quinta-feira, outubro 30, 2008

Ah belas rosas da galileia, que bela alma espelham vossos belo olhos, ainda em noite recente a tantas de vós vi, que belas sois todas, mesmo quando apareceis zangadas, pois sabe o amado atento à amada das queixas das razoes, e eu que com vós todas pelo espírito de vós sou esposo, não trago eu minha amada ainda em meu leito ao perto e assim chora meu coraçao, e da raiva e da zanga se faz a destruição ou as flores florir, fico chorando em baixinho minha tristeza, que destruição não é nunca coisa boa, nao

Ah belas rosas da galileia, qu e be la al ma s es pe l h am v ossos b elo sol h os, a inda em no ite rec en te a t antas de vó s vi, q ue b el as s o is todas, me s mo q u ando ap ar rec e is ze gados, p o is sabe o amado a ten to à am ada das q eu ix as das ra zo es, e eu q ue com vó s todas p elo es p í rito de vó ss o u es poso, n cão t rago eu n en h uma de vó s em me u lei to ao per to, c h o ra m eu cora sao e da rai iva e da za n ga se f az a de s t rui são o ua s flor es flor i r f i co c h o ra n do em ba ix in ho min h a t r is te za, q ue de s t rui são n cão é n un ca co isa boa, n cao

E nada é destituído enquanto existe como ser, me perguntais ainda , então qual o limite do ser, infinito vos responde eu sempre, se cada um não se destruir a si mesmo ou ao seu irmão

E n ada é d es tir rui id o en q u anto e x is te com o ser, me per gun at is a inda , en tao q ual o li mit e do ser, in fi ni to v os r es ponde eu se mp r e, se c ada um n cão se de s t rui ra si me s mo o ua o s eu i r mao

Vos digo e dou conselho, que é coisa que nunca se dá, se trazeis vossos amados ao pertinho perto, muito os ameis, que amanha é sempre outro dia, distante de mais, do beijo que hoje não se deu

V os di goe do u conselho, q ue é co isa q ue n un ca se dá, se t ra ze is v ossos am a d s o ao per tinho per to, mui to os am mais, q ue am anha é se mp r e o u t ro dia, di s t ante de mais, do bei jo q ue h o je n cão se d eu


Minha doce amada, que saudades trago eu de teu peito, de tua face na distancia da palma da minha mao, de fazer e ver nascer teu sorriso ao perto pertinho, de te ver arrulhar, de te ouvir dizer naquela voz sussurrada do amor mais profundo e elevado, vem, de estar contigo no leito e pelos teus olhos, ver o lago do infinito amor em ti espelhado a espelhar-se a como rosa no mundo florir, que saudade trago eu de contigo pelo mundo mao na mao de caminhar, e olhar com quatro olhos que são um mesmo coraçao, o mundo, que saudades de muito conversar sobre as coias pequeninas e grandes, que saudades da aprazível companhia, que saudades de poder viver com meu filho, que saudades de paz eterna, que saudade de vida inteligente, que saudade da ternura e do terno

Min ha do ce am ada, q ue s au dad es t rago eu de t eu pei to, de t ua face na di s tan cia da palma da min h a mao, de f az e r eve r na sc e r te u s or riso ao per to per tinho, de teve r ar ru l h ar, de t e o u vi r di ze r na q eu l a v oz s us sura ada do amo r ma si pro fun do e ee l ava do, v em, de es t ra co in ti g on o lei to e p el os te us ol h os, v ero lago do ine fi n to amo rem ti es pe l h ado a es pe l h ar do traço ingles sea com o rosa no mundo flor i r, q au ds au dade t rago eu de c on ti g o p elo mundo mao na mao de ca min h ar, e olhar com q au t ro o l h os q ue são um mm e ms o co r 4 a aç sao, o mundo, q ue s au dad e s de mui to c on versar s ob rea s co ias pequeninas e g r anes, q ue s au dad es da ap ar az iv el companhia, q ue ds au dad d es de pede r e viver com me u fi l ho, q ue s au dad es de p az e te rna, q ue s au dade de vi da intel i gente, q ue s au dad e da te rn u ra e do te r no i

Me levaram os animais a usa clareira, já talvez a uma lua vai, e ainda nem consegui terminar em seu interior o que eles entre si disseram e me disseram para a todos os humanos dizer, e sinto urgência em meu peito de te o contra, por isso te vou dizendo aos pedacinhos, quem sabe quando em forma completa o que deles escutei, estão zangados e tristes connosco, e devemos levá-los à seria, pois logo uma vaquinha no meio de uma estrada pareceu, a me recordar com o sacrifício da própria vida, que era assunto sério

Me l eva ram os animais a usa clare ira, j á t alvez a uma l ua ava i, e a inda ne m co nse gui te r mina rem s eu in te rio o q ue el es en t r e si di ss e ram e me di s se ram para a todos os humanos di ze r, e sin to ur g en cia em me u pei t o de t e o contra, por iss o te vo u di zen do aos peda ç in h os, q eu m s abe q u ando em forma co mp l eta o q ue de l es e s cut e i, es tao j na gados e t r is t es c on no sc oe d eve mos l evá do traço ingles l os à se ria, p o is l ogo uma v a quin h ano mei ode uma e ts ra da par e c eu, a m e record ar com o s ac rif i cio da pro pr ia vida, q ue e ra as sun to sé rio


Me disse a andorinha no final, já reparaste como fazemos nossas habitações e já reparaste que para além das nossas habitações, pouco ou nada de objectos fazemos, que deles não precisamos em nosso viver, eu por exemplo, pego com meu bico os raminhos que a arvore mae deixou ao chao cair, e com a argila os colo em duas paredes que se juntam ou num outro sitio qualquer que já existe e assim faço a minha habitação de verão e depois quando com os filhotes nos mudamos para onde de novo faz masi calor, acompanhando ao amor da terra quentinho como o sol, como gostamos todos de viver, a casa se desfaz pelo vento e pela chuva e volta os pedacinhos ao húmus da terra de onde vieram, nada de nove acrescentei, ao que pedi por um momento emprestado, nem nada desapareceu para meu bolso, como o poderia se nós nem trazemos dispensas ou bolsos

Me di s sea andorinha no fi n al, j á r epa ra s te com o f az e mo s n os sas h ab ita ç o es e j á r e pa raste q ue para al é m das no s sas h a bit a ç o es, p o u co o un ada de ob js tc os f az em s o, q ue del es n cão pr e c isa sam os em n osso viver, eu por e em p lo, pego com me u bic o os ra minho s q ue a ar vo re mae de ix o ua o c h ao ca ire com a ar gil a os c olo em du as pa red es q ue se j un tam o un um o u t ro si tio q ual q eu r q ue j á e xi s te e as si m f aç o a min h a h ab i taçao de eve ra oe d ep o is q u ando com os fil h ot es no s mu da mo spa para onda de n ovo f az ma si c al o r, ac om p anha n do ao amo r da terra q un tinho com oo sol, com o g os t am os todos de viver, a c asa se de s f az p elo v en to e p e la ch uva e vo l ta os pe dc in h os ao h um us da terra de onda vi e ram, n ada de n ove ac r es c en teia ia o q ue pe di por um mo m en to e mp r estado, ne m na da de sapa rec eu para me bo l s o, como o p ode ria se nós ne m t ra ze mo s di s pen sas ou bo l s os

E vós, sois um sujos que tudo sujam e fazem grandes coisas e objectos vários avariados, alguns deles só mesmo para que os outros se recordem de vós, quando de novo à terra vossos corpos voltam, trazem um ego imenso à solta que toda a vida de todos os seres está estragando, ameaçando e mesmo em muitas vezes à expensa da vida de muitos

E vó s, s o is um s u jo s q ue tudo s u j am e f az em g rand es co isas e ob ject os v á rio s ava ria do s, al gum s del es s ó me s m o para q ue os o u t ros se rec e o r dem de vó s, q u ando de n ovo à terra v ossos cop ros vo l tam, t ra ze m um e go i m en s o à sol ta q ue t u da a vi da de todos os ser es est á est ar gan do am e a ç ando e me s mo em mui t as v e ze s à e x pen sa da vi da de mui t os

Tens razão minha irmã andorinha, e é preciso agir muito rapidamente para tudo isto compor, se não ninguém sairá vivo

E o belo unicórnio, me disse então, repara, como se queixaram os nosso irmãos peixes, da forma como vocês vem tratando o lar deles que é o mesmo corpo deles e de vós, pois somos todos agua, os fundos do mares estão todos cheios de porcarias que vocês neles jogam, assim os matam, os fazem menos, a eles que sempre se sacrificaram para vos alimentar, e se contagiam tambem a vós mesmos, pois repara só neste pequenino exemplo, o que vive nos restos dos sacos de plástico, que deitam ao mar, bichinhos pequeninos a que vocês chamam de micróbios e que assim entram na cadeira do alimento e do beber, cegos ou suicidas, me diz tu meu irmão, que representas os mais descuidados animais que partilham a mesma una casa

E o b e loo uni co r ni om ne di s se en tao, r ep a ra, com o se qui x aram os n osso i r mao s pe ix es, da forma com o vo c es v em t rata n do o l ar de l es q ue é o me s mo corp o de l es e de vó s, p o is s omo s todos agua, os fundo s d o mares es tao todos ce he i os de porca ria s q ue vo c es ne l es jo g am, as simo s mat am, os f az em m en os, a el es q ue se mp r e se s ac rifi caram para v os al i m en tar, e se c on tag ima t am b em a vó s me s m os, p o is r epa ra s ó nest e pe q eu nino e x e m p lo, o q ue v ive no s r es to sd os s ac os de pe l as tico, q ue de itam ao mar, bic h in ho s pe q eu nino sa q ue vo ce as c h amam de mic rib i os e q ue as si m en t ram na cade ira do al i m en to e do b e be r, c ego s o u s u i cida s, me di z t u me u i r mao, q ue r ep r es neta as os mais de sc u id ado s ani m a is q ue p art ilha am a me ms a un ac asa

E a gaivota acrescentou, repara que as todos os animais fazem as necessidades no pedaço da terra onde habitam, nós os pássaros que habitamos dois pedaços do mesmo uno pedaço, os fazemos no ar e na terra, os peixes, no mar e o leao na terra, e vós que habiteis na parte seca a que chamais de terra e continentes, onde estão pondo as vossas necessidades, no mar, na agua , que sois vós mesmos, que burros , cegos e assassinos vos haveis tornado, e estúpidos, é como beber a vossa própria porcaria e assim se envenenam a vós mesmos e a vossos filhos

E a gai v ota ac r es cen toi, r ep a ra q ue as todos os ani mais f az ema s n c esso dad es no ped aço da terra onda h a bit am, nó os p ass aros q ue h ab ita mos do is ped ac ços do me s mo un o peda aço, os f az em son o ar e na terra, os pe ix es, no mar e o lea on a terra, e vó s q ue h ab i te is na p arte se c a a q ue c h am ais de terra e conti ne n te s, onda es tao p on do as v os sa necessidades, no mar, na a g ua , q ue s o is vó s me s mo s, q ue b ur ros , c ego se as sas sin o s v os h ave is tornado, e es t u pido sé cm o b e be r a v os sa pro pr ia por rc aria e as si m v os en v ene en rn am a vó s me sm o s e a v osso fi l h os

O leao disse por fim, fala com eles e os convence pela razão do amor à razão, pois pouco tempo trazem e trazemos para isto de um vez resolver, se não os fizerdes, se não compuseres, se matam a todos e nos matam a nós tambem, e uma coisa , eu o rei dos animais, a todos os humanos digo, não cairemos por vossa estupidez cega e assassina sem primeiro vos dar luta!

O leao di s se por fi m, fala com el es e os c on v en ce pe la ra za o do amo r à ra za o, p o is po u co te mp o t ra ze me t ra ze mos para is to de um v e z r es solver, se n cão os f oz ze r d es, se n cão com p use r es, se mat am a todos en os mat am a nós t am b em, e uma co isa , eu o rei dos ani mais, at o do s os humanos di g on gn cão ca ire mo s por v os sa est u pide dez c ega e as sas ina se m p rim e iro v os d ar lu t a!

Decreto do Império do Espirito Santo

Dec rey to do Império do Es pi rito S ant to

Deve ser elaborada uma lista exaustiva de todos os produtos e artefactos que os humanos produzem que permita saber quais são aqueles que uma vez feitos , no fim do ciclo da sal função, restam em parte ou em todo, sendo que a lista deverá ter uma coluna que diz do grau da perigosidade para a vida e o viver de cada um

D eve ser el ab o ra da uma l ista e x au s t iva de todos o os pro du to ze arte f ac to s q ue os humanos por d u ze m q ue per mit a saber q au is são aqueles q ue uma ave z fe i to s , no fi m do cic lo da s al fi n sao, r es tam em p arte ou em todo, s en do q ue a l ista d eve rá te r um a col un a q ue di z do gt au da pe rigo sida dade para a vida e ovo ove r dec ad a um

Começando pelos mais perigosos e levando a lista até seu fim, se precederá no mais curto de tempo a sua conformação à regra de ouro, de que todos deverão ser inteiramente recicláveis, friso, inteiramente, e não devem restar, em parte perigosa, nem deve o processo da reciclagem criar, fazer ou aumentar novos perigos

Com e çan do p elo s mai ipe rig os o se l eva vam do a l ista at é s eu fi m, se pr e o ced rá no mais do curto de te mp o as ua c on for maça o a à r e g ra de outro, de q ue to do s d eve ra os e r in te ira mn te rec cic la ave is, fr is o, in te ira que mente, en cão d eve m r es star, em p arte pe rig os ane m d eve o pro c esso da rec cic lage mc ria r, f az e r o u au m en t ra n ovo s pe rig os com san sab

Para isto as sociedades devem reunir, garantir a activar meios de investigação, produção e financiamento sector a sector ou mesmo produto a produto, caso eles não existam ainda, e deverá ser entre todos na mesa da cas comum, um rigoroso plano calendário de execução com metas ousadas, na perspectiva do objectivo de tempo, que nos propormos para resolver as equações para as quais ainda nem temos resposta técnica, e que são sempre as mais morosas e difíceis de resolver, por essa mesma de sempre razão, pois nao se pode resolver o que ainda não se sabe como resolver

Para is to as soci e dad es de eve em r eu ni r, gara ab tir ira a ac t iva s r mei o s d e in v es t i g ac sao, por du sao e fi na n cia mn to sec tor a se c tor o um es mo por du to a pro du to, c as o el es n cão e x ist am a inda, e d eve rá ser en t re todos na mesa da ca s com um, um rigor os p l ano c la en da a rio de e x e c u sao com met as o usa da s, na per s pe c t iva do ob ject ivo de te mp o, q ue no s por rp rom o s para r es e o l vera s e q ua ç o es para as q u is a inda nem tem os r es ps ota tec nica, e q ue são se mp rea s mais moro sas e di fi ce is de r es solver, por ess a me s ma de se mp r e ra za o, p o is n º cao se r es sol v e o q ue n cão se sabe com o r es solver

Aqui vos deixo um exemplo que explica o como fazer, com o caso especifico dos sacos de plástico que tanto usamos, sabeis que por exemplo já é passível de os fazer, com pó de pedra, mas se depois dos cálculos das necessidade, que deriva tambem da quantidade que deles necessitamos, que pode ser tambem reduzida por educação comportamental, ou seja, campanhas explicando a verdade as gentes e dizem-lhes, pode usar por exemplo um saco com rodas quando vais as compras, que é seu e sempre o mesmo,

Aqui v os de ix o um e x e mp lo q ue e x p lica o com o f az e rc om o caso es pe cif i co dos s ac o s de p l as tico q e t an to usa mo s , s ab e is q ue por e x e mp lo j á é pa ss ive l de os f az e rc om pó de pedra, mas se d ep o is dos ca l c u lo s das necessidade, q ue de riva t am b em da q u anti id dade q ue de l es ne ce s sita mos, q ue p ode se r t am b em red u z id a por edu caçao com porta m en t al, o u seja, ca mp anhas e x p li can do a ve r dade as g en t es e di ze m do delta traço ingles h es, p ode usa r p o r e x e m p lo um s ac o com roda s q u ando v a isa s co mp r a s, q ue é s eu e se mp reo me s mo,

