segunda-feira, março 24, 2008






O dito da Luz na imagem da Verdade em Verdade e Acto Nu, ou seja, sem encenação com propósito narrativo outro que Te o dizer, Amada

O di to da Luz na i mage m da V e r dad e em V e rda d e e Ac to N u, o u seja, se m en c en ac são com pr o p os it o na r rat iv oo u t ro q ue T e o di ze r, Am ad a

O primeiro sincronismo é anterior a este video

O p rim e rio sin c ron is no é ant e rio ra este vi de o

O facto de ter visto na net o filme, os sinais do tempo, que é um video onde entre outros importantes assuntos se analisa os chamados atentados às torres gémeas

http://www.zeitgeistmovie.com/

O f ac to de teresa vi st o na net o fil me, os sin a is do te mp o, q ue é um vi de o onda en t reo u t ros i mp orta n t es as sun t os se ana liza os ch am ad os a t en t ad os às to rr es g é m e as

O pormenor que me fez a ligação, foi, a presença da sombra que aqui é visível no fotograma que se projecta sobre a representação simbólica da coluna da direita ou pilar, em cima, desenhando nele um corte em bisel e uma outra figura geométrica por cima, um triângulo a partir do angulo superior direito que corresponde no fotograma ao seu limite do enquadramento

O por m en o r q ue me fez a li g ac são, f o ia presença da s om br q a q ue aqui é v isi v el no f oto g rama q ue se pr o ject a s ob rea r ep r es en t a ção s im bo li ca da co l una da di rei ta o u pilar, em c ima d es en h and o ne le um co rte em b ise l e uma outra figura ge o met rica por cima, um t r ian gula a partir do angulo s up er io r di rei to q ue co rr es ponde no f oto g rama ao s eu li mite do en q ua dr am en to

Pois no filme, sinais do tempo, é visível um dos poucos pilares que se manteve de toda a estrutura das torres, que foi como que inteiramente derretida, tendo-se observado um lago de lava ardente, símbolo do inferno, que segundo dizem as testemunhas se manteve em estado de fogo liquido durante alguns dias

Po is no fil me, sin a is do te mp o, é v isi v el um dos p o u c s pilar es q ue se man teve de t u da a es t ru t u ra das to rr es, q ue f o i co mo q ue ine t ira m en te de rr e tid a, t en d o inglesa se ob s erva do um l a g a de l ava ardente, s im bolo do in ferno, q ue se gun do di ze m as t es te m unhas se man teve em estado de f o g o li q eu id o duran te al g u ns dias

O bisel em sua forma, corresponde como é explicado no filme, os sinais do tempo, ao resultado do corte feito pelo processo de cargas que nos pilares são aplicadas, quando se procede à implosão de prédios

O b ise l em s ua f roma, co rr es ponde co mo é e x p l ica do no fil me, os sin a is do te mp o, ao r es u l t ado do c r te f e it o pelo pr o c ess o de car g as qu e no s pilar es são ap li ca d as, q ua n do se pr o cede à i mp l o são de pr é di os

Um dos argumentos mais líquidos qu demonstra que as coisa não se passaram como pretenderam na altura encenar, é a queda da terceira torre, que tambem em sua forma de cair desvela, o método de implosão, a terceira torre, que não foi alvo de nenhum pretenso impacto de nenhum avião, caiu em terceiro, sem razão aparente ou justificativa que tal acontecesse, e caiu em modo semelhante as duas gémeas

Um dos ar gum en to s ma is li q ui do s q u demo ns t ra q ue as co isa n ão se pa s saram co mo pr e te n de ram na al t u ra en c en ar, é a q eu da d a te r ce ira to rr e, q ue t am b em e me m sua forma de cair d es vela, o met ode de i mp l o são, at e r ce ira to rr e, q ue n ão f o i alvo de n en h um pr e t e n s o i mp a c to de ne n h um avião, ca i u em te re ce i ro, se m ra z ão ap ar en te ou j us ti f ica t iva q ue t al ac on te ce s se, e ca i u em modo se me l h ant e as du as gémeas

Analisando o que a geometria espacial sagrada do espelho, que é esta imagem do meu video, nos desvela, devemos começar pelas linhas e o que elas indicam

Ana lisa n do o q ue a ge o met ria es ps cia l sa g r ad a do es pe l h o, q ue é esta i mage m do m eu vi de o, no s d es vela, d eve mo s co me ç ar pe la s linhas e o q ue e la s indica m

Temos duas colunas que simbolizam as colunas do Templo, Templo ,que deve ser entendido como Tudo e tambem como Templo de Ordens que sempre recorreram a esta simbologia para explicar a visão da Vida, do Universo, do Grande Arquitecto ou de Deus

T emo s du as co l una s q ue s im bo l iza m as co l una s do T e mp l o, T e mp l o ,q ue d eve ser en te n dido c omo T u do e t am b em co mo Te mp l o de Or d e ns q ue se mp re reco rr e ram a esta s im bo l o g ia para e x p l i car a visão da V ida, do Uni v e r s o, do G rande Ar q u i t ec to ou de D eu s

Do lado da coluna esquerda, temos um cubo, branco, mistura de todas as cores, e simultaneamente a ausência de cada uma em particular, por essa razão associo eu o branco ao que alguns chama de morte, esse cubo é um objecto e um instrumento com um especifica função, um micro ondas, que serve para descongelar, aquecer e cozinhar alimentos, que são porções de matéria, de átomos e moléculas, que em seu normal estado são sempre massa e movimento continuo

Do l ado da co l una esquerda, t emo s um c ub o, br anco, m is t u ra de todas as co r es, e si mul t ane m anete a s us en cia de c ad a uma em par tic ua l r, por ess a ra z ão as soci o eu o br anco ao q ue al g u ns ch am a de mor te, ess e c u bo é um ob je c to e um ins t ru m en to com um es pe c i f ica fun ção, um mic ro on d as, q ue serve para d es c on ge l ar, a q eu ce r e c oz in h ar ali m en to s, q ue são pr o ç o es de mat é ria, de a tom os e mole c u l as, q ue em s eu no r m al estado são se mp re massa e mo vi m en to conti n u o

