segunda-feira, abril 07, 2008

Primeira parte

Saudações do equinócio da Primavera

Ah amada primeiro te vi feita a primeira andorinha, aquela a quem eu Te chamo, chamo à que me vem anunciar a primavera, assim é todos os anos desde que te reencontrei, uma primeira andorinha que me aparece, umas semanas antes da primavera, uns dias , no primeiro calor, a borboleta já te anunciara, assim é sempre o ritual, já em sabia em peito que estavas ao pertinho de mim, vem sozinha , encontro-te sempre no mesmo lugar, na mesma rua, assim Te vejo, corres voando a ver as cores, a fluidez do ar, a musica eterna do voo a voar, cheiras as cores, na rua em baixo ao passar, já se sente intenso o Teu perfume a cada vez que lá passo, o aroma forte me acompanha, e eu me deleito em Teu respirar, a vida se torna mais quente a cada respirar, olhas em Teu voo rápido as folhas das arvores e as telhas onde farás Teu ninho de Amor, ali estava eu descendo a rua com o muro de um lado e os prédios baixo do outro, e Tu apareceste feita rápida brisa de Amor, em tuas alegres cabriolas, ah Amada que caricias belas Tuas asas como anjo que és, eu me fico espantado, parado a sorrir, tu passas por mim em voos rasante, às vezes mesmo parece que em mim irás poisar, eu volto meu corpo, e volto o corpo e o olhar, e de repente ali estou em meu ponto contigo a dançar, és rápida amada , como a brisa do luar, a trazes em ti a espantosa arte das aguas e do voo, deslizas nas voltas e nas contravoltas e tornas por mim a passar e tudo se torna baile a bailar, e eu por dentro me faço contigo assim, e sinto o calor vir de meu coração e os meus pelos se põem em pé ao momento perante Tua imensa beleza, voas para baixo e para cima na rua razante à minha altura, vens vestida em preto e branco, e quando passas mesmo rentinho, com um gracioso adornar, me mostras a Tua mais secreta cor que habita em teu negro, o azul, um azul brilhante cheio de luz em movimento eterno, e eu Te vejo e me vejo naquela cor secreta que por instantes resplandece no preto e branco que és, tambem eu minha Amada, assim o sabes que habitas em mim, essas são minhas cores, na paleta de todas as gradações do infinito Arco Íris que habitamos, nos habita, que somos e nos tornamos

A h ama d a pr i me rio te v fi f e ita a pr i me ria and ori n h a, a q eu la a q eu m eu T e ch amo, ch amo à q ue me v em anu n cia ra pr i ma vera, as si m é todos os a ns d es de q ue te r e en c on t rei, uma pr i me ira and ori n h a q ue me ap ar e ce, uma s se manas ant es da pr i ma vera, u ns dias , no pr i me rio ca l o ra bo rb o l eta j á te anu n cia ra, as si m é se mp r e o ri t ua l, j á em sa bia em pei to q ue est av as ao pert in h o de mim, v em s oz in h a , en c on t ro da inglês T e se mp r e no me s mo lu g ar, na me s ma r ua, as si m T e v e jo, co rr es vera s co rr es, a f u lide s do ar, a mu sica e te r na do v oo a vo ar, che ira s as co r es, na r ua em ba ix o ao pa s sar, j á se s en te in te n s oo T eu pe r f ume, e c ad a v e z q ue l á passo, o ar o ma f o r te me ac o mp anha, e eu me de lei to em s eu r e pi ra r, e o l h as em seu v oo rá p u d o, as f o l h as das ar vo r es e as tel h as onda fa rá o nin h o a se us fil h os, a li est av a eu d es c en d a r ua com o m ur o de um l ado e os pr é di os ba ix o do ao ur to, e t u ap ar e c este f e ita rá pi da br isa de am ao r, em t ua s al e g r es ca br i ola s, a h Am ad a q ue car i cias be la s de t ua s a sas co mo an jo q ue é s, eu me fi co e spa n t ad o, para do a s o rr i r, t u pa s sas por mim em vo os ra san te s, às v e ze s me s mo par e ce q ue que em mim i rá s p o isa r, eu vo l to m eu co rp o, e vo l to o corpo e o ol h ar, e de r ep en te a li est o ue m m eu p on to c on ti g o a dan ç ar, é s rái d a am ad a , co mo a br isa do lu ar, a t ra ze s em ti a e spa n t os a ar te das aguas e do v oo, d es liza s nas vo l t as e nas c on t ra vo l t as e to rna s por mim a ap s sar, e eu por den t ro me f aç o c on trigo as si m, e sin to o c l ao r vi r de m eu co ração e os me us pe l s se p o e m em p é ao mo m en to pera n te t ua i m en sa beleza, vo as para ba ix o e para c ima na r ua ra za n te à min h a al t u ra, v e ns v es tid a em pr e to e br anco, e q ua n do pa s sas me s mo r en tin h o, com um g ra cio s o ad o r na r, me mo s t ra s a t ua ma is secreta co r q ue h ab it a em t eu ne g ro, o az u k l, um az u l br ilha n te che io de l u z em mo vi e mn to e t r eno, e eu te v e jo e me v e j o na q eu la cor secreta q ue por ins t ant es r es p l ande ce no pr e to e br anco q ue é s, t am b em eu min h a Am ad a, as si mo s ab es q ue h abi t as em mim, es sas são min h as co r es, na pal eta de todas as g ra da ç õ es do in f in i to arco iri r s q ue h abi t amo s e no s h abi ta q ue s omo s e no s to r na mo s


Ah Amada, depois na esquina da pequena rua, me mostras-te a cadeirinha que está suspensa alta na parede, e eu me sorri na antevisão dos nossos doces encaixes, Ah Amada como Te anseio, como anseio sonhar entre Teus peitos a ouvir o bater de Teu coração e assim contigo no quente adormecer, Ah Amada como Te anseio, depois do mar, adormecer perto pertinho na musica de Teu Ventre, depois voas por cima da casa no jardim e me mostras seu desenho de fortaleza, ah Amada, fortaleza e o Amor e nossas asas e nosso encaixe e nosso habitar e nossa habitação, parecem umas aguas furtadas assim meio ar francês, com o jardim que se entende longo a seu pés

A h Am ad a, d ep o is na es q u ina da pe q u en ar ua, me mo s t ra s inglesa te a ca de i rin h a q ue es t á s us p en sa al t a na par ed e, e eu me s o rr ina ant e visão dos no ss os do ce s en ca ix es, A h Am ad a co mo T e an seio, co mo an seio s on h ar en t re T eu s pei to sa o u vi ro bat r e de T eu co ração e as si m c on ti g o no q eu n te ad o r me ce r, A h Am ad a co mo T e an seio, d ep o is do mar, ad o r me ce r pe r to pert in h o na mu sica de T eu V en t r e, d ep o is vo as por cima da c asa no jardim e me mo s t ra ss eu d es en h o de f orta l e za, a h Am ad a, f o rat l e za e o Amo r e no s sas a sas e n osso ene c ix xe e n osso h abi t ar e no s sa h ab ita çao, par ce m umas aguas f ur t ad as a ss i m mei o ar fr anc es, com o a j r dim q ue se en te n de l on g o a s eu p é s

Ah Amada, estava em deitado em minha esteira em êxtase de amor, todos meus poros sorriam Teu Amor, assim estava meio a dormir meio acordado, e te senti por perto a passarinhar, quase Te jurava Amada, que senti teus leves passos aqui ao perto de minha casa, e uma hesitação, uma hesitação que ainda não te levou à minha porta bater, depois o espírito me disse, que Tu sabias que ainda não era o momento, Oh minha Amada, delicada e doce e fugindo como bela andorinha, crês Tu, ou duvidas Tu que minhas asas sempre por toda a eternidade estão prontas e anseiam teu abraçar, como podes assim duvidar, que estranho Amada, tao perto ao perto te senti, e de novo para outro lugar foste passarinhar

A h Am ad a, est av em de it ad em min h a es te ira em e x tase de amo r, todos me us p o ros so rr iam T eu Amo r, as si m est av a mei o a do r mir mei o ac o r dad o, e te s en ti por pert o a pa s sarin h ar, q u ase T e j ur av a Am ad a, q ue s en ti te us l eve s passos a q u ia o per to de min h a c asa, e uma h es ita ção, uma h e sis taçao q ue a in da n ão te l evo u à min h a p orta bate r, d ep o is o es pe rito me d i ss e, q ue T u s a bi as q ue a in da n ão e ra o mo m en to, o h min h a Am ad a, deli ca da e do ce e f u gido com a be la and ori n h a, c r ê s T u, o u di vi d as T u q ue min h as a sas se mp r e por toda a e te r ni dad e est ão p on t as e an se iam te u ab ra ç ar, co mo p o de sas si m du vi d ar, q ue es t ra n h o A am d a, tao pe r to ao per to te s en ti, e de n vo para o u t ro lu g ar f os te pa s sarin h ar


Ah doce Senhora que habitas em meu coração, Tu Senhora doce doçura de meu coração, porque ainda não te decidiste a chegar, poisa em mim amada, Te estendo a palma da mão, já meus seios floriram, e deram uvas e flor, por Ti Senhora Minha Amada, Pelo Amor

A h d ode S en h o ra q ue h abi t as em me u co ra ção, T u S en h or a do ce doc u ra de me u co ra ção, por q ue a in da n ão te dec is di s te a ch e g ar, p o isa em mim am ad a, Te est en d o a p l am a da mão, j á me us sio s flor iram, e de ram uva se t rigo , por Ti S en hor a Min h a Am ad a, Pe l o Amo rato

The Fruit which I Have Brougth is The Sun

T he Fr u it which I H eve Br o u g t h is T he S un

Ah Amada que meus mamilos comicham, bom mesmo seria ter teus lábios ao pé, os beijavas e me passaria

A h Am ad a q ue me us mam i l os co mic h am, bo m me s mo se ria ter te us l á bi os ao p é, os bei j av as e me pa s as ria

Depois no espirito das trevas as velhas negras canções de todas as dúvidas, das insinuantes insinuações, perfídia da perfidez, a duvida que a besta e seus servidores tentam no ar soprar, mas sei eu senhora amada que em Ti mora o Amor, que duvida poderia Nele Existir?

D ep o is no es pi rito das t r eva s as v e l h as ne g ra s can ç õ es de todas as d ú vidas, das in sin ua n t es in sin ua ç õ es, pe r ff id a da pe r fi dez, a d u v ida q ue a best a e se us se r vi d o r es t en t am no ar s o p ra r, ma s se i eu s en hor a am ad a q ue em Ti mora o Amo r, q ue d u v id a p ode ria N el e E x is tir?

Nenhuma, Senhora Minha Sem o Ser, Só Pelo Amor És, mas não deixam os venenos de se espalhar pelo ar e de fazer o mal, e só o Amor os Pode Conter

N en h uma, S en hor a Min h a S e m o Ser, S ó Pe l o Amo r É s, ma s n ão de ix am os v ene no s de se e spa l h ar pelo ar e de f a ze r o m al, e s ó o Amo ro s P ode Co n ter

Já se lhes foi a negra imaginação, repetem e se repetem e jogam as mesmas negras cartas, pois novas já não tem no naipe do jogo que neste transito se lhes acabou

J á se l h es f o ia ne g ra imagina ção, r e pete m e se r ep e te m e j o g am as me s ma s ne g ra s ca rta s, p ori s n ova s j á n ão te mn o na ipe do j o g o q ue ne st e t ra n si to se l h es ac bo u

Mais cios do mesmo cio, pela boca da senhora, de novo me chegou as histórias dos sósias, pelas letras da outra, os abusos à fêmea, a taradice sexual e coisa e tal menos tal, pela voz do negro espirito ainda, tu dormiste com trezentas ou quatrocentas e tal, que nem me recordo, mas a precisão da negritude era tal que arredondava à unidade, como se poderia dormir só com metade

Ma is cio s do me s mo cio, pe la b oca da s en h o ra, de n ovo me che go ua s h is tó r ia s dos s ó s ia s, pe la s l e t ra s da o u t ra, os ab us os à f e mne a, a tara di ce se x u al e co isa e t al m en os t al, pe la v oz do me g ro es pi rito a in da, t u do r mis te com t r e zen t as o u q ua t roc en t as e t al, q ue ne m me record o, ma s a pr e c i são da ne g rit u de e ra t al q ue ar red on d ava a uni dad e, co mo se p ode r ia dor mir s ó com met ad e

Sabes Tu Senhora que habitas meu coração, que eu dormir em companhia, a ultima foste tu que me chegaste em cadela, e eu acordei com ela deitada a meu lado, a me rir pensei que eras Tu que pela noite tinhas chegado e assim como num filme me surpreendias, mas não, era só o cão que da rua nos tinha aos dois seguido

S ab es T u S en hor a q ue h ab it as me u co ra ção, q ue eu do r mir em co mp a n h ia, a u l tim a f os te t u q ue me che g aste em ca de la, e eu ac o r dei com e la de it ad aa m eu l ad o, a me r ir p en s eu q ue e ra s T u q ue pe la no ite tinha s che gado e as si m co mo n um fil me m e s up ren dias, ma s n ão, e ra s ó o cão q ue da r ua no s tinha ao s do is se guido

Ah Amada que o Amor é tudo e tudo faz, e eu me sorrio contente por dentro e por fora quando assim vens feita andorinha ter comigo, voando à minha volta, rasando e rasando, rápida e leve como és em belíssimos voos que me fazem ficar assim parado no tempo sem tempo no meio da rua a olhar-te, Ah Amada , Tu que És Espirito de Amor, como não poderias falar-me através dos irmãos pássaros, são as andorinhas, e são os pardais e são mochos e todo o que voo, e muito me fazes assim sorrir e alegrar, mas melhor, mesmo Amada, era fazer-Te ninho em minhas mãos, poisavas inteira em minha mãos e conhecerias a fonte das minhas caricias, e certo estou eu que quando assim o desejares, neles quererás pela eternidade comigo morar, pois eu sou o Amor, eu sou o Amoroso e eu Te Trago em Muito Amor

A h Am ad a q ue o Amo r é t u do e tudo f az, e eu me s or rio c on te n te por den t ro e por f o ra q ua n do as si m v e ns fei ta and o rin h a ter co mig o, vo and o à min h a vo l ta, ra san do e ra san do, rá pida e l eve co mo és em be l ís s i mos vo os q ue me f a ze m fi car as si m pa ra do no te mp o se m te mp o no mei o da rua a ol h ar da inglesa te, A h Am ada , T u q ue É s Es pi rito de Amo r, c o mo n ão p ode ria s fal r inglesa me a t rav és dos irmãos pá s sa ro s, são as and o rin h as, e são os pa r d a si e são moc h oe e todo o q ue v oo, e mui to me f a ze s as si m s or r i r e al e g ra r, ma s mel h or, me s mo Am a da, e ra f az e r inglesa Te nino em min h as mãos, p o isa v as in te ira em min ha mão s e c on he ce ria s a fonte das min h as car i cia s, e ce r to est o u eu q ue q ua n do as si m o d es e j ar es, nel es q eu r e rá s pe l a e t r eni dad e co mig o mor ar, p o is eu s o u o Am o r, eu s ou o Amo roso e eu T e T ra g o em Mui to Amo r

Depois em dia seguinte em teus voos rasantes, fizeste uma que me deixou a pensar, quase que te ias enfiando, na esquina do prédio em frente à esquina do outro que trás a cadeirinhas presa em sua fachada, a cadeira metálica, clássica, como século dezassete, e quando parecia que ias entrando pela parede adentro, no ultimo instante, prenhe de graça, deste uma curva impossível, e eu olhei-te , e olhei o que assim em modo tão radical de teu voar me mostravas, e vi, dois sulcos, como dois traços horizontais, um sobre o outro na curva da esquina da parede do prédio, era o segundo, o de cima, que me mostravas, como a dizer que a cadeirinha suspensa na parede, em posição quase impossível de se sentar, tambem objecto impossível, pois é só um plano feito em chapa, era o segundo sulco superior da esquina arredondada, ou o segundo sulco do canto arredondado, e aquele visto no que me mostras-te em mim se entranhou, e me levou a uma semelhante cadeira, numa semelhante posição, a um sonho antigo que está anotado nos dos meus livrinhos de apontamentos


D ep o is em dia se gui n te em te us vo os ra san t es, f i ze s te uma que me de ix o ua p en sar, q u ase q ue te ia s en fia n do, na es q eu ina do pr é di o em fr en te à es q eu ni a do o u t ro q ue t rá s a ca de iri n h as pr e sa em s ua f ac h ad a, a ca de ira met al i ca, c lássi ca, co mo sec u l o dez a s e t e , e q ua n do par e ca i q ue ia s en t ra n do pe l a pa rede ad en t ro, no u l tim o i ns t ante, pe l a de graça, d este uma c u r v a i mp os s ii v el, e eu o k hei .te , e o l hei o q ue as si m em modo t ão ra di ca l de te u vo ar me mo s t rav as, e vi, do is s u l cos, co mo do is t ra ç os h or zo n tais, um s o br e o o u t ro na c u r va da es q eu na da pa rede do pr é di o, e ra o segundo, o de cima, q ue me mo st rav as, c omo a di ze r q ue a cede rin h a s us pen sa na par e d e , em p o si çao q u ase i mp os s iv el de se s en t ar, e t am b em ob ject o i mp os s iv el, p o is é s ó um p l ano fei to em ch ap a, e rá o segundo s u l co s up e rio r da es q eu ina ar ren do dada, ou o se gun do s u l co do can to ar re do n dad o, e a q eu le vi st o no q ue me mo s t ra s inglesa te em mim se en t ra n h o ue me l evo ua uma se me l h ante ca de ira, n uma se me l h ante p o si çao, a um s on h o ant i g o q ue est á an o t ad o no s dos me us li v rin h os de ap on t am en to s

Vê como é o amor, como o amor liga e trás ligado as coisas e ao acontecer e lhes dá o sentido, assim se desvela no visto e no ver a verdade entendida, que é sempre um sentido, mesmo que aqui me ponha a pensar, o que tambem já sei, que me violaram sistematicamente meus espaços e minha memórias, que muitos destes fios são complementos a olhares que outros sobre mim e meus fazeres de algum modo possuem, em modos, que te digo, serem inaceitáveis, não se anda a bisbilhotar o alheio por dá cá aquela palha, mas tambem é verdade, que nem este caso é uma palha, nem dizer-te que não se deve fazer, e não faze-lo retira alguma verdade , ao facto que muitos assim nas vezes o fazem, nas não é jeito nem regra, que fique claro!

V ê c o mo é o amo r, como o a mo r li g a e t rá s li gado as co i sas e ao c on te ce r e l h es d á o s en tid o, as si m se d eve l a no vi st o e no ver a v e r dad e en t en di da, q ue é se mp re um s en tid o, me s mo q ue a q u i me pn h aa p en sar, o q ue t am b em j á se i, q ue me vi o l aram sis t ema tica mente me us e spa ç os e min h a me mó r ia s, q ue mui to s d est es fi os são co mp l e m en to sa ol her es q ue o u t ros s ob r e mim e me us f a ze r es de al gum modo p os s ue m, em modos, q ue te edi g o, se r em ina ce ita ´ v e id, n ão se anda a b is bi l h ot ar o al hei o por d á c á a q eu l a pal h a, mas t am b em é verdade, q ue ne m e st e c as o é uma pal h a, ne m di ze r inglesa te q ue não se d eve f a z e r, e n ão f az ~ e inglês l o r e t ira al gum a verdade , ao fat co q ue mui to s as si m nas v e ze s o f az e m, n as n ão é je it o ne m r e g ra, q ue fi q eu c l ar o!

Não tenho aqui à mao o apontamento do sonho, mas o que me recordo dele era uma cadeirinha que estava tambem assim suspensa num muro, acho que se passava num pais do norte de África, talvez Marrocos, alguém que eu conheci nela estava sentada, e uma grande multidão se juntara em seu redor cá em baixo na praça , olhando o muro que cercava a cidade, uma antiga cidade fortificada, uma mulher estava nela sentada com um corda ao pescoço, a ideia, seria que quando ela fosse jogada da cadeira, seu corpo pendesse enforcado, mas aquilo nem acontecia, ou nem funcionava, ali estava a multidão num grande frenesim de justiça ou excitação à morte eminente, eu de náusea crescente, acho que me ia dali embora, voltando as costas ao espectáculo da multidão, é o que dele me recordo

N ão t en h o a q u i à mao o ap on t am e n to do s on h o, mas o q ue me reo rod de le e ra uam ca de iri n h a q ue est av a t am b em as si m s us pen sa n um m ur o, ac h o q ue se pa s sa v a en um pa is do mor te de af ric a, ta l v e z ma roco s, al g eu m q ue eu c on he c i ne l a est av s en t ad a, e uma g rande mul ti dão se j un a t ra em s eu red or cá em ba xi o na pr a ç a , o l h and oo m ur o q ue ce r ca va a cidade, uma ant i g a cida de f o r t i fi ca da, uma mul her e ts v a nela s en t ada com um co rda ao p es coço, a id eia, se r ia q ue q ua n do e la f os se jo a g da d a ca de ira, s eu corp o p en d ess e en fo rca do, ma s a q u i l o n e m ac on te cia, ou ne m f un cio n av a, a li est av aa mul ti dão n um g rande fr en si m de j us ti ça, ou e x cita çao à mor e t emi n e n te,, eu de n au sea ce r s c en te, ac h o q ue me ia dali em bora, vo l at n do as co st as ao es pe cta c u l o da mul ti dão, é o q ue dele me record o

Não tenho aqui à mao o apontamento do sonho, mas o que me recordo dele era uma cadeirinha que estava tambem assim suspensa num muro, acho que se passava num pais do morte de África, talvez Marrocos, alguém que eu conheci nela estava sentada, e uma grande multidão se juntara em seu redor cá em baixo na praça , olhando o muro que cercava a cidade, uma antiga cidade fortificada, uma mulher estava nela sentada com um corda ao pescoço, a ideia, seria que quando ela fosse jogada da cadeira, seu corpo pendesse enforcado, mas aquilo nem acontecia, ou nem funcionava, ali estava a multidão num grande frenesim de justiça ou excitação do sangue, eu de náusea crescente, acho que me ia dali embora, voltando as costas ao espectáculo da multidão, é o que dele me recordo, seria talvez um sonho que entretanto se tornara real, e a andorinha me o recordara através da cadeirinha do almeidinha suspensa em cima da fachada, agora coisa ressoava com uma diferença à luz do que hoje lera no jornal, a degola de uma jovem rapariga italiana em lisboa, mais um ajuste de contas pela calada, e me recordei do que ao subir quando fora até à igreja da estrela para assistir a um belíssimo concerto, levava o assunto em meu pensar, e ia me dando conta dos sincronismo e do que o espirito me desvelava a meu passar, mais uma vez tinha lido no aparelho de ar condicionado que por debaixo da cadeira na parede se encontra, e ao lado a pichagem, ultras xxi, que hoje os leões vinham contentes e felizes de trofeu erguido na capa, paulo bento a sorrir, anhas de braga baiana de castelo saxo, no café recebi uma águia de dois euros alemã que estava toda ferrugenta, como a indicar, uma águia do passado, ou uma águia crescida já com ferrugem, uma outra de vinte cêntimos, trazia um ponto negro nela agarrada, marcava o segundo circulo da direita entre dois, dois, de dois mil e dois, o segundo circulo da direita da dupla diade , dois à esquerda, dois à direita, p o b a r , em cima um pano dos pintainhos azuis, novo horizonte mudanças, coco, ká, jontec lx, uma cueca rosa vermelha bo chão saia do saco plástico que entornara, o jontec do LX, o crime acontecerá na rua das Madres, è entrada na Madragoa, num prédio, ao que parece ningume dera por ele, o que por si mesmo é estranho naquele tipo de prédios onde tudo se ouve, alguém de sua confiança, ou que a rapariga conhecia, certamente, e fora descoberto o cadáver dois dias depois de seu falecer, recordei no instante, de ter encontrado a filipa , as duas filipas do liceu, mais a mãe da maria sobral mendonça, em tarde recente no café ao lado do palácio das necessidades, as três saindo, todas cheias de energia, tão grande que fui literalmente atropelado, apeteceu-me dizer à mãe de maria e a filipa sua irma. Sabe que trás um filha que no entretanto se tornou uma ladra, mas mesmo antes que tivesse tempo para dizer algo, logo as três começaram a desbobinar a toda a velocidade, a mãe, recorda-se paulo, quando lá foi a casa a primeira vez, e eu lhe ofereci, um croquete de carne, e lhe disse que o podia comer à vontade , que não tinha veneno, trago uma vaga ideia de tal acontecer, a outra filipa, fora quem começara a abordagem, paulinho da uec, ainda hoje alguns assim me chamam, eu espantado ao olhar, a ver a permanência dos rótulos na pela e nas memórias das gentes, depois acompanhei a filipa até sua casa , caminhamos até lá chegar, mora ela na entrada da rua, quando lá chegou, abriu ela a porta de sua casa, saiu de lá um cão, um enorme cão, todo negro, com um osso em sua boca, e foi até a esquina indiferente como se ninguém tivesse chegado, assim ficamos, nos despedimos e eu continuei meu caminho.

N ão t en h o a q u i à mao o ap on t am en to do s on h o, mas o q ue me reo ro d del e e ra uam ca de iri n h a q ue est av a t am b em as si m s us pen sa n um m ur o, ac h o q ue se passa v a en u m pa is do mor te de af r ica, t al v e z ma roco s, a l g eu m q ue eu c on he c i ne l a est av s en t ad a, e uma g rande mul ti dão se j un at ra em s eu r ed o r cá em ba xi o na pr a ça , o l h and oo m ur o q ue ce rca v aa cidade, uma ant i g a cida de f orti fi c a d a, uma mul her e ts v a nela s en t ad a com um co rda ao p es coço, a i d eia, se ria q ue q ua n do e la f os se jo a g da d a ca de ira, s eu corp o pen d ess e en f o rca do, mas a q u i l o ne m ac on t e cia, ou ne m fun cio n av a, a li est av aa mul ti dão n um g rande fr en si m de justiça, eu de n au sea ce r s c en te, ac h o q ue me ia dali em bora, vo l at n do as co st as ao es pe cta c u l o da mul ti dão, é o que de le me record o, se ria ta l v e z um s on h o q ue n te rta n to se to rna ra real, e a and ori n h a me o record ar a at r va es da ca de iri n h a do al mei din h a s us pe ns em cima da f ac h ad a, agora co isa r ess o av a com uma difere n ça à l u z do que h oje l e ra no jo rna l, a de gola de uma jo v em r aa pr i g a ita li ana em lis boa, mai s um a j us te de c on t as pela calada, e me r e co r dei do q ue ao s ub i r q ua n do f o ra at é à i g r e j a da estrela para a s sis tir a um be l issimo c on ce r to, l eva v a o as sun t em m eu pen sar, e ia me d and o conta dos sic n c ron is mo s e do que o es pei rito me d es vela v aa me u pa s sar, ma si uma vez tinha lido no ap ar e l h o de ar co n di cio n ado q ue por de b a ix o da ca de ir na par ed e se en c on t ra, e ao l ado a pi c h a g em, u l t r as xx i, q ue h oje os leões vi n ham c on t en t es e fe l ize s de t ro f eu e r guido na capa, p au lo b en to a so r r i r, anha s de b ra g a baiana de cas te l o sa xo, no ca fé re cebi uma a gui a de do is eu ro s al e m ã q ue est v a todo fe r ru j en ta, a indica r, uma a gui a do passado, ou uma a gui a c r es cida j á com f e r ru g em, uma outra de vi n te c en t im os, t ra z ia um p on to ne g r o ne l a a g ar ra da, ma rca v a o se gun do circulo da direita en t re do is, do is, de do is emi l e do is, o se gun do sic rc u l o da direita da d up la di ad e , do is à esquerda, do is à direita, p ob ar , em cima um p ano dos pi n ta in h j os az u is, n ovo horizonte um danças, coco, ká, j on tec l x, uma c eu ca rosa vermelha bo chão s aia do s ac o p l as tic o qu en t e rna ra, o j on tec do LX, o c r ime ac on te ce rá na rua das M ad r es, è en t r ada na m ad r a goa, n um pr é di o, ao q ue par e ce nin gume de ra por ele, o que por si me s mo é es t ra n h o na q eu l e t ip o de pr é di os onda tudo se o u ve, al g u é m de s ua co n fia n ç a, ou q ue a ra ap a riga c on he cia, ce rta e mn te, e f o ra des co be r to oca v d e r do is dias d ep o is de s eu f al e ce r, record e i no i sn t ante, de ter en c on t ra do a fil ip a , as du as fil ip a s do lic eu, m maia a mãe da maria sobral m en don ç a, em t arde re c en te no ca fé ao l ado do pala cio da s ne ce s sida d es, as t r ~ es sa i n do, todas che ia s de ene r g ia, tão g rande q ue f u i li te ra l e mn te at r o p l ad as, ape te c eu inglesa me di z e r à mãe de maria e a filipa s ua irma. S abe q ue t rá s um fil h a q ue no en t r eta n to se to r no u uma l a dr a, ma s me s mo ant es q ue t ive ss e te mp o para di ze r a l g o, l o g o as t r ~ es co me ça rm a d es bobi n ar a toda a v e l o cidade, a mãe, r e cora inglesa se p a u l o, q ua n do l á f o ia c asa a pr i me ria v e z, e eu l he o f e r e ç i, um c roquete de ca r ne, e lhe d iss e q ue o p o dia co mer à o v n t ad e , q ue não tinha v ene no, t ra g o uma v a g a i d eia de t al ac on te ce ra outra filipa, f o ra q eu m co n he ç ar a ab o r d a ge m, p au l o h o da eu c, a inda h oje al g u ns as si m me ch amam, eu e spa n t ado ao ol h ar, a vera pe r mane n cia dos r ot u l os na pela e nas me mó r ia s das g en t es, d ep o is ac o mp na hei a fil ip a at é s ua c asa , caminha mos at é l á che g ar, mora e la na en t ra da d a r ua, q ua n do l á che g o u, ab rui e la a p orta de sua c asa, sa i u de lá um cão, um en o r me cao, todo negro, com um osso em s ua b oca, e f o i at é a es q u ina inde fer en te como se nin g u e m t iv ess e che gado, as si m fica mo s, no s d es ped i mo s e eu conti n u e i r me u caminho.

