terça-feira, abril 29, 2008

Ah amada ia eu lançado, vrum, vrum, no falar que até nem dei que a cassete tinha acabado e por ali no éter continuei, continuar mesmo bom, seria ter teus lábios ao perto pertinho em continuo vrum vrum te beijar, depois subíamos no espaço, fazíamos ninho nas estrelas e namorávamos o azul cá em baixo, pois o amor amante dos corpos dos amantes é assim como um campo antigravitacional, fico sempre mais leve me teus braços

A h am ad a ia eu lan ç ado , v ru m, v rato um, no f al ar q ue a té ne m dei q ue a ca s sete tinha ac ab ado e por al i no e te r conti nu ei, conti nu ar me ms bo m, se ria te r te us l a´ b is o ao pe r to per t in h o em conti nu o v rum v r um te bei j ar, d ep o is s ub ia mo s no es paço, f az ia mos nin h o nas es t r e la s e namora v am os o az u l cá em ba ix o, p o is o amo r am ante dos corp os dos am ant es é as si m como um ca mp o ant i g rav ita cio n al, fi co se mp re mai s l eve me te us br aço s

O final era a continuação da pergunta que aqui deixo ao ministro da justiça, que trás por sua função o dever, sublinho, de me responder, pois um senhor que trás ou que parece não trazer a pasta da respectiva função, tem obrigação de velar e garantir os direitos de justiça ao cidadão, e como mais uma vez prova se fez, com este encadeado de factos objectivos, ele estará ao corrente desta injustiça, e faz de orelhas moucas e de olhos cegos, com uma agravante, são bem mais feios do que do sua bela filha, e me diga tambem, se por um pequeníssimo acaso, tipo uma pena num colchão, não haverá relação em entre seu cargo e o fato de sua filha se ter tornado uma estrela da tal chamada televisão publica, pois se certamente o é, seu brilho é próprio, pois lá dançar ela bem, lá o faz a menina

O fi n al e ra a conti n ua ção da pe r gun ta q ue aqui de ix o ao mini st ro da j us ti ç a, q ue t rá s por s ua fun cc são o d eve r, su b l in h o, de me r es pond er, p o is um s en hor q ue t rá s ou que par e ce n ão t ra ze ra pasta da r es pe c t iva fun ção, t em ob riga ção de v el ar e a g ar n tir os di rei t os de j us ti ç a ao cida dão, e co mo mai s uma v e x z pr ova se fez, com este en ca dea do de f ac to s ob ject iv os, el e es tará ao co rr en te d es ta in j us ti ç a, e f az de o r e l h as mo u cas e de ol h os c ego s, com uma a g rava n te, são b em mai s fei os do q ue do s ua b el a fil h a, e me di g a t am b em, se por um pe q eu ni s sio mo ac as o, t ip o uma p en a num co l chão, não h ave rá relaçao em en t rr e s eu cargo e o fato de s ua fil h a se ter to rna do uma es t r e la da ral ch am ada tele visão pub li ca, p o is se ce rta e mn te o é, s eu br ilho é pr ó pr io p o is l á dan ç ar el a b em, l á o f az a me nina

O governo trás função e competência de velar pelo bom funcionamento da justiça portanto senhor alberto, com face assim de merceeiro tipo sebastião, come tudo e não deixa nada, cumpra a sua função nesta negra contabilidade a que obrigam meu filho e a mim mesmo, certamente que tal não gostaria que acontecesse a sua filha

O g ove r no t rá s fun são e co mp e te ni a de v el ar p elo b om fun cio n am en to da j us ti ç a p orta n to s e n hor alberto, com face a sis m de mer cie i ro t ip o se bastião, co me tudo e n ão de ix a n ada, cu mp ra a s ua fun ção ne st a ne g ra c on t a bil i dad e a q ue ob riga m me u fil h o e a mim me s mo, ce rta mente q ue t al não g os t aria q ue ac on te ce s se a s ua fil h a

Ah amada no jardim, o barco com teu nome, princesa, que es rainha de meu coração, olhava-o eu da amurada em terra e me dei conta de uma linha quebrada de barquinhos salva vidas, assim laranjinhas que até pareciam gomos de laranjinhas, aquelas que eu gosto muito de comer, e que em dia seguinte apareciam no jornal, com nomes de senhores do psd que não trago eu hábito de comer a nenhuma dentada e certamente seriam indigestos, pelos ossinhos vários e pauzinhos

Ah am ad a no j ad rim, o bar co com te u no me, p rin ce sa, q ue es rai n h a de me u cora ç º ao, ol h ava inglês o eu da am ur ad a em te r ra e me dei c on ta de uma linha quebrada de bar q u in h os sal v a vi d as, as si m lara n jinhas q ue a té par e c iam gomos de lara n jinhas, a q eu la s q ue eu g os to mui to de co mer, e q ue em dia se gui n te ap ar e c iam no jo rna l, com no mes de s en hor es do ps d q ue n ão t ra g o eu h á bi to de co mer a n en h uma dn en t ad a e ce rta e mn te se r iam in di gestos, pe l s o os sin h os v a´ rio s e p au z in h os

E depois na fila da direita da princesa vitoria, que me fez lembrar a pipi das belas perninhas longas, a beckam, e pelo fio da princesa negra ao sul, que me evocou ao instante mais uma estranha história onde uma rapariga foi comida aqui pelo mar, assim davam conta, mas era muito estranho, pois se disse que dera dois passos a entrar no mar e se fora, estava a frente do segundo um contentor em terra todo vermelho com um z de zorro branco que parecia a meus olhos, naquele tremelique magico que ambos trazemos em nossos olhos e ver, uma cruz, ou sej a , o contentor vermelho do zorro das corres vermelha e branca que marca o no segundo gomo laranjinhas da coluna da direita do jornal dn, ou seja o gomo que a marcou, e me recordei da pipi me dia recente no mesmo jornal, onde ela trazia a katie que namora o tom, como se presa por um braço, seu vestido desenhava um perfeitinho coração vermelho , parecia uma passionata, Oh que bela passionata, e me recordei daquela festa num castelo em Itália

E dp o is na fila da di rei ta da pin ce za vi tor ia, q ue me fez l em bra r a p ip i das bela s pe r nin h as l on g as, a be c k am, e p elo fi o da pr inc e za ne g ra ao s u l, q ue me evo co u a o ins t ant e mai s uma e ts r anha h st ó ria onda uma rapa riga foi co mi da aqui pelo mar, as si m da vam conta, mas e ra mui to es t ra n h o, p o is se di s se q ue de ra do is passos a ane t ra no mar e se f o ra, est ava a fr ente do se g u dn o um c on ten tor em terra todo vermelho com um z de zorro bar n co q ue par e cia a e mus ol h s o, na q eu le t r em e li q eu magico q ue am bo s t ra ze mos em no so s ol h o se ver, uma cruz, ou sej a , o c on t en tor vermelho do zo rr o das co rr es vermelha e br anca q ue ma rca o no se gun do g omo lara n jin h a da co l una da di rei ta do jo rna l dn, ou seja o g omo q ue a mar co u, e me record ei da pi p i me dia r e c en te no me s mo jo rna l, onda e la t ra z ia a k a t ie q ue namora o t om, co mo se presa por um br aço, s eu v es ti do d es en h ava um pe r fei t in h o coração vermelho , par cia uma passi on at a, o h q ue b el a pa s sio n at a, e me record e i da q eu la f es ta n um cas telo em ita li a

E me diga menino do porto, aqui infiltrado ao sul, tipo toupeira amarela e di do rui rio, agora me disse o espírito, pois ontem apareceu o menino logo no jornal da manha do primeiro, com outra vez aquele ar meio insinuante e pseudo castigador de chicotes vários, acerca do fósforo e do fogo onde se foram as senhoras, e logo ali o mesmo de sempre, a tentativa de por a factura em costas alheias, os meninos que antes de dormir, brincam com fósforos e depois fazem chichi nas calcinhas

E me diga me nino do porto, aqui in fil t ado ao sul, t i p o t ro up e i ra mar e la e di do r rui rio, agora me di s se o es pei r to, p o is on te m ap ar e ceu o me nino l o g o no jo rna l da manha do pr i me i ro, com o u t ra vez a q u ee l ar mei o in sin ua n te e ps eu do cas ti gado r de ch i c ot es v a ´ risos, ac e rca do f os foro e do fogo onde se f o ra mn as s en hor as, e l o g o a l i o me s mo de se mp rea t en t a t iva de por a f ac t u ra em c st as al hei as, os me nino s q ue ant es de dor mir, br i can m com f os o f o ra e d ep o is f az em chi ch i na s cal ç in h as

Pois calhou no ultimo texto tornar a si, pois fora o menino que apresentou a tal sessão na tv, na expo, onde o video fui assim traficado, o que desvela logo para o grupo do norte ligado ao tal apito doirado, e de seguida lá me apareceram o tal grupo que o menino faz de treinador, ou algo assim , do tal trio ou quadrado de ataque, a não sei bem o quê

P o is cal h o un o u l t i mo te x to t o rna ra si, p o is f o ra o me nino q ue ap r es en to u a t al se s sao na tv, na e x po, onda o vi de o f u ia s si m t ra fi cad o, o q ue d es l eva l o g o para o g rup o do norte li gado ao t al apit o do irado, e de se guida l á me ap ar e ce ram o t al g rup o q ue o me nin f az de t rei n ad or, o u al g o as si m , do t al t rio o u q ua dr ado de at a q ue, a n ão se i be m o q u ê

Pois lá estavam os meninos a brincar no sofá sentados em linha como bonequinhos de bowling, com comandos de play station em suas mãos a fazer jogar os mequinhos na televisão, que isto de correr em campo, muito trabalho dá, como todos sabemos, e me fiquei a pensar e vos pergunto aqui em forma clara, que jogo , os senhores iluminados, como misteriosos treinadores jogam, em que tipo de campo, com que tipo de bola, de que género são as redes, e o que marcam, se é que mesmo tentado o conseguem fazer

P o is l á est av am os me nino sa b ric n ar no s o fá s en t ado s em linha co mo bone q u in h os de bo w ling, com comandos de p lay st a t io n em s u as mao s a f az e r jo g ar os me q u in h os na te l e visao, q ue is to de co rr r e r em ca mp o, mui to t ra b alho d á, co mo todos s ab e mo s, e me fi q eu ia p en sar e v os pe r gun to aqui em forma clara, q ue j o g o , os se hor es i lu min ds o, co mo mis teri os o s t reina dores j o g am, em q ue t ip o de ca mp o, com q ue t ip o de b ola, de q ue g en ero são as red es, e o q ue ma rca m, se é q ue me s mo t en t ado o c o nse g eu m f az e r

E o menino da apit, que me disse agira o espirito estar a ferver em pouca agua , o que nas vezes cria incêndios, que se espalham ao redor, melhor era mesmo apagá-lo, com um excepção, que vivendo assim em subsidiodependencias várias, o call boy, sempre nos mostra assim na tv para quem não trás em seu bolso dinheiro para ir ao cinema, uns belos, infelizmente pequeníssimos, trailers, onde se ve as belas curvinhas da bela soraya, que o sendo não se reduz a elas, é um beijinho para ela, e me fiquei a pensar, para alem dela, porque razão o senhor ainda não confirmou em modo claro, o que um dia me disse, nos convívios da apit, que o tal edifico da av da liberdade, fora vendido pelo actual senhor que vai nas vestes de presidente da republica das bananas podres nas condições que aqui relatei, pois sendo o senhor um versado e maduro em filmes de corrupção, certamente saberá que se assim prestar declarações na policia, se ela ainda existir, se levantará por lei uma investigação com a suspeita de favorecimento indevido por parte do senhor cavaco silva, se calhar depois não tem é mais subsídios nem jogará plystation no sofá do seu tio soares

E o me nino da ap it, q ue me di s se a g ira o es pi rito est ar a f e r v e r em po u ca agua, o q ue n as v e ze s c ria inc en dio s, q ue se es pal ham ao red or, mel hor e ra me s mo ap a g á ingles l o, com um e x ce p çao, q ue v iv en do as si m em s ub si ode pen di cias v a ´ ria s, o ca ll bo y, se mp re no s mo st ra as si m na tv para q eu m n ão t ra s em s eu bo l s o din hei ro para ir ao cin ema, u ns b elo s, in fe li z mente pe q eu ni ss i mos, t rai ler s, onda se ve as be la s c ur vinhas da be la sora y a, q ue o s en do n ão se red u za e la s, é um bei jin h o para el a, e me fi q eu ia p en sar, para al em de la, pr o q ue ra z ao o s en hor a in da n ão c on fi r mo ue m modo claro, o q ue um dia me di s se, no s c on vivo s da ap it, q ue o t al edi fi co da av da liber d ad e, f o ra v en di do p elo ac tua l s en hor q ue va i na s v este s de pr e sid ente da r e publica das b an ana s p o dr es nas c on di ç õ es q ue aqui r el a te ip o is s en do o s en hor um v e r sado e m ad u r o em fil mes de co rr up ção, ce rta e mn te s ab e rá q ue se as si m pr est ar dec lara ç õ e na oli cia, se el a ian da e xis tir, se l eva n t a rá por lei uma in v es ti g a ção com a s us pei ta de f avo r e cie mn to inde vi do por par te do s en hor c ava co si l v a, se c la h ar d ep o is n ão t em é mai ss ub si dio s ne m jo g a rá p l y st a tio n no s o fá do s eu tio s o a r es

No relógio aqui no período anterior antes de o cortar à faca, sete quatro sete, o jumbo, neste preciso momento, uma agressão com um taco de basebol a um jovem na infante enriques escola

No r el o gi o aqui no pe rid o ant e rio r ant es de o co rta r* à faca, sete quatro sete, o ju m bo, neste pr e c is o mo m en to, uma g ar es são com um taco de base bo l a um jo v em na in fan te h en rique s es c ola

E depois na manha de ontem, então mais umas mortes e umas insinuações, se calhar a ver com essas tais mensagens subliminares a acordarem os fantasmas sexuais e de pecado e coisa e tal na cabecinhas das gentes

E d ep o is na manha de on te m, en tao mai s uma s mor t es e umas in sin ua ç õ es, se cal h ar a ver com es sas tais m en sage ns s ub li man r es a ac or d ar em os fantas ma s se x ua is e de pecado e co isa e t ak na cab e cinhas das gente s

Ah bom fiquei mais esclarecido neste período agora

A h bo m fic q eu i ma si es clare cid o nest ep e rio d agora

Ainda sobre o miolo do video, e sobre o aumento das bens de alimentação , por acções especulativas, ele vem demonstrar em forma calar que o sistema de controlo financeiro mundial, não dá resposta, ou melhor continua sem dar a necessária resposta regulada a estas matérias velando para que tal não aconteça, o que nos diz ainda que ele não está integrado como deveria estar, nem é ainda suficientemente transparente, e que necessita de assim ser em termos deste nova realidade global, onde um em três cliks em três minutos, faço uma soma por rede circular a volta do mundo, não em oitenta dias como em balão de outrora do tio Júlio verne, com extractos e tudo impressos e registados, e depois se espantam muito de haver inflação da inflação da inflação dos créditos, que quando se olha de novo o seu real valor, só se vê ar, se assim for, vamos certamente no bom caminho, para acabar com esta ficção triplamente esquizofrénica em que o dinheiro se tornou, e sendo que a mim não me dá muito jeito voltar a ter que ir a feira com os bois as costas, ou mesmo a casa, quando tenho que fazer comercio, talvez fosse bom, as gentes que levam estas matérias e todos os outros, pensar como e sobretudo melhor fazer, pois fome por ficção, é coisa deveras perigosa e difícil de explicar a Deus e onze mil meninos no mundo, iguais ao vossos, continuam todos os dia a morrer

