quarta-feira, dezembro 10, 2008



assim falava esta tarde a calçada do teu amor a mim , do meu amor a ti, amada,

Querida menina, foi assim, há uns dias que me ando assim a sentir alvoraçado, com o coraçao alvoraçado, como se estivesse apaixonado e eu que a amo, então me digo deve andar minha amada ao perto, e depois , veja lá, andava a pensar em hidroaviões com o seu nome, sendo que os ditos não se chamam nem assim, e quando ouvi seu nome, assim para mim me pus a pensar, sendo seu nome belo como quem voa e aterra nas aguas e no mar, e não sendo um hidroavião, será docinha como o mel, masi uma vez me u coraçao sentira que estavas para chegar, assim ele se alvoroçara, na antecipação do encontro, de repente dou consigo, na radio com o mesmo nome, meu coraçao, disse, será que já chegou, depois andava a pensar em mim, que se calhar eras escritora, e andava assim entretido em meu pensar, se calhar podemos trabalhar assim pertinho e assim posso sempre estar a olhar para ela, se calhar ela não gostará., e assim coisa de pensamentos apaixonados, que os amantes se entregam nas vezes mesmo antes de ao pertinho se começar, comecei a ouvi-la e meu coração começou a bater mais rápido,


Quadrado do eu rid am eni ina, forte do circulo do ia serpente do si maior homem do á un s dias quadrado da eu da me ando as sima serpente en tir alvor aç ado, com do circulo do cora sao de alvor aç ado, com circulo da se es cruz iv ess e ap a ix on ado e eu quadrado da ue primeira am circulo, en tão me di g circulo quadrado da eve anda rata da min di gi t al homem a am ad a ao per to, e d ep o is , veja primeiro á, anda ava a pen sar em hidra circulo da avio õ es com os eu no me, serpente en do q ue os ditos sn muitos cão sec homem amam ne mas si mec vaso ando circulo do vaso do vi serpente eu no me, as si maior do para da mim da me p usa p en sar, serpente do en do serpente eu no me segundo elo dez com circulo do q eu maior vo primeira e primeira terra na serpente das aguas e no mar, en cão serpente do en do primeiro hi dr o avi cão, se rá doc cinha com o om el, masi uma vez me vaso do cora sao serpnete en cruz do ira que est ava serpente para che gato da ar, assim ele se al av circulo do ra cara, na ante cip a sao do en circulo em cruz rode rato da ep en te do vaso dc circulo em sig em p rie mira ra di circulo do com o me serpente do mono me, meu cora sao, di ss e, se rá q ue j á che gato do circulo do vaso dep o is anda ava a pen sar em mim, quadrado da ue se calha rato e ra serpente es circulo do rito ra, e anda ava as si maior do en t rato da eti do em meu p en sar, se calha rp da ode demos cruz do ra bala homem da ar as si maior do per tinho e as si mp osso se mp rato e es cruz ra a circulo do primeiro do homem da ar para ela, sec primeiro a homem ra el e cão gato os tará., e as si mc o isa de p en sm netos ap a ix on ado s, q ue os am antes se en t r ega am nas v e zé sm es mo ant es de ao pet in ho se com e se rato, com e ceia circulo do iv do traço da inglesa primeira e meu cor sao com e ç o ua bat re maís ra pido,

E depois querida menina, ou mesmo antes, para lhe ser mais claro, andava em mim um contra, um contar que um escritor que tinha convivido com sá carneiro e a snu abecassis, deles contava que passavam as tardes em seu amor, deitados numa alcatifa a namorar e eu quando assim ouvi, me lembrei de como é bom assim viver, a namorar, com nossa amada ao pertinho, sabe, ausência, estou em cheio dela

