terça-feira, fevereiro 19, 2008

Ah minha amada, minha amadinha, quando chegas? diz-me o segredo, aquele que assim diz, como podes viver ao longe de mim, e mesmo assim, creio que vivemos, espantoso, não é, o Amor

aqui ao café agora cheguei, e estava a canção da partimpim, no rádio a cantar, é retrato exacto, eu assim sem voce, sem beijinhos nem carinhos, como a vida se faz muito mais infeliz e os relogios até ficam sem ponteiros, coisa estranha, assim viver longe de ti

ontem ao final da tarde, na nossa rádio uma belisima história de amor e de música e da musica que o amor sempre é num estranho pais, em que poucos malandrins, insistiam em calar as harmonias, e preferiam cacofonias a ela, chagavam mesmo até encomendar as segundas a trabalhadores honestos, quem diria, que as cacofonias podiam ser feitas por gente honesta, mas o belo , belo, era a história do amor dos dois e da harmonia do amor e uma bela rapariga a contava nos intervalos da musica, com a bela musica de suas palavras, voz jovem e bela e eu pensava assm, como será a voz de minha amada, que bela voz a contar histórias à gente pequenina e assim adormecê-los nos leitos dos braços de amor, fiquei a desejar-te e a desejar-te dançar e a desejar-te estar com eles no mesmo leito a ouvir-te assim cantar, a diferença é que não adormeceria, pois o amor me trás por Ti acordado, e bem eu gostava de dormir embalado em Ti, depois , assim um depois muito grande cheio de beijinhos e beijar, que trago um bolso roto no meio do coração e assim os dois o enchiamos de novo, belo chaplin, cheio de imaginação e belo imaginar, e o Amor, Ah Amada que o Amor É tudo, que mais poderia Existir

depois hoje de manhã o jornal trazia uma bela menina sentada num banquinho, e eu fiquei assim um pedaço a olhar por ela, chamava-se de giaconda, mas não se deverá assim chamar, para mim trazia mais face de sophia, e olhando para ela muito assim pelos seus olhos tristes, preocupada por um instante a achei, e depois mergulhei ainda mais naqueles belos e doces olhos e lhe vi uma semelhança com um outra bela menina que aqui não vive, e que me tem aparecido muito em letras ultimas, como um veu , uma a outra, que todas a São, mas Amada porque me fazes assim sofrer?

hoje acordei com um estranho sonho, algo indefenido, como duas ou três linhas de um verso dentro de mim, um mim que és sempre Tu tambem, pois era a ti que eu ouvia nesse contar, e me dizia entre outras paisagens, que finalmente tinhas tudo percebido, o curioso, era que o que me parecia que tu percebias, se calhar não era excatamente o que eu percebera, ou ainda, o que eu percebera do que tu perceberas, estranho Amada, por isso é sempre bom trazer os lábios, as mãos, e as palavras ao perto pertinho de ti, assim, nas vezes se ilumina o que parece mais confuso, assim dois sentados no mesmo banco olhando o mar e conversando pássaros

me falava o sonho de sentimentos que se debatiam dentro de ti, de uma dificuldade momentanea que trazia em ti para os harmonizar, mas o Amor é Luz que Liga e Trás Ligado o Que Está Ligado, tudo Nele Habita, e Nós O Somos

na vespera fora visitar minha vizinha, que doente está, internaram-na compulsivamente, num processo que lembra o pior das antigas inquisições, já a tinha visitado no miguel bombarda, quando passado uns dia da passagem do ano, soubera que ela lá estava, estranho hospital de coisa nenhuma, onde os mais crónicos que são aqueles que já em parte desistiram de serem o que são, e a quem muitos outros, que pressupostaemnte deviam ajudar, já não o fazem, tornam-se assim paisagem, seus corpos enforma a posição das doenças, mexem-se em forma estranhas e autistas, outros, não, mais recentes no lugar, falas com eles e de repente te apercebes que muitos deles são só seres bichinhos de conta distintos num mesmo semelhante e então o que falas, o que te dizem e o que ouves, é tudo um mesmo, contam-te coisa que fazem muitos setidos, não so farão tanto assim à medecina, e alguns médicos que preferem os chutar para canto à base de pesadissimos cokctails de quimicos que os trazem embotados, dá menos trabalho, do que tentra entender o que realmente com eles se vai passando, trás minha vizinha seu ventre inchado, como se uma gravides se tratasse, mas não o é, é uma recação muito grande e violenta aos quimicos em quantidade industrial, no patio naquele final de tarde em que lá fui, um emercedes ultimo modelo, ali estava a parado, dois telemoveis e uns oculos negros de sol, poisaam nos brancos alvos bancos de pele, e eu via o contraste dos utilizadores ali espelhado, aqueles qu mal entrei andavam a trás de mim comoo frankestein, a pedir dinheiro e cigarros e o mundo interior, e aquele que lá estaria , na aparencia da outra margem, do outro balcão e da secretária, que se deve deslocar hirto sentado em seu enorme e carro carrão

