segunda-feira, dezembro 17, 2007

To russia with love

Hoje acordei com a dor de dentes a pular de tal forma dentro da minha cabeça, que o sonho se interrompeu e acordei talvez cinco horas depois de me ter deitado

H oje ac o r de vareta com a dia or de den inglês da cruz espanhola , primeiro talho do primeiro ar ao lar, do ta primeiro do fo rato maior de den t ro da min h cab eça, q ue o s on ho se in te rr o mp eu e ac o r de i ta l v e z co n co h o ra s de po is de me teresa de ita d o

Estava a sonhar com o que vira na exposição da ajuda, e no episódio desagradável do final, na imagem que ficara do que vira, as duas plataformas vermelhas, duas rampas de acesso, que desenham e desvelam os braços do alicate vermelho, o que fora apertado no palácio da ajuda, assim ficara a imagem a retinir dentro de mim e quando acordei, na parede do meu estúdio feita em painéis de madeira rectangulares perfurados em plena simetria, um pouco como os do millenium, mas em vez de vermelhos, cor de madeira clara, entre as linhas dos buracos vi o sangue, manchas vermelhas, que se expandiam como reticula de veias e vasos à volta dos buracos, e me lembrei do texto que se escrevera na véspera, sobre o john wayne, o pistoleiro e o tubarão, um antigo clip feita na latina europa no tempo do popoff pelo saraiva, um clip que metia uma animação do john wayne com um desenho que ele fizera no paint box , a preto e branco, onde o wayne em loop puxava da pistola e disparava , deixando um tracejado de bala vermelha no fundo negro, e um cacto por detrás dele a remeter para o oeste.

Entrava ainda nesse clip, imagens de fotos de sua meninice em angola, e um tubarão, um malvado tubarão que muito abria a sua boca.

Est ava primeira serpente em homem do ar com, circulo do quadrado ue do vaso da ira na ex po do sis t ema de infor mação da são da Ajuda, e no da ep do is do sódio do dia da espanhola das sas, gata do ra dia da ave primeira do fi muito al, e na vareta do mage maior do quadrado eu, fi do ca da ra da espanhola serpente inglesa do homem ad primeira do quadrado eu do vi ra, as das ua serpente pal at af circulo rato maior serpente verme do primeiro homem as duas ua serpentes ram da pa da serpente do quadrado eu, dia espanhol, inglês ham e de serpente do vaso el, a maior os br aç da serra os, do ali cat e vermelho, circulo quadrado eu do fo do ra do porto e rta do no pal ac cio à da Ajuda, as serpente inglês em f ica ra primeira e varte do mage do mar da eti, ni rato den da cruz ro a mim e quadrado ua mu it circulo do ac ao ro dei, na segunda do dedo me vaso vau est vaso di circulo da fe ita em pai ne is de madeira rec tan gato do vaso primeiro ar da lar, espanhol pe rato forte ur ad os e mp talho primeira ema si me da cruz da ria, primeiro po do vaso do coco do mo os do mi ll inglês e vareta primeira, mas em v e z de vermelhos, c ro r de madeira c lara, en t re as li n h as d os b ur ac os vi o sangue, homem chá serpentes vermelhas, q ue se ex pan dia maior mc co mo rato etic l a de veias e vasos à vo primeiro ta dos buracos, e me lembrei do texto que se escrevera na v es pera, s o br e o jo n h w a y ne, o pi s to l eiro e o cruz do vaso do barão, primeira ant e gato do circulo do li p, fe ita na primeira tina eu ro pa do no da teresa mp circulo do po da serpente do po ff , talho el circulo da sara iva, primeiro do circulo do talho do li do quadrado ue da tia do met, primeira ani mação do jo muito homem do duplo vaso da dupla dor dos ais da ne com, primeiro dia de espanha e serpente inglesa do ho do quadrado eu, primeiro e no da dor do décimo rato uz bo x fi do ze rato a preto e branco, onda do circulo do w, primeira Y ne em loo, primeiro do duplo circulo, pp ux ava da pi serpente da cruz na tola da ola e di da spa ra av da ava primeira do ix na do primeiro cruz r a c e príncipe ad circulo de ba, primeira vermelha no f un dia do circulo ne g ro, e primeiro da c ac, cruz no circulo português de cruz do rá serpente de primeiro ar em éter da pa do ra do duplo circulo do este.

Inglesa cruz na rav do rato av primeiro ai muito dia primeiro ne ss e circulo lip, li talho e mage en serpente do f ot os da see serpente ua da me ni nice em angola, e primeira cruz vaso do barão, primeiro maior vaso ad circulo t ub arão q ue mu it circulo ab ria a serpente ua bo ca.

no texto que escrevera na noite anterior, surgira a metralhadora do costume, a que na prisão ouvi chamar de costureirinha acompanhada da explicação, que era tão boa, em seu disparar, que fazia uma perfeitinha linha tipo costura, como uma maquina de costura, e de repente realizei que os buracos nos painéis era a linha feita pela klasnicov, e o sangue a sua volta, remeteu-me sem grande duvida para o atentado e a grande desgraça de beslan.

Fazia-se assim a ligação com o palácio da ajuda.

Espanhol circulo e rato da vera co serpente cruz do ur rei ro d o vi ari a nacional homem primeiro ac mp anha da pe r fe it no homem as pai serpente ne is do kapa primeiro às nico vaso, circulo do pa do ra segundo da espanhola lan ss em pal ac acacio cio

no texto quadrado ue espanhol circulo e rato vera na no ite ante rio rato, serpente ur do gi ra a met ra primeira homem da hora a dora do co serpente a cruz do vaso st me, a q ue na pr i s ão circulo vaso vi chama rato de co s t ur rei rn h a ac mpa muito homem ad a da ex talho do li cação, quadrado ue e ra tão na boa, quadrado ue serpente eu da di spa rata do ar do forte a z ia, primeira pe r fe it em homem as li muito ha cruz ip, circulo co st ur a, co mo primeira ma q u ina de co s t ur a, e de r ep en te rea lize e quadrado ue os segundo ur ac os no serpente pais ne is e ra a linha fe ita pela k la s n i co v, e circulo sangue as ua vo primeiro ta, rato e met europeu inglês me serpente em gata ra muito d e, dia vaso vida circulo da pa da ra circulo a ten t ado e a g ra muito de d es g raça de segunda espanhola lan.

F a z ia inglesa se à ss em primeira li gata ac são com, circulo pal primeiro cio da Ajuda.

O tubarão do palácio da ajuda, que terá feito o tal ritual do loop, a partir da minha obra na capela, o video que fiz para a exposição lápis lazuli da maria sobral, e que depois mais tarde ela me contou ter alguém de lá feito o que ela disse ter sido um concerto à porta fechada, certamente que a porta terá estado fechada, o tipo de concerto que lá se fez, é que me levanta como já me levantou, mais duvidas., o john wayne do palácio da Ajuda, o loop, a costureirinha a disparar em beslan e a imagem desvelada uma noite na escola dos olivais, da existência de duas varetas, uma vermelha e preta outra preta e branca, um orifício no muro com um arame que o dividia, e que remetia em sincronicidade temporal com um gravura que fora publicada numa colecção do dn, sobre o ilusionista, o que vestia de vermelho e negro, e a corrente do ar, que fora artificialmente provocada, provavelmente pelo uso dos sistemas hi fi associado a práticas ritualísticas e que fizera das traves do telhado cair os explosivos que ai se encontravam colocados e ao explodirem, deram origem a uma das mais horríveis tragédias, se não a mesmo a pior, no decorrer da parte terceira da mesma e sempre guerra mundial, quando ele atinge tal patamar.

V e r são sin o pt ti tic a

Pal cio la pi serpente da ala do zorro do vaso di do li, primeira do porto do pi da serpente do serviços de informação da ala a z u li, az vaso li, do lápis da serpente do porto dos serviços de informação mação em porta são da ala azul do vaso do li,

Pal cio primeiro porto informações sa primeira az vaso li maior sis t ema in for mações au t o es t ra da do gume primeiro e b v a anta jo muito homem muito pal da pa do ac do cio primeiro homem da j vaso da co st u rei rn homem ab es primeiro ane no it rato e ex is tê circulo ni primeiro ori fi cio mn ur circulo da di vi, di circulo do sin circulo ron i ca dad e co primeiro e são a rti fi ca l homem inglês da te do is t emas ratas it ua primeira is tic as ho rr ive is cruz ra gato, é dias,


O da cruz do submarino do vaso do barão do pa l cio da ajuda, q ue te rá fe it o o ta l ritu al do l oo p, a par tir da min h a o br a na capela, o v id e o q ue fi z pa ra a ex po si ção l ap is a la z u li da maria sobral, e q ue d ep o is maior si t arde le maior c on t o u ter al gume de lá fe it oo q ue e l a di s se te r sid o primeiro c on ce r to à porta fe cha ada, c e rta m en te q ue a porta te rá es t ad o fe ch ad a, o t ip o de c on ce r to q ue lá se fez, é q ue me l e b v anta co mo j á me l eva n t o u, maior is d u vi d as., o jo n h n w a y ne do pa l ac cio io da a h ju d a, o loo p, a c os t u rei rn h aa di spa ra r em b es l ane a i mage m d es v e l ad o primeira no it r e na es co la dos o li v ais, da ex is têc ni a de duas varetas, uma vermelha e pr eta o ut ra pr eta e br anca, primeiro ori fi cio no mn u ro com um ar am e q ue o di vi di o, q ue reme tia em sin c ron ica dad e te mp o ra l com um g rav ur a q ue fo ra pub li c ad a numa co l e ção do dn, s o br e o i lu sio ni s t a, o q ue v es tia de vermelho e negro, e a co rr ente do ar, q ue fo ra a rti fi ca l m en te pr ovo c ad a, pr ova v e l m en te pe l o us o dos is t ema s hi fi as soci ad o a pr át i ca s r it ual is tic as e q ue fi ze ra das t rave s do te l h ad o ca i r os ex p l os ivo s q ue ai se en c on t rava m co l o ca d os e a os ex p lo di r em , d e ram ori g e m a uma das mais h o rr ive is t ra g é dias, se n ão a me sm o a pi o r no d eco rr e r da pa rte te rc eira da me sm a e se mp r e g eu r ra m un dia l, q ua n d o e l e a t in ge ta l pat am ar d o mar.


Azul é do futebol clube do porto, ou dos monárquicos, devendo ser pelo menos do segundo a atender que a exposição do lápis lazuli foi feita no palácio da ajuda na capela do rei, que a maria sobral mendonça trazia ligação à casa real, tendo eu exposto a video instalação no espaço da sacristia, poderá tambem ser do futebol clube do porto, se é que um monárquico será maçon, possível, mas pouco provável, mais provável é ser um espião de uma causa na outra


Az vaso primeiro é primeira do porto do talho do is lazuli pal ac primeiro cio po de ra mo n ar q u i co am ç on, po ss ive l, por v ave l, maior si pr ova v el

Az vaso primeiro é do f ut e bo primeiro do circulo primeiro do submarino do vaso segundo, ub, e do porto, circulo vaso dia os mo muito ac ár q ui co serpente, dia eve mu it o do ser do pe l o me no serpente do segundo a ten der q ue a ex po si ção do primeiro do porto, ap, is lazuli fo e fe ita no pal ac cio da ajuda na capela do rei, q ue a mar ia s ob br a l m en d onça t razia li g ac a são à c asa rea l, ten d o eu ex po s t o a vi deo ins tala ção no espaço da as cris tia, po de ra tam b em ser do futebol clube do porto, se é q ue primeiro mo n ar q ui co se rá am ç on, po ss ive l, maior serpenet do po u co por v ave l, maior si pr ova v el é s e rato primeiro es pi ão da primeira circulo au sa na circulo ut ra

Do circulo do maior do sistema de informações da estrada nacional do porto lisboa, A1, primeiro E e segundo vaso da anta, o jo muito homem de muitas palas do alimentação corrente continua de muitos cios a mu tio serpente, homem primeiro príncipe da costureirinha, co serpente da cruz do rei da rodoviária nacional, primeiro a bes lane da primeira ane, no it do Rato E ex is tê maçónica, ou cruz num maçon de grau E , técnica do circulo do ni do ia , ori do fi do cio do fic no mn ro circulo do ur da di vi dio do sin do sincro do ro nica do pai E co primeiro e da são ar a rti fica primeiro homem inglês ente de teresa do is da serpente à cruz da emas da uni v eri s dad e do abe ab e rte ritu ual siti ca s , ou rato it do vaso ual do li serpente ti do ka serpente hor rato quarto da ive is

Espanha cruz primeira do rda ro do vi da aria da tê maçónica, sin circulo do ro it


Do cir c u l o do maior do sis t ema de in for mações da es t a rda na cio na l do porto lis boa, A1, pr i me i ro E e se gun d o vaso da anta, o jo mu it o homem de mu it as pal as do ali m en tação co rr en te c on tin ua de mu it os cios a mu tio serpente, homem primeiro p rin c ipe da co s t ur rei rinha, co serpente da c ru z do rei da ro do vi aria na cio na l, p rim e iro a bes lane da primeira ane, no it do Rato E ex is tê maçónica, o u cruz primeiro maçon de grau E , té c ni ca do cir c u l o do ni do ia , ori do fi do cio do fic no mn ro circulo do ur da di vi dio do sin do sin c ro do ro nica do pai E co primeiro e da são ar a rti fica p rim e iro homem inglês ente de teresa do is da serpente à cruz da emas da uni vaso do eri serpente dad e do abe ab e rte ritu ual siti ca serpente, o u rato it do vaso ual do li serpente ti do ka serpente hor rato quarto da ive is

Curiosamente, como é sempre o propósito, especialmente para quem é versado nas matérias de inteligência, putin, passara pelo oceanário, duas fotos dele apareciam no jornal, uma onde ele observava um tubarão e outra onde observava os peixinhos, como que dizendo, entre os peixinhos, quem será o tubarão, por cima da foto do tubarão, o miguel sousa tavares em grande destaque numa foto a propósito da apresentação do seu novo livro, seria a sugestão, de que o miguel porventura seria ou melhor, fora o tubarão, a ver vamos.

Circulo do ur isa do homem inglês da teresa que mente, pr circulo do po si cruz no circulo, espanhol pe cia primeiro e mn teresa f oto de j p do rna primeiro, em serva vaso primeiro a pr circulo do ac pó si vaso da cruz circulo li vaso reo, ee espanhol mu gato vaso el ave rato miguel s tavares

C ur isa men te, co mo é da se do mp ar rato ra e circulo do pr do circulo uk do po si da cruz circulo, e spa n hol pe cia primeiro e mn te pa ra q eu maior é vaso e rato do sado muito as mat, é ria serpente de intel i g ên cia, talho vaso da cruz em, pa ss a primeira ra do pe primeiro circulo do oceanário, do as f oto dia ep primeiro e primeira par e cia mn circulo jp rna primeiro da, primeira onda e l e ob s e r v ava primeiro tubarão e o u t ra onda on s e r v ava os pei xi n ho s, co mo q ue di zen d circulo, en cruz rato e os pei xi n h os, q eu maior se rá circulo da cruz do vaso do barão, português circulo e maria da f oto do tubarão, o mig u el s o usa t ava rato espanhol em gata do ra mu it o d e d espanhol ta q ue mu it o primeira f oto a pr o pó si ut o da ap r e s en tação da serpente eu de muitos ovo do li vaso reo, se da ria e espanhol esa primeiro a serpente do vaso g es tão, de q eu circulo da mu g u el por v en t ur a se ria o u me l hor, fo ra o t u barão, ave rato vaso am o amos.

Conta-se que em mafra, no palácio, existem túneis que dão á ericeira , por onde uma vez a família real escapou e foi dar a praia onde o esperava um navio inglês, que honrava assim a antiga aliança e que hoje, ou melhor desde há algum tempo, os túneis se encontram cheios de ratos e ratazanas e ouvi mesmo dizer num exagero de um praça que alguém lá teria visto um dia crocodilos ou outros estranhos animais, não que um crocodilo seja um estranho animal, mas sim seria estranho um lá habitar em tais condições

Pa do pal do primeiro cio, cruz un vaso ne is do fa da mila me primeiro ho serpente da cruz un e is c roco di loo cruz ai us tais circulo em di circulo serra da onda sobre o sic ru l o espanhol

Circulo em cruz primeira do homem inglês da se do quadrado ue em mafra, no pal cio, ex iste maior cruz do vaso da ne is quadrado ue dão ac á eri da ce do ira, por onda do primeiro vaso e za fa mila real espanhol capo vaso e fo e dia ar primeiro a pr aia onda circulo espanhol pera vaso primeiro na vi circulo inglês, q ue ho muito rato ava as serpente em primeira antiga ali na ça e quadrado ue homem oje, circulo vaso me do primeiro homem os dia espanhol há al gum da teresa do mp circulo, os cruz un e is serpente en circulo em cruz ram che io serpente e rat os e rata z ana se circulo vaso vi me sm circulo di ze rato no primeiro ex primeira do gato do ero do primeiro pr ac ça quadrado ue al gato vaso avo é ac lá da te ria vi serpente da cruz co circulo primeiro dia circulo do roco di primeiro os circulo vaso do circulo ut ro serpente espanhola cruz ra mu e ot ho s anim ais, muito cão quadrado ue primeiro circulo roco di loo seja primeiro espanhol cruz ra muito ho anim a l, maior serpente si maior da se da ria es t ra muito ho primeiro lá homem abi cruz ar em ta e us circulo on di ç õ es

Contudo a mim, parece-me que na ajuda, existem mais ratas e ratazanas, tubarões e crocodilos e outros diversos animais, do que é provável em mafra encontrar, pois sempre com eles ao longo dos anos, talvez décadas com eles me cruzei, pois como todos sabem, calha lá serem as instalações do ministério da cultura.

Pa do ar do par da ce do homem inglês da me mai ro si, ex it em cruz do vaso do bar õ ee da pr ova vasp e primeiro do dia e ca dia às

C on t u do a mim, par ce inglês me maior si q ue na Ajuda , ex it e maria maior is ratas e rata z ana serpente da cruz do vaso submarino do bar da onda sobre o circulo e l ec t ric o e circulo roco di primeiro os e circulo vaso da cruz ro s di v e r sos anim ais, do que é pr ova v el em mafra en c on t rato ar, po is s e m p rato e com e l espanhol ao l on g o dos anos, ta l vaso e z década serpente com e l espanhol me c ru ze e, po is co mo t odo s s abe maior ca l ha lá se rato em as ins tala ç õ es do mini s t ac eri o da c u l t ur a.