E dp o is q eu rid a m en ina, o um es mo ant es, para l he ser mais c l aro, ana ava em mim primeiro contra, um c on tar q ue um es c rito tor q ue tinha c on v iv id o cm as care miro e a sn u ab eca s sis assis, de l es c on t ava q ue p ass ava am as t ard es em s eu mao r, de it ado n uma al cat i fa, e eu q u ando as si m o u vi, me l em br ei de c omo é b om as si maior do viver, ana mora rc om no s sa am ada ao per tinho, s ab e, asus en cia, es to ue m che i ode la



Andava alvoraçado e preocupado pois me dera conta de como fora bruto, ao dizer-lhe o que lhe disse, nas ultimas linha que a si escrevi, quando lhe respondi, o que pelo espirito escutara, pois lhe dissera, se me amas, como o sabes, então como disseste abandona o teu grupo, depois entristeci por dentro, pois se calhar nem necessidade haverá disso, minha amada, a inteligência do amor, não quer nunca que a amada seja amputada em relaçao às suas amizades, uma solução sempre se encontra, mas terás sempre que te separar num primeiro instante, o instante de partir e a meus lábios chegar, se não, não te encontro, eu quietinho estou pela tarde fora à tua espera na praia do amor e faz frio neste prenuncio luminoso de outono, as folhas continuam a cair

Anda ava al vo ra ç ado e pr e o cup ado p o is me de ra conta de com o f o ra br u to, ao di ze r do traço dol j he o q ue l he di iss sena sul t ima s linha q ue a si es c r e vi, q u ando l he r es pon di, o q ue p elo dez es pei rito es cut a ra, p o is l he di ss e ra, se me am as, com oo s ab es, en tao com o di ss este a ab n dona ot eu g rup o, d ep o i en t r es teci por d en t ro, p o is se cala h ra ne m ne ce ss id ad e h ave rá di ss o, min h a am ada, a intel i g en cia do amo rn cão q eu rn unc a q ue a am ada seja am a puta ada em relaçao às s u as am iza d es, uma sol u sao se mp rese en c on t ra, mas te rá s se mp r e q ue te s epa tara mn um prime iro i s n t ante, o i n s t ante de par tir e am e us l ab ios chegar, se não, não te encontro, eu qui tin ho es t up e la trade f o ra à t ua es pera na pr ia do a mr oe f az fr rio nest e pr en unc i lu mino s ode o u t un o, as fo l h as conti n uam a ac air

O primeiro dos seus fios veio por uma voz, ah uma voz assim docinha e baixa, em espanhol perfeito como segunda lingua, assim se adivinhava, pareciam cachos a descer suavemente em leves espirais, doce e calma, eu a me dizer, esta rapariga ama o mundo, conhece mundo pois isso mostra quem outras línguas bem fala, esta rapariga é amável e amante, depois lá saiu numa altura um fio de um outro acento , de outras paragens mais a norte da família do compositor que alma ali ao instante eu si pressenti, uma rapariga viva que vive, coisa boa mesmo muito boa, escritora , falava de seu livro, neta de um avo muito curioso , viajador e conhecedor, e punha logo o dedo na ferida face à imagem dominante e pervertida que aqui pelo cinema americano tínhamos da princesa, sissi,

O prime iro do s se us fi os veio por uma v oz, a h uma v oz as si m doc in h a e ba ix a, em es pan hol pe rf e i to com o se gun da lin g ua, as si em se ad iv vinha ava, par e cia am c ac h os a de sc e r s ua ave que mente em l eve s es pi rai s, do ce e c al ma, e ua me di ze r, e sta ra pa rig a am a o mundo, c on he ce mundo p o is iss o mo st ra q eu m o u t ra s lin g ua sb em fala, e sta ra pa rig a é am ave l e am ante, d ep o is l á sa i u n uma al tura um fi ode um o u t ro ac en to , deo u t ra s para rage ns mais isa no rte da f am í l ia do co mp o si tor q ue alma al ia o ins t ante eu si pr ess en ti, uma ra pa riga v iva q ue v iv e, co isa boa me s mo mui to boa, es c rio t a , f ala ava de s eu l iv ro, neta de primeiro avo mui to c ur rio s o , v aia jad o rec on he ce dor, e p un h a l ogo o dedo na fe rid a face à i mage m do mina te e per vertida q ue aqui p elo dez cin ema am ari cano tinha mo sd a p rin sc e z asis si,


