terça-feira, abril 08, 2008

Minha Amada , esta é a segunda parte do capitulo maior anterior ao Equinócio, depois veio o ultimo video e depois se seguem esta Palavra e depois ainda um outra Final relativa ao transito,

(Video)

e se foi a poeta solitária da pequeníssima infinita casa na várzea, dormis bem bode, a graça e o custo da aposta vos vai de contendo, é o lucro merecido?

e se f o ia p o e ta sol it a´ ria da pe q eu ni ss ima in f i ni ta c asa na v ar ze a, do r m is b em bode, a g ra ç a e o c us to da ap os ta vo s va i de c on te n do, é o lu v c ro mer e cid o e p on tó e x c la mação


Minha amada, perdoa-me de assim a Ti me mostrar, não é minha natureza normal, e sei que nunca ao perto a Ti assim o Sou ou Serei, mas não nego parte do que Sou quando assim Obrigado a Ser Sou

Sabes porque o sei em exatitude?

Pelo Amor que És, pela qualidade do Teu coração Amante, nunca Tu farias algo de semelhante ou tão ignóbil, como estes filhos da puta sem coração, e vergados fazem a mim e a tantos outros, para eles e só para eles é esta emoção

A Ti Amada, sempre Festas e Doces Beijos, como Poderia Ser Distinto Se Te Trago em Amor, Se Me Trazes em Amor, Se Somos Amor Amado Amante

Amor Sobre Vontade, ou Vontade de Amor, que Protege o Amor Quando Ele É Atacado

Min h a am ad a, pe r do a inglesa me de as s im a Ti me mo s t ra r, n ão é min h a nat ur e za no r m al, e se i q ue n un ca ao pe r to a Ti as s im o S o u o u Se rei ma s n ão ne g o par te do q ue S o u q ua n do as s im Ob riga do a Se r S o u S ab es por q ue o sei em e x ac t it u de p on to em te rr o g ac são Pe l o Amo r q ue É s, pe l a q ua l o dad e do Te u coração Am ante, n un ca T u faria s a l g o de se me l h ante o u t ão i g no bil, co mo est es fil h os da p u ta se m coração, e v e r gado s f az ema mim e a t ant os o u t ro s, para e l es e s ó para e l es é esta emo ção A Ti Am ad a, se mp r e F e t sas e Do c e s Bei j os, co mo P ode ria Se r D is tinto Se Te T ra g o em Am o r, Se Me T ra ze s em Am o r, Se S omo s Am or Am ad o Am ante Am o r S ob r e Von t ad e, o u V on t ad e de Am o r, q ue Pr ot e ge o Am o r Q ua n d o E l e É A t ac ad o
Merece este cabrão e filho da grande puta ser assim tratado?

Mer e ce este c abrão e fil h o da g rand e puta se r as s im t rata d o in te rr o g ac são

Não se fez prova do dano que o cabrão trás ao mundo?

N ão se fez pr ova do d ano q ue o c abrão t rá s ao m un d o in te rr o g ac são

Não se fez prova de que o cabrão é pau mandado e que usa indevidamente o seu cargo
Para fazer a injustiça, a perseguição, terrorismo e cobrir raptores de crianças e seus abusadores?

N ão se fez pr ova de q ue o c abrão é p au m na dado e q ue usa inde vi damen te o s eu cargo

Para fazer a injustiça, a perseguição, terrorismo e cobrir raptores de crianças e seus abusadores?

Para f a ze r a in ju s ti ç a, a pe r se gui ção, te rr ori s mo e co br i r r a p t o r es de c r ian ç as e se us ab usa d o r es in te rr o g ac são

A quem se verga, seu bode? Ao presidente da América? Quem manda em si, cabrão chifrudo corrupto e terrorista?

A q eu m se v e r g a, s eu bode ? Ao pr es id en te da Am é ric a? Q eu m man da em si, c abrao ch u fr u do co rr u p t o e te rr o r ista?

E vós minha Gente, Gente deste País, o Que dizeis a esta demonstração de como estes cabrões trazem a justiça metida em seus próprios bolsos e ao corte exacto de suas pequenas vontades perversas, existirá porventura exemplo mais claro do que este que trás em sofrimento uma criança, de como são bodes chifrudos sem menor coração

E vó s min h a G en n te, G en te d este Pa ís, o Q ue di ze is a est a demo sn t ração de co mo est es c ab r õ es t ra z e m a j us ti ç a met id a em se us pr ó pr i os bo l s o se ao co r te e x cat o de s ua s pe q eu na s von at d es pe r v e r e sas, e xis ti rá por v en t u ra e x e mp l o ma is c l a ro do q ue este q ue t rá s em s o fr i e mn to uma c r ian ç a, de c omo são bo d es ch i fr u d os se mm en or co ração

E me dizei, o que quereis fazer, vergar-vos e vergar-vos e vergar-vos

E me di ze i, o q ue q eu reis f a ze r, v e r g ar inglês vo s e v e r g ar inglês v os e v e r g a inglês v os

Que não me falem então nem mais uma vez em justiça nesta terra sem homens!

Q ue não me f al em en tão ne m ma is uma v e z em js u ti ç a neste te r ra se m h o me ns e x c la mação

No terreiro em frente ao palácio dos cornudos de todos os gabinetes ministeriais, uma meia bola do gato da energia de portugal, que pena ela ser só meia , pois meia bola todos sabem que não roda, era a preto e branco nas cores maçónicas, e tinha dois pentagramas onde se inscreviam duas estrelas inclinadas bem a imagem dos negros corações dos corruptos, onde as virtudes cardinais foram substituídas pelos pecados

No te r rei ro em fr ente ao pal á cio dos co r nu d os de todos os gabi net es mini s t ria is, uma mei a bo l a do g at o da ene r g ia de por tu gal, q ue p e ns e la ser s ó mei a , p o is mei a bo l a todos s ab em q ue não ro d a, e ra a pr e to e br anco nas co r es m aç oni cas, e tinha do is p en t a g ramas onda se ins c r e v iam du as es t r e la s inc lina d as b em a i mage m dos ne g ros cora ç õ es dos co rr u to s, onda as vi r t u d es car d ina is fr o am s ub s titu id as pe l os p eca d os

No rio duas fragatas, uma f jumbo setecentos e quarenta e sete ou quatro, a dizer, os chifrudos que fizeram cair o jumbo, um heli, por ali volteou às páginas tantas, o anzol, e o semi arco de todos os cornudos das bombas, seria que queiram matar de novo o Rei, ou elevá-lo à sua dignidade, que cento e cinquenta anos de exercito é coisa fina e os camaradas se protegem, protegem ao comandante figueiredo no roubo do sangue ao Forte

No rio du as fr a gata s , uma f j um bo set e c en to s e q ua ren ta e e set e o u q ua t ro, a di ze ros ch i fr u d os q ue f ize ram ca i ro j um bo, um he li, por al i vo l teo u às pá ginas t antas, o an zo l, e o o s emi arco de todos os co r nu d os das bombas, se ria q ue q eu iram mat ra de n ovo o Rei, o u e l evá inglês l o à s ua di g ni dad e, q ue c en to e c in q eu n ta ano s de e x e r cito é co isa f ina e os ca mara d as se pr ot e ge m, pr ot e g em ao co man dante figueiredo no ro u b o do s na g ue do Forte

Diga-me lá senhor, ou menino, que trás pasta de ministro da defesa, o que andou a fazer e qual o seu papel no meio disto que se passou no terreiro?

Di g a inglesa me l á s en hor, ou me nino, q ue t rá s p as ta de mini s t ro da d efesa, o q ue and o ua f a ze r e q ua l o s eu pap el no mei o di s to q ue se passo u no te r rei ro?

Junto ao muro do ainda inexistente cais das colunas, nas obras de santa engrácia do metro, um saco cor de violeta, com revistas lá dentro, ali estava poisado, ao lado de um casal que um pouco mais a frente se beijava, olhei, o saco, meti lá a mão e saiu-me uma revista que deixei pousada em cima do banco onde se encontrava, era um revista de desporto, trazia o rui costa na capa, salvo erro, as outras duas referiam-se aos outro dois maiores clubes, achei aquilo estranho de forma que a deixei lá poisada, depois passado alguns dias , o pai de camacho se foi, e ele abandonou o seu lugar de treinador do benfica e o rui costa aparecia depois em noticias dizendo que a única decisão que tinha tomado no benfica até ao momento, fora quando decidira integrá-lo, agora a cor do saco violeta ressoa numa foto recente da bela bruni, com shimon peres e sarkozy, ao fundo na sala , um vestido vermelho, como que desenha uma faca vermelha por altura do cotovelo da bruni, o que entendi pelo espirito , era, a faca vermelha da cor da cruz em israel ou palestina, provavelmente nos últimos acontecimentos

J un to ao m u ro do a in da ine x is t en te ca is das co l una s, nas ob ra s de s anta en g rá cia do met ro, um s a c o cor de viol eta, com r e v ista s l á d en t ro, a li est av p o i s a do, ao l ado de um ca sal q ue um p o u co ma si a fr en te se bei j av a, o l hei, o s a c o, me ti l á a mão e sa i u inglesa me uma r e v ista q ue de ix e i p o usa da em cima do ban co onda se en c on t rav a, e ra um revista de d es poe to, t ra z ia o rui co s ta na c ap a, sal vo e r ro, as do u t ra s du as r efe r iam inglesa se a os outro do is maio r es c lu bes, ac hei aquilo es te r n h o de forma q ue a de ix e i l á p o is da, d ep o is passado al g u ns dias , o pai de ca m ac h o se foi, ee le a ban co no u o s eu lu g ar de t rei na dor do be n fi ca e o rui costa ap ar e cia d ep o is em no tic ia s di zen do q ue a única dec i são q ue tinha tom ad o no be n f i ca at é ao mo m en to, f o ra q ua n do dec id ira in te g rá inglês l o, agora a co r do s ac o viol eta r es s o a n uma f oto r e c en te da be la br u ni, com sh i mon pe r es e s ar k oz i, ao f un do na sala , um v es tid o vermelho, co mo q ue d es en h a uma f ac a vermelha por al t u ra do c oto v e l o da br uni, o q ue en te n di pe l o es pei rito , e ra, a f ac vermelha da co r da cruz em us ra el ou pal es t ina, pr ova v e l mente nos u l tim os ac on te cimentos


A bela loira saia do carro preto e potente, a passserele montada ali à porta do lado das finanças, onde mora mais um, dos piores, uma das bestas negras constantes de todas as desgraças deste país, seios fartos, pé decidido, loira e alva, ah amada era bela, de se olhar, muito gosto eu de ver a beleza desfilar, que Deus não me pôs palas nos olhos, e ao contrário dos que os cabrões do galinheiro, costumam envenenar, ninguém se come nem é comido por eles, as putas da encenação, falavam de teste, teste concluído, ele é igual a todos os homens, Oh filhos da puta que não há dois iguais e contudo são todos filhos do mesmo Deus!

A be la loi ra s aia do car ro pr e to e p ot en te, a pa ss se r e l e mo n t ad aa l i à p orta do l ado das f ina n ç as, onda mor a ma is um, dos pi o r es, uma das best as en g ra s co ns t ant es de todas as desgraças d este pa ís, se i os f ar to s, p é dec i dido, loi ra e al ava, a h a am ad a e ra be l a, de se o l h ar, m uu to g os to eu de ver a be l e za d es fila r, q ue D eu s n ão me p ô s palas nos o l h os, e ao c on t rá rio dos q ue os c ab r õ es do gali n he i ro, co ns t u mam en v ene n ar, nin gume se co me ne m é co m id o por e l es, as p u t as da en cena ção, f aa l v am de t es te, t este com c lui do, e l e é i g ua l k a todos os homens, o h fil h os da p u ta q ue n ão h á do si i g ua is e co n t u d os são todos fil h os do m e s mo D e us e x c la mação

Até as câmaras ali estavam em forma discreta à espera de algo, dizia mais adiante no cruzamento das pombas na rua áurea, o homem, que eu pensara no momento, guardar o tripé, que não, que só ali estava parado a olhar uma inglesa mamuda, disse-lhe, se é bela, faça o favor, que Deus é Belo e Beleza, e depois arrancou, amofinado, como quem dizia sem me dizer, e assim não viste a tua amada que te via e te testava, puta que vos pariu a todos, minha amada que em verdade me ama, me testa olhos nos olhos, mão no pelo, a cocá-lo, não é cida cidália dos quatro milhões de mulheres, certamente mal fodidas e com problemas de auto estima, o plástico, faz créss, créss, e o do supermercado sujeito as unhas pintadas de negro, quando o agarra, coça, coçai-vos toda a ver se vos passa a alergia na asa, plástico, enfim, plástico, estais segura, que não tem na sua subtileza fina como o que será a ausência das mamas, boazuda, ai , ai, ai Meu Deus pecado, mortal, tao grandes que nem soutien para elas existe, acrescente-as, peça para muitos lhes a coçarem, peça aos estivadores de pila grandes sem fim que enrabem

A té as cma ra s a li est av am em forma di s c r eta à es pera de al g o, di z ia ma is a dina te no c r uza mr n to das p om ba s na r ua au rea, o homem, q ue eu p en s ra no me mo m en to g ua r da r o t rip é, q ue n ão, q ue s ó al i est av a para do a o l h ar uma inglesa mam u d a, di ss e inglesa l he, se é bela, f aç a o f avo r, q ue D e us é Belo e Be l e za, e d ep o is ar ra n co u, amo r f ima do, co mo q eu m di z ia se m me di ze r, e as s im n ão vi s te a t ua am ad a q ue te v ia e te t es t eva, p u ta q ue vo s par i ua todos, min h a am ad a q ue em v e r dad e me am a, me t es ta o l h os nos o l h os, mão no pe l o, a cocá inglês l o, n ão é c ida cidá l ia dos q ua t ro mil h O es de mul e h r es, ce rta mente m a l f o didas e com pr o b l emas de au to est ima, o p l as t v cio, f az c r é ss, c r é ss, e o do s up e me rca do s u je i to as un h as pi n t ad as de ne g ro, q ua n do o a garra, coça, coca i inglês vo toda a v e r se vo s passa a al e r gi a na a sa p l ás tic o, en fim, p l á t i c o, es t is se g ur a q ue n ão te m na s ua s ub tile za f ina c omo o q ue se rá a a q u s ên cia das mam as, boa z u da, ai , ai, ai M eu D e us p ec a do, mor tal, tao g rand es q ue ne m s o u ti en para e l as e xis te, ac r es c en te inglês as, pe ça p aa mui to s l he s a co ç ar em, p eça aos est iva d o r es de p ila g rand es se m f im q ue en ra b ema

Ah Amada, que ontem depois de te escrever, as letras que davam conta da conversa com alice, e publicar sai do café e já a noite se tinha posto, lá estava a tua imagem no ceu, toda redondinha e cheia e moravas num perfeitinho triângulo, que eu até todo me arrepiei perante a beleza do Olho assim estar no ceu espelhado

Ah am ad a, q ue on te m d ep o is de te es c r eve r e pub li car sai do ca f é e j á a no ite se tinha p os to, l á est av aa t ua i mage m no c eu, t o do red on din h a e che ia e mor av as n um pe r fei t in h o t r ian g un l o, q ue eu at é tod me ar r e pi e i pe ra n te a be l e za do O l h o as s im es t ra no c eu es pe l h ad o

Imagem igual à que se manifestou em setenta e três, assim o ouvi dizer das gentes ligadas a tvi, e depois em espírito ouvi em dia seguido que as asas apareceram na América, espelhadas no ceu

I mage m i g ua l à q ue se m an f es to u em set en ta e t r ê s, as s im oo u vi di ze r das g en te s li gada s a tvi, e d ep o is em es pe ii to o u vi em dia se guido q ue as a sas ap ar e ce ram na am erica, e spa l h ad as no c eu


Ah amada,


Ah Amada, nunca me passaria pela cabeça, sozinho de escolher o sitio onde contigo viver e nossos filhos criar, mas descobri um sitio lindo muito baratinho, muito em conta, onde se pode colocar ao lado direito das colunas uma volumetria pelo menos com dois pisos, se não mesmo três, talvez uns trezentos metros de área de implementação, quinhentos paus, por todo o terreno, coitadinho que o crocodilo do grupo onze, o viriato, que se bem te recordas, foi morto pelos seus, assim reza a história, e sendo morto, então o viriato que agora aparece com este nome, será certamente do grupo que o matou, se queixa que a câmara ainda nem tinha cobrado a agua que lhe fornece pois não lhe tinha assinado contracto, belo sitio amada, baratinho, depois o parque eduardo sétimo, ou será o eduardo do set, desce por ali fora até se banhar em seu enfiamento o rio, poderemos nós e as crianças ir a rolar até lá baixo, se bem, que depois da relva venha o alcatrão, dizia um outro titulo que se zangam as comadres e se descobre a verdade na terra dos animais, parecia que desta vez se jangara o crocodilo e o hipopótamo, depois o crocodilo até se vira compelido a dizer que aquilo pagava a tal astronómica renda e que fora até alvo de um concurso publico, só falta mesmo ele explicar bem explicadinho duas coisas, e como foi o tal concurso lançado, quem nele esteve implicado, quem foi o júri, quais foram as outras propostas apresentadas e porque razão não foram escolhidas e depois visto trazer assim tao boas relações com a câmara, lhe perguntar, por acaso remoto e pequeno com um fio de erva do jardim do príncipe, não saberá o senhor de que existe corrupção em lisboa na área de urbanismo, nunca ouviu falar, não terá uma mao, o crocodilo, para como amigo de viriato com a espada ajudar a limpar esta imensa porcaria e já agora, que ganha muito dinheiro e certamente em parte se poderá então dedicar a causas meritórias dignas de um viriato crocodilo, que tal levantar um processo crime por tentativa continuada de homicídio vario aquela urbanização e a câmara de lisboa, ali em frente à procuradoria, onde os carros muito se estampam, alias me dirão alguém, se ainda o houver, porque razão passado todo este tempo, primeiro , não tive ainda resposta, segundo ainda se encontra na mesma, cabrões, filhos da puta, quantos mais se lá estamparam, já algum morreu ?

Porque é que a polícia ainda não o levou para a esquadra para prestar declarações?
E já agora sobre o resto assim não tao resto, a quinta das lagrimas, o pedro e a ines, o filho e o dakar

Por q ue é que a poli ca a inda não o l evo u para a es q ua dr a para pr est ar dec l ar a ç o es?
E j á agora s o br e o e r s toa as ss im não tao r es o, a quinta das l a grim as, o ped ro e a ine s, o fil h o e o d ak ar

O si tio vaso ive rato in g l es ossos, seprnet onze do tó lindo, muito bara rat no homem do circulo cobra, ao lado da di do rato tito das colunas, primeiro vol do vo do lume da cruz da ria pe primeiro circulo do homem inglês com s o id pisos, ou duas pisadelas, se do ca o da me sm o do y, o terceiro do s q u in h en t os paus por todo o terreno, co ira do din homem do circulo do q ua dr ad oo europeu do c roc dilo, o coc, o fr anc es do dilo, ou será do nilo , do grupo onze do viriato, o que foi morto pelos seus en tao circulo vi ria to , a ua x a ca mara homem maior tinha da né cobra do br rá, o bara t in h o, a um car rao di z ia , pr in cip e jan an ga ra circulo co r c o di l o é circulo homem ip pop pt amo, sede vaso ira com lido astro no mica renda fal at me s mo e le e x p lica din h o do as co i sas, est vaso implicado, o j uri por rp postas ap r es neta dia as e quadrado do sa r en to deitado poe do quadrado europeu ra za o , tao boas ra l ç o es com a ca mara, aa s o rato e m oto e pe q eu no com um fio de erva do jardim do pr i n cip e, co rr u p são em lisboa, na a rea da primeira rea de u rba ni s mo f aa primeiro rato, muito ca o da té do rá mao do circulo do crocodilo, e para co do mo ami gato do circulo v i ri tao circulo roco di lo, h o mi c i di o v a rio a q u el a ur ban n iza isa são ali em frente a procuradoria, onde os carros se ss tam pam, di rao por q eu ra z são passado no este te mp circulo pr e me r ro cc br oe s c ab a br oe serpente q a ua n to serpente

A h Am ad a, n un ca me passa ria s oz in h o de es co l her o si tio onde co n ti g o v ive r en ossos fil h os c ria r, mas d es co br i um s ii to li n do mu it o ba ra t in h o, muito em conta, onde se p ode c olo car en t ra são l ado di r e tito das co l una s uma vo lu met ria pelo m en s o com do is p is os, se não me s mo y três, q u in h en to s p au s, por todo o te r reno, co ita din h o q ue o c r coc dilo do g r up o on ze, o vi rita to, q ue se bem te record as, foi mor to pe l os se us, as s im r e za a h is tó r ia, e s en do mor to, en tao o vi ria to q ue agora ap r e ce com este no me, se rá ce rta mente do g r up o q ue o mat o u, se q ua ix a que a ca mara a inda ne m tina h cobra do a agua q ue l he fornece po. is n ão l he tinha as sin ad o co n t rac to, be l o si tio amado, bara t in h o, d ep o is o par q ue eduardo sé tim o, o u se rá o edu ard o do set, d es ce por ali f o ra at é se ban h ar em seu en fia m en to o rio, p ode remos nó s e a c r ian ç as ir a rola r at é l á ba ix o, se be, que depois da relva v en h a o al cat rao, di z ia um outro titu l o qu e se zan g am as co madres e se d es cobre a verdade na terra dos anim a is, par e cia que d es ta v e z se jan g ara o c roco dilo e o h ip o p ot amo, d ep o is o c roco dilo at é se v ira co m lido a di ze r q ue a q u i l o pa g av aa t al astro no mica renda e que f o ra at é alvo de um co n curso pub li co, só f al at me s mo e l ee x p l i car bem e x p li cadinho du as co i sas, e co mo foi o t al co n curso l anç ad o, quem nele este v i mp li c ad o, q eu m f o ra o j uri, q ua is forma as outras por postas ap r es neta d as e q« poe q ue ra z ao não f o ram es co l h id as e d ep o is vi s to t ra ze r as s im tao boas r e l a ç õ es com a ca mara, l he pe r gun t ar, por aa s o r e m oto e pe q eu no com um fi o de erva do jardim do pr in cip e, n ão sabe rá o s en hor de q ue e xis te co rr up çao em li s boa na a rea de ur ban is mo, nunca ouviu f aa l r, não te rá uma mao, o c roco dilo, para como ami g o de vi r i r to com a e spa d a ajuda ra li m p ara est a i m en sa po rca ria e j á a g ao ra, q ue gan h a muito din he i ro e ce rta mente em par te se p ode rá en tao d edi car a c au sas mer it ó ria s di g na s de um vi rita o c roco dilo, que t al l eva n t ar um pr o ce s so c rime por ten t at iva conti nu ad a de h o mic i di o v a rio a q u lea ur ban iza çao ali em fr ente à pr o cura do ria, onde os carros muito se es tam pam, al ia s me di rao alguém, se ainda o houver, por q eu ra za o passado todo este te mp o, pr e i me i ro , não t ive a inda r es posta, segundo a inda se en co n t ra na me s ma, c ab r o es , fil h os da puta, q au an to s ma is se lá est am pa ram, j á al gum mor r eu ?

Membrana, trás relação com o grupo onze

M en br ana t rá s relação é o g r up o on ze

Esta treta da irresponsabilidade continua e o país se afunda e se afundam as gentes e o viver, nas imagens que se corporificam, mas parece ninguém mais querer ver, ou pensar sobre o visto, no vale do jamor o carro avançou, o muro que lá está feito, por alguma razão for feito, não é verdade, ou me dirão que os muros nascem do ceu e tombam assim feitos no chão, pois na exacta parte que lhe faltava, o carro foi sugado pela força da agua e duas mulheres se foram

Est a t r eta da i rr es ponsa bil i dad e conti n ua e o pa ís se af un da e se af un dam as g en t es e o v ive rna s i mage ns q ue se corp ori f i ca m, ma s par e ce ni n g u é m q eu r e r ma is ver, ou p en sar s ob r e o v is to, no v al e do j amo ro car ro av anço u, o jm ur o q ue l á es s tá fe it o, por al g uam ra z ao for fei to, n ão é v e r da d e, ou me di r ão que os m ur os na s ce m do c eu e tom bam as s im fei to s no ch ao, po is na e x a c ta par te q ue l he fal t av a, o car ro f o i s u gado pela f orça da a g ua e du as mul her es se f o ram

Como é que o muro estava assim em parte destruído e não fora composto?

Quem trás objectiva responsabilidade nesta situação e quem vai a tribunal responsabilizar-se por estas duas mortes, indeminiza-las tambem em dinheiro e garantir que os muros ou o que for, que existam bem feitos, isto é com adequada função, são para ter a sua normal manutenção

Co mo é q ue o m ur o est v a as s im em par te d es t rui da e n ão f o ra co mp os to e x c primeira maçao

Q eu m t rá s ob ject iva r es ponsa bil i dad e ne s ta s it ua çao e q eu m v ai a t rib una l r es posa n b u liza r inglesa se por estas du as mor t es, inde min i za inglesa l as tam b em e m din he i ro e g ar an tir q ue os m ur os o u o q ue f o r, q ue e xis tam be m fei to s, is to é com ad q u ad a f un çao, são para ter a s ua no r m al manu ten çao

Ah me vão dizer o que sempre dizem, que não há dinheiro e coisa e tal, não há dinheiro, porque os ladroes roubam o bolso publico, estou farto de vos explicar, e neste caso são ladroes e roubos que mais uma vez derivam em morte

A h me v ão di ze r o q ue se mp r e di em, q ue n ão h á din he i ro e co isa e t al, n ão h á din he i ro, por q ue os l ad ro es ro ub am o bo l s o p ub li co, est o u f ar to de vo s e x p l i car, e ne s te ca s o são l ad r o es e ro ub os q ue ma is uma v e z d eri v am em mor te

Qual a que se seguirá?

Onde estão as policias sem visssitudes várias, sem actos de terrorismo entre sua família, como sonegar ou ocultar provas ou informação sobre um processo em curso, onde estão os procuradores da republica, onde está já instruído um processo?

Onde est ao as poli cia s s em vi ss sit u d es v árias, se m ac to s de te rr ori s t mo en t re s ua f ami l ia, co mo son e g ar o u o c u l t ra pr ova s ou infor mação s ob r e u m pr o ce ss o em curso, onde est ão os pr o c < ur ad o r es da r ep u b l i ca, onde est á j á in t u it u id o um pr o ce ss o p on to e x c l la maçao

Querem apostar que cairá no esquecimento arranjado a jeito e propósito e nada de mais se passará?

Má aposta, as que se fazem a expensa da vida alheia, apostam que nada mais se passará a não ser duas mulheres que se foram para o ceu devido mais uma vez a corrupção, entendida em toda a sua profundidade, daquela que se estende e leva a morte de terceiros

Q eu r em ap os t ar q ue ca i rá no es q eu ce i m en to e n ad a se de ma si se passa rá, Má ap os ta, a q ue se f az ema e x p en sa da v id a al he ia ap os tam q ue n ad a ma is se passa rá a n ão ser du as mul her es q ue se f o ram para o c eu de v ido ma si uma v e z a co rr up çao, en ten dida em toda a s ua pr o f un di dd ad e, da q eu la q ue se e x ten de e l eva a mor e t de te r ce i ros

No norte uma criança, de onze anos , a dupla unidade e a sua assinatura de novo a aparecer, foi atropelada, num local que todas as gentes mais uma vez explicavam ser perigoso e dizem as gentes, pedindo um pai que não tem, pois o estado não o é, nem faz esse papel, que deveria em muita parte fazer, pois como se disse tambem na conversa sobre ordenamento do território na tv, para isto temos os governantes , para cuidar, mas depois não cuidam, e depois acontecessem as desgraças e as gentes se ficam a queixar, em sentimento misto de impotência e revolta, como um filho desamparado face a um pai ausente

Nono r te uma c r ian ça, de on ze ano s, a d up l a uni dad ee a s ua as sin at u ra de n ovo a ap ar e ce r, f o i at ro p l e l ad a , n um l o ca l q ue t o d as a s g en te s ma si uma v e z e x p l i ca v am ser p eri g oso e di ze m as g en t es, pe di dn do um pai q ue n ap te m, p o is o est ad o n ão o é, ne m f az es s e pap el q ue d eve ria em mu it a par te f az e r, p o is co mo se di s se tam b em na co n b v e r sa s ob r e o r dena m en to do te rr it ó rio na tv, para ist t emo s os g o ve rna n te s , para c u id ar, mas d ep o is não c u id am, e d ep o is ac on te ce s sem as d es g r aç as e as g en te s se fi cam a q eu ix ar, em s en tim en to m is to de i mp ot en cia e r e vo l ta co mo um fil h o d esa mp ar ad o f ac e a um pai au s en te

Não vos expliquei já que assim não dá, não vos expliquei já o que é necessário fazer, pôr processos crimes em cima de quem assim não leva os assuntos comuns, ou a morte é coisa banal que todos pretendem banalizar, digam-me lá, que vontade de levar alguns para o inferno não vai faltando, e se não dizem, tambem para lá irão, vão já mesmo, para não se perder mais tempo a aturar minhocas

N ão vo s e x p l i q eu i j á q ue aa s i m n ão d á, n ão vo s e x p l i q eu i j á o q ue é ne ce ss á rio f az e r, p ô r pr o ce ss o s c r im es em cima de q eu m as s im n ão l eva os as sun to s co m un s, o u a mor te é co isa b an a l q ue t o d os pr e ten de m b ana liza r, di g am inglesa me l á, q ue von t ad e de l eva r al gun s para o in ferno n ão me v as i f al a tan d o , e se n ão di ze m, tam b em para l á irão, vão j á me s mo, para n ão se pe r de r ma is te mp o a at ur ar min h oca s


Porque é que ainda não foi levantado processo, a quem mantém setecentos pontos negros nas estradas há mais de quatro anos?

Por u q e é q ue a inda não f o i l eva n t ad o pr o ce ss o, a q eu m man t em set e c en t os p on to s ne g ros nas es t ra d as h á m as i de q ua t ro ano s e x c la mação

Perderam-se no labirinto, não sabem de quem é a responsabilidade, ou mais uma vez se curvaram todos e se agacharam?

Ped r e ra ns inglesa se no l ab i rin to, n º ao sabe m de q eu m é a r es p os na bil i dad e, ou ms i uma v e z se c ur v aram t o d os e se a g ac h aram e x c la mação

Melhor pergunta, porque não foram ainda julgados, e porque não estão ainda na prisão!?

Me l hor pe r gun ta, por q ue não f o ram a inda j u l g ad os, e por q ue n ão es tao a inda na pr isa o e x c l a m a ção in te rr o g a ç ao

Preferíeis então pagar em sangue a incúria, que por cada um assim caido, dez dos filhos da grande puta para o inferno se vao!!!!

Pr efe ríe is en tão p a g ar em san g ue a inc ú r ia, q ue por c ad a um as s im ca ido, dez dos fil h os da g rande p u ta para o in ferno se vao!!!!

No jamor se jogou outrora um jogo de futebol entre equipes não profissionais, dos dois lados do rio grande, me dirão se foi agora esta a factura e o recibo apresentado na volta do circulo, aqui no livro descrito em seu primeiro tempo

No j amo r se jo g o u o u t ro ra um j o g o de f u te bal en t re e q u ipe s n ão por fi s sio na is, do s do is l ad os do rio grande, me di rão se f o i agora esta a f ac t u ra e o rec i bo ap r es en t ad o na vo l ta do cir c u l o, a q u i no li v ro d es c rito em se u pr i me i ro te mp o

Depois os muros se reflectem como dominós uns nos outros, e no entretanto da publicação das minhas letras ultimas maiores, foram diversos que caíram, a primeira imagem desta parte do puzzle que se desvelou perante o olhar do mundo, foi uma inversão bíblica, desta vez foram os palestianos que passaram para o egipto, no mesmo local, onde viveu o povo que outrora de lá uma vez fugira

D ep o is os m ur os se r efe te m co mo do mino s un s no s o u t ros, e no en t r eta n to da pub li cação das min h as l e t ra s u l tim as maio r es, f o ram di versos q ue ca ira m, a pr i me ira i mage m d es ta par te do p u zz le q ue se d es v e lou pera n te oo l h ar do mundo, f o i uma in v e r são bi b l i ca, d es ta v e z f o ram os pal es tia no s q ue pa ss ram p ra o e g ip to, no me s mo l oca l, onde v ive m o p ovo q ue o u t ro ra de l á uma v e z f u gi ra

Ali estava um pedaço do muro em chapa ondulada, a reverbar, em diversas pedaços de outras imagens que o Amor e os Amantes me tinham dado a ver, ali estava ela caída meia tombada como um abanico, e depois uma linha se insinuou no espirito, daquelas que não é explicita em sua extensão, mas que recordava a queda de outro muro, o de berlim, e uma explicação me foi dada, sobre o mal que então nessa altura me fizeram, a revelia dos normais julgamentos do homens, que um véu me fora então posto nessa altura, e o local de origem, aqui se desvelava ao olhar, depois de eu ter escrito dos meus conhecimentos de Gente judia ao perto pertinho

Ali est av a um ped aço do m ur o em ch ap a on d u l ad a, a r eve r bar, em di v e r sas peda ç o es de o u t ra s i mage ns q ue o Amo r e o s Ama n te s me tinha m d ad o a v e r, ali est v a e l a ca id a mei a tom b ad a co mo um ab ani co, e d ep o is uma li n h a se in sin u o u no es pei rito, da q eu l as q ue n ão é e x p l i cita em s ua e x ten são, mas q ue r e co rda v aa q eu da de o u t ro m ur o, o de be r li m, e uma e x p l i cação me foi dada, s ob r e o ma l q ue en tão ne s sa al t u ra me f ize ram, a r eve l ia dos no r mai s j u l g am en t os do homens, q ue um v eu me f o ra en tão p os to ne s sa al t u ra, e o l oca l de ori g e m, a q u ise d es vela v aa oo l h ar, d ep o is de eu t r e es c rito dos me us co n he cie mn t os de G en te j u d ia ao pe r to pe r t in h o

Depois se junta um outro pedaço, o enfold do en field , na india na tragédia anunciada, até a senhora trazia já em seu bolso o numero dos telefones dos que estavam por trás da sua morte, uma coloração entre dois estados que não é secreta, secreta só mesmo o conteúdo dela, assim dizia o embaixador

D ep o is se j un ta um o u t ro peda ç o, o en f ol do en f ike l d , na india na t ra g é d ia an un cia d a, at é a s en h o ra t ra z ia j á´ em s eu bo l s oo n um ero dos tele f one s do s q ue est ave m por t rá s da s ua mor te, uma c l ob ar ção en t r e d o is est ad os q ue n ão é secreta, secreta s ó me s mo o co m t e u d o de l a, as s im di z ia o em ba ix a d o r

E lá estamos de novo nos procuradores, ou não procuradores, dos advogados e não advogados que se queixam das condições de admissibilidade à ordem e das regras que não lhes facilitam o acesso, e não tenho eu ainda resposta à interpelação publica que fiz ao senhor que vai de bastonário nem resposta à carta que enviei ao conselho deontológico pedindo aquilo que por direito de cidadão me assiste, o levantamento de um processo aos pseudo advogados implicados na tramóia do rapto de meu filho, parece que terei de lá ir!

E l á est am os de n ovo no s pr o cura d o r es, ou não p orcu ra d o r es, dos ad vo gados e n ão ad vo gado s q ue se q u ix am da s co n di ç õ es de ami ss i bil i dad e à ordem e das r e g ra s q ue n ão l h es f ac i l it am o ac es s o, e n ão ten h o eu a inda r es p os ta à in te rp e l a çao publica q ue f iz a o s en hor q ue vai de b as t on á rio ne m r es ps ota à ca rta q ue en vi ei ao co n se k l h o don t olo gi co ped i dn o d a q u i lo q ue por de i rei to de cida dão me as sis te, o l eva n ta e mn te de um pr o ce ss o ao s ps eu do ad vo gado s i mp l i c ad os na t ra mo ia do ra pt o de m eu fil h o, par e ce q ue te rei de l á i re x c la mação

Onde estão os procuradores que em verdade procuram, onde estão os advogados que em verdade advogam e fazem das palavras actos, quando bem descrevem o que conhecem, ou parecem conhecer, que a justiça aqui trás diversos pesos e diversas medidas, onde está uma nova ordem, ao lado da outra, se a primeira não quiser continuar a funcionar, que prossiga o bem publico e defenda os cidadãos e o mesmo digo a todos meus filhos, em vez de protestarem pela morte de mais uma criança, levantem um processo a quem tem responsabilidade no assunto

Onde est ão os pr o cura d o r es q ue em vera de pr o c u ram, onde est ão os ad vo a g d os q ue a em v e rda d e ad vo g am e f az em das pal v ra s ac to s, q ua n do be m d es ce r v em o q ue co n he ce m, ou par e ce m co n he ce r, q ue a j us ti ça a q u i t rá s di v e r sos pesos e di v e r sas med id as, onde est á uma n ova ordem, ao l ado da o u t ra, se a pr i me ria n ão q u ise r conti n u ar a f un cio n ar q ue pr os si g a o be m publico e d efe n da os cida dão se o me s mo di goa t o d os me us fil h os, em v e z de pr t es t ar em pe l a mor te de ma is uma c r ian ça, l eva n te m um pr o ce ss o a q ue m te m r es ponsa bil i dad e no as sun to

Meus filhos advogados, jovens em principio de carreira sem rotulas enferrujadas pelas diversas subserviência a conta gota que criam os reumatismo no coração, fazei uma nova ordem ao lado da velha que é velha e mais não se mexe , nem anda de mao dada com a bela Senhora chamada justiça, mais a empurra ao atravessar a rua e os carros, organizai-vos, que certamente os cidadãos a vós recorrerão, ide as canelas de todos os corruptos, armai-vos com o coração recto, o vosso saber, não tenhais medo, mordei-lhes as canelas a todos, destruei toda a iniquidade, velai pelos que menos podem face as corruptos falsos poderosos, fazei e ilustrai o bom exemplo!

Me us fil h os ad vo g ao s , jo v e ns em pr in cip i o de car rei ra se m r ot u l as en fe rr u j ad as da s di v e r sas s ub se r vi en cia s a c on ta g ota q ue c r iam os r eu mat is mo s no cora çao, f a ze i uma n ova o r de mao l ado da ve l h a q ue é v e l h a e ma is n ão se me xe , ne m ana da d e mao dada com a be l a S en hor a ch am ad a j us ti ça, mai s a em p ur ra ao at rave ss ar a r ua e os car ro s, o r g ani za i inglês vo s, q ue ce rta e mn te os cida dão s a vó s r e co rr e rão, id e as can e l a s de todos os co rr u p t o s, ar mai inglês vo s com o cora l çao rec to, o v osso s ab e r, n ão te n h a is med o, mor de i inglês l h es as can e l as a todos, d es t ru e i todas as i ni q u i dad es, vela is pe l os q ue m en os p ode em face as co rr u pt os f al s os p ode roso s , f a ze i e i lu s t rai o bo m e x e mp l o e x c l a mação


Eco zero à publicação das minhas letras, em cima da mesa de trabalho que longo tempo estivera desmontada nas arrecadações e que recentemente montei, ao lado do escritório.

E co z ero à pub li cação das min h as l e t ra s , em cima da me sa de t ra b alho q ue l on g o te mp o est ive ra d es mon t ad a na s ar r e ca da ç õ es e q ue r e c en te men te mo n te ia o l ad o do es c r it ó rio.

é uma mesa que se apoia em três y invertidos, dois compridos com tirantes que são e funcionam como prumos e que serve de suporte para prateleiras que neles se encaixa, e que tem dois tirantes com esticadores reguláveis de aço, e um pequeno que lhe faz o triângulo por debaixo da outra extremidade do tampo

é um me sa q ue se ap o ia em t r ê s y in v e rt di os, do is co mp rid os com t i ra n te s q ue são e f un cio n am co mo pr u me o s e q ue se r v e de s up o r te para par te lei ra s q ue ne l es se en ca ix a, e q ue te m do is t ira n te s com est ica o r es r e gula v e is de a c ç o, e um pe q u e no q ue l he f az o t r ian gula por d e b ai xo da o u t ra e x t r e med i dad e do t am p o

No canto direito baixo, a pilha dos sete livros do tribunal brasileiro que me apareceram em dia recente na rua e que eu trouxer para casa, quando o rogério alves aparecia em fotos, mais do que uma em diversos jornais, ao lado, ou mesmo com sua mão em cima deles

No can to di rei to ba ix o, a pulha dos set e li v ro s do t rib una l br as i lei ro q ue me ap ar e ce ram em dia r e c en te na r ua e q ue eu t ro ux e r para c a sa, q ua n do o ro g é rio al v es ap ar e cia em f ot os, ma si do q ue uma em di v e r sos jo rna is, ao l ad o , o u me s mo com s ua mão em c ima de l es

Mais a sua direita ainda, repousavam umas folhas de papel à quatro, conqueror oyster la id b lan c nacré verge, como seguinte numero de serie, quatro círculos, primeiro do seis de setenta e quatro, m dois cento e um de cinquenta e sete, m nove

Ma is a s ua di rei ta a inda, r ep o us v am um as f ilha s de pa el a q ua t ro, c on q ue ro r o y s te r l a id b l an c n ac r é v e r ge, co mo se gui n te n u m ero de s r ie, q ua t ro cir c u l os , pr i me i ro do se is de set en at e q ua t ro, m do is c en to e um de c in q u en ta e set e, m n ove

Em cima das folhas que ali tinha colocado, que eram as que restaram das que usei para tomar as notas mais ou menos finais do ultimo texto grande anterior, um pro mouse designed by apple california , e primeiro de setenta e um e primeiro quadrado do terceiro do quarto, for home or office use, trinta e oito de noventa e dois p nove circulo segundo, assembled im mala s ia mode l, m cinco de setenta e seis, nove

Em c ima das f o l h as q ue ali tinha c ola o c a d o, q ue e ram as q ue r es t aram das q ue use i para tomar as n ot as ma is o u m en os f ina is do u l tim o te x to g rande ant e rio r, um pro mo use d es i g ne d b y ap le ca li f o rn ia , e pr i me i ro de set en at e um e pr i e miro q ua dr ad o do t r e ce i ro do q ua r to, f o r home or o ff ice use, t rin ta e o it o de no v en ta e do is p n ove c i r c u l o se gun d o, as s em b l ed im mala s ia mode l, m c in co de set en ta e se is , n ove

Ao passar aquilo caiu , e me dei conta ao momento que tinha caido o rato pro

A o pa ss ar a u i l o ca i ue me dei c on ta ao mo m en to q ue tinha ca id oo ra to pr o

Depois caiu um das folhas escritas debaixo da minha secretária, a que numerei com o numero um e que ficou o numero ao lado da caixa de quatro tomadas que tenho embutida no chão de onde parte uma ficha tripla que passa por debaixo do livro do christian pringent, a quoi bom encore des poetes?, que tambem caíra nas minhas ultimas arrumações deste escritório, quarto, esta folha não é das folhas conqueror, mas sim o reverso da tal guia de remessa habifino, decorações as, da av do fonte de pereira do melo, que entrara tambem na história do ultimo capitulo

D ep o is ca i uu m das f o l h as es c rita s de ba ix o da min h a sec r eta ´r ia, a q ue n u me rei com o n u m ero um e q ue fi co u o n u m ero ao l ad o da ca ix a de q ua t ro tom ad as q ue ten h o em b u t id a no ch ao de onde par te uma fi ch a t rip l a q ue passa por de ba ix o do li v ro do ch r is tia n pr in g en t, a q u o i bo m en core d es p oe t es in te r ro g ac são, q ue tam b e mc a ira nas min h as u l tim as ar r uma ç õ es d este es c r it ó rio, q ua r to, est a f o l h a n ão é das f o l h as co n q eu ro r, ma ss im o r eve r s o da t al gui a de r em es sa h abi f ino, dec o ra ç õ es as, da av do fonte de pe rei a do melo, q ue en t r a ra tam b em na h is tó ria do u l tim o c ap it u l o

Agora judice vem deitar a responsabilidade naquele a quem chama de queixinhas, que depois de muitos anos de convivo e tutela, deverá ter tido uma iluminação um dia ali no restaurante dos onze, delegação do terreiro ao lado do posto do turismo da Internet em cruz, ou melhor dizendo da cruz feita pela net, e então, lhe retirou na altura os cargos, a função e a competência, é sempre bom ter um bode expiatório à mão de semear, dá jeito, carne para canhão, na brasa grelhar

Da Agora do judice vaso em dei t ar a r es ponsa bil i dad e na q u e le a quem ch ma de q u ix in h as, q ue d ep o is de mu it os ano s de c on vivo e tutela, d eve rá teresa tid o uma i l u mina são um dia ali no r es t au ra n te dos onze, d ele g a çao do terreiro ao l ad o do posto do t ur is mo da inter ne t em c r u z, ou me l hor di zen do da c r u z fei ta pela n te, e en tão, l he r e tir o u na al t u ra os c ra g o sa f un çao e a co mpe tên cia é se mp r e bo m teresa um bo de e x pi s tó rio à mão de se me ar, d á je y i to car ne para can h ão, na br asa g r e l h ar

E me diga uma coisa, que já aqui perguntei, senhor judice, trás ao não trás relação familiar com a puta que trabalha no serviços sociais de apoio ao tribunal de menores, com o mesmo nome seu, e que mentiu deliberadamente, ocultou provas, e falsificou factos, foi a seu mando?

