anda r em as s im t ant o ao l ad o do s q ue v ão na s s o m br as, e po rta n to q u ase q ue vi v em e m uni v e r s o para lelo, q ua n t oo in f i ni to n ão te m cam i da in h as co mo um d e li co s o mi l f o l h as, o u um en rola d o de sal si ch a, o u as mi l f o l h as, dos bei j os q ue a ti min h a am ad a, se es t ive s se ao me u pe r tin h o te i rai d ar, ch e g a q eu n t in h a, ch a g a, e me ve rá s do ce br isa de l u ar ao mar am r, ama r inglesa T e

Isto seria coisa de policias, com base de dados em permanente actualização, coisa que não é muito das minhas competências, e sabes tu amada que a vida e tão bela e cheia de beleza, que em verdade verdadeira, verdadinha, não se ocupa os sentidos e a memória com sombras e seres negros ou meio negros, com corações de fuligem e artérias todas entupidas e quebradiças, que estalam em cada momento, quando de repente se faz a luz no negro que ia negro durante muito tempo.

Is to se r i a z co isa de poli cia s, com base de d ad os em pe r mane n te ac tua l iza ção, co isa q ue n ão é mu it o das min h as co m oe t ên cia s, e s ab es t u am ad a q ue a v id a e tão be l a e che ia de b e le za, q ue em v e rda d em v e rda de ira, v e r dadinha, n ão se ocupa o s s en t id os e a me mór ia com s o m br as e seres mn e g ro s o u mei o ne g ro s, com co r ra ç õ es de f u li g em e ar té r ia s t o d as en t up id as e q eu bra di ç as, q ue es t l am em c ad a mo m en to, q ua n do de r ep ren te se f az a l uz no ne g ro q ue ia ne g ro d ur nat e mu it o te mp o.

Escrevi-te eu um dia que os seres do amor, tambem fazem as listas dos amados, pois o amor é eterno e contem toda a memória, do que já foi, do que já é e daquilo a que os homens distraídos e cinza dizem chamar de devir, devir, devir, amada, só mesmo muito te beijar e assim pelo dia e pela irmã noite ficar

Es c r iv i inglesa te eu um d ia q ue os seres do amo r, tam b em f a ze m as l ista s do s amado s, po is o amo r é e te r no e c on te m t o d aa me mór ia, do q ue j á f o i, do q ue j á é e da q u i lo a q ue os homens di s t rai d os e c in za di ze m ch ama r de d e vi r, de vi r, d eve i r, am ad a, s ó em s o mu it o te bei j ar e as s im pe l o d ia e pe l a i r mã no it e f i car

O problema reside na vezes, quando os negros muitos negros, que são seres que se tornam rancorosos, que vem da família da redução do espaços do jardins, olha o rancoroso ao lado, a ruminar rancores, é como se os prados do seu jardim, que habitam o jardim, se começassem a estreitar, como se a terra à volta toda se contraísse e se aproximasse, e assim em certa forma acontece e geralmente mais tarde ou mais cedo, sufocam, por seu próprio respirar.

O pr ob l ema r e sid e na v e ze s, q ua n d o os ne g ro s mu it os ne g ro s, q ue são seres q ue se tor n am ra n co r osos, q ue v em da f ami l ia da red u ção do es paços do j ar din s, o l h a o ra n co roso ao l ad o, a ru minar ra n c o r es, é co mo se os pr ad os do se u j ar dim, q ue h abi tam o j ar dim, se co me ç as s em a a es t rei t ar, co mo se a te r ra à vo l t a t o d a se co n t rai s se e se ap ro xi ma s se, e as s im em c e rta f o r ma acontece e ge r l am en te ma is t ard e o u ma is ce d o, s u f o cam, por s eu pr ó p rio r es p i r a r.

E escrevia eu sobre os assuntos do selo de Salomão, que é antigo símbolo que nos explica as leis universais do equilíbrio e consequentemente de seu contrario, pois a cada virtude, cada cardinal, cada virtude que é cardinal, existe no outro seu extremo o mais negro pecado, o mais vil acto, quando o amor dos senhor dos livrinhos policiais me chamou a atenção e virando a face e pelo nariz cheirando o perfume do amor, na televisão o vi.

E es c r e v ia eu s o br e os as un t os do se l o de sal o mão, q ue é ant i g o s im bolo q ue no s ex p l ica as le is uni v e r sa is do e q u i li br io e c on seque n te m en te de s eu c on t ra ´ rio, pp o is a c ad a vi r t u de, c ad a car dina l, c ad a vi r t u de q ue é car dina l, ex iste no o u t ro se u es t remo o ma is ne g r o pe c ad o, o ma is vi l ac t o, q ua n d oo am o r do s s en hor do s li v r in h os poli cia si me chamou a a ten ção e v ira n do a face e pe l o n a r i z che ira n d oo pe r f u me do amo r, na tele visão o vi.

Seu ar desvelado como sempre, e lhe vi de imediato sua careca, pois o estava a ver de cima, na realidade a imagem como todas as imagens é paradoxal, pois dizem com justeza as gentes, que lhe vi a careca, ou que se lhe destapou a careca, que é forma de dizer, que se conheceu a verdadeira alma, ou intenção a andar e ir, e o homem, trás um careca à frente tapada por uma medeixa, ou seja é um careca disfarçado, e estranhamente disfarçado, pois a melena à frente estendida lateralmente, é exageradamente grande face ao luzidio da careca que habita escondida por detrás

S eu ar d es vela dor co mo se mp re, e l he vi de i me dia t o s ua car eca, po is o es t av aa v e r de c ima, na real i dad e a i mage m co mo t o d a s as i mag en s é para d ox a l, po is di ze m com j us te za as g en t es, q ue l he vi a car e ca, o u q ue se l he d es t ap o u a car e ca, q ue é f o r ma de di ze r , q ue se c on he ceu a v e rda de i ra al ma, o u in ten ção a anda r e i r, e o homem, t rá s um car e ca à fr ente t a p ad a por uma me de ix a, o u seja é um car e ca di s f ar ç ad o, e es t ra n h am ente di s f ar ç ad o, po is a me l e na à fr ente es ten d id a l at e ra l mente, é ex a ge ra da mente g rande f ace a o lu z id io da car e ca q ue h abi t a es c o n d id a por de t rá s

E peguei por um instante na lupa do pensar e seu espelho então me disse, este homem está careca, uma careca com um orla à volta como um corte jesuíta em coroa e depois a esconde com uma grande melena, é portanto um jesuíta disfarçado, que em si mesmo, no dilema do seu coração e seu espirito, assim vai, sabe o que é, e de certa forma e em grande parte o esconde. Porque?
Porque a melena é demasiado grande para a careca, como será grande a racha que vai em seu coração.

E pe ge u i por um is n t ante na l up a do pen sar e s eu es p alho en tão me di s se, este homem es t á car e ca, u ma ca r e ca com um o r l a à vo l t a co mo um co rte je s u ita em co ro a e d ep o si a es conde com uma g rande me lena, é porta n t o um je s u ita di s f ar ç ad o, q ue em si me s mo, no di l ema do s eu cora ção e se u es pi rito, as s im v a i, s ab e o q ue é, e de ce rta f o r ma e em g rande pa rte o es conde. Por q eu f o ice
Por q ue a me lena é d ema si ad o g rande para a car e ca, co mo se rá g rande a ra ch a q ue v a i em s eu cora ção.

A polémica estalara nos dias anteriores, os jornais a espelharam, um com grande relevo dela falou, a polémica do dumbo com a administração da rtp na pessoa do almerindo, cujas fotografias, sobre tudo a de ontem, lhe pintava na face um retracto de desvairado, depois de no dia anterior uma outra com os dois, dava ele com o sinal dos dois dedos da mão juntos, a benção ao santos, estranhos eram assim os sinais que se pareciam contraditar como que uma encenação avivar, um dínamo de consciência para o leitor.

A p olé mica es t al a ra no s d ia s ant e rio r es, os jo r na is a es pe l h ar am, um com g ar n d e r el e v o de l a f al o u, a po lé mica do d um bo com a ad min si t ração da rtp na pe s s o a do al mer indo, c u j as f oto g ra fia s, s o br e t u d o a de on te m, l he pin t av a na f ace um r e t rato de d es v a ira d o, d ep o is de no d ia ant e rior u y ma o u t ra com os do is, d av a e l e com o sin al d os do is de d os d a d a mão j un t os, a ben ção ao santos, e ts ra n h os e ram as s im os sin a is q ue se par e c iam c on t ra d it ar co mo q ue u ma en c e na ção avi v ar, um dina mo de c on s ciência para o lei tor.

Curiosa polémica porque a minha memória me recorda de umas antigas declarações proferidas pelo jose rodrigues dos santos, há algum tempo atrás, onde ele dizia precisamente o contrário do que agora lhe fora atribuído, que na altura dizia nunca se ter dado conta de intromissões , porque tambem não preenchera lugares na rtp a elas sujeitas, o que era estranho, pois eu próprio que nunca nenhum cargo lá desempenhei, dei uma vez conta na rádio e depois neste Livro de ter assistido a uma por parte de um secretário de estado, feita na pessoa do administrador da altura, o silva, o da bomba subtil na casa de banho, e que hoje sei pelo espirito, que ao faze-lo o homem recomeçou a perseguição, mas a isso estou em habituado e portanto não aquece nem arrefece, a não ser no caso actual do rapto e tortura de meu filho, a este assunto voltarei

C ur i o sa polé mica por q eu a min h a me mór ia me record a de u ma s ant i g as dec lara ç õ es pr o f eri d as pe l o jo ´ se ro dr i g ue s dos santos, h á al gum te mp o at rá s, onda e l e di za pr e cisa mente o c on t rá rio do q ue agora l he f o ra at rib u id o, q ue na l at ur a di z ia n un ca se t r e dad o d on t a de in t ro miss õ es , por q ue t am b em n ão pr ee n che ra l u g ar es na rtp a e l as s u je ita s, o q ue e ra es t ra n h o, po is eu pr ó prio q ue n un ca ne n h um ca r go l á de s e mpe n h ei, de i u ma v e z c on t a na rá di o e d ep o is ne s t e Li v ro de ter as sis t id o a u ma por pa rte de um sec r etá rio de es t ad o, f e ita na pe s s o a do ad min s t ra dor da al t ur a, o si l va, d q bo m ba s ub til na c asa de ban h o, e q ue h o je se i pe l o es pi rito, q u ao f az e inglês l oo h omem r e co me ç o u a pe r si gui ção, ma s a is s o es t o u em h abi tua d o e po rta n t o n ão aq eu çe ne m ar r efe ce, a n ão ser no ca s o ac tua l do ra pt o e tor u t a de m eu fi l h o, a este as s un t o vo l t a rei

Agora dizia o contrario, que não queria sofrer mais indignidades, como acontece quando alguém nos diz o que devemos dizer ou não dizer da justeza dos nossos corações e de nosso olhar ou de nosso pensar ou de nosso falar e dizer, ou mesmo de nosso ir a agir, pois liberdade é um dos nomes do Ser

Agora di z ia o c on t ra ´ rio, q ue n ão q eu r ia s o fr e r ma si indi g ni dad es, co mo acontece q ua n d o al gum e no s di z oo q ue d eve mo s di ze r o u n ão di ze r da j us te za dos n ossos cora ç õ es e de n osso o l h ar o u de n osso p en sar o u de n osso f al ar e di ze r, o u me s mo de n osso i r a a gi r, po is liber dad e é um do s no mes do Ser

Almerindo o acusou de ser um homem com falha de caracter, e eu olhando o passado me recordo de um perfume que surgiu no principio da minha carreira, salvo erro, pressentido numa sessão na universidade que ele frequentou, onde lhe via animosidade em seu olhar relativa à minha pessoa, e poderá ser ele ou não um daqueles que na parte do grupo que se estende e estendeu à rtp, me tentou e fez a vida negra e me estrangulou profissionalmente e é verdade que o josé tem orelhas grandes e passou por diversos sítios no estrangeiro onde as aprendeu melhor a usar, e a ouvir melhor, e pelo pouco que começo de seus livros, não deixo de ver nalguns, uma eco de ideias e palavras minhas e não só minhas no sentido que todas elas são da humanidade, e até aqui neste livro algumas delas outrora em texto comentei e quando me dei conta que ela as publicara em forma de livro, pareceu-me um eco do que vinha a minha escrita desvelando

