quarta-feira, março 19, 2008

Deus conhece todas as palavras e não se ofende com nenhuma em particular, mas sim e só, com a mentira que ela contem em seu uso

D es u c on he ce todas as pal av ra s e n ão se o f en de com n en h uma em par tic u l ar mna s si me s ó com a m en t ira q ue e la c on te me m se u us o

Ofende a Deus e gravemente, todas as injustiças, todas as corrupções e todos os que tentam partir de algum modo o Amor e as partes ou o Todo de Seu Corpo

O f en dea De us e g rav e mn te , todas as in justiça s , todas as co rr up ç õ es e todos os q ue t en tam par tir de al gum modo o Amo rea s par te s o u o T o do de S eu Corp o

Ofende muito a Deus , os que roubam e afastam as crianças de qualquer dos seus pais

O f en de mu i to a De us , os q ue ro u b am e a f as tam as c r ina ç as de q ua l q eu r dos se us pa is

Às grandes bestas, entendidas como grandes os que estão sabendo exactamente o que fazem ao fazê-lo, e como pequenas bestas, que são todos os mornos, todos os meio cegos que aceitam as más normas e que dizem que tem de ser assim mal, porque ou não sabem compor, ou em pior, não crêem nem no Amor nem em si como capazes de compor,

Às g rn d es b es t as, en t en d u d as co mo g ra n de sm o q eu est ão s a ben do e x ac tamen te o q ue f a ze mao f a z ê inglês l o e às pe q eu na s b es t as, q ue são todos os mor no s, todos os mei o ce g os q ue ac e i tam as más normas e q ue di ze m q ue te m de ser as si mm al, por q ue ou não s ab em co mp o ro u em pi o r, n ão c r ee m ne mn o Amo r ne me m si co mo ca pa ze s de co mp o r

Aqui neste Livro da Palavra Divina Proferida em Verdade de Amor e em Compaixão de Amor, foi perante vosso olhos e vosso ouvido de vosso coração e do Coração de Deus, sem margem para qualquer duvida, assim o silencio total das bestas, o confirmou, a enorme cegueira, erro imenso, grande e grossa corrupção, montada em todas as mentiras e todas as iniquidade, ferindo os mais elementares direitos , o de queixa, o de defesa, o da honra, os do Filho e os do Pai,

A q u i ne st e Li v ro da Pal av ra Di v ina Por ferida em V e r da d e de Amo r e em Co mp a ix ão de Amo r, f o i pe ra n te v osso o l h os e v osso o u vi do de v osso co ra çao e do Co ra ção de D eu s, se m mar g em para q ua l q eu r du vi da, as si m o si l en cio t ot al das b es t as, o c on firmo ua en o r me ce g eu ira, e r ro i m en s o, g rande e g rossa co rr up ção, mo n t ada em todas as m en t ira s e t o d as a s i ni q u i dad e, ferin do os ma is el e m en t a r es di rei to s , o de q eu ix a, o de d efe sa, o da h on ra, os do Fil h o e os do Pai,

Aqui neste Livro da Palavra Divina Proferida em Verdade de Amor e em Compaixão de Amor, foi perante vosso olhos e vosso ouvido de vosso coração e do Coração de Deus, feita prova da infelicidade Divina e humana, quanto dois, explicada por morosas, amantes e pacientes palavras em minucioso detalhe, que a forma como estas questões se passam, melhor e mais verdadeiro será dizer, não se passam, trazem sempre custo elevado, em sangue, tambem nas vezes, que a muitos assim acontece e não pode nem deve assim acontecer

A q u i ne st e Li v ro da Pal av ra Di v ina Pr o ferida em V e rda d e de Amo r e em Co mp a ix ão de Amo r, f o i pe ra n te v osso o l h o se v osso o u vi do de v osso co ração e do Co ra ção de D eu s, f e it a pr ova da in f e li cidade Di v ima e humana, q ua n to do is, e x p l ica da por mor ro s sas, m na te s e pa cie n te s pala v ra s em minu cio s o d eta l he, q ue a f o r ma co mo est as q eu s t õ es se pa s sam, me l hor e ma is v e rda de iro se rá di ze r, não se pa s sam, t ra ze m se mp r e c us to e l eva do, em s na g ue, t am b em nas v e ze s, q ue a mu it os as si m ao cn t e ce e n ão p ode ne m d eve ac on te ce rato

Que parte ainda não perceberam, Oh bestas , brutos, fascistas, pides e cegos e falsos pais?

