quinta-feira, outubro 30, 2008

Ah belas rosas da galileia, que bela alma espelham vossos belo olhos, ainda em noite recente a tantas de vós vi, que belas sois todas, mesmo quando apareceis zangadas, pois sabe o amado atento à amada das queixas das razoes, e eu que com vós todas pelo espírito de vós sou esposo, não trago eu minha amada ainda em meu leito ao perto e assim chora meu coraçao, e da raiva e da zanga se faz a destruição ou as flores florir, fico chorando em baixinho minha tristeza, que destruição não é nunca coisa boa, nao

Ah belas rosas da galileia, qu e be la al ma s es pe l h am v ossos b elo sol h os, a inda em no ite rec en te a t antas de vó s vi, q ue b el as s o is todas, me s mo q u ando ap ar rec e is ze gados, p o is sabe o amado a ten to à am ada das q eu ix as das ra zo es, e eu q ue com vó s todas p elo es p í rito de vó ss o u es poso, n cão t rago eu n en h uma de vó s em me u lei to ao per to, c h o ra m eu cora sao e da rai iva e da za n ga se f az a de s t rui são o ua s flor es flor i r f i co c h o ra n do em ba ix in ho min h a t r is te za, q ue de s t rui são n cão é n un ca co isa boa, n cao

E nada é destituído enquanto existe como ser, me perguntais ainda , então qual o limite do ser, infinito vos responde eu sempre, se cada um não se destruir a si mesmo ou ao seu irmão

E n ada é d es tir rui id o en q u anto e x is te com o ser, me per gun at is a inda , en tao q ual o li mit e do ser, in fi ni to v os r es ponde eu se mp r e, se c ada um n cão se de s t rui ra si me s mo o ua o s eu i r mao

Vos digo e dou conselho, que é coisa que nunca se dá, se trazeis vossos amados ao pertinho perto, muito os ameis, que amanha é sempre outro dia, distante de mais, do beijo que hoje não se deu

V os di goe do u conselho, q ue é co isa q ue n un ca se dá, se t ra ze is v ossos am a d s o ao per tinho per to, mui to os am mais, q ue am anha é se mp r e o u t ro dia, di s t ante de mais, do bei jo q ue h o je n cão se d eu


Minha doce amada, que saudades trago eu de teu peito, de tua face na distancia da palma da minha mao, de fazer e ver nascer teu sorriso ao perto pertinho, de te ver arrulhar, de te ouvir dizer naquela voz sussurrada do amor mais profundo e elevado, vem, de estar contigo no leito e pelos teus olhos, ver o lago do infinito amor em ti espelhado a espelhar-se a como rosa no mundo florir, que saudade trago eu de contigo pelo mundo mao na mao de caminhar, e olhar com quatro olhos que são um mesmo coraçao, o mundo, que saudades de muito conversar sobre as coias pequeninas e grandes, que saudades da aprazível companhia, que saudades de poder viver com meu filho, que saudades de paz eterna, que saudade de vida inteligente, que saudade da ternura e do terno

Min ha do ce am ada, q ue s au dad es t rago eu de t eu pei to, de t ua face na di s tan cia da palma da min h a mao, de f az e r eve r na sc e r te u s or riso ao per to per tinho, de teve r ar ru l h ar, de t e o u vi r di ze r na q eu l a v oz s us sura ada do amo r ma si pro fun do e ee l ava do, v em, de es t ra co in ti g on o lei to e p el os te us ol h os, v ero lago do ine fi n to amo rem ti es pe l h ado a es pe l h ar do traço ingles sea com o rosa no mundo flor i r, q au ds au dade t rago eu de c on ti g o p elo mundo mao na mao de ca min h ar, e olhar com q au t ro o l h os q ue são um mm e ms o co r 4 a aç sao, o mundo, q ue s au dad e s de mui to c on versar s ob rea s co ias pequeninas e g r anes, q ue s au dad es da ap ar az iv el companhia, q ue ds au dad d es de pede r e viver com me u fi l ho, q ue s au dad es de p az e te rna, q ue s au dade de vi da intel i gente, q ue s au dad e da te rn u ra e do te r no i

Me levaram os animais a usa clareira, já talvez a uma lua vai, e ainda nem consegui terminar em seu interior o que eles entre si disseram e me disseram para a todos os humanos dizer, e sinto urgência em meu peito de te o contra, por isso te vou dizendo aos pedacinhos, quem sabe quando em forma completa o que deles escutei, estão zangados e tristes connosco, e devemos levá-los à seria, pois logo uma vaquinha no meio de uma estrada pareceu, a me recordar com o sacrifício da própria vida, que era assunto sério

Me l eva ram os animais a usa clare ira, j á t alvez a uma l ua ava i, e a inda ne m co nse gui te r mina rem s eu in te rio o q ue el es en t r e si di ss e ram e me di s se ram para a todos os humanos di ze r, e sin to ur g en cia em me u pei t o de t e o contra, por iss o te vo u di zen do aos peda ç in h os, q eu m s abe q u ando em forma co mp l eta o q ue de l es e s cut e i, es tao j na gados e t r is t es c on no sc oe d eve mos l evá do traço ingles l os à se ria, p o is l ogo uma v a quin h ano mei ode uma e ts ra da par e c eu, a m e record ar com o s ac rif i cio da pro pr ia vida, q ue e ra as sun to sé rio


Me disse a andorinha no final, já reparaste como fazemos nossas habitações e já reparaste que para além das nossas habitações, pouco ou nada de objectos fazemos, que deles não precisamos em nosso viver, eu por exemplo, pego com meu bico os raminhos que a arvore mae deixou ao chao cair, e com a argila os colo em duas paredes que se juntam ou num outro sitio qualquer que já existe e assim faço a minha habitação de verão e depois quando com os filhotes nos mudamos para onde de novo faz masi calor, acompanhando ao amor da terra quentinho como o sol, como gostamos todos de viver, a casa se desfaz pelo vento e pela chuva e volta os pedacinhos ao húmus da terra de onde vieram, nada de nove acrescentei, ao que pedi por um momento emprestado, nem nada desapareceu para meu bolso, como o poderia se nós nem trazemos dispensas ou bolsos

Me di s sea andorinha no fi n al, j á r epa ra s te com o f az e mo s n os sas h ab ita ç o es e j á r e pa raste q ue para al é m das no s sas h a bit a ç o es, p o u co o un ada de ob js tc os f az em s o, q ue del es n cão pr e c isa sam os em n osso viver, eu por e em p lo, pego com me u bic o os ra minho s q ue a ar vo re mae de ix o ua o c h ao ca ire com a ar gil a os c olo em du as pa red es q ue se j un tam o un um o u t ro si tio q ual q eu r q ue j á e xi s te e as si m f aç o a min h a h ab i taçao de eve ra oe d ep o is q u ando com os fil h ot es no s mu da mo spa para onda de n ovo f az ma si c al o r, ac om p anha n do ao amo r da terra q un tinho com oo sol, com o g os t am os todos de viver, a c asa se de s f az p elo v en to e p e la ch uva e vo l ta os pe dc in h os ao h um us da terra de onda vi e ram, n ada de n ove ac r es c en teia ia o q ue pe di por um mo m en to e mp r estado, ne m na da de sapa rec eu para me bo l s o, como o p ode ria se nós ne m t ra ze mo s di s pen sas ou bo l s os