evocara minhas palavras recentemente a imagem de sissi, uma outra sissi, aqui legada a dança, e duas picadelas, um vidro, um pedra lápis lazuli, e uma outra, com o cotovelo dos óculos em cor de parta, os óculos que comprei no dia em que me atacaram com quatro circulos, como tem atacado a mais, vide a historia da partimpim, a qu no entretanto se juntou já e somou, uma outra linha bem mais negra por detrás, a imagem de uma antiga guerra entre as tribos de israel, uma guerra que começou por que uma filha de um homem respeitado, foi violentada toda a noite por um grupo de homens e acabara por morrer, e assim se levantaram as armas, de repente a historia descrita , se torna bem mais solida, o coração se escurece neste entender, as eventuais responsabilidades se alargam, este drama, que foi real, e pode de novo em parte a ser de novo, encaixa numa linha que passa de novo por israel, por uma rapariga presa por não querer ir para o exercito e para a guerra, pois prefere a paz, a filha de um respeitado guerreiro de israel, este é o caminho de israel, do novo Israel, os seus filhos preferem sempre a paz, nem nunca foram os árabes que mal fizeram ao povo judaico, se compararmos com outros e a qualidade dos métodos usados, antes passa por lisboa, uma imagem de vesica verde esmeralda, e um outra pedra com um outro significado, o olho, o olho da kabila, uma outra mulher que se auto laqueara, viera com estranha linha, depois uma parede apareceu na aparência metralhada num telejornal, são tantas, tantas vezes, que pode ser uma imagem de hoje, como de ontem, depois resposta, sempre assim desde que os filhos da geração que retornou chegou de novo aquela terra e depois se dera o atentado na india

evo cara min h as pala vaso ra s rec en te mn tea i mage m de sis si, uma o u t ra sis si, aqui le gado a dança, e du as pica de l as, um vi r dr o, primeiro da pedra l ap i s l aza li, e uma o u t ra, com o c oto v elo dez dos o c u l os em cor de pa rta, os o c u l os q ue com mp p rei no dia em q ue me at aca ram com q ua t ro cir irc u lo dez s, com o te m at aca ado a mais, vide a hi s tor o ad a par ti mp ima q un o net rt ant o se j un to u j á e sm o u, uma o u t ra linha b em mais ne g ra por det ra sa i mage m de uma ant toga guerra en t rea s t rib os de is ra el, uma guerra q ue com e ç o u por q ue uma fil h ad e um home r es pei t ado, vo iv i one net ad a toda a no ite por um c on n to de h ome ns e ac ab ra por mor r e rea ss em se l eva van ta ram as ar ma s, de r ep en tea h s ot iria de sc rita , se tor na b em mais sol id a, o cora ç º sao se es c u rec en este en t en der, as eve en tua si s r ep ponsa bei li id dade s se al aa r g am, este dr ama, q ue f o i real, e p ode de n ovo em p arte ase r de n ovo, en caixa dn uma linha q ue p ass ad e n ovo por israel, por uma ra par riga pr es ap por n cão q eu re r ir para o e x rec i to e para a guerra, p o is pr efe rea p az, a fil h ad e um r es pei t ado g eu r rei iro de israel, este é o ca minho de is ra e l, do n ovo is rale, os se us fi l h os pr efe rem se mp rea p az, ne m n unc a foram os r ab es q u ema al fi ze ram ao p ovo ju d aico, se co mp ar armo s com o u t rose a q ua li dade dos met o do s usa do s, ant es p ass ap por l is boa, uma i mage m de v e sica verde es mer alda, e um o u t ra pedra com um o u t ro si gn i f i cado, o olho, oo l h o da ka b ila, uma o u t ra mul her q ue se auto laque ra, viera com es t r anha linha, d ep o is uma pa ra de ap arc eu na ap ar en cia met r ala h ad num te l ç e jo rn al, são t anta s, t anta s v e ze s, q ue p ode ser uma i mage m de h oje, como de on te m, d ep o is r es posta, se mp rea ss em de sd e q ue os fil h os da ger raçao q ue r e tor no u che g o u de n ovo aquela terra e d ep o is se d e ra o a t en t ado na india