Q ue par teresa a in da n cão pe r cebe rato maior, e homem do best, b est primeira serpente , br u to s, f as c ista s, p id es e ce g os e f al s os pa is e p on to in teresa rato ro gata ac à são

Que as crianças e os dois pais são um em três

Q ue as c r ian ç as e os do is pa is são um em t r ê s

Que por regra natural , a guarda e a tutela é sempre por natureza conjunta e que as crianças tem vontade própria que deve ser ouvida e respeitada como acontece com os adultos

Q ue pro r e g ra na t ural , a g ua rda e a t u te la é se mp re por n a t ur e za c on junta e q ue as c r ian ç as te m von t ad e pr ó pr ia q ue d eve se r o u v ida e r es pei t ad a co mo ac on te ce com os ad u l to serpentes

Que por regra natural os filhos tem direito a dois pais e os dois pais tem direito aos filhos

Q ue por r e g ra n a t ural os fi ll h os te m du r eu to a do i s pais e os do i s pa is te m di rei to aos fil h os

Que não devem ser por regra tribunais a lidar com estas questões, mas sim hospitais, mais a mais quando o sistema está como cabalmente se fez prova cheio de corrupção dos podres

Q ue n cão d eve m s e r p o rr e g ra os t rib una si a li d ar com est a s q eu s t õ es, ma s si m h s o pita is, ma is a ma is quando o sis t ema est á co mo ca do bal da am en te se fez pr ova che i o de co rr up ção dos p o dr es

Não vos trás a vós grandes bestas com as mãos manchadas de muito sangue, em crimes vários contra a humanidade em actos de terrorismo mundial que decorreram nestes últimos anos, Deus em conta de ingénuos, vós sabeis bem o que fizestes, assim muitos outros o sabem em Deus, vós não tendes desculpa, mesmo sendo como todos, filhos de Deus, a quem voltaram as costas e fecharam vosso coração

N cão vo s t rá sa v ó s g rand es best a s com as mao s man c h ad as de mu it o san g ue, em c rime s v á rio s c on t ra a h uma ni dad e ema c t os de te rr os i mo m un dia l q ue dec o rr e ram ne st es u l tim os ano s, D eu s em c on ta de in g é n u o a s vó s sabe is b em o q ue f ize s te s, as si m mu it os o u t ros o sabe m em D eu s, vó s n ão t en d es d es culpa, me s mo s en do co mo todos fil h os de D eu sa q eu m vo l tara m as co st a s e f e c h aram v osso co ração

O problema é que vós estais em cargos de condução de homens, em cargos da pretensa justiça que não fazeis ou fazeis à medida dos vossos sanguinários interesses e protecção e juros vários em vossa usura da lei

O pr o b l ema é q ue v ó s est ais em cargo s de c on d u ção de h o m e ns, em c argo s da pr e te n sa justiça q ue n ão f a ze is o u f az e is à me d ida do s v ossos s na g un á rio s in te r ess es e pr ot e c ção e j ur os v á rio s em v os sa usa u ra da lei

Sem apelo nem agravo se desvelam e se apanham, pois se fosse só cegueira que morasse em vossos corações, certamente que já teriam vertido estes princípios nas leis e nas praticas à luz de tudo o que de necessário em pormenor vos expliquei, e vós não o fizeste, o que prova claramente que o que não fazeis é profundamente intencionado e consciente

S em a p e l o ne m g ar vo se d es v e l am e se a pan ham, p o is se f os se s ó ce g eu ira q ue mora s se em v ossos co rações, ce rta e mn te q ue j á te r iam v e r tid o es te s pr inc ip i os nas leis e nas pr a tic as à l u z de tudo o q ue de ne ce ss a ´ rio em por m en o r vo s e x p l e q eu ie v ó s não o f i z s este, o q ue pr ova clara mente q ue o q ue f az e is é pr o fun damen te ine t n cio n ado e co ns cie n teresa

Quando alguém rouba um filho e lhe tenta ou lhe parte seu coração, faz sempre dano ao Uno Coração, quando a justiça nas vias acordadas pelos homens não se faz, pode um pai ou uma mãe matar para o defender, com a excepção, da outra parte que o fez

Q ua n do al g u é mr o u ba um fil h o e l he te n ta o u l he par te s eu co ração, f az se mp r e d ano ao U no Cora são, q ua n do a justiça na s vi as ac o r dada s pe l os h o me ns n ão se f az, p ode um pai ou uma mãe mat ar para o d efe n de r, com e x ce p são da o u t ra par te q ue o fez

Toda a vida é Sagrada e merecem toso os Seres respeito, e para os seres humanos, o mais sagrado são seus filhos, pois sem eles a vida não continuaria

Tod aa v id a é s a g ra dae mer e ce m t o s o os Seres r es pei to, e para os seres h uma no s, o ma s isa g ra do são se us fil h os, p o is se m e le sa v ida n ão conti n u aria

A injustiça, a negação da justiça, traduz assim a quebra do principio da Lei do Amor, não matarás

A in justiça, a ne g a são da justiça, t ra d u z a s si m a q eu br a do pr inc ip e o da Lei do Am o rato n são mata rá serpente

Continuando o pensar que Deus assim nos deu o coração para o usar, se assim começar a ser, até que idade um filho é um filho?