Agora imaginemos que começamos todos a produzir sacos a partir das pedras reduzidas a pó, e que a necessidade é de tal forma elevada, que iríamos continuar a comer as montanhas para os fazer, que como sabem são seios da mae terra de onde sai um precioso leite dos masi puros, a agua mais pura que nasce nas fontes subterrâneas das montanhas, lá estaríamos de novo a fazer a mesma asneira

Agora ima g ine ms s o q ue com eça mo s at o do sa pro du zi r s ac os a par tir das ped ra s red u z id as a pó, e q ue a necessidade é de t al forma el eva ada, q ue iria mos conti n ua ra co mer as montanhas para os f az e r, q ue com o s ab e m são seio s d a mae terra de onda s a i um pre cio s leite dos ma si p u rosa agua mais pura q ue na sc en as fontes s ub tar ra en as das mo in t anhas, l á est aria mo s de n ovo a f az e ra me s ma as ne ira

Portanto uma forma criativa de obter o que aqui neste produto necessitamos para o produzir, será por exemplo usar o vulgo entulho das habituações e construções que sempre vamos destruindo e que geralmente vazamos nas paisagens, é com soluções desta natureza, integradas, e transistemicas, ou seja que olhem para outros problemas da mesma equação, que se pode nas vezes em que fazemos bem a receita, resolver até mais de que um problema de cada vez

P o rta n to uma forma c ria t iva de ob t er o q ue ki nest pro c u do q au i ne ce s sita mos para o pro du z i r, se rá por e x em p ç lo usa ro v u l g o e n t u l ho da s h ab i t ua ç o es e co sn t ru ç o es q ue se mp r e va sm os de s t rui indo e q ue ge ra l e mn te v az amo s na s pa isa ge ns, é com sol u ç o es de s ta na ti r e za, in te g ra d a s, e t ra n sis te mica s, o u sej ki ue o l he m para o u t ros po r b l ema s da me sam e qua sao, q u se p ode na s v e ze s e m q ue fazemos b ema rec e it a, r es solver at é mais de q ue um pro b l ema de c ada v e z

E burros seriamos e sermos, se por exemplo para resolver o problema dos plásticos no sacos, nos puséssemos todos a fazer sacos de pó de pedra, pois sempre é burro e perigoso, substituir um problema com uma só solução, quero com isto relembrar, que masi seguro é sempre , encontrar outras formas de fazer sacos e as ir tambem fazendo, pois a diversidade é sempre factor de riqueza, e até de garantia de segurança

E birros se ria mose ser mos, se por e x e mp lo para r es solver o pro b l ema dos p la s ticos no s ac os, nos p use ss emo s todos a f az e r s ac os de p ó de pedra, p o is se mp r e é b uu ro e pe rig os, s ub s titu i rum pro b l ema com uma s ó sol u sao, q u ero com is to r e l em br ar, q ue masi seguro é se mp r e , en c on t ra ro u t ra s formas de f az e r s ac os e as ir t am b em fazendo, p o isa di ve r sida dade é se mp r e f ac tor de riq u e za, e at é de gara n tia de segur ança


As aguas que usamos nas casas tem que ser separadas, em função do seguinte critério que deriva da nossa própria natureza e da natureza das nossas precisoes, e do que reciclamos e produzimos daquilo que consumimos

As aguas q ue usa mo sn as ca sas te m q ue ser s epa ra da s, em fun sao do se gui n te c rit é rio q ue de riva da n os sa pro p ria nat ire za e da nat ur e za das n os sas pre c is º o es, e do q ue rec cic l am o s e pro du z imo s da u i lo q ue co ns u mimo s

Relembrando o básico sobre o nossa própria natureza e forma como o corpo é e funciona que é a regra e a pedra angular do desdobramento neste caso

R el e brando o ba sico s ob reo no s sa por pr ia nat u r e za e f om mr ac omo corp o é e fun c ima q ue é ar e g ra e a pedra da in g k l es a gula r do de sd o br am en to neste caso

As coisas entram em nosso corpo, pela boca, alimento, pelo nariz e pele, o respirar , pelas orelhas, o ouvir, pelo espírito a alma e o pensar e saem pela pele o ar e a agua que tambem entra, e a digestão separa resíduos mais ou menos sólidos dos mais líquidos, tendo nós cada um, duas canalizações que no final do seu percurso até o fora , garantem e as transportam em forma separada em seu desaguar

As co isas en t rem em n osso corp o, pe la b oca, al i m en to, p elo na riz e p el e pele, o r ep pi s ra , pe l as orelhas, oo u vi r, p elo es pe rito a alma e o pen sar e sa em pe la pe la o ar e a agua q ue t am b em en t ra, e a di g es tao s epa para r es si di du os masi o u m en os sol id os dos masi li q u id os, t en do nós c ada um, du as can l iza ç o es q ue no fi n al do s eu per curs o at é o f o ra , gara n te me as t ra sn porta am em forma s ep ar ad a em s eu de sa g ua r

Na extensão do nosso corpo a que chamamos casas, temos aguas que ficam mais sujas e outras mesmo sujas depois, consoante a natureza da utilização que lhes damos, e sendo que misturamos ainda por questão de limpeza, os resíduos mais sólidos com agua, e em muita quantidade a cada descarga, e sendo que é fundamental nas descargas, duas coisas desde já fazer, primeiro poupar agua, depois imaginar se não existem outras soluções que a reduzam ainda mais o consumo que com elas fazemos, e deverá tambem desde já ser criada um linha de credito de investimento com vista à poupança, como a que se falou para as torneiras, para rectificar todos os autoclismos com a função de poupança como já existe o se possível melhorada

No e x t en sao do n osso cop ro a qui do q uec h am os ca sas, te mos aguas q ue fi cam ma si sw s u j az se o u t ra sm en s o s u jo s d ep pi s d a u tili iza sao q ue l h es dam os, e s en do q ue mi st ur ramos a inda por q eu s tao de l i mp e za, os r es sid u os ma si sol id os com agua, e mui t a em c ada de s carga, e s en do q ue é fun dame n t al na s de sc ar h gás ,m du as dc o isa f az e rp rime rio poupar agua, d ep o is ima gun ar se n cão e x s argento is te mo u t ra s sol u ç o es q ue a red uza am a inda mais o c on sumo q ue f az emo s nas de sc ar gás, as si m d eve rá t ema ab em de sd e j á se r c ria ada um l in h a d e c r ed i to de p o up ança, com o a q ue se f al o u para as tor ne ia s, c om v ista a rec tif i car todos ao au to c lis mo sc om a f un sao de poupa ança, com o j á e xis te m

Quando relembro que poderemos e deveremos ainda masi avançar tecnologicamente neste poupar do sangue tao precioso que e a agua, falo das duas vertentes que já outrora aqui abordei, ou seja , redimensionar o principio da etar, no sentido lado do termo, tratamento, à escala da habitação, nomeadamente na componente dos processos de biodegradaçao, e dos enzimas que o fazem, e relembro especificamente os que desaparecem depois de terem a barriguinha cheia, sem se reproduzirem, sendo que não se deve esperar estes desenvolvimentos para actuar no que já é passível de actuar, e sendo que o investimento publico deve garantir verbas para esta investigação e o que dela poder sair em termos de necessidade de produção, esta é tambem uma área prioritária na perspectiva que todos devemos assegurar os investimento naquilo que consideramos fundamental, neste caso, a saúde de todos e de cada um

Q v ua ando r el em br o q ue p ode remos e d eve remos a inda masi ava n ça r tec no loi gi cam net neste poupar do san g ue tao pr e cio s o q ue e a agua, falo da s du as v e r t ene y ts q ue j á o u t ro ra qui ab r de i, o u seja , red di m en sio n ar o p rin cip i o da e t ra, no s en tid o lado dao t r en mo, t rata m en to, à es cala da h ab it ac sao, noe ema dam n te na com p one n te dos pro c esso s de bi ode g r ad a sao, e dos en z imas q ue o f az e me r el em bro es p e cif i cam nete os q ue de sapa recem d ep o is de t e rm a bar rig u in h a che ia, se m se r ep ro du z ire ms en do q ue n cão se d eve es pera r est es de s en vo l vie mn to s para ac tura r no q ue j á é p ass iv e l de ac tura, e s en r do q ue o in v es tim e n to publico d eve gara toi r v e r b as para e sta in v es ti g ac sao e o q ue de le p ode r sa ire m te rm s ode necessidade de pro du sao, e sta é tam e b m uma a rea p rio rt aria na pere s p e ct iva q ue todos d eve mos as se g u r ar os in v es tim en to na q eu i lo q ue co nsi e ramo a s f un dam en t al, neste caso a s au de d e todos e de c ad a um

No sua da agua em casa temos ainda, as aguas dos banhos que são provavelmente as que menos poluição recebem, depois as que usamos para lavar a loiça, manualmente e mecanicamente, e outras, que usamos para lavagens várias, e rega

No s ua da agua em c asa t emo s a inda, as aguas dos ban h os q ue são pro ova ave le mn te as q ue m en os pol u i sao rec e be m, d e p o isas q ue s usa mo s pa ra l ava ra loi ca, manu ua ia le mn te e meca nica que mente, e o u t ra s, q ue usa mo s pa ra l ava gn ne s v árias, e r ega

Em função de uma escala de poluição que no uso desta aguas obtemos pelas formas em que as usamos, então que se faça o calculo, do que vale a pena separar em trenos de veias e desaguamento, sendo que parece logo obvio, que tal será de fazer as dos banho, pois de alguma forma reproduz o que o nosso pequeno corpo faz, e sendo que sabonetes e coias que tais, devem ser analisados á lupa para ver dos melhoramentos que se poderão fazer no sentido de diminuir a poluição que causam

Em f un sao de um es cala de polu i sao q ue no s us o de sta aguas ob te mos pe la s formas em q ue as s usa mos, en tao q ue se f aça o ca l c u lo, do q ue vale a p en a s ep ar a rem t r eno sd eve ias e de sa g ua m en to, s en do q ue pa rc e l ogo ob vi o, q ue t al se rá de f az e ra s dos ban h o, p o is de q a l gum a forma r ep rod u zo q ue on osso pe q u en o cop ro f az, e s en do q ue s ab one nete s e co ia s q ue tais, d eve em ser ana l iza do s á lupa pr a ve r do s me l h or ant os q ue se p ode ra o f az e r no s en ti do de di min u ira polu i sao q ue ca usa sam am

Outro principio urgentíssimo, que se deduz de natureza do corpo e do lugar onde viemos, que é a terra, é que o que de cada um sai deve voltar ao leito da terra e não ao mar, como hoje ainda temos os tubos submarinos que descarregam os esgoto no rio tejo, salvo erro a cento e cinquenta metros da costa e em noventa e cinco batíamos todos palmas por assim faze-lo , muito contentes do tamanho do falo que tínhamos construído para os esgotos desta cidade, falo que acrescente-se em abono de verdade, que verte não vida, mas morte

O ur ro pe ric ni ip p o ur g e n t iss imo, q ue se de 3 d u z de nat u r e za do corp oe do lu g ra onda vi e mo s, q ue é a terra, é q ue o q ue dec ada um sa id eve vo l t ra ao lei to da terra en cão ao mar, com o h o je a inda te mo s os t ib os b uma rino s q ue de sc ar r ega am os es g oto no rio te j o, s al vo e r ro ac en to e c inc q u e n t a em t ro s da costa e em n vo net e c on co bat tia ia mo s todos palmas por as si m f az e do y t r aço in g l es de dez p rim e rio do circulo , mui to c on t en t es do tam na ho do falo q ue tinha mo s co ns t rui id o para os es g oto s de sta cidade, falo q ue ac r ec en te do y r aço da inglesa se em a bono de v e rda dade, q ue eve e rte n cão vi da mas mo rte

Todas estas substancias, liquidas ou menos liquidas devem ser de novo reintroduzidas nos solos e usadas como adubos, como sempre foram, e sendo que assim tambem se contribui com este fazer, para a diminuição do uso dos químicos

Tod as e sta ss ub stan cia s, li q e u id as o um en os li q eu id as de eve em ser de n ovo rei n t ro u di z da s no s sol os e usa da s c omo ad ub os, com o se mp r e f o ram, e s en do q ue as si m t am b em se c on t ri b u i com este f az e r, para a di minu i sao do us o dos q u micos

Terá portanto que se encontrar uma solução técnica para este fazer, estudá-la bem e proceder as obras necessárias, e sendo que muitas das que aqui neste texto estão, as que se podem fazer desde já deverão integrar o caderno de encargos da recuperação das habitações das cidades e vilas que vamos agora fazer, com base no dinheiro do orçamento comum, e na forma em que em geral já falamos, ou seja da verba dos quase seiscentos milhões para obras, primeiro separa-se a verba real para a necessária manutenção das obras que já existem, como por exemplo pontes, a ver se masi nenhuma cai, rectificação definitiva dos pontos negros da estradas, e outras que se considerem prioritárias, como garantir que os meninos nas escolas tem o que necessitam e nao rapam frio e se comem bem, pequenos almoços incluído

Te rá p orta n to q ue se e cn o n t ra uma sol u sao tec nica para este f az e r , est u d á do traço ong l es la b em e pro ced e ra s ob ra s ne ce s sária se s en do q ue mui t as das q ue aqui nest e te x to es tao, as q ue se p ode m f az e r de sd e j á d eve ra o in te g r aro cade r no de enca argo s d a rec u pera sao das h ab ita cio es das cidade se vilas q ue v am os agora f az e rc om base no din he rio do orça em n to com um, me na forma em q ue em ge ra l j á fala mo s, o u seja da v e rba do s q ua ase sei s x centos mi l h o es para ob ra s, p rim e rio s epa para do traço da inglesa sea ave rba r e l a para a ne ce s sária manu t en sao das ob ra s q ue j á e x us te mc omo por e x e m p l o pontes, ave r se ma si n en h uma cai, rec tif i caçao de fi ni t iva dos pontos ne g ros da e ts rada se o u t ra s q ue se co nsi de rem p rio rt titã ria s, com o gara n tir q ue os m en ino s n as e c ol as te mo u q e ne ce sis ta en º ao ra p am fr i o! pe q u en os al moço s in c lui id o!