a outra menina que consigo falava, era espelho da inteligência um pouco precipitada e de repente aquilo parecia trazer um tom de quase indução, a menina mudou sua atenção, talvez o culpado tenha sido eu, que daqui ao ouvi-la lhe enviei um beijinhos borboletas para que pousassem em suas costas como beijos, fora o desejo e a forma de a cumprimentar, por uma , ou as duas, a menina como se engasgou, assim me parecia, até vos ouvir mais tarde pelo espirito dizer, que eu bem te dizia, como o ar andava por aqui muito poluído e malcheiroso, fica sempre o coraçao contente quando nos agradecem da verdade que por amor damos e vamos, conselhos que nunca se dao, devem ser sempre bons e de utilidade de protecção, assim vai o Amor, que o Amor Protege, e um beijo borboleta que se envia e numas costas pousa, nunca fez mal a nada nem ninguém, se o sentiu menina, então sentiu meu amor a si, contudo um outro elemento dissonante no cenário ao pé de si se insinuara, talvez seja este que a menina sentiu, umas botas pesadas que me lembraram de imediato tropas e nazis, passaram no espaço onde a menina se encontrava a ser entrevistada, aí me dei conta que não estava em estúdio, se calhar no local onde depois começaria o concerto, menina pousou, naquele escutado,

a o u t r sm eni nina q ue c on si g o f ala ava, e ra es pe l ho da intel i g en cia um p o u co pr e cep pit ad a e de r e pen tea q u i lo dez par ceia t ra ze rum tom de q u ase indu sao, a me nina mu do us ua a t en sao, t alve z o c u l pad o t en h a s id o eu, q ue da q eu ia oo u vi do traço ingles l a l he en v e i e um bei j in h os bo rb o l eta s para q ue p o usa ss em e ms ua sc o ista sc omo bei j os, f o ra o desejo e a forma de a c u mp rim en tar, por uma , o ua s du as, am eni na com o se en gás g o ua ss em me par ceia, a té v os o u vi rm a is t arde p elo dez es pie i rt o di ze r, q ue eu b em te di z ia, com oo ar anda av por aqui mui to pol u id oe m al che i roso, fi ca se mp reo cora sao c on t en te q ua ando nos a g ra dec em da verde dade q ue por am or dam os eva mos, co nse l h os q ue n unc as se dao, d eve em ser se mp r e bo ns e de u tili dade de pro tec sao, as si em v aio A mor, q ue o Amo rp r ot tege, e um bei job o rb o l eta q ue se envi a en um as costas p o usa, n unc a fez m a l a n ad ane m nin g ué mse o s en tum en ina, en tao s en tio um eu amor a sic on tudo um o u t ro el e men to di s son ante no cena rio ao p é de si se in sin uara, t alve z seja este q ue a m en ina s en ti u, umas b ota s pesa da s q ue me l em br aram de imediato t rop as e na z is, p ass sar m no es ap ç o onda a me nina se en c on t rava a ser en t r e vi st ada, a ó me de i c on t a q ue n cão est ava em es t u dio, se c al h ar no l oca l onda d ep o is com e ç aria o c on ce r to, me nina po us o u, na q eu le es cut ado,