Conti n ua n d oo p en sar q ue D eu s as si m no s d eu o cora são para o usa r, se as si m co meç ar a ser, at é q ue i dad e um fil h o + e um fil h o p on to in teresa rr circulo ac à são

Não é verdade que um filho é sempre filho até quando se torna pai e da mesma forma um pai é sempre filho, ou esquecereis vossos pais quando daqui em corpo se vão?

N cão é v e r da de q ue um fil h o é se mp e fil jo at é q u a n do se to rna pai e da me sam forma um pai é se mp r e fil h o, o u es q eu ce reis v os o s pais q ua n do da q u i em co rp o se v são e p on to em te rr o gato ac são do grupo onde da primeira divisão do circulo

E se pensarem bem, a resposta a esta pergunta, e a trave da vossa decisão, a de cada um para a pena de morte, para o pagar do dano e da morte com a morte, e verão que então a pergunta e resposta que escolherem, se estende muito sobre muitas variadas situações

E se p en sar em b e m a r es posta a es ta pe r g un ta, é at r v e da v os sa dec isão, ad e c ad a um para ap en a de mor te, para o pa g ar do d ano e da mor te com am o r te, e verão q ue en tão a pe r g un ta e r es posta q ue es co l her em, se e x t e n de mu i to s o br e mui t as v aria d a s si tua ç õ es

Como querem?
Como vai ser?!

Co mo q eu r em?
Co mo vau se rato?!

Deus não decapita ninguém, mas mata, ou melhor se morre em Deus, se vai dos corpos, que o Ser é infinito, é como uma oração, sendo de recordar que a oração mais eficaz é sempre aquela que não busca resultado

D eu s n cão dec a pita min g u é m, m as mata, o u mel hor se mor r ee m D eu s, se v a i d os co rp os, q ue o Ser é in f ni to, é co mo uma o ração, s en do de record ar q ue a o ração ma si e fi c az é se mp r e a q eu la q ue n ão b us ca r es u l t ad o

Quem é o primeiro a partir, quereis ver?

W ue mé o pr i me i ro a par tir, q eu reis v e rato e p on to em te rr circulo gato ac são

Este video em sua segunda e terceira parte tem uma serie de incorrecções lexicais, por assim escrever, é o resultado de uma forte emoção, que se prende com o facto de entre outros, se terem ido mais sete portugueses, a conta das maldades das bestas

Este v id e o em s ua se gun da e t r e ce ira par te t em uma serie de inc o rr e ç õ es lex i cai z, por as si m es c r eve r, é o r eu l t ado de uma f o r te emo sao, q ue se pr en de com o f ac to de en t reo u t ros, se te r m i d o ma si set e por t u gueses, a c on ta das m al dad es das best a s

Para os cegos contudo desde já digo que o observando em rigor, nele como em qualquer acto de verdade, feito em verdade e nu, sempre se desvela parte importante da verdade, e nele está contido, nas três partes um conjunto muito vasto de informação relativa a actos de terror contra a humanidade

Para os ce g os co n tudo d es de j á di g o q ue o ob ser van do em r igor, ne le co mo em q ual q eu r ac to de v e r dad e, feito em v e rda d ee nu, se mp r es e d es vela par te i mp orta n te da v e r dad e, e ne l e est á conti do, na s t r es par te s um c on j un to mui to v as to de infor mação r e l at iva a ac t os de te rr or c on t ra a h uma ni dad e

Em breve detalharei em pormenor, bem como publicarei texto mais extenso com os ecos múltiplos que a Luz me desvelou face ao meu ultimo grande texto publicado

Em br eve d eta l h a rei em por m en or, b e mc omo pub li ca rei te x to ma si e x t en so com os e co s mul tp l os q ue a Luz me d es v e lou face ao m eu u l tom o g rand e t e x to pub li cad o

As entidades portuguesas, todas sem excepção, digo o que sempre digo, cumpram a lei que trazem os homens acordados, quero o meu filho de volta!

As en tid ad es por t u g ue sas, todas se m e x ce p ção, di g oo q ue se mp r e di g o, c um pr am a lei q ue t ra ze m o s h o m e ns ac o r dad os, q u ero o m eu fil h o de vo l t a!

Não negoceio com gentalha que pratica actos de terror e rouba crianças, nem há nada a negociar, há sim, que fazerem cumprir a lei,!!!!

N cão ne g o ce i o com g en talha q ue pr a tic a ac to s de te rr o r e ro u ba c r ian ç as, ne m h á n ad aa ne g o cia r, h á si m, q ue f az e r em c u mp r i ra lei,!!!!