E ainda em dia recente ao arrumar meu estúdio, dei com uns diplomas do seja, que foi uma espécie de concurso de novos valores, assinado por um senhor da salvo erro, por um senhor secretaria de estado da cultura e o xavier barreto do clube das artes e ideias, que depois de o novo ver, o papel, me evocou antigos perfumes, onde o tal senhor seria peça charneira na senha persecutória, com interesses vários avariados que sempre me moveram, sobretudo para melhor me poderem vampiriza criativamente, existindo toda uma rede montada de vampiros chupistas que me tem chupado e sendo que os que se encontram em postos maiores e elevados no castelo do dracula, se encontram ricos cheios de grana, bago, vulgo pilim, a este assunto ainda voltarei em maior detalhe que não é ainda neste preciso momento deste preciso texto, o seu lugar

E ai n d a em dia r e c en te ao ar rumar me u es t u di o , dei com un s di p l o maior s do seja, q ue fo e primeiro es pe cie de c on c urso de n ovo s va l o r es, as sin ad o por um s en hor da s alvo e r ro en tão secreta ria de es t ad a da c u l t ur a, q ue de po is de o n ovo v e r, o pap e l, me evo c o u ant i g os pe r fu m es, onda o ta l s en hor se ria talho eça ch ar ne ira na s en h a pe r s u ac coto ria, com in te rr es v ari os aa v ria d os q ue s e mp r e me mo vera m, s o br e t u do pa ra me l hor me po d e r v am pi r iza ar, c ria t iva m en te, ex is t indo t o da primeira red e mo n t ada de v am piros ch up ista s q ue me tem ch up ado e s en d o q ue os q ue se en c on t ram em po s t os maior si e l eva d os no castelo do dr ac u la, se en c on t ram ric os che is de g rana, ba g o, v u l g o pi lim a este as s un t o ai n d a vo l t a rei em maior d eta l he q ue n cão é ai n d a ne s te pr e ciso mo n en t o d este pr e c is o texto, as s em se o de seja,

O urso da antiga secretaria de estado da cultura do grupo dos vampiros que se montou para me chuparem ao longo da vida e serpente da primeira eva do castelo do dracula, ser ep da net da primeira eva do castelo do dracula do rei cão da poia

O ur s o da antiga secretaria de estado da cultura do g rup o dos vaso maior da vamp do pi da manhã, rato os q eu da se mo n t o u pa ra me ch up a r em ao l on g o da vida e serpente da primeira eva do ca s telo do dr ac u l a, ser ep da net da primeira eva do ca s telo do dr ac u la do rei cão do po ia

E relacionado, ou melhor identificado com a poia que apareceu nas colunas do arco, quando dos acontecimentos de myamamar, e do falecimento do teodoro, donde com estes eventos relacionado


E se bem que vampiros sejam uma família como todos os seres, composta por vários ramos, na verdade o que se passou em beslan, visto nesta luz e a esta luz, foi tambem um acto de vampiragem de grande dimensão, pois se bebeu o sangue de muitas crianças, que como todos trazem sabido, é sangue forte, pela sua natureza energética, por ser jovem e cheio de vitalidade que é outra palavras para energia, e da mesma forma, um acto de vampiragem na sua essência é sempre um mesmo, ou seja, quem o faz em determinadas áreas da sua vida, mais provavelmente o fará em outras, pois as áreas não são separadas e a espinha de um homem ou de um vampiro homem, se tal se o pudesse chamar, não varia assim tanto depois da sua formação, que acontece geralmente em sua coluna principal até ao cinco anos, e que não desdita que a vida seja tambem e sempre continuo crescer.

F da am e li primeiro em duplo circulo dia os vaso si ari os ne serpente da cruz, a primeiro uz , vaso do zorro po e circulo da ria sn ça serpente ene rato gato da eti ca, vaso it primeira a li ad e fa az ar e às maior do si primeira rea serpente da se do rap ad a serpente e spa n halo do pei muito homem as po de serpente da ss se gato e ra primeiro de mn da teresa

E se segunda em quadrado ue vaso da am dos piros do Seja maior primeira família co do mo da cruz do circulo duplo do sos seres, co mp os cruz primeira porto português vaso ari do os ramos, no vaso e rda pai do circulo quadrado ue se pa ss circulo vaso em beslan, vaso is cruz circulo ne serpente a cruz primeira e primeira uz e primeiro est a primeiro vaso do z, fo e tam segundo em primeiro ac cruz do circulo do vaso da am pira gato em gato ra muito da dimensão, di homem da inglesa são po e se b e b europeu circulo sangue de mu it as circulo da ria sn ça serpente, quadrado ue do co do mo da cruz do dia do duplo circulo da serpente cruz no ra ze maior sabi dia circulo, é sangue do fo rte, pe primeiro as ua nat ur e za ene rato ge t i c a, português ser vaso em ec che io do vaso ita li ad e quadrado ue é circulo vaso da cruz do ra pal av ra serpente da par primeira de ene rato gi primeira, e da me sm primeira do fo rato maior, primeiro ac cruz circulo do vaso da am pira gato em e na serpente ua espanhola serpente maçom inglesa cia é se do mp rato e primeiro me sm circulo, circulo vaso Seja, quadrado ue mo do fa az em dia et e rato da mina dia as ar e as da serpente ua vaso ida, maior si pr ova vaso e primeiro homem inglês da te circulo do fa do rá em circulo vaso da cruz ra serpente, po ia as a rea sn cão da são se rap ad as e primeira espanhola pe e muito homem as do primeiro homem do circulo do vaso do primeiro vampiro homem, se do ta na primeira se circulo po dia espanhol serpente e chá da ch da am ar, muito cão vaso aria as serpente em cruz ant circulo de po is da serpente ua for mação, quadrado ue ac on te da ce gato e ra primeiro e mn te em serpente ua co primeira una do pr em cip em al, é ao circulo em co primeiro no serpente, o q ue muito cão dia espanhol dia it aqui da ue primeira do v i da seja tam segundo em e se mp rato e circulo em cruz em vaso do circulo crescer.

O homem do seja é continuo do outro, o principal vampiro e angulo do seio do puxador, apontado a meu peito

O homem do seja é conti muito vaso do circulo uk do circulo do vaso da cruz do ro, circulo do talho do rin da cip primeiro av da am do pi ro e angulo da se io do talho do ux ad or, porto em cruz ad, circulo am eu pei cruz do circulo

Já neste livro, dei conta de acontecimentos mais recentes no palácio com algumas das suas moradoras ratazanas desde contínuos a ministros passando por muitas tias e tios que sempre lá vi a tomar chá e a receberem bons ordenadas para o pouco que em termos de política cultural se tem feito em portugal, ao longo deste trinta anos a contar no vinte e cinco de abril de setenta e quatro, é caso para dizer com dizem as gentes em modo vernáculo, que mudam as moscas mas a porcaria se mantém, se bem que aqui parece tambem não se mudarem assim tanto as moscas, as vespas várias , crocodilos e outros animais e será sempre bom de recordar que animais e de animais temos todos nó sempre um pouco
Ac on te cie mn cruz os pal ac acacio cio ua serpente as, primeira ra cruz az ana serpente do sin c ron is mo circulo on cruz e muitos vasos so circulo serpente mn ui cruz as da cruz dos remo da serpentes poli tic a ac co em co vaso e rna circulo do vaso do primeiro do circulo homem inglês te maior e bo maior dia

J á n ne espanhola te do este li v ro, dei c on t a de ac on te cie mn t os maior is r e c en t es no pal a cio com al gum as das ua s mora do ra s a ra t az ana s d es d e c on t i n u os a mini s t ro s pa ss na d o por mn ui t as ti as e ti os q ue se mp r e l á vi a tomar chá e a r e cebe r em bo ns o r dena d as pa ra o po u co q ue me t remo s de po l it ica c u l t ural se te m fe it o em portu gal, ao l on g o d este t rin t a a no s a c on t ar no vi n te e co in co de ab r i l de set en t a e q ua t ro, é ca s o pa ra di ze r com di ze m as g en t es em odo v e r na c u l o, q ue mu dam as mo s ca s maior sa se man t em, se b em q ue aqui par e ce tam b em n cão se um da r em a ss em t ant o as mo s ca s, as v e spa s v árias , c roco oco di primeira os e o u t ro s anim ais e se rá s em pr e bo m d e record ar q ue anim ais e de ani maio is t emo s t odo s nó s e mp r e um po u co oco

Recordo mesmo de uma guerra que aqui foi relatada, com uma senhora que um dia encontrei, que era creio que a directora do museu e que trazia nesse dia em que com ela me cruzei, um lagarto verde na lapela que parecia um crocodilo, e me tentaram , assim me pareceu e assim o julguei, me levar a entrar nessa guerra, coisa que não fiz, exactamente por o ter percebido, mas relembro que curiosamente respondi a maria sobral mendonça, sobre o que ela me tinha perguntado, e que era metafísica e não só questão relativa ás virtudes cardinais e de que forma os seus quadros a ela respondiam, porque o fulcro aparente da guerra era a senhora acusar a maria de ter faltado ao prometido que seria uma contrapartida pela cedência e qualquer apoio a exposição, da realização de um quadro sobre as virtudes, coisa que ela em particular não fizera, alias de virtudes com a maria, estamos conversados, porque passado este tempo todo, mais de dois anos, assim de memória creio, ainda não recebi um tostão que seja pelo trabalho que fiz e continuo sem a menor explicação e bem falta neste momento me fazia para poder arranjar um dente que me dói há mais de duas semanas, entre outras precisões, que me faz lembrar a canção da ilha, do tesouro, uma outra exposição da gulbenkian, que tambem agora me apareceu de novo numa visão que nasceu da constante nota de quinhentos escudos portugueses constante e interventora nesta história toda

Da senhora do lagarto verde na lapela que no primeiro instante de a ver, me parecera a mãe da teresa carvalho, recordo, no final da montagem, a aparição, histérica, por ali fora entrando, tambem não abonou muito em seu favor, se bem que tecnicamente tivesse razão, na demanda face à maria sobral

Gata europeia e rr primeira rato e primeira em dia primeiro inglês circulo em te e j vaso primeiro gato eu e ex cat am da inglesa te rato e primeiro ee maior br circulo da ur isa do homem inglês que mente da te do met, primeira f isi ca e muitas ondas da serpente, rato ep do pn da te do circulo car dina si gato eu e ra e ra às na inglesa hora ac em cruz rap ar t ida ce den cia par ti circulo ual rato am ria, me mo ria r ex li cação e vaso segundo em dia oi do duplo circulo dão do vaso da cruz do ra serpente pr e ce s õ es, gato do vaso primeiro bem kapa do iam, ap rato e c eu em teresa vaso inglês da cruz iva


Record circulo da me sm, circulo da primeira gata eu e rr primeira quadrado ue aqui do fo e rato e primeira at dia primeiro com da primeira serpente inglesa hora quadrado eu primeira do dia, inglês circulo em te e quadrado ue e ra circulo do rei circulo quadrado ue primeira di ar e c tora da mu serpente eu e quadrado ue da cruz da razia ne ss e dia em quadrado ue com e primeiro e me do circulo da ru ze primeiro lagarto verde na primeira do porto e primeira quadrado ue par e cia primeiro circulo do roco di primeiro circulo e me tem cruz ar em as serpente em me par e circulo eu e as serpente em circulo da j vaso primeiro do ge ui da me primeira eva ra inglesa cruz rato ar ne serpente sa g eu rato ra, co isa q ue muito cão fi z, ex cat am en te português duplo circulo da ter pe rato cebi da maior serpente rato e primeiro ee maior br circulo cc q ue circulo ur da isa do homem inglês te rato espanhol talho em di primeiro mar ia serpente do circulo do br al do inglês don ça, serpente circulo br e circulo q ue e primeiro e me tinha pe rato gun cruz ad o, e q ue e ra met eta fi si cp rim e ira inglesa onda ao s o s ac ao ó q u est ão rato e primeira cruz iva ás vi rato cruz do vaso dia espanhol carro da dina si e do q ue fo rato maior os se us q ua dr as primeira e primeiro ar espanhol talho em d i a m, português q ue circulo do fu primeiro da di do co do circulo ro a pa rente da gato eu e ra e ra primeiro da serpente da en hora ac usa ra do mar ia de ter e za fa primeira cruz ad circulo ao pr circulo met id o quadrado ue se ria primeiro ac on cruz ra par t ida pe primeira ce den cia e quadrado ual quadrado eu do rato porto circulo e vareta do circulo primeiro ex po si ção, da real iza ção do primeiro quadrado da ua dr do duplo circulo da serpente do br e as vi rato cruz do vaso dia espanhol, co isa q ue e primeira em par tic ual ro d o vi aria na cio na primeira muito cão do fi do ze ra, ali as de vi rato cruz do vaso dia es com, primeira am ria, est am os circulo em vaso e rato sado serpente portuguesa quadrado ue pa serpente sado este te mp ot dia do duplo circulo maior is de dia circulo is a no serpente, as serpente em dia me mor ia circulo rei, circulo, ai muito dn cão rato e ce bi um primeira cruz os tão q ue seja pe primeiro circulo da cruz do ra segundo do alho quadrado eu do fi ze conti muito vaso circulo da se maior me no rato ex li cação e vaso segundo em fa primeiro da cruz a ne s t e mo maior en cruz do circulo da me f az ia pa ra po e rato ar ra muito j ar primeiro den te quadrado ue me d o vaso do ar da eta há maior is de duas serpentes ema manas, en cruz rato e duplo circulo da u t ra serpente do pr e circulo da vareta serpente da onda sobre o circulo espanhol õ, q ue me f az primeiro em br ar a can ção da ilha, dia circulo te serpente circulo do ur, circulo uma circulo do vaso da cruz do ra ex po si ção da gato do vaso primeiro bem kapa i am, q ue tam segundo em agora me porto rato ec eu de muitos ovos muito primeira da visão quadrado ue muito as circulo eu da co ns cruz ante muito ota de q ui muito he muitas cruzes no circulo do os es circulo do vaso dia os por cruz vaso gato eu serpente espanhola circulo em serpente t ante e em ter vaso en da cruz do iva, ne serpente do ta ao homem is cruz do tor do ac circulo pelo rato ia cruz circulo sa sat circulo dia primeira

Desta vez, na noite em que a exposição abrira ao publico em forma gratuita e graciosa, o encontro com os tios e as tias animais de pele dura como crocodilos e os elefantes, se dera exactamente na asa vermelha do alicate , a da direita que faz rampa a subir para as escadas da porta da entrada da exposição,

Para alem do encontro com outra personagem lá dentro, na ala dos trenos.

A mala do persa, persi bag em, vagem persi, o treno

Ex po is ção ex cat am muito te ali dc a te e serpente ub bo rato pe rato da serpente si ba holandesa iba ge mba gato em,

Dia est primeira vaso e z , na no ite em q ue a ex po is ção ab rato ira ao publico em fo rato mai ro da gata ratui cruz primeira e g ra cio sa, o en c on t ro com os ti os e as ti as do anim ais de pe l e d ur a co mo c roco di l os e os e l e fan t es, se d e ra ex cat a m n te na asa vermelha do ali dc at e , a da di rei t a q ue f az ra mp a a s ub or pa ra as es ca d as da porta da en t ra d a da ex po si ção,

Pa ra a l em do en c on t r o com o u t ra pe r si ba ge m l á d en t ro, na a l a dos t reno s.

A ma l a d o pe r sa, persi ba g em, v a ge m persi, o t reno

vinha eu saindo da visita, descendo a rampa que se encontrava obstruída, a meu lado direito, um homem de costas voltado para a frente, meio metro abaixo, uma senhora no meio da rampa tambem de costas, e na sua frente desenhado um triângulo com o vértice a mim apontado mais dois homens, em amena cavaqueira, parei ao lado do primeiro, o mais perto, talvez por trinta segundos, na esperança, que os cascas grossas, percebessem que estavam a parar a passagem, e como tal não aconteceu, com voz elevada lhes disse, com vossa licença, assim as mosquinhas cegas deram conta, se afastaram como um pulo para o lado e eu passei, caminhei até a paragem do autocarro sessenta, onde um rapaz me confirmou que a carreira já estava fechada e assim caminhei de novo como fizera depois do almoço da ajuda até minha casa.

Vi na h ob s t rui da di rei do rato da cruz no circulo da fe ro d o vi aria na cio na l da te da cruz na rai muito ad primeiro circulo vaso e rato ti da ce maior da si espanhola par na ça, ao cn da teresa ceu, primeiro e homem s m circulo serpente pen ene da teresa quadrado ui muito homem as circulo ega serpente esta vaso primeiro a fe ch ad primeira

vinha eu sa indo da vi serpente rp cruz primeira eu ad espanhol circulo inglês dia circulo a ra mp primeira aqui do quadrado ue da se inglesa do circulo em cruz do ra vaso primeira rave tam pão ob serpente da cruz do rui da primeira me vaso pro primeiro ad circulo da di do rei rato da cruz do circulo, do primeiro homem dec os cruz as vo primeira cruz no ad circulo da pa do ra a fr inglesa ente da te, me io do met ro ab ai xo, primeira serpente da inglesa hora no me io da ra mp a tam segundo em dec os cruz as, e na serpente ua da fe ro do vi aria na cio n al da te da serpente inglesa homem ad circulo cio na primeira cruz rai na do vaso primeiro circulo com, circulo v e r ti ce a mim porto em cruz ad circulo do is ho m en s, na am e na circulo av aqui do q eu ira, pa rei ao primeiro ad circulo do primeiro maior si e primeira eva da cruz alve z portuguesa cruz do rin da cruz primeira se gato un dia os, na es pa ra muito ça, q ue os ca s ca s g rossa s, pe rc e be ss em q ue est ava am primeira par a ra primeira pa s sa gato em, eco do mo ta primeiro muito cão ao can al teceu, com vaso oz e primeira eva da primeira e homem serpente da di serpente da se com vo serpente sa li c en ça, as serpente em as mo serpente quadrado dos ui muito homem as circulo e g a s de ram circulo em cruz primeira, se af as cruz a ram co mo primeiro talho do vaso do primeiro do circulo da pa ra circulo primeiro ad circulo e eu pa s se e cam em hei primeira rat cruz, é a pa ra gato em dia do circulo au to carro se ss en t a, onda primeira rap az me c on fi rato mo vaso quadrado ue primeira car rei ira j á esta vaso a fe ch ad a e as serpente em circulo ami mu it circulo hei de muitos ovos do co do mo do fi do ze ra dia ep circulo is da au to es t ra d o li s bo a porto moço da ajuda em, é min homem do ac asa.


