terça-feira, abril 01, 2008

Dizei-me senhores da ordem dos médicos neste pais, se como pretendem os polícias para disfarçar, que os sistemas informáticos, pifaram, esvaziaram, certamente por passe mágico, e que coisa e tal menos tal vezes infinito, está mal feito, não se adequa, não funcemina, como se diz em língua de rato xicos espertos, família

Di ze i inglesa me s en h ot es da ordem dos mé di c os ne st e pá is, se co mo pr e ten de mo s poli cia s para di s f ar a ç r, q ue os sis t ema s in f o mat i co s, pi f aram, es v azia ram, ce rta e mn te pp o r p as se ma ´ gi co, e q ue co isa eta l m en os t al v e ze s in fi ni to, est m al f e it, n ão se ad e q ua, n ão f un ce mina, co mo se di z em li n g ua de ra z to xi c os es pe r to s, f ami l iadizei-me senhores se por acaso em vossa casa, vive perigoso vírus da esquizofrenia?

Di ze i inglesa me s en hor e se por ac as o em v ossa c asa, v iv e pe rigo s o vi ru s da es q u i zo fr en ia?porque me respondeis em parte que sim, e só por meio, que o orgulho é coisa fina e boa, como se sabe em sua exacta proporção, e depois quando vos envio uma carta a pedir a instauração de processo, a médicos que participaram nesta conjura que me trás o filho afastado, que me pretenderam declarar como doente mental e mimos assim, não me respondem

Por q ue me di ze i em par te q ue si me s ó por meio, q ue o or g u l h o é co isa f ina e boa, co mo se s ab e em s ua e x ac t a p r o porção, e d ep o is q ua n do v os en vi o uma carat a pe di ra ins tau ração de pr o c ess o, a mé di c os q ue par tic i pa ram ne st a c on jura que me trás o filho afastado, q ue me pr e te n de ram dec l a ra r como do en te m en t al e mimo s as si m, n ão me r es p on de mdeverei deduzir que também os senhores são cúmplices deste acto, que protegem os que o fazem, e que mais grave os direitos de queixa de um cidadão
d eve eri d edu zi r q ue t am b em os s e n hor es são cu mp li c es deste ac to, q ue pr ot e g em o s q e o f az e m, e q ue ma is g rave os di rei t os de q u ix a de um cida dão

Vos enviei um mail a disto dar-vos conta na quarta-feira dia treze de Fevereiro de corrente ano pelas doze horas e trinta e sete minutos, a ainda não tive nenhuma, friso, nenhuma resposta

V os en vi e i um mail a di s to d ar inglesa v os c on ta na q u a rta f e ira dia t r e ze de F eve rei ro de co rr en te ano pe la s do ze hor as e t r ina t e set e minu t os, a ian da n ão t iv e ne h uma , fr is o, n en h ua r e s ps Ota

Homens, médicos, ou ratos e negras serpente e abusadores de crianças?!

Por obséquio atendo a vossa resposta

H o me ns, mé di c os, ou ra to s e ne g ra s se rp en te e ab usa dores de c r ian ç as?!

Por on sé q u i an t en do a v ossa r es posta

O mesmo se passa com os advogados, senhor marinho, que em dia falava de que o regime necessitava de uns abanões, sem precisar em sua extensão e rigor, seu grau nem natureza, se ela passa, por virar juízes e advogados corruptos pelas varandas ou mesmo por um grande tremor de terra, também a si e sua ordem, lhe enviei um e mail no quarta feita de Fevereiro do corrente ano pelas doze hora e trinta e sete minutos, e ainda não obtive nenhuma resposta, friso nenhuma resposta, nomeadamente ao pedido de inquérito que solicitei a pseudo advogados que são cúmplices de roubos de crianças

Por obséquio atendo também vossa resposta, se ainda não tiver o senhor tremido em definitivo seu coração

O me s mo se passa com os ad vo gado s, s en hor marinho, q ue em dia fala v a de q ue o r e gim e ne c ess i t av a de u ns ab ano es, se m pr e c isa r em s ua e x te n são e r igor, s eu g ra u ne m na t ur e za, se e la pa ss sa, por v ira r j u i es e ad vo g ado s co rr u pt os pe la s v ar andas o u me s mo por um g rande t r emo r de te r ra, t am b é m a si e s ua or d en, l he en vi ei um e mail no q ua rta f e i ta de f eve rei t ro do c ro r en te ano pe la s do ze hor a e t rin ta e set minu t os, e a inda não ob t iv e ne h uma r es p os ta , fr is o be h uma m r e ps o t s a, noé mad am en te ao pe di do de in q u é rito q ue sol i cite ia ps eu ds ad vo gado s q ue são cú mp li c es de ro ub os de c r ian ç as

Por ob sé q u io at en do t am b é m v ossa r es posta, se a inda n ã i o t iv ero s en hor t r emi do em de fi ni t v o s eu co ração

y ts p d

ggopkg, duplo gato de noventa e nove circulo p kapa gato
A Águia e A Toupeira de william blake
Canções da experiência, mil setecentos e noventa e quatro


Holy Thursday
Is this a holy thing to see
In a rich and fruitful land
Babes reduc´d to misery
Fed with cold and usurous hand?

Is that trembling cry a song?
Can it be a song of joy?
And so many children poor??
It is a lan of poverty!

And their sun does never shine
And their fields are bleak & bare
And their ways are fill´d wuth thorns
It is eternal winter there

For where-e´er the sun does shine
And where-e´er rain does fall
Babe can never hunger there
Nor poverty the mind appall


H o l y T h ur s day
Is t h is a h o ly t h in g to see
In a ric h and fr u it f u l l and
B ab es red u c´d to m ise r y
Fed w it h co l d and us ur o us hand?

Is t hat t r em b l in g c r y a s on g?
Can it be a s n g o f jo y?
And so m a ny c h i l dr en p oo r??
It is a l a n o f p o v e r t y!

And t hei r s un d o es n eve r s h ine
And t he i r fi e l ds ar e b lea k & b ar e
And t he i r w a y s ar e fi ll ´d w u t h t h o r ns
It is e te rna l w in ter t her e

For e her e england e´e r t he sun do is s h ine
And w he r e england e´er ra in do es f a ll
B ab e can n eve r h un g e r t her e
No r p ove r t y t he m in d a pp a ll





Quinta-feira Santa

O que haverá nisto de sagrado
Em tão rica terra sem penúria
Ver bebés de tristeza alimentados
Sofrendo pela fria mão da usúria?

Será cantiga aquela lágrima abafada?
Poderá ser esta canção alegre?
Tanta criança da miséria maltratada!
Terra de pobreza! Mal empregue!

E o sol jamais dá dias radiantes
E as campinas são soturnas & vazias
E seus caminhos têm espinhos abundantes
É o local das eternas invernias

Pois seja onde for o que o sol assome
E seja onde for que a chuva haja
Criança alguma poderá ter fome
E a pobreza a nossa mente não ultraja


A Á gui a e A T o u pe ira de w i ll iam b l ak e
Can ç õ es da e x pe r i ên cia, mi l set e c en to s e no v en ta e q ua t ro



Q u in ta fe ira s anta

O q ue h ave rá ns i to d e a s g ra d o
E m t ã erica te rata ra se m p en ú r ia
V e rb e b é s de t r is te za ali m en t ad os
S o fr en do pe l a fr ia mão da us ú r ia?

Se rá can t i g aa q eu la l á g r ima ab af ad a?
P ode rá se r est a can ç ã o al e g r e?
Tan ta c r ian ç a da misé r ia mala t rata d a!
Te r ra de p ob r e za! M a l e mp r e g ue!

E o s o l j am ia s d á dias ra d ian te s
E as ca mp ina s são s ot ur n as & v a z ia s
E se us ca minho st ê m es pei n h os ab un dan t es
É o l oca l das e t r en as in v e r ni as

P o is seja on de f o r o q ue o s o l as s o me
E seja on de f o r q ue a c h uva h a j a
C r ian ç a al g uam p ode rá te r f o me
E a p ob r e za ano s sam en t en são u l t raja



Oh dirigentes desavergonhados do mundo que prometeis e não cumpris, fazei analise e vossa contrição e mais importante e urgente necessária correcção, como quereis que os cidadãos vos tratem quando o que assumem em nome de todos depois não é cumprido, pensais que assim aumentam a confiança nos sistema político e nas chamadas demo cracias?

O h di r i g en t es d esa vo r g on h ado s do mundo q ue pr o me te is e n ão cu mp r is, f a ze i an a l ise e vo s sa c on t r i ção, co mo q eu reis q ue os cida dão s vo s t rat em q ua n do o q ue as s u me em no me de todos d ep o is n ão é cu mp rid o, p en sa is q ue as si m au m en tam a c on f ian ç a no s sit ema po li tc o e na s ch am ad as demo c ra cia s e p on t o de in te rr o ac são

Quando a guerra do mundo ia mais sangrenta e todas as partes mais sanguinárias, só faltou o dinheiro à PAM, para alimentar os Meninos necessitados do mundo, se não me falha a memória, no ultimo trimestre do ano, certamente porque trazias nessa altura a consciência mais pesada, e assim melhor velavam na parca compensação, sim parca, e coxa e mal parida, pois é cuidado paliativo, ou já está resolvido, onde os passos decididos para acabar com a miséria foram feitos, onde está o comercio para os dois lados livres com África? como está a seríssima e sistemática ordenação e implementação do micro crédito, e mil outras questões que atestam a parvónia suicidária em que caminheis e a todos fazeis caminhar, no entretanto entretém-se em questões supinamente importantes como participar ou não nos jogos olímpicos, assim fazem a agenda que não o é, no circo sem pão, e o leões da morte, da fome e da miséria de barriga cheia, bem alimentados a cada dois segundos, um corpinho tenrinho se foi, perdestes de vez a vergonha, vós que comeis duas refeições por cinquenta euros ao dia nos intervalos de vosso circo, a que chamam de política, gestão da casa?

Que gestão se em casa onde há pão todos ralham e nenhum tem razão, nem melhoras, nem gestão, nem casa, nem pão de Amor parecem mais ter!

Q ua n do a g eu r ra do mundo ia mai s san g ren ta e todas as par t es ma is san gui n ária s, só f al to u o din he i ro à P AM, para al i m en t ar as c rin ç as ne ce s sita d os do mundo se não me falha a me mó r ia no u l t i mo t r i m es t re do a no, ce rta mente por q ue t ra z ia s ne s sa al t u ra a co ns cie n cia ma is pesa da, e as si m me l hor v el av am na pa rca co mp en são, si m pa rca, e co x a e m al par id a, p o is é c u i dad o pa li at iv o, o u j á est á r e sol vi do, on de os pa ss os dec id i dos para ac ab ra com a misé r ia f o ram f e it os, onda es tá o c o e mr cio para os do is l ado s li v r es com af r ica?, co mo es tá as eri s sima e sis t ema tic a e o red en a i mp l em en tação do mic ro c réd i to em Af r ica, e mi l o u t ra s q eu s t õ es q ue at es tam a par v ó ni a s u i cid ária em q ue ca min he is e at o do s f a ze is ca min n ar, no en t r eta n to en t r e te m inglesa se em q eu s t õ es s u p i na mente i mp orta n t es co mo par ti c ip ar ou n ão no s j o g os o li m p i c os, as si m f a z e m a a g en da q ue n ão o é, no cir co se m p ão, e o le õ es da more t, da f o me e da misé r ia de bar riga che ia, be m a l i m en t ado sa ca da do is se gun d os, um cor p i n h o te n rin h o se f o i, pe r d este is de v e za v e r g on h a, v ó s q ue co me is du as r efe i ç õ es por cin q u en ta e ur os ao dia mo inter v al os de v osso cir co, a q ue ch am de poli tic a, da n ão g es tão da ca sa,

Q ue g es t ão se em ca sa onde h á p ão todo ra l ham e n e n h um te m ra z ão, ne m mel h or as par e ce m ma is te r!

Porque ainda não existe um tribunal aceite por todos na mesa das nações, onde as questões de soberania, de autodeterminação, de genocídios, tenham uma apreciação comum na hora, que seja por todos respeitada, quando é que cada um abre a sua mao em relação aquilo que é comum a todos, continua a ser-vos impossível, acertarem entre todos os princípios e os valores, para dar resposta ao que vai acontecendo no mundo, vai-se continuar a resolver as coisas pela pancada e pela violência e pelas várias repressões, ainda não repararam ou deduziram as novas tendências, não conseguem fechando os olhos ao particular pintar a figura do Todo?

Por q ue a in da n ão e xis te um t rib un al ac e i te por todos nas mesa das na ç õ es, on de as q u es t õ es de s ob e rania, de au to d e t r emi na ção, de g en o c i di os, te n ham uam ap r e cia ção co mum na hor a, q ue se j a por todos r es pei t ad a, q ua n do é q ue ca da um ab rea s ua mao em relação a q u i l o q ue é co mum a todos, conti n ua a se r inglês v os i mp os s iv e l, ac e rta r em en t re tod os o s pr inc ip is o e os v al o r es, para d ar r es posta ao q ue v a i a c on te c en do no mundo, v a i inglesa se conti nu ar a r e sol v e r a s co i sas pe l a p anca da e pe l a vi o l en cia e pe la s v a ´ ria s r ep r es s õ es, a in da n ã i r epa r aram o u d edu zi ram as n ovas te n den cia s, n ão co ns e g eu m f e ch and o os o l h os ao par ti c u l ar pi n tara a fi g u ra do Todo?


Achai-vos preparados para as necessárias mudanças, ou pensarão que terão diques suficientemente fortes para as represar ou adiar?

Ac h a i inglês v os pr epa ra do s para as ne ce s sá rias mu danças, ou p en sa rão q ue te rão di q u es sufe cie n t ee mn te f o r t es para as r ep r es ar ou a di ar?

e que ninguém se ponha de alto, pois todos trazem pecado semelhante, ponham-se no chão, ao nível do coração do humano, e acordem, os princípios que por todos serão aceites, as metodologias de resolução dos conflitos

e q ue ni n g eu m se p on h a de al to, p o is tod os t ra ze m pe cad se me l h ante, p on ham inglesa se no c h ão, ao n iv el do co ra ção do humano, e ac or d em, os pric ni pi s o q ue por todos se rã o a c e i t es, as met o do li g i as de r e sol u ção dos c on f l i t os

pensais que existe tanta diferença entre a situação nos Balcãs ou no Tibete? Pois pensai melhor e vejai se o caminho deverá ser o que trilhais?

P en s aia q ue e xis te t anta difer en ç a en t rea si t ua ção no s bal ca s ou no ti bete? P o is p en sa i me l hor e v e j a ise o caminho d eve rá se ro q ue t rr ilha is?