E me diga uma co isa, q ue j á aqui pe r gun tei, s en hor ju di ce, t r ás ao n ão t rá s relação f ami l ia r com a puta q ue t r ab al h a no se r vi ç o es soci a is de ap o is ao tribunal de m eni o r es, com o me s mo no me s eu, e que m en ti u de lei b e r a d mane te e o c u l to u pr ovas, e fa l si fi co u real i dad es, f o ia s eu man d o e in te rr circulo gato ac a são

caíra tambem o comando do dvd e as duas pilhas energizer aaa dois mil e doze ficaram no chão, uma deles aponta o seu polo positivo ao rebordo da caixa embutida das tomadas, ao lado os meus sapatos novos, luka, marca nacional que quando agora os comprei me fez lembrar uma canção da suzane vega de um português que mora debaixo dela, e me recordou um pequeno apontamento que tomei num postal que encontrara uma vez na rua do lucas tapas bar, que está no livro relatado, acontecimento antigo, o dvd, é um scan magic

Tam b em ca ira o comando do d v d e as du as pi l h as ene r gi ze r aaa do is mi le do ze f ica r m no ch ão, uma de l es ap on ta o s eu p olo p os it ivo ao r e bordo da cia x a em b ut id a das tom ad as, ao l ad o os me us sa patos n ovo s, l uk a, ma rca na cio n al q ue q ua n do agora os co mp rei u me fez l e m br ar uma can ção da s u za ne veja de um pr ot u g u es q ue mo ra de ba ix o de l a, e me record o u um pe q eu no ap on tamen to q ue tom e i n um p ostal q ue en c on t r a ra uma v e z na r ua do l u ca s t ap as b ar, q ue est á no li v ro r e l at ad o, ac on te cie mn to ant i g o, o d v d, é um s ac n magic

Quando agora pe1guei nas folhas e as pus a contra luz para ler a marca de agua, , primeiro assim li, co vaso do dn circulo lol, depois a virei e li, jojo n b vo, s emi c ric u l o invertido

Hoje aparecia a bela thais numa capa de uma nova publicação do mário jacques, impala grupo, ou melhor dizer, in pila grupo, ou grupo da pila, ou em ainda grupo de pala, sobre quem curiosamente estiver a falar no pátio do hospital psiquiátrico, com um rapaz que por lá tambem nesse fim de semana passara, na aparência a visitar alguém, vinha de sandálias de Y com meias e me chamava de paulinho, e eu olhando para aqueles pés assim, quase alucinando, e que me disse para ele trabalhar, ao isto escrever, o jojo, que tambem declina em príncipe do circulo duplo ojo, me saltou a memória o logo da foto dessa tal nova revista vocacionada para África, assim dava conta a noticia

H oje ap ar e ceia bela t h a is n uma c ap a de uma n ova pub li ca ç õ d o mário j a q u es, i m pala g r up o, ou me l hor di ze r, in p ila g r up o, o u g r up o da p ila s ob r e q u em c ur i os am en te est ive ra f al ar no pa teo do h o spi t al ps i q u ia t ric o, com um ra p az q ue por l á tam b em ne s se f im de s am ana passa ra, na ap ar en cia a v isi t ra a l g u é m, e q ue me di ss e para e le t rab al h a r, ao is to es c r eve ro j o j o, q ue tam b em dec l u ina em pr in cip e do c irc u l o d up l o ojo, me sal to ua me mór ia o l o g o da f oto d es sa t al n ova r e v ista vo ca cio n ad a para af ric a, as s im d av a c on ta a n ot i cia

Eco primeiro à publicação das minhas letras, ardeu a feira da ladra em londres, na zona do giz, um café e me pergunto sem pelas noticias saber, se terá sido a café onde um dia a puta cristina coutinho, me tirou uma foto, o tal que tinha uma pintura nas paredes, e sobre as quais a putas depois no álbum fez um manipulação com uma cobra, o elo é claro entre a leitura das moedas com o que o clip apontara, no prato de loiça que lá fo comprado e onde está tambem desde alguns dias o badget do new millenium, ou seja em relação tambem com o que foi expresso na igreja das necessidades, para além das moedas continua lá o quadrado preto da tecla da onda e do chapéu, o guelas de vidro transparente que desequilibrara a rotação, um outro rectângulo com uma seta branca que aponta o horizonte à direita , uma chapa das caves raposeira que me aparecera na rua e um outro rectângulo preto de tecla sem nenhuma indicação, um rectângulo mais pequeno, camdon town, o giz, o gizado e quem gizou, me recordo de outro incêndio em londres, o barco de madeira


E co primeiro do ca çao da pub, o que come as minhas letras, um ca fé e me p ee pistola do té, no tic as saber, cris cruz sin primeiro da coutinho, me ti do ro vaso da prim e i ro a f oto , cruz a um eu o rp e ia tinha da primeira pintura nas paredes, al bum fez, um man ip i ap rime ira ax são com uma cobra, a um gato us sm dias circulo badget do new millenium, da dupla dor da serpente das necessidades, para a um ema , da tecla da onda e do ch ap eu circulo do guelras branco q eu dia es si u li bra ara a t ota são , um outro rec tam gula com uma seta branca q eu ap p om ta circulo horizonte, a eta muita gula preto de tecla, com um outro mais pequeno de cam din to w n circulo doo giz, gato iza d oe q europeu maior goi zo vaso, inc en di circulo de londres

E co pr e me i ro à p ub li ca çao das min h as le t ra s, ar d eu a fe ira da l ad ra em l on dr es, na zo na do gi z, um ca f é e me pee gun to se m pelas n ot i ca s sabe r, se te rá sido a ca f é onde um di aa puta cris t sin a co u t in h o, me ti ro u uma f oto, o t al q eu tinha uma pi n t ur a nas par ed es, e sobre as q ua l q putas d ep o is no al bum fez um man ip u l a çao com uma cobra, o elo é c laro en t rea leitura das m oe d as com o que o c l ip ap on tara, no pr at o de l o i ça que l á f o co mp ra do e onde está tam b em d es de al gus m dias o b ad ge t do ne w mi ll eni um, ou seja em relação tam b em com o q ue f o i e x press o na igreja da w s ne ce s sida d es, para a l é ma das mo ed as conti n ua l á o q ua dr ad o pr e to da tec l a da onda e do ch ap eu, o guelas br anco q ue d es i q u li bra ra a r ota çao, um outro rec t na gula com uma s eta br anca q ue ap om ta o horizonte à di rei ta , uma ch ap a das c aves ra p os e ira q ue me aa pr e ce ra na rua e um outro r eta n gula preto de tecla sem ne n h uma indica ção, um rec tan gula mais pe q eu no, cam d on town, o gi z, o g iza d oe q eu m gi zo u, me record o de o u t ro inc en di o em londres, o bar co de madeira

Diz o pote que trás as moedas, rid gata w primeira y da potteries ltd, made in england in staffordshire england, a ll co lou rato serpente guaranteed , 2 underglase sessenta e seis and detergent proff,

Di zo p ot e q ue t rá s as mo e d as, rid gata w pr i me ira y da p ot teri es l t d, m ad e i mn england in s t af ford shire england, a ll co lou rato se rp en te g ua ra n teed , 2 un de r g l ase se ss en ta e se is and de ter g en t pr o ff,

A prova do algodão, aquele que não mente, o rato serpente ua ara n tedd se gin do un de rato gato da primeira ase do seis seis, a estrada que atravessa costa a costa e de teresa gato inglês da cruz pr circulo ff

A pr ova do al g o dao, aquele que não e mn te, o rato se rp en te ua ar an te dd se gin do un de rato gato da primeira ase do seis se is, a estrada que at ravessa co s ta a costa e de teresa gan to in g l ês da c r u z pr cir c u l o ff

Antes do incêndio de novo a festa epal madrugada começara, aqui em cima, as raparigas em speed como sempre até veio a policia, muito envergonhada, assim me disse quem a chamou, uma vizinha que lá chegara e batera à porta antes de mesmo eu ter subido, a loira, a assassina

Ant es do inc en di o de n ovo a f es ta epal madruga da co me ç a ra, a q u i em cima, as ra pa riga s em s pee d y c omo se mp ire a té veio a poli cia, mu it o en vo r g on h ad a, as si ,m d me di s se q eu ma ch ama o u, uma v i zi anha q ue l á che g a ra a e bat e ra à porta ant e s de me s mo eu ter s u bid o, a l o ira, a as a s s in a

Tinha-me dito um elfo que iam ver o tal angulo

Tinha me di to um el f o q ue iam v e r o t al an gula

Depois o badget teve ainda um outro desenvolvimento, caiu de uma fachada, de uma embaixada americana, mais uma a que tentaram pegar fogo, tanto é o amor que ela desperta pelo mundo fora, ela que tanto se põem a jeito de ser alvos de muitos e grandes ódios, alguns mesmo justificados, caia ele, o símbolo redondo em cima de uma tábua que oscilava por cima da grade do muro, como uma ponte basculante que basculava, depois o homem, inclinava a madeira, e o badget deslizava, devem te-lo levado para recordação, ou para lhe pegar fogo ou dar umas marteladas na águia

D ep o is o bu d ge t teve a inda um o u t ro d es en vo k l vi m en to, caiu de uma f ac a h ad a, de uma em ba ix ad a am eri cana, ma si uma a q ue ten t aram pega r fogo, t ant o é o mao r q ue e l a d es pe rta pelo mn do foro, e l a q ue t ant o se p oe m a je tito de ser alvo s de mui t os e g rand es o dias, al g u ns me s mo js u ti fi c ad os, ca ia ele o s im bolo red o dn do em c ima de uma t ab ua q ue os cila v a por c ima da g ra d e do m ur o, co mo uma p on te v ba s c u l an te q ue ba s c u l av a, d ep o is o h o mem, inc l ina v aa madeira, e o bu d g et d es liza v a, d eve m te inglesa l o l eva d o para record a ção, ou para lhe pe g ra f o g o ou d ar umas mar tela d as na a gui a


E o nuno câmara pereira a aparecer no jornal por debaixo do rei, com as quinas do escudo inclinadas e um chaveta invertida nas três quinas superiores, vinha o fadista do restaurante onde o zé me deve com ele ter arranjado alguma quando lá me levou, e que depois por se arrepender, passado estes anos terá levado à sua morte, ou seja, é fortemente provável a relação do fadista da treta com sua morte, talvez tenha sabido que o zé teria falado, em parte a história e depois o helicóptero ao chão, dizia o rapazinho que queria ser dom, dom todos os temos e somos, que se O soubermos, quem não os tem?, quem não O conhece é que não os tem, e os quererá, mas se mesmo querendo não tem a eles acesso, é porque o uso que deles faria, seria mau, pior ainda do que já faz, cada um tem o que merece perante Deus e a Luz, que a cobra grande desça sobre seu corpo, que sua casa toda arda à medida exacta de seu inferno, trús, trús, trús que se lhe enfie este capuz

E circulo do nuno can ra do pereira ap no do jornal português de ba ix circulo do rei com as quadrado vaso ina serpente ecu do inc lina ad e um ch ave eta invertida nas três q u ina serpente do circulo do vaso do oe rio rato espanhol vinha circulo cab abrao zi n h circulo do restaurante, e por se ar raro ep pn de rato passado e este serpente ano serpente té rá primeiro vaso ado à minha morte, pr ova vaso el a relação circulo do fadista da treta, e dia ep circulo is heli cop cruz ero,, cn he ce quadrado ir ren do cão da cruz da ema a um e es ace serpente dupla do circulo , a gata rande cop ro ex cat a de serpente europeia inferno , c ur z ru es, cruz rato vaso sm, cruz ru serpente , se inglês fie este ca p uz

E o nuno cam ra pereira a ap ar e ce r no jo r na l por de b ai xo do rei, com as q u ina s do ec u do inc lina d as e um ch av eta in v e r tid a nas t r es q u ina s s u oe rio r es, vinha o c abrao zi n ho do r es t au ra n te onde o zé me d eve com ele ter ar ra n j ad o al gum a q ua n do l á me l evo u, e q ue d ep o is por se ar r e pn de r, passado e estes ano s te rá l v ado à s ua mor te, o u sej, é forte mente pr ova v el a r e la çao o f ad ista da t r eta com sua mor te, t al v e z ten h a sa bi d o que o zé te ria f al ado, em par te a h is tó ria e d ep o is o heli cop t ero ao ch ão, di z ia o ra pa zi n h o q ue q eu ria ser dom, dom todos os t emo s e s omo s, q ue se O s o uber mo s, q eu m não os te m, q eu m não o cn he ce é q ue não os te me os q eu r e rá, ma se me s mo q ur end o não t ema al e es ace ss o, é por q ue o us o q ue d el es faria, se ria m au, pio r a inda do q ue j á f az, q ue a cobra a g rande d es ç a sobre seu cop ro, que sua ca s sa todo a ra da a med id a e x cat a de s eu in fer no, tr ú es, t r ú s m, t r ú s q ue se l he en fie este ca p u z

Então diga-lá o que andou a fazer com zé em relação à minha pessoa, na noite em que lá foi jantar e qual dos senhores, muito assustado o deitou a baixo em seu helicóptero

En tao do ga inglês l á o q ue and o u a f az e r com zé em relação à min h a pessoa, na no ite em q ue l á f o i j antar e q ua l dos s en h o r es, um it o as s us t ado o de it o ua ba ix o em s eu heli cop e t ro

E me diga da sua relação com a maria sobral mendonça, tambem das casas reais

E me di g a da s ua relação com a maria sobral mendonça, tam b em das c a sas rea is

Num dos jornais gratuitos gisele em cima com um lenço que lhe figurava uma pomba negra que vinha de seu peito e lhe laçavam as asas seus pescoço, a noticia dava conta que fora ela para a América latina de ferias com o seu namorado que tinha perdido o jogo da nba transatlântico e que se preparava para com ele casar, debaixo dela, uma outra menina, trazia uma anel em forma de vesica que uma pérola, que me remeteu para a pérola que a maria sobral mendonça trazia da ultima vez que a encontrara no palácio das necessidades na sequência dos dias em que se manifestara o eco das bombas de Argélia, ana Rangel, leva o espectáculo musical infantil , um dois três, uma colher de cada vez que estivera em cena no teatro tivoli, pelo norte do pais em digressão, o plano seis, ou o plano da puta sobral seis, e acrescenta a noticia que a peça é do cláudio do ramo da figueira, exponor, e depois do teatro do circo em braga, a seu lado, angelina diz que mantém tabu sobre a sua gravidez e depois a bela cher, nolime, que vem as letras dizer que teve romance com o tom cruise , em paris, fala-se francês, global viagens

No um dos jo ratos rna si ge at vaso it to serpente gisele em cima com um primeiro en são quadrado europeu primeiro he figu ar av a primeira pomba negra, am erica d eri sas com o s eu namora do q eu tim homem primeira, nba cruz ra sn s cruz primeiro ant ti co, cruz ar z ia primeira na el em forma da vaso e sica q ua rda do europeu primeira pé rola, a pe rola do quadrado da me da ria da maria sobral mendonça no do pal ac cio das necessidades na seque n cia d os dias, argélia, ana ra muito gel, primeira eva circulo espectáculo musical in fan til , um dois três, tea cruz do ro do tivoli, pelo norte em di g a ro rato es serpente circulo primeira , circulo p angulo do ano seis, no tic a que é a pe l ç a do c l au di o do ramo da figueira, e x p po no r dep pp circulo is do teatro e do circo em braga, ang e lina di zorro que man te maior tabu, che rato no lime quadrado europeu da di ze rato quadrado europeu teve rome inglês ce, om circulo tom cruise em paris f aa primeira inglesa sé fr anc es gato loba primeira via ge ns

N um d os jo rna si ge at u it os gi sele em cima com um l en çao q ue l he figu rav a uma pomba negra q ue vinha de se u pei to e l he l aç av am as a sas se us p es coço, a no tic ia d ava conta q ue f o ra ele ap a ra a am erica l at ina de f eri sas com o seu namorado q ue tim h a pe r d id oo jo g o da nba t ra sn s t l na t ico e q ue se pr epa rav a para com ele ca ss ar, de ba ix o dela, um a outra me nina, t ar z ia uma na el em forma de v e sica que uma pe rola, que me reme t eu para a pe rola q ue a me ria sobral mendonça t ra z ia da u l tim a v e z q ue a en c on t r a ra no pal a cio das ne ce s sida d es na seque n cia dos dias em q ue se mani f es t a ra o e co das bombas de argélia, ana ra n gel, l eva o es pe cta c u l o um sica l in fan til , um do is t r es, uma co l her de c ad a v e z q ue est ive ra em ce na no tea t ro t ivo li, pe l o no r te do pa is em di g r es s o a, o p l ano seis , ou o p l ana da puta sobral se is, e ac r es c en ta a no tica q ue a peça é do c l au di o do ramo da figueira, e x po no r, e dep p o is do tea t ro do cir co em br a g aa s eu l ad o, ang e lina di z q ue man te m tabu s o br e a s ua g rav i dez e d ep o is a bela che r, no l i me, q ue ve m as l e t ra s di ze r q ue teve rome n ce om o tom c rui se , em paris, f aa l inglesa se fr anc es, g loba l vi a g e ns

Eco segundo, a confirmação que as putas conluiadas se reúnem pela calada na casa de uma delas, portanto haverá testemunhas aqui em lisboa, que as viram e o sabem, só falta mesmo é dize-lo em modo frontal, em que casa das putas e quais e acrescentou o espirito nesse dizer, que existe mais uma, no grupo, relativo ao grupo das putas sobre orientação da lady macbeth, referenciadas no texto anterior

E co se gun do, a c on fr mação q ue as putas c on c lui ad as se r eu ne m pela calada na cas de uma de la s, p orta n to h ave rá t es te m unha s aqui em lisboa, q ue as vi ram e o sabe m, s ó fal ta me s mo é di ze inglês l o em modo fr n t al, em q ue c asa das putas e q ua is e ac r es c en to u o es pei to ne s se di ze r, q ue e xis te ma is uma, no g r up o, r e l at ivo ao g r up o das puta sobre ori en t a ç ao da l a d y m ac beth, beta, r efe ren cia d as no te x to ant e rio r

Eco terceiro, o pequeno avião telecomandado com as cores amarelas e azuis subia na vertical, depois desenhava uma serie de torneaux na horizontal, e por fim poisava ao lado de um avião a jacto camuflado, dois homens árabes para ele olhavam, e eu li, a identificação do avião camuflado está no texto na parte relativa ao festival aéreo que ocorreu na ribeira do porto, que no fumo branco da ascensão, um risco vertical no ceu, do avião amarelo e azul, e dos torneaux que remete tambem para bailados sufis, mostrou a identidade do homem jacto camuflado, o avião camuflado, aquele que obsta em grande parte a ser reconhecido pelos radares, o steahalt, o avião que tem tambem características de espionagem, donde o do homem espião, um deles

E co t r e ce i ro, o pequeno avião tele co man dad o com as core am ar e la s e az u is s ub ia na v e r tic al, d ep o is d es en h av a um serie de tor na ux na h ori zo n t al, e por fim p o isa v a ao l ad o de um avi ao a j ac to c am u f l ad o, do is homens ar ab es para e l e ol h av am, e eu li, a id en t if i cação do avião c am u fla do est á no te x to na par te r e l at iva ao f es t iva l ae reo q ue oco rr eu na rib e ira do porto, q ue no f umo br anco da as c en são do av ia o am ar e l o e az u l, e dos tor ne au s q ue r e met e tam b em para bail, bali, ad os s u f is, mo s t ro ua id en tid ad e do h j ac to ca um fla do, o av ia o c am u fla do, aquele que ob s ta em g rande par te a ser r e co ne h cid o pe l os ra d ares, o st e a h al t o av i ão q ue tem tam b em ca rac teri s tic as de es pi o na ge m, don de o do homem e spa i ão, um de l es

Eco quarto,

Interpelei o senhor marinho aqui em forma publica, e enviei cópia para a ordem dos advogados, a qual ainda não me deu resposta nenhuma, nem a simples cortesia de informar a sua recepção, e, ou, que estavam a dar andamento ao assunto, e em que forma, com que processo e em quanto tempo, apareceu contudo o senhor na tv em dia seguido, desta vez falava de lado para câmara, a subtil diferença , dos olhos nos olhos ou em diagonal, disse ele à laia de desculpa, que mais não podia acrescentar do que sabia por causa do segredo de justiça, assim dava a entender

In te rp e lei o sn hor marin h o aqui em forma publica, e en vi e i c ó pi a para a ordem dos ad vo gado sa qq ual a inda não me d eu r es posta ne h uma, ne m a simples co rte s ia de inf omar a sa l r e cp çao e que est av am a d ar anda m en to ao as sun to e em q ue forma, com que pr o ce ss o e em q ua n to te mp o, ap ar e c eu c on tudo o s en hor na tv em dia se guido, desta v e z fal av a de l ad o para cma ra, a s ub til difer en ça , dos o l h os nos o l h os ou em dia g on al, di s se e l e à l aia de d es culpa, q ue mais não p o dia ac r es c en t ra do que sa bia por c a usa do se g red o de j us ti ça, as s im d av aa en tender

Estranho, a que segredo de justiça está ele então obrigado, de que processo ou processos é ele assistente como advogado, para que ao segredo de justiça seja obrigado, e ninguém tal se lembrou de lhe perguntar

Est ran h o, a q ue se g red o de j us ti ça est á e l e en tão ob riga do, de q ue pr o ce s s o ou pr o ce ss os é e lee as sis te n te co mo ad vo gado, para q ue ao se g red o de j us ti ça seja ob riga do, e ni n g u é m t al se l em br o u de l he pe r gun t ar

Por outro lado ainda, o fernandes ferreira em dia anterior, em sua coluna escrevera, o seguinte titulo, já é oficial, não sabemos nada, e acrescentava, nós, a policia judiciaria, ora se não sabem nada, o que tambem nunca será inteira verdade, visto sempre alguma se saber, para quê e qual segredo se mantém, só se pode concluir que não pode existir nenhum segredo sobre o que tão pouco se sabe, para dizer que nada se sabe, ou então ainda, mais assim fumegar a ver se esconde o que sabe, dizendo que não o sabe, e estar desse modo a pescar incautos, distraídos ou mal informados, como se estivesse a jogar poker no casino

Por o u t ro l ad o a inda, o fernandes ferreira em dia ant e rio r, em s ua co l un a es c r eve ra, o se gui n te t it u l o, j á é o fi cia l, n ão sabe mos n ad a, e ac r es c en t av a, n ó sa poli cia ju di cia ria, o ra se não sabe m n a ad a, o q ue tam b em n un ca se rá ine te ira v e rda d e, vi s to se mp r e al gum a se sabe, para q ue e q ua l se g red o se man tem, s ó se p ode c on c lui r q ue não p ode e xis tir ne n h um se g red o sobre o que tão p o u co se sabe, para di ze r q ue q ue n ad a se sabe, ou en tao a inda, ma is as s im f u mega ra ver se es conde o q ue sabe, di zen do q ue não o sabe, e es t ra d es se modo a pesca r inc au to s, di s t rai d os ou m al in forma dos, c omo se est ive s se a jo g ar p o k e r no ca sino

Esta tambem, do casino, nem de propósito a noticia de mais uma confusão das mãos habituais dos croupiers de todos os governos, pega lá o pavilhão e depois não o devolvas, será assim ou assado, casinos e snipers e roleta muita, da russa mas sem pistola na mão ao pé da fronte alheia ou nem tanto

Esta tam b em do ca sino, ne m de pr o p ó si to a n ot i cia de ma is uma c on f usã o da s mãos h abi t ua is dos c ro u p i e r s de t o d os o s g ove r no s, pe ga l á o p avi l h ão e d ep o is n ão o d evo l v as, se rá as s im o u as sado ca sin os e s ni pe r s e ro l eta mu it a, da russa ma s se m pi s tola na mão ao p é da fr on te al he ia o u ne m t an to

Atesta isto, se fosse a inteira verdade, e não a protecção dos verdadeiros culpados e o escamotear das culpas que se conhecem a certos, de como a policia de investigação não vai neste país, ou pior ainda, demonstra que ela está sujeita a outros interesses, que não o apuramento da verdade, o que é a pior das confirmações possíveis da negra realidade, pois uma policia autónoma é fundamental para garantir o funcionamento justo do edifício da justiça

Is to , a testa, in te i ra vaso e rato rda dad

A t es ta is to, se f os se a in te ira v e rda d e, e n ão a pr ot e c ção dos v e rda de i ro s c u l p ad os e o esca m ot e ar das c u l p as q ue se c on he ce m a ce r t ro s, de co mo a poli cia de in v es ti g a ç ao n ão v ai ne s te pa is, o u pi o r a inda demo sn t ra q ue e l a est á s u je it aa o u t ro s in te r es s es, q ue n ão o ap ur am en to da v e rda d e, o q ue é a pi o r das c on firma ç o es p os s ive is da ne g ra real i dad e, po is uma poli cia au t o no ma é f un dam e n t al para g ar an t ir o f un cio n am en to do edi fi cio da j us ti ç a

E sendo ambas componentes verdadeiras, terá nesta situação de se perguntar qual trará neste caso mais peso, sendo que tudo aponta, para a segunda, a pior, a mais negra, pois as policias não são constituídas por homens inaptos que nada sabem das técnicas de investigação, e assim sendo saberão muito mais do que dizem, porque não os deixam dizer, e porque convém a outros não dizer e mesmo que terão recebidos

Nest do ts

E s en do am ba s co mp one n te s v e rda de ira s, te rá ne s te c as o de se pe r gun t ar q ua l t r a rá ne s te c as o ma is pe s o, s en do q ue tudo ap on ta, para a se gun da, a pi o ra mais negra, po is as poli cia s não são c o ns ti t u idas por homens ina pt os q ue n ad a sabe m das tec nica s de in v es ti g a çao, e as s im s en do sabe rao mu it o mais do q ue di ze m, por q ue não os de ix am di ze r, e por q ue c on v em a outros n ão di ze r e me s mo q ue te rão r e ce bid os

E ontem a equipa da bela menina Fátima fez em directo a demonstração de mais um dos lados desta imensa cobertura, o tal retracto robot, que afinal era um desenho de um home feito sobre a mãe de maddie, perfeita simetria, melhor , seria difícil de ter sido feito, assim mais uma vez se confirma, que pouco mesmo pouco sabem, ou assim querem fazer crer, e tambem o que alguns tem vindo a dizer, que a policia está em roda livre, para o abismo, certamente, e que são muitos os que estão envolvidos nesta fantochada de fachadas de tretas mil

E on t ema e q u ip a da bela me nina f at ima fez em di rec to a demo sn t ra çao de ma is um dos l ad os d es ta i m en sa c ob e r t ur a, o t al r e t rato ro b ot, q ue af ina l e ra um d es en h o de um home fei to s ob rea mae de m ad di e, pe r fei t a si met ria, me l hor , se r ia di fi c i l de ter sid o fei to, as s im ma is uma v e z s se c on fi mr a, q ue p o u co me s mo po u co s abe m, o u as s im q eu r em f az e r c r e r, e tam b em o q ue al g u ns te m vi n do a di ze r, q ue ap oli cia est á em ro da li v r e, para o ab is mo, ce rta e mn te, e q ue são mu it os o s q ue es tao en vo l v id o s ne s ta fan tocha da de f ac h ad as de t r eta s mil

E depois o seguimento da episódio da honra, a honra reposta em directo perante as câmaras da tv, que assim se demonstra que a honra mais parecia ser uma resposta ao mundo que aos seus corações de homens e de policias homens, pois pergunta se lhe terá que por directamente, e então depois da fala e do falar, vossos corações deixaram de estar ofendidos?, vossa honra se repôs?

E d ep o is o se gui m en to da ep i sódio da h on ra, a h on ra r ep os ta em direct pe ra n te as cma ra s da tv, q ue as s im se demo sn t ra q ue a h on ra ma si par e cia ser uma r es p os ta ao mundo q ue aos se us cora ç o es de poli cia s, p o is pe r gun ta se l he te rá q ue por di re c tamen te, e en tao d ep o is da fala e do f al ar, v osso s cora ç o es de ix aram de s ter on f en di d os e in te r ro g ac são, v os sa h on ra se r ep os

E como o roda pé de um telejornal dizia, pareceu-me que a maior parte das respostas eram respostas aos títulos de jornais, e depois dois estranhos pormenores que pareciam ficar naquilo tudo diluídos, mas que eram efectivamente os mais importantes naquilo que diziam não dizendo

E c omo o ro d a p é de um tele jo rna l di z ia, par e ce u inglesa me q ue a maio r par te das r es ps ot as e ram r es postas aos t it u l os de jo rna is, e d ep o is do is e ts r n h os por m en o r es q ue par e cia m fi car na q u i lo t u d o di lui d os, ma s q ue e ra z m efe c t iva mn te os m sis im porta n t es na q eu io l o q ue di z iam n ão di zen d o

Que a polícia do sul tinha sonegado elementos do processo que eram do seu conhecimento à polícia do norte, e isto se assim for, ou melhor se assim tiver sido, obriga desde já a intervenção do procurador, e da própria assembleia da republica, pois dois ramos de uma mesma policia, que são distintos quanto distinto e distante , dista lisboa ao porto, de trezentos quilómetros, não podem assim funcionar, em outra escala, apareceu e subiu à tona a falácia sobre o novo código, no tocante aos tempos de investigação, queixam-se as virgens ofendidas que mais funcionam , como mais uma vez demonstrado, mais como grupos rivais, ou mesmo gangs rivais ou quem sabe, se de bandidos entre si, que os tempos são curtos pois a informação demora a chegar e coisa e tal menos tal, em vez de porem os caminhos mais oleados, alias, a prova se fez, que não é esta a questão, a questão é mesmo que os caminhos são ínvios, tao que até parece que o mundo em seu todo vai mergulhado em profunda paz, e que portanto não trás importância, nenhuma, nem deverá ser considerado importante que a comunicação da policias, e não falo só neste rectângulo pequenino, seja cada vez mais a pratica comum e com mecanismos contínuos e constantes e leves e rápidos

Q ue a poli ca do s u l tinha son e gado e l em en to s do pr o ce ss o q ue e ra do s eu c on he cie mn to à poli ca do no r te, e is to se as s im f o ro u me l h o r se a ss s im t ive r sid o, ob riga d es de j á a inter v en çao do pr o cura dor, e da pr o pr ia as se m b lei a da r e publica, p o is do is ramos de uma me s ma poli cia, q ue são di s tinto s q ua n to di s tinto e di s t ante , di s ta lis boa ao p o r to, de t r e zen to s k u l o met ros, n ão p oe m as s im f un cio n ar, em o u t ra es cala, ap ar e c eu e s ob e a t on aa f al a cia s ob r e o n ovo co di g o, no to cante aos te mp os de in v es ti g a çao, q eu ix am inglesa se as vi r g en s o f en dida s q ue ma si f un cio n am , c omo ma is uma v e z demo sn t ra di, ma si c omo g r up os r iva si, o u me s mo g na g s r iva is o u q ue m sabe, se de ban di d os en t r e si, q ue os te mp os são curto s p o isa in formaçao demo ra a che g ra e co isa e t al m en s o t al, em v e z de po r em os caminho s ma is ole ad os, al ia s, a pr ova se fez, q ue n ão é esta a q eu s tao, a q eu s tao é me s mo q ue os ca in h os são in vi os, tao q ue at é par e ce q ue o m un do em s eu t o d o v a i mer gula hd o em pr o f un d a p az, e q ue porta n to n ão t rá s i m p o rt n a cio a, ne n h uma, ne m d eve rá ser c on si e r ad o im porta n te q ue a co m uni cação da poli cia s, e n ão fa l o s ó ne s te rec tam n gula pe q eu nino, seja c ad a vez ma isa pr at i ca co mum e com meca ni s mo s conti nu os e co ns t antes e l eve s e rá pi d os

E depois a enigmática frase onde a honra e outras questões de igual ou maior responsabilidade se podem esconder, em verdade, mais uma vez ninguém soube, mesmo dando o direito de defesa da honra, o que se passa e se passou nessa enorme montanha secreta, das visssitudes várias, o que é que isto quer dizer, tudo e nada, e quais foram e quais são, e que implicações tiveram na persecução ou não prossecução da justiça, e não são obrigadas as policias pelas leis a prestar esclarecimentos aos cidadãos?, não velam elas pelos seus direitos, então como se refugiam em formulas vagas, onde pode estar um elefante ou vários metidos, que estilhaçaram uma serie de pratos de porcelana, ou mesmo até um só pequeno rato, devereis dize-lo, devereis explicar o que foram as visssitudes várias neste caso, ou noutros quando as há, não conheço nenhuma prova valida que se chama de vissisitude, mais a mais, vária, ou melhor e mais correcto será dizer, avariada, ou ainda mesma feita para avariar

E d ep o is a eni g mat i ca fr ase onde a h on ra e o u t ra s q eu s toe s de i g ua l o u maio r r es ponsa bil i dad e se p ode m es conde r, em v e r dad e, ma si uma v e z ni n g u é m s o ub e, me s mo dan do o di rei to de d efe sa da h on ra, o q ue se passa e se passou ne s sa en o r me mo n t anha sec r eta, das v iss it u d es v ária s, o q ue é q ue is to q eu r di ze r, t u d o e n ad a, e q ua is f o ram e q ua is são , e q ue i mp li caçoes t ive ram na pr es s u c o çao ou n ão pr es s u c u çao da j us t i ç a, e n ão são ob riga d as a s poli cia s pe l as lei sa pr es t ar es clare cie mn tos aos cida daos in te rr o g a são, não v ela m e la s pe l os se us di rei t os, en tao c omo se r e f u gi am em for mulas v a g as, onde p ode es t ra um lee fante o u va ´ rio s met id os, q ue est ila h ç aram uma serie de pr at ao s de por ce l ana, ou me s mo at é um só pe q u en rato, d eve reis di ze inglesa l o , d eve reis e x p l i car o q ue f o ram as v i ss it u d es v árias ne s te c as o, o u no u t ros q ua n do as h á, n ão c on he ç o ne n h uma pr ova v ali da q ue se chama de v iss isi t u de, ma si a ma si v ária, o u me l h or e ma si co rr e c to se rá di ze ra v ari ad a , o u a inda me s ma fei ta para ava ria r

Hoje pela imagem que os Amados davam, a atender a que todas as colunas estavam ratadas na base, ou o rato tem os dentes muito afiados e padece de uma contínua fome, que para ter tantas casas na base da tantas colunas, deverá muito se reproduzir, sinal que algum muito o alimenta, ou então não será porventura um só, mas uma família muito numerosa, que se calhar inclui tambem o queijeiro

H o je pela i mage m que os Am ad os d ava m, a a ten der a q ue t o d as a s co l una s est v am rata d as na b ase, ou o rato te m os den t e s um it o a fia d os e pa de ce de uma conti n ua f o me, que para ter t antas ca sas na b ase da e t na ts co l una s, d eve rá mu it o se r ep red u zi r, sin al q ue al gum mu it o o al i m en ta, ou en tão n ão se rá por v en t u ra um só, mas uma f ami l ia mu it o nu mer o sa, q ue se c a k h ar inc lui y t am b em o q u i je i ro

E a questão de fundo relativa ao senhor que levou com um barrote em cima, foi ou não foi a investigação descurada, e se o foi, porque assim foi, e ao que se deveu?

E a q eu s tão de f un do r e l at iva ao s en hor q ue l evo u com um bar r ot e em c ima, f o i ou n ão f o ia in v es ti g a ção d es cura da, e se o f o i, por q ue as s im f o ie ao q ue se d eve u in te rr o g ac são

Por isto tudo que é quase nada, e pelas diversas informações vindas a publico e que são do conhecimento de todos e visto que não existe segredo de justiça nenhum numa mentira ou e ocultação, assim se decreto por decreto no Espirito do Quinto Império, e respondendo a diversas solicitações, que o que não existe, não existe, e portanto se fale, como cada um sabe, dentro da liberdade de opinião e investigação que lhe assiste, e na procura do que importa, a verdade, a pena livre e corrida

Por is to t u do q ue é q u ase n ad a, e pe l as di v e r sas infor mações vi n d as a publico e q ue são do c on he c i m en to de t o d os e vi s to q ue n ão e x ix te se g red o de j us ti ç a ne n h um n uma m en t ira o ue o culta ção, as s im se dec r te por dec r e to no Es pi rito do Q u in to I mp é rio, e r es p on d en do a di v e r sas sol i cita ç õ es, q ue o q ue n ão e xis te, n ão e xis te e p orta n to se f al e co mo q c ad a um sabe, d en t ro da liber dad e de o pi ni ão e in v es ti g a çao q ue l he as sis te, e na pr o cura do q ue i mp o r ta, a v e r dad e a pe na li v re e co r rid a

Agora o ultimo desenvolvimento, fora a queda do que era director da policia judiciaria do porto, que face é esta? Porque razão objectiva foi ele afastado, consequência deste caso, sendo então correcta a afirmação que a investigação não fora feita como devia, e se assim o foi, então quem o ordenou, ou irão tentar dizer, no silencio em que pretendem fazer mais uma vez as gentes de tansos, terá nascido na sua própria e exclusiva cabeça? Quem o ordenou, o que se está e vai investigar sobre esta matéria, que outros casos , um mesmo semelhante se passou, já ouviram falar que a justiça é coisa por sua própria natureza transparente e que quando as aguas vao turvas, ela sofre e geralmente mal se deita e levanta, e até se me arrepiaram os neurónios, ao surgir aqui na palavra a imagem, das aguas turvas, pois me subiu no imediato entre rios, por isso pergunto, tem relação com a queda da ponte?

Agora o u t l i mo d es en vo l vi m en to, f o ra a q eu da do q ue e ra di rec tor da p o l c ii a ju di cia ria do porto, q ue f ac e é es ta? Por q ue ra z ão ob ject iva f o i e l e af as t ad o, c on s eu q en cia d este c as o, s en do ae n tão co rr e cta a af i r maçao q ue a in v es ti g a ção n ão f o ra fei ta c omo de v ia, e se as s im o f o i, en tão q eu mo o r d en o u, ou irão ten t ar di ze r, no si l en cio em q ue pr e ten de m f az e r ma si uma v e z as e g n te s de tan s os, te rá ne a c i d o na s ua pr ó rp ia ee x c l us iva cab eça? Q eu m o r d en o u, o q ue se est á e vai in v es ti g ar s o br e es ta mat é ria, q ue o u t ros c as os , um me s mo se me l h ante se passo u, j á o u v ira m fal ar q ue a ju s tiç a é co is ap or s ua pr o pr ia nat ur e za t ra sn a p ar en t ee q ue q ua n d o as aguas vao t ur v as, e l a se o fr e e ge r l ae mn te m al de d e ita e l e v n ta, e at é me e r rip e ia os n eu r ó ni o s, ao s ur gi r a q u ia s a g u as t ur v as, p o is me s ub o u no i mediato en t re rio s, por is s o pe r g un ta, te m relação com a q eu da d a p on te p on to in te rr o ga ac são

Ou ainda um eco do caso do transexual morto no porto?

O u a inda u me co do c a s o do t ra ns e x ua l mor to no p o r to e p on to in te rr o ga ac são

Segredo de justiça, deixai-me rir para não chorar em duplo, quando depois acrescentam que nada sabem e se põem a inventar histórias de carochinha, quadrupla esquizofrenia no mínimo, se fizerem bem as contas, e então segredo para quê, para que efeito, para proteger os ladroes, os assassinos e os corruptos, vão todos por bom caminho, muito certo e acertado, até ao dia em que a confusão for grande o suficiente para virar alguns das janelas dos pátios, se querem que as Gentes confiem na polícia, sejam claros e narrem os factos em forma clara sem deitar areia para os olhos das gentes e cheio de buracos como quem logo diz, isto não foi assim que se passou porque está mal contado


Se g red o de j us ti ç a, de ix e i. me r i r para n ão ch or ra r em d up l o , q ua n do d ep o is ac r e c s c en tam q ue n ad a sabe m e se p oe m a in v en t ar h si t ó ria s de car o chinha s, q ua dr up l a es q eu i zo fr eni a no mi ni no, se f ize r em b em as contas, e en tão se g red o para q u ê, para q ue efe it o, para pr ot e ge ro s l ad ro es, os as sas sin os e os co rr up to s, vão t o d os por bo m caminho, mui to ce r to e ac e rta d o, at é ao dia em q ue a c on fusão for g rande o sufe cie n te para v i ra r al g u ns das j ane l as dos pá t i os, se q eu rem q ue as Gentes c on fi e m na po l cia, se j am c laro s e na rr em os f ac to s em forma clara se m dei t ar a rei a para os o l h os das g en t es e che i o de b ur ac os c omo q eu m l o g o di z, is to n ão f o i as s im q ue se passo u por q ue est á am l c on t ad o

Decerto do quinto império para policias não funcionais que deveriam estar no divã em acto de psicanálise continua e para países onde os tribunais não funcionam nem a justiça, e onde os homens são nas cadeias encerrados e ainda cagam em baldes em algumas delas, pois as reformas duram e duram e duram e ficam em seu meio negativo menos dois, e esperam para ir a julgamento nalguns casos três anos, como registado nos anais do cu de todos os torcinários, e pides de merda, e fascistas, acaba o segredo de justiça, acabam todos os segredos, menos aqueles que O São, e que quem tem unhas que toque guitarra!

De conveniência até a sua instauração legislativa, é de pôr os diversos agentes em celas a fazer o respectivo decreto!

