quarta-feira, maio 07, 2008

curiosamente o ultimo post ontem de madrugada publicado corresponde ao numero nove, quatro sete, men en sage e ns acento no vaso do angulo da cruz ima , ou tim, do pub li caçao, a set estrada de mai do bar do rá do segundo do duplo circulo do infinito

quando agora olhei para o numero a primeria vez o vi meio ao contrário , ou seja, nove sete quatro, ou seja, jumbo, que será certamente um que caiu

o post trás em se miolao o fole , ou seja o f ole do see, a empresa das vistas à cidade, dos autocarros vermelhos, in side e , da serpente homem do circulo p , duplo sete, ou seja, do home duplo deus

antique, ou seja formiga dos sociais democratas pelas cores, sociais democrtas portugueses, ou formiga dos sociais democratas com passagem ou permanencia no parlamento europeu, ou instituição correlativa, e relacionado com o horto do be ll o, o segundo do circulo do onze, e tambem no porto, o que poderá remeter para um outro que me apareceu em navegação recente, do porto , com uma estranha, t es r anha infor mação, o sá, deputado, creio, abordado em maior de t r a l he, detalhe num outro texto, contudo a imagem estava numa conferencia num café do porto, uma foto dele tendo por detras uma pintura de uma cidade, a sua cabeça sobre o taxi inglês, e o pormenor, era que a pintura estava toda deformada, como se a cidade tivesse tremido, ou sido deformada por uma onda, o que pode figurar o efeito de uma explosão, seja ela clássica, dinamite ou derivado, ou ainda por efeito das novas tecnologias como terá acontecido no outro lado do atlantico, o tecxto desse blog, que dava conta dessa conferencia, que parecia ser escrito por um jornalista, equadcionava, e a ua dc cio na ava, ele em suas letras que o sá, lhe parecia ser mr hyde e mr jackel, ou seja o perfil do tal home duplo no sentido psicologico, da esquizofrenia, es q u e zo fr eni a, ou e de um h oe maior, homem, com suas naturezas em clivagem evidente aos o l h s o, olhos de quem o vira ou se o b r e, sobre, ele escrevera, se não mora intençao de perfido ju la g ar, julgar, jugular, em seus olhos, pois tambem é um facto que todo o ser é multiplo e nele tudo pode morar, e que tambem por assim ser a natureza humana, tal nao afirma que um ser nele deixe tudo morar, e que tambem, o que somos, é sempre fruto de uma relaçao, e que tambem, nas vezes, alguns querem mesmo fazer mal, pois nao trazem em si noçao de fronteira po vaso , ou, dominio, do mini circulo

iq m me z x a

kapa do b ac t, cruz

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