Se há coisa que me chateia, são os tios e as tias na aparência muito bem educados, alguns moradores aqui ao perto no bairro de campo de ourique, que é tambem o bairro do miguel sousa tavares, muitos cheios de ares e ventos e de si mesmas, se soubessem em verdade o que quer dizer tal conceito, e depois demonstram uma falta de atenção, uma pele grossa e insensível as vibrações de quem chega, e trazem comportamentos de profunda má educação considerando a melhor nata do melhor queijo e cegos, pelo menos três deles estavam no meu eixo de visão, ou seja estavam-me a ver e a fazer de conta que não viam, se o tempo fosse o dos palácios, umas vergastadas, talvez resolvesse o problema, mas vergastar não torna ninguém mais inteligente, se fosse essa a questão

A par do porto pa do ar da en cia primeira gato vaso maior as do vaso do ba is rato ro demo sn cruz a primeira ram in ss ne serpente ive primeiro vi bra serpente do circulo da serra de corte das ondas sobre o circulo espanhol, circulo do onze do circulo maior do pr ota, do circulo da cruz primeira no homem en cruz os edu e cação o us e j a pal primeiro ac cio serpente, ni muito gato eu m maior si

Se há co isa q ue me chá da teia, são os ti os e as tias na a par en cia mu it o segundo maior em e ducado serpente, e mor ad o ra s l a g u mas de l a aqui a pe r t o no bairro de campo de ourique, q ue é tam segundo em o vaso do ba is r ro do miguel sousa tavares, e mu it o che ia s de ar es e v en t os e de si me sm as, se s o ub e s s em eme v e r dad e o qu e q eu r di ze r ta l c on ce it o e d ep o is demo sn t ar am primeira fa l t a de a ten ção, primeira do pe l a g rossa e in ss ne s ive l as vi br as ç õ es de q eu maior chega, e t ra ze m co mp rota m en t os de pr o fun d a má edu i cação c on sid e ra n d o a me l hor na ta do me l hor q eu i jo e c ego s, po is pe l o m en os do is de l es est av am no me u e ix o da visão, o us e j primeiro me est av am a v e r e a f az e r de c on t a q ue n cão v iam, se o te mp o fo ss e o do s pal a cio s, primeiro v e r g as t ad as, ta l v e z r e sol v e ss e o pr o b l ema, maior serpente v e r gás t ar n cão to rna nin g eu maior si in te li g en te se fo ss e es sa aqui do eu s tão

Pois na realidade eu saia por onde entrara, ou seja de repente pareceu-me que haveria ali um velado propósito mna esperança que eu saísse pela outra asa do alicate vermelho que estava ali montado, o que me poderia, ou melhor, pelos meus próprios passos daria função ao alicate se alguém o quisesse sobre mim apertar

Pr circulo do talho os it, circulo as e av r eta ss e pr circulo p rio serpente al gume primeira a pa e rta rato

Po is na real i dad e eu sa ia p or onda en t r a ra, o u seja de r ep pen inglesa te par e ce u do homem da inglesa me q ue h ave ria ali primeiro velado pr o p os it o mna es pera n ça q ue eu as i ss e pe l a o ut ra az a do ali cat e vermelho q ue est ava ali mo n t ad o, o q ue me po de ria, ou me l hor, pe l os me us pr o prio s pa s sos d aria f un ção ao ali cat e se al gume o q u ise ss e s o br e mim a pa e rta r


Curiosamente o mote fora dado na livraria que estava montada numa sala no final da exposição, meus olhos e minhas mãos olharam os livros, e um deles pelo seu titulo em correlação ao que na exposição pressenti, bem como na viagem e na cimeira, me o fez abrir, curiosamente era publicado pela assírio e alvim, a editora de um dos que já foi, em meu ver de forma abreviada, o herminio, que por sua vez vivia com a rapariga psi do tal grupo da gnose sem gnose, que me quis rotular com uma perturbação mental para melhor me roubarem o filho e lhe partirem o coração, salvo seja de o partirem em sentido literal, salvo sempre ele seja, o do seja, já duvidas trago

bari , segundo aro do quadrado da ua ex po si ção pr es s en ti, cie mira, ari rato, c ur isa m en te o ub li ca do as sírio par tir da dupla dor maior

C ur rio sa m en te o m ot e fo ra dad o na li v r aria q ue est av a mo n t ad o muito do circulo do sala no fi n al da ex po si ção, me us o l ho s e min h as mãos o l h aram os li v ro s, e um de l es pe l o segundo ari de bari, s eu ti t u l o em co r relação ao q ua na ex po si ção pr e s s en ti, segundo em co mo na via g e m e na cie mira, me o fez ari r, c ur isa m en te e ra o ub li ca do pe l a as sírio e al vi m, a edi tora de um dos q ue j á fo em me u ver de fo r ma ab br e vi ad a, o her mini o, q ue po r s ua v e z vi via com a rap ari g a ps i do ta l g rup o da g no da se da se maior g n o se q ue me q ui s ro t u l ar com primeira pe r turba ção m en ta l pa ra me l hor me ro ub ar em o fi l ho e l he par tir em o coração, s alvo seja de o par tir w m em s en t ido lite ra l, s al v o se mp re e l e seja, o do seja, j á d u vi das serpente da cruz ra g o


Seria então em bari que estaria o mecanismo oculto para apertar o alicate e tambem o facto de ser em bari evidenciava o elo antigo, do tal homem ligado ao seja, o da então secretaria de cultura, dos encontros internacionais de jovens criadores onde eu fora como representante de portugal na minha área, e do homem que agora será do ministério da cultura, engraçado o que se vais descobrindo à medida que se escreve, se se escrever em verdade dentro do nosso coração

Es t ari do fa do circulo ti do ba rim do jo vaso e maria sobral sin c ron is mo da ria do rato da sa rea, min si te dp rio se

Se ria en tão em bari q ue est ari o meca ni sm oo c u l t o pa ra ap e rta r o ali cat ee tam segundo em o fa c ti de ser em ba rim evi den cia ava o e l o ant i g o, do ta l homem li gado ao seja , da en tão secreta ria de c u l t ur a, dos en c on t ro s in te rna cio n ais de jo v em s c ria do r s onda eu do fo ra co mo r ep r e s en t ante de portu gal na min h a a rea, e do homem q ue agora se rá do min si te rio da c u l t ur a, en g ra ç ad oo q ue se v ais d es co br in dia do o Á me dia do q ue se es c r eve, s es e es circulo r eve r em vaso e rato dad e d en cruz ro do no s s o co ra ção

Era um livro de capa vermelha cor de sangue e seu titulo a ele, o sangue remetia, de uma poetisa russa, abri ao calhas, como de costume e meus dedos quanto no calhas calham eles serem meus, conduziram meus olhos quanto calha o olhar ser só meu, a um poema que assim rezava em sua alma, ou seja não aqui reproduzido textualmente

Vaso e rato me do circulo da serra ao suíço homem , primeiro ac a co circulo do rato de sangue e circulo do primeiro homem l h as c l a ham, c o on d uz ira maior circulo do primeira kapa do homem do ar

E ra primeiro li vaso ro de ca pa verme do circulo de corte à ch primeira co rato de sangue e s eu ti t u l o a e l e, o sangue re met ia, de primeira poe t isa ru s sa, ab r vaso do ar da eta ao ca l h as co mo de co s t um ee me us de d os q ua n t o no c l h as c l a ham e l es se r em me us, co on d uz ira maior me us o l h os q ua n t o cal h a o o l k h ar ser s ac ó me u, a primeiro po e ma q ue as s em re za v a em s ua al ma, o u seja n cão aqui r ep ro d uz ido te x t ua l mente

Hoje ao daqui saíres, ao desceres a rua, serão trinta e oito as facas que em ti se cravarão, não chegarás ao final do rua, era mais ou menos assim a reza que me saia na rifa, que sendo rifa e não real, visto ter descido e subido e chegado inteiro, teria então que ser lida relativa a outro tempo, um tempo passado, um outro dia, em que trinta e oito facas, não vou jurar que era este o seu exacto numero, mas que muitas eram, eram, como a julio cesar as facadas, talvez no dia do tal ritual a porta fechada na capela real

Serpente aires, em mm primeiro si do dr da vareta do vaso do ar da eta do fa ex cat circulo, ta primeiro vaso espanhol rato do vareta do vaso da cruz na primeira au to es t r ad a, vi a rá pi d a l is boa po rt circulo primeiro

H o je ao dia aqui s aires, e ao d es c e r es a rua, se rão t rin t a e o it o as f ac as q ue em m ti se c rav arão, n cão che g a rá s ao fi na l do rua, e ra maior si o u me no s as s em primeira reza q ue me sa ia na r i fa, q ue s en o dr i fa e n cão real vi s t o teresa d es cid o e s ub ido e che gado in tei ro, te ria do en tão q ue ser l id a r e l at iva a o ut ro te mp o, primeiro te mp o passado, primeiro do o u t ro dia, em q ue t rin t a e o it o f ac as, n cão v o u j ur ar q ue e ra este o ex cat o nume ro, maior serpente do q ue mu it as e ram, e ra maior, co mo a ju l io ce sar as f ac ad as, t a l ve s no dia do ta l riu t a l a porta fe ch ad a na c ap e la real lu gato aa te mp circulo, vaso do ac ao nico

Ou talvez ainda em outro ritual com o mesmo fim, num outro lugar e num outro tempo do mesmo uno e único lugar tempo.

Curiosamente acabou de novo de cair o bico negro da minha cadeira neste preciso momento do escrever ao chão, profético ,sem menor duvida

O u t alve z ai n d a em o u t ro r it ua l com o me sm o fi maior, num o u t ro lu g ar e num o u t ro te mp o do me sm o uno e ú nico lu g ar te mp o c ur i o sa m en te ac ab o u de n ovo de ca i r o bi co ne g ro da min h a ca d eira n e ste pr e ciso mo m en t o do es c r eve r ao ch ão, pr o fe tic o ,s em m en or d u v ida

O outro que reconheci sem reconhecer fora na ala corredor no final da exposição onde fiquei durante algum tempo, onde voltei atrás por mais de que uma vez para ver um determinado quadro que acabei por desenhar no meu caderno, ao lado das notas que na exposição tomei, sempre com uma noção de falta de tempo, ou seja, gostaria eu de a ter visto muito mais tempo, com muito maior atenção, com menos gente, pois aquilo não parou, quando desci, o numero de gente que subia era ainda maior de que quando eu chegara por volta das nove e meia

Re eco c on h ce r maior do si d et re mina d o maior si maior si pa ro ua, emi serpente

Duplo circulo do vasp da cruz dp ro quadrado vaso r ec on h e c i se maior reco n h c er fo ra na al a co r red or no fi n al da ex po si ção onda fi q eu e d ur ante al gum te mp o, onda vo l te e at rá s por maior si de q ue primeira v e z pa ra v e r primeiro d et re mina d o q ua dr o q ue ac ab e vareta por de s en h ar no me u ca de rn o, ao l ad o da s n o t a s q ue na ex po si ção tome e, s em pr e com primeira no ção de fa l t a de te mp o, o u seja, g os t aria eu da teresa vi st o mu it o maior si te mp o com mu it o maior si a ten ção, com me no s gente, po is aqui l o n cão par o ua, q ua n d o d es c i, o nume ro de gente q ue s ub ia e ra ai n d a maior de que q ua n d o eu che g a ra por vo l t a das no v ee emi serpente

Outro poema que tambem no mesmo livro li, rezava mais ou menos assim,

Falava do noite da travessia do abismo, da poeta estar de novo a ele voltar, de voltar a ele com recorrência, sendo o abismo pela nota que acompanhava o poema, o da prisão de um homem que ele conhecia e que teria sido preso durante a noite em sua presença, se bem que a poesia, abra em forma muito mais ampla e sabedora, a noção do abismo, e em verdade, a noite de beslan, foi uma noite em que o abismo mais se abriu, como em outras noites dessa mesma guerra

Maior si F l ava a ele r eco r r en cia, ac o mpa mn h ava ni te em ur maior si am talho primeiro a beslan, o ut ro as no v ar eta it espanhol

Maior si da primeira ava do no ite da cruz da rave e serpente dupla do ia do ab is mo ao abismo, da po eta do ta de est ar de muitos ovo a e primeiro avo primeira cruz do ar, de vo vol primeiro cruz ra a e primeira e com r ec o rr en cia, s en dia do duplo circulo do abismo pe primeira mu it o ota q ue ac o mpa mn homem av a o po e ma, o da pr e são do primeiro homem q ue e primeiro e c em homem e cia e q ue te ria sid o pr e s o d ur ante a ni te em s ua pr e s en ça, se be m q ue a po e s i a, ab ra em ur fo r ma mu it o maior si am p l a e sabe dora, a no ção do ab is mo, e em v e r dad e , a no ite de be s lan, fo i uma no ite em q ue o abismo maior is se abriu com o u t ro as no dupla vareta da cruz e s d es sa me sm a g eu rato ra

E ainda um outro mais no cerne da questão, mais na carne de beslan

Um que inquiria mais ou menos assim e que me inspirou um mesmo perguntar contido neste texto uno, num outro capitulo relativa à sentença que emiti sobre o tribunal de menores no caso do rapto e roubo de meu filho

Era boa a carne que provaste, era tenrinha e delicada, ficaste satisfeito com o que fizeste

Maior si in quadrado eu da ira maior do si em sado maso s o v quadrado vaso ista cir u l o serpente, que é rt pen da ne ten ça e me it vareta do ca ene quadrado da vareta da ue ten rin homem primeira cruz inglesa

E ai n d a primeiro o u t ro maior si no ce r ne da q u estão, maior is na c ar ne de beslan

Primeiro vaso maior q ue in q eu ira maior si o u me no s as s em e q ue me ins piro primeiro em sm o pe r gun t ar c on t id o n e s te te x t o uno, n um o u t ro ca pi t u l o re l at iva à s ne ten ça q ue em e it i s o br e o t rib una l de me no r es no ca s o do rap t o e ro ub o de me u fi l ho e ra bo aa ca ene q i ue pr ova s t e, e ra ten rin h a e d eli c ad a, fi do cast e sa ti s fe it o com o q ue fi z e s t e

Em verdade naquele pequenino livro que mão inteligente como pescador que coloca o bm isco depois de saber qual ele é, e fica a espera que o peixe morda, ia ao centro da questão da tensa cimeira, ou seja da questão que ainda não se encontra totalmente esclarecida e que eu prometi a Deus em Deus e Pelo Amor de Deus do Amor, tentar esclarecer na medida extensa que me fosse possível, e esse compromisso tornei publico e foi publicando o que fui escrevendo sobre o que deste trágico e infame acontecimento foi descobrindo no visto e no pensado

Em vera de pesa ca dia do dr circulo ma r d a, ia vareta primeira nm ui cruz do circulo da tao cruz ak primeira mn te po ss ive primeiro, espanhol circulo rato vaso inglês dia circulo t ra gi dc circulo g id e, t a gi d e par en te sis ac on te cie mn t o p en sado, talho do pen do inglês da serpente do circulo ad do sado

Em v e ra d e na q eu l e pe q eu nino li v ro q ue mão intel i gente co mo pe sa ca d dr o q ue co l oca o b m is co de po is de sabe r q ua l e l e é e en tão fi ca a es pera q ue o pe ix e ma r d a, ia ao c en t ro da u estão da ten sa c i me ira, o u sej a q u estão q ue ia n d a n cão se en c on t ra tao t ak l mn te es c l ar e cid a e q ue eu pr o m eti a dia maior da eu s em dia maior e us e Pe l o Am or de Deus do triângulo de fogo mor, ten t ar es c l ar e ce r na media d a ex ten sa q ue me fo ss e po ss ive l, e es se co mp ro mis s o tor ne i publico e fo i pub li can d oo q ue fo i es c r v en d o s o b r e o q ue d este t ra gi d co par en te sis ra gide, cruz primeira gi de par en te sis e em fa me ac on te cie mn t o fo i d es co br in d o no vi s t o e no pen s ad o

Se bem vos recordais, coisa que me acontece a mim, tambem eu gostaria de reservar um dia da pena máxima para os responsáveis, como em relação a Madrid e a Londres, fora o que escrevera sobre este assunto, quando da sentença do juiz no caso do cabo, o que foi a faca , mas não a mão que ordenou a faca

Assim me move o dever, a s´peranza , a fé e o amor
Assim o voto e minha Lei
Que Deus e o Amor, quanto dois assim me guie

O livrinho dizia assim propondo como leitura e inquérito o seguinte em forma sintética

O que cometeu o crime será assassinado por muitos que juraram a sua morte

Foi um acontecimento ligado ao abismo, no sentido culto da palavras, ou seja um acontecimento ligado a uma operação de vontade, provavelmente feito por ritual

E um questionar, teste , tipo polígrafo

Gostaste?

Soube-te bem?

As câmaras diversas, tudo devem ter muito bem registados dos passos da minha visita, dos pormenores que olhei, bem como de outros visitantes, os peixes, na esperança que o certo isco, apanhe o tubarão, o john wayne, o pistoleiro do oeste, o que despoletou na distancia a grande matança

RAF duas ondas, poli gata da RAF duas ondas forte circulo cia ia ar


Conte ce pe mna máxima rato espanhol ponsa vaso e is, am a dr ia circulo rato den vaso serpente ap os to fr opera ra muito za quadrado ua no da cruz na me gui e pr circulo português muito dia do circulo em quadrado europeu rito as sas sin ad circulo do pr ova vaso e primeiro e mn teresa do po do li do gato raf circulo do ca da am do mar as das amarras e pa ss circulo as jo muito homem do duplo vaso da dupla dor da y ne, Ra francês primeiro ff cia rc em te da ce do pe mna e da máxima, rato espanhol do ponsa vaso e is, primeira mad da ria circulo rato dia e muito vaso do ac a serpente da pe ra muito za, quadrado ua muito ot me gui e pr circulo po rn dia do circulo em quadrado europeu rito sin tec tic primeira as da as do sin no ad circulo do ac em te da cie mn cruz do circulo do pr ova vaso e primeiro em muito te do talho oli gato do ra do fo da cam primeira ra serpente do pn da te da pa ss circulo as do jo muito homem do duplo vaso da dupla dor da y ne, Raf ra ff circulo ia da cia rato

E ou

Circulo em teresa da ce do pe do mna ma xi mar espanhol talho em sa vaso e is, am ad rato ia circulo rato dia inglês do vaso da s eta a serpente pera ra muito za quadrado ua no da cruz da me gui e pr o por muito dia circulo em quadrado eu rito as sa ss em ad circulo do pr ova vaso e primeiro em muitas te do po do li do gato ra do fo ca da am mar as das amarras pa ss circulo as jo muito homem way ne do ra fr primeira f f cia rc em te da ce do pe da mna máxima rata espanhol ponsa vaso e is, ama dr ia circulo rato de muitas serpentes ap os to fra s do pe do ra muito za, quadrado au da ro ua muito ot me gui e pr circulo do po da ro do vi da aria na cio da primeira holandesa do dia do circulo em quadrado europeu do rito do sin na escola tec, ti circulo ca às da sa do sin ad circulo ac em te da cie do mn cruz do circulo do pr ova vaso e primeiro em mu it circulo te poli gato raf circulo do cam primeira ra serpente da pa da ss circulo as jo muito homem da w a primeira do y ne, ra do forte do ra do f f circulo ia cia rato


Se segunda em vo serpente do record ais, co isa q ue me c on te ce a mim, tam b em eu g os t aria de re serva rata primeira dia da pe mna máxima para os r es ponsa v e is, co mo em relação a ma dr ia e a l on dr es, fo ra o q ue es c r eve ra s o br e este as s un t o, q ua n d o da s en ten ça do juiz no ca s o do cabo, o q ue fo i a faca , maior s n cão a mão q ue o r d e n u a faca

As s em me mo v e o d eve r, a s´ pera n za , a fé e o a mor
As s em o v oto e min h a Lei
Q ue D eu s e o A mor, q ua not do is as s em me gui e

O li v rin ho di z ia as s em pr o po rn d o co mo lei t ur a e in q eu rito o se gui n te em fo r ma sin te c ti ca

O q ue co met eu o c r i me se rá às sa sin ad o port mu it, os q ue j ur a ram a s ua mo rte



Fo i um ac on te cie mn t o li gado ao ab is mo, no s en t ido c u l t o da pal a v ra s, o u seja primeiro ac on te cimento li gado a primeira o pera ção de von t ad e, pr o v ave l em n te fe it o por rit ua l

E um q eu s tio n ar, te s te , t ip o poli g ra fo, g os t as te fo ice S o ub e homem inglês da te segundo maior fo ice

As ca mara s di v e r sas, t u d o d eve m ter mu it o b em re gi s t ad os dos pa ss o as da min h a vi sita, d os po r m en o r es q ue o l hei, b em co mo de o u t ro s v isi t ante s, os pei xe s na es pera n ça q ue o ce r t o is co, a pan he o t u barão, o jo n h w a y ne, o pi s to l eiro do oeste, o q ue d es po l et o u na di s tan cia a g ra n d e mata n ça

Ra f d ua s on d as poli gata da raf dia ua serpente em dias as forte c i a r


Mal entrei na exposição me senti em casa, uma estranhíssima sensação de familiaridade com tudo o que via e sentia no visto, como se pertencesse aquela família e senti , o que já pensará ou melhor, o que já tinha pensado, e que ali recordei, o museu armitage, é um dos locais onde eu gostaria de viver, como outros museus, e por lá ficar a entender as obras de arte que são como mapas e sempre nos ensinam mil e uma coisas, e trazem mistérios e perguntas e respostas e é todo o mundo que uma obra de arte contem, todo um universo inteiro, está contido numa obra de arte