A in da s ob reo mi o l o do vi de o, e s ob reo au m en to das b e n s de al i m en tacão , por ac ç õ es ep e c u l at iva s, el e v em demon s t ra r em forma cala r q ue o sis t ema de c on t rolo fina n ce i ro m un dia l, n ão d á r es ps ota, ou mel hor conti n ua se m d ar a ene ce ss a´ rio r es posta regulada a est as mat é ria s v e l na da para q ue t al não ac on te ç a, o q ue no s di z a in da q ue el e não est á in te g ra do c omo d eve ria est ra, ne m é a in da sufi c u « i en te mente t ra sn parente, e q ue necessita de sas im ser em te r mo s d este n ova real i dad e g loba l, onda um em t r es c l i k s em te r s minu t os, f aço uma s oma por red e c irc u l ar a vo l ta do mundo, não em o it en ta dia s c omo em bal ão de o u o r ra do ti o j u li o v e r ne, com e x t rac t os e t u d os i mp r ess os e r e gi st ad os, e d e p o is se es pan t am mui to de h ave r in f l a ção da in f l a ção da in f al ção dos c red it os, q ue q ua n do se olha de n vo o valor, s ó se v ê ar, se as si m f o r, v am os ce rta e mn to no bo m caminho, para ac ab ar com esta fic ç ão e t rip la mente es q eu i zo fr en cia em que o din he i ro se t ron o ue s en do q ue a mim não me d á mui to je it o vo l tara a ter q ue ir a fei ra com os bo is as costa s, ou me s mo a c asa, q ua n do t en ho q ue f az e r co mer cio, t alvez f os se bo m, as g en t es q ue l eva m est as mat é rias e todos os outros, pen sar co mo e so br e tudo mel hor f az e r, p o is f o me por fic çao, é co isa d eve ra s pe rigo sa e di fi f i l de es p li car a De us e on ze mil me nino s no m un do, i g au is ao vo ss os, conti n uam todos os dia a mor r e r

Conselho que não dou aos investidores com cacau, vulgo plim e liquides, sabemos nós todos que para não aumentar o emprego mundial, precisamos à medida e de preferencia antes, das industrias que tem que ser recicladas, o fazer, que elas devem se renovar em outras áreas e assim em mesmo aos seus trabalhadores, deverão portanto os accionistas prover nas assembleias de forma que as empresa que actuam no ramo do petróleo, invistam desde já e em grande em outras alternativas energéticas, de forma a que amanhã ninguém perca rendimento e os trabalhadores continuem empregados porque há dinheiro para lhes pagar os salários

C in se l ho q ue não dou aos in v es ti dor es com ca c au, v u l g o p lim e li q u id es, s ab e mos nó s todos q ue para não au m en t ar o e m p r g o m un dia l, pr e c isa mo s à me di da e de pr efe ren cia ant es, das indu s t ria s q ue t em q ue ser r e cic la d as, o f az e r e, q ue e la s d eve m se r en ova r em outras a rea s e as s i m em me s mo aos se us t ab alha dor e, d eve rao p o rta n to os a c cio ni st as por v e r na s as s en b leia s de forma q ue as em presa q ue ac t uam no ra mo do pet ro leo, in v is tam desde j á e em g rande em outras al te rna t iva s ene r e g é tic as, de forma a q ue am anhã nin g eu m pe rca ren di e mn to e os t ra b ala h dor es com n t in eu m em pr e gados por q ue h á´ di ne h rio para l h es p ag ar os sala riso

Da mesma forma as industrias químicas que actuem na área das rações e dos fertilizantes químicos deverão desde já começar a investir em, ou com empresas, de redes publicas de escoamento, e de recolha e transporte até a parte final, ou seja até ao campo, como adubos orgânicos e até aboca do porco e das galinhas como alimento, pois como sabemos esta é tambem uma das industrias que é necessário reciclar ,visto o seu tremendo impacto nos solos e na libertação de co2 do consequentemente aquecimento atmosférico que por sua vez, altera circulo da chuvas, que por sua vez altera a densidade da agua do mar, sua salinidade, e consequentemente altera o funcionamento e percurso das correntes, e consequentemente altera a temperatura do pólos e consequentemente derrete as calotes polares e consequentemente se a estupidez continuar o mundo rodará outra vez como rezam historias antigas de já ter acontecido e quando isso acontece vem então uma nova civilização, talvez desta vez as baratas

Da me s ma forma as indu s t ria s q u i mica s q ue ac t eu m na a rea das rac ç o es e dos f e r tili zan t es q u i micos d eve rão d es de j á co me ç ar a in v es tir em, ou com em presa s, de red e s pub li cas de e coa m en to, e de r e co l h a e t ra ns porte at é a par te f in al, ou seja at é ao cm a p o, c omo ad u b os or g ani c os e at é ab oca do po r co c o mo al i m en to, p o is co mo s ab emo s es t a é t am b em uma das indu s t rias q ue é ne ce s sário r e cic l ar ,vi st oo s eu t r e m en do i m pacto nos os l os e na libe rta çao de co 2 do c o n se q u en te mente a q u cu m en to at mos fe ric o q ue por s ua v e z, al te ra cir cu l o da ch uva s, q ue por sua v e z ala te ra a den sida da d a a g ua do mar, s ua ala in i dad e, e co n s e q u en temente ala t reo fun cio n am en to e pe r curso das co rr en te e co nse q u en te men te al te ra a t e mp e ra t u ra do p olo s e co nse q u en temente de rr e te as calo t es polares e co nse q eu n temente se a es t up i dez conti na ur o um dn o ro da rá o u t ra v e z co mo r e z am h is t ´o t ia s ant i g as de j á ´ t er ac on te cid o e q ua n d iss o acontece v em en táo uma n ova c iv i liza çao, t alvez de st a v e z a s ba r at as

wyfvje

sazzxe

glzbuq, gato um z bu quadrado

j c sm b mr principe


este é um dos primeiros frames da cassete de video onde regravei as imagens de londres, ficou assim no seu inicio, um rabinho das imagens que fizera no estádio do sporting para o tal video da selecção que foi encomendado pelo grupo reunião, via fpf, e que acabou por só passar uma noite na rtp, em metade se tanto, e com os níveis de negro, ou seja com os contrastes desregulados, como de costume foi uma maratona para o fazer, e depois foi esse seu uso, muita parra pouco vinho, nao gosto de assim trabalhar, mas nas vezes assim acontece

este é um dos pr i me i ros fr a m es da ca s sete de vi de o onda r e g rave ia s i mage ns de l on dr es, fi co u a s si m no s eu in i cio, um ra bin h o das i mage ns q ue fi ze ra no es t á di o do sporting para o t al vi de o da sele c ção q ue f o i en comenda do p elo g r up o reunião, v ia fpf, e q ue ac ab o u por s ó pa s sar uma no it e na rtp, em met ad e se t ant o, e com os ni v e is de ne g ro, ou seja com os c on t ra st es d es r e gula dos, co mo de co s t u me f o i uma mara t on a para o f az e r, e d ep o is f oi ess e s eu us o, mui t a parra p o u co vi n h o, n ao g os to de as si m t ra bal h ar, mas nas v e z es as si m ac on te ce

parra é um ds rapazinhos do tal grupo ex machina, um dos que eu vi em dia recente na fabrica da pólvora, do tal outro rapaz professor, que um dia me quis bater e me fez sair da sala no ifp, quando do colóquio , trinta anos depois, liberdade e segurança

parra é um ds ra pa z in h os do t al g rup o e x m a china, um dos que eu vi em dia r e c en te na fabrica da p ol vo ra, do t a ll o u t ro ra p az por f ee sor, q ue um dia me q u is bate r e me fez sa ir da s ala no ifp, q ua n do d o co l q u io , t rin ta ano s d ep o is, liber dad e e segur ança
é uma imagem estranhíssima, porque o que lá se vê, só é visível num frame, e me pôs o destino logo os olhos nesse pequeno pormenor ao vê-lo, andei frame a frame à sua volta, para trás e para a frente e efectivamente só num frame é visível

é uma i mage m es t ra n hi s sima, por q ue o q ue l á se v ê, s ó é v isi v el n um fr am e, e me p ô s o d es t i no l o g o os olhos ne s se pe q eu no por m en o r a o v ê inglês l o, ande i fr am e a fr a me à s ua vo l t a, para t rá s e para a fr ente e efe c t iva e mn te s ó n um fr am e é v isi v el
reparai na zona da imagem ao lado esquerdo da bandeira de portugal mais abaixo, e de preferencia copiai a foto para a puderem ver em maior detalhe, ou seja com maior ampliação

r epa rai na zon a da i mage m ao l ado esquerdo da bandeira de por tu gal mai s ab a ix o, e de pr efe ren cia co pi a i a f oto para a p u de r em ver em maio r d eta l he, o u seja com maio r am p l ia ção
a bandeira tapa parte de um menino, uma crianças com cinco ou seis anos, com um chapéu de bicos, de joker, eventualmente com sinos e trás ele seus braços aberto em v, esticando em suas mãos um lenço, pelo movimento do video, que já aqui se encontra, se vê ele, em seu movimentos de braços abrindo e fechando o lenço como se estivesse a fazer um passe de prestidigitação

a bandeira tapa par te de um me nino, uma c r ian ç as com c inc o ou se is ano s, com um ch ap eu de bi co s, de jo k e r, eve n t ua mente com sin o se t rá s el e se us br aço s ab e r to em v, est i can do em s ua s mão s um l en ç o, p elo mo vi e mn to do vi de o, q ue j á a q u i se en c on t ra, se v ê el e, em s eu mo vi e mn t os de br aço s ab rin do e f e ch and o o l en ç o co mo se est iv ess e a f az e r um passe de pr es ti gi da são

a tapa no bandeira, no pedro bandeira freire

o chapéu de joker remete pelas suas cores para o boavista, para o porto, para o joão loureiro, para inglaterra, visto a relação via clube, portanto aqui se espelha a relação com o grupo do norte, envolvido no apito doirado

o ch a p eu de jo k e rr e met e pe la s s ua s co r es para o bo av ista, para o port, para o joão loureiro, para inglaterra, v is to a r e la sao v ia c lu e be, p orta n to aqui se es pe l h aa relação com o g rup o do no r te, en v o l v id o no apit do ira d o
em frente a ele, mais à esquerda da imagem um homem com chapéu com bigode e pera e o que é estranho neste frame, um outro menino de óculos em seu colo, numa estranha posição, como se estivesse agarrado e torcido, ou preso, o que é deveras estranho e desvelador neste frame, é que ele é o único em que o menino em seu colo é visível, se observar-mos o video em seu movimento, na sua sucessão de vinte e cinco quadros, frames, por segundo, num só, este, é visível, o menino em seu colo em posição estranha, ou seja, o outro menino em frente, espelho do joker, faz como que um passe de prestidigitação, e de repente desvela o que estava escondido, um menino que está como que raptado, ou que foi raptado

em fr ente a el e, ma is à esquerda da i mage m um homem com ch ap eu com bi g ode e pera e o q ue é es t ra n h o ne st e fr am e, um o u t ro me nino de o cu l os em s eu c olo, numa es t r anha p o sição, co mo se es t iv ess e agarrado e tor cid o, o u pr es o, o q ue é d eve ra s es t ar n h o e d es vela dor ne st e fr am e, é q ue el e é o uni co em q ue o me nino em s eu c olo é v isi v el, se ob serva r inglês mo s o vi de o em s eu mo vi e mn to, na s ua s u ce s são de vi n te e c in co q ua dr os, fr a mes, por se gun do, n um s ó, este, é v isi v el, o me nino em s eu c olo em p o si çao es t r anha, ou seja, o o u t ro me nino em fr en te, es pe l h o do jo k e r, f az c omo q ue um passe de pr es ti gi da ção, e de r ep en te d es vela o q ue es t ava es condi do, um me nino q ue es tá co mo q ue ra pat do, o u q ue f o i ra pt ado
foi ao ver isto que me coração sofreu um baque, pois o sentido de rapto, ecoou de imediato em mim, relativo a meu filho e em relação a maddie, é um rapaz, usa óculos, como o meu, está numa posição como que forçada de corpo , imobilizado pelo abraço do homem , como uma enguia que se tenta de alguma forma escapar

fu i ao ver is to que me cora çao s o fr eu um ba q ue, p o is o s en tid o de ra pt o, e cu ou de imediato em mim, r e l at iv o a m eu fil h o e em rea la ção a m ad di e, é um ra p az, usa o cu l os, co mo o m eu, es t á n uma p o si ção co mo q ue f o rça da de corp o , imo bil iza do p elo ab ra ç o do homem , c omo uma en gui a q ue se t en ta de al g uam forma esca paro home
trás um chapéu do sporting, o menino ao seu colo o que parece ser uma boina de che, o outro menino que é espelho do joker, trás um chapéu nas cores do boavista que se espelha igualmente na imagens, em quadrados negros e brancos, num outro jovem no lado direito da imagem, que se encontra em pé e que tem uma luva de mão, como uma luva de basebol que entra na bandeira portuguesa, que ao assim se encontrar se tona símbolo de sangue, só de sangue, ou seja a mao branca , grande da morte que entra na vela vermelha, de sangue, t shirt branca e calças enroladas pelo joelho , como se estivesse na praia, como se estivesse ao sul

o home t rá s um ch a p eu do s port in g, o me nino ao s eu c olo o q ue par e ce ser uma bo ina de che, oo u t ro me nino q ue é es pe l h o do jo k e r , t ra s um c h ap eu nas co r es do bo av ista q ue se es pe l h a i gula mente na i mage ns, em q ua dr ado s az u is e br anco s, n um o u t ro jo v em no l ado di r e to da i mage m, q ue se en c on t ra em p é e q ue t em uma l uva de mão, co mo uma l uva de b ase bo l q ue en t ra na ban de ira portu guesa, q ue ao as si m se en c on t ra r se tona s im b olo de san g ue, s ó de san g ue, ou se j aa mao br anca , g rande da mor te q ue en t ra na v e la vermelha, de san g ue, t s hi r t br anca e cal ç as en rola d as p elo jo e l h o , co mo se es t iv ess e na p raia, co mo se es t iv ess e ao sul
temos assim uma id de cores, do norte, do boavista e Pb, e uma mao que junta com a bandeira descreve as cores templários

te mo s as si m uma id de co r es, do no r te, do bo av ista e e p b, e uma mao q ue junta com a bandeira d es c r eve as co r es te mp lá ria s
quando ampliei pela primeira vez este frame, ao observar a face do home que agarra e torce o menino, como se ele estivesse em posição impossível, mais em espantei, pois nele vi duas faces, a face do michael mor que acabara de aparecer num jornal e tambem a face de um apresentador da televisão publica, que me parece ser um bluff , um esperto mas com dotes de hipnotizador, ou seja de indutor, e que o sabe, que trás em si essa consciência, recordo de o ver em dia recente num dos seus programas na televisão publica depois de uma remodelação, uma remodelação que passara por um conflito com a paula moura, que comigo na latina europa se formara, e uma pequena notícia do jornal para isso me chamou a atenção, pouco acrescentava , não se percebia, nem eram explicadas as razões, achei estranho, pois ela deve ser melhor profissional do que ele, e aquilo ao que se lia , parecia ser um conflito de poder, o rapaz quisera o controlo total do programa e ganhara um qualquer braço de ferro, já outra rapariga , a bela merche tivera tambem problemas com ele, e abandonara o barco ou dele tambem fora posta fora