Não negoceio com terroristas que partem corações às crianças, e que demonstram assim ser dos piores, pois o fazem sobre seres com menor capacidade e quadratura legal e jurídica para se defenderem, e mostram assim em toda sua extensão, como são para além de tudo, cobardes

N ão ne g o ceio com te rr o r ista s q ue par te m co rações às c r ian ç as, e q ue demo sn t rama s si m ser dos pi o r es, p o is o f az e m s ob r e seres com m en o ra ca pa cidade e q ua dr ad t u ra l e gal e j ur i d i ca para se d efe n de r e me mo s t rama s si m em s ua tod a s e x te n são, co mo são para a l é m de todo co bar d es

Senhor noronha, que seja cobarde até eu posso perceber, embora não goste mais de si um milímetro que seja, como não gosto de cobardes, e percebo que o senhor, e muitos neste pais, face a natureza das minhas denuncias, que entroncam como muitos sabem em actos de terrorismo internacional, vos assustem, assuntem os cobardes que são, mas por esta razão tambem, tenho que lhe perguntar até que ponto neles está envolvido, pois não é lógico que as leias não sejam cumpridas nem o que é de direito por elas assegurado ao cidadão seja, independentemente do que sabe, do seu ver, do que lhe é dado pela Luz a ver, nem fiz eu nenhum delito de opinião, que é coisa que nem existe, nem é normal que um cidadão seja assim por tantos e em forma tão sistemática perseguido, roubado e injuriado em sua imagem e caracter, por isso me responda, ou desapareça, enquanto não o fizer, considerarei-o como filho da grande puta, quando e se emendar, então o tratarei de novo normalmente, se sangue inocente não tiver em suas mãos ou por suas mãos corrido, não trago eu nenhuma responsabilidade no cargo e nas vestes que o senhor carreia, nem foi eu que para elas o indigitei ou nomeei, e logo a seguir a ter ido ter consigo , apareceu o senhor no jornal numa foto a olhar o chão, como quem tinha sido apanhado em falso, e não é preciso ser muito inteligente, para saber que o que o senhor terá antes porventura dito de minha pessoa e de meus actos, e que seria mentira eu ter tentado entrar em contacto com o senhor tal não teria acontecido, mas não sou eu ingénuo para pensar que o senhor não saberá avaliar as pessoas que consigo trabalham, e vir agora em atitude irresponsável dizer, que nada sabia do desvio da comunicação, caso ela assim tenha ocorrido, pois ainda não esclareceram os senhores este pormenor, o que encaixa nesse tal retracto que muitos de mim pretendem a outros fazer crer, e sobre o qual parecem muitos investir grandes somas de tempo, consequentemente dinheiro e de tinta múltiplas em tons de insinuações pérfidas várias, em meu entender, não tendo mesmo peia em recorrer à morte de terceiros para melhor as compor, e isto demonstra que estamos perante assassinos, e não terei eu que lhe lembrar que quem os cobre, deles se torna cúmplice, faz favor de ser homenzinho à altura de suas funções e fazer tudo o que está a seu alcance para cumprir a lei, não lhe estou a pedir nada de extraordinário, nem aqui no geral nem no concreto, quando quero apresentar queixa e exijo que ela seja prosseguida, contra uma senhora, se tal se pudesse chamar, que vai nas vestes da lei e que não a cumpre!