Al mer indo o ac u s o u de ser um h ome com f al h a de cara c ter, e e u o l h and oo passado me record o de um pe r f u me q ue s ur gi u no pr in cip io da min h a ca r rei ra, s al vo e r ro, pr e s en t id o n uma se s são na uni v e r sida d e q ue e l e fr e q u en t o u, onda l he v ia anim o sida d e em s eu o l h ar r e l at iva à mi mn h a pessoa, e p ode rá ser e l e o u n ão um da q eu l es q ue na pa rte do g r up o q ue se es te n de e es ten d eu à rtp , me ten t o u e f e z a v id a ne g ra e me es t ra n g u lou pr o fi s sio na l mente e é v e r dad e q ue o jo sé te m o r e l h as g rand es e pa ss o u por di v e r s os siti os no es t ra n geiro onda as ap ren d eu me l h or a usa r, e a o u vi r me l hor, e pe l o p o uco q ue co me ch o de se us li v ro s, n ão de ix o de v e r na l gun s, u ma e co de id e ia s e pa l av ra s min h as e n ão s ó min h as no s en t id o q ue t o d as e l as são da h uma ni dad e, e at é aq u i ne s te li v ro al gum as de l as o ut ro ra em t ex to co men tei e q ua n d o me de i c on t a q ue e l a as pub li ca ra em f o r ma de li v ro, par e ceu inglesa me um e co do q ue vi n h a a min h a es c rita d es vela n d o

E é verdade ainda, que a resposta que deu ao jornalista, agora, quando este lhe perguntou em forma directa e frontal quanto ganhava, a não resposta e a forma como o fez dá razão em parte ao que almerindo diz de seu caracter, pois um homem de caracter, se assume em tudo o que faz e sabe bem que a ocultação, quando directamente inquirida é já meia mentira

E é v ex dad e a inda, q ue a r es po s t a q ue d eu ao jo r na l ista, agora, q ua n do este l he pe r gun t o u em f o r ma di r e cta e fr on t al q ua n to gan h av a, a n ão r es p os t a e a f o r ma co mo o fez d á ra z ão em pa rte a o q ue al mer indo di z de s eu cara c ter, po is um h omem de cara c ter , se as s u me em t u do o q ue f az e sab e b em q ue a o c u l t aç ão, q ua n d o di re c ta mente in q u i rid a é j á me ia m en t ira

Aparece o josé nestes últimos tempos numa posição de braços que me é familiar e que muitos o sabem ser, e que serve de uma forma de identificar gentes que são próximas entre si, e ontem uma foto dele no jornal sobre um seu novo livro, era deveras muito estranha em sue pormenor e é um pormenor que entronca nesta história dos selos de Salomão e da sua quebra, quebra essa que muito na terra quebrou e a faz tremer, quando assim acontece

Por cima de ele está a pergunta, o mundo vai acabar?

A par e ce o jo sé ne s t es u l tim os te mp os n uma p o siç ão de br aç os q ue me é f ami l ia ra e q ue mu it os o sabe m ser, e q ue s e r v e de u ma f o r ma de i den ti f i car g en t es q ue são pr ó x i ma s en t r e si, e on te m u ma f oto de l e no jo r n al s o br e um se u n ovo li v ro, e ra d eve ra s mu it o es t ra n h a em sue por m en o r e é um p o r menor q ue en t ron ca ne s ta h is t ó ria do s se l os de sal o mão e da s ua q eu bra, q eu bra es sa q ue mu it o na terra q eu br o u e a f az t r e mer, q ua n do as s im ax co n te ce Por sima de e l e es t á a pe r gun t a, o m un d v a i ac a bar f o ice

Apetecia-me responder-lhe agora, mas não o vou fazer, alias a todos digo, que como agora, o que está na moda para resolver os problemas, sobretudo agora, no que parece ser uma tónica emergente e dominante no tempo e clima actual, quando nos confrontam com factos na sua forma consumados e mais resposta de dialogo ou de abertura não dão, as sanções, recorre-se a sanções, e eu por mim, tambem a elas vou recorrer, depois explicarei as razões, as causas já todos as conhecerão em extensão, e o seu conteúdo, será em função dos crimes

A p e t e cia inglesa me r es p onde r inglês l he agora, ma s n ão o vo u f az e r, a l ia s a t o d os di g o, q ue c o mo agora, o q ue es t á na moda para r e sol v e r os pr o b l ema s, s ob r e t u d o agora, no q ue par e ce ser u ma tó nica e mer g en te e do mina n te no te mp o e c lima ac tua l, q ua n d o no s c on fr on at m com f ac t os na s ua f o r ma c on s uma d os e ma is r es p os t a de dia l o g oo u de ab e r t ur a n ão dão, aa s s an ç õ es, r e co r r e inglesa se a s an ç õ es, e eu por mim, tam b em a e l as v o u r e co rr e r, d ep o is ex p li ca rei as ra z õ es, as c au sas j á t o d o as a s co ne h ce rão em ex ten são, e o s eu c on te u d o, se rá em f un ção do s c r i mes
E depois o curioso pormenor,

Por baixo da foto que se encontra por debaixo dele, e que parece o fundo do oceano, com umas sombras que podem ser gelo ou peixes, ou peixes no polo, do lado direito uma mão fechada como dando um murro nas aguas e consequentemente nos peixes, pois é a casa dos segundos
E d e p o is o c ur i o s o po r menor Pro ba ix o da f oto q ue se en c on t ra por de ba ix o de l e, e q ue par e ce o f un d o d o o ce ano, com u ma s s o m br as q ue p ode m ser ge l o ou pei xe s, o u pei xes no po l o, do l ad o di rei t o uma mão f e ch ad a co mo dan d o um m ur ro na s a g u a s e c on seque n te mente no s pei x es, po is é a c asa do s se g un d os

Ora aqui estamos no busílis da questão, no sentido em que um murro no frio da agua provoca o calor na terra, este é um dos princípios do conhecimento da tradição mais antigos do funcionamento do vaso e da operação no seu inverso, pois existe tambem como sabemos outras operações, por exemplo o quente no quente, ou o amor no amor em amor e por amor, mesmo quando frio, nas vezes.

O ra aqui es t amo s no b us i lis da q eu x t º ã, mo s en t id o em q ue um m ur ro no fr io da a g ua pr ovo ca o ca l or na terra, est e é um dos pr in cip i os do c on he cimento da t ra di ção ma is ant i g os do f un cio na m en to do v a s o e da opera ção no s eu in v e r s o, po is ex iste tam b em co mo sabe mo s o u t ra s opera ç õ es, por ex e mp l oo q eu n te no q eu n te, o u o amo r no am o r e m amo r e por amo r, me s mo q ua n do fr io, na s v e ze s.

Ou seja, nesta foto, dá-se conta relativo ao fim do mundo, que acontecer, poderá ser operado por meio daquilo a que se chama uma catástrofe da natureza, dizem os que dela a vem como coisa distinta e distante e fragmentada, e que um murro debaixo da aguas frios e geladas poderá a isso dar origem, ou hipótese consequente de leitura, já deu.

O u seja, ne sta f oto, d á inglesa se c on t a r e l at ivo ao f im do m un d o, q ue a c on te ce r, po de rá ser opera d o por mei o da q ui lo a q ue se ch ama u ma cat as t ro fe da nat ur e za, di ze m os q ue de l aa v em co mo co isa di s tinta e di s t ante e fr a g men t ad a, e que um m ur ro de ai xo da a g ua s fr i os e ge l ada s po de rá a is s o d ar ori ge m, ou h ip o t e se c on seque n te de lei t ur a, j á d eu.

Dirá então o josé, que um murro debaixo da aguas frias e geladas, que correspondeu de certa forma e em sua certa maneira, a quebra do selo duplo que é triplo, conhecido por selo de Salomão, no natal deu origem ao casamento da terra e do ceu, a descida de um daimon, e ao consequente tsunami.

Di rá en tão o jo sé, q ue um m ur ro de a ix o da g ua s fr ia s e ge l ad as, q ue co rr es pon d eu de c e rta f o r ma e em s ua c e rta mane ira, a q eu bra do se l o d up l o q ue ´ + e t rip l o, c on he cid o por se l o de sal o mão, no nat al d eu ori g e m ao c asa men to da terra e do c eu, a d es cida de um da i mo n, e ao c on seque n te ts una mi

Não anda longe da verdade, se bem que esta operação foi feita no lugar, como sempre é, pois a vida acontece no lugar e é lugar, e recorreu como sempre ao que no momento existe no lugar, ou seja a outros conhecimentos e outros meios, para além do próprio gesto do murro, que é simbólico no sentido de só ter sido uma mão e um só murro, pois uma vez quebrado, uma sequência de eventos acontece, ate de novo ser fechado e mesmo seu fecho, não é feito em uma só operação.

N ão anda l on ge da v e r da d e, se b em q ue es t a opera ção f o i f e ita no l u g ar, co mo se mp re é, po is a v id a acontece no l u g ar e é lu g ar, e re co rr eu co mo se mp re ao q ue no mo m en t o ex iste no lu g ar, o u seja a o u t ro s c on he cim en t os e o u t ro s mei os, para al é m do pr ó prio ge s to do m ur ro, q ue é s im boli co no s en t id o de s ó ter sid o uma mão e um s ó m ur ro, po is uma v e q eu br a d o , u ma seque n cia de eve n t os ac on te ce, at + e de n ovo ser f e ch ad o e me s mo s eu f e ch o, n ão é f e it o em u ma s ó opera ção.

E no entretanto que foi agora tomar café o espirito me desvelou as seguintes linhas, um papel voou a meus pés, restaurante tandori, Paquistão, e india, a bp e o gás fucoli da A cento e vinte e quatro, em mil novecentos e noventa e nove, e me recordei da escultura em ferro na estação de aveiras onde está o bosque mágico e dos acontecimentos que lá vivi, e da conta enorme em almas que num papel no chão me foi dado a ver, e da relação com a desgraça em espanha

E no en t r eta n to q ue f o i agora tomar ca fé o es pei rito me d es ve lou as se gui n t es li n h as, um pap e l v u o u a me us p és, r t es tau ra n te tan d ori, pa q u is t ão, e india, a bp e o g ás f u co li da c en to e vi n te e q ua t ro, em mi l no v e c en t os e no v en t a e no v e e me record e i da es c ul t ur a em ferro na es t a ç ão de av e ira s onda es t á o bo s q ue mágico e do s ac on te c im en t os que l á vivi, e da c on t a eno r me em al m as q ue n um pap el no ch ão me f o i dad o a v e r, e da relação com a d es graça em es pan h a

Muitas cruzes no principio da década de noventa, do gulf dem em dois mil e um, das cruzes na proregião n palm beach nove

Em noventa e três daqui, duplo circulo insert do circulo do terceiro do set dos quatro anéis de prata da dupla tríade do duplo circulo do pn do esbracejar das pombas da rb francesas em setenta e cinco do circulo do seis e o sexto do sétimo da dupla estrela da cruz montada em ibiza
Isto tudo ao caminhar trezentos metros, mais metro menos metro, donde as falhas do caracter serão mais de que algumas pequenas rachas, se bem que em aberto se encontra qual dos dois, ao que devo acrescentar um terceiro que estava tambem numa foto da véspera da polemica sentado na mesa da administração ao lado esquerdo do almerindo, mexendo uns papeis, como se o mexer nos papeis tivesse sido o descobrir, ou o destapar das maldades do rapazinho

mu it as c r u ze s no pr in cip io da década de 9 o i y tem te do g u l f d em dois mil e um, o segundo do duplo circulo do primeiro das c r u ze s na pro re g i ã on , pal m be a ch nono e em no v en t a e t r ês daqui , d up l o cir c u l o in se r t do cir c u l o do t r e ce i ro do set dos q ua t ro ane is do Prata da d up l a t riade do d up l o cir c u l o do pn
do es bara ce j ar das p o mb as da rb fr na ce sas em set en t a e c in co do cir c u l o do seis e o s ex to do sé t im o da d up l a es t r e l a da c r uz mo n t ad a em i bi za
Is t o t u d o ao cam in h ar t r e zen t os met ro s, ma is met ro em no s met ro, d onda as f al h as do cara c ter se rão ma is de q ue al gum as pe q eu nas ra ch as, se b em q ue em a e r to se en c on t ra q ua l do s do is, ao q ue d evo ac e r s c en t ar um t r e ce i ro q s sis s ue es t av a tam b em no u ma f oto da v es pera da pole mica s en t ad o na mesa da ad min si t ração ao l ad o es q eu r d o d o al mir indo, me x en d o un s pap e is, co mo se o me x e r no s pap e is t ive s se sid oo d es c o br i r, o u o d es t ap ar da s m al dad es do ra pa zi n ho

Os jesuítas estiveram em tudo o mundo como diversa ordens religiosas e se recordarão todos de
alguns problemas que com elas existiu com roma central há uns séculos atrás nomeadamente na América latina e com a posse e pratica de dos conhecimentos que se chamam de Arcano Maior ou Arcanan Arcano, arcanum arcanorum, que por sua vez se relacionam com a compreensão do selo de Salomão, que entre outras coisa permite o comando dos elementos, se outras premissas e axiomas se encontrarem presentes no homem que o faz, e da mesma forma se não for perfeito, o resultado tenderá tambem a não o ser

E este princípios estão condensados em onze axiomas sendo o primeiro o que declara

Nothing resists the will of man, when he knows the truth, and wills the good.