ah menina não sei se sois vós que sois minha amada, pois minha amada sempre me fala no espirito, com ela vivo mesmo distante, mas dormi bem nessa noite véspera do fim de semana alargado, acordei cedo com o sol aberto e frio, e na rua do patrocínio tu me viste visitar feita passarinho e assim em contaste

a h me nina n cão se ise s o is vó s q ue s o is min h a am ada, p o is min h a am ada se mp reme fala no es pi rito, com el a v iv o me s mo di s t ante, mas dor mi b em ness e no i te v es pera do fi maior de se mana ala r gado, ac o r de i ce do com o sol ab e r to e fr rio, e na rua do pat roc in ni o tum e v iste v isi sitar fe i ta p ass a rin h oe as si em e mc on t as te

poisou primeiro nos pinos ao lado da escola infantil, quando se começam a juntar e fazem um x em sua estrutura , de forma que as crianças por eles não passem para a rua, depois num prédio masi acima ali quase em frente ao bar do piano e do globo branco luminoso, com outro me indicaste os varões do angulo em cima das telhas, do triângulo de fogo da casa, depois pousas-te ali entre dois canteiro grandes de cimento com dois anéis vermelhos, que masi parecem rodados duplos de camiões, um nome dava a indentifcaçao, magalhães, outra vez, os computadores, e o menino gonçalo que mima as viagens de magalhães nos programas da tv e que me aparecera masi tarde na montra do chiado, gonçalo e teresa, um capitulo do livro do Sttau monteiro que aqui em casa em dia recente me saltou à mao, um estranho livro pois está cheio de marcas que eu não fiz, masi um ritual, que alguém com ele e com outras coisas terá feito

p o is o up rim e iro nos pin os ao l ado da es c ola in fan til, q u ando se com eça am a j un tar e f az em um x em s ua es t ru t u ra , de forma q ue as cir rn ç as por el es n cão p ass em para a rua, d ep o is n um pr é di oma si ac ima al i q u ase em fr en te ao bar do pi ano e do globo br anco lu mini soc om o u t rome indica cate os v ar o es do angulo em c ima das tel h as, do t r ian gula dez de f ogo da c asa, d ep o is p o usa s do traço da inglesa te al i en t red o is can te iro g ar rn de sd e cimento com do is na is vermelhos, q ue ma si ap rc em roda ds os d up lo s de cam mi o es, um no me d ava a in de tif caçao, maga l h o es, o u t ra ave z , os com o u t ado r es, e o me nino g on c a l o q ue mim a as vi a ge ns de maga l h o es nos pro g rama s da tv e q ue me ap ar e cera masi t arde na mon t ra do chi iad adao, g on ç al o e t r es a, um c apit u l o dol iv ro do st au mone t iro q ue aqui em c asa em dia rec en te me s al to u à mao, um e ts r anho l iv ro p o is e stá che i ode ma rca s q ue eu n cão fi z, ma si um rit ual, q ue al g ue mc om e lee c om o u t ra s co ia s te rá f e i to

depois outros pássaros e pombas me mostraram, o restaurante norte da china, um duplo quadrado, na volta descendo, uma jovem rapariga assim entre púbere adolescente ali estava poisada entre as duas rodas dos dois anéis vermelhos, camisa de pescador, ténis com abas de alma de prata levantadas como asas nos pés, num home punha óleo no motor diesel num grande jipe de matricula francesa preto e branca prata, o óleo, ou a falta dele, tres pombas desenharam o angulo elevado bo telhado, como o do meu sofá, depois se afundou um barco na galiza, semelhante padrão aparecia depois na camisa de luis fazendo com a janela ao fundo de sines, da casa do al berto na ar, notas integradas em outro texto, sua face , o pesar,

