sexta-feira, dezembro 14, 2007

minha amada, só aqui vim dar-Te muitos Beijinhos, dezer-Te que Te amo muito, muito, e que ainda não chegas-Te, e tratar de um pauzinho que hoje de manhã me puseram, para variar , ou melhor será dizer, avariar, enquanto não chegas vou escrevendo, mas melhor era Ter-te ao perto para muito Te beijar, escrevia com os dedos a cartografia de teu corpo
sonhei contigo, ou melhor sempre sonho, mas trago este sonho dentro de mim há muitas luas, era assim, chagavas a casa, era verão e vinhas com uma leve saia de roda grande e sentaste-te no sofá vermelho, eu de frente na cadeira preta, comecei a ouvir-te , contavas-me o que tinhas andado a fazer, depois no meio das tuas palavras tuas mãos mexiam na saia que vinhas afogueada, a puxas-te um pouco para cima e me mostras-te o teu belo joelho, eu aí comecei a ter maior dificuldade em te ouvir, mas lá o fazia com concentração acrescida e assim iamos, depois disses-te às páginas tantas, que calor que eu tenho, e rodas-te um momento a saia que se encheu de ar de amor, e eu te vi de relance as pernas, mais dificil era continuar a escutar-te, e começei a ouvir no meio das palavras do teu sorrir, assim como um bisss, bissss, ttttt, tttt, e então pulei como um gato de rabo alçado ao chão e te foi visitar de mansinho, tu rias muito , muito, e fazias rom rom, sussuravas de mansinho, vem cá meu gatinho, lambe, lambe
à Pt

olá, mau dia para vós bandidos sem lingua, nem ao que parece olhos, e sem computadores, e servidores e coisa e tal, que o que está a dar é ir ao cliente, a forma quase que a poderia deixar à vossa imaginação, mas como creio que não a tendes e por outro lado a tendes no negro em que viveis, aqui vai um pedaço mais de luz
n ema do circulo do vaso do Y

hoje de manhã ao entrar no prédio, ao pôr a chave na fechadura do prédio, a porta se abriu, de lá sairam dois senhores da tv cabo, ou assim na aparência das coletes que traziam vestidos, disse-lhes bom dia, deixei-os passar e entrei, depois fui tomar duche e quando a agua pingava em minha cabeça, começei a pensar, queres ver que te vieram desligar o cabo, assim fui depois verificar o que já tinha percebido, e assim era e assim é

se eu não vos conhecesse, primeiro não vos podia amar, depois fico a pensar, o que trará as noticias de hoje, que eco com que assinatura em que desgraça, passará hoje nos telejornais, para que queiram que a mim não chegue,
ou

que desgraça preparam, ou como agora se desvelou no espirito ao isto escrever, será um pedido de socorro que não quereis que me chegue, assim vos digo já, se algo de mal acontecer a quem o pede, a dez de vós será a factura apresentada, que a minha paciência para ladrões como sempre não é nenhuma

acp pn n te ce rato, talho do oe do l ad o di rei to, ode do talho dez do vó serpente

o curioso é que vós ladrões encartados, não me responderam ainda o que fosse do que por diversas vezes foi por escrito inquirido, e são os senhores que me devem dinheiro e muito, portanto enquanto não esclarecerem esta e as outras matérias, façam o favor de vir a voar ligá-la, pois não se pode suspender um serviço quando não se responde a uma acusação ou reclamação, se quiserem palavra mais suave, com facetas do conhecimento publico e universal, bem tétricas e negras e gravosas

paulo forte


agradecia resposta, para variar, oh malandragem, não sabem as obrigações do atender e do atendimento nem educação trazem, ou tiveram, e pedia expressamente que passe esta missiva ao senhor granadeiro, da administração

kupprm, kapa do vaso do pp rato maior
iqeud, e quadrado europeu d, o quarto, ou dia do quadrado europeu, o nono das dc comunicações
bftewe, b forte do Y e do duplo vaso da dupla dor we do bife
enfqretc. ingles forte do quadrado rato do tc