Hoje no jornal, os croquetes ressoavam, numa outra frase de uma outra mesma noticia, neste jornalismo das ilusões e de todos os fumos, hoje há croquetes, ou , aqui há croquetes, de carne, acrescente-se pois assim costumam eles ser, feitos em carne picada, salvo erro num lançamento de um livro onde Alegre esteve, se o livro dele não era, que não me recordo, um seu companheiro de armas do tempo das guerras coloniais, mais um croquete de carne, digo eu , para mim mesmo pensando-o, o poeta, de gravata amarela, olhando com olhar meio triste em cima das colmeias da abelhinha, eu ficara em baixo a olhar para uma criança que se encontrava no galinheiro da ar a fazer seus trabalhos enquanto os palhaços e ladrões de cúmplices de crianças, na sala, fazem teatro e do mau, palhaços, lhe chamei eu em dia recente, piores, que até os palhaços, os verdadeiros, puseram a circular um abaixo assinado, assim dizia a Fernanda, a quem digo que o espirito me desvelou, parece a menina ter tambem um inimigo de estimação, um estilista, me apareceu o nome joão Tomé, será menina, por gentileza me retribuirá a id face ao cão, a se queixar do que entenderam da má nomeação, sem duvida, nem competência teriam ora fazer um numero de jeito ao jeito de fazer sorrir a criança, nem carta lhes dariam tambem nesta bela profissão, o termo aqui tem essa conotação na linguagem mais vernácula, palhaços, falsos palhaços, que nem palhaçadas fazem, ou melhor, tentam fazer o sério e o necessário, mas nem um nem outro, palhaços de palhaçadas de merda, que nem rir faz, mais chorar, a criança de cima, me fizera no contexto da minha interpelação aos cúmplices que não me querem receber, e assim fazem prova a meus olhos e de todos que estão tambem na tramóia do rapto de meu filho, ficara-me entranhado na pele, parecia meu filho visto de cima, todo eu me indignei na imagem, diga-la senhor poeta da Ética republicana e por ai fora , o que pensa dessa casa inde tambem vive, que raio de Ética é a vossa, que coragem , senhor! Tambem lhe deverei chamar de palhaço, cornudo, cabrão e filho da puta sem remissão? O tiro foi ao lado, insinuam nas linhas insinuantes como cobras, o tiro no homem do pentagrama, se calhar bem mais próximo de mim, da quase família, entendam-se como homens, é sempre o conselho que vos dou, a brincadeira vos custa assim mais caro, a realidade vos vai provando paulatinamente, se for só o sangue dos filhos a puta a correr, até nem muito chateado fico, mas o inocente, jamais, como diria o outro, a contabilidade sempre se está fazendo, a agua do vaso tambem sempre circula de um lado ao outro, ou ainda tendes alguma duvida, devereis ter, visto que pareceis mesmo duvidar da vossa existência como homens, quanto mais seres, nesse silencio de ruído criminoso de meias tintas em que viveis e morreis e que mesmo vivendo mortos já estais


H oje no jo rna l, os c roquete s r ess o av am, n uma outra fr ase de uma outra me s ma no ti c ia, neste jo rna li s mo das i lu s õ es e de todos os f umo s, h oje h á c roquete s, o u , a q u i h á c ro q u t es, de car ne, ac r es c en te inglesa se p o is as si m co s t uma m e le s ser, fe i t os em car ne pica da, sal vo e r ro n um lan ç am en to de um li v ro onda al gere est eve, se o li v ro del e n ão e ra, q ue não me record o, um s eu co mp na hei ro de armas do te mp o da s g eu r ra s c olo ni a is, mais um co r q eu te de car ne, di g o eu , para mim me s mo p en san d o inglês o, o p o e ta, de g ar av t a amarela, ola h n do com o l h ar mei o t r is te em cima das co l meia s da abe l n h in h a, eu fi cara em ba ix o a ola h r ap a ra uma c r ian ç a q ue se en c on t rava no gali n hei ro da ar a f az e r s e us t ra bal h os en q ua n to os pal h a ç os e l ad r õ es de c u mp li ce s de c r ian ç as, na sala, f a ze m t eta ro e do m a u, pal h a ç os, l he ch ame i eu em dia r e c en te, pi o r es, q ue at é os pal h aço s, os verdadeiros, p use ram a cir c u l ar um ab a ix o as sin ad o, a se q eu ix ar do q ue en te n d e ram da má no ema ção, se m du v ida, ne m co mpe ten cia te r iam o ra f a ze r um nu m ero de je it o ao je it o de f a z e r s o rr i r a c r ian ç a, ne m ca rta l h es dariam t am b em ne st a be l a pr o fissão, o te r mo aqui te m ess a c on a t a ção na li n g ua g em ma si v e rna c u la, pal h aço s, fal s os pal h a ç o s, q ue ne m pala h aç ad as f a ze m, ou mel hor, t en ram f a ze r o sé rio e o ne ce ss á rio, mas ne m um ne m outro, pal h aço s de pal h a ç ad as de me rda, que ne m r i r f az, ma is ch o ra r, a c r inça de cima, me f ize ra no co n texto da min h a in te rp e la ção aos c u mp li ce s q ue não me q eu r em re cebe r, e as si m f a ze m pr ova a me us o l h os e de todos q ue es tão t am b em na t ramo ia do ra pt o de m eu fil h o, f ica ra inglesa me en t rana hd o na pe la, par e cia m eu fil h o vi s t o de cima, todo eu me in di g ne i na i mage m, di g a inglesa la sem hor poe ta da etic a r ep ub li can e por ai f o ra , o que pn es a d ess a c asa inde t am b em v iv e, q ue rai o de etic a é a v os sa, q ue cora g em , s en hor! T am b em l he d eve rei ch ama r de pal h aç a, co r n u do , c abrão e fil h o da p u t a se m r emi s são? O t ir o f o i a o l ado, in sin uam nas li n h as in sin ua n t es como cobras, o ti r o no hp mem do p en t a g ram, se cd l a h r be m ma is pr ox i mo de mim, da q u se fam i l ia, en ten dam inglesa se como homens, é se mp r e o co ns e l ho q ue vo s d o ua b ri c na de ira vo s c us ta sas si m mai s ca ro, a real i dad e vo s v a i pr ova n do p au l at ina mente, se for só o san g ue dos fil h o d a p u ta a co rr e r, at é ne m mui to ch a t ea o d fi co, mas o ino c en te, j am a is, c omo di r ia o outro, a c on ta bil i ad a de se mp r e se est á a f zen do, a g ua do v a s o t am b em se mp re cir c u lo de um l ado ao outro, ou a inda t en d es al gu am d u v ida, d eve reis ter, vi st o q ue par e ce is me s mo du v id ar da v os sa e xis te n cia como homens, quanto ma is seres, ne s se si len cio c rim o no s o de me is t in t as em q ue v iv e is e mor reis e q ue me s mo v iv e n do mor t os j á est a is


Bombas da argélia, em vez de Marrocos, a mulher da cadeira, o grupo italiano, o fio do grupo one, o rapaz que tornara aparecer na televisão, a mulher cavaleira, a maria sobral mendonça, a cortar os tomates ao toiro de gelo, quem ficou com o pescoço cortado, fora uma rapariga italiana, de trinta e oitos anos segundo o jornal dizia, e assim se vai fazendo todo este terrorismo, está giro todo este pais, o rapaz da coluna do sitio pouco frequentavel trazia um iluminado editorial, que já tínhamos então todos percebido, que existe uma justiça diferenciada, para pobres e ricos, para mais fracos versus os poderosos, o espanto que meus olho se espantavam, era a sua aceitação, que assim escorria de suas letras, como se assim fosse normal, e como se assim, não a lei se contrariasse, está todo louco a caminho do hospital ou do abismo ou mesmo da morte, sin city no ar, sin city na terra, a batalha sem quartel, esta opção vai dar a um belo rio de sangue, se calhar tejo, se virá a chamar de rio vermelho, tantas são as trapalhadas e os ajustes, e a polícia que não existe a olhar para o lado baixinho

Bom b as da ar g é l ia, em v e z de mar roco s, a mul e h r da ca de ira, o g rup o italiano, o fio do g ru p o one, o ra p az q ue to rna ra aa pa r e ce r na te l e visão, a mul her c av a lei ra, a mr ia sobral m en don ç a, a co rta r os tom at es ao toi ro de ge l o, q eu m fi co u com o p es coço co rta do, f o ra uma ra pa riga it al ian a , de t rin ta e o i tos ano s se gun do o jo rna l di z ia, e as si m se v a i fazendo todo este tee rr ori s mo, est á gi ro todo est e pa is, o ra p z da co l un a do si tio p o u co fr e q eu n t ave l t ra z ia um i lu min do edi tor ia l, q ue j á t in h am os en tao to os pe r ce bi d o, q ue e xis te uma justiça difer en cia da, para p ob r es e r i c os, para mais fr ac os v eru s os p ode rosos, o e spa n to q ue me us olho se e spa n t av am, e ra a s ua ac ei ta ç ão, q ue as si m es cor ria d ee s u as le t ra s, co mo se as s im f os se no r ma l, e c omo se as si m, não a lei se c on t ra ria s se, est á todo lou co a caminho do h o spi t al ou do ab is mo ou m em so da mor te, s in city no ar, sin city na te r ra, a batalha se m q ua r te l, esta o p ção v a i d ar a um be l o rio de san g ue, se cal h ar te jo, se v ira ´a c h aa mr de rio vermelho, t anta s são as t ra pa l h ad a s e os a j us te s, e a p o li ca q ue n ão e x iste a oo l h ar para o l ado ba ix in h o

Pela manhã cedinho fui à Manaus beber café, primeiro cliente a entrar, no ar a musica da menina do outro lado do rio que me fala amor e todo eu me sorri, um verso que eu uso, coisa e tal, e coisa amor, neste caso, ao sair, as pombas comiam bolos às rodas nas pedras da calcada, brancas , trazem linhas diagonais pretas, a marcar o estacionamento dos carros, uma delas debicava o bolinha em rodela, no eixo da vareta inclinada preta, depois a roda se deslocou para um dos lados da linha, como que desenhando um percentil, olhei o carro ao lado, um mercedes, azul cinza, a estrela nas jantes, na matricula o lx, de novo, o angulo do x, o cima da ponte da pampulha, abanava, abana à passagem de cada carro, o espirito me disse vê, e eu então vi, no porto, ap, o guindaste tinha como que uma roda da vida que parecia ser uma espora, lateral e paralela a outra margem, onde O Cristo está, como se tivesse a esporear a colina onde em cima o Cristo Rei sobre as duas colunas, liga com seus braços estendidos os três planos do céu, a terra, o ceu Ele e o Mar, o ceu a terra , a terra o ceu, o home aa terra e ceu, mais a frente um outro guindaste visto de um outro angulo era a elevação de Cristo nas cores do templo

Pe la manhã ce din h o f ui à M ana us be b e r ca fé, pr ie miro c l ie n te a en t ra r , no ar a mu sica da m eni na do ao u t ro l ado do rio q ue me fala amor e todo eu me s orri, um v e r s o q ue eu us o, co isa e t al, e co isa amor, neste c as o, ao as i ra s p o m b as co mia m bo l os às ro d as nas pe dr as da cal ca da, br ancas , t ra ze m li n h as dia g o na is pr eta s, a mara car o es t a c io na m en to dos car ro s, uma de la s de b i c a v a o bo l in h a em ro de la, no e ix o da v ar eta inc l ina da pr eta, d ep o is a ro da se d es lo co u para um dos l ado s da linha, co mo que d es ne h and o um pe r c en til, o l hei o car ro ao l ado, um mer ce de s, az u l c in za, a estrela nas j ant es, na mat ric u l a o l x, de n ovo, o an gula do x, o cima da p on te da p am pulha, ab ana v a, ab ana à pa s sage m de c ada car ro, o es pi rito me d is se v ê, e eu en t ão vi, no porto, ap, o h u inda s te t in h a c omo q ue uma roda da v ida q ue par e cia ser uma es p o ra, l at e ra l e para l e la a outra mar ge m, onda O Cristo est á, c omo se t iv es se a es p o rea r a co lina onda em cima o Cristo Rei s ob re a s du as co l una s, liga com se us br aço s es ten di dos os t r ê s p l ano s do c é u, a te r ra , o c eu E le e o M ar, o c eu a terra , a te r ra o c eu, o home aa terra e c eu, ma is a fr en te um outro gui n d as te vi s to de um o u t ro an gula e ra a e l eva çao de c r is to nas co r es do te mp l o

Depois falei com um cavaleiro do templo no jardim do império, passaram os sapatos do templo maçónico, antes, uma garrafa, de cerveja fora jogada num contentor fazendo barulho de vidros partidos, a conta do veja, assim fora o que da soma do espirito, me surgira, ainda com a rapariga da rua das Madres em meu pensar, e o pedaço da imagem anterior, falava da ponte entre as duas margens estar a abanar, espero que abane , como sempre a ponte deve fazer, fluindo em seu dançar, mas que nunca caia, assim é meu voto

D ep o is f al e i com um c av a lei ro do te mp lo no jardim do im p é rio, pa s sara m os sa pat os do te mp l o m aç o ni co, ant es, uma ga r raf a, de ce r veja f o ra jo gado n um c on te n tor f a z en do bar u l h o de vi dr os par ti dos, a c on ta do veja, as si m f o ra o q ue da s o ma do es pi rito, me s ur g ira, a in d a com a ra pa riga da rua das M ad r es em m eu p en sar, e o pe d aço da i mage m ant e rio r, f al av a da p on te en t re a s du as mar g e ns est ar a ab ana r, es p ero q ue ab ane , co mo se mp r e a p on te d eve f a ze r, f lui n do em se u dan ç ar, ma s q ue n un ca c aia, as si m é m eu v oto

Uma chave apareceu, um chave de conta, quando lhe falei das contas e do ler, uma lógica chave, que assim associava elementos, aos demiurgos, os perigosos ilusionistas, que andam a enlouquecer toda e gente em forma perigosa e mesmo mortal, e põem o mundo em conflito guerra e violência, ´

Uma ch ave ap ar e c w eu, um ch ave de c on ta, q ua n do l he f a lei das c on t as e do ler, uma l o gi ca ch ave, q ue as si m as soci av a e l e m en to s, ao s d emi ur g os, os pe rio g os o u lui s on is t as, q ue anda m a e m lou q eu ce r t o d a e g en te em forma pe rigo sa e me s mo mor t al, e p oe m o mundo em c on f l i to g eu r ra e vi o l en cia, ´

Televisão, haschiche, o seis seis seis, o homem que tinha formado a grande imagem , a que lhe deu espirito, o que assim se tornou maior e mais poderoso do que era, apocalipse, os cordões entrançados no céu, o grande beberete de sangue inocente e jovem, interessante opinião, a do cavaleiro, televisão associada a haschiche, como uma espécie de ópio que ela é, um entorpecedor que embota os sentidos, e torna os seres passivos, e o mesmo faz a sua imagem e a seu interagir, vide, texto dos primeiros neste Livro da Vida, a este propósito, imaginação activa e a imaginação passiva, ou mesmo a falta dela

T e l e visão, h as c hi che, o se is s e is se is, o homem q ue tinha formado a g rande i mage m , a q ue l he d eu es pi rito, o q ue as si m se t o e n o u maio r e ma is p ode roso do q ue e ra, ap oca l ip se, os co r d õ es en t ra n ç ad os no c é u, o g rande b e b e r e te de san g ue ino c en te e j iv em, in te r e ss ante o pi ni ao, a doc c av a lei ro, te l e v isã o a ss o cia da a h as ch i che, c omo uma e ps e cie de o pi o q ue e la é, um en o rp e ce d or q ue em b ot a os s en t id os, e to rna os se w r es pa ss iv os, e o me s mo f az a s ua i mage m e a s eu in te ra gi r, v id e, te x to dos pr i me i ros neste Li v ro da V id a, a este pr o p os i to, imaginação ac t iv a e a ima gi na ção pa ss iv a, ou me s mo a f l at a de l a

Um homem ligado a televisão que tinha enriquecido com trafico de haschiche, de quem é este perfil,

Um homem li gado a tele visão q ue tinha enrique cid o com t raf i co de h a s c h is he, de q eu m é este pe r fil,

O segundo a besta, a pantera, uma das cabeças, a rádio, associado ao primeiro, tv cabo que serve rádio, agora tambem, cocaína, o estimulante,

O se gun do a best a, a p ant e ra, uma das ca beça s, a rá di o, as soci ad o ao pr i me iro, t v ca bo q ue serve rá di o, agora t am b em, coca ina, o es tim u ç l ante,

O terceiro, satanás, serpente , dragão, mais antigo, o do telefone, o ópio, o telefone e heroina,

O te rc e iro, sat ana s, se rp en te , dr a g ão, ma is ant i g o, o do te l e f one, oo pi o, te l e f one e h e ro ina,

Assim minhas letras o resumiram, cinco falava ele, eu lhe dizia minha conta é maior, mas normal assim o ser, visto sermos dois, ao lado no caderno do primeiro parágrafo , televisão, haschiche, um angulo desenhado, duas linhas atravessada por um terceira vertical, junto ao angulo, como um sinal de angulo de visão, ou da visão

As si m min h as l e t ra s o r es um iram, c in co f al av a e le, eu l he di z ia mina h c on ta é maio r, mas no r m al as si mo ser, vi s t o se r mo s do is, ao l ado no ca de r no do pr i me i ro para g raf o , t e l e vi são, h as ch i che, um an gula d es en h ado, du as l ina s h at ravessa da por um te r c e ira v e r tic al, j un to ao an gula, co mo um sin al de a n gula de vi são, ou da visão

Entre os outros dois parágrafos, um outro angulo os une, e escrevi pt, e besta e o satanás,

En t reo s o u t ros o di s para g raf os, um outro a n g u l o os u ne, e es c r e vi pt, e b es t a e o sat ana s,

Na opinião do espírito mais ao norte, depois assim li, estes três era a conta total, tudo o resto seria a borla, assim ouvi a oferta, a proposta do espirito do norte, pressuponho eu relativo às contas do norte, mas as outras parcelas, ainda não se manifestaram na cruz, quero eu dizer, manifestar, concerteza que se sim, mas não se desvelaram, e assim difícil, ver a cruz se só ainda vejo um só braço, ou uma só coluna, mas sentido faz, especialmente o da imagem da descida do demónio , esse é certamente por tudo o visto, o pior e mais perigoso e o mais destruidor

Na o pi ni ão do es pei r to ma is ao no r te, d e p o is as si m li, es t es t r ê s e ra a c on ta tor t al, tudo o r es to se ria a bo r la, as si m o u vi a o f e rta, a p o rp os ta do es pi rito do no r te, pr ess u p un h o eu r e l at iv o às c on t as do no r te, mas as o u t ra s par ce l as, a in da n ão se m ani f es t aram na cruz, q u ero eu di ze r, mani f es t ar, c on ce r te za q ue se si m, mas n ão se d es vela ram, e as si m di fi f, v e r a cruz se s ó a in da v e jo um só br aço, ou uma só co l una, mas s en tid o f az, es pe cia l e mn te o da i mage m da d es cida do demo ni o , ess e é ce rta e mn te por tudo o vi s t o, o pi o r e ma is p eri g os o e o ma is d es t rui dor

Contudo neste dizer, do cavaleiro, três , não são cinco de que ele falava, algo aqui não bate inteiro, donde não certo, mas que me diga a policia se ainda lingua tiver, quem se encaixa neste perfil, curioso, de mim ouvira eu à muitas luas, um mesmo dizer que me encaixaria no primeiro, logo o pior, dá mesmo jeito, sua malandragem, contudo se aplicarem, ao contrário, seguirem a seta, pelo voo que fez chegam à mão que a enviando, poderá ser com grande certeza então o verdadeiro malandrim, apareceu agora aqui neste pedaço de letras, mais um nome que vem do passado, enrique, minano, rompeolas

Co n tudo neste di ze r, do c av a lei ro, t r ês , não são c in co de q ue e le f al av a, al g o a q u i n ão bate in te i ro, don de não ce r to, mas q ue me di g aa poli cia se a in da li n g ua t iv e r, q eu m se en caixa neste pe r fil, c u rio s o, de mim o u v ira eu à mui t as lu as, um me s mo di ze r q ue me en cc a i c x ria no p eri me i ro, l o g oo pi o r, d á me s mo je it o, s ua ma lan dr g a em, c on tudo se ap li ca r em, ao co ny t ra ´ rio, se gui r em a s eta, pe l o v oo q ue fez che g am à mão q ue a en vi na d o, p ode rá ser com g rn de ce r te za en tão o v e rda e i ro ma lan d r im, ap ar e c eu agora au i ma is um no me q ue v em do passado, en rique, m i n a n o, rim pe ola s


Falamos de espaço e tempo, trás o outro cavaleiro, a noção de tempo, e de ter acordado cinco minutos antes do tempo de se deitar, disse-lhe que provavelmente trazia em si, um problema entre experiência real e entendimento cruzado com o símbolo, que não deixa tambem de ser real, o tempo para ele era representado com espirais que cada vez vão ficando mais pequenas até se aproximarem do espelho metafísico, que era representado por um homem, e depois se dava o salto de encontra a Deus e de novo as espirais se desenrolavam de maior a mais pequeno, ao isto agora escrever, me recordei do comboio da metafísica, capitulo anterior deste livro, e aponta para Itália, o outro cavaleiro que por vezes tem muitas meninas em sua casa, depois espalhei as cartas do tarot, em muitas, todas elas de perna para o ar, um paquete chegava ao cais de Alcântara, chaminé amarela, semi circulo, azul, aberto, como um c de circulo, casco e amurada toda branca, cavaleiro engraçado, com linguagem de metafísica muito baralhada em meu entender

F al am os de e spa ço e te mp, t rá s o outro ca vale i ro, a no çao de te mp o, e de ter ac o r da d o c in co minu t os ant es do te mp o de s se de it ar, d is se inglês l he q ue pr ova v el mente t ra z ia em si, um pr o b e l a en t re e x pe rin cia real e en te n di m en to c r u za do com o s im bo l o, q ue n ão de ix a t am b em de s r e r real, o te mp o para e le e ra r ep r es en t ado com es pi rai s q ue c ad a v e z v ão f i can do ma si pe q u en as at é se ap rosi mar em do es pe l h o met a fi f ix o, q ue e ra r ep r es en a t d por um homem, e d ep o is se dava o sal to de en c on t ra a D eu s e de n ovo as es pi ria s se d es en rola v am de mai ro a ma is pee q un o, ao is to agora es c r eve r, me l r e co r d e i do co m boi o da m eta f isi ca, ca pi t u l o ant e rio r d este li v ro, e ap on ta para ita lia, oo u t ro ca v a l e i ro q ue por v e ze s te m um it as m en ina s em s ua c asa, d ep o is e spa l hei as ca rta s do ta r ot, em mui t as, tod ao s e l as de pe rna para o ar, um pa q eu te chaga v a ao ca is de al can t ar a, ch ami ne am ar e la, s emi cir c u l o, az u l, ab e r to, como um c de cir c u l o, c as co e am u r ada toda br anca, ca val e i ro en g ra ç ado, com li n g ua ge m de met a f ica mui to bar alhada em me u en t e n d e r

Em cima no andar, alguém pôs ao momento as laminas eléctricas a funcionar, e ao parágrafo anterior, eu cortar, me lembrei de uma imagem hoje de manhã na pastelaria Manaus, o logo da máquina de café, tinha perdido letras, assim se lia, br lia

Em cima no an d ar, al g u é m p os ao mo m en to as l ami na s e l ec t ric as a f un cio n ar, e ao para g rafo ant e rio r, eu co rta r, me l em b rei de uma i mage m h oje de manhã na pa s t ela ria M ana us, o l o g o da má q u ina de ca fé, tinha pe r dido l e t ra s, as si m se li a, br lia

Depois um outro desenvolvimento se deu, a foto de um rapaz que é editor da sic, e cuja transferencia para a rtp se falava, olho sua imagem que parece estar num editor quantel ou algo assim, oscila meu olhar no que vejo, pois me parece um mosqueteiro, mas olhando seu olhar, o que se ve da alma, parece mais o mefisto, e no momento em que o vi, me veio no momento, as diversa noções de episódios de diversos cios montados na informação, com base em grafismos, o ultimo que reparara fora a pretensa queda de um avião na russia, que depois ao procurar na Internet, nada encontrar, a bela menina pelas sete horas da manhã assim dava conta do acidente, na net encontrei um outro que se dera há um ano atrás, um avião que caíra no meio da neve, e ao que parece ninguém fiscaliza estas coisas na televisão, sendo que há uma autoridade para isso, até lhe chamam de alta, deve estar tão alta que não vê certamente o que cá em baixo na terra se passa, nestes cios, que nas vezes levam a desgraças de caracter colectivo, como a que aconteceu no drama montado das cheias de sessenta e seis

D ep o is um o u t ro d es en vo l vi e mn to se d eu, a f oto de um ra p az q ue é edi tor da sa i c, e c u j a t ra sn feren cia para a rtp se fala v a, olho s ua i mage m q ue par e ce est ar n um e id tor q ua n te l o u al g o as si m, os cila m eu o l h ar no q ue v e jo, p o is me par e ce um mo s q eu te i ro, mas o l h and o s eu o l h ar, o q ue se ve da alma, p aa rc e mai s o me f is to, e no m o e mn to em q ue o vi, me veio no mo m en to, as di v e r sa no ç õ es de e pi só di os de c ive r s os cio s mo n t ado s na in for maçao, com b ase em g raf is mo s, o u l tim o q ue r epa r a ra f o ra a pr e te n sa q eu da de uma vi ão na ru ss ia, q ue d ep o is ao pr i cura r na in te r net, n ada en co n t ra r, a be la me nina pe l as set e hor as da man h ã as si m dava c on ta do ac i dente, na net en co n t rei um outro q ue se de ra h á um ano at rá s, um avi ão q ue ca ira no mei o da n eve, e ao que par e ce ni b gume f isca liza est as co i sas na te l e visão, s en do q ue h á uma au tor i dad e para iss o, at é l he ch am de al ta, d eve est ra t ão al ta q ue n ão v ê ce rta mente o q ue cá em ba ix o na terra se passa, ne st es cios, q u en as v e ze s l eva m a d es g ra ç as de ca rac te r cole c t iv o, co mo a q ue ac on te ceu no dr am a mo n t ado das che ia s de se ss eta e se is

Contudo uma bela prosadora de belas e acertadas letras, que não sabia ser a mulher d homem que leva as vestes de ministro da injustiça deste não país, fora a que dera em suas letras, a única que me apercebi, do sério do que falava sobre os psico dramas montados, com base no saber clássico dado nas aulas de sociologia, foi ela coptada para o gabinete de seu marido, a meu ver , melhor fosse ela ministro que ele

C on tudo uma bela pr os ad o ra de belas e ac e rta d as l e t ra s, q ue n ão s a bia se ra mul her d homem q ue l eva as v es te s de mini st ro da in j us ti ç a d este n ão pa ís, f o ra a q ue de ra em s u as l e t ra s, a unica q ue me ap e r cebi, do sé rio do q ue fala v a s ob reo s ps i co dr ama s mo n t ado s, com b ase no s ab e r c lássi co dad o na s au la s de s o cio l o gi a, f o i e la cop t ad a para o gabi n te de s eu mar id o, a me u v e r , mel hor f os se e la min si y t ro q ue el e

A este assunto iremos mais em pormenor, visto que se foram seis ou sete portugueses à conta, e não sabendo eu de que país meus conterrâneos parecem ser, visto que nada na aparência no entretanto se passou, e sendo que mortes, são crimes, feitos por indução psicótica, mas os homens que levam estas matérias, ou nem isto sabem deduzir do acontecido, ou então fecham os olhos complacentes as chamadas baixas casuais, no pretexto do chamado combate ao terrorismo, a qualquer custo, fazendo deles próprios terroristas e assassínios, pois um cio, se monta em colectivo, mas pode ter uma direcção particular, ser inclusive dirigido a um ser em particular, sobre o qual se suspeita determinada participação, assim se lhe dirige a teia, e se vê se ele treme, ou seja, se seu comportamento se altera, e se, se alterar , dependendo do grau e do modo, então se pode obter maior certeza sobre a sua implicação, la palisse, senhores, a tentar enganar as gentes, e os seis que se foram, nenhuma responsabilidade?

A este as sun to i r emo s ma is em por m en or, vi st o q ue se f o ram se is ou set e por tu g eu s es à c on ta, e n ão s a b en do eu de que pa ís me us co n te r ra ne os par e ce m ser, vi st o q ue n ada na ap ar en cia no en t r eta n to se passou, e s en do q ue mor t es, são c i r mes, f e i t os por indu ção ps i c o t i c a, mas os homens q ue l eva m es t as mat é r ia s, ou ne m is to s ab em d edu zi r do ac on te cid o, ou en tão f e ch am os o l h os co mp l ac en te s as ch am ada s ba ix as ca s ua i, no pr e texto do ch amado co m bate ao te rr os i mo, a q eu la q eu r c us to, fazendo de l es pr o pi os te rr os rita s e as sas sin i os, p o is um cio, se mo n ta em cole c t iv o, mas p ode te r uma di rec ção par tic u l ar, ser inc lu s iv e di r i gi do a um ser em par tic u a l r, s ob reo q ua l se s us pei ta de te r mina da par tic ip a ção, as si m se l he di r i ge a te ia, e se v ê se el e t r em e, ou seja, se s eu co mp orta m en to se al te ra, e se s e al te r ra , dep den d en do d o g r au e do modo, en tão se p ode ob t ar maio r ce r te za s ob rea s ua i mp li caçao, l a pal iss e, s em hor es, a t en t ra en gana r asa g en te s, e os se is q ue se f o ram?


O tiro foi ao lado, e quem vos disse que foi um tiro, porventura alguma carne se rasgou?
Já vos disse, a paciência tem limite, e o meu está mesmo por um fio, a conta de muitos que nem homens de honra frontal conseguem ser, que porcaria de gente é esta que nem um, diz o que sabe em forma directa e sem gaguez de entrelinhas, sabem , eu me pergunto às vezes por que ajudo, se bem que saiba a resposta, porque assim o prometi a Deus em Deus quando a Ele me entreguei, e olhando bem, até posso concluir em parte que minha tarefa, está na sua maior parte concluída, e que portanto meu coração a mais não me obriga, contudo o Amor sempre me Obriga a Amar, contudo o Amor Obriga Sempre a Amar, e se eu sou leitor, sou antes criador, pois todo o criador sabe ler, mas não me tentem reduzir a parte de mim mesmo, que eu gosto de ser inteiro e a vida é para viver e ser levada inteira

O ti ro f oi ao l ado, e q eu m vo s di s se q ue f o i um ti ro, por v en t u ra al gum a car ne se ra s g o u? J á vo s di s se, a p ac ie n cia te m li mit e, e o m e u est á me s mo por um fi o, a conta de muitos q ue ne m homens de h on ra fr on t al co ns e g eu m ser, que p o rca ria de g en te é esta que ne m um, di zo q ue s ab e em forma di r e cta e sem g a g eu z de en t r e li n h as, sb em , eu me pr e gun to às v e ze s por q ue a judo, se bem que as iba a r es posta, por q ue as si m o pr o me ti a D e us em D eu s q ua n do a E l e me en t r e g eu i, e o l h an d o b em, at é p osso co n c lui r em par te q ue min h a t ar e f a, est á na s ua maio r par te c on c lui da, e que p orta n to m eu co ra ção a mai s n ão me ob riga, c on t u do o Amo r se mp r e me Ob riga a Am ar, co n t u do o Am o r Ob riga Se mp r e a Am a r, e se eu s o u lei tor, s o u ant es c ria dor, p o is todo o c ria dor s ab e l e r, mas não me t en t em red u zi r a par te de mim me s mo, q ue eu g os to de ser in te i ro e a vi da é para v iv e r e ser l eva da in te ira

Volto à vespa, o página do jornal de ontem, que tanto me chateou com a criança no galinheiro da galeria dos deputados, que até se comportarem como homens, melhor será de chamar de putas, vou escrever a todos, a ver quem me recebe, se algum, depois ou mantenho a palavra junta ou separada, se junta, acrescentarei, das, retirando a serpente final, o, s, olho aquela pagina, e no meio o hexágono do ferrão da abelha amarela as listas pretas, a ferroada, assim se chama, belmiro, aquilatando um espaço à passada, não faz jus nem ao rigor nem ao senhor engenheiro, assim narram as palavras, por baixo num outro hexágono, cinza, a ferroada da isabel pires de lima, o anel da barata cravejada de diamantes que aparecia em dia anterior, farpa a pinto ribeiro, o ministro pomposo, com ex quota nas produções fictícias, com um milhão de facturação em publicidade, e que segundo outro cronista come sem a anabela em lugares da moda para se mostrar, a cadeira de todos os pavões ufanos e ufanados, tem assento inclinado, e todos caem , mais tarde ou mais cedo, mais cedo, se perdem a companhia da humildade, mais uma vez o acordo da lingua, a ponte do brasil, de manhã em manaus a tremer como estas palavras da a vespa, com v a bold, , av espanhol spa, vaso grosso, sua mao, a de isabel, por debaixo do anel cravejado e grande, desenha um M, a maria do diamante, ou melhor, a pedra em cima da maria, do vale da maria, da musica do jardim, je ne regrette rien, canta o rapaz em dia anterior, a beatriz costa francesinha, piaf, miguel real, o deprimente miguel real do ex ministro contido, que come sandes, mas de gambas e bebe simples coca cola, muitas caras conhecidas no lançamento de alegre, a pedido do líder, marcelo imparavel, e depois a foto ao lado da mão do M da farpa da isabel, o menino, a foto matura idade, na ar, a seta vermelha, apontada ao quadrado do secretariado no centro do semi circulo, o menino apoiando sua cabeça em sua mão, caneta de feltro preto e vermelha ba mão , o que parece ser um lençol, todo enrolado ao lado das suas folhas compridas onde faz seus desenhos, o cabelo e o corpo parece ser o de meu filho, e uma irritação supina, sobre por mim ao instante, a foto diz , a home do dino do lençol amachucado por cima de meu filho, a legenda diz, o portugal dos pequeninos, donde será home de coimbra, pode pintar a manta, Almada negreiros, médico então, de Almada que viverá em coimbra, a imagem da outra banda no ceu, qual delas, pois muitas se manifestaram, a ultima deste transito porventura a mais importante, o triângulo da formação da estrela de três estrelas de seth, lá irei mais adiante, fazendo orelhas moucas ao Portugal dos adultos. Às vezes nem apetece crescer..., assim termina a legenda da foto, que me parece meu filho, se o for, naquela casa, certamente que o que estiver ouvindo, não lhe dará ganas de crescer, sendo que crescer em verdade, é sempre de novo ser menino, como sabem todos os meninos, sobretudo quando estão ao lado de seus pais que sos amam e os fazem viver como meninos, ao lado do menino, uma sombra se insinua como um cobra no chão da tábuas, o dino da nuvem do lençol aponta a seta vermelha que aponta a secretária que preside a mesa mais próxima da bancada da direcção, se calhar a secretária do jaime, o gama, a com quem eu falei em corpo em dia recente e cujo conteúdo aqui mais tarde será narrado em pormenor