S en hor no ron h a, q ue seja co bar de at é eu p osso pe r cebe r, em bora n ão g os te ma is de si um mi li met ro q ue seja, co mo n ão g os to de co bar d es, e pe r ce bo q ue o s en hor, e mui to s ne st e pa is, f ac e a nat ur e za das min h as d en un cia s, q ue en t ron c am co mo mui to ss ab em e m ac t os de t ero ori st mo inter na c ii o n al, vo s as s us t em, as sun te mo s co bar d es q ue são, mas por es ta ra z ão t am b em, t en h q ue l he pe r g un t ar at é q ue p on to ne l es e st á en vo l v ido, p o is n ão é l o gi co q ue as lei as n ão se j am c u mp rid as ne m o q ue é de d e ie i to por e la s as se g ua ra do ao c i d a dão seja, in d ep dente mente do que s ab e, do se u ver, do que l he é dad o pe l a L u za ver, nem f u zi eu ne n h um deli to de ip in i ão, q ue é co isa q ue ne m e xis te, ne m é no r m al que um cida dão seja as si m por t ant os e em forma tão sis t ema tic a pe r se guido, ro ub ad o e in j ur iad o em s ua i mage m e cara c te r, por iss o me r es pond a, ou d esa par e c ç a, en q ua n to não o fi ze r, co ns id e r e ra rei inglesa me co mo fil h o da g rand e p u t a , q ua n do e se e m en d ar, en tao o tara t a rei de n ovo norma l mente, se san g ue ini c en te n ão t iv e r em s ua s mão s ou por s u as mão s co r rid o, n ão t ra g o eu ne n h uma r es p os na bil i dad e no cargo e nas v es te s q ue o s en h ro car rei a, ne m foi eu q ue para e la s o in di gi te i ou no m ee i, e lago a seguir a ter id o ter co ns i g o , l o g o o s en hor ap ar e c eu no jo r na l n uma f oto a ao l h ar o c h ão, como q eu m tinha sid o ap a anha do em f al s o, e n ão é pr e ciso ser mui to intel e gente, para s ab e r que o que o s en hor te rá ant es por v en t u ra dito de min h a p es são a e de me us ac to s, e q ue se ria m en t ira eu ter t e mn t ado en t ra r em contacto com o s en hor t al n ão te ria c on te cid o , mas não s o u eu un g é n u o para p en sar que o s en hor n ão s abe rá ava la ir as p es s o as q ue o cn si g o t ra ba l ham, e vi r a g or ra a em a ti rude i rr es pon s ave l, que n ada sa bia do d es vi o da co m uni cação, c as o e lea as si m t en h a oco r rid o, p o is a in da n ão es clare ce ram os s en hor es este por m en or, o q ue en caixa ne ss e t al r e t rat c to q ue mui to s de mim pr e te n d em a outros f az e r c r e r, e s ob reo q ual par e ce m mui to s in v es tir g rand es s oma s de te mp o, c o ns eu q net e mente din he i ro e de d e tinta mul t ip la s em to ns de in sis n ua ç õ es pe r f id as v árias, eu m eu en te n der, n ão te n do me s mo pega em r e co rr e r à mor te de te r ce i ros para me l h or as co mp o r, e is to demo ns t ra q ue es t amo s pe ra n te as sas sin os, e n ão te rei eu q ue l he l em br ar q ue q eu m os cobre, de le s se to rna c u mp li ce, f az f a v o r de ser h om en z in h o à al t u ra de s u as f un ç õ es e f az e r tudo o q ue es t á a s eu al can ce para c u mp r i r a lei, não l h ee s to u a ped i r n ada de e x t rao rd ina ´ rio, ne m a q u ino ge r la ne m no co n c r e to, q ua n do q eu ro ap r es en t ar q eu ix a ee xi g o que e la seja pr os se guida, c on t ra uma s en h ro a, se t al se p u d ess e c h a mr a, q ue vai na s v es te s da lei e q ue n ão a c u mp r e!

E como sempre se manifesta o propósito logo de novo nesse dias o senhor, veio outra vez repisar dois assuntos, muito gostam o senhor e os de sua laia de pisar no lagar o mosto, mas parece que se esquecem sempre de fazer o vinho, fermentá-lo é que parece que não

E co mo se mp re se m ani festa o pr o p ó s it o l o g o de n vo ne s se dias o s en hor, veio o u t ra v e z r e p i sar do is as sun to s, mui to g os t am o s en hor e os de s ua la is de p isa r no l a g ar o m o s to, mas par e ce q ue se es q eu ce m se mp r e de f az e r o vi n h o, f e r m en t a ´ inglês l o é q ue par e ce q ue n ão

Primeiro outro vez a questão do direito de reserva, pois senhor, em nome de Deus lhe retiro eu o dever de reserva face a este caso e semelhantes, pois que reserva é defensável quando está em risco uma criança, e maus tratos a ele e a seu pai?, existirá algum fundamento moral ou legal para justificar reserva nestas situações? Quanto ao direito de reserva, visto que um dever anda sempre acompanhado com um direito, quando o direito vai direito e quando os que o exercem são direitos em seus corações e o exercem em forma direita, e não se escudam em direitos tortos de deveres tortos, o direito neste caso, de reserva, é seu, pois a reserva mora antes de mais no coração de cada um, se bem que como dizem as gentes, quem cala nas vezes consente, em termos jurídicos leva isto a outras mais negras possibilidades, a de ser cúmplice e portanto de estar mesmo sujeito a cadeia, se os actos assim na moldura o determinem