E vós, sois um sujos que tudo sujam e fazem grandes coisas e objectos vários avariados, alguns deles só mesmo para que os outros se recordem de vós, quando de novo à terra vossos corpos voltam, trazem um ego imenso à solta que toda a vida de todos os seres está estragando, ameaçando e mesmo em muitas vezes à expensa da vida de muitos

E vó s, s o is um s u jo s q ue tudo s u j am e f az em g rand es co isas e ob ject os v á rio s ava ria do s, al gum s del es s ó me s m o para q ue os o u t ros se rec e o r dem de vó s, q u ando de n ovo à terra v ossos cop ros vo l tam, t ra ze m um e go i m en s o à sol ta q ue t u da a vi da de todos os ser es est á est ar gan do am e a ç ando e me s mo em mui t as v e ze s à e x pen sa da vi da de mui t os

Tens razão minha irmã andorinha, e é preciso agir muito rapidamente para tudo isto compor, se não ninguém sairá vivo

E o belo unicórnio, me disse então, repara, como se queixaram os nosso irmãos peixes, da forma como vocês vem tratando o lar deles que é o mesmo corpo deles e de vós, pois somos todos agua, os fundos do mares estão todos cheios de porcarias que vocês neles jogam, assim os matam, os fazem menos, a eles que sempre se sacrificaram para vos alimentar, e se contagiam tambem a vós mesmos, pois repara só neste pequenino exemplo, o que vive nos restos dos sacos de plástico, que deitam ao mar, bichinhos pequeninos a que vocês chamam de micróbios e que assim entram na cadeira do alimento e do beber, cegos ou suicidas, me diz tu meu irmão, que representas os mais descuidados animais que partilham a mesma una casa

E o b e loo uni co r ni om ne di s se en tao, r ep a ra, com o se qui x aram os n osso i r mao s pe ix es, da forma com o vo c es v em t rata n do o l ar de l es q ue é o me s mo corp o de l es e de vó s, p o is s omo s todos agua, os fundo s d o mares es tao todos ce he i os de porca ria s q ue vo c es ne l es jo g am, as simo s mat am, os f az em m en os, a el es q ue se mp r e se s ac rifi caram para v os al i m en tar, e se c on tag ima t am b em a vó s me s m os, p o is r epa ra s ó nest e pe q eu nino e x e m p lo, o q ue v ive no s r es to sd os s ac os de pe l as tico, q ue de itam ao mar, bic h in ho s pe q eu nino sa q ue vo ce as c h amam de mic rib i os e q ue as si m en t ram na cade ira do al i m en to e do b e be r, c ego s o u s u i cida s, me di z t u me u i r mao, q ue r ep r es neta as os mais de sc u id ado s ani m a is q ue p art ilha am a me ms a un ac asa

E a gaivota acrescentou, repara que as todos os animais fazem as necessidades no pedaço da terra onde habitam, nós os pássaros que habitamos dois pedaços do mesmo uno pedaço, os fazemos no ar e na terra, os peixes, no mar e o leao na terra, e vós que habiteis na parte seca a que chamais de terra e continentes, onde estão pondo as vossas necessidades, no mar, na agua , que sois vós mesmos, que burros , cegos e assassinos vos haveis tornado, e estúpidos, é como beber a vossa própria porcaria e assim se envenenam a vós mesmos e a vossos filhos

E a gai v ota ac r es cen toi, r ep a ra q ue as todos os ani mais f az ema s n c esso dad es no ped aço da terra onda h a bit am, nó os p ass aros q ue h ab ita mos do is ped ac ços do me s mo un o peda aço, os f az em son o ar e na terra, os pe ix es, no mar e o lea on a terra, e vó s q ue h ab i te is na p arte se c a a q ue c h am ais de terra e conti ne n te s, onda es tao p on do as v os sa necessidades, no mar, na a g ua , q ue s o is vó s me s mo s, q ue b ur ros , c ego se as sas sin o s v os h ave is tornado, e es t u pido sé cm o b e be r a v os sa pro pr ia por rc aria e as si m v os en v ene en rn am a vó s me sm o s e a v osso fi l h os

O leao disse por fim, fala com eles e os convence pela razão do amor à razão, pois pouco tempo trazem e trazemos para isto de um vez resolver, se não os fizerdes, se não compuseres, se matam a todos e nos matam a nós tambem, e uma coisa , eu o rei dos animais, a todos os humanos digo, não cairemos por vossa estupidez cega e assassina sem primeiro vos dar luta!

O leao di s se por fi m, fala com el es e os c on v en ce pe la ra za o do amo r à ra za o, p o is po u co te mp o t ra ze me t ra ze mos para is to de um v e z r es solver, se n cão os f oz ze r d es, se n cão com p use r es, se mat am a todos en os mat am a nós t am b em, e uma co isa , eu o rei dos ani mais, at o do s os humanos di g on gn cão ca ire mo s por v os sa est u pide dez c ega e as sas ina se m p rim e iro v os d ar lu t a!

Decreto do Império do Espirito Santo

Dec rey to do Império do Es pi rito S ant to

Deve ser elaborada uma lista exaustiva de todos os produtos e artefactos que os humanos produzem que permita saber quais são aqueles que uma vez feitos , no fim do ciclo da sal função, restam em parte ou em todo, sendo que a lista deverá ter uma coluna que diz do grau da perigosidade para a vida e o viver de cada um

D eve ser el ab o ra da uma l ista e x au s t iva de todos o os pro du to ze arte f ac to s q ue os humanos por d u ze m q ue per mit a saber q au is são aqueles q ue uma ave z fe i to s , no fi m do cic lo da s al fi n sao, r es tam em p arte ou em todo, s en do q ue a l ista d eve rá te r um a col un a q ue di z do gt au da pe rigo sida dade para a vida e ovo ove r dec ad a um

Começando pelos mais perigosos e levando a lista até seu fim, se precederá no mais curto de tempo a sua conformação à regra de ouro, de que todos deverão ser inteiramente recicláveis, friso, inteiramente, e não devem restar, em parte perigosa, nem deve o processo da reciclagem criar, fazer ou aumentar novos perigos

Com e çan do p elo s mai ipe rig os o se l eva vam do a l ista at é s eu fi m, se pr e o ced rá no mais do curto de te mp o as ua c on for maça o a à r e g ra de outro, de q ue to do s d eve ra os e r in te ira mn te rec cic la ave is, fr is o, in te ira que mente, en cão d eve m r es star, em p arte pe rig os ane m d eve o pro c esso da rec cic lage mc ria r, f az e r o u au m en t ra n ovo s pe rig os com san sab