O remanescente será então dividido proporcionalmente pelas cidade se vilas usando como calculo a função do numero de habitantes e sendo que em relaçao as gerais, não checará somente o dinheiro, pois como se sabe os organismos que deviam velar sobre esta matérias, foram esvaziados e substituídos por ar e vento, assim caiu tambem a ponte, ou seja a incúria, o mal pensado, o mal administrado e o pior feito proporciona a desgraça

O r ema ns cente ser + a en tao de iv id o por rp rocio na al que mente por cidade se vilas usa n do co mo ca l c u lo a fun sao don um ero de h ab ita n te s es en do q ue em relaçao as geri a s, n cão che r a rá s om en te o din he i rp o is com o se s abe, o sabe, os organismos q ue d eve iam v e l ar s ob re e sta am té ri as, f o ram es av z iad os se s us sb ti u id os por ar e v en to, as si m c ai u t am b em a ponte, o u seja a inc u ria e o ma al fe i t o pro por v cio em aa de sg r aça

Bom, agora a parte chata, pois desde aquele infeliz quadro que já em seu principio aqui comentei, da tomada de posse do tal senhor contra os cataclismos e terrorismo, que uma serie de fios e leituras apontam mesmo um, e se bem que sua natureza , o que até agora se desvelou, foi um clássico, de outro genero poderá ser, e sendo que uma data logo se juntou e foi confirmada, até ao momento por duas vezes como sendo principio de março, portanto seria de toda a conveniência que as obras e reforço de estruturas das casas e habitações em lisboa, fosse feita até final de fevereiro, o que parece ser quase impossível, pois como diziam os senhores em programa sobre construção, só a porcaria da burocracia tornaria esta operação neste tempo, impossível

B om, agora a per te c h at a, p o is de sd e a q eu le in fe liz q ua dr o q ue j á em s eu p rin cip i o aqui com en te id a tom ad a d e p os se do t al s en hor c on t ra os cat ac lis mose te rr ori s mo, q ue uma se rie de fi o se lei turas ap on tam me s mo um, e se b em q ue s ua nat ur e za , o q ue at é agora se de s v e lou, f o i um c l ass sico, de o u t ro g ene ero p ode rá ser, es en do q ue uma data l ogo se j un to ue f o i c on fi rm ada, at é ao moe mn to por du as v e ze s c omo s en do p rin cip i ode março, porta n to se ria de toda ac on vine i en cia q ue as ob ra s e r e for sao de est ru t ira s d as ca sas e h a b it a ç o es em l is boa, f os se fe i ta at é fi n al de f eve rei iro, o q ue pa rc e se r q use i mp os s iv el, p o is com o di z iam os s en hor es em pro g rama s ob r e c o ns t ru sao, s ó a por rc aria da b u roc rac cia tor n aria e sta opera sao neste te mp o, i mp os s iv el

Bem entendido as coisas, e ainda não tendo tido o tempo para detalhar a visao no que se apresentou no vivido, das duas uma, ou cruzamos os braços e ficamos a ver na esperança, que sejam só uma bombinhas, se calhar até em outro lugar, ou então nos lançamos a obra com um plano inteligente e de emergência

Be m e m di id dn do as co ia s,e a inda n cão t en do t id o o te mp o para d eta ç hara visao no q ue se ap r es n to un o v iv id o, da s da us uam, ou c ur z am os o s b r aços e f ci cia mo s a ve r na es pe r ança, q ue se j am s ó uma b om bin h as, se cal h ar at é em o u t ro lu g ar, o u en tao nos l ança mosa ob ra com um p l ano intel i gente e de e mr gen cia

Por outro lado ainda se desvelou agora mesmo no piano dos dedos, que a visao foi vista pelo gn ima, ou seja a visao trás uma substancia partilhada, ou seja mais de que um desde já a viu e dela sabe

Por o u t ro lado a inda se e ds v e lou a g o r am es mo no p o ina o dos de o ss, q ue a visao f o i vi sta p elo gn ima, o u seja a visao t rá s uma s ub stan cia p art ilha ada, o u seja mais de q ue um de sd e j + a av vi u

Em meu ver, e visto que sempre se terá de as fazer, e que é sempre melhor prevenir do que remediar, e se tudo ao chao fora aqui parar, mais difícil será reconstruir, pois menos vidas, sempre menor possibilidade de riqueza, vide a historia, para o entender ou melhor, para o confirmar, então é de se avançar, sendo que ainda trazemos agravante de começar agora o outono e depois ainda vir o inverno, o que mai dificulta a festa

Em m eu v e r, e vi s to q u y e se mp r e se te rá de as f az e r, e q ue é se mp r e m e l hor pr eve ni r do q ue r eme dia r, e se tudo ao chao f o ra aqui para r, ma si de i fi c l se rá rec o ns t rui rp o is m en os vi da s, se mp rem en o r p os sibil li dade de riq e uza, v id e a hi s tor ia, para o en t en de ero ro u m e l hor, para o c on fi r mar, en tao é de se avança r, s en do q ue a inda t ra ze mos a g rava van te de com e ç ar agora oo u ton o e d ep oi s a inda v iro inverno, o u q ema mai di fi c u l t aa f e sta

Linhas gerais, que agora não trago masi tempo, partimos do principio que a habitação a partir de sessenta foi obrigada por lei a ser feita em modo anti sísmico, e partimos tambem do principio que isto é um pais onde os bandidos andam a solta

Linhas ge rai s, q ue agora n cão t rago masi te mp o, par tim os do p rin cip i o q ue a h ab i t a taçao a par tir de se s senta f o i ob rig ad ap o r lei a se r f e i ta em modo an ti sis mico, e par tim os t am b em do p ron cip i o q ue is to é um pa is onda os bandidos anda dam am a sol t a

Depois temos o lnec, que sabe destas matérias porque sempre as estudou e portanto deverá encabeçar a parte cientifica da operação

D ep o is te mos o l ne ct, q ue sabe de sta s maté ria s p o ru q e se mp rea s est u do ue porta n to d eve rá enca beça r a p arte cie en tif i ca da opera da sao

Reforço de estruturas nas habitações mais antigas da cidade, é o que parece ser prioritário, usando soluções que sejam tecnicamente viáveis e eficientes em relaçao ao grau de protecção que se almeja e que já foi quantificada em estudos que existem em gavetas a mil anos atras, e que as soluções técnicas a adaptar sejam financeiramente as mais económicas possíveis

R e f orço de est ru ti iras nas h ab it a º ç o es masi ant i gás da cidade, é o q ue per ce ser p rio rita rio, usa sand o sol u ç o es q ue se j am tec cin mane te v ia ave is e efe cie en te s em relaçao ao g r au de pr t ec sao q ue se al me j a e q ue j á f o i q u na tif i c ada em est u d os q ue e xis te m em g ave eta sa mi l l ia s at ra s, r ki e as sol u ç oe s t ec nica s a ad p at ar se j am fi n ce i ra que mente o masi e co on mica s p os s iv e is

Sobre encomia temos pelos dois financiamentos em cima da mesa, primeiro pelo orçamento nas condições em que já vos falei e justifiquei, dois, a própria cml está negociando dois grandes empréstimos bancários com instituições europeias e depois temos os bancos e ainda o tal fundo da garantia das garantias de todos a todos e se faltar que se o vá pedir até a china se for caso disso, se rasga já, a parte do livro do pac, sobre a limitação do leite das amadas vaquinhas e se leva lá bom leite nacional, o que só é mau exemplo, pois levar leite até a china ainda hoje demora o seu tempo, mas se levará outra coisa qualquer, sendo que quando não precisar-mos mais de petróleo, se usarão os pipelines, que são belas veias, para transporta-lo ou transportar agua a onde ela falta, até salgada se for preciso para fazer cultura de bacalhaus no meio do Saara, com a orientação da Noruega, e da Islândia, que ambos se deveriam ajudar neste concreto, assim o apelo ao amado Rei Gustavo,

S ob r e e c n o mia te mo s p elo s do is fi na cia mn to s em c ima da mesa, p rim e iro p elo orça m en to nas condi di ç o es em q ue j h a vo s g f al lei e j us ti f i q eu id o isa pro rp ia c ml e stá ne g o cia n dodo is g rand es e mp r es tim os ban ca riso com in s titu i ç o es eu rop pei a se d ep o is te mo s os ban co se a inda o ta l f un dada gara n tia das a g r antas de todos a todos e se f al tar q ue se o v á pe di ra té ac h uma se for caso di ss e os e ra sg a ap arte do livro do p ac, s ob rea li mi taçao do leite das am ada s v a quin h as e se l eva l á b om leite na cio n al, o q ue s ó é m au e x m ep li, p o is l eva r leite at é a c h ina a inda h oje demo ra o s eu te mp o, masse l eva rá o u t ra co isa q ual q eu r, ss en do q ue q ua ando n cão pre cisa r do traço ingles y mos masi de pet rol leo, se usa ram os pipe pie l ine es, q ue são be l as veias, para t ra s p orta lo o u t ra sn por tar agua a onda el a f al t a, at é salgada se for pr e c is o para f az e rc v u l tura de b aca l h au s no meio do sa hara, com a o rie en taçao da nor u ega, e da i sn l an d ia, q ue am bd a s se d eve r iam a j ua dr nest e c on c r e to, as simo p elo ao am modo rei g us ra vo,

Nos bairros antigos, algumas casas estão mesmo desabitadas, outras com muitos pouco inquilinos muito crescidos como sabemos, então que assim se pense

No s ba i rr os anto god ds, al gum a sc a sas es tao me s mo de sabi t ad as, o u t ra sc om mui to s p o u co in q u lino s mui to c r es cid os com o s abe mos, en tao q ue as si m se p en se

Nesta rua existem trinta prédios de cada lado, mas as gentes que aqui habitam, só ocupam um terço delas, se calhar mais vale mudá-las dentro da mesma rua, mantendo so prédios encostados inteiros pois junto se reforçam tambem entre si, e os outro demolidos e criar pequenos relvados ou mesmo jardins, e de uso na perspectiva de estruturas comunitárias, como pequenas etar, à escala e na escala da rua sendo que os terrenos assim obtidos serão públicos, sem obviamente alterar a traça arquitectónica que caracteriza estes bairros, estou pensando em alfama que é bela por ser como uma serpentina sem ângulos rectos na disposição geográfica das casas, ao contrário do bairro alto todo ele já do tempo da geometria regular

Ne sta rua e x site m trinat pr é di os dec ada lado, mas as g en te s q ue aqui h abi tam, s ó o cup am um te rc ço de l as, se c al h ar masi vale mu d á do traço ingles de l as den t rod da me s ma rua, man te n do so pr e di os en co ns t ado in te iro s p o is j un to se r e for orca ç am t am b em en t r e sie os o u t ro demo li l os e c ria r p e q eu no s r e l v ad os o u me s mo h j ar di sm , o u q ue n uma p rim e ira f ase fi q eu m me s mo li v r es e d e p o ise p en sa o us on a per rp es ct uva de est ru t r ur rt as om uni ta a p s oto lo serpente ria s, o u o u t ro us os, com o pe q e u nas eta r sn a es cala à rua s en do q ue os te rr eno s as si m ob tid os são pub lico ss em ob v ia mente al te ra r a t ra ç a ar qui tec ton i ca q ue ca rac te r iza est es ba i rr os, est o u p en san dao em al fama q ue e be la por ser com o uma ser pen t ina se m na gulas dez rec to s na di s p os siç sao geo g raf i ca das ca sas, ao c on t rá rio do ba ir ro al to todo el e j á d o te mp o da geo maçónico da te ria regular

No caderno de encargos a que concorrerem todas a firmas de empreiteiros e obras, de todas as dimensões, que pelo tamanho ninguém fique de fora, a não ser por incompetência,

No cade rm no de enca argos a q ue c on co rr r e ram todas a fi r mas de em pr e te it os e ob ra sd e tod as di m en s o es, q ue p elo tam anho ni gume fi q ue de f o ra, a não se r por inc om , pet en cia

Para definir os cadernos de encargo, temos que ver duas coias, primeiro estudar de novo o impacto do de mil e setecentos, que está felizmente bem documentado, a área a que chegou a agua ,e o território por onde ela entrou e se estendeu é bem conhecida, portanto deverá corresponder a intervenção no plano da faceta do maremoto que geralmente vem com tambem com o tremor, acrescido do um aumento de seu perigo, e aqui a porca torce o rabo, pois não trazemos medição de escala desse tempo, portanto que se jogue sempre com uma margem de seguro

Para d efe ni ros cade rm no s d e e cn argo, te mo s q ue ver du as co ia s , p rim e iro est u d ar de n ovo o i mp ac to do de mi ile sete c en to s, q ue e stá fe lei z que mente b em doc um en at todo , a a rea q ue che g o ua agua ,e o terri tor ia por onda el a en t ro ue se es t en d eu é b em c on he cida, porta n to d eve rá co rr es ponde ra in te r v en sao no p l ano da af c eta do mar meo oto q ue ge ra le mn te v em com t am b em com o t r emo r , a c r es cid o do um au m neto de s eu pe rig oe aqui ap o rca tor ce o ra bo, p o is n cão t ra ze mo s me di sao de es cala de s se te mp o, porta n to q ue se jo g ue se mp r e c om uma mar ge m do seguro

E mao de obra e calculo mao de obra para obras e seu tempo de prossecução , sendo a data limite de pelo menos a fase do reforço das estruturas, final de fevereiro, e não esquecendo que é preciso alterar as vias, de forma a que os meios de socorro possam nesse bairros entrar, pois se sabe hoje que alguns não conseguiram passar, em determinados incêndios, se der ainda na primeira fase, serão contempladas as obras de melhoramento e mais valia e poupança que temos vindo a falar, se não se poderem fazer numa primeira fase, se farão na fase seguinte.

E mao de ob ra e ca l c u lo mao de ob ra para ob ra se s eu te mp o de pr ess u co çao , s en do a ad at a li mit e de p elo m en os a f ase do r e for sao das e ts ru turas, en cão es q eu c en do q ue é pr e c is o al te r ar as vi as, de forma a q ue os mei s o sd e s oco r ro p os sam ne s se ba i rr os en t ra rp o is se sabe h o je q ue al g u ns n cão co nse gui iram pa s sar, em det r eni n ado s inc en di os, se d e ra inda , na p rim e ira f az e se ra o com te mp lada s as ob ra s de me l h o ra que mente e ma si v al ia e poupa ça q ue te mo s v indo a f al ar, se n cão se p ode rem f az e rn uma p rei me iro af az, se faraó na f ase se gui n te.

As forças armadas poderão disponibilizar meios e mao de obra tambem juntando-se assim a festa, pois uma festa convêm ser, para que as nuvens do ceu se desanuviem, pois assim se aumenta a possibilidade de tal não vir a acontecer

As f orças arma da s p ode rap di s p on i b il air meio s e mao de ob ra t am b em j un t ando do traço da inglesa lee se as sima f e sta, p o is uma f e sta c on v em ser, para q ue as n uve ns doc eu se de san u vie em, p o is as si m se au m en ta a p os sib i l i dade de t al n cão v ir a acontece r

Se for preciso ainda mais mao de obra para responder a primeira fase da obra, se acolhe quem chega nas casquinhas de nozes , com a contrapartida de lhes dar uma casa por família, nesse mesmo bairros, e em outros, pois como sabemos trazemos casas a mais e desocupadas, não só de construção nova como antiga, e sempre em forma distribuída pelos bairros, pois não pensamos em prisões ou em guetos, somos seres de liberdade e da inteligência livre

Se for pr e ciso a inda masi mao de ob ra para r es pe on de ra pr im e ira f az e da ob ra, se ac o l he q eu m che ega nas cas quin h as de no s , com a c on t r a p art id a d e l he s d ar uma cas por f ami l ia, ness e me s mo ba i r rose em o u t ros, p o is com o s abe mo s t ra ze mo s, ca sas a mais e de s o c up padas, n cão s ó de c on s t ru sao n ova com o anti g a, e se mp r e em forma di s t rio ub u id a p elo s ba i rr os, p o is n cão pen sam os em pr is o es o ue m g eu tt os, s omo s ser es de liber ad e ed a in teli h g en cia iv r e

Sobre o reforço da estruturas, por isso vos falava em gatos, que são para quem não sabe, uma antiga forma de reforço que consiste em travessar as paredes dos prédios com uma espécie de parafuso que atarraxa em duas porcas em cada lado, e que funcionam com uma espécie de tensores, ou melhor reforçam a descarga das tensões que se distribuem nas verticais, mas se a solução não for óptima sobre a maior segurança que deve ser almejada, se pode mesmo recorrer a vigas montantes até por fora das paredes desde que integradas arquitectonicamente, pois a mim não me escandaliza, que mantendo a traça em seu todo, no plano de pormenor, as paredes passem a apresentar estruturas como as antigas casas feitas em madeira, e até na madeira, onde tais elementos estruturais são assumidos arquitectonicamente, tambem mexer no que houver a mexer de telhados, e de humidade, porque nenhum de nós deseja ter infiltrações em suas casas, sobre tudo deixar aos mais crescidos assim não viver.

S ob reo r e f orço da est ru t ira s, p o r iss o v o s fla ava em gatos, q ue são para q eu m n cão sabe, uma ant o g a forma de reo f ç o q ue c on sis te em t ravessa ra s ap red es do s pr e dido com uma es pe ice de para fuso q ue at ar rac h a em du as p o rca se m c ada l a dao, e q w ue f un cio n am com uma es pe ice de t en sor es, o u me l h ro r e for ç am a de sc ra g a d a s t en s o es q ue se di s t rui ib eu m na s v e r ti cais, masse sea sol u sao n cão for op pt ima s o br ea mao r segur ança q ue d eve ser al em jad ase p ode me s mo rec or r e ra vi gás nona t ant es at é pro f o ira da a p ar red parede, es de sd e q ue in te g rada s ar q u tec ton i ca s, p o isa mim n cão me as can da l iza, q ue man t en do a t r aça em s eu tod, no p l ano d ep o r m en o ra s par de s pa ss ema ap r es en t ra est r u ra s c omo as anto gás ca sas fe i ta s em m ad e ira, e at é nba made ira, onda tais el em n to s es t ru rt tio ur asi são asus mi d os a rui tec toni ca m nete, t am b em me xe r n o q ue h o uve ra me ze r de tela hd os, e de h u mi dad es, por q ue n en h um de nós de seja te r in fil rt rações em s ua s ca sas, s ob r e tudo de ix ar ao am asi c r es c id os as si m n cão viver.