Porventura pensais que um mesmo semelhante não irá ocorrer em outras países cujas regiões desde há muito reclamam, autonomias, e em outros que ainda possuem os territórios de um passado colonialista?

Por v en t u ra p en sa is q ue um me s mo se me l h ante n ão i rá oco rr e r em o u t ra s pa ise s c u j as r e gi õ es de s d e h á mui to rec l amam, au t on o mia s, e o u t ro s q ue a in da po ss eu m os te rr i tó rio s de um passado c olo ni a l ista?

Creis que o Mundo não já mudou em forma irreversível?

C reis q ue o Mundo n ão j á mu do u em forma i rr eve r s iv el


Quando um pai e uma mãe se separam e tem um só filho, o que é normal, natural e de direito acontecer?

Q ua n do um pai e um mãe se s epa ram e te m um só fil h o, o q ue é no r m al, nat ural e de do r e tio ac on te ce r?

Em vez de um território comum, passam a ter dois territórios que se mantém sempre de alguma forma comuns, num terceiro território que está sempre de permeio, no meio e antes mesmo das casas todas, terem sido feitas

Em v e z de um te rr i tó rio co mum, pa s sam a ter do is te rr i tó rio s q ue se mane m se mp r e de al gum a forma co m u ns, n um te r ce i ro te rr i to rio q u es tá s me pr e de pe r mei o, no mei o e ant es me s mo das ca sas t o d as, te r em sid o f e it as

Não trás Deus nem eu nem nenhum homem principio ou declaração contra a independência de um outro irmão, pois todos os seres são independentes ainda que sempre ligados pelo amor e todos eles habitam e necessitam de terra para viver, para ter suas casas, para puderem fazer suas ocupações, seu comércio, suas uniões

N ão t ra s D eu s ne m eu ne m ne n h um homem pr inc ip i o ou dec lara çao c on t ra a in d e p en de cia de um o u ro irmão, p o is to d os o s seres são independente s a in da q ue se mp r e lu gados pe l o amo r e to d os e l es h abi tam e ne ce s sita m de te rr a para v iv e r, para te r s u as ca sas, para p u de r em f a ze r s ua s co up a ç õ es, se u co mé r cio, s u a s u n i õ es

E se os seres junto se juntam e fazem as famílias do ser, cada um deve ser sempre autónomo e independente por seus próprios pés, cabeça, pensar, fazer e agir

E se os s r ee s j un to se j un tam e f a z e ma s f ami li as do ser, cada um d eve ser se mp r e au to no mo e independente por se us po r p i os p é s, ca beça, p en sar, af ze r e a gi r

Depois como quando um filho vive ora a vez com o pai, ora a vez com a mãe, o que deve ele em suas duas casas dentro da terceira grande casa, ter?

D ep o is co mo quando um fil h o v iv e o ra a v e z com o pai, o ra a v e z com a mãe, o q ue d eve e le em s u as du as ca sas den t ro da t re ce ira g rande ca asa, teresa?

Pois as famílias tem casas múltiplas, a dos pais, ou a do pai e a da mãe , as vezes de outra figuras parentais, a dos avos, a dos tios, a dos amigos, a dos vizinhos, e todas são casas desde que o amor lá reine, e tragam paredes sólidas e telhados que não deixem a chuva entrar, e pão na mesa

P o i s as f ami li as te m ca sas mul t ip la s, a dos pa sis, ou a do pai e a da mãe , as v e ze s de outra fi g ur as par en ta is, a dos av os, a dos ti os, a dos ami g os, a d os vi z in h os, e todas são ca sas desde q ue o amo r l á re i ne, e t ra g am pa red es oli d as e te l h ado s q ue n ão de ix em a ch uva en t r ra, e p ão na mesa

Assim se tem em igual modo de velar, quando se divide a terra, o que é absurdo prévio dos homens cegos, pois a terra é que connosco se divide e partilhando, partilha e a terra nos diz, sim meus filhos amados, aqui podeis nascer, eu de vós cuido e provenho e de vós peço o mesmo bom e correcto e igual tratar, mas os homens feitos bestas, sentem-se maior que a Mãe, cegos, pobres, desgraçados, causadores de desgraças e mal agradecidos

As si m se te m em i g ua l mode de v e l ar, quando se di v id e a te r ra, o q ue é ab s urd o pr é vi o dos homens ce g os, p o is a te r ra é que co no s co se di v id e e par tila h n do, par t ilha e a te r ra nos id z, si m me us fil h os am ad os, a q u i p ode is na ce r, eu de v ó s c u id o e pr o v en h o e de vó s pe ç oo me s mo bo me co rr e c to e i g ua l t art ar, mas os homens f e i to s best as, s en te m inglesa se maior q ue a Mãe, ce g os, p ob r es, d es g ra ç ad os, ca usa do r es de d es g ra ç as e m al a g ra dec id os

Será normal em vosso entender cada vez que um território se divide entre grupos, que alguns por isso morram? Considereis porventura o preço justo em sangue a pagar por tais actos? Sois assim tão burros e sem coração, que não sabeis mesmo ter a inteligência necessária para o fazer sem violência, sem derrame de sangue e sem dor?

Se rá no r mal em v osso en te n de r c ad a v e z q ue um te r ri tó rio se di v ide en t re g r up os, q ue al g u sn por iss o mor ram? Co ns id e reis por v en t u ra o pr e ç o justo em san g ue a pa g ar por t a is ac to s? S o is as si m tão b ur ro se s em co ra ção, q ue n ão s ab e is me s mo te ra intel i g ên cia ne ce ss a ´ ria para o f a ze se m vi o l en cia, se m de rr am e de san g ue e se m d o r?

Quando a terra se divide, tem os homens dos lados distintos, de mutuamente se garantir, que cada pedaço dispõe das condições para que cada grupo possa levar seu normal viver e que cada um estenda então esta trave e a aplique a tudo o que é necessário para o bom viver

Quando a te r ra se di v ide, te m o s homens dos l a do s di s tinto s, de mu ta u a m en te se g ar ant i r , q ue c ad a peda ç o di s p oe m das c on di ç õ es para q ue cada g r up o p os sa l eva r se u no r mal v iv e r e q ue cada um es te n da en tão est a t rave e a ap li q ue a tudo o q ue é ne ce ss a´ rio para o bo m v iv er

Campos de cultivo, agua em boas condições, unidades produtivas, estradas, casas, escolas, hospitais e sistemas de saúde, sistema financeiro, comunicações, veias, redes, sangue e ar, e espirito santo da concórdia, do entendimento, da calma, da reflexão cuidada e do entender que faz o entendimento

C am p os de c u l t ivo, a g ua em boa s c on di ç õ es, uni dad es pr o du t iva s, est ra d as, ca sas, es cola s, h o spi t a is e sis t ema s de s au de, sis t ema f ina n ce i ro, co m uni cações, v e ias, red es, s na g ue e ar, e es pi r to s ant o da c on co r dia, do en te n di m en to, da c lama, da r e f l e x ão c u id ad a e do en te n de r q ue f az o en te n di e mn to

Diz o campo de arroz na alta montanha em sua esquina, ao outro contigno a seu lado, a curva do declive nos separa naturalmente, mas somos ambos arroz de mesma família, e aqui nesta terra irrigada, não podem morar nossos irmãos pinheiros que ali estão mais ao fundo

Di zo c a m p o de ar r oz na al ta mo n t anha em s ua es q eu ina, ao outro com ti g no a s eu l ado, a c u r v a do dec li ve no ss epa ra nat ur a l e mn te, ma s so mo s am bo s ar r oz de me s ma f ami l ia, e aqui ne st a te r ra i r riga da, n ão p ode m mor r ar no ss os i r mão spi n hei ro s q ue a li est ão mai s ao f un d o

Ali mais ao lado, existem dois campos de água cheios de arroz, mas a montando no seu permeio, ali por mao de Deus, subindo em enclave em um pedaço os separou, e no meio deles mais alto, ali estão naquele terreno os pinheiros

A li ma si ao l ado, e x is te m do is c am p os dea g ua che i os de ar oz, masa mo n t na h o no se u pe r mei o, a li por mao de D esu, s u b in do em en c l ave em um peda ç o os se par o ue no mei o de l es ma is al to, a li est ão na q eu le te rr en o os pi n he i ro s

Olhando uma outra montanha, vejo em linha pinheiros mansos, abetos, pinheiros mansos, não se costuma mover e assim vivem em paz em suas linhas em que nasceram

O l h and o uma outra mo n t anha , v e jo em linha pin he i ros man s os, a b e to s, pi n he i ro s man s os, na o se co s t uma mo v e r e as si m v iv em e m p az em s u as linha s em q ue n as ce ram

Aqui nesta ficção de país, um dia houve uma aldeia num sítio onde depois uma barragem se ia construir, chamava-se a aldeia da luz, era uma pequena aldeia cheia de gente crescida, pois os jovens já tinham em sua grande maioria partido da terra que os viu nascer, pois aquela pequena aldeia, não dava mais de comer a eles, entendido a comida em sua toda extensão, pois nem só de pão vivem os homens

Aqui ne s te fic çao de pa ís, um dia h o u ve uma al dei a n um si tio on de d ep o is uma bar ra g em se ia co ns t rui r, ch am av a inglesa se a al dei a da l uz, e ra uma pe q eu na al dei a che ia de g en te c r es cida, p o is os jo v e ns j á tin ham em s ua g rande maio ria par t ido da te r ra q ue os vi u na s ce r, p o is aquela pe q eu na al dei a, n ão dava mai s de co mer a e l es, en te n d id o a c o mida em s ua toda e x te n são, p o is ne m s ó de pa ão v iv em os homens

E os homens que iam construir a barragem lá chegaram um dia e disseram, que as aguas iam subir e a aldeia ser submersa, e as gentes começaram por se revoltar, e disseram que não queriam sair de lá, da terra onde nasceram, onde sempre viveram, onde inclusive traziam seus mortos enterrados, falavam todos a lingua daquele lugar, eram todos filhos do mesmo pedaço daquela terra

E os h o me ns q ue iam co ns t rui ra bar rage m l á che g ar m um dia e di ss e ram, q ue as a g ua s iam s u bi r e a al dei a se r s ub mer sa, e as g en t es co me ç aram por se r evo l t ar, e di ss e ram q ue n ão q eu r iam sa ir de l á, da te r ra on de na s ce ram, on de se mp r e v iv e ram, on de inc lu s ise t ra z iam se us mor t os en te r ra d os, fala v am todos a li n g ua da q eu l e lu g ar, e ram todos fil h os do me s mo peda ç o da eu la te r ra

E os homens que diziam da importância do novo e da barragem como sua parte, então fizeram uma nova aldeia, para os habitantes, deram-lhes melhores casa, com condições de sanidade que as outras mais antigas não tinham, mudaram o cemitério e assim passaram cerca de dois anos, e antes das aguas subirem, já todos tinham sido mudados, se fez um ultima festa na aldeia da luz e hoje as gentes lá vão pescar, ou refrescar suas memórias ao pé das aguas da barragem, mas aqui neste pais de ficção, nem tudo são rosas, e houve problemas com algumas casas, assim me recordo, mas em seu todo, pode-se dizer que correu bem a mudança do local onde viviam, ninguém morreu, ninguém agrediu um outro, o sangue não correu por onde nunca deve correr

E os h om e n s q ue di z iam da i mp r ota n cia do n ovo e da bar rage m cm o s ua par te, en tao fi ze ram uma n ova al dei a, para os h abi t an t es, de ram inglesa l h es me l hor es ca sa, com cn di ç õ es de s ani dad e q ue as outras mai s ant i g as n ão t in ham, mu da ram o c emi té rio e as si m pa ss arma ce rca de do is ano s, e ant es das a g ua ss ub i r em, j á todos t in ham sid o mu dad os, se fez um u l tim a f es ta na al dei a da l uz e h oje as g en t es l á vão p esca r, o u r e f r es car s u as me mó r ia s ao p é das a g ua s da bar rage m, ma s a q u i ne st e pa is de fic ção, ne m tudo são ro sas, e h o u v e pr ob l ema s com al gum as ca sas, as si m me record o, mas em s eu tod o, p ode inglesa se di ze r q ue co rr eu b e m a mu dança do l oca l on de viviam, ni g eu m mor r eu, nin g eu m a g red i uu m o u t ro, o san g ue n ão co rr eu por on de n un ca d ve co rr er

Mas tambem durante esse tempo longo e de preparada transição por lá viveram médicos e gentes de outras profissões de outros lugares, que acompanharam a mudança

M as t am b em dura n te ess e te mp o l on goe de pr epa ra da t ra ns i ção por l á v iv e ram mé di c os e g en te s de o u t ra por fissões de outros lu g ar es, q ue ac o mpa n h aram a mu dna ç a

Numa mesma cidade, o esposo servio esteve casado com sua esposa croata, e tiveram um filho que é antes de mais servo e croata, antes mesmo, é um menino, um ser humano, um irmão de um outro qualquer que vive no lugar mais distante da mesma terra

N uma me s ma cidade, o es poso se r vi o esteve ca s do com s ua es posa c ro at a, e t iv e ram um fil h o q ue é ant es de ma s i se r vi o e c ro a cia, ant es me s mo, é um ser h uma no, um irmão de um o u t ro q ua l q eu r q ue v iv e no lu g ar ma si di s t ante da me s ma te r ra

Depois se separaram, o filho passou a ter duas casas, uma servia e outra croácia, assim cresceu com duas culturas dentro da una cultura universal do ser humano, ficou mais pobre ou mais rico, deverá poder viver melhor, ou pior, ou simplesmente bem, amado pelos dois e amando os dois?

D ep o is se s epa ra ram, o fil h o pa ss o ua t r e du as ca sas, uma se r v ia e o u t ra c ro á cia, as si m c r es ceu com du as c u l t ur as d en t ro da una c u l t u ra universal do ser h uma no, fi co u ma i s p ob r e o u ma si ric o, d eve rá p ode r v iv e r me l hor, o u pi o ro u s i mp l es mente b em, amado pe l os do is e am and o os do is?