q ua n do am p li ei pe la pr i me ira v e z este f ra me, ao ob serva ra face do home q ue a garra e tor ce o me nino, co mo se el e es t iv ess e em p o si são i mp os s iv el, ma si em es pan te i, p o is ne le vi du as f ac es, a face do mai che l mor e q ue ac ab ar a de ap ar e ce r n um jo rna l e t am b em a face de um ap r es en t ad or da tele visão pub li ca, q ue me par e ce ser um b l u ff , um es pe r to mas com d ot es de h ip no ti x ad or, ou seja de indu tor, e q ue o s a b e, q ue t rá s em si ess a co ns cie n cia, recordo de o ver em dia v r e c en te n um dos se us pr o g ramas na tele vi sao publica d ep o is de uma r emo de la ção, uma r emo delação q ue passa ra por um c on f l i to com a p au la moura, q ue co mig o na l at ina eu r opa se for mara, e uma pe q eu na no tica do jo rn a l para iss o me c h amou a at en çao, p o u co ac r es c en t ava , n ão se pe r ce bia, ne m e ram e x p l i ca d as a s ra z õ es, ac hei es t ra n h o, p o is el a d eve ser mel hor pr o fi ss io n al do q ue el e, e aquilo ao q ue se lia , par a cia ser um c on f l i to de p ode r, o ra p az q u ize ra o c on t rolo t ot al do pr o g rama e g ana h ra um a q ual q eu r bar aço de ferro, j á o u t ra rapa riga , a b el a mer ce h t iv e ra t am b em pr o b l ema s com el e, e a ban dona ra o ba rc o ou de l e t am b em f o ra p os t af o ra

apanhara o rapaz num programa mais ou menos recente depois de ter escrito sobre a visão na loja arte e manha e de uma correlação que logo aparecera, com outra imagem dada pelo luis represas, pois calhava ele lá estar tambem nesse programa, às paginas tantas um cavaleiro, se calhar da zona do ribatejo, oferecera uma pequenina potra ao apresentador, e logo ele ai se desvelou em seu verdadeiro ser, a ambição perante aquela supressa, logo escorreu, a ambição e e o ego, logo ali carismou a pequena égua , com o seu próprio nome, em arredondado feminino, meus olhos se espantavam ao ver aquilo tudo, aquela sua projecção de posse imediata de seu ego dando seu próprio nome a égua, reparei ainda no que me parecia ser uma chagada relação com o palerminha do trovador, o luis represas, que conheço de adolescente e sei da massa que é feito, olhos nos olhos , se chama o álbum que agora lançara, eu me perguntara a meus botões, como é que o chico buarque, que creio ser o autor de uma canção com o mesmo nome, lhe tinha permito a ele usá-la, olhos nos olhos do Luís, um arrogante disfarçado, uma pequena ou grande besta, um falso, ou um falsinho, e me subiu a memória o ultimo cruzamento com ele, em qu o rapaz me insultara e não me explicara o que queria dizer, quando o interpelei, deviam ser ciúmes vários, assim o pesei na altura desse encontro

ap an hara o ra p az n um pr g rama mai s ou m en os r e c en te d ep o is de ter es c rito s ob rea visao na loja arte e manha e de uma co rr e la ção q ue l o g o ap ar e ce ra, com o u t ra i mage m dada p elo lu is r ep r e sas, p o is calha v a el e l á e ts r ar t am b em ne s se pr o g rama, às pa gina s t antas um c ava e li rose calha r da zon a do riba te j o, o f e re ce ra uma pe q eu nina p ot ra ao ap r es en t ad or, e l o g o el e ai se d es v e lou em seu v e rda de i ro se ra am bi çao pe ra n te aquela s up r e sa, l o g o es co rr eu, a am bi ção e e o ego, l o g o a li car is mo ua pe q eu na e g ua , com o seu pr o pr io no me, em ar red onda do f e me nino, me us olhos se es pan t av am ao ver a q u i lo tudo, a q eu la s ua pr o je c çao de ps os se imediata de s eu e g o dand o s eu pr o pei o no me a e g ua, r ep a rei a in da no q ue me par e cis ser uma ch a g ad a relação com o pal e r minha do t riva o dr, o lu is r ep r e sas, q ue c on h elo de ad o l es c en te e se i d a massa q ue é f e i to, o l h os nos olhos , se c hama o al bum q ue agora lan ç ar a, eu me pe r gun tara a me us b ot o es, co mo é q ue o ch i co buarque, q ue c rei o s ero au tor de uma can çao com o me s mo no me, l he tinha pe r mit o a el e usá inglesa la, olhos nos olhos do lu ís, um ar ro gan te di s f a rça do, uma pe q eu na ou g rand e best a, um f al s o, ou m fal sin h o, e me s u bi ua me mó ria o u l t im o cir za m en to com el e, em q u o ra p az me in sul tara e n ão me e x p l i c ra o q ue q eu ria di ze r, q ua n do o inter pe lei, de v iam ser c i u mes v a ´ rio s, as si m o pe se i na al t u ra de s se en c on t ro

o espirito por esse tempo, o do programa, acrescentara, inveja e plágio, plágio total, a quê, perguntei-me sem encontrar resposta , a mim, ao chico buarque, a mil outros?

o es pei rio por ess e te mp o, o do pr o g rama, a cr es c en tara, in veja e p l á gi o, p l á gi o t ot al, a q u ê, pe r gun te i inglesa me se m en c on t ra rr es posta , a mim, ao ch i co bu ra q ue , a mil o u t ro s p on to de in te rr o g a ac sao

Recordo agora de ter encontrado o malato, ou malaco, ou maluco, ou lá como ele se chama, aqui um dia na rua frente ao jardim, o rapazinho observava-me dentro de um carro branco, falava ao telefone, e ia gozando como se tivesse visto um bucho, recordo a ida do vizinho a um dos seus programas, aquele onde ganhou uns dinheirozinhos, dez mil continhos se não me falha a memória, e somo, somo e obtenho a troca dos favores de espionagem e outros à minha pessoa, e de repente não me parece assim tao distante que tal passe e seja feito tambem em conluio com o próprio luís, o luis que usara uma outra canção do pai da zé e da clara e que arranjara uma confusão, uma confusão mantida tambem pela empresa qu o representa onde um dia eu vira coisas estranhas num selo, um bico de pássaro com um traços do carimbo, e alguém na família que tinha tido naquele momento um problema de visão, a zé me mostrou o envelope, e ali se desvelou em mim a assinatura, o reflexo de qualquer coisa muito mal feita, recordo a relação do luis com cuba e de repente vejo agora naquilo tudo uma qualquer macumba, ou talvez mesmo na republica dominicana por encomenda de irmandade , e vejo a queda de fidel, o retorno das maldades a atingi-lo

R e cd o r do agora de ter en c on t ra do o m ala to, ou mala co , ou malu co, o u l á co mo el e se c hama, aqui um dia na rua fr ente ao jardim, o ra pa zi n h o ob ser v ava inglesa me den t ro de um car ro br anco, fala v aa o tele f one, e ia g oz na do co mo se t iv ess e vi st o um bu c h o, record o a id a do vi z in h o a um dos se us pr o g rama s, a q eu le onde gan h o uu ns din hei rin h os, dez mil c on t in h os se não me f al h aa me mar ia, e s omo, s omo e ob ten h o a t roca dos f avo r es de e spi o na g em e o u t ros à minha pee ss o a , e de r ep ren te não me par e ce as si m tao di s t ante q ue t al passe e seja f e i to t am b em e mc on c lui o com o pr ó pr io lu ís, o luis q ue usa ra uma o u t ra can çao do pai da zé e da c lara e q ue ar raja ra uma c on fusão, uma c on fusão man tid a tam en m pe la em presa q u o r ep r es en ta onde um dia eu v ira co i sas es t r anha s n um s elo, um bi co de pa ss ar o com um t ra s ç os do ca rim bo, e al g eu mna f ami lia q ue tinha tid o na q eu le moe mn to um pr o b l ema de visão, a zé me mo st ro u o en v e lope, e al i se d es v e lou em mim a as sin at ura, o r e f l e xo de q ua l q eu r co isa mui to m al f e i ta, record o a relação do luis com cuba e de r ep en te v e jo agora na q u i lo tudo uma q ua l q eu r m ac um ba, ou t alvez me s mo na republica do mini n cana por en comenda de irma n dad e , e v e jo a q eu da de fi d e l, o r e tor no das mal dad es aa t un gil o

Depois o tal tornado na terra dos cavalinhos, me pergunto se o malaco ou malato, e sua eginha foram a voar pelos céus, e estes bandidos todos, o luis, o parra, o tal menino professor da fabrica da pólvora dos pums e dos pus, e todos os referenciados em negro agir e fazer

D ep o is o t al to rna do no terra dos cva li n h os, me pe r gun to se o mala co ou mala to, e sua e gin h a f o ram a vo ar pe l os ce us, e est es ban d id os todos, o lu is, o par ra, o t al me nino pr o f ess or da fabrica da p o l v ira dos p u ms, e todos os r efe ren cia d os em ne g ro a gi r e f az e r

Vejo ainda na imagem , faca vermelha do po do rato mickey da cristina coutinho, uma mao de asa sobre o joelho do home com cara do diabo sobre a sangue vermelho da dupla bandeira de portugal, ou seja de dupla nacionalidade, de um home leão , ou sporting, o local que eu sei meu filho frequentar desde que comigo não está

Vejo a in d ana i mage m , f ac a vermelha do po do rato mi che y da c r is t ina coutinho, uma mao de asa s o b reo jo e l h o do home com cara do dia bo s o br e a son g ue vermelho da du p la bandeira de port u gal, o u seja de du p la na cio na li dad e, de um home leão , ou s port in g, o l oca l q ue eu se i me u fil h o fr e q eu n t ar d es de q ue co mig o n ão es t á

Circulo da sé angulo, sobre o preto da musica azule amarela

Circulo ds da sé angulo, s o b reo pr e t ro da mu sica az u le am ar e la

O infinito deitado da hunday o zorro do infinito deitado da hunday da mão portuguesa , o home português da onda no Japão, a erupção da ilha, ou um outro tremor, como na central nuclear, ou a onda do mar do indico, a da grande desgraça?

O on fi ni to dei t ado da h un day o zo r ro do in fin tio de it ad o da h un day da mão portu g ue sa , o h o me por tu g u es da onda no j a p ão, a e rr up çao d da ilha, ou um o u t ro t r emo r, c omo na c en t ra l nuc lea r, ou a onda do mar do indico, a da g rande d es graça e p on to in te rr o g ac são

Michael mor , o rato que sai da cabeça da cristina coutinho, espelhado no malato, o segundo co chapéu quadrados brancos e verdes, o elfo da divisão do ka azul,

Mic h a el mor , o rato q ue sa i d a ca beça da c ris t ina coutinho, es pe l h ado no m ala to, o se gun do co ch ap eu q ua dr ad os bar n co s e verdes, o el f o da di visão do ka az u l,

O menino do malabarismo, que desvela o outro menino raptado, é coadjuvado por uma menina fumadora, azul e branca

O m en i no do m ala bar is mo, q ue d es vela oo u t ro em nino ra pt ado, é coa ad ju v ado por uma me nina f uma dora, az u le br anca

knwksimz
ip qq forte da k
home ax serpente circulo, hax s c
m mp sa mm o sa e x u
m mosa e x u

segunda-feira, abril 28, 2008

ecos a conta gotas do sangue do menstruo do Útero da Mãe

e co s a c on t a g ot as do san g ue do me s n t ru o do U t ero da Mãe

sabes amada, muito eu gosto de dormir assim contigo nos teus dias lunares, fica o teu corpo quentinho e eu aqueço em ti, como se dentro de Ti estivesse, teu cheiro mais intenso fica e os sonhos se tornam densos como casulo, assim me sinto bichinho de conta a cantar Teu Amor, tambem os homens, se eles fossem só homens, como as mulheres, nao sao só mulheres, tambem tem menstruo, eu próprio perco sangue nas vezes, assim ainda antes de ontem me aconteceu, e o espirito me disse, estamos juntos em ciclo, como poderia o amor trazer os amantes em modo distinto

sa b es am ad a, mui to eu g os to de do r mir as si m c on ti g o nos te us dias luna r es, fi ca o t eu corp o q a u n t in h oe eu a q eu ç o em ti, co mo se den t ro de Ti est iv ess e, t eu che i ro mai s in t en s o fi ca e os s on h os se tor n am d en so s co mo ca sul o, as si m me sin to bic h in h o de c on ta a can t ar T eu Amo r, t am b em os h o ms n, se el es f os se m s ó h o me sn, co mo as mul he r es, n ao sao s ó mule h r es, t am b em te m me ns t ru o, eu pr ó pr io pe r co san g ue nas v e ze s, as si m a in da ant es de on te m me ac on teceu, e o es pei rito me di s se, est am os j un t os em cic l o, co mo p ode ria o amo r t ra z e r o s am ant es em modo di s tinto

hoje de manhã me apareceste feita andorinha na rua habitual, de novo me mostras-te a casa nova amarela e rasaste as grades da janela, onde está, ou melhor, que é feita por uma linha de xs, depois voaste entrando na chaveta que faz a outra casa nova forrada assim em xisto, ou algo da família, que desenha um vaso virado para o ceu, em mim um linha outra ressoa, o menstruo do conde

h o je de manhã me ap ar e c este fei t a an d ori n ha na rua h abi t ual, de n ovo me mo st ra s inglesa te a ca sa n ova am ar e la e ra sas te as g ra d es da jane la, onde es t á, ou mel hor, q ue é fei ta por uma linha de xs, d ep o is vo as te en t ra n do na ch a v e ta q ue f az a o u t ra ca sa n ova for ra da as si m em x is to, ou al g o da f ami li a, q ue d es en h a um v as o v ira do para o ceu, em mim um linha o u t ra r ess o a, o m e ns t ru o do c on de

depois rasaste as pedras do chao da calçada, onde está a linha da cobra muito comprida e depois passas-te ao pé de mim, e abriste a tua cauda em leque, e eu fiquei assim maravilhado a ver-Te de cauda aberta que desenha um perfeito triângulo em duas cores, com um desenho cheio de riscos, vinha eu acordado ainda a dormir, pois não relacionei ao instante o que me dizias assim com a tua bela caudinha aberta, depois adormeci de novo e tive um estranho sonho

d ep o is ra sas te as pe dr a s do ch ao da calçada, onde es t á a linha da cobra mui to co mp rid a e d ep o is pa s sas inglesa te ao p é de mi, e ab r iste a t ua c au da em le q ue, e eu fi q eu i as si m mara vila h do a v e r inglesa te de c au da ab e rta q ue d e s en h a um pe r fei to t r in gula em du as co r es, com um d es en h o che i o de r isco s, vinha eu ac o rda d o a in da a do r mir, p o is n ão r e la cio nei ao ins t ante o q ue me di z ia s as si m com a t ua be la c au din h a ab e rta, d ep o is ad o r meci de n ovo e ti ve um es t ra n h o s on h o

estava eu numa casa que não era esta, com uma sala de rés de chao, era um prédio com casas de paredes altas, tipo estado novo, algo, um perfume, me coloca agora a casa ali pelas bandas da praça de londres, ao instituto superior técnico, naquela zona de prédios, e uma ligação aos olivais, ou seja, será um tal conde que por ai deverá morar, e que se calhar morou nos olivais, onde eu em minha puberdade tambem morei