Espanhol circulo do ur da cruz do ra muito homem is da sima do forte ami primeiro ari e dad e do fa mi primeiro do ia e s n eti , príncipe da primeira cruz a p en serpente ra ac primeiro príncipe cruz primeira a tim muito homem do halo da cia do primeiro do circulo da francesas serpente em dia ee do vaso do gato os da cruz da rai forte do circulo do ia da cia ar da inglesa sima do maior mi serpente da te do rio serpente da uni vaso rato e serpente do circulo

Maior pt primeiro inglês, cruz no rei na expo da si do ção da me serpenet inglesa da ti em circulo asa, primeiro espanhol cruz do ra mu it circulo homem e vareta ene rato do gato do tp do y serpente sima, si mão da serpente da inglesa sa ção do forte ami do primeiro ar e dad e com, cruz do vaso do dia do duplo circulo do quadrado eu do vi a espanhola inglesa tia no vi serpente à co da cruz do circulo do coto, co mo se pe rato ten ce serpente da se aqui da eu primeira do forte ami li primeira e sn eti , circulo quadrado ue do príncipe na cruz da primeira pj, primeira pen serpente do ra á do circulo do vaso da me do primeiro hor quadrado ue do p rín c ipe da cruz a tim mu it o homem primeiro da p en do sado, e quadrado eu do ali record e vareta do circulo da mu serpente europeia da ar mit a ge, é primeiro do l circulo cia serpente onda europeia gato os da cruz rai de viver, co do mo circulo vaso da cruz ro s m vaso se us, e po rato primeira á f cia ra en tender as ob ra serpente da arte quadrado ue são co do mo da maior pa serpente e se do mp re no, serpente en da si mam mi primeiro e primeira co da isa sas, e cruz ra ze maior mi serpente da cruz eri os e pe rato da gun da cruz as e rato espanhol po s t as e é cruz do vaso dia do duplo circulo mundo quadrado ue primeira do circulo do bra da arte do circulo em te maior, cruz do dia do duplo circulo primeiro do uni vaso rat e serpente do circulo in te vareta ro, est á c on tid o n uma o b r a de arte


O outro homem que me chamara a atenção era alto, magro cabelos brancos corte curto e reparei nele no ultimo corredor pela forma como passara duas ou mesmo três vezes por mim, via-se no imediato que não era um normal visitante e reconheci nele uma qualquer familiaridade,

Forte da manhã da ami do li rato e vareta e d ad e che ce co da ne homem ce serpente da se record ad no ex circulo at cat do circulo do jo muito homem do duplo vaso primeiro a Y ne e cam

Circulo duplo do vaso da cruz do ro homem do quadrado ue da me ch ama ra primeira em inglesa ção e ra a l cruz no circulo, maior lei te a g ro c ab e primeiro os br na co serpente da corte do curto e rato da ep primeira a rei ne primeiro e no do vaso primeiro do tim circulo do co do rr e da dor do pe primeiro a fo rato maior co do mo da pa da serpente sara segunda, d ua s circulo vaso da me sm circulo da cruz do rato maçon espanhol serpente do vaso e ze serpente da portuguesa mim, via homem inglês da se do no em e d ia cruz do circulo quadrado ue muito cão e ra primeiro no e maior primeiro do vi si cruz na tia ante e rato do eco e co muito homem cine primeiro e primeiro do quadrado da ua do primeiro do quadrado europeu doo ur rato do tp ao forte da ami li rato e vareta e do dad e,

A familiaridade, era no ar aéreo com que o homem por mim passara mais de que uma vez, não parara em nenhum lado, não olhara nem se pusera a olhar nenhuma obra, como se o seu movimento fosse de reconhecimento, como se me tivesse a identificar sem na verdade e em modo frontal o fizesse, como alguém que quer ver sem ser visto, e uma familiaridade, um reconhecer sem reconhecer, um sentir, que me disse no interno, eu conheço este homem de qualquer lado, agora pensado, parece o tal vallet da teresa, que se foi ou que se ira fruto do cancro fulminante, um mesmo tipo, mais alto mais selecto, provavelmente mais culto, tudo isto me apareceu no seu passar, talvez uma face do passado, ou talvez um reconhecimento interior como se sente quando se pressente uma afinidade, tentei captar a sua atenção em seu passar, como o meu olhar, dando-lhe o tempo de respirar, de prender o seu olhar no meu, e sua face, sempre se voltou para outro lado, como se tivesse a ver algo, uma atitude de disfarce e de engodo, inglês gide, me apareceu agora nesta escrita o dizer

A f ani primeira ari e dad e, e ra no ar a é reo com q ue o homem por mim pa s sara maior is de q ue uma v e z, n cão par a ra em ne n hum l ad o, n cão o l h a ra ne maior se p us e ra a o l h ra ne n hum a o br a, co mo se o s eu mo vi m en t o fo s se de reco n he cie mn te, co mo se me t ive s se a id en ti fi car s em na v e r dad ee em mo d o fr on t a l o fi ze s se, co mo al gume q ue q eu r ver s em ser vi s t o, e uma f ami la r i e dad e, um r eco n h e ce r s em reconhecer, um s en tir, q ue me di s se no in treno, eu c on he ço este homem de q ual q e ur l ad o, agora pen sado, par ace o tal v a ll et da teresa, q ue se fo i o u q ue se ira fr ut o do can c ro fu l mina n te, um me sm o t ip o, ma is a l t o ma is se le c t o, pr ova v e l men te ma si c u l t o, t u o is t o me a par 4 e ce u no s eu pa ss ar, ta l v e z uma face do pa s sado, ou ta l v e z um r e co n he cie mn t o int e rio r co mo se s en te q ua n d o se pr es s en te uma a fi ni dad e, ten t ei ca pt ar a s ua at en ção em s eu pa s sar, co mo o m eu o l h ar, dan d o inglês primeiro he o te mp o de r es pira r, de pr en d e r o s eu o l h ar no me u, e s ua face, se mp r e se vo l t o u pa ra o ut ro l ad o, co mo se t ive s se a v e r al g o, uma a ti t u d e de di s fa r çe e de en godo, in g l es gi d e


Co do mo da se d circulo ch e ce pa ren te sis ch e ce circulo vaso cheque, s do din h e i ro che do quadrado ue do mat e fe ch a pa r en te sis co ne h ce ss e maior s n cão me record ad no em ex cat o ab rato da ep do ar en da te sis e x cat , ca c to, jo n h w a y ne, h im se primeiro ff talho circulo ce dia do circulo maior d esta h is tó ria, o gato do x, o c abrão da cr uz, ex cat cir c u l o do cat joão da d up l a dor a Y , ne homem sé da p rim e i ro forte da foice ica, icam, cia m de q eu me ra

O homem que por mim passara no ultimo corredor, mais de que uma vez, como se fosse um comissário que não parecia ser, era alto, magro cabelos cinza corte curto

Ah bom, faz-se luz na luz da escrita, era um homem da corte do curto, do pedro curto, sempre de porta franqueada no ministério, não fosse ele da corte também

Co mo se o che ce , che ce ou cheque, cheque mate pa ren te sis co ne homem da ce ss e maior serpente cão da me reco rda dn circulo em ex cat, o cacto, john w a y ne, him se l f, se rá? foice circulo maior desta história, o gato do x, o cab rão da cruz, ex cat circulo do cat joão da dupla dor à Y , ne homem sé do primeiro forte da foice ica, icam par en te sis de q eu maior e ra

Portanto desde já e à senhora ministra que aparecia ao lado do pantógrafo que copia cilindros ou cds, de prata como médium da vontade, lhe peço a identificação de quem é o senhor

Talho da can eta inglesa da cruz d circulo gato raf circulo talho rta me di um

Porta n t o d es de j á e à s en hora mini s t ra q ue ap ar e cia ao l ad o do pen t o g raf o q ue co pi a c i li n dr os o u cd s, de p rta co mo me di um da von t ad e, l he pe ç o a id en ti fi cação q eu mé o s en hor, e es circulo usa e de forte do vaso do gi rato ac acom o ra bo a se ring a, q ue de muito ad aa dia na cruz primeira a rá, acom se bem me recordo é mar ca de g rav a do r es di gi tais

A caneta que marca a cruz no gato da raf, do forte circulo, o europeu que pia o primeiro pi, a primeira divisão do circulo do li do dr os ds do corpo diplomático francês do pr do atalho rta co mo da me di um da von, da Alemanha da ad , primeiro homem da se ro do co da es id den ti do fi do cação da serpente inglesa de horus e esa pn hol circulo usa e rá do bo da seringa na ad a diana c ur z do x a primeira rá que será do talho do li da raf

Ra f, pr e em ria di p l o ma t i c o fr na c es a primeira em a h a ho e me maior da se do ro es ap muito hola circulo ur z ra f

A can eta q ue mar ca a c r uz no gato da raf, do forte circulo, o europeu que pia o primeiro pi, a pr ie m ria di visão do cir c u l o do li do dr os ds do corpo di p l o mat i co fr na c es do pr do at alho rta co mo da me di um da von, da a l em n a h a da ad , p rim e i ro ho e mem da se r o do co da es id den ti do fi do cação da serpente inglesa de horus e e as pn hol cir c u l a usa e rá d bo da seringa na ad a diana c ur z do x a primeira rá que será do ta l ho do li da raf

Estará mais que gravada pelas câmaras e não havia outro homem igual na exposição nessa noite e se bem que trajasse à paisana, não era simples visitante

Est ar da rata da cruz primeira am e or si do europeu dr rava ad a cam e can ar do ra serpente e cão homem avi primeiro duplo circulo do vaso da cruz ro no homem igual, donde irmão, e zepo, na expo si cão ne sas no ite e sé do bam da cruz do raja serpente à pai s ana, pai da serpente ana a paisana, que deve ser então da policia secreta italiana, muito cão e ra da se do mp primeiro espanhol vi si isi tia

Será então o vi do si da tia, e então a cruz antes de mais é em mim, será o que ma pôs, e o que falta averiguar é se não a pôs, para além, de eu ser o bombo da festa do costume, para esconder a sua própria pa ren te sis pr o talho da ria, ro do talho, a cora do co da ro talho, o co da corda, o que puxa a corda, o fio do pescador, assim parece, porque tambem declina e, talho da ria, ou seja, o que talhou na ria, será o tal do seja? Por isso a cara me é familiar? Foice par en te is circulo vaso primeira pa

O que me chamou primeiro a atenção na ultima ala fora o quadro com o retracto de zinaida yusupova, que para alem de ser uma belíssima senhora, me pareceu muito familiar, olhei durante algum tempo para sua face, estreita, olhos próximos e muito intensos e senti uma familiaridade que não sei explicará

O europeu me do chamou, do chá das ervas de marocos na primeira a ten são no vaso primeiro do tim aa la fo do rá do circulo ua dr do circulo do co k, do galo, ou da gala, a can tora com, o rato et rato do z na aida do Y us serpente da elevação do talho da ova da pa do rá da sul norte da se do rato primeira do segundo e li s sima s en hora mpa f ami do li do ar e te mp do circulo Face espanhol c ur z do rei e circulo do primeiro ho serpente pr ox e xi mo serpente e mu it o com mu it o na ten sos e s inglesa cruz do circulo f ami mila primeira do ari e dad e europeu n cão se e a e da dna ex p li car do ar da rá

Um mesmo senti com outro retracto de uma outra belíssima mulher, yulia samoylova com o seu esposo nicolau

Vaso maior me s mo s en ti com o u t ro r et rato da primeira o u t ra be li s sima um l her, as duas maior is belas a me us o l ho serpente julia s amo y l ova com circulo serpente eu espanhol paso mico l au o it av o pa r en te sis o espanhol paso, o espanhol louco , o mico, o rato da colau, a irmã que na aparência se suicidou, irma da primeira mulher do ramon, mico, rato co primeira vaso, do vaso do anjos, o rato dos anjos, ou o rato do primeiro anjo, o que o ratou par en te sis

O co da kapa do ais do dna, os do pedro rolo?

A id ana, da ana, aida, opera, avó min homem primeira aida , a opera que por memória associo a oferta do dn associada a imagem do carrera, que oferecia a aida.

Mas voltemos um pouco atrás , aos eventos anteriores associado a exposição e à visita de putin,

O comentador do santos associado a cia trazia na sua caneta doirada estranhos comentários que começavam por uma declinação sobre o nome de putim à francesa , que segundo ele lhe chamavam putine, para não lhe chamar de putain, uma no cravo e outra na ferradura assim, iam as suas palavras a lançar a rede de pesca, que sim, em suma, que era um ex kgb, que um ex nunca é ex, o que não deixa de ser verdade, pois nenhum ser perde alguma vez o que já foi e trás em si, a não ser por amputação de membros, que a repressão existia, que a russia é pais pouco aconselhável a liberdade, por outro lado ainda bem que existia porque batia o pé as pretensões arrogantes da América, a sua escrita bailava como uma espiral, que pretendesse enjoar o tubarão, ari rio ua serpente, e de liberdade, deveríamos começar por falar da que existe aqui, que permite roubarem filhos aos pais, e depois quem sabe da sua própria

O co m en t a dor do santos as soci ad o a cia t r a z i a na s ua ca n eta do ira da es t ra n ho s co m en t ári ua s q ue co me c a v am por uma dec lina ção s o br e o no me do talho do vaso do tim à fr na ce sa, q ue se gun d o e l e l he chama v am p ut ine, para n cão l he c mar de o ut a in, d ep o is uma no c rav oe o ut ra na fer ra d ur a as s em iam as s ua s pal av ra s a lan ç ar a re e de de pesa ca, q ue s em, em s uma, q ue e ra primeiro ex ka g, q ue primeiro ex n un ca é ex do circulo q ue n cão de ix a de ser eve r d a d e, po is ne n hum ser pe r de al g uma v e zo q ue j á f o ee t rá s em si, a n cão ser por am puta ção de m en br os, q ue a r ep re s são ex is tia, q ue a ru ss ia é pa is po uco ac on se l h ave l a liber dad e, por o ut ro l ad o a inda b em q ue ex is tia por q eu b at ia o pé as pr e ten ç õ es ar ro gan te s da am e ric a, a s ua es c rita baile av a co mo primeira es pira l, q ue pr e ten de ss e en jo ar o t u barão, ari rio ua serpente

Em verdade a sequência vinha de mais atrás, primeiro o levantamento, ou melhor o prenuncio do levantamento dos monges em mayanamar, a belíssima foto dos monges vestidos em cor laranja caminhando sobre as aguas que pareciam se afastar a seu passar, coincidente com a visita do dalai lama a lisboa, e de toda a polemica que estalara, parte dela estalara mesmo antes, com o caso amado e kruchner, que será abordado em maior detalhe neste texto deste livro do Livro da Vida

Em v e r da d e a seque ca non n cia vinha de maior is at rá s, primeiro o l eva n tamen t o, ou me l hor o pr e n un cio do l eva n tame n teresa dos mo n g es em maior y anamar, a v segundo belíssima f oto dos mo n g es v es t id os em cor lara n j a cam in h and o s o br e as a g ua s q ue par e c iam se f as t a ra a s eu pa s sar, c on cid en te com a vi sita do dalai a lis boa, e de t o da a pole mica q ue est a l a ra, pa rte d e l a est a lara me sm o o u c o ant es, com o ca s o amado e kruchner, q ue se rá ab o r d a d o em maio r de ta l he ne s te te x t o, q ue co rr es ponde ao dé c i mo li v ro do Li v ro da V id a

Na ar que recebeu o dalai, o pico a aparecer, o menino rabino maior primeiro comportado, bom orador, prenhe da oratória, e arrogância, como eu lhe conheço a lama ao perto pertinho, num dia em que com ele e com o filipe me cruzei no rossio em frente a livraria do dn, e em ambos o que vi, foi suficiente para lhe tirar as medidas das alma sai o dalai da reunião, quase irritado, dizendo qualquer coisa como isto, eu sou o mestre, ele é o pequeno mestre, pressupôs eu que estaria referindo-se ao rapazinho deputado aquilino



Na ar que re ce be u o dalai, o pi co a ap a rac e r, o me nino ra bi no maior primeiro co mp orta d o, b om o ra d or, pr en he da o r ato ria, e ar ro gant, gana teresa co mo eu l he c on he ç o a a l ama ao pe r t o pe r tin ho, n um dia em q ue com e l e me c r uz e no rossio em fr ente a li v ra ria do dn, ia e l e com o filipe e o q ue em am bo s vi, f o e s sufi cie n teresa para l he s t ira ra med id a das al maior serpente, sa ira o dalai da re união, q ua se i r rita d o, di zen d o q ua l q eu r co isa co mo is t o, eu s o u o mestre , e l e é o pe q eu no mestre, pr es s u p i s eu q ue est aria r efe rin do inglês da se ao ra pa zi n ho d ep ut ad o aqui lino

Nos mesmos dias, o ac no restaurante da estrela da manha na rua do possolo, o falecimento do teodoro, e na noite anterior a repressão em que muitos quase uma trintena foram mortos, e que pareceu ser como alguém escreveu , um deja vu dos acontecimentos da década de oitenta, no budha bar uma festa, que eu observei do balcão do palácio das necessidades onde imagens de palácios orientais como birmania, foram projectados em sua fachada, e depois ainda dois encontros nesse mesmo tempo, primeiro com o paul auster e depois com a raquel chalfi, dois escritores, um escritor e um poeta, as duas explosões am carachi, deram o sinal de arranque ao novo pico de violência da besta, e um poia que apareceu no final da sequência num determinado ponto que indicava a coluna dos arcos onde a merda fora feita, que eu observei no jardim, a apoia que agora apareceu na primeira parte deste capitulo to russia with love.

No s me sm os dias, o ac no re stau ra n teresa da estrela da manha na rua do possolo, o fa l e cie mn t o do teo doro, e na no ite ant e rio ra r ep re s são em q ue mu it os, q ua se um t rin t e na f o ram mor t os, e q ue par e ce u ser co mo al g eu maior es c r evo u , um de j a v u dia os ac on te cie mn t os da d e ca d a de o e ten t a no bud h a b ar primeira festa, q ue eu ob se r v ee do bal do cão do pal ac cio das ne ce si da d es onda i mage ns de pal a cio s o i ren tasi co mo bi rma ni a, f o ram pr o e ject ad os em s ua f ac h ad a, e d ep o is a inda do is en c on t ro s ne s se me sm o te mp o, pr e i me i ro com o paul au s t re e d ep o si com a ra q eu l , do is es c rito r es, um es c rito re um po e t a, as d ua s ex p lo s õ es am cara ch e, de ram o s ia holandesa de ar ra n q ue ao n ovo pi co de vi o l ê c ni a da best a, e um po ia q ue a par e ce u no f ina l da seque n cia n um de ter mina do po m t o q ue indica v aa co l una dos arco s onda a me rda f o ra fe it a, q ue eu ob s e r v e e no jardim, a a po ia q ue agora ap a re ce u na prime ira pa rte deste ca pi t u l o to russia w it h l ove.