O principio do micro ondas é o que se chama de micro ondas, ou seja, recapitulando em forma sintética o que neste Livro da Vida foi amplamente explicado, o que acontece é que a frequência que bombardeia a matéria que se encontra no microondas, excita-a , altera o seu estado de vibração e resulta no fogo, vulgo cozinhar

O pric ni pi o do mi c ro on d as é o q ue se ch ama de mi c ro on d as, o u seja, r e ca pi t ua l n do em forma sin c r étic a o q ue neste Li v roda V ida foi a mp l am en te e x p l i cad o, o q ue ac on te ce é q ue a fr e q e u n cia q ue bo mba r deia a mat é ria q ue se en c on t ra no mi c r oo n d as, e x cita inglesa a , a l te ra o s eu est ado de vi br a ção e r es u l ta no f o g o, v u l g o c oz in h ar

Depois lembrai-vos do que já vos aqui tambem expliquei do que acontece e porque assim acontece ao ovo cru quando colocado no micro ondas, ou da presença de metal, ou malhas de metal, quando nele tambem são introduzidas

D ep o is l em b rai inglês v os do q ue j á vo s a q ui t am b em e x p l i q eu i d o q ue ac on te ce e por q ue as si m ac on te ce ao o vo c ru quando c olo ca do no mi c ro ondas, ou da pr es en ça de met al, o u malhas de met al, q ua n do ne le t am e b m são in t ro d u z id as

No ovo à diferença entre dois estados do mesma unidade, a casca mais solida, o interior liquido, ao ser submetido às micro ondas, exactamente porque a reacção depende do que chamamos estado da matérias e das partes que neste caso forma um ovo, provoca um diferencial de temperatura, o interior liquido mais depressa aquece, expande-se e o ovo faz pum, ou seja a casca arrebenta

No o vo a difer n ça en t re do is estado s do me s ma uni dad e, a ca s ca ma is sol id a, o in te rio r li q eu id o, ao ser s ub met ido Às mi c ro ondas, e x cat am e n te por q ue a re a c ção d ep en de do q ue ch ama mo s est ad a da mat e r ia s e das par t es q ue neste c as o forma um o vo, pr ovo ca um difer en cia l de te mp e ra t u ra, o in te rio r li q u id o ma is d ep r ess aa q eu ce, e x p ande inglesa se e o o vo f az p um, o u seja a ca s ca ar r e b en t a

Ovo é tambem sobre o plano do símbolo, o local e o nascimento da vida e consequente do novo, sendo o que de aqui nesta encenação nasceu, ou melhor tentou que se nascesse, foi um velho pinto que dá pelo nome da cíclica tentativa de instauração de uma nova ordem mundial, e sendo que uma nova ordem mundial quando cria condições para se formar como ovo, diz tambem e implica intrinsecamente, que a velha mais não
funciona, ou seja por outra palavras, é preciso existir uma galinha pronta para o por, e ainda que a qualidade do ovo, depende sempre do que ela come, e o comer, é o que temos, ou seja o que existe no mundo, ou por outras palavras ainda, como o mundo vai

O vo é t am b em s o br e o p l ano do s im bo l o, o l oca l e o n as cim en to da vi da e co ns eu q net e do n ovo, s en do o q ue de aqui ne st a en ce na ção na s ceu, ou me l hor t en to u q ue se na s c ess e, f o i um velho punto q ue d á pelo no me da cic li ca t en t a iva de ins t a u ração de uma n ova ordem m un dia l, e s en do q ue uma n ova ordem m un dia l q ua n do c r ia c on cid ç õ es para se formar como ovo, di z t am b em e i mp l i ca in t r isi ca mente, q ue a velha ma is n ão fun cio n a, ou seja por o u t ra pala v ra s, é pr e c is o e xis i tir uma g ali n h a pr on ta para o por, e a inda q ue a q ua li dad e do ovo, d e p en de se mp r e do q ue e la co me, e o co mer, é o q ue t emo s, ou seja o q ue e xis te no mundo, ou por outra spa l av ra s a inda ,ac o mo o mundo vai

Se reparamos com atenção, como sempre se deve fazer no que fazemos, o angulo da tampa lateral que se vê do micro ondas, seu topo da direita alta , se encontra na mesma horizontal, tendo como referencia a margem da imagem, ou seja do quadro, ou enquadramento, da primeira linha

Se r epa ramos com a ten ção, co mo se mp r e se d eve f a ze r no q ue f az emo s, o an gula da t a mp a l at e ra l q ue se v ê do mi c ro ondas, ss eu topo da di rei ta al at a , se en c on t ra na me s ma hor zo n t al, t en do co mo r efe r en cia a mar g em da i mage m, ou seja do q ua dr o, ou en q ua dr am en to, da pr i me ira linha

Do angulo superior da tampa lateral do micro ondas são, sai, a primeira linha a de baixo, do blind em angulo, com resultante das forças que se encontram no angulo de noventa graus, sai a lamina do meio, a noventa e cinco graus, ou seja de um angulo numa superfície bidimensional, quanto todas as superfícies o são em sua representação, e o não são em sua essência, sai uma outra linha que se estrutura num outro plano, ou sej, num outro elemento da imagem, e que define em relação ao primeiro plano, o da tampa, um outro angulo equivalente de noventa graus, de um objecto, de um objecto que serve um função, aumentar a frequência da matéria, aquece-la ou mesmo fazer fogo e explosão, obtivemos uma outra linha que existe num outro elemento e que é neste caso feita de alumínio, uma régua de alumínio que está enrolada e cozida numa bainha do blind, que lhe dá peso, para manter o tecido translúcido vertical, por essa razão este elemento do blind tem maior peso e expressão do que os outros do blind, ou da vela do barco, visto o principio ser o mesmo, o das réguas que ajudam a forma da vela a formar-se, o resto é feito pelo vento, ou seja pelo espirito, ou seja pelo som e imagem, pelas palavras, é o que a pista sonora do video tambem desvela, pois ouvem-se pancadas de martelos no seu inicio que vem de cima, como exactamente estou agora, no momento desta escrita aqui a ouvir vindas do mesmo sitio , o andar de cima, o rés do chão, visto que estou na primeira cave, alta, assim se chama às caves que se encontram em plano superior a uma das partes do solo