Para isto as sociedades devem reunir, garantir a activar meios de investigação, produção e financiamento sector a sector ou mesmo produto a produto, caso eles não existam ainda, e deverá ser entre todos na mesa da cas comum, um rigoroso plano calendário de execução com metas ousadas, na perspectiva do objectivo de tempo, que nos propormos para resolver as equações para as quais ainda nem temos resposta técnica, e que são sempre as mais morosas e difíceis de resolver, por essa mesma de sempre razão, pois nao se pode resolver o que ainda não se sabe como resolver

Para is to as soci e dad es de eve em r eu ni r, gara ab tir ira a ac t iva s r mei o s d e in v es t i g ac sao, por du sao e fi na n cia mn to sec tor a se c tor o um es mo por du to a pro du to, c as o el es n cão e x ist am a inda, e d eve rá ser en t re todos na mesa da ca s com um, um rigor os p l ano c la en da a rio de e x e c u sao com met as o usa da s, na per s pe c t iva do ob ject ivo de te mp o, q ue no s por rp rom o s para r es e o l vera s e q ua ç o es para as q u is a inda nem tem os r es ps ota tec nica, e q ue são se mp rea s mais moro sas e di fi ce is de r es solver, por ess a me s ma de se mp r e ra za o, p o is n º cao se r es sol v e o q ue n cão se sabe com o r es solver

Aqui vos deixo um exemplo que explica o como fazer, com o caso especifico dos sacos de plástico que tanto usamos, sabeis que por exemplo já é passível de os fazer, com pó de pedra, mas se depois dos cálculos das necessidade, que deriva tambem da quantidade que deles necessitamos, que pode ser tambem reduzida por educação comportamental, ou seja, campanhas explicando a verdade as gentes e dizem-lhes, pode usar por exemplo um saco com rodas quando vais as compras, que é seu e sempre o mesmo,

Aqui v os de ix o um e x e mp lo q ue e x p lica o com o f az e rc om o caso es pe cif i co dos s ac o s de p l as tico q e t an to usa mo s , s ab e is q ue por e x e mp lo j á é pa ss ive l de os f az e rc om pó de pedra, mas se d ep o is dos ca l c u lo s das necessidade, q ue de riva t am b em da q u anti id dade q ue de l es ne ce s sita mos, q ue p ode se r t am b em red u z id a por edu caçao com porta m en t al, o u seja, ca mp anhas e x p li can do a ve r dade as g en t es e di ze m do delta traço ingles h es, p ode usa r p o r e x e m p lo um s ac o com roda s q u ando v a isa s co mp r a s, q ue é s eu e se mp reo me s mo,

Agora imaginemos que começamos todos a produzir sacos a partir das pedras reduzidas a pó, e que a necessidade é de tal forma elevada, que iríamos continuar a comer as montanhas para os fazer, que como sabem são seios da mae terra de onde sai um precioso leite dos masi puros, a agua mais pura que nasce nas fontes subterrâneas das montanhas, lá estaríamos de novo a fazer a mesma asneira

Agora ima g ine ms s o q ue com eça mo s at o do sa pro du zi r s ac os a par tir das ped ra s red u z id as a pó, e q ue a necessidade é de t al forma el eva ada, q ue iria mos conti n ua ra co mer as montanhas para os f az e r, q ue com o s ab e m são seio s d a mae terra de onda s a i um pre cio s leite dos ma si p u rosa agua mais pura q ue na sc en as fontes s ub tar ra en as das mo in t anhas, l á est aria mo s de n ovo a f az e ra me s ma as ne ira

Portanto uma forma criativa de obter o que aqui neste produto necessitamos para o produzir, será por exemplo usar o vulgo entulho das habituações e construções que sempre vamos destruindo e que geralmente vazamos nas paisagens, é com soluções desta natureza, integradas, e transistemicas, ou seja que olhem para outros problemas da mesma equação, que se pode nas vezes em que fazemos bem a receita, resolver até mais de que um problema de cada vez

P o rta n to uma forma c ria t iva de ob t er o q ue ki nest pro c u do q au i ne ce s sita mos para o pro du z i r, se rá por e x em p ç lo usa ro v u l g o e n t u l ho da s h ab i t ua ç o es e co sn t ru ç o es q ue se mp r e va sm os de s t rui indo e q ue ge ra l e mn te v az amo s na s pa isa ge ns, é com sol u ç o es de s ta na ti r e za, in te g ra d a s, e t ra n sis te mica s, o u sej ki ue o l he m para o u t ros po r b l ema s da me sam e qua sao, q u se p ode na s v e ze s e m q ue fazemos b ema rec e it a, r es solver at é mais de q ue um pro b l ema de c ada v e z

E burros seriamos e sermos, se por exemplo para resolver o problema dos plásticos no sacos, nos puséssemos todos a fazer sacos de pó de pedra, pois sempre é burro e perigoso, substituir um problema com uma só solução, quero com isto relembrar, que masi seguro é sempre , encontrar outras formas de fazer sacos e as ir tambem fazendo, pois a diversidade é sempre factor de riqueza, e até de garantia de segurança

E birros se ria mose ser mos, se por e x e mp lo para r es solver o pro b l ema dos p la s ticos no s ac os, nos p use ss emo s todos a f az e r s ac os de p ó de pedra, p o is se mp r e é b uu ro e pe rig os, s ub s titu i rum pro b l ema com uma s ó sol u sao, q u ero com is to r e l em br ar, q ue masi seguro é se mp r e , en c on t ra ro u t ra s formas de f az e r s ac os e as ir t am b em fazendo, p o isa di ve r sida dade é se mp r e f ac tor de riq u e za, e at é de gara n tia de segur ança


As aguas que usamos nas casas tem que ser separadas, em função do seguinte critério que deriva da nossa própria natureza e da natureza das nossas precisoes, e do que reciclamos e produzimos daquilo que consumimos

As aguas q ue usa mo sn as ca sas te m q ue ser s epa ra da s, em fun sao do se gui n te c rit é rio q ue de riva da n os sa pro p ria nat ire za e da nat ur e za das n os sas pre c is º o es, e do q ue rec cic l am o s e pro du z imo s da u i lo q ue co ns u mimo s

Relembrando o básico sobre o nossa própria natureza e forma como o corpo é e funciona que é a regra e a pedra angular do desdobramento neste caso

R el e brando o ba sico s ob reo no s sa por pr ia nat u r e za e f om mr ac omo corp o é e fun c ima q ue é ar e g ra e a pedra da in g k l es a gula r do de sd o br am en to neste caso

As coisas entram em nosso corpo, pela boca, alimento, pelo nariz e pele, o respirar , pelas orelhas, o ouvir, pelo espírito a alma e o pensar e saem pela pele o ar e a agua que tambem entra, e a digestão separa resíduos mais ou menos sólidos dos mais líquidos, tendo nós cada um, duas canalizações que no final do seu percurso até o fora , garantem e as transportam em forma separada em seu desaguar