E bem verdade o é!

Juntando a compreensão de três estrelas e obtendo a quarta se compreende o mistério arcanum arcanorum, sobre o qual uma das ilustração da chave mais conhecida é a atribuída a William Postel

O s je s u it as es t ive ram em t u d o o m un d o co mo di v e r sa o r den s r e li gi s o sas e se record arão t o d os de al gun s pr ob l ema s q ue com e l as ex is ti u com roma c en t r al h á un s sec u l os at rá s m o ne ad ente na mar ica l a tina e com a po s se e pr t aica de d os c on h ge cie mn t os q ue se ch ama m de Ar cano Maio r o u Ar can an Ar can o, arca n um arca no r um, q ue por s ua v e z se r e la cio n am com a co mp ren são e do se l o de sal o mão, q ue en t re o u t ra s co isa pe r mit e o co man d o do s e le men t os, se o u t ra s pe r missas e ax i o ma s se en c on t ra r em pr e s en t es no h omem q ue o f az, e da me s ma f o r ma se n ão f o r pe r f e it o, o r e s ul t ad o ten de rá t am b em a n ão o ser

E este pr e in cip i os es t ão c on den sado s em on ze ax i o ma s s en d oo pr i me i ro o q ue dec
lara No t h in g r e sis ts t he w i ll o f man, w h en he k n o ws t he t r ut h, and w i ll s t he g oo d.

E b em v e rda d e o é ex c l a mação

J un tan d o a co mp ren são de t r ês es t r e l as e ob ten d o a q ua rta se co mp ren de o m is té rio a rca n um arca no r um, s o br e o q ua l u ma das i lu s t ração da ch ave ma si c on he cida é a at rib u id aa W i ll iam P os te l

Assim sendo até este momento deste texto, quatro são já os candidatos a terem provado o fruto da arvore e não vos esqueçais do que em outro dia estive quase a gritar-vos, pois andavam por ai uns dragoezinhos a muito tentar assustar, o perfeito é o perfeito, o perfeito e o perfeito são um e não dois!

As s im s en d o at é este o r emo m en to d este t ex t o, q ua t ro são j á os can d id at os a te r em pr ova d oo fr ut o da ar vo r ee n ão vo s es q eu ç a is do q ue em o u t ro d ia est ive q u a se a g rita r inglês vo s, po is anda v em por a i un s dr a goe zi n h os a mu it o ten t ra as s us t ar, o pe r f e it o é o pe r fe it o, o pe r f e it o e o pe r f e i to são um e n ão do is e x c l a mação

E pode não ser nenhum dos quatro, se bem que todos tragam seus pecados e seus erros, sem a menor dúvida que a carga é distinta quanto dois seres o são, e almerindo é um homem ligado a gutierres, de quem eu em dia recente referi a queda do telhado da promessa que ele fez e não cumpriu e que teve um prova num sinal do ceu que apareceu em anoitecer recente, e que será abordado em maior detalhe noutro texto, se não me tiver em definitivo faltado a paciência, que é das maiores virtudes cardinais e cardinal, e não resolver os pendentes em outra forma, talvez seguindo o conselho do padre, em meu secreto, o que declarou o reino do senhor na terra, mas que não me respondeu em concreto à questão que lhe pus sobre a presença da sua sombra no rapto de meu filho, na combina da corrupção e da corruptela feita no tribunal de menores a minha pessoa

E p ode n ão ser ne n h um do s q ua t ro, se b em q ue t o d os t ra g am se us p ec a d os e se us e r ro s, se m a m en o r d ú v id a q ue a ca r g a é di s tinta q ua n t o do is seres o são, e al mer indo é um h omem li gado a g ut e rr i e r es, de q u e m eu em d ia r e c en te r efe r i a q eu d a do te l h ad o da por me s sa q ue l ee fez e n ão c up r i u e q ue teve um pr ova n um sin al do c eu q ue ap ar e c eu em ano i t e ce r re c en te, e q ue se rá a b ora d o em maio r d eta l he no u t ro t ex t o, se n ão me t ive r em de f i ni t ivo f al t o d o a pa ciência, q ue é da s maio r es v i r t u d es car dina is e car dina l, e n ão r e sol v e r os p en d e n t es em o u t ra f o r ma, t al v e z se gu i n d oo c on se l h o do pa dr e, em me u se c r e to, o q ue dec la ro u o rei no do s en h or na terra, ma s q ue n ão me r es pon d eu em c on c r teo à q eu s tão q ue l he p us s o br e a pr e s en ç a da s ua s o m br a no ra pt o de me u fil h o, na c om bina da co r r up ção e da dc oo r up te l a f e it a no t rib una l de m e n o r es o a min h a pessoa

A rtp digo que me roubaram diversas vezes e ainda agora o fizeram, muitas coisas, carreira, negócios, ideias e direitos de autor, agora refere-se a retransmissão , as ultimas da serie ícaro, mais uma vez se esqueceram como sempre, não houve até agora mesmo uma única vez que o tenham lembrado antes de fazer asneira, o que é forma suave de o por, pois é de roubo que se trata, e assim sendo, serve tambem a presente de queixa a policia, e como o polvo imenso dos malandros tambem se estende ai, relativo à minha pessoa, das duas umas ou vos prendo a todos, pivots e administração e gabinete jurídico e produtores ladrões de uma vez por todos, ou como me sonegam a justiça acordada nos planos dos homens a ferie em deus, escolham, como sempre escolhem os homens, a medida exacta da vossa ignorância e estupidez e que a luz a todos vos guie e que vos emendais a tempo, e não sejais tolos a deitara poeira para os olhos da gentes sobre matérias onde muitos estão ainda com a cabeça no cepo, como muitos outros se dão conta, véus e veuzinhos, e operações de fumos coloridos, as rasgareis a todas, as necessárias.

A r tp di g o q ue me ro ub a ram di v e r sa v e ze s e a inda agora o f i ze ram, mu it as co i sas, ca r rei ra, ne g o cio s, id e ia s e di rei t os de au tor, agora r efe re inglesa se a r e t ra n s missão , as u l tim as da se r i e i ca ro, ma si u ma v e z se es q eu ce ram co mo se mp re, n ão h o u v e at é agora me s mo u ma única v e z q ue o ten ham l em br ad o ant es de f az e r as ne ira, o q ue é f o r ma s u ave de o por, po is é de ro ub o q ue se t rata, e as s im s en d o, se r v ce tam b em a pr e s en te de q u ix aa po li ca, e co mo o po l vo i m en s o dos ma l na dr os tam b em se es ten de a i, r e l at ivo à min h a pe s s o a, da s du as u ma s o u vo s pr en d o a t o d o s, pi vo ts e ad min s t ração e gabi net e j ur i d oco e pr o d ut o r es l ad r õ es de u ma v e z por t o d o s, o u co mo me s one g am a j us ti ç a ac o r c dad a no s p l ano s do s h om en s a fe r i e em de us, es co l ham, co mo se mp re es co l h e m os h om en s, a me m d id a ex ac t a da vo s sa i g no r  n cia e es t up i d es e q ue a l uz a t o do s vo s gui ee q ue vo s e m en d a is a te mp o, e n ão se j a is t o l os a de ita ra p oe i ra para os o l h os da g en t es s o br e mat é r ia s onda mu i t os es t ão a inda com a cab eça no c ep o, co mo mu it os o u t ro s se dão c on t a, v eu s e v eu zi n h os, e opera ç õ es de f umo s co l ori d os, as ra s g a reis a t o d as, as ne ce s sá r ia s.

De todas as formas em termo de falhas de caracter, para não falar das outras, da terra e dos terremotos, dos tsunami, e dos ventos loucos a medida exacta da loucura de quem assim os provoca, pelas maldades várias, eles estão em muitos e tambem na administração que é responsável em ultima e primeira instancia, nomeadamente pelo cumprimento dos contratos, e da existência de um normal funcionamento da empresa, em que os ladroes não roubem, com a agravante de os dinheiros serem públicos, e é uma fortuna que cada um paga para a casa funcionar.

De t o d as as f o r ma s em te r ms o de f al h as de cara c ter, para n ão f al ar d as o ut ra s, da terra e do s te r r em ot os, do s ts una m is, e do s v en t os lou c os a med id a ex ac t a da lou c u ra de q eu m as s im os pr ovo ca, pe l as m al dad es v árias, e l es es t ão em mu it os e tam b em na ad min si t ração q ue é r es mp on s ave l em u l tim a e pr i me ira ins tan cia, no me a da mente pe l o c u mp r i men t o do s c on t rato s, e da ex is ten cia de um no r m a l f un cio na men to da em presa, em q ue os l ad ro onda es n ão ro ub em, com a a g rav ante de os din he i ro s se quarta r mn pi u b li co s, e é u ma f o r ut na q ue c ad a um p a g a par aa c asa f un cio nat.

Portanto façam o torto direito e de vez, consultem, o contrato estabelecido com a latina europa a propósito do ícaro, vejam as clausulas dos direitos de autoria, façam apanhado das reexibições, que serão para aí uma dez, das quais nunca recebi como co autor nem um tostão, para além de nunca me ter sido comunicada e pedido autorização, o que igualmente está consignado na lei, tendo só recebido alguns tostões distribuídos via spa nas manhosas avenças que são distribuídas na forma iníqua e ladra recentemente relatada, à laia de camuflagem, e que faz da spa cúmplice da ladroagem e dos ladrões, e me enviem muito rápido um cheque, que neste momento me serviria entre outras coisa para ir ao dentista tratar esta carie que me acompanha há quase uma semana, e que me deve estar a doer, pela consciência da enorme malandragem que me vai com constância e sem agradecimento nenhum, e em forma de roubo, à fonte

P orta n to f aç am o t orto di rei t o e de v e z, c on s u l te m, o c on t rato es t a e l e cid o com a al t ina eu ro pa a pr o p os it o do i ca ro, v e j am as c l as u l as dos di rei t os au to r ia, f aç am a pan h ad o da s r ee xi bi ç õ es, q ue se rão para a í u mas de z, d as q ua is n un ca r e cebi co mo co au tor ne m um t os t a õ, para al é de n un ca me ter sid o co m uni c ad a e pe d id o au to r iza ção, o q ue i g ua l e mn te es t á c on se i g n ad o na lei, ten d o s ó r e ce b id o al gun s t os t õ es di s t rib u id os v ia spa na s m na h o sas av en ç as q ue são di s t rib u id as na f o r ma in i q u ia e l ad ra r e c en te m en te r e l at ad a, à l aia de cam u f l a ge m, e q ue f az da spa c u mp l i ce da l ad ro a ge m e do s l ad r õ es, e me en vi em mu it o rá pi d o um che q ue, q ue ne s te mo m en to me se r ve r ia en t re o u t ra s co i sa para i r a o den t ista t ar t ar est a c ari q ue me ac mp anha h á q u ase u ma se mana, e q ue me d eve est ar a d oe r, pe l a c on s i ên cia da eno r me m al na dr a ge m q ue me v a i com co sn tan cia e se m a g r e ce di men to ne n h um, e em f o r ma de ro ub o, à fon te

E de igual modo se dá conta de acordo com as leis e no seu preceito especifico da denuncia em forma aberta e publica, às autoridades deste pais para procedimento criminal, sendo isto concerteza mais um proforma, para memória eterna no tribunal do espirito onde serão todas julgados, já o estão a ser, visto que a polícia as arquiva e os tribunais não lhe dão provimento, o dos homens, entendam-se, a demonstrar em forma clara, como a corrupção deste enorme polvo se estende.