Um parte do dinheiro deve ser investido tambem na aplicação das novas tecnologias dos materiais que captam e transformam a energia solar, nas torneiras, nas canalizações que separam as aguas e recuperam os materiais orgânicos, e sendo que quanto masi engenhoso, no bom sentido da palavra se for, mais restará para estas partes, que são as mais valias importantes até para captar cidadãos para de novo viver na cidade, pois como sabemos trezentos mil já abandonaram lisboa, neste últimos anos

Um ap rte do di me hiro d eve ser in v es tid o t am b em na ap li caçao das n ova s tec tn o li gi as dos mate ria s q ue ca p t am e t ra sn forma a ene r g ia si l ar, nas tor ne ia s, nas c ana l iza ç o es q ue s epa ram as aguas e rec u pe ram os mate ria sis ao r g na cia s oe s en do q ue q au un t masi en g en h oso, no b om s en tid o da pala v ra se for, masi r es tará para e sta s pa art es, q ue são as masi v al ia s i mp orta n te es at é para ca pat ar cida da s opa ra de n vo viver na cidade, p o is com o s abe mo s t r e zen to z i l j á ab ban dom na aram l is boa, nest e u l tim os a ns os

E como não temos o tempo agora para desenvolver em produção , por exemplo a tal gelatina ionica, só mesmo fazer os iões se mexer por fricção de muito amor, ah quem me dera amada assim juntinho de ti estar, podemos ir buscá-los ao canada ou em outros lados que já existem e no entretanto parece ser lógico, pela imensa procura que vai haver, começar a produzi-los aqui, assim se aumenta a produção, a riqueza e empregos e se formam os embaixadores, para vender gelatina ionizada, com pregoes mais ou menos assim, vai o sol e sempre vem, parece outra coisa, mas é sempre a mesma, assim nada se estraga e tudo se compõem, oh belo freguês, é a energia baratinha, do amor do vai vem

E com on cão t emo s o te mp o agora para de s en volver em pro du sao , por e x e mp lo a t al ge latina ion nica, s ó me s mo f az ero s io es se me xe r p o r f ric sao de mui to amora h q eu m me de ra am ada as si m j un tinho de ti est ar, p ode mo s ir b us c á do traço ingles do l os ao can dao ue mo u t ros lados q ue j á e x is te me no en t r eta n to par e ce ser l o gi co, pe la i m en sa pro cura q ue eva i h ave rc ome eça ra pro du z i do traço ingles de l os aqui, as si m se au m en ta a p rod u sao os, a rique za e em mp regos e se for mam os em ba ix a dor es, para v en de r ge latina ion ni iza ada, com pr e goe es ma sio um en os as si m, v a i o sol e se mp r eve m, pa rece o u t ra co isa, mas é se mp rea me sa, as si m n ad ase es t ra g a e tid o se c om poe em, o h b elo fr e g u es, ene r g ia bara tinha, do amo r do v a iv em

A burocracia deverá ser tornado ultra simples para este fazer, deve quem dela trata na vertente da regulação e harmonização das partes e dos fluidos, aproveitar a oportunidade para criar as formas de tratar do que se trata neste campo em forma simples, para que assim seja para o amanha, e deverão haver bons e necessários capatazes, que saibam bem controlar execução de obras, dentro dos prazos e que trabalhem com linhas de tempo, as conheçam e as saibam usar

A b ur roca rc a id eve rá ser ton ado ultra s si mp lex para est e f az e, d eve q eu m de la t rata na v e rt en te da r e gula sao, ap rove it ar a oportu ni dade para c ria ra s formas de t rata r do q ue se t rata nest e cam poe m forma si mp lex, para q ue as si m seja para o am anha, e d eve ra o h ave r bi ns e ne ce s as ap oto lo da se pr en te da riso cap at az es, q ue as iba m be m c on t rola r e x e c u sao de ob r as, den t ro dos pr az o se q ue t ra b alhe m c om linhas de te mp o, as c on he ç am e as sa iba bam usa r

E não é que choveu enquanto este texto se escreveu, a melhor dizer, depois do seu inicio estar escrito

E n cão é q ue c h ove eu en q ua n to este texto se es c r eve ua me l hor di ze r, d ep o is do s eu in i cio e st ra es c rito

Ao senhor bandido da cml, folgo muito em saber que já sabe o que são as células foto eléctricas e que as vai por na cidade e regular melhor o fluxo, só tenho pena mesmo é da noticia não ter dito quanto assim se vai poupar, e tambem ainda não recebi, nenhuma carta sua com cheque do arranjo do carro da minha mae, e dos tres por cento durante o primeiro ano, sobre o que assim vamos todos economizar, sabe, passei outra vez no lugar, já se lá estampou mais um, assinatura é visível, diga-me uma coisa, trás o senhor ou alguém aí uma comissão nas oficinas?

Ao s en hor bandido da cml, s argento f o l g o m u i to em s abe r q ue j á sabe o q ue são as dc e lulas f oto el e t r 4 i cas e q ue as v aip o r na cidade e r e gular me l hor o flu xo, s ó t en ho p en a me s mo é da no tic cia não t r e dito q u anto as si m se eva ip poupa r, e t a m b em a inda n cão rec ce bi, ne h uma ca rta s ua com che q ue do ar r anjo do car ro da min h a mae, e ed os t r es por c en to du rn tae o p rim e iro ano, s ob r e o q ue as si m v amo s todos e c on o miza r, sabe, pa ss e i o u t ra ave z no lu g ar, j á se l á es t am p u mais um, a s sin at u ra é v isi v el, di g a do traço da inglesa me uma co isa, t rá s o s en h ro o u al g eu mai uma com miss sao nas o fic cn as da foc cie

l y z in nin g fl , gato for mula um

terça-feira, outubro 28, 2008

Então, é assim, é preciso mudar ontem as torneiras, e casa-las com a electricidade, para poupar o sangue vital do corpo, portanto um bom merceeiro de papelinhos fará os continhas e um anuncio, que assim a verdade e sempre a luminosa a clara verdade rezará

En t º ao, é as si mé pr e ciso mu d ar on te ema s tor ne iras, e c asa do traço do primeiro de la as com a el e t rec cidade, para pop ar a o s ab g ue vita l do corp o, porta n to u b om mer rc cie iro de p ep dos linhos fa rá os can tinhas e um e un cio, q ue as sima verdade e se mp rea l u mino s argento as a clara v e r da de r e zará

Quer continuar a viver aqui na terra?
Ou já compraram todos um bilhete para as estrelas?
Ou ainda para terminação fatal
Querem que vossos filhos continuem a viver e que tenham com eles os peixes e os gatos e os outros seres como irmãos?

Q eu r conti n u ar a viver a qui na terra foice, o u j á com pr ram todos um bil he te para as est r e las foice o u aina para t r em nina sao f at al q eu rem q ue v ossos fi l h os conti n u ema viver e q ue t en ham com el es os pe ix es e os gatos e os o u t ros ser es com o i r mao s foice

Pois é assim, aqui tem um linha de credito que lhe vou explicar, sem gato escondido de rabo de fora, ou com um monstro da fora, forca, por debaixo do tapete, é entrar freguês que é coisa boa e portanto bela, melhor, mesmo do que aqui neste balcão, só os olhos de sua amada ao pertinho

P o isé as si m, aqui te m um linha de c red it q ue l he vo u e x p li car, se m gato es condi dido de ra bo de f o ra, ou com um mo ns t ro da f o ra, f o rca, por de ba ix o do tap ep pr pete te, é net r ar fr e g u es q ue é co isa boa e porta n to bela, mel hor, me s mo do q ue a qui nest e bal cao, s ó os olhos de s ua am ad a ao per do tinho

Ora o senhor agora gasta mil litros de agua por ano, pôr aqui o valor real que vem da media do consumo de agua de cada um, se puser estas belas torneirinhas em sua casa, poupa x litros anos,

O ra o sem hor agora gás sta mi l li t ros de agua por ano, ô ra qui o va alo rea l q ue v em da media doc on sumo de agua de c ada um, se pi us re e sta s belas tor ne irinhas em s ua c asa, pop ua x li t rosa ano no s,

Como cada litro de agua ainda custa x, o senhor poupa, y por ano, ora como está sem carcanhol para fazer esta obra, vulgo pilim, eu lhe empresto com juro fixo e baixinho, e o senhor recupera o investimento em um ano, pôr aqui, o valor real do tempo calculado, e especificar sempre em modo claro, qual é o jurinho, e não abram os tubarões os dentinhos, pois comercializar a agua, é ainda sinal que estão todos doentes das cabecinhas, pois a agua é corpo, e posse sobre corpo, trás velho nome , esclavagismo, ou seja quando ainda fazemos negócios sobre as energias do próprio corpo, quer dizer, que no fundo e bem vistos ao espelho, somos e trazemos ainda resquícios de esclavagismo, coisa que como todos sabem não é só ilegal, como sempre o mal fez, depois de mudar as torneiras e o sistema da agua em seu todo, ela passará a custar zero, pois quando um bebe se faz e nasce, não é feito nem trás dinheiro

Com o c ada li y t ro de agua a inda c us sta x, o s en hor poupa, y por ano, o ra c om o est á sem car can hol para f az e r e sta ob ra, v u l g o pi l em, eu l he me pr es to com j ur o fi c oe ba x in h oe o s en ho rec u pera o in v es tim en to em um ano, por aqui oo v al o r real do te mp o calu lado, e es pe ci fi car se mp r e em mode claro , q ual é o j ur in ho, en cão abram os t ub barões o es os dentes tinho s, p o is com mer cia l izar zara agua, é a inda sin al q ue es tao todos do en te s da as cab e cinhas, p o isa agua é cop ro, e p os se s ob re corp o, t rá v e l ho no me , es c l ava gi s mo, o u seja q u ando a inda fazemos ne g o ciso s ob rea s energias do pro pr rio corp o, q eu r di ze r, q ue no f un do e b em vi st os ao es pe l ho, s omo se t ra ze mos a inda r es qui cios de es cala v a gi s mo, co isa q ue c omo todos s ab we m n cão é s ó ile gal, com o se mp reo m al fez, d ep o is de mu d ar as tor ne iras e o sis t ema da agua em s eu todo, e la passa rá a c u star z ero, p o is q u ando um bebe se f az e na sc e, n cão é fe i tone m t rá s dinheiro


Entendido, ou é preciso explicar melhor!?

En t en dido, o u é pr e ciso e x p li car mel hor s eta da foice


E se o merceeiro dos papelinhos também não tiver os ditos, pois andou a vender e comer vento, em vez de criar melhor riqueza e real valor, a gente toda, na parte que trazemos do nosso próprio nome, a que chamamos estado, que somos todos e nenhum emprestará o dinheirinho ao merceeiros para estas precisoes, que são as nossas urgentes e importantes e fundamentais próprias e de todos precissoes, ou seja chama-se a isto carris de garantia que existe pilim, para o que é deveras importante, para que a vida na terra continue e assim possamos continuar todos a viver

E s e o mer rc cie r iro dos pap e linhos t mabe m n cão t iv e ros ditos, p o is e do ua v en de r e com mer e vento, em v e z dec r ia ar mel h ro rique e za e real v al o ra gente toda, na p arte q ue t ra ze mo s d on osso por p rio no me, a q ue ch am amo s estado, q ue s omo s todos e n en he um e mp r es ta rá o din he rinho ao mer cee iro spa ra e sta s pr e c is o es, q ue são as n os sas ur g en te se i mp porta n te se fun dam en tais pro p ria se de todos pr e c iss o es, o u seja c h am a do traço da inglesa sea is to carris de gara n tia q ue e x is te pi l im, para o q ue é d eve ra s i m porta n te, para q ue a vi d ana terra conti n ue e as si m p os sam os conti n ua r todos a viver

Os tais das agencias de investimento e coisa habitualmente menos que tal deveriam falar com as empresas portuguesas e juntos fazer umas contas e ver se a produção que existe aqui chega, se é preciso aumentar e quanto emprego assim se cria, até termos as torneiras todas mudadas, e no entretanto se fazem um embaixadores de torneiras, para ver se fazemos desde já uns negociozinhos com outros países, assim com belos pregoes, vide belo freguês, que agua em seu belo corpo é, e se uma parte sai e à terra sempre deve voltar, bem mesmo , é sem atarrachar, a abrir e fechar à medida das suas precisoes, pois se assim for bem feito,


quem sabe se assim todos durarao, e os empregos tambem, sendo que sempre mais importante que o emprego é a vida e nao passar nehum tipo de fome

Os tais das a g en cia s d e in v es t i men to e co isa h abi t ua l que mente menos q ue t al d eve r iam f al ar com as em pr e sas portu gi e as e j un to s f za e r um as c on t as e v e r sea por duc sao q ue e x is te a qui che ega, se é pr e ciso au m en tar e q u anto e mp rego as si m se c ria, a té te r mo sas t ron e iras todas mu dada seno en t r eta n to se f az e m um em ba ix ad dor es de tor ni e ra s, pa ra ave r se f az e mos de sd e j á u ns ne g o cio zinhos com o u t ros pa ise s, as si m com b elos pr e goe s, vide b elo fr e g u es, cm q ue agua em s eu b elo corp o é, e se um p arte sa i e à terra se mp red eve vo l tar, be m me s mo , é s em a tar ra ch ar, a ab r i r e fe ch ar à me dida dd as pr e c is o es, p o is se as si m for b em fe i to, q eu m s abe os em prego s dura rã o mais te mp o

Se não houver dinheirinho, ou empresas com tal produto, ou os merceeiros dos papelinhos estiverem sem eles, que todos garantam o empréstimo, que se criem empresas se possível, ou então em ultima analise, ou talvez não, pois mercado é tambem oferta e boas ofertas nas vezes a gente vais encontra-las na casa ao lado mesmo mais distante, e com elas então melhor se faz, ou porque masi depressa se faz o que é urgente fazer, ou porque é até mais economico

Se n cão h o uve r di ne h r i in ho, nas em pr e sas e nos mer cie iro s d os pap e linhos, q ue sec rie se p os s iv el, o u en ta i em u l tim a ana lise, o u t alvez n cão, p o is me rca ado é ta m b em o fe rta e boa s o fe rta s n as v e ze sa g en te v a is en c on ra do traço ingles l as na c asa ao l a do me sm mais di st ante, e com el as en tao mel h ro se f az, o u por q ue masi d ep r ess ase f az o q ue é ur g en te f az e r, o u por q ue é a té masi e c on o mico

De todas as formas como vos disse, torneiras há muitas no mundo inteiro, portanto almejar uma pequenina quota das necessidades globais, será sempre uma enorme quota para nós, e pequeno em seu todo, para ser viável sobre o ponto de vista da concorrência

De todas as formas com o v os di s se, tor ne ira s h á mui t as no mundo in t e iro, porta n to al me j ar uma pe q eu nina q u ota das necessidades g loba si, se rá se mp r e uma en o r me q u ota para nó s e pe q u en o em s eu todo, para ser v i a ve l s ob reo ponto de vi sta da c on co r ren cia

E antes que se levantem os costumeiros velhos do restelo como os sete anões sempre resmungões, e chatos e burros e até nas vezes assassinos e genocídas, devem ser feitas linhas de produto diferenciqadas, que funcionem com a mesma alma e desiderio, mas que apresentem custos distintos, de forma a que os anúncios dos merceeiros possam ainda dizer ao cliente enquanto estupidamente o somos, que para além desta solução que lhe vai poupar x, temos esta onde poupa menos y ao x, e se calhar até gosta delas na mesma, pois o design é outro, feito para custar ainda menos, o que aqui para nós, é já sinal de burrice, pois um belo design é simples e por isso sempre masi em conta, ou melhor masi em conta em todas as contas, dinheiro e inteligência

E ant es q ue se l eva van te mo s cos t um e iro s velhos do restelo com o os sete ano es se mp r e r es m un goe e ws, e chatos e b ur rose a té nas v e ze s as sas sin os e g en o cidas, d eve em ser fe i t a s linhas de pr o du to di fr en cia s , q ue f un cio ne m c om a me s ma al ama e de sid e riso, mas q ue ap r es en te m c us to s di s tintos, de forma a q ue os e núncios dos mer cie iro s p os sam a inda di ze ao c lie en te en q u anto est u pida que mente o s omo s, q ue para al é m de sta sol u sao q ue l he ava a i p poupa r x, te mos e sta onda poupa m en os y ao x e se cal h ar a té g o sta de la s na me s ma, p o is o de si gn é o u t ro, fa e i to para c us star a inda m en os o q ue a qui para nós, é j á sin al de b ur rice, p o is um b elo de si gn é si mp l es e por iss o se mp r ema si em conta, o u me l hor masi em conta em todas as c on t as, din he iro e intel i g ên cia

Se eu por exemplo, chegasse com uma tesoura a cc cada vez que te encontrasse e te rapasse o cabelo e te dissesse, é imposto obrigatório, e não te dizendo o resto, e ainda o vendo e ganho a vida com isso, o que isto era a teus olhos e a teu pensar, quando o percebesses?