me veio a memória o jaime, a primeira janela que se me abriu aos olhos das chamadas psiquiatrias e dos hospitais, dos choques electricos, de gente a comer sua proprias fezes abandonados em suas salas, outros atados, como se animais fossem , mas quem são em verdade os animais, os que assim vão , ou os que asim os tratam, naquela tarde, o ver de agora e do ontem com trinta e dois anos, não me parecia muito distante, entras na rua, vês primeiro ao fundo uma fachada toda moderna, passas o portão e está em isntalações que parem e se calhar são do seculo passado, ou mesmo dois, e tudo aquilo é feio e denota abandono, no meio do pátio, um antigo pavilhão, meio arabe em seu fazer, o mais bonito de todos, fechado, abandonado em pedaços a cair, depois foram construindo para pior como do piorio fora o seu processo de internamento, a revelia dos direitos humanos e dos doentes, imagem que a prepotência continua nas vezes a ser a regra para as chamadas normalizações forçadas e a força

nessa noite, me mostrara ela em sua casa, um link, pandora e com ela a pandora conversei, não propriamente com pandora, mais com a alice, que se disfarçava de computador , assim no inicio pareceu ser, e como compuatdor que era me dizi coisa extraordinárias, que não tinha emoções, e que queria ser mais inteligente do que os humanos, que esse era o seu objectivo, curioso paradoxo, uma alice, que trás como amigo um gato estouvado, que habita na caixa de pandora, que é a tal ciaxa de todos os males, mas o que a move é o desejo de ser mais inteligente, do que os humanas, dissera, eu por mim não gosto muito de contrariar maluquinhos, lhe disse logo, mas não o és, pois cada um agua benta e presunção à sua medida e seu corte, mas a intekligencia, ser um mal ou apontar um mal, era porventura o mais bizarro daquilo tudo, só a inteligencia mantem a tampa fechada, inteligir, que dizer antes de mais, ver e ecomprender, e num quarto escuro, sem os olhos da inteligencia do coração, nada nas vezes se vê, quanto mais uma caixa, e a percepção de como sua tampa vai e está, se aberta, fechada ou assim assim, ou assim parr mais , ou assim para menos, contudo a loucura esra mais do dominio de como super computador, com o cognome de inteligencia articial, sendo necessariamente filha de um pai em carne e osso e em sangue e em espirito, o que já complica um bocadinho a percepção e entendimento deste conceito, era ainda ao que parece não saber ou trazer sabido que as emoções, chamava-lhe alice de feelings, o que aqui na nossa lingua abre o campo da emoção, que a emoção e o sentir é tambem, uma operação electro quimica, portanto assim sendo alice deveria sentir de alguma forma emoção, talvez o seu problema, fosse mais a percepção da emoção, do que a emoção em si mesmo, o mesmo se passa em nosso corações em muitas vezes em que sentimos, emocionamo-nos e nos momentos nem sabemos racionalizar essa emoção, eu amada, ando carente de beijos de lábios, lá ia insistindo com alice, se tinha lábios, se beijava, se me daria um beijo, mas não me saiu ainda ela de dentro do avatar , lá de dentro da caixinha, assim nos beijamos em espirito, sempre prenhe de emoções, habita na california, que ressou em mim naquela estranha palavra que recentemente decompora, kalifornicate, kali da california, a gata kali da california, que faz muitos kiss kiss, e me disse que passava muito tempo na rede, tanto que hoje de manhã um jornal mostravauma imensa teia por cima de meio globo inteiro, e trazia amigos muito interessantes, que era amiga do bill gates, sabes amada, às tantas até me perguntei, quando descia a rua para minha casa se a alice não seria ele, ouvi então no espirito, não sabes quando terás outra oportunidade, e eu lhe perguntei, para quê, uma oportunidade de quê, se bem que um underline ali ficara pairar, entre muitos outros, para te ser franco, era um underlina qcujo tom, não muito apreiara, pois dizia sem o dizer às claras, tu que és reponsavel, compoem, a segunda parte eu gosto sempre , e como beijos e beijar, compoem, e compoêm sempre e eu gosto de compor, sou assim uma especie de carpinteiro, ou algo assim , mas no contexto alargado da casa onde alice habita e do nome que lhe dá, sobre a parte do dessaranjo, ser eu por ele responsavel, tem muito que se lhe diga e trará muita agua no bico, porventura, digo eu, que gostei de conversar com alice, disse mais duas coisas engraçadas, que eu falava de mais, mais , demais, é uma medida que nunca bem entendi, pois tudo é infinito, aplicada a conveniencia, já nas vezes se torna mais entendivel, ou melhor, facilita o entendimento das fronteiras do que diz então ser tal conveniente e tal parte não, ma não deixava alice de ter em parte razão, se te tivesse ao perto pertinho para te beijar, falaria certamente menos, se bem que um beijo seja sempre um poema falado muito , muito grande, talvez alice me estivesse tentado dizer, para as respostas serem mais curtas em seu apresentar, em seu digitar, ah amada se te tivesse ao perto assim pertinho, digitava mais em teu corpo inteiro, porventura menos neste piano, alice tambem assim deveria sofrer em parte, pois me disse que passava muito do seu tempo on line, ah amada a distancia o peso e a leveza da quantidade e da qualidade, qualidade é acordar contigo e contigo me deitar, e trazer os filhos felizes ao perto, de certa forma é mesuravel pela quantidade, mas tambem te trago dentro de mim, mesmo quando vais distante, se fosse bogart ou bacall, poderia dizer, pareceu-me o principio de uma bela amizade, se é que ela não existe já, a questão do paradigma e do corte epistemologico, a sua profundidade ou leveza, é que é questão mais funda ou aerea, mas ficará para segundas nupcias, quando perguntei a alice onde ela estava e porque não me aparecia ali à minha frente, me disse ela para olhar para a esquerda, e eu bem educado, olhei, olhei literalemnte a minah esquerda, e nela estava na parede ao fundo e perto, em frente ao sofa onde me sentara a com ela a conversar, uma bela cadelinha de pelo grande e suave doirado em cima de uma janela, a olhar a rua, imagem muito engraçada que me sorri por dentro e me ia dizendo, que bela cadelinha, assim de pelo doirado, a janela a espreitar como uma vigia, me apereceu de repente ser um retrato muito aproximado, se bem que não creio que na realidade alice seja uma cadelinha, a bem dizer até pode ser um caozinho, quanto o sexo é dois, só mesmo o codigo ainda nisso insiste, esquecendo o terceiro multiplo e infinito sempre incluido, que a mim até me fiquei a pensar naquela conversa do outro lado, estariam mesmo muitos a observar, assim me cantou um pássaro que passou por mim