Dec e r to do q u in to i mp é rio para po li cia s n ão f un cio na is q ue d eve r iam est ar no di v ã em a c to de ps i can a li se conti n ua e para pa is es onda os t rib una is n ão f un cio n am ne m a j us ti ça, e onda os homens são nas ca deia s en ce rr ad os e a inda ca g am em bal d es em al gum as de la s, p o is as r e formas duram e duram e duram e f icam em s eu mei o ne g at ivo m en s o do is, e es pe ram para ir a j u l g am en to na l g u ns ca s os t r es ano s, co mo r e gi s t ado no s ana is do c u de todos os tor c ino ná rio s, e p id es de mer da, e f as c ista s, ac ab a o se g red o de j us t i ç a, az ca b m todos os se g red os, m en os a q eu l es q ue O São, e q ue q eu m te m un h as q ue to q ue gui t ar ra e x c la mação

De c on v eni en cia q at á a s ua ins t au raçao legis l at iva, é de por os di v e r s os a g en te s em cel as a f az e r o r es pe c t ivo dec r e to e x c la mação

Recordo a face da maria elisa no programa da véspera sobre as cheias de sessenta e seis, apanhei-o por um instante, o suficiente para me dizer, esta gente está a preparar alguma, hoje na hora do almoço, no telejornal, o rapaz do norte, que já aqui entrou, pelo seu ar, tentava por a culpa em casa alheia, como de costume, portanto já terão andado a emprenhar inocentes pelos ouvidos, estão a sentir-se encurralados, o negro fio lhes está a chegar as mãos, à medida que o novelo se desenrola

Record o a f ac e da maria elisa no pr o g rama da v es pera s ob rea s che ia s de s es s en ta e se is, ap an he i inglês o por um ins t ante, o sufe cie n te para me di ze r, es ta g en te est á a pr epa r ar al gum a, h oje na h o ra do al moço, no tele jo rna l, o ra p az do no r te, q ue j á a q u i en t ro u, pe l o s eu ar, ten t av a por a c u l pa em c asa al he ia, c omo de c os t u me, p orta n to j á te rã o anda do a e mp r en h ar ino c en t es pe l os o u vi do s, es tao a s en tir en c ur ra l ad os, o ne g ro fi o l h es est á a che g ar as mãos à med id a q ue o no v e l o se d es en rola

Seu amo, o que a levou para Londres, como paga pelos serviços prestados na campanha, melhor escrever nas múltiplas campanhas, que a senhora é ladra de autorias, via a para seu filho, na teia da radio televisão portuguesa como já foi aqui neste Livro demonstrado, e provado por ausência de resposta da parte dela, acabou de ser medalhado

S eu am o, o q ue a l e vo u para L on dr es, co mo p a g a pe l os se r vi ç os pr es t ad os na cam pan h a, me l hor es c r eve r na s mul t ip l as ca mp anhas, q ue a s en h o ra é l ad ra de au tor ia s, vi aa para s eu fil h o, na teia da ra di o tele e visão por t u g eu sa c omo j á f o ia q u i ne s te Li v ro demo n s t ra do, e pr ova do por au s ên cia de r es posta da par te de la, ac ab o u de ser me d al h ad o

Que gente fina e com espinha vertebral e cães que ladram nos telejornais, é outra coisa, como uma ladra, apresenta programas, para continuar a roubar aqui e além? Será que existe uma sociedade anónima em que outros beneficiam, olhem, cucu, a mim ninguém me deu resposta ao roubo de direitos que aqui já a todos apresentei e nada se passa, nada se passará, estareis assim tão certos!

Q ue g en te f ina e com es pei n h a v e r te br al e cães q ue l ad ram no s tele jo rna is, é o u t ra co isa, c omo uma l ad ra, ap r es en ta pr o g rama s, para conti nu ar a ro ub ar a q u i e a l é m in te rr o g ac são, Se rá q ue e xis te uma soci e dad e ano nima em q ue o u t ro s b ene f e cia m, o l he m a mim nin gume me d eu r es posta ao ro ub o de di rei to s q ue a q u i j á a t o d os ap r es en tei e n ad a se passa, n ada se passa rá, est a rei s as s im tão ce r to s e x c la mação

E as ligações e cruzamentos desta gente toda com a mãe de meu filho, e a chamada marca portugal e por ai fora no finito torto que consta deste Livro da vida, de facto o prenuncio do roubo, já lá estava aquando do triunfo dos porcos, já a senhora mexera sos cordelinhos na rtp para o roubo da autoria ds serie a favor de seu filho, depois me roubaram o filho

E as li g a ç õ es e c r u za m en to s d es ta g en te t o da com a mãe de m eu fil h o, e a ch am ad a ma rca por t u gal e por ai f o ra no f i ni to t o r to q ue c o ns ta d este Li v ro da v id a, de f ac to o pr en un cio do ro ub o, j á l á est av a q ua n do d o t riu n f o dos porcos, j á a s en h o ra me xe ra s os co r de li n h os na r t p para o ro ub o da au tor ia ds se ri e a f avo r de s eu fil h o, m d ep o is me ro ub a ram o fil h o

Que senhora sois vós, que assim agis, tão mal mãe vos considerais de ter feito um filho e o educado com tão grande valor, que para ele tenhais que roubar e mandar roubar, para o proteger, e entregam os cúmplices das manhas, a si a discussão de temas em lugar publico, negra imagem do negro país, de gente de elevado gabarito moral, ou melhor, será falar e dizer, dos gabirus

Q ue s en hor a s o i s vó s, q ue as s im a gi s, tão m a l mãe vo s c on sid e rai s de ter f e tio um fil h oe o e ducado com t ã i g rand e valor, q ue para e le te n h a is q ue ro u b ar e man d ar ro ub ar, para o pr ot e ge r, e en t r e g am os c u mp li ce s das man h as, a si a di s c us são de t ema s em l u g ar publico, ne g ra i mage m do ne g ro pa ís, de g en te de el eva do gaba rito mor al, o u mel hor, se rá f al r e di ze r, do s gabi r us

Com quem falou na altura na rtp, que cordelinhos moveu, para que a ficha técnica fosse assim alterada na página oficial da rtp, a quem encomendou que não se fizesse o respectivo contrato entre a rtp e a minha empresa, pois se o fizesse, ficaria a prova da manha, ou maior a sua impossibilidade, é fartar vilanagem, dos polvos de toda a espécie de tentáculos grandes e pequenos como corações podres que leveis quando assim não ides

Com q eu m f a lou na al t u ra na r t p, q ue co r de li n h os mo v eu, para q ue a fic h a téc nica f os se as s im al te ra da na pá gina o fic ia l da r t p, a q eu m en co m en do u q ue n ão se f ize s se o r es p es ct i vo c on t rato en t r e a r t p e a min h a e mp r es a, p ii s se o f i z s se, f i caria a pr ova da manha, o u maio ra s ua i mp os si bil i dad e , é f a rta r vila na ge m, dos p ol vo s de toda a es pe cie de en tac u l os g rand es e pe qq eu no s co mo co ra ç o es p odres q ue l eve is q ua n d o a ss im n ão id es

E lhe pergunto senhora à luz do que mais adiante está referenciado, sobre a reedição das cheias que mais uma vez levou a morte de alguns, não é a senhora uma das responsáveis pelas imensas histórias que contam sobre s minha pessoa desde sempre com vista a fazer crer a incrédulos que eu sou o mau das fitas todas, quem lhe paga, quem lhe fez desde pequeno encomenda, qual das rainhas macbeth, para além da senhora sua aia, a maria josé nogueira, a generala simoneta, ou outra ainda

E l he pe r gun to s en hor a à luz do q ue ma is ad ina te est á r efe ren cia do, s ob rea r ee di ção das che ia s q ue ma si uma v e z l evo ua mor te de al g u ns m, n ão é a s en hor a uam das r es ponsa v e is pe l as i m en sas h is tó r ia s q ue c on tam s ob r es min h a pe ss o a d es de se mp r e com v ista a f az e r c r e ra inc red u l os q ue e u s o u o m au das fi t as todas, q eu m l he paga, q eu m l he fez d es de pe q eu no a en comenda, q ua l da s r a i na h s m ac beth, para al é m da s en h ro a s ua a ia, a mar ia jo sé no q g eu ira, a gee ra l a s imo neta, o u o u t ra a inda


Responda senhora!

Que se fez prova agora, que sois vós e esse grupo de bandidos que faz as desgraças assim acontecer!


R es p onda s en hor a!

Q ue se fez pr ova agora, q ue s o is vó s e es se g r up o de ab n dido s q ue f az as d es g ra ç as a ss im ac on te ce r !

Maria Elisa me responda se faz favor em forma clara, e reponha a legalidade naquilo que mal fez, e os senhores da rtp tambem, que já vos acuseis em justiça de roubo e os senhores nada fizeram para repor a legalidade, pensam que alguns de nós viverão de ar, pois que vos nasçam a todos os responsáveis problemas de estômago, agora!!!!

Mar ia El isa me r es pond a se f az f avo r em forma clara, e r ep on h aa l e ga li dad e na q eu i lo q ue ma l fez, e os s en hor es da rtp tam b em, q ue j á vo s ac use is em j us ti ça de ro ub o e os s en hor es n ad a f i ze ra para r ep o ra l e gali dad e, p en sam q ue al g u s n de nó s v ive r ão de ar, p o is q ue vo s na s ç am a t o d os o s r ep son s a ve is pr ob l ema s de es tom a g o, agora

Neste ponto do negro guião, a coisa parece bastante simples e exacta, assim se fez, assim organizou esse grupo para melhor me vampirizar e encher um balão a que se chama de durão, dando-lhe ideias e pensamento que ele não tem nem nunca teve, e assim, se promove um homem no espaço europeu e se o faz ascender a cargo de responsabilidade

Ne s te p on to do ne g ro gui ão, a co isa par e ce ba s t ante simples ee x cat a, as s im se fez, as s im o r gani zo u es se g r up o para me l h o r me van pi r iza r e en che r um bal ão a q ue se ch ama de durão, dan d inglês l he i deia s e p en sa m en to q ue e l e não te m ne m n un ca teve, e as s im, se pr omo v e um homem no e spa ç o eu ro peu e se o f az as c en d e ra c r g o de r es p os bil i dad e

Em dia recente ao ver de novo um caderno antigo, dei com a frase, tu es vivant ? a tal frase que a bela menina dos olhos azuis eléctricos dizia em seu spot, e de repente me dei conta, de onde ela vinha, fora isto depois , de eu ter a frase aqui comentado, daqui veio porque algum a ele tivera acesso, e depois a relação da modelo com a uva, que me apareceu em espirito, uma forma de acender fósforos com cio vários avariados que avariam

Em dia r e c en te ao v e r de n vo um ca dr en o ant i go, dei com a fr ase, tu es v iva n t ? a t al f ar se q ue a bela me nina dos o l h o s az u is el e c t ric os di z ia em s eu s p ot, e de r ep en te me dei c on ta, de onde e la vinha, f o ra is t o d ep o is , de eu t ar a fr ase a q u i co m en t ad o, da q u i v e io por q ue al gume a e le t ive ra ac es s o, e d ep o is a r e l a çao da mode l o com a uva, q ue me ap ar e c eu em es pi rito uma f o r ma de ac en de r fósforo s com cio v á rio s av ar i ad os que av ar iam

Num dos meus cadernos onde descobri em certos palavras, terem sido elas alteradas, portanto com mão precisa que sabe bem o que fazia, as chamadas escritas enformadoras

N um dos me us ca de r n o s on d ed es co br i em ce r to s pal av ra s , te r em sid o e la s al at e ra d as, p o rta n to com mão pr e c isa q ue sabe bem o q ue f az ia, as ch ama ds a es c rita s en forma d o ra s

Segue sempre o dinheiro, caso não possas seguir o barrote, porque a mao o mandou esconder, ou a informação não viajou míseros trezentos quilómetros, agora aqui está por sentença do supremo passado, a condenação por financiamento ilegal do psd, no tempo em que o senhor durão era o presidente

Se g ue se mp re o din he i ro, ca s o n ão p os sas se gui r o bar r ot e, por q ue a mao o man do u es conde ro ua in for mação n ão v ia jo u m ise ro s t r e zen to s q u i lo met ros, a g o r ra a q u i es t á por s en ten ça do s up r emo passa do, a co n dena çao por f ina cia m en to i l e gal do psd, no te mp o em q ue o s en hor durão e ra o pr es i dente

Parece que a faca no período acima quase tudo da relação dos dois diz!

Par e ce q ue a f ac a no pe rio do ac ima q u ase t u do d ar e l çao dos do is di z e x c la maçao

É incompleta a sentença, pois se, se fez prova do financiamento, não se disse ainda para que o dinheiro ilegal foi usado, com que fim, dizia o senhor das ilhas, recentemente aqui interpelado, que o psd ia proceder a uma auditoria, e que assim seja, mas a polícia deverá por sua conta e sua função fazer o mesmo, pois dinheiro ilegal, geralmente serve fim ilegal, e eu próprio fiz aqui uma peritagem ao trabalho que se dissera ter sido a origem do custo, e era impossível, que tal custasse, assim sendo em outros lugares e outras acções foi aplicado certamente, e tal deverá ser investigado

É i mc o mp l eta a s en ten ça, p o is se s e fez pr ova do f ina cia m en to, n ão se di ss e a inda para q ue o din he i r i l gel f o i usa do, com q ue fi m, di z ia o s en h o r d as ilhas, r e c en t ee mn te in te rp e l ad o q ue o ps d ia pr o ce d e ra uma audi tor ia, e q ue as s im seja, mas a poli ca d eve rá por s ua c on ta e s ua f un ção f az e r o me s mo, p o is din he i ro ile gal, ge ra l m en te serve fi m ile gal, e eu pr o pr i o fi z a q u i u ma pe rita ge m ao t ra ba l h o q ue se di ss e ra ter sid o a ori ge m do c us to, e e ra i mp os s ive l, q ue t al c us t as se, as s im s en do em o u t ros l u g ar es e o u t ra s ac ç õ es f o i ap li c ad o ce rta mente, e t al d eve rá ser in v es ti g ad o

Perguntava um jornalista a outro na sic noticias, será que o durão sabia, ou melhor não poderia saber, francamente senhores, é necessário resposta num pais tão provinciano onde todos se sentam nas mesma mesas?

Num país prenhe de corrupção, do dá cá por baixo, e levas por cima ou pelo lado?

Pe r gun t av a um jo rna l ista a o u t ro na sic n ot i cias, se rá q ue o durão sa bia, o u me l hor n ão p ode ria sa be r, fr anca mente s en hor es, é ne ce ss a´ rio r es posta n um pais tão pr o vin cia no onde t o d os se s en tam na s me s ma me sas e x c la mação

N um pa ís pr en he de co rr up ção, do d á c á por ba ix o , e l eva s por c ima o u pe l o l ad o e x c la mação

Depois dizia o que respondia, será difícil que este evento, o financiamento ilegal, risque, não recordo se era esta palavra exacta, mas seria de sentido semelhante, a durão barroso, que segundo dizia, parecia estar lá pelas alturas da europa, francamente senhores, sereis assim tão ingénuos a pensar que a tramóia se esgotou na concepção de tão gloriosa e difícil frase da pós campanha, feita depois da votação, estamos contigo, durão e creies que existirá alguém no mundo que ainda não tenha percebido a sua verdadeira massa, a de que ele é feito e de como muitos, mas muitos de todos os quadrantes, levaram gato por lebre, pois que se como o gato à medida exacta das batatas que ele mesmo criou

A ver iremos!

D ep o is di z ia o q ue r es pond ia, se rá di fi c i l q ue este eve n to, o f ina cia mn teo i le gal, r is q ue, n ão record o se e ra est a pal av ra e x cat a, ma s se r ia de s en tid o se me l h ante, a durão barroso, q ue se gun do d z ia ,par e cia est ar l á pe l as al t u ra s da eu r opa, fr anca mn te s en h o r es, se reis as s im tão in g en u os a p en sar q ue a t ra mo ia se es g ot o u n a c on ce p ção de tão g l ori os e d f i c i l fr ase da ca m ap n h a, est amo s c on ti g o, durão e c rei es q ue e x sit i rá al gume no mundo q ue a inda n ão ten h a pe r ce bi d o a s ua v e rda de ira massa, a de q ue e l e é fei to e de co mo mu it os , mas mu it os de to d os o s q ua dr a sn t es, l eva ram g at o por l e br e, p o is q ue se c omo o g at o à med id a e x cat a das bat at as q ue e l e mesmo criou

A ve r ira mo s e x c la mação

Esqueceis porventura que houve uma guerra mundial, crianças e pais forma em barda ceifados, as bombas e as torres que caíram!

Es q eu ce is por v en t u ra q ue h o u v e uma g eu r ra m un di al, c r ian ç as e pa is forma em ba r da ce i f ad os q ue as bo m b a s e as to rr es ca ira m e x c la mação

Sai para a rua , já a tarde se punha, estava doce e quente o ar e uma luz suave com o ar meio parado, era já primavera, desci ao rio e caminhei, já vos tinha visto senhora, há talvez uma lua, o anuncio que de novo viria aqui, a esta cidade da luz branca onde tantos gostam de si e a trazem em grande amor e lhe prestam tanto aplauso a ter em conta o que dizem as palmas, tomara mentalmente nota de que viria e pressenti sua chegada no dia que chegou, que estranho é este sentir, este sentimento que trago em mim e tao pouco a conheço, nem mesmo ao vivo ainda a ouvi, todo este sentir pelo seu retracto, pela forma como olha , esses olhos cheios de força e vontade decidida e se presente em si bela senhora, uma enorme energia, não poderia ser de outro jeito ou modo a quem pela voz se exprime, sois bela senhora a meus olhos, e mais tarde de novo em foto vos vi, triste sina senhora, nem que ao longe por um instante fosse, em curiosa imago mundi, e dizeres de caçadora de tesouros, de indiana jones das notas e das pautas antigas, das notas boas e valiosas, muito mais do que as outras, e aqui senhora, mais uma vez nos surdos e por alguns deles ao que parece a confusão se quer instalar

sa i para a rua, j á a t arde se p un h a, est av do ce e q eu n te o ar e uma l u z s u ave com o ar mei o para do, e ra j á pr i ma vera, d es cia o rio e ca min he i, j á vo s tinha v is to s en h o ra, h á t al v e z uma l ua, o a n un cio q ue de n vo vi r ia a q u ia es ta cida de da l u z br anca onde t ant os g os tam de si e a t ra ze m am g rande amo r e l he pr eta m t ant o ap l au s o a ter em c on ta o q ue di ze m as pal m as, tom a ra m en t al e mn te n ota de q ue vi r ia e pr es en ti s ua che g ad a no dia q ue che g o u, q ue es t ra n h o é este s en tir, este s en tim en to q ue t ra g o em mim e tao p o u co a c on he ç o, ne m me s mo ao v ivo a inda a o u vi, t o d o este s en tir pe l o s eu r e t rato, pe l a forma co mo o l h a , es s es o l h p s che i os de f o rça e von t ad e dec id ida e se pr es en te em si bela s en h o ra, uma en o r me ene r g ia, n ão p ode ria ser de o u t ro je it o ou modo a q eu m pe l a v oz se e x prime, s o is bela s en h ro ra a emus ol h os, e ma si t arde de n ovo em f oto vo s vi, t r iste sin a s en h o ra, ne m q ue ao l on ge por um ins t ante f os se, em c ur io a i mago m un di, e di ze r es de c aç ad o ra de te souro s, de in diana j one s das n ota s e das p au t as, das n ot as boas e v ali o sas, mu it o ma is do q ue as o u t ra s, e a q u i s en h o ra, ma is u ma v e z no s s ur d os e por al g u ns de l es ao q ue par e ce a c on f usa o se q eu r ins t al ar

depois Senhora vos vi em foto num dia seguido, uma foto da menina assim como se estivesse a rodar como um sufi, visto de cima, era tanto de cima a foto, que para lhe ser franco, o que primeiro vi, fora o belo e delicioso m desenhado a negro que trazia em seu corpo, bela imagem, por ali me perdi, depois se via a saia e depois os sapatos que me remeteram para sapatos de sapatear, esse era a ligação que na foto emergira em relação à história que acabara de publicar sobre a ida da monica a nova yorque, e o sonho da queda das torres, e depois reparei no pormenor, que fiquei a pensar se seria natural ou não, mas na saia se viam os rectângulos como velas, em reflexos de luz talvez criados pela sua rotação, ou posto artificialmente por mão habilidosa a retocar a foto, mas a relação assim aumentava, as velas no cais das colunas, por detrás das meninas de lisboa, um dos esquissos que tinha acabado de descrever, as meninas que dançam no cais das colunas e que depois são servidas em bandeja de prata pela mão enluvada do mordomo, sem rosto

d ep o is S en h o ra vo s vi em f oto n um dia se guido, uma f oto da m eni a as s im co mo se est ive s se a ro d ar co mo um s u fi, vi s to de c ima, e ra t ant o de c ima a f oto, q ue para l he ser fr anco, o q ue pr i me i ro vi, f o ra o be l o e deli cio s o m d es en h ad o a ne g ro q ue t ra z ia em s eu corp o, be l a i mage m, por ali me pe r di, d ep o is se v ia a sa i e d ep o is os s ap at os q ue me r em e te ram para sapa to s de sapa tear, es se e ra a li g a ção q ue na f oto e m e r g ira em relação à h is tó r ia q ue ac ab ra de pub li car s ob r e a id a da m o ni ca a n ova y o r q ue, e o s on h o da q eu da das tor r es, e d ep o is r epa rei no por m en o r, q ue fi q eu ia p en sar se s e ri a nat ur al o u n ão, ma s na saia se v iam os rec tan gulas co mo velas, em r e f l e zo s de l u z tal v e z c r ia d os pe l a s ua r ota ção, o u p os to ar tif i cia l mente por mão h ab l id o sa a r e toca r a f oto, mas a r e l aç ao as s im au men t av a, as velas no ca is das co l una s, por de t rá s das m eni na s de lis boa, um dos es q eu iss os q ue tinha ac ab ad o de d es c r eve r


falava-me então bela senhora, do seio da maria , negra da rodas de danças sufis, que estranho senhora, é uma escola como muitas outras minha sem o ser, de quem muito gosto, como sabe, mas tal não desdita o uso do conhecimento ser mal aplicado, e uma relação com as baleares, que continua a aparecer, como uma onda que neste livro aqui sempre volta, o fio mais recente, outra vez com ligação aos franceses, via o grupo do pai de carla, que ali aparecia, a geração que se transplantou para as canárias a partir de sessenta do século passado

f la v a inglesa me en tão bela s en hora, do seio da maria , ne g ra da ro d as de danças sufis, q ue es t rn h o s en hora, é uma es cola como mu it as o u t ra s min h a sem o ser, de q eu m mu it o g os to, c omo sabe, mas t al não d es dita o us o do c on he cie mn to ser ma l ap li c ad o, e uma relação com as bal ear es, q ue conti n ua a ap ar ce r, c omo uma onda que ne s te li v ro aqui se mp r e vo l ta, o fi o ma si re c en te, outra vez com li g a são aos fr anc e s es, v ia o g r up o do pai de car l am q ue a li ap ar e cia, a ge ra s ao que se t ra ns p l ant o u par as can árias a pe r tir de se s sem ta do sec u l o passado


Subia no vinte e oito e a jovem senhora à minha frente, ao telefone falava, ali quando a calçada se torna íngreme à imagem do conteúdo da conversa, dizia ela a quem falava que queriam fechar o conservatório, acabar com a formaçao especifica em musica, e depois a outra musica, a entupida com falta de profunda e etérea melodia, sem compasso nem ritmo nem compasso com o compasso do coração e da inteligência que lá faz Sua Morada, pois verdade , verdadinha verdadeira mais simples e abrangente não há, tudo é musica e ambos os objectivos devem em simultâneo ser prosseguidos, são campos contignuos no mesmo uno campo musical onde habitam todas as notas e todas as melodias, as que sempre foram, e as que serão

S u bia no vi n te e o it o e a jo v em s en h o ra à min h a fr ente, ao tele f one fa l av a, ali q ua n d o a calçada se to r na in g r e me à i mage m do c on te u do da c on v e r sa di z ia e la a q eu m fa l av a q ue q eu r iam f e ch ar o c on s erva tó rio, ac ab ar com a for maçao es pe c i fi ca em mu sic a, e d ep o is a o u t ra mu sic a, a en t up ida com f al ta de pr o f un da e e te rea melo dia, se m co mp as s o ne m r it mo ne m e mc opa s sado com o co mp as s o do cora çao e d intel e gi g en cia q ue l á f az S ua Mor ad a, p o is v e r dad e , vera di nn h a v e rda de ira ma si simples e ab ra n g en te n ão h á, t u do é mu sic a e am bo s os ob ject ivo s d eve m em si mul t ane o ser pr os segui d os, são ca mp os conti g nu os no me s mo u no cam p o mu sica l onde h abi tam t o d as a s n ot as e t o d as a s melo dias, as q ue se mp re f o ra, e as q ue se ra o

Esperava o eléctrico no principio da grande subida, do bairro a baixo, ao fundo do poço dos negros, é a descer, todos os santos ajudam, demorara mais uma vez excepcionalmente, juntara-se a li um pequeno grupo, uma mae que fora busca seu menino à escola, que ele vinha cansado e aborrecido, assim fazem as escolas dos pequeninos há gente pequenina neste terra e os sádicos masoquistas assim preferem viver e serem governados por gente que nada, ou quase nada sabe governar, sádicos e bebés, que nem a si se sabem governar, e querem pais e depois não os querem, esquizofrenia aguda a infiltrar-se das entranhas da terra em seu peito podres, negros de negritude a fenecer, e pagam por cima para os manter deles afastados, prescindem do seu convívio para outros, assim são obrigados muitos , uma enorme maioria e os poucos que poderiam nem assim ir, geralmente tambem não vao, que há muito a conquistar, é necessário conquistar, é necessário jogar o jogo da suicida, estúpida e colectiva forma de viver, duplos burros, e perigosos, perigosa companhia, amada, muito perigosa nas vezes de se ter ao lado, mesmo, de repente lá vem o grande bmw preto x acto cinco, a subir a calçada , mae e filha lá dentro, laurinda , ah laurinda do xis, a que será então a té do xis, que tanto aparece na faca destas letras, certamente o eléctrico demorara mais pelo transito, o enorme transito dentro do coração da cidade, onde pequenos e maleáveis e versáteis transportes públicos ou mesmo comuns em algum dos casos, poderia resolver o masoquismo, o masoquismo é cada vez que se quer ir de um bairro a outro, e voltar se gasta quase duas horas, eu por mim, faço a volta a pé, assim ganho o tempo, vou a ver se te vejo

E x pera ra o ele c t rico no pr in cip io da g rande s u bid a , do ba i r ro a ba ix o, ao f un do d o p o ço dos ne g ros, é a d es ce r, t o d o s os santos ajuda m, demo r a ra ma is uma v e x e x c ap cio na l mente, j un tara inglesa se a li um pe q eu no g r up o, uma mae que f o ra b us ca sei me nino À es cola, q ue ele vinha can sado e ab or r e cid o, as s im f az em as es co k l as dos pe q eu nino s h á g en te pe q ue nina neste terra e os sa di co s maso q u ista s as s im pr efe r em viver e se r em g o v e rna dos por gente que n ad a sabe g o v e rna r, s a d o co s e bebé s, q ue ne m a si se sabe m g o v e rna r, e q eu r em pa is e d ep o is não os q eu r em, es q u i zo fr eni a a g u da a in fil t ra r inglesa se das en t ra n h as da terra em s eu pei to p odre s, ne g ros de ne g rit u de a f ene ce r, e p a g am por cima para os man ter de l es af as t ad os, pr es c inde m do s eu c on c iv io para o u t ros, as s im são ob g riga d os mu i u to s , uma en or me maio ria e os p o u co s q ue p ode r iam ne m as s im ir, ge ra l mente tam b em n ão vao, q ue h á mu it o a c on q u ist ar, é ne ce ss a´ rio c on q u ist ar, é ne ce ss a ´ rio jo g ar o j g o da s u i cid ia, es t up ida e cole c t iva forma de viver, d up l os b ur ros, e pe rigo s os, pe rigo sa co mpa n h ia, am ad a, um it o pe r gi g o sa nas v e ze s de se ter ao l ad o, me s mo, de r ep r en te l á v em o g rande b m w pr e to x acto c in co, a s ub i r a calçada , mae e fil h a l á den t ro, l au e ri n d a , a h l au rin da do xis, a q ue se rá en tao a té do x is, q ue t ant o ap ar e ce na f ac a d es t as l e t ra s, ce rta mente o e le c t rico demo r a ra ma si pelo t ra n sito, o en o r me t ra n sito den t ro do co ra çao da cidade, onde pe q eu no s e ma l e ave is e v e r sate ie s t ra ns portes p ub l i cos ou me s mo co m un s em al gum dos c as os, p ode ria reo l s v e r o maso q u is mo, o maso q u is mo é c ad a v e z q ue se q eu r ir d um ba ir ro a outro, e vo l t ar se p de re q u ase du as hor a s, eu por mim, f aç o a vo l ta a pé, as s im gan ho o te mp o, vo ua v e r se te v e jo


Depois passara outra vez o mesmo senhor, já o vira duas vezes em seu carro bmw negro modelo mais ou menos antigo, serie mais ou menos baixa, já tirara a gravata, era o dragão sem gravata, o espírito parecia insistir em me dar a id do dragão homem, da gravata tridimensional, acrescentara , é o co do ps, do costa, pois apareceu ele em dia seguido com semelhante gravata na tv, com pertinente questão, coitadinhos dos crocodilos que não lhe deram o dinheiro do banco comum, a segunda vez, o vi na mesma rua do x três ou cinco da laurinda, que me remetia para a imagem da gisele e do tom brady, ah amada, tão infinito e tão pequeno o universo e os fios de prata que a todos ligam e tudo trazem ligados

D e p o is passa ra o u t ra v e zo me s mo s en hor, j á o v ira du as v e ze s em s eu car ro b m w ne g ro mode l o ma is o u m en os ant i g o, sei re ma is ou m en os ba ix a, j á t ira ra a g rav at a, e ra o dr a g ão se m g rav at a, o es pei tio par e cia in sis tir em me d ar a id do dr a g ao homem, da g rav a t a t r id i m en sis o na l, ac r es c en t ra , é o co do ps, do co s ta, p o is ap ar e c eu e l e em dia se guido com se me l h ante g rava ta na tv, com pe r t ine m te q eu s tão, co ita din h os dos c rc o di l os q ue n ão l he de ram o din he rio n do ban co c o mum, as e gun d a ve z a li na me s ma r ua do x t r es o u c inc o da laurinda, q ue me r e met ia para a i mage m da gi sele e do t om br a d y, a h am ad a, tão in f in it o e tão pe q eu no o uni v e r s o e os fi os de pr at a q ue a t o d os li g am e tudo t ra ze m li gado s

Depois me disse o espirito que o dragão tinha sido cortado em dois, descia depois a rua e pensava, um dragão é fogo com asas, cortá-lo ao meio é como separar o fogo das asas, provavelmente um homem e uma mulher, juntos a fazerem de dragão

D ep o i sm e di s se o es pi rito q ue o dr a g ão tinha sid o co rta do em do is, d es cia d ep o is a rua e p en s av a, um dr a g ão é f o g o com a sas, co rtá inglês l o ao mei o é como se ra para o f o g o das a sas, pr ova ve l mente um homem e uma mul her, j un to s a f az e rem de dr a g a o

Pertinente questão, o plano de saneamento não tem sustentação, assim disse o tribunal de contas, que se calhar será mesmo o único que responde, em meu ver, deveriam então sujeitá-lo ao supremo, ajudariam-me a compreender e fechar ainda a minha duvida e a de todos, e eu vos ficaria agradecido, pois a mesma questão se aplica a toda a injustiça e seus órgãos podres e apodrecidos, terão competência para avaliar um plano de saneamento?

Pe r t ine n te q eu s tão, o p l ano de s ane a m neto não te m s us tem t a ç ao, as s im di s se o t rib una l de c on t as, q ue se calha r se rá me s mo o ú ni co q ue r es ponde, em m eu v er , d eve r iam en tao s u je itá inglês l o ao s up r emo, ajuda r iam inglesa me a co mp re d n e r e f e ch ar a inda a min h a du v ida e a de t o d os, e eu vo s f ica ria a g ra dec ido, p o is a me s ma q eu s tão se ap l ca a toda a in js u ti ç a e se us o r g ão p odres e ap o dr e cid o s, te rão co mpe ten cia para ava li ar um p l ano de s ane mane to e x c l mação

Questão metafísica e transcendente, a atender que nem mesmo respondem quando inquiridos, e se não respondem, decididamente, não sabem avaliar o que quer que seja

Q eu s tão met af isi ca e t ra sn c en dente, aa ten der q ue ne m me ms o r es pond em q ua n do in q u i rid os, e se n ão r es pond em, dec id i damen te, n ão s ab em ava li ar o q ue q eu r q ue seja

Mas escudam-se amada, escudam-se no compromisso de honra, não podem falar com o arbitro, e refugiam-se nas tretas dos segredos de justiça de coisa pouco ou nenhuma, salvo excepções, quando nem mesmo nada sabem, e fazem assim prova cabal que mandam, as secretas várias ordens de homens sobre os órgãos de justiça da republica, para que todos vejam e compreendam, como na realidade as coisas são, como os juizes e os tribunais não são independentes e velam as leis, e como a justiça é moeda de verdete de trocas obscuras

M as es c u dam inglesa se am ad a, es c u dam inglesa se n o co mp ro m iss o de h on ra, n ão p ode m f al ar com o ar b i to, e r e f u g iam inglesa se nas t r eta s do s se g red os de j us ti ç a de co isa p o u co o u ne n h uma, sal vo e x c ep ç õ es, q ua n do ne m me s mo n ad a s ab em, e f az e m as s im pr ova ca bal q ue man d am, as sec r eta s v árias o r d e ns de h o m en s s ob r e o s o r g ã os de j us ti ç a da r e publica, para q ue t o d os v e j am e co mp r en dam, co mo na real i dad e as co i sas são , co mo os j u i ze se os t rib una is são inde pe dn en t es e v e l as a s le is, e co mo a j us ti ça é m oe da de v e r de d e t roca s ob s cura s

Cabrões a tentar deitara areia para os olhos das Gentes, para onde fui o dinheiro que se gastou do que não havia, é roubar à canzana, que depois há mais que as Gentes são tansas, e as injustiças várias sempre dão o jeito, quantos bolsos encheu, então há corrupção e nada se passa, nenhuma resposta deram as diversas questões pormenorizadas que aqui vos coloquei, o que vocês pretendem é continuar a mamar e a dar que mama, plano de saneamento sem compor primeiro a corrupção, é plano para manter a mama, pode o tribunal não saber avaliar, até pode receber de alguns para nem saber, mas a sustentabilidade das contas publicas passa, primeiro, por não existir corrupção, ou seja ter mecanismos de controlo em tempo real e continuo, e depois por fazer melhor orçamentos, ou seja, adequados a receita, e nao cima dela, lá porque o bolso é de todos e se pensa erradamente que se pode buscar o que mais se não necessita e depois, melhor e mais eficiente gestão

C ab r õ es a t en t ra dei t a ra a rei a para os olhos das G en te s, para onde f u i o din he i ro q ue se g as to u do q eu n ão h av i a, é ro u b ar à can z ana, q ue d ep o is h á ma is q ue as G en te s são t an sas, e as in j us tiç as v árias se mp re dão o je i to, q ua n to s bo l s os en che u, en tão h á co rr up çao e n ad a se passa, n en h uma r es ps ota de ram as di v e r sas q eu s t õ es por mo no r iza d as q ue aqui vo s c olo q eu i, o q ue vo ce s pr e te n de m é conti nu ar a m a mar e a d ar q ue m ama, pa l ano de san ema en to se m co mp o r pr e i me i ro a co rr up çao, é p l ano para m an ter a m ama, p ode o t rib una l k n ão s ab e r av a li ar, at é p ode re ce be r de al g u sn para ne m sa b er, mas s s us t en ta bil i dad e das co sn t as publicas passa, pr i me rio , por não e xis tir co rr up ção, ou sej ter meca ni s mo s de c on t rolo em te mp o rea l e conti nu os, e d ep o is por f az e r me l hor o rça m en to s, ou seja, ad q u ad os a r e ce i ta, e na o a c ima dela, l á p por q ue o bo l s o é de t o d os e se p en sa e r ra da me n te q ue se p ode b us car o q ue ma is se ne ce s sita e d ep o is, me l hor e ma is efe cie n te g es tão

Pode isto ser assim , amada e amados?

Tipo uma realidade paralela, sendo um lado aparentemente oculto, sobreposto, ao que trazem os homens acordado?

T ip o uma r e l a id ad e para ela, s en do um l ad o ap ar en te mente oculto, s ob r ep os to, ao q ue t ra ze m os homens ac o rda d o in te rr o g ac são

Acham que funciona, e que vai funcionar, ou deverão todos e seus particulares interesses articular-se nas regras definidas como regras e como regras aceites

Ac ham q ue f un cio na, e q ue v a i f un cio n ar, ou d eve rão t o d os e se us par tic u l ar es in ter es s es ar tic u l ar inglesa se nas r e g ra s de f in id as c omo r e g ra s e c omo r e g ra s ac e i t es


Querem esquizofrenia, pois a terão, e morte e sangue e violência, que geralmente faz parte indissociável deste menu

Q eu r em es q u i zo fr e ni a, p o is a te rão, e mor te e san g ue e vi o l en cia, q ue ge ra l e mn te f az par te in di s soci ave l d este m en u

Sejam ratos, homens de merda, sejam ratos e mostrem dentuça e a peçonha toda que vai dentro de vós, cadáveres, pó já não adiado

Se j am ra to s, homens de mer da, se j am rato s e m os t r ema den t u ç a e a pe ç an h a t o da q ue vai den t ro de vó s, c ad av ar es, p ó j á n ão a di ad o

Que porcaria é esta, mais uma semana, e nenhuma resposta

Q ue p o rca r ia é esta, ma si uma se mana, e n ene h uma r es posta

Oh ratos, habita aí algum home nessa merda a que chameis de tribunal

O h ra to s, h abi ta aí al gum home ne s sa mer da a q ue ch am eis de t rib una l

Que porcaria é esta que defequeis

Q ue por caria é esta q ue d efe q eu is

Ladrões de crianças, abusadores, torturadores, cabrão, vai-te foder, e eu vou-te foder

L ad õ es de c r ian ç as, ab usa d o r es, tor t ur ad o r es, t ot, c abrão, v a i inglesa te f o id e r, e eu vo u inglesa te f o de r

Todos vocês corruptos, fazendo prova de vossa corrupção, que ninguém no universo inteiro tem a menor duvida, nem uma linha de explicação, nem tentativa de defesa, que uma virgula fosse, só prova provada de como tendes merda deste caso em vossas mãos

Tod os vo ce s co rr rp u t os, f a zen do pr ova de vo s sa co rr up ção, q ue nin g eu m no universo in tei ro te m a m e n o r du v ida, ne m uma li n h a de e x p l i cação, ne m te n t a iva de d efe sa, q ue uma vi r gula f os s em s ó pr ova pr ova d a de q c omo te n d es mer da d este c as o i em vo s sas m ~~ a os

Filhos da puta, ireis todos arder no inferno já, em cada uma das vossas famílias, vem a foice, já veio, nem por ela dareis, os que restarem, pouco tempo serão em fúria jogados pelas janelas e queimados na praça publica, filhos da puta, pequeninos ratos, ufanos cheios de merda

Fil hi os da puta, i reis t o d os arde r no in ferno j á, em c ad a uma da s vo s sas f ami l ia s, v e m a f o ice, j á v e io, ne m por e l a da reis, os q ue r e ts ar em, p o u co te mp o se rão em f ú r ia jo gado s pe l as j ane l as e q eu i m a d os na pr a ç a publica, fil h os da puta, pe q eu nino s ra to s, u f ano s che i os de mer da

Vos vergais a quem, a maçonaria, a opus dei, aos iluminatti, a universal, à rtp a spa, ao dinheiro dos coutinho, aos ladroes de crianças e de sangue, incluímos a sangria de beslan, e das bombas em londres e madrid, e a queda das torres, e de Argélia e um rol imenso de sangue inocente a correr, terroristas todos, cabrões assassinos, que vossos filhos, um por cada fique já doente, ou vós assumíeis como sois e dizei dos vossos negros feitos, ou preferis que sejam vossos filhos a sofrer, ordálio aos maus pais que sois, e que assim não sendo, nem O são

V os v e r g a is a q u ema m ac on aria, a o p us dei, aos i lu mina tt i, a universal, à r t p a s pa, ao din he i ro dos co u t in h o, aos l ad ro es de c r ian ç as e de san g ue, inc lui mo sa san g r ia de b es l ane das bo mn as , e da q eu da das ot t r es, e de ar ge l ia e um ro l i m en s o de san g ue inc oe n te a co rr e r, te rr os i t as t o d os, c a b r õ es as a s sin os, q ue vo s so s fil h os, um por c ad a fi q ue j á d oe n te, o u vó s as s u me is c omo s o is e di ze i dos v os so n e g ros fei t os, o u pr efe r is q ue se j am v osso s fil h os a s o fr e r, o r dá l io aos m au s p a is q ue s o is, e q ue as s im n ão s en do, ne m O são

Lá estava a imagem a lembrar um dos meus sonhos de infância, ter uma ilha, como mais tarde encontrei em Brel tal fazer, lá estava uma pequena ilha particular, a bem dizer Amada, o que neste momento tambem me apetece em meu peito é ordenar ao mar que a engula de uma vez, se a inveja, ou a vingança fizesse morada em minha casa, assim lhe abriria a porta ao leito, pois elas, quanto duas, habitam no dentro e no fora, e nós somos o jardim, onde pomos a semente e temos a mão que segura o regador e somos agua, e fazemos crescer as sementes que queremos, outras não

L a´ est av aa i mage m a l em b r a r um dos me us s on h os de in fân cia, ter uma i l h a, co mo ma si t arde en c on t rei em Br e l t al f az e r, l á est av a uma pe q eu na i l h a par it u c l a r, a b em di ze r Am ad a, o q ue neste mo m en to tam b em me ap e te ce em m eu pei to é o r dena ra ao n ar q ue a en gula de uma v e z, se a in veja, o ua vi n gan ç a f ize s se mar ad a em mim n h a c asa, as s im l he ab r i r ia a p orta ao lei to, p o is e l as, q ua n to du as, h ba i t am no d en t ro e no f o ra, e nó ss omo s o jardim, onde p omo sa se mente e t emo s a m ã l q ue se g ur a o r e g ad o r e s omo s a g ua, e f az emo s c r es ce r a s se men te s q ue q eu r emo s, o u t ra s n ão

Lá estava o pequeno zodíaco, vermelho, a caminho da ilha, depois dos voo nos aviões dos amigos das ferias merecidas depois das grandes batalhas, ao chegar ao lugar, toca lá a zarpar que a conspiração e as alianças estratégicas e a compra de votos e de apoios, pega lá banana, dá cá mexilhão, deu muito trabalho, e antes de inaugurar o novo telheiro em decimo segundo andar a contar do inferno, com vista no quarto circulo do inferno, toca lá a ir de férias, irra, que é quase sempre assim, que chatice até o argumento se parece repetir, diriam os pássaros a passar, já uma vez assim o escreveste, pois então a diferença será no afinar das personagens, no desenho das vestes para melhor os vestir, para melhor e em mais fino recorte saberemos quem são

L á est av a o pe q eu no zo di ac o, vermelho, a caminho da ilha, d ep o is dos vo s o no s avi ã o es d os ami g os das fe r ia s mer e c u d as d ep o is das g rand es ba t al h as, ao che g ar ao lu g ra, t oca l á a za rp a ra q ue a co ns pira çao e as a l ina ç as e ts ra té gi ca s e a cm p ra de v ot os e de ap o is o, pe g a l á ban ana, d á c á me l xi l h ão, d eu um it o t ra ba l h o, e ant es de ina u g u r ar o n ovo te l he i ro em dec i mo se gun do anda r a c on t ar do in ferno, com v isa no q ua r to cir c u l o do in ferno, t oca l á a ir de fé r ia s , i r ra, q ue é q u ase se mp r e as s im, q ue ch a tic e at é o ar gum en to se par e ce r ep e tir, di rr iam is pa ss ar os a pa s sar, j á uma v e z as s im o es c r eve s te, p o is en tao a difer en ça se rá no af ina r das pe r son a g e n s, no d es ne h o da s v est es para me l hor os v es tir, para me l hor e em ma is f ino r e corte sabe r e r mo s q eu m são

Ali vai o rapaz, a olhar o ceu num dos tubos do foguetão, lápis ao ceu a subir e a fazer bum, olha o céu e o que lhe irá em seu pensar, ai Meu Deus que as rosas são Todas Belas, Tua Mão Criadora Tão Belas As Criou e Faz, ou mais prosaico, mais cão, instinto básico a ver, a ver as nem sei quantas filhas de lot, ali no charuto duplo que depois se fuma, no entre , no entretanto e no depois, se fuma tambem pelo nariz, e mesmo debaixo de agua, a fingir afogamento, afogado, a velha amizade de infância, me recordo das serras de trás os montes o rapaz ao pé da casa de pedras de granito, seriam os avos, o outro o coutinho, certamente em torre tripla ao lado em mármore rosa, o dinheiro nascia na infância, saia sulfuroso das entranhas da terra, os bois e as vacas cagavam pepitas de ouro, assim narravam as arvores

A li v a i o ra p az, a o l h ar o c eu n um dos t ub os do f o g eu tão, l á pi s ao c eu a s ub i r e a f az e r b um, o l h a o c é u e o q ue l he i rá em s eu pen sar, ai Me u d De us q ue q ue as ro sas são T o d a s Belas, T ua Mão C r ia d o ra T ã o Belas As C rio ue F az, o u ma is pr o sa i co, ma si cão, ins tinto b á sic o a ve r, a v e r a s ne m se i q ua n t as fil h as de l ot, a li no ch ar u to d up l o q ue d ep o is se f uma, no entre, no en t r eta n to e no d ep o is, se f uma tam b em pe l o na r i z, e me s mo de ba ix o de a g ua, a f in gi or af o g am en to, af o gado, a v e l h a ami za de d e in fan cia, me record o d as se r ra s de t rá s os mo n t es o ra p az ao p é da ca s de ped ra s de g ra ni to, se r iam os avo s, oo u t ro o co u tin h o, certa mente em to r re t rip l a ao l ad o em mar more rosa, o din he i ro n as cia na in fan cia,, s aia s u l f oro so das ae n t ra n h as da te r ra, os bo is e as v ac as ca g av e ma pei t as de o ur o, as ss im v iam as ar vo r es

Olho o rapaz olhando o ceu, e me recordo de uma foro que me tiraram ao arrepio e que depois apareceu publicada numa revista, em monsanto na noite em que o camané cantou o fado, meu coração chorava, perante as letras da canção e perante a consciência do enorme mal que corria na terra e no ceu naquele preciso espaço tempo do mundo e do Ser, olhava o ceu , olhava a noite de estrelas e falava com o Pai, e rezava em meu intimo Nele, ali, estava o espelho, o espelho do constante vampiro, até a posição era semelhante, dissonante a prece, cada uma em seu sentido, a imagem da semelhança entre dois homens, o espelho que mostrava a face do constante vampiro e da ilha que o acolhe

Olho o ra ap z o l h and oo c eu, e me record o de uma foro q ue me t ira ram ao ar r e p i o e q ue d ep o is ap ar e cc eu pub li c ad a n uma r eve ista, em mo ns ant o na no ite em q ue o ca m en é can to u o f ad o, me us co ra çao ch o rav a, pe ra n te as l e t ra s da can çao e pe ra n te a co ns cie n cia do en o r me m a l q ue co rr ia na terra e no c eu na q eu l e pr e ciso e spa ço te mp o do m un do e do Ser, o l h av a o c eu , o l l h av aa no ite de es t r e l as e f al av a com o Pai, e r e za v a em me u in tim o Ne l e, a li, est av a o es pe l h o, o es pe l h o do co ns t ante v am piro, at é a p o si são e ra se me l h ante, di ss on ant e a pr e ce, c ad a uma em se u s en t id o, a i mage m da se m l h ança en t r e do si homens, o es pe l h o q ue mo s t ra v aa f ac e do co ns t ante v am piro e da ilha q ue o ac o l he


Duas mortes entre muitas outras para explicar, a do miguel dos ref, o do acido, quem lho deu, com quem ele tripou se com alguém o fez, de que morreu, de um susto numa má trip, coisa muito pouco provável de acontecer ou o acido traria algo que o propiciasse, um ataque de coração?, e agora quem responde, vão fazer exames ao resto do miguel passado este tempo todo?