Vo l to à v e s p a, o pa gi mna do jo r na l de on te, q ue t an to me cha teo u com a c r ian ça no g a li n hei ro da gal eri a dos d ep u t ado s, q ue at é se co mp orta r em co mo homens, me l hor se rá de c h am ar de putas, vo u es c e r vera todos, a ver q eu m me r e cebe, se al g u mn, d ep o is o u man ten h o a pala v ra j un ta ou s epa ra da, se j un ta, ac e r s c en t a rei, das, r eti ra n do a se rp en te f ina l, o, s, olho a q u el pa gina, e no mei oo he x a g o no do ferrão da ab e l h a am ar e l a as li st as pr eta s, a ferroada, as si m se c h ama, be l miro, a q u ila n t and o um e s p a ço à passada, n ão f az j us ne m a o r igor ne m a o s en hor en g en hei ro, as si m na r ram as pala v ra s, por ba ix o n um o u t ro he x a g o no, c in za, a ferroada da isa be l pi r es de l ima, o ane l da ba rata c rave j ad a de dia m an te s q ue ap ar e cia en d ia ant e i r o r, f arpa a pi n to r ibe i ro, o mini st r o p o mp oso, com e x q u ota na s por d u ç ~ es o fic tic as, com um mil h ao de f ac t ur a ção em pub li cidade, e q ue se gun do outro c r oni s ta co me s ema anabela em l u g ar es da moda para se mo st r ar, a ca de ira de todos os p av õ es u f ano s e u f ana d os, te m as s en to inc l ina do, e todos caem , ma si t arde o u ma is ce do, ma si ce do, se pe r d ema co mp an h ia da h u mil dad e, ma is uma v e o ac o r do da li n g ua, a p on te do br as i l, de manhã em m a n a us a t r e mer co mo es t as pala v ra s da ave spa, com v a bold, , av es p a n h o l spa, v as o g ro s so, s ua mao, a de isa be l, por de ba ix o do ane l c rave k j ado e g rande, d es en h a um M, a mar ia do d o dia mente, ou mel hor, a pe dr a em cima da maria, do va el da maria, da m u sica do jardim, je ne r e g r e t te ri en, can ta o ra p az em dia an te i r o ra beatriz co st a fr anc e sin h a, pi af, mig u el real, o d ep rim en te miguel real do ex mini st ro conti do, q ue co me s an d es, mas de gambas e be b e simples coca co la, mui t as caras c on he cida s no l ança m en to de al e g rea ped id o do li der, mar ce l o i mp ar ave l, e d ep o is a f o t io ao l ado da mão do M da d a f ra pa da isa be l, o m eni no a f oto mat u ra i dad e, na ar, a s eta vermelha, ap on t ada ao quadrado do secreta riad o no c en t ro do s emi cir c u l o, o m eni no ap o ian do s ua ca beça em s ua mão, can eta de f e l t ro pr e to e vermelha ba mão , o q ue par e ce ser um l en ç o l, todo en rola do ao l ado das s u as f o l h as cm p rid as onda f az se us d es en h os, o ca belo e o corp o par e ce ser o de me u fil h o, e uma i rr ita çao s u p i na, s ob re por mim ao ins t ante, a f oto di za home do dino do l en ç o l am u c h ac ado por cima de me u fil h o, a l e g en da di zo por tu gal dos pe q eu nino s, don se se rá home de co i m bra, p ode pi n t ar a manta, al am da ne g rei os, mé di co en tão, de al m ad a q ue v iv e rá em co i m bra, a i mage m da o u t ra ban da no c eu, q ua l de la s, p o is mui t as se m ani f e st ram, a u l t im a d este t ra n si to por v en t u ra a ma is i mp orta n te, o t ri en gula da for mação da estrela de t r es e s te r e l as de seth, l á i rei ma is ad ian te, fazendo o r e l h as mo u cas ao Por tu gal dos ad u l to s. Às v e ze s ne m ape te ce c r es ce r..., as si m te r mina a l e g en da d a f oto, q ue me par e ce m eu fil h o, se o for, na q eu la c asa, ce rta e mn te q ue o q ue est iv e r o u vi n do, n ão l he da rá g ana s de c r es ce r, s en do q ue c r es ce r em verdade, é se mp r e de n ovo se r m eni no, c omo s ab em todos os m eni nos, s o br e tudo q ua n do es tão ao l ado de se us pa is q ue so s ama m e os f az m v iv e r co mo me nino s, ao l ado do em nino, uma s om bra se in sin ua co mo um cobra no c h ão da t abu as, o dino da n u v em do l en ç ol ap on ta a s eta vermelha q ue ap on ta a sec e rta ´ ria q ue pr e sid e a mesa ma is pr ox ima da ban ca da d a di rec ção, se ca l h ar a secreta ´ ria do jaime , a com q eu m eu f a lei em corp o em dia r e c en te e c u jo c on te u do a q u i ma si t arde se rá na ra a do em por m en o r


Depois amada deu-me uma gana grande de deitar fora as pilhas de jornais que viviam aqui em minha casa, farto de andar a ler, muitas tretas e induções de tretas e gastei todos os sacos de plástico do supermercado que cá em cas havia, abri um gaveta onde estão sacos de melhor qualidade, maiores, ou mais bonitos em seu design, ou ainda mais resistentes, e me saiu um grande branco, um saco sem pega, com duas orelhas grandes como um toiro, olho para o seu interior e vejo nele escrito habifino, a tal casa da tal guia de remessa que alguém aqui em dia recente entrando em minha cas à má fila, deixara em cima da minha mesa, parecia a noticia que dava conta da catalina ir à policia explicar como é que os papeis relativo ao paulo pedroso voam, ou voaram, e fiquei a pensar de onde o saco viera, e me recordei, fora a puta teresa carvalho, quando peguei algumas das minhas coisas da que fora a nossa casa, me deu ela para a mão o saco, que era um saco de edredão

D ep o is am ad a de u inglesa me uma g ana grande d e d e it ra f o ra as p ilha s de jo rna is q ue viviam a q u i em min h a c asa, f ar to de anda ra ler, mui t as t r eta s e indu ç o es de t r eta se g as te i t o do s o s ac os de p l ás tic o do s up e r me rca do q ue c á em ca s h avi a, ab r i u m g av eta onda es tão s ac os de me l hor q ua li dad e, maio r es, ou ma si bonitos em s eu d es i g no ua ind a ma is r e sis te n t es, e me sa i u um g rande br anco, um s ac o se m pega, com d u a s i r e l h as g rand es c omo um toi r to, olho pa rea o se u in te rio r e v e jo ne l e es c rito h ab i f ino, a t al ca sa da t al gui a de r e mes sa q ue al g u é m aqui em dia r e c en te en t ra n do em min h a ca s à m á f ila, de ix ar a em cima da min h a mesa, par e cia a no tica q ue da v conta da cat a l ina ir à poli cia e x p l i car c omo é q ue os p ap e is r e l a t ivo ao p au l o ped roso vo am, o u vo ar am, e fi q ue ia p en sar de onde o s ac o vi e ra, e me record e i, f o ra a puta teresa car v a l h, q ua n do pe g eu i al gum as das min h as co i sas da q ue f o ra a no s sa ca sa, me d eu e la para a mão o s ac o, q ue e ra um s ac o de ed r e dão

Marcelo rebelo de sousa, hoje calha tambem a si a conversa, a ver se é um dos que se mantém surdo mudo ao que aqui lhe venho escrevendo, quando lhe escrevo, ou se já fala para além das suas aulas de formaçao, aos jovens sociais democratas, pois apareceram algumas fotos suas à mesa da dita formação, uma delas que apareceu nesse momento tinha o senhor assim três folhas brancas, uma maior tipo a quatro ao meio e duas rectangulares deitadas em cima separadas da primeira fazendo assim o desenho de uma face de um toiro, que era o desenho do saco branco do habifino

Mar celo rebelo de sousa, h oje ca l h a t am b em a si a c on v e r sa, a ver se é um dos q ue se man te m s ur do mu do ao q ue a q u i l he v en h o es ce r v en do, q ua n do l he es c r evo, o u se j á fala para a l é m d as s u as au l as de for maçao, aos jo v e ns soci a is demo c ratas, p o is ap ar e ce ram al gum as f oto ss u as à mesa da dita for mação, uma de la s q ue ap ar e ceu ne s se mo m en to tinha o s en hor as si m t r es f o k l h os br n ca s, uma maio r t ip o a q u t ro ao mei o e du as rec tan gula r es de it ad as em cima s epa ra d as da pr i me ria fazendo as si m o d es ne h o de uma face de um toi to, q ue e ra o d es en h o do s ac o br anco do h abi f ino

Enchi o saco cheio até cima de jornais, agarrei nele entre os braços, que era grande e subi as escadas e sai para rua, e no passeio não vi as pedras da calçada que os inergumeros ali colocam, provavelmente para as pessoas mais crescidas partirem um pé, quem sabe se na varanda do prédio ao lado , a verem e muito se rirem à socapa, e como o saco me tapava a visão do chão, assim mal o pé assentei, e senti-o a torcer no tornozelo em modo lateral, ouvi e percebi o tendão lateral a esticar em modo indevido , continuei e fui poisar o saco no lixo e quando voltei observei com atenção o local

En chi o s ac o che io at é c ima de jo rna is, a g ar rei nel e en t reo s br ç os, q ue ra g rande e s u bi as es c d as e sai para rua, e no pa s seio n ão vi as ped ra s da calçada q ue os ine r gum ero s a li co lio cam, pr ova v el mente para as pe ss o as mai s c r es cida s par t ur em um p é, q eu m s ab e se na varanda do pr é di o ao l ado , ave r e me mui t se r irem à s o capa, e co mo o s ac o me t ap av aa vi são do ch ão, as si m ma l o p é as s en te i, e s en ti inglês o a tor ce r no tor no ze l o em modo l a te ra l, o u vi e pe r cebi o t en dao l at e ra l a es ti car em modo ind e v ido , conti nu e i e f u i p o isa ro s ac o no li x o e q ua n do vo l te i ob serve i com at en ção o l oca l

O próprio lancil do passeio está ratado tambem, alguém se deu ao trabalho de o fazer, certamente tambem na expectativa de fazer alguém cair, acção velha, certamente feita a coberto de obras daquelas que levantam as pedras e se depois finge aparar umas no lancil para perigosamente o deixar, em frente à porta, uma mota parada à séculos, lateral, ali a ocupar o espaço de passagem e a obrigar todos que saem a dar logo uma volta, encomenda certa, do rapaz pai dos gémeos, que um dia terá sido pago em ida a um concurso da rtp, eu o vi nesse dia, e ainda lhe desejei boa sorte que ele teve, assim mudaram para o prédio ao lado, para um melhor apartamento, um dia de manha, falava o espirito, que as cobras são as primeira a sair de casa a correr, e logo de manhã assim vi acontecer com sua senhora, portanto gente fina como se vê, a moto é uma pan european que tem duas asas pretas na carnagem, e estavam a seu pé duas pedras, uma debaixo do carter, e outro na mala traseira, onde então li supremo tribunal do duplo circulo do onze, no dia seguinte o amado vento colocara uma outra indicação complementar para eu ler, um berbequim, em anuncio, ao lado dos furos do disco do travão da roda dianteira

O pr o p rio l anc il do pa ss seio es tá rata do t am b em, a l g u é ms e d eu ao t ra b alho de o f az e r, ce rta mente t am b em na e x pe cat iva de f az e r a l g eu m ca ir, a c ção velho, ce rta m en te feita a coberto de ob ra s daquelas q ue l eva n tam as pe dr as e se d ep o is f in ge ap a ra r umas no l na ç i l para pe ri g os a m en te o de ix ar, em fr ente à p orta, uma m ot a para da à sec u l os, l at e ra l, a li a ac up ar o e spa ç o de pa s sagem e a ob riga r todos q ue sa em a d ar l o g o uma vo l ta, en comenda ce rta, do ra p az pai dos ge meo s, que um dia te rá sid o pago em id aa um c on curs o da r tp, eu o vi ne s se dia, e a in da l he d es e je i boa s orte q ue e le t eve, as s si m mu d aram para o pr é di o ao l ado, para um me l hor ap ar t amen to, um dia de manha, fal av a o es pi rito, que as cobras são as pr i me ira a sair de c asa a correr, e l o g o de manhã as si m vi acontecer com s ua s en hor a, p orta n to g en te f ina c omo se v ê, a m oto e um pan e u rp e aa n q ue tem du as a sas pr eta s na car na ge, e est av am a s eu p é du as pe dr as, uma de ba ix o do carter, e o u t ro na mala t ra se ira, onda en tao li supremo tribunal do d up l o cir c u l o do on ze, no dia seguinte o amado v en to c olo cara uma outra indica ção co mp l e m en t ar para eu ler, um be r b e r quim, em an u n cio, ao l ado dos f ur os do t ra v ao do di s co

Por isso lhe pergunto, senhor marcelo, sem fé a atender no eco que deram de suas próprias palavras, que não há esperança para o seu partido, nem figura salvador, se foi o senhor que me enviou esta pedrada, e se trás relação com a tal habifino, pás da serpente do coa, assim hoje o espirito mais no local do acontecido, acrescentou

Por iss o l he pe r gun to, s en hor mar celo, se m f é a at en der no e co q ue de ram de s u as pr ó pr ia s pala v ra s, q ue n ão h á es pera n ça para o seu par tid o, ne m figura sal v a d o r, se f o u o s en h or q ue me en vi o u este pe dr ad a, e se t rá s relação com a t al h ab i fi no, p ás da se r e pn te do coa, as si m h oje o es pi rito mai s no l o ca l do ac on te cid o, ac r es c en to u

Dias depois reparei no outro lado da moto pan european, como se da direcção da linha que viera esta pedra, ou esta seta que no pé me atingira, ali estava enrolado, junto juntinho ao lancil do passeio um velho jornal, na realidade já tinha reparado neles há mais de uma lua, que ali repousa, aproximei-me e nele li, lorret, história de violações e jovens e desacatos, uma noticia de uma festa de finalistas, só que esta história vem de trás, pois hoje um papel quase no mesmo sitio apontava acontecimentos, que terão sido se calhar semelhantes em sua natureza mas que decorreram em decaída de oitenta ou mesmo noventa, já o espirito me falara em dia recente, ser o tal supremo tribunal de uma ordem, dali, o tal que me passou condenação à revelia das leis dos homens e dos normais tribunais

Dias d ep o is r epa rei no outro l ado da m oto pan eu ro pe an, c omo se da di rec çao da linha q ue vi e ra est a pe d r a, o u est a s eta q ue no p é me at in gi ra, al i est av en rola do, j un to j un t in h o ao l an ç i l do pa s seio um velho jo rna l, na real i dad e j á tinha r epa r ado nel es h á mai s de uma l ua, q e al i r ep o usa, ap ro xi mei inglesa me e nele li, l o rr e t, h si tór ia de vi o l a ç õ es e jo v e ns e d es ac at os, uma no tic ia de uma f es ta de f ina l ista s, s ó q ue esta h is tó ria v em de t rá s, p o is h oje um pap el q u ase no me s mo si tio ap on t av a ac on te cie mn to s, q ue te rão sid o se cal h ra se mel h ant es em s ua nat ur e za ma s q ue deco rr e ram em dec ada de o i ten ta ou me s mo no v en ta, j á o es pi rito me fala ra em dia r e c en te, ser o t al s up r emo t rib uma l de uma ordem, dali, o t al q ue me passo u c on dena ção à r eve l ia das le is do s homens e dos norma is t rib un a is

Hoje um outro eco, com bruni, a rapariga num foto aparentemente antiga, cabelo rapado, como uma judia num campo de concentração, o pé direito dobrado em frente ao esquerdo, o exacto pé onde eu me magoei

H oje um outro e co, com bruni, a ra pa riga n um f oto ap ar en te m en te ant i g a, ca belo ra p ado, co mo uma j u dia n um ca mp o de c on c en t ração, o p é di rei to do br ado em fr ente ao es q eu r do, o e x ac to p é on de eu me mago e i

Ah amada princesa de meu coração, vos vi como sempre vos vejo em minhas cores, e vestidos leves de cetim que brilham o amor de ceu coração, trazia contudo senhora face de desalento em seu peito, ao ler a carta que lera, a folha meio tombada em seu colo, como se as letras trouxessem desagradáveis notícias a seu coração, ecoou em mim um conversa em espirito com outra senhora que trago em meu peito, e uma invenção que fora feita , que lhe fora contada, dissera-me ela de assim o ter feito, e eu nessa noite zangado, lhe disse para desfazer o mal feito que teria feito, depois a vejo, e fiquei a pensar, se seria o reflexo dessa conversa, ou mesmo se a intenção se teria concretizado de acordo com o a confissão, ou se estranho vento de obrigação, a teria mudado, sabei que sempre a verdade se sabe e triunfa, mesmo que os corações sofram na mentira, se o amor é amor, sempre Ele vencerá, não sofra pois em vão senhora princesa de meu coração, que em amor a trago em constância

A h am ad a pr inc e sa de me u co ra ção, v os vi co mo se mp re v os v e jo em min h as co r es, e v es tid os l eve s de cetim q ue br ilha m o amor de ceu co ra çao, t ra z ia c on tudo s en h or a face de d e s al en to em s eu pei to, ao l e r a c a rta q ue l e ra, a f o l h a mei o tom ba da em s eu c o l o, co mo se as l e t ra s t ro ux es se m d esa g ra d ave is no tic as a seu cora ç çao, e co o u em mim um co n v e r sa em es pei to com o u t ra s en hor a q ue t ra g o em m eu pei to, e uma in v en çao q ue f o ra fei ta , q ue l he f o ra contada, di ss e ra inglesa me e la de as si m o ter f e i to, e eu ne ss a no ite zan gado, l he di s se para d es f az e r o ma l f e i to q ue te ria f e i to, d ep o is a v e j o, e fi q eu ia p en sar, se s e ria o r e f l e xo de s sa c on v e r sa, ou me s mo se a in te n çao se te ria c on c r eti za do de ac o r do com o a co n fissão, ou se es t ra n h o v en to de ob riga çao, a te ria mu dad o, s a bei q ue se mp rea verdade se s ab e e t ri u n f a, me s mo q ue os co ra ç o es s o fr am na m en t ira, se o amo r é amor, se mp r e E l e v ene rá n ão s o fr a p o is em vão s en hor a pr inc e sa de me u co ra çao, q ue em amor a t ra g o em co ns tân cia

E uma outra linha antes se desvelou, relacionado com a relação às senhoras da assembleia da republica, certamente quando foram apanhadas a mentir, para alem das manhas , que mais não são do que pálida e impossível tentativa de branqueamento da pura mentira, como abaixo em pormenor se fará plena e inequívoca demonstração, casa de mentirosos, corruptos e cúmplices de roubos de crianças!

E uma outra linha ant es se d es v e lao u, r e la cio n ado com a relação às s en hor as da as se m b lei a da republica, ce rta e mn te q ua n do forma ap anha d as a m en tir, para a l em das m anhas , q ue mai s não são do q ue pá li da e i mp os s iv el t en t a t iva de br an q ue am en to da p ur o m en t ira, c omo ab a ix o em por m en or se fa rá p l en a e ine q u ivo ca demo ns t ração, cas dd e e mn tir oso, co rr u pt os e c u mp li c es de ro ub os de c r ian ç as!

Amada, muitas foram as imagens que no ceu espelharam nosso amor neste transito, e alguns foram os amados seres a que outros chamam de animais que pela tua mão me conduziram e a ver coisa me deram, muitos forma os belos cheios deste inicio de primavera

Am ad a, mui t as f o ram as i mage ns q ue no c eu es pe l h aram n osso amo r neste t ra n si to, e al g u ns forma os am ad os seres a q ue o u t roa s c h am a de animais q ue pe la t ua mão me c on du zi ram e a v e r co isa me de ram, mui t os forma os be l os che i os d este in cio de pr i ma vera

Escrevo estas palavras depois de voltar do café onde publiquei as ultimas para ti com mais um video, de repente se pôs a chover forte, depois procurei um dicionário de inglês, e encontrei o mysterium coniunctionis, e o abri ao calhas e me calhou o cão, assim diz,

Es c r evo est as pal av ra s d ep o is de vo l t ar do ca fé onda pub li q eu ia s u l tim as para ti com mais um vi de o, de r ep en te se p os a ch o v e r f o r te, d ep o is pr o c u rei um di cio na ´ rio de in g l ~ es e en c on t rei o m y s te ri u m co ni u n c tio n is, e o ab r i a o ca l h as e me cal h o u o cão, as si m di z,

B. O cão, o lado escuro de selena, lua, já está indicado pela antiga evocação dela, xuvoo, cadela, que se acha no grande papiro mágico de Paris, tambem se menciona que na segunda hora do dia Helios aparece como um cão, estou agora na segunda hora, ao isto escrever, segunda hora e trinta e nove minutos para ser mais preciso, essa averiguação é de certo interesse porque a symbolizatio por canem, a simbolização como cão, penetrou na alquimia ocidental pelo liber secretorum que é um tratado de kalid, talvez escrito originariamente em árabe

B. O cão, o l ado e es c u ro de se lena , l ua, j é est á indica do pe la ant i g a evo ca ção de la, x u v oo, ca de la, q ue se ac h a no g rande pa i ro nm á r gi co de Paris, te m b em se e mn cio na que na se g un da h o ra do dia He li os ap ar e ce co mo um cao, est o u agora na s g eu n da hora, ao is to es c r eve r, se gun da h o ra e t rin t a e no v e minu t os para ser ma si pr e ciso, ess a ave r i g u a ç a o p é de ce r to in te r ess e por q ue a s y m bo l iza tio por c ane m, a s im bo liza ção como cão, p ene t ro u n a al q u i mia o cid en t al pe l o li be r se c re to r um q ue é im t rata do de ka l o d, t a l v es e s c rito ori gina ria mn te me ar ab e


Hermes disse: meu filho, toma o cão macho corasceno e a cadela arménia e os acasala, e eles parirão um cão cor do céu,; e quando ele tiver sede. Dá-lhe de beber agua do mar. Pois ele protegerá teu amigo e te defenderá de teu inimigo e te ajudará onde quer que estejas, vivendo contigo neste mundo e no outro, e Hermes quis designar pelas palavras cao e cadela as coisas que protegem os corpos da combustão do fogo e do calor dele

Her mes d i s se: m eu fil h o, tom a o cão m ac h o cora s c en o e a ca de l a ar mé ni a e os ac a sala, ee le s par irão um cão co r do c é u,; e q ua n do e l e t iv e r sede. D á inglês l he de be b e r agua do am r. P o is e le pr ot e ge rá te y ami g o e te d efe n de rá de t eu inimigo e te ajuda rá onda q eu r q ue es te j a s, v iv en do c on ti g o neste mundo e no co u t ro, e her m es q u is d es i g n ar pe l as pal av ra s cao e ca de la as co i sas q ue pr ot e g em os co p o r s da co m b us tão do f o g o e do cal o r d el e

Como paralelos explicativos dá o rosarium a união do branco com o vermelho, e cita Senior, o escravo vermelho casou-se com a esposa branca, e fica claro que com esse acasalamento não se trata de outra coisa que do casamento do sol e da lua, a figura teriomorfica do sol como leão e cão, e lua como cadela, mostra que existe nas duas luminárias um aspecto que fundamente a necessidade da symbolizatio , simbolização, em forma de animais , isto é, que os dois em certo sentido são também bestiae ( animais) ou respectivos appetitus ( tendências) , ainda que essas tendências como potentiae sensuales, faculdades sensitivas, sejam atribuídas à lua, como vimos.

Co mo para lelo s e x p l ica t ivo s d á o ro sari um a união do br anco com o vermelho, e cita S en i o ro es c ra vo vermelho ca s o u inglesa se com a es posa br anca, e f ica c l ar o q ue com ess e ac asa l am en to n ão se t rata de o u t ra co isa q ue do ca sa m en to do sol e da lua, a fi g u ra teri o mor f ica do s o l co mo le ão e cãpo, e l ua co mo ca del a, mo st ra q ue e x is te na s du as l u m iná ria s um as pe c to q ue fun damen te a ne ce s sida de da s y m bo l iza tio , si m bo liza ção, em forma de anim a is , is to é, q ue os do is em ce r to s en t id o são t am b é m b es tia e ( animais) o u r es pe c t iv os a pp e titu s ( t en den cia s) , a i n da q ue es sas t en den cia s co mo p ot en t ia e s en s ua l es, faculdade ss en siti v as, se j am at rib u id as à l ua, co mo vi mo s.

Há porem um sol niger, no entanto se contrapõem ele ao sol diurno de maneira característica e é claramente distinto dele. A lua não tem essa vantagem, pois é ela manifestamente ora clara, ora escura. Em termos psicológicos isso quer dizer que a consciência , de acordo com sua natureza, se distingue de sua sombra, ao passo que o inconsciente não está apenas misturado com o seu próprio lado negativo, mas alem disso está onerado com a sombra expelida pela consciência

H á p o r em um sol ni g e r no en tan to se c on t ra p õ es e le ao sol di r uno de mane ira cara c te r is tic a e é clara mente di s tinto de l e. A l ua n ão te m ess a van t a g em, po ii s é e la m ani f es t ad a m en te o ra clara, o ra es cura. Em te r mo s ps i co l o gi co s iss o q eu r di ze r q ue a co ns c i ê n cia , de ac o r do com s ua nat ur e za, se di st in b g ue de s ua s o m b r a, ao passo q ue o inc o ns cie n te n ão est á ap en as m is t ur ad o com o seu pr ó pr io l ado ne g at iv o, mas al em d iss o est á one ra do com a s o m br a e x pe li da pe la co ns cie n cia

Era mais ou menos o que dizia num anuncio que fora emitido neste ultimo transito, salvo erro da l oreal, que dizia a propósito de um leite, ou algo assim semelhante, que ele era mais fiel a ela do que ela a sua própria sombra, sendo o sentido, que o leite, a impedia de certa forma a expansão da sua própria sombra

E ra ma is o u m en os o q ue di z ia n um anu n cio q ue f o ra emi tid o neste u l tim o t ra n si to, sal vo e r ro da l o real, q ue di z ia a pr o pr os i to de um lei te, ou al g o as si m se me l h ant e, q ue e le e ra mai s fi el a e la do q ue e la a s ua pr o pr ia s o m b r a, s en do o s en tid o, q ue o lei te, a i mp e dia de ce rta forma a e x p an são da s ua pr o pr ia s o m b r a

O filho do cão de kalid é sempre enaltecido filho do filósofo, e com isso se destaca a ambiguidade dessa figura, ela é ao mesmo tempo luz claríssima e noite escuríssima, e portanto uma perfeita coincidência oppositorum, coincidência dos opostos, por meio da qual se exprime a divindade do si mesmo. Essa ideia , que se afigura impossível ao sentimento cristão , é de tal modo lógica e inevitável, que ela conseguiu abrir caminho e impor-se na alquimia, ainda que por varedas maravilhosamente entrelaçadas

O fil h o do cão de ka l id é se mp r e en al te cid o fil h o do fi l ó s o f o, e com iss o se d es t ac aa am bi gui dad e d ess a figura, e la é ao me s mo te mp o l u z c l ar is sima e no i te es c ur i ss ima, e pr ota n to uma pe r f e it a co inc id en cia o pp os it o r um, co inc i d en cia dos o p os t os, por mei o da q u l se e x prime a di vi n dad e do si me s mo. Es sa i deia , q ue se a f u g u ra i mp os si v e l ao s en tim e n to c r is tão , é de t al modo l ó gi ca e ine vi t áve l, q ue e la co n se gui u ab r i r caminho e i mp o r inglesa se na al q u i mia, a in da q ue por v ar e d as mara vi l h o sa mente en t r e l aç ad a s

E continua jung, a desenvolver o saber sobre o cão e a cadela, por umas quantas páginas, onde se destacam as ideias,

E conti n ua j un g, a d es en vo l v e r o s ab e r s ob r e o cão e a ca de la, por uma s q ua n t as pá gina s, onda se d es t ac am as i d eia s,

Do cão como logos, o logos é pois um cão, é certo logos divino que surge como um juiz dos vivos e dos mortos, assim como cão, que é constelação tem influencia sobre o nascimento das plantas, é da cor do ceu, que indica a sua origem celeste, que o cão representa em certa forma o hierosgamos, que é o motivo complementar necessário da natureza luminosa da pedra que é exaltada até a exagero, fala ainda da sua função, ou melhor do que ao longo dos tempos foi entendida ser sua função, intritus apertus de phialetha, , este, ( isto, é, o camaleão), é o filho hermafrodita, no berço infectado, existe no bosque de diana um par de pombas que aclamam o furor dele,

Do cão co mo l o g o s, o l o g os é p o is um cão, é ce r to l o g o s di v ino q ue s ur ge co mo um juiz d ps v iv os e do s mor to se as si m co mo o p cão, q ue é co ns te l a ção te m influencia s ob reo n as cie mn o das p l ana ts, é da co r do c eu, q ue indica a s ua ori ge m celeste, q ue o cão r ep r es neta em ce rta forma o hi ero s g am os, q ue é o m ot iv o co mp l e m en t ar ne ce ss a´ rio da na t ur e za l umo in o sa da ped ra q ue é e x l at ad a at é a e x a g ero, fala a in da d a s ua fun ção, ou mel hor do q ue ao l on g o dos te mp os f o i en te n dida s e r s ua fun ção, in t ritus ap e r t us de ph ia l e t h a, , este, ( is to, é, o c am a leão), é o fil h o her m a f ro di t o, no be r ço in f e c ta do, e x iste no bo s q ue de di ana um par de p om ba s q ue ac l amam o f ur o r de l e,


A ultima imagem em ceu nocturno deste transito, se espelhou no ceu na descida da meia lua sobre monsanto, como semi arco inclinada sobre os montes de monsanto, saia clara de dentro da boca de um enorme tubarão e se deitou por detrás dos montes

A u l t im a i mage m em c eu no c t ur no d este t ra n si to, se es pe l h o u no c eu na d es cida da m aia l ua s ob re mo n s anto, c omo s en mi ar co inc lina do s on reo s mo n te s de mo n s anto, s aia clara de d en t ro da bb oca de um en o r me t u barão e se de it o u por de t rá s dos mo n t es

Depois em dia recente ao descer a rua do costa a Alcântara, o prédio numa das esquinas onde o passeio alarga, e que tem umas janelas redondas, o ultimo andar de repente ficara livre, os colchões e outras trapalhadas cá em baixo, ao subir, no vidro uma mancha de sujidade, ali estava por mão que a fez a indicar, o tubarão, ora alo seria a sede do ado, que para quem não se recorda, é um aparelho de efeitos especiais que faz voar as imagens, sendo que aqui é mais designação, de outras coisa de ritual e de porcaria que nas vezes se faz para fazer assim voar as imagens, ou melhor escrevendo, as projectar no ceu

D ep o is em dia r e c en te ao d es ce r a rua do costa a al can tara, o pr é di o n uma da s es q u ina s onda o pa s seio al ar g a, e q ue te m umas j ane l as re d on d a s, o u l tim o and ar de r ep en te fi cara li v r e o s co l c h õ es e o u t ra s t ra pa l h ad as cá em ba ix o, ao s u b i r, no vi d r o uma man c h a de s u j i dad e, a li est av a por mão q ue a fez a indica ro t u barao, o ra a lu se r ia a sede do ad o, q ue para q eu m não se re co rda, é um ap ar e l ho de efe i t os es pe cia is q ue f az vo ar as iam g e ns, s en o q ue a q u i é ma si de si g na çao, de outras co isa de ritual e de po rca ria q ue nas v e z e s se f az para f a ze r as si m vo ar as i m ag ne s, o u mel hor es c r eve n do, as pr o ject ar no c eu

Deus é generoso com os que se amam, senhora, pois me trás ao perto do olhar, belas senhoras, mas tardeis vós em aportar

D e us é g ene roso com os q ue se a m am, s en hor a, p o is me t rá s ao pe r to do ol hor, belas s en hor as, ma s t arde is vó s em ap orta r

Vi uma bela rapariga dos números , pegava os numeros pela frente e de lado e onde lhe desse jeito

Vi um ab e la ra ap riga dos n ú m e ro s , pega vao s nu m ero s pela fr ente e de l ado e on de l he d ess e je i to

matemática pura em estado puro, uma permanente construção para os amantes

Am t e m á t i c a p u ra em estado p ur o, uma pe r e mna mente co sn t ru çao para os am ant es

Risco no voo? Não se saber se, se é capaz?

R isco no vô o? N ão se s ab e r se s e é ca p az?

Há risco na vida , hoje há muito risco na vida, vida é risco, viver é risco

H + a r isco na v ida , h oje h á mui to r isco na v ida, v ida é r isco, v iv e r é r isco

Se tendes duvida bela menina que me olhava grande tão sério, ponde-a no todo e não na parte, se o todo é infinito, o risco, sempre o será?

Se t en d es du vi da bela me nina q ue me o l h av a g rande taõ sé rio, p onde inglesa a no todo e n ão na par te, se o to dp é in fi ni to, o r isco, se mp reo se rá?