Pr i me iro o u t ro v e za q u es tão do di rei to de r e serva, p o is s en hor, em no me de D eu s l he r e ti ro eu o d eve r de r e serva f ac e a este c as o e se mel h ant es, p o is q ue r e serva é d efe n s áve l q ua n do est á em r isco uma c r ian ç a, e m au s t ratos a e le e a s eu pai?, e xis ti rá al gum f un dam net e mor al ou le gal para j us ti fi car r es ee r v a ne sa ts si t ua ç õ es? Q ua n to ao di rei to de r e serva, vi s to q ue um d eve r anda se mp r e ac o mpa n h ado com um di rei to, q ua n do o di rei to v ai di rei to e q ua n d o os que o e xe rc ç em são di rei to s em se us co rações e o e xe r ce m em forma direita, e n ão se es c u d am em di rei to s tor t os de d eve r es tor t os, o di rei to ne s te c as o, de r e serva, é s eu, p o isa r e serva mora nat es de ma is no co ra çao de cd a um, se b em q ue c omo di ze m as g en te s, q ue m cala nas v e ze s c on s en te, em te r e mn os j ur ti d c os l eva is to a o u t ra s ma is ne g ra s p os si bil i dad es, a de ser c u mp l i ce e p orta n to de es t ra me s mo s u je it o a ca deia, se os ac t os as si m na mol d u ra o de t r emi n am

O segundo, outra vez a eterna discussão de sapateiros maus remendões, que mais parecem ser talhantes de carcassas que homens capazes de elaborar correctas leis, quanto mais velar correctamente pela sua aplicação, a questão da responsabilidade civil dos juizes, em caso de engano, o que neste caso, como já vos expliquei a todos tintim, por tintim, infelizmente para todos, justiça incluído, não se quadra, nem rima nem verso, nem versa

O se gun do, o u t ra v e za e t rena di s c us são de s a p at e i ro s m au s r e m en d õ es, q ue ma is par e ce m ser t al h ant es de car ca s sas q ue homens ca pa ze s de e la bora r co rr e cta s le is, q ua n to ma is v e l ar co rr e cta e mn te pe la s ua ap li cação, a q eu s tao da r es ponsa bil i dad e c iv i l dos ju i ze s, em c as o de en g ano, o q ue ne st e c as o, co mo j á vo s e x p li q eu ia t odo s t in tim, por t in tim, in f e li z mente para t o d os, j us ti ç a inc lui do n ão se q ua dr a, en r ima ne m v e r s o

Não vos disse eu e não vos expliquei eu das vantagens das pressupostos do edifício jurídico anglo saxonico nestas matérias?

N ão vo s d i ss e eu e n ão vo s e x p li q eu i eu das van t a g e ns da s pr es s up os to s do edi fi cio j ur id o an g l o s ax o nico ne st as mat é ria s?

Porque razão então ainda não o verteram na lei, e agora coitadinhos, muito aflitinhos, estado incluído, neste problema e nesta questão à procura de seguradoras, caminho errado, erradíssimo como já vos foi demonstrado, mas vós insistis nos fumos coloridos, tentado mais uma vez fugir com vosso rabo à seringa, assumam-se em vossos actos, sejam homenzinhos e façam coisa simples, cumpram a lei, que vos obriga nomeadamente a receber e analisar queixas que um cidadão apresente contra pseudo juizes que vão corruptos corrompendo!

Por q ue ra z ão en tão a in da n ão o v e r te ram na lei, e agora co it a d in h os, mui to af l t in h os, est ado inc lui do, ne st e pr o b l ema e ne st a q eu s tão à pr o cura de segur ad o ra s, caminho e rr ad o, e r ra di ss i mo co mo j á vo s f o i demo ns t ard o, ma s vó s ins sis t it nos f umo s c olo rui d os, t e n t ado ma is uma v e z f u gi r com v osso ra bo à se rin g a, as s uma n inglesa se em v ossos ac t os, se j am h o m e ns z in h os e f aç am co isa si mp le s, c u mp ram a lei, q ue vo s o b riga no me ad am en te a r e cebe r e ana lisa r q eu ix as q ue um cida dão ap r es net e c on t ra ps eu d os j u i ze s q ue v ão co rr u pt os co rr o mp en d o!