P osso l o, fa l e cie mn t o teo d o ro, t rin t e na al g eu m es c r evo u , um de j a v u ac on te cie mn t os da d eca d a bu d h a pal a cio das ne ce sida d es onde im a g en s de pal a cios o i r en tasi bi r man ia, pr o e ject ad os pr e i me i ro com o paul au s t re e d ep o si com a ra q eu l , cara ch i, d e ra m o s ia n l viol ê c ni a seque n cia po m to w it h


dvvwu, dia do vaso duplo da dupla dor do vaso
ou dv do vaso do duplo vaso da dupla dor do vaso vasp

rato lu rato do j,
To russia with love

Hoje acordei com a dor de dentes a pular de tal forma dentro da minha cabeça, que o sonho se interrompeu e acordei talvez cinco horas depois de me ter deitado

H oje ac o r de vareta com a dia or de den inglês da cruz espanhola , primeiro talho do primeiro ar ao lar, do ta primeiro do fo rato maior de den t ro da min h cab eça, q ue o s on ho se in te rr o mp eu e ac o r de i ta l v e z co n co h o ra s de po is de me teresa de ita d o

Estava a sonhar com o que vira na exposição da ajuda, e no episódio desagradável do final, na imagem que ficara do que vira, as duas plataformas vermelhas, duas rampas de acesso, que desenham e desvelam os braços do alicate vermelho, o que fora apertado no palácio da ajuda, assim ficara a imagem a retinir dentro de mim e quando acordei, na parede do meu estúdio feita em painéis de madeira rectangulares perfurados em plena simetria, um pouco como os do millenium, mas em vez de vermelhos, cor de madeira clara, entre as linhas dos buracos vi o sangue, manchas vermelhas, que se expandiam como reticula de veias e vasos à volta dos buracos, e me lembrei do texto que se escrevera na véspera, sobre o john wayne, o pistoleiro e o tubarão, um antigo clip feita na latina europa no tempo do popoff pelo saraiva, um clip que metia uma animação do john wayne com um desenho que ele fizera no paint box , a preto e branco, onde o wayne em loop puxava da pistola e disparava , deixando um tracejado de bala vermelha no fundo negro, e um cacto por detrás dele a remeter para o oeste.

Entrava ainda nesse clip, imagens de fotos de sua meninice em angola, e um tubarão, um malvado tubarão que muito abria a sua boca.

Est ava primeira serpente em homem do ar com, circulo do quadrado ue do vaso da ira na ex po do sis t ema de infor mação da são da Ajuda, e no da ep do is do sódio do dia da espanhola das sas, gata do ra dia da ave primeira do fi muito al, e na vareta do mage maior do quadrado eu, fi do ca da ra da espanhola serpente inglesa do homem ad primeira do quadrado eu do vi ra, as das ua serpente pal at af circulo rato maior serpente verme do primeiro homem as duas ua serpentes ram da pa da serpente do quadrado eu, dia espanhol, inglês ham e de serpente do vaso el, a maior os br aç da serra os, do ali cat e vermelho, circulo quadrado eu do fo do ra do porto e rta do no pal ac cio à da Ajuda, as serpente inglês em f ica ra primeira e varte do mage do mar da eti, ni rato den da cruz ro a mim e quadrado ua mu it circulo do ac ao ro dei, na segunda do dedo me vaso vau est vaso di circulo da fe ita em pai ne is de madeira rec tan gato do vaso primeiro ar da lar, espanhol pe rato forte ur ad os e mp talho primeira ema si me da cruz da ria, primeiro po do vaso do coco do mo os do mi ll inglês e vareta primeira, mas em v e z de vermelhos, c ro r de madeira c lara, en t re as li n h as d os b ur ac os vi o sangue, homem chá serpentes vermelhas, q ue se ex pan dia maior mc co mo rato etic l a de veias e vasos à vo primeiro ta dos buracos, e me lembrei do texto que se escrevera na v es pera, s o br e o jo n h w a y ne, o pi s to l eiro e o cruz do vaso do barão, primeira ant e gato do circulo do li p, fe ita na primeira tina eu ro pa do no da teresa mp circulo do po da serpente do po ff , talho el circulo da sara iva, primeiro do circulo do talho do li do quadrado ue da tia do met, primeira ani mação do jo muito homem do duplo vaso da dupla dor dos ais da ne com, primeiro dia de espanha e serpente inglesa do ho do quadrado eu, primeiro e no da dor do décimo rato uz bo x fi do ze rato a preto e branco, onda do circulo do w, primeira Y ne em loo, primeiro do duplo circulo, pp ux ava da pi serpente da cruz na tola da ola e di da spa ra av da ava primeira do ix na do primeiro cruz r a c e príncipe ad circulo de ba, primeira vermelha no f un dia do circulo ne g ro, e primeiro da c ac, cruz no circulo português de cruz do rá serpente de primeiro ar em éter da pa do ra do duplo circulo do este.

Inglesa cruz na rav do rato av primeiro ai muito dia primeiro ne ss e circulo lip, li talho e mage en serpente do f ot os da see serpente ua da me ni nice em angola, e primeira cruz vaso do barão, primeiro maior vaso ad circulo t ub arão q ue mu it circulo ab ria a serpente ua bo ca.

no texto que escrevera na noite anterior, surgira a metralhadora do costume, a que na prisão ouvi chamar de costureirinha acompanhada da explicação, que era tão boa, em seu disparar, que fazia uma perfeitinha linha tipo costura, como uma maquina de costura, e de repente realizei que os buracos nos painéis era a linha feita pela klasnicov, e o sangue a sua volta, remeteu-me sem grande duvida para o atentado e a grande desgraça de beslan.

Fazia-se assim a ligação com o palácio da ajuda.

Espanhol circulo e rato da vera co serpente cruz do ur rei ro d o vi ari a nacional homem primeiro ac mp anha da pe r fe it no homem as pai serpente ne is do kapa primeiro às nico vaso, circulo do pa do ra segundo da espanhola lan ss em pal ac acacio cio

no texto quadrado ue espanhol circulo e rato vera na no ite ante rio rato, serpente ur do gi ra a met ra primeira homem da hora a dora do co serpente a cruz do vaso st me, a q ue na pr i s ão circulo vaso vi chama rato de co s t ur rei rn h a ac mpa muito homem ad a da ex talho do li cação, quadrado ue e ra tão na boa, quadrado ue serpente eu da di spa rata do ar do forte a z ia, primeira pe r fe it em homem as li muito ha cruz ip, circulo co st ur a, co mo primeira ma q u ina de co s t ur a, e de r ep en te rea lize e quadrado ue os segundo ur ac os no serpente pais ne is e ra a linha fe ita pela k la s n i co v, e circulo sangue as ua vo primeiro ta, rato e met europeu inglês me serpente em gata ra muito d e, dia vaso vida circulo da pa da ra circulo a ten t ado e a g ra muito de d es g raça de segunda espanhola lan.

F a z ia inglesa se à ss em primeira li gata ac são com, circulo pal primeiro cio da Ajuda.

O tubarão do palácio da ajuda, que terá feito o tal ritual do loop, a partir da minha obra na capela, o video que fiz para a exposição lápis lazuli da maria sobral, e que depois mais tarde ela me contou ter alguém de lá feito o que ela disse ter sido um concerto à porta fechada, certamente que a porta terá estado fechada, o tipo de concerto que lá se fez, é que me levanta como já me levantou, mais duvidas., o john wayne do palácio da Ajuda, o loop, a costureirinha a disparar em beslan e a imagem desvelada uma noite na escola dos olivais, da existência de duas varetas, uma vermelha e preta outra preta e branca, um orifício no muro com um arame que o dividia, e que remetia em sincronicidade temporal com um gravura que fora publicada numa colecção do dn, sobre o ilusionista, o que vestia de vermelho e negro, e a corrente do ar, que fora artificialmente provocada, provavelmente pelo uso dos sistemas hi fi associado a práticas ritualísticas e que fizera das traves do telhado cair os explosivos que ai se encontravam colocados e ao explodirem, deram origem a uma das mais horríveis tragédias, se não a mesmo a pior, no decorrer da parte terceira da mesma e sempre guerra mundial, quando ele atinge tal patamar.

V e r são sin o pt ti tic a

Pal cio la pi serpente da ala do zorro do vaso di do li, primeira do porto do pi da serpente do serviços de informação da ala a z u li, az vaso li, do lápis da serpente do porto dos serviços de informação mação em porta são da ala azul do vaso do li,

Pal cio primeiro porto informações sa primeira az vaso li maior sis t ema in for mações au t o es t ra da do gume primeiro e b v a anta jo muito homem muito pal da pa do ac do cio primeiro homem da j vaso da co st u rei rn homem ab es primeiro ane no it rato e ex is tê circulo ni primeiro ori fi cio mn ur circulo da di vi, di circulo do sin circulo ron i ca dad e co primeiro e são a rti fi ca l homem inglês da te do is t emas ratas it ua primeira is tic as ho rr ive is cruz ra gato, é dias,


O da cruz do submarino do vaso do barão do pa l cio da ajuda, q ue te rá fe it o o ta l ritu al do l oo p, a par tir da min h a o br a na capela, o v id e o q ue fi z pa ra a ex po si ção l ap is a la z u li da maria sobral, e q ue d ep o is maior si t arde le maior c on t o u ter al gume de lá fe it oo q ue e l a di s se te r sid o primeiro c on ce r to à porta fe cha ada, c e rta m en te q ue a porta te rá es t ad o fe ch ad a, o t ip o de c on ce r to q ue lá se fez, é q ue me l e b v anta co mo j á me l eva n t o u, maior is d u vi d as., o jo n h n w a y ne do pa l ac cio io da a h ju d a, o loo p, a c os t u rei rn h aa di spa ra r em b es l ane a i mage m d es v e l ad o primeira no it r e na es co la dos o li v ais, da ex is têc ni a de duas varetas, uma vermelha e pr eta o ut ra pr eta e br anca, primeiro ori fi cio no mn u ro com um ar am e q ue o di vi di o, q ue reme tia em sin c ron ica dad e te mp o ra l com um g rav ur a q ue fo ra pub li c ad a numa co l e ção do dn, s o br e o i lu sio ni s t a, o q ue v es tia de vermelho e negro, e a co rr ente do ar, q ue fo ra a rti fi ca l m en te pr ovo c ad a, pr ova v e l m en te pe l o us o dos is t ema s hi fi as soci ad o a pr át i ca s r it ual is tic as e q ue fi ze ra das t rave s do te l h ad o ca i r os ex p l os ivo s q ue ai se en c on t rava m co l o ca d os e a os ex p lo di r em , d e ram ori g e m a uma das mais h o rr ive is t ra g é dias, se n ão a me sm o a pi o r no d eco rr e r da pa rte te rc eira da me sm a e se mp r e g eu r ra m un dia l, q ua n d o e l e a t in ge ta l pat am ar d o mar.


Azul é do futebol clube do porto, ou dos monárquicos, devendo ser pelo menos do segundo a atender que a exposição do lápis lazuli foi feita no palácio da ajuda na capela do rei, que a maria sobral mendonça trazia ligação à casa real, tendo eu exposto a video instalação no espaço da sacristia, poderá tambem ser do futebol clube do porto, se é que um monárquico será maçon, possível, mas pouco provável, mais provável é ser um espião de uma causa na outra


Az vaso primeiro é primeira do porto do talho do is lazuli pal ac primeiro cio po de ra mo n ar q u i co am ç on, po ss ive l, por v ave l, maior si pr ova v el

Az vaso primeiro é do f ut e bo primeiro do circulo primeiro do submarino do vaso segundo, ub, e do porto, circulo vaso dia os mo muito ac ár q ui co serpente, dia eve mu it o do ser do pe l o me no serpente do segundo a ten der q ue a ex po si ção do primeiro do porto, ap, is lazuli fo e fe ita no pal ac cio da ajuda na capela do rei, q ue a mar ia s ob br a l m en d onça t razia li g ac a são à c asa rea l, ten d o eu ex po s t o a vi deo ins tala ção no espaço da as cris tia, po de ra tam b em ser do futebol clube do porto, se é q ue primeiro mo n ar q ui co se rá am ç on, po ss ive l, maior serpenet do po u co por v ave l, maior si pr ova v el é s e rato primeiro es pi ão da primeira circulo au sa na circulo ut ra

Do circulo do maior do sistema de informações da estrada nacional do porto lisboa, A1, primeiro E e segundo vaso da anta, o jo muito homem de muitas palas do alimentação corrente continua de muitos cios a mu tio serpente, homem primeiro príncipe da costureirinha, co serpente da cruz do rei da rodoviária nacional, primeiro a bes lane da primeira ane, no it do Rato E ex is tê maçónica, ou cruz num maçon de grau E , técnica do circulo do ni do ia , ori do fi do cio do fic no mn ro circulo do ur da di vi dio do sin do sincro do ro nica do pai E co primeiro e da são ar a rti fica primeiro homem inglês ente de teresa do is da serpente à cruz da emas da uni v eri s dad e do abe ab e rte ritu ual siti ca s , ou rato it do vaso ual do li serpente ti do ka serpente hor rato quarto da ive is

Espanha cruz primeira do rda ro do vi da aria da tê maçónica, sin circulo do ro it


Do cir c u l o do maior do sis t ema de in for mações da es t a rda na cio na l do porto lis boa, A1, pr i me i ro E e se gun d o vaso da anta, o jo mu it o homem de mu it as pal as do ali m en tação co rr en te c on tin ua de mu it os cios a mu tio serpente, homem primeiro p rin c ipe da co s t ur rei rinha, co serpente da c ru z do rei da ro do vi aria na cio na l, p rim e iro a bes lane da primeira ane, no it do Rato E ex is tê maçónica, o u cruz primeiro maçon de grau E , té c ni ca do cir c u l o do ni do ia , ori do fi do cio do fic no mn ro circulo do ur da di vi dio do sin do sin c ro do ro nica do pai E co primeiro e da são ar a rti fica p rim e iro homem inglês ente de teresa do is da serpente à cruz da emas da uni vaso do eri serpente dad e do abe ab e rte ritu ual siti ca serpente, o u rato it do vaso ual do li serpente ti do ka serpente hor rato quarto da ive is

Curiosamente, como é sempre o propósito, especialmente para quem é versado nas matérias de inteligência, putin, passara pelo oceanário, duas fotos dele apareciam no jornal, uma onde ele observava um tubarão e outra onde observava os peixinhos, como que dizendo, entre os peixinhos, quem será o tubarão, por cima da foto do tubarão, o miguel sousa tavares em grande destaque numa foto a propósito da apresentação do seu novo livro, seria a sugestão, de que o miguel porventura seria ou melhor, fora o tubarão, a ver vamos.

Circulo do ur isa do homem inglês da teresa que mente, pr circulo do po si cruz no circulo, espanhol pe cia primeiro e mn teresa f oto de j p do rna primeiro, em serva vaso primeiro a pr circulo do ac pó si vaso da cruz circulo li vaso reo, ee espanhol mu gato vaso el ave rato miguel s tavares

C ur isa men te, co mo é da se do mp ar rato ra e circulo do pr do circulo uk do po si da cruz circulo, e spa n hol pe cia primeiro e mn te pa ra q eu maior é vaso e rato do sado muito as mat, é ria serpente de intel i g ên cia, talho vaso da cruz em, pa ss a primeira ra do pe primeiro circulo do oceanário, do as f oto dia ep primeiro e primeira par e cia mn circulo jp rna primeiro da, primeira onda e l e ob s e r v ava primeiro tubarão e o u t ra onda on s e r v ava os pei xi n ho s, co mo q ue di zen d circulo, en cruz rato e os pei xi n h os, q eu maior se rá circulo da cruz do vaso do barão, português circulo e maria da f oto do tubarão, o mig u el s o usa t ava rato espanhol em gata do ra mu it o d e d espanhol ta q ue mu it o primeira f oto a pr o pó si ut o da ap r e s en tação da serpente eu de muitos ovo do li vaso reo, se da ria e espanhol esa primeiro a serpente do vaso g es tão, de q eu circulo da mu g u el por v en t ur a se ria o u me l hor, fo ra o t u barão, ave rato vaso am o amos.

Conta-se que em mafra, no palácio, existem túneis que dão á ericeira , por onde uma vez a família real escapou e foi dar a praia onde o esperava um navio inglês, que honrava assim a antiga aliança e que hoje, ou melhor desde há algum tempo, os túneis se encontram cheios de ratos e ratazanas e ouvi mesmo dizer num exagero de um praça que alguém lá teria visto um dia crocodilos ou outros estranhos animais, não que um crocodilo seja um estranho animal, mas sim seria estranho um lá habitar em tais condições

Pa do pal do primeiro cio, cruz un vaso ne is do fa da mila me primeiro ho serpente da cruz un e is c roco di loo cruz ai us tais circulo em di circulo serra da onda sobre o sic ru l o espanhol

Circulo em cruz primeira do homem inglês da se do quadrado ue em mafra, no pal cio, ex iste maior cruz do vaso da ne is quadrado ue dão ac á eri da ce do ira, por onda do primeiro vaso e za fa mila real espanhol capo vaso e fo e dia ar primeiro a pr aia onda circulo espanhol pera vaso primeiro na vi circulo inglês, q ue ho muito rato ava as serpente em primeira antiga ali na ça e quadrado ue homem oje, circulo vaso me do primeiro homem os dia espanhol há al gum da teresa do mp circulo, os cruz un e is serpente en circulo em cruz ram che io serpente e rat os e rata z ana se circulo vaso vi me sm circulo di ze rato no primeiro ex primeira do gato do ero do primeiro pr ac ça quadrado ue al gato vaso avo é ac lá da te ria vi serpente da cruz co circulo primeiro dia circulo do roco di primeiro os circulo vaso do circulo ut ro serpente espanhola cruz ra mu e ot ho s anim ais, muito cão quadrado ue primeiro circulo roco di loo seja primeiro espanhol cruz ra muito ho anim a l, maior serpente si maior da se da ria es t ra muito ho primeiro lá homem abi cruz ar em ta e us circulo on di ç õ es

Contudo a mim, parece-me que na ajuda, existem mais ratas e ratazanas, tubarões e crocodilos e outros diversos animais, do que é provável em mafra encontrar, pois sempre com eles ao longo dos anos, talvez décadas com eles me cruzei, pois como todos sabem, calha lá serem as instalações do ministério da cultura.

Pa do ar do par da ce do homem inglês da me mai ro si, ex it em cruz do vaso do bar õ ee da pr ova vasp e primeiro do dia e ca dia às

C on t u do a mim, par ce inglês me maior si q ue na Ajuda , ex it e maria maior is ratas e rata z ana serpente da cruz do vaso submarino do bar da onda sobre o circulo e l ec t ric o e circulo roco di primeiro os e circulo vaso da cruz ro s di v e r sos anim ais, do que é pr ova v el em mafra en c on t rato ar, po is s e m p rato e com e l espanhol ao l on g o dos anos, ta l vaso e z década serpente com e l espanhol me c ru ze e, po is co mo t odo s s abe maior ca l ha lá se rato em as ins tala ç õ es do mini s t ac eri o da c u l t ur a.