Do an g u la super i or da t a mp a l a t e ra l do mi c ro ondas são, sai, a pr i me ria linha a de ba ix o, do b li n d em angu l a, com r es u l t ante das f o rça s q ue se en c on t ram no angulo de no c en ta g ra us, sai a l a mi na do mei o, a no c en ta e c in co g ra us, ou seja de um angulo n uma s up e r f ice bi di m en sia o na l, q ua n to todas as s up e r fi c i es o são em s ua r ep r es en t a ção, e o não são em s ua ess en cia, sai uma outra linha que se es t ru t u ta n um outro p l ano, ou se j, n um outro el e m en to da i mage m, e q ue de f ine em relação ao pr i me i ro p l ano, o da t a mp a, um outro a n gula e q u i v a l e n te de no v en ta g ra us, de um ob je c to, de um ob ject o q ue serve um f un ção, au m en t ar a fr e q u en cia da mat é ria, a q eu ce inglesa la ou me s mo f az e r f o g o e e x p l o são, ob t iv emo s uma outra linha q ue e x is te n um outro el e m en to e que é neste c as o f e ita de a lu mini o, uma régua de a lu min o q ue está en rola da e c oz id a n uma ba in h a do blind, q ue l he d á p es o, para man te r o te cid o t r ra sn lu cid o v e r tic al, por ess a ra z ão este el e m en to do blind te m maio r p es o e e x press ao do q ue os outros do blind, ou da vela do bar co, vi s to o pr inc ip i o ser o me s mo, o das r e g ua s q ue ajuda m a forma da vela a formar inglesa se, o r es t ro é f e i to pelo v en to, ou seja pelo es pi rito, ou seja pelo s om e i mage m, pe l a s pala v ra s, é o q ue a pi st a s o no ra do vi de o t am b em d es vela, p o is o u v e m inglesa se p anca d as de mar t es mar telos no s eu in cio q ue v e m de cima, co mo e x cat am en te est o u agora, no mo m en to desta es c rita aqui a o u vi r v in d as do me s mo si tio , o and ar de cima, o r es do ch ão, v is to q ue est o u na pr i me ira c ave, al t a,a ss im se ch ama ` * as c av es q ue se en c on t ram em p l ano s u pei o ra uma das par t es do s olo

Martes que apareceu agora na escrita e martelo, significa simbolicamente o martelo de marte, ou seja o martelo, da bigorna do guerreiro, ou dos guerreiros,

M ar t es que aa p r e ceu agora na es c i to e mar e te l o, si g nica s im bo li ca mn te o mar te l o de m arte, ou seja o m ar te l o, da bi g o rna do g eu r rei ro, o u d os g eu r rei ros,

Cinco são as réguas do blind, sendo que a terceira contar de baixo está exacto eixo do triângulo que faz sombra que nesta imagem se desenhou na coluna da direita, formou, juntando estes dois elementos, temos então um outro desenho, que é uma seta, que saindo do rectângulo da vela, do blind, atravessa a coluna da direita e sai da imagem, ou seja se expande para além dos limites do que é visível no fotograma, ou seja ainda, penetra no espaço circundante, ou seja ainda, diz, que deste núcleo dramático e narrativo se expandiu no espaço exterior, ou seja, se repercutiu no mundo inteiro visto uma imagem ser um pedaço da grande imagem, ou pintura, e a realidade assim o disse, visto que a partir daqui a guerra se tornou mundial, ou total, se estendeu sobre o mundo em seu todo, e consequentemente na imagem do mundo em seu todo

C inc o são as r e g ua s do b l in d, s en do q ue a te r ce ira c on t ar de ba ix o está e x cat o e ix o do t r ina gula q ue az sombra q ue ne st a i mage m se d es en h o u na co l una da di rei ta, formou, juan at n do est es do is el e m en t os, t emo s en tao um outro d e s en h o, q ue é um a s eta, q ue sa in dao do rec t an gula da vela, do blind, at rave ss aa co l una da direita e sai da i mage m, ou seja se e x pn ad e para a l é m dos limites do que é v isi v el no f oto g rama, ou seja ainda, p ene t ra no e spa ç o cir c un dante, ou seja a inda, di z , q ue d este nuc leo dr an tic o e na rr at iv o se e spa n diu no es ap ço e x te i ro, ou seja, se r ep er t u ti u ni o mundo in te i ro vi st o uma u m age m ser um peda ç o da g rande i mage m, ou pi n t u ra, e a real i dad e as si m o di ss e, vi st o q ue a ap r tir da q eu ia guerra se tor no u m un dia l, ou t ot al, se es t en d eu sobre o mundo em s eu todo, e co nse q u en t e mn te na i mage m do mundo em s eu tod o

Estrela são ás da régua do blind, cruz rina ina gula en tao as seta eta as in dão do rec tan gula da vela do blind, e x pn ad e , vaso is isi vaso el no f oto g rama, p ene t ra es spa de diu no es ap co e x te e ro rato ep pert c r x u tu ti vaso ni circulo nu c leo dr ra mu tio tic circulo, uma mage ser peda da g rande e mage ap rato tir da q eu ro p eu a guerra se tor no vaso mundial ou t ot al, se este t en d eu co nse q eu da te mn te rea s na mage do mundo

Dito ainda de outra maneira, cinco são as linhas que mantém a estrutura do véu e que ligam e o ligam entre si as duas colunas do Templo, sendo que na terceira são visíveis três pontos por cima da régua, e que corresponde a pequenos laços que permitem correr as cordas que elevam ou baixam o véu, que deixam a luz passar em sua potência pela janela ou a coam

Di to a ind a de o u t ra mane ira, c inc o são as linhas q ue m a n t e m a es t ru t u ra do v eu e q ue li g am e o li g am en t re si as du as co l una s do T e mp l o, s en do q ue na terceira são v isi v e is t r es p on to s por cima da r e g ua, e q ue co rr es ponde a pe q un os l aço s q ue pe r mit em co rr e ra s co rda s q ue el eva m ou ba ix am o v eu, q ue de ix am a l u z passa r em s ua p ot en cia pe l a jane la o u a co am