E de i g a u l mo d o se d á c on t a de ac o r d o com as le is e no s eu pr e ce it o es pe c i f i co da den un cia em f o r ma ae rta e publica, às au to r i e dad es d este pa is para pr o ce di men to c r i min al, s en d o is t o c on c e r te za ma is um pr o f o r ma, para me mór ia e te rna no t rib una l do es pi rito onda se rão t o d as j u l gado s, j á o es t ão as e r, vi s t o q ue a poli ca as ar q u iva e os t rib una is n ão l he dão pr o vi e mn to, o do s h om en s, en ten d am inglesa se, a demon s t ra r em f o r ma c lara, co mo a co rr r up ção d este eno r me p ol vo se es ten d e.

E se a treta continuar, visto os princípios ordenarem a justeza das contas até ao cêntimo como diz e me recorda e muito bem meu amado, e sendo que o cêntimos são e tem diversas natureza, pois cêntimo é operação de fracção do uno, a imagem e semelhante de Deus e da Vida, e irei aí penhorar um carro da administração, com um papel por vós assinado para o poder converter em dinheiro, e como provável tal não venha a acontecer, talvez penhorar umas quantas almas de uma vez, sem apelo nem recurso para nenhuma outra instância que não Deus!

E se a t r eta conti n u ar, vi s to os pr in cip i os o rena r em a j us te za da s c on t as at é ao cne tim o co mo di z e me record a e mu it o b em m eu am ad o, e s en d o q ue o c en tim os são e te m di v e r sas nat ur e za, po is c en tim o é opera ção de fr a c ção do uno, a i mag e m e se m l a h n te de De us e da V id a, e i rei a í pen h o ra r um ca r ro da ad mini s t ração, com um pa pe l a por vó s as sin ad o para o p ode r c on v e r ter em din he i ro, e co mo pr ova v el t al n ão v en h aa ac on te ce r, t al v e z p en h o ra r u ma s q ua n ta s al ma s de uma v e z, se m ap e l o ne m r e c r s o para ne n h uma o u t ra ins t ân cia q ue n ão De us e x c l a mação

E como a fracção a Justiça de Deus será como sempre Justa, ao cêntimo, ou seja serão penhoradas almas em proporção de todas as casas que estão envolvidas neste roubo em, forma directa ou indirecta, ou seja expressando melhor para que não haja duvidas, alguns da televisão publica, outras da spa, outras ainda dos policias, e dos tribunais, outras ainda dos deputados e dos que trouxeram funções governativas durante o tempo em que o roubo sistemático e continuado e transistemico se deu

E c o mo a fr e c ç ão a J us ti ça de D e us se rá c omo se mp re J us t a, ao c en tim o, o u seja se rão p en h o r ad as al ma s em pr o porção de t o d as a s c a sas q ue es t ão en vo l v id as ne ts e ro ub o em, f o r ma di r e cta o u indi r e cta, o u seja ex press and o me l h o r para q ue n ão h a j a d u v id as, al gum da s da tele visão pu b l i ca, o ut r a s da s pa, o u t ra s a inda do s poli cia s, e do s t rib ua ni s, o u t ra s a inda s do s d ep ut ad os e do s q ue t ro ux e ram f un ç õ es g o v e rna t iva s d ur ante o te mp o em q ue o ro ub o sis t ema tic o e conti n u ad o e t ra n sis te mico se d eu

Ontem à tarde quando parei esta escrita no jardim ao assistir ao por do dia e do sol, uma estranha pintura era o ceu, carregado de nuvens cinzentas como montanha irregular, em tons de vermelho forte, que anunciavam o dia de calor que hoje se levantaria como se levantou, e quando olhava o céu, e por cima de todo isto para a direita do sol que se punha, uma nuvem anzol muito grande era visível, rodei a cabeça e olhei, da amurada do jardim, o outro lado do rio, e vi uma serpente muito bem definida, que depois e transformou em perfeito, z, a marca do zorro na serpente, assim, o entendi, do sitio onde me encontrava, ela apareceu perto no horizonte, à esquerda do Cristo, e o azimute apanhava o edifício da administração do porto de lisboa, e uma enorme grua, que do ponto onde me encontrava, desenhava na sua parte superior dois triângulos em posição de fogo, um no outro encaixada, como uma dragona.

On te m à t r de q ua n do pa rei es t a es c rita no jardim ao as si tir ao por do d ia e d o sol, u ma e ts ra n h a pin t ur a e ra o c eu, ca r r e g a dao de n u v en s c in zen t as co mo mo n t anha i rr e g u al r, em t on s de v e r me l h o f o rte, q ue ana un cia vam o d ia de ca l o r q ue h oje se l eva n t aria co mo se l eva n t o u, e q ua n do o l h av a o c é u, e por c ima de t o d o is t o para a di rei t a do sol q ue se p on a u ma s en h o ra na zo mu it o g rande e ra vi s s ive l, ro de ia a cab e ça e o l hei, da amy r a d a do jardim , o o u t ro ll ad o do rio, e vi u ma se r ep ente mu it o b em de f i ni d a, q ue d ep o is e t ra n s f o r mo u em pe r f e it o, z, a ma rca do zo r r o na se rp ente, as s im , o en ten di, do siti o onda me en c on t r av a, e l a a par e ceu pe r to no h ori zo n te, à es q u e rda do C r ist o, e o az i m ut e a pan h av a o edi f i cio da ad min s t ração do porto de lis boa, e u ma eno r me g rua, q ue do p on t o onde me en c on t r av a, de s en h av a na s ua pa rte s u pei ro do is t r ian g u l os em p o si ç ão de f o g o, um no o u t ro en ca ix ad a, co mo u ma dr a gana.

Hoje de manhã antes de sair de casa, me chegou no espirito o dizer, o guru diz, que o joe do quarteto, que deve ser o bandeira freira, tambem da rtp, muitas ovas do guru do quarteto, a ver vamos lá as ovas, então

H oje de man h ã ant es de sa i r de ca za, me che g o u no es pi r tio o di ze r, o g ur u di z, q ue o j oe do q u ar te t o, q ue d eve ser o ban de ira fr e i ra, tam b em da r tp, mu it as o v as do g ur u do q ua r te t o, a v e r v amo s l á as o v as, en tão

Depois sai nesta brilhante manhã em que se comemora o aparecimento da Senhora aos pastorinhos, e foi ao jardim para tentar ler o nome da grua visto ontem não o ter conseguido fazer, na distancia em que se encontra para meus olhos e olhar

D ep o is sa i ne s t a br i l h ante man h ã de m q ue se co me mora o par e cie mn t o dd a S en h o ra ao s pa s tor in h os, e f o i ao jardim para ten t ar l e r o no me da g rua v ist o on te m n ão o ter c on se gui d o f az e r, na di s t a ni a em q ue se 3 en c on t ra para me us o l h os e o l h ar

Ao pé li, di do menstruo do angulo do baptismo do joão, que não será necessariamente o joão, no largo das necessidades, e me recordei da manha de s vicente das pombas amadas, tantas que vieram pousar em meu redor e me saudar, ah amada, ainda hoje se põem os pelos em pé quando recordo tal visão, tal vivência, O viver, do espirito santo do amor

Ao pé li, di do m en s t u o do an g u l o do ba pt is mo do jo ã o, q ue n ão se rá ne ce s s ari am en te o jo a ã o, no l argo das ne ce s sida d es, e me record e i da man h a de s vi c en te da s p o mb as am ada s, t anta s q ue vi e ram p o usa r em me u ro d o r e me s au d ar, ah a am ad a, a inda h oje se p oe m os pe l os em pé q ua n d o record o t al visão, t al vi v en cia, O vi v e r, do es pei tio s ant o do aa mor

Depois uma pomba me disse, mostrando a arcada onde estava poisada, a primeira e saltou para o chão, como quem dizia, era da primeira arcada o que saltou para o chão, e me vieram os outros pormenores da mesma imagem relacionada com o mayanamar, com o Buda com a apl, com as seis arcadas que a luz desenha na fachada, com o coco do cão a indicar a fachada, com a fiada das janelas redondas no topo, que se ligam ao sapato do galo francês outrora uma noite encontrado nos olivais, rasgado como um avião, como o concorde e a isto tudo voltarei mais em pormenor em outro texto ou neste mesmo

D ep o is uma p o mba me di s se, mo s t ra n d o a ar ac s ad a onda est av p o isa d a, a pr i me i ra e sal t o u para o ch ão, co mo q eu m di z ia, e ra da pr i me ira arca d a o q ue sal t o u para o ch ão, e me vi rea m os o u t ro s p o r m eno r es da me s ma i mage m r e l a c i o n d a com o mata nm ar, com o b h u d a com a ap l, com as seis ar c ad as q ue a l uz de s en h a na f ac h ad a, com o coco do c ão a indi car a f ac h ad a, com a fia d a da s j ene l as red o n d as no t o p o, q ue se li g am ao as pat y o do g a l o fr na ce s o u t ro ra uma no it e en c on t ra d o no s o l i v a is, ra s gado co mo um avi ão, co mo o concorde e a is t o t u d o vo l at e rei ma is em p o r m eno r em o u t ro te x t o o u ne s t e me s mo

O lis conde, foi assim a primeira leitura do nome do guindaste, circulo do lys do conde do gui italiano, da quinta do lago no algarve, liz conde é o nome do guindaste onde pareceu a cabra que depois se fez z ontem à tarde, depois no caminho o espirito foi acrescentando, a serpente oitava, a serpente do infinito, o ss da amélia di menezes

O lis conde, f o i as s im a pr i me i ra lei t ur a do no me do gui n d as te, cir c u l o do l y s do conde do gui ita li ano, da q u in t a do l a g o no al g a r v e, liz conde é o no me do gui n d as te onda par e ceu a c ab ra q ue d ep o is se fez z on te m a à t ard e, d ep o si no caminho o es pi rito f o i ac r es c en tan d o, a ser pente o it av a, a se r ep ente do in f i ni t o, o ss da am é l ia di m ene ze s

Olho a grua mais ao perto do viaduto da infante santo, e reparo que os dois triângulos que fazem a dragona do cabo, são na realidade duas pirâmides, ou seja duas tríades, drag ana, ou dragão da na, ou ana drago, o que laça a primeira perna da ana, que encana a rã, mo triângulo do delta, delta de aveiro, delta do nilo, delta de Mississipi, savanhah antes na tv, a tríade da loira arruivada

O l h o a g rua ma is ao pe r to do v ia d u to da in fan te santo, e r epa ro q ue os do si t r ina g u l s o q ue f a ze m a dr a g o na do c a b o, são na real i dad e du as pira m id es, o u se j a du as t riad es, dr a g ana, o u dr a g ã o da n a, o u ana dr a g o, o q ue l aç aa pr i me i ra pe rna da ana, q ue en can aa rã, mo t r ina g u l o do de l ta, de l t a de a ve i r o, de l t a do nilo, de 3l at a de miss is si pi, s ava n h a h ant es na tv, a t ria de da d l o ira ar rui v ad a

Hoje ao acordar, nos objectos dispostos ao lado da minha cama, a posição da lupa em correlação com a revista, que trouxera sexta das amoreiras , me chamou a atenção, e mais agora e correlacionar com a imagem do caminho, do guindaste e do cabo, sargento, o sargento luis de quem se falava a momentos na antena dois a propósito do caso esmeralda, ah Meu Deus , que se me revoltam as entranhas todas da alma ao ouvir as gentes falar deste caso, a cegueira imensa, a profunda iniquidade, a prova provada de que mem dos filhos cuidam, nem sabem cuidar, e nada se faz, pais podre, tão podre neste ver, que faz pensar se não é de responder positivamente à questão do josé.