See eu por e x e m p lo, che gás se com uma te soura a cc c ada ave z q ue te en c on t ra s se e te r ap ass e o cab e lo e te di ss es e, é i m p os to ob rig at o rio, en cão te dizendo o r es to, e a inda o ve en d oe gan ho a vi da com iss o, o q ue is to e ra a te us o l ho se a te u pen sar, q ua ando o pe rc e be s se s da foice

Ou com uma palhinha te chupasse o sangue que trazes em teu corpo, porque te diria assim, imposto sobre parte de teu corpo para eu ganhar dinheiro

O i com uma pal h in h a te ch up ass se o sangue que t ra ze s em te u corp o, por q ue te di iria as si m, i mp os to s o b e r p arte de t eu ci rp o para eu gan h ar di ne h rio

Ou então, passa para cá essa agua que trazes no vaso de teu corpo que está limpa, e a minha suja, e isto é um assalto

O u en tao passa para c á ess a agua q ue t ra ze s n o te u cop q ue e s t á l e mp a, e a min h as u j a, e os to é um as s al to

Ou já agora, vem cá pescocinho alheio para eu te por uma canginha, e lavrares para mim este campinho

O u j á agora, v em c á p es coc in ho al hei o para eu te por uma can g unha, e l av ra r es para mim es te cam pinho

E seria bom sabermos todos, quanto assim vai o pais poupar em agua e quando esta tarefa estará feita

E se ria b om s abe r 4 mos todos, q u anto as si m v ai o pa is p o up ar em agua e q u ando e sta tar e fa e sata rá f e it a

.....

fotografia extraordinária e certamente com legenda errada na capa do publico esta manha na banca de jornais ao passar, comprando cigarretes e vendo belas meninas e meninos em muitas outras belas capinhas

f oto g raf ia es t ra r dina ria e ce rta e mn te com el g en da e rr ada na c ap a do publico e sta manha n ab banca de jo rna si ao pa s sar, com pr ando cigar r e te se v en do be l as me ninas e men ino s em mui t as o u t ra s b e l as ca pi n h as

a primeira parte estava certa, que, era para ontem que na foto de hoje montavam, dois, o que parecia ser uma coluna montante de uma daquelas belas hélices de vento solar, e sendo que ainda não percebi, porque são sempre as pás semelhantes e não se aprofundou e se aplicou e ainda o conceito do giroscopio e cada vez que as olho, as colunas me digo, e não se poderia fazer assim em modo masi ligeiro, falaram porventura com as faculdades de engenharia e mecânica, para por a malta a pensar, a ver se sai , uma uva melhor

a p r ime ira p arte es t ava ce rta tam am, q ue ra para on te m q ue na foro de h oje mo n t ava vam am do is, o q ue par e ceia ser uma co l un a mo n t ante de uma da q eu l as be l as he l i ce es ss de v en to solar, e s en do q ue a inda n cão pe rc e cebi bi, por q ue são se mp rea s pá s semem l h ant es en cão se ap l i co ue ap rof un do u a inda o c on ce it o do gi r soco pi oe c ada ave z q ue as olho, as co l una s me di goe n cão se p ode ria f az e r as si m em modo masi li ge iro, f ala ram por v en tura com as f ac u l dad es de en g en h aria e meca nica, para por a malta a pen sar, ave r s se sa e , uma uva mel hor

a parte errada, era, que ao que parecia faltavam braços, pois não há desempregados nos centro de emprego? E se nao os houver, porque não se acolhe em boas condições, friso, e se dá emprego aqueles que atravessam o atlântico em casquinhas de nozes!

a p arte e r rada, e ra, q ue ao q ue pa do par da rec cia f al t ava am br aços, p o is n cão h á de s em pr ega dos no s c en t ro de e mp rego da f o cie E se naso os h o uve r, por q ue n cão se ac o l he em boa s condi ç o es, fr is o oe se d á e mr pego a ki eu l e ws q ue at raves sam o at lan tico em cas quin h as de noze, no ze onze, ze ser ep do pn da te, ah bom, já se e x p l oca mel h ro, en tao! grrrr

l a t cruz delta gato

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segunda-feira, outubro 27, 2008

Às Gentes, ao bandido que se diz ser ministro das finanças, ao governo e ao tribunal de contas e às policias, na esperança que ainda haja um independente dos poderes políticos e outros, neste país

Ao ban dido q ue se di z ser ministro das fi n aças, ao governo e ao t rib un al de contras na es pera ança q ue a inda h aja primeiro do independente dos p ode r es poli tico se outros, ene st ap dp os p au s, pa ís

O tribunal de contas deverá emitir uma espécie de previdência cautelar com efeitos no presente e futuro imediato sobre o actual orçamento das finanças em discussão, de forma a que ele não possa ser aprovado, que seja fiscalizado à prior e no entretanto se dinheiro houver precisão, que obrigue o governo a trabalhar com duodécimos até se esclarecerem importantes matérias, que nenhuma gente ainda esclareceu relativo ao dito

Ot rub do rato ub da un da al de don t as d eve rá emi tir uma es pe cie de pre c vi den cia c au tela r c om efe i to s no pr es en te e f u t vaso do ro e imediato s ob reo ac tua al orça m en to das fi n aças em di sc uss sao, de forma a que el en cão p os sa ser es cut ado, q ue seja f isca l iza ado à p rio rie no en t r eta n t ro se din he iro h o uve r pre c iss sao, q ue ob rig ue o gi v e r no a t ra b alha rc om du ode dec e mos a té se es clare ce rem i mp orta n te s maté ria s, que n en gum a gente a inda es clare c eu r el at ivo ao dito

Pois o controlo e fiscalização do orçamento e do seu comprimento só é real se for levado pro activamente e não reactivamemnte, ou seja depois das desgraças feitas

Pois o controlo e f isca liz sao do orçamento e do seu comprimento só é r e la se for l eva d pro c at iva que mente e não r e cat iva me mn te, ou seja depois das desgraças fe it a sw

E esta afirmação, infelizmente nem tem de ser provada, pois o tem sido constantemente no passado, e ainda nesta semana que passou, mais uma vez o tribunal de contas o demonstrou, com verbas elevadíssimas que foram gastas, desvelando masi uma vez a utilização do vezeiro mecanismo de corrupção económica, das adjudicações directas, e outras igualmente elevadas, que nem justificadas se encontram, portanto terá o próprio tribunal matéria probatória nesta vertente mais que suficiente para sustentar com ela tambem a sua decisão

E esta a for maçao, infelizmente nem tem de ser provada, pois o tem sido constantemente no passado, e ainda nesta se mna que passou, mais uma vez o tribunal de contas o demonstrou, com verbas e la ava di s simas que foram gastas, d eve lan do masi uma vez a u til iza sao do v e ze iro mecanismo de co rr up sao e c on o mica, das ad ju di caçoes directas, e oo u t ra s igualmente elevadas, que nem justificadas se encontram, portanto terá o pr roi ip rio t rib un ak mate ria pro bat o ria nesta v e rt em y e mais que s eu fe cie en te para s us t en t ra com ela tambem a sua dec isa são

Espero eu de que, no entretanto destas ultima auditorias, tenha já sido acordada com as respectivas políticas competentes, a persecução das investigações de quem esteve por detrás destes crimes que agora masi uma vez se detectaram, e portanto espero ver na segunda feita comunicação ao país, vulgo notícias, a dizer que foram levantados autos a quem de direito, melhor dizendo neste caso, torto


Es p ero eu de que, no entretanto destas ultima auditorias, tenha já sido acordada com as r es pe ct u iva s poli tca s competentes, a pr ess u cc sao das in v es ti g aç o es de quem esteve por det ra s destes crimes que agora masi uma vez se dec tata ram, e pro t anto espero ver na segunda feita com uni caçao ao p á is, vulgo no tic asa dizer que foram levantados autos a quem de direito, mel h ro dizendo neste caso, torto

pois o dinheiro publico e de todos e de nenhum, e é actualmente pouco como sabemos, pela inépcia e inércia dos que se dizem governar, independentemente das suas cores políticas, e por eta estas razoes, masi importante se trata de o bem tratar, ou seja com a exigência que quem por ele vele, vele bem, e que todas as suas aplicações sejam verificadas

pois o dinheiro publico e de todos e de nenhum, e é ac tua le mn te pouco como sabemos, pela ine da ep da pica dos que se dizem gi e v r na r, on de ped nete mn te das suas cores pp o l i tic as, e por eta estas razoes, masi importante se trata de o bem tratar, ou seja com a e x ie g en cia que quem por ele vele, vele bem, e que todas as suas a pali caçoes sejam verificadas

e duas coisas breves que por inerência destes factos, devem ser de imediato feitas no domínio da investigação criminal, de uma vez por todas, visto que continuam todos os dia a se ver as mesma ondas no mesmo mar, a se agitar

e du as co isas br eve s q ue por ine ren cia de st es f ac to s, d eve ms ser de imediato fe it as no do dó do mini da in v es ti g ac sao c rim ina al, de uma ave z por todas, vi st o q ue c on tuna am todos os dia ase eve ra s me s ma ondas no mesmo mar, a se a gi t ar

aquela que tambem vai como bandida e vergada aos corruptos, e consequentemente cobridora de abusadores e ladroes de crianças, a procuradora especial, que tambem oficialmente ou em outro, não me responde, como toda a procuradoria e todas as polícias, sobre o rapto de meu filho, veio há algumas luas atrás, pedir a ajuda por parte de gentes que assim se disponibilizassem para colaborar contra o chamado combate ao crime economico, desvelando assim, que por um lado, pouco a policia sobre estas matérias sabe, dois, que coitadinhos precisam de apoios assim tipo serviço de caridade para poder cumprir a função que pelos visto não cumprem, e diz tambem de forma inegável como estas bestas deste governo, sem distinção de outras bestas que já la estiverem, nunca dotaram as policias dos meios necessários às suas funções, o que para além de provar que só trazem meio neurónio, pior coisa esconde, cobrem, e se cobrem, é porque mamam e tem mamado, e que se houvesse policia e tribunal que cumprissem as leis, estariam muitos presos de acordo com a legislação, o que sabemos não é um facto nesta republica das bananas onde a impunidade reina

aquela que é do quadrado da eu da eta da manha e segunda em vaso ai do com do circulo do ban dida eve rata do gado aos co rr up pt os, e co nse vaso do quadrado da nete mn da te co br id dora de ab usa dor espanhola el ad ro espanhol de dec rata do ian ç as, a pro cu ra dora es pe cia l, quadrado da ue e cruz da am e segunda em circulo do f i circulo de la que mente, do circulo do outro, muito cão da me rata espanhola de ponde, com da ot do vaso da ap do pro cu ar ad o ria e todas as poli cas, serpente do ob reo rato da ap do pt to de me vaso do fi do primeiro ho, veio homem acento norte sul primeiro, e primeira al gum à águia da ua sat rá serpente do ped do ira da ajuda por p da arte de g en te serpente do qia dr ado da ue as si maior se da di sp em bil iza serpente da se para circulo do home amado com bate ao circulo do rim ee co do no cono mico, de serpente da vela lan ando as si maior , quadrado da ue por primeiro do primeiro ado, p do circulo do vaso do coa pi li cia serpente do ob re e sta serpente dos maté rias, o sabe, do is, quadrado da ue co ita din homem serpenet do circulo do pr e cisa de ap do circulo do is o as si maior cruz ip o ser viço de cari dade para p ode rc vaso do mp e ira f un cc sao quadra, o da ue pe primeiro el serpente do circulo do vi serpente ton cão cu mp r e, e di zorro da cruz da manha e b em de forma ine gata ave do primeiro com oe sta serpente sb be sta serpente sd de ste gato do ove rn no, se maior di st em sao de o vaso do t ra serpente be sta s q ue j á la est vi e rem, n un ca d ota ram as poli cia sd os mei s o ne ce s sário s às s ua s f un ç o es, o q ue para al é m de p rovar q ue s ó t ra ze m mei one ur oni o, pi o rc o isa se es conde, co br rem e se cobre me por q ue ma m am e te m mam ado, e is to se h o uve s se po li cia e t rib u anl q ue cu mp risse m as le is, est aria am mui to s pr e o s os dec ao r do com a le gi s la sao, o q ue s abe mo sn cão é um f ac to ne sta r e + publica das bana ana serpente da onde primeira e mp do vaso do ni dad e reina

O governo e o ministro do orçamento, atentam com este orçamento mais uma vez a vida das gentes em portugal, pois como sempre vem fazendo , aumentam a miséria delas, ao lhe diminuir consecutivamente o poder de compra, pois quando a miséria aumenta, o risco de vida de muitos aumenta tambem, por diversos motivos, aumento de violência e tensões sociais, doenças por falta de boas condições de vida, e até por tristeza e falta de vontade de viver

O governo e o min st ro do orçamento, atentam com este orçamento mais uma vez a vida das gentes em portugal, pois como sempre vem fazendo, au m en tam a mi se ria del as, ao l he di min u irc on sec u t iva que mente o p ode r dec compra p o is q ua n do a misé ria au m en ta, o r isco de vi da de mui to s au m en t a t am b em, por di dos versos mo ti v os, au men to de viol en cia e te ns º o es soci a is, do en ç as por f al t a de boa s condi ç o es de v ida, e at é por t r ist e za e f al t a de von t ad e de viver

Ao estrangular muitas empresas que trazem divida perante aquilo que é comum, e consequentemente sobre quem nelas trabalha, pois não vi ainda nenhuma rubrica destinada ao pagamento das dividas que o estado neste domínio trás, e não traze-la faz do estado e consequentemente de todos nós, bandidos e ladroes, com a agravante de estupidez, quando as dividas não são pagas, a corda da forca se aperta ao pescoço de todos , que são muitos, eu como cidadão não quero trazer responsabilidade da miséria, da pobreza e da desgraça em minhas maos, nem acho que nenhum o quererá, e se um individual ficar a dever por exemplo dinheiro a um banco, verá pelo tribunal seus valores penhorados, e um outro que entre numa cas em forma indevida, e de lá leve o indevido, poderá até ir parar a prisão, de acordo com as leis em vigor, isto se elas forem cumpridas e respeitadas, não é verdade?