Três laços ecoa em mim a supressa que a teresa me deu na sessão com a «psi da gnose onde anunciou a ela e a mim que tinha ela, três laços

T r ~ es l aço s e coa em mim a s up r es a q ue a teresa me d eu na se s são com a « ps i da g n o se onda anu n co ia e la e ami m q ue tinha e la, t r ê s l aço s

Se reparar-mos na parte superior da coluna da direita , vemos tambem que a imagem desvelou, um triângulo não isósceles, na posição de fogo, em cujo um dos vértices que ascende, é paralelo à vertical do plano da vela , cujo plano se encontra com o plano do micro ondas, ou seja um triângulo superior da coluna da direita, está relacionado com a saída da lamina de alumínio que resulta dos ângulos do canto do micro ondas

Se r epa ra r inglesa mo s na par te s ipe rio r da co l una da direita , v emo s t am b em q ue a i mage m d es ve lou, um t r ian gula não is os ce l es, na p o si ção de fo g o, em c u jo um dos v e r tic es q ue as c en de, é para lelo à v e r tic a l do p l ano da v e la , c u jo p l ano se en c on t ra com o p l ano do mi c ro ondas, ou se j a um t rin gula s up e i ro da co l una da direita, está r e la cio n ado com a sa ida da l ami na de a lu mini o q ue r es l ta dos an gulas do can to do mi c ro ondas

Alumínio é uma liga artificial, entendendo artificial, como feita por mão humana, o que contradita por si , a prior, o termo, com uma composição molecular com características únicas, na sua relação entre núcleo e as partículas que o constituem, e aqui como já explicada anteriormente, uma das chaves de entendimento do que se passou a este nível, e dos espelho que esta estrutura molecular , se extrapolada, nomeadamente para a natureza das ondas, que estão associadas aos processos de comunicação, e de codificação das mesmos

A lu mini o é uma li g a ar ti fi cia l, en t e n do ar ti fi ca l, co mo fei t ra por mão humana, o q ue c on t ra di ta por si , a pr i ori, o te r mm o, com uma co mp os ção mole c u l ar com ca rac te ri s tic as única s, na s ua relação en t re nuc leo ee l e c t õ es e aqui como j á e x p l ica d ant e i o r m en te, uma das ch av es de ene t en di e mn to do q ue se passou a este ni v el e dos es pe l h o q ue est a es t u t u ra mole c l ar no s z is, se e x t ra p o l ad a, no ema n da m n et e para aa na t u rea das ondas, q ue es tão a s so cia d as aos pr o ce ss os de co m uni cação, e de co di fi cação do sm es mo s

Este triângulo, que agora apareceu em dia recente aqui no ceu em lisboa, e que será alvo de interpretação mais detalhada neste texto, corresponde em termos da gnose, referenciada no evangelho de joão, a manifestação das três estrelas de seth, ou seja três estrelas que se constelam formando um triângulo

Este t rin gula, q ue a g o r ra ap ar e ceu em dia r e c en te aqui no ceu em lis boa, e q ue se rá alvo de in te rp r eta ção ma is d eta l h ad a ne st e t e x to, co rr es ponde em te r mo s da gnose, r efe ren cia da no eva n ge l h o de joão, a m ani f e ts a ção da s t r ê s te r la s de se t h, ou seja t r es estrelas q ue se co ns tela m formando um t rian gula

Na imagem este triângulo que resulta da luz especular, encontra-se na parte da coluna da direita sombreada, ou seja , é um triângulo de luz que se encontra escurecido, mas não deixa de ser luminoso, ou seja ainda, é a luz que alumia a sombra, que permite ver a luz mesmo naquilo que é sombra ou que se encontra ocultado, sombra que é o reverso da luz, mas a ela intrinsecamente ligado, quando algo se encontra de permeio

Na i mage m este t rin gula q ue r e sul t a d a luz es pe c u l ar, en co n t ra inglesa se na par te da co l una da direita s om b rea d a, ou seja , é um t r ina gula de luz q ue se en c on t ra es cure cid o, mas não de ix a de ser lu mino so, ou seja a in da, é a luz q ue a lu mia a s om b ra, q ue pe r mit e v e r a luz me s mo na q u i l o q ue é s om b ra ou q ue se en c on t ra o c u l t ado, s om b ra q ue é o r eve r s o da luz, mas a e la in t r isi ca mn te li gado, q ua n do a l g o se en c on t ra de pe r mei o

Por detrás do blind, temos uma janela, vidros, que correm numa estrutura de alumínio, feita em duas áreas semelhantes, que aqui no momento da cristalização desta imagem, se encontra, um pedaço aberta, desenhando um E, que se encontra deitado, sendo E , um grau maçónico, deitado, como quando acontece aos corpos quando na terra repousam

P ode por de t rá s do blind, t emo s uma jane la, vi dr os, que co rr em numa es t ru t u ra de a lu mini o, fei ta em du as a rea s se m l e h ant es, q ue aqui no mo m en to da c r is ta liza ção desta i mage m, se en c on t ra, um peda ç o ab e rta, de s en h and o um E, q ue se en c on t ra deitado, s en do E , um g r au m aç oni co, de ita do, c omo quando ac on te ce aos corp os q ua n do na te r ra r ep o usa m

Se observarmos com maior pormenor, esta letra, reparamos que ela é formada por dois planos , na frente temos um F deitado, e por detrás, temos uma outra linha que resulta do deslizar da coluna central da janela, que quando fechada, ou seja em posição simétrica , sobrepõem em seu meio, as duas verticais, e que aberta como aqui ficou, desenha no plano anterior, uma terceira perna ao F deitado fazendo dele um E, sendo que E é anterior a F , ou E é externo ao F deitado atrás , ou pelo micro ondas que se encontra no plano do que será a sua cabeça, cabeça, visto que a parte superior da letra em sua posição normal, de vida, é o seu topo