est ava eu n uma cas q ue não e ra es t a, com uma sala de r es de ch ao, e ra um pr é di o com c a sas de par e d es al t as, t ip o estado n ovo, al g o, um pe r f u me, me c o l o ca agora a casa a li pe l sas ban d as da pr aça de l on d r es, ao ins titu to s up e rio t téc nico, na q eu la z on a de pr é di os, e uma li g a çao aos o li v a is, o u seja, se rá um tal conde q ue por ai d eve rá mor ar, e q ue se cala h ra mor o u no s oli vi as, onde eu em min h a p uber dad e tame b m mo rei

de repente começava eu a dançar na sala em modo de rotação sufi, a sala era como o polyban aqui, ou seja remete para a onda de Barcelona, e de repente a porta da casa que dava para a sala com esse formato, se abriu, aproximei-me dela, e não vi ninguém lá fora, empurrei-a até ficar encostada completamente à parede, ninguém por detrás dela, estava um nevoeiro cerradissimo, daqueles impossíveis, que nem se vê o palmo a frente do nariz, acordei, depois me doeu o pé no sitio onde o torci, e assim me pareceu ser esse o sentido do dizer

de r ep en te co me ç ava eu a dan ç ar na sala em modo de r ota ç a sufia sala e ra co mo o poly ban aqui, ou seja r e met e para a onda de bar ce l on a, e de r ep en te a p orta da c asa q ue d ava para a sala com esse for mato, se ab riu, ap rio xi me i r inglesa me de la, e não vi nin g u é m l á for a, e mp ur rei inglesa a at é s fi car en co ns t ada co mpe l tamen te à pa rede, nin g eu m por de t rá s de la, est ava um ne vo e i ro ce rr ad i ss i mo, da q eu l es i mp os s iv e is, q ue ne m se v ê o pal mo a fr ente do na r iza, ac or dei, d ep o is me do eu o p é no si tio onda o tor cie as si m me par e c eu ser ess e o s en tid o do di ze r

ouvi no espirito o dizer, que se tinha aberto a porta, ou seja , que se tinha finalmente entendido, o que se passara na rotação naquela manha de nevoeiro

o u vi no es pei rito o di ze r, q ue se tinha ab e r to a p orta, ou seja , q ue se tinha f ina la mente net n dido, o q ue se passara na r ota çao na q eu la manha de ne vo e i ro

depois fui ver as imagens do choque de dois comboios na china, e percebi o que me mostraras, pois a maquina deitada fazia em sua frente, em sua pá, o teu desenho da cauda, a diferença são as cores, branco e vermelho, um v de vaso em seu meio e depois traços paralelos as laterais dos vasos, outra fotografia do acidente, quanto eles nao existem, ecoou em mim ao vê-la, a forma como as composições tombaram, fazendo um clip, um semi circulo que reflectia aquele que ontem te falei ao ver a foto dos carros de corrida, ou melhor, os charutos na publicidade, quando trazia a revista do publico na mao, bonneville, salt lake, foi a primeira imagem que por semelhança surgiu, mas outras existem com clips, os clips ao lado do guelas que desequilibra a rotação, bonneville, remeterá então para o tal rapaz dos olivais que tinha uma e que namorava com uma rapariga do meu prédio, e que era um dos mais malucos ligados a extrema direita, as juventudes centristas ou mesmo mirn

d ep o is fu i ve r a s i mage ns do c h o q ue de do is co m boi os na ch ina, e pe r cebi o que me mo st ra r as, p o isa ma q u ina de ira da f az ia em s ua fr ente, em s ua p á, o te u de s en h o da c au da, a difer en ção são as co r es, br anco e vermelho, um v de cva so em seu mei o e d ep o is o d t ra ç os para lelo sas l a t e raia dos v as os, o u t ra f oto g ra fia do acide n te, q ua n to el es nao e xis t em, e c u o u em mim ao v ê inglesa la, a forma co mo as co mp os i ç õ es tom b ar am, f a ze dn o um c l ip, um s emi cir c u l o q ue r efe c l tia aquele que on te m te fa lei ao ver a f oto dos car ro s de co r rid a, ou mel hor, os ch ar u to s na pub li cidade, q ua n do t ra z ia ar e v ista do publico na mao, bo n ne vi ll e, sa l t lake, f u ia pr i me ria i mage m q ue por se mel h ança s ur gi u, mas o u t ra s e xis te m com c li ps, os c li ps ao l ado do g eu la s q ue de si q u i libra a r ot a çao, bo n ne v ille, r ene te rá en tao para o t al ra p az dos o li v a is q ue tinha uma e que namora v a c om uma ra pa riga do m e u pr é di o, e q ue e ra um dos mais malucos li gados a e x t r ema direita, as ju v en t u d es c en t r ista s ou me s m o mirn

o desenho das carruagens caídas , fez-me tambem lembrar o desenho do reflexo da tal espada com uma águia que aparecera por debaixo do barco the north star hull, que quase ressoa em hulk, ou seja relacionado com os vasos das desgraças em londres, e nas imagens do acidente de seguida vinham outras de um outro comboio de alta velocidade dentro de um túnel que descarrilara ao chocar com um rebanho de pequeninas ovelinhas, que me pareceu ser simbólico de ovelinhas de rebanhos de Deus, salvo erro na alemanha

o de sn h o das car rua g e ns ca id as , fez inglesa me t am b em lem br ar o de senho do r e f l e xo da t al esa p da com uma g au ia q ue ap ar e ce ra por de ba ix o do bar co the no r t h st ar h u ll, q ue q u ase r ess o a em h u l k, o u sej ar e la cio n ado com os v as os das d es graças em l on dr es, e nas i mage ns do acide n te de se u id a vin ham o u t ra s de um o u t ro co m boi o de alta v elo cidade den t ro de um t un el q ue d es carril ar a ao c h o car com um r e banho de pe q eu ninas ove linha s, q ue me par e ceu ser s im bo li co de ove li mn h os de r e banhos de D e us, sal vo e rr o na a le manhaum

vaso de cva , agora surgiu na escrita , nem de propósito aparece hoje no jornal um senhor , que trás uma empresa com esse nome, olhei a sua fotografia, vi a pergunta na capa e decidi tambem comprar este jornal, pois a sua face é estranha naquilo que reflecte, misto de susto e preocupação, de quem parece estar entalado de alguma forma ou jeito, depois o li com atenção, estranho pois o que o intertexto me fala, é de uma proximidade psicológica, quase me poderia reconhecer nele em muito do que ele diz, mais na forma como diz, algumas imagens que eu uso tambem, contudo não sou eu ele, nem ele eu, ou seja, uma outra possibilidade se abre, ele ser de alguma forma uma cópia ou um clone, estarei perante alguém que em mim se inspira e de certa forma me copia?

um v as o de cva , agora s ur gi u n a es c rita , ne m de pr o p os i to ap ar e ce h oje no jo rna l um s en hor , q ue t rá s uma em presa com ess e no me, o l hei a sua f oto g raf ia, vi a pe r gun ta na capa e dec i di t am b em co mp r ar este jo r na l, p o is a s ua face é est r anha na q u i lo q ue r e f l e c te, mi st o de s us to e pr e ocupa çao, de q eu m par e ce es t ra en tala d o de al gum a forma ou je i to, d ep o is o li com a ten ção, e ts r an h o p o is o q ue o ine t r e t x to me fala, é de uma pr ox i mi dad e psi c olo gi ca, q u ase me p ode ria r e c on he ce r ne le em mui to do q ue el e di z, mai s na forma co mo di z, al g ua ms i mage ns q ue eu us o t am b em, c on tudo n ão s o u eu el e, ne m el e eu, ou seja, uma o u t ra p os si bil i dad e se ab r e, el e se r de al g uam forma uma c ó pi a ou um c l o ne, est a rei pe ra z n te al g un e q ue em mim se ins pira e de ce rta forma me co pi a?

uma resposta dele é contudo mentira, a possibilidade de separação dentro de si do conhecimento daquilo que sabe, é uma resposta falsa, como carrilho parece tambem ter percebido , pela posição do mudo dizer de seu corpo, ao lado, uma ainda mais estranho de menezes, como que zangado em modo agressivo, quase que se pode se perguntar, quer-me bater, senhor, ou quer bater nesse senhor?

uma r es posta de le é c on tudo m en t ira, a p os si bi li dad e de s epa ração d en t ro de si do c on he cie mn to da q u i lo q ue s ab e, é uma r es ps ota fal s a, co mo car r i l h o par a ce t am b em ter pe r cebi do , pe la p o si çao do mudo di ze r de s eu corp o, ao l ado, uma a in da mai s es t r anho de m ene z es, co mo q ue zan gado em modo a g r ess iv o, q u ase q ue se p ode se pe r gun t ar, q eu r inglesa me nba te rr, s en hor, o u q eu r bat e r ne s se see n h or?

e resposta é mentirosa, só um esquizoide o poderia assim dizer, ou então se não o for, será aldabrão, o que se encaixa nesse perfil, que ronda uma quase arrogância

e r es posta é m eni rosa, s ó um es q u i zo id e o p ode ria as si m di ze r, o u en tão se não o for, se rá alda b r ão, o q ue se en caixa ne s se pe r fil, q ue ron da uma q u ase ar ro gan cia

o que desvela das suas palavras em seu todo, parece ser um homens que nao trás princípios, nem lealdade, o que dá corpo a afirmação chapéu, quando diz que só entraria para a política para mandar, um discurso de ditador em potência, coisa sempre perigosa

o q ue d es vela das s u as pala v ra s em seu todo, par e ce ser um h o me ns q ue nao t rá s p rin cip i os, nem lea la dad e, o q ue dá corp o a a fi r maçao ch ap eu, q ua n do di z q ue s ó en t ra ria para a p li tic a para man d ar, um di s curso de dita dor em p ot en cia, co isa se mp re pe rigo sa

existe aqui um home que terá que estar ligado a publicidade e a comunicação responsável pelos vasos que criam induções psicóticas nas gentes que tem emergido de vez em quando com desgraças de sangue, isto é certo em mim, como é certo que me trás combate directo, vide as coincidências, que são mais do que isso de que já vos deis a todos conta, nomeadamente a que se reflectiu no tal spot da menina dos perfumes dos olhos azuis eléctricos com uma frase qu e fora retirada de um meu caderno antigo, ou seja, é alguém que espia, que me espia, e que sabe de escrita enformadora, o tal ilusionista, curiosamente fala ele de circo, e dá curioso exemplo de metamorfose, de papeis em circos pobres, onde os papeis se intercambiam, sendo sempre um a fazer

e xis te aqui um home q ue te rá q ue est ar li gado a pub li cidade e a co munica çao r es ponsa v el pe l os v as os q ue c r iam indu ç õ es ps i c ó tic as nas g en t es q ue te m e mer gido de v e z em q ua n do com d es graças de san g ue, is to é ce r to em mim, co mo é ce r to q ue me t rá s co m bate di rec to, v id e as co inc id en cias, q ue são mai s do q ue iss o de q ue j a ´v os de is a todos c on ta, no me ad am en te a q ue se r e f l e c ti u no t al s p ot da me nina dos pe r f u mes dos ol h os az u is el e t ric os com uma fr ase qu e f o ra r e t ira da de um m eu ca de r no ant i g o, o u seja, é al g eu m q ue es pi a, q ue me e s pi a, e q ue s ab e de es c rita en forma dora, o t al i lu sionista, c ur i o sa mente fala el e de cir co, e d á c u rio s o e x e mp l o de met am o r f o se, de pap e is em cir cu os p o br es, onde os pap e is se inter can bi m, s en do se mp r e um a f a ze r

esteve ele ligado a campanha do cavaco? se o esteve é provável que seja o operador das manipulações que se passaram, pois é real e claro que se passaram, creio que poucos trarão duvida sobre isto nesta altura do campeonato e fui uma operação integrada, com diversas componentes de alteração comportamentais

es te v el e li gado a ca mp anha do c ava co? se o es teve é pr ova v el q ue seja o o pera dor das man ip u la ç õ es q ue se passaram, p o is é rea l e c la ro q ue se passaram, c rei o q ue p o u co s t ra rão du vi da s ob r e is to ne st a al t u ra do ca mp e o na t o e f u i uma o pera çao ine t g ra da, com di v e r sas co mp on e t es de al te ra çao co mp orta m en t a is

algumas campanhas esquisitas em seu dizer apareceram nestes últimos tempos, uma da pt, com o dizer liga-te que até vês estrelas, duplo sentido, beleza e porrada, se estiveres on line, outra da optimus, com sugestões de balas em comunicações, a abordar em maior detalhe em outro texto, as piores tem aparecido na área das comunicações, e são certamente feitas em forma intencional, não sei se o senhor a elas está ligado ou não, outro perfil que penso poder estar ligado a esta manipulação via mídia, que me conheça é o bidarra, tambem por causa das visões que se manifestaram na expo, na sede da eurorscg, e ainda, ou melhor antes, um outro home, que está ligado a questão do financiamento ilegal ao psd, já alvo de uma condenação parcelar do supremo, e que está ligado à novo design, que é uma empresa com que eu me cruzei em tempos, via cristina coutinho, e me desvelou o espirito estarem eles ligado a um roubo criativo daqueles que deu mais dinheiro, os mupis, e que envolveu frança, no sentido em que foi a jc decaux a avançar com a sua concretização e que teve uma penetração aqui com o apoio da alguém ou alguns da câmara municipal de lisboa, que les deram inclusive o exclusivo de exploração durante uma serie de anos se não mesmo décadas, o que prefigura um cambalacho, seria curioso ser este tal senhor vaz qualquer coisa, o tal sócio que eu nunca conheci, ou com esta empresa trazer relação antiga

al gum as ca mp anha s es q eu sitas em s eu di ze r ap ar e ce ram ne st es ul tim os te mp os, uma da pt, com o di ze r li g a inglesa te q ue at é v es es t r e la s, du p lo s en tid o, beleza e por ra da, se es t iv e r es on l ine, o u t ra da o pt i m us, com s u g es t õ es de bal as em co um ni cações, aa bao r d ar em maio r d eta l he em o u t ro te x to, as pi o r es t em ap ar e cid o na a rea das co munica ç o es, e são ce rta e mn t f e it as em forma in t en cio n al, n ão sei se o se m h or a e la s est á li gado ou não, outro per fil q ue p e n s o p ode r est ar li gado a es t a mani p u la çao v ia mi dia, q ue me c on he ç a é o bi d ar ra, t am b em por ca usa das v is õ es q ue se mani f es t ram na e x po, na sede da eu ro r s c g, e a in d a, ou mel hor ant es, um o u t ro home, q ue est á li gado a q eu s tão do fi na n cia m en to i le gal ao ps d, j á alvo de uma com dena ção par ce l ar do s up r emo, e q ue est á li gado à n ovo de si g n, q ue é uma em presa com que eu me c ru ze i em te mp os, v ia cris t ina coutinho, e me d e s ve lou o es e pi to es t ar em el es li gado a um o ru bo c ira t iv o da q eu l es q ue d eu ma si d ine hiro, os mu pi s, e q ue en vo l v eu fr ança, no s en tid o em q ue foi a jc dec a ux a ava n ç ar com a s ua c on c r te iza çao e q ue teve uma p ene t ração aqui com o ap a oio da al g eu m ou al g u ns da ca mara mini cip al de lis boa, q ue l es de ram inc lu s iv e o e x c lu s iv o de e x p l o ração duran te uma se r ie de ano s se não me s mo dec ad as, o q ue pr e fi g ur a um cam bala c h o, se ria c u rio s ser este t al s en hor v az q ua l q eu r co isa, o t al so cio q ue eu n un ca c on he cio u com esta em presa t ra ze r relação ant i g a

como asae, que agora retirou um tal óleo do mercado, na sequência das cheias e dos tornados, nao é verdade senhor, que ele entrou nas variáveis do acontecido?