As co isas en t rem em n osso corp o, pe la b oca, al i m en to, p elo na riz e p el e pele, o r ep pi s ra , pe l as orelhas, oo u vi r, p elo es pe rito a alma e o pen sar e sa em pe la pe la o ar e a agua q ue t am b em en t ra, e a di g es tao s epa para r es si di du os masi o u m en os sol id os dos masi li q u id os, t en do nós c ada um, du as can l iza ç o es q ue no fi n al do s eu per curs o at é o f o ra , gara n te me as t ra sn porta am em forma s ep ar ad a em s eu de sa g ua r

Na extensão do nosso corpo a que chamamos casas, temos aguas que ficam mais sujas e outras mesmo sujas depois, consoante a natureza da utilização que lhes damos, e sendo que misturamos ainda por questão de limpeza, os resíduos mais sólidos com agua, e em muita quantidade a cada descarga, e sendo que é fundamental nas descargas, duas coisas desde já fazer, primeiro poupar agua, depois imaginar se não existem outras soluções que a reduzam ainda mais o consumo que com elas fazemos, e deverá tambem desde já ser criada um linha de credito de investimento com vista à poupança, como a que se falou para as torneiras, para rectificar todos os autoclismos com a função de poupança como já existe o se possível melhorada

No e x t en sao do n osso cop ro a qui do q uec h am os ca sas, te mos aguas q ue fi cam ma si sw s u j az se o u t ra sm en s o s u jo s d ep pi s d a u tili iza sao q ue l h es dam os, e s en do q ue mi st ur ramos a inda por q eu s tao de l i mp e za, os r es sid u os ma si sol id os com agua, e mui t a em c ada de s carga, e s en do q ue é fun dame n t al na s de sc ar h gás ,m du as dc o isa f az e rp rime rio poupar agua, d ep o is ima gun ar se n cão e x s argento is te mo u t ra s sol u ç o es q ue a red uza am a inda mais o c on sumo q ue f az emo s nas de sc ar gás, as si m d eve rá t ema ab em de sd e j á se r c ria ada um l in h a d e c r ed i to de p o up ança, com o a q ue se f al o u para as tor ne ia s, c om v ista a rec tif i car todos ao au to c lis mo sc om a f un sao de poupa ança, com o j á e xis te m

Quando relembro que poderemos e deveremos ainda masi avançar tecnologicamente neste poupar do sangue tao precioso que e a agua, falo das duas vertentes que já outrora aqui abordei, ou seja , redimensionar o principio da etar, no sentido lado do termo, tratamento, à escala da habitação, nomeadamente na componente dos processos de biodegradaçao, e dos enzimas que o fazem, e relembro especificamente os que desaparecem depois de terem a barriguinha cheia, sem se reproduzirem, sendo que não se deve esperar estes desenvolvimentos para actuar no que já é passível de actuar, e sendo que o investimento publico deve garantir verbas para esta investigação e o que dela poder sair em termos de necessidade de produção, esta é tambem uma área prioritária na perspectiva que todos devemos assegurar os investimento naquilo que consideramos fundamental, neste caso, a saúde de todos e de cada um

Q v ua ando r el em br o q ue p ode remos e d eve remos a inda masi ava n ça r tec no loi gi cam net neste poupar do san g ue tao pr e cio s o q ue e a agua, falo da s du as v e r t ene y ts q ue j á o u t ro ra qui ab r de i, o u seja , red di m en sio n ar o p rin cip i o da e t ra, no s en tid o lado dao t r en mo, t rata m en to, à es cala da h ab it ac sao, noe ema dam n te na com p one n te dos pro c esso s de bi ode g r ad a sao, e dos en z imas q ue o f az e me r el em bro es p e cif i cam nete os q ue de sapa recem d ep o is de t e rm a bar rig u in h a che ia, se m se r ep ro du z ire ms en do q ue n cão se d eve es pera r est es de s en vo l vie mn to s para ac tura r no q ue j á é p ass iv e l de ac tura, e s en r do q ue o in v es tim e n to publico d eve gara toi r v e r b as para e sta in v es ti g ac sao e o q ue de le p ode r sa ire m te rm s ode necessidade de pro du sao, e sta é tam e b m uma a rea p rio rt aria na pere s p e ct iva q ue todos d eve mos as se g u r ar os in v es tim en to na q eu i lo q ue co nsi e ramo a s f un dam en t al, neste caso a s au de d e todos e de c ad a um

No sua da agua em casa temos ainda, as aguas dos banhos que são provavelmente as que menos poluição recebem, depois as que usamos para lavar a loiça, manualmente e mecanicamente, e outras, que usamos para lavagens várias, e rega

No s ua da agua em c asa t emo s a inda, as aguas dos ban h os q ue são pro ova ave le mn te as q ue m en os pol u i sao rec e be m, d e p o isas q ue s usa mo s pa ra l ava ra loi ca, manu ua ia le mn te e meca nica que mente, e o u t ra s, q ue usa mo s pa ra l ava gn ne s v árias, e r ega

Em função de uma escala de poluição que no uso desta aguas obtemos pelas formas em que as usamos, então que se faça o calculo, do que vale a pena separar em trenos de veias e desaguamento, sendo que parece logo obvio, que tal será de fazer as dos banho, pois de alguma forma reproduz o que o nosso pequeno corpo faz, e sendo que sabonetes e coias que tais, devem ser analisados á lupa para ver dos melhoramentos que se poderão fazer no sentido de diminuir a poluição que causam

Em f un sao de um es cala de polu i sao q ue no s us o de sta aguas ob te mos pe la s formas em q ue as s usa mos, en tao q ue se f aça o ca l c u lo, do q ue vale a p en a s ep ar a rem t r eno sd eve ias e de sa g ua m en to, s en do q ue pa rc e l ogo ob vi o, q ue t al se rá de f az e ra s dos ban h o, p o is de q a l gum a forma r ep rod u zo q ue on osso pe q u en o cop ro f az, e s en do q ue s ab one nete s e co ia s q ue tais, d eve em ser ana l iza do s á lupa pr a ve r do s me l h or ant os q ue se p ode ra o f az e r no s en ti do de di min u ira polu i sao q ue ca usa sam am

Outro principio urgentíssimo, que se deduz de natureza do corpo e do lugar onde viemos, que é a terra, é que o que de cada um sai deve voltar ao leito da terra e não ao mar, como hoje ainda temos os tubos submarinos que descarregam os esgoto no rio tejo, salvo erro a cento e cinquenta metros da costa e em noventa e cinco batíamos todos palmas por assim faze-lo , muito contentes do tamanho do falo que tínhamos construído para os esgotos desta cidade, falo que acrescente-se em abono de verdade, que verte não vida, mas morte