Servia croácia, sempre ouvi assim tratar, dois nomes próprios juntos num, logo aqui parece algo errado, como quando os nomes dos sítios são compostos, se bem que os composto sejam sempre a base de toda a vida, não se fazem nem se mantém os compostos se não mantiverem as partes que os constituem nome e identidade própria

Se r via co ra cia, se mp r e o u vi as si m t rata r, do is no mes pr o pr i os j un to n um, l o g o aqui ne par e ce a l g o e r ra do, co mo q ua n do os no mes dos si tios são co mp os to s, se b em q ue co mp o s to se j am se mp r e a b ase de toda a v id a, n ão se f a xe m ne m se man te m os co mp os to s se n ão man ti vera m as par t es q ue o co ns ti t eu m n oe m e inde ti dad e pr ó pr ia

Uma parte reclamou a independência, da parte da terra onde muitos habitam, mas tambem outros da parte que quer manter a união vivem nessa parte, mesmo grandes cidades de uma das partes dentro do novo território independente da outra parte

Uma par te rec la mo ua in d ep en den cia, da par te da te r ra on de mui to s h abi tam, mas t am b em outros da par te q ue q eu r man te ra união v iv em ne s sa par te, me s mo g rand es cida d es de uma da sp a r t es d en t ro do n ovo te rr i tó rio inde pen de te da o u t ra par te

Aqui no meu pais que habita no meu coração, não existem fronteiras, mas bate meu coração ao lado de um outro coração e cada coração habita num território

Aqui no me u pa is q ue h abi ta no me u co ra ção, n ão e xis te m fr on te iras , mas bate me u co ra ção ao l ad o de um o u t ro co ra ção e ca da co ra çao h abi ta n um teri tó rio

Se o meu pé direito quiser de repente a independência do esquerdo, e começar por si só a andar para o lado, enquanto o esquerda anda para a frente, não mais conseguirei caminhar, ou seja, precisam os dois sempre de se por de acordo entre os dois para conseguir caminhar, assim chamam a cabeça e o pensar, e o põem a arbitrar,

Se o me u p é di rei to q u ise r de r ep en te a inde pen dec ia do es q eu r dao, e co me ç ar por si só a and ar para o l ado, en q ua n ro o es q eu r do anda para a fr ente, n ão mai s co ns e g eu rei caminha r, o u se j a, pr e c i s a m os do is se mp r e de se p o r de ac o r do en t reo s do is p aa co n se gui r ca min h ar, as si m c h amam a ca beça e o p en sar, e o p o e m a ar bit ar,

Habito eu uma casa com paredes formadas, chegou um dia um outro, e me disse vou dividi-la ao meio, e fico com um quarto e uma sala, eu que o conhecia mais ou menos, e sabia que ele não tinha casa, lhe disse, não podes ficar com uma sala nem um quarto, pois só tenho um de cada, e se com eles ficasses, eu ficava sem nenhum, mas podemos dividir os dois ao meio, ou se calhar em outra forma, visto trazeres tu um filho contigo pata nas vezes morar, e assim entre os dois, se fez o acordo que contentou ambas as partes e ainda se construiu um nova casa de banho e um cozinha, ajudamo-nos os dois a faze-las.

H abi to eu uma ca sa com par ed es forma d as, che g o u um dia um outro, e me di s se vo u di vi di inglesa l a ao mei o, e fi co com um q ua r to e uma sala, eu q ue o c on he cia mai s o u m en os, e sa bia q ue e le n ão t in h a ca sa, l he di s se, n ão p ode s fi car com uma sala ne m um q ua r to, p o i s ó te n h o um de cada, e se com lee s fi ca ss es, eu fi c av a se m ne n h um, mas p ode mos di vi di ro s do is ao mei o, ou se ca l h ar em o u t ra forma, vi s to t ra ze r es t u um fil h o conti g o pat a na s v e ze s mor ar, e as si m en t reo s do is, se fez o ac o r do q ue c on te n to u am ba sas par t es e a in da se co n t rui um n ova cas de ban h o e um c oz in h a, ajuda mo inglesa no s os do is a f az e inglesa l as.

As noções de territórios e fronteiras como as conhecíamos, foi já alterada profundamente pela rede em que vivemos, mas mantém-se os muros e assim sendo se muito do resto que não é resto, pois não se pode chamar a veias, restos, se mudou, outra partes não, locais de nascença e pertença, por via da lingua, das tradições da culturas, dos grupos e de suas formas, num mundo unido e interdependente como nunca antes, estes são os dois pólos da tensão, do balançar dos pratos dos dias de hoje e de amanhã

As no ç õ es de te rr i tó rio s e fr i on te iras co mo as c on he cima os, f o i j á l a te ra da p r o fun dam en te pela rede em q ue v iv emo s, mas man te m inglesa se os m ur os e as si m s en do se mu it o do r es to q ue n ão é r es to, p o is n ão se p ode ch a mar a v e ia s, r es to s, se mu do u, o u t ra spa r e ts n ão, l o cais de na c en ç a e pe r te n ç a, por v ia da li n g ua, da st rai dç õ es d a c u l t ur as, dos g r up os e de s u as formas, n um mundo uni do e in t red ep en de te como n un ca ant es, est es s º ao os do is p olo s da te n são, do bala m ç ar do s p rato s d os dias de h oje e de am anhã

Quando assim é, quando o corpo se aumenta em parte e se torna mais co dependente, como o pé direito ter vontade diferente do esquerdo, se as reformas políticas, ou da cabeça, não acompanham os sinais de mudança, e o os pés no entretanto se mudaram, uma das parte certamente abanará, e o grau da oscilação, depende do grau da harmonia existente, sendo que todo so muros feitos por mão humana sempre trazem em sua nascença, um fim, como hoje se passa com os corpos

Quando as si m é, q un do o corp o se au m en ta em ap r te e se t ron a ma is co dep d en te, co mo o pé di rei to te r von t ad e do f r en te do es q eu r dao, se as r e formas poli tic as, ou da ca beça, não ac o mp an ham os sin a is de mu dança, e o os p é s no en t r eta n to se mu da ram, uma das par te cc e rta mente a ban a rá, e o g ra u da os cila ção, d e p en de do g ra u da h ar m oni a e x «si te n te, s en do q ue todo s o m ur os f e i to s por mão h u mana se mp r e t ra ze m em s ua na s c en ç a, um fi m, co mo h o k je s e passa com os co rp os

Não vos tenho eu falado deles e não vos tenho dado pormenorizada explicação e indicações dos caminhos possíveis?

N ão vo st en h o eu fala d o de l es e n ão v os te n h o dad o por m en o ri za da e x p l i cação e indica ç o es dos ca minho s p os s iv e is?

Mas vontade política de mudo pouco ouve, me recordo nestes últimos anos no outro prato da balança, um único pais que aboliu seu exercito, e a porcaria desta guerra mundial que dura e dura, dava para ter composto todas as misérias do uno mundo, e assim todo se tinha tornado mais harmonioso no entre viver de todos, as bombas, os conflitos se mantém, nada de novo nas quatro direcções, as misérias tambem

M as von t ad e poli tc a de mudo p o u co o u v e, me record o nn este s u l tim os ano s no o u t ro p rato da bal ança, um u n i c pa is q ue ab o li u s eu e x e r c i to, e a p o rca ria d es ta g eu r ra m un dia q ue dura e d ur a, d eva para te r co mo ps i to todas as mi sé rias do u no m un do, e as si m tod o se tinha to rna do ma si h ar m oni os o no ne t re v iv er de todos, as bo m b as, os c on f l i to s se a mn te m, n ad de n ovo na s q ua t ro di rec ç õ es, as m ise ´r ias t am b em

Se dão mesmo ao luxo os que governam, de não cumprirem naquilo que se comprometeram a erradicar as misérias e a salvar os filhos dos pais que sozinhos não podem, não conseguem, na pior, não querem

Se dao me s mo ao l ux o os q ue g iv e rna, de n ão cu mp r irem na q eu i lo q ue se co mp rome t em a e r ra di car as mise r ia se a sal v ar os fil h os dos pa is q ue s oz in h os n ão p ode m, n ão co ns e g eu m, na pi o r, n ão q eu r em

Não há paz entre os povos, não a paz como sempre ela é , respeito em respeito, um permanente convite e pressão para começar a degolar cabeças, ou rapar das facas do quero posso e mando e outro ao lado que se lixe, agravado por sistemas políticos elefantes e completamente desadequados à natureza dos tempos, agravado por falta de justiça que mais não funciona, ou funciona a revelia da própria lei e da justiça, e que sem vergonha nenhuma desvela assim trazer balanças com pratos múltiplos, levada por homens sem espinha, mentirosos e cobardes

N ão h + a p az en t reo s p ovo s, n ão a p az co mo se mp r ee la é , r es pei to em r es pei to, um pe r mane n te c on vi te e press ão para co me ç ar a de g o l ar ca beça s, o u ra par das f ac as do q u ero p osso e man do e o u t ro ao l a do q ue se l ix e, a g rav ado por sis t ema s poli tic os el e fan te s e co mp l eta mente d es ad e q ua dos a nat ur e za dos te mp os, a g rav ado por f al ta de j us ti ç a q ue mai s n ão fun cio na, ou f un cio na a r eve l ia da pr o pi a lei e da j us ti ç a, e q ue se m v e r g on h a ne n h uma d es v e la as si m t ra ze r bal ança s com pr tao s mul t ip l os, l eva da por h o me ns se m es pi n h a , m en tir os o se co bar d es

Balcãs, de novo recuei no tempo, nas senhas nacionalistas alimentadas pela complacência, ou mais grave por terceiras ingerências, movidas por terceiros interesses meio escondidos com rabo de fora, e a memória de uma guerra e de um impotência face a um genocídio que se passou no corpo da europa, e que nos trás as mãos manchadas a todos

B c l ç as, de n ovo rec eu i no te p o, nas s en h as na cio na li st as al i m en t ad as pe la co mp l ac en cia, ou mai s g rave por te re ce iras in ge ren cia s, movidas por te rc e i ros in te r ess es mei s o es condi d os com ra bo de f o ra, e a m e m ó ria de uma g eu r ra e de um i mp ot ên cia face a um g en o cid io q ue se passou na co rp o da eu ro pa, e q ue nos t rá s as mãos man c h ad as a todos

Tinha acabado de publicar afirmando como se provou depois pelos eventos narrados, que alguém no supremo estava implicado nesta conjura que me movem, que passa pelo rapto e tortura de meu filho, e que me rouba a vida de todas as formas e jeitos


Tinha ac ab dao de pub li car af i r man do c omo se pr o co u d ep o is pe l os ev e n t os na r ra d os, q ue al g u + em no supremo est av a i mp li cad o ne st a co mn jura q ue me mo ve m, q ue pa s sa pelo ra pt o e tor u t a d e m eu fil h o, e q ue me ro ub aa vi da de todas as formas e je i to s

Agora me desvelou o espírito aquilo que já sabia, trazem as putas e cabrões e os corruptos, e os terroristas um pacto de silêncio, pelo silencio se consentem na identificação de servidores das besta, pois quem não deve não teme e responde quando inquirido, por cada silencio, caíam no inferno, caia o inferno em vossas casas, a de cada um!!!

Agora me d es ce lou o es pei to a q u i l o q ue j á sa bia, t ra ze m a s putas e c ab r o es e os co rr u pt os, e os te rr os ista s um a p c to de si l ê c ni ao, pe l o si l en cia o se co ns en tam na id en tif a cação de se r vi d o r es das be as ta, p o is q eu m não d eve nn ao te me e r es ponde q au dn o in querido, por ca da si l en cia o, c a iam no in ferno, c aia o in ferno em v os sas ca s sas, a de c ad a um!!!

Imagem bem universal, não vos parece, a quantos no mundo assim é? E tem vindo a crescer através das políticas de babel, das hipocrisias e dos hipócritas que deveriam conduzir os assuntos da justiça em justiça e por ela velando e que se vergam a balanças múltiplas, e a diversos poderes ocultados à margem das leis

I mage m be m universal, n ão vo s par e ce, a q ua n to s no mundo as si m é? E te m v indo a c r es ce r at rav é s das poli tic as de b abel, das h ip o cris ia s e dos h ip o c rita s q ue d eve r iam co n du zi ro s as sun to s da j us ti ça em j us tic a e por e la v e lan do e q ue se v e r g am a bala n ç as mul t i p l as o c uk l ç t ado s A` a mr g em da s leis

Apareceu-me de seguida no jornal, assim o logo confirma o espirito um juiz cuja cara não reconheço ao perto, uma foto de braços cruzados no canto inferior de uma inteira página de jornal

Ap ar e ceu inglesa me de se guida no jo rna l , as si m o l o g o c on firma o es pi ri ro um j u i z c u j a cara não r e c on he ç o ao pe r to, uma f oto de br aço s c r uza o ds no can to in f e rio r de uma in te ira pá g ima de jo rn al

Um português jovem, que fora condecorado, dizendo ele próprio não bem o ter na altura entendido, exemplo de sobriedade, de humildade? Respondia ele a uam das minhas, quanto minhas, linhas do espirito, que os generais geralmente não eram julgados nas guerras, nem faziam geralmente parte do menu da carne para canhão

Um por t u g eu s jo v em, q ue f o ra co n deco ra do, di zen do e l e pr ó pr io n ão be m o t r e na al t ur a en te n d id o, e x e mp l o de s ob rie d ad e, de h u mil dad e? R es pond ia ele a uam das min h as, q ua n to min h as, linha s do es pi rito, q ue os g ene r ia s ge ra l e mn te n ão e ram j u l gados nas g eu r ra s, ne m f a z iam ge ra l e mn te par te do m en u da car ne para can h ão

Frisava o senhor, que não, que tinha levado mesmo generais a tribunal

Fr isa vo o s en hor, q ue n ão, q ue tinha l eva do me s mo g ene rai s a t rib un al

Me pergunto e pergunto, pois não me lembro se na altura se falou, se investigou, se, se provou, e se eventualmente se julgou, o trajecto das armas e das munições, visto que elas não caem do ceu, a não ser na forma de raios diversos e pestes várias

Me pe r gun to e pe r gun to , p o is não me l em br o se na al t ur a se falo u, se in v esti g o u s e se pr ovo u, e se eve n t ua l e mn te se ju l g o u, o t ra ject o das ar ma s e da s m uni ç õ es, vi st o q ue e la s n ão ca em do c eu, a não ser na forma de raio s di v e r s os e p es te s v ária s

Quem armou, quem financiou, quem é que na altura criou a confusão?