Disse-me um pássaro querubim ao passar

D iss e inglesa me um pá ss ar o q eu rubim ao pa s sar

Nós não sabemos o que é o amor

Amor é ser feliz
Amor é alegria
Amor é namorar
Amor é casar
Amor são frutos
São filhos feitos
Trazidos e cuidados
Em amor, pelo amor

Nó s n ão s ab emo s o q ue é o amo r
Amo r é se r f e liz
Amo r é al e g r ia
Amo r é n a m o r a r
Amo r é c asa r
A mão são fr u t os
São fil h os f e it os
T ra z id os e cu i dad os
Em amo r, pelo amo r

Poderemos não ser capazes, poderemos até pensar que não somos capazes, e por tanto assim pensar-mos não ser-mos mesmo capazes, dizia de não saber se estava a altura, não vos vi em vosso tamanho, se não belo e de uma tristeza apreensiva, e o de seu coração mais não conheço, que para isso é preciso trazer ao perto, arriscaria mesmo dele a dizer, infinito de quem trás amor a todos s numeros e todas as operações, operar, fazer, operar é fazer e fazer, faz-se fazendo, só depois, quanto um existe, pelo fazendo e tendo-o feito se poderá responder , fica o caminho, pé a pé e fé

P ode remos não ser ca p az es, p ode r emo s at é p en sar q ue não s omo s ca pa z es, e por t ant o as si m p en s ar inglês mo s n ão ser inglês mo s me s mo ca pa ze s, di z ia de n ão s ab e r se es t ava a al t ur a, n ão v os vi em v ss o t am anho, se não belo e de uam t r iste za ap ren s iva, e o de se u co ra ção mai s n ão co n he ç o, q ue para iss o +e pr e cis t ra ze r a o pe r to, ar r isca ria me s mo de le a di ze r, in f ni to de q eu m t rá s amo ra todos s n un ero s e todas as opera ç õ es, o pera r, f a ze r, o pera r é f az e r e f az e r, f az inglesa se fazendo, s ´ d ep o is , q ua n to um e xis te, pelo f a zen do e te n do inglês o fei to se p ode ra r es pon d er , f ica o a ca minho, p é a p é e f é

Mas ficar na duvida e não tentar, parca resposta, parco ser, parco ousar, parco viver

Ma f i car na du v ida e n ão t en t ar, pa rca r es posta, par co se r, p ar co o usa r, pa r co v iv e r

Deus é generoso com o amor e os amantes, e certos homens, não certos, vão pela vida fazendo grandes maldades

D e us é g ene roso com o amo r e os am ant es, e ce r t os homens, n ão ce r t os, v ão pe la v id a af zen do g rand es m al dad es

Tinha eu em minhas letras mais ou menos recentes, mais ou menos antigas, falado de não conhecer a marion , bela rapariga , que ganhara um prémio da cidade de paris, e pouco depois ganhava ela um oscar e assim a vi, tinha eu escrito sobre jibóias que se enrolavam em marinheiros de férias em viagens transatlânticas, quando aparecera ela numa foto, vestida de branco, o oscar doirado, como que inclinado em sua mão, e a sombra do microfone a pequena cabeça, montava por ela acima, salvo seja, e parecia indicar a vareta que fizera tombar o oscar, olhava as escaminhas da bela rapariga que trás três lábios em sua face, a me decidir, se beijava um ou os três, que eu sempre gostei de beijar olhos, e pensava que giro, há belas raparigas que trazem como que três lábios em sua face, que bom, tantos para beijar, e pensava nas escaminhas brancas, e me perguntava, será ela a cobra, serão as escamas de cobra, até que em dia seguido alguém outro, num jornal dava conta das escamas brancas serem de peixe, eu li aquilo e me disse, na realidade parece ser mais um peixinho branco, se calhar mesmo uma bela sereia

Tinha eu em min h a s l e t ra s ma si o u m en os r e c en te s, ma si ou m en os ant i gas, fala do de nã c on he ce r a mario n , be la ra pa riga , q ue g ana h ar um pr émi o da ci dad e de pa r is, e p o u co d e p o is gan h av a e la um os car e as si m a vi, tinha eu es c rito s ob r e jo boi as q ue se en rola vam em marin he i ro s de f é ri as em vi g e ns t ra ns at lan tic as, q ua n do ap ar e cera e la numa f ota, v es t ida de br anco, o os car do ira do, co mo q ue inc l ina do em s ua mão, e a s om b ra do mic ro f one a pe q u en a ca beça, mo na tva por e la ac ima, sal vo se j a, e par e cia indica ra v ar eta q ue f ize ra tom b ra o os car, o l h ava as es caminha s da be la ra pa riga q ue t rá s t r es l á bi os em s ua face, a me dec id i r, se bei j av aa um ou os t r ê s, q ue eu se mp re g os tei de bei j ar olhos, e p en s ava q ue gi ro, h á be la s ra pa riga s q ue t ra ze m co mo q ue t r es l a + ´ bi s o em sua face, q ue b om, t ant os para bei j ar, e pen s ava nas es cm in h as br anca s, e me pe r gun t ava, s e rá e la a cobra, se rão as esca m as de co br a, at é q ue em dia se u id o al gume outro, n um jo r na l dava c on ta das es cm as br anca s se r em de pe i x e , eu li a q u i l o e me d iss e, na real i dad e par e ce ser mai s um peixinho br w n co, se c l a h ra me s mo uma be la se reia




Já contudo um cio se montara nesta cidade, usaram desta vez as capas das revistas, e o propósito dos dramas directores, e modelizadores das telenovelas, e criados de psico dramas de indução nas vezes psicótica, ali no cardápio das revistas presas, na entrada do metro do rato, lá estava que por esses dias , como que antecipando a marion , dizia ela, matou o oscar, depois outras linhas escutadas no espirito, e diz que não se arrepende, do drama original da telenovela, esse não o conheço, mas o sentido este era, depois em dia seguinte, um numero metálico, dos que lá estão no escaparate, das revistas e jornais que não parecem mudar, pois para ali estão nas vezes fora muito de seu prazo, o onze a vermelho sobre prata aparecera em cima da revista, onde dizia ela matou o Oscar, como que a mostrar a relação com o oskar ser , um do grupo onze ou pelo grupo onze finado e de repente aquilo e reverberava na foto da bela marion a receber o oscar doirado

J á c on tudo um cio se mo n tara ne st a cida de, usa ram d es ta v e z a s ca p as das r e v ista s e o por p os i to dos dr ma s di rec tor es, e mode liza dor es das te l en o velas, e c ria d os de ps i co dr am as de indu çao nas v e z s ps i c ó tic a al i no ca r d á pi o d as r e v ista s pr e sas, na en t ra da do met ro do rato, l á est av a q ue por ess es dias , co mo q ue ant e cip and o a mario m, ap ar e ce ra , di z ia, e la mato u o os car, d ep o is o u t ra s linhas es cut ad as no es pi rito, e di z q ue não se ar r e p en de, do dr am a ori gina l da te l en o v el, ess e n ão o cn he ç o, mas o s en tid o este e ra, d ep o is em dia se gui n te, um nu m ero met á l i co, dos q ue l á est ão no esca pa r a te, das r e v ista s e jr na si q ue não par e ce m mu d ar, p o is para ali est ão na s v e z s f o ra mui to de s eu pr az o, o on ze a vermelho s o br e pa rta ap aa r e ce ra em cima da r e v ista, on de di z ia e la mat o u o os k ar, c omo q ue a mo st ra r a relação com o os ka r ser , um do g r up o on ze o u pe l o g r up o on ze f ina d o e de r ep ren te a q u i l o e r eve rb ava na f oto da be la marion a r e cebe ro os ca r do ira d o

Por essa altura como sempre é o propósito vira eu na televisão, a bela alicia keys, a receber um gramy, mais uma bela rapariga com três lábios em sua bela face, Ah Meu Deus que bela ela é e vinha, olhos semi serrados, pelo brilho das luzes, uma voz rouca de gata quente quentinha que até fazia arrepios na espinha do peixe, e palavras de Deus certas acertadas, ali a vira de repente e de repente fiquei por ela arrepiado de Amor

Por ess a al t u ra co mo se mp re é o pr o p os i to v e ira eu na te l e visão, a b e la al i cia k e y s, a r e cebe r um g ram y, mai s uma be la ra pa riga com t r ê s l a b i o s em s ua be l a face, A h M eu D e us q ue bela e la é e vinha, o l h os s emi se r ra d os, pe l o br ilho das l u ze s, uma v oz ro u ca de gata q eu n te q u en tinha q ua té f a z ia rr e pi os na es pi n ha do pe i xe, e pala v ra s de D e us ce r ta s ac e rta d as, a li a v ira de r ep ren te e de r e p en te fi q eu i ar r e pia do de Amor

Andava eu arrepiado pela menina, quando num dia mais ou menos seguido, abro o jornal e lá estava a gatinha assim como que deitada, com seus belos cabelos compridos a seu lado, ah que meu coração, logo disse, que belo leito para ao lado morar, que a bela rapariga acabara de chegar a lisboa, e pela segunda vez para dar musica as gentes, a mim já me dava um musica inteira a morar em meu coração, que aquela visão era deleite e deleitar

And av a eu ar r e pia do pe la m e nina, quando n um dia mai s o u m en os se gui do, ab ro o jo rna l e l á est ava a g a tinha as si m co mo q ue de i t ada, com se us be l os cab e l os co mp rid os a s eu l ado, a h q ue me u co ra çao, l o g o di s se, q ue belo lei to para ao l ado mor ar, q ue a be la ra pa riga ac ab a ra de ch a g ar a lis boa, ep la se gun da v e z para d ar mu sica as g en t es, ami m j á me dava in te ira, q ue a q eu l a vi são e ra de leite e de lei t ar

Depois como era de se esperar visto o amor amar e se espalhar, a menina lá encheu o inteiro pavilhão, falou português e tudo e ainda a consegui ver na televisão um pedacinho a cantar e até a saltar, cuidado bela menina, que se suas pernas são belas e fortes que até devem dar para partir nozes, cuidado assim ao saltar de semi arcos elevados com aqueles tacões que lhe vi, e bem vi sua elasticidade, ficaram as belas perinhas mesmo encostadas aos calcanhares, coisa que me pareceu assim quase no limite, mas a menina saberá de si cuidar, certo seguro estou eu, depois em dia seguinte dava o alinhamento das duas canções e eu lia aquilo, e me perdoe, menina a presunção, mas o que lá via era como que um convite, que me dizia ao coração, devias ter vindo, que até me pareceu, um bocado o que senti quando cá estava a bela be, mas bela menina alicia, se chaves ainda tenho, dinheiro para bilhetes não, mas terei sempre todo o gosto em lhe mostra a cidade, ou o universo inteiro se desejar, pergunte para a próxima a minha direcção a esses malandrins dos concertos que eles saberão indicar, ou então punha o seu telefone no cartaz, de modo que eu o entenda

D ep o is co mo e ra de se es pera r vi st oo amo r a mar e se e spa l h ar, a me nina l á en c he u o in te rio p av ilhão, f a lou por t u g u es e tudo e a inda a co ns e gui v e r na te l e vi sao um peda ç in h o a can t ar e at é a sal t ar, c u i dad o be la me nina, q ue se s u as pe rna s são be la s e f o r te s q ue at é d eve m d ar para r par tir n oz e s, c u i dad o as si m ao sal t ar de s emi arcos el eva d os com a q eu l es t ac õ es q ue l he vi, e b em vi s ua e la s t e cidade, fi ca ram as pe ra s me s mo en co ns t ada s aos cal can h ar es, co isa q ue me par e ceu as si m q u ase no li mit e, mas a me nina s ab e rá de si c u id ar, ce r to seguro est o u eu, d ep o is em dia se gui n te dava o al in h am en to das du as can ç õ es e eu lia aquilo, e me pe r d oe, me nina a pr e sun ção, ma s o q ue l á v ia e ra co mo q ue um co n vi te, q ue me di z ia ao co ra ção, d e v ia s te r v indo, q ue at é me par e c eu, um b oca do o q ue s en ti q ua n do c á est v aa be la be, mas bela me nina al i cia, se ch av es a inda t en h o, din he i ro para bil he te s n ão, ma s t e rei se mp r e todo o g os to em l he m os t ra a cidade, ou o uni v e r s o in te i ro se d es e j r a, pe r gun te para ap ró xi ma a min h a di rec c çao a ess es ma lan r is dd os c on ce r to s q ue e le s s ab e rão indica r o u en tão p unha o se u te l e f one no ca r t az, de modo q ue eu o en t e n da

Ah bela menina como que vos senti a mim ligado, eu a si enquanto cá esteve, com uma sensação que iria a encontra ao dobrar da esquina, e no dia seguinte, quando de manhã fui tomar café, levara-me meus passos a um café que dá pelo nome de belíssimo, e quando ali entrei, nessa espécie de transe de amor em que ia, e que a menina de alguma forma me trazia, olhei a maquina e a seu lado, li encontro único, o belíssimo café que é um encontro único, e meu coração, quase que falhava ao instante na duplicidade do dizer, naquele polo do único, que mais não continua, o outro lado da frase, esse é belo e lhe fará certamente justeza, diz que é um encontro tão bom, que é único, pelas suas qualidades, e quando estou nisto a sentir e a pensar, olho a televisão, que estava na mtv, e lá estava a menina a cantar, embora sem som, ali fico a olhar, é uma história estranha assim em mudo, a menina vai ao hospital ver uma amigo que está doente, depois aparece na imagem uma hora, onze horas, levei a mao ao bolso, tirei o telele e vi as horas que eram, eram onze e onze, e todo aquilo soava a meu coração a encontro perdido por atraso, de onze minutos, que coisa estranha, o amor, menina , o que Ele nos faz sentir, e que estranho numero, em sua partes e soma, dupla unidade dos dois pontos do duplo circulo, a menina , e eu como onze onze, dupla dupla unidade, o quadrado, os dois juntos, o seis ou o meio, do amor certamente, bela menina alicia, pois fiquei eu a sentir e a pensar sentido, que o santana se calhar embora não o sabendo , para si terá feito uma antiga musica de que eu gosto muito e me parece de si falar, black magic woman, contudo meu nome se é quadrado, é numericamente outro, mas todos se pertença, se encaixam pelo amor uns nos outros, e são todos filhos e pais uns dos outros, ah bela alicia, trouxesse eu a chave de seu coração e a ter encontrado e ficar consigo pela manha a beira rio a conversar


A h be la me nina co mo q ue v os s en ti a mim li gado, eu a si en q ua n to cá es t eve, com uma s en s a çao q ue iria a en co n t ra ao do br ar da es q u ina, e no dia se gui n te, q ua n do de manhã f u i tomar ca fé, l eva ra inglesa me m eu s pa ss os a um c fé q ue d á pe l o no me de be ll is s omo, e q ua n d o a li en t rei, ne s sa es pe cie de t ra ns e de amo r em q ue ia, e q ue a me nina de al g uam forma me t ra z ia, o l hei a ma q u ina e a s eu l ado, li en c on t ro úni co, o be li s si mo ca fé q ue é um en c on t ro úni co, e me u co ra çao, q u ase q ue f al h ava ao ins t ante na d up li cidade do di ze r, na q eu le p olo do único, q ue mai s n ão cn ti n ua, oo u t ro l ado da fr ase, ess e é belo e l he f a rá ce rta mente j us te za, di z q ue é um en c on t ro t ão bo m, q ue é uni co, pe la s s u as q ua li dad es, e q ua n do es to u ni st o a s en tir e ap en sar, olho a te l e visão, q ue est av ana m t v, e l á es tva a me nina a can t ar, em b ira se m s om, al i fi coa olhar, é uma h is tó ria es t ra n h a as si m em mudo, a me nina v a i a o h o spi t al ver uma ami g o q ue es t á d o en te, d ep o is ap ar e ce na i mage m uma h o ra, on ze hor as, l eve ia mao ao bo l s o, ti rei o te l el ee vi as h or as q ue e ram, e ram on ze e on ze, e todo aquilo s o ava a m eu co ra çao a en c on t ro pe r dido por at ra s o, de on ze minu t os, q ue co isa es t ra n h a, o amo r, me nina , o q ue El e nos f az s en tir, e q ue es t ra n h o nu m ero, em s ua par te s e s oma, d up l a uni dad e do s do is p on to s do d up l o cir c u l o, a me nina , e eu co mo on ze on ze, d up l a d u p la uni dad e, o q ua dr ado, os do is j un t os, o sei s ou o mei o, do amo r ce rta mente, be la me nina al i cia, p o is fi q eu i eu a s en tir e a p en s ra s en t id o, q ue o s ant ana se c l h ar em bora não o s a ben do , para si te rá fei to uma ant i g a mu sic a de que eu g os to mui to e me par e ce de si f l ar, b l a c k magic w oman, co n tudo me u no me se é q ua dr ado, é n um erica mente o u t ro, mas todos se pe r te n ç an, se en caixa m pe l o amo r u ns no s o u t ros, e são todos fil h os e pa is u ns dos outros, a h be la al i cia, t r ux ess e eu a ch ave de seu co ra ção e at re en c on t ra do e f ica r co ns i g o pe l a m anha a bei ra rio a co n v e r s ar

Se passava tudo isto ali pelos lados da pampulha, onde as gentes um dia antigo esconderam em suas casas a santa da igreja de paulo que fizera um penso ao rei, e o curara, e antes ou depois , por esses dias estava eu no corredor ao lado e debaixo do nível da estrada, a ver revistas, quando dou de caras com a bela demi more, a marion, e a emanuele, depois de ver as belas raparigas, uma pomba de amor me chamou a tenção e me mostrou o elemento, do semi arco, que é tambem o tal outro sapato que mais aparece um antigo porta moedas que se encontrava nas fotos do carro onde bhutto morreu, e que outros amantes me tinham de novo para o elemento chamado à atenção, relacionado com ratos que fazem semelhantes aberturas nas bases das colunas de palácios, e que mais a frente no texto será detalhado, mas a pomba me chamou a atenção dos elementos no dispensário de Alcântara, o antigo, um belíssimo edifício que esta fechado à séculos, como muito outros nesta cidade, e por entre os postes que cortavam as letras, eu li, do pen do sario da al can tara, com que a dizer que a escrita formadora, a centa fora da di serpente da caneta do as rio da a um de can tara

Se p as s ava tudo is to al i pe l os l ado s da p am pulha, on de as g en te s um dia ant i g o es conde ram em s ua s ca sas a s en ta da i g r e j a de p au l o q ue f ize ra um p en s o ao rei, e o c ur ar a ra, e ant es o u d ep o is , por ess es dias est v a eu no co r red or ao l ado e de ba ix o do ni v el da es t ra da, a ve r r e v ista s, q ua n do d o u de caras com a be la d emi mor e, a mario n, e a ema n eu l e, d ep o is de ver as be la s ra pa rigas, uma p om ba de amo r me ch am ou a te n ção e me m os to u o el em en to, do s emi arco, q ue é t am b em o t al outro s a pato q ue ma si ap ar ce um ant i g o p orta m oe d as q ue se en c on t rava nas foros do car ro onda b h u t to mor r eu, e q ue o u t ro s am ant es me tinha m de n ovo para o el e mn to, r el a cio n do com ra to s q ue f az e m se me l h ant es ab e r t ur a s nas b ase s dd as co l un as de pal cio s, e q ue mai s a fr net e no te t x to se rá d eta l h ado, mas a p om ba me c h amo u a at en ção dos el e m en to s no di s pen sa rio de al can t ra, o ant i g o, um be l iss i m e id fi cio q ue est a´ f e ch ado à sec u l os, co mo mui to o u y rr os ne st a sica de, e por en t reo s p os te s q ue co rta v am as l e t ra s, eu li, do p en do sa rio da al can tara, com que a di ze r q ue a es c rita forma do ra, a c en ta f o ra da d a di se rp en te da can e t do as rio da a um de can tara

Nessa tarde em que as três belas meninas vi, ah menina demi, sabeis bela menina há quantas , quantas luas habita em meu peito, eu que sempre lhe trago tanto amor, que até dói quando a vejo a fazer papeis de vilã, como aquele em que trama um seu colega dos computadores, mas depois recordo todos os outros seus filmes, e pronto passa, menos a menina que sempre achei muito bela e de sangue muito quente quentinho, das ilhas ao norte, o ceu estava assim meio ceu de mat, a Deusa mostrava que estava em julgamento e a julgar, de repente o sol se escondeu por detrás das nuvens, e se passou algo mágico, pois de repente era ele três pontinhos, os de baixo suficientemente entre si afastados, demais para o seu tamanho outrora visível, e saíram três pontinhos de luz que desenharam um triângulo de lados não idênticos, em posição de fogo, depois as nuvens desenharem três linhas omo que a marcar o desenho, e toda a minha pele se arrepiou ao ver ali a tripla estrela de seth, no ceu daquela tarde espelhado, acabara de consultar um livro, que comprei há muitas luas, da ultima vez que tive dinheiro para livros comprar, e que ainda não li, pois ando preguiçoso de leituras alheias, quanto alheias, o livro secreto do apostolo joão, assim se chama, e tinha exactamente lido sobre as três estrelas de seth, que na perspectiva gnóstica, é distinta quanto a sua natureza, que são mais graças as três graças, as três estrelas de Deus, assim se pode entender a sua manifestação


Ne s sa t arde em q ue as t r ê s be la s me ninas vi, a h me n ina d emi, s ab e is be la me nina h á q u antas , q u antas lu as n abi ta em me u pei to, eu q ue se mp r e l he t ra g o t ant o amo r, q ue at é d o i q ua n do a v e j o a f za e r pap e is de vi lã, co mo aquele em que t rama um s eu cole g a dos co mp u t ad o r es, mas d ep o is record o todos os o u t ro s se us fil mes, e pr o n to passa, m en os a me nina q ue se mp re ac hei muti be la e de san g ue mui to q u en te q u en t in h o, das ilhas ao norte, o c eu est ava as si m mei o c eu de mat, a D e usa mo s t rava q ue est ava em ju g am en to e a ju l g ar, de rp en te o sol se es conde u por de t rá s das n u v e ns, e se passo u al g o má gi co, p o is de r ep en te e ra el e t r es p on t in h os, os de ba ix o sufe cie n te mente en t re si af as t ado s, d ema is para o s eu t a m n a h o u t ro ra v isi v el, e sir am t r es p on t in h os de luz q ue d es en h aram um t r ina gula de l ado s n ão id en tic os, em p o si çao de f o g o, d ep o is as n u v e ns d es en h ar em t r es linhas omo q ue a ma rca ro d es en h o, e toda a min h a pe l s se ar r e pi o u a o v e r al i a t rip l a estrela de se t h, no c eu da q eu l a t arde es pe l h ado, ac ab ra de co n s u l t ar um li v ro, q ue co mp rei h á mui t as lu as, da u l t ima v e z q ue t iv e din he rio o para li v ros co mp r ar, e q ue a inda não li, p o is and o pr e gui ç oso de lei t ur as al hei as, q ua n to al hei as, o li v ro sec r e to do pa os t olo joão, as si m se ch ama, e tinha l e x cat am en te lido s ob re a s t r es estrelas de se t h q ue na pe r s pe c t uva g n ó s tic a, é di s tinta q ua n to a s ua nat ur e za, q ue são mai s g ra ç as, as t r es g ra ç as, as t r es estrelas de D e us, as si m se p ode en te n de ra s ua m ani f es t a çao

Quando da manifestação do triângulo pelo espirito ouvi, três actrizes de hollywood, é preço demasiado, contudo não era a voz habitual do talhante, assim me pareceu, pois acrescentou, não pode ser, e outros mimos pouco abonatórios relativos ao perfil das meninas, se assim o for, não serão tanto estrelas de Deus , embora todas sejam Suas Filhas, que Deus não rejeita a nenhuma por profissão seja ela qual for, a conversa se diferente era uma mesma de sempre, a responsabilidade, o pagamento em carne e em sangue, por isso me nasceu a preocupação

Quando da m ani f est ção do t r ian gula pe l o es pi rito o u vi, t r ~ es ac t r ize s de h oli wood, é pr e ç o d ema is o ado, c on tudo n ão e ra a v oz h abi u t al do t al h ant e, as si m me m par e ceu, p o is ac r es c en to u, n ão p ode ser, e o u t ros mim os p o u co ab on at ó rio s r e la t iv os ao per fil das me nina s, se as si m o f o r, n ão se rão t ant o es t r e la s de D e us , em bora todas se j am S u as Fil h as, q ue D e us n ã i r e je i ta a ne n h uma por pr o f is s ao se j a e la q ua l f o ra c on v e r s a se di fr ente e ra uma me s ma de se mp rea r es ponsa i li dad e, o p a g am en to em car ne e em san g ue, por iss o me n s c eu a pr e o cup a çao

Passado um dia , vi o mesmo triângulo na tv, correspondia um prédio muito alto com o telhado facetado, três luzes desenhavam semelhante triângulo com semelhante proporção

Passado um dia , vi o me s mo t rin gula na tv, co rr es p on dia um pr é di o mui to al to com o te l h ado f ac eta do, t r es lu z es d es en h av am se m l h ant e t r ian gula com se m l h ante pr o porção, ou porcão, o q ue c on t ava da c ama um m ê s com a loi ra ac t r i z

No caderno tinha declinado os nomes das três belas meninas assim, demi more, marion, emanuele, d emi mor e mar i o n ema manuela do vaso e le, o da emi, será?
Ando em cuidado consegui bela demi, pois muito por aqui aparece em fotos diversas associadas a muito escárnio e mal dizer, perímetro que a menina é so butox ou lá o que é, depois uma estranha historia com um tratamento assim tipo medieval com as sanguessugas que dizem ter posto em seu corpo, e que depois , veja lá acrescentam o pormenor e tudo, incham, o eu é normal nelas e nos vampiros, e que parecem depois bêbadas a andar, e estou assim meio preocupado consigo, mas a ultima foto que de si apareceu era muito bonita, vinha de vestido branco e trazia um cinto com uma bela cruz nas cores lápis lazuli, por altura de seu ventre

No ca de r no tinha dec l ina do os no mes das t r es be la s me nina s as si m, d emi mor e, mar i o n, ema n u ele, d emi mor e ma rio n em a m anu e la do v as o e le, o da emi, se rá?
Ando em cuidado consegui bela demi, pois muito por aqui aparece em fotos diversas associadas a muito escárnio e mal dizer, primeiro que a menina é so butox ou lá o que é, depois uma estranha historia com um tratamento assim tipo medieval com as sanguessugas que dizem ter posto em seu corpo, e que depois, veja lá acrescentam o pormenor e tudo, incham, nl, o eu é normal nelas e nos vampiros, e que parecem depois bêbadas a andar, e estou assim meio preocupado consigo, mas a ultima foto que de si apareceu era muito bonita, vinha de vestido branco e trazia um cinto com um cruz nas cores lápis lazuli, por altura de seu ventre

And o em c u i dad o co ns e gui b ele d emi ,p o i s mui to por aqui ap ar e ce em f oto s di v e r sas as soci ad as a mui to esca r ni o e m al di ze r, pr e im e ri o q ue a me nina é so b u t ox ou l á o q u e é, d ep o is uma e ts ra n h a h is tor ia com um t rata m en to as si m t ip o me di aval com as s an g eu ss u g as q ue d ise m te r p os to em se u co rp o, e q ue d ep o si , veja l á ac r es c en tam o por m e n or e tudo, inc g am, nl, o eu é no r m al nelas e no s v am piro s, e q ue par e ce m d ep o is be ba d as a and ar, e es to u as si m mei o pr e o cup a do co ns e i g o, mas a u l t ima f oto q ue de si ap ar e c eu e ra mui to bonita, vinha de v es tid o br anco e t ra z ia um c in to com um c r u z nas co r es l a pi s la zuli, por al t u ra de s eu v en t r e

A bem dizer a história das sanguessugas me remeteu para os vampiros, e para actos de vampiragem, e me recordei de uma foto, das ultimas que aqui apareceu num jornal de shuarto ainda em corpo passeando em linha com toda a sua família, um foto grande de duas paginas inteiras, onde seu olhar se entranhou em mim profundamente, pois ele me estava tentando contra uma história, a chave era dada pela sua filha mais pequena que era a ultima da linha em que a família caminhava do seu lado direito, e trazia ela uma das mãos em seu braço como se estivera a pressionar o interior do seu braço depois de uma picada ou uma transfusão, ele de frente, olhava dizendo, olha e entende, e levava sua bengala como uma cruz anka, levantada, com uma borracha negra em sua ponta, como um capuz negro que fazia a sombra em seu caminhar, o local da transfusão, ou o local da vampiragem, assim ele parecia a id desvelar

A be m di ze r a h si tó r ia das san g eu ss ega s me r e met eu para os v am piro s, e para ac to s de v am pira g em, e me recorde i de uma f oto, das u l t ima s q ue aqui ap ar e c eu n um jo rna l de s h ua r to a inda em co rp o pa s sea n do em linha com toda a sua f ami l ia, um f oto g rande de du as pa gina s in te ira s , on de se u olhar se en t ra n h oui em mim pr o f un d a me n te, p o is e le me est av te n t and o c on t ra uma h is tó ria, a ch ave e ra dada pe l a s ua fil h a mai s pe q u en a q ue e ra a u l t ima da linha em que a f ami l ia caminha v a do s eu l ado di rei to, e t ra z ia e la uma das mão s em s eu br aço co mo se s e est ive ra a pr es sin ar o in te rio r do s eu br aço d ep o is de uma pi ca da ou uma t ra ns f u são, e le de fr ente, o l h av a di zen do, olha e en te n de, e l eva v a s ua be n gala co mo uma c r u z na l ka, l eva n t ada, cm uma bo r rac h a e mn e g ra em s ua ponta, co mo um ca p u z ne g ro q ue f az ia a s om br a em se u ca min h ar, o l oca l da t ra sn g u são, o u o l oca l da vam pira g em, as si m e le par e c ua a id d es v e l ar

Aparecera a foto depois de seu falecer, quando sua esposa , fizera as estranhas declarações, sobre o perfeito que não o era porque só admitia um , assim fora salvo erro o sentido que deduzira em seu dizer, comentado em texto anterior, perfeito remete a astro argentum, o sinal do retirar do sangue, ai ligado

Ap ar e ce ra a f oto d ep o is de s eu f al e ce r, q ua n do s ua es posa , f ize ra as e ts ra n h as dec l ara ç õ es, s ob reo pe r fe i to q ue n ão o e ra por q ue s ó ad mi t ia um , as si m f o ra sal vo e rr oo s en tid o q ue d edu z i ra em s eu di ze r, co m en t ado em te x to ant e rio r, pe r f e i to r e met e a as t ro ar g e n t um, o sina l do r eti ra r do san g ue, a i li gi dao

O triângulo remete para uma anotação no texto maior anterior a este do ultimo transito que mais ou menos se finalizou com o Equinócio da Primavera, relativo as figuras geométricas deduzidas de uma foto de um livro que aparecera com o padre fontes, com as seguintes deduções de id, cc cc ad ad , quadrado da ad da cristina coutinho, o triângulo no circulo de fogo, ligia, maria teresa e cristina coutinho, ligia, maria, e tersa fazem o envelope cc, são as duas chavetas, as dias do circulo do homem do audiovisual da eta e t ás , o que faz as cruzes

O t r ina gula r e met e para uma ano taçao no te x to maio r d este u l tim o t ra ns i to q ue mai s o u m en os se f ina li zo u com o E q u i nó cio da Pr i ma vera, r e l at iv o as fi g ur as geo met ric as d edu z id as de uma f oto de um li v ro q ue ap ar e ce ra com o p ad r e font es, com as se gui n t es d edu ç õ es de id, cc c ca d ad , q ua dr ado da ad da c r si t ina co u tin h o, o t r ian gula no c irc u l o de f o g o , li g ia, mar ia teresa e cristina coutinho, li g ia, mar ia, e te r sa f az e m o en v e lope cc, são as du as ch ave t as, as dias do cir c u l o do homem do au di o v is ua l da eta e t ás , o q ue f az as c ru ze s

Aparece em meu ultimo livro de anotações, um primeiro triângulo semelhante, aquando da presença de eva e do togo em lisboa, csi no futebol fora a entrada , as do circulo duplo do rato primeiro do nono de oitenta e nove, o traço sobre o azul em quarto de jeans, o anel da segunda bora negra, maria julia, pé de rola, edinho, ae k de a tecas

A ap ar e ce em me u u l tim o li v ro de ano t a ç õ es, um pr i me i ro t r ian gula se mel h ante, a q ua n do da pr es en ç a de eva e do t o g o em lis boa, c sis no f u te bo l f o ra a en t ra da , as do cir cu l o d up l o do rato primeiro do nono de o i te n ta e no v e, o t ra ç o s ob reo az u l em q ua r to de je a ns, o ane l da se gun da bo ra ne g ra, maria ju l ia, p é de rola, edi n h o, ae k de a te ca s

Oh bela equipe olímpica , eu por mim suava de outro modo, mas estou sempre convosco, sois todos belos e vos trago a todos no coração,

O h be la e q u ipe o li mp i ca , eu por mim s u ava de outro mod o, mas es to u se mp r e co n v os co, s o is todos be l os e v os t ra goa todos no coração,

Esther , Madona, mordochai, set de gelder, pu vaso t r

Est her , m a dona, mor doc h a i, set de ge l d e r, p u v as o t r

A vesica deitado do avião, com um desenho de um triângulo debaixo de um semi circulo com dois traços de uam vesica deitada dentro do semi circulo e sobre o traingulo, umas asas em v taparam o y cujo perna desce em curva sobre o sopé elevado do Evereste, um vaso de um euro invertido, com um vesica deitada, a cruz dupla da tuberculose entre o mapa de portugal e um E de Espanha, um gancho que sai acima da fronteira ao norte, e liga o primeiro diapasão de quatro alinhados em linha, o pássaro do laço, do vaso da m do triângulo de fogo do primeiro angulo dos dois quadrados inclinados, que terminam em triângulo como uma faca, a mão suporta a cruz dupla , por debaixo do primeiro braço, a cruz inclinada, este era o desenho que eu desenhara depois de ver a cruz dupla espelhada no ceu, hoje a dupla cruz da tuberculoses, estava deitada, a do sporting, o Xavier,

A ve sica de it ado do avi ao, com um d es en h o de um t rai n gula de ba ix o de um s emi cir c u l o com do is t ra ç os de uam v e sica de it ada den t ro do s emi cir c u l o e s ob reo t rai n gula, uma s a sas em v t ap aram o y c u jo pe rna d es ce em c u rca s ob reo s o p é el eva do d o eve r este, um v as o de um eu ro in v e r tid o, com um v e sica dei t ada, a c r u z d up l a da t uber cu l o se en t reo m ap a de por tu gal e um E de es p en h a, um gan c h o q ue sa i ac ima da fr n te ira ao no r te, e liga o pr i me i ro dia pa são de q ua t ro al in h ado s em linha, o pa ss ar o do l aço, dd o v as o da m do t r ian gula de f o g o do pr i me i ro a n gula dos do is q ua dr ado s inc l ina d os, q ue te r mina m em t r ian gula co mo uma f ac a, a mão s up orta a c ru z d up la , por de ba ix o do pr i me i ro br aço, a cruz inc l ina da, este e ra o d es en h o q ue eu d es en hara d ep o is de d e ve ra c ru z d up l a es pe l h ad a no c eu, h o je a d up la c ru z da t uber c u l os es, est ava d eta da, a do s port in g, o x av i e r,

Daniel ruchler, canadiano, m ile en d a rea Montreal Quebeque, modcai siegel, a luva vermelha do suporte que ouve, bahai faith,

D ani el ru ch le r, c ana di ano, m ile en d a rea mo n t real q eu bec, mod ca i si e ge l, a l uva vermelha do s up o r te q ue o u v e, ba h a i f a it h,