Se ob serva r mo s com maio r por m en o r, es ta l e t ra, r epa ramos q ue e la é formada por do is p l ano s , na fr net t emo s um F de ita do, e por de t rá s , te mo s um u m ao u t ra linha q ue r e sul ta do d es liza r da co l una c en t ra l da jane la, q ue q ua n do efe c h ad a, o u seja em p o si ção si me t ric a , s ob r ep oe m em s eu mei o, as du as v eri ca si, e que ab e rta como aqui fi co u, d es en h a no p l ano ant e r e rio r, uma terceira p ee rna ao F de ita do fazendo dele um E, s en o d q ue E é ant e i ro a F , ou E é e x te r no ao F d eu t ado a t rá s , ou pe l o mo c ro ondas q ue se en c on t ra no p l ano do q ue se rá a s ua cab e la s, ca beça, vi st o q ue a par te s up e rio r da l e t ra em s ua p o si ção no r m al, de v id a, é o s eu topo

A relação entre as duas letras e a forma de elas se relacionam só acontece porque as duas partes da janela, das duas molduras de alumínio, se encontram em planos distintos e contínuos, e correm sobre carris que são como dois U ou duas fortalezas invertidas lado a lado, ou ainda com duas linhas de comboio ou de metro que correm paralelas

A relação en t rea s du as l e t ra s e a forma de e la s se ra l cio na r em s ó acontece por q ue as du as ap r t es da jane la, das du as mol duras de a lu mini o, se en c on t ram em p l ano s di s tinto s e conti nu os, e co rr em s ob re carris q ue são co mo do is U ou du as fortalezas in v e r tid as l ado a l a do, ou a in da com du as linhas d de co m boi oo u de met ro q ue co rr em para le la s

A sombra em bisel, ou em faca, ou em lamina de x acto, que se encontra projectada na face superior da coluna da direita, é feita por algo que ficou à frente da objectiva da câmara que é a cânon, XL um, a correia de suporte que trás as cores vermelha debruado a negro, em tecido, com textura em pena em direcção cruzadas alternadas, com um relevo semelhante ao aqui no livro descrito como sendo o da gravata do homem dragão, o ultimo que encontrei na rua nova do Almada ao chegar à rua do carmo, em acontecido recente neste livro, XL é o x do angulo maior, do LM, e tambem a sigla de lisboa, do restaurante ao lado da assembleia da republica, o tal onde a maria eliza uma vez me deu encontro que não se chegou a realizar, pouco depois da campanha de durão, e uma marca de tamanho de roupa, e tambem o nome de uma revista que aqui foi outrora publicada, ou seja este é pedaço da id, do home que fez a sombra na coluna da direita

A s om br a em b ise l, ou em f ac a, ou em l a m i n a de x ac to, q ue se en c on t ra pr o ject ad a na face s u p ei ro do a coluna da direita, é f e ita por a l go q ue fi co u À fr en te da ob ject iva da ca mara q ue é a c ano n, x X L um, a correia de s up o r te q ue t rá s as co r es v e rm l h a de br ua do a ne g ro, em te cid o, com te x t u ra em p en a em di rec ção c r u za d as al te rna d as, com um r el evo se me l h ant e ao aqui no li v ro d es c rito como s en do o da g rav at a do homem dragão, o u t l imo q ue en c on t rei na rua n ova do al m ad a ao che g ra à rua do carmo, em ac on te cio r e c en te ne st e li v ro, X L m é o x do a n gula maior, do LM, e t am b em a si g la de lis boa, do r es t au rat n te ao l ado da as se m b lei a da republica, o t al onda a maria e l iza uma v e z me d eu en c on t ro q ue não se che g o ua rea liza r, p o u co d ep o is da cam p anha de durão, e uma ma rca de t am an h o de ro u p a, e t am b em o no me de uma r e vi s t a q ue aqui foi o u t ro ra pub li ca da, ou seja est e é peda ç o da id, do home q ue fez a s om b ra na co l una da di rei t a

Na correia da câmara, esta escrito a branco cânon, ou seja temos mais um cor de identificação, o vermelho, as letras a branco, e o debruado a preto, observando as letras cânon em seu particular grafismo, a ponta de cima do C, define um triângulo em posição invertida ao que se manifesta nem luz no topo da coluna esquerda, ou seja três estrelas de seth, mas invertidas, no quadrante cinco e dez, se as observasse, inscritas num circulo de tempo, seno o espaço entre as duas de cinco minutos, o A, a seguir, está em itálico invertido, ou seja , inclinado para trás, e o bico que parece ser um bico de pássaro aponta o angulo da fatia da piza do tempo em seu vértice das dez, o N, são dois, UM, cujos bicos juntos, inclinaram o A anterior, que deu a bicada na pizza, o, O tem uma vesica em seu centro e está inclinada para trás, ou seja, no ponto de cinquenta e cinco, ou seja, dupla estrela, e ao lado do circulo com a vesica inclinada que é o, O, temos de novo um N, feito por dois bicos de pássaros juntos que com os outros dois, do outro lado, ladeiam o circulo e inclinaram a vesica, os que a inclinam são os da direita, os que fazem a sombra, pois a posição da vesica inclinada corresponde à posição da sombra na coluna da direita

N a c o r rei a da ca mara, esta es c rito a br anco c ano n, o u seja t emo s ma is um co r de ind en tif i c ção, o vermelho, as l e t ra s a br n co, e o de b rua do a preto, ob serva n do as l e t ra s ca non em se u par tic u l ar g raf is mo, a p on ta de cima do C, de f ine um t rian gula em p o si ção in v e r ti da ao que se m ani f est a ne m luz no topo da co l una esquerda, ou se j a t r e s estrelas de se t h, mas in v eri d as, no q ua dr ant e c in co e dez, se as ob serva s se, in s c rita s n um cir c u l o de te mp o, s e n o o e spa ç o en t rea s du as de c in co minu t os, o A a seguir, es y á e m u t a l i co ine v tid o, o u se j a , inc lina do para t rá s, e o bi co q ue par e ce ser um bi co de pa ss ar o ap on ta o a n gula da f a tia da p iza do te mp o em s eu v eri ce das dez, o N, são do is UN, UM, c u j os bi co s j un t o s, inc l ina ram o A ant e rio r, q ue d eu a bi ca da na pi s zz a, o O t e m uma v e sica em s eu c en t ro e está inc lina da para t rá s, o u se j a, no p on to de c in q eu n ta e c in co, ou seja, d up la e ts r e la, e ao l ado do cir c u l o com a v e sic a inc lina da q ue é o O, t emo s de n ovo um N, f e i to por do is bi co s de pa ss ar os j un to s q ue com os o u t ros do is, do outro l ado, la deia mo cir c u l o e inc lina ram a v e isca, os q ue a inc li n am são os da direita, os q ue f az ema s on bra, p o is a p o si ção da ve si x ca inc l ina da co rr es ponde a´ p o si çao da s o m br a na coluna da direita