E ainda em dia recente ao arrumar meu estúdio, dei com uns diplomas do seja, que foi uma espécie de concurso de novos valores, assinado por um senhor da salvo erro, por um senhor secretaria de estado da cultura e o xavier barreto do clube das artes e ideias, que depois de o novo ver, o papel, me evocou antigos perfumes, onde o tal senhor seria peça charneira na senha persecutória, com interesses vários avariados que sempre me moveram, sobretudo para melhor me poderem vampiriza criativamente, existindo toda uma rede montada de vampiros chupistas que me tem chupado e sendo que os que se encontram em postos maiores e elevados no castelo do dracula, se encontram ricos cheios de grana, bago, vulgo pilim, a este assunto ainda voltarei em maior detalhe que não é ainda neste preciso momento deste preciso texto, o seu lugar

E ai n d a em dia r e c en te ao ar rumar me u es t u di o , dei com un s di p l o maior s do seja, q ue fo e primeiro es pe cie de c on c urso de n ovo s va l o r es, as sin ad o por um s en hor da s alvo e r ro en tão secreta ria de es t ad a da c u l t ur a, q ue de po is de o n ovo v e r, o pap e l, me evo c o u ant i g os pe r fu m es, onda o ta l s en hor se ria talho eça ch ar ne ira na s en h a pe r s u ac coto ria, com in te rr es v ari os aa v ria d os q ue s e mp r e me mo vera m, s o br e t u do pa ra me l hor me po d e r v am pi r iza ar, c ria t iva m en te, ex is t indo t o da primeira red e mo n t ada de v am piros ch up ista s q ue me tem ch up ado e s en d o q ue os q ue se en c on t ram em po s t os maior si e l eva d os no castelo do dr ac u la, se en c on t ram ric os che is de g rana, ba g o, v u l g o pi lim a este as s un t o ai n d a vo l t a rei em maior d eta l he q ue n cão é ai n d a ne s te pr e ciso mo n en t o d este pr e c is o texto, as s em se o de seja,

O urso da antiga secretaria de estado da cultura do grupo dos vampiros que se montou para me chuparem ao longo da vida e serpente da primeira eva do castelo do dracula, ser ep da net da primeira eva do castelo do dracula do rei cão da poia

O ur s o da antiga secretaria de estado da cultura do g rup o dos vaso maior da vamp do pi da manhã, rato os q eu da se mo n t o u pa ra me ch up a r em ao l on g o da vida e serpente da primeira eva do ca s telo do dr ac u l a, ser ep da net da primeira eva do ca s telo do dr ac u la do rei cão do po ia

E relacionado, ou melhor identificado com a poia que apareceu nas colunas do arco, quando dos acontecimentos de myamamar, e do falecimento do teodoro, donde com estes eventos relacionado


E se bem que vampiros sejam uma família como todos os seres, composta por vários ramos, na verdade o que se passou em beslan, visto nesta luz e a esta luz, foi tambem um acto de vampiragem de grande dimensão, pois se bebeu o sangue de muitas crianças, que como todos trazem sabido, é sangue forte, pela sua natureza energética, por ser jovem e cheio de vitalidade que é outra palavras para energia, e da mesma forma, um acto de vampiragem na sua essência é sempre um mesmo, ou seja, quem o faz em determinadas áreas da sua vida, mais provavelmente o fará em outras, pois as áreas não são separadas e a espinha de um homem ou de um vampiro homem, se tal se o pudesse chamar, não varia assim tanto depois da sua formação, que acontece geralmente em sua coluna principal até ao cinco anos, e que não desdita que a vida seja tambem e sempre continuo crescer.

F da am e li primeiro em duplo circulo dia os vaso si ari os ne serpente da cruz, a primeiro uz , vaso do zorro po e circulo da ria sn ça serpente ene rato gato da eti ca, vaso it primeira a li ad e fa az ar e às maior do si primeira rea serpente da se do rap ad a serpente e spa n halo do pei muito homem as po de serpente da ss se gato e ra primeiro de mn da teresa

E se segunda em quadrado ue vaso da am dos piros do Seja maior primeira família co do mo da cruz do circulo duplo do sos seres, co mp os cruz primeira porto português vaso ari do os ramos, no vaso e rda pai do circulo quadrado ue se pa ss circulo vaso em beslan, vaso is cruz circulo ne serpente a cruz primeira e primeira uz e primeiro est a primeiro vaso do z, fo e tam segundo em primeiro ac cruz do circulo do vaso da am pira gato em gato ra muito da dimensão, di homem da inglesa são po e se b e b europeu circulo sangue de mu it as circulo da ria sn ça serpente, quadrado ue do co do mo da cruz do dia do duplo circulo da serpente cruz no ra ze maior sabi dia circulo, é sangue do fo rte, pe primeiro as ua nat ur e za ene rato ge t i c a, português ser vaso em ec che io do vaso ita li ad e quadrado ue é circulo vaso da cruz do ra pal av ra serpente da par primeira de ene rato gi primeira, e da me sm primeira do fo rato maior, primeiro ac cruz circulo do vaso da am pira gato em e na serpente ua espanhola serpente maçom inglesa cia é se do mp rato e primeiro me sm circulo, circulo vaso Seja, quadrado ue mo do fa az em dia et e rato da mina dia as ar e as da serpente ua vaso ida, maior si pr ova vaso e primeiro homem inglês da te circulo do fa do rá em circulo vaso da cruz ra serpente, po ia as a rea sn cão da são se rap ad as e primeira espanhola pe e muito homem as do primeiro homem do circulo do vaso do primeiro vampiro homem, se do ta na primeira se circulo po dia espanhol serpente e chá da ch da am ar, muito cão vaso aria as serpente em cruz ant circulo de po is da serpente ua for mação, quadrado ue ac on te da ce gato e ra primeiro e mn te em serpente ua co primeira una do pr em cip em al, é ao circulo em co primeiro no serpente, o q ue muito cão dia espanhol dia it aqui da ue primeira do v i da seja tam segundo em e se mp rato e circulo em cruz em vaso do circulo crescer.

O homem do seja é continuo do outro, o principal vampiro e angulo do seio do puxador, apontado a meu peito

O homem do seja é conti muito vaso do circulo uk do circulo do vaso da cruz do ro, circulo do talho do rin da cip primeiro av da am do pi ro e angulo da se io do talho do ux ad or, porto em cruz ad, circulo am eu pei cruz do circulo

Já neste livro, dei conta de acontecimentos mais recentes no palácio com algumas das suas moradoras ratazanas desde contínuos a ministros passando por muitas tias e tios que sempre lá vi a tomar chá e a receberem bons ordenadas para o pouco que em termos de política cultural se tem feito em portugal, ao longo deste trinta anos a contar no vinte e cinco de abril de setenta e quatro, é caso para dizer com dizem as gentes em modo vernáculo, que mudam as moscas mas a porcaria se mantém, se bem que aqui parece tambem não se mudarem assim tanto as moscas, as vespas várias , crocodilos e outros animais e será sempre bom de recordar que animais e de animais temos todos nó sempre um pouco
Ac on te cie mn cruz os pal ac acacio cio ua serpente as, primeira ra cruz az ana serpente do sin c ron is mo circulo on cruz e muitos vasos so circulo serpente mn ui cruz as da cruz dos remo da serpentes poli tic a ac co em co vaso e rna circulo do vaso do primeiro do circulo homem inglês te maior e bo maior dia

J á n ne espanhola te do este li v ro, dei c on t a de ac on te cie mn t os maior is r e c en t es no pal a cio com al gum as das ua s mora do ra s a ra t az ana s d es d e c on t i n u os a mini s t ro s pa ss na d o por mn ui t as ti as e ti os q ue se mp r e l á vi a tomar chá e a r e cebe r em bo ns o r dena d as pa ra o po u co q ue me t remo s de po l it ica c u l t ural se te m fe it o em portu gal, ao l on g o d este t rin t a a no s a c on t ar no vi n te e co in co de ab r i l de set en t a e q ua t ro, é ca s o pa ra di ze r com di ze m as g en t es em odo v e r na c u l o, q ue mu dam as mo s ca s maior sa se man t em, se b em q ue aqui par e ce tam b em n cão se um da r em a ss em t ant o as mo s ca s, as v e spa s v árias , c roco oco di primeira os e o u t ro s anim ais e se rá s em pr e bo m d e record ar q ue anim ais e de ani maio is t emo s t odo s nó s e mp r e um po u co oco

Recordo mesmo de uma guerra que aqui foi relatada, com uma senhora que um dia encontrei, que era creio que a directora do museu e que trazia nesse dia em que com ela me cruzei, um lagarto verde na lapela que parecia um crocodilo, e me tentaram , assim me pareceu e assim o julguei, me levar a entrar nessa guerra, coisa que não fiz, exactamente por o ter percebido, mas relembro que curiosamente respondi a maria sobral mendonça, sobre o que ela me tinha perguntado, e que era metafísica e não só questão relativa ás virtudes cardinais e de que forma os seus quadros a ela respondiam, porque o fulcro aparente da guerra era a senhora acusar a maria de ter faltado ao prometido que seria uma contrapartida pela cedência e qualquer apoio a exposição, da realização de um quadro sobre as virtudes, coisa que ela em particular não fizera, alias de virtudes com a maria, estamos conversados, porque passado este tempo todo, mais de dois anos, assim de memória creio, ainda não recebi um tostão que seja pelo trabalho que fiz e continuo sem a menor explicação e bem falta neste momento me fazia para poder arranjar um dente que me dói há mais de duas semanas, entre outras precisões, que me faz lembrar a canção da ilha, do tesouro, uma outra exposição da gulbenkian, que tambem agora me apareceu de novo numa visão que nasceu da constante nota de quinhentos escudos portugueses constante e interventora nesta história toda

Da senhora do lagarto verde na lapela que no primeiro instante de a ver, me parecera a mãe da teresa carvalho, recordo, no final da montagem, a aparição, histérica, por ali fora entrando, tambem não abonou muito em seu favor, se bem que tecnicamente tivesse razão, na demanda face à maria sobral

Gata europeia e rr primeira rato e primeira em dia primeiro inglês circulo em te e j vaso primeiro gato eu e ex cat am da inglesa te rato e primeiro ee maior br circulo da ur isa do homem inglês que mente da te do met, primeira f isi ca e muitas ondas da serpente, rato ep do pn da te do circulo car dina si gato eu e ra e ra às na inglesa hora ac em cruz rap ar t ida ce den cia par ti circulo ual rato am ria, me mo ria r ex li cação e vaso segundo em dia oi do duplo circulo dão do vaso da cruz do ra serpente pr e ce s õ es, gato do vaso primeiro bem kapa do iam, ap rato e c eu em teresa vaso inglês da cruz iva


Record circulo da me sm, circulo da primeira gata eu e rr primeira quadrado ue aqui do fo e rato e primeira at dia primeiro com da primeira serpente inglesa hora quadrado eu primeira do dia, inglês circulo em te e quadrado ue e ra circulo do rei circulo quadrado ue primeira di ar e c tora da mu serpente eu e quadrado ue da cruz da razia ne ss e dia em quadrado ue com e primeiro e me do circulo da ru ze primeiro lagarto verde na primeira do porto e primeira quadrado ue par e cia primeiro circulo do roco di primeiro circulo e me tem cruz ar em as serpente em me par e circulo eu e as serpente em circulo da j vaso primeiro do ge ui da me primeira eva ra inglesa cruz rato ar ne serpente sa g eu rato ra, co isa q ue muito cão fi z, ex cat am en te português duplo circulo da ter pe rato cebi da maior serpente rato e primeiro ee maior br circulo cc q ue circulo ur da isa do homem inglês te rato espanhol talho em di primeiro mar ia serpente do circulo do br al do inglês don ça, serpente circulo br e circulo q ue e primeiro e me tinha pe rato gun cruz ad o, e q ue e ra met eta fi si cp rim e ira inglesa onda ao s o s ac ao ó q u est ão rato e primeira cruz iva ás vi rato cruz do vaso dia espanhol carro da dina si e do q ue fo rato maior os se us q ua dr as primeira e primeiro ar espanhol talho em d i a m, português q ue circulo do fu primeiro da di do co do circulo ro a pa rente da gato eu e ra e ra primeiro da serpente da en hora ac usa ra do mar ia de ter e za fa primeira cruz ad circulo ao pr circulo met id o quadrado ue se ria primeiro ac on cruz ra par t ida pe primeira ce den cia e quadrado ual quadrado eu do rato porto circulo e vareta do circulo primeiro ex po si ção, da real iza ção do primeiro quadrado da ua dr do duplo circulo da serpente do br e as vi rato cruz do vaso dia espanhol, co isa q ue e primeira em par tic ual ro d o vi aria na cio na primeira muito cão do fi do ze ra, ali as de vi rato cruz do vaso dia es com, primeira am ria, est am os circulo em vaso e rato sado serpente portuguesa quadrado ue pa serpente sado este te mp ot dia do duplo circulo maior is de dia circulo is a no serpente, as serpente em dia me mor ia circulo rei, circulo, ai muito dn cão rato e ce bi um primeira cruz os tão q ue seja pe primeiro circulo da cruz do ra segundo do alho quadrado eu do fi ze conti muito vaso circulo da se maior me no rato ex li cação e vaso segundo em fa primeiro da cruz a ne s t e mo maior en cruz do circulo da me f az ia pa ra po e rato ar ra muito j ar primeiro den te quadrado ue me d o vaso do ar da eta há maior is de duas serpentes ema manas, en cruz rato e duplo circulo da u t ra serpente do pr e circulo da vareta serpente da onda sobre o circulo espanhol õ, q ue me f az primeiro em br ar a can ção da ilha, dia circulo te serpente circulo do ur, circulo uma circulo do vaso da cruz do ra ex po si ção da gato do vaso primeiro bem kapa i am, q ue tam segundo em agora me porto rato ec eu de muitos ovos muito primeira da visão quadrado ue muito as circulo eu da co ns cruz ante muito ota de q ui muito he muitas cruzes no circulo do os es circulo do vaso dia os por cruz vaso gato eu serpente espanhola circulo em serpente t ante e em ter vaso en da cruz do iva, ne serpente do ta ao homem is cruz do tor do ac circulo pelo rato ia cruz circulo sa sat circulo dia primeira

Desta vez, na noite em que a exposição abrira ao publico em forma gratuita e graciosa, o encontro com os tios e as tias animais de pele dura como crocodilos e os elefantes, se dera exactamente na asa vermelha do alicate , a da direita que faz rampa a subir para as escadas da porta da entrada da exposição,

Para alem do encontro com outra personagem lá dentro, na ala dos trenos.

A mala do persa, persi bag em, vagem persi, o treno

Ex po is ção ex cat am muito te ali dc a te e serpente ub bo rato pe rato da serpente si ba holandesa iba ge mba gato em,

Dia est primeira vaso e z , na no ite em q ue a ex po is ção ab rato ira ao publico em fo rato mai ro da gata ratui cruz primeira e g ra cio sa, o en c on t ro com os ti os e as ti as do anim ais de pe l e d ur a co mo c roco di l os e os e l e fan t es, se d e ra ex cat a m n te na asa vermelha do ali dc at e , a da di rei t a q ue f az ra mp a a s ub or pa ra as es ca d as da porta da en t ra d a da ex po si ção,

Pa ra a l em do en c on t r o com o u t ra pe r si ba ge m l á d en t ro, na a l a dos t reno s.

A ma l a d o pe r sa, persi ba g em, v a ge m persi, o t reno

vinha eu saindo da visita, descendo a rampa que se encontrava obstruída, a meu lado direito, um homem de costas voltado para a frente, meio metro abaixo, uma senhora no meio da rampa tambem de costas, e na sua frente desenhado um triângulo com o vértice a mim apontado mais dois homens, em amena cavaqueira, parei ao lado do primeiro, o mais perto, talvez por trinta segundos, na esperança, que os cascas grossas, percebessem que estavam a parar a passagem, e como tal não aconteceu, com voz elevada lhes disse, com vossa licença, assim as mosquinhas cegas deram conta, se afastaram como um pulo para o lado e eu passei, caminhei até a paragem do autocarro sessenta, onde um rapaz me confirmou que a carreira já estava fechada e assim caminhei de novo como fizera depois do almoço da ajuda até minha casa.

Vi na h ob s t rui da di rei do rato da cruz no circulo da fe ro d o vi aria na cio na l da te da cruz na rai muito ad primeiro circulo vaso e rato ti da ce maior da si espanhola par na ça, ao cn da teresa ceu, primeiro e homem s m circulo serpente pen ene da teresa quadrado ui muito homem as circulo ega serpente esta vaso primeiro a fe ch ad primeira

vinha eu sa indo da vi serpente rp cruz primeira eu ad espanhol circulo inglês dia circulo a ra mp primeira aqui do quadrado ue da se inglesa do circulo em cruz do ra vaso primeira rave tam pão ob serpente da cruz do rui da primeira me vaso pro primeiro ad circulo da di do rei rato da cruz do circulo, do primeiro homem dec os cruz as vo primeira cruz no ad circulo da pa do ra a fr inglesa ente da te, me io do met ro ab ai xo, primeira serpente da inglesa hora no me io da ra mp a tam segundo em dec os cruz as, e na serpente ua da fe ro do vi aria na cio n al da te da serpente inglesa homem ad circulo cio na primeira cruz rai na do vaso primeiro circulo com, circulo v e r ti ce a mim porto em cruz ad circulo do is ho m en s, na am e na circulo av aqui do q eu ira, pa rei ao primeiro ad circulo do primeiro maior si e primeira eva da cruz alve z portuguesa cruz do rin da cruz primeira se gato un dia os, na es pa ra muito ça, q ue os ca s ca s g rossa s, pe rc e be ss em q ue est ava am primeira par a ra primeira pa s sa gato em, eco do mo ta primeiro muito cão ao can al teceu, com vaso oz e primeira eva da primeira e homem serpente da di serpente da se com vo serpente sa li c en ça, as serpente em as mo serpente quadrado dos ui muito homem as circulo e g a s de ram circulo em cruz primeira, se af as cruz a ram co mo primeiro talho do vaso do primeiro do circulo da pa ra circulo primeiro ad circulo e eu pa s se e cam em hei primeira rat cruz, é a pa ra gato em dia do circulo au to carro se ss en t a, onda primeira rap az me c on fi rato mo vaso quadrado ue primeira car rei ira j á esta vaso a fe ch ad a e as serpente em circulo ami mu it circulo hei de muitos ovos do co do mo do fi do ze ra dia ep circulo is da au to es t ra d o li s bo a porto moço da ajuda em, é min homem do ac asa.