O ur ro pe ric ni ip p o ur g e n t iss imo, q ue se de 3 d u z de nat u r e za do corp oe do lu g ra onda vi e mo s, q ue é a terra, é q ue o q ue dec ada um sa id eve vo l t ra ao lei to da terra en cão ao mar, com o h o je a inda te mo s os t ib os b uma rino s q ue de sc ar r ega am os es g oto no rio te j o, s al vo e r ro ac en to e c inc q u e n t a em t ro s da costa e em n vo net e c on co bat tia ia mo s todos palmas por as si m f az e do y t r aço in g l es de dez p rim e rio do circulo , mui to c on t en t es do tam na ho do falo q ue tinha mo s co ns t rui id o para os es g oto s de sta cidade, falo q ue ac r ec en te do y r aço da inglesa se em a bono de v e rda dade, q ue eve e rte n cão vi da mas mo rte

Todas estas substancias, liquidas ou menos liquidas devem ser de novo reintroduzidas nos solos e usadas como adubos, como sempre foram, e sendo que assim tambem se contribui com este fazer, para a diminuição do uso dos químicos

Tod as e sta ss ub stan cia s, li q e u id as o um en os li q eu id as de eve em ser de n ovo rei n t ro u di z da s no s sol os e usa da s c omo ad ub os, com o se mp r e f o ram, e s en do q ue as si m t am b em se c on t ri b u i com este f az e r, para a di minu i sao do us o dos q u micos

Terá portanto que se encontrar uma solução técnica para este fazer, estudá-la bem e proceder as obras necessárias, e sendo que muitas das que aqui neste texto estão, as que se podem fazer desde já deverão integrar o caderno de encargos da recuperação das habitações das cidades e vilas que vamos agora fazer, com base no dinheiro do orçamento comum, e na forma em que em geral já falamos, ou seja da verba dos quase seiscentos milhões para obras, primeiro separa-se a verba real para a necessária manutenção das obras que já existem, como por exemplo pontes, a ver se masi nenhuma cai, rectificação definitiva dos pontos negros da estradas, e outras que se considerem prioritárias, como garantir que os meninos nas escolas tem o que necessitam e nao rapam frio e se comem bem, pequenos almoços incluído

Te rá p orta n to q ue se e cn o n t ra uma sol u sao tec nica para este f az e r , est u d á do traço ong l es la b em e pro ced e ra s ob ra s ne ce s sária se s en do q ue mui t as das q ue aqui nest e te x to es tao, as q ue se p ode m f az e r de sd e j á d eve ra o in te g r aro cade r no de enca argo s d a rec u pera sao das h ab ita cio es das cidade se vilas q ue v am os agora f az e rc om base no din he rio do orça em n to com um, me na forma em q ue em ge ra l j á fala mo s, o u seja da v e rba do s q ua ase sei s x centos mi l h o es para ob ra s, p rim e rio s epa para do traço da inglesa sea ave rba r e l a para a ne ce s sária manu t en sao das ob ra s q ue j á e x us te mc omo por e x e m p l o pontes, ave r se ma si n en h uma cai, rec tif i caçao de fi ni t iva dos pontos ne g ros da e ts rada se o u t ra s q ue se co nsi de rem p rio rt titã ria s, com o gara n tir q ue os m en ino s n as e c ol as te mo u q e ne ce sis ta en º ao ra p am fr i o! pe q u en os al moço s in c lui id o!

O remanescente será então dividido proporcionalmente pelas cidade se vilas usando como calculo a função do numero de habitantes e sendo que em relaçao as gerais, não checará somente o dinheiro, pois como se sabe os organismos que deviam velar sobre esta matérias, foram esvaziados e substituídos por ar e vento, assim caiu tambem a ponte, ou seja a incúria, o mal pensado, o mal administrado e o pior feito proporciona a desgraça

O r ema ns cente ser + a en tao de iv id o por rp rocio na al que mente por cidade se vilas usa n do co mo ca l c u lo a fun sao don um ero de h ab ita n te s es en do q ue em relaçao as geri a s, n cão che r a rá s om en te o din he i rp o is com o se s abe, o sabe, os organismos q ue d eve iam v e l ar s ob re e sta am té ri as, f o ram es av z iad os se s us sb ti u id os por ar e v en to, as si m c ai u t am b em a ponte, o u seja a inc u ria e o ma al fe i t o pro por v cio em aa de sg r aça

Bom, agora a parte chata, pois desde aquele infeliz quadro que já em seu principio aqui comentei, da tomada de posse do tal senhor contra os cataclismos e terrorismo, que uma serie de fios e leituras apontam mesmo um, e se bem que sua natureza , o que até agora se desvelou, foi um clássico, de outro genero poderá ser, e sendo que uma data logo se juntou e foi confirmada, até ao momento por duas vezes como sendo principio de março, portanto seria de toda a conveniência que as obras e reforço de estruturas das casas e habitações em lisboa, fosse feita até final de fevereiro, o que parece ser quase impossível, pois como diziam os senhores em programa sobre construção, só a porcaria da burocracia tornaria esta operação neste tempo, impossível

B om, agora a per te c h at a, p o is de sd e a q eu le in fe liz q ua dr o q ue j á em s eu p rin cip i o aqui com en te id a tom ad a d e p os se do t al s en hor c on t ra os cat ac lis mose te rr ori s mo, q ue uma se rie de fi o se lei turas ap on tam me s mo um, e se b em q ue s ua nat ur e za , o q ue at é agora se de s v e lou, f o i um c l ass sico, de o u t ro g ene ero p ode rá ser, es en do q ue uma data l ogo se j un to ue f o i c on fi rm ada, at é ao moe mn to por du as v e ze s c omo s en do p rin cip i ode março, porta n to se ria de toda ac on vine i en cia q ue as ob ra s e r e for sao de est ru t ira s d as ca sas e h a b it a ç o es em l is boa, f os se fe i ta at é fi n al de f eve rei iro, o q ue pa rc e se r q use i mp os s iv el, p o is com o di z iam os s en hor es em pro g rama s ob r e c o ns t ru sao, s ó a por rc aria da b u roc rac cia tor n aria e sta opera sao neste te mp o, i mp os s iv el

Bem entendido as coisas, e ainda não tendo tido o tempo para detalhar a visao no que se apresentou no vivido, das duas uma, ou cruzamos os braços e ficamos a ver na esperança, que sejam só uma bombinhas, se calhar até em outro lugar, ou então nos lançamos a obra com um plano inteligente e de emergência

Be m e m di id dn do as co ia s,e a inda n cão t en do t id o o te mp o para d eta ç hara visao no q ue se ap r es n to un o v iv id o, da s da us uam, ou c ur z am os o s b r aços e f ci cia mo s a ve r na es pe r ança, q ue se j am s ó uma b om bin h as, se cal h ar at é em o u t ro lu g ar, o u en tao nos l ança mosa ob ra com um p l ano intel i gente e de e mr gen cia

Por outro lado ainda se desvelou agora mesmo no piano dos dedos, que a visao foi vista pelo gn ima, ou seja a visao trás uma substancia partilhada, ou seja mais de que um desde já a viu e dela sabe