Ou seja a seta que sai da terceira linha da vela do blind e que atravessou a coluna da direita foi feita pela projecção da sombra do explosivo em bisel , a lamina do x acto, sombra está feita com três laços, três anzóis, de três cobras , que são estrelas, e que pela sua acção fizeram explodir a coluna , ou quem a representava à direita

O u seja a s eta q ue sai da te r ce ira linha da v e la do b li n d e q ue at rave ss o ua co l una da direita foi f e it a pela por je c çao da s om bra do e x p l os ovo em b ise la m a ina s o x ac to, s om br a ee sa f e it a com t r es l ac os, t r ê s a n zo is, de t r es co bras , q ue são estrelas, e q ue pela sua ac ção f ize ram e x p l o di ra co l una , ou q u ema r ep r es en t av a à direita

Correia da ca mara do ca non, ou a va gloria de mandar, luis miguel cintra, da cruz do rito ps espanhol, o anel saiu d bico do pássaro A italiano invertido pelas quatro horas da tarde e foi feito entre as quatro horas e cinco e as quatro horas e dez, foi ele invertido por dois pássaros do grupo da dupla unidade, o onze, que o inverteram, sendo esses dois elementos que funcionaram em diade, associados, pertença de um quadrado do mesmo grupo que inclinou a vesica no circulo em seu meio, e que foi o interruptor do fogo , o interruptor do bico do fogão do fogo eléctrico, o tal que opera em forma anteriormente neste livro descrita, vide posição do botão circular, onde o dois é o zero, ou seja um diade que perfaz a unidade, ou perfazia a unidade, e o um , que corresponde à posição da vesica inclinada como a sombra mostrou, é o um, a primeira divisão, que corresponde na realidade à posição três, ou seja feita em sandiche, de três, com três elementos e um quatro ao lado

Correia da ca mara do ca non, o u aa va gloria de man d ar, lu is mig u el cintra da cruz do rito ps e spa n hol, o ane l sa i u d bi co do pa ss ar o A ita li ana o in v e r tid o pe la s q ua t ro hor as da t arde e foi feito en t rea s q ua t ro hor as e c in co e as q ua t ro hor as e dez, foi ele in v e r tid o por do is pa ss ar os do g r up o da d up la uni dad e, o on z we, q ue o in v e r te ram, s en d o ess es do is d l e m netos q ue f un c ina ram em dia dd e, as soci ad os, pe r t en ça de um quadrado do me s mo grupo q ue inc lino ua v e sica no cir c u l o em s eu mei o, e q ue f oio in te rr u pt o r do fogo , o in te rr p t o r do bi co do f o g ao do f g o el e t rico, o t al q ue o pera em forma ant e iro mente neste li v ro d es c rita, v id e p o si ção do b ot ão cir c u l ar, on de o do is é o z ero, o u se j a um dia de q ue pe r f az a uni dad e , ou per f az ia a unidade, e o um , que co rr es ponde à p o si çao da v e sica inc l ina da co mo a s om bra mo s t ro u, é o um, a pr i me ira d i v i são, q ue co rr e es ponde na real i dad e à p o si ção t r ê s, ou seja f e it a em san di che, de t r ê s, com t r ê s el e m en t os e um q ua t ro ao l ado

O fogo é circulo russel, letras vermelha sobre prata, da coluna esquerda, declina tambem em circulo russo, primeiro angulo, portanto alimentou-se do sangue de uma grande carnificina, que devera ter sido a do teatro, que foi anterior a beslan, trás ainda as seguintes indicações, não cobrir, tambem a vermelho sangue sobre prata, fogareiro mod circulo forte trezentos e vinte e seis da CE, fogareiro, que é tambem nesta lingua o nome para taxi, que é grupo musical, duzentos e trinta V, ou seja vaso do segundo do terceiro , cinquenta hz, mil w, primeiro do duplo circulo do w fabricado em portugal, a ak do ti do porto, na imagem o fogareiro, está encostado ao micro ondas, ou seja, foi o botão, o interruptor do micro ondas, ou seja da micro ondas que é um sharp, ou uma serpente homem da harpa, do chá da ar do rp inverter, invertido, micro mil w vermelho e branco em seu símbolo

O fogo é cir c u l o russel, l e t ra s vermelha s ob re pr at a, da co l una esquerda, dec lina t am b em e m cir c u l o russo, pr i me i ro a n gula, p o rta n to ali m en to u inglesa se do san g ue de uma g rande car ni fi c ina, q ue d eve ra ter sid o a do tea t ro, q ue f o ian te i o r a bes l an, t rá s a in da as se gui n te s indica ç õ es, n ão co br i r, t am b em a vermelho san g ue s ob re prata, f o g a r ei ro mod cir c u l o f o r te t r e zen t os e vi n te e se is da CE, f o g a r ei ro, q ue é t am b em ne st a li n g ua o n o me para t ax i, q ue é g ru po mu sica l, d u zen t os e t rin ta V, ou se j a v oso do segundo do terceiro , c in q u en ta h z, mil w, pr ime i ro do du p l o cir c u l o do w f ab r i c a do em port i g ak, a ak do ti do porto, na i mage m o f o g a rei ro, es tá en c os t ado ao mi c ro ondas, ou seja, f oio b ot ão, o in te rr u p t o r do mi c ro ondas, ou se j a da mi c ro ondas q ue é um s h ar p, o u uma se r p en te homem da h ar p a, do chá da ar do rp ine r te r, in v e r t u id o, mi c ro mil w vermelho e br anco em s eu s im bo l o