d ep o is outros pá ss aro se pombas me mos t r aram, o r es t aura ny te dn o te d a ch ina, um d up lo dez quadrado, na v ola t de sc en do, uma j ove em ra pa rig a as si m net r e p ub e rea ad o l es c en te al i e stav a p o isa ada en t rea s du as rodas dos do is ane is vermelhos, ca misa de pesa cado r, t en is com ab as de l ama de p rata le bv anta da s com a sas nos pé s, n um h ome p unha o lei o no m oto tor di es el n um g rande j ipe de mat ricula fr anc e sa preto e br anca p rata, oo leo, o ua f al t adele, t r es p om ba s de senha aram o angulo el eva ado bo te l h ado, com oo do me u s o fá, d ep o is se a fun do uu m ba rc on a gal iza, semem l h ante padrão ap par ceia d ep o is na ca misa de luis f az en do com a jane la ao f un do de sin es, da c asa do al be rt on a ar, n ota s in te g ra da se mo u t ro te x to, s ua face , o pesa rato,

no barco, am bul sessenta e um roda rosa do mar, cabo das red espanholas, cabo de pesca preso no mar, no fundo é mentira, mar can t ab br i co, cap ligação, assim desvelou o espirito sobre este naufrágio, onde se foram portugueses e indonésios, a ecoar na historia que narro no video sobre cambara, indonésia, Timor, e eua e pregos que me espetaram na minha cruz, sendo que depois me foi evidente , que a morte do miguel dos ref a isto está ligado, pois fizera ele uma musica para as imagens do massacre do cemitério da santa cruz

no ba rc o, am bul se s senta e um roda rosa do mar, ca bo das red espanholas, cabo de pesca pr es son em mar, ni s argento o f un do é men t ira, mar can t ab br i co

o espirito me disse , que a lamina de barbear, notas em texto ainda não publicados, a lamina que é um aviao sem asas, azul e negro idêntico em seu perfil a pala debaixo da ponte, corresponde ao circulo em oitenta e quatro cap li g ac sao, as si em d es velo lou o es pi rito s ob re este n au fr a gi o, onde se foram portu gi es e se indo n é sio sa e coa r na hi s tor ia q ue na rr on o v id e o s ob re cam barra, indo ne s ia, tim o r, e eua e pr rego s q ue me es peta ram na min h ac ru z, s en do q ue d ep o is me f o i e vi dente , q ue a mo rte do mig u el dos ref a is to e stá li gado, p o is fi ze ra el e uma mu sica para as i mage ns do massa c red o c emi te rio da s anta c ru zorro

o es pei rito me di s se , q ue a la mina de ba rb bea ar, n ota se m te x to a inda n cão pub l i cado sa la mina q ue é um avia o se ma sas, az x u l e negro id en tico em s eu pe rf fi l a pala de ba ix o da ponte, co rr es ponde ao cir cu dez em oitenta e quatro

uma pena de leito apareceu, por alguém lá a ter posto, presumo, ao lado da garrafa de azeite do galo alentejano, vitorino limitada, a pena no leito

uma p en ad e lei to ap ar rec eu, por al gume l á a te r post o, pr es umo, ao l ado da garra f ad e az e i te do gal o al en te j ano, viti rn o li mit ad a, a p en ano leito

not rato e kapa ca meia negra cento e onze, te soura, republica carta ml circulo do treze quadrado em oitenta e dois circulo em noventa e oito, agosto, posta de bacalhau, demol ala io ultra c on gel ado gadus mor homem ua pt cruz cem dezanove circulo do primeiro ce vesica terceira do dezassete, lote, maçónico e , quadrado do sexto, quatorze, de setenta e tres , segundo de setenta e sete, dezoito, vinte tres , tripla tríade, do circulo duplo do terceiro, dezassete em setembro, pa cc circulo rato rda angulo al, de quadrado josé do mar