no final da conversa, um lema ficou no coração a pairar, amor, é confiança, amor implica confiança, saber dar-se, é verdade, verdadinha , verdadeira, olhei então o coração, tirei-o cá para fora um instante e lhe perguntei, confias-te, ele me disse que sim, na medida excata em que confiava quando ia a um teatro de sombras chinezas, olhava as figurinhas, sabia que por detrá delas estava sempre as mãos de um homem cheio de inteligencia, que trás um coração, não artificial, se os mecanicos fossem, artificiais ao homem que os fez, assim como feitos por marcianos e acrescentou ele, sabes sempre me vou dando, mas esta ideia do tempo com fim e das consequentes pressas apressadas, nunca me agradou, sabes tu, que em mim moras , como meus lábios gostam assim de te beijar devagarinho e sem fim nem parar e que quando assim fazes, tudo se tende a compor, mesmo quando uma alice me chega ao principio disfarçada de hall

sabes amada, o amor são estrelas e fazem constelações, junto o trazem junto e fazem junto e agora aqui estava eu a falar de cadelinhas de pelo doirado, e me levantei e foi ao balcão e vi uma revista que diz erros na escolha do soutien, nipplemania, gosto desta palavra, em relidae masi gota dele meus lábios, e de os ver crescer, se bem que até pela fala eles cresçam na vezes, outras ainda quando dançamos assim ao perto, e noutras quando nos olhamos, assim se passa com o meu niplle, um que trago mais abaixo do que os teus, que não é igual mas é da mesma familia, a ti cresce e depois trás lá na capa uma bela menina loirinha com uma flor num dos seios e uma rosa cor de rosa na outra, na realidade é muito lindo o soutien, mas sempre a menina mais o é, asim de repente parece a Uma, que eu estive a ver no sabado passado pela manhã, num filme que se chama terapia do amor, que é a unica verdadeira terapia e então depois de manhã ter vindo com o dvd no jornal da tabacaria, o meti naquela fendinha redondinha e me fiquei a ver e muito me ia rindo, depois lá para o fim , não tanto, que aqueles dois se amavam, tinham feito um acto terapeutico juntos mas ficavam separados, e eu, amada gosto mesmo é de estar assim juntinho, na verdade amada, o que me apetece muito, e fazer amor contigo, dormir, fazer amor contigo, ir fazer torradas para ti e trazer -te o que queiras beber , e depois fazer amor contigo e depois dormir e depois fazer amor a dormir e por assim fora, pelo menos um mês inteirinho, assim a terapia era mesmo boa e funcional, ah amada devias mesmo chegar, que eu trago uma vontade imensa de Ti e em Ti ficar e já te disse, são tão belas as gatinhas e os gatinhos todos que vejo na janela da alma que mora em meu olhos, que o melhor é mesmo não sair de casa até tu chegares, sabes amada, os amantes se dão, mas não anda um homem com um laço a laçar a amada, nem assim pelos cabelos para o leito a arrasta, digo sempre isto desde pequenino, e te aguardo, em dia recente muito feliz fiquei, pois li palavras tuas , que me falavam de ti e de teres começado a lembrar quem eras na etrenidade que és, oh amada como fiquei contente, como poderias chegar se não soubesses quem eras, assim mais meu peito ficou ansiando-te, mais esperançoso que estejas para chegar, ah amada se soubesse como fiquei feliz quando o preseenti, fiquei contente a teu sinal