Ao estrangular muitas mp r e sas que trazem divida pee ra ante aquilo que é com mu, e co nse q un te que mente sobre quem nelas trabalhas, pois não vi ainda nenhuma rubrica destinada ao pa g am n tt o das dividas que o estado nest ed o mini o t rá se não traze-la faz do est ad e co nse u q en te mente de todos nós, bandidos e ladroes, com aa g ra v n te de estupidez, q ua n bd o as dividas não são pagas, a corda da forca se aperta ao p es coco de todos , que são muitos, eu como cida dao não quero trazer r ep ps son as bil id ad e da mise ria, da p ob r e za e da d es sg r aça em minhas maos, nem acho que nenhum o quererá, e se um individual ficar a dever por exemplo dinheiro a um banco, vera p elo t rib un a s l dos tribunais, se us v al o r es pen hor ado se um outro quem entre numa cas em forma indevida, e de lá leve o indevido, p ode rá at é i rp para ra pro sao, de ac o r do com as das leis em vigor, it o se el lea s for em cu mp rid as e r es per tita ad as o q ue dv eve ra o, não é v e r dade da foice

Se assim não fosse, a enorme corrupção que se demonstra existir na própria policia, será de toda a conveniência, que o tribunal de contas, ordene uma verba que sirva para reunir gente com larga e real experiência de gestão de empresas e o contratar de jovens oriundos de escolas de fiscalidade, outros com conhecimentos avançada em pirataria electrónica, e que conjuntamente com a polícia, possam, suprir a formaçao necessária e apoiar tecnicamente no que for necessário às investigação, numa perspectiva de criação de uma task force, com este fim, de comuta ao crime informático, com meios e saber real para que possa ser feito, e esta verba deverá ser inscrita no orçamento geral de estado

Sea ss em n cão f os sea en o r me co rr up sao q ue se demo sn t ra e x is tir na pro pr ia policia, se rá de toda a c on vine en cia, q ue o t rib un al dec contas, o id ene uma v e rba q ue se i r v a para r eu ni r g en te com el a r g a e real e x pe rie ne cia de g es tao de empresas e o c on t rat ra de j ove ns o rie un do de es c ola s de f isca li dade, o u t ros com cn he cimentos ava ança ada em pit rata ria el e ct ron oni e ca, e q ue c on j un at que mente com a poli ca, p os sam, s up r ira for maçao one ce s sária e ap o ia r tec nica m nete no q ue for ne ce s sário as in v es ti g ac sao, numa per rp es ct iva de c ria ç al de uma t as k f orce, com este fi m, de com bta ao c rim e in for mat i cao, com mei os e saber real para q ue p os sa ser fe i to, ee sta v e rba d eve rá ser in s c rita no orça m en to ger la de estado


No jornal dava-se conta que se gastaram cento e trinta e quatro milhões em estudos e parcerias, vulgo mamas na mais das vezes, dos quais trinta milhões e setecentos mil que nem mesmo se sabe como, ou seja roubo simples e directo, e que quarenta pro cento das auditorias , nao tiveram efeitos pratico, ou seja , se, se descontar a segunda parcela da primeira, e se calcular quarenta por cento, obtemos, quarenta e um milhões e trezentos mil, mais os trinta mil de roubo directo, equivale a um gato em perda total, roubo e lixo, de oitenta e dois milhos de euros, ou seja oitenta e quatro por cento, desapareceu, esfumou-se em nada, muito bem senhores ladroes, é de se vos tirar o chapéu, só não o faço porque, primeiro não uso, depois não conseguiram roubar a verba na totalidade, terceiro, quanto ganharam em comissões o ministério da finanças que trás a responsabilidade de velar pela boa aplicação dos dinheiros públicos, ministro incluído

O eye do ni nazi, o olho do ni nazi


No jo rn al d ava do traço da inglesa se conta q y es e gás t a ram cento e t rin t a e q ua t r i m i l h o es em est u do se pa rc e rias, v u l g om amas na mais das v e ze s, dos q au is t rin ta mi l h o es e set e c en t os mi l q ue ne m me s mo se s abe com o, o serpente abe sabe como, o u seja ro ub o sin p l es e directo, e q ue q ua renta pro cento das au di tor ias , na it ive ram efe i to s par tico, o u seja , se sed es conta ra segunda par cela da p rim e ira, e se c a l cu l ar quarenta por cento, ob e t mos, q ua renta e um mu i l h o es e trezentos mi l, masi os t rin ta mi l de ro ub o directo, e qui do vale a um gato em pe rda t ota l, ro ub o e li x ode oitenta e dois mi l h os de eu roso u seja oi t en at e quatro por cento, de spa rec eu, es f umo i do traço da inglesa se em n ada, mui to b em sem hor es l ad ro es, é de se v os t ira ro cha p u, s ó n cão o f aço por q ue, p rim e iro n cão us o, d ep o is n cão c on se gui iram ro ub ra ave rba na tota li dade, te rc e iro, q ua n t ro gan h aram em com miss o es o mini s t rei o da fi na aça as q ue t rá s a r ep ps os as ab bil id a de d eve l ar p e la boa ap li caçao dos di ne hiro s pub l u cos, min si t ro inc lui id o

Portanto mete tambem bancários há mistura, deve ser então um espécie de financiamento do governo a estas instituições

Porta n to met e ta m b em banca rio s h á mi s tura, d eve ser en tao um es pe cie de fi na cia m en to dog ove r no a e sta s in s titu i ç o es

Senhor bandido ministro que se diz da finanças, mas como se demonstra, e mais ministro dos bandidos e ladroes, quem acha o senhor que deverá ser responsabilizado pela verba que só aqui nesta pequena área das finanças, se foi no valor de noventa e quatro milhões de euros?

Sem hor ab n dd id o min s it ro q ue se diz da fi n aça s, mas como se demon st ra, e mais mini s t ro dos ban dido se la dr o es, q eu m acha o s en h ro q ue d eve rá ser r ep ps son sa do ab do bil da iza do pe la v e rba q ue s ó aqui ne sta pe q eu na a rea das fi n aças, se foi no valor em noventa e quatro mi l h o es de e ur os da foice

E com sangue pelos visto neste espelho!

Como estou sem paciência para corruptos e bandidos, lhe digo, pela lei orgânica do governo , são co responsáveis todos os ministros, ou seja a polícia que os chame a todos para prestar declarações, e que se ponha em campo para recuperar o dinheiro que for possível de recuperar, o remanescente, será proporcionalmente deduzido de todos os futuros salários deste bandidos até à divida estar paga, na regra que o estado bandido trás definida para roubar os contribuintes, equivalência de regras e de responsabilidades, que é incluindo os juros vincendos, que bela invenção deste ladroes à mao armada! Filhos da besta!!!

Com oe st o u s em p ac cie en cia para co rr up pt os e ban di s os, l he di gop p ela lei o r g anica do g ove r no , são r es ponsa ave is todos os min si t ro, o u seja a pol i ca q ue os c h a me a todos para pr es tar dec lara ç o es, q ue se p on h a em cam po para rec u pera aro din he rio q ue for p os s ive l de rec u pera, r ema ns cente, se rá por rp orci on al que mente ded u z ido de todos os f u t ur os s al e ri os de ste ban di s os a té a di v ida e st ra paga, na r e g ra q ue o estado ban dido t rá s d efe nn da para ro ub ra os c on t rub u in te s, e q ui iva l en cia de r e g ra sed e r ep ps son s a bil id a de s, qu e é inc l un do os j ur os vin c en do s, q ue be la in v en sao de ste l ad ro es à mao da armada! Fi l h os d a be st a! !!


Só esta verba que foi roubada com vosso conluio, dá para garantir que os aumentos dos salários da função publica, no mínimo acompanham o valor previsível da inflação, e ainda sobre por cima, portanto enaqunto ainda é ministro, e enquanto não for eventualmente preso, nenhuma moralidade, se a tivesse, mais teria, para que não proceda assim como seu ultimo acto, pois só estas deduções, são matéria de fato bastante e necessária para que o governo no seu todo se demita, coisa de que fico à espera!

S ó e sta v e rba q ue f o i ro ub ada com a v osso c on lui o, d á para gara n tir q ue os au m en to s d os s al a rios da f un sao publica, no mini mo ac o mp anha am o valor pr e v isi v el da in fla sao, e a inda s ob re p o rc ima, porta n to en a q un to a inda é min s t ro, e na q u en ton cão for eve en tua le mn te pr es o, n en h uma mora li dade, sea t ive s se, te ria, para q ue n cão pro ce da as si mc omo um do s se us u l tim s ac t os, p o i r s ó es sta s ded u ç o es, são mate ria de fato ba s t ante e ne ce s saria para q ue o g ove r nono s eu todo sed emi t ac o isa de q ue fi co à es pera!

E o palhaço pedofilo e cobridor de ladroes de crianças e de direitos aos cidadãos, que se pensa ser primeiro ministro, que se demita tambem, ainda esta semana que passou , lá vinha ele em suas costumeiras tretas, que o governo, apoia as áreas onde existe investimento privado, acenando masi uma cenoura que lhe terá caido em seu colo sem nada fazer, da instalação de uma nova fabrica de camiões aqui, pois se é verdade que o governo deva apoiar o investimento privado onde ele se verifica, sem mesmo especificar em que foram, com que benesses e a que custo para todos, quase o haja, e tal não obsta a que o que é publico defina as prioridades de investimento o que implicaria que soubesse, primeiro o que é investimento, e depois onde é prioritário faze-lo, coisa que está masi demonstrado nem saber

E o pal homem do aço do pedo fi dez e cobre id o r de ladroes de crianças e de do rei to sao s cida dao s, q ue se pn es ase r p rim e iro ministro, q ue se d emi ta t am b em, a inda es t aa se mana q ue p ass o u , l á vinha ele em s ua s cos t um e iras te rta s, q ue o g ove r no, ap o is o as ar es onda e xis te in v es tim en to pr iva ado, ac cena dn do ma si uma cenoura q ue l he te rá ca id o em s eu c olo se mn ada f az rda i ns t al sao de uma ova fabri ca de ac mi o es aqui, p o is se é v e rda de q ue o g ove r no de eva pao i o ro in v es tim en to pr ova ado onda el e se v e rif i ca, se m me s mo es pe ci fi car em q ue fo ram, com q ue b ene ss e sea q ue c us to para todos, q u ase o h aja, e ta l n cão ob sta a q ue o que é publico de fina as p rio rid as de in v es tim en to o q ue i mp li caria q ue s o ub es se on m de é p rio ritá rio f az e d traço ong l e dez, co isa q ue e stá masi demo sn t ra do one maior, o saber

Seu filho da tremenda puta!



Como já lhe expliquei, a inflação é uma variável de uma equação composta por diversos termos, onde a mudança de um, geralmente influencia a outra e que o seu resultado se calcula no período de espaço equivalente a uma volta grande da terra em torno do sol, mas o senhor para alem de ladrão, parece ser mais tipo, buraco negro de dinheiro comum, sendo que o senhor, no caso de pagar seus próprios impostos só contribui em ínfima parte para o orçamento no seu todo, e este é seu verdadeiro tamanho

C omo do principe do acento à pr da rie miro do home ingles e x na p do li quadrado eu do ia na fla sao é uma aria ave do primeiro de uma eu pata sao com do pi do circulo do sta da portuguesa di dos versos dos termos, onda primeira da mu da dança do primeiro, primeira, vi serpente do to omo e ge da rale mn e da teresa set sea te rc cristina coutinho e iro em flu da inglesa cia, o u seja do que me tentou gato do rip à ar da ana cia inglesa, a outra, é o rato espanhol uk primeiro da cruz do ado do quadrado da ue da sec da al do cu de la no, e pe da rid da ode do espanhol paco, e do ki do iva do valente, vaso al do lente da a um da primeira volta da gata rande da terra em torno ao sol, maso serpente em hor da pa rc espanhola e rm asi cruz ip do circulo do buraco negro do dinheiro com do primeiro da serpente inglesa da doca da ue do circulo da se maior do hor do no caso, maluco, da pa do gato do ar da se us por rp rio impostos, circulo em cruz ux rib vaso e em forte ima da p arte do para do circulo do orçamento da orca do ingles to e no do serpente europeu, tudo, e este é serpente eu uve e vaso da rda do iro da cruz do anho da manha

Ora em termos práticos os trabalhadores da função publica, e infelizmente não só, vem sempre ou quase sempre os seu poder de compra real diminuir de ano para ano, pois geralmente os aumentos negociados são inferiores e nem cobrem a inflação

O ra em t remos par tico s os t ra b alha dor es da fun sao publica, e in fe liz que mente n cão s do acento no circulo da ove m s e mp reo u q use se mp reo ss eu p ode r de co mp ra r e la di min u air de ano para a no, p o is ger la que mente os au m en to s ne g o cia ado s são i fe rio r es en em cobre ema in fla sao

Tambem sabemos que só uma variável da equação a que chamam inflação, é passível na verdade de influenciar o resultado da equação, e essa é só, a eventual diminuição das matérias primas, que as levas nas vezes a aumentar seu custo, pois numa casa bem organizada, nenhum outro factor sofreria flutuações, a não ser o progresso e melhores salários, e consequentemente se pode afirmar em certeza, que nem há razão então para ter inflação, mas a compreensão desta simples afirmação e desiderio, já deve ser areia de mais para a camioneta para as vossa curtas comprensoes,

T am b em sabe mo s q ue s ó uma v aria ave l co mp ps ota da e pata sao a q ue c h amam in fla sao, é p ass iv el na v e rda de d e in flu en cia aro t r es sita ado da e qua sao, e ess a é s ó, a e v n t ua al di muni sao ds de mate rias primas, p o is n uma c asa b em o r g ani iza ada, n en h um outro f ac tor s o fr freira flu tua ç o es em s eu cu s to, a n cão s ero por gre s so e ma l hor es sala rio se c on se q u en te que mente se p ode a fi r mar em ce rte za, q ue ne m h á ra za o en tao pr a te r in fla sao, mas ia c o mp r es na o de sta simples a fi maçao e de side rio, j á d eve ser a reia de mais para a cam i o neta para as v os sa curtas co mp ren s o es,



Pois independentemente do custo do produto, ou do valor do salários, um quilo de arroz embalado, trás em constância o seu tamanho e peso na prateleira da dispensa da casa de cada um ou no buraco que lá está quando ele a muitos vai faltando, e o arroz que cada família necessita numa mesma refeição, é sempre uma mesma quantidade aproximada

P o is independente que mente doc us to do por du to, o u do v as l o r do sala rio s, um ki dez primeiro do circulo de arroz em bala ado, t rá s em c on stan cia os eu tam anho e peso na p rta e lei ra da di s pen sa da c asa dec ada um ou no b ur aco q ue l á e stá q u ando el lea mui to ava i f al t ando, e o ar ra oz q ue c ada f am milia ne ce es s sita n uma me s ma r efe i ç la o, é se mp r e uma me s ma q u anti dade ap o r x ima da

sendo que a prova está feita e masi que feita, pois vocês nunca foram capazes de organizar a dispensa nesta forma, ou seja o que os senhores fazem sistematicamente a cada ano que passa, e levar a que as gentes deste pais fiquem cada vez mais com a dispensas vazias, pois o pouco que mais se ganha, nem compensa o que mais custa, e portanto este é um factor de travagem da expansão e de que as gentes tenham mais bebes, pois se cada vez menos comida em casa leito há, como se os fariam para alimentar a quê, pena mesmo trago eu que vossos pais os tenham feito, e que a gente viva com vocês a brincar a administradores de coisa nenhuma

s en do q ue a p o r va es t á fe i ta e ema si q ue feita, p o is vo c es n un ca f o ram capa ze s d e o r g ani iza ra di s pen sa nest sta forma, o u se js o q ue os s en hor es f az em sis t ema tica m nete ac ada ano q ue passa, e l eva ra q ue as g en te s de ste pa is fi q eu m c ada ave z mais com a di s pen sas v az ia s, p o is o po u co q ue masi se gan h a, ne m c om pen sao q ue masi c us ta, e porta n to est e é um f ac tor de t rava ge m da e x pan sao e de q ue a sg en t es ten ham mais b e bes, p o is se c ada ave z me n o is com id a em c asa lei to h á, com o se os faria am para al i m en t ra a q u ê, p en a me s mo tt rago eu q ue v ossos pa is os t en ham fe i to, e q ue a g en te v iv e com vo c es a b ric n ar a ad mis t ra dor es de co isa n en h eu ma

os senhores são administradores do diabo, e provavelmente já venderam ou tentam vender o pais aos marcianos, e nenhum dos partidos do espectro, a esta responsabilidade escapa, pois quando o pais trás a pirâmide de vida invertida, e as gentes a cada dia em cada ano em cada decada mais empobrecem em vez de enriquecer, quer dizer que os senhores, vem fazendo um genocídio das gentes de portugal em passo a passo, para que ninguém no entretanto pense em vos levar ao tribunal penal internacional, com uma acusação real desta natureza!

os sem hor e são ad min st ra dor es do diabo, e p o r v ave l que mente j á v en de ram o u t en tam v en d ero pa is aos mar cia ano se n en h um dos partidos do es pe ct ro a e sta r es posa bul id ad e es capa, p o is q u ando o pa is t ra sa pira mi de d e v id a in v e rti id a, e a sg en te sa c ada dia e m c ada ano em c ada dec ada masi e mp o br e c em e m v e z de enrique ce r, q ue r di ze r q ue os sem hor es, v em fazendo um g eno cid o das gene ts de p o rti u gal em p ass o ap as s o, para q ue nin g eu m no en t r eta n to pen se e m v os l eva ra o t rib un ak p en al in te rna cio n al, com uma ac us sao real de sta nat ur e za!