Q eu m ar mo u, q eu m f ina cio u, q eu m é q ue mna al t ur a c rio ua c on f u são?

dos soldados mortos reza sempre a história, das mães sem filhos, e dos filhos feito carne de canhão, reza sempre a história, nas vezes mesmo incluindo generais, o sangue dos civis, as violações, as prisões com tortura, eu me recordo do menu ter sido bem recheado

F d os sol dad os mor to s r e za se mp rea h is tó r ia, das mães s em fil h os, e dos fil h os f e i to car ne de can h ão, r e za se mp rea h is tó ria, nas v e z s me s mo inc lui n do g ene rai s, o san g ue dos c iv is, as vi o l aç õ es, as pr is õ es com tor t ur a, eu me record o do m en u ter sid o be m rec he ad o

Ferida grande, é profunda e demora muito muito tempo a sarar, e se algum pequeno espeto lá for posto, de novo tudo pode de novo abrir, e quem gosta ou trás interesse vário a avariado em que o sangue corra e se converta em vil metal, tambem o sabe, e manipulação hoje em dia, é ver o negro exemplo da comunicação, quão fácil é incendiar, quão fácil é lavrar o ódio que gera a confusão, o medo e os ódios à solta de novo a tudo de incendiar

F eri da g rande, é pr o fun da e demo ra mui to mui to te mp o a sara, e se al gume pe q eu no es pe to l á for p os to, de n ovo tudo p ode de n ovo ab r i r, e q eu m g o st a o u t rá s ine t reese v á rio a ava ri ado em q ue o s en g ue co r ra e se c on v e rta em vi k met al, t am b em o sabe, e m an ip u l a ção h oje em dia, +e v e r o ne g ro e x e mp l o da co m uni cação, q u ão f ac il é in c en dia r, q u ão f ac i l é l av ra ro o di o q ue ge ra a c on fusão, o medo e os o di os a sol t a de n ovo a tudo de inc en di a r

A europa ficcional, muitas culpas trás no cartório sobre estes anteriores acontecimentos na região, e em parte essa culpa terá sido o motivo errado de não ter dado uma resposta mais acertada, pois o sangue já de novo correu, agora que algo se mexeu, e a independência de uma das partes foi proclamada

A europa fi cio n al, mui t a s c u l pa s t rá no car tó rio s ob re est es ant e rio r es ac on te cie mn to s na região, e em par te ess a c u l pa te rá sid oo m ot iv o e r ra do de n ão t re dad o uma r es posta ma si ac e rta d a, p o is o san g ue j á de n ovo co rr eu, agora q ue al g o se me xe ue a in dep en dc ia de uma das par t es f o i pr o c l am ad a

Quantas independências não foram em todos os tempo auto proclamadas?

Q au n to as in de p en d en cia s n ão f o ram em todos os te mp o au to pr o c l am ad as?

Poucas mutuamente acordadas, haverá mesmo alguma, sem que primeiro se não tenha feito a guerra, e depois como de costume na cegueira humana, se chora os mortos e se compreende por fim, o que desde o princípio se sabe, que as guerras estão sempre condenadas a ter um fim, eventualmente quando os que guerreiam se vão, mas ficam sempre outros que se seguem

P o u ca sm u t ua mente ac or dad as, h ave rá me s mo al g um a, se m que pr e i me i ro se não te n h a f e it o a g eu r ra, e d ep o is co mo de co s t u me na ce g eu ira humana, se chao ra os mor to s e se co mp ren de pro fi mo q ue d es de o pr in cip io se s ab e, q ue as g eu rr as est ão se mp re c on dena d as a ter um fi m, eve n t ua l e mn te q ua n do os q ue g eu rr e iam se vão, ma s fi cam se mp re outros q ue se s e g eu m

E todos por natureza são independentes e autónomos e livres, é lei de Deus, é a lei do Amor, é a lei dos homens

E todos por nat ur e za são in d e pen dentes e au t on omo s e li v r es, é lei de D eu s, é a lei do A mor, é a lei dos h o m e ns

As linhas mestre por detrás da imagem que agora se manifestou dizem da trepidação, da ferida que se abriu sobre o real e sua representação, e feridas são sempre perigosas

As linha s mestre sp o r de t rá s da i mage m q ue agora se m ani f es to u di ze m da t r e p i da ção, da f eri da q ue se ab riu s ob r e o real e s ua r ep r e sn tação, e f eri d as são se mp re pe rigo sas

Aqui os que se dizem jornalistas e que são mandados da besta, um que dizia em dia recente, em suas linhas publicas em jornal nacional, tira o ultimo vídeo da bíblia ou vou ai e parto-te a prateleira, hoje dizia em diagonal, a propósito da escola, que isto era o resultado dos maus professores, sendo mau, o que achava que a escola devia ser local de mutua responsabilidade, certamente que terá frequentado o ensino publico deste pais, que os torna a todos com o passar do tempo para alem de cegos bestas bestiais, mas a malandrice está lá clara, é sempre fácil, encontrar um bode expiatório, para aquilo que nem mesmo percebemos, contudo sua forma de escrever desvela pessoa pensante, e se assim o é, o outra besta, o propósito encomendado servirá

aqui os q ue se di ze m jo rna l ista s e q ue são m na dad os da b es ta, um d que di z ia em dia r e c en te, em s u as linhas publicas em jo rna l na cio n al, t ira o u l tim o vi de o da bi b l ia o u vo u a i e par to inglesa te a p ra te lei ra, h oje di z ia em dia g on al, a pr o p os i to da es cola, q ue is to e ra o r e sul t ado dos m au s pr o f ess o r es, s en do m au, o q ue ac h ava q ue a es cola de v ia ser l oca l de m u t ua r es ponsa bil i dad e, ce rta mente q ue t reá f e r q e un t ado o en sin o publico d este pa is, q ue os to rna a todos com o pa ss r do te mp o para al em de ce g os b es t as b es tia is, mas a ma lan dr ice est á l á clara, é se mp r e f ac i l, en c on t ra r um bode e x pi a t o rio, para aquilo que ne m me ms o pe r cebe mo s, c on tudo s ua forma de s c r eve r e d es vela pessoa pen san te, e se as si m o é, oo u t ra b es t a ,o pr o p os i to en comenda do se r vi rá

num mundo cada vez mais aberto , livre e circulante e mais presentemente redondo, e uno como sempre foi, a noção de grupo, independentemente dos seus pressuposto , sua forma e estrutura que o corporiza e justifica, sempre emerge quando se caminha em mudanças de organização da política de território, e em igual é verdadeiro seu contrário

num mundo c ada v e z mai s ab e r to , li v r ee cir c u lan te e ma si pr es net e mente redondo, e u no co mo se mp r e f o ia n ção de g r up, inde pen de te mente dos se us pr ess u p os y o ,e da sal forma e es t ru r t ur a q ue o corp or i za e j us ti fi ca, , se mp r e e mr g e q ua n do se caminha em mu danças de o r gan iza ção da poli tic a de te rr i tó rio e em i g ual é v e rda de i ro s eu c on t rá rio

quando as estruturas de poder central mais se separam dos cidadãos pelas burocracias e esquizofrenia que resultam da sua acção, quando os cintos se apertam por fome vária quando se tornam e agem como mamutes em loja de fina e delicada porcelana, mais as pequenas partes chiam, e protestam e buscam em razão alternativas em suas formas de organização comum do viver

q ua n do as est ru t ira s de p ode r c en t ra l mai s se s epa ram dos cida d õ es pe l as bi roc ra cia s e es q u i zo fr en i sas q ue r eu l tam da s ua ac ção, q ua n do os c in to s se ap e r tam por f o me v ária q ua n do se to r na m e gae m co mo mam u te s em l o j a de f ina e deli ca da por ce l ana, maia as p q eu na s par te s ch iam, e pr ot es tam e b us cam em ra z ão al te rna t uvas em susa formas de o r gan iza ção co mum do viver

a trave assenta na mais clara percepção, que permite gerir por antecipação, assente no bom saber, mas o que se viu, foram alguns países europeus e não só a seguir a destruição da embaixada, rapidamente darem o apoio a parte que se independetizou, e como sempre o espirito me desvelou um pormenor significativo em torno do medalhão, um eco a anterior Palavra que será abordada em pormenor em outro texto ainda não publicado, o que se prende com a epifania na igreja de paulo, e a leitura do medalhão, aqui no jardim do império, ou das necessidades, ou dos dois pois o império do espirito de muito necessita, como se vai tristemente vendo

a t rave as s en ta na mai s clara pe r c ep çao, q ue pe rn mite ge r ir por ant e cip a ção, as s en te no bo m saber, ma s o q ue se vi u, f o ram al g u sn p a ise s eu ro peu s e n ão s ó a seguir a d es t rui ção da em ba ix ad a, ra pida mente d a r emo ap oio a par te q ue se in de p en dt i zo u, e cc omo se mp re o es pei to me d es v e loi u um por m en or si g ni fi cat iv o em to r no do me d alã h o, um e co a ant e r i ro Pal av ra q ue se ra ab or dad e em por m en or ma si em outro te x to a inda não pub li ca do, o q ue se pr en de com a e pi f ani a na i g r e j a de paulo, e a lei t ur a do meda l ão, aqui no jardim do i mp é rio, ou das ne ce s sida d es, ou dos do is p o is o i mp é rio do es pei tio de mui to ne ce s sita, co mo se v ai t r is t e mente v en d o

no território independe do pai sérvio, e no território independente da mae croácia, existe um outro território independente que é de certa forma dependente pela sua própria natureza, o do filho, que é o dele e o dos dois seus pais, assim o território do filho, é um território novo independente que se vai independentizando, mas que necessita de protecção e apoios nesse seu se tornar, como todos os territórios independentes, e quando já sabe cuidar de si, declara sem declarar, então a sua independência, pois está ele sempre ligado ao pai e à sua mãe, ou seja, a um território, que são dois, e com ele, três, num quarto, assim perfazem a unidade

no terri tó rio in d ep dente do pai sé r vi o, e no te rr i tó rio in d ep den dente da mae co rá cia, e x ite um outro te rr i tó rio in den p den dente q ue é de ce rta forma de pe en d te pe la s ua pr o p r ia nat ur e za, o do fil h o, q ue é o del de e o dos do is se us pa is, as si m o te rr i to rio do fil h o, é um terri tó r i n ovo in de pen dente q ue se vai in d ep en de t iza n do, mas q ue ne ce s sita de pr ot e cc ção e ap o is o ne s se s eu se to rna r cm o tod os o s te rr i tó rio s in d ep den dentes, e q ua dn o j á s ab e c u id ar de si, dec l ar a se m dec a l r ar en tão a s ua in dep den dc ia, p ori s es t á e l e se mp re li gado ao p aia e s ua mãe , ou se j aa um te rr i to rio q ue é mi s t o dos do is e com el e, me s mo, de t r ê s, n um q ua to as si m pe r f az e m a un i dad e

e sabendo como sabemos que cada ser é um território, e um inteiro infinito universo e um estrela

e s ab en do co mo s ab emo s q ue c ad a ser é um te rr i tó rio, e um ine t rio in f ni to uni v r es o e um es t r e la

assim devem nascer todas as independências, com o apoio necessário para poderem caminhar bem, neste teatro todo montado, não ouvi uma linha que seja se os dois territórios que agora parecem existir, tem ambos as condições reais de autonomia, terra, riqueza, produção, e por ai fora no que é necessário para funcionar com território, e na esperança que não nasça mais um ou mesmo dois novos exércitos, nem que a guerra ou violência volte aquelas gentes e lugar, que tão mal tratado foi, com a complacência de todos nós

as si m d eve em n a ce r to da s as in d en pen den cia s, com o ap ao i ne ce ss a´ rio para p ode r em ca mina h g r b em, ne st e tea t ro todo mo n t ado, não o u vi uma li n h a q ue seja se os do is te rr i t ó riso q ue agora para ce m e xi si tir, te m a m bo s as c on di ç ~ e os rea is de au t on o mia, te r ra, rique za, pr o du çaõ, e por ai f o ra no q ue é ne ce ss a ´ rio para fun cio n ar com te rr i t p rio, e na es pera n ça q ue n ão n as ç a mai s um ou me s mo do is n ovos e x e r c i to s , ne m q ue a g eu r ra ou vi o l ên cia vo l te aquelas g en t es e lu g ar, q ue t ão m al t rata do f o i, com a co mp l a c ên cia de t o d os nó s

o que eu gostava mesmo era de ter na mesa comum das nações , homens com narizes de enólogos que cheiram no vento a antecipação dos problemas, e senhoras e senhores exímios diplomatas, daqueles que descobrem a careca a um homem, mesmo que ele tenha cabelo, sem necessariamente lhes abrirem as pernas, que andassem por onde necessário no mundo a promover bom senso e a construir bons acordos, que para serem bons, tem que ser para ambas as partes e não esquecendo, por falsa ingenuidade, ou o que seja, que obviamente razoes há para que as potências circundantes da região sintam medo do que alguns entendem por febre, e recordado, que febre só alastra se não for bem tratada, e quando não o é, nas vezes se torna doença pior, alias, a febre é sintoma e não doença

o q ue e u g ostava me s mo e ra de ter na mesa co mum das n aç õ es , homens com n ar ize s de en o l o g o s q ue che i ram no v en to a ant e cip a ção dos pr o b l ema s, e s en hor as e s en hor es e x i miso d ip l o matas, da q eu l es q ue d es co br ema car eca a um home, me s mo q ue el e t e n h a ca belo, se m ne ce s sari am en te l h es ab r i r em as pe rna s, q ue anda ss em por on de ne ce ss a ´ rio no mundo a ap r mo v e r b om senso e a co ns t rui r bo ns ac o r d os, q ue para se r em bo ns, te m q ue ser para am ba s as par t es e não es q eu c en do, pro f al sao in g en u i dad e, ou o q ue se j, q ue ob vi a mente ra z o es h á para q ue as p ot en cia s cir c un dante s da r e gi ão sin tam me do d o q ue al gu sn en ten d em por f e br e, e re co r dad o, q ue fe br e s ó al astra se não for be m t ratada, e q ua n doa n ão o é, nas v e ze s se to rna do en ç a pi o r, a li as, a f e br e é sin t om a e n ão do ença

uma casa das nações onde os que querem novas independências, a apresentassem a consenso e obtivessem os apoios necessários e os consequentes acordos para que nascessem com toda as necessárias condições de verdadeira independência, e onde fossem claros os compromissos relativos a existência pacifica entre as partes e mandatando a prior à casa comum em poderes de intervenções se necessário, e esperando que nunca

uma ca s as na ç õ es on de os q ue q eu r em n ova s in de pe dn e cias, a ap r es net as s e m a di s c us são e ob t u v e ss em os ap o is o ne ce ss á rio s e os c o ns e q u en tea ac o r d os para q ue n as ce ss em com toda as ne ce ss árias co n di ç o es de v e rda de ir in de pen d en cia e on de f os se m c l ar os o s co mp romi ss os r e l at iv os a e xis tem cia p ac i fi ca en t rea s pe r te s e man d ant a n do a pr i o ra cas co mum em p ode r es de in te r e v n ção s e ne ce ss á rio, se es pe ra n d o

bem chamaram à atenção estes povos da Europa nestes ultimostempos, pedidndo posições de apoio ou de critica do que se desenhava, a gestão politica, foi o deixar andar, até quew a paciência se esgotasse, como nas vezes, muitas, acontece, e depois em forma quase sosrrateira, dar o apoio ao facto consumado e assim tentar que mais consumado ficasse, uma etsrtágia de alguns quse cobrade, e contudo a independcia foi unalitaralmene declarada, consumada, mesmo que unilateral, não deixa de ser já um facto

b em c h am a ram à a te n ção est es p ovos da E u r opa ne st es u l tim os te m p os, pe di dn d o p o si ções de apoio ou de c r i tica do q ue se d es e b h v a, a g es tão po li tic a, f o io o de ix ar anda r, at é q eu w a p ac i ên cia se es g ota s se, co mo nas v e ze s, mui t as, acontece, e d ep o is em forma q u ase s os r ra te ira, d ar o ap oio ao f ac to co ns u m ad o e as si m t en t ar q ue mais co ns uma do fi ca s se, uma e ts r t á gi a de al g u ns q use cobra de, e c on tudo a in d ep en d c i a f o i un ali tara l m ene dec l ar ad a, co ns uma da, me s mo q ue uni l at e ra l, n ão de ix a de ser j á um f ac to

se restasse uma restea de responsabilidad na condução da politica externa , ou interna, dependendo do ponto onde põem vosso umbigo, melhor seria levar o assunto à casa das nações e vereificar e obtre as garantias para que ningum mais sofra, ou parece-vos pequena a culpa que trazemos todo desde a década de noventa do século passado?!