O símbolo é um rectângulo deitado que se divide em quatro rectângulos, com dois eixos, um vertical e um horizontal, que se cruzam no rectângulo maior, no seu primeiro rectângulo da direita, as duas linhas são sistema de coordenadas, x e y, corresponde sua posição ao anel terceiro do blind na terceira vareta, a da seta,

O s im bo l o é um rec tan gula deita do q ue se d iv id e em quatro rec tan g uk o i , cum do is e ix os, um v eri t al e um h ori zo n t al, q ue se c r uza m no rec tan gula maior no s eu pr i me i ro tec tan gula da direita, as du as linhas são sis t ema de co r dena d as, x e y, co rr es ponde s ua p o si çao ao ane l te r ce i ro do blind na terceira v ar eta, a da s eta,

Do negativo no eixo de x, sai a frequência maior que cruza o ponto onde os dois eixos, x e y se tambem se cruzam , acima do zero, sobre mais ou menos até dois terços do eixo vertical, desde desce em curva até menos um, e sobe de novo até metade no eixo vertical, uma segunda frequência de metade de intensidade da primeira corre desfasada por debaixo da primeira e tem o mesmo desenho com a excepção em seu fim, ou seja, sofre uma variante de frequência em seu caminho, cruza a primeira fazendo a vesica e desce depois paralela em negativo ao eixo horizontal, enquanto a primeira, sobe em seu final, fazendo assim entre as duas um triângulo em posição obliquo idêntica a da lamina que a sombra indica na imagem noa coluna da direita

Don ega t iv o no eixo de x, saia fr e q u en cia maior q ue c r uza o p on to on de os do is e xis ox, x e y se t am b em se c ru zz am , ac ima do z ero, s ob re mai s o u m en os at é do is t r e ç os do e xi o v e r tic al, d es de des ce em c ur v a at é m en os um, e s ob e de n ovo at é met ad e no e ix o v e r tic al, uma segunda fr e q un cia de met ad e de in te n sida de da pr i me ira co rr e des f az ad a por de ba ix o da pr i me ira e t em o me s mo d es en h o com a e x ce p ção em s eu fi mo u seja, s o fr e uma v ari ant e de fr e q u en cia em s eu caminho, c r uza a pr i me ira fazendo a v e sica e d es ce d ep o si para le la em n ega t iv o ao e ix o hor i zo n t al, en q ua n to a pr i me ria, s ob e em s eu f ina l, fazendo as si m en t ra s as duas um t r ian gula em p o si ção ob li q u o inde tica a da l a mina q ue a se o m b ra indica na i mage m noa co l una da direita

Este é o desenho da inversão da frequência, ou da frequência invertida

Este é o d es ne h o da in v e r sao da fr e q u en cia, ou da fr e q un cia in v e r tid a

Na tampa do micro ondas , rato dez rato cinquenta, como referencia gravado, e um autocolante que é um rectângulo de prata com indicações de cozinha rápida, onde se lê por relação com os botões do fogareiro, o seguinte

Nat am pa do mi c ro ondas , ra to dez ra to c in q u en ta, co mo r efe ren cia g rav ado, e um au t oco lan te q ue é um rec tan gula de pa rta com indica l ç o es de c oz in h a rá pida, onda se l ê por relação com os b ot o es do f a g a rei ro, o se gui n te

Um, corresponde a bebidas e três a guisados e estufados, e um aves

Um, co rr es ponde a be bid as e t r ês a g u i s a do s e est u fados, e um av es

Primeiro corresponde a bebida aposta serpente e três , a guisados e estufados, vaso dos fados, e primeiro ave espanhola

Primeiro co rr es ponde a be bid a aposta se rp en te e t r es , a gui isa sado se rp en te e est es t u fados, vaso dos fados, e primeiro ave e spa n hola

Dois, carne de distintas clases, assim incorrectamente grafado,

Do is m car ne de di s tintas c la s es, as si m inc o rr e cta mente g raf ado,

Do is maior car ne circulo ar ne de di serpente tintas circulo la ase serpente e spa n h la , as sis t ema ino f maçao maior inc co rr e cta do homem in g l ~ es d at e r es a gato raf do fado

Na imagem são ainda presentes os seguintes elementos, em cima do micro ondas, sal, puré de batata maggi, terno preto com tampa vermelha e interior de prata, chás da pirâmides, açúcar sidul cinco estrelas, lanças, muitas em circulo, palitos, a frente do barco verde que é o escoador das aguas, rolo de papel higiénico em cima , circulo leo fulo, papel higiénico acelerado com feijão encarnado, lixa brasil, esfregão verde, um vaso de barro oferecido por uma francesa que viveu numa ilha africana, da terra de onde vem o chá das pirâmides

Na i mage m são a in da pr es ne t s os se gui n te s el e m en to s, em cima do mi c ro ondas, sal, p ur e de bata at a maggi, te r no preto com t a mp a vermelha e in te rio r de pr at a, ch as da p ira m id es, ac u car si d u l c in co es t r e la s, l anças, mui t as em circulo, pal i t os, a fr en te do bar co verde q ue é o es co ad ro das aguas, r olo de pap el hi gi é ni co em c ima , circulo leo fulo, pa e l hi gi eni co ace l ar ado com fe i j ão en ca rna do, l ix a brasil, es fr e g º ao verde um v as o de bar ro o f e rec ido por uma fr anc e sa q ue v iv eu n uma i l h a af ric ana

Ao lado da coluna da direita, sem se ver, está um candeeiro de pé alto, com três cobras que desenham três anzóis ao chegar do circulo superior onde encaixa a taça da luz, as três cobras que se enrolaram a volta da coluna da luz

Ao l ado da co l una da direita, se ms e v e r, es tá um can di e i ro de p é al to, com t r ê s cobras q ue d es en ham t r es an zo is ao che g ar do cir c u l o superior on de en caixa a t aç a da luz, as t r es cobras q ue se en rola ram a vo l ta da co l una da luz