O quadrado do meio do infinito ab kapa do vinte e quatro horas, a angulo gato mar terceiro Y do x vinte e quatro horas de oitenta e nove, rato ps toval, tojal, rui,

O q ua dr ado do mei o do un fi ni to ab kapa do vi n te e q ua t ro hor as, a an gula gato mar te r ce i ro Y do x vi n te e q ua t ro hor as de o it en ta e n ove, rato ps t ova l, rui,

Depois, mesa, cruz do amor, trovão ao fundo, chuva, vi vaso do gato go gato t em , os que querem o sangue pelo sangue

D ep o is, mesa, cruz do amo r, t ro vão ao fundo, ch uva, vi v as o do gato go gato t em , os q ue q eu r emo san g ue pe l o san g ue

Soma lá a violência e a dor de todas as crianças que hoje morreram no mundo, lá fora continua a chover, Deus de certa forma é almeidinha,

S oma l á a vi o l en cia e a dor de todas as c r ina s ç a q ue h oje mor re ram no m un do, l á f o ra conti n ua a ch ove r, D e us de ce rta forma é al mei din h a,

O segundo rato do vaso do laço da cruz do lo da pena branca na terra de sangue, maria josé radiografia, divisão da segunda estrela, terceiro philips prata , chuva amarela, mil e quatro homem do forte inglês estrela di quadrado do onze, , k ema ur do vaso do zorro eu ur, ove na vesica , vesica dos anos do Y com asas de morcego, maior serpente mc primeiro,

O se gun do rato do v as o do l aço da cruz do lo da p en a br anca na te r ra de san g ue, maria josé ra di o g raf ia, di v u são da se gun da e ts r e la, te r ce i ro ph i li ps p rata , ch uva am ar e la, mil e q ua t ro homem do forte in g l ê s es te r la di q ua dr ado do on ze, , k ema ur do vao s do zo r ro eu ur, ove na v e sica , v e isca dos ano s do Y com a sas de mor ce g o, maio r se rp en te mc pr i me i ro,

V
DE, dentro do triângulo de fogo que nasce de um rectângulo deitado na base, vaso de da casa de fogo, serpente do circulo dn , do duplo circulo do dn, , um outro triângulo com duplo vaso em cima de LV, e uma traço que atravessa o w com um relâmpago

V
DE, den ro do t ruan gula de f o g o q ue n ac e de um rec tan gula de it ado na ba si e, v as o de da ca sa de f o g o, se rp en te do cir c u l o dn , do d up l o cir cu l o do dn, , um o u t ro t rian gula com d up l o v as o em c ima de LV, e uma t ra ç o q ue at r eve s sa o w com um r e l am pa g o

O p de noventa e nove . traço setenta e três, ferreira leal a cruz do ponto x , ibiza vermelho rebelde, o glutão ju ss y ji e dc shoe co usa- pan s eastpack pb vinte e três, vinte e três j h dos dois traços na serpente

O p de no v en ta e nove . t ra ç o set en ta e t r ê s, fe r rei ra le al a cruz do ponto x , i b iza vermelho v e r « be l de, o g l u tão j u ss y j i e dc shoe co usa- pan s eastpack p b vi n te e t r ê s, vi n te e t r ê s j h dos do is t ra ç os na se r pen te

Gordon hin ck ley faleceu, o líder da igreja , mitt rom ney é da sua igreja,

G o r don h in ck le y f al e c eu, o li der da u g r e j a , mi tt ro m ne y é da s ua i g r e j a,

A bengala de suharto, a bengala no ar com três marcas encastradas no cabo, mais uma no ultimo quarto, a bengala negra, gravata escocesa, cunha branca sobre o preto, o ponto do triângulo vermelho no ventre

A ben gala de s u h art o, a ben gala no ar com t r es ma rca s en ca s t ra d as no cabo, ma si uma no u l tim o q ua r to, a be n gala ne g ra, g rav at a es co se sa, cunha br anca s ob reo pr e to, o p o rn to do t r ian gula vermelho no v en t r e

A casa estremeceu toda, dizia um senhor que ouvira o f dezasseis a cair

A c asa es te r me ceu toda, di z ia um s en hor q ue o u v ira o f dez ase is a ca i r

No t ni primeiro circulo serpente us rato e vaso s y de ed ene é k, o da r e ps ines com bate

No t ni pr i me i ro cir c u l o se r pen te us rato e v as o s y de ed en ne é k, o da r e ps in es com bate

Depois a imagem dos pretensos senhores da lei a subir as escadas do palácio raton, a janela de argélia, e a minha inquirição publica a que nenhum deles respondeu, a confirmar alguma implicação, nela,

D ep o is a i mage m dos pr e te n s os s en hor es da lei a s ub or as esca d as do pala cio ra ton, a j ane la de ar g é l ia, e a min h a in q u i r i ção publica a q ue ne n h um de l es r es ponde ua co n firmar al g uam i mp li cação, ne la

O grande problema, a formação, a falta de saber sobre os desfibriladores, linha de dois pontos à esquerda, três à direita com um em baixo, fazendo uma seta, judas bates

O g rande pr o b l e ma, a for mação, a f al ta de s ab e r s ob reo s d es fi br ila dor es, linha de do is p on to s à es q eu rda, t r ês a di rei to a com um em ba i co, fazendo uma s eta, j u d as ba st es

Marta leite é muito bonita, mia meu coração

M a rta lei te é mui to bonita, m ia m eu co ra ção

Led zepplim
Mac cain, belo homem
Novas chagas, Sampaio, pacto global,
Gamelão

Le d z ep l im
M ac cain, belo h o me m
N ova s ch a gas, s a m p aio, p ac to g loba l,
G am e l ão

Dupla baqueta e um baterista, perfil de musico, relação com o desenho do menino iraniano, acrescento

D up la ba q u eta e um bate r ista, per fil de mu sico, relação com o d es en h o do me nino ira ni ano, ac r es c en to

Um dos rapazes das pedras rolantes, tinha rolado de cimo de um arvore em suas férias numa ilha ou durante a rodagem dos piratas das caraibas lá estou de nov na republica dominicana e na malandrice que aí terá sido feita em noventa, parafusos

Um dos ra p az es das pe dr as rola n te s, tinha t ola do de c imo de um ar vo re em s u as f é r ia s n uma ilha ou du t ante a roda g em dos pi ratas das cara iba sm l á es to u de n o v na r e publica do m e n in can am e na ma l am d rice q ue a ó i te rá sid o f e it a em no v en ta, p a ar fusos

O hexágono aparecera outra vez na india, numa mesa, na mesa do filhos de gandhi, e o sarkozy, ao lado, com uma expressão total de seu corpo espantado, como quem dizia, sacristi, ou por toutatis

O he x a g o no ap ar e ce ra o u t ra v e z na in dia, n uma mesa, na me sa do fil h os de gan d hi, e o s ar k oz i, ao l ado, com uma e x press ão t ot al de s eu corp o es pe a n t ado, co mo q eu m di z ia, s ac r is ti, ou por t ot u ta t is

Desenhei ao lado deste parágrafo, o de cima, um cruz templaria num circulo de dez divisões, e uma chaveta a seu lado direito, com cordas como um harpa, quatro atravessadas por quatro set, que fazem três zorros

D es en hei ao l ado d este para g rafo, o de cima, um c ru z te mp la ria n um cir c u l o de dez di vi s õ es, e uma ch av e ta a seu l ado di rei to, cc om co rda s co mo um h ar pa, q au t ro at rave s sa d a s por q au t ro set, q ue f az e m t r es zo rr os

Que belo gesto, as bananas de volta à mão da Rainha, e curioso, tão correctamente intencional,, o que se vê no gesto de em primeiro dar, Ah grande Senhora, tanto sabeis, tanto trazeis sabido em vosso grande coração

Q ue belo g es to, as b ana n as de vo l ta à mão da Rai n h a, e c u rio s, tão co rr e cta mente in te n cio n al,, o q ue se v ^^ e no g es to de em pr i me i ro d ar, A h g rande S en hor a, t ant o s ab e is, t ant o t ra ze is s a b id o em v osso g rande co ração

O canto de zacarias, rubicão
Rimi, alea jacta es, a espada de julio cesar, as l ki de amor vaso me p s laço e i bo, a que era dos gauleses, o canto, ora mares, vénus, julio descendo de vénus, pompeu, estrela inclinada imperador, general supremo e este cml eta

O can to de z ac arias, ru bi cão
Rimi, a lea a j cta es, a e spa da de ju l io ce sar, as l ki de amo r v as o me p s l aço e i bo, a q ue e ra dos g au le s es, o can t o, o ra mar es, v en us, ju l io d es c en do de v en us, po mp eu, estrela inc l ina da i mpe ra dor, g ene ra l s up r emo e este cml eta

Um, dois , três, zero, primeiro de oitenta e quatro, cento e cinquenta e quatro, reduzido, a sessenta e quatro, reduzido a des de noventa e um

Um, do is , t r es, z ero, pr i me i ro de oi te n ta e q ua t ro, c en to e cin q u en ta e q ua t ro, red u z i d o, a se s en ta e q ua t ro, red u z ido a d es de no v en ta e um

Nove um, um, dois três, zero um oito quatro, calha reposteiro ou véu com nove ângulos br anca, cortinas

N ove um u m do is t r es ze ero um oi to q ua t ro, ca l h a r ep os te i ro o u v eu com n iv e an gula s br anca, ci r t ina s

Uma nova identificação relacionada com os arcos do bhuda bar, depois da, da poia de cão, aparecera à noite no jardim, uma matricula de automóvel lá fora deixada encostado no meio de dois arcos que se cruzam, estava ao alto, p en circulo da estrelas de oiro, circulo sexto, circulo segundo, pr de noventa e quatro , homem do circulo ne ge mor de os gato ira s y , sam pi a ra ck y , caves raposeira queijo meio gordo tete, se lia nos papeis do chão ao lado da fonte

Uma n ova id en ti fi cação r e la cio n ada com os ar co s do b h u da b ar, d ep o is da d a p o ia de cão, ap ar e ce ra à no ite no jardim, uma mat r uu la de au tom o ve l l á f o ra de ix ad a en co ns t a dao no mei s o de do is ar co s q ue se c r u za m, est ava ao al to, p en cir c u l o da es t r e l a s de oiro, cir c u l o sex to, cir c u l o se gun do, pr de no v en ta e q ua t ro , homem do circulo ne ge mor de os gato ira s y , sam pi a ra ck y , c av es ra p os e ira q u i jo mei o g o r do tete, se li a no s pap e is do ch ão ao l ado da font e

Depois se dera a morte do cantor francês, o carlos, e a mensagem da michel pfeiffer,
Já relatada, Sienna miller, que face bonita,

D ep o is se de ra a mor e t do can tor fr anc ê s, o car l os, e a m e s na g em da mic h el pf e i ff e r, J á r e l atada, Si en na mi ll e r, q ue face bo ni t a,

Quantas luas trazes tu em cada olho, depois a pele respira, quando assim me olhas e eu assim te olho

Q a un t as lu as t ra z es tu em c ad a olho, d ep o is a pele r es pira, q ua bn do as si m me o l h as e eu as si m te olho

L ó rea l e saem bolinhas de + que se transformam em hexágonos, de rma, g ene se do rectângulo dia, os cuidado superior da juventude celular,

L ó rea l e sa em bo li n h as de + q ue se t ra ns for mam em h axa g on os, de r ma, g ene se do rec tan gula dia, os c u i dad o s u p ei ro r da juventude ce lu la r,

O símbolo dos dois semi arcos que se cruzam desenhado a vesica, dolce e garbana, diz michel, a gato que entrou na vesica deitada que deu origem à gravidez, o Baco ave em bambu, o pires de lima, trinta e seis , vinte e quatro, curiosamente sexta feira, ultima, ao chegar ao café da net na expo, quando abri o meu livro para tirar o cd, estava ele ao meio partido, um cd de prata com as imagens de londres e alguns outros textos destes últimos publicados, pasta dezasseis, e pro cd rato , assim ficara a linha quebrada, depois no espirito ouvi, partiste-me o meu cd, que eu entendi , como partiste o meu rato do corpo diplomático, deveria ser o joaquim, e agora te parti eu o teu, assim fora a conversa do malandrim, depois em dia seguinte, quando abri o cadernos, as duas metades se tinham dispostas como o símbolo da dolce a garbana, como quem me desvelava a assinatura do dizer, do dia anterior.

O s im b olo dos do is s emi ar co s q ue se c ru z m d es en h ado a v e sica, do l ce e g ar b ana, di z mic h el, a g a to q ue en t ro u na v e sica de u t ada q ue d eu ori g em à g ra vi dez, o b ac o ave em bam b u, o pi r es de l i ma, t rin ta e se is , vi n te e q ua t ro, c u r io sa mente se x ta f e ira, u l t im a, ao che g ra r ao ca fé da net na e x p o, q ua n do ab rio me u li v ro para t ira ro cd, est ava el e ao mei o par tid o, um cd de p rata com as i mage ns de l on dr es e al g us n outros te x t os d est es u l tim os pub li ca d os, p as ta dez as e sis, , e pro cd rato , as si m fi cara a linha q eu br ad a, d ep o is no es pi rito o u vi, par t is te inglesa me o meu cd, q ue eu en te n di , co mo par t iste o m eu rato do co rp o di p l o má tico, d eve ria ser o j a o quim, e agora te par ti eu o t eu, as si m f o ra a c on v e r sa do m al an dr im, d ep o is em dia se gui n te, q ua n do ab rio ca de r no s, as du as met ad es se tinham di s postas co mo o s im b o l o da do l ce a g a rb ana, co mo q eu m me d es vela v aa as sin at u ra do di ze r, do dia ant e rio r

Seguia as notas , com salvador em sangue, depois com Cecília bartoly,

Se gui as a s n ot as , com salvador em san g ue, d ep o is com ce ci li a bar to l y,

Ph oto, n vaso a senhora deitada em linha no horizonte azul, imagem mundi do reflexo , a senhora a faca nazi do vaso flamingo cor de rosa dentes glaciares da estrada digital, seis, seis, seis, nove, nove, nove, assim à pagina cento e setenta e cinco de um outro meu documento tinha ido pelo sopro de Cecília, ido de novo parar, onde está a analise de fotos da photo

Ph oto, n v as o a s en hor a de i t a d a em linha no h ori zo n te az u l, iam g em mu di do r efe l xo , a s en hor aa f ac a na z ie do v as o f l a min go cor de ro sa den t es g l a cia r es da est ra d a di gi t ak, se is, s e is, se is, no v e, n ove, no v e, as si m à pa gina c en to e set en ta e c i n co de um outro m eu doc u m en to t unha id o pe l o s o p ro de ce ci l ia, id o de n ovo para r, on de est á a ana lise de f oto s da p h ot, lies

Dedo, Fernandes ferreira, circulo pearl, y a pérola y em volta da vulva, pearl, a pérola no jornal da gisele com asas negras À volta de pescoço, e um , dois, três, uma colher de cada vez, o excêntrico, a cobra leopardo, a vesica, como a constelação, ,a edith piaf , casa branca alentejo, casa dos espíritos .

D ed o, f e rna d es ferreira, cir c u l o pe a r l, y a pe rola y em vo l ta da v u l va, pe ar l, a pe rola no jo rna l da g ise l e com a sas ne g ra s À vo l ta de p es coço, e um , do is, t r es, uma co l her dd e c ad a v e zo e x c en t ric o, a co bra leo para do, a v e sica, co mo a co ns te l çao, ,a edi t h pi af , c asa b r anca a l en tejo, c asa dos es pei rito s .

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unidade, divisão, unidade, divisão, anotação num livro de uma vizinha
u ni dad e, di visão, uni dad e, di visão, ano tacão num li vr o de uma vi z in h a

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o set que alicia me mostrava mais tarde na televisão, onze homem horas, horus rá do duplo circulo, do circulo do que se fora com cancro rápido, o nuno debonnaire, onze e onze, o quadrado, sete mais dois, nove, a humanidade

o set q ue a l i cia me mo s t rava mai s t ar de na te l e visão, on ze homem hor as, ho r us rá do d up l o cir c u l o, do circulo do q ue se f o ra com c on c ro rá pi d o, o nuno de bo nn aire, o nse e on ze, o q ua dr ado, set e mai s do is, no v e, a h uma ni dad e

sa en co noventa e um , seis, pr t it ne l son as sis vinte e cinco revigres pollux lu mite k or cruz dupla z on tv cabo, serpente circulo do vaso d al em co fi di serpente caminho tapado costa dez tan z on pe le ux, pinola, la te ra l esquerda vaso is e x c la mação, r rato Y reinhard europa tintas Internet transmissão, mister lady co di fi s revigres c up, soudal s o u d al revigres rato e la ra gala do sex sete do dez im pe t us circulo ki elefante azul inter we re en ne l son cartão amarelo vinte dois, s o u d al e x pe rt, mister estrela ponto da lady makukula do elefante azul, coca cola, im pe t us at bet home com, im pe t us ,m este jogo está tambem a ser emitido na Internet

sa en co noventa e um , seis, pr t it ne l som as sis vinte e cinco r e vi g r és po ll ux lu mite k or c uz d up la z on tv cabo, se rp en te circulo do vaso d al em co fi di serpente caminho t ap ado costa dez tan z on pe le ux, pinola, la te ra l esquerda vaso is e x c la mação, r rato Y rei n h ard eu r opa tin t as in te r net t ra ns missão, m is t re l a d y co di fi s r e vi g r es c up, s o u d al s o u d al r e vi grés rato e la ra gala do sex sete do dez im pe t us circulo ki elefante azul in t re we re en ne l son car tão am ar e l o vi n te do is, s o u d al e x pe rt, mister estrela p on t o da l ad u m ak uk u l a do el e fante azul, coca co la, im pe t us at bet home com, im pe t us ,m este j o g o es tá tam e b m a ser emi tid o na un te r net

por esses dias tinha eu ido a segunda vez ao tribunal constitucional, onde me mentiram sobre o andamento do processo e onde o agente gonçalves da silva a quem eu pedi identificação, que me disse ser agente principal da segurança publica , elemento da segurança interna ao tribunal com o numero cento e trinta eu barra duzentos e setenta e dois, e que se comportou como cão, um cão que me conhecia de longa data, assim suas palavras o desvelaram

por es se s dias tinha eu id o a se gun da v e za o t rib un al co ns titu cio n al, onda me m en tir am s ob reo anda m en to do pr o ce s so e onda o a g en te g om ça l v es da silva a q eu m eu pe di id en ti fi cação, q ue me d iss e ser a g en te pr inc ip al da segur ança publica , em e en to da segur ança in t r en a ao t rib un al com o nu m ero c en to e t r in ta eu bar ra du zen to s e set en ta e do is, e q ue se co m p orto u co mo cão, um cão q ue me co n he cia de l on g a data, as si m s ua s pala v ra s o d es vela ram

depois no rossio , uma estranha situação se passou, quando na pt procurava a nova morada da ordem dos advogados, com um home que me pediu ajuda, que eu lhe deu em modo extremamente arrogante, tão estranho a situação fora, que tomei nota do que ele procurava, a morada do instituto emprego e formação de benfica, pedralvas, cadeira vermelha, r.santa barbara, a dos trovões, quatro do seis do quadrado y, pano azul, amarelo, bandeira, GB set forte fraga, p cinza e prata chaveta cristiano ronaldo, entre branco doirado e vermelho

d ep o is no ro s sio , uma es t r anha si tua çao se pa ss o u, q ua n do no pt pr o cura v aa n ova mora da d a ordem dos ad vo gados, com um home q ue me pe di u ajuda, q ue eu l he d eu em mo de o e x t r ema m en te ar ro gan te, t ão e ts r anho a si t ua ção f o ra, q ue tom e i n ota do q ue el e pr o cura v a,a mora d a do ins titu to e mp rego e for mação de be n fi ca, ped ra l v as, ca de ira v e r me l h a, r. s anta bar ba ra, a dos t ro v õ es, q ua t ro do se is do q ua dr ado y, p ano az u l, am a reo, bandeira, GB set f o r te fr a g a, p c in za e p rata ch ave ta c r is ti a no ron aldo, en te r br anco do ira do e vermelho

no terreiro do paço, no tribunal, um quadro de D pedro V, cinquenta e nove, a página do livro que tem aberto em sua mao, marinha branco e preto, metal na bota, espuro do facho direita em cima e o tacão esquerdo, o desenho resultante das linhas é uma cruz inclinada para a esquerda na linha dos braços

no te r rei o do p aço, no t rib un al, uma q ua dr o de D ped ro V, c in q u en ta e no ve, a pá gina do li v ro q ue te m ab e r to em s ua mao, marin h a br anco e pr e to, met al na b ota, es p ur o do f ac h o di rei ra em ci mna e o tacão es q u e r do, o d es en h o r e sul t ante das linhas é uma cc r us inc l ina da para a es q u e rda na linha dos br aço s

ana ferreira seis arroba serpente tribunal justiça ponto da pt, adjunta do gabinete do noronha de nascimento

ana ferreira seis a tt ob a se r pen te t rib un al j us ti ç a p on to da pt, ad junta do gabi net e do no ron h a de n as cie mn to

csm, seis do circulo da chaveta com quantos quadrados sm, ponto mj, ponto da pt,
gabinete presidente ponto do circulo st, ponto da p dezasseis do onde do segundo duplo circulo do setes, dezassete barra doze

circulo sm, da see is do cir cu l o da ch av eta com q ua n to s q ua dr ado s sm, p ot no mj, p on to da pt, gabi net e pr es i d en te p on to do cir cu lo s tt, p on to da p seth dez as e si do onda do segundo d up lo cir cu l o do set es, dez a s et e bar ra do ze

h ot e l aria ur ge n te classificados, diagrama da coluna vermelha, o avião do presidente falcon cinquenta teve que aterrar de emergência em Itália, luisa bastos

h ot e l aria ur ge n te c l as ii fi ca dos, dia g rama da co l una vermelha, o avi ao do p es id en te f a l c on cin q u en ta teve q ue a t e rr ar de e mer g ên cia em i tá l ia, lu sisa ba s to s

o bico negro, ano mala da mala do ano em Chipre, a espada, zorro da serpente sobre o x do décimo elevado dos dois pontos que com três fizeram o angulo sobre o mar, ao por do sol, a faca azul, o sexto circulo da coluna, cordilheira, amanda, amanhã segue para a Jordânia

o bi co ne g ro, ano m ala da mala do ano em ch ip rea espada, soro da se r pen te s ob reo x do déc i mo el eva do dos do is p on t y os q ue com t r es f u ze ram o an gula s ob reo mar, ao p or do sol, a f ac a az u l, o se x to cir cu l o da co l una, co r di l hei ra, am anda, am anhã se g ue para a jo r dân cia, dc

criança de quatro anos , os pais acusam o ricardo alfaiate, oitocentos e oito, vinte e quatro, vinte e quatro, lane, ligação a Timor, os tubos, as cores no ramos horta

c r ian ça de q ua t ro ano s , os pa is ac usa m o ricardo al faite, o it o c en t os e oito, vi n te e q u t ro, vinte e quatro, l ane, li g a çao a tim o r, o s t ub os, as co r es no ra mo s h orta

josé oliveira costa, sai do bnp, god to know you, know .- c no k, o provável homem da casa que depois deram as notícias contas de estar, a cas registada em nome do banco

jo se da sa do oliveira costa, sai do bnp, god to k no w y o u, k no w .- c no k, o pr ova v el home da ca s q ue d ep os de ram as no tic as contas de est ar, a ca s r e gi s t ada em no me do ban co

dizia o senhor segootes + ava rato espanhol, que o metro , o túnel, deveria ter três escapatórias

di z ia o s en hor se g o ot es + ava rato es pan hol, q ue o met ro , o t un e l, d eve ria ter t r ê s esca pat ó ria s

xx no metro, campo de concentração, enterrado vivo, bombeiros, os cabos laranjas do bico da maria

xx no metro, ca mp o de co n c en r t ração, en terra do v iv o, bo m bei ros, os c ab os l ar a n j as do bi co da maria

Millenium, usou construtora angolana para disfarçar offshores, os magníficos

Mill eni um, us o u co ns t ru tora an g o la ba para di s f ar a ç r o ff s hor es, os ma g ni fi co s

Kosovo, cristina , terra, raul cunha,

K os ovo, c r s t ina , terra, ra u l cunha

Bandeira rectângulo azul com cruz com três traços verticais e dois horizontais e um mai pequeno no ponto do cruzamento, ks duzentos e cinquenta e quatro, o pontapé no rectângulo dos tomates do herói,

Ban de ira rec tan gula az u l com cruz com t r es t ra ç os v e r tic a is e do is h ori zon t a is e um mai pe q u en o no p ono do c r ua za m en to, k s du zen to s e c in q e un ta e q ua t ro, o p on t ape no rec tan gula dos tom at es do he roi,

O homem sem rosto em timo r, confraria australiana

O home se m r s oto em tim o r, co fr ar ia a us t rali ana

Na pilha de jornais no chao da casa de banho outrora espalhados, uma leitura se afigurou, fruto do aparente caos, como sempre em cada momento, uma ordem emerge, um fio que permite a leitura da pintura mais geral

Na p ilha de jo rna si no chao da c asa de ban h oo u t ro ra e spa l h ado s, uma lei t ur a se af i g u ro u, fr u to do ap ar en te ca os, c omo se mp re em c ada mo m en to, uma ordem e mer ge, um fi o q ue pe r mite a lei t u ra da pi n t u ra mai s ge ra l

No sábado de manha parei a olhá-la e assim li, enaltecer, vestuário, visão, dura moda, o fotografo, sua longevidade, p este não podia as ro di s do primeiro triângulo opel, o p www publico pt menino da o pe primeiro, a p mão do onze cc ns on t eta ção Luiz vaz de camões, estufas trinta e um a trinta e seis , com toda uma coxa fora que em pedaços

No sábado de manha pa rei a ol h á inglesa la e as si m li, en al te ce r, v es t u a rio. V is ão, d ur a moda, o f oto g raf o, s ua l on ge vi dad e, p este n ão p o dia as ro di s do pr i me rio t r ian gula o pe l, o p www pub li co pt m en ino da o pe pr i me rio, a p mão do on ze cc ns on teta ção l u i z v az de c am õ es, est u f as t r i nat e um a t rin ta e se is com toda uma co x a f o ra q ue em peda ç os

O pe I está por coma da menina vestida de sol na roda em baixo, que se vê o ceu em cima e depois uam figura que desenha um quase k, da tvi, correio do rectângulo vermelho da cabeça do mo pi, sou uma pessoa muito confiante, por sua vez a cabeças está tapada pelo graffiti, arte ou vandalismo, a terapia do amor

O pei es tá por c oma da m en ina v es tid a de sol na ro da em ba ix o, q ue se v ê o c eu em c i me e d ep o is uam figura q ue d e senha um q u ase k, da tv, co r rei o do rec tan gula vermelho da ca beça do mo pi, s o u uma pe ss o a mui to co n fia n te, por s ua v e z a ca beça s est á tapada pe l o g ra ff i ti, ar te ou van dali s mo, a te ra pi a do amo r

A bela carolina da disney , tem um oito meio deitado mais ou menos entre seus seios, e o maço passa por baixo , tem um leão de prata sobre rectângulo branco, sg, sorte do vaso mar da mara, debruado com um filete negro como cartões de condolências, os a sexta serpente, pita depois a cante vermelha e prata aponta , linha de sintra, cão ataca com gravidade, que quando primeiro li , me pareceu , gravida, ou gravidez

A b e la carol ina da di s ney, te m um o i to mei o d eu t a do ma si ou m en os en t re se us se sio s, e o m o ç o passa por ba ix o , te m um leão de p rata s ob r e rec tan gula br anco, sg, s o r te do v as o mar da mata, de br ua do com um fi le te ne g ro co mo car t õ es de condolência s, os a se x ta se r ep net, pi ta d ep o is a can te vermelha e p rata ap on ta , linha de se in t ra, cão at ac a com g ra vi dad e, q ue q ua n do pr i me rio li , me par e c eu , g ra v i da, ou g ra vi dez

Debaixo da caneta, dois esquemas, um traço, dois rectângulos com outros dois em suas pontas superiores, e, vaso de fogo, azul e vermelho com as cabeças de prata dos bicos encostados, o pé da ameia branca do jogador dá um pontapé no vermelho, m ak ma rca vi tor ia br ilho

D e b a ix o da can eta, do is es q u ema s, um t ra ç o, do is r e cat n gulas com outros do is em s u as p on t as s up eri o r es, e, v as o de f o g o, az u l e v e r em e l h o com as ca beças de p rata dos bi co s en co s t ado s, o p é da a m e ia br anca do jo g ad or d á um p on t ap é no vermelho, m ak ma rca vi tor ia br ilho

Se serve ainda dos criminosos braços no cruz rom lo do car vaso alho, circulo do vasp ai aponta a caneta nas estrofes a leitura, ainda agora ao almoço, dei com a embalagem de rede violeta dos alhos secos, ca l dos .: cinquenta barra sessenta, ca da cruz dos dois pontos do onze, ori g em espanha, v ari e dad e dos dois pontos roxos, angulo homem forte inglês onze do forte inglês do doze do forte inglesa do circulo do seth, homem forte três do triplo quadrado da estrela, , código de barras cinco, sessenta, primeiro do duplo circulo do nono, em noventa e dois, oitenta e sete e oitenta e um, duzentas e cinquenta gramas, segundo do circulo da estrela,

Se s erva a i n d a d os c rim ono s os br aço s no cruz rom l o do car vaso alho, cir cu l o do vasp ai ap on ta a can eta nas es t ro f es a lei t ur a, a inda agora ao al moço, dei com a em bal h a g em de rede vi o l eta dos alhos sec os, ca l dos .: c in q eu n ta bar ra se ss en ta, ca da cruz dos do is p on to s do on ze, ori g em espanha, v ari e dad e dos do is p on to s r ox os, a n gula homem forte inglês on ze do forte in g l es do d o ze do forte in g l es do cir cu l o s o seth, homem forte t r es do t r ip l o q ua dr ado da estrela, , co di g o de bar ra s c in co, se ss en ta, pr i me i ro do d up l o cir cu l o do nono, em no v en ta e do is, o it en ta e sete e oi te n ta e um, du zen t as e cin q u en ta g ra ma s, se gun do d o cir cu l o dae estrela,

O isqueiro azul na base , inclinada vem do home mo ne y , crédito casualidade, e o vermelho por debaixo aparece um s de serpente, um três espelhado verticalmente, e deitado para baixo, sobre a verde relva, e brilho ou br ilha

O is q eu i ro azul na b ase , inc l ina da v em do home mo ne y , c réd i to ca sia li dad e, e o vermelho por de ba ix o ap ar e ce um s de se rp en te, um t r ês e spa l he dao v e r tca l mente, e de it ado para ba ix o, s ob rea verde r e l v a, e br ilho o u br ilha

O graffiti pula sobre a chapa ondulada como se estivesse a saltar para o comboio, parece a chapa do muro de Jerusalém, a do chão e a da parede vertical, a que caiu ao lado do mini, na manhã do micro vendaval, aqui ao lado na garagem, a outra parte da caneta, a tampa que tem o gancho de prata, aponta convenção de esquerda

O g raf fi ti p u l o as ob rea ch ap a on d u lado a co mo se est iv ess e a sal t ra para o co m boi o, par e ce a ch ap a do m ur o de je r usa l em, a do ch ão e a da pa rede v e r tic al, a q ue ca i ua o l ado do min, na manhã do mic ro v en d ava l, aqui ao l ado na g ar a g em, a o u t r ap r te da can eta, a tam pa q ue t e m o gan c h o de p rata, ap on ta co n v en çao de es q eu rda

Alguém lá em cima vai pregando qualquer coisa durante o tempo desta leitura, a porta ligeiramente abanou pelo vento, a agua pinga, oiço a piar dos pássaros lá fora, e agora neste momento em que estas notas, aqui transcrevo, de novo, os martelos pneumáticos lá fora e pancadas cá em cima

Al g eu m l á em cima vai pr e gan dp q ua l q eu r co isa duran te o te mp o d es ta lei t ur a, a p orta li ge ira mente ab ano u pe l o v en to, aa g ua pi n g a, o i ç o a pi ar dos pá ss ar os l á f o ra, e agora ne st e mo m en to em q ue est as n ot as, a q u i t ra sn c r evo, de n v os o s mar te l o s p ne u má t i c os l á f o ra e pan ca d as c á em cima

E parecida a carolina com o moniz

E par e c u id a a c o r l ina com o m oni x

Abri a revista e li, a mãe explica à filha o que as afastou à muitos anos atrás, uma noite de loucuras, rabecca mader que faz de charlotte nos lost, o diabo veste prada, e ocorre a cena onde aparece numa .. pendurada de cabeça para baixo, o que no imediato me lembrou as torres, e uma imagem de um jovem num festival ao sul, que assim estava debaixo de uma ponte, como e meditando, , no leblon, carolina passeia sobre as pedras da calçada, três vesicas ligadas entre si, o mesmo motivo das pedras em seu cinto, que belos músculos exteriores nas belas pernas da menina, o moniz parece que está a brincar com a cartas na mao, mas não são, +e um anel, papel, dardo , circulo I vaso ds