S e r est as se uma r es tea de r es ponsa bil i dad na co n du ção da po li tic a e x te rna, ou in te rna, dep d e n e d do ponto on de p õ em v osso um bi g o, mel hor se ria l eva ro as sn to à c ã s das n aç õ es e v e rei fi car e ob t rea s g ar an tias para que nin g um mai s s o fr a, ou par e ce inglês v os pequena a c ul pa q ue t ra z emo s todo d es dea década de no v en ta do século passado?!



Pertinente questão trazia Inês, se mais vale uma medalha em alta competição daquei a cinquenta anos, do que um corpo caído ou magoado no chão

Pe r t in e n te q u es tão t ra z ia I n ê s, se mais vale uma me d alha em al ta co mpe tição da q eu ia c in q u en ta ano s, do q ue um corp o caído ou mago ad o no c h ão

Pequeno sítio elevado, me recordo do tintim de minha infância na neve da alta montanha, saia ele de lá, no final de sua aventura, com seus amigos monges levitando por detrás sobre a paisagem da neve branca

Pe q u en o sí tio el Eva do, me record o do t in tim de min h a in fân cia na n eve da al ta mo n t anha, s aia el e de l á, no f ina l de s ua ave n t u ra, com se us am i g os mo n g es l evita n do por de t rá s s ob rea pa Isa g em da n eve br anca

Que medo elevado trás tão grande e forte país aquele lugar, para que não lhe possa condeceder a independência em modo e plano admistrativo como as gentes de lá pretendem?

Q ue me do el Eva do t rá s tão g rande e forte pa ís aquele lu g ar, para q ue n ão l he p os sa c on dec e d e ra in de pen dên cia em modo e p l ano ad mis t ra t iv o co mo as g en t es de l á pr e t en d em?

Um boicote, nunca é coisa boa, como não é coisa boa, naquilo que diz, um homem tão sabedor de imagem, abandonar o seu cargo que por convite lhe fora endereçado na criação dessa imagem, pois um criador de imagens é um criador de conhecimento, a mim, de quem dizem nas vezes serem relativos meus juízos, sobretudo quando quereriam que eles fossem maia seu jeito ou contendo, realtivo é dizer que no seu país, a repressão também não existe e com nível de expre4ssão elevada no mundo que a muitos afecta, ou seja, hoje uma causa, amanhã se calhar uma outra, mas onde a moral que defeencia a acção, que lhe dá provimento e sustancia, da foret que se mantenha como eixo da prática diferente

Um boi c ot e, n un ca é co isa boa, co mo n ão é co isa boa, naquilo q ue di z, um homem tão s ab e dor de i mage m, a b an dona r o s eu cargo q ue por c on vi te l he f o ra en de r e ç ado na criação d es sa i mage m, p o is um c ria dor de i mag e ns é um criador de c on he cimento a mim, de q eu m di ze m nas v e ze s se r em r el at iv o s me us juízos, sobretudo quando q eu r e r iam q ue el es f os se m maia s eu je i to ou c on t en do, real t iv o é di ze r que no seu país, a r e press ão t am b é m não e xis te e com ní v el de e x pr e 4 s são e l Eva da no mundo que a mui t os af e cta, ou se j a, h oje uma ca usa, am na h ã se ca l h ar uma outra, mas onde a mo r al que d efe en cia a a c ção, q ue l he dá pr o vi m en to e s us tan cia, da foret q ue se man ten h a co mo e ix o da p rá tic a difer en te

E tudo é político, inclusive os jogos olímpicos e também é veredade, que se todos trouxessem face à china, uma posição acertada, seria um problema enorme para a china

E tudo é poli tico, inc l us iv e os j og o s o l í m picos e t am b é mé v e r e dad e, q ue se todos t ro ux es se m f ac a à ch ina, uma p o sição ac e rta da, se ria um pr o bl ema en o r me para a ch ina


Se isto iria aporximar ou afastar, todos da china e vice-versa, cada um que por si pense, e pense também se a construção de um tal atitude, poderá sim ou não alterar a posição da china face ao Tibete, politica de medião de força, com resulatdo incerto, até onde estais portanto dispostos a ir em vossa coerência, fechar todo o comérico a ela?

Se is to iria ap o r x i mar ou af as t ar, todos da ch ina e v ice v e r sa, c ad a um que por si p en se, e p en se t am b é m s e a co ns t r u ção de um t al at i t u de, p ode rá s im ou não al te ra r a p o sição da ch ina f ace ao Ti bet e, poli tic a de me di ão de f o rça, com r e s ul at do inc e r to, at é on de est a is p orta n to di s postos a ir em v ossa c oe rên cia, f e ch ar todo o co mér i co a e la?


já vos expliquei eu em profundidade, o errado, o seu porquê, e da mesma forma partilhei e oferecei , em sacrifício o que sei, como sabeis

j á v os e x p l i q eu i eu em pr o fun di dad e, o e r ra dp, o se u por q u ê, e da me s ma forma par ti l hei e oo f e rec ei , em s ac rif i cio o q ue sei, co mo s ab e is

e a imagem está por todo o lado , ineficácia do que é comum, corrupção, negação dos direitos elementares do seres e do ser, e falta de travamento moral , do correcto travamento do amor, a melhor argamassa de todas as boas construções

e a ima g m est á por todo o l ado , ine fi ca cia do q ue é co mum, cir ro p çaõ, ne g a ção dos di rei t os el e m en t ar es do seres e do ser, e fa l ta de t rava m en to mor al , do co rr e c to t ar v am en to do amo ra mel hor ar g am as sa de todas as boas co ns t ru ç õ es

está por todo o lado independentemente do lugar dento do lugar, todos os actos e todas as omissões tem consequência, e se deverá ser sempre responsável, tanto por uma como por outra

est á p or todo o l ado in de pen de te m en te do lu g ar d en to do lu g ar, todos os ac to s e todas as o miss õ es te m co ns e q u en cia, e se d eve rá ser se mp re r es ponsa v el, t ant o por uma co mo por o u t ra

mas que seja claro o caminho e a opção, não posso por em modo mais claro,

ma s q ue seja c l ar oo caminho e a o p ção, n ão p osso por em modo mai s ca l ro,

não acredito que existam acidentes, existem sequências de eventos que as vezes apontam e levam à desgraça

não ac red i to q ue e xis tam ac i dentes, e x i te m se q u en cias de eve n to s q ue as v e ze s ap on t a m e l eva m à d es g ra ç a

a vontade de que nas vezes nos assiste no peito é de degolar, nas vezes a todos os homem a quem é negada a justiça o conhece, e são muitos em muitos graus

*a von t a de que nas v e ze s no s as sis te no pei to é de d ego l ar, nas v e ze s a a todos os homem a q eu m é ne g ad a a j us ti ça o c on he ce, e são mui to s em muitos g ra us

justiça é a trave do bom viver entre os homens, e a melhor justiça, sempre contentas as partes e entre elas busca o acordo, enquanto ele é passível de ser exercida, sempre melhor antes que depois, assim se tornam os homens mais bombeiros do que bons construtores, sendo que uns apagam o que antes eram casas e os outras mais as constróem, e anda o mundo necessitado muito delas e de muitos bons telhados

j us ti ç a é a t rave do b om viver en t reo s homens, e a mel hor j us ti ç a, se mp r e c on t en t as a s par t es e en t re e la s b us ca o ac o r do, en q a un to el e é pa s s ive l de ser e x e r cida, se mp r e mel hor ant es q ue d ep o is, as si m se to rna m o s homens ma si bo m bei ro s do que bo ns co ns t ru tor es, s en do q ue u sn ap a g am o q ue ant es e ram ca sas e os o u t ra s ma si a s co ns t ro em, e anda o mundo ne ce s sita do mui to de la s e de mui to s bo ns te l h ado s

ou deverei pensar, ao chegar a dois dos mais alto representantes dos mais elevados órgãos de justiça e ai, não só deparar com combate, apoiado em mentira e não ver nesse lugar me ser garantida a justiça, a que todos os seres tem direito por direito vário?

ou d eve rei p en s ar , ao che g ra a do is do s mai s al to r ep r es en t ant es dos ma si el eva d os o r g ao de j us ti ç a e ai, não só d epa r ar com co m bate, ap o ia do em m en t ira e n a õ ver ne s se lu g ar me ser g ar ant id aa j us ti ç a, a q ue todos os se r es t en d i rei to por di rei to v a ´ rio?

Que fique claro como sempre o foi, quando um homem ou conjunto de homens assim perante um outro, ou outros actua e age, tem quem é atacado o direito de resposta!!!

Q ue fi q ue c l ar o co mo se mp re o f o i, q ua n do um homem ou c on j un to de h om e ns as si mm pe ra n te um outro, ou o u t ros ac tua e a ge, te m q eu m é at ac ado o di rei to de r es posta!!!

Já aqui neste Livro da Vida e da Palavra Proferida em Luz da Verdade, se abordou o estatuto, os comportamentos, as margens e as fronteiras, e natureza das chamadas organizações colectivas fraternas, sejam elas de que quadrante forem, ou em que pressupostos assentarem, e se eu sempre defendo a liberdade individual e colectiva do ser se associar, não posso permitir que a coberto dessas associação e das tais regras de cumplicidade que as próprios declaram entre seus membros existir, lhes sirva pactos de silencio, que negam assim a um outro ser o direito de justiça ou de defesa, e a pergunta que foi outrora feita, foi-o em forma clara, qual é o limite que os senhores, colocam a si mesmos, nesse tal comportamento machista primário de cobertura uns dos outros e de seus actos, porventura esqueceram nessa cobertura de fazer distinção moral sobre o que cobrem e com base em que princípios, para além de outra questão, se o sigilo se justificou em tempos anteriores de perseguições, o que entendem então ser este tempo, que é em grande medida enformado por vossos próprios valores? Um tempo de perseguição, ou um tempo de liberdade, onde cada um é o que é e se assume no que é, e não necessita de paizinhos, ou cúmplices, ou mesmo de cumplicidades criminosas face as leis gerais, ou ousarão os senhores, porem-se como grupo e individualidade intocável, faca a lei geral, comum e acordada, não sejam esquizofrénicas nem bestas, decidam- se, pois se não o fizerem, decidirá o mundo, e a decisão terá que ser a deduzida da lógica dos vosso comportamentos e actos, a proibição, curioso paradoxo, seria, meus irmãos!

J á aqui ne st e Li v ro da V id a e da Pal av ra Pr o ferida em L u z da V e r dad e, se ab o r do u o est at u to , os co mp o rta m en to s, as mar g e ns e as fr on te iras, e ant ur e za das ch am ad as o r gan iza ç õ es cole c t iv as fr a te rna s, se j am e la s de q ue q au dr ante f o r em, ou em q ue pr ess up os to s as s en t ar em, e se eu se mp r e d efe n do a liber dad e in d iv i d ua l e cole c t iva do ser se as soci ar, n ão p osso pe r mit i r q ue a co be r to d ess a as soci a ção e das t a is r e g ra s de cu mp li cidade q ue as pr ó r p i as dec l aram en t re se us m en br os e xis i tir, l he ss i r v a p ac to s de si l en cio, q ue ne g am as si m a um outro s ero di rei to de j us ti ç a ou de d efesa, e a pe r gun ta q ue f o i ao u t r ot a f e i ta, f o i inglês o em forma clara, q u ç é o li mit e q ue os s en hor es, c olo c am a si me s m os, ne s se t al co mp orta mn to m ac h ista pr i mário de co bert ira u ns dos o u t ros e de se us ac to s, por v en t ur a es q eu ce ram ne s sa cobert u ra de f az e r di dt in çaõ mor al s o b re o q ue co br em e com base em q ue pric ni pi s o, para a l é m de o u t ra q eu s tão, se o si gil o se j us ti fi co u em te mp o a ante rio r e ws de pe r se gui ç õ es, o q ue en te n de m en tão ser est e te mp o, q ue é em g rande med id a en forma do por v s oso s pr ó pr i os v alo r es? Um te mp o de pe r se gui çaõ, ou um te mp o de liber dad e, on de c ad a um é o q ue é e s se as s u me no q ue é, e n ão ne ce s sita de pa is z in h os, ou cu mp li c es, ou me s mo de cu mp l c ii dad es c rim o no sas face as lei s ge r ia s, o u o u sara m os s en hor e, p o r em inglesa .se c omo g r up e in di vi d ual i dad e in t oca v el, f a c a a lei ge ra l , co mum e ac o r dad a, n ão se j am es q u i zo fr éni c as ne m b es t as, dec i d am inglesa se pp o is se não o fi ze r em dec id i rá o mundo, e a dec i são te rá q ue ser a d edu z id a da l ó gi ca dos v osso co mp orta m en toe ac to s, a pr o i bi ção, c u rio s o para d o z o, se r ia, me us i r mao s!

E depois vejo-vos nesse programa pirateado à mim, e mal como sempre fazem os piratas em seu piratear, esqueceram-se da suma, prós e contras e soma, ou suma, em blá blá de circo para crianças cegas, sobre os princípios éticos da república, blá, blá e blá, e quando na sala pedi a palavra foi-me ela negada, a fazer clara demonstração dos vossos princípios de Ética, de merda, de arrogância, de absolutismo, ao contrário do que pregueis!!!