H oje ao ac o rd a r, no s ob ject os di s p os t os ao l ad o da min h a cam a, a p o si ç ão da l up a em co r relação com a r e v ista, q ue t ro ux e ra se x t a das ma ro r i e ra s , me chamou a at e na ção, e ma is agora e co rr e l a cio n ar com a i mage m do caminho p, do gui n d as te e do cabo, s ar g en t o, o sar g en t o l u is de q eu m se f al av a a mo m en t os na antena do is a pr o p o r s it o do c a s o e w ss mer al d a, a h Me u De us , q ue se me r evo l tam as en t rana ss t o d as d a al ama ao o u vi r as g en t es f al e r d este c a s o, a ce g eu ira im en sa, a pt ro f un d a i ni q u i dad e, a pr ova pr o v ad a de q ue me m dos fil h os c ui dam, ne m sabe m c u i d ar, e n ad a se f az, pa is p o dr e, tão po dr e ne s te v e r, q ue f az p en sar se n ão é de r es p onda r p o siti v am ente á q u es tão do jo sé.

Tem a lupa grande um cabo preto, que partia do mosaico das fotos da revista das amoreiras, com a selecção de gentes que lhe tem dado a cara, belíssimas mulheres portuguesas, e alguns poucos homens, pois o cabo, partia da fernanda serrano, subia até ao circulo de prata da visão, que ultrapassava a revista e desenhava assim a lua, ou seja o cabo negro do circulo de prata da visão da lua.

T em a l up a g rande um cabo pr e to, q ue par tia do mo sa i co da s f oto s da r e v e ista da s ama o rei ra s, com a se l ec ção de g en t es q ue l he tem d ad o a cara, eli s sima s mul he r es por t u g eu za s, e al g us n p o u co s h om en s, po is o c ab o, par tia da f e rna n d a se rr ano, s u bia at é ao cir c u l o de pr at a da visão, q ue a lu t ra passa v aa r e v ista e de s en h av a as s im a l ua, ou se j a o ca bo ne g ro do cir c u l o de prata da vi são da l ua.

O do circulo de atlanta, ouvira eu ao descer a rua de casa, o do circulo do satélite de comunicações, dos jardins, e me subiu de imediato a consciência a queda do satélite americano com o pó das estrelas, o avivem que explodiu na reentrada, e o jardim, a ressoar a notícia dada ontem, de que o senhor pai teria perdoado ao filho e seus compincha uma dividas de mais de dez milhões de euros, uma enorme enormidade, pois o banco achara que eles não podia paga-la, que estranho, para um banco, quantas mais outras dividas terão sido perdoadas, a quem , nao sendo filhos em sangue!? E as pessoas perdem suas casas quando não podem pagar as suas suaves prestações que já começaram a pagar antes mesmo de nascer e até depois de se irem, injustiça, dualidade de critérios, brada ao céu, bradam o céu!

O do cir c u l o de at lan t a , o u v ira eu ao d es ce r a rua de c asa, o do cir u c l o do sat e li te de co m uni cações, do s j ar din s, e me s ub i u de imediato a c on s cie n cia a q eu d a do sate l i te am r e c i a n a com o pó das a es t r e l as, o v a i v e m q ue ex p l o di u na r en t ra d a, e o j a r dim, a r e ss o ar a no tic a d ad a on te m, de q ue o s en hor pai te r ia pe r do ad o ao fil h o e se us c om pi n c h as u ma di v id as de ma is de de z mi l h o es de eu ro s, u ma eno r ma eno r m i d a d e, po is o ban co ac h a ra q ue e l es n ão p o dima p a g a inglesa l a, q ue es t ra n h o, para um ban co, q ua n t as ma is o ut ra s di v id as te rão sid o pe r do ar d as, a q eu m , n onda s o s en d o fil h os em sangue e x c l a mação e f o i ce E as pe ss o as pe r de m s ua s x c a sas q u ian d o n ão p ode m p a g ar as s ua s s u ave es pr es t a ç õ es q ue j á co me ç a r am a p a g ar ant es me s mo de na s ce r e at é d ep o is de se i r em, in js u t i ç a, d ua l i dad e de c r it é rio s, br ad a ao c é u, bra dam o cé u e x c l a mação

Na banca de jornais ao lado do viaduto onde no final do dia em que recebi a noticia do falecimento da minha tia avó margarida, e onde li imensas coisa no espirito quente do seu passar, os olhos como de costume se prendem na beleza, a beleza da soraya, com um vestido colorido, e uma pequeníssima folha verde que nele estava poisado, na capa ao lado, isabel, a figueira, com o dizer, isabel está separada, sms trama menezes, sms dos amores extra conjugais, assim me pereceu ser o miolo da noticia, olho a pastelaria rever, e leio manaus duas colunas do templo, pastelaria, que é o local onde se comem os bolos, os doces, doces existem muitos de muitas forma e feitios, depois de escrever soraya , se fez esta leitura, este relacionar, e continuou assim, pro can pul mo mortal, , empurrão do mor tal do can, o mor mais elevado, o que se foi, , uma criança canta os parabéns, portanto se terá ido no seu aniversário, ou será agora aniversario da sua morte, ou deste acontecido, uma tshirt branca com um desenho em outline de um musico, que parece ser um guitarrista ao lado de duas colunas de palco uma em cima de outra, no rectângulo da mão do ge la dia circulo em que caiu o judeu, assim agora no transcrever caiu o livrinho que trouxe da apresentação da raquel, caiu ao lado da factura que trouxe da viagem de retorno do enterro da minha tia avo margarida, a ju li do eta, reza a factura recibo assim a rea serpente e rato do viço n/ s da A1, sarmento e martins, onde hoje de manhã tinha espetado um pin com cabeça vermelha, sobre o martins, e fernandes sa, às, circulo soc cinquenta mil euros, estrela do circulo do ponto do três circulo ur europeu crc n em noventa e oito mea lha da la primeiro, cont, quinhentos e um do set d 0 n sessenta e nove do duplo seis de sessenta e oito can t ab he de can tan h e de te angulo forte dos dois pontos do segundo da tríade primeira, do circulo do duplo segundo do nono em noventa e dois, no me vaso do divisão do cont, três estrelas dispostas em angulo, será então do conde italiano, quadrado do vaso da vareta de onze do circulo da ut , o segundo do duplo circulo do sete, vaso en da din h eiro, o quarto do segundo de oitenta e cinco, o primeiro do sexto, quadrado cruz dia maior de sig na ção eu ro serpente, primeira ká f +e da divisão do circulo do infinito , circulo de oitenta, do circulo em oitenta, cruz ot al, todos, do circulo da divisão de oitenta, iva doze por cento , circulo do ponto de noventa, com iva cobrado em noventa, ob riga dia do circulo pe la vaso isi cruz primeira vo angulo te serpnete em pr E, e depois a nódoa do café, do primeiro que quando a senhora mo deu, ao poisá-lo estranhamente eu o entornei, e a nódoa que lá ficou está sobre o que então se desvela, BAR3 A, segundo ar do ar terceiro, do terceiro da ar , o a ou o do primeiro triângulo. Martins, o alberto será, que ainda em dia recente aparecia numa foto no jornal com um dedo em rês a ele apontado, e cara de atrapalhado de quem foi apanhado em falta, e que se ligará com o falecimento do maçon de coimbra que agora se foi, assim o relaciona a minha intuição, e leio através da selecção do pino de cabeça vermelha e agulha de prata o mar do tin serpente e ur do setimo sessenta e nove, dois pontos verticais do onze, das duas torres do onze de setembro, o quadrado do segundo circulo, gado vaso do circulo do angulo da te.

N a ban ca de jo r na is ao l ad o do v ia d ut o onda no f in al do d ia em q ue re cebi a no ti c ia do f al e cie mn to da min h a t ia a vó mar g aria, e onda li i m en sas co isa no es pi rito q u e n te do s eu pa ss ar, os o l h os co mo de co s t u me se pr en d em na beleza, a b e le za da s o ra y a, com um v es t id o colo rid o, e u ma pe q eu ni s sima f o l h a v e r de q ue ne l e es t av a p o isa d o, na c a pa ao l ad o, isa b e l, a f i g eu i ra, com o di ze r, isa b el es t á s epa ra d a, s m s t rama m ene ze s, s m s dos amo r es ex t ra c on j u g a i us, as s im me pe r e ceu ser o mio l o da no t i c ia, o l h o a p as tela ria r eve r, e lei o m ana us du as co l una s do te mp l o, p as tela r ia, q ue é o l o c al onda se co mem os bo l os, os do c es, do ce s ex is te m mu it os de mu it as f o r ma e f e i t io s, d ep o is de es c r eve r s o ra y a , se fez es t a lei t ur a, este r e la cio n ar, e c on t uno u as s im, pro can p ul mo mor t a l, , em p ur rão do mor tal do can, o mor ma is e l eva d o, o q ue se f o i, , ua m c r ian ç a can t a os para b en s, porta n t o se te rá id o no s eu ani v e r sá rio, o u se rá agora ani v e r sa rio da s ua mo rte, o u d este ac on te cid o, u ma ts h i r t br anca com um de se b h o em o ut line de um mu sic o, q ue par e ce ser um gui t ar r ista ao l ad o de du as co l una s de ap l co u ma em c ima de ou t ra, no r e cta n g u l o da mão do ge l a d ia cie c u l o em q ue ca i u o j u d eu, as s im agora no t ra n s c r eve r ca i u o li v r in h o q ue t r ux e da ap r es en t aç ão da raquel , ca i u ao l ad o da f ac t ut a q ue t ro ux e da cia ge m de r e tor n o do en te r ro da min h a ti ua a vo mar g ar i d a, a j u li do eta, r e za a f ac t ur a r e c i bo as s im a rea ser pente e rato do vi ç o n / s da A1, sar m en t o e mar t in s, onda h oje de man h ã tinha es peta do um pin com cab eça v e r me l h a, s o br e o mar t in s, e f e r na n d es sa, às, cir c u y l o s o cc in q eu n t a mi l eu ro s, es t r e l a do cir c u l o do p on t o do t r es cir c u l o ur eu ro peu crc n em noventa e oito mea l h a da l a pr i me i ro, cont, q u in he n t os e um do set d cir c u l o do s mu it o se s s en ta e no v e do d up l o seis de se ss en ta e o it o can t ab he de can tan h e de te an g u l o f o rte do s do is p on t os do se gun d o da t rai de pr i em r ia, do cir c u l o do d up l o se gu dn o do n ono em no v en t a e do is, no me v a s o do di visão do co n t, t r ês es t r e l as di s pot as em an g u l o, se rá en tão do conde ita l ian a o, q ua dr ad o do v a s o da v ar eta de on ze do cir c u l o da ut , o se g un d o d o duplo cir c u l o do sete, v a s o en da din h e i ro , o q ua r to do se gun dk de oitenta e cinco, o p r i me i ro do s ex t o, q ua dr ad o c r uz d ia maio r de si g na ção eu ro se rp ente, pr i me ira ká f + e da di visão do c i r c u l o do in f i ni t o , do circulo di v i d i d o em o it en t a, do di c r u l o em o i ten t a, c r uz ot a l, t o d os, do cir c u l o da di visão de o it en t a, i v a do ze por c en t o, do cir c u l o da di visão de no v en t a, com iva cobra d o em no v en t a, ob riga dia do cir c u l o pe la v as o i si c r uz pr e i me ira vo an g u l o te se rp net e em pr E, e d ep o is a nó d o a do ca fé, do pr i me i ro q eu q y ua n d o a s en h o ra mo d eu, ao p o isá inglês l o es t ra n ham en te eu o en tor nei, e a no do a q ue l á f i co u es t á s o br e o q ue en tão se d es vela, B AR terceiro A, se gun d o ar do a r te r c e i ro, do t re ce i ro da ar , o a o u o do pr i me i ro t r ian g u l o. Mar t in s, o al berto se rá, q ue a inda em d ia r e cen te ap ar e cia n uma f oto no jo r n al com um d ed o em r es a e l e ap a on t ad o, e ca ra de at ra pa l h ad o de q eu m f o i a p an h ad o em f al t a, e q ue se li g a rá com o f al e c im en to do maçon de co im bra q ue agora se f o i, as s im o r e la cio n aa min h a in t u i ção, e lei o at rav es da se l e c ç ão do p i no de cab e l ç a v e r me l h a e a g u l h a de pr t a o mar do tin se rp ente e ur do se tim o se s en t a e no v e, do is d o is p on t os v e r tic is do on ze, da s du as t o r r es do onze de sete m br o, o q ua dr ad o do se g un d o cir c u l o, g ad o v a s o do cir c u l o do an g u l o da te.
O judeu é o da onu, da unesco, assim me diz o desenho no livrinho de poemas da Rachel.
O j u d eu é o do a on u, da u ne s co, as s im me di z o de s en h o no li v r in h o de p oe ma s da r a c h e l.