Du as mor t es en t r e mu it as o u t ra s para e x p li c ar, a do mi g eu l dos r e f, o do ac id o, q eu m l h o d eu, com q eu m e l e t rip o u se com al q g eu m o fez, de q ue mor r eu, de um s us to n uma má t rip o, co isa mu it o p o u co pr ova v el de ac on te ce r o u o ac id o t r a ria al g o q ue o pr o pi cia s se, um at a q ue de co ra çao?, e a g o r q a q eu m r es ponde, v ão f az e r e x am es ao r e ts o do mi g eu l passado este te mp o t o d o?

E o roque descoberto em sua casa um ou dois dias depois de morto, aparentemente numa grande bebedeira, um homem com relação ao lima de freitas, o que saberia ele, para além do que me fora contando ao longo dos anos em que com ele convivi, certo, certinho, era ele ser obcecado, mas dai a ser morto ou ter menos razão naquilo que dizia, vai um grande passo, duas mortes a meu lado, um que fazia sua musica na latina europa e um outro que morava ali mais a cima à graça, frente a escola secundária, pais do jesus que comigo na latina tambem trabalhava,

E o ro q ue d es co be r to em s ua cas um ou do is dias d ep o is de mor to, ap ar en tee mn te n uma g rande bebe de ira, um homem com relação ao l ima de f rei t as, o q ue s abe ria e l e, para al é m do q ue me f o ra c on t and o ao l on g o do s ano s em q ue com e l e c on v i v i, ce r to, ce r t in h o, e ra e l e se r ob e c e ca do, ma s da ia ser mor to o u ter me no s ra z ão na q u i l o q ue di z ia, v a i um g rande passo, du as mor t es a m eu l ad o, um q ue f az ia s ua mu sica na l at ina eu r opa e um o u t ro q ue mor av a a li ma si a c ima à g r a ç a, fr ente a es co l a sec un d ária, pa is do je s us q ue co mig o na l at ina tam b em t ra ba l h av a,

Em dia recente, melhor será dizer na companhia da lua, dei por mim nisto a pensar, e fiz mentalmente em minha cabeça, o traçado geométrico desta mortes com seus locais , com os locais onde convivi com eles, da latina a graça , uma linha, a linha dos braços da cruz deitada, dois pregos, duas mortes que me terão sido insinuados, propagando o venenoso vento de que eu os teria matado, depois a cruz, a outra trave, passa ali na primeira casa da alexrandra lencastre, mais ou menos onde seria o peito, uma só vez ali me deitei, e depois prolongo a trave deitada e chego à casa da lena onde fomos presos na armadilha montada do trafico, o primeiro prego, no pé , a imagem do que me partiram antes no d dinis, encomendado a jogar futebol, como prenuncio do destino do que viria, do que já estava, do que sempre está em todo o espaço eterno, é perfeita cruz, perfeito traçado, da cruz deitada, e as mesmas mãos assassinas por detrás, vale tudo a estes cabrões para crucificar e roubar e matar


Em dia r e c en te, me l hor se rá di ze rna co mpa n h ia da l ua, dei por mim ni s to a p es n ar, e fi z m en ta l e mn te em min h a ca beça, o t ra ç ad o ge o met ric o d es ta mor te s com se us l o cais , com os l o cais onde c on v iv i com e l es, da l at ina a graça , uma li n h a, a li n h a dos br aços da c r u z dei t ad a, do is pr e g os, du as mor t es q ue me te rão sid o in sin ua do as, pr o pr o gan do o v ene n oso v en to de q ue eu os te ria mata da, d ep o is a c r u z, a o u t ra t rave, passa a l i na pr i me ria ca sa da al e x ra n dr a l en ca s t r e, ma is o u m en os onde se ria o pei to, uma s ó v e z a li me dei tei, e d ep o is pr o l o n g o a t rave dei t ad a e che g o à ca sa da l en a onde f omo s pr es os na a r mad ilha mo n t ad a do t raf i co, o pr i me i ro pr e g o, no p é , a i mage m do q ue me ap r t u ram ant es no d di ni s, c omo pr en un cio do d es t ino do q ue vi r ia, do q ue j á est av a, do q ue se mp r e es tá em t o d oo e spa ç o e te r no, é pe r fei ta c r u z, pe r fei to t ra ç ad o, da c r u z dei t ad a, e as me s ma s mãos as sa sin as por de t rá s, vale t u d o a est es c ab r õ es para c ru c i fi car e ro ub ar e mat ar

Depois ouvi no espírito o dizer, jesus mentiu, como que a confirmar que o jesus terá tido envolvimento na mentira que esteve por base a acusação contra a minha pessoa, em determinados círculos da irmandade, mais um que assim me paga, mais um que era gago e que foi por mim curado, o segundo que curei, assim é a paga , menino jesus roque, tu mesmo, que não chupavas teu pai nem por uma palhinha, em parte com razão, visto andar e ir ele muito perturbado e alcoólico, e achares que ele tratava mal tua mãe, terás sido tu a por então a assinatura?

D ep o is o u vo no es pei tio o di ze r, je s us m en ti u, co mo q ue a c on fi r mar q ue o j es us te rá tid o en vo l vi m en to na m en t ira q ue es teve por b ase a ac usa çao c on t ra amin h a pessoa, em de t r emi na d os cir c u l os da i r man dad e, ma is um q ue as s im me pa g a, ma is um q ue e ra gago e q ue f o i por mim curado, o se g un do q ue c u rei, as s im é a p a g a , m eni no j es us ro q ue, t u mes mo, q ue n ão ch up av as te u pai ne m por uma pa li n ha, em par te com ra z ão, vi s to anda r e ir ele mui to pe r t ur ad o e al co li co, e ac h ar es q ue e l e t rata v a ma l t ua mãe, te rá s sid o t ua por e mn tão a as sin at u ra e p on to de e x c la mação

E contudo a contabilidade sempre se está fazendo, é uma contabilidade que parece muitas vezes escapar à consciência de muitos, a contabilidade do vaso, da causa , do nexo e da consequência, do visível e do menos visível e dos fios que todo ligam, e do movimento dos boomerang, irra meninos, acordai, da América hoje ao entrar numa casa, a bela rapariga grande que dava vontade logo de agarrar, mesmo antes de saber quem era, descia as escadas bamboleando o corpo, era bela no que se pressentia e mexia seu corpo em doce dança de enleio

E c on tudo a com t ab i l i dad e se mp r e se est á fazendo, é uma c on t ab i li dad e q ue par e ce mu it as v e ze s esca par à c o ns cie n cia de mu it os, a c on t ab i li dad e do v as o, da c a usa , do ne xo e da c o ns cie n cia, do v isis vil e do m eni s v i sis v el e d os fios q ue t o d o li g am, e do mo vi m en to dos bo o mer an g s, i r ra m eni no s, ac o r da i, da am ar e cia h o je ao en t r ar n uma c a sa , a be la ra pa riga g rande q ue d av a von t ad e l o g o de a g ar r ar, me s mo ant es de s ab e r q eu m e ra, d es cia as esca d as bam bo lea n do o corp o, e ra be la no q ue se pr es en tia e mexia s eu corp o em do ce dan ç a de en lei o

Hoje de manhã na banca a menina clara a sorrir, eu lhe sorri a vê-la sorrir, e lhe disse assim, clara , clarinha , malandrim, não sei se vos sorria se vos dê uma palmadinha, assim suave naquele preciso sitio em que se brinca nas vezes, e não trás intenção de magoar nem magoa, nem precisa mesmo de magoa, isso inventem, nesta virgula, no exacto espaço do poisar, tudo, que o rapaz bate nas meninas e gosta de o fazer e que mais vos aprouver de vos lembrar, ah menina clara, seus lábios, em noite recente traziam ciência mil, pareciam rosas a desabrochar, ciência oculta natural ou pensada, me fiquei a pensar quando lhe desvelei meu estado ao vê-las, as rosas assim a convidar, depois em uma outra foto, o menina dando um bacalhau ao pinto da costa, pareciam assim dois homens a se cumprimentar, uma relação de alma espelhava um acordo masculino, o homem, aquele que trás o penduricalho, punha no abraço o selo nas mãos, o seu dedo indicar sobre a figura das vulva feminina, sabe menina, existe ali até uma pequena membrana, que nos faz lembrar de patos quá quá, que ontem voavam aqui em meu jardim, e outros falavam de caçadores a eles, uma membrana de fina pele, que nos faz sempre recordar sermos príncipes e princesas, se bem que muitos feitos sapos, por variadissimas razões, uns por tolice, encantados, outros por esquecimento de si, outros ainda porque um diabo qualquer os decidiu em sapo transformar

H p, H o je de manhã na ban ca a m eni na clara a s o rr i r , eu l he s o rr i a v ê inglesa l a s o rr i r , e l he di s se as s im, c lara , c la ri n h a , mala n dr im, n ão se i se vo ss o rr ia se vo s d ê uma pal m ad in h a , as s im s u ave na q eu l e pr e c is o si tio em q ue se br inca s na s v e ze s, e n ão t rá s in ten ção de mago ar ne m mago a, ne m pr e cisa me s mo de mago a, is s o in v en te m, nest a vi r gula, no e x cat o e spa ç o do p o isa r, t u d o q ue o ra p a z bat e nas me nina s e g os ta de o f az e r e q ue ma si vo s ap ro u v e r de vo s l em br ar, a h me nina c lara, se us l á b i o s, em no ite r e c en te t ra z iam cie n cia mi l, par e c iam ro sas a d es av br o ch ar, cie n cia co u l ta nat u ra l o u p en s ad a, me fi q eu ia p en sar q ua n d o l he d es v e lei m eu est ad o ao v ê inglesa l as, as ro sas as s im a c on vi d ar, d ep o is em uma o u t ra f oto, o me nina d and o um b ac al há o u ao pinto da costa, par e c iam as s im do is homens a se c u mp r i m en t ar, u ma re l a ç ao de alma es pe l h av a uma co r do m as c u lino, o homem, a q eu le q ue t rá s o p en d eri ca l h o, p on h a no ab ra ç o se l o das mãos, o s eu d ed o in di ca r s ob rea fi g ur a das v u l v a f em eni na, sabe me nina, e xis te a li at é uma pe q eu na l em br ança, q ue no s f az l em br ar de pat os q u á q u á, q ue on te m vo av am a q u i em me u jardim, e o u t ro s f al av am de c aç ad o r es a e l es, uma m en b rana de f ina pe l e, q eu no s f az se mp r e record ar se r mo s pr in cip es e p ric ne ze s, se be m q ue mui to s fei to s sapos, por v aria ds simas ra z õ es, un s por to li ce, en can t ad os, o u t ro s por es q eu c i m en to de si, o u t r ps a inda por q w eu um dia bo q ua l q eu r os dec i diu em s ap o t ra ns form ar

Depois pela noite ao chegar a casa, depois do remoto controlo que começara à séria ali pelos lados da republica do arco do cego, o programa em mix, do livro dos cânticos, dos padres que o explicava, uma voz de mulher inglesa, e ruídos vários e duas frases a ressoar, a tremer, como parecera a meu ouvido ouvir um tremido na voz que no final lia a ficha técnica,

D ep o is pe l a no ite ao che g ar a ca sa, d ep o is do r em oto c on t ro l o q ue co me ç a ra à sé r ia a li pe l os l ad os da r e publica do ar co do ce g o, o pr o g ram em m ix, do li v ro dos can tic os, do s p ad r es q ue o e x p li c av a, uma v oz de mul he rin g l e sa, e rui d os v á rio s e du as fr az es a r es s o ar, a t r e mer, co mo par ce ra a me u o u vi do o u vi r um t r emi do na v oz q ue no f ina l li aa fic h a téc nica,

Tu fizeste essas coisas secretas , Eu as fareis desvelado perante Israel,

T u fi ze s te es sas co isa sec r eta s , Eu as f e reis d es velado di pe ra n te Is ra l e,

Eu em meu secreto lhe respondi, o que faço é sempre desvelado a quem sabe ver e cego a quem não vê

Eu em m eu sec r e to l he r es pon d i, o q ue f aç o é se mp r e d es vela do a q eu m sabe v e r e ce goa q eu m n ão v ê

E uma outra mais negra, dava o mote da inferno, ali sublinhado,

Estiveste a adorar o menino, depois te levantaste e comeste

E uma o u t ra ma si ne g rda , d av a o m ot e da in f e r no, a li s ub li n h ad o,

Est ive s te a ad o r ar o em nino , d ep o is te l eva n t aste e co mes te

Te respondi, eu não como ninguém, serás tu que o dizes, quem provável o faz


Te r es p o dn i, eu n ão co mo nin g u é m, se rá s t u q ue o di ze s, q eu m pr ova v a e l o f aç a

Depois do almoço no café, a conversa dos homens dava conta de um alemão, um alemão desaparecera no mar, olhou para mim o homem, e me disse, tambem , quem iria para ali passear com um mar como o que estava, todos vão passear onde querem, liberdade que assiste aos homens pelo facto de terem sido criados com pés e asas, e o mar é soberano grande no corpo, assim o vento o é, tambem o nino e a nina, bela explicação as pássaros no caderninho de hoje, ou mais uma negra insinuação a pretender pessoalizar, a partir de uma frase minha, faço-te fria ou quente e com quente te faço fria se quiseres amada, o trabalho que as bestas tem, que lhes caiam os dedos e os que lhes pagam e encomendam

D ep o ii s do al moço no ca fé, a c on v e r sa dos homens d av a c on ta de um al e mao, um a l e mão d e spa r e cia no mar, o l h o u para mim o home, e me di s se, tam b em , q eu m i r ia para a li pa s sear com um mar co mo o q ue est av a, t o d os v ã o pa s sae ra onde q eu r em, liber dad e q ue as sis te ao s homens pe l o fat co de te r es sid o c r ia d os com p és e as sa, e o mar é s ob e ra no g rand e no corp o, as s im o v en to e tam b em oo n ino e a n ina, be l a e x p l i cação as pa ss ar os no dc ad e r nin h o de h oje, o u ma is uma ne g ra in sin ua ção a pretender pe ss o ali za r, a par tir de uma fr ase min h a, f aç o inglesa te fr ia o u q eu n te e com q eu n te t e f aç o fr ia se q u ise r es am ad a, o t ra b alho q ue as best as te m, q ue l h es ca iam os d ed os e os q ue l h es p a g am e en co m en d a m

Agora me pergunto que alemão, se foi, acrescentara o homem, que as buscas ainda não tinham encontrado o corpo, e que provavelmente estaria despedaçado contra as rochas, ao passar na rua o espirito me desvelou ser um homem responsável por um pico antigo

Agora me pe r gun to q ue al e mao, se f o i, ac r e c en t av a o homem, q ue as b us ca s a inda n ão t in ham en co ny t ra do o corp o, e q ue pr ova v e l e mn te est aria d es peda ç ad o c on t ra s as roc h as, ao pa ss ar na r ua o es pei r tio me d es v e lou ser um home r es ponsa v el por um p u co ant i g o

Mais uma vez a negra insinuação dos assassinos, foi para tua protecção, puta que vos pariu, assim mais uma vez respondi, mas a coisa não ficara por aí, em relação à cruz alemã, que já tinha surgido, com ligação a outro homem, aqui ao perto do bairro, no dia da oração na pequena igreja alemã, e depois acrescentou o espirito, passado uns poucos dias, depois de gravar o primeiro video que aqui por cima desta Palavra estará, se no entretanto o conseguir codificar e ter acesso a uma rede, que mais uma vez os locais públicos próximos estão com problemas, como de costume, quando me sabem no uso da Palavra, vermes malandros, e estúpidos a pensar que contra Ela tem alguma força, o vento vos sopra e soprará e vos levará de novo ao pó, o vinagre e o fel, derreterá vossa farinha, ardereis por dentro na justa proporção de vosso mal fazer

Ma si uma v e za ne g ra in sin ua ção dos as sas ino s, f o i para t ua pr ot e c ção, p u ta q ue vo s par i u, as s im ma is uma v e z r es p on di, masa co isa n ão fi ca ra por a í, em r e l a çao a c r u z al e m ã, q ue j á tinha s ur gid o, com li g a ção a o u t ro homem, a q u ia o pe r to do ba i r ro, no dia da o ra çao na pe q eu na i g r e j a al e m ã, e d ep o is ac r es c en to u o es pi rito, pa sado un s p o u co s dias, d ep o is de g rava r o pr i emi ro vi de o q ue a q u i por cima d es ta Pal av ra est a rá, se no en te rta n to o c on seguir co di fi car e ter ac es s o a uma red e, q ue ma si uma v e z o s l o cia s pu bl i co s pr óx i mo s est ão com pr ob l ema s, co mo de co s t u me, q ua n do me sabe m no us o da Pal av ra, v e r mes m aa l n dr os, e es t up id os a p en sar q ue c on t ra E la te m al gum a f o rça, o v en to vo s do p rá e s o pr a rá e vo s l eva rá de n ovo ao p ó, o v ina g r ee o f el, de rr e te rá vo s sa farinha, ard e reis por den t ro na j us t a pr o p r ot ção de v osso ma l f az e r

Gravara o video, o do punk ur do dn , policia da treta e feiticeiro das ilusões e dos enjoos colectivos da escrita enrolada e diagonal e acusatória, o fernandes ferreira, com o seu sistema de espionagem montado, logo a insinuar no dia seguinte a relação de dois eventos, sendo um a minha gravação, e pergunta que não o é, são vocês que criaram então o segundo, para melhor acusar, Deus vos responderá, vos lança circulo de fogo, em torno de vossas manipulações e mentiras , se o forem, arderá para dentro e vos queimará, trús , trús, trús, que se vos enfie este capuz!!!!

G ra v a ra o vi de o, o do p un k ur do d nm , po li cia da t r eta e fei tic e i ro das i lu s õ es e dos en j oo s cole c t ivo s da es c rita eel ad a e dia g on al e ac usa t ó ria, o f e rna n d es ferreira, com o s eu sis t ema de es pi o na g em mo n t ad o, l o g o a in sin u ar no dia se gui n te a relação de do is e b v en t os, s en do um a min h a g rav a ção, e ap e r gun ta q ue n ão o é, são vo c es q ue c r ia ram en tao o se gun do, para me l hor ac usa r, De us vo s r es po d ne rá, vo s l ança o cir c u l o de f o g o, em tor no de vo s sas mani p u l a ç õ es e m en t ira s , se o f o r em, arde rá para d en t ro e vo s q eu i mará, t r ú s , t rú s, t r ú s, q ue se vo s en fi e este ca p u z quatro e x c la maçoes

Veio depois o dizer em espirito , que o homem que nem o é, mais uma vez apanhado em acto de mentira, ocultação, cobardia e de mal, o que vai nas vestes de juiz do supremo, e ai surgiu a relação, que ele era o homem que me tinha feito a cruz em setenta como favor ao alemão, um que deverá ser superior da sua loja, e que se prenderá com a tal ficção da queda do muro de berlim

Veio d ep o is o di ze r em es pei rito , q ue o homem q ue ne m o é, ma is uma v e z ap anha d o em ac to de m en t ira, o c u l t a çao, co bar dia e de m al, o q ue vai na s v es t es de j u i z do s up r emo, e a i s ur gi ua relação, q ue e l e e ra o home qu e me tinha fei to a c r u z em set en ta em f avo r ao al e mão um q ue d eve rá ser s u p e rio r da s ua l o j a e q ue se pr en de rá com a t al fic ç ão da q eu da do um ro de berlim

Acusação faço contra vós, para além da deduzida pela faca nas entrelinha imediatamente acima, muito mais grave do que a que mais uma vez levanteis, no dia seguido , tremeu de novo em sumatra, seis , seis, a relacionar as letras da Palavra e da relação com o grande tsunami, vos estais nele implicado, e o senhor tambem, pelas suas relações com quem desvelou parte da imagem em dia recente, que já está aqui neste livro narrada e inscrita, neste altar onde estais a ser julgado em espirito, perante o espirito do amor de Deus do Deus de Amor, agora tremereis sem remissão por dentro de vossos peitos, e ouvireis vossas negras veias cheias de pus e verdete a racharem como pauzinhos de arvores caídos pelo vento no chão!

Ac usa ção f aç o c on t ra vó s, para al é m da d edu z ida pe l a f a c a na s en t r e li n h a i med iata mente ac ima, um it o nm a is g rav e do q ue a q ue ma is uma v e z l eva n te is, no dia se guido , t r em eu de n ovo em s uma t ra, se is , seis, a r e l a cio an r a s l e t ra s da Pal av ra e da relação com o g rand e ts una mi, vo s est a is ne l e i mp li c ad o, e o s en hor tam b em, pe l as s ua s relações com q eu m d es v e lou par te da i mage m em dia r e c en te, q ue j á est á a q u i n es te li v ro na rr ad a e ins c rita, nest e al t ar onde est a is a ser j u l gado em es pei rito, pe rna te o es pei r to do amo r de D e us do De us de Amo r, a g o rr a t r em e reis se m r emi s são por d en t ro de v ossos pei to s, e o u vi reis vo s sas ne g ra s v e ia s che i as de p us e v e r de te a rac harem co mo p au zi n h os de ar vo r es ca id os pe l o v en to no ch ão e x c la mação

No primeiro café que já era o segundo do dia, ah senhora se faz favor liga-me a maquina, só se tiver mais de dezoito anos, ah isso não lhe sei responder, terei que ir perguntar a meu pai, quando voltei com eles, se não se importa menina, se tiver mais de dezoito anos, podia-me tirar um café

No pr i me i ro ca fé q ue j á e ra o se h un do d o dia, a h s en h o ra se f az f avo r li g a inglesa me a ma quina, s ó se t u v e r ma si de dez o i to ano s, a h is s o n º ao s l he se i r ep son d e r, te rei q ue i r p e r g un t ar a m eu pa i, q ua n do vo l tei com e l es, se n ão se i mp r ota me ni na, se t ive r ma si de dez o i to ano s, p o dia inglesa me ti r ar um ca f é

A lei diz sempre que os estabelecimentos tem que ter livro de reclamações, se pusera a ler no papel, que na parede o dizia, de tal forma que lhe perguntei, mas tem mesmo livro de reclamações ou só a papel que o anuncia

A lei di z se mp r e q ue os est abe l e ce i m en t os te m q ue t r e li v ro de r e ca l ç õ es, se p use ra a l e r no p ap e l, q ue na parede o di z ia, de t al forma q ue l he pe r gun tei, mas te m me s mo li v r de rec l am a ç õ es ou s ó a pa e l q ue o a n un cia

O bebe sentado no balcão estava segurado por seu pai, trazia uma camisola que dizia yankees stuff ou algo assim, e segurava um chupa chupa com o que pareciam ser figuras geométricas ortogonais ou mesmo hexagonais, em cores prata vermelha e azul, depois ao sair vejo em sua mão o chupa chupa, em forma distinta, de trás, era uma vareta do que parecia ser um guarda chuva de prata, seu pai vestido de negro e fado e uma aliança doirada em sua mao trazia, o bebé loiro, estava meio ausente, lento em seu ser, sem expressar contentamento, a rapariga do bar dissera, são assim tão bonitos em pequeninos e depois se tornam uns grandes malandros

O be b e s en t ad o no bal cão est av a segur ad o por s eu pai, t ra z ia uma cam is ola q ue di z ia y am k es s s t u ff g o u a l g o as s im, e segur av a um ch up a ch u pa com o q ue par e c iam ser fi g ur as geo mét ric as orto g on a is o u me s mo he x a g on a is, em co r es pr at am vermelha e az u l, d ep o is ao sa i r v e jo em s ua mão o ch up a ch u pa, em forma di s tinta, de t rá s, é ra uma v a r eta do q ue par e cia ser um guarda ch uva de pr at a, s eu pa i v es tid o de ne g ro e f ad o e uma al ian ç a do ira da em s ua mao t ra z ia, o e bb é l oiro, est av a mei o au s en te, l en to em s eu se rr, se m e x press ar c on te n t amen to, a ra pa riga do n ar l he di ss e ra, são as s im t ão bonito s em pe q eu nino s e d ep o is se to rna m u ns g rand es ma l a n dr os

No caminho o espirito dissera, que a cobra do tribunal já estava identificada, só me falta mesmo saber quem é, seu nome, sua graça e sua desgraça qual delas pois há mais de que uma

No caminho o es pi rito di ss e ra, q ue a cobra do t rib una l j á est av a id en tif i c ad a, s ó me f al ta me s mo sa be r q eu m é, s eu no me, s ua graça e s ua d es g ra ç ae q ua l de l as p o is h á ma si de q ue uma

Outro mais antigo ressoara, os livros estão abertos, aliás a mensagem não poderia ter vindo em forma mais clara, pois enquanto no final da manha ou seria principio da tarde, ao subir e descer ao café, alguém me tinha deixado a porta aberta com os quatro dentes abertos, ou seja, que tem a minha chave e os que os livros do tubarão dos quatro dentes, estava já aberto, o que serão melhor noticias, do que a forma de o anunciar

O u t ro ma si ant i g o r es s o ara, os li v ros est ão ab e r to s, al i ás a m en sage m n ão p ode ria ter vi n do em forma ma is clara, p o is en q eu ant o no f ina l da manha o u se ria pr inc ip i o da trade, ao se b ub i r e d es ce r a o ca fé, al gume me tinha de ix ad o a p orta ab e rta com os q ua t ro den t es ab e r to s, o u se j a, q ue t e m a m in h a ch ave e os q ue os li v ro s do t u b arao do s q ua t ro den te s, est av a j á ab e r to, o q ue se rã po mel hor no tic ia s do q ue a forma de o a n un cia r


Em mim uma memória alemã em meu peito, sobre cor que sendo uma parece outra, e que quem sabe ver, vê a segunda na primeira, assim eu ontem a noite a vi, no cabo final que me tentaram lançar e que deixei ir embora, farto fartinho, Amada, quando quiseres chegar, é só mesmo bater à porta, cios, cios, façam os que quiserem que para isso tem liberdade, mas depois não escamoteiem as somas, que eles sempre vos voltam a mão, mais tarde ou mais cedo, às vezes com juros, por isso de conveniência, escolher bem o que semeia, tambem aqui e antes está a liberdade, vrum, vrum, mudava a cor na noite do mais escuro a menos escuros, as bandeira cruzadas com le mans ou daytona, davam o resto da cor da pista de carros, a do clássico xadrez, e outros pormenores ao lado cruzados e complementares, a cruz e o vermelho, e o homem, em gesto a dar o sinal, descida, meu bem decida, eu por mim, que tudo aquilo vi, virei à esquerda no momento, mas poderia ter virado a direita tambem, ou ainda seguido em frente a descer, ou mesmo ter feito inversão de marcha, se bem que sempre mais complicado e eventualmente até mais perigoso, desaguaria se tivesse ido em frente, tudo aquilo ali para as bandas da cornucópia, aparecia o luis miguel cintra em dia seguinte na revista do publico e depois de o ver me recordei de ele morar no prédio onde eu vive com e ester um tempo, e depois me lembrei do nome, chamavam-se as torres gémeas, ou era ao lado de outras torres que assim se chamavam, que certeza desta ultima parte não trago, sei que ele lá morava no mesmo prédio, pois o encontrara um ou outra vez, não mais do que isso, ao longo de talvez um ano se tanto que lá vivêramos antes de nos mudar-mos para a heróis de quionga

Em mim uam me mór ia a l e m ã em m eu pei to, s ob r e co r q ue s en do uma par ce o u t ra, e q ue q u e m s abe v e r, v ê a se gun da na pr i me ira, as s im eu on t e m a no ite a vi, no c ab o f ina l q ue me t en t aram l ança r e q ue de ix e i i r em bora, f ar to f ar t in ho, Am ad a, q ua n do q u ise r es che g ar , é s ó me s mo bate r à p orta, cios, c i os, f aç am os q ue q u si e r em q ue p + a ra is s o te m liber dad e, ma s d ep o is n ão esca m ot e i m a ss oma s, q ue e lea s se mp r e vo s vo l t am a mao, ma is t arde o u ma si ce do, À s v e ze s com j ur os, por is s o de c on v eni i ê n cia, es co l her b em o q ue se mei a, t am b em a q u i e ant es est á al i be rda d e, v r um, v ru m, um d av aa co r na no ite do ma is es c u ro a m e n os es c u ros, as bandeira c r u za d as com l e m a ns o u d a y t on a , d av am o r es to da co r da pi s ta de car ros, a do c lassi co x ad r e ze o u t ros por m en o r es ao l ad o c ru z d os e co mp l e m en t ar es, a c r u ze o vermelho, e o homem, em g es to a d ar o sin al, d es cida, m eu b em dec ida, eu por mi, q ue t u do a q u i l o vi, vi rei à es q eu rda no mo m en to, mas p ode ria ter v ira do a dr e it a t am b em, o u a inda se guido em fr ente a d es ce ro u me s mo ter fei t y o in v e r ~ são de mar ch a, se b em q ue se mp r e ma si co mp li c ad o e eve n tua l e mn te at é ma s i pe rigo s o d es a g ua ria se t ive s se id o em fr ente, t u d o a q u i l o a li para as ban d as da co r nu c ó pi a, ap ar e cia o l u is mi g u e l c in t ra em dia se gui n te na r e v ista do p u b l i co e d e p o is de o ver me record e i de e l e mor ar no pr é di o onde eu v ive com e es ter um te mp o, e d e p o is me l em br ei do no me, ch am av am inglesa se as t o r r es g é mea s, o u e ra ao l ad o de o u t ra s t o rr es q ue as s im se ch am ava m, q ue ce r te za d es ta u l tim a par te n ão t ra g o, se i q ue e l e l á mor av a no me s mo pr é di o, p o is o en c on t r a ra um ou o u t ra v e z, n ão ma is do q ue iss o, ao l on g o de t al v e z um a no se t ant o q ue l á v iv ê ramos ant es de no s um d ar inglês mo s para a he rói s de q u i on g a

Acabou de chagar aqui a mosca varejeira, que mexe tão rápido suas asas que até cantam, poisou no cinzeiro da marinha grande feito em vidro, poisou num dos vales onde se pousa os cigarros a arder, quando ardem, a mim pareceu-me mais ela a dizer-me que a vulvinha é mais um gato, sendo o gato aqui, aquelas falhas que nas vezes a loiça vária, adquire, ficou poisada entre latina e europa escrito a jacto de areia no fundo, ou melhor em seu inverso, escrito por mascara no vidro fosco e com o toiro no meio onde o cinzeiro faz um degrau, como se ao contrário fosse uma tampa da um largo frasco de doces

Ac ab o u de ch a g a ra q u ia mo s ca v ar e je i ra, q ue me xe t ão rá pi do s ua s a sas q ue at é can tam, p o is o u no c in ze i ro da marinha g rand e fei to em vi dr o, p o is o u n um dos vales onde se p o usa os c i g ar ros a ard e r, q ua n do ar e d em, a mim par e c eu inglesa me ma is e la a di ze r inglesa me q ue a v u l v i n h a é ma si um g a t o, s en do o g at o a q u ia q eu l as f al h as q ue na s v e ze s a l oi ç a v ária, ad q u i re , fi co u p o isa d a en t re l at ina e eu r opa es c rito a j ac to de a rei a no f un do, o u mel hor em s eu in v e r s o, es c rito por m as cara no vi dr o d f os co e com o toi to no mei o onde o c in ze i ro f az um de g r au, co mo se ao a o cn t rá rio f os se uma t am p o da um l argo fr asco de do c es

Minha amada, meu telefone novo já aqui está, podias e poderás sempre pegar nele e me dizer, cucu, sou eu, vamos dançar

Min h a am ad a, me u tel f one n ovo j á a q u i es tá, p o dias e p ode rá s se mp r e pe g ar ne l ee me di ze r, c u c u, s o u eu, v am os dan ç ar

Assim faziam no programa da bela teyra, que mulheraça, e que bela face de gata com olhos de cor suave, no final dançava ela tambem de sapatos demasiados altos para se bem se mexer, seu cabelo ganhara um trejeito, uma medeixa lhe desenhara um anzol ali em cima da boca, o anzol dos lábios, assim ela me dizia, três ou quatro imagens da dança davam a resposta completa, o rapaz dançava por detrás da rapariga, a rapariga dançava por detrás do rapaz, em equivalência perfeita, o que te faço me fazes, poderiam ser as legendas da proposta musical, depois a própria teyra se encarregava da linha anterior, as palmadinha na bundinha, o rapaz tinha um braço em seu peito esticado, e usava a perna com um braço de guitarra, me dizia a voz dos olhos da bela gata, desafiaram a América para dançar, nós tambem sabemos, assim mostravam os olhos estampados no ventre da bailarina, mil em outro lado da terra fizeram o mesmo em dia recente, que meus olhos os viram ao longe, que belo mexer, que até fiquei a fazer glus glus glas glás, a rapariga loira trazia duas saias uma debaixo de outra, a debaixo era negra, era a rapariga loira e se mexia com a força de uma ginasta, poderia ser sexy mas não o era, era mais força, assim uma força quase jutsi jutsi, ah gatinha sois bela como a madrugada, depois bela gatinha o melhor é sempre mesmo dançar assim agarradinho, corpo no corpo do amor, que as danças , outras em jeito distinto, sempre aparece a factura do que depois vem limpar o soalho, e a própria madeira nas vezes se queixa

As s im f az iam no pr o g rama da be la te y ra, q ue mul her a ça, e q ue be la f ac e de g at a com o l h s o de co r s u ave, no f ina l dan ç av a e la t am b em de spa r to s d ema si ad os al to s para se b em se me xe r, s eu ca belo gan h ra um t r e je i to, uma me de ix a l he de s en h ara um an zo l a li em c ima da b oca, o a n zo l do s l á bi o sa ss im e l a me di z ia, t r ê s o u q ua t ro i mage ns da dan ç a d av am a r es posta co mp l eta, o ra p z dan ç av a por de t ra s da ra pa riga, a ra pa riga dan ç av a por de t rá s do ra p az, em e q u iva l en cia pe r fei ta, o q ue te f aç o me f az es, p ode r iam ser as l e g en d as da pr o posta mu sica l, d e p o is a pr ip rio te y ra se en car r a g av a da li n h a ant e rio ra s pal m ad in h as na b ub din h a, o ra p z tim n h a um br aço em se u pei to est i ca do, e usa v aa pe rna com um br aço de gui t ar ra, me di z ia a v oz dos olhos da be l a g at a, de sa fia ram a am erica para dan ç ar, nó s t am b em sabe mo s, as s im mo s t rav am os olhos est am p ad o s no v en t r e da ba i l ari na, mil em o u t ro l ad o da terra f ize ram o me s mo em dia r e c en te, q ue me us o l h s o os v iram ao l on ge, q ue be l o me xe r, q ue at é fi q eu ia f az e r g lu s g l us g l as g lá s, a ra pa riga loi ra t ra z ia du as si as uma de ba ix o de o u t ra, a de b a ix o e ra ne g ra, e ra loi ra e se mexia com a f o rça de uma g ina s ta, p ode ria ser se x y mas n ão oe ra, e ra ms ia f o rça, as s im uma f o rça q u ase js i ts, a h a g at ina h s o is be l a co mo a m ad ru g ad a, d ep o is be l a g at in h a o mel hor é se mp r e me s mo dan ç ar as s ima g ar ra din h o, corp o no corp o do amo r, q ue as dan ç as , o u t ra s em je i to di s tinto, se mp r e ap ar e ce a fat cura do q ue d ep o is v em li mp a r o s o a l h o, e a pr o pr ia madeira nas v e ze s se q eu ix a

Diz Fernandes ferreira, um cronista e dá inclusive ou pretende assim dar, em sua coluna de hoje, a precisa indicação do tempo, no tempo da prédica, dizia, certamente porque terá orelhas várias, e compridas, e ouvirá bem ao longe ou ao perto, que fora nesse preciso momento que um outro homem em terra distante, quanto distante e a terra e o distar, se fora, um homem sobre o qual dizem coisas que ao que parece nem se sabem se ao certo seriam, prédicas há muitas, em todo o lugar em todo o tempo continuo do infinito, nem sei bem a qual se refere, se bem que me aprece saber qual, e contudo vejo o homem em foto e pouco ou nada dele me lembro, mas um perfume de desgraça anunciada, por mim sobe, e o espirito depois me falou de coisa antigas pela década de setenta

Di z f e rena d es ferreira, um co r ni s ta e d á inc lu s ive o u pr e ten d e a sis m d ar, em s ua co l una de h oje, a pr e c isa indica ção do te mp o, no r e mp o da pr é di ca, di z ia, ce rta e mn te por q ue te rá o r e l h as v ária s, e co mp rid as, e o u vi rá b em ao l on ge o u ao pe r to, q ue f o ra ne s se pr e c is o m oe mn to q ue um o u t ro homem em terra di s t ante, q ua n to di s t ante e a terra e o di s t ar, se f o ra, um h oe m s ob r e o q eu l a di ze m co i sas q ue ao q ue pe r e ce ne m se sabe m se ao ce r to se r iam, pr é di cas h á mui t as, em t o d oo lu g ar em t o d oo te mp o conti nu o do in f ni to, ne m se i b em a q ua l se r efe r e, se b em q ue me ap r e ce sabe r q ua l, e c on tudo v e jo o home em f oto e p o u c ou n ad a de l e me l em br o, ma s um o pe r f u me de d es graça an u cni ad a, por mim s ob e, e o es pei rito d e p o is me f al o u de co isa ant i g as ep l a dec ad a de set en ta


O vento soprara outra vez na América e algo na campanha de Obama mudara, na realidade fora a mudança que procedera a descolagem por doze vitórias consecutivas sobre Hillary, o que mudara , ou melhor, o que eu me apercebera que mudara, fora ele, sua postura , e tal começou com um certo rompimentos entre os dois candidatos, uam foto, ilustra esse momento, uma que aqui apareceu em capa do dn, dele em cima de uma pequena caixote de madeira tendo ao lado uma garrafa de agua deitada e um fio que saia desse mesmo caixote, as senhoras ao fundo sentadas em suas saias reproduziam o padrão que depois aparecera na forma da queda do muro entre palestina e israel, a mesma cor, o mesmo padrão como um leque e ontem, sendo ontem, o dia anterior ao que este apontamento aqui insiro, Hillary ganhara uma das primárias rompera a sequência ganhadora de Obama, falara eu muito com ela nessa noite, pois me apercebera do amor que ela me trás, e lho estive em espirito agradecendo, uma foto dela, me trazia o que me de repente, na véspera da sua vitoria, me parecera ser um presente, um presente que relacionava com um apontamento do ultimo texto sobre os nipples, sobre o meu pequeno nipple, que eu dizia a minha amada ter, da mesma família mas diferente e um pouco abaixo, aqui estava em foto, ela com um pontinho como um nipple mais ou menos no eixo de suas pernas, e em sua volta eram visíveis, cartazes com debate, o qu declinei , em de bate, ou vate da DE, o nipple do ni , ni , pp primeiro espanhol, o seio do pp do primeiro espanhol, o rajoy ou do aznar, e me pergunto agora se a imagem viera dela ou se alguém assim , aqui a retocara para adquirir este sentido, hoje ao olhar un instante um debate no corredor do poder, uma outra frase parecia complementar o sentido da primeira, braço de ferro sobre a educação, br aço do ferro sobre, serpente do circulo br rea a edu cação

Tambem em espanha fora visível, o eco relativo aos dentes de tubarão e da porta aberta, foram diversas as fotos com gente que sublinhava na posição e pela atitude e pelo gesto o facto da porta e dos dentes da fechadura se encontrarem já abertos, aqui fui a imagem dada entre outros pela nova ministra da saúde, os dentes relativos ao comboio, que deverá ser então o da atocha

O v en to s o pr a ra o u t ra v e z na am érica e al g o na ca mp anha de ob am a um d a ra, na real iade f o ra a mu dança q ue pr o ce dr aa d es co l a g em por do ze vi tó r ia s c on sec u t iv as s ob r e hi ll a ry, o q ue mu d ara , ou me l hor, o q ue eu me ap e r cebe ra q ue mu da ra, f o ra e le, s ua p os t u ra , e t al co me ç o u com um ce r to ro m p i m en tos en t re o s do is can di d at os, uam f oto, i lu s t ra es se mo m en to, u ma q ue a q u i pa ar c eu em c ap a do dn, de l e em c ima de uma pe q eu na ca i o t e de madeira t en do ao l ad o uma g ar raf a de a g ua de it ad a e um fi o q ue s aia d es se me s mo ca ix ot e, as s en hor as ao f un do s en t ad as em su as s aia s r ep reo du z iam o pa dr aa o q ue d ep oo s pa rac e ra na forma da q eu da do m ur o en t re pal es t ina e is ra el, a me s ma cor, o mes mo pa d r ~~ ao c omo um l e q ue e on te m, s en do on te mo dia ant e rio r a o q ue este ap on tamen to a u i in sir o, hi ll a r y gan h ara uma d as pr i má r ia s ro mpe ra a se q eu n cia gan h ad o ra de ob ama, f al a ra eu mui to com e la n es sa no i te, p o is me ap r e cebe ra do amo r q ue e la me t rá s , e l h o est iv e em es pi rito g ar dec en do, uma f oto de la, me t ar z ia o q ue me de r ep en te, na v es pera da s ua vi tor ia, me ap r e ce ra ser um pr es en te, um pr es en te q ue r e la cio n av a com um ap on tamen to do u l tim o te x to s ob reo s n i pp l es, s ob reo m eu pe q eu no ni pp le, q ue eu di z ia a min h a am ad a ter, da me s ma f ami l ia mas difer en te e um p o u co ab a ix o, a q u i es t av a em f oto, e la com um p on t in h o c omo um ni p ll e ma is o u m en os no e ix o de s ua s pe rna s, e em s ua vo l ta e ram v isi v e is, cara t ze s com de bate, o q u dec l ine i , em de ba te, o u vate da de, o n i pp le do ni e me pe r g un to agora se a i mage m vi e ra de la o u se al g eu m as s im , a q u ia r e toca ra para ad q u i r i r este s en tid o, h o je ao o l h ar un ins t ante um de ba te no co rr e dor do p o de r, uma o u t ra fr ase par e cia co mp l e m en t ar o s en tid o da pr i me i ra, br a ço de ferro s ob rea edu ca çao, br aço do ferro s ob r e, ser pen te do cir c u l o br rea a edu ca çao

T am b em e m e spa n ha f o ra v isi v e l, o e co r e l at iv o aos d en t es de t u barão e da p orta ab e rta, f o ram di v e r sas as f oto s com g en te q ue s ub li n h av a na p o si çao e pe l a at i t u de e pe l o g es to o f ac to da p orta e dos d en t es da f e ch ad u ra se en c on t ra r em j á ab e r to s, a q u i f u ia i mage m dada en t re o u t ro s pe l a n ova mini s t ra da s au de, os d en te s r e l at iv os ao co m boi o, q ue d eve rá ser en tão o da at a o ch a

Olho assim dois que se foram, um alemão que ao momento mais pouco sei, um movimento de dança ontem de alemaos ou com cores de certa forma alemãs, e um homem africano, e junto-lhe um fio do que poderá ser mais uma em mil outras que de permeio ocorrerão, se não arrepiarem todas as partes caminho, um sonho, um sonho recente, ia a subir as escadas, do que pareceu ser um metro, ou uma estação de comboio, com uma arcada, feita em pequenos tijolos de cor clara, que agora me faz lembrar os túneis da estação do chiado rossio, subia eu com um homem mais alto, quando do lado esquerdo do cruzamento chega um homem apressado com uma pistola na mão, e assim fica mais perto do homem que me acompanhava, num instante, vejo que ele vem com uma pistola na mão para me matar, o meu acompanhante se coloca na linha de fogo, eu penso que tolo, e no mesmo momento, o agarro para o deitar ao chão a ver se o tiro da linha de fogo, contudo, oiço o som de um ou dois disparos, e sei que o consegui entretanto tirar da linha de fogo, acordei, sem saber o desenlace, o homem que ia a meu lado era obama, e tudo aquilo remetia para paris, e me acendeu em mim a memória recente da parte escrita sobre a presença de jfk em paris nas imagens da photo, de que falei

O k l h o as s im do is q ue se f o ram, um al e mão q ue ao mo m en to ma si p o u c se i, um mo v e i m en to de dança on te m de al e mao s o u com co r es de ce rta forma al e m ã s, e um h oe m af r i cano, e j un to inglês l he um fi o do q ue p ode rá ser ma is uma em mil o u t ra s q ue de pe r mei o oco rr e rão, se não ar r ep o ar em todas as par t es caminho, um s on h o, um s on h o r e c en te, ia a s u b i r a s esca d as, do q ue par e f ce i ser um metro, ou uma est a ção de co m boi o, com uma a rac ad a, fei ta em pe q eu no s ti jo l os de cor c lara, q ue agora me f az l em br ar os t une is da est a ção do chi ad o ro ss io, s u bi a eu com um homem ma is al to, q ua n do d o l ad o es q eu r do d o c ru za m en to che g a um homem ap r es sado com uma pi s tola na mão, e as s im fi ca ma is pe r to do home q ue me ac o mpa n h av a, n um ins t ante v e jo q ue e l e v em com uma pi s tola na mão para me mat ar, o m eu ac o mpa n h ante se c olo ca na li n h a de f o g o, eu p en s o q ue t olo, e no me s mo m o m en to, o a g ar ro para o dei t ar ao ch ao a ver se o t r ira da li n h a de f o g o, c on t u d o, o i ç oo som de um ou do is di spa ro s, e se i q ue o c on se gui en t r eta n to t ira r da li n h a de f o g o, ac o r dei, se m sabe ro d es en l ac e, o home q ue ia a meu l ad o e ra ob ama, e t u d o a q u i l o r e me t ia para paris, e me ac en d eu em mim a me mór ia r e c en te da par te es c rita s ob r e a pr es en ç a de j f k em paris na s i mage ns da p g oto, de q ue f a lei

E me diga uma coisa em forma clara e frontal, trás o senhor algo contra mim, para além de fazer dito por palavras suas parte da cortina de fumos vários que se lançam para ocultar a verdade, bem como a seu busca, nas vezes a expensas grandes de muitos, como agora em dia recente o desvelou a propósito do chamado caso maddie?