Co mo asa e, q ue agora r e tir o u um t al o leo do mer ca do, na se q u en cia das che ia s e dos to rna d os, nao é v e r dad e s en h r, q ue el e en t ru nas v aria v e is do ac on te cid o?

óleo de girassol, me remeteu para tubarões vermelhos, para dakotas vermelhos símbolo da queda de um avião, no mínimo, nas estepes russas, e londres, para um belo rapaz que foi agora comido para um, e outros que foram assim mortos, para a republica dominicana, e para o martelo com o nome de santana escrito a vermelho em seu cabo, sendo que os dois senhores trazem chegada ligação como ele dá disso na entrevista vivo e claro exemplo dos actos de guerrilha políticos

Oe l s o de g ira s sol, me r e met eu para t u barões vermelhos, para d ak ot as vermelhos s im b olo da eu da de um a v u ão, no mini mo, nas est ep es ru s sas, e l on dr es, para um b elo ra p az q ue f o i agora co mi do para um, e o u t ros q ue f o ram as si m mor t os, para a r e publica do me ni n ca, e para o ma t elo com o no me de santana es c rito a vermelho em s eu ca bo, s en do q ue os do is s en hor es t ra ze m che gado li g a ção co mo el e d á di ss o na en te r v ista v iv o e c laro e x e mp l o dos ac t o s de g eu rr ilha poli tic os

detalhando, um belo rapaz com um ar de felicidade radiosa foi comido por um tubarão na california, uma das fotos que do acontecimento vi, aparecia o girassol, o girassol, que já entrou aqui neste Livro da Vida em diversa ocasiões, na expo, o tal estranho prédio com andares de permeio desaparecidos, assim com a rabia del pueblo, o café do girassol, e o girassol que um dia me apareceu aqui em Alcântara num caixote de lixo, num amanhecer

D eta l h an d o, um b elo ra p az com um ar de fe le cidade ra di o sa foi co mi do por um t u barão na cali f o r ni a, uma das f oto s q ue do ac on te cimento vi, ap ar e cia o gi ra s sol, o gi ra s sol, q ue j á en t ro u a q u i ne st e Li v ro da V id a em di v e r sa oca si o es, na e x po, o t al es t r anho pr é di o com anda r es de pe r mei o de sapa r e cid os, as si m com a ra bia d el p eu b lo, o ca fé do gi r ra sol, e o g or ra sol q ue um d ia me ap ar e ceu aqui em al can tara n um ca ix ot e de li xo, n um am na he ce r

ontem falava eu de dar marteladas em malandros, visto a justiça não funcionar, e hoje dei conta do meu martelo, estar em cima das três gavetas que estão à entrada de casa, que é um modulo da estante da dimensão, aquela que recentemente montei e que aqui narrei nas leituras que proporcionaram, ou que ali se espelharam, nomeadamente um video onde se ouvia fora da imagem o chicote, pois o martelo está em cima de um bico banco, que veio da republica dominicana, e o mais curioso é que creio que vieram dois, sendo que um alguém o levou de casa, provavelmente ainda no tempo da actor João rosa

on te m fala v a eu de d ar mar te la s da em mala n dr os, vi st o a j us ti ç a não f un cio n ar, e h o je dei conta do me u mar telo, es t ra em c ima das t r es g a v eta s q ue es t ão à ant ra da de cas, q ue é um mo du lo da e ts an te da dimensão, a q eu la q ue r e c en te mente mo n tei e q ue aqui na r rei na s lei t ur as q ue pr o pr o cio n aram, ou q ue a li se es pe l h aram, no mea dam w n te um vi de o onda se o u v ia f o ra da i mage m o c h i c ot e, p o is o ma telo es t á em c ima de um bic g o ban co, q ue veio da r e publica do mini cana , e o ma si c u rio o é q ue c rei o q ue vi e ram do is, s en do q ue um al g eu m o l evo u de cas, pr ova v el e mn te a in da no te mp o da ac tor jo ao, rosa

a peça do martelo, está em cima de um tubarão distribuído conjuntamente com outros animais pelo dn, não cheguei eu ao contrário de todos os outros a tira-lo dentro de seu plástico, pois achei que ele lá dentro ficaria melhor, e nao gosto de deixar bichos assim de boca grande, que as vezes enlouquecem, à solta, quando cheiram a sangue, o cabo do mat, martelo, é o tal onde alguém um dia escrevera santana, no tempo da latina europa, portanto princípios da década de noventa, avermelho, a cor do sangue

a p eça de matel do mar telo, est á em c ima de um t u barão di s t rib u id o c on j un tamen te com o u t ros ani ma is p elo dn, não che g eu i eu ao c on t ra ´ rio de todos os o u t ros a ti ´ ra inglês l o den t ro de s eu p lá s t ico, p o is ac hei q ue el e l á d en t ro fi caria mel hor, en ao g o st o de dei x ar bic h os as si m de b oca g rande, q ue as v e ze s en lou q eu c em, à sol t a, q ua n do che iram a san g ue, o ca bo do mat, mar telo, é o t al onda al gume un m dia es c r eve ra santana, no te mp o da latina eu r opa, p orta n to pr inc ip i os da dec a d a de no v en ta, ave r me l h o , a cor do san g ue

o dakota, se transforma em tubarão, por um instante no video, e depois veio mais aquela manipulação sobre a queda de um avião no dia seguinte, difundida pela sic, e que era falso, mas que me pareceu e mais parece remeter para a queda de um outro que ocorrera a um ano ou mais atrás, o das neves, ou melhor que caiu na neve

o d ak ota, se t ra sn forma em t u barão, por um ins t ante no vi de o, e d ep o is veio ma si aquela m ani p u la ção s ob rea queda de um avião no dia se gui n te, di fun d id a pe la sic, e q ue e ra fal s o, mas q ue me par e c eu e mai s par e ce r em e m t e r para a queda de um outro q ue oco rr e ra a um a no ou mai s at rá s, o das neves, ou mel hor q ue ca i u n a n eve

estive eu a ver de nov o video de domingo e reparei em diversas pormenores da linguagem não verbal instintiva, por assim dizer, pois um verdadeiro cabalista, que é palavra que em português se usa, num contexto completamente distinto da arte da cabala, e que quer dizer, montagem, conspiração, sabe ler seus significados e seus dizeres, os estúpidos e as bestas, dizem como sempre que eu estou em coca, o que não é verdade, sou assim, sempre tive esta velocidade em meu ser

es t iv e eu a ver de n o v o vi de o de do min g o e r ep a rei em di v e r sas por m en o r es da lin g ua g em n ão v e rba l ins t in tic v ap or as si m di ze r, p o is um v e r da de i ro ca bali s t a, q ue é pala v ra q ue em por tu g u es se usa, n um co n te x to co mp le tamen te di s tinto da arte da ca bala, e q ue q eu r di ze r, mona t a ge m, c on pira ção, s ab e ler se us si g ni fi ca d os e se us di ze r es, os es t u pi do s e as b eta s, di z am como se mp re q ue eu es to u em c oca, o q ue n ão é v e r da d e, s o u as si m, se mp re t iv e es ta v elo cidade em m eu ser

um dos pormenores que agora de alguma forma remete para isto, é o facto de ter pegado no triângulo da faca duas vezes, salvo erro, durante a conversa sobre os psi, dois triângulo fazem o desenho do pentagrama, ou da estrela, e curiosamente se repete a figura quando interpelo o daniel, sobre a avaliação de professores, e das pirâmides de poder, que o concentram na mão de quem está em seu topo, a clássica ditadura, seja ela qual for, desenho eu primeiro com o daniel invertido, de pernas para baixo, devo ter dado conta que estava fora do enquadramento, voltei a revista e o desenho outra vez, ou seja, desenho um pentagrama, para explicar as burros , o que quero dizer na realidade as hierarquias, e de como distinto e sempre necessário é caminho contrário da auto responsabilidade e da educação para ela, que as hierarquias, as verdadeiras, não necessitam destas tretas para na realidade o serem, nem fazem ou se entretém a fazer conspirações e a autoridade não é nunca autoritarismo, no final da imagem que expressa, de novo o chicote a aparecer

um dos pr o m en o r es q ue agora de al g uam forma r e met e para is to, é o f ac to de t r e pe gado no t r ina gula da f ac a du as v e ze s, sal vo e r ro, duran te a c on v e r sa s ob reo s ps i, do is t r ia b gula f az em o d es en h o do pen t a g rama, ou da estrela, e cu rio sa mente se repete a fi g u ra q ua n do inter p elo o d ani el, s ob rea ava lia ção de pr o f ess o r es, e das pira mide s de p ode r, q ue o c on c en t ram na mão de q eu m es t á em se u to p o, a c lassi ca dita d ur a, seja el a q ua l for, de s en h o eu pr i me rio com o dani el in v e r tid o, de pe rna s para ba ix o, d evo ter dad o c on ta q ue est v a f o ra do en q ua dr ae mn to, vo l tei a r e v ista e o de s en h o o u t r ave z, ou seja, de s en h o um pen t a g r am a, para e x p l cia r as bu rr os , o q eu q eu r di ze r na rea la i dad e as hi e ra q u ia s, e de co mo di s tinto e se mp r e ne ce s sário é ca min jo c on t rá rio da au to r e 4 s ponsa bil i dad e e da edu cação para e lea, q ue as hi e ra r q u i a s, as v e rda de ira s, não ne ce s sita m d es t as te rta s para na r el a i dad e o se r em, ne m v f az em ou se en t r e t e m a f az e r co ns pira ç õ ess e a au oto rie dad e n ão é nu c na au tori at ari s mo, no fi na l da i mage m q ue e x press a, de n ovo o c h i c ot e a ap ar e ce r

remete as pirâmides neste caso concreto para os charutos do faraó, pois vi o signo em dia recente quando foi ao rio, ver um veleiro de passageiros high tech, que nem cheguei a ver como queria, pois choveu entretanto quando falei com meu amigo que me aparecera e lhe dera conta do que se passava, com meu filho tinha ele o visto, pois seu filho pratica desporto no mesmo sitio, que belo assim ir sabendo da vida do meu, grrrr, depois me falou ele do restelo, ou por aí, donde deve ser onde um destes bandidos habita, e sendo que depois começou a chover e li no espirito ainda que já estava em contentores a caminho da china, onde agora o comboio caiu, a mim os charutos me remetem para jardim

remete as pi ram id es neste c as o c on c r e to para os c h ar u to s do f arao, p o is vi o si g no em dia rec n te q ua n do f o ia o rio, ver um v e lei ro de pa s sage i ross hi g t te ch, q ue n em che g eu ia ver como q eu ria, p o is ch ove u en te rta n to q ua n do fa lei com meu ami g o q ue me ap ar e ce ra e le h de ra conta do q ue se passava, com meu fil h o tinha el e o vi s t o, p o is s eu fil h o pr t aica t en is com el e, q ue b elo as si m ia r sa b en do da v id a do me u, g rr rr, d ep o is me falo u el e do r es telo, ou por aí, don de d eve ser onda um de st es ban d id os h abi t a, e s en do q ue d e p o is co me ç o ua ch ove r e li no es pei rito a in da q u j á est av em c on t en tor es a caminho da ch ina, onda agora o co m boi o caiu, a mim o s ch ar u to s me r e met em para jardim

por estes dias e ainda bem, é pouco , mas sempre é melhor que nada, a câmara inaugurou uma estrela para lembrar as bestas do pogrom que um dia ido alguns monstros fizeram nesta bela cidade de todas as culturas e de todas as integrações e de todo o respeito por todas as diferenças, assim sempre se almeja, ou seja, estão provavelmente este dois homens ligados a treta que terão montado de me tentarem acusar, mais do que tentativa, sobre o incêndio do chiado, e portanto devem ser de alguma forma a mao neles envolvido

por este d ias e a in da be m, é p o u co , mas s mp re é mel hor q ue n ada, a ca mara ina u guro u um estrela para l em br ar as b eta s do po g rom q ue um dia id o al g u sn mo st ros fi ce ram ne st a b ela cida d e de todas as cul t ur as e dd e todas as in te g ra ç o es e de todo o r es pei to por todas as difer en ç as, as si m se mp re se al me j a, o u seja, es t á pr ova v el mente este do is h o me ns li gados a te rta q u e t rão mona t do de me t en t ar em ac usa r, ma si do que t en t at iv sa, s ob reo inc en di o do chi ad o, e p orta n to d eve m ser de al gum a forma a mao ne l es en vo l v id o

e os palermas devem ter chupado a história a trocos vário como é habito nos bandidos, contudo recordai minha Gente, que Deus a fazer alguma coisa, sempre Ele faz, foi salvar as gentes, e pensem por que razão num incêndio daquela dimensão, ninguém morreu ou poucos se foram, que nem me recordo em exacto, sendo que o local da program original, o primeiro, trás ligação a família coutinho como já vos lembrei, portanto deverá tambem existir uma ligação com os homens do diabo, ou seja da extrema direita, neste fazer, que devem ter sido então a mão que lançou desta vez o fósforo no chiado, aos armazéns, e ainda havemos de chagar à morte da snu e de sá carneiro e de seus acompanhantes, onde creio pelo visto recente ainda nem publicado porque nem totalmente escrito, passa tambem pela madeira, onde se tem dados por assim escrever diversas manifestações de nervosismo vários

e os pal e r m as d eve m te r chupado a h is tó ria a t roco s v á rio co mo é h abi to nos ban dido s, contudo record a i min h a G en te, que De us a f az er al g uam co isa, se mp re El e f az, f o i sal v ar as g en t es, e p en s em por q ue ra z º ao n um inc en di o da q eu la di m en sao, nin g eu m mor r eu ou p o u co s se f o ram, q ue ne m me record o em e x ac to, s en do q ue o l oca l da pr o g r am ori gina l, o pr i em rio, t ra s li g a ção a f ami la i coutinho co mo j á v os l em br ei, p orta n to d eve rá t am e b m e x is tir uma li g a ção com os homens do dia bo, o u seja da e x t r ema di rei ta, neste f az e r, q ue d eve m ter sid o en tao a mão q ue lan ç o u de st a v e zo f os foro no chi ad o, aos ar ma ze ns, e a in da h av emo s de ch a g ar à mor te da s n u e de sá car ne i ro e de se us ac o mp an h ant es, on d e c rei o p elo vi st o r e c en te a in da ne m pub li c ado por q ue ne m t o t a l e mn te ess c r oto, passa t am b em pe la m ad e ira, onda se te m dad os por as si m es c r eve r di v e ra s ma ni f es t a ç o es de ne r v isis mo s v á rio s

depois aparece no jornal , uma mão parecida à do sonho, relacionado com meu tio Wagner e as bela meninas da família e a sucessão, que segundo as letras já daria libreto de uma nova opera, como poderia ser distinto, qualquer assunto sobre a compreensão desta matéria falai aqui com o mestre do coro bredarobe, que é bom explicador, ah bela catarina , que estais como sempre muito bonita com um belo e generoso vestido, que muito me apraz e a eva muito contente a sorrir um belo sorriso que só de ver alegria dá

d ep o is ap ar e ce no jo rna l , uma mão par e cida à do s on h o, r e la cio n ado com me u ti o w a g ne r e as b e la me ninas da f ami li a e a s u ce s são, q ue se gun do as le t ra s j á da ria li br e to de uma n ova o pera, co omo p ode ria ser di s tinto, q ua l q eu r as sun to s ob rea co mp r en são d es ta mat é ria f al ai aqui com o mes t re do coro br ed ar o be, q ue é bo m e x p l i ca dor, a h b e la cat ar ina , q ue es t a is co mo se mp r e mui to bonita com um b elo e g ene roso v es tid o, q ue mui to me ap ar az e a eva mui t c on ten te a s oo r i r u m b elo s o r riso q ue s ó de ver al e g r ia d á