Por o u t ro lado a inda se e ds v e lou a g o r am es mo no p o ina o dos de o ss, q ue a visao f o i vi sta p elo gn ima, o u seja a visao t rá s uma s ub stan cia p art ilha ada, o u seja mais de q ue um de sd e j + a av vi u

Em meu ver, e visto que sempre se terá de as fazer, e que é sempre melhor prevenir do que remediar, e se tudo ao chao fora aqui parar, mais difícil será reconstruir, pois menos vidas, sempre menor possibilidade de riqueza, vide a historia, para o entender ou melhor, para o confirmar, então é de se avançar, sendo que ainda trazemos agravante de começar agora o outono e depois ainda vir o inverno, o que mai dificulta a festa

Em m eu v e r, e vi s to q u y e se mp r e se te rá de as f az e r, e q ue é se mp r e m e l hor pr eve ni r do q ue r eme dia r, e se tudo ao chao f o ra aqui para r, ma si de i fi c l se rá rec o ns t rui rp o is m en os vi da s, se mp rem en o r p os sibil li dade de riq e uza, v id e a hi s tor ia, para o en t en de ero ro u m e l hor, para o c on fi r mar, en tao é de se avança r, s en do q ue a inda t ra ze mos a g rava van te de com e ç ar agora oo u ton o e d ep oi s a inda v iro inverno, o u q ema mai di fi c u l t aa f e sta

Linhas gerais, que agora não trago masi tempo, partimos do principio que a habitação a partir de sessenta foi obrigada por lei a ser feita em modo anti sísmico, e partimos tambem do principio que isto é um pais onde os bandidos andam a solta

Linhas ge rai s, q ue agora n cão t rago masi te mp o, par tim os do p rin cip i o q ue a h ab i t a taçao a par tir de se s senta f o i ob rig ad ap o r lei a se r f e i ta em modo an ti sis mico, e par tim os t am b em do p ron cip i o q ue is to é um pa is onda os bandidos anda dam am a sol t a

Depois temos o lnec, que sabe destas matérias porque sempre as estudou e portanto deverá encabeçar a parte cientifica da operação

D ep o is te mos o l ne ct, q ue sabe de sta s maté ria s p o ru q e se mp rea s est u do ue porta n to d eve rá enca beça r a p arte cie en tif i ca da opera da sao

Reforço de estruturas nas habitações mais antigas da cidade, é o que parece ser prioritário, usando soluções que sejam tecnicamente viáveis e eficientes em relaçao ao grau de protecção que se almeja e que já foi quantificada em estudos que existem em gavetas a mil anos atras, e que as soluções técnicas a adaptar sejam financeiramente as mais económicas possíveis

R e f orço de est ru ti iras nas h ab it a º ç o es masi ant i gás da cidade, é o q ue per ce ser p rio rita rio, usa sand o sol u ç o es q ue se j am tec cin mane te v ia ave is e efe cie en te s em relaçao ao g r au de pr t ec sao q ue se al me j a e q ue j á f o i q u na tif i c ada em est u d os q ue e xis te m em g ave eta sa mi l l ia s at ra s, r ki e as sol u ç oe s t ec nica s a ad p at ar se j am fi n ce i ra que mente o masi e co on mica s p os s iv e is

Sobre encomia temos pelos dois financiamentos em cima da mesa, primeiro pelo orçamento nas condições em que já vos falei e justifiquei, dois, a própria cml está negociando dois grandes empréstimos bancários com instituições europeias e depois temos os bancos e ainda o tal fundo da garantia das garantias de todos a todos e se faltar que se o vá pedir até a china se for caso disso, se rasga já, a parte do livro do pac, sobre a limitação do leite das amadas vaquinhas e se leva lá bom leite nacional, o que só é mau exemplo, pois levar leite até a china ainda hoje demora o seu tempo, mas se levará outra coisa qualquer, sendo que quando não precisar-mos mais de petróleo, se usarão os pipelines, que são belas veias, para transporta-lo ou transportar agua a onde ela falta, até salgada se for preciso para fazer cultura de bacalhaus no meio do Saara, com a orientação da Noruega, e da Islândia, que ambos se deveriam ajudar neste concreto, assim o apelo ao amado Rei Gustavo,

S ob r e e c n o mia te mo s p elo s do is fi na cia mn to s em c ima da mesa, p rim e iro p elo orça m en to nas condi di ç o es em q ue j h a vo s g f al lei e j us ti f i q eu id o isa pro rp ia c ml e stá ne g o cia n dodo is g rand es e mp r es tim os ban ca riso com in s titu i ç o es eu rop pei a se d ep o is te mo s os ban co se a inda o ta l f un dada gara n tia das a g r antas de todos a todos e se f al tar q ue se o v á pe di ra té ac h uma se for caso di ss e os e ra sg a ap arte do livro do p ac, s ob rea li mi taçao do leite das am ada s v a quin h as e se l eva l á b om leite na cio n al, o q ue s ó é m au e x m ep li, p o is l eva r leite at é a c h ina a inda h oje demo ra o s eu te mp o, masse l eva rá o u t ra co isa q ual q eu r, ss en do q ue q ua ando n cão pre cisa r do traço ingles y mos masi de pet rol leo, se usa ram os pipe pie l ine es, q ue são be l as veias, para t ra s p orta lo o u t ra sn por tar agua a onda el a f al t a, at é salgada se for pr e c is o para f az e rc v u l tura de b aca l h au s no meio do sa hara, com a o rie en taçao da nor u ega, e da i sn l an d ia, q ue am bd a s se d eve r iam a j ua dr nest e c on c r e to, as simo p elo ao am modo rei g us ra vo,

Nos bairros antigos, algumas casas estão mesmo desabitadas, outras com muitos pouco inquilinos muito crescidos como sabemos, então que assim se pense

No s ba i rr os anto god ds, al gum a sc a sas es tao me s mo de sabi t ad as, o u t ra sc om mui to s p o u co in q u lino s mui to c r es cid os com o s abe mos, en tao q ue as si m se p en se

Nesta rua existem trinta prédios de cada lado, mas as gentes que aqui habitam, só ocupam um terço delas, se calhar mais vale mudá-las dentro da mesma rua, mantendo so prédios encostados inteiros pois junto se reforçam tambem entre si, e os outro demolidos e criar pequenos relvados ou mesmo jardins, e de uso na perspectiva de estruturas comunitárias, como pequenas etar, à escala e na escala da rua sendo que os terrenos assim obtidos serão públicos, sem obviamente alterar a traça arquitectónica que caracteriza estes bairros, estou pensando em alfama que é bela por ser como uma serpentina sem ângulos rectos na disposição geográfica das casas, ao contrário do bairro alto todo ele já do tempo da geometria regular