Senhor coronel mocho da luta anti terror neste pais de muitos terrores, dizia o senhor em dia recente que em seu ver não existia em Portugal, uma célula terrorista, sabe senhor mocho tão bem como eu, assim sabem os que trabalham na prevenção do terror, que os citroen dezassete e dezanove, eram os melhores carros da altura, e eram tão bons que eram usados tanto por policias como pelos bandidos e que os carros servem para transportar os homens, e de certa forma e justo dize-lo que os aumenta, ou seja, que os fazem em certa forma maiores que seus próprios pés, ou seja ainda por outras palavras, que tantos uns como outros, usam nas vezes os mesmos métodos de elevação, up, para se combaterem, e que assim em muitas circunstancias, as fronteira entre um fazer e um outro semelhante fazer se dilui, o que é sempre terreno muito perigoso, não vão uns tornarem-se os outros, nomeadamente recorrendo a rituais que por sangue alheio funcionam, pois se assim acontece, não mais diferença entre os dois existirá, não é verdade?
S en h ro co ron el mo ch o da l ut a ant i te rr o r ne st e pa is de mui to s te rr o r es, di z ia o s en hor em dia r e c en te q ue em s eu ver n ão e x is tia em Por tu gal, uma cel u la te rr ori s ta, s abe s en h or mo c h o tão b em co mo eu, as si m s ab em os q ue t ra ba l ham na pr eve n ção do te rr o r, q ue os c it ro en dez a sete e de z ano v e, e ram os mel h or es car ros da al t u ra, ee ram tão bo ns q ue e ram usa d os t ant o por poli cia s com pe los ban dido s e q ue os car ros serve m para t ra ns p orta r o s h o m e ns, e de ce rta forma e justo di ze inglês l o q ue os au m en t a, ou seja, q ue os f a ze m em ce rta forma maio r es q ue se us pr o pr i os p é s, ou seja a in da por o u t ra s pala v ra s, q ue t ant os u ns co mo o u t ro sm usa m na s v e ze s os me s mo s mé tod os de ele v a çao, u p, para se co m bate r e me q u y e as si m em mui t as cir c u ns tan cia s, as fr on te ira en t r e um f a ze r e um outro se me l h ant e a f ze r se di lui, o q ue é se mp r e te rr en o mui to pe rigo s o, n ão v ão os u ns to rna r em inglesa se os o u t ros, no ema d a me n te r e co rr en do a rit u a is q ue por san g ue al hei o f un cio n am, p o is se as si m ac on t ce, n ão ma is difer n ça en t reo s do is e x u is ti rá, n ão é v e r dad e?


Diz o senhor que em seu entender, não existe uma célula terrorista em Portugal, se calhar tem razão, pois o que existe é um polvo com muitos tentáculos e células iguais, semelhantes e distintas e nas vezes muito bem coordenadas entre si mesmas, e assim sendo lhe dou conselho de aprender a ver melhor, pois olhe bem e verá que existem muitos actos de terrorismo, espalhados em horizontal e vertical no aparelho de estado, no diap, no governo, na casa do presidente, na assembleia da republica, nos tribunais e por ai fora, perigos terrorismo pois e feito por homens que carreiam funções e vestes de estado, e assim sendo, ou então demonstre tintim por tintim, em forma clara, que assim não o é, sendo que não lhe ouvi ainda nenhuma palavra especifica, que o que vem a Palavra a dizer e desvelar é falso, ou então ficará o senhor, mesmo sujeito a suspeita de que um dos responsáveis pela luta anti terrorista é eventualmente um deles, ou que a outros cobrirá

Di zo s en hor q ue em s eu en t e n der, n ão e xis te uma ce lula te rr ori st a em Por tu gal, se c l a h ar te m ra z ão, p o is o q ue e xis te é um p o l vo com mui to s t en t ac u l os e cel us l as i g ua sis, se m l e h ant es e di s t ina ts e na s v e ze s mui to b em co r dena d as en t r e su me s m as, e as si m s en do l he do u c on se l h o de ap r en de ra v e r mel hor, p o is o l he b em e verá q ue e xis te m mui to s ac to s de te rr o s is mo, e spa l h ado s em h ori z on t a le v e r tic al no ap ar e l h o de st ado, no di a p, no g o v e r no, na c asa do pr es i d en te, na as se m b e li a da r e publica, no s t rib una is e por ai f o ra, pe rigo s te rr ori s mo p o is e f e it o por homens q ue car rei am f un ç õ es e v es te s de es t ado, e as si m s en do, o u en tão demon st r e t in tim por t in tim, em forma clara, q ue as si m n ão o é, s en do que não l he o u vi a in da ne n h uma pal av ra es pe c i fi ca, q ue o que vem a Pal av ra a di ze r e d es vela r é f al s o, o u en tão fi ca rá o s en hor, me s mo s u je it o a s us pei ta de q ue o um do s r es ponsa v e is pe la luta ant i te rr ori s ta é eve n t ua l e mn te um del es, o u q ue a o u t ros co br i r tá

Sabe senhor, nunca eu gostei de chulos, pessoas que pedem ajuda sem ter mesmo a coragem de o fazer em forma clara, que a recebem e depois por cima, por diversas questões, desde simples egos à solta como monstros, que muito precisam de ser alimentados, a negam, e mais grave, tentam ainda incriminar quem ajuda, contudo olhando sua face, o que vejo de sua alma não parece incluir estas tao negras facetas, peço a Deus que me faça a demonstração face à sua pessoa e a seus actos

S ab e s en hor, n un ca eu g os te i de c h u l os, pe ss o as q ue pede m ajuda se m te r me s mo a co rage m de o f a ze r em forma clara, q ue a r e cebe me d ep o is por cima, por d ove ross q eu s t õ es d es de s i mp l es e g os a sol t a co mo m os t ros, q ue mui to pr e c isa m de ser ali m en t ado sa ne g uam e ma is g rave te n t am a in da in c rimi n ar q eu m ajuda, c on t u do ol h and o s ua face, o q ue v e jo de s ua alma n ão par e ce inc lui r es t as tao ne g ra s f ac eta s, ep ç o a D eu s q ue me f aç aa demo sn t ração face à s ua p es s o a e a se us ac to s