pois é sempre de conveniência que as meninas bem se entendam, o que às vezes é coisa difícil, bem sei , mais a mais nas famílias musicais, assim fica meu voto, que a memória do Tio é sempre de muito bem cuidar, e seu Legado Muito Rico a Precioso

p o is é se mp re de c on vi ni en cia q ue as me ninas b em se en te n d am, o q ue às v e ze s é co isa di fi c i l, b em se i , ma is a mai s nas f ami li as um sica is, as si m fi ca m eu v oto, q ue a me m´ r ia do Ti o é se mp r e de mui to b em c u id ar, e se u Le gado Mui to Ric o a Pr e cio s o

fui agora buscar o tubarão embalado, e nele estão dois prisma vermelhos, r de ratos, da classe peixe cartilagíneos do bar do ra lam no formes espanholas, habitat, deve ser a tal casa de decoração, dos oceanos, ou seja das negras decorações dos oceanos, alimentação carnívora, sabias que , três pontinhos, ou seja um triângulo, o tubarão tem os dentes triangulares, importado por biplano, coisa impossível, a nao ser como nome de avião, promo sa, ni f a de sessenta e dois, treze duplo seis, estrada, de quarenta e três para global noticias publicações sa, nif quinhentos do circulo de noventa e seis do set de noventa e um, nao aconselhável a crianças menores de trinta e seis meses, por conter peças pequenas , conservar esta informação, fabricado na china

fu i agora b us car o t u barao em bala do, e ne le es t ão do is pr is ma vermelhos, r de ratos, da ca l s se pei x e x car til o g ine os do bar do ra lam no form es e s pan hola s, h abi tat, d eve ser a t al c asa de dec o raçao, d os o ce ano s, o u seja das ne g ra s dec o ra ç ~ e os dos o ce ano s, ali m en t aç car ni vo ra, sa bia s que , t r es p on t in h os, ou seja um t r ian gula, o t u barao te m os d en t es t r ian gular es, ip orta do por b ip l ano, co isa i mp os s iv el, a nao ser como no e m de avi ao, pr omo sa, ni f a de se s s en ta e do is, te r ze d up l o se is, est r a da, de q ua ren ta e t r es para g loba l no tic ia s pub li caçoes sa, nif q ua in he t os do cir culo de no v en ta e se is do set de no v en ta e um, nao ao c ns e l h ave l a c r ian ç as me no r es de t rin t a e se is me s es, por c on te r p eça s pe q eu na s , c on serva r es ta infor mação, fabri ca do na c h ina

biplano era salvo erro um dos aviões que caiu no sul, no Algarve

b ip l ano e ra salvo e r ro um dos avi õ es q ue ca i u n o sul, no al a g a r v e

o código de barras da pela do tubarão, assim reza, estrela, dois dentes, ou seja dois triângulos, sessenta , cinquenta e dois de noventa , mais dois triângulos, do circulo sete de cinquenta , sessenta e três, três circulo tríade do quadrado

o co di g o de bar ra s da pe la do t u barão, a sis m r e za, estrela, do is d en t es, ou seja do is t r ian gulas, se see n ta , cin q eu nat e do is de n ove nat , mas do si t r ian gulas, do cir c u l o set e de cin q u en ta , se s en ta e t r es, t r es cir c u l o t riade do q ua dr ado

depois o pc pifou, e deu a seguinte informação clássica,

d ep o is o pc pi fou, e d eu a se g un ite in for maçao c l á s sic a ,

b cc ode primeiro de cinco circulo juntinhos do infinito +e bcp primeiro circulo , seis círculos estrela serpente, bcp segundo do forte ingles bc seis duplo quadrado da estrela de setenta e seis, b cp terceiro, forte da tríade do circulo de nono A e oitenta e oito, o numero em londres, bc ip quatro, oito círculos, os ver dois pontos da estrela under score primeiro underscore dois mil e seiscentos, sp, será então s o ny, segundo do underscore do circulo pr o du tc dois pontos duzentos e cinquenta e seis, ou seja da mandala, underscore primeiro

b cc ode pr i me rio de c in co cir culo j un ti n h os do in fi ni to +e b cp pr i mne i ro cir culo , se is cir c u l os estrela se rp en te, b cp se gun do d o forte in g l es bc se is du p l o q ua dr ado da e ts r e la de set en ta e se is, b cp t r e ce i ro, forte da t riade do cir c u l o de nono A e o it en at e o it o, o nu m ero em l on dr es, bc ip q ua t ro, o it o cir c u l os, os ver do is p on to s da estrela un d e r s core pr i me i ro un de r s core do is mil e se isc en t os, sp, se rá en tao s o ny, se h un do d o un de r s core do cir c u l o pr o du tc do is p on t os du zen t os e cin q u en ta e se is, ou seja da man d ala, un de r s core pr i em rio

e foram gerados os seguintes documentos temporários, doc vaso me da onda primeira do bar ra paulo bar ra de fi ni onda duplo bar ra da te mp bar ra w e rato db de quarenta e nove, di foice do duplo circulo bar ra mini do circulo quarto do segundo do oitavo do circulo oito do forte ingles do circulo segundo quadrado mp, c dois pontos doc vaso me da onda primeira do bar ra paulo de fi ni onda primeira bar ra te mp ba rr a w e rato db quarenta e nove di rato duplo circulo da vareta sys data ponto x ml, marxista leninista, lá está outra vez o eco com a conversa sobre o moderno, parecem que são maoistas e estalinistas.

e f o ram ge r ado ss os s gui n t es doc eu mn t os te mp o rá rios, doc vaso me da onda pr i me ira do bar ra paulo bar ra de fi ni onda du p l o bar ra da te mp bar ra w e rato db de q eu ren ta e no v e, di fo ice do du p l o cir c u lo bar ra mini do circulo q ua r to do se gun do d oo it avo do circulo oito do forte ingles do circulo se gun do q ua dr ado mp, c do is p on to s doc vaso me da onda pr i me ira do bar ra paulo de fi ni onda pr i me ira bar ra te mp ba rr a w e rato db q ua ren ta en ove di rato du p l o circulo da v ar eta sys data p on to x ml, mar x ista le ni n ista, l á es t á o u t ra v e zo e co com a c on v e r sa s ob reo mode r no, par e ce m q ue são mao ista s e st al in it as.

Dizem ainda as noticias relativas ao descarrilamento na china o seguinte, em zibo , ou zorro i bo , que as pessoas se sentiram rolar pela colina, roda, londres, toda no jornal do dn, na ultima coluna do tal de provedor de coisa nenhuma, a seguir ao meu movimento da roda em video recente, sobre a inteligência de saber como a vida roda e avança pela inteligência do beijo

Di ze m a in da as no tic ias r e l at iva s ao d es carril am en to na c h ina o se gui n te, em z i bo , ou zorro i bo , q ue as pessoas se ss en ti ram rola r pe la co lina, roda, l on dr es, toda no jo rna l do dn, na u l tim a co l una do t al de pr ove dor de co isa ne n h uma, a se gui ra o mei mo vi m en to da roda em vi de o r e c en te, s ob rea intel i g en cia de s ab e r co mo a vi da roda e ava n ça pe la in te lui g en ca id o bei j o

Sitio das velas no futuros jogos olímpico, correlação com o que o espirito desvelou no cais de Alcântara, ia de beijiing a quingdao, u seja ia de bei príncipe on ze um muito gato a quadrado in gata dão

Si tio das v el es no f u t ur os jo g os o lu mp u o cc o r relação com o q ue o es pi rito d es v e lou no cais de al can tara, ia de bei j ii n g a q u in g dao, u seja ia de bei pr inc ipe on ze um muito gato a quadrado in gata dão

S a ck in g t w o rai l w a y o ff i cia l s.c h ina s s h an d ong pr iv in ce and s ac king t w o rai l w a y s o ff i cia l s

Mais um punho no jornal, na senhora do pp espanhol, com o rajoy por cima olho meio escondido por detrás de um sinal de transito que me ecoou na visão do masaratti, e de um outro carro em dia recente, o tal da bandeirinha le mans que me fez sinal de o seguir ali a chegar ao bairro alto

Mai s um punho no jo rna l, na s en hor a do pp es pan hol, com o ra jo y por c ima olho mei o es condi do por de t ra s de um sin al de t ra ns i to q ue me e cu o u n a vi são do masa rat ti, e de um o u t ro car ro em dia r e c en te, o t al da ban de i rin h a le ma ns q ue me fez sin al de o se gui r a li a che g ra ao ba i r ro al to

Passou por lisboa a bela meridith, que seja feliz , eu que tanto a oiço e tanto de seu trabalho gosto yuuuuppiiiiii

Passo u por lis boa a b e la mer id it h, q ue seja f e li z , eu q ue t ant o a o i ç oe t ant o de s eu t ra b alho g o st o y uu u u pp iii iii

y k s v f h x r xo b e k rr l
f ni q f e m z

w sir ff n d
ecos a conta gotas do sangue do mesntruo do Utero da Mãe

sabes amada, muito eu gosto de dormir assim contigo nos teus dias lunares, fica o teu corpo qauntinho e eu aqueço em ti, como se dentro de Ti estivesse, teu cheiro mais intenso fica e os sonhos se tornam densos como casulo, assim me sinto bichinho de conta a cantar Teu Amor, tambem os homsn, se eles fossem só homesn, como as mulheres, nao sao só mulehres, tambem tem menstruo, eu próprio perco sangue nas vezes, assim ainda antes de ontem me aconteceu, e o espeirito me disse, estamos juntos em ciclo, como poderia o amor trazer os amantes em modo distinto

hoje de manhã me apareceste feita andorinha na rua habitual, de novo me mostras-te a casa nova amarela e rasaste as grades da janela, onde está, ou melhor, que é feita por uma linha de xs, depois voaste entrando na chaveta que faz a outra casa nova forrada assim em xisto, ou algo da familia, que desenha um vaso virado para o ceu, em mim um linha outra ressoa, o menstruo do conde

depois rasaste as pedras do chao da calçada, onde está a linha da cobra muito comprida e depois passas-te ao pé de mi, e abriste a tua cauda em leque, e eu fiqeui assim maravilahdo a ver-te de cauda aberta que desenha um perfeito tringulo em duas cores, com um desenho cheio de riscos, vinha eu acordado ainda a dormir, pois não relacionei ao instante o que me dizias assim com a tua bela caudinha aberta, depois adormeci de novo e tive um estranho sonho

estava eu numa cas que não era esta, com uma sala de res de chao, era um prédio com casas de paredes altas, tipo estado novo, algo, um perfume, me coloca agora a casa ali pelsas bandas da praça de londres, ao instituto superiot técnico, naquela zona de prédios, e uma ligaçao aos olivais, ou seja, será um tal conde que por ai deverá morar, e que se calahra morou nos olivias, onde eu em minha puberdade tamebm morei

de repente começava eu a dançar na sala em modo de rotaça sufi, a sala era como o polyban aqui, ou seja remete para a onda de barcelona, e de repente a porta da casa que dava para a sala com esse formato, se abriu, aprioximeir-me dela, e não vi ninguém lá fora, empurrei-a até sficar enconstada compeltamente à parede, ninguem por detrás dela, estava um nevoeiro cerradissimo, daqueles impossiveis, que nem se vê o palmo a frente do nariza, acordei

ouvi no espeirito o dizer, que se tinha aberto a porta, ou seja , que se tinha finalamente netndido, o que se passara na rotaçao naquela manha de nevoeiro

depois fui ver as imagens do choque de dois comboios na china, e percebi o que me mostraras, pois a maquina deirada fazia em sua frente, em sua pá, o teu desenho da cauda, a diferenção são as cores, branco e vermelho, um v de cvaso em seu meio e depois od traços paralelos as lateraia dos vasos, outra fotografia do acidente, quanto eles nao existem, ecuou em mim ao vê-la, a forma como as composições tombaram, fazedno um clip, um semi circulo que refecltia aquele que ontem te falei ao ver a foto dos carros de corrida, ou melhor, os charutos na publicidade, quando trazia arevista do publico na mao, bonneville, salt lake, fui a primeria imagem que por semelhança surgiu, mas outras existem com clips, os clips ao lado do guelas que desiquilibra a rotaçao, bonneville, reneterá entao para o tal rapaz dos olivais que tinha uma e que namorava com uma rapariga do meu prédio, e que era um dos mais malucos ligados a extrema direita, as juventudes centristas ou mesmo mirn

um vaso de cva , agora surgiu na escrita , nem de proposito aparece hoje no jornal um senhor , que trás uma empresa com esse nome, olhei a sua fotografia, vi a pergunta na capa e decidi tambem comprar este jornal, pois a sua face é estranha naquilo que reflecte, misto de susto e preocupaçao, de quem parece estra entalado de alguma forma ou jeito, depois o li com atenção, etsranho pois o que o inetretxto me fala, é de uma proximidade psicologica, quase me poderia reconhecer nele em muito do que ele diz, mais na forma como diz, alguams imagens que eu uso tambem, contudo não sou eu ele, nem ele eu, ou seja, uma outra possibilidade se abre, ele ser de alguam forma uma cópia ou um clone, estarei peraznte algune que em mim se inspira e de certa forma me copia?

uma resposta dele é contudo mentira, a possibilidade de separação dentro de si do conheciemnto daquilo que sabe, é uma respsota falsa, como carrilho parace tambem ter percebido , pela posiçao do mudo dizer de seu corpo, ao lado, uma ainda mais estranho de menezes, como que zangado em modo agressivo, quase que se pode se perguntar, quer-me nbaterr, senhor, ou quer bater nesse seenhor?

e resposta é menirosa, só um esquizoide o poderia assim dizer, ou então se não o for, será aldabrão, o que se encaixa nesse perfil, que ronda uma quase arrogancia

o que desvela das suas palavras em seu todo, parece ser um homens que nao trás principios, nem lealadade, o que dá corpo a afirmaçao chapeu, quando diz que só entraria para a plitica para mandar, um discurso de ditador em potencia, coisa sempre perigosa

existe aqui um home que terá que estar ligado a publicidade e a comunicaçao responsavel pelos vasos que criam induções psicóticas nas gentes que tem emergido de vez em quando com desgraças de sangue, isto é certo em mim, como é certo que me trás combate directo, vide as coincidencias, que são mais do que isso de que ja´vos deis a todos conta, nomeadamente a que se reflectiu no tal spot da menina dos perfumes dos olhos azuis eletricos com uma frase qu e fora retirada de um meu caderno antigo, ou seja, é alguem que espia, que me espia, e que sabe de escrita enformadora, o tal ilusionista, curiosamente fala ele de circo, e dá curioso exemplo de metamorfose, de papeis em circuos pobres, onde os papeis se intercanbim, sendo sempre um a fazer

estev ele ligado a campanha do cavaco? se o esteve é provavel que seja o operador das manipulações que se passaram, pois é real e claro que se passaram, creio que poucos trarão duvida sobre isto nesta altura do campeonato e fui uma operaçao inetgrada, com diversas componetes de alteraçao comportamentais

como asae, que agora retirou um tal oleo do mercado, na sequencia das cheias e dos tornados, nao é verdade senhr, que ele entru nas variaveis do acontecido?