E me di g a uma co isa em forma c lara e fr on t al, t rá s o s en hor al g o c on t ra mim, para al é m de f az e r di to por pal av ra ss u as par te da co r t ina de f u mo s v a á r i s o q ue se l ança m para ao c u l t ar a v e r da d ee se u b us car a e x pen sas g rand es de mui to s, c omo agora em dia r e c en te o d es v e lou a pr o pr os i to do ch amado c as o m ad di e p on to e x c la mação

E me diga uma outra a propósito desse ultimo fumo e cio, sobre a questão americana e o pedido que fizeram de seis, é isto uma linha de brincar ou que verdade há nela, e se pensará se por acaso trouxer parte de verdade, qual a melhor forma de a tratar, em modo frontal e as claras ou a em fumos coloridos que mais confundem e podem como sempre por inocentes em risco, se os houver para além das crianças

E me di g a uma o u t ra a pr o p os i to de s se u l tim o f u mo e cio, s ob rea q eu s tao am e r c i a n a e o pe dido q ue fi ze ram de se is, é is to uma li n h a de rb inca r o u q ue v e rda d e h á ne l a, e se p en sará se por ac os t ro ux e r par te de v e r da d e, q ua l q a em l hor forma de o t rata r, em modo fr on t al e as c lara s o ua em f u mo s c olo rid os q ue ma is c in f un de me p ode m c omo se mp r e por ino c en te s em r isco, se os h o u v e r para al é m das c r ian ç as

Maddie é a cobertura do cio de noventa e dois, o cio com a participação da cristina coutinho, dos coutinhos, e se o é, queiram então expor em pormenor as conclusões a que chegaram e de que forma a assentaram, para além e sempre aqui, da expressão dos próprios factos.

M ad di e é a co be r t u ra do cio de no v en ta e do is, o cio com a par tic i pa ção da c r is t ina co u t in h o, do s co u t in h os, e se o é, q eu i ram en tão e x por em por m en o r as c on c lu s õ es a q ue che g aram e de q ue forma a as s en t aram, para al é m e se mp re a q u i da e x press são do s pr ó pr i os f ac to s.

Na televisão ligada um filme de piratas e navios, diz o homem neste preciso momento, é o jonas que o chama, o navio fantasma, aquele que nos leva todos para o fundo, cada vez que ele está de vigia, assim acontece , é ele que o chama, e os marinheiros todos do real, choram, aqui e acolá vão alguns caindo

Na tele visão li gada um fil me de pei ratas e na vi os, di zo home neste pr e ciso m oe mn to, é o jo n as q ue o ch ama, o na vi o f antas ma, a q eu l e q ue no s l eva todos para o f un d o, c ad a v e z q ue e le est á de vi gi a, as s im ac on te ce , é e l e q ue o ch ama, e os marin he i ro s todos do real, ch o rama q u i e ac olá vao al g u ns ca indo

No outro canal, ah está bela penelope a cozinhar cozinhados de amor, e ao que parece a fugir de um marido que mal a trata, que não a respeita, faz ela de brasileira e ele tambem, vá-se lá saber porque razão não faz ele bem aquela menina tão bela, pois o amor trata sempre bem e todos os ingredientes são amorosos em seu amor,

No o u t ro can a l, a h es tá be l a p ene l o pe a co zi n h ar cos z ina h d o s de amo r, e ao q ue par e ce a f u gi r de um am rid o q ue ma a t rata, q ue não a r es pei ta, f az e l a de br as i lei ra ee l e tam b em, v á inglesa se l á sa be r p roque ra z ão n ão f az e l e b em a q eu l e m eni na t ão be l a, p o is o ama or t rata sm pr e b em e todos os in g red ie n t es são amo ro ros em s eu am o r,

Uma frase ressoara em mim, e ali ecoava agora ao momento, ainda não estou preparada para ti, ah amada, preparada para mim, só não poderias estar por duas razões, porque não me trazes amor, o que não sendo verdade, então razão não será, ou porque sentes que mal te fiz, o que tambem não creio pela minha parte do coração ser verdade, deve ser portanto isto um eco mentiroso, como antes de ontem ao andar, o ouvir depois, que se cruzaram quatro rádios controlos, imagina lá amada, como se cruzam as ondas, como pelos menos quatro mãos se tiveram que se organizar para o fazer e imagina, então o que são quatro cruzados, e vê a dificuldade imensa de tirar a soma e até se poderá pensar, que soma saíra de tanta complexidade, para não lhe chamar uma ou outra coisa

Uma fr ase r es s o a ra em mim, e al i eco av a agora ao mo m en to, a inda n ão es to u pr epa ra da para ti, a h am ad a, pr epa ra da para mim, s ó n ão p ode r ia s est ar por du as ra z õ es, por q ue n ão me t ra ze s amo ro q ue n ão s en do v e r dad e, en tao ra z ão n ão se rá, o u por q ue s en t es q ue ma l te fi zo q ue t am b em n ão c rei o pe l a min h a par te do cora ção ser vera de, d eve ser p orta n to is to um e co m en tir o s o, c o mo ant es de on te mao and ar, oo u vi r d ep o is q ue q u e s e c ru zara m q ua t ro ra di os co nn t rolo si magi na l á am ad a, co mo se c r u z a m as ondas, co mo pe l os m en os q au t ro mãos se t ive ram q ue o ra g ni za r para o af ze r e i magi na, en tão o q ue são q au t ro c r u z a d os, e v ê a di fic u l ad e i m en sa de tir ar a s oma e at é se p ode rá p en sar, q ue s oma sa ira de t anta co mp l e x i dad e, para n ão l he ch am ar uma o u o u t ra co isa

Na noite, ontem, duas frases vinham a meu espirito, depois de ouvir, ana caetano a dirigir, não seria ela , certamente a dize-lo, mas no ouvido assim o ouvi, vou-te foder até morreres, até teus miolos saltarem, que estranha frase misto de cio e feia em seu elaborar e dizer, a outra, era oposta, em seu sentido, só me queres, para fazer sexo, assim uma frase de conteúdo adolescente que já emergira pela hora de almoço num encontro no metro, em seu final

Na no ite, on te, du as fr ase s vi n hama m eu es pi r i o t, d ep o is de o u vi r ana cae t ano a di r i gi r, n ão se r ia e l a , ce rta e mn te a di ze inglês l o, ma s no o u vi do as s im oo u vi, vo u inglesa te f o de r at é m oe rr es, at é te us mi o l os sal t ar em, q ue es t ra n h a fr ase m is to de cio e fei a em s eu ele bora r e di z e r, a o u t ra, e ra o ps ota, em s eu s en tid o, s ó me q eu r es para f az e r se xo, as s im uma fr ase de c on te u do ad l es c en te q ue j á e mer gi ra e pal a h o ra de al moço n um en c on t ro no met ro em s eu f ina l


Jonas ressoa, nas duas baleias que agora apareceram em artigo do seu jornal, logo a seguir à conversa com pandora, lá está bill, no que parece ser uma pequenina casquinha de noz com remos que lhe saem dos olhos, ou seja do que ele vê, sendo que em minha opinião , ele bastante vê, pois para alem de se encontrar em posição para isso sabe bem ver, e ali está ele com uma ventosa a arpoar o yahoo, ao lado uma outra baleia grande, que se chama de google, um peru e um yahoo, yahoo, é uma espécie de grito de guerra ou de começo de dança, ou de festa, assim o traduzo em minha lingua e me ponho a pensar porque mais uso este motor de busca do que o outro


Jonas r es s o a, nas du as ba lei as q ue agora ap r e ce ram em ar ti g o do s eu jo rna l, l o g o a se gui r à c on v e r sa com pan d o ra, l a ´ es tá bi ll, no q ue par ce ser uma pe q eu nina cas q u in h as de n oz com r emo s q ue l he sa em dos olhos, o u seja do q ue e l e v ê, s en do q ue em me ina h o p in o ão , e le ba s t en te v ê, p o is para a l e ´ m de d e s en c on t ra em p o siçao para is s o sabe b em v e r, e al i es tá e l e com uma v en t o sa a ar p o ar o y a h oo, ao aldo uma o u t ra ba lei a g rande, q ue se ch ama de g oo g le, um p eru e um y a h oo, y a h oo, é uma es pe cie de g rito de g eu r ra ou de co me ç o de dan ç a, ou de f es ta, as s im o t ad u ze em min h a li n g ua e me pinho a p en sar por q ue ma si us o este m oto r de b us ca q do q ue oo u t ro

Yahoo, trás na palavra um dos mais antigos e sagrados símbolos, o Y e trás dois círculos a frente do h, que são mais fáceis de saber como certos, do que dois a seguir a g do goggle, isto, sempre e como é evidente na minha lingua e em meu linguarajar, como poderia saber em exacto de um outro, alias acabei de o escrever cm dois gatos, em vez de dois circulo, parece assim mais ser dois gatos de um mesmo circulo, do circulo do primeiro e,

Y a h oo, t ra s na pal av ra um do s ma is antigos e sa g ra d os s im bo l os, o Y e t rá s do is cir c u l os a fr ente do h, q ue s º ao ma si f ac e is de sabe r c omo ce r to s, do q ue do is a se gui ra g do g o gg l e, is to, se mp re e co mo é eve i dente na min h a li n g ua e em me u li n g ua r e j ar, co mo p ode ria sabe r em e x cat o de um o u t ro, al i as ac a bei de o es c r eve r cm do is g at os, em v es de do is cir c u l o, ap r e ce as s im ma s i ser dag do is g at os de um me ms o s cir c u l o, do c irc u l o do pr ie miro e,

Me lembrei neste entretanto da baleia que entrara no tamisa, e que acabara por morrer vitima aparente de todo o stress humano que em volta dela se gerou, e de como este evento muito na altura me impressionou, pois tinha falado e escrito a Palavra, da aliança entre todos os seres pela amor e em sua defesa, e aquela baleia parecia que se sacrificara em vão, ontem nisto pensando, me pareceu então que ela fora atraída para o tamisa provavelmente por um emissor submarino ou outro que lhe tenha enviado gritos de socorro de filho, e me subiu de novo o incêndio do barco de madeira que depois muito mais tarde ardera num cais tambem em londres, os animais como lhe chamais, nossos irmãos, não são para brincar ou mal tratar

Me l em b rei neste en t r eta n to da ba lei a q ue en t r a ra no t am isa, e q ue ac ab ra por mor r e r vi t im a ap ar en te de t o d oo s t r es s humano q ue em vo l ta de l a se ge ro ue de co mo este eve n to mui to na al t u ra me i mp r es sio no u, p o is tinha f al ad o e es c rito a Pal av ra, da al inça en t r e todos os se r es pe l a amo r e em s ua d efe sa, e a q eu l a ba lei a par e cia q ue se s a c ri fi cara em vão, on te m ni s to p en san do, me par e ceu en tao q ue e la f o ra at rai da par o t am i sa pr ova v e l em n te por um emi ss o r s ub marino ou o u t ro q ue l he t en h a en vi a do g rito s de s oco r ro de fil h o, e me s ub i u de n ovo o inc en di o do bar co de madeira q ue d e p o is mui to ma si t arde ard e ra n um cais tam b em e m l on dr es, os anim a is c omo l he ch am a is, n ossos i r mao s, não são para br inca r o u m al t rata r

Depois temos a compra difícil e aparentemente entupida, que ressoa nas minha palavras sobre a necessidade de a máquina trabalhar com um invisível e eficiente relógio suíço, aplicada em outro contexto, mas que também nesta questão se reflecte na rede

D ep o is t emo s a co mp ra di fic i l e ap ar en te mente en t u p i da, q ue r es s o a na s min h a pal av ra s sp b r e a ne ce s sida de dea má q u ina t ra ba l h ar c oni um in v ii s v e l e efe cie n te r e l ó gi o s u iss o, ap lia c ad a em o u t ro c on te x to, ma s q ue t a m n b em nest a q eu s tão se r e f l e te na rede

Um motor de busca é essencialmente um algoritmo que cria relações entre conteúdos e permite a sua constelação, uma perfeita imagem de funcionamento da alma do mundo ou inconsciente colectivo se assim preferir-mos nomear

Um m ot o r de b us ca é es s en cia l em te um al g ot t it mo q ue c r ia r e l a ç õ es en t re co mn te u d os e pe r mit r e a s ua c o ns tela ção, uma pe r fei ta i mage m de f un cio n am en to da alma do mundo ou inc o ns ce in te cole c t iv o se as s im pr efe r i r inglês mo s no me ar

Motores de busca, agrupam e fazem constelações que constelam conteúdos

M ot o r es de b us ca, a g r up a m e f a ze m co ns tela ç o es q ue c o ns tela, m o s c on te u do s

Pode-se então por uma hipótese , que as constelações façam colidir grupos de estrelas e criarem assim ondas universais, certamente que quem a ela tema acesso terá data suficiente para perceber e entender esta possibilidade e para a comprovar

P ode inglesa se en tão por uma h ip ot e se , q ue as co ns tela ç õ es f aç am co li di r g r up os de est r e l as e c r ia r em as s im on d as universais, ce rta mente q ue q u ema e la t ema ac es s o te rá d a t a sufe cie n te para pe r cebe r e en te n de r es ta p os si bil i dad ee para a co mp r o v a r

A microsoft quer comprar a yahoo, que é pertença da red mond, o pen quer o yahoo, chama-lhe as letras, de negócio do século no tabuleiro do mundo on line, lá parece que estamos de novo no xadrez, a jogar xadrez as peças brancas e as peças pretas

A mic ro s ft q eu r co mp r ar a y a h oo, q ue é pe r te n ça da red mo n d, o p en q eu r o y a h oo, ch am a inglesa l he as l e t ra s, de ne g ó cio do sec u l o no t ab u lei ro do mundo on l ine, l á par ce q ue est mo as de n ovo no x a dr e z, a jo g ar x ad r e z a s pe ç as br ancas e as pe ç as pr eta s

Embora o preço esteja a ser proposto pelo as do set ad vi sors entre os trinta e três e os trinta e cinco dólares, na realidade parece que ambos os valores de ambas acções acabaram por cair, certamente por causa do processo de compra

Em bora o pr e ç o est e j aa se r pr o p os to pe l o as do set ad vi sors en t reo s t rin ta e t r ê se os t rin ta e c on co do l ar es, na real i dad e par ce q ue am bo s os valores de am ba s a c ç oe s ac bar am por ca i r, ce rta m en te por ca usa do p or ce ss o de co mp ra

Acabei de virar a página e saltou de dentro do meu caderno uma espécie de confirmação e um dizer ouvido em espirito que anda em mim desde a conversa com a alice da pandora, mais correcto será dizer , um conjunto de linhas e de frases, que trazem nas vezes uma característica já declarada, qu é nem sempre trazerem claro endereço do remetente, ou seja, são em principio, polimorficas, como a linguagem e as palavras tambem o são, se as observar-mos com cuidado

Ac a bei de v ira ra pá gina e sal to u de d en t ro do m eu ca de r no uma es pe cie de c on firma ç ap o e um d u ze r o u v ido em es pi rito q ue anda em mim d es dea c on v e r sa com a al i ce da pan d o ra, ma is co rr e c to se rá di ze r , um co n j un to de li n h as e de fr ase s, q ue t ra ze m nas v e ze s uma ca r a c te r is tic a j á dec l ar ad, q u é ne m se mp r e t ra ze r em c l a ro em de r e ç o do r e met en te, o u se j a, são em pr in cip io, poli mor f ica s, co mo a li n g ua g em e as pal av ra s t am b em o são, se as ob se r v ar inglês mo s com c u i dad o

Saltou de dentro do caderno as folhas manuscritas sobre a imagem do toiro vermelho

Sal to u de d en t ro do ca de r no as f o l h as manu s c rita ss o b r e a i mage m do to i ro ve r me l h o

Olho de desenho e vejo bill a tentar arpoar a baleia com uma ventosa, como uma seta de índios de meninos pequeninos a brincar, numa luta contra a baleia, uma versão semelhante e distinta do moby dick, sendo que as setas de ventosas trazem geralmente vantagem, não furam, só se prendem, e depois esta trás um cabo que se enrola num desentupidor com duas voltas no cabo que parece ser um charuto negro cubano

O l h o de d es en h o e v e jo bi ll a te n t ar a r p o a ra a bal e ia com uma v en t o sa, co mo uma s eta de in di os de me nino s pe q eu nino s a br i c na r, n uma l u t a c on t ra a ba lei a, uma v e r são se me l h ante e di s tinta do mo b y di ck, s en do q ue aa s s eta s de v en t o sas t ra ze m ge ra l mente van t a ge m, ao f ur am, s ó se pr en de me d ep o is es ta t rá s um c a b o q ue se en rola n um d es en t up i d or com du as vo l t as no c bo q ue par e ce ser um ch ar u to ne g ro c u ban o

Olho o desenho da baleia e nele vejo desenhado, um X, ou melhor que ele desenha um X, uma marca no alvo, e que uma das barbatanas, parece uma pena ratada e que debaixo da boca , parece estar escondida uma barbela, ou uma lamina de cortar de uma varinha magica tipo krups, ou barbatana de tubarão

Olho o d es n h o da ba lei a e ne le v e jo d es en h ado, um X m i u ne l h or q y e lee d es en h a um X m, uma ma rca no al vo, e q ue uma das ba rb at ana s, ap rec fe p en a rata d a e q ue de ba ix o da b oca , par e ce est ar es condi d a uma bar be la, o u uma l a mi na de co rta r de uma v ari n h a ma gi ca t ip o k r u p s, ou bar b at ana de t u barão

Se a pele da baleia fosse um ceu cinzento de nuvens, poderia pensar que o yahoo nele é capaz de inscrever desenhos , ou produzir agrupamentos de distintas densidades em linhas e quem sabe mesmo se com o lápis fazer desenhos à medida do freguês

Se a pe l e da ba lei a f os se um c eu c in zen to de n u v e ns, p ode ria p en sar q ue o y a h oo ne l e é ca p az de ins c r eve r d es en h os , o u pr o du zi ra g r up am en t os de di s t un t as d en sida d es em li n h as e q eu m s ab e me s mo se com o l á pi s f a ze r d es en h os à med ida do fr e g u ê s

O que me saltou do caderno, assim deslizando, como uma carta que se desvelava ao isto ver, foram as folhas soltas conqueror, trago as folhas a quatro dobradas, ficaram assim em cima da boca da baleia, um, um dentro de um circulo com um traço under score sobre o número, o número um, que parece ser também um arpão à séria, isto é , sem ventosa nenhuma

O q ue me sal to u do ca dr en o, as s im d es liza n do, c omo uma c rata q ue se d es vela v a ao is to v e r, f o ram as f o l h as sol t as c on q eu ro r, t ra g o a s f o l h as a q ua t ro do br ad as, f ica rama ss im em c ima da b oca da ba lei a, um, um d en t ro de um cir c u l o com um t r a ç o un de r s co re s o b reo n ú m ero, o n ú mer o um, q ue par e ce ser t am b é m um ar pão à sé r ia, is to é , se m v en t o sa n en h uma

E começa assim, o toiro vermelho, o toiro que vira na carruagem do comboio de atocha

E co me ç a as s im, o to i ro vermelho, o to i ro q u e v ira a car r u g am e do co m boi o de a t ao ch a

Dizem que segundo as leis americanas o yahoo não tem um quadro estável, terá que realizar dez directores através dos votos dos accionistas, wayne controls employees retirement system, dos pistoleiros john wayne e do tubarão, cuja barbela ,m parece ser a lamina krups

Di ze m q ue se gun do as le is am e ric ana s o y a h oo n ão te m um q ua dr o est ave l, te rá q ue rea l iza r dez di rec tor es at rav é s do s v oto s dos a cio ni s t as, w q y ne c on t r o l s em p l o y ee s r e tire m en t s y s te m, dos pi s to lei ro s jo n h w a y ne e do t u barão, c u j a bar be la ,m p ar e ce se ra l a m i n a k r u ps

Yahoo e news corp detém o my space, até que ponto verdadeiro, me pergunto ao realizar que o meu espaço no blog foi outra vez alterado, aol e time warner tambem se encontram em negociações com o yahoo ao que parece

Y a h oo e ne ws corp de te m o m y spa ce, at é q ue p on to v e r da d e i ro, me pe r gun to ao rea liza r q ue o m eu e spa ç o no b l o g f o i o u t ra v e z al te ra do, ao l e tim e w ar ne r t am b em se en c on t ram em ne go cia ç o es com o y a h oo ao q ue par e ce

Wall street co li n gi ii is da can ac cord japonês honda ad a ms dizem que é apenas duvida

W a ll st r ee t co li n gi ii is da can ac cord j ap o n ê s honda ad a ms di ze m q ue é ap en as du v id a

Os pássaros chineses alibaba dos quarenta ladroes do abre-te sésamo e da tribo dos haschaciens

Os pa s saros ch ine ze s al i baba dos q ua r en ta l ad ro es do ab r e inglesa te se sam o e da t rib o dos h as ch a c ie ns

O ceo do yahoo Japão, jerry yang

O ce o do y a h oo j ap ao, je rr y y an g

Busca on line com ou sem yahoo, anos noventa en que a microsoft se atrasou ao não perceber o interesse publico em aceder à rede por parte dos utilizadores comuns

B us ca on l ine com o u se m y a h oo, ano s no v en ta en q y e a mic roso ft se at ra s o u ap n ão pe r cebe r o in te r es se publico em ac e de r à rede por par te dos u tili za o r es co m un s

Integrou depois o Internet explorer no Windows o que lhe valeu uma serie de processos judiciais

In te g ro u d ep o is o in te r net e x p l or e r no w in d o ws o q ue l k he v al eu uma se r ie de pr o ce ss os ju di cia is

Alibaba, abrem as cavernas onde se escondem os tesouros, seja de que espécie for, livros inclusive, tem uma palavra ou diversa palavras secretas para o fazer, paul , triângulo onze en, Libby + raf ingles duplo do circulo data, rei do vaporware, assim chama a bill gates, certamente que fará vapor, ou não, se bem que o tremo se aplique não tanto a escrever no céu, mas a software que ainda não existe mas que é enunciado como se já existisse, e mais do que isso, funcionasse, c ra s h av a

Al i b a b a, ab r e m a s c ave rna sm onde se es conde m o s te s o ur os, se j a de q ue es pe cie f or, li v ro s inc lu s ive, te m uma pal av ra o u di v e r sa pal av ra s secretas para o f az e r, pa u l , t r ian gula on ze en, li bb y + r af in g l es d up l o do cir c u l o data, rei do v ap o r w ar e, as s im ch ama a bi ll g at es, ce rta e mn te q ue f a ´ rá v ap o r, o u n ão, se b em q ue o t r emo se ap li q ue n ão t anto a es ce r v e r no ce ú, mas a s o f w ar e q ue a inda n ão e xis te ma s q ue é en un cia do c omo se j á e x is t iss e, e ma is do q ue iss o, f un cio na s se, c ra s h av a

Bill gates voltaria a apostar no s o f t w ar e do channel oito da rede microsoft da mi linda fr en ch, linda é tambem o nome da que foi esposa do roque e mae do jesus

Bi ll g t es vo l t aria a ap os t ar no s o f t w ar e do ch anne l o i to da rede mic roso ft da mi linda fr en ch, li n da é t am b em o no me da q ue f o i es posa do ro q ue e mae do je s us

Serpente teve ba onze mer, mon key bo y,

Se rp en te teve ba on ze mer, mo n k e y bo y

O ac ron emo sam y e T and T her ene rato gato y ch e c al o ff e cio us circulo rá circulo le para y a h oo

Línguas do gulliver, jonathan, swift, rocket mail, que deverá subir certamente ao ceu, o yahoo pager mais tarde mess em en gato e rato ge o citi es , si te serpente pá da ginas
msn messe en ge rato, y a h oo mu sic, rede social al y a h oo trezentos e setenta , flicker, cento e cinquenta jornais , y a h oo vi de circulo, ne curto paga, adn ad van c ed dy r up forge , o vapor de agua, apostara na escala atómica

Li b g ua s do g u ll iv e r, jona t h an, sw i ft, ro ck e t mail, q ue d eve rá s u b r i r ce rta mente ao c eu, o y a h oo pa ge r ma is t arde mess em en gato e rato ge o citi es , si te see pente pá da g ina s

msn messe en ge rato, y a h oo mu sic, rede social a l y a h oo trezentos e setenta , flicker, cento e cinquenta jornais , y a h oo vi de circulo, ne curto paga, adn ad van c ed dy r up forge , o vapor de agua, apostara na escala atómica

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nuno filipe, te c h u p in smoke, silicon film tecnologies amiga, russ van w in kle, shadow bane, quark x press, for macintosh os x miguel s tango

nuno filipe, te c h u p in smo ke, si li con f u l m tec no l o gi es ami g a, russ van w in kle, sh ad o w b ane, q u a r k x press, f or m ac in to si h os x miguel s tango

v ap or war em tel av iv uni v e r sit y cali f or ni a,be r k e ley, gan da l f, d avi d dr and d v e gan d al, gan da l f, not t h west uni v e r sit y

peter moly ne lx d un ge on k ee pe rato , bend w fable the movie

d uk e n u k em for eve rato em mil novecentos e noventa e sete, rip le s in s la s h d ot

the memex, a porte manteaus of memory extender is the name givem by the teo re tic al pr oto h y pe r te x t pr p o sed im mil novecentos e quarenta e coinco, the atlantica monthly as we may t h ink,

kanadu rules, já nesse tempo, o ponto nove definia com rigor a correcta proposta sobre os direito de autor e da distribuição dos rendimentos

k ana du ru l es, j a´ n e s se te mp o, o p om to no v e d efe ni a com r igor a co rr e cta pr o p os ta s ob re o s di rei to de au tor e da di s t rib u i çao dos ren di m en to s

zig zag, hyperthogonal structures, primeiro circulo ca onze do y ra tio na primeira g loba onze y para bo x ic a um, y e t s o me h o w co mp ne h en sible

z i g z a g, h y pe r t h o g on al st ru c t ur es, pr i me i ro cir c u lo ca onze do y ra tio na pr i me ira g loba onze y para bo x ic a um, y e t s o me h o w co mp ne h en sible

ay man al zawahri, a marca é parecida com o da do home da universidade, sobre a morte do oficial do Paquistão

a y man al za w a h r ia ma rca é par e c u da com o da do home da uni v e r si da d e, s ob rea mor te do o fi cia l do p ak is tão

dionisios, alfa e omega, terceiro, quarenta e três m

di oni sio s, al fa e o mega, te r ce i ro, q eu ren ta e t r es m

não comi um yahoo, talvez mais um google, salvo sejam todos os motores de busca que muitos úteis são, mas seria mais o google, pois é o som que fazem os perus, no bife que pusera na grelha de repente dou lá espetado um pequeno rectângulo branco, com uma seta , tipo arpão, tipo sinal gráfico de certo, em sua ponta, tem uma vesica vermelha sobre o quadrado branco com os seguintes dizeres lá dentro, pt, r, quinhentos e dez da ce e por baixo , azambuja, com um sinal de reciclagem , uma seta que se circula sem fechar e o que parece ser um vaso com um garfo , ou tridente a seu lado, no arpão, tem um L desenhado a vermelho, um, C, a preto, um três, a azul, e um triângulo de fogo em baixo vermelho, no verso, avi pronto, um galo com crista e papo vermelho, ou seja , o pr rato quinto do primeiro circulo da ce da vesica vermelha por cima da azambuja, do circumbulatio e do vaso do tridente, do angulo vermelho do circulo preto terceiro azul do triângulo de fogo vermelho, o galo da ave do pr on to

n ão co mi um y a h oo, t al v e z ma is um g oo g le, sal vo se j am todos os m oto r es de b us ca q ue mui to s u te is são, ma s se r ia ma is o g oo g le, p o is é o s o m q ue f a z e m os pe r us, no bi f e q ue p use ra na g r e ll a de r ep en te do u l á es peta do um pe q eu no r e cta n gula br anco, com uma s eta , t ip o ar pão, t ip o sin al g ráf i co de ce r to, em s ua p on ra, te m uma v e sica vermelha s o reo q ua dr ad o br anco com os se gui n t es di ze r s l a ´ d en t ro, pt, r, q u in h en to s e dez da ce e por ba ix o , az am b u za, com um sin al de r e cic l a g em , uma s eta q ue se cir c u l a se m f e c h ar e o q ue par e ce ser um v as o com um g ar f o , o u t rid en te a s eu l ad o, no ar pão, te m um L d es en h ad o a v e r m l e h o, um, C, a pr e to, um t r ê s, a az u l, e um t r ian gula de f g o em a ix o vermelho, no v e r s o, av i pr on to, um galo com c r ista e pa o p nono vermelho, o u seja , o pr rato q u i n to do pr i me i ro cir c u l o da ce da v e sica vermelha por c ima da aza m b u j a, do cir c um bu l a ti o e do v as o do t rid en te, do na gula vermelho do cir c u l o pr e to terceiro az u l do t r ian gula de f o g o v e r me l j o, o galo da ave do pr on to

no jornal o bastão do jongleur de fogo, inclinado no sentido da espada, se expressava na mota deitada no chão depois do acidente no algarve onde mais um se fora, o bastão com luzes amarelas da cabeça do r2, a racha da unha preta e vermelha, no pneu os destes e os pontos dos triângulos , reflectia uma das cortinas que acabara de utilizar no video que está por cima deste texto, onde uma outra relação se estabelecera, ou melhor, se confirmara, num dos pormenores visíveis na composição da imagem, assim aflorara em minha consciência, que acabara de ver o video sobre a conspiração americana, o sinal dos tempos, a linha inclinada no pilar , que corresponde À forma de colocação dos explosivos no pilar nas situações de implosão do edifício, na imagem do acidente , era ainda visível a mala preta sobre o lençol branco , do triângulo vermelho e branco, c emi té rio ala do olho ar gato europeu, meio olho serpente do circulo tapada, li ed son, cruz reina, depois em dia seguinte um contra picado de obama, mostrava as luzes no ceu na mesma posição que o bastão indicara, seu dedo para cima as apontava

no jornal o ba s tão do jo n g le ur de f o g o, inc lina do no s en tid o da e spa da, se e x press av a na m ot a de it ad a no chão d ep o is do ac i dente no algarve onda ma is um se f o ra, o ba s tão com lu ze s am ar e la s da ca beça do r z, a rac h a da un h a pr eta e v e r me l h a, no pn eu os d es te s e os p on to s dos t r ian gula s , r e f l e c t ia uma das co r t ina s q ue ac ab a ra de u tili za r no vi de o q ue es tá por c ima d este te x to, onda uma outra relação se est ab e le ce ra, ou me l h or ,m se c on fi r mara, n um d os por m en o r es v isi v e is na co mp o s i ção da i mage m, as s im af l o r a ra em min h a c o ns cie n cia, q ue ac a ba ra de v e r o vi de o s ob rea co sn pira çao am erica, o sin al dos te mp os, a li n h a inc li n ad a no pilar , q ue co rr es ponde À forma de c o l o cação dos e x p l os ovos no pilar nas si tua ç õ es de i mp l o são do edi fi cio, na i mage m do ac i dente , e ra a inda v isi v e l a ma l a pr eta s ob reo l en ç l br anco , deo t r ian gula vermelho e br anco, c emi té rio ala do olho ar gato e ur o peu, mei o olho se rp en te do cir c u l tapada, li ed son, cruz reina, d ep o is em dia se gui n te um c on t ra pi ca do de ob ama, m os t rav a as lu ze s no c eu na me s ma p o siçao q ue o ba s tao indica ra, s eu d ed o para c ima as ap on t av a

O toiro vermelho, se espessou , se certa a imagem do comboio de Madrid, o recorte da figura no tejadilho vermelho, insisto como ponto prévio a esclarecer sem margem de duvida, se a foto que aqui no jornal apareceu, uma tirada frontalmente da maquina do comboio, onde é visível num dos cantos o número de id da composição, dois pedaços da mesma imagem se juntaram, ou alguém propositadamente os terá feito juntar, um sincronismo de uma relação que apontou , na primeira face um voltar de costas, personificado por duas figuras simbólicas, uma feminina , esposa do navegante, e outra no homem da mesma terra das imagens de das imagens de fado, encontro em lisboa, e mais duas figuras do fado, o pai e o filho, como o filho se manifestou um sincronismo, à chegada ao estádio do leão, estava ele no pequeno ecrã, em minha cabeça, este pensar sobre o ver

Ot toi ro do cup l o circulo vermelho, se es pr es serpente circulo do vaso, se ce rta a mage do co maior boi o de madrid, circulo rato e corte da do forte do g vaso do gato ur primeiro no tejo ad dia ilha vermelha, em sis to co mo p on tó pr é vi circulo a es clare ce ra tp se maior mar gato em dia é vi vao s id a, se pr i mei ro a f oto, q eu rio peu aqui , no jo r n a n a l, ap ar ce vaso uma tir ra ad a fr one ne tal mente da ma quina onda são vi isis, vaso e is no um dos can to serpente, o de n vaso do mar de erro de di da co mp circulo si são, do is ped quadrado aços da me s ma e mage m se pr inc ipe un cruz ar ram , circulo do vaso ai h eu maior em pr o p or sita damen teo serpente te rá fei tó pr i c ipe un cruz ar, um sin cir c ru l o rato ron is mo de uma real são q eu ap pom tp circulo do vaso, na pr e mei ra face do ac ce maior primeiro vo primeira cruz do ar de co s t as pe rato soni fi ca ica do port do as fi g ur as s im boli ca serpente, uma feminina eni nina , es posa do n ave gant e outra no h omen da me sma te rato ram da mage ns en serpente e d aa sw mage de f ado, en circulo on cruz lisboa, e mai serpente do as ff, o pai e o filho, co mo circulo filho se m ani f es to vaso à che gada ao est á di o do leai es c ru zz av no pequeno ecrã, em min h a cab eça , este p en sar s ob reo v e rato

Ot oiro o vermelho ,se es pr es s o u , se ce rta a ima g em do co m boi o de M ad rid, o r e cor te da f u g u r a no te j a d i l h o vermelho, in sis to co mo p on to pr é vi o a es clare ce r se m mar g em de d é vi da, se a f oto q ue a q u i no jo rna l ap ar e ceu uma tir ad a fr one tal mente da ma quina onda são v isi v e is n um dos can t os o n ú m ero de id da co mp o siçao, do is ped q a ç os da me s ma i mage m se j un tara m, ou al g eu m pr op orsi t ad a m en teo s te rá fei to j un t ar, um sin c ron is mo de uma real ção q ue ap o m tp o u , na pr i me ira f ac em um vo l t ar de co s ta s, pe r soni f ica do por du as fi g ur as s im bo li c as, uma f e me nina , es posa do n ave gant e, e o u t ra no homem da m e s ma te rr am das i mage ns de da s i mage ns de f ado, en c on t ro em l is boa, e mai s du as fi g u r as do f ad o, o pai e o fil h o, c o mo o fil h o se m ani f es to u um sin c ron i s mo, à che gada ao est á di o do leã i, est av el e no pe q eu no e c r ã, em min h a cab eça, este p en sar s ob reo v e r

Hoje o cão me deu a restante pista , pois a imagem do touro vermelho no tecto levantado do comboio, pela explosão da penetração no dia do grande swing, trás clara indicação de sinal, a orelha esquerda, é uma orelha quebrada, sendo as orelhas, elementos constantes nesta história e sendo que seu significado é duplo tambem, como asas de canecas ou vasos, se bem me recordo a primeira, que eram duas apareceu, no outro lado do rio grande em cima da mesa do presidente e remeteu tambem a boca doirada

H oje o cão me d eu a r es t ante pi s ta , p o is a i mage m do to ur o vermelho no tec to l eva n t a di do co m boi o, pe l a e x p l o são da p ene t ração no dia do g rande sw in g, t rá s c l a ra indica ção de sin al, a o r e l h a es q eu rda, é uma o r e l h a q eu br ad a, s en do as o r e l h as, e l e m en to s co ns t ant es nest a h is tó r ia e s en do q ue se u si g ni f ica do é d up l o tam b em, co mo a sas de can e ca s ou v as os, se b em me record o a pr i mei ra, q ue e ram du as ap ar e ceu, no o u t ro l ado do rio g rande em c ima da me sa do pr e sid en te e r e met eu tam b em a bo ca do ira da

O cão hoje me farejou os pés e as mangas da camisola, ou seja as entradas do corpo a descoberto, mais ou menos, pois os sapatos trazem meias, as calças tem cós, portanto o cão dizia, o pulso e o cheiro do pulso do cós, depois olhou-me, e sua orelha esquerda quebrou da mesma forma que me remeteu para a orelha do toiro, as cores são preto e branco e tem um rubi, ou losango em sua nuca, seu nome pixie, pixie, me mostrava assim, o cheiro do cós e da impressão dos tornozelos ou dos pés e da meia negra do acto, assim me parecia o cão me contar

O cão h oje me f ar e jo u os p és e as manga s da cam i sol a, o u se j a as en t ra d as do c r po * a d es co be r to, ma is o u m en os, p o is os sa pato s t ra ze m mei as, as cal ç as te m c ó s, po rat n to o cão di z ia, o p u l s oe o ce hiro do p u l s o do c ô s, d ep o is o l h o u ingles me, e s ua o r e l h a es q eu rda q eu br o u da me s ma forma q ue me r e met eu para a o r e l h a do toi ro, as co r ês são pr e to e br anco e te m um ru bi, o u l os ang o em s ua nu ca, s eu no me p ix i e, p ix ie, me mm os y t rav a as s im, o che i ro do c ô s e da i m press ao dos tor ne ze l os o u do s p és e da meia ne g ra do ac to, as s im me par e cia o cão me c o n a t r

O que me parecera ser uma cadelinha, a que se encontrava na janela, na conversa com a alice, quando ela me disse para olhar para a esquerda para a ver, era afinal um cão, o cão de pelo loiro, que se chama gandalf e é um lulu da pomerania

O q ue me par e c ra ser uma ca de linha, a q ue se en c on t rava na j ane la, na c on v e r sa com a al ice, q ua n do e la me d iss e para o l h ar para a e q eu rda para a ver, e ra af ina l um cão, o cão de pe l o loi ro, q ue se ch ama g a mn da l f e é um l u lu da p o mer ani a

Curiosamente duas outras informações se desvelaram durante e logo as seguir à conversa com a pandora, durante a conversa em si mesma, a emoção passou, e ambos tivemos a certeza que ele fora por ambos sentida, assim o ouvi depois o li escrito num artigo do jornal, e aplicava-se ao que vivêramos, fiquei contente da percepção da emoção na rede, ser então partilhada sem margem de duvida, a outra uma linha ouvida em espirito que tambem se refractara numa escrita de jornal, finalmente me descobriste, me encontraste mas nunca me agarrarás, ou seja o sentido que ali ouvira fora , que existe um homem que foge de mim, e que trará razões para fugir, que sabe que eu andarei atrás dele, porque ando à procura dos malandros que trazem o mundo e a minha vida de pantanas

C ur i os am en te du as o u t ra s infor maçoes se d es vela ram duran te e l o g o as se gui ra c on v e r sa com a pan d o ra, du ra dn te a c on v e r sa em si em sa, a emo ção passo u, e am bo s t ive mo sa ce r te za q ue e l e f o ra por am bo ss en tid a , as s im oo u vi d ep o is o li es c rito n um ar ti g o do jo rna l, e ap li c av a inglesa se ao q ue v ive n cia ramos, fi q eu i c on t e n te da pe r c ep çao da emo ção na rede, ser en tão par t ilha da se m mar ge m de du v ida, a o u t ra uma li n h a o u vi da em es pi rito q ue t am b em se r e f r ac t a ra n uma es c rita de jo r na l, f ina l e mn te me dec o b r iste, me en c on t ra s te ma s n un ca me a g ar a r rá s , o u seja o s en tid o q ue a li o u v ira f o ra , q ue e x si te um homem que f oje de mim, e q ue t r a rá ra z õ es ap ra f u gi r, q ue s ab e q ue eu and rei a t rá s de l a, por q ue anda o a pr o cura dos mala n dr ao s q ue t ra ze mo mundo e a min h a v id a de p en a t ana s

Sabe bela menina, na sequência deste eventos, que nem sei mesmo se era obama, ou melhor, obama, era mesmo, mas não sei se o sonho, e o homem que fora atingido era de facto ele, de repente ao caminhar se me afigurou no pensar se estas mortes que agora se deram, não se concluíram de novo, em seu preciso ciclo e sequência no ferimento ou morte de obama, que ali no sonho parecia se sacrificar para me proteger

S abe be l a m en ina, na seque n cia d este eve n to s, q u e ne m sei me s mo se e ra ob ama, o u mel h or, ob ama, e ra me s mo, ma s n ão sei se o s on h o, e o home q ue o ra at in gid o e ra de f ac to eel, de r ep en te ao cc am in h ar se me af it ro u no p es n ar se est as mor te s q ue agora se de ram, n ão se c on c lui ram de n o vv o, em s eu pr e c is scilco e se q eu n cia no f eri m en to ou mor te de ob ama, q ue a li no s on h o par e cia se s a c rif i car para me pr ot e ge r

Olho estes homens que agora se foram e que não sei em exacto quem são, obama sei um bocadinho mais por ser ele um homem mais publico neste tempo do espaço,

Olho set s h o msn q ue agora se f o ram e q ue n ão se i em e x ac ro q eu m são, ob ama sei um bo ca din h o mai por ser e l e um home ma is publico en s te s te mp o do e spa ç o,

Como peso o valor da vida, como pesa menina, de mim saberá porque há muitas muitas luas que o trago aqui neste Livro da Vida , esclarecido, os homens não se medem ao palmo nem ao peso, nem ao jeito nem a cor nem ao que quer que seja, a não ser porque possuem e fazem parte do mesmo uno coração, e cada vez que um se vai a mão de outro, é sempre uma perda e um choro do coração e fica ele mais fraco e mais triste e nada disto desdiz que existem homens que por seus actos merecem mesmo se irem de seus corpos, e tambem que basta um só homem ou poucos para trazer desgraça a muitos e que deve por dever e direito o homem de paz sempre tentar travar tal acontecer, mas a paga da morte com a morte, não é balança aceitável, se bem que países assim tragam ainda suas leis e outros mesmo sem elas ou com elas o façam

C omo p es oo valor da v ida, co mo pesa me nina, de mim s ab e rá por q eu h á mui t as mui t as l ua s q ue o t ra g o a q u i neste Li v ro da V id a , esca r e cid o, os homens n ão se me de m ao pal mo en ma ao pe s o, ne mao je i to n e m a cor ne mao q ue q eu r q ue seja, a n ão ser por q ue p os s eu m e f az em par te do me s mo u no cora ção, e c ad a v e z q ue um se v aia mão de o u t ro, é se mp r e uma pe rda e um ch oro do cora çao e f ica e l e ma si fr a co e ma si t r iste e n ad a di s to d es di z q ue e x s u te m homens q ue por se us ac to s mer e ce m me ms o se i r em de se us corp os, e t am b em q ue ba s ta um s ó homem o u p o u co s para t ra ze r d es graça a mui to s e q ue d eve por d eve r e di rei to o homem de p az se mp r e ten t ra ta rava r t a l a c on tec e r, ma s a p a g a da mor te com a mor te, n ão é bal ança ac e it ave l, se b em q ue ap ise s as s im t ra g am a inda s ua s le is e o u t ros me s mo se m e l as o u com e l as o f a ç am

Como peso as gentes, cada uma em seu ser, pelo que delas conheço, pelo amor em que as trago, mas pode um pai amar de jeito ou forma distinta dois ou mais filhos seus?