Ainda neste transito em seu final, bem recentemente me apareceu um mocho e um gato preto, o mocho, me mostrou um triângulo , o triângulo do gato que entretanto se fora, aqui mesmo ao pé de minha casa em outros prédios, o tal gato que mama nas comunicações alheias, e as usará em fim muito duvidoso e em algumas vezes, mesmo perigoso face a terceiros inocentes, e depois o gato, o que é homem, desapareceu, mas a imagem que a alma desvelou, foi muito clara, a confirmar que muitos a revelia das leis, tem usado o meu saber e o meu ver como um self service, até me entram em casa, mas pressuponho eu, que carreando o senhor as funções que diz carrear, certamente disto tudo em pormenor saberá

A in da ne st e t ra n si to em s eu f ina l, b em r e c en te mente me ap ar e c eu um mo ch o e um g a to pr e to, o mo c h o, me meo st o u um t ria b n gula , o t r ian gula do gato q ue en t r eta n to se f o ra, a q u i m es mo ao p é de min h a cas em o u t ros pr é di os, o t ak l gato q ue mama nas co m un cia ç õ es al hei as, e as usa rá em fi m mui to du vi d oso e em al gum as v e ze s, me s mo pe r i g is o face a te r ce i ros ino c en te s, e d ep o is o g ar o, o q ue é home, d es ap r e c eu, mas a um a g em q ue a al am a d es v e lou, f o i mui to clara, a c on firm ar q ue mui to s a r eve l ia das le is, te m usa d oo me u s ab e ro m eu v e r co mo um se l f se r vice, ar é me en t ram em c asa, ma s pr es s up on h o eu, q ue car rea n do ao s en hor as f un ç õ es q ue di z car rea r, ce rta mente di s tio t u do em por m en or s ab e rá

Vá lá investigar estes terroristas a quem a todos tenho vindo a dar conhecimento, com vista a sua prisão e depois quando assim lhes acontecer , talvez de novo falemos, diga-me lá sobre um exemplo axiomático, o que pensa , e o que fez, o que faz, ou mesmo o que está disposto a fazer, para ver se então a gente percebe bem de que massa é o senhor feito, lembrei eu aqui o caso de almeida santos, e nada de novo se passou, acha que um homem que utiliza os seu elevado cargo na republica e que leva a prisão um outro homem que denuncia uma verdade , sobre actos de corrupção desse homem, é um terrorista? Acha que nada se deve com ele passar? Investigou o sucedido e chegou a alguma conclusão e mais, fez alguma coisa?

V a´ lá in v es ti g ar est es te rr ori st as a q u em a todos t en h o vi n do a d ar c on he cie mn to, com v ista a s ua p r isa o e d ep o is q ua n do as si m l h es ac on te ce r , t al v e z de n ovo f al emo s, di g a inglesa me l á s ob r e u m e x e mp l o a x i o ma t i c o, o q ue pen sa , e o q ue fez, o q ue f az, o u me s mo o q ue es t á di s posta a f a ze r, para v e r se en tão a g en te pe r cebe b em de q ue massa é o s en hor f e it o, l em b r ei eu a q u i o c as o de al me id a s an t os, e n ada de n ovo se pa ss o u, ac h a q ue um homem q ue u tili za os s eu el eva do cargo na r e publica e q ue l eva a pr isão um outro homem q ue d en un cia uma verdade , s ob re ac to s de co rr u p çao d es se home, é um te rr ori s t a? Ac h a q ue n ada se d eve com e le pa s sar? In v es ti g o u o s u ce di do e che g o ua al gum a c on c lu são e ma is, fez al gum a co isa?

É o senhor o sir da cristina coutinho me desvelaram agora as letras, e assim lhe faço pergunta, e lhe acrescento, anda o senhor então a usar a sua estrutura, os seus meios e os seus conhecimentos para fazer por encomenda, um combate e uma tentativa de incriminação a um particular cidadão que passa pelo roubo de seu filho?

É o s en hor o sir da cris t ina co u t in h o me d es vela ram agora as l e t ra s, e as si m l he f aç o pe r gun t a, e l he ac r es c en to, anda o s en hor en tao a usa ra s ua est ru t r u ra, os se us meio s e os se us c on he cie mn to s para f az e r por en comenda, um co m bate e uma t en t at iva de inc rimi na ção a um par t u c ua l r cida dão q ue passa pe l o ro u o de s eu fil h o?






wbbmz in