Ne sta rua e x site m trinat pr é di os dec ada lado, mas as g en te s q ue aqui h abi tam, s ó o cup am um te rc ço de l as, se c al h ar masi vale mu d á do traço ingles de l as den t rod da me s ma rua, man te n do so pr e di os en co ns t ado in te iro s p o is j un to se r e for orca ç am t am b em en t r e sie os o u t ro demo li l os e c ria r p e q eu no s r e l v ad os o u me s mo h j ar di sm , o u q ue n uma p rim e ira f ase fi q eu m me s mo li v r es e d e p o ise p en sa o us on a per rp es ct uva de est ru t r ur rt as om uni ta a p s oto lo serpente ria s, o u o u t ro us os, com o pe q e u nas eta r sn a es cala à rua s en do q ue os te rr eno s as si m ob tid os são pub lico ss em ob v ia mente al te ra r a t ra ç a ar qui tec ton i ca q ue ca rac te r iza est es ba i rr os, est o u p en san dao em al fama q ue e be la por ser com o uma ser pen t ina se m na gulas dez rec to s na di s p os siç sao geo g raf i ca das ca sas, ao c on t rá rio do ba ir ro al to todo el e j á d o te mp o da geo maçónico da te ria regular

No caderno de encargos a que concorrerem todas a firmas de empreiteiros e obras, de todas as dimensões, que pelo tamanho ninguém fique de fora, a não ser por incompetência,

No cade rm no de enca argos a q ue c on co rr r e ram todas a fi r mas de em pr e te it os e ob ra sd e tod as di m en s o es, q ue p elo tam anho ni gume fi q ue de f o ra, a não se r por inc om , pet en cia

Para definir os cadernos de encargo, temos que ver duas coias, primeiro estudar de novo o impacto do de mil e setecentos, que está felizmente bem documentado, a área a que chegou a agua ,e o território por onde ela entrou e se estendeu é bem conhecida, portanto deverá corresponder a intervenção no plano da faceta do maremoto que geralmente vem com tambem com o tremor, acrescido do um aumento de seu perigo, e aqui a porca torce o rabo, pois não trazemos medição de escala desse tempo, portanto que se jogue sempre com uma margem de seguro

Para d efe ni ros cade rm no s d e e cn argo, te mo s q ue ver du as co ia s , p rim e iro est u d ar de n ovo o i mp ac to do de mi ile sete c en to s, q ue e stá fe lei z que mente b em doc um en at todo , a a rea q ue che g o ua agua ,e o terri tor ia por onda el a en t ro ue se es t en d eu é b em c on he cida, porta n to d eve rá co rr es ponde ra in te r v en sao no p l ano da af c eta do mar meo oto q ue ge ra le mn te v em com t am b em com o t r emo r , a c r es cid o do um au m neto de s eu pe rig oe aqui ap o rca tor ce o ra bo, p o is n cão t ra ze mo s me di sao de es cala de s se te mp o, porta n to q ue se jo g ue se mp r e c om uma mar ge m do seguro

E mao de obra e calculo mao de obra para obras e seu tempo de prossecução , sendo a data limite de pelo menos a fase do reforço das estruturas, final de fevereiro, e não esquecendo que é preciso alterar as vias, de forma a que os meios de socorro possam nesse bairros entrar, pois se sabe hoje que alguns não conseguiram passar, em determinados incêndios, se der ainda na primeira fase, serão contempladas as obras de melhoramento e mais valia e poupança que temos vindo a falar, se não se poderem fazer numa primeira fase, se farão na fase seguinte.

E mao de ob ra e ca l c u lo mao de ob ra para ob ra se s eu te mp o de pr ess u co çao , s en do a ad at a li mit e de p elo m en os a f ase do r e for sao das e ts ru turas, en cão es q eu c en do q ue é pr e c is o al te r ar as vi as, de forma a q ue os mei s o sd e s oco r ro p os sam ne s se ba i rr os en t ra rp o is se sabe h o je q ue al g u ns n cão co nse gui iram pa s sar, em det r eni n ado s inc en di os, se d e ra inda , na p rim e ira f az e se ra o com te mp lada s as ob ra s de me l h o ra que mente e ma si v al ia e poupa ça q ue te mo s v indo a f al ar, se n cão se p ode rem f az e rn uma p rei me iro af az, se faraó na f ase se gui n te.

As forças armadas poderão disponibilizar meios e mao de obra tambem juntando-se assim a festa, pois uma festa convêm ser, para que as nuvens do ceu se desanuviem, pois assim se aumenta a possibilidade de tal não vir a acontecer

As f orças arma da s p ode rap di s p on i b il air meio s e mao de ob ra t am b em j un t ando do traço da inglesa lee se as sima f e sta, p o is uma f e sta c on v em ser, para q ue as n uve ns doc eu se de san u vie em, p o is as si m se au m en ta a p os sib i l i dade de t al n cão v ir a acontece r

Se for preciso ainda mais mao de obra para responder a primeira fase da obra, se acolhe quem chega nas casquinhas de nozes , com a contrapartida de lhes dar uma casa por família, nesse mesmo bairros, e em outros, pois como sabemos trazemos casas a mais e desocupadas, não só de construção nova como antiga, e sempre em forma distribuída pelos bairros, pois não pensamos em prisões ou em guetos, somos seres de liberdade e da inteligência livre

Se for pr e ciso a inda masi mao de ob ra para r es pe on de ra pr im e ira f az e da ob ra, se ac o l he q eu m che ega nas cas quin h as de no s , com a c on t r a p art id a d e l he s d ar uma cas por f ami l ia, ness e me s mo ba i r rose em o u t ros, p o is com o s abe mo s t ra ze mo s, ca sas a mais e de s o c up padas, n cão s ó de c on s t ru sao n ova com o anti g a, e se mp r e em forma di s t rio ub u id a p elo s ba i rr os, p o is n cão pen sam os em pr is o es o ue m g eu tt os, s omo s ser es de liber ad e ed a in teli h g en cia iv r e

Sobre o reforço da estruturas, por isso vos falava em gatos, que são para quem não sabe, uma antiga forma de reforço que consiste em travessar as paredes dos prédios com uma espécie de parafuso que atarraxa em duas porcas em cada lado, e que funcionam com uma espécie de tensores, ou melhor reforçam a descarga das tensões que se distribuem nas verticais, mas se a solução não for óptima sobre a maior segurança que deve ser almejada, se pode mesmo recorrer a vigas montantes até por fora das paredes desde que integradas arquitectonicamente, pois a mim não me escandaliza, que mantendo a traça em seu todo, no plano de pormenor, as paredes passem a apresentar estruturas como as antigas casas feitas em madeira, e até na madeira, onde tais elementos estruturais são assumidos arquitectonicamente, tambem mexer no que houver a mexer de telhados, e de humidade, porque nenhum de nós deseja ter infiltrações em suas casas, sobre tudo deixar aos mais crescidos assim não viver.