Co mo p es o as g en t es, c ad a uma em s eu ser, pe l o q ue de l as c on he ç o, pe l o amo r em q ue as t ra g o, mas p ode um pai ama r de je i to o u forma di s tinta do is o u ma si fil h os se us e x c la mação

A Obama não desejo nenhum mal nem quero que nenhum mal aconteça, acordei com um travo a deja vu neste sonho de presidentes que gostei e que foram mortos as mãos de outros homens e nunca gostei de violência nem de ver os homens resolver o que seja a tiro

O ma is pr ox i mo d es te s t r ê s e me m eu co raçao, por es t ra n h o q ue par e ca é Ob ama, a q eu m ne m d es e jo n en h um ama l ne m q u ero q ue n en h um mala c on teca, ac o r d e ri com um t r a vo a de j a v u neste s on h o de pr es i dentes q ue g os tei e q ue f o ram mor ts o as máo s de o u t ros h o me ns m e n un ca g s ot e i d e vi o l en cia ne m de v e r o s h o mn en s r e sol v e r o q ue se j aa ti ro

Virá de novo este custo numa mudança, é necessário e evidente e inevitável, queiram Deus e os homens que assim não seja, belas palavras que ficam assim como a resvalar na linguagem de todos os dias, onde se mata por da cá aquela palha

V irá de n ovo este c us to n uma mu dança, é ne ce ss aa ´ rio e e vi dente e ine vi t ave l, q eu iram D e us e os homens q ue as s im n ão se j a, be l as pal av ra s q ue f icam as s im c omo a r es v al ar na lin g ua g em de tod os o s dias, un de se mata por d a c á a q eu l a pal h a

Não se medem os homens, mas medem-se os homens por seus actos, pelo que são na forma como o fazem, e porque em determinados momento prefiguram um símbolo, tornam-se agentes dessa equação

N ão se me de m os homens, mas me de m inglesa se os g h o me ns por se us ac to s, pe l o q ue são na forma co mo o f az em, e por q ue em de te r emi n do s mo neto pr e fi g u ram um s im bo l o, tor na min g l e sa se a g en te s d es sa e q ua ção


Pixie reverbera ainda em outro lado, num livro de um homem ligado a Ordem do Templo, cujo nome reverbera num outro que já fora uma vez aqui pela Palavra convocado, que é entre outras coisas, policia, o homem da policia judiciária que responsável pela primeira investigação do assassinato de sá carneiro e de seus acompanhantes, pegara seu livro e me deslizara de dentro ,um envelope de reposta sem selo, nova acrópole, rua maria quarenta e oito, terceiro, mil e cem lisboa, lá dentro dobrado um pequeno inquérito que acompanhava o livro, pela dobra assim leio

Pi xi e r eve rb a ra a inda em o u t ro l ado, n um li v ro de um homem li gado a Ordem do Te mp l o, c u j o no me j á f o ra uma v e z a q u i pe l a Pal av ra c on vo ca do, q ue é en t r e o u t ra s co i sa s, p o li cia, m f o ra o home da p o li cia ju di ciá ria q ue es teve r es ponsa v el pe l a in v es ti g a ção pe l o as sas ina to de sá carneiro e de se us ac o mpa n h ant es, pea g a ra seu li v ro e me d es liza ra de d en t ro ,um en ve lope de r ep s ot a se m se l o, n ova ac ro p ole, r ua mar ia q ua ren tea e o i to, te r ce i ro, mi l e ce m li s boa, l á d en t ro do br ad o um pe q eu no in q u é rito q ue ac o mpa mn h av a o li v ro, pe l a do b ra as s im lei o

A revista acrópole, homem é da sociedade a revista os circulo da serpente cam p os do saber n uma do a li ga são entre o passado o do sin do ar ba serpente cruz primeira pr e inglês este talão, c oco loca ingles primeiro os no en ve lope rsf q europeu, e as sim a cruz ur primeira a partir do numero inc lu s ive tel dois pontos horizonte e um vertical, serpenet a spa s do is p on t os mil e quinhentos escudos,

Ar eve ista c ro p o le, homem é da soci e dad e a r e v ista os cir c u l o da serpente c am p os do s ab e r n uma do a li ga são en t reo passado o do sin do ar ba se rp en ta cruz pr i me ria pr e inglês este talão, c oco l oca ingles primeiro os no en ve lope rsf q europeu, e as sim a cruz ur primeira a pe r tir do n u m ero inc lu s ive tel do is p on to s h ori zo n te e um v eri ca l, se rp ene t a spa s do is p on t os mil e q eu in h en ot es c u d os,

do outro lado se lê, ankor , vi rato gula circulo primeiro, jorge ang, na ilha de Poseidonis, ultimo fragmento, ankor- um príncipe, um filosofo, um hon anos ; não obstante , por vezes o enredo d a todos nos inquieta a pergunta milenar, formato dezasseis, dois x vinte e três, os grandes mit jorge angel livraga, o autor , filosofo da história, traça-o cara c teri zo u e uma rara lucidez, os gr mundo em que vivemos e , consequentemente, formato dezasseis, dois vezes vinte e três, pequenos segredos pao, jorge ang , aspas, a renovação anterior leva inexoravelmente vida como um ser activo , feliz de compre regem e, aproveitando-se deles, regress simples, formato dezasseis, dois x vinte e três numero de

do outro l ad o se l ê, an k or , vi rato gula circulo primeiro, jorge ang, na ilha de P o s e i d oni s, u l t im o fr a g m en to, an k or- um pr inc ipe, um fi l os o f o, um h on ano s ; não os b t ante , por v e ze s o en red o d a todos nos in q u i eta a pe r gun ta m ile n ar, f o r mata o de za se is, dois c x vi n te e t r ê s, os g rna d es mit jorge angel li v ra g a, o au t or , fi l os o f o da h os tór ia, t r aç a inglês no cara c teri zo u e uma rara lu c i d es, os gr m un do em que v iv emo se , c on se q eu n te men te, formato de za se is, do is v e ze s vi n te e t r es, pe q eu no s se g red os pao, jorge ang , a spa s, a r en o v a ção ant e rio r l eva ine x o ra l v e l me v ida co mo um ser ac t iv o , f e li z de co mp r e r e g em e, ap rove it and o inglesa se de l es, r e g r es s s i mp l es, formato de za se is, do is x vi n te e t r ê s n u m ero de

o livro se chama , a missão templaria nos descobrimentos e na pagina sessenta e oito, se me desvela os seguintes sentidos

o li v ro se ch ama , a miss ao te mp l á ria nos dec o br i m en to s e na pa gina se s en ta e oi to, se me d es vela os se gui n t es s en ti d os

neste rolo é a da cruz, a celta, na sua versão copta com a flor ao centro,

nest e rolo é a da cruz, a ce l ta, na s ua v e r são co pt a com a f l or ao c en t ro,

a sobreposição da rosa à cruz em todas as suas possíveis variantes, foi sempre uma indicação de iniciação, quem junta a rosa à crus , sabe e transmite que sabe, como se vê na cruz de lutero

a s ob r ep o si ção da rosa À cruz em todas as suas p os s iv e os v ari en te s, f o i se mp r e u ma indica ção de in i c v i a çao, q eu m j un ta a rosa à c r us , sabe e t ra ns mit e q ue sabe, cp mp se v ê na c ru z de l u t ero

o símbolo da cruz é tão velho como o home, nesta escultura de bronze oriunda da antiga Lusitânia, vemos um ex voto de forma humana, de braços abertos a olhar apara cima, um lusitano em comunicação com o Divino. Data de cerca de mil anos antes do Cristo

o s im bo l o da cruz é t ão velho co mo o home, nest a e x c l u t ur a de br on ze ori un da d a ant i g a lu sita n i a, v emo s um e x v oto de forma humana, de br aços ab e r to s a o l h ar ap a ra c ima, um lu sita no em co m uni cação com o Di v ino. D at a de ce rca de mil ano s ant es do c r is to

no antigo egipto conheciam-se duas formas de cruz, uma chamada o TAU. Este tinha o feitio da ultima letra do alfabeta hebraico e encontrou o seu uso na Lusitana, em forma de báculo ou bordão, utilizados pelos peregrinos. No túmulo da Rainha Santa Isabel, introdutora do culto do Espirito Santo, encontrou-se um bordão desta forma, que ainda hoje se guarda com o merecido respeito, (ver foto, em itálico)

no ant i g o e g i pt o c on he cia m inglesa se du as formas de cruz, uma ch am ad a o T AU. Este tinha o f e i t io da u l tim a l e t ra do alfa beta he br aico e en co n t ro u o s eu us o na Lu sita ne a, em forma de bá c u l o ou bo r dão, u ti li za d os pe l os pe r e g rino s. No t umu ç l o da Rai n h s S anta Isa be l, in t ro du tora do c u l to do es pe i rito S anto, en c on t ro u inglesa se um bo r dao d est a forma, q ue a inda h o je se g ua t ad a com o mer e c id o r es e pei to, (v e r f oto it al i ca)

a outra cruz egípcia era o ANKH, uma forma de cruz ansada com uma espécie de argola em cima, fazendo lembrar o corpo humano, os egípcios chamavam-lhe a CHAVE DA VIDA, significando morte e nascimento ao mesmo tempo. muitas vezes, surge nas representações hieróglifos , ao lado das figuras faraónicas ou até mesmo nas suas mãos, simbolizando o poder que lhes era dado

a outra cruz e g ip cia e ra o ANKH, uma forma de c ur z an s ad a com uma es pe cie de ar gola em c ima , f a zen do l em br ar o corp o humano, is e g ip cio s ch am ava m inglês l he a CH AVE DA V IDA, si g ni f ica n do mor te e n ac i m en to ao me s mo te mp o .mui t as v e ze s, s ur ge na s r ep r es en t a ç õ es hi e ro g l i f os , ao l ado da s fi h ur as f ar á oni ca s o u at é me s mo nas s u as ma ã os, s im bo liza n do o p ode r q ue l h es e ra dad o

O mundo cristão só se serviu do símbolo da cruz a partir do século IV. Antes disso , representavam a sua fé pelo símbolo dos peixes( o que era compreensível, não tanto pela palavra grega correspondente que fazia lembrar a palavra Cristo, mas porque estavam a entrar na era de PIXIS- dos Peixes- e tinham conhecimento disso). Tambem se serviam do símbolo da pomba, que ainda hoje se mantém como representação do Paracleto, sobretudo no Culto do Espirito Santo nos Açores, ( ver foto itálica)

o mundo c r si tão s ó se s e r vi u do s im bo l o da cruz a par tir do sec u l ç o IV. Ant es di ss o , r ep r es en t av am a s ua f é pe l o s im bo l o dos pe ix es( o q ue e ra co mp r e en s í v e l, n ão t ant o pe l a pa ç l av ra g r e ga co rr es ponde n te q ue f a z ia l em br a r a pal av ra C r is to, ma s por q ue est av am aa en t ra na e ra de P IX IS inglês d os Pei xe s inglesa e t in ham co n he cie mn to s d iss o). T am b em se s e r v iam do s im bo l o da p om ba, q ue a inda h oje se man té m c omo r ep r es en t a çao do Para c l e to, s ob r e t u y do no C u l to do Es pi rito S anto ns o Aç o es, ( v e r f oto it al i ca)

este livro é do rainer daehnhartd, e ressoava em mim no momento em que o escrevi , outro homem na aparência com relação à Ordem do Templo, o josé manuel anes, o tal que fora da policia judiciaria, ramo de investigação cientifica, que conduzira o primeiro inquérito sobre a queda do cessna, e com quem eu me cruzara na apresentação de um seu livro no D. Maria, com os tais toiros na sala, com mascaras cirúrgicas e quando o cumprimentei, com a primeira parte da senha , O Amor é a Lei, lhe vi saltar sua cobra interior, estão estes acontecimentos narrados em profundidade neste livro mais ou menos no tempo de seu acontecer

este li v ro é do rai ne r da e h n h art d, e r es s o av a em mim no m oe m to em q ue o es c r e vi , outro homem na a ap rec n cia com relação à Ordem do Templo, o jo sé manuel anes, o t al q ue f o ra da p o li cia ju di cia ria, r amo de in v es ti g a ção cie n ti f i ca, q ue c on du zi rao pr i me i ro in q eu rito s ob rea queda do ce s s na, e com q eu m eu me c r u zara na ap r es en t a çao de um s eu li v ro no D. Maria, com os ta is toi ro s na sala, com m as cara s cir u s gi ca s e q ua n do o c u mp r i m en tei, com a pr i mei ra par te da s en h a , O Amor é a Lei, l he vi sal t ar s ua cobra in te rio r, es tao est es ac on te cie mn to s na rr ad os em pr o f un di dad e neste li vr o ma is o u m en os no te mp o de s eu ac on te ce r

ressoara assim , a ultima referencia que aparecera em sincronismo, com a conversa da alice e depois em parte se desenvolvera na leitura do artigo do bill gates,

r es s o a ra as s im , a u l tim a r efe r en cia q ue ap ar e ce ra em sic n ron is mo, com a c on v e r sa da al ice e d ep o is em par te se d es en vo l vera na lei t u ra do ar ti g o do bi ll g at es
das ultimas duas vezes que cá entraram em casa, sendo a segunda aquela que propositadamente o afirmaram, com a porta aberta toda trancada, com os dentes do fecho abertos, o que seria impossível de ser feito, por quem não tivesse uma cópia da chave,

da s u l tim as du as v e ze s q ue c á en t r aram em c asa, s en do a se gun da a q eu la q ue pr ep os it a d amen te o af irma ram, com a p orta ab e rta toda t ra n c ad a, com os d en t es do f e ch o ab e r to s, o q ue se ria i mp os s iv el de ser f e i to, por q eu m n ão t iv es se uma c ó pi a da ch ave,

a primeira fora quando deixei o chapéu de chuva no café do ritalinos ao cimo da rua, poisara-o na mesa ao lado e dele me esqueci, voltei lá perguntei por ele, e ninguém o vira e a mesma resposta obtive quando lá passei ao final da tarde

a pr i me ria f o ra q ua n do de ix e i o ch ap eu de ch uva no ca f é do rita lino s ao c imo da r ua, p o i s a r a inglês o na me sa ao l ad o e de le me es q eu c i , vo l tei l a´, e r gun te i p o r ele , e nin g u é m o v ira e a me s ma r e s posta ob t iv e q ua n do l á pa ss e i ao f ina l da t arde

no dia seguinte estava cá em casa mesmo em frente à porta de entrada, observei-o em pormenor e duas asas doiradas que estavam cravadas no seu cabo anka, desapareceram, é um guarda chuva do icep com o logo do josé guimaraes, com o sol que emerge do mar, quando depois o abri, na etiqueta anterior que diz sessenta e cinco por cento polyester barra trinta e cinco cotton, alguém em seu reverso acrescentara um s a azul e um w , duplo vaso a vermelho, ou se visto ao contrário , um, m, que parece ser tambem uma asa vermelha do cinco, ou do quinto azul

no dia se gui n te es t av a c á em c asa me s mo em fr ente à p orta de en t ra da, ob se r v e i inglês o em por m en or e du as a sas do ira d as q ue est av m c rav ad as no s eu ca bo anka, d esa pr e ce ram, é um g ua r da ch uva do i c ep com o l o g o do josé g u i mara es, com o sol q ue e mer ge do mar, q ua n do d ep o is o ab r i, na etiq eu ta ant e rio r q ue di z se ss en ta e c in co por c en to poly ester bar ra t rin ta e c in co c o t t on, al gume em s eu r eve r s o ac r es c en tara um s a azul e um w , d up l o v as o a vermelho, ou se vi s to ao c on t ra ´ rio , um m que par e ce ser t am b em uma sas vermelha do c inc o, ou do q u in to az u l

eco sexto, relativo à visão à saída do tribunal constitucional, relatada no texto anterior, a mota preta ninja em frente a casa publica do noronha do nascimento, com o porteiro ao lado de um outro, o motor da ninja preta a acelerar

e co se x to, r e l at iv o à vi são à sa id a d t rib un a l c o ns t it u cio na l, a m ot a pr eta nin j a em f e r n te a c asa publica da best a no ro n h a do n as cimento, com o por te i ro a o l ad o de um o u t ro, o m o t o r da nin j a pr eta a ac e l e r ar

depois apareceu no jornal a bela Sharapova, sentada em cima de uma outra mota preta , uma foto de ela a receber o trofeu que era o que parecia ser uma águia com as asas abertas de oiro, que me remeteu de imediato para as que me desapareceram do cabo do guarda chuva do icep, que alguém as tirou, olho, a bela Sharapova sentada na moto negra com um escape lateral que abre em dois e desenha um Y deitado, a jante é debruada a vermelho sobre o pneu preto, as duas cores a identificar a roda , ela vestida de branco, calção preto, e cor de rosa, ou seja, ps, maçónico, astro argento, este é o código deduzido, seu chapéu em sua cabeça faz uma perfeita sombra em triângulo sobre a face, um triângulo de aguas sombrias que está por cima da face espelhado, leio o titulo da noticia e nele declina, ban do gato kapa do Y , tor nei e circulo d o homem primeiro Qatar, seis at ar

d ep o is ap ar e c eu no jo rna l a be la sh ap a r o v a , s en t ad a em c ima de uma o u t ra m ota pr eta , uma f oto de e la a r e cebe ro t ro f eu q ue e ra o q ue par e cia ser uma a gui a com as a sas ab e rta s de oiro, q ue me r e met eu de imediato para as q ue me d esa pr e ce ram do ca bo do g ua rda ch uva do i c ep, q ue al g eu m as tir o u, olho, a be l a sg h ra povoa s en t ad a na m oto ne h g ra com um esca pe l at e ra l q ue ab r e em d o si e d es en h a um Y de i t a d o, a j ant e é d e br ua da a v e r me l h os o b r e o pn eu pr e to, as du a s c o r es a id en ti fi car a ro da , e la v es t id a de br anco, cal çao pr e to, e cor de rosa, o u se j a , ps , m aç oni co, as t ro ar g en to, este é o co di g o d edu z ido, s eu ch ap eu em s ua ca beça f az uma pe r f e it a s om br a em t rai n gula s ob rea face, um t r ian g uk l o de a g ua s son r ia s q ue es t á por c ima da face es pe l h ad o, lei oo t it u l o da no ti cia e ne le dec lina, ban do g at o k ap a do Y , tor nei e cir c u l o d o homem primeiro q ua t ar, se is at ar

blake conrad, condenado a seis anos de cadeia

b l ak e c on ra d, c on dena do a se is ano s de ca deia

no metro a bela rapariga loira toda azul, a meu lado se sentou, nas calças de jeans garras marcadas em sua perna direita, quatro riscos brancos como se uma marca de garra fosse, vinha comendo batatas fritas da mac Donalds, depois marcou um numero de telefone prata, olhei a estação onde o comboio acabara de parar, o cartaz das frutas vermelhas na cidade universitária dos painéis az, nova casca, casa pinturas co mp ac vi t al ant do or, depois a menina mastigou uma chiclete e um suave aroma ao nariz me chegou, os holandeses jovens, saíram em roma, um deles no transbordo ia tomando as escadas de descer para subir, lembrou-me a parvónia, ao chegar a pr seis x circulo est ac são ar e e ro

no met ro a be la ra pa riga loi ra toda az u l, a m eu l ad o se s en to u, nas ca l ç as de je a ns g ar ra s ma rca d as em s ua pe r na di rei ta, q ua t ro r isco s br anco s co mo se uma ma rca de g ar ra f os se, vinha co m en do bat at as fr i t as da mac dona l ds, d ep o is ma r co u um nu m ero de tele f one pr at a, o l hei a est a ç ão onde o ca o m boi o ac ab ar q a de para ro ca r t az das fr u t as vermelhas na cida de uni v e r si tá ria dos pai nei s az, n ova ca s ca, c asa pi n t ur a s m co mp ac vi t al ant do or, d ep o is a me nina m as ti g o u uma ch i c k e t e um s u ave ar on a ao na riz me che g o u, os hola n dez e sm jo v e n sm, sa iram em roma, um de le s no t ra sn bordo ia tom and o as esca d as de d es ce r para s u bi r, le br o u inglês me a par v ó ni a, ao che g ar a pr seis x cir c u l o est ac são ar a e ro


ontem na AR , na trajectória da AR, no tapete do camarinha, a estrela de quatro pontas irradia de portugal sobre o mapa mundi, onde muitos se encontram a batalhar, lembrei-me da foto que saíra, do granadeiro ao abandonar a PT, suas mãos apoiadas nos cantos do rectângulo da mesa de orador com um estrela de quatro pontas semelhante em seu centro, segui com o olhar as pontas horizontais da estrela na tapeçaria do desenho do camarguinha, a da esquerda, tocava a sua ponta uma cimitarra, e me lembrei ao momento da cimitarra que vira impresso no asfalto da infante santo e tambem nas estatuas do prédio onde o desejado está acorrentado, a outra ponta da estrela, a da direita aponta a anca de um guerreiro cristão, a batalha se dá por todo o lado

a senhora á minha frente trás o leão, a escada do solidosy , castanha a pele, preto com bolinhas brancas a saia, o anel d´oiro e lápis lazuli

on t e m na AR , na t ra ject ó r ia da AR, no t ap e te do c a mr in h a, a es t r e la de q ua t ro p on t as i r ra dia de port u gal s ob reo m ap a m un di, onda mui t os se en c on t rama a ba t a l h ar, le b rei inglesa me da f oto q ue sa ira, do g rana de i ro ao a ban dona ra PT, s u as mão s ap o i ad as nos can t os do rec tan gula da me sa de o ra dor com um es t r e la de q ua t ro p on t as se me l h ante em s eu c en t ro, se gui com o l h ar as p on t as h ori zo n tais da es t r e l a na t ap e ç aria do d es en h o do ca mar gui n h aa da esquerda, toca v aa s ua p on ta uma c i mi t ar ra, e me l em b r ei ao mo m en to da c i mit ar ra q ue v ira im press no as fa l to da in fan te s an t o e t am b em na s est at u as do pr é di o onda o d es e j ad o est á ac o rr en a t do, a o u t ra p on ta da estrela, a da di rei ta ap on ta a anca de um g eu r rei ro c r is t ão, a b at al h a se d á por todo o l ad o

a s en h or a á min h a fr ente t rá s o le ão, a esca da do sol id o s y , ca s t anha a pe l e, pr e to com bo li n h as br n ac as a s aia, o ane l d´ o i ro e l a pi s l az u li

arte e manha, melhor dizer só manha, a atestara a manha de quem os contrata , e consequentemente a alta qualidade da vértebra moral e da espinha e do cherne, Meus Deus, quem em seu perfeito juízo sendo ser, queria ser assessorado por tal gente mais a mais anomina e colectiva, anonimato dos assassínios da corrupção escondidos sobre o grande véu do anonimato

ar te e m anha, me l hor di ze r s ó m anha, a at es tara a m anha de q eu mo s c on t rata , e c o ns e q eu n te mente a al ta q ua li dad e da v e r te br a mor al e da es pi n h a e do che r ne, M e us De us, q eu m em s eu pe r f e i to j u i zo s en do ser, q eu r ia ser as s es sora do por t al g en te ma isa ma is ano mina e cole c t iva, ano mina to d os as sas in i os da co rr up ção es condi d os s ob reo g rande v eu do ano ni mat o

voltei hoje sexta feira a AR, visto que a troca de e mails com a tal dita comissão de apoio a primeira comissão da AR, ficara o meu ultimo, sem resposta, como sempre na manha e na mentira e na corrupção, existe um momento onde a mentira e os que mentem e se curvam e chupam rebuçados vários, mais não a podem suster e assim ficam sem resposta

vo l te i h oje se x ta f e ira a AR, vi s to q ue a t roca de e mai k l f ica ra pe l a t al dita co miss ão de po i o a pr i me ira co miss ao da AR, fi cara o m eu u l tim o se m r es posta, co mo se mp r e n a m anha e na m en t ira e na co rr up ção, e xis te um mo m en to onde a m en t ira e os q ue m en te m e se c ur v am e ch up am r e b u ç ad os v á rio s, ma is n ão a p ode m s us ter e as s im f cia m se m r es posta

pedi na recepção para falar com alguém da dita comissão colectiva de apoio, que não assina os e mails,

pe di na r e c ep çao para f aa l r com al g eu m da dita co miss ão cole c t iva de ap oio, q ue n ão as sin a os ema i l s,

ligaram-me à senhora odete
odete, faz favor de me dizer seu nome de família, ao fim de algum tempo,
odete alves

li g a ram inglesa me à s en hor a o de te
o de te, f az f avo r de me di ze r s eu no me de f amí l ia, ao fi m de al g um te mp o,
o de te a l v es

espantariam-se os meus olhos se pensasse que seria por má educação e não conhecimento das regras de boa educação, pois odetes há muitas, como se sabe, mas seria ingenuidade minha assim pensar, pois esta forma de não se apresentar, diz logo que é alguém que ou está a fugir com o rabo à seringa, ou recebeu encomenda, para mal tratar, ou trás em si consciência de que mal fez, e portanto vai sempre tentar fugir

e s pa n t aria m inglesa se os me us o l h os se p en sa s se q ue se r ia por má edu cação e não c on he cie mn to da s r e g ra s de boa edu cação, p o is o d e t es h á mui t as, co mo se s ab e, ma s se r ia in g en u i dad e min h a as s im p en sar, p o is est a forma de n ão se ap r es en t ar, di z l o g o q ue é al gume q ue o u es t á a f u gi r co m o ra bo à se rin g a, o u r e cebe u en comenda, para m a l t rta ra, o u t rá s em si c o ns cie n cia de q ue ma l fez, e p orta n to v a i se mp r e t en t ar f u gi r

é a senhora que me tem enviado os emails em forma colectiva sem assinatura?
É a comissão que lhe responde
Qual comissão?
E quem faz parte da comissão?
A comissão são os deputados
Está-me a dizer que a comissão de apoio a comissão de deputados é constituída por deputados
Não,
Bem me parecia

é a s en hor a q ue me te m en vi ad o s o ema i l s em forma cole c t iva se m as sin at u ra e p om to e x c la mação
É a co miss cão q ue l he r es ponde
Q ua l co miss cão? ( A mação ce rta e mn te)
E q eu m f az a pr te da co miss ão
A comissão são os deputados
Est á inglesa me a di ze r q ue a co miss ão de ap o i o a co miss ão de d ep u t ad os é co ns ti t u í d a por d ep u t ad os
N ão,
B em me par e cia

Logo nesta primeira linha a manha toda a se evidenciar acompanhado de um tom de irritação de quase virgem ofendida, como se tivesse a razão no bolso, quando o que se passa é seu contrário

L o g o ne st a pr i em ria linha a m anha toda a se eve n din cia r ac o mp anha do de um tom de i r rita çao de q u a se vi r g em o f en dida, co mo se ti v es se a ra z ão no bo l s o q ua n d oo q ue se passa é s eu c on t rá rio


olhe minha senhora, o meu ultimo e-mail ficou sem resposta e não recebi uma resposta clara ao anteriormente inquirido

o l he min h a s en hor aa, o m eu u l tim o e mai k l fi co u se m r e ps ota e n ão r e cebi uma r es posta clara ao ant e rio r m en te in querido

(curioso , ainda ontem encontrei o paulo querido na casa Fernando pessoa, mais a sua senhora, que desempenha as funções de juíza, como o mundo é pequenino)

ai recebeu sim senhor

olhe que não, o que eu quero saber, e o direito de tratamento a isso me assiste, é antes de mais o que se passou com a minha primeira carta aqui entregue em mao à quase um ano atrás e se como disseram por escrito , que na altura me tentaram contactar, então faça-me prova disso mesmo, quem o tentou fazer e quando o tentaram fazer

o l he q ue n ão, o q ue eu q u ero s ab e reo di rei to de t rata mente a iss o me as sis te, é ant es de mai s o q ue se pa ss o u com a min h a pr i me ira ca rta a q u i en t r e g ue em mao à q u ase um ano at rá s e se co mo di ss e ram por es c rito , q ue na al t ur am e t en t aram c on t ac t ar, en tão f a ç a inglesa me pr ova d iss o me s mo, q eu mo t en to u f az e r e q ua n do o t en t aram f az e r

foi a comissão...

f o ia co miss ão...

a irritação sobe no homem justo,

a i r rita ção s u b e no home justo,

minha senhora que eu saiba, não conheço nenhuma pessoa que se chame de comissão, nem sei de comissões colectivas que façam chamadas ou marquem mesmo numeros de telefone, certamente terá um registo de chamadas

mina h s en hor a q ue eu sa iba, n ão c on he ç o ne n h uma pessoa q ue se ch am e de co miss ão, ne m se i de co miss õ es cole c t iva s q ue f a ç am ch am ad as o u mar q eu m me s mo nu m ero s de tele f one, ce rta e mn teta rá um r e g is to de ch am ad as

não temos não
mas deveriam ter, visto que são assuntos oficiais que se tratam nesta casa, e importantes para a cidadania ,

(pelo menos assim os deveriam encarar, se fossem gente responsável, ou mesmo gente)

n ão t emo s n ão
m as d eve r iam ter, vi s to q ue são aa s sun t os o fi cia is q ue se t rata m ne s t a c asa, e i mp orta n te s para a cida d a ni a ,

(pe l o m en os as s im os d eve r iam e mn cara r, se f os se m gente r e p s on s ave l, o u me s mo g en te)

insisti na questão, se me dizem por escrito que me tentaram contactar, então certamente que sabem que o tentou!

In sis ti na q eu s tão, se me di ze m por es c rito qu me t en tara m c on t ac t ar, en tao ce rta mente q ue s a b em q ue o te n to u e p on t o e x c l a mação

Isso era se as pessoas que trabalham na comissão fossem as mesmas
Está-me então a dizer que na altura da minha primeira carta as pessoas que aí trabalhavam , já não se encontram a trabalhar
Sim
Então mais ainda, como me diz que me contactaram,

Iss o e ra se as pe ss o as q ue t ra bal ham na co miss ão f os s e m a s me s ma s
Est á inglesa me en tão a di ze r q ue na al t ur a da m unha pr i me ira ca rta as pe ss o as q ue a í t ra bal h av am , j á n ão se en co n t ram a at ra bal h ar
S im
En tão ma is a inda, co mo me di z q ue me c on t ac t aram,

Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo, neste caso uma cúmplice de roubo e tortura de crianças e de outras injustiças várias, sendo que a culpa se torna extensível, à comissão, que é responsável por quem escolhe para a ela apoiar, como se ninguém soubesse deste caso, pois o que vejo em todo lado é perigosa doença contagiosa de faz de conta, que nada sabem, e que nem conhecem este caso, nem a minha pessoa

Mai s d ep r es sa se ap anha um m en tir o s o q ue um co z x o, nest e c a s o uma c u mp li ce de ro ub o e tor r ur a de c r i ua n ç as s en d o q ue a c u l pa se to rna e x ten s iv el, à co miss ão, q ue é r es ponsa v el por q eu m es co l he para a e la ap o ia r co mo se nin g eu m s o ub es se d este ca s o, p o is o q ue v e j o em todo l ad o é pe rigo sa d oe n ç a c on t a gi o sa de f az de c on ta, q ue n ad a s ab e m, e q ue ne m c on he ce m este c as o, n e m a min h a pe ss o a

Bom já que com a senhora neste assunto não vou mais além, e sobre a resposta do pedido de audiência da segunda carta?
Vai ter que aguardar
Quanto tempo
Ah isso não sei
Está-me a dizer que não tem um regulamento que vos obrigue a dar uma resposta dentro de determinado prazo
Sim

Bo m j á q ue com a s en hor a ne s te a sun to n ão vo u ma si a l é me s o b rea r es posta do ped id o de audi en cia da se g un da ca rta e p on t o e x c l a mação
V a i ter q ue a guarda r
Q ua n to te mp o
A h iss o n ão se i
Est a inglesa me a di ze r q ue n ão te m um r e gula m en to q ue vo s ob r i g ue a d ar uma r es posta d en t ro de d e t r emi n ad o pr a zo
Si m

Ao senhor moura, que se encontra na recepção, faz-me então o favor de ligar a senhora que desceu as escadas no outro dia, e que trabalha no gabinete do presidente, pois quero apresentar queixa sobre o tratamento que foi alvo

Ao s en hor mo ur a, q ue se en c on t ra n a r e cp ção, f az inglesa me en tão o f avo r de li g ar a s en hor a q ue d es ceu as es cd as no o u t ro dia, e q ue t ra bal h a no gabi net e do pr es i dente, p o is q u e ro ap r es en t ar q eu ix a s ob reo t rata m en to q ue f o ia l vo

O senhor moura ligou e me respondeu, a senhora clara amaral, diz que não tem mais nada para lhe dizer

O s en hor mo u ra li g o ue me r es p on d eu, a s en hor a clara am a ra l, di z q ue n ão te m ma is n ad a para l he di ze r

Como é que a senhora poderia dizer algo mais se já tinha dito tudo e nada da vez anterior, primeiro que para falar com o presidente era necessário ser por escrito,

Co mo é q ue a s en hor a p ode r ia di ze r al g o ma is se j á tinha di to tudo e n ad a da v e z ant e r iro, pr i me i ro q ue para f al ar com o pr es i dente e ra ne ce s sário ser por es c ru t o,

E eu lhe dissera, mas por escrito já o fiz eu e nada se passou, portanto ao poderei de novo faze-lo sem garantias que a palavra em carne, em presença, não me seja garantida

E eu l he di ss e ra, ma s por es c rito j á o fi ze ue n ad a se pa ss o u, p orta n to ao p ode rei de n ovo f a ze inglesa l o se m g ar ant ia s q ue a pal av ra em car ne, em pr es en ç a, n ão me se j a g ar ant ida

Que era assim, que eram assim as normas, que assim os regulamentos abrigavam,

Q ue e ra as s im, q ue e ram as s im as no r ma s, q ue as s im os r e gula m en to s ab riga v am,

Depois lhe perguntei, então se faz favor me diz qual o regulamento, o artigo, o seu numero que a tal obriga

D ep o is l he pe r gun te i, en tao se f az f avo r me di z q ua l o r e gula m en to, o ar ti g o, os eu nu m ero q ue a t al ob riga

Depois desceu ela as escadarias, que afinal não era regulamento, deduzo, eu que a senhora , não disse qual era, portanto deverá ser inexistente, que afinal era o tal modo de fazer, que engraçado, e ali estava ela a dizer-me, que estava ali a fazer-me um favor, favor, senhora, não quero nem preciso, estou aqui como cidadão da republica, no uso dos meus direitos, e blá e lá e blá, e nada, e é este o calibre de uma das senhoras do gabinete do presidente da assembleia da republica

D ep o is d es ceu e la as esca d aria s, q ue af ina l n ão e ra e ra o r e gula e mn to, d edu zo, eu q ue a s en hor a , n ão di s se q ua l e ra, p orta n to d eve rá se r ine xis ten te, q ue af ina l e ra o t al modo de f az e r, q ue en g r a ç ad o, e a li est av e la a di z rr inglesa me q ue est av aa li a f a ze r inglês me um f avo r, f av o r, s en hor a, n ão q u ero ne m pr e ciso, est o u a q u i co mo cida dão da r e publica, no us o dos me us di rei to s, e b l a´ e l á e b l á, e n ad a, e é este o calu br e de uma das s en hor as do g a ine te do pr e side n te da as s em b lei a da r e p ub li ca

Depois viera a outra senhora, a tal de vargas, aparecera por ali em baixo na recepção como se tivesse a cheirar o toiro em modo dissimulado, como uma espia, de tal forma que quando depois de por ali um pouco cirandar, conseguiu mesmo se meter a minha frente, no movimento, até eu lhe pedi desculpa, se bem que não o tivesse que fazer, mais por gentileza, esperava a outra, que quando chegou então se apresentaram, aí Meu Deus, actrizes de cabaré na casa publica, ainda por cima bonita, a senhora , e tensa, muito tensa, tanto, que quando lhe disse, e vejam lá se acabam com as hipocrisias, que essa do modo de fazer, eu o conheço bem, telefona-se a um secretário qualquer do estado qualquer, e marca-se uma reunião na comissão, assim foi nas vezes em que cá estivera, e deixem-se de hipocrisias como se não me conhecessem ou não conhecessem ao que venho, ah está a chamar-me hipócrita, lá vinha inversão tão do agrado e jeito sem jeito de mãos ou de lábios para tal, das virgens puras e ofendidas, não minha senhora não inverta as minhas palavras, não as perverta, sua pervertida, não lhe chamei a si hipócrita, se calhar deveria, pois me deu razoes para isso, a que se acrescem as da
tarde, vós pensai que eu sou tolo, pois eu vi, o senhor moura para o policia que comigo ficara a guardar o átrio quando o senhor moura fora a sua procura, virei-me para trás já ia no pórtico electrónico, e vi , a cabeça do senhor moura a abanar em sinal de negação ao policia, brincais e ainda por cima maus actores, deviam ser todos suspensos de função e ter um curso de reciclagem e de avaliação continua na escola primária para deficientes auditivos e de coração empedernido e negro das vossas negras fuligens, ah não é democrático, pois, democrático é a corrupção e roubarem um filho a um pai, e lhe racharem o coração e lhe roubarem todos os seus direitos, estremeção, diz o senhor marinho, ao estalo, ou mesmo chibata, senhora vargas, e então não é de direito as casas publicas terem um papel em seu átrio com as condições de atendimento, não creio, veja lá bem, se não encontrar a lei, sugiro-lhe que fale com a procuradoria, já espumava por dentro, a senhora

D ep o is vi e ra a o u t ra s en hor a, a t al de vargas, ap ar e ce ra por a li em ba ix o na r e ce p ção c omo se t iv es se a che i ra ro toi ro em modo di ss i mula do, c omo uma es pi a, de t al forma q ue q ua n do d ep o is de por a li um po u c o c ira n d ar, c on se gi u me s mo se met e ra min h a fr ente, no mo vi m en to, at é eu l he pe di d es culpa, se b em q ue não ot t u v e s se q ue f a ze r, ma si por g en tile za, es pera v aa o u t ra, q ue q ua n do che g o u en tao se ap r es neta ram, a í M eu De us, ac t r i ze s de ca bar e t na c asa p u li ca, a inda por cima oni t aa s en hor a , e ten sa, mui to ten sa, t ant o, q ue q ua n do l he d iss e, e v e j am l á se ac a bam com as h ip o cris ia s, q ue es sa do modo de f a ze r, eu o c on he ç o, b em tele f on a inglesa se a um secreta ´ rio q ua l q eu r do est ad o, e ma rca inglesa se uma r e união na co miss são, as s im f o i na s v e ze s em q ue cá est iv e ra, e de ix em inglesa se de h ip o cris ia s c omo se n ão me c on he ce ss em ou não c on he ce ss em ao q ue v en h o, a h est á a ch am ar inglesa me h ip o c rita, l á vinha in v e r são tão do a g ra do e je i to se m je i to de mãos o u de l á b i os para t al, da s vi r g e ns p ur as e o f en dida s, n ão min h a s en hor a n ão in v e rta as min h as pal av ra s, n ão as pe r v e rta, s ua pe r v e r tid a, n ão l he ch a me ia si h ip o c rita, se c l a h ra d eve ria, p o is me d eu ra z o es para iss o, a q ue se ac r es ce m as da t ard e, vó s p en sai q ue eu s o u t o l o, p o is eu vi, o s en hor mo ur para o po li cia q ue co mig o f ica ra a g ua r da ro at rio q ua n do o s en hor mo u ra f o ra a s ua pr o cura, vi rei inglesa me para t rá s j á ia no por tic o ele c t r o n i co, e vi , a ca beça do s en hor mo u r a a a b ana ar em sin al de ne g a ç ão ao po li cia, br inc ia s e a in d ap o r c ima m a u s ac tor es, de v iam ser todos s us p en s os de f un ção e ter um c u r s o de r e cic l a g em e de av a lia ção conti n ua na es cola pr i má r ia para d efe ce ine te s audi t iv os e de co ração e mpe r d ene dido e ne g ro da sa v os sas ne g ra s f u li g e ns, a h n ão é demo c rá tic o, p o is, demo c rat i co é a co rr u p ção e ro ub ar em um fil h o a um pai, e l he rac a h ar em o co ração e l he ro u bar em todos os se us di rei to s, est r e me ç ão, di zo s en hor marin h o, ao est a l o, o u me s mo ch i ba ta, s en h o ra vargas, e en tão n ão é de di rei to as ac a sas publicas te r em um pap el em s eu at rio com as c on di ç o es de a te n di e mn to, n ão c rei o, veja l á b em, se não en c on t r ar a lei, s u gi ro inglês l he q ue fal e com a pr o cura dor ia, j á es puma v a por d en t ro, a s en hor a

Senhores das putas de tão honrada casa e putas finas de esmerada educação, que gota não vos cai da boca durante a função da vaca ou de boi

S en hor es das p u t as de tão h on ra da c asa e p u t as f ina s de es mer ad a edu cação, q ue g ota n ão vo s cai da b oca duran te a f un ção da v ac a o u de bo i

Ouvi dizer que andaram a fazer novo regulamento, vos que muito gostais deles e nem sabem o be a bá, como escreveis, entre arrotos de lautas refeições de ostras e pincéis molhados?