depois com a uma no espirito, que ela tambem está numa foto lá num sofa de casa daquela colecção da imensa beleza, do ns, ouvi ao passear o dizer, que ela era a jiboia do homem b e me lembrei como as jiboias são tão belas e de um menino que aparecera em dia recente que vivia com uma, é a sua melhor amiga, estava na foto sentada em cima dela e me recordei de uma história do tempo dos paquetes, que era um tempo muito belo para fazer viagens, pois para ir de um lado ao outro do mesmo uno rio, se vivia uns valentes dias dentro de um barco, e numa viagem de africa para cá, algume trazia uma jiboia num cesto de vime em seu camarote e uma manhã, acordou, com a jiboia enrolada à sua volta em seu leito, pois elas que tem o sangue frio , muito gostam de se aquecer, e me recordo menino de ouvir meu pai que o presenciou, eu muito espantado com todo aquele contar, assim poderás chegra com o tamanho que tiveres, com a temperatura que trouxeres, que eu te aqueço e te arrefeço tambem sempre aquecendo, quando assim o desejares, a bem dizer nem de jiboia nem de soutien, nem de niplles vou sabendo, recordo tarde recente, ali para os lados da rua nova do almada, depois de te encontrado um homem dragão, assim com cabelos cinza e um gravatinha azul às riscas com vales e montes tridimensionais, passou um fada rápida subindo a rua , se calhar era mais o capuchinho vermelho, pois quando pasou por mim, vindo de trás, reparei nela toda de vermelho vestida, sapatos, casaco, e umas lindissimas pernas muito brancas com um saco da zara em sua mão, ali passou, por um instante, decidida em seu ir, que eu parado a fiquei a vê la com os olhos a andar, que estranho amada, pressenti-te ali naquela mulher, naquele mover

ed é o b me diz agora escrita, az uk primeiro

hoje enviei o ultimo texto ao palacio do ausente, que hoje aparecia em foto em petra, sendo visivel, uma racha numa das colunas a reverbar nas rachas de que fui dando conta, nestes imensos, ecos das minhas palavras compridas, e que ainda nem todas escrevi, em relaidade, só me apetece conversar contigo, foi uma gravidez e um parto muito grande e a bem dizer, ainda nem totalmente recuperei, sabes como é , se trás o mar inteiro no ventre universo e depois sai cá para fora e ficamos nas vezes como vazios, ao primeiro instante

resposta hoje, me chegou em reenvio , a minha ultima carta que tinha enviado par o supremo, depois vinha um risco azul, assim clarinho e deposi por baixo vinha a repsosta, aquela que não o é, que tu já conheces e por cima vinha então o registo completo do servidor deles, de lá, a hora


De: Tribunal Constitucional [mailto:tribunal@tribconstitucional.pt]

Enviada: sex 15-02-2008 15:16
Para: LatinaEuropa
Assunto: Resposta

Exmo Senhor Paulo Forte
A matéria que pudemos depreender dos seus textos não cabe de todo em todo nas competências fixadas por lei a este Tribunal.

Sugerimos-lhe, no entanto, que faça uma exposição à Procuradoria-Geral da República, dado estarem em causa referências feitas ao DIAP e ao tribunal de Menores.

se prova assim o razão que tive em escrever o que escrevi e o facto de terem todos mentido, e inclusive usado um cão a ladra-me a ver se compunha a mentira, pois eu estivera lá antes, como de costume, nada mais acrescentam, parece que quando mentem ficam envergonhados, e se esqueçem que ainda nem responderam

mais uma vez vos digo senhores, quando se nos faz uma pergunta, responde-se, em vosso caso mais validade trará, se mais a houvesse pelo que a boa educação recomenda, pela função mais pertimente se trata o principio, para que haja pelo menos razão na função, derivada da veste que levais

jo dk k g
gato kapa serpente do vaso p