E d ep o is v e jo inglês v os ne s se por g r am a pi rata do à mim, e m al c omo se mp re f az em os p u ratas em s eu pira tia r, es q eu ce r ema inglesa se da s uma, pr ó ee co n t r e s o ma, ou s uma, em b lá b l á de cir co para c r ian ç as ce g as, s ob re o s pr ii n cip i os etic os da republica, b l á, b l á e b lá, e q ua n do na s ala pe di a pala v ra f o i inglesa me e la ne g ada, a f a ze r clara demo sn t ar ç º ao dos v osso pr inc ip i os de etic a, de me rda, de ar ro gan cia, de ab so i lu t i s mo, ao c on t rá rio do q ue pr e g eu is!!!

As cabeças mais elevadas são nas tortas hierarquias que leveis os mais responsáveis pelo sistema e pelo fraudulento funcionamento

As ca beças ma si el eva d as são nas to rta s hi e ra r q u ias q ue l eve is os mai s r es ponsá v e is pe l o sis t ema e pe l o fr au d u l en to fun cio na m en t p

Devereis olhar a moura e a noronha, como quê, nesta situação?

D eve reis o l k h ar a mo ur a e a no ron h a, co mo q u ê, ne s st si t ua çao?

Porque trazem uma toga serão mais elevados do que como homens não são ao se comportarem como fazedores por própria mao da injustiça e da sua negação perante um irmão?!!!

Por q ue t ra ze m uma to g a se r ão ma si el eva d os do q ue co mo h om e ns n ão são ao se co mp orta r em co mo f a ze dor es por pr ó pr ia mao da in j us ti ç a e da s ua ne g a çao pe ra n te um i r mão?!!!

Para além da incompatibilidade natural e derivada da postura e fazer não ir decididamente com o cargo, pois sua exigência é contrária, devereis falar, não vos levantei eu aqui o dever de reserva, se assim o é, porque não respondestes? E depois vem deitar areia para cima dos olhos nas vossas inversões, que sim, que agora o supremo irá ter, esquecendo-se mesmo de bem compor a mentira em sua totalidade, para ver se o barro pega nos olhos mais cegos, do quando, calendas gregas certamente, e blá e blá sobre os sistemas informáticos e tem o senhor, assim mo conformou sua secretária, cópia do documento que lhe enviei e ousa ainda assim o silêncio?!!!!

Para a l é m da inc o mpa ti bil i dad e nat u ra l e d e riva da d a p os t ur a e f a ze r n ão ir dec id a m en te com o ce r g o, p o is s ua e xi g ên cia é c on t rá ria, d eve reis fa l ar, n ão v os l eva n te i eu aqui o d eve r de r e serva, se as si m o é, por q ue n ão r es pond es inglesa te s? E d ep o is v em de i t ar a rei a para c ima dos o l h os nas vo s sas in v e r s õ es , q ue sim, q ue agora o s up r emo i rá te r , es q eu c en d o inglesa se me s mo de b em co mp o ra m en ti ra em s ua t ot ali dad e, pat ra v e r se o bar ro pega no s o l h os mai s ce g os, do q ua n do, cal en d as g r ega s ce rta e mn te, e b lá e b l á s ob re o s si t ema s in form á tic os e t em o s en hor, as si m mo c on formou s ua secreta ´ ria, c ó pi a do doc eu mn to q ue l he en vi e ie e o usa a in da as si m o si l ên cio?!!!!

Que homens sois, que assim se comportam nas vestes em que vão, serão, porventura animais ou ursos ferozes?

Q ue h o m e ns s o is , q ue as si m se co mp r t a m nas v e ts es em q ue v ão, se r a o, por v en t ur a a ni ma is o u ur os f e ro ze s?

Certamente que não, se comportam como ratos e usam cães de guarda à porta para os defender, trazem medo no peito, e o medo por natureza e derivado da forma como se exerce, é contraditório com a função que requer coragem, como dizia Almada, só vos falta a coragem pois os defeitos já os tem todos e ainda trazem lata para os praticar com afinco!!!!

Ce rta em t ne q u não, se co mp o rta m co mo ra t ps e usa m ca ~ es de guarda à p orta para os d efe n de r, rea z t ra ze m me do no pei to, e o me do por nat ur e za e d e riva do da f oma co mo se e x e r e ce, é c on t ra di tó rio com a f un ção q ue r e quer co ra ge m, co mo d iza al m ad a, s ó v os f al ta a cora ge ,m p o is os d efe i to s j á os te m todos e a in d at ra ze m l a ta para os par cic ar com af in co!!!!

E por mencionara aqui ursos e ainda por cima da cor do sol, a raiva em mim montou sobre um que se foi em forma muito estranha, assim perguntei em Deus ao espirito quem fora o malandrim, e Ele assim me responde, ali na rua onde um prédio fui deitado abaixo, em frente ao canas e ao chinês, de manhã muito cedinho, quatro passarinhos se emaranharam em seu voos fazendo cabriolas e gritando muito à volta de um que levava comida em seu bico, depois um deles me mostrou, o triângulo do telhado do prédio em frente em dois tons, rosa e carmim meio caqui, dois tubos de alumínio, duas chaminés em seu topo, como duas bengalas ou duas pilas, de dois casais, estoril motor, diz o radar do lobo branco alsaciano, babete branco pendurado na amurada do forte amarelo e azul chapéu vermelho e amarelo, arte clay revigres e vaso x com duas vesicas ericeira

E por m en cio n ar a aqui ur s os e a in da por cima da cor do sol, a riva em mim mo n to u s ob r e u m q ue se foi em forma mui to es t r anha, as si m pe r gun te i em D eu s ao es pei rito q eu m f o ra o ma lan dr im, e E le as si m me r es p on de, a l i na r ua on de um pr é di o f u i de i t ad o ab a ix o, em fr en te ao c ana s e ao c h inês, de m anhã mui to ce din h os, q ua t ro pa ss ar in h s o se ema ra n h aram em s eu v oo s fazendo ca bi ola s e g rita n do mui to à vo l ta de um que l eva v a co m id a em se u bi co, d ep o is um de l es me mo s t ro u , o t r ian gula do te k h ado do pr é di o em fr en te em do is to ns, ro sa e car mim mei o ca q u i, d o is ti bo s de al u mini o, d uu as ch am ines em s eu to po, c omo du as ben galas ou do ua s p ila s , de do is ca sais, es tor i l m ot o r, di z o ra d ar al s a cia no, babe te br anco p en dr ado na maura da d o f o r te am ar e l o e az u l ch a peu vermelho e am ar e l o , arte c la y r e vi g r es e v as o x com du as v e isca s eri ce ira

As condições que fazem nascer os nossos pequeníssimos irmãos mosquitos que trazendo as doenças como o dengue, são a resposta a vosso crónico desatino, falta de lucidez e torto destino feito por torta mão humana na condução, falta de vontade no coração, na inteligência e nas pernas

Q ua is as c on di ç õ es q ue f a ze m na s c e r o s n osso s pe q u eni ss i mo s i r mão s mo s q u it os q ue t ra zen do as do en ç as co mo o d en g ue, são a r es posta a v osso c ró nico d esa t ino, f al at de lu c i dez e tor to d es t ino f e i to por to rta mão humana na c on du ção e f al at de von t ad e no co ra ção, na in te li g en cia e nas pe rna s

E vós que fazeis, que compromissos haveis já assumidos perante os gritos que se ouviram estas ultimas semanas sobre a falta de saneamento básico no mundo, e do numero de muitos que assim sofrem e se vão, bem sei que parece que continuam a pensar que é lá ao fundo distante e que o planeta não vai ainda aquecer nem o clima se transformará, e que os mosquitos não chegarão à civilizada europa, o que fazeis de certo ao certo e necessário sobre a agua, sobre as novas necessidades de racionalizar seu uso, e de novos processos de reciclagem mais eficientes, o que ouço, é falar em taxar a agua em sua origem, já agora pensem tambem em taxar vossos braços, vosso respirar, ou as arvores, ou mesmo os pássaros que Deus vos dirá como já vos disse quando o pensaram, e fizeram a ousadia de comercializar o ar, que é de Todos como Todas as outras partes necessárias ao Corpo O São, se quiserem ser mais coerentes taxem Deus, ou talvez Ele vos taxe a todos, taxas em vossos caixões, e mosquitos em vossas ricas sopas de todos os desperdícios e cegueiras e ilusões

E vó s q ue f a ze is, q ue co mp romi ss os h ave is j á as s u mi dos pe ra n te os g rito s q ue se o u v iram est as u l t im as se m ana ss ob rea f al ta de s ane am en to b a sico no mundo, e do nu m e ro de mui to s q ue as si m s o fr em, be m s ei q ue par e ce q ue conti n uam a p en sar q ue é l á ao f un do di s t ante e q ue o p l a neta n ão vai a in da a q eu ce r ne m o c lima se t ra sn forma rá, e q ue os mo s q u it os n ão che g aram ac iv i liza da eu r o pa, o q ue f a ze is de ce r to ao ce r to e ne ce s sário s ob rea a g ua, s ob rea s n ova s ne ce s sida d es de rac i on a liza r se u us o, e de n ovo s pr o ce ss os de rec i c l a g em ma si efe cie n te s, o q ue o u ç o, é f al ar em t a x ar aa g ua em s ua ori g em, j á a g o rr em p en se m t am b em e m t a x ar v osso br aço s, o ua s ra v o r es, ou me s mo os pá ss ar os q ue D e us vo s di rá co mo j á vo s i ds se q ua n do o p en sa ram, e f ize ram a o usa dia de co mer cia liza ro ar, q ue é de todos e a todos com as o u t ra s par t es ne ce s sa ria s ao corp o, O São, se q u ise r em ser ma si c oe r e n t es t a xe m D e us , ou t al v e z E l e vo s t a xe a t o d os, t axa s em v osso s ca i x ~~ o es, e mo s q u it os em vo s sas s opa s de todos os d es pe r di cio s e ce g eu i ra s e i lu s õ es

Ainda não chegamos a meio do ano e já a PAM se queixa, se calhar mais valia abrir mais a guerra, se ela não trouxesse sempre mais miséria, a ver se a consciência mais vos pesa e o dinheiro há muitos anos prometidos, dos zero virgula cinco dos orçamentos seja real e canalizado para o real

A inda n ão che g am os a mei o do ana o e j á a P AM se q eu ix a, se ca l h ar ma is vale ab r i r mai sa guerra , se e la n ão t ro ux ess e se mp r e mai s misé ria, a ve r se a co ns cie n cia mai s vo s pe za e o din h e ro h á mui to s ano s pr o met id os, dos z ero vi r gula c in co dos o r ça m en to s se j a real e can liza do para o real

Aqui em Portugal, nenhum advogado respondeu ao apelo que o Espirito do Império do Espirito Fez, que levantassem processos em regulares tribunais aos dirigentes que empenharam em forma certa a sua palavra e que entretanto devem ter sido picados por mosquitos que lhes provocaram amnésia, mas o apelo feito é mantido, e certamente, para que a PAM e a mais quem bem faça em prol da erradicação das misérias no Uno Mundo, melhor que ter de andar sempre a dizer o mesmo, é resolver desta forma de vez o problema, quem avançar certamente terá o apoio da larga maioria, que não é pecado pedir o que se necessita para outro ajudar, pecado e mortal, é não ajudar, e não ser Pais, nem Médicos Nem Querer Cuidar, quando tudo isto se pode Fazer e ser Feito

Aqui em port gal, ne n h um ad vo gado r es p on d eu ao a pe l o q ue o Es pi rito do I mp é rio do Es pi rito Fez, q ue l eva n t as se m pr o ce ss os em r e gula r es t rib una is aos di ri g en te s q ue e mp en haram em forma e rta a s ua pala v ra e q ue en te rta n to d eve nm ter s u id o pi ca d os por mo s q u it os q ue l h es pr ovo ca ram am en é sia, mas o ap e l o f e i to é a mn tid o, e ce rta mente, para q ue a P AM e mai s q eu m b em f aç a em pr o l da e r ra di cação das misé r i sas no U no Mundo, me l hor q ue te r de anda r se mp rea di ze r o me s mo, é r e sol v e r d es ta forma de v e zo pr ob l ema, q eu m av an ç ar ce rta e mn te t e rá o ap oio da l a r g a maio ria, q ue n ão é pe c a d a pe di ro q ue se ne ce s sita para o u t ro ajudar, pe c ado e mor ta l, é n ão ajuda r, e n ão se r Pa is, ne m Mé di co s Ne m Q eu r es C u id ar, q ua n do tudo is to se p ode F a ze r e se r F e i to


Continuação da analise do que o video desvelou e das associações e dos sincronismo que no entretanto se desvelara, e do miolo do video de Londres feito antes da queda das torres, em abril de dois mil

Conti n ua ção da ana l ise do q ue o vi de o d es v e lou e das as soci ç o es e d os sin c ron is mo s q ue no en te rta n to se d es v e al ra, e do mio l o do vi de o de L on dr es f e it o ant es da q eu da das to rr es, em ab r i l de do is mil

Sabes amada , quando estava a publicar o ultimo pedaço, a equipe dos juniores marcou os dois golos, logo aí tive eu a certeza do certo das palavras sobre o visto

S ab es am ad a , q ua n do est av aa pub l i car o u l tim o peda ç o, a e q u ipe d os j uni o r es mar co u os do is g o l os, l o g o a í t iv e eu a ce r te za do ce r to das pala ra s s ob reo vi st o

Depois de publicar fui até ao yahoo, a menina contava o dinheiro como que dando um beijo no maço entre suas mãos, que coisa meio nojenta, que bom seria ter teus lábios para beijar e depois caia o dinheiro do ceu como chuva, de beijos, insisto eu, a melhor, e depois estava uma bela rapariga com uns belos caracóis assim d oiro meio ruivo no cantinho de baixo, lá cliquei para ver se eras tu, e fui parar a uma pequena biografia da dita menina, que é ou foi concorrente aos ídolos, ou lá o que é, e dizia assim que tinha nascido em mesa no states, que tambem entrara na palavra a propósito de Madrid, e referenciava AZ, curioso a polissemia das coisas, do acontecer e do Ser

D ep o is de pub li car f u i at é ao y a h oo, a me nina c on t av a o din he r i ro co mo q ue dan do um bei j o no m a ç o en t r es ua s mão s, q ue co isa mei o no j en ta, q ue bo m se ria ter te us l á bi os para bei j ar e d e p o is c aia o din hei r do c eu c omo ch uva, de bei j os, in sis to eu, a me l hor, e d ep i is est av a uma be la ra pa riga com u ns be l os ca roca is as si m do i ro mei o rui vo no can t in h o de ba ix o, l a ´ c li q eu i para v e r es se e ra s t u, e f u i p a ra a uma pe q eu na bi o g ra fia da dita menina, q ue é o u f o i c on co rr en te aos id o l os, o u l á o q ue é, e di z ia as si m q ue t in h na ss cid o em mesa no st at es, q ue t am b em en t r a ra na pala v ra a pr o p ó si to de m ad r is, e r efe ren cia v a AZ, c u rio s o a poli ss e mia da s co isa e do Ser