Ab ria revista e li, a mãe e x p l i ca à fil h a o q ue as af as to u à mui to s ano s a t rá s, uma no i te de lou c ur as, ra be cca m ad e r q ue f az de ch ar l ot te nos l o st, o di a bo v e ts e pr ad a, e oco r rea ce na on de ap ar e ce n uma .. pen d ur ada de ca beça para ba i x o, o q ue no imediato me l em br ou as to rr es, e uma i mage m de um jo v em n um f es t iva l ao sul, q ue as si m e ts v a de ba ix o de uma p on te, co mo e me di t ant o, , no l e b l on, carol ina pa s seia s ob rea s pe dr as da calçada, t r es v e sica s li g ad a s em t re s o, o me ms o m ot iv o das pe dr as em s eu c in to, q ue be la os m us cu l os e x te rio r es nas be la s pe rna s da me nina, o m o n i z par e ce q ue es tá a br inca r com a ca rta s na mao, mas n ão são, +e um ane l, pepe l, d ard o , cir c fulo I v as o d s



O triângulo , os aviões

O triângulo das três estrelas de seth que na ceu de matt da tarde se expressara, desenhei-o eu nas folhas de papel conqueror, que usei para fazer a analise da assinatura das cheias aqui e, Alcântara, depois uns numeros nele foram inscritos e outros por debaixo, nessa noite, salvo erro o segundo episódio de uam estranha serie, sobre a ponte área feita em berlim pelos americanos, uma serie que deveria ser alemã, visto todo falarem alemão, inclusive os actores que faziam de americanos, já tinha visto o primeiro episódio e gostara, gostara daquele rapaz, que dirigi com espirito inventivo a ponte, na acção as paginas tantas o general pede ao menino filho de sua secretária para fazer uns dakotas, e assim faz um demonstração com modelos reduzidos a seus ajudantes do primeiro passo que inventou para a ponte, o segundo era previsível, em altura, corredores em altura, assim o antecipei na acção, de facto o raciocínio lógico tem suas razões, e eu amada, que ia meio chorando naquele filme todo, no amor entre ele, na reacção do filho pelo pai aparentemente na guerra perdido, ia-me dizendo, tanto se fez, e tanto falta ainda fazer no mundo, as pontes aéreas, com comida, desta vez não para berlim, mas para os lugares do mundo onde ela falta e a pensar, que porcaria de gentes, com o dinheiro que se gasta em guerras, poderia-se fazer a ponte final contra fome no mundo, se integrada no ensino da pesca e do pescar, o que não é difícil de se sabe, com o se sabe, e peguei na minha bolinha de plasticina e como o menino fui fazendo um dakota, vermelha, a plasticina, cor do sangue vital, que outrora ao americanos canalizaram para berlim, no inicio daquilo que depois se convencionou chamar de guerra fria e ali o deixei ao pé da folha com as anotações, onde está em seu canto, o tal triângulo, no dia seguinte, a asa da cauda do avião , tinha caido, de madrugada, a menina na sic noticias, ligada ao canal aberto, dava conta dessa falsa queda de um avião na russia, e se pensar que para além da vertente de psicodrama com consequências nas vezes funestas que já acima mencionei, a laia de explicar o mecanismo, existe uma outra que pode tambem estar associada aos cios, que é a da prova, e que assim o que se passava nessa informação, era uma informação, usando a tv publica, quanto a sic o é, para sobre o resultado do cio, que remetia para um outro acidente de aviação ocorrido à um ano atrás, contudo os estoiros de aviões não pararam por aqui, mesmo que o primeiro não tenha existido, pelos menos mais dois se deram de seguida, como uma rajada, um primeiro em inglaterra, com um policia com um colete nas cores do templo e dos templários a guardar de costas os aparentes destroços, e um outro de seguida no brasil, uam estranha notícia que dava conta que uns papeis de um banco tinham se perdido na queda desse pequeno avião, com nome significativo, no local, lençóis, papeis de lençóis, ou de histórias de lençóis, eventuais provas que teriam sido apagadas, ou ainda pior e mais perversa manipulação e torção dos factos, pois nem ao certo mencionaram se os papeis se perderam em definitivo ou não,


O t rai gula das t r e set r e la s de st h q ue na c eu de mat t d at ra de se e x press sara, d es en hei inglês o eu n as f o l h as de p ap el co n q eu r i r, q ue use i para f az e ra ana lise daa as sin at u ra das che ia s a q u i e, al can tara, d ep o is u ns nu m ero s nele f o ram inc rei to s e o u t ro por de ba ix o, ne s sa no i te, sal vo e rr oo se gun do e pi so di o de uam te s r anha serie, s ob re ap on te a rea f e i ta em berlim pe l os am e r cia no s, uma serie que d eve r i se r al ema, v si to todo f al r ema al e maó, inc lu s ive os ac tor es q ue f z iam de am ric ano s, j á´ tinha vi s to o pr i me rio e pi s ó dio e g os tara, gi os tara da q eu le ra z p az, q ue di rigi com es pei rito ine v b t iv o a on te, na ac cao as pa gina stan t a sm o g ene ra l pede ao me nino fil h o de s ua sec e t ária para f az e r u ns d ak ot as, e as si m f az um demo sn t ra çao com mode l os red u z id o s a se us a j u dantes do pr i e mr io passo q ue in v en to u para a ponte, o se gun do e ra pr e v isi v el, em al t ira, co rr ed o r es em al t ur a, as si m o ant e cip ei na ac çao, de fat co o rac i cio in io l o gi co te m s u as ra z õ es, e eu am ad a, q ue ia mei o ch o ra n do na q eu le fil me todo, no mao r en t re e le, na rea c ça do fil h o pe l o pai ap ar en t ee mn te na guerra pe r d id o, ia da inglesa me di zen do, t ant o se fez, e t ant o f al ta a inda f az e r no mundo, as pi n te s a e r e sa, com co m id a, d est v e z não para berlim, mas para os lu g ar es do mundo on de e la falta e a p en sar, q ue p o rca ria de g en te s, com o d ine h rito q ue se g as ta em g eu rr as, p ode ria inglesa se f a ze r a p on te f ina l c on t ra f o me no mundo, se in te g ra da no en sin o da p esca e do p es car, o q ue n ão é de i fi c l de se sabre, com o se s ab e, e pe q g eu ina min h a bo li n h a dep l a s tic ina e co mo o me nino f u i fazendo uma d ak ot a, vermelha, a p l as tic na, cor do san g ue vital, q ue o u t ro ra ao am erica no s c ana liza ram para berlim, no inc ni o da q u i l o q ue d ep o i se co n v en cio no u ch ama r de guerra fr ia e al i o de ix e i ao p é da f o l h a com as ano t a ç õ es, on de est á em seu can to, o t al t r ian gula, no dia se gui n te, a asa da ca u da do avi º ao , tinha ca id o, de m ad r a g u da, a me nina na sic no tic ia s, li gado ao c ana l ab e r to, dava c on ta d ess a f al s a q eu da de um avião na ru ss ia, e se p es n ar q ue para al é m da v e r t en te de ps i co dr am com co ns e q u en cia s na s v e ze s f un est as q ue j á ac i ma m en cio ne ia l aia de e x p l cia ro meca ni s mo, e xis te uma outra q ue p ode tam be me st a ra s soci ad a aos cios, q ue é a da pr ova, e q ue as si m o q ue se p as s ava ne s sa in for maçao, e ra uma un f or maçao, usa n do a tv publica, q ua n to a sic o é, para s ob reo r e sul t ado do cio, q ue r e me t ia para um o u t ro ac i dente de avi a çao o c r rid o à uma n ão at rá s, c on tudo os es toi ro s de avi õ es não pa ar ema por aqui, me s mo que o pr i me rio n ão te n h a e xis t id o, pe l os m en os mai do is se de ram de se guida, co mo uam raja da, um pr i e mr io em in g l a terra, com um poli cia com um cole te nas co r es do te mp l o e dos te mp l a ´ rios a g ua r da r de co as t as os ap ar en te s d es t ro ç os, e um o u t ro dd e se guida no brasil, uam est ra n ha no tic a q ue dava c on ta q ue u ns pa pe is de um ban co t in ham se pe r dido na queda d ess e pe q u en o avi ao, com no me si g ni fi ca t iv o, no l oca l, l en ç o is, pa pei s de l en co is, ou de h is tó r ia s de l en ç o is, eve n t u a is pr ova s q ue te r iam sid o ap a gados, ou ainda pi o r e mai s pe r v e r sa m ani p u l a çao e tor ç ão dos f ac to s, p o is n e m a o ce r to m en cio na ram se os pa pe is se pe r de ram em de fi ni t vo o u n ão,

o dakota , ficara com o leme de direcção deitado sobre a fuselagem, e a sensação nítida que tive, visto não ter posto em cima dele nada, é que mais uma vez os malandros que aqui entram em minha casa, o fizeram, por cima dele tinham posto o triângulo que eu desenhara com os numeros, que o espirito me desvelara, como a que dizer que fora afolha que em cima do avião deitara o lema de direcção a baixo mesmo que seja para dar uma explicação, não se admite como estou farto de o dizer, é invasão de propriedade privada, caso de policia, se ainda a houvesse

o d ak ota , fi cara com ole me de di re ç ão de ita do s ob rea f use l a g em, e a s en s a ç ão ni ti da q ue t iv e, vi st o não te r p os to em cima de l e n ad a, é q ue mai s u ma v e z os ma lan dr os q ue a q u i en t ram em min h a c asa, o f ize ram, por c ima de le tin ham p os to o t r ian gula q ue eu d es en hara com os nu m ero s, q ue o es pei to me d es vela ra, co mo a q ue di ze r q ue f o ra af o l h a q ue em c ima do avi ão de it a ra o l ema de di rec ção a ba ix o me s mo q ue se j a para d ar uma e x p l i cação, n ão se ad mi te co mo est o u f art o de o di ze r, é in v a são de pr o pr i e dad e pr iva da, c as o de poli cia, se a in da a h o u v ess e

como se fez demonstração , houve cio montado, seja pelos policias que usam as arrastadeiras, ou os ladrões, e mais uma vez houve mortes, e fui pelo que se desvelou na faca das linhas uma operação montada a partir do estrangeiro que teve aqui a complacência de muitos, e meteu a concertação de mais de um orégão de informação, se a policia ainda o fosse, e cumprisse seu papel, investigaria, q1uem fez a programação da serie na rtp, quem fez a falsa noticia na sic da queda de um avião na russia, e sendo que as mortes derivadas deste cio, do que ele desvelou a determinados olhos, se explanaram em diversos acertos de pessoas que foram mortos, sem sentença de morte em tribunal julgada nem passada, e sendo que em Portugal, esta sentença pela lei não existe, o cio começara antes, começara exactamente numa história antiga de um cio anal com a senhora ex mna, a seguir às minhas anteriores letras, e que na aparência, descobrira algo de novo, mais a frente relatado em pormenor, e passou pelas cheias, deveria a polícia investigar sobre os gráficos e as promoções feitas ao programa conduzido pela maria eliza, que o sabia, assim sua alma mo desvelou, que estava ao corrente do que se ia passar, da terrível imagem das mãos marcadas na parede, que deixam uma marca, que relembra o pior e levanta no inconsciente colectivo todas as memórias de prisão e tortura e genocídio, bem como os textos que criaram a apetência para o drama, e que primavam pelo mesmo tom, quando as vi e ouvi, as promoções, logo meu coração me disse que viria ali porcaria da grossa, assim mais uma vez aconteceu


co mo se fez demo sn t ração , h o u ve cio mo n t ado, se j a pe l s o poli cia s q ue s usa m as ar rasta de ira s, o u os l ad r õ es, e mai s uma vez h o u v e mor te s, e f u i pe l o q ue se d es v e lou na f ac a das linhas uma o pera çao mo n t ad e a par tir do es t ra n geiro q ue teve a q u ia co mp l a c ên cia de mui to s, e met eu a c on ce rta ção de mai s de um o r g ão de infor maçao, se a poli cia a in da o f os se, e cu mp r iss e s eu pa ep l, in v est i g aria, q1ue m fez a pr o g r am a çao da serie na r t p, q eu m fez a f al sa no tic a na sic da q eu da dd e um avi ão na ru ss ia, e s en do q ue as mor te s d eri v ad as des te cio, do q ue el e d es v e lou a de t r emi n ad os olhos, se e x p l ana ram em di v e r s os ac e r to s de pessoas q ue f o ram mor to s, se m s en ten ç a de mor te em t rib un al j u l gado ne m passada, e s en do q ue em por t g ua l, es ta s en t en ça pela lei n ão e x is te, o cio co me ç a ra nat es, co me ç a ra e x cata e mn te n uma h is tó r ia ant i g a de um cio anal com a s en hor a ex mna, q ue de r e pen te s ob re a s min h a s na te rio r es l e t ra s d es co br ira a l g o de n ovo, mai s a fr en te r e l at ado em por m en or, e passo u pe la s che ia s, d eve ria ap o li ca in v es ti g ar s ob re o s g raf i co s e as por mo ç õ es fei t as ao pr o g r am a c on d u z ido pela maria e liza, q ue o s a b ia , as si m s ua alma mo d es v e lou, q ue est av a ao co rr e n te do q ue se ia pa s sar, da t r erri v el i mage m das mão s ma rca d as na pa rede, q ue de i x am uma mara ca, q ue r e l em br a o pi o r e l eva n ta no in x co ns cie n te cole c t iv o todas as me mó r ia s de pr isão e tor ur a, b em c omo os te x t ox q ue c r ia ram a ap e te n cia para o dr am a, e q ue pr i mna v am pe l s o me s mo tom q ua n do as vi e o u vi, as pr omo ç õ es, l o g o m eu co ra ção me di s se q ue vi r ia al i po rca ria da g rossa, as si m mai s uma vez ac one tc eu, e rai

se a policia existisse e cumprisse em modo adequado sua função, investigaria quem cá entra em minha casa, pois não adianta mudar a fechadura, já o fiz, quando tinha posses para isso, e rapidamente obterem novas chaves, a maria mendonça, em dia antigo, me referenciou às gentes de campo de ourique, assim me marcou, as ultimas lá foram compradas, e certamente não será um só grupo que as tem, tive eu contudo um feedbakc indirecto sobre uam das ultimas entradas aqui em casa, quando perguntei diversas vezes no ritalinos quem tinha levado o chapéu de chuva ao qual retiraram uma asas doiro que lá estavam, veio por intermédio de um dos homens do grupo de boliqueime, ou do grupo do senhor que vai nas vestes de presidente da republica, e que uma noite a seguida me falou nos cães de grande porte, portanto sabem eles, inclusive cavaco silva, quem são, deixai-vos de tretas senhores, cumpri a lei, respeitai meus direitos, e garantei.me o que é meu de direito, a justiça, e passai para cá meu filho, e levai a julgado os bandidos, terroristas e abusadores de crianças!!!!

se a p o li cia e xis ti s se e cu mp r iss e em modo ad q ua do s ua fun ção, in v es ti g aria q eu m c á en t ra em min h a ca sa, p o is não a d ian t a mu d ar a f e ch ad u ra, j á o fi z, q ua n d o tinha p os s es para iss o, e ra pida mente ob e t r em n ova s ch ave s, a maria m en d in ç a, em dia ant i g o, me r e fr en cio u as g en te s de ca m p o de o ur i q u e, as si m me a mr co u, as u l tim a s l á forma co mp ra d as, e ce rta e mn te n ão se rá um s ó g r up o q ue as te m, t iv e eu c on tudo um f ee d b a ck in di rec to s ob re uam das u l tim as en t ra d as aqui em ca sa, q ua n do pe r gun te i di v e r sas v e ze s no rita l ino s q eu m tinha l eva do o ch ap eu de s c h uva ao q ua l r e tir aram uma a sas doiro q ue l á est av am, veio por ine t r mé di o de um dos homens do g r up o de boli q eu i me, ou do g r up o do s en hor q ue v as i nas v es te s de pr e sid en te da republica, e q ue uma ni t e a se guida me f a l o u nos ca es de g rande p o r te, pr ot ant o s ab em e le s, inc lu s iv e c av ac o silva, q eu m são, de ix a i inglesa v os de t r eta s s en hor es, cu mp r i a lei, r es pei ta i me us di rei t os, e g ar ant e i inglesa me o q ue é me u de di rei to, a j us t u ç a, e pa s sai para cá m eu fil h o, e l eva i a ju l gado os ban dido s, te rr ori t as e ab usa dor es de c r ian ç as!!!!

Continuavam as notas seguidas assim, ab king made in china, cruz ru lu capital circulo do angulo do home do vaso, vaso capital, flor en serpente cão crocodilo moll

Conti n ua v am as n ot as se guida s as si m, ab k in g m ad e in ch ina, cruz ru lu ca pi t al cir cu l o do a n gula do home do v as o, vaso capital, flor en se rp en te cão c roco dilo mo ll

No quarto deitado em baixo , os sete livros do tribunal brasileiro que apareceram na rua e que eu trouxe para cas, ao lado mais a frente folhas de papel,

No q u art o de ita do em ba ix o , os set e li v ro s do t rib un al br as i lei ro q ue ap ar e ce ram na rua e q ue eu t r ux e para cas, ao l ado mai s a fr ente f o l h as de pa ep l,

Lady mister, estádio do frankstein, h o t el s , home enguia serpente da lady mister , da hermafrodita, a rapariga olhos azuis da de den mark, d en m ar k,

L ad y m us t re, es t a´ di o do fr an k stein, h o t el s , home en gui a se r pen te da l ad y m is t re , da h ema fr o di ta, a ra ap riga ol h g os az u is da de d en m ar k, d en m ar k,

Quatrocentas e noventa e duas milhões de euros , cml, página cento e cinquenta e sete , de facto não cabiam, contudo ainda não tive resposta que fosse, ao pedido de esclarecimento do acidente om o carro de minha mãe, já lá irá se calhar um ano

Q ua t roc en t as e no v en ta e du as milhões de e ur os , cm l, pá g ian c en to e cin q u en ta e set e , de f ac to n ão ca bi am, c on tudo a in da n ão t iv e r es posta q ue f os se, ao ped id o de esca l r e cie mn t do ac i dente om o car ro de min h a mãe, j á l á irá se cal h ar um ana o

Quatro euros ao sind nacional da policia, sin di cat circulo na cio n al da poli cia astrolimpa, a luza negra por decima de um triângulo de agua dividido verticalmente em três, dm forte do forte inglês

Q ua t ro eu ros ao sin d n a cio n al da poli cia, sin di cat cir c u l o na cio n al da poli cia as t ro li mpa, a l uza ne g ra por dec i ma de um t ria b gula de agua di v id ido v e r tc la mente em t r ~ es, d m f o r t e do forte inglês

Dia vinte e cinco , segunda feira, Buscas em belas, zona da chave, buscas em Alcântara, belas, jamor, barcarena, sacavem, , graças dias, arquitecto, josé carlos n ovos, circulo quarenta sobre o quadrado com triângulo de fogo com cruz lá dentro, espermatozoide na parede , tv ao alto, oliva do nascimento, azeitonas, azeitoneiras, é rato de setenta e quatro, capital da cultura, ou feira de frankfurt, a canção da ilha, quando lá estivemos, a família, com o francisco, sua queda, x na cruz quebrada,

Dia vi n te e cin co , se gun da f eu ra, B usa ca s em belas, zo na da ch ave, b y s ca s em al can tara, be l as, j amo r, bar ca rena, s ac a ve m, , g ra ç as dias, ar q u i tecto, jo sé carlos n ovos, cir c u l o q ua ren ta s ob reo q au dr ad com t r ian gula de fogo com cruz l á den t ro, es pe r mato zo id es na par ed e , tv ao al to, o l uva do n as cimento, a ze u t on as, a ze i t o ne iras, é rato de set en ta e q ua t ro, capital da cu l t ur a, o u f e ira de fr na k f o r t, a cna çao da ilha, q ua n do l á est iv em s os, a fam i lia, com o fr anc isco, s ua q eu da, x na c ru z q eu br ad a,

Fiscalização preventiva de contas, in jo l kim, dança do ventre agnes ka, egipto acusa israel de ter roubado a arte do ventre, que quer dizer, a do nascimento, como o vai e vem do a cadeira e mais fácil aproximar-se, ricardo sá fernandes, irmão

F isca liza çao pr eve n t iva de c on t a s, in jo l kim, dan ç a do v en t re a g n e s ka, e g ip to ac usa is ra el de te r ro ub ad o a art e do v en t re, q ue q eu r di ze ra do n as cie mn to, c o mo o vai e vem do a ca de ira e ma si f ac i l ap rosi mar inglesa se, ricardo sá fernandes, ur mão

Anti bias lan based in discrimination, based on age, spring dois mil e oito, photo suprema março três de dois mil e seis

Anti bi as l an ba sed in d us c rim ina tu io mn, ba sed on a ge, s pr in g do is mil e oito, ph ot p s up r e mna mar ç o t r ê s de do is mil e se is

Du as maso q ue se encaixam de dois triângulos de olhos três x , um traço que escorre entre dois , primeiro vaso invertido, da bandeira, do rectângulo da mão do vaso da dupla dor, a mão que puxa o elástico entre três pontos de um mesmo bico, por cima de três círculos, , m w da y deitada stepham, breyer, clarence, thomas, ruth baders, gins burg, samuel ali st antonhy kennedy, john paul steven, john seis roberts antonin scala, david souter

Du as maso q ue se en caixa m de do is t r ian gulas de olhos t r es x , um t ra ç o q ue es co rr e en t re do is , pr i me i ro v as oo in v e r tid o, da ban de ira, do rec tan gula da mão do v as o da d up la dor, a mão q ue p ux a o ela s tic o en t r e t r es p on to s de um me s mo bi co, por cima de t r es cir cu l os, , m w da y de ita da st e p ham, br eyer, c lar en ce, r h oma s, ru t h b ad e r s, gi ns b ur g, sam eu l al i st anton h y k en ne d y, m jo h n pa u l st eve m, jo h n se is ro be r ts anto n i n s ac la, d avi d s o u te r

Eye rato do brasil, eyer br , maria joão mayer
Paul steven, paulo do seven, dos sete pecados mortais, o filme, o paulo do sete, do jornal

Este cio, foi sem duvida dos mais complexos, onde uma enorme cadeia de acontecimentos se desenrolou, o que desvela um enorme grau de ponderação da parte de alguns, os de seu inicio e eventualmente, depois, o que sempre acontece, reacção, contra reacção e por adiante até tomar as proporções que se viram, a qui entra a componente do cio montado via dn, fernandes ferreira entre outros, sobre o tal pedido da América, de seis, sendo que levaram mais um, e sendo que nenhum dos responsáveis, assim me parece, com quase a inteira certeza, é o que dá estas merdas, e se policia a serio houvesse, estariam todos presos com acusações de homicídio em cima!!!!

Este cio foi sem duvida, d os ma si co mp l e x os, on de uma en o r me ca deia de ac on te cie mn to s se d es en rolo u, o q ue d es vela um en o r me g r au de pond e ração da par te de al g u s n, os de se u i n i cio e v en t ua l e mn te, d ep o is, o q ue se mp r e acontece, rea c çao, c on t ra rea c ção e por a diante at é tomar as po r porções q ue se v iram, a q u i en t ra a co mp one n te do cio mo n t ado vi a dn, f e rna d es f e rr eu ra en t re outros, s ob reo t al ped id o da am érica, de se is, s en do q ue l eva ram mai s um, e s en do q ue ne n h um dos r es ponsa v e is, as si m me par e ce, com q u ase a in te ira ce r te za, é o q ue d á est as me rda s, e se po li ca a se rio h o u v ess e, est aria m t o d os pr es os com ac usa ç õ es de h o mi cid o em c ima!!!!

A primeira peça que desvelou o carácter internacional desta conjura apareceu no yahoo, ou melhor, por ela ali dei, uma pretensa história de uma condenação de um tribunal ma América, assim rezava suas entrelinhas

A pr i me ira pe ç a q ue d es ve lou o car c ter in te rna cio n al d es ta c on jura ap r e cc eu no y a h oo, ou mel hor, por e la a l i dei, uma pr e te n sa h is tó ria de uma c on dena çao de um t rib un al ma am erica, as si m r e za va s ua s en t r linhas

Oito do forte inglês do primeiro deceriam ,supreme court, quarta feira, cat he teresa b ur st do ring a me di ca primeira do primeiro angulo pr circulo ce dure, j he art vaso alves, cruz do circulo da cruz do duplo circulo th , br us h es charles rie gel

Oito do forte inglês do pr i e mr io dec e r iam ,s up r em e co ur t, q a ur ta f e ira, cat he teresa b ur st do ring a me di ca pr i me ira do pr i me i ro a n gula pr cir c u l o ce dure. J he art vaso alves, c ur z do circulo da cruz do c up l o cir c u l o th , br us h es ch arles r ie gel

T h je onze r h vaso serpente cir cuit co ut t o f appe al s in atlanta, and t he cento e onze ino is s up reme co ur , cat he ter pr o du ce s b y me dt ton i c inc o f fr o d ley minn o u ts sid e minne a polis h ad a d es e g n d efe c t and na ina q ua te w ar nin g babel, ri e gel s ur vi vaso ed t he pr o ce dure to en c lo g na at ery r h o u g homem he , h ad permanent d isa bil i tie es homem is, f ami ly as y s, he di ed in dois mil e quatro, t h is c ase is rie gel vaso med t ron e c duplo seis do primeiro de setenta e nove, aviões, katrina, bin laden torres, co

T h je onze r h vaso se pr en te cir cuit co ut t o f ap pe, pape, al s in atlanta, produtora, and t he cento e onze ino is s up reme co ur , cat he ter pr o du ce s b y me dt ton i c inc o f fr o d ley minn o u ts sid e minne a polis h ad a d es e g n d efe c t and na ina q ua te w ar nin g babel, ri e gel s ur vi vaso ed t he pr o ce dure to en c lo g na at ery r h o u g homem he , h ad pe r m ane t d isa bil i tie es homem is, f ami ly as y s, he di ed in dois mil e quatro, t h is c ase is rie gel vaso med t ron e c duplo seis do primeiro de setenta e nove, aviões, ka t r ina, bin l ad en m torres, co

Miguel bombarda set id serpente bichinhos de conta, di serpente tintos so f arão para can to à b ase de pesa di ss i mos co k t ai ls de q u e micos em b ota d os gata ravi dia espanhol t rata as se rato eca cão da são, um e mer ce d es p circulo isa sa am, c omo o fr ank e stein hirto, é q ua d ar o mesa e x press soa do pr trinta e dois anos, ch ine zas, a li ce me che ga ao pr in cip io di s f a rca ada de h a ll e mer ce d es, terceira gaveta a contar de baixo, p a xe m + eva n es ce n c e uma s x ala d em g at serpente min ux e m ina x ina ad ap pt ado serpente, caco f oni as cc coco

In e cia são ... e mor te, in e cia e se inglesa mor te , do is t ra ç os um em c ima do o u t ro, vi n te h o mem da cruz ml, pedro x a vi e r + ema q au t ro, mig ue l v el oso, ba si lei a, + ema oito, q ua r e s m a, car ..

F ine + u n e com bar ra pc la y e rato under line pop um p hp vaso sete d seis zero b de noventa e nove, oito, ce quadrado do circulo quarenta, circulo de noventa e nove, terceiro do primeiro forte de setenta e seis , nono sessenta e nove, sete fc fa a stand alone igual + r ve e auto play igual t rue oitenta e oito gate igual p cento e vinte três mil quinhentos e cinquenta, segundo do sete do circulo quarto do treze e auto start igual true

F ine + u n e com bar ra pc la y e rato un de r l ine p o p um p hp v a s o sete d seis z ero b de no v en ta e nove, oito, ce quadrado do cir c u l o q ua ren ta, circulo de noventa e nove, t r e ce i ro do primeiro forte de setenta e seus , nono sessenta e nove, sete f c fa a sata d al one o h « gula + r ve e auto play i g u l a t rue o i t e n at e oito g at e i g ua l p c e n to e vinte t r es mil q ue n h en t os e cinquenta, se gun do d o sete do circulo quarto do treze e auto s tara i g ua l t rue

O tiago cantava, o nosso amor começa na nossa porta, e caiu a moeda ao chao , a que hoje acordara em cima da minha cama, republica francesa, um euro dois mil e um com a arvore do hexágono , reparei nela porque trazia verdete na arvore, no seu lado esquerdo, r, libre te e ponto e do gato seis , caiu a lado do sapato novo , um raio na vesica de gel, cam port raio anti static trinta e nove, repousava o sapato ao lado da caixa de papel conqueror, o cavaleiro doirado com um escudo em baixo com um ponto maior e quatro à volta , leva o cavaleiro a lança levantada

O tia g o can t ava , o no s so amo r co me ç a na no s sa p orta, e ca i ua mo e da ao chao , a q ue h oje ac o r d ar a em cima da min h a c ama, r e publica fr anc e sa, um e i ro do is mil e um cm a arvore do he x a g ono , r epa rei nela por q ue t ar z ia v e r de ra na arvore, no s eu l ado es q eu r d o, r, libre te e p on to e do gato se is , ca i ua l ado do s ap at o n ovo , umm rai o na v e sica de gel, cam port raio anti s t a tic trinta e nove, r ep o usa v a o sa pato ao l ado da ca ix a de pa ep l c on q eu ro r, o c ava lei ro doirado com um es c u do em ba ix o com um p on to maio r e q ua t ro a vo l ta , l eva o c ava lei ro a lança l eva nat ad a

Antes de outra canção, um actor careca, encontraste-me mas não voltas a apanhar-me, assim ressoava o enigma da linha recta de borges,

Ant es de outra can çao, um ac tor c ar eca, en c on t ra st e inglesa me mas não vo l t as a ap anha r inglesa me, as si m r ess o ava o eni g ma da li n h ar e cta de borges,

Desgudo, vê-se o buwo, pavarotti, uu, comboio, uhf da paixão, gerações

D es g u do, v ê inglês se o bu w o, p ava r ot ti, uu, co boi o, u h f m da paixão, ge ra ç õ es

A cantiga do ary, o chinês, a mesma imagem de setenta e três , em mim a imagem do olho de horus à volta da lua quando sai do café depois de publicar o ultimo grande capitulo, que bela e tao bem definida imagem

A c on ti g a do ar y, o c h inês, a me sm a i mage m de set en ta e t r ê s , em mim a i mage m do olho de horus à vo l ta da l ua q ua n do sai do ca fé d ep o is de pub l cia r o u l tim o g rande ca pi t u l o, q ue be la e tao be m d efe ni da i mage m

Bela moura canta a francesa, mereceu a cruz, o coração na ponta do medo, os búzios apontam o norte, vou-te mudar a sorte, um grande amor escondido espreita

Be la mo u ra can t aa fr anc es a, mere ceu a c r u z, o co ra ção na p on ta do me do,, os b u z io s ap on tam o no r te, vo u inglês te um d ar a s o arte, um g rande amo r es condi do es pr e it a

João portugal, foste tu, foste tu pergunta a rapariga de vermelho ao rapaz, uma estrada colorida, um livro aberto, foste tu, não te vou esquecer, nem fugir de ti. Amor às vezes faz doer, amor, daz-me pensar em ti, eras pedra preciosa sensatez

J ão port u gal, f os te t u, f d os te tu pe r gun ta a ra pa riga de vermelho ao ra p az, uma e ts ra da c o l o rid a, um li v ro ab e r to, f os te t u, n a õ te vo u es q eu ce r, ne m f u g or de ti. Amo r às v e ze s f az do es, amo r, d az inglesa me pen sar em ti, e ra s pe d ra pr e cio sa s en sate z

A bela e o king kong, trailer, uma versus a mulher com venda de pirata, o home aranha, o robocop, o zorro banderas a dizer, para que o diabo saiba quem te mandou, obelix que para a grande pedra,

A b e la e o k in g k on g, t rai l e r, uma v e r s us a a m u l her com v en da de pi rata, o home ar anha, o ro bo cp, o sorro b ad e ra s a di ze r, para q ue o dia bo sa iba q eu m te man do u, ob e li x q ue para a g rande pe d ra,

Sin f oni a , horta do campo grande

Mais um numero que se desvelou, noventa e três cento e trinta e oito setenta e sete trinta e oito, três rectângulos inclinados e paralelos, como três riscos de mais da parte lateral da limousine no video de londres, pierre frey barreiros, zi des rear di er es long ny au perche, wesserling, laço azul sonia brazão, alemão sessenta e três, x l, liberty seguros, um rasgão branco no banco preto do pendura, x l oitenta e quatro do circulo sete, lada , duplo nove sb sessenta e quatro w, oitenta e um bp da estrela do sete, circulo sexto do circulo da estrela, leão prata e vermelho, barco azul vermelho , três cascos, três bananas, alavanca prata , noventa e um , doze do xo, y ra n ca p rata, declarações de acidente duas ford prata ju oitenta e um onze verde rio, antonio alves, circulo pt no avião que caiu no brasil, oitenta e oito de oitenta sm, total media, clara j ana r do borja, n vinte e cinco, t ra erro rice cooker, rc trezentos e trinta dn zero , um zero, k vermelho e vaso wood , vegetable s+ e steak baratas

Ma i s um nu m ero q ue se d es v e lou, no v en ta e t r es c en to e t rin ta e o i to set e n ta e sete t rin ta e oito, t r es rec tan gulas inc l ina d os e para lelo s, co mo t r es r iscos de mai s da pa r te l at e ra ll da li m os ine no vi de o de l on dr es, pi e rr e f r e y ba rr eu r is, zi des rear di er es l on g ny au pe r che, ,w es se r li n g, l aço az u l s oni a br a z ão, al e mão se s en ta e t r ê s, x l, liber t y segur os, um ra s g ão br anco no b ac no pr e to do p en d ur a, x l oitenta e quatro do circulo sete, lada , duplo nove sb se s en ta e quatro w, oitenta e um bp da es te r la do sete, circulo sexto do circulo da e ts r e la, leão prata e vermelho, bar c noc az u l m vermelho , t r es ca s co s, t r es b an ana s, al avanca p rta , noventa e um , doze do xo, y ra n ca p rata, de l a r ç õ es de ac i dente du as ford p rata ju oitenta e um onze verde rio, antonio alves, circulo pt no avião que caiu no brasil, o it en ta e o i to de oi t en ta sm, t ot al me dia, clara j ana r do borja, n vi n te e c on co, t ra erro rice cooker, rc t r e zen t os e t r ina t dn z ero , um zero, k vermelho e vaso w o d , v e ge t able s+ e st e ak ba rata s



Pr e ju di ca e mente a saúde dos que ro d iam porti seis u ê serpente, é cruz de três de oitenta e um, vesica azul sul, prata e vermelha, colégio militar vinte e nove de noventa e seis rato zagalo garagem vitória, r z lisboa cascais, seta vario tdi

Pr e j u dc a e mente a s au de dos q u e ro d iam por ti se is u ê serpente, é cruz de t r es de o i t en ta e um, v e sica as u l, p rata e vermelha, co l é gi o mi li t ar m vinte e nove de noventa e seis rato zagalo garagem vitória, r z lis boa ca s cais, s eta v a rio t di

O bico do pássaro linic , o botão de acender e apagar, ca belo s em ca spa s em q eu da n base ado n um est u do independente real iza da Fr ança Hungria, Polónia, Russia, Reino Unido, em dois mil e três, csc, asa branca no chão ao pé do carris

O bi co do pa sa ro li ni c , o b ot ao de ac en de r e ap a g ar, ca belo s em ca spa s em q eu da n a ase ado n um est u do independente real iza da fr ança h un g r ia, p olo ni a, ru ss ia, rei no uni do, em do is mil e t r es, csc, asa br anca no c h ão ao pé do ca rr is

O vestido da bela dois quadrados dispostos verticalmente, oito círculos, três x em linha por baixo e o sinal de ligado, o varão que entra no semi circulo, anti ca spa, ant e q eu da fortalece o cabelo reduzindo a queda, o coração suspenso num semi arco que desce do ceu, e atravessado por uma asa em diagonal que sobe dentro dele assim dizem os desenhos que no meu caderno fiz

O v es tid o da be la do is quadrados di s postos v e r tica l mente, oito cir c u l os, t r es x em linha por ba ix o e o sin al de li gado, o v arão q ue en t ra no s emi circulo, anti ca spa, ant e q eu da f orta l e ce o v ab e l o red u z indo a q eu da, o co ra çao s us pen s o n um s emi arco q ue d es ce do s ce u, e at rave sado por uma asa em dia g ao n al q ue s ob e d en t ro dele, as si m di ze m os d es ne h os q ue no me u ca de r no fi z

Ah Amada, sabes o que eu ouvi que até me aqueceram ao instante as orelhas?