Seus filhos do diabo, e da sua concubina, que o inferno se torne quentinho a cada um de vós!

Abri os olhos e o pensar , Gentes!!!

O senhor enquanto foi ministro das finanças, não foi nem é nunca dono do dinheiro comum, pois como a palavra indica, ele é comum, sua função é velar pela sua aplicação justa, inteligente reprodutora, coisa que os factos que aqui se relatam deduzidos da informação que veio a publico, por parte do tribunal de contas, demonstra sem margem para duvida, que não soube fazer


O s en hor en q u q n to f o i min is t ro das fi n aça sn cão f o ine mé n un ca don o do din h ero com um, p o is com o a pala vaso do ra indica, el e é cm um, s ua f un sao é v e l ar pe la s ua ap ç li caçao j u sta, intel i g en te r ep produtora, co isa q ue os f ac to s q ue aqui se r e la t am ded u z id os da in for maçao q ue veio a pub lico, por p arte do t rub un al de c contas, demon st ra se maior mar ge para du vi d a, q ue n cão s o ub e f az e rato

O senhor não é nem dono do dinheiro comum nem nele manda, o que o senhor deveria ter feito, era administrá-lo com juízo e sobre a opinião das gentes, que exprimem seus interesses

O s en hor n cão é n em don o do din he iro com um ne m nel e man da, o q ue o sem hor d eve ria te rf e i to, e ra ad min st rá do traço ong l es ingles dez com ju i zo e s ob rea o pi ni ao das g en te s, q ue e x prime m se us in te r e es sas

E deixem- se de fazer malabarismos, que nenhum circo da cidade alguma vez os haveria de contrata, que merda de ilusão primária é essa como as quem vem fazer nos jornais, dizendo assim em parangonas, masi quatrocentos milhões para a educação, oh sua besta, relativo a quê, para aplicar em que modo, donde lhe veio a iluminação para definir tal verba, onde estão as parcelas que somadas das aplicações previstas que correspondem a esse valor , que juntas dao esse valor, só tretas, seus malandros ladroes, de quatrocentos milhões, quantos pretendem mamar e dar a mamar?

E de ix em do traço da inglesa se d e f az e r m al ab ar is mos, q ue n en h um cir co da cida de al gum ave zo s r ar h ave ro ad e c on t rata, q ue me rda de l isa o pr e má ria é ess ac omo as q eu m v em f az e rn os jornais, di zen do as si m em para n gin h as, masi q au t roc en t os mi l h o es para a edu caçao, oh se ua be sta, r e la t ivo a q u ê, para ap lic ar em q ue modo, don de l he veio a i lu mina sao para d e f e ni r t al v e r b a, onda es tao as pe rc celas q ue s om ad as das ap li caçoes , pr e v it as q ue co rr ep w s n de m a es se valor , q ue j un t as dao ess e valor, só t r eta s, se us m al na dr os la dr o es, de q ua t roc en to s mi l h o es, q u anto s pr e ten de m dm a mar e d ar a ma mara foice

Portanto o tribunal de contas vos pedirá então, antes de qualquer desbloquemento do orçamento, em que forma for, para os senhores apresentarem, em detalhe então, os investimentos que dizem ir fazer de quatrocentos milhões na educação, pois o que se tem reparado é fecho de escolas, alguma justificáveis, como todos sabemos, e professores descontentes, com um saída recente de um grupo de quatrocentos de uma vez, coisa que não deverá ser normal, e que portanto justifica apreensão de todos os pais deste país,

Porta n to o t rib un al dec contas v os ped irá en tao, ant es de q ua l q eu r de sb lo q eu am neto do orça m en to, em q ue forma for, pr a os s en hor es ap r es en ta rem, em d eta l he en taso, os ive s tim en to s q ue di ze mir f az e r de q ua t roc en to s mi l h o es na edu caçao, p o is o q ue set em reparado é fe ce ho de es c ol as, al gum a js u ti fic ave is, como todos s abe mose por rf esso r es de sc on t en t es, com um sa id a rec en te de um g rup ode q ua t roc en to sd e uma ave z, co isa q ue n cão d eve rá ser no r m al, e q ue porta n to j us toi fi ca ap ren sao de todos os pa is d este pa dos paus do acento os,

E depois para cumprir a função de governar, que é propor um orçamento, como já vos expliquei, primeiro que possa ser entendido por todos e assim todos estejam preparados e bem para o discutir, coisa que nem se ve naqueles que levam a delegação da vossa corrupção montada na pala do que chamais de democracia, pois mesmo os que estão montados no parlamento, prova isto mesmo, pois de quase todos os que tem intervido na comunicação publica nesta ultima semana passada, só falam de um, ou outro aspecto do dito, ou seja desvelam assim, de forma inequívoca, que nem eles próprios estão preparados para o entender, e um plano para um ano, é coisa muito séria, mais quando o dinheiro é pouco, quando a casa trás dividas, e quando o dinheiro é de todos e a todos deve melhorar a vida e o viver

E d ep o is para cu mp r ira f un sao de g ove rn ar, q ue é pro duplo do primeiro orçamento, com o j á vo s e x p li q ue i , p rim e iro q ue p os sa ser en t en dido por todos e as si m todos est e j am pr epa ra do se b em para o di sc u ii ti, co isa q ue ne m se eve na q eu l es q ue l eva am a del e g ac sao da vossa co rr up sao montada na pala do q ue c h ama maís de demo c ria cia, os q ue es tao montados no p ar la m en to, e u j a pr ova di s to me s mo, é, q ue q u ase todos os q ue te m in te r v id o na co mun cia sao publica ne sta u l t ima se mana pa ss ada, s ó f al am de um , ou o u t ro as pe c tod o d it o, o u seja de s vela am as si m, de forma ine qui vo ca, q ue ne m el es pro p rios es tao pr epa ra do s para o ene t en de r e um p l ano para primeiro ano, é co isa mui to sé ria, mais q u ando o di ne h rio é p o u co, q u ando a ca sa t rá s di vi da se q u ando o din he iro é de todos e a todos d eve me l h or ar a v id a e o viver

Como vos dizia em Palavra recente, a segunda coisa fundamental para que cada um possa viver e o comum no aspecto da energia, é a energia do espirito, e aqui nest segunda rubrica, depois da comida, pois com os estômagos vazios, ninguém pensa bem, ou mesmo pensa, a não ser as bestas à pala do estado que somos todos nós, com cartões de credito até dez mil euros mensais, que viagem pelo mundo inteiro e levam as amantes, como agora mais uma vez se veio a fazer prova cabal, e se calhar ainda aprendem formaçao de actos de terror e coisa do genero, para além do terror que é esta vilanagem por si mesma, face a todos os que pagam, a maioria com grandes sacrifícios.

Com ovo s sd di z ia em p al v ra rec en te, a se gun da co isa fun dame en t al para q ue c ada um p os sa viver e o com um no as pe ct o da energia, é a en e r g ia do es pi rito, e aqui nest se gun da r ub roca da broca, d ep o is da com id a, p o is com os e ts o magos v az i os, n un g eu m p en sa b em, o um e ms o p en sa, an cão sw ra s be sta s à pala do est ado com c ar to es de c red it at é dez mi l e ur os m en sa is, q ue v ia ge m p elo m un do in te iro e l eva am as am ant es, como a goa ra ama masi uma ave z se veio a f az e r pr ova ca bal, e se c al h ar a inda ap red ne m for maçao de as tc os de t e rr o r e co isa dog ene ro, para al é m do te rr o r q ue é e sta vila ana ge m p o r si me s ma, f ac e a todos os q ue pa g am, a maio r ira com g rand es s av c rif i cio s.

Portanto dentro dos escalões que actualmente trazem relativos às contribuições dos impostos de cada um, apresentam num gráfico passível de ser lido e entendido por um menino de cinco anos, qual é o valor médio de gastos em educação, incluindo de forma separada, livros e material escolar, transportes escolares, pessoais e colectivos, outros livros que as famílias comprem para se entreter educando, gastos em acesso a cultura, e custos associados a formaçao profissional e viagens de estudo

P ota n to d en t ro dos es ca l o es q ue ac u t al que mente t ra ze m r e la t ivo s às c on t rib u i ç o es dos i mp os t os dec ada um, ap r es en t am n um g raf i co passo v el de ser lido e en t en dido por um me nino dec on co anos, q ua l é o v al o r mé dio de gás to s em edu caçao, inc lui indo de forma s ep ar a da, li v rose mate ria l es co l ar, t ra ns portes es co la r es, p esso a ise cole c t iv os, o u rt os li v ros q ue as f ami la is com pr em para se en te r ter e di u can do, , gás to s em ac esso a c u l tura, e cu s t os as soci ado s a for maçao pro fi s sio n al e v ia ge ns de ss tudo

Assim poderemos saber por grupo de rendimentos, qual o valor e percentagem que cada um e cada família gasta na comida espiritual tao importante para o desenvolvimento do ser e consequentemente do que é comum, ou seja do saber, que se traduz, em desenvolvimento

As si m p ode remos s abe r por g rup ode rendimentos, q ua dez ova l or ep e rc en tage m q ue c ada um e cada f ami lia gás sta na com id a es pe i rt ua l tao i mp orta n to para o de s en v l vi m en to do ser e co nse q u en te mn te do que é com um, o u seja do s abe r, q ue se t ra d u ze m de s en vo l vi m en to

E tambem o valor diferenciado em relaçao ao investimento nestas áreas, ou seja o peso rela do que custa a cada família, diferenciado por rendimento, pois a lógica do que é comum, será sempre ter um investimento que provem do imposto, que apoie quem masi precisa, de forma a tentar um equilíbrio de oportunidades e de real igualdade de acesso, pois o alimento espiritual não deve estar somente acessível a quem mais posses económicas trás e estúpida é a sociedade que não percebe que o saber é proporcional ao desenvolvimento, criação de riqueza e da própria felicidade de cada ser

E ta tam b em o v al o r difer en cia ado em relaçao ao in v es tim en to ne sta s a rea s, o u seja do circulo do peso r e la do q ue c u sta a c ada f am mila, difer en cia ado por ren di em n to, p o isa loi gi ca do q ue é com um, se rá se mp r e t r e um in v e ts em en to q ue pr ove m do i mp os to, q ue ap o ie q eu m masi pr e cisa, de forma a t en t ar um e ki li br rio de op r ot uni dad es e de rea l igual dad ep o is o al i m en to es pei rt ua l n cão de eve es t ar s om en te ac ess ive la q u em masi p os se s e c on o mica s t rá se é est u pida a soci e ad e q ue n cão per rc cebe q ue o s abe r é pro p rocio cio n al ao de s en vo l vi m en to, c ira çap de riq u e za e da p o rp ria fe li cidade dec a ds ser

Depois justapõem a este gráfico um outro, que é por assim dizer o histórico , que deverá tambem ser apresentado por rubricas do que tem sido o investimento publico nestas áreas, e sendo útil, que na parte do histórico, conste, os últimos trinta anos para se ver o que se tem passado neste parte do investimento tao fulcral para qualquer plano de desenvolvimento e melhoria do pais, nomeadamente, se o investimento tem crescido ou decrescido, se tem variado, como vossas cabeças avariadas, em que rubricas se tem concentrado e relacionado isto como o espaço todo do pais, ou seja, nem só litoral , nem só grandes cidades, pois não quer ninguém continuar a desertificar o país e concentra-lo todo em seu litoral, que qualquer dia pelo não andar da carruagem ainda dá um volta e fica tudo de cabeça para baixo, a viver no sitio dos peixes

D ep o is js u t ap poe ema este g raf i ca um outro, q ue é por as si m di z ero hi s tori co , q ue d eve rá t am b em ser ap r es sena td o por r ub ric a se s en do u til, q ue na p arte do hi s tóri co, co ns te, os u l tim os t r in ta na os para se eve ero ro q ue set em passado ne sta a rea de in v es tim en to, tao f u l carl para q ua l q eu r pal no de d e s en vo l vi m en to e me l hor ia do pa is, no me ad aa m nete se o in v es tim en to te m c r es cid o ou de sc r es cid o, se t em v aria ado, como v os sas cabe eça s ava ria ada se em q ue rub ric as se t em c on c en tr ado o in v es tim en to, e r la cio n ado is to com o o ep ps l ço todo do pias, p u sej, ne m s ó li tora l , ne m s ó g r ad es cida d es, p o is n cão q eu r nin g eu m conti n u a r a de s r e tif car o pa ís e c on ce t ra do traço de dezembro todo em s eu li tora l, q ue q ual q e ur dia p elo n cão andar da ca rr ua ge m a inda d á um vo l ta e fi ca de cab eça para ba ix o, a viver no si tio dos pe ix es

Como não falamos só de escolas, aqui, tambem deve então ser feita a correspondência com o investimento e manutenção e programação dos espaços públicos, como teatro, museus, e por aí fora que permitam uma mais clara compreensão da real relaçao entre o que cada família gasta e o que do comum imposto é aplicado

C omo n cão f aç la mos s ó de es c o la saqui, t am b em d eve en tao se r f e i ta a co rr es ponde n cia com o in v es tim en to e manu t en sao e pr g ram sao dos es paços pub lico s, c omo teatro, mu se use por aí f o ra q ue per mu tam uma maís clara com pr es sn sao d ar e la relaçao net ro q ue c ada f am mi lia gás sta e o q ue o q ue do com um i mp os to é ap lica ado

Tambem não lhe preciso recordar, que os senhores todos que brincam a governar à trinta anos, coisa que deveriam ir fazer no quadrado de areia do jardim continuo, assim tipo construções de castelos de areia, nunca, mas nunca, acertaram numa previsao que fosse sobre esta matéria da inflação

T am b em n cão l he pr e c is o rec o rda r, q ue os s en hor es todos q ue br in cam a g ove rn ar à t rin t a ano s, co isa q ue d eve ria am i rf az e r no quadrado de a reia do jardim c on ti gn u o, as si mr rip o co ns t ru ç o es de ca s telo s de a reia, n un ca, mas n un ca, ac e rta ram nu am pr e visao q ue f os se s ob re e sta maté ria da in fla sao

E ainda uma outra grelha, que é pelo tipo de escolas publicas que possuímos, o que ela custa , discriminando por rubrica principal, e diferenciando salários dos professores, manutenção, equipamentos, consumos de energia, apoios escolares, e por aí fora, de forma a que qualquer um olhando para este gráfico, possa saber, quanto custo uma unidade escolar, por genero, primária, secundaria ou universitária, e uma outra que as compare com equivalente em forma privada

E a inda uma outra g r e l ha, q ue é p elo t ip o de es c ol as pub licas q ue p os s u imo s, o q ue e la cu s ta , di sc rim en ando por r ub irc p rin cip al, e de i fr en cia ado s al a riso dos por rf esso r es, manu t en cao, e qui ipa m en to s, c on sumo s de en e r gi a, ap o is o es co la r es, e por a ó f o ra, de forma a q ue q au l q eu rum o l h ando para este g raf i co, p os sa s ab e r, q u anto cu st o uma uni dade es co la r, por g ene ero, p rim e ria, sec un d aria ou u in v e r sita ria, e uma o u t ra q ue as co mp par e com es qui iva lente em forma p riva ada

E porque sabemos que os professores ganham mal e são um classe das que melhor deveria ganhar se o país estivesse governado por gente sabedora, e sendo que nem só de dinheiro falamos, ou deveremos mesmo falar, quando falamos de que os professores mais ganhem, pois tambem por mais ganham os professores e todos os alunos se as turmas não tiverem mais de quinze alunos, e se os professores, tiverem tempo em seus horários para fazer formaçao de actualização em permanência ao longo de suas carreiras, será então de conveniência, para podermos falar do orçamento do estado de forma real, ter sempre um gráfico muito claro com os custos dos ordenados de todos os que prestam função publica, por área e por categoria, para que cada um possa por si pensar, onde é que é melhor ter masi bem pagos os quadros, em função daquilo que consideramos importante e prioritário numa perspectiva de desenvolvimento e harmónico da sociedade e onde é justo que menos recebam


E p orca ue s abe mos q ue os por rf esso r es gan ham m al e são um c lasse da s q ue me l hor d eve ria gan h ar se o pa ís e s x t uve s se c ove rn ado por g en te s abe dora, e s en do q ue ne m s ó de din he iro f al amo s, o u de eve remos me ms o f al ar, q u ando f a l amo s de q ue os po rf esso r es mais gan he m, p o is t am b em por e x e mp l o gan m h a os po rf esso r es e todos os al uno s sea s turmas n cão ti v e rem masi de quin ze al un os, e se os po rf esso r es, p ode rem te m te mp o em se us h g o rá rios para f az e r for maçao de ac tua l iza sao e, m p e r mane n cia ao l on gi de s au s ca r rei iras ra s, se rá en tao de c on vini ne cia, para p ode r mo s f al ar do orça e mn to do estado de forma r e la, te r se mp r e um g raf i co mui to c l aro com os c us to s dos o r dena ado s de todos os q ue pr es tam fun sao pub lica, por a rea e por cat e g o ria, para q ue c ada um p os sa por si p en sar, onda é q ue é me l hor te r ma si b em p a g os o s q u a dr s o , em fi n cao da q u i lo q ue c on side ramos i mp orta n te e pr rio r tia rio n uma cp e r sp e ct iva de d es en vo l vi m en to e h ar moni o da soci e dad ee onda é justo q ue m en os t rec e bam

Só deste pequeno raciocínio, se deduz da importância de ligar o tratamento estatístico, ine, a própria elaboração do orçamento e que estas duas áreas devem andar muito masi interligadas do que geralmente andam, para provir a função de transparência do estado que o deve garantir a todos os cidadãos

S ó de st pequeno rac i cio ni o, sed ed u z da i mp orta mc ia de li g ar o t rata m en to est at isco, ine, a p o rp rio el ab o raçao do orça m en to e q ue e sta s du as ar es de eve man d ar mui to ma si in t r e lia gada s do q ue ge ra l e mn te e dam, para pr o v ira fun sao de t ra sm par en cia do estado q ue ode eve gara n tir a todos os cida dao s

Como de igual forma deverão ser integrados gráficos demográficos e de relaçao demográfica actual e de previsao futura das necessidades por sector, e sendo que, friso, pela enésima vez, um orçamento real, será um orçamento que nasce do local e do particular e soma no total, que reverte de novo para o local, pois mesmo na estupidez reinante, nem todas as escolas e o que é publico se concentra no bairro dos ministérios em lisboa!