O outline da tshirt que desenha o guitarrista maçónico, no rectângulo da mão do gelado dos templários, um coração dentro de outro coração nas cores vermelhas e brancas dos templários, o guitarrista de manaus, do templo de manaus com o pal francês serpente homem da meia maça, duas pevides sem adição de açúcar

O o u t line da t s h i rte q ue de s en h a o gui t ar r ista nma ço nico, no r e cta n g u l o da mão do ge k l a d os t e mp l á ri os, um coração den t ro de o u t ro co rta ção na s co r es v e r em l h as e ra n ca s dos te mp l á r i os, o gui t ar r ista de m ana us, do te mp l o de am na us com o pal fr an c es se rp ente h omem da mei a ma ça, du as pe v id es se m ad i c ão de ac u car

Caiu um pedaço de cinza que se espalhou em pontinhos com um desenho para ser ligado ao lado deste parágrafo, caíra antes de o escrever, e então como um desenho o liguei e me apareceu a seguinte figura, o primeiro traço no ceu do primeiro angulo, o próprio traço faz um angulo com o angulo da gaivota que é atravessada por um grande raio que vem do outro lado, traço esse que é o braço do homem do y invertido cuja cobra anzol e arpão se encontra apontada ao seu pé direito ao caminhar

Ca i u um ped a ç o de c in za q ue se es pa l h o u em p on ti n h os com um de s en h o para ser li gado ao l ad o d este para g raf o, ca i ra ant es de o es c r eve r, e en tão co mo um de s en h oo li g eu i e me ap ar e ceu a se g un it e f i g ur a, o pr i me i ro t ra ç o no ceu do pr i me i ro an g u l o, o pr o prio t r a ço f az um a g n u l o com o an g u l o da g a i v ota q ue é at rave s s ad a por um g r ande rai o q ue v em do o u t ro l ad o, t ra ç o es se q ue é o br aço do h omem do y in v e r t id o c u j a cobra an zo l e ar pão se en c on t ra ap on t ad a ao se u p + e di rei t o ao cam in h ar

Serpente umo cem por cento maça, maçon, de rasilica, águia do salão de londres , a amélia é ado menezes, Galiza oitenta e nove e noventa e nove, ime te c , n se i us em noventa e nove, circulo do treze da JS, primeiro príncipe serpente da juventude socialista, vespa verde metalizada saxo , autorização, betonagem e descofragem, renova greem, make love not circulo do segundo em baixo, a couve na terra no rolo de papel higiénico , pap el, ux de cinquenta e três do x maior onda ac u or dia, transmissão e viragem as quatro rodas, do segundo do quinto do corpo diplomático do seiscentos e dezasseis, restelo, zagalo maior do ab do frio ao quente que é background do primeiro em noventa e um, serpente decima x, segunda de oitenta e cinco, o de cinquenta e oito, f m c da flor do ista óptica atlantis selecta en cento e vinte e quatro vesica n forte do avião primeira asa de geometria variável, o avião inglês que levante vertical, o jacto, sendo as asas variáveis sinais da dupla dor, do vaso duplo , kapa do forte do zé pinheiro em noventa e oito

Se rp ente umo ce m por c en to maça, maçon, de ra si l i ca, a gui a do sal ão de l on d r es, a am é l ia é ad o m ene ze s, g a liza o it en t a e no v e a no v en t a e no v e, i me te c , n se i us em noventa e nove, cir c u l o do t r e ze da J S, pr i mei n cip e se rp ente da j u v en t u de soci a l ista, v e s pa v e r d e met al iza d a s ax o , au tor i za ção, beto na ge m e d es co fr a ge m, r en o v a g r ee m, m ak e l o v e n o t cir c u l o do se g un d o em ba ix o, a co u v e na terra no rolo de pap e l hi gi é nico, pap e l, ux de cinquenta e três do x maio r onda ac u o r dia, t ra ns missão e vi r q a ge m as q ua t ro ro d as, do se g y un d o do q u in t o do corp o d i p l o ma t i c o do se is c en t os e de za s se is , r es telo, za g a l o maio r do ab do fr i o ao q eu n te q ue é ba ck g ro un d do pr i me i ro em no v en t a e um, se rp ente de c ima x, se gun d a de o it en t a e c in co , o de c in q eu n t a e o it o, f m c da flor do ista o pt i ca at l na t is se l e cta en c en t o e vi n te e q ua t ro v e sic a n f o rte do avi ão pr i me i ra asa de ge o met r ia v ari ave l, o avi ão ib g l ês q ue l eva n te v e r tic a l, o j a c t o, s en d o as a sas v ari a ve is sin al s da d up l a dor, do v a s o d up l o , kapa do f o rte do zé pin h e i ro em noventa e oito

Al can tara da maria pia, zé pinheiro catiana da rua do sacramento xx, dezanove do vinte e três de sessenta me nona de noventa e cinco, capital da cultura, o setimo do segundo do nono do circulo sexto, três circulo do primeiro vaso da vingança, pat rato e mo ni circulo do esta do bv quarenta e três, cruz rav do sacramento a Alcântara tsa alicate de corte laranja da fita vermelha e branca em diagonal, do fio do carrinho de linhas eléctrico do talho do porco vinte e três al as b x Lx terceiro do circulo do setimo circulo, o segundo de oitenta GP, botão de luz, avioneta, trio um do ph da tan gato circulo, g t o, argentino, mitusbishi

Al can tara da mar ia pi a, zé pi n he i ro cat i ana da rua do sa c ra m en to xx, de za no v e do vi n te e t r ês de se s s en t a me no na de no v en t a e c in co, ca pi tal da c ul t ur a, o set i ma do se g un do d o nono do cir c u l o s ex t o, t r ês cir c u l o do pr i me i ro v a s o da vi n gan ç a, pat rato e mo ni cir c u l o do est a do bv q ua ren t a e t r ês, c r uz ra v do sa c ra m en to a al a c a n tara t sa ali cat e de co rte la ra n j a da f ita v e r me l h a e br anca em dia g o n al, do fio do ca r r in h o de li n h as e l e ct rico do t alho do por co vinte e três al as b x Lx te r ce i ro do cir c u l o do se tim o cir c uk l o, o se g un d o de oitenta GP, bo tão de l uz, avi o n eta, t rio um do ph da tan g at o cir c u l o, g t o, ar g en tino, mit s ub s h i si

Ao chegar ao largo do trinta e um da aramada, armada, o vento do espirito faz no momento cair uma enorme quantidade de folhas amarelas, que rodam para a estrada e nela , na estrada das pedras grandes e negras da calçada, conti eco contact c p, cruz di vermelha e preta seat de prata , e a serpente homem quarta da feira de electrodomésticos, end e tasca da armada, tora quatrocentos e setenta e três, z x no virtual reality de setenta e quatro, x serpente de oitenta e um, o circulo do sexto forte em ban co, avião, uma hora no relógio parado, verde e branco, braço direito do templário cruz partida, prior do crato , medicamentos urgentes oitenta e três, um circulo risa em dez lisino pr il rat lo ph arm lisi lis, sex bi tat a le xis de pernas para o ar, sex fu bo quarenta e dois saquei em cinquenta e seis , passaram por cima de mim os dois papagaios em seus belos e altos gritos da tempera , tem da pera era mp teresa, quarta do segundo bo de oitenta e dois, da gaivota de cinza prata, rata rta, da estrela polar de preto e prata serpente mor daqui em cinquenta e seis do quadrado segundo inglês noventa e dois e setenta e dois, o segundo do quadrado em setenta e cinco do x no príncipe, choque pb, setenta e três noventa e seis ap, circulo príncipe do mestre m da estrela apertada no mar da cia lili ana br una fi do li da pa tan ia vasos maçónico primeiro circulo ap c ap mas e rato caída, f1 , bomba z do losango oitavo da inversão da estrela serpente irmão do largo do trinta e um da armada, d primeira gravidez do duplo x de noventa e nove, mais o pc mickey cat serpenet oni carneiro invertido em heroina do triângulo pe b sobre azul, passa d eira cento e quarenta e nove, media turbilhão cnl , quadrado inclinado quarenta e cinco dezanove do comboio, chachas da poli da segur, vaso do angulo da luisa ex latina europa, vitor, ex nci, necrofilia, love luisa e, sandra love nuno, mi mo as teia de prata dourado sobre negro india, homem da cruz em oitenta e quatro e oitenta e cinco, duplo estrela italiana verde prata , circulo quinto le x di, da brigada de transito segunda cruz cento e vinte e três z no l prata e negro do cb de cinquenta e três, s port em gata colchão vertical m verde e massa, oitenta e seis a setenta e nove pm mar e tim m vaso itara, segunda serpente rato ia serpente do circulo b asco cal lua muito di, da d. Quixote, casa mar da tua aria do gil auto em frank fur primeira de frankfurt, serpente dos três circulo em triângulo da verde cop do pe
Ao che g ar ao l argo do t r in t a e um da ar am ad a, ar mad a, o v en t o do es pei rito f az no meo m en t o ca i r u ma eno r me q ua n t id ad e de f o l h as am ar e l as, q ue ro dam para a es t ra da e nela, na es t ra da das pe dr as g ar n d es e ne g ra s da calçada, conti eco co n t act c p, c r uz di v e r me l h a e pr eta seat de p rat , e a se rp ente h omem q u art a da f e ira de e l e ct ro do mé s t i c os , end e t as ca da ar mad a, tora q ua t ro c en t os e set en t a e t r ês, z x no vi r tua l real i t y de sete n t a e q ua t ro, x se rp ente de o it en t a e um, o cir c u l o do s ex t o f o rte em ban co, avi ão, uma h o ra no r elo gi o par ad o, v e r de e bra c no, br aço di r eti o i do te mp l a r io c r uz par t id a, prio r do c rato , med i ca m en t os ur g en t es o it en t a e t r ês, um cir c u l o r isa em d e z li sin o pr il rat lo ph arm l i si l is, s ex bi tat a le xis de p e rna s para o ar, s ex fu bo q ua ren t a e do is sa q eu i em c in q eu n t a e se is, passa ram por c ima de mim os do is p aa p gaio s em se us be l os e al t os g rito s da te m p e ra , te m da pera e ra mp teresa, q ua r ta do se gun d o bo de o it en t a e do is, da g a vo ita de c in za prata, rata rta, da es t r e l a polar de pr e to e prata se r p ente mor daqui em c in q eu n ta e se is do q ua dr ad o se gun d o in g l ês no v en t a e do is e sete n ta e do is, o se gun d o do q ua dr ad o em sete n t a e c i n co do x no pr in cip e, ch o q ue p b, set e n t a e t r ês no v en t a e se is ap, c i r c u l o pr in cip e do mes t re m da es t r e l a ap e rta d a no mar da cia lili ana br una fi do li da pa tan ia v a os ma ç o nico pr i me i ro cir c u l o ap c a p ma s e rato ca id a, f1 , bo mba z do l o san g o o it a v o da in v es rão da es t r e l a se rp ente i r mão do l argo do t r in ta e um da ar mad a, d pr i me i ra g ra vi dez do d up lo x de no v en t a e no v e , ma is o pc mic k e y cat se rp ene t oni car ne i ro in v e r t id o em h ero ina do t r ian g u l o pe b s o br e az u l, passa d eira c en t o e q ua ren ta e no v e, me dia t ur bil h ão c n l , q ua dr ad o in c lina d o q ua ren t a e c in co de za no v e do co m boi o, ch ac h as da poli da segur, v a s o do an g u l o da lu isa ex l at ina eu ro pa, v i t or, ex n c i, ne c ro fi l ia, l o v e lu isa e, s an d r a l o v e n uno, mi mo as te i a de prata dourado s o br e ne g ro india, h omem da c r uz em o it en t a e q ua t ro e o it en t a e c in co, d up l o es t r e l a ita liana v e r de prata , cir c u l o q ui n te le x di, da br i g ad a de t ra n sit o se gun d a c r u z c en t o e vi n te e t r ês z no l pr t a e ne g ro do cb de c in q eu n ta e t r ês, s port em gata co l c h ão v e r tic al m v e r d ee massa, o it en t a e se is a set en t a e no v e pm mar e tim m v a s o it a ra, se gun d a se rp ente rato ia ser pente do cir c u l o b asco cal l ua mu it o di, da d. Q u ix ot e, c asa mar da tua aria do gil au t o em f ra n k f ur pr i em ria de fr an k f ur t, ser pente dos t r e ês cir c u l o em t rian g u lo da v e r de cop do pe