Pela conversa do poema improvisado nesta primeira parte do tríptico, que no fundo são quatro quadros , os dois do meio bastantes semelhantes, muda a posição da inclinação da espada, que se torna mais pesada, ou seja mais activa e outros pequenos pormenores significativos e significantes, surgiu em mim ao ouvir esta primeira parte, uma gravidez, o côncavo e o convexo, cujos gestos das amos desenham a formação da vesica, esfregando o fosco do vidro, com uma lixa, e limpando nas cores templárias, uma eventual relação tambem com as cheia que ocorreram no Mississipi, pois uam das coisa que se ouviu depois da inundação acontecer, foi que os diques ao contrário do que se pensara, não aguentaram a força das aguas, e a existência do pilar cortado por carga explosiva, assim me pós a pensar, será que os pilares dos diques foram cortados por explosões, nomeadamente com o uso de explosivos com características semelhantes as eu foram descritas neste livro, aqueles que não deixam os habituais traços, foi a primeira grande intuição , ou conexão feita pela luz reflexiva ao ver as imagens e relaciona-las com as palavras que falam das aguas do rio irem dar ao mar, e que sendo espelho, a imagem, é invertida, ou seja, as aguas do mar que entraram pelo rio, as aguas do furacão que entraram pelos afluentes e que inundaram

Pela c on v e r sa do p o ema i mp o r v isa d ane st a pr i me ira par te do t r i p t i c o, que ni fundo são q ua t ro quadros , os do is do meio b as t ant es e me l h ant es, muda a p o si çao da inc lina ção da ep sa da, q ue se to rna ma is pesa da, ou se j a ma is ac t iva, e o u t ros pe q u e n o s por m en or es si g ni f i ca t iv os e si g ni f i can t es, s ur g o u em mim ao o u vi e esta pr i me ira par te, uma g ra vi dez, o c on ca vo e o con v e z xo, c u j os g es to s das mao s f d es en ham a formação da v e sic a, es fr e gan do o f os co do vi dr o, com uma l ix a, e li mp and o nas co r es te mp l ári o as, uma eve n t ua l relação t am b em com as che ia q ue oco rr e ram no miss is ip i, p o is uam das co isa que se o u vi u d ep o is da i m un d a ção ao cn te ce r, f o i q ue os di q e us ao c on y rá rio do q ue se pen sara, não a g u en t aram a f o rça das aguas, e a e xis tem cia do pilar co r t ado por car g a e x p l os iva, as si m me p os a pen sar, se rá q ue os pilar es dos di q eu s f o ram co rta d os por e x p l os o es, no me a damen te com o us o de e x p l os iv os d « com ca rac te r siti ca s se me l h ant es as eu f o ram des c rita s ne st e li v ro, aqueles que n a õ de ix am os h abi t ua is t r aç os, f o ia pr i me ira g rande in t u i ção , ou c one x ão f e it a pe l a lua z r efe l xi ba ao ver as i mage ns e r e la cio na inglesa l as com as p l av ra s q ue f al am das aguas do rio i r em d ar ao mar, e q ue s en do es pe l h o, aia m g em, + é in v e r tid o a, o u se j a, as g ua s do mar que en t r aram pelo rio, as g a s u do fi u r a ção que en t ra ram pe l s o af lu en te s e q ue i m un d aram

Depois me surgiu um relação com frança, que a faca do Mississipi era francesa, depois me recordei do bairro francês de nova orleans, e parece-me que a faca será francesa, de um francês de lá, ou de alguém que ai more, ou ainda pelo chá das pirâmides que veio de um ilha africana, talvez Madagáscar

D ep o is me s ur gi u um relação com fr ança, q ue a f ac a do miss is s ip i e ra francesa, d ep o is me record e i do ba i ro r f ra n c e s de n ova o r lea ns, e par e ce inglesa me q ue a f ac a se rá fr anc e sa, de um f ra n c es de l á, ou de al gume q ue a i more, ou a ind a pe l o ch á das pi r m ami d es q ue veio de um ilha af ric ana, t al v e z moda g as car

Anotei eu na primeira descrição que fiz dos objectos sobre o fogão, id, vidro fosco, id blind vidro fosco, chuva la fora outra vez, um continuo, da universal entre duas chavetas, fez sair o angulo que formou o furacão, Mississipi, o bico templário, trovões, o fogão o bico do fogo é triplo, dois afros em cada estrutura, coluna, um branco de permeio,

A n o t e i eu na pr i me ira des c r i çao q ue fi z dos ob ject os s ob reo f o g ão, id, vi dr o f os co, id b l ind vi dr o f os co, ch uva l a f o ra o u t ra v e z, um conti n u o, da universal en t re du as ch av e ta s, fez sa i ro a n gula q ue formou o f u ra cão, mis sis s ip i, o bi co te mp l á io, t ro v o es, o f o g ão o bi co do f o g o é t ri p l o, do is af ro s em c ad a es t ru t u ram um br anco de pe r mei o,

Em dia seguido à rodagem, o laço da quinta régua do blind, do lado direito, ou seja próximo da coluna da direita se rompeu e ele descaiu assim para o lado da espada, a régua de baixo, a maior, deslizou um pouco da sua bainha para fora, e foi aí que eu vi, que era de alumínio, saía da bainha do tecido, o faca deslizando, a que cortou a coluna da direita

Em dia se guido à ro d a g e m, o l aço da quinta da régua do blind, do que vai como cego, do l ado di rei to, ou seja p ro xi mo da coluna da di e ita se ro mp eu e el e d es ca i ua s si m para o l ado da espada, ar e g ua de b au xo, a maio r d es liz o u um p o u co da s ua ba in h a para f o ra, e f o ua i q ue eu vi, q ue e ra de a lu mini o, s aia da ba in h a do tec u d oo f ac a d es liza n do, a q ue co r to ua co l una da direita

taczvwjl
t ac cz vaso do w principe vareta primeira coluna, ou
cruz ac zorro zagalo do vaso da dupla dor do principe da primeira coluna

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e forte do y maior zagalo do y vaso

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maior principe e maior do primeiro forte