C omo de i g a uk forma d eve ra os e r in te g ra dos g raf i cos demo g raf i cos e de relaçao demo g raf i ca ac tua l e de pr e visao f u tura das ne c es sida d es por sec tor, e s en do q ue, fr is o, pe la ene sima ave z, um orça m en to rea l, se rá um orça m en to q ue na sc e do l oca l e do par tic u l ar e s oma no tota l, q ue r eve r te de n ovo para o l ocal, p o is me s mo na es t u pide dez r e ina n te, ne m tt o da sas escolas e o q ue é pub lico se c on cetra no ba i r ro dos mini s téri riso em l is boa!

Ou seja , ainda, um dos problemas de fundo, que se traduz nesta forma de não conversar sobre o orçamento, e que o reduz com vantagem a quem assim o quer, a uma mera operação de propaganda e mau circo de coisa nenhuma sem garantia de nenhuma vela, moleiro ou pao, tem a ver com a forma como se deixou concentrar a gestão da rés publica em forma centralizada, pois um melhor orçamento sempre nascerá das unidades territoriais na forma como o território estiver administrativamente organizado e dividido, pois quando assim se fizer, acabaram as manhas de descentralizar competências sem as respectivas verbas e encontraremos respostas a questões como por exemplo esta em mil que aqui vos deixo, será masi barato ter por exemplo uma escola primaria ou outra dependente da cidade local, ou mesmo da província, do que a que custeamos em forma central, onde mais se economiza?, pois um orçamento geral, deve ser uma espécie de guia que margina o que todos acham que deve ser os principais carris no modo de fazer as coisas e dos parâmetros financeiros que pensamos serem bastantes para que as coisas melhor funcionem, criando o binómio e alavanca entre menor custo possível, para o maior benéfico, que ultrapassa sempre e somente a consideração meramente financeira

O u seja , a inda, um dos por rb l emas de f un do, q ue s et ra d u z ne sta forma de n cão c on versar s ob reo o raç m en to, e q ue o red u z com van tage ema q eu m as simo q eu ra uma mer a opera sao raçao de pro pagan da e ma u cir co de c o isa ne h uma s em gara n tia de n en h uma vela, mole iro o u pao, te ema ave rc om a forma com o se de ix o u c on cetra ra a g es tao da r e a ps oto lo serpente publica em forma c en t ra l iza ada, p o is um me l hor orça m en to se mp rena sc e rá das uni dad es terri tori as na forma como o terri tor is s es t iv e r ad min st rat iva que mente o r g ani iza ada, p o is q u ando as s i m se fi ze r, de ix a rá t am b em de ac ab ra as man h as de d es c en t ra l iza r co mp pete n cia ss ema s r es pe ct iva s v e rba se en c on t ra remos r es postas a q eu s to es com o por e x e mp lo e sta em mi l q ue aqui v os de ix o, se rá masi ba rato te r p o r ex me ep dez uma es coa l p rima ria o u o u t ra de pen dente da cidade l ocal, o u me s mo da por vin cia, do q ue a que c us tea mos em forma c en t ra l, onda sm asi se e c on o miza da foice, p o is um orça m en to ge r al, d eve ser uma es pe cie de guia q ue mar gina o q ue todos ac ham q ue d eve s ero s p rin copa sis carris no mode de f az e ra s co isas e dos para m en t ros fi nan ce iro s q ue pen sam os se rem ba s t ant es para q ue as co isas me l hor fun cine m, c ira n do o bino mio e al avanca en t re m en o rc e us to p os si b v el, para o maio r b ene fi co, q ue u l t ra passa se mr ea pc on side raçao mer ante fi nan ce ira

E por agora, sobre a comida e o alimento do espirito, a segunda e primeira procedente das duas energias elementares para a vida e o viver, por aqui fico

E p o rato do agora, s ob rea com id a e o al i m en to do es pi rito, a se gun da e p rim e ira por rc ce dente das du as energias el e m en tar es para a v id a e o viver, por primeiro ki do fi co

Já vos falei em texto anterior do que deverão ser os axiomas do investimento publico , e das prioridades que se devem considerar estratégicas

J á v os f al leo em texto ante rio r do q ue de eve ra os e rosa ax i oma s d o in v es tim en to publico , e das piro rid ad es q ue se d eve em c on side r ar es t rat + e gi cas

Ainda hoje ouvia a voz dos que querem a morte dos seus filhos, pois é disto que se trata se não se der uma grande volta a forma como levamos o viver em todas as áreas

A inda h oje o u v ia a v oz do s q ue q eu rem a m orte dos se us fi l h os, p o is é di s to q ue set rata se n cão se d e r um a g rande vo l t aa forma com o l eva mos o viver em todas as a rea serpentes


Pois as develaçoes do espirito que constam deste livro sao todas verdadeiras!

P o is d eve la ç o es do es pei rit q ue co ns tam de ste l iv ro s º ao todas v e rda de iras!

E me vinham já com a conversa que a solução das condutas para canalizar e recuperar os restos orgânicos e reintroduzi-los de novo na terra, e assim começar a melhorar a qualidade da nossa comida, reduzindo so imensos químicos que introduzimos na cadeira alimentar e consequente nos nosso pequenos corpos, e que tambem como sabemos dao cabo do corpo da mae terra e contribuem em sua quota parte por um conjunto de componentes muito vastas para desregrar o que chamam de clima, era impossível sobre o plano de custos, e ponto, nem mais acrescentavam, que era assim e ponto, sem mesmo apresentar um calculo que fosse que o demonstrasse, e se colunas montantes nos prédios que já existem é demasiado oneroso para o fazer por dentro delas, que se façam então nas que já existem, por fora, nas traseiras em forma obviamente integrada no plano arquitectónico, irra, para os que trazem os olhos curtos, meio neurónio com que pensam, e que nos querem a todos levar para a morte!

E me v in ham j á c om a c on versa q ue a sol u sao das c on d u t as para can l iza r e rec u pera ros r es to s o r g ani cos e rei n t rod u z i do traço ong le s de dezembro de n ovo na terra, e as si m com eça ra mel hor ar a q ua li dade da n os sa com ida, red u z indo so i m en s os quim micos q ue in t rod u z imo s na cade ira al i e mn tar e co nse q u en te nos n osso pe q u e n os corp os, e q ue t am b em com o s abe mo s dao cabo do corp o da mae terra e c on t r ib eu m em s ua q au ota p arte por um c on j un to de com p one net ts mui to v a sta s para de s r e gular o q ue c h ama de c lima, e ra i mp os s ive l s ob reo p l ano de c us to se ponto, ne m masi ac r es c en t ave m, q ue ra as si me ponto, s em me s mo ap r es en t ra um ca l cu dez q ue f os se q ue o demo sn tar s se, e se co l unas mon t ant es nos pr e di os q ue j á e xis te mé d ema si ado on o rosso para o f az e r p o ren t ro de l as, q ue se f aç am en tao por rf o ra, nas t ra ze iras em forma ob v ia me ne in te g ra da ni pal no a qui tec ti nico, i r ra, para os q ue t ra ze mo sol h os curtos, mei o n eu ron oni o com q ue pen sam, e q ue no s q eu rem a todos l eva ra para a m orte!

Investimento publico de qualidade e urgente, é, aumentar segurança da vida e das habitações de lisboa, na óptica de prevenção e resistência a um terremoto como já se disse e afirmou necessário, aproveitando estas obras para introduzir as masi valias que se possam introduzir com a da recuperação dos orgânicos, e compensar pelo orçamento, em igual proporção as outras cidades e vilas do pais, pois ninguém trás culpa, que as coisas aqui tenham chegado pela incúria e falta de visao, e o que se trata aqui é de um ponto de viragem, que se traduz numa necessidade de correcção em muitos níveis, e que obviamente não poderá ser feita em forma por assim dizer suave

In v es tim en to publico de q ua li dade e ur g en te, é, au m en t ra segur ança da vi da e das h ab bit a ç o es de l is boa, na o pt tica de pr eve en sao e rei s t e n cia a um terremoto com o j á se di s see a fi r mo u ne ce s as ap s oto lo ser pen te rio, ap o r v e i tan do es t as ob ra s para in t rod u z i ra s masi v al ia s q ue se p os sam in t rod u z i r com a da rec u pera sao dos o r g ani cose co mp en sar p elo orça e mn to, em igual pro p roc sao as o u t ra s cida d e s e vi la s d o pa is, p o is nin g eu m t ra s c u l pa, q ue as co ia s aqui t en ham che gado pe la inc u ria e f al ta de visao, e o q ue se t rata aqui é de um ponto de v ira ge m, q ue se t ra d u z n uma ne c es sida de d e co rr e c sao em mui to s ni v e ise q ue ob v ia mente n cão p ode rá ser fe i ta em forma pro as si m di ze r s ua ave

Provavelmente dirão que o mesmo se passa em relaçao ao plano de prevenção do terremoto e do maremoto, e provavelmente já nem se recordarão que existem gatos e provavelmente já estarão tao senis que nem conseguem masi encontra um solução criativa que responda tecnicamente e viável sobre o plano das finanças e provavelmente se sobreviverem, serão os primeiros a ser queimados!

Pr iva da ave primeiro que mente, di ra do circulo da ira do circulo do durao, quadrado da ue circulo do ome do me serpente do mo da se da passa em relaçao ao p primeiro ano de pr eve en sao dot e rata rem oto e do mar m oto, ep do pro da ova da ave primeiro mn te principe acento ane ms e rec do circulo da rda arao quadrado da ue e x is te maior gat os e pro ova ave primeiro mn te j á es cruz arao tao serpente en is quadrado da ue ne m c o nse gato eu maior masi en circulo em cruz ra primeiro sol vaso da sao circulo da ria da cruz do iva quadrado da ue rato espanhol do pond primeira tec nica maior nete e vaso ia ave primeiro serpente ob reo p primeiro ano das fi na sç as e pro ova ave le mn te se ob r e vaso iv e rem, se ra serpente do circulo do os da p do rim ee rosa se rato do quim ad os as s eta

seria bom já que estamos a falr de orçamento, orçamentar entao estas obras, e pensar com as empresas de construçao como as grandes se alijeiram para dar resposta e garantund acesso de quota as pequenas e médias, que braços para fazer isto tudo, nem de mais nem de menos haverao, assim se faz trabalho, se reparte a riqueza e se cria mais valias, entendidas em seu sentido lato

A conversa com o senhor ex ministro das finanças ainda não acabou, visto que ainda não me respondeu as questões que lhe coloquei sobre a perseguição pessoal em que me trazem!

A c on versa com o s en hor e x min si t ro das fi na sç as a inda n cão ac ab o u, vi s to q ue a inda n cão me r es ponde ua s q eu s to es q ue l he c olo q eu i s ob rea per se gui sao ps s o al em q ue met ra ze m!


Sobre a dita chamada matéria financeira mundial,

S ob rea dita c h am ad a mat é ria f ina ce ira m un di al,

Saudações e cumprimentos ao grande império do meio que mais uma vez veio perante o mundo declarar, que a uniao faz a força, e que só conjuntamente se consegue fazer face as problemas globais, saudações e cumprimentos a toda a asia que tambem assim o secundou, e parabéns ainda pela cimeira que agora decorre, fazendo meus votos para que dela saiam medidas e pontes para medidas que respondam ao que está na mesa, não só no plano financeiro, mas na resposta que é necessária dar as necessidades de produção alimentar no mundo como o secretario da mesa das nações o quantificou

Serpente au quadrado do aço espanhol e circulo do vaso do mp rim en to sao g rande e mp e rio do mei circulo do quadrado da ue ema si da primeira rda ave zorro veio pe ra n te o mundo dec lara rato, quadrado da ue primeira uniao f az a f o rça, e quadrado da ue serpente do acento do circulo em ju muito tamen te sec em se gato da ue f az e rf ace as por rb primeiro ema sg loba is, serpente au quadrado do aço espanhol hi, e circulo do vaso maior pi rm en to sa toda a as ia quadrado da ue t am b em as simo sec un do ue para be ns a inda pe laci me ira quadrado da ue agora dec circulo rr e, fazendo me us vaso oto serpenet sapa do para quadrado da ue de la sa iam me dida se pontes para do homem ingles dia ada quadrado da ue rato, ep ps son dam ao quadrado da ue es cruz à ana da mesa, muito cão serpente do acento no circulo do no da p primeiro ano do fi na ce iro, ma sn ar sp circulo sta quadrado da ue é ne ce serpente sária quadrado da ar as ne ce s sida d es de pr do sao al e men tar no do mundo com oo sec r eta rui da mesa das serpentes do naço espanhol do circulo do quadrado au un das ti do fi, co do vaso

Forte da dor emi ni controlo da crise, forte sp dor da can tora , a cantora da torah, a judia no circulo can circulo em naco c on cruz rola lada, a rola la do circulo rice , tamborilar, tam boris lar, cruz da manha, bor ila rato, tambor, gunter da relva, angulo do ar da ilha alema

Forte da dor emi ni c on t olo da c rize, f orte sp dor da can tora , a can tora da torah, a ju dia no c irc u dez pro me iro do circulo do can, circulo em naco circulo em cruz rola lada, a rola la do circulo rice , tamborilar, tam boris lar, cruz da manha, bor ila rato, tambor, gun te r da relva, es p l en dor na r elva, angulo do ar da ilha alema

Durao acrescentava uma linha da sua senha persecutória no semi circulo da mesa da reuniao na asia, a imagem de que nos afundamos ou salvamos todos, a remeter por declinação do subentendido para titanic, ou tita circulo ni, que malandro, que nem fala direito !

Durao ac r es centa ava primeiro da linha da s ua s en ha per sec u tór ia no s emi c irc u dez da mesa da r eu ni ao na as ia, a i mage m de q ue no s a f y n dam os o u s al v amo s todos, a r e met ra por dec lina sao do s ub en t en dido para tita ani c, o u tita cir cu dez ni, q ue m a l lan dr do circulo da s eta q ue en em f ala di rei to de direito

primeiro do circulo dez cip ip do ps do circulo da puta