Se há coisa que me chateia, são os tios e as tias na aparência muito bem educados, alguns moradores aqui ao perto no bairro de campo de ourique, que é tambem o bairro do miguel sousa tavares, muitos cheios de ares e ventos e de si mesmas, se soubessem em verdade o que quer dizer tal conceito, e depois demonstram uma falta de atenção, uma pele grossa e insensível as vibrações de quem chega, e trazem comportamentos de profunda má educação considerando a melhor nata do melhor queijo e cegos, pelo menos três deles estavam no meu eixo de visão, ou seja estavam-me a ver e a fazer de conta que não viam, se o tempo fosse o dos palácios, umas vergastadas, talvez resolvesse o problema, mas vergastar não torna ninguém mais inteligente, se fosse essa a questão

A par do porto pa do ar da en cia primeira gato vaso maior as do vaso do ba is rato ro demo sn cruz a primeira ram in ss ne serpente ive primeiro vi bra serpente do circulo da serra de corte das ondas sobre o circulo espanhol, circulo do onze do circulo maior do pr ota, do circulo da cruz primeira no homem en cruz os edu e cação o us e j a pal primeiro ac cio serpente, ni muito gato eu m maior si

Se há co isa q ue me chá da teia, são os ti os e as tias na a par en cia mu it o segundo maior em e ducado serpente, e mor ad o ra s l a g u mas de l a aqui a pe r t o no bairro de campo de ourique, q ue é tam segundo em o vaso do ba is r ro do miguel sousa tavares, e mu it o che ia s de ar es e v en t os e de si me sm as, se s o ub e s s em eme v e r dad e o qu e q eu r di ze r ta l c on ce it o e d ep o is demo sn t ar am primeira fa l t a de a ten ção, primeira do pe l a g rossa e in ss ne s ive l as vi br as ç õ es de q eu maior chega, e t ra ze m co mp rota m en t os de pr o fun d a má edu i cação c on sid e ra n d o a me l hor na ta do me l hor q eu i jo e c ego s, po is pe l o m en os do is de l es est av am no me u e ix o da visão, o us e j primeiro me est av am a v e r e a f az e r de c on t a q ue n cão v iam, se o te mp o fo ss e o do s pal a cio s, primeiro v e r g as t ad as, ta l v e z r e sol v e ss e o pr o b l ema, maior serpente v e r gás t ar n cão to rna nin g eu maior si in te li g en te se fo ss e es sa aqui do eu s tão

Pois na realidade eu saia por onde entrara, ou seja de repente pareceu-me que haveria ali um velado propósito mna esperança que eu saísse pela outra asa do alicate vermelho que estava ali montado, o que me poderia, ou melhor, pelos meus próprios passos daria função ao alicate se alguém o quisesse sobre mim apertar

Pr circulo do talho os it, circulo as e av r eta ss e pr circulo p rio serpente al gume primeira a pa e rta rato

Po is na real i dad e eu sa ia p or onda en t r a ra, o u seja de r ep pen inglesa te par e ce u do homem da inglesa me q ue h ave ria ali primeiro velado pr o p os it o mna es pera n ça q ue eu as i ss e pe l a o ut ra az a do ali cat e vermelho q ue est ava ali mo n t ad o, o q ue me po de ria, ou me l hor, pe l os me us pr o prio s pa s sos d aria f un ção ao ali cat e se al gume o q u ise ss e s o br e mim a pa e rta r


Curiosamente o mote fora dado na livraria que estava montada numa sala no final da exposição, meus olhos e minhas mãos olharam os livros, e um deles pelo seu titulo em correlação ao que na exposição pressenti, bem como na viagem e na cimeira, me o fez abrir, curiosamente era publicado pela assírio e alvim, a editora de um dos que já foi, em meu ver de forma abreviada, o herminio, que por sua vez vivia com a rapariga psi do tal grupo da gnose sem gnose, que me quis rotular com uma perturbação mental para melhor me roubarem o filho e lhe partirem o coração, salvo seja de o partirem em sentido literal, salvo sempre ele seja, o do seja, já duvidas trago

bari , segundo aro do quadrado da ua ex po si ção pr es s en ti, cie mira, ari rato, c ur isa m en te o ub li ca do as sírio par tir da dupla dor maior

C ur rio sa m en te o m ot e fo ra dad o na li v r aria q ue est av a mo n t ad o muito do circulo do sala no fi n al da ex po si ção, me us o l ho s e min h as mãos o l h aram os li v ro s, e um de l es pe l o segundo ari de bari, s eu ti t u l o em co r relação ao q ua na ex po si ção pr e s s en ti, segundo em co mo na via g e m e na cie mira, me o fez ari r, c ur isa m en te e ra o ub li ca do pe l a as sírio e al vi m, a edi tora de um dos q ue j á fo em me u ver de fo r ma ab br e vi ad a, o her mini o, q ue po r s ua v e z vi via com a rap ari g a ps i do ta l g rup o da g no da se da se maior g n o se q ue me q ui s ro t u l ar com primeira pe r turba ção m en ta l pa ra me l hor me ro ub ar em o fi l ho e l he par tir em o coração, s alvo seja de o par tir w m em s en t ido lite ra l, s al v o se mp re e l e seja, o do seja, j á d u vi das serpente da cruz ra g o


Seria então em bari que estaria o mecanismo oculto para apertar o alicate e tambem o facto de ser em bari evidenciava o elo antigo, do tal homem ligado ao seja, o da então secretaria de cultura, dos encontros internacionais de jovens criadores onde eu fora como representante de portugal na minha área, e do homem que agora será do ministério da cultura, engraçado o que se vais descobrindo à medida que se escreve, se se escrever em verdade dentro do nosso coração

Es t ari do fa do circulo ti do ba rim do jo vaso e maria sobral sin c ron is mo da ria do rato da sa rea, min si te dp rio se

Se ria en tão em bari q ue est ari o meca ni sm oo c u l t o pa ra ap e rta r o ali cat ee tam segundo em o fa c ti de ser em ba rim evi den cia ava o e l o ant i g o, do ta l homem li gado ao seja , da en tão secreta ria de c u l t ur a, dos en c on t ro s in te rna cio n ais de jo v em s c ria do r s onda eu do fo ra co mo r ep r e s en t ante de portu gal na min h a a rea, e do homem q ue agora se rá do min si te rio da c u l t ur a, en g ra ç ad oo q ue se v ais d es co br in dia do o Á me dia do q ue se es c r eve, s es e es circulo r eve r em vaso e rato dad e d en cruz ro do no s s o co ra ção

Era um livro de capa vermelha cor de sangue e seu titulo a ele, o sangue remetia, de uma poetisa russa, abri ao calhas, como de costume e meus dedos quanto no calhas calham eles serem meus, conduziram meus olhos quanto calha o olhar ser só meu, a um poema que assim rezava em sua alma, ou seja não aqui reproduzido textualmente

Vaso e rato me do circulo da serra ao suíço homem , primeiro ac a co circulo do rato de sangue e circulo do primeiro homem l h as c l a ham, c o on d uz ira maior circulo do primeira kapa do homem do ar

E ra primeiro li vaso ro de ca pa verme do circulo de corte à ch primeira co rato de sangue e s eu ti t u l o a e l e, o sangue re met ia, de primeira poe t isa ru s sa, ab r vaso do ar da eta ao ca l h as co mo de co s t um ee me us de d os q ua n t o no c l h as c l a ham e l es se r em me us, co on d uz ira maior me us o l h os q ua n t o cal h a o o l k h ar ser s ac ó me u, a primeiro po e ma q ue as s em re za v a em s ua al ma, o u seja n cão aqui r ep ro d uz ido te x t ua l mente

Hoje ao daqui saíres, ao desceres a rua, serão trinta e oito as facas que em ti se cravarão, não chegarás ao final do rua, era mais ou menos assim a reza que me saia na rifa, que sendo rifa e não real, visto ter descido e subido e chegado inteiro, teria então que ser lida relativa a outro tempo, um tempo passado, um outro dia, em que trinta e oito facas, não vou jurar que era este o seu exacto numero, mas que muitas eram, eram, como a julio cesar as facadas, talvez no dia do tal ritual a porta fechada na capela real

Serpente aires, em mm primeiro si do dr da vareta do vaso do ar da eta do fa ex cat circulo, ta primeiro vaso espanhol rato do vareta do vaso da cruz na primeira au to es t r ad a, vi a rá pi d a l is boa po rt circulo primeiro

H o je ao dia aqui s aires, e ao d es c e r es a rua, se rão t rin t a e o it o as f ac as q ue em m ti se c rav arão, n cão che g a rá s ao fi na l do rua, e ra maior si o u me no s as s em primeira reza q ue me sa ia na r i fa, q ue s en o dr i fa e n cão real vi s t o teresa d es cid o e s ub ido e che gado in tei ro, te ria do en tão q ue ser l id a r e l at iva a o ut ro te mp o, primeiro te mp o passado, primeiro do o u t ro dia, em q ue t rin t a e o it o f ac as, n cão v o u j ur ar q ue e ra este o ex cat o nume ro, maior serpente do q ue mu it as e ram, e ra maior, co mo a ju l io ce sar as f ac ad as, t a l ve s no dia do ta l riu t a l a porta fe ch ad a na c ap e la real lu gato aa te mp circulo, vaso do ac ao nico

Ou talvez ainda em outro ritual com o mesmo fim, num outro lugar e num outro tempo do mesmo uno e único lugar tempo.

Curiosamente acabou de novo de cair o bico negro da minha cadeira neste preciso momento do escrever ao chão, profético ,sem menor duvida

O u t alve z ai n d a em o u t ro r it ua l com o me sm o fi maior, num o u t ro lu g ar e num o u t ro te mp o do me sm o uno e ú nico lu g ar te mp o c ur i o sa m en te ac ab o u de n ovo de ca i r o bi co ne g ro da min h a ca d eira n e ste pr e ciso mo m en t o do es c r eve r ao ch ão, pr o fe tic o ,s em m en or d u v ida

O outro que reconheci sem reconhecer fora na ala corredor no final da exposição onde fiquei durante algum tempo, onde voltei atrás por mais de que uma vez para ver um determinado quadro que acabei por desenhar no meu caderno, ao lado das notas que na exposição tomei, sempre com uma noção de falta de tempo, ou seja, gostaria eu de a ter visto muito mais tempo, com muito maior atenção, com menos gente, pois aquilo não parou, quando desci, o numero de gente que subia era ainda maior de que quando eu chegara por volta das nove e meia

Re eco c on h ce r maior do si d et re mina d o maior si maior si pa ro ua, emi serpente

Duplo circulo do vasp da cruz dp ro quadrado vaso r ec on h e c i se maior reco n h c er fo ra na al a co r red or no fi n al da ex po si ção onda fi q eu e d ur ante al gum te mp o, onda vo l te e at rá s por maior si de q ue primeira v e z pa ra v e r primeiro d et re mina d o q ua dr o q ue ac ab e vareta por de s en h ar no me u ca de rn o, ao l ad o da s n o t a s q ue na ex po si ção tome e, s em pr e com primeira no ção de fa l t a de te mp o, o u seja, g os t aria eu da teresa vi st o mu it o maior si te mp o com mu it o maior si a ten ção, com me no s gente, po is aqui l o n cão par o ua, q ua n d o d es c i, o nume ro de gente q ue s ub ia e ra ai n d a maior de que q ua n d o eu che g a ra por vo l t a das no v ee emi serpente

Outro poema que tambem no mesmo livro li, rezava mais ou menos assim,

Falava do noite da travessia do abismo, da poeta estar de novo a ele voltar, de voltar a ele com recorrência, sendo o abismo pela nota que acompanhava o poema, o da prisão de um homem que ele conhecia e que teria sido preso durante a noite em sua presença, se bem que a poesia, abra em forma muito mais ampla e sabedora, a noção do abismo, e em verdade, a noite de beslan, foi uma noite em que o abismo mais se abriu, como em outras noites dessa mesma guerra

Maior si F l ava a ele r eco r r en cia, ac o mpa mn h ava ni te em ur maior si am talho primeiro a beslan, o ut ro as no v ar eta it espanhol

Maior si da primeira ava do no ite da cruz da rave e serpente dupla do ia do ab is mo ao abismo, da po eta do ta de est ar de muitos ovo a e primeiro avo primeira cruz do ar, de vo vol primeiro cruz ra a e primeira e com r ec o rr en cia, s en dia do duplo circulo do abismo pe primeira mu it o ota q ue ac o mpa mn homem av a o po e ma, o da pr e são do primeiro homem q ue e primeiro e c em homem e cia e q ue te ria sid o pr e s o d ur ante a ni te em s ua pr e s en ça, se be m q ue a po e s i a, ab ra em ur fo r ma mu it o maior si am p l a e sabe dora, a no ção do ab is mo, e em v e r dad e , a no ite de be s lan, fo i uma no ite em q ue o abismo maior is se abriu com o u t ro as no dupla vareta da cruz e s d es sa me sm a g eu rato ra

E ainda um outro mais no cerne da questão, mais na carne de beslan

Um que inquiria mais ou menos assim e que me inspirou um mesmo perguntar contido neste texto uno, num outro capitulo relativa à sentença que emiti sobre o tribunal de menores no caso do rapto e roubo de meu filho

Era boa a carne que provaste, era tenrinha e delicada, ficaste satisfeito com o que fizeste

Maior si in quadrado eu da ira maior do si em sado maso s o v quadrado vaso ista cir u l o serpente, que é rt pen da ne ten ça e me it vareta do ca ene quadrado da vareta da ue ten rin homem primeira cruz inglesa

E ai n d a primeiro o u t ro maior si no ce r ne da q u estão, maior is na c ar ne de beslan

Primeiro vaso maior q ue in q eu ira maior si o u me no s as s em e q ue me ins piro primeiro em sm o pe r gun t ar c on t id o n e s te te x t o uno, n um o u t ro ca pi t u l o re l at iva à s ne ten ça q ue em e it i s o br e o t rib una l de me no r es no ca s o do rap t o e ro ub o de me u fi l ho e ra bo aa ca ene q i ue pr ova s t e, e ra ten rin h a e d eli c ad a, fi do cast e sa ti s fe it o com o q ue fi z e s t e

Em verdade naquele pequenino livro que mão inteligente como pescador que coloca o bm isco depois de saber qual ele é, e fica a espera que o peixe morda, ia ao centro da questão da tensa cimeira, ou seja da questão que ainda não se encontra totalmente esclarecida e que eu prometi a Deus em Deus e Pelo Amor de Deus do Amor, tentar esclarecer na medida extensa que me fosse possível, e esse compromisso tornei publico e foi publicando o que fui escrevendo sobre o que deste trágico e infame acontecimento foi descobrindo no visto e no pensado

Em vera de pesa ca dia do dr circulo ma r d a, ia vareta primeira nm ui cruz do circulo da tao cruz ak primeira mn te po ss ive primeiro, espanhol circulo rato vaso inglês dia circulo t ra gi dc circulo g id e, t a gi d e par en te sis ac on te cie mn t o p en sado, talho do pen do inglês da serpente do circulo ad do sado

Em v e ra d e na q eu l e pe q eu nino li v ro q ue mão intel i gente co mo pe sa ca d dr o q ue co l oca o b m is co de po is de sabe r q ua l e l e é e en tão fi ca a es pera q ue o pe ix e ma r d a, ia ao c en t ro da u estão da ten sa c i me ira, o u sej a q u estão q ue ia n d a n cão se en c on t ra tao t ak l mn te es c l ar e cid a e q ue eu pr o m eti a dia maior da eu s em dia maior e us e Pe l o Am or de Deus do triângulo de fogo mor, ten t ar es c l ar e ce r na media d a ex ten sa q ue me fo ss e po ss ive l, e es se co mp ro mis s o tor ne i publico e fo i pub li can d oo q ue fo i es c r v en d o s o b r e o q ue d este t ra gi d co par en te sis ra gide, cruz primeira gi de par en te sis e em fa me ac on te cie mn t o fo i d es co br in d o no vi s t o e no pen s ad o

Se bem vos recordais, coisa que me acontece a mim, tambem eu gostaria de reservar um dia da pena máxima para os responsáveis, como em relação a Madrid e a Londres, fora o que escrevera sobre este assunto, quando da sentença do juiz no caso do cabo, o que foi a faca , mas não a mão que ordenou a faca

Assim me move o dever, a s´peranza , a fé e o amor
Assim o voto e minha Lei
Que Deus e o Amor, quanto dois assim me guie

O livrinho dizia assim propondo como leitura e inquérito o seguinte em forma sintética

O que cometeu o crime será assassinado por muitos que juraram a sua morte

Foi um acontecimento ligado ao abismo, no sentido culto da palavras, ou seja um acontecimento ligado a uma operação de vontade, provavelmente feito por ritual

E um questionar, teste , tipo polígrafo

Gostaste?

Soube-te bem?

As câmaras diversas, tudo devem ter muito bem registados dos passos da minha visita, dos pormenores que olhei, bem como de outros visitantes, os peixes, na esperança que o certo isco, apanhe o tubarão, o john wayne, o pistoleiro do oeste, o que despoletou na distancia a grande matança

RAF duas ondas, poli gata da RAF duas ondas forte circulo cia ia ar


Conte ce pe mna máxima rato espanhol ponsa vaso e is, am a dr ia circulo rato den vaso serpente ap os to fr opera ra muito za quadrado ua no da cruz na me gui e pr circulo português muito dia do circulo em quadrado europeu rito as sas sin ad circulo do pr ova vaso e primeiro e mn teresa do po do li do gato raf circulo do ca da am do mar as das amarras e pa ss circulo as jo muito homem do duplo vaso da dupla dor da y ne, Ra francês primeiro ff cia rc em te da ce do pe mna e da máxima, rato espanhol do ponsa vaso e is, primeira mad da ria circulo rato dia e muito vaso do ac a serpente da pe ra muito za, quadrado ua muito ot me gui e pr circulo po rn dia do circulo em quadrado europeu rito sin tec tic primeira as da as do sin no ad circulo do ac em te da cie mn cruz do circulo do pr ova vaso e primeiro em muito te do talho oli gato do ra do fo da cam primeira ra serpente do pn da te da pa ss circulo as do jo muito homem do duplo vaso da dupla dor da y ne, Raf ra ff circulo ia da cia rato

E ou

Circulo em teresa da ce do pe do mna ma xi mar espanhol talho em sa vaso e is, am ad rato ia circulo rato dia inglês do vaso da s eta a serpente pera ra muito za quadrado ua no da cruz da me gui e pr o por muito dia circulo em quadrado eu rito as sa ss em ad circulo do pr ova vaso e primeiro em muitas te do po do li do gato ra do fo ca da am mar as das amarras pa ss circulo as jo muito homem way ne do ra fr primeira f f cia rc em te da ce do pe da mna máxima rata espanhol ponsa vaso e is, ama dr ia circulo rato de muitas serpentes ap os to fra s do pe do ra muito za, quadrado au da ro ua muito ot me gui e pr circulo do po da ro do vi da aria na cio da primeira holandesa do dia do circulo em quadrado europeu do rito do sin na escola tec, ti circulo ca às da sa do sin ad circulo ac em te da cie do mn cruz do circulo do pr ova vaso e primeiro em mu it circulo te poli gato raf circulo do cam primeira ra serpente da pa da ss circulo as jo muito homem da w a primeira do y ne, ra do forte do ra do f f circulo ia cia rato


Se segunda em vo serpente do record ais, co isa q ue me c on te ce a mim, tam b em eu g os t aria de re serva rata primeira dia da pe mna máxima para os r es ponsa v e is, co mo em relação a ma dr ia e a l on dr es, fo ra o q ue es c r eve ra s o br e este as s un t o, q ua n d o da s en ten ça do juiz no ca s o do cabo, o q ue fo i a faca , maior s n cão a mão q ue o r d e n u a faca

As s em me mo v e o d eve r, a s´ pera n za , a fé e o a mor
As s em o v oto e min h a Lei
Q ue D eu s e o A mor, q ua not do is as s em me gui e

O li v rin ho di z ia as s em pr o po rn d o co mo lei t ur a e in q eu rito o se gui n te em fo r ma sin te c ti ca

O q ue co met eu o c r i me se rá às sa sin ad o port mu it, os q ue j ur a ram a s ua mo rte



Fo i um ac on te cie mn t o li gado ao ab is mo, no s en t ido c u l t o da pal a v ra s, o u seja primeiro ac on te cimento li gado a primeira o pera ção de von t ad e, pr o v ave l em n te fe it o por rit ua l

E um q eu s tio n ar, te s te , t ip o poli g ra fo, g os t as te fo ice S o ub e homem inglês da te segundo maior fo ice

As ca mara s di v e r sas, t u d o d eve m ter mu it o b em re gi s t ad os dos pa ss o as da min h a vi sita, d os po r m en o r es q ue o l hei, b em co mo de o u t ro s v isi t ante s, os pei xe s na es pera n ça q ue o ce r t o is co, a pan he o t u barão, o jo n h w a y ne, o pi s to l eiro do oeste, o q ue d es po l et o u na di s tan cia a g ra n d e mata n ça

Ra f d ua s on d as poli gata da raf dia ua serpente em dias as forte c i a r


Mal entrei na exposição me senti em casa, uma estranhíssima sensação de familiaridade com tudo o que via e sentia no visto, como se pertencesse aquela família e senti , o que já pensará ou melhor, o que já tinha pensado, e que ali recordei, o museu armitage, é um dos locais onde eu gostaria de viver, como outros museus, e por lá ficar a entender as obras de arte que são como mapas e sempre nos ensinam mil e uma coisas, e trazem mistérios e perguntas e respostas e é todo o mundo que uma obra de arte contem, todo um universo inteiro, está contido numa obra de arte