Ah bela amada senhora que morais em minha rua talvez à uma semana e eu todos os dias por si passo, quando chegaste e pela primeira vez vos vi, meu coração pulou radiante, como sempre acontece quando vos vejo, assim é vossa beleza em meu olhar, e sempre as coisas magicas se sucedem em sua presença mesmo que figurada, tantas, que às vezes me ponho a pensar como seria o preto, passo por si, e sorrio-lhe, outras vezes, faço-lhe uma festa nos lábios ou em sua mão, outras ainda, para do fico a olhá-la com muita atenção e a ver o que me conta na paisagem em seu redor

A h e la am ad a s en h o ra q ue mor a is em min h a rua t al v e z à u ma s en h o ra e eu t o d os o s dia por si pa s so, q ua n do che g as te e pe l a pr i me ria v e z vo s vi, me u coração p u l o u ra d ian te, co mo se mp re acontece q ua n d o vo s v e jo, as s im é vo s sa be le za em me u o l h ar, e se mp re as co isa magica s se s u ce d em e m s ua pr e s en ça me s mo q ue f i g ur ad a, t anta s, q ue às v e ze s me p on h o a p en sar co mo se ria o pr e t o, passo por si, e s o rr i o inglês l he, o ut ra s v e ze s, f aç o inglês l he uma f est a no s lá bi s o o u em s ua mão, o u t ra s a inda, para do f i co aa o l há inglesa l a com mu it a a t en ção e a v e r o q ue me c on t a na a p isa ge m em s eu red o r


Ah senhora amada muito bela e muita amada, assim é o amor que vos trago, assim vai o amor em que vos trago e mas vezes nascem preocupações sobre si, quando no espirito sinto que de alguma forma lhe poderão fazer ameaça ou dano, e surgiu este sentir na apresentação do nobel, onde a vi com face de preocupação e em dia mais recente, quase no espirito gritei, dizendo que ninguém ousasse mal lhe fazer, pois um sentir velado e desvelado assim em negro se insinuou, ontem a tarde ao descer, já noite era, a moldura de alumínio tinha dois buraquinhos, que deixavam passar a luz interior e logo eu fiquei em preocupação, rapidamente olhei o outro prumo para ver se tambem tinha dois buraquinhos, que sim, eram afinal buraquinhos normais na estrutura que suporta vosso retracto e assim meu coração serenou

A h s en h o ra am ad a mu it o be l a e mu it a am ad a, as s im é o amo r q ue vo s t ra g o, as s im v a i o amo r em q ue vo s t ra g o e ma s v e ze s na s ce m pr e o c up a ç õ es s o br e si, q ua n d o no es pi e it o sin t o q ue de al gum a f o r ma l he po de rão f az e r am e a ç a ou dan o, e s ur gi u este s en tir na ap r es n et a ç ão do n no be l, onda a vi com face de pr e o c up a ção e em dia ma is re c en te, q u ase no es pi r to g rit e i, di zen d o q ue ni n g eu m o usa s se m al l he f az e r, po is um s en tir v e l ad o e d es vela d o as s im em ne g ro se in sin u o u, on t e m a t ard e ao d es ce r , j á no ite e ra, a mo l d ur a de a lu mini o tinha do is b ur a q u in h os, q ue de ix a v am pa s sar a l uz in te rior e l o g o eu f i q eu i em pr e co u p a ção, ra pi d am ente o l hei o o ut ro pr umo para v e r se t am b em tinha do is b ur a q u i n h os, q ue s im, e ra m a f in a l b ur a q u in h s o no r ma is na es t r ut ur a q ue s u porta v o s so r e t rato e as s im me u coração se reno u

Hoje lendo o que acabei de escrever, de novo a cruzei a voltar, em minha frente um homem andrajoso de barbas como eu agora levo minha face, estremeceu antes de a si chegar, ou seja, a senhora no meio, eu subindo, o outro senhor descendo, e o seu estremeçar, me o fez olhar e depois senti um ploc em meu pé, e depois de a ficar a olhar um bocadinho mais, voltei para ver o que era que meu pé tinha batido, era um pacotinho vazio de leite mimosa, um quarto, ah um quarto bom seria, uma sala melhor, o mundo inteiro a seu lado, o paraíso

H oje l en d oo q ue ac a bei de es c r eve r, de n ovo a c r uz e i a vo l t ar, em min h a fr ente um h omem an dr a jo s o de barba s co mo eu agora l evo min h a face, e t s r e me ç o u ant es de a si che g ar, o u se j a, a s en h o ra no mei o , e u s u bin d o, o o u t ro s en h or d es ç en d o, e o s eu es t r e me ç ar, me o fez o l h ar e d ep o is s en ti um p l o c em me u pé, e d ep o is de a f i car a a o l h ar um bo c a din h o ma is, vo l tei para v e r o q ue e ra q ue me u pé tinha bat id o, e ra um paco t i n h o v az i o de lei te mi mo sa, um q ua r t o, a h um q ua r to bo m se r ia, u ma sala me l h or, o m un d o in te i ro a seu l ad o, o pa rai s o

Ao seu lado mora a indicação na forma de convite, que por vezes já tinha reparado, reza assim, venha fazer jogging a nova iorque, ah senhora, que não posso, nem condições de finanças trago para tal feito, e fico em pensamento a dizer-lhe, venha fazer jogging em lisboa, é um verde campo não muito grande mas imenso, tem dois vales e dois montes e dois sois que são duas luas e um ribeiro de agua solar e se corre sem correr e se para sem parado estar e se faz um exercício em posições distintas do correr, do pular ou do saltar.

A o s eu s l ad o mor aa indica ção na f o r ma de co n v it e, q ue por v e ze s j á tinha r epa ra d o, re za as s im, v en h a f az e r jo g gin g a n iva i o r q ue, a h s en h o ra, q ue n ão p osso, ne m co n di ç õ es de f ina ç as t ra g o para t al f e it o, e f i co em p en as m en to a di ze r inglês l he, v en h a f az e r jo g gin g em lis boa, é um v e r de cam p o n ão mu i t o g rande ma s i m en s o, te m do is vale s e do is mo n t es e do is s o is q ue são du as l ua s e um ribeiro de a g u a sol ar e se co rr e se m co rr e r e s e para s em para d o es t ar e se f az um ex rec i cio em ps i ç õ es di s tintas do co r r e r, do p ul ar o u do sal t ar.

Ah senhora, perdoe-me a ousadia, feliz senhora aquele que escolher a seu lado, feliz senhora o que é seu eleito, por si eleito em seu coração de uma beleza profunda cheia de luz

A h s en h o ra, pe r d oe inglês me a o usa d ia, f e l i s s en h o ra aq ue le q ue es co l her a s eu l ad o, f e liz s en h o ra o q ue é s eu e l e it o, por si e l e it o em s eu coração de u ma b e l e za pr o f un d a che ia de l uz

O homem do pp, o pp que aqui nestas palavras muito se desvela, portanto senhor lhe pergunto com clareza e em forma frontal, andaste quebrando os selos de Salomão, ou sabeis porventura quem no convento os terá quebrado, e trazeis vós vossa mão implicada no roubo rapto e tortura de meu filho

O h omem do pp, o pp q ue aqui ne s t as pa l av ra s mu i t o se d es vela, p o rta n to s en h o r l he pe r gun t o com ca l r e za e em f o r ma fr on t al, anda s te q eu bra n d o s o se l os de sal o mão, o u sabe is po r v en t ur a q eu m no c on v en to os te rá q eu bra d o, e t ra ze is vó s v o s sa mão im p li c ad a no ro ub o ra pt o e tor t ur a de me u fil h o

No entretanto o almerindo, saiu da rtp para as estradas de portugal, o pinóquio na sua tomada de posse, lhe desejava o que ele em sua opinião sempre tinha, sorte, entrou uma nova administração que penso ter saído logo de seguida, se não em todo em parte, depois chegou um novo director, o jose rodrigues dos santos a quem eu com carinho aqui chamo de dumbo, me fez ao assim chamá-lo lembrar um outro dumbo porventura com maiores orelhas, o miguel, que em dia recente vinha anunciado um documentário sobre o seu olhar sobre portugal a partir digamos assim dos seus genes britânicos, que não chegou a passar na altura indicada, e me fiquei a pensar, de facto este miguel, o esteves cardoso, é capaz de ser uma espécie de dumbo negro, o josé aparecia com uma aureola como o santo da minha infância, com o seu chapéu de coco que nas vezes a tapava, keira no entretanto aparecia numa revista a dizer tudo o que Keira, com um chapéu de coco a tapar seus seios, e depois coisa estranhas e raras com ela, salvo seja, com sua imagem e outras ao lado se passaram aqui em casa, com um desenho que um menino egipto, espanhol português um dia me fez e me ofereceu, um novo incêndio na Califórnia, e por aí fora, em detalhe maior em próxima escrita, assim espero, o jose espreitava recentemente por detrás de uma cruz, andava piscando muito os olhos no final da apresentação dos telejornais, o almerindo ou outro assim dizia, que ele iria receber a nota de despedimento antes do natal, eu fico a olhar para isto tudo, ouço o espirito dizer, tu perdoaste-lhe, talvez me questiono, mas Deus, pergunto Nele e Ele, que mais sabe dos homens que eu mesmo, em parte, ao que parece acabou ele de receber um convite para a adaptação de um seus livros na América, sobre o fim do mundo, o selo, o murro e o selo de Salomão, ainda irá correr alguma tinta, de qualquer forma, homens que dão o dito pelo não dito, que escondem quando directamente inquiridos, trazem problemas no seu coração, e quando assim é geralmente mais tarde ou mais cedo, nas vezes, mais cedo respinga para quem está ao lado e se faz a grande confusão, gostaria contudo que ele ou alguém me explicasse tão subtil imagem do punho por debaixo das aguas na sua foto, o que na realidade quer ele ou quem o fez com isso em preciso desvelar, se não forem mais cobardes, e se continuarem a existir, pois ningume como de costume me responde, sobre o roubo de dinheiro que me vem fazendo à anos, se calhar já se forma todos para o inferno, filhos da babilónia, e me diga senhor josé rodrigues dos santos, sendo oo senhor um homem que diz que sofreu pressões e depois vem dizer que não as sofreu, e certamente assim será a homem tão bravo, decidido e conseguido, e tendo o senhor tão grande trajecto de tão grandes pavilhões auriculares na rtp, talvez me possa dizer em verdade quem ai nessa casa me perseguiu e torpedeou, muitas das vezes dando-me as necessárias migalhas que permitissem aos mandantes com seus espiões espionar a arca do trigo e para depois a roubar fazendo-a sua

Sai para rua agora, que a tarde vai em meio e ainda não almocei, fui comprar um pão, uma lata de salsichas e uma de atum, ah amada que gosto tanto de atum, e no espirito assim li enquanto subia a rua, primeiro ao sair passou um avião por cima com a gazela ou antílope em circulo amarela sobre asa azul, depois li, o x maior me noventa e dois, o vaso maior no principio da década de oitenta, vespa maior do p , nn, no name boy que vai a águia, e correligionário da cristina coutinho, da dupla tríade do circulo do duplo seis, do ab em oitenta e quatro, do buzz em setenta e oito e voda fone do cm segundo da terceira tríade, belos antecedentes, faça lá o favor de me demonstrar a sua rectidão, contrapondo em claro à afirmação do senhor almerindo que de si, dez ser um homem com falha de caracter, e me explique direitinho tudo isto, se o senhor , for um dos bandos dos que me tem roubado, e que agora chegaram ao cumulo de me trazerem roubado meu filho, vai para dois anos, lhe digo, que isto nã fica assim, portanto não agrave mais seu caso, e confesse, conte, já que é jornalista de guerra e coisa a tal e pessoa bem informada, e se sangue no mundo correu, por causa de sua mão a fazer cruzes, provavelmente não só tinta sobre este aclaramento correrá assim costuma funcionara o vaso e a pedra