S ob reo r e f orço da est ru t ira s, p o r iss o v o s fla ava em gatos, q ue são para q eu m n cão sabe, uma ant o g a forma de reo f ç o q ue c on sis te em t ravessa ra s ap red es do s pr e dido com uma es pe ice de para fuso q ue at ar rac h a em du as p o rca se m c ada l a dao, e q w ue f un cio n am com uma es pe ice de t en sor es, o u me l h ro r e for ç am a de sc ra g a d a s t en s o es q ue se di s t rui ib eu m na s v e r ti cais, masse sea sol u sao n cão for op pt ima s o br ea mao r segur ança q ue d eve ser al em jad ase p ode me s mo rec or r e ra vi gás nona t ant es at é pro f o ira da a p ar red parede, es de sd e q ue in te g rada s ar q u tec ton i ca s, p o isa mim n cão me as can da l iza, q ue man t en do a t r aça em s eu tod, no p l ano d ep o r m en o ra s par de s pa ss ema ap r es en t ra est r u ra s c omo as anto gás ca sas fe i ta s em m ad e ira, e at é nba made ira, onda tais el em n to s es t ru rt tio ur asi são asus mi d os a rui tec toni ca m nete, t am b em me xe r n o q ue h o uve ra me ze r de tela hd os, e de h u mi dad es, por q ue n en h um de nós de seja te r in fil rt rações em s ua s ca sas, s ob r e tudo de ix ar ao am asi c r es c id os as si m n cão viver.

Um parte do dinheiro deve ser investido tambem na aplicação das novas tecnologias dos materiais que captam e transformam a energia solar, nas torneiras, nas canalizações que separam as aguas e recuperam os materiais orgânicos, e sendo que quanto masi engenhoso, no bom sentido da palavra se for, mais restará para estas partes, que são as mais valias importantes até para captar cidadãos para de novo viver na cidade, pois como sabemos trezentos mil já abandonaram lisboa, neste últimos anos

Um ap rte do di me hiro d eve ser in v es tid o t am b em na ap li caçao das n ova s tec tn o li gi as dos mate ria s q ue ca p t am e t ra sn forma a ene r g ia si l ar, nas tor ne ia s, nas c ana l iza ç o es q ue s epa ram as aguas e rec u pe ram os mate ria sis ao r g na cia s oe s en do q ue q au un t masi en g en h oso, no b om s en tid o da pala v ra se for, masi r es tará para e sta s pa art es, q ue são as masi v al ia s i mp orta n te es at é para ca pat ar cida da s opa ra de n vo viver na cidade, p o is com o s abe mo s t r e zen to z i l j á ab ban dom na aram l is boa, nest e u l tim os a ns os

E como não temos o tempo agora para desenvolver em produção , por exemplo a tal gelatina ionica, só mesmo fazer os iões se mexer por fricção de muito amor, ah quem me dera amada assim juntinho de ti estar, podemos ir buscá-los ao canada ou em outros lados que já existem e no entretanto parece ser lógico, pela imensa procura que vai haver, começar a produzi-los aqui, assim se aumenta a produção, a riqueza e empregos e se formam os embaixadores, para vender gelatina ionizada, com pregoes mais ou menos assim, vai o sol e sempre vem, parece outra coisa, mas é sempre a mesma, assim nada se estraga e tudo se compõem, oh belo freguês, é a energia baratinha, do amor do vai vem

E com on cão t emo s o te mp o agora para de s en volver em pro du sao , por e x e mp lo a t al ge latina ion nica, s ó me s mo f az ero s io es se me xe r p o r f ric sao de mui to amora h q eu m me de ra am ada as si m j un tinho de ti est ar, p ode mo s ir b us c á do traço ingles do l os ao can dao ue mo u t ros lados q ue j á e x is te me no en t r eta n to par e ce ser l o gi co, pe la i m en sa pro cura q ue eva i h ave rc ome eça ra pro du z i do traço ingles de l os aqui, as si m se au m en ta a p rod u sao os, a rique za e em mp regos e se for mam os em ba ix a dor es, para v en de r ge latina ion ni iza ada, com pr e goe es ma sio um en os as si m, v a i o sol e se mp r eve m, pa rece o u t ra co isa, mas é se mp rea me sa, as si m n ad ase es t ra g a e tid o se c om poe em, o h b elo fr e g u es, ene r g ia bara tinha, do amo r do v a iv em

A burocracia deverá ser tornado ultra simples para este fazer, deve quem dela trata na vertente da regulação e harmonização das partes e dos fluidos, aproveitar a oportunidade para criar as formas de tratar do que se trata neste campo em forma simples, para que assim seja para o amanha, e deverão haver bons e necessários capatazes, que saibam bem controlar execução de obras, dentro dos prazos e que trabalhem com linhas de tempo, as conheçam e as saibam usar

A b ur roca rc a id eve rá ser ton ado ultra s si mp lex para est e f az e, d eve q eu m de la t rata na v e rt en te da r e gula sao, ap rove it ar a oportu ni dade para c ria ra s formas de t rata r do q ue se t rata nest e cam poe m forma si mp lex, para q ue as si m seja para o am anha, e d eve ra o h ave r bi ns e ne ce s as ap oto lo da se pr en te da riso cap at az es, q ue as iba m be m c on t rola r e x e c u sao de ob r as, den t ro dos pr az o se q ue t ra b alhe m c om linhas de te mp o, as c on he ç am e as sa iba bam usa r

E não é que choveu enquanto este texto se escreveu, a melhor dizer, depois do seu inicio estar escrito

E n cão é q ue c h ove eu en q ua n to este texto se es c r eve ua me l hor di ze r, d ep o is do s eu in i cio e st ra es c rito

Ao senhor bandido da cml, folgo muito em saber que já sabe o que são as células foto eléctricas e que as vai por na cidade e regular melhor o fluxo, só tenho pena mesmo é da noticia não ter dito quanto assim se vai poupar, e tambem ainda não recebi, nenhuma carta sua com cheque do arranjo do carro da minha mae, e dos tres por cento durante o primeiro ano, sobre o que assim vamos todos economizar, sabe, passei outra vez no lugar, já se lá estampou mais um, assinatura é visível, diga-me uma coisa, trás o senhor ou alguém aí uma comissão nas oficinas?

Ao s en hor bandido da cml, s argento f o l g o m u i to em s abe r q ue j á sabe o q ue são as dc e lulas f oto el e t r 4 i cas e q ue as v aip o r na cidade e r e gular me l hor o flu xo, s ó t en ho p en a me s mo é da no tic cia não t r e dito q u anto as si m se eva ip poupa r, e t a m b em a inda n cão rec ce bi, ne h uma ca rta s ua com che q ue do ar r anjo do car ro da min h a mae, e ed os t r es por c en to du rn tae o p rim e iro ano, s ob r e o q ue as si m v amo s todos e c on o miza r, sabe, pa ss e i o u t ra ave z no lu g ar, j á se l á es t am p u mais um, a s sin at u ra é v isi v el, di g a do traço da inglesa me uma co isa, t rá s o s en h ro o u al g eu mai uma com miss sao nas o fic cn as da foc cie

l y z in nin g fl , gato for mula um

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