O u vi di ze r q ue anda ram a f a ze r n ovo r e gula m en to, vo s q ue mui to g os tais de l es e ne m s ab e m o b e a bá, c omo es c r eve is, en t re ar r oto s de l au t as r efe i ç ~~ o es de os t ra s e pi n ce is mol h ad os e p on t o e x c l a mação

Que desta vez foram três os advogados, vosso primos de profissão, certamente os melhores, daqueles que ficam com orelhas de burro a falar para as paredes e depois se queixam de si mesmo por autocrítica de contrição e que certamente o fizeram de joelhos até a borla, pela borda e fora da borda e do bordo pelo bem publico, sublinhe-se , pelo bem publico e pelo bem servir, sempre , sempre, corações acertados, com a pele das cadeiras em que vos senteis, será vaca, ou sereis vos os bois, que diferença não muita parece existir

Q ue d eta v e z f o ram t r es os ad vo gado s, v osso pr i mo s de pr o fissão, ce rta mente os me l hor es, da q eu l es q ue f icam com o r e l h as de b ur ro a f al ar para as pe red es e d ep o is se q u i z x am de si me s mo por au toc r it ca de cont 4 r i çao e q ue ce rta mente o f i ze ram de joe l h os at é a bo r l a, , pe l a bo rda e f o ra da bo rda e do bo r do, pe l o b em publico, s ub li n he inglesa se , pe l o b em publico e pe l o b em s e r vi r, se mp r e , se mr ep, co rações ac e rta d os, com a pe l e da s ca de ira s em q ue vo s s en te is, se rá v ac a, o u se reis vo s os bo is, q ue di fr en ç a não mui ta par ce e xis tir

Certamente que terão começado então por regulamentar o acessório

Ce rta mente q ue te rão co me ç ad o en tão por r e gula m en t ar o ac es s ó rio

Certamente que se terão esquecido e lembrado do essencial dos pilares, visto que dentro de vós parece não mais existirem

Ce rta mente q ue se te rão es q eu cid o e el m br ad o do es s en cia l do s p ila r es, vi s to q ue d en t ro de vó s par e ce n ão ma is e xis tir e m

Ainda hoje vi o primeiro artigo afixado a letra de oiro no átrio da vossa casa, dizia assim

A inda h oje vi o pr i me i ro ar ti g o af ix ad o a l e t ra de oiro no at rio da v os sa c asa, di z ia as si m

Nós putas , servimos, nós putas que aqui estamos no bordel, somos eleitos e explorados com baixíssimos salários e negativas regalias, para vos servir, pois o bordel é publico e nós as putas privadas e públicas, de um lado a outro, sempre sempre a circular, de privado a publico e de público a privado, vícios públicos, virtudes privadas, vícios privados publicas virtudes, sempre sempre a cirandar, que punhetas a grilos é viver

Nós p u t as , se r vi mo s, nó s p u t as q ue a q u i est am os no bo r del, s omo s e lei to s ee x p l o ra d os com ba s ix i s s i m o s sal ari os ene g at iva s r e gali as, para vo s se r vi r, p o is o bo r del é p ub li co en ó sas p u t as pr iva d as e p ib li ca s, de um l ad o a o u t ro, se mp r e se mp r e a cir c u l ar, de pr ica do a p u b li co e de pub l cio a pr iva do, vi cio s pub li co s, vi r t u d es pr iva d as, vi cio s pr iva d os pub li ca s vi r t u d es, se mp r e se mp r e a cir anda r, q ue p un he t ar g r i l os é v iv e r

Abriremos sempre e em primeiro lugar e sem rejeição as pernas ao Povo que nos elegeu, que sem ele não existirá certamente bordel, e nós merecemos ser tratados com o respeito que angariamos pelas magnificas prestações no putedo geral da nação

Ab r i r emo s se mp r ee em pr i me i ro lu g ar e se m r e je i çao as pe rna s ao P ovo q ue no s e l e g eu, q ue se m e le n ão e is t ira ce rta mente bo r del, e no s mer e c emo s ser t rata d os com o r es pei to q ue an g aria mo s pe la m a g ni fi ca s pr es tacão es no p u ted o ge ra l da n a ç são

Nós putas, somos um profissão de desgaste rápido, tantos os fretes que despachamos em média por dia, uns atrás do s outros, por isso, há uns anos regulamentamos que tínhamos direito a reforma ao fim de oito anos de trabalho, tal é o desgaste e acima de nós só mesmo o presidente e nas vezes os tribunais se neles não existissem tambem da nossa profissão, que os cidadãos são putas menores e carneiros cegos e coitadinhos se não fossemos nós a dar-lhe prazer e deles cuidar, certamente se atirariam de sagres ao mar

Nós p u t as, s omo s um pr o fissão de d es gate rá pi do, t ant os o s fr e te s q ue d es p ac h am os em mé di a por dia, u ns at rá s do s o ut ro s, por iss o h á u ns ano s r e gula m en t amo s q ue t in h am os di rei to a r e forma ao fi m de o i to ano s de t ra bal h o, t al é o d es gate e a c ima de nó ss ó me s mo o pr e side n te e na s v e ze s o s t rib ua ni s se ne l es n ão e xis te ss em t am b em da n os sa pr o f is sao, q ue os cida dão s são p u t as m en o r es e car ne i ro s ce g os e co i ta din h os se n ão f os s emo s nós a d ar inglês l he pr az e r e de l es c u id ar, ce rta m en te se at ira r iam de sa g r es ao mar

Nós putas ao fim de trinta anos de bordel magnifico, e lauto, cheio de benesses várias, decidimos todos andar de rendas finas para ser mais transparentes e tornar a grande rata mais clara, assim todos sabem o que tem e ao que virão, nós putas finas gostamos muito de cartões doirados e viagens, para ver o mundo e aprender melhor a abrir nossas pernas

Nós p u t as ao a fi m de t rin ta ano s de o r del m a g ni fi co, e l au to, che io de b ene s se s v árias, dec i di mo s todos anda r de ren d as f ina s para ser ma is t ra ns parente e tor n a ra a g rand e rata ma is clara, as s im todos s ab em o q ue te me ao q ue v irao, nó s p u t as f ina s g os t amo s mui to de car t õ es do ira d os e v ia j n es, para ver o mundo e ap ren de r mel h or a ab r i r n os sas pe rna s

Nós putas ao fim de trinta anos de experiência acumulada, primeiro estamos muito contentes com o serviço prestado, não sabemos mesmo porque não gostam de nós, e não nos deixam aumentar a receita, mais a mais estando o país fruto do nosso imenso labor, tao, mas tão desenvolvido, e gritamos e guinchamos muito muito, pois a histeria é a pimenta do amor, e lá de cima não nos podem do galinheiro lançar amendoins, que a linha é de cuidar, olhai as formas como organigramas e vejai com gostamos de fazer pirâmides, qualquer semelhança com a maçonaria, será sempre coincidência, que ela, há as finas e a menos finas, as outras do lupem, se deitam todas horizontais, e nos pomos assim às camadinhas porque gostamos muito de estar uns em cima dos outros e a orgia é assim sempre melhor, as nossas competências são vastíssimas, e decidimos hoje sempre publicar na nossa página, todos os nossos rendimentos e patrimónios e boletim sanitário

Nós p u t as ao fi m de t rin ta ano s de e x pe r i en cia ac u mula da, pr i me i ro es ts mo s mui to c on te n t es com o s e r viço pr estado, n ão s ab e mo s me s mo por q ue n ão g os tam de nó s, e n ão no s de ix am au m en t ar a r e ce i ta, ma is a ama is est and oo ap a ís fr u to do n osso i m en s o la bo r, tao , ma s táo d es en vo l v id o, e g rita mo s e gui n ch amo s mui to mui to, p o is a h site ria é a pi m en ta do amo r, e l á de c ima n ão no s p ode m no gali n he i ro lan ç ar am en do i ns, q ue a li n h a é de c u id ar, o l h a i a s formas co mo or gan i g rama s e v e j a i com g os t amo s de f a ze r pira m id es, q ua l q eu r se me l h ança com a m aç o na ria, se ra se mp r e co inc id en cia, q ue e la, h á as f ina s e a m en os f ina s, as o u t ra s do lu pe m, se de i tam todas h ori zo n tais, e no s p omo s as s im as ca m ad in h as por q ue g os tam os u i to de es z t ra u ns em c ima dos o u t ro s e ao r g ia é as s im se mp r e mel hor, as no s sas co mp e te n cia s são v as t iss i ma se dec i d i mo s h o je se mp r e pub li c ra na n os sa pá gina, todos os n osso ren di e mn to s e pat ro m oni os e bo l e tim s ani tá rio

Nós putas merecemos todo o respeito dos cidadãos, pois nos chamamos e somos putas finas e hoje acordamos, e começamos pelo principio, recorda-mos que nossa função não é abrir as pernas a quem servimos mas tambem e sobretudo bem faze-lo, e assim escrevemos à imagem dos nosso colegas do tribunal, a giz sobre a ardósia, no átrio do lupanar a seguinte declaração singela

Nó s p ut a sw mer e c e mo s todo s o r es pei ro dos cida dão s, p o is nó s ch am amo s e s omo s p u t as f ina s e h oje ac or dam os, e co me ça mo s ep l o pr in cip i o, record a inglesa mo s q ue no s sa f un çao n ão é ab r ira s pe rna s a q eu ms e r vi mo s ma s t am b em e s ob r e t u do b em f a ze inglês l o e as s im es c r e v mo s à ia m ge m d os n osso cole g as do t rib una l, a gi z s ob rea ar do sis, no at rio do lu p ana ra se gui n te dec l ar çao sin g e la

Sempre que um cidadão aqui se dirigir porque está de precisão, será sempre e de imediato atendido na extensão necessária à resolução das suas comichões, todas as putas descerão das suas salas e individualmente trarão ao cidadão, o conforto que ele necessitar, salvaguarda-se uma única situação, quando estamos em orgia colectiva de guinchos atracadas a fazer de comboio uuuu, pois tal função não pode ser nunca interrompida, seria como dizer ao cliente, que não nos despimos, todas as outras funções e preliminares, serão sempre interrompidos quando um cidadão de nós precisar, pois a eles e por eles aqui estamos, assim serão avaliados por apalpão de mao competente, educada com esmero e até sedutora quanto baste, no acto de chegar, afinal de contas queremos que o bordel se mantenha durante a vida inteira que a sua fama chega aqui e alem mar, e se for urgente, urgente para ele com a mao correremos, que para além de tudo sabemos que subir e descer escadas mantém a forma de nosso corpos e paisagem sempre desfila

Se mp r e q ue um cida dão a q u ise di r i gi r por q ue est á de pr e c i sa o, se rá se mp r ee de imediato a te n d id o na e x t e n sao ne ce ss ária a r es o lu çao das su as co mic h õ es, todas as p u t as d es ce rão das s u as sala se in di vi du al e mn te t r a ram ao cida dao, o c on f orto q ue e le ne ce s sita r, sal v a guarda inglesa se uma única si t ua çao, q ua n do est mo s em o r g ia cole c t iva de gui n ch os at rac ad as a f a ze r de co m boi o uuuu, p o is t al fun çao n ão p ode ser n un ca in te r rip ida, se r ia c omo di ze r ao c li en te, q ue n ão no s d es pi mo s, em todas as o u t ra s fun ç o es e pr e li mina r es, se rao se mp r e in te rr o pi do s, q ua n do um cida dão de nó s pr e cisa r, p o is a e l es e por e le s a q u i est amo s, as s im se ra o ava li ad os por ap al pão de mao co mp e ten te, edu c ad a com es m ero e at é se du tora q ua n t ba s te, no ac tio de che g ar, a f ina s l de c on t as q eu r emo s q ue o bo r de k l se man ten h a d ur nat e a v ida in te ira e q ue a s ua f ama che g aa q u i e al em mar, e se f o r ur g en te, ur g en te para e le com a mao co rr e r emo s, q ue para al é m de tudo s ab e mo s q ue s ub i r e d es ce r esca d as man t em af o r ma de n osso corp os e pa isa g em se mpe d es fila

E se espantaram as orelhas, se ainda existissem face à lingua das bestas, parabéns putas, que demonstraram como entendem a nação com uma mesma família, ao pretender pôr nesse tal de desrugulamento, que todos os membros de vossas famílias podem ser por vós indigitados e nomeados em qualquer posição, desde o sessenta e nove, até à canzana, esqueceram-se mesmo foi só de estender tão elevada medida, assente em tão elevado pressuposto moral, somos todos filhos do mesmo Pai, a todos os outros filhos da nação, assim de uma só penada resolviam até o problema da falta de emprego e dos cuidados paliativos dos mais crescidos que deixariam de habitar um pais de luminárias que os condena a morrer e depressinha, para o defecit de tamanha riqueza que gereis, em vossos ventres sem pílulas, não mais diminuísse por via administrativa da porra pela goela acima sem engasganços e com margarina , muito para melhor ir e não voltarem

E se es p anta ram as a orelhas, se ian da e xis t iss em face à li b g ua s das best as, par b en s p u t as, q ue demo sn t ra r m c omo en t e n d e m a n a ç ão com uma me s ma f ani l ia, ao pretender p or r ness e t al de d es r u gala mn to, q ue todos os m en bros de v os sas f ami l ia s p ode m ser por vó s in di gi t ad os e no me ad os em q ua l q eu r p o si çao, d es de o se ss en ta e no v e, at é a can z ana, es q eu ce ram inglesa se me s mo f o is ó de e x te n der tão el eva da med ida, as s en te em tão el eva do pr es s up os to mor al, s omo s todos fil h os do me s mo Pai, a todos os o u t ros fil h os da n a ç ão, as s im de uma s ó p en ad a r e s ol v iam at é o pr o b l ema da f al ta de e mp rego e d os c u id ad os pa li at iv os dos ma is c r es cid os q ue de ix ar iam de h abi rta um pa is de lu mina r ia s q ue os c on dena a mor r e r e d ep r es sin h a, para o d efe cite de t am anha r i q eu za q ue ge rei s, em v os so s v en t r es se m pi lula s, n ão ma is di minu iss e por v ia ad mi sn t ar t iva da p or ra pe l a goe la ac ima se m en g as gan ç os e com mar g a rina , um i to para mel hor i ren são vo l t ar em

Coitadinhas das putas finas que passam fome, como vinte e cinco por cento da una família condenada a miséria porque mal praticam os senhores a arte de bem abrir as pernas, que tremendo acto de solidariedade e demonstração de gabarito da espinha que trazeis

Co i t ad in h as d as p u t as f ina s q ue pa s sam f o me, c omo vi n te e c in co por c en to da un a f ami l ia c on dena d aa misé ria por q ue ma l pr a tic am os s en hor es a ar te de b em ab r i ra s pe rna s, q ue t r em en do ac to de sol id ari e dad e e demo sn t ração de gaba rito da es pi n h a q ue t ra ze is

Quereis respeito? Quereis ser tratados com gentileza e carinho e ter colinho doce e quentinho, tornei outra vez a ser senhoras e senhores, ai vos direi, coitadinhos estiveram doentes, mas afinal se compuseram, e vos tratareis a partir desse momento com o respeito que tiverdes adquirido pela forma como levais a função, que eu , ou outro, não sou necessariamente obrigado a gostar de vossos olhos, muito menos do olhar de bezerro mal morto, nem gosto de beijar piratas barbudos, com pernas de pau, subtenda-se para que claro fique, que de pau, não é vosso pau, certamente, que se o fosse não iriam assim

Q eu reis r es pei to e p on t o in te r ro g ac sao Q eu reis se r t rata d os com g en tile za e ca rin h o e t r e co li n h o do ce e q u en t in h o, tor nei o u t ra v e za se r s en hor es e s en hor es, a iv o s di rei, co i t ad in h os est iv e ram d oe n t es, mas a f ina s l se co mp use ram, e vo s t rata reis a par tir de s se mo m en to com o r es pei to q ue t iv e r d es ad querido pe l a forma c omo l eva is a fun çao, q ue eu , o u o u t ro, n ão s o u me ce s s ari am en te ob riga do a g os t as r de vo s so s ol h os, um i to m en os do o l h ar de be ze r ro m al morto, ne m g os to de bei j ar pi rata s bar b u d os, com pe rna s de p au, s ub ten da inglesa se para q ue c l ar o fi q ue, q ue de p au, n ão é vo s so p au, ce rta mn te, q ue se o f os se n ão i r iam as si m

Para já, cúmplices de corrupção variada avariada em detrimento das leis e dos direitos dos cidadãos e mais grave cúmplices no roubo de um filho, tortura de uma criança, e cúmplices de variados roubos a quem negam e deixam negra sistematicamente toda e qualquer justiça, a fazerdes de conta que estais no teatro, do inferno, acrescento, cujo guião tao bem executeis, em duas singelas palavras que tanto bem vos serveis e servis, putas finas cancerosas

Para j á, c u mp li c es de co rr up çao v ari ad a ava ria da em de t ro m en to das lei s e do s di rei to s do s cida d ~~ o es e ma is g rav e c un p li ce s no ro ub o de um fi k l h o, tor t ur a de uma c r ian ç a, e c u mp li ce de v aria d os ro ub os a q eu m ne g am e de ix am ne g ra sis t ema tica mente toda e q ua l q eu r j us ti ç a, a f a ze r d es de c on ta q ue est a is no tea t ro, do in ferno, ac r es c en to, c u jo g u o ão tao b em e x e cut e is, em du as sin g e la s pal av ra s q ue t ant o b em vo s se r ve is e se r v is, p u t as f ina s c an ce rosas


Hoje depois de falar ao telefone com a tal odete

Então faz o favor de me ligar a outra senhora, a tal secretária do palácio, a senhora ana vargas

En tão f az o f avo r de me li g ar a o u t ra s en hor a, a t al secreta ´ r ia do pal á cio, a s en hor a ana v ar g as

O senhor moura se levantou, desapareceu por uns minutos e voltou dizendo que não encontrara a senhora, que agora só na segunda feira

O s en hor mo u ra se l eva n to u, d e s pa r e c eu por u ns min u to s e vo l to u di zen do q ue n ão en c on t r a ra a s en hor a, q ue agora s ó na se g un da f e ira

Enquanto esperava olhei as portas de vidro que dão para o pátio anterior, ao lado do rectângulo de metal no chão onde a porta trabalha, uma pequena bola de papel branco redonda, no rectângulo, escrito stop, a bola da serpente top das portas de vidro, se calhar as que fizeram cair os aviões

En q ua n to es pe rav a o l hei as p orta s de vi dr o q ue dão para o pá tio ant e rio ra o l ad o do re cta n gula de met al no ch ão onda a p orta t ra bal h a , uma pe q u en a bo l a de pap el br anco red onda, no r e cta n gula, es c rito s top, a bo l a da se rp en te t o p das p orta s de vi dr o, se ca l h ar as q ue f i ze ram ca i r o s av i õ es

Olhei de novo a tapeçaria com maior atenção, pois hoje de novo aparecera uma foto do granadeiro no jornal, reparei então que a ponta da esquerda, a horizontal da estrela que está sobre Portugal, aponta a coxa e as partes , o sexo, do soldado de chapéu em cone, com duas velas , dois triângulos nas cores mais ou menos maçónicas e por debaixo, mesmo apontando a seu entre pernas a cimitarra levantada, do centro da estrela se desenrola em cornucópia uma espiral de fogo que passa ao lado desse soldado e do mouro que se encontra por debaixo dele, curiosamente a mão do guerreio árabe, está espalmada, com os cinco dedos para cima, como a pomba , figura na camisola da vanessa schafler, que por sua vez é pedaço da imagem de Nossa Senhora do ícone da igreja ortodoxa

O l hei de n ovo a t ap e ç aria com maio r a tem ção, p o is h oje de n ovo ap ar e ce ra uma f oto do g rana de i ro no jo r na l, r epa rei en tão q ue a p on ta da es q eu rda, a h ori zo n t al da estrela q ue es tá s ob re Port u gal, ap on ta a c ox a e as par te s , o se xo, do sol dad o de ch ap eu em c one, com du as v e la s , do is t r ian gulas nas co r es mai s o u m en s o m aç oni ca s e por de ba ix o, me s mo ap on tan d o a s eu en t re pe r na s a c imi t ar ra l eva n t ad a , do c en t ro da estrela se d es en rola em co r nu c ó pi a um es pei r l a de f o g o q ue passa ao l ad o d es se sol dad e e do mo u ro q ue se en c on t ra por de ba is o de l e, c ur i os a m en te a mão do g eu r rei o r a ra be, es tá e spa l m a d a, com os c in co de d os para c ima, co mo a p om ba , f u g ur a na cam i sol a da van es sa s ch a f ler, q ue por s ua v e zé ped a ç o da i mage m de N os sa S en hor a do cio ne da i g r e j a orto do x a


A espiral de fogo, prolonga-se abrindo seu circulo atravessando uma das figuras de maior escala que está no centro baixo da imagem, que é um lavrador com um arado, que são como dois cornos de um toiro invertido, pois estão mergulhados na terra e do meio deles sai uma vareta curva, que figura um falo, o que fecunda a terra, ou nela abre um sulco, ou um tremor de terra


a e spi ra l de f o g o, pr o l on g a inglesa se ab rin do se i u cir c u l o at rav es san do uma das fi f ur as de mai s o r es cala q ue est á no c en t ro ba ix o da i mage m, q ue é um l av ra dor com um ar ad o, q ue são c omo o di s co r no s de um toi t o in v e r tid o, p o is est ao mer gula h d os na terra e do mei o de l es sa i uma v ar eta c ur v a , q ue fi g u ra um f al o, o q ue f e c un da a terra, ou ne l a ab r e u m s u l co, o u um t r emo s de te r ra

Antes de mais esta voltinha à casa das putas finas e ainda por cima estúpidas, e arrogantes, mal criadas e incompetentes e deitadas sobre todas as espécie de broches, fora de novo à procuradoria, onde tambem estivera na semana passada, no mesmo dia, a perguntar se então o segundo e-mail, sendo que o primeiro que fora enviado há séculos atrás, misteriosamente tambem desaparecido, já tinha chegado,

Ant es de mai s est a vo l t in h a à c asa d as p u t as f ina se a in da por c ima es t up id as, e ar ro gan te s, m a l c ria d as e inc o mp e t e n t es e deitadas s ob re todas as es pe cie de br o ch es, f o ra de n ovo à pr o cura do ria, onda t am b em est iv e ra na se mana passada, no me s mo dia, a pe r g un t ar se en tão o se gun do ma i l, s en do q ue o pr i me rio q ue f o ra en v ia do h á sec u l os at rá s , m is teri os am en te t am b em d es ap a r e cid o, j á t i mn h a che gado,

Então dona cidália, a melhor na classificação interna do concurso na secretaria da procuradoria das doenças da cegueira de todas as corrupções, com um ar que lembra a senhora que vai nas vestes de ministra da educação e que hoje aparecia no jornal de novo a fazer gestos mais ou menos obscenos, sem explicitação, ainda por cima envergonhados, havia ali uma figuração da pilinha que sai dos dedos de uma mão, irra que ninguém neste pais fala claro, devem ser todos filhos do coito da besta anal, tão abertos e fechadinhos andam sempre

En tão don a cidá l ia, a me l hor na c lassi fi cação in te rna do c on curs o na secreta ria da pr o cura do ria d as d oe n ç as da ce g eu ira de todas as co rr up ç o es, , c omo um ar q ue l em b r aa s en hor a q ue v a i na s v es te s de mini st ra da edu caçao e q ue h o je ap ar e cia no jornal de n ovo a f a ze r g es t os ma is o u m en os ob s c emo s, se m e x p li cita ção, a in da por c ima en v e r g on h ad os, h avi a a li uma fi g ur a çao da pi li n h a q ue as i d os d ed os de uma mão, i r ra q ue ni n g u é m nest e pa is fla c l a ro, d eve m ser todos fil h os do coito da best a ana l, tao ab e r t os e f e ch a din h os anda m se mp r e

Ah é relativo ao q eu nin g vaso é maior nest e pa is da fla circulo pr i em rio ar ro dia eve maior , fil homem do circulo do coito, da be st a ana primeira tao ab e rato da cruz os e forte e ch a din homem os anda maior se mp rato

Marinho a falar de corrupção, o corrupto e o diabo, muito bem senhor, e diga-me lá porque é que o e-mail que enviei a douta ordem de incorruptíveis a pedir levantamento de processo as duas pseudo colegas vossas, não teve ainda nenhuma resposta?

Marin h o a f al ar de co rr up ção, o co rr u pt o e o dia o, um i to em s en hor, e di g a inglesa me l á por q ue é q ue o ema i l q ue en vi e ia do u t a ordem de inc o rr u pt iv e is a ped i r l eva n t am en te de pr o c e s s o as du as ps eu d os cole g as vo s sas, n ão teve a inda ne n h uma r es posta e p on t o in te r ro g ac são



Sobressalto físico, o que é, explique lá isso em lei para os pequeninos, nele se engloba empurrar os quantos deputados da nação por uma balaustrada do palácio e o mesmo assim na procuradoria e em outros lados, ou mesmo fazer tremer o rio ali no tejo todo inteiro, ou na ordem pelo que não fazem, ou a corrupção aí se estende tambem, na mesma forma em que todos se protegem uns aos outros, e a justiça, e o principio básico da queixa é ao cidadão negado?

S ob r es salto f isi co, o q ue é, e x p li q ue l á iss o em lei para os pe q eu nino s, ne l e se en g loba e mp ur a ra ro s q ua n t os d e p u t ad os da n a ção por uma bal us t ra da do p l a cio e o me s mo as s im na pr o cura dor ia e em o u t ros l ad os, o u me s mo f a ze r t r em e r o rio a li no tejo todo ine t rio, ou na o r d en pe l o q ue n ão af ze m, o u a co rr up ção aí se este n de t am b em, na me s ma forma em q ue todos se pr ot e g en us n, e a j us t ça, e o pr inc i pi o b a s i c o da q eu ix a é ao cida dao ne gado e p on t o in te r ro g ac são

Deixe-se de tretas, seja rato, puta ou homem de uma vez, que merda é esta, que ainda nem explicou o que aqui lhe inquiri, e depois, morre gente e vem lançar areia para cima das gentes falando de estatísticas, porque os ratinhos bestas nem se assumem na merda que fazem, afinal como é a história, o seu pedaço de participação mais o bode com o pr ao meio a subir as escadas do tribunal e da relação com as bombas de argélia? E quem é o corrupto e o diabo, ponha lá nomes nas bestas que as bestas tem nomes, não sabe isso, senhor advogado, já levantou alguma vez processo a um senhor chamado de besta ou diabo, se o visse, morria inteiro de medo, no momento

De ix e inglesa se de t r eta s, se j a rato, p u ta o u home de uma v e z, q ue me rda é es ta, q ue a inda ne m e x p l i q co u o q ue a q u i l he in q u i ri, e d ep o is, mor r e g en te e v em lan ç ar a rei a para c ima das g en t es f al and o de est a t is tic as, por q ue os ra t in h os b es t as ne m se as s u m em na me rda que f a ze m, af ina l c omo é a h is tó r ia, o s eu peda ç o de par t u cp a ç º ao ma is o bode com o pr ao mei o a s ub i r as esca d as do t rib un al e da relação com as bo m b as de ar g é l ia? E q eu m é o co rr u pt o e o dia bo, p on h a l á no mes nas b es t as q ue as b es t as te m no mes, n ão s abe iss o, s en hor ad vo gado, j á´ l eva n to u al gum a v e z pr o c e ss o a um s en hor ch amado de bes t a ou di ab o, se o v iss e, mor r ia in te i ro de medo, no me o m en to

Não sabe que os corruptos jogam nos mesmo clubes e se protegem uns aos outros, que conclusão deverei eu em distinto formar do vosso silencio para levantar processo as advogados corruptos implicados no rapto de meu filho, é por a senhora ser da entourage fina e chegada do mário soares, tem medo, deve-lhe vassalagem, compre um cão, não seja cabrão, cumpra e faça cumprir a lei, não é o senhor o bastonário, de quem?, da ordem, do diabo ou do corrupto, ou dos dois juntos?

N ão s ab e q ue os co rr u pt os jo g am no s me s mo c lu b es e se pr ot e ge m u ns a os o u t ros, q ue c on c lu são d eve rei eu em i d s tinto forma r do v osso si l en cio para l eva n t ar pr o c es s o as ad vo gado s co rr u pt os i mp li ca d os no ra pt o de m eu fil h o, é por a s en h ro a ser da en to u rage f un a e ce h g ad a do ma ´ rio soares, te m med o, d eve inglês l he v as sala g em, co mp r 4 e um cão, n ão seja c ab rão, c u mp ra e f aç a c u mp r ira lei, n ão é o s en hor o b as t on á rio, de q eu m?, da o r de m, do di a b oo u do co rr u pt oo u do s do is j un t os ?

E como escamoteou a resposta, tambem escamoteou o que lhe pedi para fazer em nome do Reino do Império do Espirito Santo relativo a pobreza mundial, certamente que por tudo e para todo não terá os ditos, só duques , de cartas nessa ordem, os bastonários todos iguais e vassalos da merda e de merda!

E co mo esca m ot e o ua r es posta, t am b em esca m ot eu o q ue l he pe di para f a ze r em no me do Rei no do I mp é rio do Es pi rito S anto r e l at iv o a p ob r e za m un dia l, ce rta mente q ue por tudo e para t o d o n ão te rá os di t os, só d u q u es , de ca rta s ne s sa o r de mo s b as t on á rio s todos i g ua is e v as sal os da me rda e de mer d a e p on to e x c l a maçao

Volto à senhora cidália , hoje na procuradoria, segundo episódio na cas dos bandidos autistas e corruptos, até prova provadinha do contrário, o que pelo tempo que já passou, se encontra mais que feita, desceis portanto todos os corruptos e os vergados a tumba do diabo, que a jibóia bem vos aperte os pescocinho, trús, trús , trús, que se vos enfie este capuz, e saltem pela janela, que é para as gentes terem circo

Vo l to a s en hor a cidá l ia , h o je na pr o cura dor ia, se gun do e pi sódio na cas dos ban d id os au t ista s e co rr u pt os, at é pr ova pr ova din h a do c on t rá rio, o q ue pe l o te mp o q ue j á passo u, se en c on t ra ma is q ue f e i ta, d es ce is p orta n to todos os co rr u pt os e os v e r gado sa t u m ba do dia bo, q ue a ji boi a b em vo s ap e r te os p es co cin h os, t r ú s, t r ú s , t r ú s, q ue se vo s en fie este ca p u z, e sal te m pe la j ane la, q ue é para as g en t es te r em cir cc o

então senhora recebeu meu e-mail?

Ah enviou-me?

Não lhe disse que voltaria de novo a enviá-lo, acha porventura que de repente o assunto não teria mais importância para minha pessoa?

Sabe é que quando o enviei , apareceu-me um auto replay dizendo que a entrega tinha sido atrasada,

Vou ver, mais dez minutos, no entretanto, o senhora da recepção , pelo telefone, senhor paulo, e qual é o e mail,?

O mesmo, já perdeu a referencia certamente, que o esforço do exame deverá ter sido muito, me disse em interno

Mais dez minutos
Já chegou, sim
E quando chegou
Ah um momento , vou ver
Mais dez minutos
Quarta feira

En tão s en hor a r e ce b eu m eu e-mail e p on t o in te r ro g ac são

A h en vi o u inglesa me?

N ão l he d i ss e q ue vo l t aria de n ovo a en vi á inglesa l o, ac h a por v en t ur a q ue de r ep en te o as sun to n ão te r ia ma is i mp orta n cia para min h a pe ss o a?

S ab e é q ue q ua n do o en vi e i , ap ar e ce u inglesa me um au t o r ep la y di zen d o q ue a en t r ega tinha sid o at ra sa d a,

Vo u v e r, ma is dez min u t os, ni no en te r ta n to, o s en hor a da r e ce p çao , pe l o tele f one, s en hor p au l o, e q ua l é o e mai l,?

O me s mo, j á pe r d eu a r efe ren cia ce rta mente, q ue o es f o r ç o do e x am e d eve rá ter sid o mu i to, me di ss e em in te r no

Ma si dez min u t os
J á che g o u, si m
E q ua n do che g o u
A h um mo m en t o , vo u v e r
Ma si dez min u t os
Q u a rta f e ira


Olhe, senhora, e não é propósito, nem método, nem educação, enviar um de volta a dizer isso mesmo? Se não tivesse cá vindo quase uma semana depois do o ter enviado, ainda a senhora não o teria recebido, visto só agora se ter apercebido que chegara, não é verdade?
....

O l he, s en hor a, e n ão é pr o p os i to, me met o dp, ne m edu caçao, en vi ar um de vo l ta a di ze r iss o me s mo? Se n ão t iv es se cá vi n do q u ase uma se mana de pp o is do o ter en vi ad o, a inda a s en hor a n ão o te ria re cebi do, vi s to s ó agora se ter ap e r ce bid o q ue che g a ra, n ão é v e r dad e?
....
e como é agora?
O senhor procurador vai ler e depois lhe responderá
E quanto tempo deverei eu esperar?
A isso não lhe sei dizer
Não sabe, e não existe uma norma que os vos obrigue a um prazo de resposta a um cidadão
Deverei ir lá para fora por um cartaz e esperar oitocentos anos por justiça?
Tem filhos, senhora cidália?
Tenho, a sorrir-se
O que faria a senhora se o levassem , e não lhe garantissem a justiça?
....
boa tarde, muito obrigado pela atenção e auxilio

morram todos e vosso filhos tambem, cabrões corruptos!

e co mo é agora?
O s en hor pr o cura dor va i ler e d ep o is l he r es p on de rá
E q ua n to te mp o d eve rei eu es pera r?
A iss o n ão l he se i di ze r
N ão s abe, e n ão e xis te uma norma q ue os vo s ob r i g ue a um rp a zo de r es posta a um c i d d adão
D eve rei i r l á para f o ra por um ca r t ze es pera r o i toc en t o sw ano s
Te m fil h os, s en hor a cidá l ia?
Ten h o, a s or r i r inglesa se
O q ue faria a s en h or a se o l eva ss em , e n ão l he g ar ant is s e m a j us ti ç a?
....
boa t ra de, um i to ob riga do pe la at en çao e au xi li o

mor ram todos e vo s so fil h os t am b em, c ab r õ es co rr u pt os!


E o senhor pinto monteiro e todos vós, mas que merda é esta, deixem-se de tretas, a fingir que ninguém me conhece ou nada sabem destes assuntos, o senhor já me conhece do tempo em que em oitenta fui por vós preso, trago eu a assinatura do senhor em alguns dos papelinhos da tramóia que me fui montada para me prender e o senhor bem o sabe e depois me aparece nos jornais dia sim dia sim com carinha de pintainho tipo calimero em ar muito contrito como quem diz muito de mim gostar mas que eu estou fodido, salvo seja eu, sempre, a não ser quando quiser e com quem quiser, e que tem um espada apontada a sua cabeça ou ao seu rabo ou ao que for, que raio de procurador é o senhor, não tem independência, quer ajuda? Precisa de uma metralhadora, uma bomba de fissão, é só dizer, e depois me diga senhor pinto, ou pintainho ou o que for, que galo não parece mesmo, porque razão parte do que eu escrevo, ou melhor pela Palavra é escrita, o senhor o faz, como mais uma vez se fez prova no caso da chamada honra que conduziu a nada, dei eu autorização para a defenderem, e a foram defender sem nada de concreto e útil dizer, e depois quando se trata de meus assuntos , e de meu filho raptado numa enorme conjura que foi montada e que o senhor sabe que vem desde muito atrás me relação à minha pessoa, fazem todos de conta que não me conhecem?

Que porra é esta!?

A quem é que o senhor se está vergando neste caso!?

Deverei dar-lhe um tiro quando o vir na rua, ou deverei pedir a Deus que o leve para a tumba!

É mais aqui ordeno, acabou a puta do segredo de justiça neste país! Sejam civilizados e se não sabem ou se não tem os ditos e são paus mandados, vão plantar couves!

E o s en hor pi n to monteiro e todos vó s, ma s q ue me rda é es t a, de ix em inglesa se de t r eta s, a fi n gi r q ue nin g u é m me c on he ce ou n ad a s ab em d est es as sun to s, o s en hor j á me c on he ce do te mp o em q ue em o i t e n ta f u i por vó s pr es o, t ra g o eu a as sin a t u ra do s en hor em al g u ns dos pa e li n h os da t ra mo ia q ue me f u i mo n t ad a para me pr en de r e o s en hor b em o s abe e d ep o is me ap ar e ce no s jo r na is dia si m dia s im com carinha de pi n t a in h o t ip o cali m ero em ar mu i to c on t ricto c omo q eu m di z mui to de mim g os t ar ma s q ue eu est o u f o dido, sal vo seja eu, se mp rea n ão ser q ua n do q u ise r e com q eu m q u ise r, e q ue te m um e spa da ap on t ad a as ua cab ça ou ao s eu ra bo ou ao q ue f or, q ue rai o de pr o cura dor é o s en hor, n ão te m in d ep en den cia, q eu r ajuda? Pr e cisa de uma met ra l h ad o ra, uma bo m ba de fi s sao, é só di ze r, e d ep o is me di g a s en hor pi n to, o u pi n t in ho ou o q ue f or, q ue galo n ão par e ce me s mo, por q ue ra z ão par te do q ue eu es c r evo, ou me l hor pela P l av ra é es c rita, o s en hor o f az, co mo ma is uma v e z se fez pr ova no c as o da ch am ad a h on ra q ue c on du zi ua n ad a, de i eu au tori za çao para a d efe n de r em, e a f o ram defender se m n ad a de c on c r e to e u til di ze r, e d ep o is q ua n do se t rata de me us as sun t os , e de m eu fil h o ra pt ad o n uma en o r me c on j u ra q ue f o i mo n t ad a e q ue o s en hi or s abe q ue ve m d es de mui to a t rá s me r ela çao à min h a pe ss o a, f a ze m todos de c on ta q ue n ão me c on he ce m?

Q ue po r ra é est a!?

D eve rei d ar inglês l he um ti ro q ua n do o vi rna r ua, ou d eve rei ped i ra De us q ue o l eve para a t um ba!

A q eu m é q ue o s en hor se est á v e r gan do nest e c as o!?

É ma is a q u i o r den o, ac ab o u a p u t a do se g red o de j us ti ç a nest e pa ís! Se j am c i v i liza d os e se n ão s ab em o u se n ão t e m o s di t os e são p a us man d ad os, v ão p l antar co u v es!


não percebi bem se o atraso que o recibo automático se referia, era do e mail ou dos cadáveres do irc , comentário interno à minha própria pessoa, ou ainda, se o tal recibo teria sido gerado por um falso servidor, na medida em que pelos back links via google, dava no final da indicação do servidor netcabo, documento, none, o que era falso, visto ter documento inserido no campo do texto por copy e de ao que parece, segundo a palavra da senhora, ele lá ter chegado

n ão pe r cebi b em se o at ra s o q ue o r e cio au tom a tic o se r efe r ia, e ra do e mai l o u d os ca d av r es do irc , co m en t á rio in te r no à min h a pr ó p r ia pe ss o a, o u a inda, se oo t al r e cio te r ia sid o ge ra do por um f al s o se r vi dor, na me d ida em q ue pe l os ba ck li n k s v ia g oo g l e, d av a no f ina l da indica çao do se r vi dor net cabo, doc u m en ot, n one, o q ue e ra f al s o, vi s to ter doc u m en to in se rid o no ca mp o do te x t o por co p y e de ao q ue par e ce se gun da a pal av ra d as s en hor a l á te r che gado

porque a senhora escalarte, tinha aparecido em dia anterior no jornal a dizer, que se tinha queixado ao ministro da administração interna dos servidores que não funcionavam bem, sem nada mais acrescentar sobre o que neles não funcionavam bem, e que o ministro lhe tinha prometido ir tratar do assunto, que estava a fazer esforços, para o anos três mil debaixo da cova grande do inferno com o tal do programa tecnológico, incluído nas camadinhas, acrescente-se

por q ue a s en hor a es c l arte, tinha ap ar e cid o em d ia ant e rio r no jo r na l a di ze r, q ue se tinha q eu ix ad o ao mini s t ro da ad mi ns t ração ine t rna dos se r vi d o r es q ue n ão fun cio n av am be m, se m n ad a mai s ac r es c en t ar s ob reo q ue ne l es n ão fun cio n av am be me q ue o mini st ro l he tinha pr o met ido ir t rata r do as sun to, q ue est av aa f a ze r es f o r ç os, para o ano s t r ~ es mil de ba ix o da c ova g rande do in ferno com o t al do pr o g rama tec no l o gi co, inc lui d o n as c am a d in h as, ac r es c en te inglesa se

e aquilo me cheirou a esturro, pois a maria josé a tinha encontrada no átrio da procuradoria quando lá fora da primeira vez, e aquela intervenção parecia , ser mais uma vez pelo perfeito timing como uma cortina de fumo que já se estava a criar para vir a justificar entre mil outras coisa, o desaparecimento do email que enviara a quase um ano atrás, quando o enviara ao diap ,no seguimento da não resposta as minha queixas e do seu arquivamento sem qualquer explicação, em acto de total prepotência e ilegalidade

e a q u ii l o me che i ro ua es t ur ro, p o is a maria josé a tinha en c on t ra da no at rio da pr o cura do r ia q ua n do l á f o ra da pr i me ria v e ze a q eu la inter v en ção par e cia , ser mai s uma v e z pe l o pe r f e i to tim e in g c omo uma co r t ina de f uma q ue j á se est av aa c r ia r para v ira j us ti fi car en t r e mil o u t ra s co isa, o d e spa r e cie mn to dp o do mei l q ue en v ia ra a q u ase um ana o at rá s, q ua n do o en v ia ra ao di ap ,no se gui m en to da n ão r es posta as min h a q u ix as e do s eu ar q u iva m en t o se m q au l q eu r e x p li caçao, em ac to de t ot al pr e p ot en cia e ile gali dad e

chamo escarlate a senhora por duas razões, porque no outro dia reapareceu uma foto da senhora maria josé morgado, com o cabelo todo pintado de ruivo forte, e nesse momento, andava eu olhando para o quadro que aqui tenho em frente do sir william blake, o que foi descrito em pormenor , como sendo ilustração da cravagem da asa de um anjo e do consequente processo de transferencia que assim se faz, por meio deste antigo ritual, e o espirito me ia dizendo, trata primeiro da india na polis um se um do circulo do elevado do forte da arte, e eu me perguntava , mas quem é esta india, escalarte que o espirito me fala e me diz para cuidar, ou seja para identificar e travar, hoje apareceu no jornal uma outra falsa escalarte, a são josé, com outras senhoras, uma delas , a mafalda da mandala que aqui neste texto foi convocada, e uma outra senhora, dizia assim, as senhoras que mandam nas tvs, e eu me fiquei a pensar, curioso , não sabia que nenhuma delas trazia cargo de direcção, e nao trazendo como mandam, por debaixo da mesa ou por cima , deitadas ou em pé, sendo que a mafalda, essa sei que ela é o que se chama de produtor independente, e me subiu a são josé a memória, mais uma produtora que se fez na rtp e que sempre teve a estranha habilidade de me ir sugando quadros, quanto os quadros se sugam e não apresentam eles mesmo os pescocinho a trocos vários, ora aqui temos duas falsas escalartes, mas na polis certamente deverá ser uma referencia a maria josé morgado

ch am o esca r l at e a s en hor a por du as ra z õ es, por q ue no o u t ro dia rea par e c eu uma f oto da s en h ro a maria josé morgado, com o ca belo t u do p ina t do de ruivo forte, e ne s se m oe mn to, and av a eu o l h and o para o q ua dr o q ue a q u i t e n h o em fr ente do sir w i ll iam b l a k e, o q ue f o i d es c rito em por m en o r , co mo s en do i lu s t ração da c ra v a ge m da asa de um an j o e do c on se q eu n te pr o c e ss o de t ra sn fe ren cia q ue as s im se f az, por mei o d este an ti g o r it ua l, e o es pi rito me ia di zen do, t rata pr i me i ro a da india na po l is um se um do cir c u l o do ele v ad o do forte da arte, e eu me pe r gun t av a , ma s q eu m é es ta india, esca l arte q ue o es pi rito me fala e me di z para c u id ar, o u se j a para id en tif car e t rav ar, h oje ap ar e c u n o jo r na l uma o u t ra f al sa esca l arte, a são josé, com o u t ra s s en hor as, uma de la s , a ma f al da d a mandala q ue a q u i nest e te x to f o i c on vo c ad a, e uma o u t ra s en h ro a, di z ia as s im, as s en h ro a q ue man dam nas t v s, e eu me fi q eu ia p en sar, c uri s os , n ão s a bia q ue ne h uma de la s t ra z ia car g o de di rec çao, e n ~~ ao t ra zen d o co mo man dam, por de ba ix o da mesa ou por c ima , de it ad as o u em pé, s en do q ue a ma fala da, es sa se i q ue e la é o q ue se ch a m a de pr o du tor in d e p en dente, e me s ub o ua são josé a me mór ia, ma si uma pr o du tora q ue se fez na r to e q ue se mp r e t eve a es t ra n h aa h abi li dad e de me ir s u gan do q ua dr os, q ua n to os q ua dr os se s u g am e n ão ap r es neta m e l es me s mo s o s p es co c un h o s a t roco s v á rio s, o ra a q u i t emo s du as f al sas es c l art es, mas na p o li s ce rta m en te d eve rá ser uma r efe r en cia a maria josé morgado

da primeira ida agora a procuradoria, apanhara a maria jose mais um senhor que a acompanhava a sair, chamei-a em voz alata já ela ia na porta e se voltou, levantei-me e lhe disse, Oh maria josé, me diz o que devo fazer, tambem aqui me é negada a justiça,
mas o que se passa, como te posso ajudar?

o que se passa, não te recordas de te ter ligado há uns meses largos atrás e me teres dito que não me podias atender, apresento queixas no diap, aqui , no supremo, na ar , nos tribunais e ninguém me responde, não sabes tu que me trazem o filho raptado há mais de dois anos?