No en t r eta n to o al mer indo, sa i u da r tp para as es t r ad as de portu gal, o pi no q u i o na s ua to am d a de po s se, l he de sej a v a o q ue q u ee l e em s ua o pi ni ão se mp re tinha, s o rte, en t ro u u ma no v e ad mini os t arção q ue p en s o t r e sa id o l o g o de se guida, se n ão em t o d o em pa rte, d ep o is che g a o u um n ovo di r e c tor, o jo ´ se ro dr i g eu s do s santos a q eu m e u com c ar in h o aqui ch amo de d um bo, me fez ao as s im ch a má inglesa l o l em br ar um o ut ro d um bo po r v en t ur a com maio r es o r e l h as, o mig eu l, q ue em d ia r e c en te vi n h a a n un cia d o um doc u m en t á rio s o br e o se u o l h ar s o br e port u gal a par tir di g amo s as s im do s se us g ene s br i t ân c i co s, q ue n ão che g o u a passa r na al t ur a indica d a, e me f i cq eu i a p en s ar, de f ac t o este mi eu l, o es t v es car d oz o, é c ap az de ser uma es pe cie de d um bo ne g ro, o jo sé ap ar ceia com u ma au reo l a co mo o santo da min h a in fân cia, com o s eu ch a peu de coco q ue na s v e ze s a t ap av a, k e ira no en t r eta n to ap a r e cia n uma r e v ista a di ze r t u d oo q ue K e i ra, com um ch a p eu de coco a t ap ar se us seios, e d e p o is co isa es t ra n h as e ra r as com e l a, s al vo seja, com s ua i mage m e o u t ra s ao l ad o se pa s sara m aqui em c asa, com um de s en h o que um me nino e g i p t o, es pan hol por t u g eu s um dia me fez e me a f e re ceu, um n ovo in c en di o na cali f o r ni a, e pro aí f o ra, em d eta l he maio r em pr óx i ma es c rita, as s im es pe ro, o jo ´ se es p r e ti t av r e c en te mente por d e t r ás de uma c r uz, anda v a pi s can d o mu it o os o l h os no f in a l da ap r es en t aç ão do s tele jo r na is, o al mer indo o u o u t ro as s im di z ia, q ue e l e i r ia r e ce b e r a n ota de d es pe di men t o ant es do n at al, e u f i co a o l h ar para is t o t u o, o u ço o es pi rito di ze r, t u p e r do as te inglesa l he, t al v e z me q u es t i o no, ma s De us, pe r g un t o Ne l ee E l e, q ue ma is s abe do s h om en s q ue eu me s mo, em pa rte, a o q ue par e ce ac ab o u e l e de r e ce b e r u m c on v it e para a dp t a ção de um se us li v ro s na am e ric a, s o b r e o f im do m un d o, o se l o, o m ur ro e o s elo de sal o mão, a inda i rá co r r e r al g ua m t in t a, de q ua l q eu r f o r ma, ho ,m en s q ue dão o d i t o p e l o n ão d it o, q ue es conde m q ua n d o di r e cta mente in q u i rid os, t ra ze m pr o b l ema s no se u coração, e q ua n d o as s im é ge r al e mente ma si t ard e o u ma s i ce d o, na s v e ze s, ma is ce d oo r es pe in g a para q u e m es t á ao la d o e se f az a g rande c on fusão, g os t ar ia c on t u d o q ue e l e o u al g u é m me ex p l i ca s se t ão s ub til ina ge m do p un h o por de ba ix o da s aguas na s ua f oto, o q ue na real i dad e q eu r e l e o u q eu m o fez com is s o em pr e c is o d es v e l a r, se n ão f o r em ma is coba r d es, e se conti nu ar e m a ex is tir, po is ni n gum e co mo de co s t u me m e r es ponde, s o br e o ro ub o de din he rio q ue me v em f a z en d o à a no s, se c al h ar j á se f o r ma t o do ps para o in ferno, fil h os da b ab i l ó ni a e me di g a s en h or jo sé ro dr i g u es dos santos, s en do oo s en h or um h omem q ue di z q ue s o fr eu press õ es e d ep o is v em di ze r q ue n ão as s o fr eu, e certa mente as s im se rá a h o mem t ão br a v o, de cid id o e c on se guido, e ten d o o s en h or t ão g rande t ra j a c t o de t ão g rand es p avi l h onda o e s au ric u l a r es na r tp, t al v e me p o s s a di ze r em v e r d a d e q eu m ai ne s sa c asa me pe r se gui u e tor pe de o u, mu it as d as v e ze s dan do inglês me as ne ce s sá r ia s mig a l h as q ue pe r m it is se m ao s man dan t es com s eu s es pi õ es es pio n ar o ar ac a do t rigo e para d ep o is a r ub ar f a zen do inglesa a s ua

S a i para rua m agora, q ue a t ard e v a i em mei o e a inda n ão al mo ce i, f u i co mp r ar um p ão, uma l at a de sal sin h as e u ma de at u, a h am ad a q ue g os t o t ant o de at um, e no es pi rito as s im li e q ua n to s u b i a a r ua, pr i me rio ao sa i r pa s s o u um avi ão por c ima com a g az e l a o u ant i l o pe em cir c u l o am a r e l a s o br e asa az u l, d ep o is li, o x maio r me no v en t a e do is, o v a s o maio r no pr in cip io da década de o it en t a, v e spa maio r do p , nn, no n ame bo y q ue v a i a a gui a, e co rr e le gi o ná rio da c r is t ina co ut in h o, da d up l a t riade do cir c u l o do d up l o se is, do ab em o it en t a e q ua t r i, do b uz z em set en t a e o it o e v a d a f one do cm se gun d o da terceira t riade, b e l o s an t e ce den t es, f aç a l á o f ac o r de me demon s t ra r a s ua r ec ti dão, c on t ra pa on d o em c laro à a f i r mação do s en h or al mer indo q ue de si, de z ser um h o me com f al h a de cara c te r, e me ex p li q ue di rei t in h o t u d o is t o, se o s en h or , f o r u m dos ban d os d os q ue me te m ro ub ad o, e q ue agora che g ar am ao c u mu l o de me t ra ze r em ro ub ad o ne u f u i l h o, v a i para do is a no s, l he di g o, q ue is t o n ã f i ca as s im, porta n t o n ão a g rave ma is s eu c a s o, e c on f e ss e, conte, j á q ue é jo i r na l ista de guerra e co isa a t al e pe s s ao b em in f o r m ad a e se s na g ue no m un d o co r r eu, por c au sa de s ua mão a f az e r c r uz es, pr o va v e l mente n ão s ó t in ta so br e este ac l ara men to co rr e rá, as s im co s t uma f un cio n ar a o v a s o e a pe dr a

minha Amada , se chegares no entretanto, a campainha da porta do prédio já toca, se me vires a subir com uma espada na mão não te preocupes não, pois se assim for é porque estou a pensar que virão os homens das finanças penhorar, assim se com ela me vires na mão, não te preocupes não, que eu logo embainho essa e desembainho outra, mas tambem não te preocupes que não o costume fazer assim na rua, mais em local reservado, quanto o há neste enorme big brother, prepara-te que vou correr muito pela casa toda atrás de ti com um gato, uma águia , um leão, uma abelhinha sedenta de mel e um ursinho como o knut, que está muito bonitinho e certamente tem uma pele e pelo suave como o teu

Amo-Te muito Muito

Sabes, quando estava a começar a escrever este texto a que chamei, putas, estava na tv nessa noite a dar pela segunda vez em curto espaço de tempo o filme com a bela senhora amada em meu coração, que fazia de poetiza, e eu que o tinha visto em dia recente, muito com o filme me tinha irritado, sobretudo com aquele parvalhão do homem com quem ela tinha casado e me dizia Meu Deus, aquele estúpido homem é cego, com um mulher tão bela e cheia de sensibilidade e inteligência e emoção, em sua vida, em sua casa, em seu leito, com filhos feitos, só pensava em meter-se debaixo de outras saias, e chorei por ela ao ver na primeira vez o filme, e chorei tambem por ela com o seu suicido e me fiquei a pensar, como é que ela o podia ter feito tendo filhos, assim nas vezes se demonstra a enorme tristeza que rouba e envenena a vida, mas assim foi na realidade com a Sílvia plath, desta vez escrevia, e ia olhando o filme em mudo, a pensar cá estou eu a escrever sobre putas e aqui está a prova que sê-lo não é uma questão de género, aqui quem o era, era ele e cobarde, pois para o fim sabendo que a ama, prefere a outra porque entretanto grávida dele ficou,

Muito, muito, e muito infinito

la isquerda no tiene nem la puta ideia do que é el mundo, assim dizia saramago, na sua jangada de pedra, e bem verdade o parece ser, a pergunta é se as outras direcções a terão, as melhoras, menino grande das letras, deixe lá que está ai melhor que aqui, lugar cada vez pior frequentado como escreve um jornalista quase todos os dias em suas letras, e depois uma jangada de pedra é sitio duro e seguro, claro está se boiar ou estiver ligado ao coração no centro da terra

Jurisprudência decorrente do caso felgueiras, todos os fugitivos à justiça que se encontrem a laborar em empresa privadas ou publicas tem um subsidio imediato para fugir a justiça para o estrangeiro, e apoio jurídico incluído desde que pago em forma indirecta, para não deixar traço
Menos conversa e mais acção diz a deixa em cima, salvo seja da bela soraya, falta só mesmo é o numero de telefone, o meu, que eu não tenho saldo, mas enfim, sempre posso marcar os numeros no visor para me entreter , já te deitas-te com uma deixa, Amada, ponto de interrogação

Ne g r ã o, di z -se as s im, au to f l a ge ar, auto fla g ema neto,

Sismo nas Caraíbas , martinica, maior, sete da tarde em lisboa, a quatro circulo elevado k m de porto Afonso, g u ad l u pe e bar ab ad os


Um h o me inglês se foi

Avião na turquia desaparecido com cinquenta e seis pessoas a bora d o, ia para es p a r t a, is p ar t a, is par arte rta

Ai menina Virgínia, aqui andais de novo na pequena televisão, que belas sois, dava conta recente noticia que não gostava ao principio muito de seu belo nariz, pois olhe que a mim mem parece muito belo, cheio de personalidade e tem muitas estrelinhas, alias bem vista assim como a vejo, não me aparece centímetro redondo que seja de desgostar

Ai menina Penelope que vos conheço tambem a alma ou serão meus olhos já cansados que mal vem, mas iria jurar que em seus últimos pequeninos filmes onde diz coisa tão bela, que é cuida bem de ti, sempre senhora, quer dizer, o melhor possível face a ausência da minha amada e de seus beijos ao pertinho, que mesmo por debaixo de seu belo sorriso que belo é, um tom de preocupação em si é visível à luz artificial da maquilhagem do componente h não sei o quê, se assim for, se precisar de ajuda, diga-me, que até me dói o coração nesta suspeita
Apareceu aqui em dia recente a menina paz que bela é e bela vinha com estrelinhas por tudo o seu corpo, que a mim até me senti no ceu a estar, e depois pensei deve ser trabalho muito engraçado o de colocar aquelas estrelinhas todas assim em tão bela menina, e me fiquei ainda a pensar como seria que as colaram em alguns particulares sítios, enfim curiosidade de menino a olhar deslumbrada tamanha beleza, só a atitude da posição e a malinha é que era a meu ver desnecessário

E tambem apareceu a bela gatinha tezanis outra vez, deve ser mesmo natal, ouves-me Amada só faltas tu mesmo em pessoa apareceres-me , podes vir com ou sem laço que eu não me importo, embrulhada ou nua, eu te abraço

E abri um revistinha e calhou meus dedos logo na gata sentada no sofá com face gulosa de quem gosta muito de dançar , ah que bela sois senhora , ponteiro, relógios, bip bips, não sei deles, procuro-os por toda a casa e não os encontro, assim fico com a cabeça a dar a dar

Seus filhos da puta, quero o meu filho de volta, o que espereis para compor o que é impensável, que até me cresce uma onda gigante no peito quando penso nesta tremenda iniquidade que lhe fazeis e a mim fazeis!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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