A h Am ad a, s ab es o q ue eu o u vi q ue a t + e ne a q eu ce ram ao i ns t ante as o r e l h as?

Que tinha sido bruto e cruel no meu escrever sobre a saúde, se referiam certamente à noção de crime por omissão ou pior, em forma tentada, de homicídios individuais e colectivos vários

Q ue tinha sid o br u to e c ru el no me u es ce r v e r s o br e a s au de, se r efe r iam ce rta mente à no ção de c rim e por o miss ão ou pi or, em forma t en t ad a, de h o mi cid os in di vi d ua is e cole c t iv os v a´ rio s

Esqueceram-se de se lembrar que durante a forma de fazer o que dizem ser a reforma do sector, que se terão ido no conjunto dos episódios, talvez assim dez almas, se não contarmos as que vão por exemplo nos eternos pontos negros da estradam salta logo para mais de milhar ano, e ninguém processou o homem que levava a mão da condução, nem solidariamente o governo, ou mesmo as direcções regionais com competências nas rodovias
Es q eu ce ram inglesa se de se le mm bar q ue du t ante a forma de f a ze r o q ue di ze m ser a reforma do sec tor, q ue se te rã id o no c on j un to ds e pi s ó di s o, tal v e z as si m dez alma s, se não c on t ramos as q ue vão por e x e mp l o nos te r no s pontos ne g ro s da es t ra d am sa ll t a l o g o para mai s de milhar ano, e nin g eu m pr o c ess o u o home q ue l eva v aa mão da c on du ção, ne m sol i d aria mente o g ove r no, o u me s mo as di ee c ç o es r e gi on a is com co mpe ten cia s nas ro dv ia s

E o ministro se foi, mas um outro ainda em funções, dizia em dia seguido, que assim era normal acontecer, não, não falava especificamente em mortes, ou no que entendia ser necessariamente o estúpido custo, nem quem lhe pôs as perguntas, o perguntou, mas dizia, que era normal existirem tensões associadas as reformas, pelos vistos as mortes tambem, que burros e cegos são, e contudo, sabes, continua dentro de mim, por um pequeno sinal, uma proximidade de duas mortes que ocorreram, no alentejo, mais ou menos seguidas, por atraso na chegada do atendimento médico, que algumas das que ocorreram, terão sido eventualmente provocadas

E o mini s t ro se f u i, mas um o u t r a in da em f un ç õ es, di z ia em dia se guido, q ue as si m e ra no r m al ac on te ce r, não, não fala v a es pe ci fi ca mente em mor t es, ou no q ue en t en dia ser ne ce ss ar i e mente o es t up i do c us to, ne m q eu m l he p ôs as pe r gun t as, o pe r gun to u, mas di za, q ue e ra no rna l e xis tir em te n s õ es as soci ad a s as r e formas, pe l os vi s to s as mor t es t am b em, q ue b ur r os e c ego s são, e c on tudo, s ab es, conti n ua d en t ro de mim, por um pe q eu no sin al, uma pr ox i me id ad e de dd u a s mor e ts q ue oco rr e ram, no al en tejo, mai s o u m en os se guida s, por t ar a zo na che gado do a te n di m en to mé di co, q ue al gum as das q ue o c o rr e ram, te rão sid o eve n t ua l mente pr ovo ca d as

Mas a questão de fundo, da forma como as reformas se fazem, e da responsabilidade civil e até criminal, quando caso, de quem as leva, não se pode escamotear

Mas a q eu s tão de f un do, da forma co mo as r e forma s se f a ze m, e da r es ponsa bil i dad e c iv i l e at é c r i mi n al, q ua n do ca s o, de q eu m as l eva, n ão se p ode esca m ot e a r

O correio da manhã dizia, sarkozy, holding para informação francofona , le monde, france monde, tv cinque, monde france vinte e quatre e rádio, frança inter nationale, rf um, alain pouzilhac

O co r rei o da manhã di z ia, s a r k oz i, h o l d in g para infor mação fr anco f on a , no l e monde, fr anc e mo n de, y v 5 mo n de fr anc e vi n te e q ua t re e rá di o, fr an ç a in te r na tio n a l e, r f um, alain p o u z ilha c

Por debaixo, wbc, bin laden, bin laden, fora exibido para ilustrar noticia sobre barack obama, chris matthews, apresentar

Por de ba ix o, w b c, b im l ad en, b in l aden, f o ra e x i bid o para i lu s t ra r m o t i cia s ob re ba ra c k ob am a, c h r is mat t he ws, ap r es en t ar

Manuel Polana, que bela senhora a seu lado, parecida com a terry, ao lado bbc, barra, apple, barra de ze m br circulo , ao lado do circulo do seta com dois pontos , que sai de um gancho, o gancho dos anéis de prata , a escova de balsemão, e o duplo circulo da engrenagem de prata com os dentes para dentro do circulo, na altura de seu ventre,

Man u el P o l ana, q ue be la s en hor a a se u l ado, par e cida com a te rr y, ao l ado bb c, bar ra, a pp le, bar ra de ze m br circulo , ao l ado do circulo do s eta com do is p on to s , q ue sai de um gan c h o , o gan c h o dos ane is de p rata , a es c ova de bal se mao, e o d up lo circulo da en g r en a g em de p rata com os den t es para den t ro do circulo, na al t ua r de s eu v en t re,

Vanessa hudgens, quero que o pai natal desça pela chaminé

V ane s sa h u dg e ns, q u ero q ue o pai nat al d esça pe l a c h am iné

Dizia da li la a bela traição ser, dos telefones por detrás e coisas assim fora do contexto , mais estranhas, a descer os degraus do museu de arte antiga na altura da polemica que levara à sua demissão, a foto de perfil, a mostra com o telefone de prata atrás dela, como o vento, a brisa, afagando as arvores, as folhas dançam, diz + os traição ser difícil no eterno ser esquecida, verdade sois quando vos lembreis de quem sois, tipo uma soma somada no labirinto na aparência, mais singular

Di z ia da lu la a be la t rai ção ser, dos te l e f one s por de t rá s e co i s a s as si m f o ra do c on te x to , mai s es t ra n h as, a d es ç er o s de g ra us do mu s eu de arte ant i g a na al t u r a da p ole mica q ue l eva ra à s ua d emi s são, a f oto de pe r fil, a mo s t ra com o te le f one de p rata at rá s de la, c omo o v en to, a br isa, af a gan do as ar vo r es, as f o l h as dan ç am, di z + os t rai ção ser di fi ci l no e t r en o ser es q eu cida, v e r dad e s o is q ua n do v os l em b r ei s de q eu m s o is, t i p o uma s oma s oma d a no l ab i rin to na ap ar en cia, mai s sin g u l ar

Será que elas existem, o entrançado das tabuinhas, um arco feito com quatro pontos, em quatro idênticas divisões, o raio, como um ponteiro marca o terceiro, seis rosas, no falo invertido , por quem sois senhora, se ele aponta sempre o ceu, como a fina agulha aponta a ilha da névoa italiana, parece o lago , vós sois subtil e boa na fala, ao lado repousava a indicação do livro e do olho

Se rá q ue e la s e xis t em, o en t r en ç ado das t ab u in h as, um arco fe i to com q ua t ro o p on to s, em q ua t r di den tica s di vi s õ es, o rai o, co mo um p on te ur o ma rca o te r ce u i ro, se is rosas, no f al o in v e r tid o , por q eu m s o is s en hor a, se el e p ao n ta se mp r e o ce u, co mo a f ina a g u l h a ap on ta a ilha da n e vo a tita li ana, par e ce o l a g o , v ó ss o is subtil e boa na fala, ao l ado r ep o usa v aa indica çao dd o l v ro e do o l b h o

O michel meteu-se á frente na altura em que ele sacou da faca , chaveta, três pontinhos, chaveta, de dentro da bíblia, rubem cambada, on tem no cm

O ni che l met eu inglesa se á fr ente na aç t ur a em q ue el e s ac o u da f ac a , ch av eta, t r es p on t in h os, ca h av eta, d ed en t ro da bi b l ia, ru b em ca m b ada, on te m n o cm

Tenho-me de esquerdas , às vezes, com desvios, é certo, mas mantenho-me ao lado de hillary, como hoje de manhã olhava a seu lado na noticia, o debate sobre cuba, j m ferreira, blogue, bucho carpinteiro, o circulo sobre o ponto, o home primeiro sobre o ponto, a + primeira,

T en h o inglesa me de es q eu r da s , às v e ze s, com d es vi os, é ce r to, mas man te n h o inglesa-me ao l ado de hi l ç l ary, co mo h oje de m anhã ol h ava a s eu l ado na no tic ia, o de bate s ob re c ub a, j m f e r rei ra, b l o g ue, bu c h o car pi n te i ro, o circulo s ob reo p on to, o home pr i e mr io s ob r e o p on to, a + prim e i r o a,

sun são est eve s

a moeda viva, a moeda que roda, antigona, uma critica do n ovo capital, como vos aprouver

a m oe da v iv a, a mo ed a q ue roda, ant o g o n a, uma c riti ca do n ovo capital, co mo v os ap ro u v e r

e gato no bil v e r g on h oso e ina ce ita ave l t ra ns former os ad vo gados em bufos

a mala negra dois triângulos com um x em cada um, a asa, Bruxelas, brito e cunha, ana , fr ente co mum, c i me ira da foice en te , c do di cat circulo ac são p se mana de lu t seis lot

a m ala ne g ra do is t r ai n gulas com um x em c ada um, a asa, br ux lea s, br i to e c unha, ana , fr ente co mum, c i me ira da foice en te , c do di cat circulo ac são p se m ana de lu t se is l o t


space ship two, spa ac ace ce s h ip segundo, cruz do duplo vaso do circulo

querem seis?

Só seis , por mim podem levar seiscentos
Se eu não existo , pois ninguém me responde
E os malandros continuam malandros a fazer malandragens
Com agravante, à solta, a fingir, cegos surdos e mudos

Por isso, seis é pouco certamente
Não ficará a serpente com fome??
O irc não ficará em defecit??
E o casino, na casa de portugal

Ah os símbolos são giros
Doirado de cabelo comprido
E dizem tudo

Como quereis a entrega?
Carne já desmanchada
Pela faca do talhante
Fresca ou congelada

Onde aterra o tal invisível avião
Em que pista?

Aqui, ontem, ou mesmo antes de ontem
Ou seria mesmo transantotem
Enquanto subi e desci a rua e pouco mais, os espiões abriram a porta com os quatro dentes fechados e deixaram-na assim a meu chegar

Na parede escrita em tinta invisível, a mensagem cifrada era, abriu-se o cofre da fechadura de quatro dentes do tubarão ali no eixo do varando do império com azimute apontado a bhuda bar

Outra pairava no ar universal
Ou seria visível, rezava assim

Louvai, louvai, mas eu prefiro ouvir em voz ao perto ou mesmo ler bilhetes se tiverem só quatro linhas e contudo ouço o que não tem necessariamente som, e leio o que na aparência não se vê

Acrescentava

Para tua protecção, bela verdade de treta, que justifica todos os roubos, filho, vida, trabalho , rendimento, não o sabeis, Oh bestas, quantos cadáveres forneceste hoje ao talho?!

Contudo as indemnizações ao vivos são elevadas, ganham poucos mais trinta vezes que muitos, aqui no burgo, desces ao sul mil quilómetros, e muitos mesmo nada ganham

Quanto câmaras micro tamanho como mosca pequena instalaram? O que mais levaram, ou o que mais deixaram, recolheram por trasnfer impressões digitais. Já as colocaram em carne alheia?

Vou contra as moléculas em todos os universos paralelos que habitam esta mesma casa a ver se falta uma ou duas

As espadas, a carta voltada para o chão, essa tinha caido para cima virada,

Peguei na id, caíram todos lá de dentro da carteira, ao lado da pedra transformadora em com base coluna de base cónica, levei o bi e a carta para saber quem era e autorizar-me a andar, ah, ah, ah, assim sei meu nome, ah ah ah

Querem seiscentos
Levem seis mil
Que a cobra tem a boquinha grande
E vive com o crocodilo e o hipopótamo,
Querem sem sangue
Osso limpo
Para não pingar as mãos
Nem sujar o chão
Ou a preferem ao lado, num saco


Q eu r em se is?

S ó se is , por mim p ode m l eva r se is c en t os
Se eu não e x is to , p o is nin g eu m me r e ps onda
E os m ala n dr os conti n uam m a lan dr os a f a z e r m a lan dr a g e ns
Com a g rava n te, à sol t a, a fi n gi r, ce g os s ur d os e mu d os

Por iss o, se is é p o u c o ce rta mente
N ão fi ca rá a se r ep en te com f o me??
O irc n ão fi ca rá em d efe ci te??
E o ca sino, na ca s da de por t u gal

A h os s im b olo s são gi r os
Do ira do de ca belo co mp rid o
E di ze m t u d o

C omo q eu reis a en t r ega?
Ca r ne j á d es man ch ada
Pe la f ac a do t al h ante
Fr esca ou c on gel ada

Onde at e r ra o t ak in v isi v el av i ão
Em q ue pi st a?

Aqui, on te, ou me s mo ant es de on te m
Ou se ria me s mo t ra n san to te m
En q ua n to s u b i e d es cia r ua e p o u co mai s, os es pi õ es ab r iram a p orta com os q ua t ro d e ns te s f eca h d os e de ix aram inglesa na as si m a m eu che g ar

Na ap rede es c rita em t in ta in v isi v el, a mesa g em c i fr ada e ra, ab r i u inglesa .se o co fr e da f e ch ad u ra de q ua t ro den te s do t u barão a l i no e i x o do v ar an do d o i mp é rio com az i m u te ap on t ado a b h u d a b ar

O u t ra para iva no ar un v us u v e l
O u s e ria v isi v el, r e za v a as si m

Lou vai, l o u v a i, mas eu pr e fi ro o u vi r em vi z ao pp e r to ou mês m oo k e r bil j h e te s se t iv e rea m s ó q ua t ro li n h as e c on tudo o u ç o o q eu n a õ te m ne ce ss ária m en t r e s o im, e lei oo q ue na ap ar en cia n a õ se v ê

Ac r es c en t ava

Para t ua pr ot e c ção, be ç l a verdade de t r eta, q ue j us ti fi ca todos os ro ub os, fil h o, v id a, t rab a lho , ren di men to, n ão o s ab e is, o h best as, q ua n to s ca d ava r es f or nec este h o e j ao tal h o?!

C on tudo as in d e mi n iza ç õ es ao v iv os são el eva d as, gan ham poucos mai s t r ina t v e ze s q ue mui to s, aqui no b ur g o, dec i as sol mil k i l o met ros, e mui to s me s mo n ada gan ham

Q ua n to ca mara s mic ro t am an h o como mo s ca pe q u en a ins t ala ram? O q ue ma si l eva ram, ou o que ma si de ix aram, r eco l her am por t r sn fer i mp r ess õ es di gi t a is. J á as c olo ca ram em car ne al he ia?

Vo u c on t ra as mole c u l as em todos os uni v ero s para l e l os q ue h abi tam est a me s ma ca sa a c v e r se f al t a uma ou du as

As esa p d as, a ca rta vo l t ada para o c h ã o, esa tinha ca id o para c i ma v ira d a,

Pe q g eu ina id ,m ca iram todos l á de den t ro da car te ira, ao l ado da pe dr a t ra sn forma dora em com b ase co l una de b ase c oni ca, l eve i o bi e a ca rta para s ab e r q eu m e ra e au tori z ar inglesa me a and ar, a h, ah, a h, as se mn se i m eu no me, a h a h a h

Q eu r em sis c en to s
L eve m se is mil
Q ue a cobra t em a bo q u in h a g rande
E v iv e com o c roco di l o e o h ip o p ot amo,
Q ur e m se m san g ue
Osso li mp o
Para n ão p on g ar as mão s
Ne m s u j ar o c h ão
O ia pr efe r em ao l ado, n um s ac o q

Depois dalila deve ter tido uma iluminação com base em minhas ultimas palavras publicadas, estava-se antes do cio que deu nas chuvas e nas mortes de mais seis ou mesmo sete, pois o ultimo não sei se se safou ou morreu

D ep o is da lila d eve te r tid o uma i lu mina çao com b ase em min h as u l tim as pala v ra s pub li ca d as, est ava inglesa se ant es do cio q ue d eu nas ch uva s e nas mor te s de mai s se is ou me s mo set e, p o is o u l tim o n ão se i se s e s af o u o u mor r eu

Aparecia ela com um pormenor da janela do balcão, um coração vertical com a ponta para o solo, e quatro símbolos de ondas de Neptuno que se desenrolam para baixo, a partir do coração, do b es ref dalila, lu is fr az são sport, dp quarenta se at cordoba trichete, fabri c id e al azulejo, ad da mão c i me co la r ua das fonta n quarenta e um a quarenta e cinco, telefone sem assinatura cinco, noventa e nove, por mês, chamadas incluídas * i on ly loo k s weet and innocent hawkees staf expresso, e depois vinha a a assinatura , a primeira recolhida em alcantra olhando os buracos que ficaram na estrada, mais a frente descritos em outro capitulo deste mesmo capitulo

Ap ar e cia e la com um por m en or da j ane la do bal cão, um co ra ção v e r tic al com a p on ta para o s ol o , e q ua t ro s im bo l os de ondas de n e pt u no q ue se d es en ro al m para ba ix o, a par tir do cora çao, do b es ref da lila, l u is fr az são s port, dp q ua ren ta se at co r do bam t rich e te, fabri c id e al az u l e j o, ad da mão c i me co la r ua das fon t a n q ua ren ta e um a quarenta e cinco, tele f one se m as sin at u ra c in co, noventa e nove, por mês, ch am ada s inc lui d as * i on ly loo k s w ee t and in no c en t hawkees st af e x press o, e d ep o is vinha aa as sin at u ra , ap r im eira r ec o l h id a em al cab t ra olhando os bu rac os q ue fi car m na est ra da, ma si a fr ente d es c rito s em o u t ro ca pi t u l o d este me s mo ca pi t u l o

Agora a bela menina que habita em meu coração, aqui a lisboa chegou, para dar um concerto em véspera de meu de novo nascer, como acontece todos os anos, eu de manhã contente, pois de repente me dei conta que a semanada ainda daria para um luxo, comprar um bilhete para ouvira aquela menina de olho tão arregalado, que antes aparecia a olhar-me meia escondida atrás de um parede, depois de um muro, e que trás um coração tão bonito e acertado e um vaz doce, que me parte e cola meu coração, as horas foram passando, e o pouco dinheiro a mais se fora, quando chegou a noite, já não dava, não, aparecia ela no jornal numa pagina inteira a propósito desta sua mini digressão pelo pais, o curioso, era que e estrutura do gradeamento da varanda por detrás do blind, que entrara recentemente no livro, era a mesma que aparecera co lado de dalila, só variava no horizonte, na dalila, o coração estava vertical, na bela Adriana, deitado, apontava suas costas, como que uma seta que estivesse pronta , por detrás do blind, meio escondida, meia coada, a suas costas a atingir

Agora a b ela me n i na q ue h abi ta em m eu co ra ção, aqui a lis boa che g o u, para d ar um c on ce r to em v es pera de m eu de n ovo na s ce r, co mo acontece todos os ano s, eu de manhã c on te n te, p o is de r e pen te me dei c on ta q ue a se mana da a in da d ar ia para um l ux o, co mp r ar um bil he te para o u vi ra a q eu l a m en ian de olho tão ar r e gala do, q ue ant es ap ar e cia a olhar inglesa me mei a es condi d a a t rá s de um para de, d ep o is de um mu ro, e q ue t rá s um co ra ção tão bonito e ac e rta d o e um v a z do ce, q ue me par te e c ola me u co ra ção, as hor as f o ram pa s san do, e o p o u co din he i ro a mai s se f o ra, q ua n do ch a g o u a no ite, j á n ão dava, n ão, ap ar e cia e la no jo r na l n uma pa gina in te ira a pr o p os i to d es ta s ua mini di g r ess ão pe l o pa is, o c u rio s o, e ra q ue e est ra u ra do g ra dea men tio da varanda por de t rá s do b li n d, q ue en t r a ra r e c en tee mn te no li v ro, es ra a me s ma q ue ap ar e ce ra co l ado de da lila, s ó v a ri av a no h ori zon te, na da lila, o co ra ção est ava v e r tic al, na be la ad riana, dei t ado, ap on t ava s u as co as t as, co mo q ue uma s eta q ue est iv ess e pr on t a , por de t rá s do b li n d, mei o es co in di da, me ia co ad a, a s u as co st as a at in gi r

Ah bela menina partipim, como eu assim ao longe tanto gosto de si e de a ver por cá, que tudo lhe vá de feição, gostava eu muito de a conhecer assim ao perto pertinho

A h be la me nina par t ip im, co mo eu as si m ao l on ge t ant o g os to de si e de a v e r por c á, q ue t u d o l he v á de f e i ção g os t ava eu mui to de a c on he ce r as si m ao pe r to per t in h o


Ah minha amada que estranho sentir, pois assim pela noite ouvi, que muito gostarias de a ter passado comigo, minha noite véspera de meu nascer, tambem eu e todas por adiante, e assim te procurei mais uma vez no vento novas de ti e depois mais uma vez me disse, isto é uma ficção, um drama para por a andar meus pés, se fosses tu amada, de certeza que me encontrarias, eu a ti, ontem dei-me a um luxo, fui à noite as amoreiras e comi um hambúrguer com batatas fritas, que não me apetecia cozinhar, poucas vezes, assim é, mas existem, e quando lá cheguei lá estava a bela gisele em favos de alvo cetim, a dizer que brincava todos os dias, ah amada, eu tambem, gosto muito de brincar, todos os dias e todas as noites, e depois ela descia e subia, e aparecia um tal vinho assim numa garrafa inclinada como um foguetão, pronto a ser montado e subir contigo ao ceu, o nosso ceu de amor, amante, amado, em cima ou por baixo de ti, ela tinha três estrelinhas, a seu lado, que faziam um angulo, e numa das torres em frente parecia a mira da garrafa, a que me aparecera na rua em noite anterior, uma referencia, acompanhada de um ouvido no espirito, que dizia, podes recolher a roupa suja, a frente do hotel a partir às duas horas, coisa que eu levara a brincar, pois seria uma bela roupa certamente, mas aqui ao lado, uma mala abandonada estava numa rua muito pequenina, a rua acp, e depois nas amoreiras, as rapariga em grande coladas e paradas nas paredes, ali faziam faces de intriga como quem dizia, sem dizer, então, não vias lá, e eu lhes dizia em meu secreto, hotel centenário, só mesmo d pedro quinto, onde no restaurante, as luzes se orientavam em grupos de três, e cansado estava daquilo tudo, daquele cio ficionado mais uma vez montado


A h min h a am ada q ue es t ra n h o s en tir, p o is as si m pe la no i te o u vi, q ue mui to g os t arias de a ter passado co mig o, min h a no i te v es pera de me u na s ce r, t am b em eu e todas por a di a n te, e as si m te pr o c u rei ma si uma v e z no v en to n ova s de ti e d ep o si mai s uma v e z me di ss e, is to é uma fic ç ão, um dr am a para por a anda r me us p é s, se f os se s tu am ada, de ce r te za q ue me en c on t ra ria s, eu a ti, on te m de i inglesa me a um l ux o, f u i à no ite as amo rei ra s e co mi um ham b ur ge r com bat at as fr i t as, q ue n ão me ape te cia c oz in h ar, p o u ca s v e ze s , as si m é, ma s e xis te m, e quando l á che g eu i l á est ava a be la g ise le em f av s de al vo ce tim, a di ze r q ue br inc v a todos os dia s, a h am a d a, eu t am b em, g os to mui to de ric n ra, todos os dias e todas as no it es, e d ep o is e la d es cia e s u bia, e ap ar e cia um t al vi n h o as si m numa g ar raf a inc l ina d a co mo um f g eu tão, pr on to a ser mo n t ado, em cima o u y por ba ix o de ti, ela tinha t r es e st re li n h as, a s eu l ado, q ue f az iam um na gula, e numa das to rr es em fr net e par e cia a mira da g ar raf a, a q ue me ap ar e ce ra na rua em no i te ant e r i ro, uma r efe ren cia, ac o mpa n h ada de um o u vi do no es pei i r to, q ue di z ia, p ode r s re co l her a ro up a s u j a, a fr en te do h ot al a par tir das vi n te du as h or as, c vo isa q ue eu l eva ra a br inca r, p o is se ria uma be l a ro up a ce rta e mn te, ma s a q u i ao l ado, uma m ala a b an dona da est v a nu ma r ua mui to pe q eu nina, a r ua a cp, e d ep o is nas am ao rei ra s, as ra pa riga em g rande cola d as e para d as na ss pa rede s, al i f az iam f a c es de in t riga co mo q eu m di z ia, se m di ze r, en t ão, n ão vi as l á, e eu l h es di z ia em m eu sec r e to, h ot el c en t en a ´ rio, s ó me s mod ped ro q u in to, on de no r es tau ra n te, as lu ze s se ori en t ave m em g r up os de t r es, e can sado est av a da q u i l o tudo, da q eu le cio fic cio na dao mai s uma v e z mo n t ado


Mais a baixo ao lado da caixa da edp quatro mil e sessenta e três, aparecera não como vinho, mas como azeite , azeite da casa das pradas, com uma cruz em seu símbolo, ao qual do braço direito, chagavam dois traços como um sinal de igual, que depois por baixo se desdobravam, em quatro ângulos que acompanham a cruz ao seu lado direito, quem nela pregado está, pim ad seis mil e cinco p barra c, p/c, sésamo, chave do metro, metro, treze do quatro, doze, traço treze, rato mickey + pc, um computador, ali estava ,e um televisor mitusbishi, id é pc, o pc na rua mora tagus turbo, azeite da cas das pradas,

M a is a ba ix o ao l ado da ca ix a da e dp q au t ro mil e s es s en te e t r es,
Ap ar e ce ra não co mo vi n ho, mas co mo az e ite , az e i te da ca sa das pr ad as, com uma c ru z em s eu s im b olo, ao q ua l do br aço di rei to, cha g a ave m do is t r a ç os co mo um sin a l de i g ua l, q ue d ep o is por ba i z xo se d es do br ava m, em e m q ua t ro na gulas q ue ac o mp a n ham a cruz ao s eu l ado di rei to, q eu m ne la pr e gado es t á, pi m ad se is mil e c in co p b ar ra c, se sam o me t ro, te r ze do q ua t ro, do ze, t ra ç o te r ze, rato mic h k e y + pc, um co mp u ta dor, al i est ava ,e um tele vi s o r mit s ub is hi, id é pc, o pc na r ua mor a ta g us t ur bo, az e i te da cas das pr ad as,

Na rua ao subir, lixívia, o l x d en h u d ser ucal sagres edredão de aquecimento, ou seja vaquinha pt para aquecer a cama, nas costas anotação, n sequencial do recibo, dois setenta trinta e um, um zero vinte e quatro sessenta e nove, metropolitano de lisboa ep catão sete colinas, ot, doze cento e cinquenta, n cartão sete circulo, um de setenta e um, vinte e nove quatrocentos e nove, um traço, da divisão da unidade do circulo da estrela

Na rua ao s u bi or, li x ia, o l x d en h u d ser u cal u ca l sa g r es ed r e d ão de a q eu cie mn to nas c os ta s ano tação, n se q un cia l do r e cibo, do is set en ta t r ina t e um, um z ero vi n te e q eu t ro se s s en ta e nove, met ro p l i t ano de lis boa ep catão set e co lina s, ot, do ze c en to e c in q u en ta, n car tão set e cir c u l o, um de set en at e um, vinte e nove q au t roc en t os e nove, um traço, da di visão da uni dad e do circulo da e ts r e ç l a

Mas isto são notas muitos recentes, que se aqui entram, outras antes mais terão tambem que entrar, já correspondem estas a um novo caderno que no entretanto de novo comecei

M as is to são n ot as mui to s r e c ene ts, q ue se aqui en t ram, o u t ra s ant es mai s terao t am b em q ue en t ra r, j á co rr es pond em est as a um n ovo ca de r no q ue no en te r ta n to de n ovo co me ç ei

Dois acontecimentos mais ou menos recente , andam em mim, a bela menina da happy, vestida para parecer magra, assim diz um dos subtítulos, a mim, a bela menina não me parece nada cheinha em demasia e é muito bonita e a vi pela primeira vez ali ao chegar ao bar da estação do café, era noite, ali estava num mupi sem iluminação interior, e um pormenor me chamou a atenção, pois a fita isoladora branca, tipo tesa film, estava descolada, chegava, em sua horizontal até sua cabeça, e descia nela, como uma cobra branca, que do horizonte do ceu, descera sobre ela

Do is ac on te cie mn to s ma si ou m en os r e c en te , and am em mim, a be la me nina da h ap p y, v es tid a para ap r e ce r ma g ra, as si m di z um dos s ub titu l os, a mim, a be la me nina não me par e ce n ada che in h a em d ema s ia e é mu tio bonita e a vi pela pr i me ira v e z al i ao ch a g ar ao b ar da est a ção do ca fé, e ra no i u te, al i est ava n um m u pi se m i lu mina ção in teri o r, e um pr o m en o r me c g am ou a at en çaõ, p o is a fi ta is ola dora br anca, t ip o t e s a fil m, est ava d es co l a d a, che g ava, em s ua h ori on t al at é s ua ca beça, e dec ia nela, c omo uma co br a br anca, q ue do h ori on te do c eu, d es ce ra s ob re e la


Depois no metro dos olivais, descia eu, distraído, brincando com meu pé, no corrimão das escadas rolantes, quando aquilo de repente para, olhei meu pé, e vi no corrimão do chão o circulo vermelho stop, certamente meu pé lhe teria tocada e fizera as escadas parar, era eu o único que nelas descia, assim não houve problema de maior, um outro rapaz depois , sorrimos os dois, quando aquilo parou, olhei em baixo, a parede da estação e lá estava ela a rapariga h a p py, sendo que o primeiro p está ocultado por sua bela face, e li dow ns sh i f te rato serpente, vestida para ser magra, ao lado um cartaz de comunicações escrito em russo, assim dizia, mpocta apn o com traço ao meio, met n, invertido, ka primeiro euro, terceiro espelhado verticalmente, po traço primeiro euro b infinito do circulo do ponto do asterisco, sentir Macau, decompus as palavras assim mp circulo da cruz primeiro cta, ap muito da divisão do circulo da alma met , primeiro anzol, angulo e bico do ka primeiro espanhol p circulo do under score, primeiro euro do segundo do infinito circulo do ponto do asterisco, ou da estrela, sentir macau, o meu pé para as escadas na descida para o underground, stop, serpente top. circulo vermelho sobre prata, assentei isto num comprovativo de venda, que trazia marcas de ângulos feitos por um sapato quem em cima lhe terá passado, numero quarenta um do circulo da tripla unidade da traide do seis, duplo circulo do vinte e um do circulo de cinquenta e oito, com o numero de serie quatorze, trinta e dois duplo sete da traide segunda, assentara eu lá dg calça e cos m sessenta e nove seis, ou seis de noventa e seis, barra primeiro de oitenta e três, oitenta e dois e oitenta e um, metro cavaquinho, sola de botas , angulo do olho en net