Espanhol circulo do ur da cruz do ra muito homem is da sima do forte ami primeiro ari e dad e do fa mi primeiro do ia e s n eti , príncipe da primeira cruz a p en serpente ra ac primeiro príncipe cruz primeira a tim muito homem do halo da cia do primeiro do circulo da francesas serpente em dia ee do vaso do gato os da cruz da rai forte do circulo do ia da cia ar da inglesa sima do maior mi serpente da te do rio serpente da uni vaso rato e serpente do circulo

Maior pt primeiro inglês, cruz no rei na expo da si do ção da me serpenet inglesa da ti em circulo asa, primeiro espanhol cruz do ra mu it circulo homem e vareta ene rato do gato do tp do y serpente sima, si mão da serpente da inglesa sa ção do forte ami do primeiro ar e dad e com, cruz do vaso do dia do duplo circulo do quadrado eu do vi a espanhola inglesa tia no vi serpente à co da cruz do circulo do coto, co mo se pe rato ten ce serpente da se aqui da eu primeira do forte ami li primeira e sn eti , circulo quadrado ue do príncipe na cruz da primeira pj, primeira pen serpente do ra á do circulo do vaso da me do primeiro hor quadrado ue do p rín c ipe da cruz a tim mu it o homem primeiro da p en do sado, e quadrado eu do ali record e vareta do circulo da mu serpente europeia da ar mit a ge, é primeiro do l circulo cia serpente onda europeia gato os da cruz rai de viver, co do mo circulo vaso da cruz ro s m vaso se us, e po rato primeira á f cia ra en tender as ob ra serpente da arte quadrado ue são co do mo da maior pa serpente e se do mp re no, serpente en da si mam mi primeiro e primeira co da isa sas, e cruz ra ze maior mi serpente da cruz eri os e pe rato da gun da cruz as e rato espanhol po s t as e é cruz do vaso dia do duplo circulo mundo quadrado ue primeira do circulo do bra da arte do circulo em te maior, cruz do dia do duplo circulo primeiro do uni vaso rat e serpente do circulo in te vareta ro, est á c on tid o n uma o b r a de arte


O outro homem que me chamara a atenção era alto, magro cabelos brancos corte curto e reparei nele no ultimo corredor pela forma como passara duas ou mesmo três vezes por mim, via-se no imediato que não era um normal visitante e reconheci nele uma qualquer familiaridade,

Forte da manhã da ami do li rato e vareta e d ad e che ce co da ne homem ce serpente da se record ad no ex circulo at cat do circulo do jo muito homem do duplo vaso primeiro a Y ne e cam

Circulo duplo do vaso da cruz do ro homem do quadrado ue da me ch ama ra primeira em inglesa ção e ra a l cruz no circulo, maior lei te a g ro c ab e primeiro os br na co serpente da corte do curto e rato da ep primeira a rei ne primeiro e no do vaso primeiro do tim circulo do co do rr e da dor do pe primeiro a fo rato maior co do mo da pa da serpente sara segunda, d ua s circulo vaso da me sm circulo da cruz do rato maçon espanhol serpente do vaso e ze serpente da portuguesa mim, via homem inglês da se do no em e d ia cruz do circulo quadrado ue muito cão e ra primeiro no e maior primeiro do vi si cruz na tia ante e rato do eco e co muito homem cine primeiro e primeiro do quadrado da ua do primeiro do quadrado europeu doo ur rato do tp ao forte da ami li rato e vareta e do dad e,

A familiaridade, era no ar aéreo com que o homem por mim passara mais de que uma vez, não parara em nenhum lado, não olhara nem se pusera a olhar nenhuma obra, como se o seu movimento fosse de reconhecimento, como se me tivesse a identificar sem na verdade e em modo frontal o fizesse, como alguém que quer ver sem ser visto, e uma familiaridade, um reconhecer sem reconhecer, um sentir, que me disse no interno, eu conheço este homem de qualquer lado, agora pensado, parece o tal vallet da teresa, que se foi ou que se ira fruto do cancro fulminante, um mesmo tipo, mais alto mais selecto, provavelmente mais culto, tudo isto me apareceu no seu passar, talvez uma face do passado, ou talvez um reconhecimento interior como se sente quando se pressente uma afinidade, tentei captar a sua atenção em seu passar, como o meu olhar, dando-lhe o tempo de respirar, de prender o seu olhar no meu, e sua face, sempre se voltou para outro lado, como se tivesse a ver algo, uma atitude de disfarce e de engodo, inglês gide, me apareceu agora nesta escrita o dizer

A f ani primeira ari e dad e, e ra no ar a é reo com q ue o homem por mim pa s sara maior is de q ue uma v e z, n cão par a ra em ne n hum l ad o, n cão o l h a ra ne maior se p us e ra a o l h ra ne n hum a o br a, co mo se o s eu mo vi m en t o fo s se de reco n he cie mn te, co mo se me t ive s se a id en ti fi car s em na v e r dad ee em mo d o fr on t a l o fi ze s se, co mo al gume q ue q eu r ver s em ser vi s t o, e uma f ami la r i e dad e, um r eco n h e ce r s em reconhecer, um s en tir, q ue me di s se no in treno, eu c on he ço este homem de q ual q e ur l ad o, agora pen sado, par ace o tal v a ll et da teresa, q ue se fo i o u q ue se ira fr ut o do can c ro fu l mina n te, um me sm o t ip o, ma is a l t o ma is se le c t o, pr ova v e l men te ma si c u l t o, t u o is t o me a par 4 e ce u no s eu pa ss ar, ta l v e z uma face do pa s sado, ou ta l v e z um r e co n he cie mn t o int e rio r co mo se s en te q ua n d o se pr es s en te uma a fi ni dad e, ten t ei ca pt ar a s ua at en ção em s eu pa s sar, co mo o m eu o l h ar, dan d o inglês primeiro he o te mp o de r es pira r, de pr en d e r o s eu o l h ar no me u, e s ua face, se mp r e se vo l t o u pa ra o ut ro l ad o, co mo se t ive s se a v e r al g o, uma a ti t u d e de di s fa r çe e de en godo, in g l es gi d e


Co do mo da se d circulo ch e ce pa ren te sis ch e ce circulo vaso cheque, s do din h e i ro che do quadrado ue do mat e fe ch a pa r en te sis co ne h ce ss e maior s n cão me record ad no em ex cat o ab rato da ep do ar en da te sis e x cat , ca c to, jo n h w a y ne, h im se primeiro ff talho circulo ce dia do circulo maior d esta h is tó ria, o gato do x, o c abrão da cr uz, ex cat cir c u l o do cat joão da d up l a dor a Y , ne homem sé da p rim e i ro forte da foice ica, icam, cia m de q eu me ra

O homem que por mim passara no ultimo corredor, mais de que uma vez, como se fosse um comissário que não parecia ser, era alto, magro cabelos cinza corte curto

Ah bom, faz-se luz na luz da escrita, era um homem da corte do curto, do pedro curto, sempre de porta franqueada no ministério, não fosse ele da corte também

Co mo se o che ce , che ce ou cheque, cheque mate pa ren te sis co ne homem da ce ss e maior serpente cão da me reco rda dn circulo em ex cat, o cacto, john w a y ne, him se l f, se rá? foice circulo maior desta história, o gato do x, o cab rão da cruz, ex cat circulo do cat joão da dupla dor à Y , ne homem sé do primeiro forte da foice ica, icam par en te sis de q eu maior e ra

Portanto desde já e à senhora ministra que aparecia ao lado do pantógrafo que copia cilindros ou cds, de prata como médium da vontade, lhe peço a identificação de quem é o senhor

Talho da can eta inglesa da cruz d circulo gato raf circulo talho rta me di um

Porta n t o d es de j á e à s en hora mini s t ra q ue ap ar e cia ao l ad o do pen t o g raf o q ue co pi a c i li n dr os o u cd s, de p rta co mo me di um da von t ad e, l he pe ç o a id en ti fi cação q eu mé o s en hor, e es circulo usa e de forte do vaso do gi rato ac acom o ra bo a se ring a, q ue de muito ad aa dia na cruz primeira a rá, acom se bem me recordo é mar ca de g rav a do r es di gi tais

A caneta que marca a cruz no gato da raf, do forte circulo, o europeu que pia o primeiro pi, a primeira divisão do circulo do li do dr os ds do corpo diplomático francês do pr do atalho rta co mo da me di um da von, da Alemanha da ad , primeiro homem da se ro do co da es id den ti do fi do cação da serpente inglesa de horus e esa pn hol circulo usa e rá do bo da seringa na ad a diana c ur z do x a primeira rá que será do talho do li da raf

Ra f, pr e em ria di p l o ma t i c o fr na c es a primeira em a h a ho e me maior da se do ro es ap muito hola circulo ur z ra f

A can eta q ue mar ca a c r uz no gato da raf, do forte circulo, o europeu que pia o primeiro pi, a pr ie m ria di visão do cir c u l o do li do dr os ds do corpo di p l o mat i co fr na c es do pr do at alho rta co mo da me di um da von, da a l em n a h a da ad , p rim e i ro ho e mem da se r o do co da es id den ti do fi do cação da serpente inglesa de horus e e as pn hol cir c u l a usa e rá d bo da seringa na ad a diana c ur z do x a primeira rá que será do ta l ho do li da raf

Estará mais que gravada pelas câmaras e não havia outro homem igual na exposição nessa noite e se bem que trajasse à paisana, não era simples visitante

Est ar da rata da cruz primeira am e or si do europeu dr rava ad a cam e can ar do ra serpente e cão homem avi primeiro duplo circulo do vaso da cruz ro no homem igual, donde irmão, e zepo, na expo si cão ne sas no ite e sé do bam da cruz do raja serpente à pai s ana, pai da serpente ana a paisana, que deve ser então da policia secreta italiana, muito cão e ra da se do mp primeiro espanhol vi si isi tia

Será então o vi do si da tia, e então a cruz antes de mais é em mim, será o que ma pôs, e o que falta averiguar é se não a pôs, para além, de eu ser o bombo da festa do costume, para esconder a sua própria pa ren te sis pr o talho da ria, ro do talho, a cora do co da ro talho, o co da corda, o que puxa a corda, o fio do pescador, assim parece, porque tambem declina e, talho da ria, ou seja, o que talhou na ria, será o tal do seja? Por isso a cara me é familiar? Foice par en te is circulo vaso primeira pa

O que me chamou primeiro a atenção na ultima ala fora o quadro com o retracto de zinaida yusupova, que para alem de ser uma belíssima senhora, me pareceu muito familiar, olhei durante algum tempo para sua face, estreita, olhos próximos e muito intensos e senti uma familiaridade que não sei explicará

O europeu me do chamou, do chá das ervas de marocos na primeira a ten são no vaso primeiro do tim aa la fo do rá do circulo ua dr do circulo do co k, do galo, ou da gala, a can tora com, o rato et rato do z na aida do Y us serpente da elevação do talho da ova da pa do rá da sul norte da se do rato primeira do segundo e li s sima s en hora mpa f ami do li do ar e te mp do circulo Face espanhol c ur z do rei e circulo do primeiro ho serpente pr ox e xi mo serpente e mu it o com mu it o na ten sos e s inglesa cruz do circulo f ami mila primeira do ari e dad e europeu n cão se e a e da dna ex p li car do ar da rá

Um mesmo senti com outro retracto de uma outra belíssima mulher, yulia samoylova com o seu esposo nicolau

Vaso maior me s mo s en ti com o u t ro r et rato da primeira o u t ra be li s sima um l her, as duas maior is belas a me us o l ho serpente julia s amo y l ova com circulo serpente eu espanhol paso mico l au o it av o pa r en te sis o espanhol paso, o espanhol louco , o mico, o rato da colau, a irmã que na aparência se suicidou, irma da primeira mulher do ramon, mico, rato co primeira vaso, do vaso do anjos, o rato dos anjos, ou o rato do primeiro anjo, o que o ratou par en te sis

O co da kapa do ais do dna, os do pedro rolo?

A id ana, da ana, aida, opera, avó min homem primeira aida , a opera que por memória associo a oferta do dn associada a imagem do carrera, que oferecia a aida.

Mas voltemos um pouco atrás , aos eventos anteriores associado a exposição e à visita de putin,

O comentador do santos associado a cia trazia na sua caneta doirada estranhos comentários que começavam por uma declinação sobre o nome de putim à francesa , que segundo ele lhe chamavam putine, para não lhe chamar de putain, uma no cravo e outra na ferradura assim, iam as suas palavras a lançar a rede de pesca, que sim, em suma, que era um ex kgb, que um ex nunca é ex, o que não deixa de ser verdade, pois nenhum ser perde alguma vez o que já foi e trás em si, a não ser por amputação de membros, que a repressão existia, que a russia é pais pouco aconselhável a liberdade, por outro lado ainda bem que existia porque batia o pé as pretensões arrogantes da América, a sua escrita bailava como uma espiral, que pretendesse enjoar o tubarão, ari rio ua serpente, e de liberdade, deveríamos começar por falar da que existe aqui, que permite roubarem filhos aos pais, e depois quem sabe da sua própria

O co m en t a dor do santos as soci ad o a cia t r a z i a na s ua ca n eta do ira da es t ra n ho s co m en t ári ua s q ue co me c a v am por uma dec lina ção s o br e o no me do talho do vaso do tim à fr na ce sa, q ue se gun d o e l e l he chama v am p ut ine, para n cão l he c mar de o ut a in, d ep o is uma no c rav oe o ut ra na fer ra d ur a as s em iam as s ua s pal av ra s a lan ç ar a re e de de pesa ca, q ue s em, em s uma, q ue e ra primeiro ex ka g, q ue primeiro ex n un ca é ex do circulo q ue n cão de ix a de ser eve r d a d e, po is ne n hum ser pe r de al g uma v e zo q ue j á f o ee t rá s em si, a n cão ser por am puta ção de m en br os, q ue a r ep re s são ex is tia, q ue a ru ss ia é pa is po uco ac on se l h ave l a liber dad e, por o ut ro l ad o a inda b em q ue ex is tia por q eu b at ia o pé as pr e ten ç õ es ar ro gan te s da am e ric a, a s ua es c rita baile av a co mo primeira es pira l, q ue pr e ten de ss e en jo ar o t u barão, ari rio ua serpente

Em verdade a sequência vinha de mais atrás, primeiro o levantamento, ou melhor o prenuncio do levantamento dos monges em mayanamar, a belíssima foto dos monges vestidos em cor laranja caminhando sobre as aguas que pareciam se afastar a seu passar, coincidente com a visita do dalai lama a lisboa, e de toda a polemica que estalara, parte dela estalara mesmo antes, com o caso amado e kruchner, que será abordado em maior detalhe neste texto deste livro do Livro da Vida

Em v e r da d e a seque ca non n cia vinha de maior is at rá s, primeiro o l eva n tamen t o, ou me l hor o pr e n un cio do l eva n tame n teresa dos mo n g es em maior y anamar, a v segundo belíssima f oto dos mo n g es v es t id os em cor lara n j a cam in h and o s o br e as a g ua s q ue par e c iam se f as t a ra a s eu pa s sar, c on cid en te com a vi sita do dalai a lis boa, e de t o da a pole mica q ue est a l a ra, pa rte d e l a est a lara me sm o o u c o ant es, com o ca s o amado e kruchner, q ue se rá ab o r d a d o em maio r de ta l he ne s te te x t o, q ue co rr es ponde ao dé c i mo li v ro do Li v ro da V id a

Na ar que recebeu o dalai, o pico a aparecer, o menino rabino maior primeiro comportado, bom orador, prenhe da oratória, e arrogância, como eu lhe conheço a lama ao perto pertinho, num dia em que com ele e com o filipe me cruzei no rossio em frente a livraria do dn, e em ambos o que vi, foi suficiente para lhe tirar as medidas das alma sai o dalai da reunião, quase irritado, dizendo qualquer coisa como isto, eu sou o mestre, ele é o pequeno mestre, pressupôs eu que estaria referindo-se ao rapazinho deputado aquilino



Na ar que re ce be u o dalai, o pi co a ap a rac e r, o me nino ra bi no maior primeiro co mp orta d o, b om o ra d or, pr en he da o r ato ria, e ar ro gant, gana teresa co mo eu l he c on he ç o a a l ama ao pe r t o pe r tin ho, n um dia em q ue com e l e me c r uz e no rossio em fr ente a li v ra ria do dn, ia e l e com o filipe e o q ue em am bo s vi, f o e s sufi cie n teresa para l he s t ira ra med id a das al maior serpente, sa ira o dalai da re união, q ua se i r rita d o, di zen d o q ua l q eu r co isa co mo is t o, eu s o u o mestre , e l e é o pe q eu no mestre, pr es s u p i s eu q ue est aria r efe rin do inglês da se ao ra pa zi n ho d ep ut ad o aqui lino

Nos mesmos dias, o ac no restaurante da estrela da manha na rua do possolo, o falecimento do teodoro, e na noite anterior a repressão em que muitos quase uma trintena foram mortos, e que pareceu ser como alguém escreveu , um deja vu dos acontecimentos da década de oitenta, no budha bar uma festa, que eu observei do balcão do palácio das necessidades onde imagens de palácios orientais como birmania, foram projectados em sua fachada, e depois ainda dois encontros nesse mesmo tempo, primeiro com o paul auster e depois com a raquel chalfi, dois escritores, um escritor e um poeta, as duas explosões am carachi, deram o sinal de arranque ao novo pico de violência da besta, e um poia que apareceu no final da sequência num determinado ponto que indicava a coluna dos arcos onde a merda fora feita, que eu observei no jardim, a apoia que agora apareceu na primeira parte deste capitulo to russia with love.

No s me sm os dias, o ac no re stau ra n teresa da estrela da manha na rua do possolo, o fa l e cie mn t o do teo doro, e na no ite ant e rio ra r ep re s são em q ue mu it os, q ua se um t rin t e na f o ram mor t os, e q ue par e ce u ser co mo al g eu maior es c r evo u , um de j a v u dia os ac on te cie mn t os da d e ca d a de o e ten t a no bud h a b ar primeira festa, q ue eu ob se r v ee do bal do cão do pal ac cio das ne ce si da d es onda i mage ns de pal a cio s o i ren tasi co mo bi rma ni a, f o ram pr o e ject ad os em s ua f ac h ad a, e d ep o is a inda do is en c on t ro s ne s se me sm o te mp o, pr e i me i ro com o paul au s t re e d ep o si com a ra q eu l , do is es c rito r es, um es c rito re um po e t a, as d ua s ex p lo s õ es am cara ch e, de ram o s ia holandesa de ar ra n q ue ao n ovo pi co de vi o l ê c ni a da best a, e um po ia q ue a par e ce u no f ina l da seque n cia n um de ter mina do po m t o q ue indica v aa co l una dos arco s onda a me rda f o ra fe it a, q ue eu ob s e r v e e no jardim, a a po ia q ue agora ap a re ce u na prime ira pa rte deste ca pi t u l o to russia w it h l ove.

P osso l o, fa l e cie mn t o teo d o ro, t rin t e na al g eu m es c r evo u , um de j a v u ac on te cie mn t os da d eca d a bu d h a pal a cio das ne ce sida d es onde im a g en s de pal a cios o i r en tasi bi r man ia, pr o e ject ad os pr e i me i ro com o paul au s t re e d ep o si com a ra q eu l , cara ch i, d e ra m o s ia n l viol ê c ni a seque n cia po m to w it h


dvvwu, dia do vaso duplo da dupla dor do vaso

ou dv do vaso do duplo vaso da dupla dor d