Madrid agora ressoou em madris, mardi, a festa dos seios ao leu no bairro francês, e peguei no isqueiro violeta e prata com cabeça negra da caneta do bico dentro da vesica amarela, e não tinha gás, só fez tsch, tssskkk, ou seja, a faísca, que tambem me fez pela sua luz lembrar as três estrelas que uma noite aqui no ceu caíram como foguetes de pirotécnica, muito úteis, como sos, pois me conduziram a quem necessitava, e que me remetem tambem para a vanity fair, com a bela keira, a bela, scarlett, e o belo bloom, e um envelope como o do quadro da exposição do armitage sem mosca em cima, e ainda para um desenho de um criança, portuguesa espanhola e egípcia, cujos pormenores em parte já aqui se encontram outro não

M ad rid a g o r ra r ess u o u em ma dr is, mar di, a f e st a dos se is o ao l eu no ba i ro r fr anc es, e pe g eu in ii is q eu i ro vi o l eta e p rata com ca beça ne g ra da can eta do bi co d en t ro da v e sica am ar e la, e n ão tinha g ás, s ó fez ts c h, ts ss kkk, o u seja, a f a isca q ue t am b em me fez pe la s ua l u z l em br ar as t r ª es e st r e la s q ue uma no ite a q u ino c eu ca iram co mo fo g eu te s de piro tec nica, mui to u te is, co mo s os, p o is me c on du zi ram a q eu m ne ce s sita v a, e q ue me r em e te m t am b em para a v ani t y fair, com a be la k e ira, a be la, s car l e tt, e o be l o b l oo me um en v e l o pe c omo o do q au dr o da e x p os i ç º ao do ar mit a ge se m mo s ca em c ima, e a in da para um d es ne h o de um c r ian ç a, por tu g u es e spa n hola ee g ip cio, c u j o sp o r m en o r es em p ra te j á a q u ise en c on t ram o u t ro n ão

Depois à noite, ao que parece, portugal perdeu com a grécia, curiosamente tinha entrado a grécia na Palavra, depois vi as fotos no jornal e uns extractos na tv e assim li, o que remete em parte para ap parte ainda não publicada da assinatura das cheias, que levaram mais seis, aqui em alcântara, e que será em breve, depois de acabara esta aparte do desvio feito pelo meu video ultimo, sabes amada, melhor mesmo era ter teus lábios assim ao perto pertinho, muito os beijaria, falava menos e menos trabalho teria, pois cada vez que abro a boca, sai depois um inteiro livro, já viste que chato eu sou, para dizer uma coisa simples, como te amor, preciso de escrever um inteiro tratado, se já tivesses chegado, beijava-te em forma extensa mas muito mais agradável, assim capitulo infinito sem fim, miau, miau

D ep o is à no ite ao q ue par e ce port u g la pe r d eu com a grécia, c u r io sam en te tinha en t ra do a g r e cia nas Pala v ra s, d ep o is vi as f oto s no jo r n al e u ns e x t rac to s na tv e as si m li, o q ue remete em par te para ap par te a in da n ão pub li ca da d a as sin at u ra das che ia s, q ue l eva ram ma is se is, a q u i em al can tara, e q ue se rá em br eve , d ep o is de ac ab a ra est a ap arte do d es vi o f e i to pe l o me u vi d e o u l tim o, s ab es am ad a, me l hor me s mo e ra ter te us l á bi os as si m ao pe r to pe r t in h o, mui to os bei j aria, fala v a m en os e m en os t ra b alho te ria, p o is ca da v e z q ue ab ro a b oca, sa i d e p o is um in te i ro li v ro, j á v is te q ue c hat o eu s o u, para di ze r um aa co isa s i m p l es, co mo te amo r, pr e c is o de es c r eve r um in te i ro t rata do, se j á t iv ess es che gado, bei j ava inglesa te em forma e x ten sa mas mui to ma si a g ra d a ve l, as si m ca pi t u l o in fi ni to se m fi m, mia u, m ia u

Na foto da capa do dn, quando a bola do belo grego que já jogou na águia e portanto é águia e acertada, que até fez duas a papel químico, quando a bola vai a entra na rede dos favos da colmeia dos hexágonos de corda branca, assim se vê, e sabes que as jogadas a papel químico são muito engraçadas, pois dizem sempre de quem as executa que está certo de que vai conseguir fazer o mesmo, ou seja, corresponde a um estado de graça e de confiança

Na f oto da ca pa do dn, q ua n do a b ola do be l o g rego q ue j á jo g o un aa gui a e pr ota n to é a guia e ac e rta da, q ue at é fez du as a p ep el q u i mico, q ua n do a b ola v a i a en t ra na red e dos f av os da co k me ia dos he x a g on os de co rda br am ca, as si m se v ê, e s ab es q ue as jo g ad a s a pa p el q u i mico são mui to en g ra ç ad as, p o is di ze m se mpe de q u ema s e x e cut a q ue es tá ce r to de q ue v a i f az ero me s mo, o u se j, co rr es p onde a um est ad o de g ra ç a e de c on f ina ça

Um rectângulo, verde em baixo, a terra, dividido por uma linha horizontal do mar electrónico, painel de leds azul , linha do horizonte imaginário e um rectângulo de um ceu azulinho bebé, que está preso por uma grade, parecem as cores do futebol clube do porto, os favos hexagonais da rede branca montam do chão verde até a noite por cima do ceu,

Um rec tan gula, verde em ba ix o, a te r ra, di vi di do por uma linha h ori zo n t al do mar el e c t r o ni co, pa ine l de l e ds az u l , linha do h ori zo n te imaginário e um rec tan gula de um c eu az u l in h o bebé, q ue es tá pr es o por uma g ra de, par e c em a s co r es do f u te bo l c lu be do por to, os f av os he x a g on a is da rede br anca mo n tam do c h ão verde at é a no ite por cima do c eu,

Depois temos na direita, a faca do it do triângulo das aguas negras que entra na perna direita do Y e que certamente ao assim numa só asa o fazer, o terá inclinado como a imagem desvela, nas letras se lê cortada a palavra, remember, que declina em rei da me da vareta branca e faca vermelha, ou rei é maior b, segundo rato do homem forte do as segundo do circulo duplo do quarto, circulo duplo onde no meio a bola bateu

D ep o is t emo s na di rei ta, a f ac a do it do t riân gula das aguas ne g ra s q ue en t ra na pe rna di rei ta do Y e q ue ce rta m en te ao as si m n uma só asa o f a ze r o te rá inc l ina do co mo a i mage m d es vela, nas l e t ra s se l ê co rta da a pala v ra, r em e m be r, q ue dec l ina em rei da me da v ar eta br anca e f ac a v e r me l h a, o u rei é maio r b, se gun do ra to do h o m em e f o r te do as se gun do d o cir c u l o d up l o do q ua r to, c i r c u l o d up lo on de no mei o ab ola bat e um

D ep orc rei irc

Um bico negro que sai da bancada como um triângulo de agua negra entre por cima do e do be que por sua vez está no eixo do segundo, ou seja o bico sobre a be rato segundo do duplo circulo do quarto

Um bi co negro q ue sa i d a b anca d a c o mo um t r ina gula de agua negra en t r e p o r c ima do e do be q ue por s ua v e z es ta ´ no e ix o do se gun do, o u se j a o bi co s ob rea be ra to se gun do d o d up l o c i r c u l o do q ua r to

e um poste a frente do pano onde as letras dos gregos estão em inglês escritas, ao lado se vê a cobra que monta do vértice direito do Y de boca aberta e morde a base da cruz, que parece ser um martelo que bate no rei, a vareta que inclina o homem forte

eu mp os te a fr en te do p ano on dea s l e t ra s dos g rego s es tão em in g l ês es c rita s, ao l ado se v ê a co bra q ue mo n ta do v é r t ice di rei to do Y de b oca ab e rta e mor de a b ase da c ru z, q ue par e ce ser um mar te l o q ue bat o no rei, a v ar eta q ue inc l ina o homem forte

três são as personagens presentes na imagem, um homem que deverás er um segurança, por detrás da coluna direita da baliza, o poste, nas corres preto e amarela, cuja orelha escuta ao lado da coluna direita do Templo, está ele no eixo da coluna , a sua frente ou por detrás dele, que a face não se vê, a linha azul, primeira perna azul, o poste branco e a faca vermelha, as cores francesas

t r es são as pe r son a g en ms pr es en t es na i mage m, um home q ue d eve rá s e r um segur ança, por de t r á s da co l un a di rei ta da bal iza, o p os te, na s co rr es preto e am ar e la, c u j a o r e l h a es cut a ao l ado da co l un a di rei ta do T e mp l o, es á el e no e ix o da co l un a , a s ua fr ente ou por de t ra s de le, q ue a face n ão se v ê, a linha az u l, pr i me ira pe rna az u l, o p os te br anco e a f ac a vermelha, as co r es fr anc e sas

em segundo plano temos ricardo, o jogador que defendeu os pénaltis a inglaterra sem luvas, que desta vez trás, está no chão, penas abertas em vaso, olhando o fundo da baliza onde a bola já entrou, sua luva do mão esquerda, é um bico de pássaro azul e branco com olho de triângulo preto, que desenha uma sobrancelha sobre três hexágonos, que naquele pedaço da rede, fruto do impacto da bola, se encontram deformados, assemelhando-se mais a uma pele de cobra, parece um pássaro mação, assim dizem suas corres, trás uma anilha branca na mais preta com uma tala, o pé onde eu levei uma pedra metafísica em dia recente, que mais tarde será aqui relatada em pormenor

em se gun do pal no t emo s ricard o, o jo g ad or q ue d efe n d eu os p en altis a in g l a te r ra se m l uva s, q ue d es ta v e z t rá s, es tá no c h ão, p en as ab e rta s em v as o, o l h and oo f un do da bal iza on dea bo la j á en t ro u, s ua l uva do mão esquerda, é um bi co de pa ss a ro az u l e br anco com olho de t rian gula pr e to, q ue d es en h a uma s ob ra n ce l h a s ob re t r ês h axa g on os, q ue na q eu le peda ç o da red e, fr u to do i mp ac to da bo la, se en co n t ram de forma d os, as se me l h and o da inglesa se ma i sa uma pele de cobra, é u mm pá ss ro m aç ão, as si m di ze m s u as co rr es, t rá s uma an ilha b r na ca na mai s pr eta com um t ala, o pé on de eu l eve i um pe dr a met af isi ca em dia r e c en te, q ue mai s t arde se rá a q u i r e l at ad a em por m e n o r

em terceiro plano, ou seja, mais próximo temos caneira numero três amarelo sobre vermelho, cujas pernas e pés desenham um Y e que se encontra no quase exacto eixo do poste do lado direito da baliza e do home da segurança que está por detrás dele, fora do campo, uma curiosa relação em linha, um home, uma coluna, um outro homem, por detrás por ele escondido, que com a posição do ricardo no chão desenham um y deitado perpendicular a linha definida entre os dois postes, ou seja temos uma serie de vasos em interacção, ou melhor que no determinado momento, de dois mil e quatro interagiram na grécia, aviões , quedas ou fogos

em te rc e iro p l ano, o u se j a, mai s pr ox i mo te mo s cam e ira nu m ero t r ês am ar e l o s ob r e vermelho, c u j as pe rna s e p é s d es en ham um Y e q ue se en c on t ra no q u ase e x cat o e ix o do p os te do l ado di rei to da bal iza e do home da segur ança q ue es ta ´ por de t rá s de le, f o ra do cam p o, uma c u rio sa relação em linha, um home, uma co l un a, um o u t ro homem, por de t rá s por e le es condi do, q ue com a p o si ção do ricardo no c h ão d es en ham um y de it ado pe rp en di c u l ar a linha d efe ni da en t reo s do is p os te s, o u se j a te mo s uma se rie de v as os em in te rac ção, o u mel hor q ue no de te r mina do mo m en to, de do is mil e q ua t ro in te ra gi ram na g r é cia, av i õ es , q eu d as ou f o g os

caneira, remete para o caneiro de alcantara onde se desenhou uma das mais explicitas assinaturas das ultimas chuvadas, curiosamente, a meia direita de caneira, trás o símbolo a amarelo da nike, que é um sinal de certo , e que pela posição se encontra sobre o poste da baliza, sua bota se encontra levantada, e os pítons brancos em sola branca, são dois pontos em cima e um triângulo em baixo cujo vértice aponta a ricardo coração de leão no meio do chão a ver a bola entrar, a mão esquerda de caneira com a posição de seu braço parece um garfo que rapa nos leds, ou seja o garfo digital, a mão direita desenha, um arco, uma chave de fendas, que nasce no horizonte entre o mar e a terra com a rede de perfeita quadrícula à sua frente e mergulha por um hexágono no painel digital, a chave do horizonte, do hexágono do horizonte, parece ser um dos sentidos deste particular dizer, o caneira, circulo can e ira, ou circulo da a n e do ira três cores vermelho e oiro e verde na gola, com uma pequeno losango, ou seja as cores do prisma brasileiro, é contudo a orelha no eixo da coluna a de caneira, ou seja simbolicamente a do brasil, e não do homem atrás como inicialmente me referi, donde se a escuta é brasileira, o sentido deverá s er can ira

can e ira, r e met e para o c ane i ro de al can tara on de se d es en h o u uma das ma si e x p l i citas as sin at u ra s das u l tim as ch uva d as, c ur isa mente, a mei a di rei ta de can e ira, t rá s o s im bo lo a am ar e lo da ni k e, q ue é um sin al de ce r to , e q ue pe la p o si ção se en c on t ra s ob reo p os te da bal iza, s ua b ota se en co n t ra l eva n t ad a, e os pi to ns br anco s em sol a br anca, são do si p on to s em cima e um t rian gula em ba ix o c u jo v eri ce ap on ta a ricard o co ra çao de leão no mei o do ch ao a v e r a b ola en t ra r, a mão esquerda de can e ira com a p o si çao de seu br aço par ce um g ar f o q ue ra pa no s l e ds, ou se j a o g ar fo di gi t al, a mão direita d es en h a, um rac o, uma ch ave de f en d as, q ue na s ce no h o rio z n te en t reo mar e a terra com a red e de pe r feira q ua dr i c u la À s ua fr ente e mer g u l h a por um he xa g on o no pa ine l di gi ta l, a ch ava do h o rio n te, do he x a g on o do h ori oz n te, par e ce ser um do s s en tido s d este par tic u l ar di z ero can e ira, cir c u l o can e ira, ou circulo da a n e do ira t r ê s co r es vermelho e oiro e verde na g ola, com uma pe q u en o l o san g o, ou se j a as co r es do pr is ma br as i lei ro, é c on tudo a ore la ha no e ix o da co l una a de can e ira, ou se j a s im bo li ca mn te a do b ra si l, e não do homem at rá s c omo in cila mente me r efe r i, don de se a es cut a é br as i lei ra, o s en tid o d eve rá s er can i ra