not rato e kapa ca meia negra cento e onze, te soura, republica carta ml circulo do treze quadrado em oitenta e dois circulo em noventa e oito, agosto, post ad e b aca l h au, d emo l ala io ultra c on gel ado gados mor homem ua pt cu r zorro dos cem dez ano ove circulo do primeiro ce vesica terceira do dez a sete, lote, m ac oni co e , quadrado do sexto, q au t ro rato ze, de setenta e tres , segundo de setenta e sete, dezoito, vinte tres , tripla t ria da, d o circulo duplo do t rec e iro, dez a sete em sete m bro, pa cc c irc u o rato rda angulo al, de quadrado josé do mar

no pingo doce, o gelo caia em cima das bancadas do peixe da maquina que o faz, depois uma mosca me mostrou o prato das cebolas e das couves de Bruxelas, pitéu vaso do polvo d com do alho dos tentáculos de polvo e da lula, br, o pc do carro do jogos de automóveis, do mc queen, ou seja da anabela, doze percentil polvo com alho pite vaso quatorze nono estrela do percentil pao da av circulo pequeno de oitenta gato do circulo do seth segundo, segundo do vinte e um , ou seja dos olivais, volumes dois, euro cruz toco dez duplo circulo, o sete , setenta e nove Tânia do cosme, cosmo, primeiro de sessenta e seis estrada , noventa e seis abril, dois mil e oito , do ze da estrela do treze do terceiro nono, duplo circulo do ze do duplo circulo do primeiro do circulo de oitenta dois, agosto

no pin go do ce, o g elo dez c aia em c ima das ban c ada s d o peixe da ma quina q ue o f az, d ep o is uma mo sc am e mos t ro u o p rato das ce b ola seda s c o uve es de br u xe l as, pit e u v as o do pol v o d c om do alho dos tan t ac u lo s de pol v oe da lula, br, o pc do carro do jogos de au tom ove is, do mc queen, o use seja da ana bela, do ze per cen til pol vo com alho pite vaso q au tor ze nono estrela do per cen til pao da av circulo pequeno de oitenta g a tp do circu l do seth segundo, segundo do vinte e um , ou seja dos ol iv ia s, vo l um es dois, euro cruz toco dez duplo circ uk o, o sete , set en at e nove t ani ado cosme, cosmo, p rime iro de se s senta e seis est a rda , n ove en dn at e se is ab r i l, do is mi ile oito , do ze da estrela do treze do t rec eiro nono, duplo circulo do ze do duplo circu do lodo prime iro do circu lo de o it en at te do is, agosto

depois bela menina de meu coraçao, me deu uma vontade de castanhas , assim caminhei até ao chiado, em frente a uma loja na qual parecia se inaugurar qualquer coisa, uma bela rapariga assim pequenina , loira, de botas de montar com fivelas de lado, falava com outra espanhol, ainda a olhei pensando se não seria a menina, na segunda esplanada do chiado, a dos scones, uma outra rapariga me chamou a atenção cabelo tambem curto, mas escuro, face de gata, como outra sentada estava quando desci, e quando subi, e nos cruzamos no olhar, sua face ao momento se alterou, fiquei apensar qual das duas seria a menina, comprei seis castanhas e voltei a casa

d ep o is be la menina de meu cora sao, me d eu uma von at de dec as t anha sas si em ca min he iat é ao chi ado, em fr en m te a uma loja na q ual par ceia se ina g ur ar q ual q eu rc o isa, uma be l a ra pa riga as si em pe q un ina , loi ra, de b ota s de mon tar com f iv velas de l ado, fala ava com o u t ra es pan hol, a inda a o l he i p en sand o se n cão se ria a m en ina, na se gun da es p l ana ada do chi iad o, a do s sc one s, uma o u t ra ra pa riga me ch am o ua a t en cç sao ca b elo dez t am b em curto, mas es curo, face de gata, com oo u t ra s en t ada est ava q u ando de sci, e q u ando s ub i, en os c ruza am os no olhar, s ua face ao mo men to se al te ro u, fi q eu i ap en sar q ual das du as se ria a menina, com p rei se is cas t anha se vo l teia casa

a ft io no

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