oelso de girassol, me remeteu para tubarões vermelhos, para dakotas vermelhos simbolo da ueda de um avuão, no minimo, nas estepes russas, para um belo rapaz que foi agora comido para um, e outros que foram assim mortos, para a republica domeninca, e para o matelo com o nome de santana escrito a vermelho em seu cabo, sendo que os dois senhores trazem chegada ligação como ele dá disso na entervista vivo e claro exemplo dos actos de guerrilha politicos

detalhando,

yksvfhxr


xobekrrl

domingo, abril 27, 2008

Ah doce senhora amada, que tardeis em chegar, se assim vos pudesse alguma vez vos dizer, vós senhora que habitais o eterno em mim

e fiquei a pensar nas casquinhas electricas geradoras das casas e de fazer de cada quarto um dinamo de Luz como nossos labios quando se beijam

e pensei que um dia ontem, se poderá aplicar a mesma técnica nas estradas, como nas pistas de carrinhos electricos dos meninos e os pneus se ainda os houver, se os carros, ainda não se elevarem como quando nos beijamos em nosso leito de amor, que mesmo eles poderão ser como patins colectores, assim viajaremos doce suave, usando o quente aslfalto como tapete de luz

beijos mil mais um

e q circulo principe ne, deve ser ainda relativo ao anterior

e x zorro kk p
doce senhora de meu coração, ontem vos ouvi, assim dizer, que me trazia amor, e que de repente se dera conta de eu ser um homem menino, ouvia eu em seu tom, uma linha de preocupação, sabeis vós senhora com eu, que o Amor em que nos trazemos não tem idade , não tem tempo, somos de todas as idades, habitamos em todos os tempos do Ser

e sabeis doce senhora dulcissima de meu coração, que crescer é sempre de novo ser criança, plena liberdade de ser, na responsabilidade crescida que somos, até quando vós recordei vós, senhora minha pela nossa eternidade, até onde dentro e por dentro do coração, vós lembrai hoje de vós naquilo a que alguns chamam de passado?

e criança é eterna e comanda o Reino, senhora, e trás seu corpo na forma como o trás com seus sorrisos e suas rugas, com a seda de suas mãos e os calos de seu viver

ah senhora amada, me recordo eu de ouvir semelhante tal dizer, sabe senhora amada, donde ele vem, em que quarto do peito habita e alguns o deixam assim morar?

daqueles que se dizem ao crescer, que mais não querem viver, daqueles que pensando crescer, decidem assim morrer em vida, pensando estarem vivos, esquecem a criança eterna que são, dizem-lhe assim em jeito, agora nao tenho mais espaço para ti, trago e tomei às colheres grandes de sopa o que chamam responsabilidade, trago uma carreira para cuidar, para vencer as barreiras da maratona em rapidos sprints que me exauram meu coração, sou mãe agora e não posso mais brincar, pois me esqueci, nao trago o tempo de mais me encontrar, depois mudo de amante como quem muda de camisa, ficas para trás, que não queres assim crescer, não medes a tua vida como eu, pelo digitos das contas bancárias ou das contas dos restaurantes ou do que for

ah senhora doce dulcissima amada minha muito amada, tudo se pude viver sem nada perder, e sabeis senhora quão bela a vida é, como se poderia optar por nela deixar de ser Criança e Menino

escreveu outrora o poeta da criança que brinca com as cinco pedrinhas em sua mão sentado na soleira da porta de sua casa, o poeta olhando o Menino, no seu sério brincar entretido Nele Vê, toda a concentraçao do Uni Verso no gesto de sua mão, lança o Menino as pedrinhas no ar e de novo as torna em sua mão a apanhar, brinca com o saber que cada uma é uma inteira estrela, e que se uma que fosse, caisse, todo um inteiro universo poderia ao instante desaparecer

é mais adulto, como dizem, um Menino assim brincando, ou um adulto que quando anda, pouco à sua volta vê, ou sente , ou entende, em suas ufas ufas de pouco ou nada, muito sério em seu ir, em seu papel de adulto?

não me levo mais pequeno nem maior do que sou, sou, nem tenho que provar meu tamanho a ninguém, poisa amada em mim e o verás ao perto por dentro de teus olhos

na noite ontem ao caminhar, um morango no chão, um morango em papel, ao lado de um saco com estrelas amarelas sobre fundo branco, algo lá dentro, uma camisola com decote de vaso preto e branco, no embrulho, um nome, elisa, um nome semelhante ao que acabara o espeirito de me desvelar em texto anterior, a seu lado um numero apareceu, nove um quatro cinco cinco zer dois de oitenta e cinco, cic no, uam embalagem vazia de ni t ra di serpente do circulo dez, des mairo gato do bar ra do vinte e quatro horas, notroglicerina, c ad a sus t ema t ra ns dé rato mico co n te maior da triade do sexto de nitroglicirina, li be rta dez mg barra vinte e quatro horas, v ia t ra ns dé rato mica filo dezanove b, dois mil e dez do forte ingles onze

beijo-Te Muito e Muito e Infinito


g a g cd k
ru v f yy t do vaso

cao d x principe
i q oo l za

minha doce amada, me fala o vento de Tua chegada e eu Te anseio


min h a do ce am ad a, me fala o v en to de T ua che g ada e eu Te an seio

ontem a tarde doce de verão, da varanda do jardim do império, um barco ao fundo, meus olhos já nao sao o que sao ao ler ao fundo, algo soava assim, gema do norte, algo assim que falava de fiordes

on t em a t arde do ce de v e rao, da varanda do jardim do i mp é rio, um bar co ao f un do, me us olhos j á nao sao o q ue sao ao ler ao f un do, a l g o s o ava as si m, g ema do norte, a l g o as si m q ue f al ava de fio r d es

três belas navegantes sentadas num dos bancos em terra, entre si conversavam vestidas de verão, ah que belo ver

t r es be la s n ave gan t es s en t ad as n um dos ban co s em terra, en t re si c on v e r sa v am v est id as de v e rão, a h q ue b e l o v e r, identidade do vaso do verão

no café do estranho nome que é quase faca em meu coração, um bela menina ao meu lado no balcão chegou, cabelos negros compridos que serão delicia aos dedos de seu amante, calças pretas como africana, delicadas sandálias e seus belos seios a arfar desejos em seu peito ao meu lado em seu chegar

no ca fé do es t ra n h o no me q ue é q u ase faca em m eu co ra çao, um bela me nina ao m eu l ado no bal cao che g o u, ca b elo s negros co mp rid os q ue se rão deli cia a os d ed os de s eu am ant e, cal ç as p r eta s co mo af ric ana, deli c ad as san dália se se us be l os se i os a ar f ar de se j os em s eu pei to ao me u l ado em s eu che g ar

belíssimo único encontro, amada, quem me dera a Ti Te encontrar, e ficar Único em Ti no eterno ao perto pertinho agarradinho, não sei como podemos viver assim um dentro do outro e contudo estarmos longe em corpo um do outro, pergunto-me e pergunto-te, que este amor é estranho e belo e rico de uma imensa riqueza

be l ii si mo uni co en c on t ro, am ad a, q ue me dera a Ti Te en c on t r ar, e fi car U nico em Ti no e te r no ao pe r to pe r t in h o a g ar ra din h o, n ão se i co mo p ode mo s viver as si m um d en t ro do o u t ro e c on tudo est ar mo s l on ge em corp o um do o u t ro, pe r g un to inglesa me e pe r gun tot e, q ue este amo r é es t ra n ho e belo e rico de uma i m en sa riq ue za

nao podem separar os homens os casamentos feitos no Ceu e na Terra, nem nunca os deverão contrariar, não trazem nunca força para tal negro fazer, nenhuma mao pode quebrar os elos que Assim os ligam e trazem os Amantes ligados, tolos os que O Tentam Contrariar

nao p ode m s epa r ar os homens os c asa m en to s fe it os no C eu e na Terra, ne m n un ca os d eve rao c on t ra ria r, n ão t ra ze m n un ca f o rça para t al ne g ro f az e r, n en h uma mao p ode q eu bra ros el os q ue As si m os li g am e t ra ze m o s Am ant es li gados, t olo s os q ue O Tem t am C on t ra ria r

Ah Amada é verão e o Amor Requer Se Despir, faz calor Amada, os Corpos requerem as línguas molhadas e húmidas em festas sem fim, assim me dizem os pássaros

A h Am ada é v e rao e o Amo r R e q eu r Se D e spi r, f az cal or Am ad a, os Corp os r e q eu r ema s li n g ua s mol h ad as e h u midas em festas se m fim, as si m me di ze m os pá ss ar os

Eu Amor, sem Ti, menos o Amor

Eu Am or, se m Ti, m en os o Amo r

na consciência se insinua uma negra linha , um triste falar, um estranho escutar

na co ns cie n cia se in sin ua um ne g ra linha , um t r iste f al ar, um e ts ra n h o es cut ar

me canta o negro verso, eles obrigaram-na a esquecer tudo o que por esse homem sentia em seu coração, fora a alternativa que lhe deixaram, sacudo a cabeça como que abanando o estranho dizer, me digo nao é possível fazê-lo, a memória e a substancia do Amor sempre prevalece

me cant a o ne g ro v e r s o, el es ob riga ram inglês na a es q eu ce r tudo o q ue por ess e homem s en tia em s eu co ra çao, f o ra a al te rna t iva q ue l he de ix aram, s ac u do a ca beça co mo q ue a b ana n do o es t r na h o di ze r, me di g o nao é p os s iv el f a z ê inglesa l o, a me mó ria e a s ub s tan cia do Amo r se mp r e p r eva l e ce

virado para o portal da igreja, espantam-se meus olhos ao ver de novo o massaratti azul, olho seu interior em finas peles, seu velocímetro marca trezentos e vinte quilómetros, ah amada assim corro eu para Ti sem ainda em Ti aportar

v ira do para o p orta l da igreja, es pan tam inglesa se me us olhos ao ver de n ovo o massa rat ti az u l, olho s eu in te rio r em f ina s pe l es, s eu v elo c i metro ma rca t re zen t ps e vi n te q u i l o metros, a h am ada as si m co rr o eu para Ti se m a in da em Ti ap o rta r

no banco de trás o manual de Neptuno e seu tridente, como a dizer das rotas do banco de trás, do passado, ao lado da manete das mudanças, um escova de roupa, madeira e pelo negro, kent, lá diz, no banco do passageiro, aquele a que alguns chama de morto, uma embalagem de pílulas ali foi deixada ao olhar, ty reo idea com posi t um, a cruz do y reo id é a com. do posi cruz primeira, ou id dea, dezassete el, tríade do oitavo de noventa e três, circulo e meio, dezoito, m ase ra do angulo, assim desenham as letras de seu nome

no ban co de t rá s o manu al de Ne pt un o e s eu t rid en te, co mo a di ze r das r ota s do ban co de t rá s, do passado, ao l ado da ma nete das mu danças, um es c ova de ro up a, madeira e pe l o ne g ro, k en t, l á di z, no ban co do pa ss a geiro, a q eu le a q ue al g u ns c h ama de mor to, uma em bala g em de pi lulas a li f o i de ix ad a ao ol h ar, t y reo id e a com posi t um, a c ru z do y reo id é a com. do posi cruz primeira, ou id dea, de za sete el, t rai de do o i avo de no v en ta e t r es, circulo e meio, dez o i to, m ase ra do a n gulao, as si m d es en ham as l e t ra s de s eu no me

mais a frente dou com uma carta de um baralho infantil, que provavelmente uma das crianças que entrara no parque deixara cair em seu caminhar, jogos de cartas da dream works, bee movie, o joker, em favos amarelos debruado a azul, a bela abelhinha por detrás de um hexágono que parece um sinal de transito sem o ser, e o belo símbolo do menino que pesca na Lua sentado

ma is a fr ente do u com uma carat de um bar alho in fan til, q ue pr ova v el e mente uma das c r ian ç as q ue en t r ar a no par q ue de ix a ra ca i r em s eu ca minha r, j o g os de ca rta s da dr e am w o r k s, be e mo vi e, o joker, em f avo s am ar elo s de br au do a az u l, a be la abe l h in h a por de t rá s de um he x a g ono q ue par e ce um sin al de t ra sn i to s emo ser, e o b elo s im b olo do me nino q ue p esca na L ua s en t ado

entro na tapada e começo a subir, Ah Amada um casal numa mantinha, ao fundo um grupo de pais com suas crianças, mais a cima um bando de meninas pequeninas me encontra , vem todas as sorrir, se desvelam e se escondem , como num jogo de esconde esconde, assim brincamos ao instante, devias ter visto como elas todas se sorriam, eu senti Teu amor dentro de mim, é essa a beleza, que elas vêem em mim

en t ro na tapada e co me ç o a s ub i r, A h Am ad a um ca sal n uma man t in h a, ao f un do um g ru po de pa is com s ua s c r ian ç as, mai s a c ima um ban do de me nina s pe q eu ninas me en c on t ra , v em t o d as a s so rr i r, se d es v e lam e se es conde m , co mo n um j o g o de es conde es conde, as si m br inca mo s ao ins t ante, de vi as ter vi s t o co mo el as t o d as se so rr iam, eu s en ti T eu amo r den t ro de mim, é ess aa beleza, q ue el as v em e m mim

levava eu a carta da abelhinha bee em minha mao rodando-a, escapou-me um instante e caiu nas pedras que fazem o carreiro da agua das chuvas ao descer numa das alamedas, depois de ver que a casa ao cimo já se encontrava recuperada, alguém la dentro trabalhava, por uma janela de porta espreitei seu interior, o que vi , me deu a ver como fora cuidada a intervenção

l eva v a eu a ca rta da abe l h in ha bee em min h a mao roda n do inglesa a, esca p o u inglesa me um ins t ante e ca i u nas pe dr as q ue f az e m o car rei ro da a g ua d as c h uvas ao d es c e r n uma das al am ed as, d ep o is de ver q ue a c asa ao c imo j á se en c on t rava r e cup e ra da, al gume l a d en t ro t ra bala h ava, por uma jane la de p orta es pr e i te i se u in te rio ro q ue vi , me d eu a ver co mo f o ra cu id ad aa in te r v en çao

ao sair encontrei, um rapaz de chapéu que conheço das noites de lisboa e que agira tem um restaurante na rua que vai dar ao admastor, vinha com sua esposa e uma criança loira ue deve ser filha dos dois, me disse o espirito, ser ele um dos oz de tempos antigos, de um qualquer acontecimento em oitentas ou mesmo noventa, cumprimentamo-nos assim ao longe, vais bem, me perguntou ele, o melhor possível, assim ficamos, depois passou um carro que ali parou, lá dentro a gaby e me pareceu ser a catarina portas que com ela vinha

ao sa ir en c on t rei, um ra p z de c h ap eu q ue c on he ç o das no it es de li s boa e q ue a gira te m um r es t au ra n te na rua q ue v a i d ar ao ad mas tor, vinha com sua es posa e uma c r ian ç a loi ra ue d eve ser fil h a dos d o is, me di s se o es pi rito, ser el e um dos oz de te mp os ant i g os, de um q ual q eu r ac on te cie mn to em o it en t as o u me s mo no v en ta, cu mp r i m en t amo inglês no s as si m ao l on ge, v a is b em, me pe r gun to u el e, o mel hor p os s iv el, as si m fi cam os, d ep o is passo u um car ro q ue al i par o u, l á d en t ro a g ab y e me par e ceu ser a cat a r ina p orta s q ue com e l a vinha