D ep o is no met ro dos oli v a is, d es cia eu, di s t rai do, br in can do com me u p é, no co rr i mão das esca d as ro l an te s, q ua n d o aquilo de r e pente para, o l hei m eu p é, e vi no co rr i mão do c h ão o circulo vermelho s top, ce rta e mn te m eu p é l he te ria t oca da e fi ze ra as esca d as para r, e ra eu o úni co q ue ne la s d es cia, as si m não h o u ve pr o be l ma de maio r, um o u t ro ra p az d ep o is , s o r ri mo s os do is, q ua n do a q u i l p ar o u, ol hei em ba ix o, a pa rede da est a çao e l á est av a e la a r p a riga h a p py, s en do q ue o pr i me i ro p está pc u l t ado por sua be la f ac e, e li dow ns sh i f te rato se rp en te, v es t id a para ser m a g ra, ao l ado um ca r t az de co m uni cações es c rito em ru s so, as si m di z ia, mp o cta a pn o com t ra ç o ao mei o, met n, in v e r tid o, ka pr i e miro eu ro, te rc e i ro es pe l h ado v e r tica l mente, p o t ra ç o pr i me rio eu ro b infinito do circulo do p on to do as te r i s c o, s en tir m ac a y, dec o mp os as pala v ra s as si m mp circulo da cruz pr i me rio a cta, ap mui to da di vv isão do circulo da alma met , pr i me i ro na zo l, an gula e bi co do ka pr i me i ro e spa m hol p circulo do un de r s core, pr i e mr io eu ro do segundo do in f un i to circulo do ponto do es t e r isco, ou da es t r e ll a, sn tir am c ua, o m eu p é para as esca d as na d es cida para o un de r g ro un d, s t p o, se r pen te top. Cir tc u l o vermelho s ob r e p rata, as s e n te i is to n um co mp r ova t ivo de v en da, q ue t ra z ia mara ca s de a n gulas f e i t os por um sa pato q eu m em cima l he te rá passado, nu m ero q ua r en ta e um do circulo da t rip la i uni dad e da t rai de do se is, d up l o circulo do v ine t e um do cir c u l o de cin q eu n te e oito, com o numero de serie q ua t ro r ze, trinta e do is d up l o set e da t rai de se gun da, as s en tara eu l á dg cal ç a e cos m se ss en ta e nove se is, ou se is de no v en at e se is, bar ra pr i me rio de o i ten ta e três, o it en at e do is e oi ten ta e um, met r rp o c ava q u in h o, s ila de b ot as , a n gula do olho en ne t

No meu dia de anos, entrei no casino para comprar cigarros, uma revista me chamou a atenção, trás a bela heidi e o belo seal, que anos moram em meu coração, dizia a bela rapariga , ou assim lhe atribuíam a ela as palavras, que era bom saber-se sexy, depois de se ter três filhos, muito bonita ela é, estranho este familiar pensar, como se algumas meninas pensassem que ser mulher desejada, tivesse só a ver com suas formas, que neste caso são muito belas tambem, mas o desejo, o tal, a que alguns chamam de qualidade sexy, é muito mais que as formas, na rapariga, sempre me agradou sua face, que melhor conheço que seu corpo, que quase nem mesmo conheço, e as suas expressões , o que nelas me desvela sua alma, seu sorriso, seu brincar, recordei uma foto recente dos dois, de perfil, ela dizendo a seal um segredo, ela se rindo, ele se rindo, era amor, que ali se via entre aqueles dois seres, uma cumplicidade amorosa, que me recordo de ver expressa numa belíssima fotografia deles três deitados, tomada em plongé, quando do nascimento do seu primeiro filho, os três enrolados, que belos e que beleza daquela foto emanava, a seal conheço-o eu antes de heidi, ou assim penso ser, desde o seu primeiro disco que trazia um canção de que eu muito gastei e gosto, e depois em dia mais recente de novo ele ma entrou por mao alheia em minha vida, via um rapaz que tinha ou tem um blogue, que trabalha como relações publica da cp, e que calhou vir almoçar comigo uma ou duas vezes, me ofereceu ele na altura um cd com videoclips, curiosamente de grupos que muito gosto com belíssimos clip, evanescente, e lá vinha tambem um com o seal em dueto com uma outra belíssima mulher, numa belíssima canção, em cima de uma jangada, no meio de um mar revolto, os dois se amavam, contra todas as forças da natureza em profunda revolta, e andava isto tudo em meu ser, quando de repente dou com a capa da revista onde os mãos em sua posição e seu mudo de alma dizer, me inquietou, seal, por detrás de heidi, cabeça baixa, seu braço à frente dela, ela como que levantando os seu braço ou o segurando, pois o sentido vibrava entre estes dois pólos, na posição, na atitude, depois a face de heidi, expressava preocupação, uam preocupação de arrependimento ou de vergonha, e o que me ao instante me subiu, fora umas recentes letras, que publicara, ao vê-los ali, de repente , se encaixavam os personagens, nelas, assim o pressenti, com as mãos , comecei a folhear no escaparate a revista sem mesmo a tirar a procura deles em seu interior, era grossíssima a revista, comecei e desfolhá-la de trás para afrente, muitas raparigas passavam depressa, sobre meu olhar, uam olhava-me com face de quem dizia, atenção, era a bela bruni, dizia o texto qualquer coisa assim, quem é que se importa em saber se uma rapariga é bela em seu interior, que estranha pergunta, pois a beleza, é sempre interior e exterior, e o beleza bela, é sempre uma combinação das duas, sendo que aquilo a que chamam exterior, é que é a imagem e expressão do corpo, sempre com o tempos e altera, e a interior tambem, pois a primeira está ligada e vice versa, mas a beleza interior é muito importante, mais que uma beleza mais ou menos fugaz de um corpo, pois é no interior que é sempre exterior que bate o coração, o país do amor e da sua expressão, continuei folheando a revista, não os encontrei, desisti, mesmo no instante de os procurar, assim fiquei, comprando cigarros ao balcão, eu a eles os trago em amor, os vejo como irmãos e filhos meus, não gostaria que nada de mal lhes acontecesse mas recordo tambem na foto do segredo partilhado, que algo quando a vi, no primeiro instante me irritou, subitamente, num qualquer intertexto que a ele estaria associado, que se calhar nem era mesmo deles, no sentido deles, do que a foto narrava, mas a volta deles, expresso no tempo, provavelmente por outros actores, que naquela precisa foto se reflectia, aquela bela menina, me recorda, uma bela menina que um dia de relance uma vez numa sala por um momento encontrei, sua face, trazia cabelo apanhado, uma simples t shirt branca, olhei-a , ela percebeu que eu a olhara, e o que sentimos ali naquele breve instante, fora fundo dentro dos peitos, ela sereníssima, um sorriso sereno prenhe de certezas interior, quando de novo a tentei olhar, já se tinha ido, como que se esfumara no ar e andava com esta memória dentro de mim, ao ver heidi, e a pensar se a menina não seria a minha amada, que vou buscando, e que ainda não se decidiu a chegar


No m eu dia de ano s, en t rei no ca sino para co mp r ar ci g ar ro s, uma r e v ista me ch amo u a at en ção, t rá s a be la hei di e o b elo sea l, q ue am no s mor am em me u co ra ção, di z ia a be l a r a a p riga , o u as si m l he at rib u iam a e la as pala v ra s, q ue e ra bo m s ab e r inglesa se s e x y, d ep o is de se ter t r es fil h os, mui to bonita e la é, es t ra n h o este f ami l ar a p en sar, c omo se al gum as me ninas p en san ss em q ue ser mul her d es e j ad a, t iv es se s ó a v e r com s ua s formas, q ue ne st e ca so são mui to belas t am b em, mas o d es e jo, o t al, a q ue al g u ns ch amam de q ua li dad e se x y, é mui to ma si q ue as formas, ne st a n be l a ra pa riga, se mp re me a g r ad o u s ua f ac e, q ue mel hor c on he c ço q ue s eu cop ro, q ue q u ase ne m me s mo c on he ç o, e as s ua s e x press õ es , o q ue nelas me d es vela s ua a lama, se u s orri so, s eu br inca r, recorde i uma f oto r e c en te dos d o is, d ep er fil, e la di zen do a sea l um se g red o, e la se rin do, el e se rin do ,e ra amo r, q ue a li se v ia en t re aqueles do is seres, uma c u mp li cidade amo rosa, q ue me record o de ver e x press a n uma be li s sima f oto g raf ia de l es t r es de ita d os, tom ad a em p l on ge, q ua n do d o na s cimento do s eu pr i me i ro fil h o, os t r es en rola d os, q ue be l s o e q ue beleza da q eu la f oto ema n ava, a sea l c on he co inglesa o eu ant es de hei di, o u as si m p en s o ser, d es de o s eu pr i me i ro di s co q ue t ra z ia um can çao de que eu mui to g s t ei e g os to, e d ep o is em dia mais r e c en te de n ovo el e ma en t ro u por m º ao al hei a em mina h v id a, v ia um ra p az q ue tinha ou te m um b li g ue, q ue t ra b alha c omo r ela ç o es publica da cp, e que ca l h o u vi r al mo ç ar co mig o uma ou du as v e ze s, me p o f e re c eu el e na al t u ra um cd com vi de o c lio s, c uri so a mn ee de g r up os q ue mui to g os to com be l ii s simo s c l ip, eve n es c en ce, e l a´ vinha t am b em um com o sea l em du e to com uma u t ra be li ss ima mul her, n uam be li ss ima can çao, em cima de uma j an gado, no mei ode um mar r evo l to, os o di ss e am av am, c on t ra do d as a s f o rça s da nat ur e za em pr o f un da r evo l ta, e anda v a is to tudo em meu ser, quando de r ep en te do u com a c ap a da r e v ista on de os mad os em s ua p o si ção e s eu mu do de alma di ze r, me in q u ie to u, sea l, por de t rá s de hei di, ca beça ba ix a, s eu bra ço a à fr en te de la, e la co mo q ue l e bva n tan do so s eu br aço o u o segur and o, p o is o s en tid o vi v br ava en t re este d o is p olo s, na p o si ção, na at i t u de, d ep o is a face de hei di, e x press ava pr e o cup a çao, e o q ue me ao ins t ane me s ub i u, f o ra umas rec n t es l e t ra s, q ue pub li cara, ao v e .l os al i, de r ep en te , se en caixa vam os pe r son a g e ns, nelas, a s si m o pr e s en ti, com as mão s , co me ce ia f ol her no esca par a te a r e v ista se m me s mo a ti ra r a pr o cura de l es em seu in te rio r, e ra g rossi sima a r e v ista, co me ç ei e d es f o l h á inglesa la de t rá s para af r en te, mui t as ra pa rigas para s sa v m d e press a, s ob re me u o l h ar, uam o l h av a inglesa me com face de q eu m di z ia, a te n ção, e ra a be la b r uni, di z ia o te x t p o q ua l q eu r co isa as si m, q eu m é que se im p orta em s ab e r se uma ra pa riga é be la em se u in te rio r, q ue e ts r anha pe r gun ta, p o is a beleza, é se mp r e in te rio r e e x te r i ro, e o beleza be la, é se mp re uma com b ina ção das du as, s en do q ue aquilo a q ue ch ama e x teri ro, é q ue é a i mage m e e x press ão do corp o, se mp r e cm o te mp os e al te ra, e a ine t rio r t am b em, p o is a pr i me ira est á li gado e v ice v e r sa, mas a beleza ine t rio r é mui to i mp orta n te, mai s q ue uma be l e z mai s o u m en os f u g az de um corp o, p o is é no in te rio r q ue é se mp r e e x teri ro q ue bate o co ra ção, o pa is do amo r e da s ua e x press ão, conti n u e i f o l he and o a r e v ista, n ão os en c on t rei, d e sis ti, me s mo no is n t ante de os pr o c ur ar, a sis m fi q eu i, co mp ra n do ci g ar ros ao bal cão, eu a el es os t ra g o em amo r, os v e j o co mo i r mao s e fil h os me us, n ão g os t aria q ue n ada de mal l h e s ac on te ce ss e mas record o t am b em na f oto do se g red o par tila h do, q ue al g o q ua n do a vi, no pr i me i ro ins t ante me i r rito u, s ub ita mente, n um q ual q eu r ine te r te x to q ue a el e est aria as s o i ca do, q ue se c l a h ar ne m e ra me s mo de l es, no s en tid o de l es, do q ue a f oto na rr ava, ma s a vo l ta de l es, e x press o no te mp o, pr ova v el mente por o u t ros ac tor es, q ue na q eu la pr e c isa f oto se r e f l e c tia, a q eu la be la me nina, me record a, um ab e la me nina que um dia de r e lance uma v e z n uma sala por um mo m en to en c on t rei, s ua f ac e, t ra z ia ca belo ap na h ado, uma s i mp l es t s h i r t br anca, ol hei inglesa a , e la pe rc f e b eu q ue eu a ol hara, e o q ue s en timo s al i na q u ele br eve ins t ante, f o ra f un do den t ro dos pei to s, e la se r eni ss ima, um s or r is o s e r eno pr en he de ce r te za s ine t rio r e, q ua n do de n ovo a te n te i ola h r, j + á se t ina h id o, co mo q ue se es f u mara no ar e anda v a com est a me mó ria den t ro de mim, ao v e r hei di, e a p en sar se a me nina não se ria a min h a am ad a, q ue vo u b us can do, e q ue a in da n ão se dec i diu a che g ar

Ao lado numa outra capa, como que os olhando, e perguntando, ou mesmo meio afirmando, como quem diz, repara lá e diz da tua opinião, bono, estava, de quem em chegou ou pareceu chegar mais um eco relativo as ultimas letras publicadas sobre londres, uno dos quatorce, o veleiro , o bico que inverte o forte azul e branco, assim é sua ideia, ou assim me pareceu

Ao l ado n uma o u t ra c ap a, co mo q ue os ola h n do, e pe r g un at n do, ou me s mo mei o a firma n do, c omo q eu m di z, r epa ra l á e di z da r tua o pi ni ão, b on o, est ava, de q eu m em che g o u o u par e c eu che g ar mai s um e co r e la t ivo as u l tim as l e t ra s pub li ca d as s ob re l on dr es, u n o dos q ua tor ce, o v e lei ro , o bi co q ue in v e r te o f o r te az uk l e br anco, as si m é s ua i d e i a, o u as si m me par e c eu

A velha história se repete sem se repetir, pois os corações acertados pelo amor se encontram sempre, e supera a luz do amor, as maldades que muitos , querem fazer aos amantes que se amam, e cios de fumo diverso, com sentidos nas vezes contraditório, e enredos de preso pro ter cao, ou beijado, ou preso por não ter gato e não beijado, se desenrolam com facas que pretendem cortar o amor, e os amantes e seus laços abertos em seus corações, desta vez o escriba, o interpelado em maior profundidade aqui mais a frente, escrevera, que desta vez era verdade, que desta vez era a verdadeira , quarto duzentos e vinte e dois, até aqui ia a clareza da lu da sua sombra, que depois o resto é meio estendido, pois se amanhã, se disser que o disse, certamente será o primeiro a negar, a dizer que o rapaz vê de mais onde não está, nas entrelinhas do espirito, vira eu ao nascer do dia o pequeno falcão, a passar aqui no ceu a aterrar, duas linhas trazia em sua fuselagem, azul e amarelo sobre o branco, talvez senhora fosse, pressenti-te senhora, talvez minha amada que por aqui passou, talvez uma sua amiga de peito grande em dádiva de amor mas se o fosse, certamente que me buscaria, assim se faz quando se chega com intenção de amor, farto fartinho estou destes jogos de cios diversos de nada, estou certo amada que quando chegares, te vais fazer notada, em forma clara e exacta e sabida em meu coração, pois o meu é pedaço teu, certo, o teu terá pedaço meu, e estes cios, tem uma clara intenção, fazer dano ao amor, tentar quebrar o coração, o coração dos amantes que em verdade se amam e assim fazem mover o mundo, pois todos sabem que bastam dois se amarem para o amor continuar a existir, contas tortas, pois há sempre bastantes mais, batalha sempre perdida, a dos perversos e dos que buscam o dano ao amor, e depois triste fiquei, pois o espírito me dera conta de ter sido enganada com o que lhe contaram ou mesmo lhe deram a ver antes da chegada, ouvira, apanha esse avião, sobre nele, meu coração sentiu sua desilusão, mais uma vez a farpa alheia, teria atingido em parte seu alvo, que pena bela senhora que habitais com o belo rapaz a quem amais em meu coração

A ve l h a h is tó ria se r e pet pt e se m se r ep e tir, p o is os co rações ac e rta do s pe l o amo r se en c on t ram se mp re, e s up e ra a l uz do amo r, as mal dad es q ue mui t os , q eu r em f az e r a os a m n t es q ue se a mam, e c i os de f u mo di v e r s o, com s en tid os nas v e z s c on t ra di tó riso, e en red ss de pr es o pro ter cao, ou bei j ado, o u pr es o por não t r e g at o e n ão bei j adao, se d es en ro l am com facas q ue pr e te n d em co rta ro a mr o r, e os a mna te s e se us l aço s ab e r to s em se us co ra ç õ es, de st a v e zo e w s c riba, o in te rp e l ado em maio r pr o fun di dad e aqui mai sa fr ente, es ce r vera, q ue de st a v e ze ra v e r dad e, q ue d es ta v e ze ra a verdadeira , q ua r to du zen t os e vi n te e do is, at é aqui ia a clare za da lu da s ua s om br a, q ue d ep o is o r es to é mei o es te n d id o, p o is se am anhã, se di ss e r q ue o di s se, ce rta e mn te se rá o pr e i mei ra ne g ar, a di ze r q ue o ra p az v ê de mai s on de não es t a ´, h ot e l, mer i d i en, na as en t r e linhas do es pei rito, v i ra eu ao n as ce r dd do dia o pequeno falcão, a pa ss ar aqui no ceu a at r e r ra , du as li n g as t ra z ia em s ua f use l a g em, az u l e ema r e l o s ob r e o br anco, t al v e z s en h ro a f os se, t al v e z se j a min h a am ad a q ue por a q eu i pa ss o u, mas se o f os se, ce rta mente q ue me b us ca ria, a ss im se f az q ua n do se che g a com un te n çao de mao r, f ar to f ar tin ho es t oi d es t es j o g o s de ci o ns di v e r s os de n ad a, es to u ce r to am ad a q ue q u ns do che g ar es, te va is f az e r n ot ad a, em forma clara e e x ac at a e sabi do a em meu co ra çao, p o is o m eu é peda ç o te u, ce r to, o te u te rá peda ç o me u e est es cios, te m uma clara in te n çao, f az e r d ano ao amo r, t en t ar q eu bara o co ra ção, o co ra çao d oso am ant es q ue em verdade se ama e as si m f az e m mo v e r o mundo p o is t od os s ab em q ue ba s tam do si se am ar em para o amo r conti n ua r a e xis tir, contas t o rta s, p ii h á se mp r e ba s t ant es mai s, batalha se mp r e pe r dida , a dos pe r v e r s o s e dos q ue b us cam o d ano ao amo r, e d ep o is t r iste fi q eu i, p o is o es pei r ot me de ra conta de ter sid o en gana da com o q ue l he c on t aram ou me ms o l he de ram a ver, ant es da che g ada, o u v ira, ap anha ess e avi ao, s ob r e nel e, meu co ra çao s en ti u s ua d es i lu sao, mai s uma v e za f a r pa al he ia, te ria at in g ido em par te s eu al vo q ue p en a be la s en hor a q ue h abi t a is com o be lo ra p az a q eu m am a is em m eu co ra çao

Amada minha, minha Amada, vai longo este preambulo do Equinócio da Primavera, que é já quase verão, verão seria se teu corpo ao perto pertinho do meu estaria, assim as aguas e sol e a lua se tornariam quentes e doces e sem fim, termino esta parte te dizendo que depois da manifestação no ceu das três estrelas de seth, assim li, tambem em parte relacionada com a forma do cubo dentro da esfera e para além dele,


Am ad a minha, minha Am ada, v a i l on g o este pr em bu l o do e q u ino cio da pr i m a v e ra, q ue é j á q us e v e rão, v e rao se ria se t eu co rp o ao pe r to pe r tin hi do m eu est aria, as si m as a g ua s e sol e a l ua se to r na r ima q eu n t es e do c es e se m fi m, te r mino est a par te t e di zen do q ue d ep o is da m ani f est ção no c eu das t r es est r e la s de se t h, as si m li, t am b em e m par te r e la cio n da com a forma do c ub o den t ro da es fera e para e l é m de l e,

O contexto das minhas notas anteriores a este apontamento que é um sincronismo com o a manifestação no céu, eram, relativas à minha ida ao programa dos prós e contras sem suma, sobre a Ética republicana e o rei, quando fora, para lá amada, estavas dentro de mim nessa noite em forma muito presente, me fazias sentir aquecido em doce amor, e eu te ouvia me dizer, ama-os a todos, pois sabias tu, que eu meu peito nessa noite ia tambem uma vontade de por os assuntos a preto e branco, se calhar em modo brusco, como nas vezes por vezes acontecesse, e tu em mim a meu lado, me enchias de amor e me falavas do amor, e assim eu ia embalado, cheguei antes da sessão, sai da boca do metro e logo dei com a lua imensa no ceu, baixo, queria um café, assim na tua direcção comecei a caminhar , passei por um palácio das línguas aplicadas e superiores, e me ri por dentro, línguas, aplicadas, que coisa boa, e superiores, com arte superior de beijos e beijar , ainda melhor, e quase entrei, pois uma bela rapariga atravessava o pátio interior, e meu coração perguntava, se eras tu, devia mesmo ter entrado, pois seu passar, me mostrava , o que agora pelo lado de fora da fachada, via, uma cantina, que certamente teria meu desejado café, visto ainda não ter tua lingua ao pé enroscada na minha, mas continuei e fui dar a um bonito café, na parede cá fora, uma lista imensa de nomes escritos a feltro negro, parecia um memorial de inocentes vitimas caídas, e a seu lado uma outra lista bem mais pequena, com três ou quatro nomes, dizia que o noddy, era mau, bem com dois ou três seus compinchas, tomei meu café, caminhei de novo fazendo horas e depois entrei e assisti ao triste espectáculo, onde a fala me foi de novo negada, podia ter feito uma peixeirada gritando alto, mas levantei-me sorri em cima observando pela ultima vez a sala, alguns na assistência se voltaram para trás , e depois sai, já o rapaz assistente, um tal que eu conheço há muitos anos me dissera, que trazia problemas com a policia, seu cognome, o d artagham, como um mosqueteiro, mas é um mau mosqueteiro o rapazinho, depois o espírito me dissera, relativo ao episódio da cinco de outubro, qual, o da carambola dos carros, assim se me afigurou ao momento, enquanto a sessão não começava, entrou na sala um outro senhor, a quem eu trago consideração, vinha atrasado, acompanhado de uma bela menina, que deveria ser sua filha, tal era sua energia, que eu automaticamente me voltara e a vira sorri, descendo as escadas, seus seios adolescente quente em doce se movia, na confiança inocente dos mais pequenos, a quem a vida é só rosas, e razão tem e trazem, pois ela é rosa, seu pai, de repente, me parecia tambem um outro mosqueteiro, seu ar assim o desvelava a meus olhos, depois da conversa com o tal outro rapaz


O c on te x to das min h as n ot as ant e rio r es a este ap on tamen to q ue é um sin c ron is mo com o a m eni f es tação no ce ú, e ram, r e l at iva s À mina h id a ao pr o g r ama do s pr ó s e c on t ra s s em s uma, s ob rea etic a r e pub li c an a e o rei, q ua n do f o ra, para l á am ad a, est av as d en t ro de mim ne s sa no i te em forma mui to pr es en te, me f az i as s en tir a q eu cid o em do ce amo r, e eu te o u v ia me di ze r, am a inglesa os a todos, p o is s ab ia s t u, q ue eu me u pe i to ne s sa no ite ia t am b em uma von t ad e de por os as sun t os a pr e to e br anco, se c ak a h r em mod o br us co, co mo nas v e ze s por v e ze s ac on te ce s se, e tu em mim a m eu l ado, me en chi as de mao r e me f ala v as do amo r, e as si m eu ia em bala do, che g u e i ant es da se s são , sa i da bi ca do met ro e l o g o de i com a l ua i m e n sa n c eu, ba ix o, q eu ria um ca fé, as si m na s ua di re cc çao co me ç e i a ca mina h r , pa ss ei por um a pal cio d as li n g ua s ap li ca d as e s up eri o r es, e me ri por d en t ro, li n g ua s, ap li ca d as, q ue co isa boa, e s up e rio r es, com arte s up eri ot de bei j os e bei j ar , a in da mel hor, e q u ase en t rei, p o is uma bela ra pa riga at rave ss av a o pa t io ine t rio r, e me u co raç º ao pe r g un t av a, se e ra s t u, d eve ia me ms o ter en t ra do, p o is se u pa s s r, me m os t rava , o q ue agora pe l o l ado de f o ra da f ac h ada, v ia, uma can t ina, q ue ce rta e mn te t e ria m eu d e s e j ado ca f á, v is to a in da n ão te r t ua li n g ua ao pé en rosca da en ami n h a, ma s conti n eu i e f u i d ar a um bonito ca fé, na par de c á f o ra, uma li st a i m en sa de no mes es c rito s a f e l t ro ne g ro, par e cia um me mor ia l de inc i en te s v i tim as ca is d as e as eu l ado uma outra li s t a be m ma s i pe q u en a, com t r es ou q ua t ro no e ms, di z ia q ue o no dd y, e ra m au, be m com do is o u t r es e us co mp inc h as, tom e i me u ca fé, ca min he ode n ovo fazendo hor as e d ep o is en t rei e as s us ti ao t r iste es pe cta culo, on d e a fala me f o i de n ovo ne g ada, p o dia te r f e it o uma pei x eu ra da, g rita do al to, ma s l eva n te i inglesa me s orri em c ima ob ser van do pe la u l tim a v e za sala, al g u ns na aa sis tem cia se vo l t aram para t rá s , e d ep o is sai, j á q o ra p az as sis ten te, um t al q eu e u c on he ç o h á mui to s n a os me di ss e ra, q ue t ira z ia pr o b l ema s com a poli cia, s eu co g no me, o d art a g ham, co mo um m os q eu te i ro, mas é um m au m os q eu te i ro o ra pa z in h o, d ep oi s o es pei tio me di ss e ra, r e l at ivo ao e pi so di o da c in co de outubro, q ua l, o da cara m bola dos car ro s, as si m se me a fi g u o ru ao mo m en to, en q ua n to a se s são n ão co me ç ava, en t ro u na sala um o u t ro s en hor, a q eu m eu t ra g o c on side ra ção, vinha at ra sado, a c o mp anha do de uma be la me nina, q eu d eve ria se r s ua fil h a, t al e ra s ua ene r g ia, q ue eu au tom at u ca mn te me vo l tara e a av ira s os rr i, d es c en do as es cd d as, se us sio ad l os c en te q eu n te em do ce se mo v ia, na confiança inc en te dos mai s pe q u en os, a q eu m a v id a é s ó ro sas, e ra z ão te m e t ra ze m, posi el a é rosa, se u pai, de r e p en te, me p ar e ceia t am b em um o u t ro m os q eu te i ro, se u ar as si m o d es v e l ava a me us olhos, d ep o is da c on v e r sa com o t al o u t ro ra p a az

Para além do miolo propriamente dito sobre a conversa da treta que se assistiu, que ficará para segundas núpcias se sobre este assunto as houver, seguiam minhas notas assim,

Para a l é m do mio l o pr o pr ia mente di to s ob rea c on v r esa da t r eta q ue se as sis ti u, q ue fi ca rá para se h un d as n u p c ia s se s ob r e este as sun to as h o u v e r, se gui am min h as n ot as a s si m,

O rapaz dos zz top mostrou a tigresa cabo do os da cgd li de lis boa t he gi ft

O ra p z d oz zz t o po m os t ro ua ti g r e za ca bo do s o da cgd li de lis boa t he gi ft

Reino unido, o farol vermelho e branco, tempestade, gales e sul, ontário e quebeque, ny, tennesse , ohio e kentuky

Rei no uni dao, o f a ro l vermelho e br anco, te mp est ad e, g al es e s u l, on ta +´ rio e q eu bec, ny, t en ness e , o hi o e j k en t uk y

Espanha, o, a onze de mar, zero oito, circulo oitavo dois pontos , circulo do anzol, r en fe barra ce r can ia s serpente do circulo sufi do sargento deitado, sobre rectângulo vermelho, general dez trezentos e quarenta, de noventa e novo circulo de noventa, st engrácia, chaveta da estrela primeira divisão, da primeira estrela eur t asa inc

Es pan h o a o a on ze de mar, z ero oi to, circulo oi t avo do is p on to s , circulo do na zo l, r en fe bar ra ce r can ia s se rp en te do circulo s u fi do sar g en to de it ad o, s ob r e rec tan gula vermelho, g e en ra l dez te r zen t os e quarenta, de no v en te e n ovo circulo de no v en ta, st en g rá cia, ch av eta da est r e la pr i e mr ia di visão, da primeira est r e la e ur t asa inc

o ponto vermelho da humanidade deitada da tríade deitada do quadrado deitado, branco azul e turquesa do home branco azul, circulo com meia lua em cima para o ceu virada, , com mochila da dido e r , circulo rato e do circulo, o zorro azul, do quebra vento se amarelo

o p on to vermelho da h ua mn id ad e de ita da d a t riade dei t ada do q au dr ado dei t ado, br anco az u l e r ur q eu sa do home br anco az uk l, cir c u l o com me ia l ua em cima para o c eu vi ra da, , no m mo c h ila da d id o e r , cir c u l o rato e do circulo, o zo r ro az u l, do q u br a v en to se am ar e l o

Kameia quadrado negro, o quadrado negro de base , dois dedos direitos, um asterisco num dedo do esquerdo, professores de negro, bic isqueiro, com protecção infantil, boa, poças das feiticeiras de vaso ni en ca patrow

Ka me ia q au dr ado en g ro, o quadrado negro de b ase , do is d ed os di rei to s, um as te r us co num d ed o do esquerdo, por f ess o r es de negro, bi x c is q eu i ro, com pr t ot e c çao in fan til, boa, p o ç as das f e i ti ce i ra s de v as o ni en ca pat r o w m

A estrutura cubica representa o domínio dos vastos circulo para alem das torres de vigia do universo, v c entre círculos, nove, vitoria cross, o homem das asa de negro da mesa da cerejeira é o bo do carro do pete de nl, duas pedras, o co circulo lin circulo ka ck , pr aia da ca beca, pilar deep gato do homem do onze, d en t blanche, cruz vermelha com topázio sessenta e cinco flor de quarenta e nove pétalas

A est ru ti u ra cu bi ca r ep r es n ta o do mini o dos v as to s circulo para a l em das to rr es de vi g ia do uni v e r s o, v c en t re cir c u l os, nove, vitoria cris s, o h oe mm das asa de negro da mesa da ce r e je i ra é o bo do car ro do pete de nl, du as pe dr as, o co circulo lin circulo ka ck , pr aia da ca beca, pilar de e ep gato do homem do on ze, d en t b l anc he, c ru z vermelha com to pá z i o se ss en ta e c on co f l or de q ua r en at e no v e pet al as

Alice entre cir c u l os onze, m ak h a s h ana hm, a uma

O tele gato de roma, a s sem as oo j ob son m eu ad vo gado, s ua c asa pe g o u f o g o fato v ia po me u ze la dor, ou zorro da d´or , carte d´or gelado eva, a= 1, b= 2, c= 3, d, 4
(3) londres, num lago em Itália das aguas quentes

3 s he onze le y ab ra o s eu pr o rp io caminho mata a d en t ro , o pan teão de mitra a marte

quadrado seis circulo primeiro dois pontos homem vaso a um kapa homem ua ac homem ad dois pontos ala h u as sm as mad sois pontos i am y ali d , w alam y u la d dois pontos y a lam y ak un ia h u k u f un na ac h ad, (12)

o significado magico do equilíbrio é que o movimento sobre um ponto é injustiça., cada perturbação faz a manifestação possível, e implica desvio da perfeição, assim reza uma frase em texto alheio

p si g ni fi ca do ma gi co do e q u i li br io é q ue o mo vi m en to s o br e um p on to é in js u ti ça., c ad a pe r t u rba ção f az a m ani f es t a ção p os si be l, e i mp li ca d es vi o da pe r fei ção as si m r e za uma pr ase em te x to al hei o


o circulo protege, o triângulo invoca, com sangue de três pombas para fecundar

o circulo pr ot e ge, o t rian gula in vo a, co , m san gi e de t r ê s p om ba s para f e c un d ar

o x no triângulo na posição de fogo dentro do circulo, com o triângulo das agias em circulo ao lado,

o x no t r ian gula na p o si çaõ de f o g o d en t ro do circulo, com o t r ian gula das a gi as em cir c u l o ao l ado,

ch o ron zon o muni ia vi cam ne u b ur g as is mo tom o´ be d pr i e mr i o da manha da lan

en che o c u b o na es fera, j e aa n ne hi l ari on, j e anne ro be r t f o s t e r

e segue me texto a seguir , ainda não publicado com a frase beta, defi, liga-se a beth de manaus, .... imagem da pampulha

pelo entendido no entendimento o aeon se terminou, a nova palavra deste novo aeon se encontra no evangelho de S. João


Ah minha Amada, quando chegas?

omthf

circulo maior om cruz homem forte