por fim uma outra relação emerge da imagem na linha criada por caneiro, poste de permeio e o homem da segurança, a mão direita de caneira , o arco sobre o leds, sai do um quadrado negro que é desenhado pelas calças do segurança que trás um colete verde alface reflector com cinto de alumínio, cinza como será sua idade pelo que se deduz do seu cabelo com a mesma cor, recorta , a sobreposição do braço de caneira nas costas do outro homem, um ponto de interrogação espelhado horizontalmente, como uma foice, cujo ponto em baixo, não o é, mas sim o tal quadrado negro, ou seja a foice verde alface com cinto de alumínio que aponta ao pescoço do caneira, ou do caneiro de alcantara, o que será mais tarde explicado

por fi m uma o u t ra relação e mer ge da i mage m na linha c ria da por can e i ro, p os te de pe r mei o e o homem da segur ança, a mão di rei ta de can ira , o ar co s ob reo l e ds, sai do um q ua d r ado ne g rp q ue é d es en h ado pe l as cal ç as do segur anca q ue t rá s um cole te verde al face r e f l e c tor com c in to de a lu mini o, c in za co mo se rá s ua i dad e pe l o q ue se dd u z do s eu ca belo com a me s ma cor, , r e co rta , a s ob r ep o si çao do br aço de cae ira na s coast do o u t ro h o m me, um p on to de in te rr o g a çao es pe l h ado h ori zon t al e mn te, co mo uma f o ice, c u jo p on to em ba ix o, não o é, mas si m o t al q ua dr ado ne g ro, o u se j aa f o ice verde alface com c in to de al u mini o q ue ap on ta ao p es coço do can e ira, ou do can e i ro de al can tara, o q ue se rá ma s ia t arde e x p l cia d o

quando escrevi pela primeira imaginário, alinha do horizonte entre o ceu e o mar, relembrei-me de uma linha do video ultimo, referindo-me as corruptos e em particular aos deputados, que assim mais ou menos reza

Os senhores não tem imaginação, não tem competência, não tem saber, não tem ética, não tem moral, assim digo eu mais ou menos no improviso,

quando es c r e vi pe la pr i me ira ima gi n á rio, a linha do h ori zon te en t reo c eu e o mar, r e l em b r ei inglesa me de uma linha do vi de o u l tim o, r efe rin do inglês me as co rr u pt os e em par tic u l ar aos d ep u t ado s, q ue as si m ma si o u m en s o r e za

Os s en hor es n ão te m ima g ina çao , n ão t e m co mpe ten cia, n ão te m s ab e r, n ão te m etic a, n ão te m mor al, as si m di g oe u ma is o u m en os no i mp o r v is o

Depois ao ouvir de novo o quarto pedaço do video, as seguintes notas tomei,

D ep o is ao o u vi r de n ovo o q u ar t o pe d a ç o do vi d e o, as se gui n t es n ot as tom e i

A rina da direita, o tua, o primeiro que esconde o omega
A r ina da di rei ta, o t ua, o pr i me i ro q ue es conde oo mega

Círculo sexto do primeiro pássaro deitado com cheiro, coca
C ur culo se x to do pr i me i ro pa ss a ero de it ado com che i ro, c oca

Treze da isn tante
Livrai-vos de me levantar algum processo por eu vos chamar com todas as letras filhos da puta

Te r ze da i sn t ante
Li v rai inglês v os de me l eva n t ar al gum pr o ce ss o por eu vo s ch am ar com todas as l e t ra s fil h os da p u ta

Oh meus filhos da puta , vocês não sabeis o que andam a fazer, é id do primeiro
O h me us fil h os da puta , vo c es n ã p o s ab e is o q ue and am a f a ze r , é id do pr i me i ro

Quatro, virgula cinco, à dois anos , no dia do meu aniversario, o roubo de meu filho, a rapariga que saia das aguas com o ovo negro , no carro na igreja de alcantara, funerais a oitenta contas

Q u t ro, v r i gula c in co, à do is ano s , no dia do m eu ani v e r sa ´ rio, o ro ub o de me u fil h o, a ra pa riga q ue s aia das g u a s com o ovo ne g ro , no car ro na i g rea j de al can tara, f un e ra si a o i te n ta c on t as

Queixas no diap sitio certo, um, dois , três, o primeiro da cruz invertida da republica, foram arquivados, dois

Q eu ix as no di ap si tio ce r to, um, do is , t r es, o pr i me i ro da cruz invertida da r e publica, f o ram ar q u iva d os, do is

Inferno Y deitado no se w cobra, procuradoria e ilegal

In fr en o Y de it ado no se w co b r a, pr o cura do ria e ile gal


O jogo de futebol com a grécia

O j o g o de f u te bo l cm a g rá cia

Ka ra gato do circulo do ur is ni serpente, f az seis o l o , dupla tríade minu t s

De novo aos sessenta minutos, circulo do seis, ou do mei

Ao setenta e cinco, nuno gomes, escrito nos painéis se lia, gina do sport suíço
Vaso est mna mage b vaso do zorro + i is x no circulo k, cinquenta inglês de setenta e quatro zo

Ao set en ta e c in co, nuno g o me ns, es c rito nos pa ine is se l ia, g u bna g ina do s port s u iss o

Vaso est mna mage b vaso do zorro + i is x no circulo k, cinquenta inglês de setenta e quatro zo

Vaso est mna mage b v asi do zorro + i is x no cir c u l o k, cin q u en ta in g l ê s de set en ta e q ua t ro zo
Nesse dia o jornal dava conta da viagem a Londres, assim na imagem li, dois ângulos de dois bicos pau branco, pote, que fazem um M deitado, as asas do morcego da cabeça do cavaleiro da faca vermelha no seu capacete

Ne s se dia o j o rna l dava c on ta da v ia g ema L on dr es, as si m na i mage m li, do is an g u l os de do is bi co s p au br anco, p ot e, q ue f a ze m um M de it ado, as a sas do mor ce g o da ca beça do c ava lei ro da f ac a v e r me l h ano s eu ca pa ce te

A ponta do vau da estrela de prata da leoa, desvelou o joelho da sabrina preta e vermelha, da mala do triângulo negro com circulo negro e prata do castelo da A ale s un dia na Noruega

A p on ta do vau da estrela de p rata da leo a, d es v e lou o j oe l h o da s ab r ina pr eta e vermelha, da m ala do t r ian gula ne g roc com cir c u l o ne g r oe p rata do castelo da A ale s un dia na no r eu g a

Outras noticias, br oo k e w h i te mil novecentos e oitenta e três mesa az, a tal rapariga do eco na publicação

Uma peça de teatro provavelmente real se estreou, pide, o sono do elefante, as paredes tem ouvidos, quem diria

Uma p eça de tea t ro por v ave l m en te real se est reo u, pi de, o s o no do el e fante, as pa r ed es te m o u vi d os, q eu m di r ia

O general alcazar da dina da agua fresca, beijei-te na boca , meti-te na cesta, amor de agua frasca, dina, horus pervertidos, tanger, rahid ni ny quinhentos e quarenta e cinco mil euros de multa, mohamed alaui , ab u b ak r jamais, socrates, do jornal h e bd circulo masai inglês rato e

O g ene ra l al ca z ar da d ina da agua fr esca, bei je i inglesa te na b oca , me ti inglesa te na ce ts a, amo r de agua fr as ca, d ina, h o r us pe r v e r tid os, tan g e r, ra h id ni ny q u ine to s e q ua r en ta e c in co mil eu ros de mul ta, mo a h am ed ala u i ab u b ak r j am a is o c ra te s, do jo rna l h e bd cir c u l o ma sa i in g l ê s ra to e

Az e red circulo lopes. E rc sete cleveland

Az e red cir c u l o lopes. E rc set e c l eve land

Vo g ee nba, agarra a bela gisele budchen com um ar muito divertido, parece a bela e o monstro do king kong, mas é o king james, o jogador e não o pastor, vogue jipe. Richard gere, cindy crawford, a psi da estrela de Filipe la feria, LA FF, george clooney junto com gisele, fotos de Annie lei bo vi t z at com a g ên cia serpente

Vo g ee nba, a g a ra a b e la g ise le b u bd ch en com um ar mui to di v e r tid o , par a ce a be la e oo mn s t ro do k in g k on g, mas é o k in g j am es, o jo a g ad or e n ão o p as tor, v g ue j ipe. R e c h ard ge r e c in d y c ra w ford, a psi da estrela de fi l i p a la f eri a, LA FF, ge o r ge c l oo ney j un to com g ise le, f oto s de na ni e lei bo vi t z at com a g ên cia se rp en te

Sucesso z sufi bebe húngaro onze meses recebe coração de outro bebe, branco e verde no national institute of cardiology

S u c ess o z sofi bebe h un garo on ze me se s r e cebe co ra ção de o u t ro bebe, br anco e verde no na tio n al ins titu r e of car di o l o g y

Na co l una ao l ado da pa rede de mar more rosa com veios ne gr os, met ro f oco, pa s seio mar i t imo de al g é s, o p id e de s l az ar, s on o de el fante das pa red es q ue te m o u vi d os, o cam p o das l e t ra s da m oe da az u l dos i ll u mina ti do porto, ca beça da se r ep en te, tara pe r di da do ab rato un homem os a em setubal na paróquia do chá da T ro azul, v ai a c on te ce r

Fr ac o en as circulo para circulo eu ro se gun do d o d up lo circulo do in fi ni to em pé, por de t rá s dos f avo s p en t a g rama da rede , ch ave ta do t rian gula deitado do rec tan gula ni a pr i mei ro zorro do cir c u lo zorro da b ola invertido, no rec tan gula do circulo dez o i to, n un o g o m es da ap r tie br anca q u in ze an gula do homem da c la ca p u tao do n un oo g o mes m vi n te e um

S es, es tor es tv, dezoito inglês rato vinte

E abri então o projecto se m tt vaso da onda primeira da w indo w s mo vi e , maior ak e e rata circulo l ip rato ep pr circulo dia do vaso segundo e rato da ajuda, os dois traços brancos expressados nos ombros dos homens no estádio d sporting, da cruz e do castelo que apareceu no ceu uma vez à noite, vi de um , das linhas dos buracos dos fulminantes, os tiros

E ab ri en tão o pr o ject o se m tt v as o da onda pr i mei ro a da w indo w s mo vi e , maior ak ee rata circulo l ip rato ep pr circulo dia do v as o se gun do e ra to da ajuda, os do is t ra ç os br anco s e x press ado s no s o m br os dos homens no est á di o d sport in g, da cruz e do ca s te l o que ap ar e c eu no ceu uma v e z à no ite, vi de um , das linha s dos b ur ac os dos f u l mina n te s, os ti ro s

O home da faca de cabo branco é o man te, ba dar mer da, o ca bo da f ac a

Bode, un g l ê s co rr u pt o r, hoje no jornal , o zeinal, fazia com os dedos os passinhos do home que se vai

B ode, un g l ê s co rr u pt o r, h oje no jo r na l , o ze ina l, f a z ia com os d ed os o s pa s sin h os do home q ue se v au

Do texto

Razão do seu porquê, areia para cima de quem, este povo está a ser enrabado, policias e juizes, o nome desse filho da puta do juiz, tribunal constitucional, vais ,ireis, cães, crianças e fugir com o rabo à seringa, secretária da treta, o senhor co bra, chifrudo, casa do dão, amigos, tinto, facas a rasgar o pão, espinheiros, caem tir, prova cabal que está montado na cabala, câmara urbanismo, lei da selva, gota de agua do problema, falcão, caem cá em baixo sem remissão, conselho das cobras, premeditação e homicídio, tam tam, jornalistas, bardinadas, trinta vezes superior ao salário, sir ene s ar maria elisa entourage durão, promoção, psico dramas, chuvas de sessenta e seis, rtp, universal, spa, prova provada, joana

Ra z ão do s eu por q u ê, a r e i para cima de q eu m, es te p ovo es tá a se r en ra b ado, poli cia s e j u i z e s, o no me d ess e fil h o da o u ta do j u i z, t rib un al co ns titu cio na l, v a is ,i reis, ca es, c r ian ç as e f u gi r com o ra bo à se rin g a, sec r eta ria da t r eta, o s en hor co bra, chi fr u do, c asa do dão, ami g os, t in to, f ac as a ra s g ar o p ão, es pi n hei ros, ca em ti r, pt ova ca bal q u y e es tá mo n t ado na ca bala, câ mara ur ban is mo, lei da se l v a, g ota de agua do pr o b l ema, falcão, cae m cá em ba ix o se m r emi s são, c o ns e l h o das cobras, pr e me di t a çao e h o mi c i di o, t am tam, jo rna l ista s, bar dina d as, t rina t v e ze ss up e rio r a o sal á rio , sir ene s ar mar ia e lisa en to u r a g e promoção, ps i co dr am as, ch uva s de se ss en ta e se is, r tp, universal, s pa, pr ova pr ova d a, j o ana

Areias para cima, quer tambem dizer tirá-las do leito dos rios, para os olhos, quer dizer, por um véu, criar uma ilusão, como apareceu, tua, aqui, tudo isto por intuição remete para aa queda da ponte entre os rios, e ou, ainda para a queda do comboio na linha, e do tal homem que deverá ter estado implicado na tramóia, e que terá influencia no tribunal ou nos homens do tribunal

A r ei as para cima, q eu r t am b em di ze r t irá inglesa l as do lei to dos rio s, para os olho s, q eu r di ze r, por um v eu, c ria r uma i lu sao, co mo ap ar e c eu t ua aqui, t u d o is to por in t u i ção r e met e para aa q eu da d a p one en t reo s rio s, e o u, ian d a para a q eu da do co m boi o na linha, e do t al h oe m q ue d eve rá te r e t es t ado i mp li cad o na t r maio a, e q ue te rá influencia no t rib un al ou no s h o m e ns do t rib un a l

Depois foi ver o video de Londres, aqui fica uma espécie de banda desenhada com legendas sintéticas dos fotogramas na sequência natural em sua ordem de filmagem que seleccionei, pois me parecem contar a história, ou uma parte dela

D ep o is f o i v e r o v id e o de L on dr es, a q u i fi ca uma es pe cie de ban da d es en h ad a com le g en d as sin c r é tic as dos f oto g r am as na se q u en cia nat ur al em s ua ordem de fil mag m que se l e cio ne i, p o is me par e ce m c o n t ar a h is tó r ia, o u uma par te de la

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