depois voltei a casa , seriam cinco da tarde e fui dormir, no jornal da manha a bela menina dos lábios como nuvens de almofadas, quando a vejo naquela particular foto, tudo eu me desejo beijo, fiquei a pensar, aquela menina do café, era com ela parecida, havia nela um mesmo arquétipo, talvez o tamanho do corpo, assim pequeno e franzino, quando tirava cigarros da maquina, dera conta ao momento que nao trazia dinheiro que chegasse, assim o disse ao senhor atrás do balcão, nao necessita ligá-la, não chega , a rapariga sentada em sua mesa, levantou um instante seu olhar, trazia um folha em sua mão, deveria se ter sentado a escrever

d ep o is vo l teia c asa , se r iam cin co da t arde e f u i dor mir, no jo rna l da manha a be la me nina dos l á bi os co mo nu v e ns de al mofa d as, q ua n do a v e jo na q eu la par tic u l ar f oto, t u d o eu me de se jo bei jo, fi q eu ia p en sar, aquela me nina do ca fé, e ra com el a par e cida, h avia ne la um me s mo ar q eu t ip o, t alvez o t am na h o do corp o, as si m pe q eu no e fr na zi no, q au dn o ti rava c i g ar ros da ma quina, de ra c on ta ao mo m en to q ue nao t ar z ia din he i ro q ue che g as se, as si m o di z ze ao s en hor at rá s do bal cão, nao ne ce s sita li g á inglesa l a, n ão c h ega , a ra a p riga s en t ada em s ua me sa, l eva n to u um ins t ante s eu ol h ar, t ra z ia um fo l h a em s ua mão, de v rei a se ter s en t ado a es c r eve r

adormeci, e entraram as duas em meu sonho, como sendo uma ou outra ou mesmo nenhuma em particular, era doce, dormíamos assim encaixados em amor e era paz o sentir, depois ouvi no sonho a porta da casa abrir-se , nele me levantei e fui a casa de banho que se encontrava com a porta entreaberta, uma frincha de luz de dentro saia, comecei a abrir a porta devagar, sem saber quem lá estaria, vi a mao, a mão branca, esticada , vertical com os cinco dedos juntos, estava no canto do polyban, acordei nesse momento, fui olhá-lo e dei conta de que o local da imagem da mao, correspondia a palavra roca impressa no polyban, e recordei da ultima imagem que ali se manifestara quando a onda grande galgara o mar no norte de espanha

ad o r meci, e en t ra ram as du as em me u s on h o, co mo s en do uma ou outra ou me s mo n en h uma em par tic u l ar, e ra do ce, do r mia mo s as si m en caixa d os em amo r ee ra p az o s en tir, d ep o is o u vi no s on h o a p orta da c asa ab r i r inglesa se , nele me l eva n tei e f u i a ca sa de ban h o q ue se en c on t rava com a p orta en t rea berta, uma fr inc h a de l uz de d en t ro s aia, co me ceia ab r i ra p orta d eva g ar, s em saber q eu m l á est aria, vi a mao, a mão br anca, est i ca da , v e r tic al com os c in co d ed os j un t os, est ava no can to do poly ban, ac o r dei ne s se mo m en to, f u i o l h á inglesa ll o e dei c on ta de que o l o cal da i mage m da mao, co rr es pon dia a pala v ra roca i m press a no poly bam, e record e i da u l t ima i mage m q ue al i se mani festa ra q ua n do a onda g rande gala g ar a o mar no no r te de es pan h a
parte dela aqui escrita está, outro pedaço, ainda não, pois trás elo com outro pedaço de história,
par te de la aqui es c rita est á, o u t ro peda ç o, a in da n ão, p o is t rá s el o com outro peda ç o de h is tó ria

dias antes da onda dera com o kit de primeiros socorros que viera da latina europa, salvo erro fora a ines que um dia o arranjara, um kit que fora oferecido por um contracto de assistência, médica seria, serviaide, ali estava ele dentro do armário por debaixo do lavatório, tinha-o tirado para fora e um pequeno papel post fix amarelo de baixo dele saíra, abrira-o para ver seu conteúdo, e dera com duas luvas cirúrgicas, peguei num delas e a trouxe para o escritório e enfiei-a na gaveta de cima da secretária, aquelas luvas me fizeram lembrar o michael more, um foto dele que aparecera um vez e que tornara depois a aparecer , aqui num jornal, com ele com duas luvas enfiadas ni em suas mãos ao alto levantadas como se fosse operar depois de as ter esterilizado, com aquele seu ar meio gozão, e aquela imagem ficara dentro de mim, olho agora os objectos que ficaram poe debaixo dela enaqunto esteve na gaveta, uma caneta de ponta de parta e negra, uma outra verde, com a indicação the pooh, ce circulo da estrela disney, uma outra de prata com um olho em cima que fora lanterna,, uma outra parta azul da www pentavisao com, uma prata laranja paraRede, com um logo gráfico em circulo vermelho, uma lua deitada para cima que parece uma melancia e um reflexo curvo em cima junto à borda do circulo, em cima de uma mola de prender as lâmpadas de halogéneo em tecto embutido, , com dois ganchos em suas pontas e um depressão no meio, uma bomp, as chaves da casa da praia em salema aponta o bico a bomp, trás o numero circulo terceiro de cinquenta e sete, ao aldo um pequeno isqueiro bic numa capa de prata com uma vesica verde onde está o que parece ser uma santa, um marvel hulk circulo oitavo da galp, mar v el he ro es , o grande plano da sua face de monstra boca aberta dentes à mostras, depois um plano dele inteiro com quatro dedos abertos, ou seja, o quarto do circulo oitavo do hulk

dias ant es de ra da onda de ra com o k it de pr i me i ros s oco rr os q ue vi e ra da l at ina eu r opa, sal vo e rr o f o ra a in es q ue um dia o a rr ana j ra, um k it q ue f o ra o fe r e cid o por um c on t rac to de as sis t en cia, mé di ca se ria, se r via id e, a li est ava el e d en t ro do ar mario por de ba ix o do l ava tó rio, tinha ingles o t ira do para f o ra e um pe q eu no pap el p o st f ix am ar elo de ba i x o de le sa i ra, ab r ira inglês o para v e r s eu c on te u do, e de ra com du as l uva s cir ur gi ca s, pe g eu i n um de la s e a t ro u xe para o es c rito rio e en fie i e inglesa a na g av e ta de c ima da sec r etá ria, aquelas l uva s me fi ze ram l em br ar o mic h a el more, um f oto de le q ue ap ar e ce ra um v e ze q ue to rna ra d ep o isa ap ar e ce r , a q u i n um jo rna l, com el e com du as l uva s en fia d as ni em su as mao s ao al to l eva n t ad as co mo se f os se o pera r d ep o is de as ter ester liza do, com aquele seu ar mei o g o z ão, e aquela i mage m fi cara d en t ro de mim, olho agora os ob ject os q ue fi ca ram poe de ba ix o de la en a q un to esteve na g a v eta, uma can eta de p on ta de pa rta e ne g ra, uma o u t ra verde, com a indica ção t he p oo h, ce cir culo da estrela di s ney, uma outra de p rata com um olho em c ima q ue f o ra l ant e rna,, uma outra pa rta az ul da www p en t av isa o com, um ap rata laranja paraRede, com um l o g o g ra fi co em cir c u l o v e r me l h o , uma l ua deitada para cima que par e c uma me lan cia e um r e f l ex o c ur v o em c ima j un to à bo rda do circulo, em cima de uma mol a de pr en de r a s l a m padas de h al o g ene o em tec to em b u t id o, , com do is gan c h os em su as p on t as e um de press ao no mei o, uma bo mp, as ch av es da ca sa da p rai s em sal ema ap on ta o bi co a b o mp, t rá s o nu m ero circulo te r ce i ro de cin q eu n ta e sete, ao aldo um pe q u en o is q eu i ro bic nu ma capa de p rata com uma v e sica verde onde est á o q ue par e ce ser uma s anta, um mar v e l h u l k cir culo o it avo da galp, mar v el he ro es , o g rande pala ni da s ua face de mo ns t ra b oca ab e rta d en t es à mo st ra s, se d e p o is um p l ano dele in te i ro com q ua t ro d ed os ab e r to s, ou seja, o q ua r to do cir culo o it avo do h u l k

ouvi em eu espirito em dia recente, um dizer, que assim me rezou, já sei o que lhe fizera, enfiaram na rapariga um inteiro punho, e esta história de punhos em meninas, muitos ecos tem tido, um outro se deu em dia recente, um spot na sua aparência promocional com a bela menina Sílvia alberto, que é filha do ministro da justiça, ela com luvas na mesma posição do michael, azuis, ao fundo no enquadramento , um objecto que contextualizava, um símbolo fálico, que portanto remetia para âmbito sexual, depois ela põem e tira uma tampa numa pila de uma estatua ao lado de uma piscina, ou algo assim, depois ainda na praia ela como um burro arrastando uma carro cheio de lixo, e dizendo qualquer coisa como, já viu o trabalho que dá tirar o lixo de sua casa, a carroça do burra, cheio de sacos de lixo pretos,

o u vi em eu es pi rito em dia r e c en te, um di ze r, q ue as si m me r e zo u, j á se i o q ue l he fi ze ra, en fia ram na ra pa riga um in te i ro p un h o, e es ta h is tó ria de p un h os em me ninas, mui t os e co s te m t id o, um o u t ro se d eu em dia r e c en te, um sp ot na s ua ap ar en cia p o r mo cio n al com a bela me nina si l v ia al berto, q ue é fil h a do mini st ro da j us ti ç a, el a com l uva s na me s ma po sição do mic h a el, az u is, ao fundo no en q ua dr am en te , um ob ject o q ue c on te x t ua liza v a, um s im b olo fal i co, q ue p orta n to re em tia para a am bi to se x ual, d ep o is el a poe m e t ira uma tam pa n uma p ila de uma es tatu a ao l ado de uma pi s c ina, o u al g o as si m, d ep o is a in da na p r aia el a co mo um b ur ro ar rasta n do uma car ro che io de li xo, e di zen do q ual q eu r co isa co mo, j á v e i o t ra b alho q ue d á t ira ro li xo de s ua c asa, a car roça do b ur ra, ce hi o de s ac os de li xo pr e to s,

uma outra alusão de punho feito por bush numa sequência de um fotografo, onde aparece jf kennedy, ainda não aqui abordada em seu pormenor, e uma declaração hoje de dick cheney, na aparência meio a brincar sobre a mudança da casa branca e do tempo imenso por causa da mudança de dungeon, local, onde estas coisas nas vezes se passam, ou melhor que um dungeon demora muito tempo a mudar de sitio

uma outra a l u z ão de p un h o fe i to por b us ch n uma se q u en cia de um f oto g raf ao, onde ap ar e ce j f k en ne d y, a in da n ão a q u i ab o r dada em s eu por m en or, e uma dec lara çao h oje de di ck che ney, na ap ar en cia mei o a br inca r s ob rea mu dança da c asa br anca e do te mp o i m en s o por c au sa da m u dança de d un ge on, l oca l, onde est as co i sas nas v e ze s se pa s sam, ou mel hor q ue um d un ge on demo ra mui to te mp o a m u d ar de si tio

tento somar tudo isto, ao que acrescento uma outra linha que suspeito sobre alusões ao que vejo em termos de imagens pornográficas, um assunto a que voltarei mais detalhadamente, pois sei das pérfidas insinuações e da sua negra intenção, contudo aqui a historia é bem mais complexa, ou seja, o que eu sei somar disto, é que uma mulher já descobriu o que se passou, que uma outra fora assim violentada, por outro lado, remete isto agora, para salema e para a luz, ou seja para uma outra eventual ligação com o desaparecimento da maddie, e disney, remete para uma outra imagem da rapariga, com os tais traços de nódoas negras, ou assim sugerira numa capa de um revista, a menina que namorara com o jovem que morreu num acidente de carro e depois morre o outro em estranhas circunstancias, que na altura aqui dei conta

t en to s o mar tudo is to, ao q ue ac r es c en to uma o u t r a linha q ue s us pe i to s ob rea lu s o es ao q ue vejo em te r mo s de i mage ns por ni g raf i ca s, um as sun to a q ue v ola teri mai s d eta l h ad am en te, p o is se i das pe f id as in sin u a ç o es e da s ua ne g ra in t en ção, c on tudo aqui a h is tor ia é b em mai s co mp l e x a, ou se j a, o q ue eu sei s omar di s to, é que u ma mul he j á d es co b rui o q ue se passou, q ue uma o u t ra f o ra as si m vi o l en t ad a, por outro l ado, r e met e is to agora, para sal ema e para a l u z, ou se ja para uma o u t ra eve n t ua l li g a ção com o d es ap ar e cie mn to da mad di e, e di s ney, r e met e para uma o u t rai mage m da ra pa riga, com os t a is t ra s ç os de no do as ne g ra s, ou as si m s u ge ir n uma c ap a de um r e v ista, a me nina q ue namora ra com o jo v em q ue mor r eu n um ac i de n te de car ro e d ep o is mor re o o u t ro em es t ra n h as cir c u ns t na cia s, q ue na al t u ra aqui dei c on ta

depois a luva voltou a casa de banho, deixei-a no lavatório, algo assim o disse, ficou ao lado do detergente laranja com o nome que de um deste dias me começou a desenhar outro sentido, chama-se ele wipp, ou seja chicote, ou seja, remetia para uma visão recente do chicote que aparecera no video, o som dele, o tal que trás o chicote e que o faz estalar, e espanta os bichos ou os homens, hoje o belo actor que usa um, na revista do publico apareceu, ao aldo repousa um moeda de vinte cêntimos com castelos portugueses, um ponto num deles se definiu, entre zo do oz, ou seja dois mil e dois, o ponto entre o dois e o primeiro zero, apanhando dois castelos, o seis e o setimo, ou entre as seis e as setes horas, a luva tem o dedo indicar a apontar uma escova pelo branco e cabo azul, o wipp, w ip pp express, doze hor as circulo quinto da cruz vermelha sobre duas mão juntas desenhando de perfil, dias vesicas sobrepostas ou um oito formula eficaz mesmo em agia fria as cinco regras de ouro para uma lavagem à mao, um vesica henkel, debruada a laranja sobre branco

d ep o is a l uva vo l to ua c asa de ban h o, de ix e i inglesa a no l ava tó rio, al g o as si m o di s se, fi co u a o l ado do de te r gente laranja com o n o em q ue de um d este dias me co me ç o ua de s en h ar outro s en tudo, c h ama inglesa se el e w i pp, o u seja ch i c ot e, o u seja, r e met ia para uma vi sao r e c en te do ch i c ot e q ue ap ar a r e ce ra no vi de o, o som de le, o t al q ue t ra s o ch i c ot ee q ue o f az est al ar, e es pan ta os i c h os ou os homens, h oje o b elo ac tor q ue usa um, na r e v ista do pub li co ap ar e ceu, ao aldo r ep o usa um mo e da de vi n te c en tim os com ca s te l os por tu g eu s es, um p on to n um de l es se d efe n i u, en t r e zo do oz, ou seja do is me i l e do is, o p on to en t reo do is e o pr i me i ro z ero, ap anha n do d o is ca s telo s, o se is e o set i mo, ou en t rea s se is e as set es h o ra s, a l uva t em o d ed o indica ra ap on t ra uma es c ova pelo br anco e ca b o az u l, o w i pp, w ip pp e x press, do ze hor as cir culo q u i n t o da cruz vermelha s ob re du as mão j un t as de s en h and o de pe r fil, dias v e sic as s ob r ep o st as ou um oito for mula ef cia z em es mo em a gi a fr ia as c in co r e g ra s de o u r o para uma l ava g em à mao, um v e i ca h en k el, de br ua da a laranja s o br e br anco

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