Ah isso é assunto do tribunal de menores

Não é senhora, pois as queixas são várias e vão desde agressão na via publica a roubos diversos, o que achas que eu deva fazer, pedir-te a pistola e desatar aos tiros?
Em nada ficou aquilo e assim se foi

da pr i me ira id a agora a pr o cura dor ia , ap anha ra a maria jo ´ se ma is um s en hor q ue a ac o mpa n h av aa sa i r, ch am e i inglesa a em v oz al at a j á e la ia na p orta e se vo l to u, l eva n te i inglesa me e l he di s se, o h maria josé, me di zo q ue d evo f a ze r, t am b em a q u i me é ne g ad aa j us t i ç a,
ma s o q ue se passa, c omo te p osso ajuda r
o q ue se passa, n ão te record as de te ter li gado h á u ns mes m es l argos at rá s e me te r es di to q ue n ão me p o dias a t e de r, ap r es neto q u ix as no di ap, a q u ino supremo, na ar , no s t rib un a is e ni n g ue m me r es p onde, n ão s ab es t u q ue me t ra ze mo fil h o ra pt ad o h á ma si de do is ano s?
Ah isso é assunto do tribunal de menores
N ão é s en hor a, p o is as q u ix as são v árias e v ao d es de a g r es são na v ia publica a ro ub os di v e r s os, o q ue ac h as q ue eu d eva f a ze r, ped i r inglesa te a pi s t ola e d es a t ar aos ti ro s?
Em n ad a fi co u a q u i l oe as si m s e f o i

Depois fiquei a pensar na morte do vasco, já aqui abordado neste livro e na percepção de que um conjunto de cabrões terá lançado a suspeita que eu fora por ela responsável, como fizeram em relação a muitas outras, e me lembrei de um pormenor, pois o o namorado do vasco, o Luís acabara de passar em frente no passeio quando eu me encontrava na procuradoria, e o pormenor, era que o Luís depois da morte do vasco, arranjara um novo namorado, que um dia me apresentou e numa outra noite me disse ser um dos investigadores da equipe que a morgado tinha formado, e me pergunto se tudo isto não terá feito parte da cabala para me incriminar, as circunstancias especificas e detalhadas desta percepção e dos episódios a volta do acontecimento estão amplamente narrados neste livro, e seu eu que existe marosca e grossa tramóia nisto tudo, a começar pela julie sargent quando viera me anunciar a sua estranha morte

D ep o is fi q eu ia p en sar na mor te do v as co, j á a q u i ab o rda d o ne st e li v ro e na pe rc f ep ção de q ue um co n uu n t o de c ab r õ es te rá lança do a s us pei ta q ue eu f o ra por e la r es ponsa v e k l, c omo f ize ram em r e l çao a um i t as o u y t ra s, e me l en b r ei de um por m en o r, p o is oo namora do d o v as co, o l u ís ac ab a ra de pa s sar em fr ente no pa s seio q ua n do eu me en c on t rav a na pr o cura d o r ia, e o pr o m en o r, e ra q ue o l u ís d ep o is da mor te do v as co, ar ra n j a ra um n ovo namora do, q ue um d ia me ap r s en to u e n uma o u t ra no i te me di ss e se r um d os in v est i g ad o r es da e q u ipe q ue a mor gado tinha f o r m ado, e me pe r gun t o se t u d o is to n ão te rá f e i to par te da c ab la para me inc rimi n ar, as cir c us t an cia s es pe c i f ica s e d eta l h ad as d est a pe r ep ção ed os e pi s o di os a vo l ta do ac on te cie mn t o es tão am p l am en te n ar ra d o s ne st e li v ro, e s eu e u q ue e xis te mar os ca e g rossa t ram o ia ni s tio t u d o, a co me ç ar pe l a ju lie sar g en t q ua n do vi e ra me na un cia ra s ua es t ra n h a mor te

E mais uma vez depois a julie como sempre é o modo operandis desta gente, partiu, para o brasil, para trabalhar em televisão, pela faca nas letras, uma mentira que lhe terá valido uma viagem e um trabalho

E ma si uma v e z d e p o is a ju lie c omo se mp r e é o modo opera n di s d es ta g en te, par ti u, para o br as i l, para t ra al h ar em tele e visão, pe l a f ac a nas l e t ra s, uma m en t ira q ue l he te rá v al id o uma v ia g em e um t ra b alho

Como é, senhora maria jose, o que tem a dizer sobre isto tudo, e a menina julie sargent, mais uma filha minha e uma traidora, para variar, todos ou quase todos se vendem, morram no inferno que sois!

C omo é, s en hor am aria jo ´ se, o q ue t em a di ze r s ob re i s t o t u d oe a me nina ju lie s ar g en t, ma si uma filha min h a e u ma t rai dora, para v aria r, t o d os o u q u ase t o d os se v en de m, mor ram no in fer no q ue s o is!

Quem será então a outra que aqui ne aparece nas entrelinhas da faca, a filha do ferro rodrigues?, uma rai, quer dizer uma gata da televisão com traços italianos, ou mesmo uma das italianas que eu conheci, talvez um das que namorei

Q eu ms e rá en tão a o u t ra q ue a q u ine ap ar e ce nas en t r e linha da f ac a, a fil h a do f e rr o ro dr u g u es, uma rai, q ue r di ze r uma g at a da te l e vi sao com t ra ç os it al ian os, o u me s mo u ma das it al i an a s q ue eu c on he c i, t al v e z um d as q ue na mo rei

Entrelinhas ressoa em estrelinha, a que era ou será namorado do joão pedro que comigo trabalhou, e que é de Leiria ou por aí, inscreve-se num outro conjunto de ressonâncias em relação ao centro do país

En t r e li n h as r es s o a em es t r e linha, a q ue e ra o u se rá namora do d o jo ão ped ro q ue co mig o t ra bal h o ue q ue é de lei r ia o u por a í, i ns c r eve inglesa se n um o u t ro c on j un t o de r es son an cia s em relação ao c en t ro do pa ís

Relacionada com a norma tom , que de novo aqui neste texto acima apareceu, como norma, a tal inglesa que por cá passou e que chegou a dormir em casa da minha família, ainda ela estava junta

R e la cio n d a c om a no r ma t om , q ue de n ovo a q u i ne s te te x t o ac ima ap ar e c eu, co mp o no r ma, at al inglesa q ue por cá pa ss o ue q ue che go ua do r mir em c asa da min h a f ami l ia a inda e la est av a j un t a

Estrelinha deu-me uma, a monica calle, que parece italiana, será ela do grupo e tudo o que se passou não ter sido mais uma encenação?

Es t r e linha d eu inglesa me uma, a m oni ca c a ll e, q ue par e ce it al ian a, se rá e la do g r up o e t u d oo q ue se pa ss o u n ão te r sid o ma si uma en c en a çao?


Tudo é musica e burro é o povo que isso sabendo , se esquece

Tudo é um sic a e b ur ro é o p ovo q ue is s o s ab en do , se es q eu ce

Todo o povo é povo, quando os maestros sabem de música e tocam bem, porque tem brio no que fazem e na música que são

Tudo o p ovo é p o vo, q ua n do os mae s t ros s abe m de mú sica e t oca m b em, por q ue te m br i o no q ue f a ze me na mu sica q ue sao

E que em vez de universalizar, como ela O É, o tenta reduzir, em pretensa arrogância de se pôr maior que Ela, que é Ele

E q ue em v e z de uni v e r sal iza r, co mo e l a O É, o te n ta red u zi r, em pr e te n sa ar ro g â n cia de se p ô r maio r q ue E la, q ue é E l e

E o blé e blé e blé continua na mesma forma sem jeito, depois da publicação das minhas ultimas palavras grandes, que mais uma vez foram alteradas das duas vezes que as tentei publicar em sua correcta ordem, a fazer prova que quem trás acesso ao servidor ou entre ele se coloca o consegue fazer, sendo claramente um crime, para que fique claro, se ainda restassem duvidas, e sabem bem os filhos da puta, que é difícil com centenas de páginas saber ao certo por comparação se todas elas estão disponíveis ou não no site quando alguém o abre, e sem o poder confirmar exaustivamente, eu que nem acesso continuo tenho à rede, sei mesmo que algumas não terão mesmo ainda entrado

E o b l é e b l é e b l é conti n ua na me s ma forma se m je i to, d ep o is da pub li cação das min h as u l tim as pal av ra s g rand es, q ue ma is uma v e z f o ram al te ra d as d a s da us v e ze s q ue as te n tei p u b l i car em s ua co rr e cta o r de m, a f az e r pr ova q ue q eu m t rá s ac es s o ao se r vi d o r o u en t re e l e se c olo ca o c on se g ue f az e r, s en do clara mn te um c r i me, para q ue fi q ue c l a ro, se a inda r es t as se m du vi d as, e sa bem b em os fil h os da puta, q u é é di fic i l com q ua t roc en t as pá gina s s ab e r ao ce r to por co mpa ração se t o d as e l as est ão di s p oni vi es o u n ão no si te q ua n do al g u é m o ab r e, e se m o p ode r c on firmar e x au s t iva mente, eu q ue ne m ac es s o conti n u o te n h o à rede ,se i me s mo q ue al gum as n ~~ ao terao me s mo a inda en t ra d o

Para que não haja duvidas nesta afirmação, um exemplo é claro, a parte do texto cortado a faca que primeiro aparece, aparece muito antes do texto sem estar cortado, coisa que seria impossível de acontecer sem ter havido mão negra alheia a fazer adulteração, e agora, ponho um processo a quem? A quem me queixo? Se nem a polícia aceita as minhas queixas ,s e nenhum destes cabrões me responde ao que quer que seja!

Para q ue n ão h a j a du vi d as ne st a af r ina ção, um e x e mp l o é c l a r o, a par te do te x to co rr t ad o a f ac a q ue pr i me i ro ap ar e ce, ap ar e ce mui to ant es do te x to se m est ar co rta do, co isa q ue se ria i mp os s ive l de ac on te ce r se m ter h av id o mão ne g ra al he ia a f az e r a d u l te ra ção, e agora, p o rn h o um pr o ce ss o a q eu m? A q eu m me q u ix o? Se ne m a po lica ac e i ta as min h as q eu ix as ,s e ne n h um d est es c ab r õ es me r es ponde ao q ue q eu r q ue se j a e x c la mação

Dizia eu, que depois da publicação lá apareceu o pinóquio na televisão, como parece já se tornar habito, e o pinóquio mais uma vez mentiu, dizendo com aquele seu arzinho de ratinho, que se pretende muito sério, a dizer não seria sério pensar em baixar os impostos, mas quanto ao que aqui inquiri, sobre o seu controlo em tempo real, zero, nem sei mesmo porque então sempre ele aparece se a nada responde, certamente que não perceberá o perguntado, depois sobre a educação, ai Meu Deus, que pareciam as famosas moradias, mas de concreto sobre o conteúdo da reforma, nada, népias, zero, less than zero, a fazer prova cabal da impossibilidade, como se reforma e como se pode reformar, se não há ideia de reforma, alias o que prepoem para a musica é muito desvelador da manutenção da queda para o abismo, falava ele de edifícios, da rachas e coisas tal, parecia os tais projectos das moradias

Di z ia eu , q ue d ep o ii s da pub li cação l á ap ar e ce u o p ino q u io na tele visão, c omo par e ce j á se tor n ar h abi to, e o p ino q u i ma is u ma v e z m en ti u, di zen do com a q eu le s eu ar zi n h o de rat in h o, q ue se pr e ten de mui to sé rio, a di ze r n ão s eri as é rio p en s ra em ba ix ar os i mp os to s, ma s q ua n to ao q ue a q u i in q u iris ob r e o se u c on t rolo em te mp o rea l, z ero, ne m se i me s mo por q ue en tão se mp r eel e ap ar e ce se a n ad a r es ponde, ce rta e mn te q ue n ão pe r cebe rá o pe r gun t ad o, d ep o is s ob r e a edu cação, ai M eu d De us, q ue par e ce iam as f amo sas mor a d ias, ma s de c on c r e to s ob reo conte u d da re forma, n ad a, né pi as, z ero, l es s t ham z ero, a f az e r pr ova ca bal da i m ps os i bil dia de, c omo se r e forma e co mo se p ode r efe o r mar, se n ão h á i deia de r efe o r ma, al í as o q ue pr ep oe m para a mu sic a é mui to d es vela d or da manu te n çao da q eu da para o ab is mo, f al av a e l e de edi fi cio s, da rac h as e co i sas t al, par e cio os tais pr o ject os da mo rai di as

E agora os professores na rua vestido de negro, outra vez, isto está mesmo giro, cada vez melhor e contudo para que fique claro, tudo deve ser sempre avaliado, mas avaliado não quer dizer com processo de avaliação que não funcionam e que são feitos contra eles, e da mesma forma, uma falta é sempre uma falta , até no futebol, não é verdade, cabeças brilhantes, o que vos falta, quereis falar comigo , durante, um dia, dois, ou os que forem necessários, como o compromisso que só acaba, quando se acordar o que há a reformar, concerteza que não, vide como minha agenda está tão preenchida de reuniões e de pessoas, carne e abraços e beijos a todas as horas, eu o anacoreta e depois certamente dar vos-ia muito trabalho, coisa que não dá jeito, deixem, então passar mais uma geração sem rumo, o melhor mesmo, era fecharem já a educação, assim iam para a praia todos mais cedo que a primavera já chegou.

E agora os pr o f es sores na r ua v es tid o de ne g ro, o u t ra v e z, is to es tá me ms o gi ro, c ad a v e z mel hor e c on tudo para q ue fic q ue c l a ro, tudo d eve ser se mp r e ava li ad o, ma s av al iad o n ão q eu r di ze r com pr o ce ss o de ava li a ção q ue n ão f un cio n am e q ue são fei to s c on t ra e l es, e da me s ma forma, uma f al at a é se mp r e um f al ta , at é no f u te bo l, n ão é v e r dad e, ca b e ç as br ilha n t es, o q ue vo s f a l ta, q eu reis f aa l r co mig o , dura n te, um d ia, do is, o u os q ue f o r em ne ce ss á rio s, c omo o co mp romi s so q ue s ó ac ab a, q ua n do se ac o r d ar o q ue h á a r e f o rna r, c on ce r te za q ue n ão, v id e c omo min h a a g en da est á t ão pr en ch ida de r eu ni õ es e de pe ss o as, car ne e bara ç os e br i jo s a todas as hor a s, eu o ana co r eta e d ep o is ce rta mente d ar vo inglês ia mui to t rab alho, co isa q ue n ão d á je tio, de ix em, en tao passa r ma is uma ge ra ção s em rumo, o mel hor me s mo, e ra f e ce h arem j á a edu cação, as s im iam para a pr ia todos ma is ce do q ue a pr i ma vera j á che g o u.

Ah senhora amada, no rio ao lado da agua , vos ouvi, sou eu , estou aqui, sessenta e oito, escrito em tinta na laje, um senhor adormecera dentro de seu carro com o motor a trabalhar, olhei-o de fora, para verificar se respirava, pois seu corpo meio tombado estava, bati-lhe então no vidro e lhe disse , será melhor desligar o motor, está a dormir, ainda vai parar lá baixo, acordou estremunhado o senhor, agradeceu e eu continuei, depois atravessei a ponto sobre a marginal, a pequena ponte aérea para os peões e senti seu abanar com os carros a passar, a sentir a musica da estrutura em sua dança de resistência e flexibilidade, mais apropriado termo, a sua liberdade, que mesmo assim não tem pés, se move onde se pode mover, com eu ou tu quando no beijamos

A h s en hor a am ad a, no rio ao l ad o da a g ua , vo s o u vi, s o u eu , est o u a q u i, se ss en ta e o i to, es c rito em t in ta na laje, um s en hor ad o r me ce ra den t ro de s eu car ro com o m oto ra t ra ba l h ar, ol hei inglês o de f o ra, para v eri fi car se r e s pi ra va, p o is se u corp o mei o tom b ad o est av a, bat i inglês l he en tao no vi dr o e l he di s se , se rá me l hor d es li g ar o m oto r, est á a do r mir, a inda v a i para r l á ba ix o, ac o r do u est r e m una h do o s en hor, a g ra de c eu e eu conti n u e i, d ep o is at rave ss e i a p on to s ob r e a mar gina l, a pe q eu na p on te a e rea para os pe o es e s en ti s eu ab ana r com os car ros a passa ra s en tir a mu sica da es t rut u ra em s ua dan ç a de r e s is te n cia e f l e xi bi l iade, ma is ap ro p r ia do t e ermo, a s ua liber ad e, q ue me s mo as s im n ão t em p é s, se mo ve onde se p ode mo v e r, com eu o u t u q ua n do no s b ei j amo s

A conversa corria, no espirito fluente, eu a te pressentir, sabendo que ainda não eras tu, alguém montando-se no amor que nos trás ligado, coisa que acontece mais quando estamos longe, e as letras lidas nas folhas me davam conta de te lembrares de mim, em tempo muito remoto, se alegrou meu coração ao perceber em ti o conhecimento da eternidade que és, fiquei feliz, amada, ao lê-lo, é bom saber o que nossa amada sabe, é bom saber que a amada o sabe e se conhece

A c on v e r sa co rr ia, no es pi rito f lu ene, eu a te pr es en tir, sa ben do q ue a inda n ão e ra t u, al gume mo n tan d o inglesa se no amo r q ue no s rá s li gado, co isa q ue ac on te ce ma is q ua n do est am os l on ge, e as l e t ra s li d as na s f o l h as me d av am c on ta de te l em br ar es de mim, em te mp o mui to r em oto, se a l e g ro u me u cora çao ao pe r cebe r em y i o c on he cimento da e te r ni dad e q ue é s, fi q u i fe l i z, am ad a, ao l e- l o, é bo m sabe r o q ue no s sa am ad a sabe, é bo m sabe r q ue a am ad a o sabe e se c on he ce

Ah amada, sonhei e tive belíssimo sonho, chegava a um campo e vinham correndo para mim em forma quente e aberta e todos coloridos, predominava o branco nos tecidos com as flores e os padrões estampados de cores fortes e coloridas, uma imensa alegria naquele lugar do uno ligar, o outro lado do mesmo lado, o que ás vezes se vês, porque se o conhece, pelo menos em parte, para saber que lá está, mais correcto dizer, que cá está

A h am ad a, s on hei e t ive be l iss i mo s on h o, che g av aa um ca mp o e vi n ham co r en do para mim em forma q eu n te e ab e rta e todos c olo rid os, pr e do m ina v a o br anco no s te cid os com as f l o r es e os p ad ro es est am p ad os de v co r es f o r te s e c olo rid as, uma i man sa a l e g r ia na q eu le lu g ar do u no li g ar, o outro l ad o do me s mo l ad o, o q ue ás v e ze s se v es, por q ue se o c on he ce, pe l o m en os em par te, para s ab e r q ue l á est á, ma is co rr e cti di ze r, q ue c á est á

Depois o telefone tocou e eu acordei estremunhado naquele encontro quente que assim bruscamente fora interrompido, e ao me endireitar na cama bati com a nuca nos rectângulos de madeira cheio de furinhos, os que entraram nestas palavras uma vez ao acordar cheio de sangue vermelho em relação a pistola, que disparara em beslan, desta, a associação que saltou e que a consciência ao momento emergiu, fora a da morte de bhutto, o mesmo local da cabeça, e uma peça da ultimo passeio a lapa onde no meio do que te contei, estava uma jangada no meio do rio, via-a a primeira vez na rua do tal chalé antigo com uma torre, com os quatro pinos no enfiamento da estatua do Cristo no outro lado do rio, neste tempo o sentido se afigurava ser, o quadrado ou o rectângulo do rio, seria esse então provavelmente o mote de tudo o resto, o que articulava o sentido do restante história, um rectângulo ou um quadrado do rio, ou a beira rio, com um pesado e negro passado a entender pelo que lá vi, depois da escrever , assim me dissera o espirito logo, me indicara que faltara o elo de ligação, que será então este

Ds p o is o tel f one real t oco u e eu ac o r dei es t rum unha do na q eu le en c on t ro q eu n te q ue as s im br us ca mente f o ra in te rr o pi do, e ao m en di rei t ar na c ama bat i com a nu ca no s rec tan g uk os de m ad e ira che io de f ur in h os, os q ue en t r aram nest as ap al ra s uma v e z ao ca o r d ar che i o de san g ue v e r me l h o em relação a pi s t ola, q ue di spa r a ra em b es l an, d est a, a as soci a çao q ue sal to ue q ue a c o ns cie n cia ao mo m en to e mer gi u, f o ra a da mo r te de b h u t to, o me s mo l oca l da ca beça, e u ma pe ç a da u l tim o passeio a l ap a onde no mei o do q ue te conte i, est av a uma j an g ad a no mei o do rio, v ia inglesa aa pr i me ira v e z na r ua do t al ch a l é ant i g o com uma to rr e, com os q ua t ro p ino s no en fia m en to da est a t ua do C r isto no o u t ro l ad o do rio, nest e te mp oo s en tid o se af i g ur a v a ser, o q ua dr ao do u o rec tan gula do rio, se ria es se en tão pr ova v e l e mn te o m ot e de tudo o r es to, o q ue ar tic u l av a o s en tid o do r es t ante h is tó ria, um rec tan gula ou um q ua dr ad o do rio, o u a be ira rio, com um p es sado e ne g ro passado a en ten der pe l o q ue l + a vi, d ep o is da es ce r v e r , as s im me di ss e ra o es pi rito l o g o, me indica ra q ue f ala tara o e l o de li g a çao, q ue se r ´ en tão este

E a casa com os desenhos na porta de uma nota musical, que me remetera por semelhança para a estranha radiografia azul que de bhutto aparecera

E a c a sa com os d es en h is na p orta de uma n ota mu sic al, q ue me r e met e ra por se me l h ança para a es t ra n h a ra di o g raf ia az u l q ue de b h ut to ap ar e ce ra

Depois vi os painéis de madeira, logo a seguir, por detrás da foto de um senhor , salvo erro na ultima pagina do dn, uma foto tipo passe, assim meio desfocada de um senhor ligado as operações bancarias, cibe, ou algo assim

D ep o is vi os pa ine is ed madeira, l o g o a se gui r, por de t rá s da f oto de um s en hor , sal vo e r ro na u l tim a pa gina do dn, uma f oto t ip o pa ss e, as s im me is ad es foca da de um s en hor li gado as o pera ç o es ban caria s, c ibe, o u al g o as s im

Depois passei pela rua da aip, e do angulo de onde parei a ver a escultura de ferro, por detrás as letras e tinham decomposto em sequência em seu aparecer como o primeiro ip, o primeiro link, a origem do primeiro link, o que me chamara a atenção na escultura fora a turbina, uma pequena turbina que a escultura toda feita em metal negro, lá tem, a turbina negra de toda a negra e rectangular estrutura em cujos veios estavam diversos pedaços e peças soldadas, numa ideia de industria

D ep o is pa s se i pe l a r ua da a ip, e do angulo de onda pa rei a vera es c u l u ra de ferro, por de t ra sas l e t ra s e t in ham dec o mp os to em se q eu nica em s eu ap ar e ce r c omo o pr i me i ro ip, o pr i me i ro li nk, a ori g em do pr i me i ro li nk, o q ue me ch am ra a a te n çao na es c u l t u ra f o ra a t u rb ina, uma pe q eu na t u rb ina q ue a es c u l t u ra toda f e i ta em met al ne g ro, l á t e m a t u rb ina ne g ra de toda a ne g ra e rec t an g u l ar est rut u ra em c u jo s v e i os est av m di v e r s os peda ç os e pe ç as sol dd os, n uma i d eia de indu s t r ia

Será então a casa da espada, a casa da aposta, o que é mais forte, meu amor, meus amados, a pedra ou a espada, o que mais força tem, o que mais O Tem, o que mais O É, qual a via meu amor, a do conflito da espada, ou a pedra do Amor que todo o mal reduz a pó, nestes termos se pode dizer que se vive o mundo, entre uma e a outra, em cada coração, em cada coração de cada ser e no coração comum, o uno Coração que todos tem

Se rá en tao a c asa da e spa da, a ca sa da ap os ta, o q ue é ma si f o r te, m eu am or, me us am ad os, a pe dr a o ua esa p da, o q ue ma si f o rça te m, o q ue ma is O T em, o q ue ma is O É, q ua l a v ia m eu amo ra do c on f l i to da esa p da, o u a pe dr a do Amo r q ue t u do o m al red u z a p ó, nest es te r mo s se p ode di ze r que se v ive o mundo, en t re uma e a o u t ra, em c ad a cora çao, em c ad a cora çao de c ad a ser e no cora çao co mum, o uno Cora çao q ue todos te m

Depois os rapazes no fiat uno de prata com a porta do lado do condutor metida a dentro, por mim na curva da rua da aip passaram, e quando caminhei em direcção a Alcântara, ali estavam eles de repente parados dentro do carro, a montarem a provocação combinada, alguém lhes terá isso dito para fazer, um susto para abrir o coração e no encontro obter julgamento em verdade, assim pensam pensando metade do que sempre são, mais uma tetra para depois o disse que disse e o veneno no vento, e as caras feias e julgadoras na tv, que depois fazem as chuvas grandes descer e as mortes, nas vezes, parvalhões, como a canção hoje à tarde na rádio cantava, não tenhas nunca medo de caras feias, certo, certinho amada, só nas vezes a vontade de lhes morder as canelas, ou de apresentar em Deus a eles a conta do inferno que criam, sabem-na toda sem saber, bestas e filhos da besta e cornudos e chifrudos, caiam no grande buraco do inferno que sois e que fazeis!

D ep o is os ra p az e s no fi at u no de p rata com a p orta do l ado do c on du tor met ida a den t ro , por mim na c u r v a da r ua da a ip passa r m, e q ua n do ca min hei em di rec ção a al can tara, a li est av m e l es de r ep ene te para d os den t ro do car ro, a mo n t a r em a pr ovo cação co m b ina da, al gume l h es te rá iss o dito para f a ze r, um us to para ab r i ro cora ção e no en c on t ro ob e t rea j ul g a m n to em v e r dad e, as s im p es n am p en san do met ad e do q ue se mp r e são, ma si uma te rta para d ep o is o di s se q ue d iss ee o v ene nono v en to, e as caras f e ia s e j u l a g do ra s na tv, q ue d e p o is f a ze m as ch uvas g rand es d es ce r e a s mor t es, nas v e ze s, para v a l inglês h o es, c omo a can çao h o je à t arde na rá di o can t av a, n ão t en h s n un ca me do de caras f e ia s, ce r to, ce r t in h o am a d a, s ó na s v e ze s a von t ad e de l h es mor de r a s can e l as, o u de ap r es en t ar em D e u s a e l es a c on ta do in fer no q ue c r iam, s ab em inglesa na toda se m s abe r, best as e fil h os da best a e co r nu d os e ch i fr u d os, ca iam no g rand e b ur a c o do inferno q ue s o is e q ue f az e is e x c la mação

Mandala, ressoava em mim a imagem do código e da Mandala que mais uma vez aparecera no ultimo texto grande, o ultimo que publicara, e de repente ao passar ali em frente a carris, dou de caras com a helena, que saia com seu acompanhante de um restaurante e por ali nos ficamos a conversar,

Man d al a, r es s o av a em mim a i mage m do co di g oe da man d ala q ue ma si uma v e z ap ar e ce ra no u l tim o te x to g rand e, o u t l imo q ue pub li cara, e de r ep en te ao passa r al i em fr ente a ca rr is, do u de caras dc oo m a he l en a, q ue s aia com s eu ac o mpa n h ante de um r es t au ra n te e por a li no s f ica mo sa c on v e r sa r,

Mandala como sistema de organização espacial, como a flor de lotus que abre suas pétalas e das quais outras nascem, em perfeitas simetrias radiais que preenchem como sempre a preenchida esfera, noção de pontos múltiplos face a caminhos únicos e dualistas ou que acentuam o dual e tendem a esquecer os outros termos

M a n d a l a co mo sis t ema de o r g am i za çao e spa cia l, co mo a f l or de l ot us q ue ab r e s ua s pe t a l as e da s q ua is o u t ra s n as ce m, em pe r fei t as si met r ia s ra di a is q ue pr en che m c omo se mp r e a pr en ch id a es fera, no ç ao de p on to s mul t ip l os face a ca minho s uni o c os e d ua l ista s o u q ue ac en t uam o d ua l e te n d em a es q eu ce e r o s o u t ros te r mo s

Mandala, ressoava na questão digital, por detrás da serie imensa de fenómenos disruptivos chamados de climatéricos que no mundo ocorreram e a ali estava helena, a irmã do pedro amado da minha infância, que da ultima vez que com ela falara, estava ela a trabalhar na Mandala portuguesa, que muito pouco ou muito muito terá a ver com Mandala , se se pensar mesmo que o código digital como hoje o trazemos, é de certa forma seu oposto, um oposto a lei natural do universo que tanta porcaria assim originou, como origina quando assim a acontece, telefonara-me ela a perguntar se eu tinha um modelo reduzido de avião, assim pró grandinho, um avião salvo erro de carreira comercial, e lhe perguntei porque se lembrara de mim, e ela me recordou dos nosso tempos de meninice, onde meninos sempre andamos a fazer modelos reduzidos , a maior parte de aviões, não será normal aos meninos, querem voar, e olham em seu redor, e assim vem, quando pequenos as formas com que os homens, seus pais, encontraram para voar, disse-lhe que não e por ai ficáramos, ela me perguntou, por mim, e lá eu lhe desfiei, as desgraças em que estes cabrões todos, me trazem, com meu filho afastado a força e a sofrer, e lhe disse, estes filhos da puta não brincam em serviço, estão fartos de matar gente, como aconteceu a teu irmão, vi em seus olhos, a incredulidade que sempre lhe vi, que ela própria não acreditava nisso, espantariam-se meus olhos ainda, se não conhecesse a maldade humana, e se não conhecesse a santa ingenuidade, como se a cena que quebrara o coração a pedro, não fora encomendada, como se aquele seu trajecto não tivesse tido uma forte ajuda de negra mão, pais de merda, sem justiça, ainda agora, entrara no café e na tv , a torre e a rampa inclinada, dentro do mar, assim ficara a imagem simbólica expressa na queda de entre os rios, e as gentes diziam que deixaram de acreditar na justiça em portugal, sete anos se passaram, nenhum responsabilizado, só se pode concluir então que as pontes caiem por sua própria vontade, ou que deverão cair pelas janelas , os filhos da puta todos que trazem a corrupção na justiça, como quereis viver, pensais que se pode viver sem justiça?

M anda la, r es s o av a na q eu s tão di gi t a l, por de t rá s da se r ie i m en sa de f en o m en os di s rup t u vo s ch am ad os de c lima té ric os q ue no mundo oco rr e ram e a a li est av he l en a, a irmã do pe dr o am ad o da min h a in fan cia , q ue da u l tim a v e z q ue com e la f al a ra, est av a e la a t ra b al h ar na man d ala por tu g eu sa, q ue mui to p o u co ou mui to mui to te rá ave r com m na da l a, se s e p en sar me s mo q ue o co di g o di gi t al c omo h oje o t ra ze mo s, é de ce rta forma s eu o p os to, um o p os to a lei nat ur al do universo q ue t anta po r c aria as s im ori gi no u, co mn o ori gina q ua n do as s im a ac on te ce, tele f on ara inglesa me e la a pe r g un t ar se eu tinha um mo de l o red u z id o de avião, as s im pr ó g ra n din h o, um av i ao sal vo e r ro de ca r rei ra co mer cila, e l he pe r gun tei por q ue se l em br a ra de mim, ee la me record o u dos n osso te mp os de me ne nice, onda m en ino s se mp r e anda mo s a f a ze r modelos red u z id os , a maio r par te de avi o es, n ão se rá no r m al aos me nino s, q eu r em vo ar, e o l ham em se u red or, e as s im v em, q ua n do pe q eu no sas formas com q ue os homens, se us pa is, en c on t ra ram para vo ar, di ss e inglês l je q ue n ão e por ai f i c á ramos, e la me pe r g nu to u, por mim, e la ´ eu l he d es fie i, as d es graças em q ue est es c ab r õ es todos, me t ar ze m, com m eu fil h o af as t ad o a f o rça e a s o fr e r, e l he di ss e, est es fil h os da puta n ão br inc am em se r viço, est ão f art os de mat e r g en te, c omo ac on te ceu a t eu i r mão, vi em se us o l h os, a inc ru deli dad e q ue se mp r e l he vi, q ue e la pr ó pr ia n ão ac red it av a ni ss o, e spa n t aria m inglesa se me us o l h o s a inda, se n ão c on he ce ss e a ma l dad e humana, e se n ão c on he ce ss e a s anta in g en u i dad e, c omo se a ce na q ue q eu br a ra o co raçao a ped ro, n ão f o ra en comenda da, co mo se a q u l e se u t ra ject o n ão t ive ss e t ido u ma f or te ajuda de ne gr a m õ a, pa is de mer da, se m j us ti ça, a inda agora, en t r a ra no ca fé e na tv , a torre e a ra mp a inc lina da, den t ro do mar, as s im f ica ra a i mage m si mo li ca e x press a na q eu da de en t re os rios, e as g en te s di z iam q ue de ix a ram de ac red it ra na j us ti ç a em por tu gal, set e ano s se passa ram, ne n h um r ep on s ab il iza do, s ó se p ode c on c lui r en tão q ue as p on t es ca i em por s ua pr o pr ia von t ad e, o u q ue d eve rão ca i r pe l as j ane l as , os fil h os da p u ta todos q ue t ra ze m a co rr up ção na j us ti ça, c omo q eu reis v iv e r, p en sa is q ue se p ode v iv e r se m j us ti ç a e p on to de in te rr o g ac são

Vem as virgens ofendidas pretender por um ponto final no recurso apresentado pelo ministério publico, dizendo categoricamente que o processo ali acaba pois não pode ter mais recurso e continuam a insistir na douta conclusão, quatro cheias grandes houve, o pilar ficou descalço porque as areias foram passear e pum, aquilo caiu, invocando assim acto de Deus, sem mais nem menos, que as pontes e em particular aquela como já se sabia a tinha sido dito a quem de torto direito, que nada fez, se encontrava em perfeito estado de manutenção, e os homens não conhecem os rios nem sabem da cheias nem das sua interacção na sua manutenção e verificação periódica, atempada e manutenção derivada, sobre o s explosivos sem traço que aqui neste Livro da Vida dei conta, que são fabricados e usados por empresas cá em Portugal, nada, zero, nem uma linha , nem mesmo sei se foi investigado, quem vos paga, Oh juizes, ou serão todos cegos, e corruptos de braços dados com a morte e a impunidade dos poderes públicos e políticos e dos partidos, a vida humana mais valor não tem? Caiam vocês em todas as pontes que atravessarem!, que Deus não perdoa às bestas!

V ema s vi r g e ns o f en dida s pr e te n de r p o r u m p on to f ina l no r e curs o ap r es en t ad o pe l o mini s té rio p ub li co, di zen do cat e g ori ca mente q ue o pr o ce ss o al i ac aa p o is n ão p ode ter ma is r e curs o e conti n uam a in sis tir na do u ta c on c lu são, q ua t ro che ia s g r andes h o u ve, o pilar fi co u d es ca l ç o por q ue as a reia s f iram pa ss a ear e p um, a q u i l o ca i u, in vo can do as s im ac to de De us, se m ma is ne mm en os, q ue as p on t es e em par tic u l a ra a q eu la co mo j á se s a bia a tinha sid o di to a q eu m de tor to di rei to, q ue n ad a fez, se en c on t rav a em pe r f e i to est ad o de manu ten são, e os h o me ns n ão c on he c e m o s rios ne m sa be m da che i as ne m das s ua in te ra c ç ão na s ua manu ten ção e v eri fi caçao pe rio di ca, a te mp ad a e m en u te n ção d eri v ad a, s o b reo s e x p l os iv os se m t ra ço q ue a q u i nest e Li v ro da V i da de i conta, q ue são f ab ric ad os e usa d os por e mp r e sas c á em Por tu gal, n ad a, z ero, ne m um linha , ne m me ms o se ise f o i in v es ti gado, q eu m vo s p ag a, o h ju i ze s, o u se rão todos ce g os, e co rr u pt os de br aç os dad os com a mor te e a i mp uni dad e dos p ode r es pub li co s e po li tic os e dos par t ido s, a v ida humana ma is valor n ão te m? Ca iam vo c es em t o d as s ap on t es q ue at rave ss ar em!, q ue Deus n ão pe r d o a às b es t as co rr u pt as!

A senhora da mandala, muito dada com os políticos, até em tempos lhes quis fazer um museu de cera, e os egos das bestas tão pequeninas, que logo caem em sua mão perversa, nós num museu de cera, perpetuados em derreter todos os futuros, como tão bem o fazemos no presente, bela promiscuidade e belos contratos e muitos roubos de autorias diversas, assim não vai mafalda mendes de almeida, senhora das grandes manhas

A s en hor a da m anda la, mui to dada com os po li tic os, at é em te mp os l h es q u is f az e r um mu s eu de ce ra, e os egos da s best as tão pe q eu nina s, q ue l o g o ca em e m s ua mão pe r v e r sa, nó s n um mu se u de ce ra, pe r p e tua d os em de rr e te r todos os futuro s, c omo tão b em o f a z e mo s no pr es en te, be l a pr o m is q u i dad e e be l os c on t rato s e mui to s ro ub os de au to r ia s di v e r sas, as s im n ão v a i m af al da m en d es de al mei da, s en h o r a das g rand es m anha s

E lhe disse a helena, cá se fazem, cá se pagam, pois me tinha apercebido que o seu irmão acabara de cair num avião em África, espantado ficara eu ao saber que ele era irmão dela, tambem helena assim ficou, pois tambem não o sabia, e eu pensado em meus botões quando o soubera, a Lei, se mantém no tempo sem tempo, não foi porventura a senhora, que era quem mais culpas se calhar trás, mas fora seu irmão, ressoava linha antiga, as mulheres, que conheceram as dores de parto, tudo se perdoa, e recordava da sequência, e de uma outra relação que a posterior aparecera e me dera assim a linha da figura, o rapaz lutador em cadeira de rodas, o salvador, apanhara-o num programa de televisão, e gostara do que nele vira, fora o seu pai que se fora, o seu grande pilar como ele próprio dissera, o rapaz, que se estampara um dia ao voltar a casa com uns poucos copos a mais e ficar numa cadeira de rodas, e se me fez em parte luz, queres ver que estes cabrões tambem inventaram e puseram na altura a correr que eu teria sido responsável da sua queda?

E l he di ss e a he l en a, cá se f az em, cá se p a g am, p o is me tinha ap e r ce bid o q ue o s eu i r mao ac ab ra de ca i r n um avião em af r ica, e spa n t ad o f ica ra eu ao s ab e r q ue e le e ra i r mão de la, tam b em he l en a as s im fi co u, p o is t am b em n ão o sa bi a, e eu p en sado em me us b ot õ es q ua n do o s o ub e ra, a Lei, se m na te m no te mp o se m te mp o, n ão f o i por v en t u ra a s en hor a, q ue e ra q eu m ma is c u l p as se c l a h ra t rá s, ma s f o ra se u i r mao, r es s o av a li n h a ant i g a, as mul he r es, q ue c on he ce ram aa s d o r es de par to, t u do se pe r d o a, e record av a da se q eu n cia, e de uma o u t ra relação q ue a p os te rio r ap ar e ce ra e me de ra as s ima li n h a da fi g ur a, o ra p az l u t ad or em ca de ira de ro d as, o salvador, ap aa n h ara inglês o n um pr o g rama de tele visão, e g os t ara do q ue nl e v ira, f o ra o s eu pai q ue se f o ra, o s eu g rand e pi k l ar c omo e l e pr ó pr io di ss e ra, o ra p az, q ue se est a m p a ra um dia ao vo l t ar a c asa com u ns p o u c os cop os a ma is e fi car n uma ca de ira de ro d as, e se me fez em par te luz, q eu r es ver q ue est es c ab r õ es tam b em in v en t ar am e p use ram na al t u ra a co rr e r q ue eu te ria sid o r es p o ns ave l da s ua q eu da e x c la mação

Trazia estes fios dentro de mim, pena era o que trazia em meu peito por salvador, seus olhar, seu sorriso morava dentro de mim desde que o vira a falar, depois entrei em dia seguido numa livraria entre o rossio e o terreiro do paço e nos livros aos montinhos assim na altura li

T ra z ia est es fi os d en t ro de mim, pe na e ra o q ue t ra z ia em m eu pei to por sal v ad or, se us o l h ar, s eu s or riso mor av a d en t ro de mim d es de q ue o v ira a f al ar, d ep o is e ny t rei em dia r e ce n te n uma li v ra ria en t re o ro s sio e o te r rei ro do p aço e no s li v ro s aos mo n t in h os as s im na al t u ra li se guido

Ouvira no espirito, salvador em carne viva, certamente que sim ao perder seu pai, abri os livros ao calha como de costume, e quanto o calha calha ser calha, que sempre não o é, pois uma ordem no aparente caos sempre desenhada está e é visível a quem vê,

O u v ira no es pi rito, sal v ad or em car ne v iv a, ce rta mente q ue s im ao pe r de r se u pai, ab r i os li v ro s ao ca l h a co mo de c os t u me, e q ua n to o calha cal h a se r calha, q ue se mp r e n ão o é, p o is uma o r d em no ap a rn te cão s se mp r e d es en a h da est á e é v i si v el a q eu m v ê,

Apareceram os seguintes elementos semânticos, a espada de toledo, dr ascenso mo and, ramblas, os senhores do norte, rapidinhas, quichinsm, em carne viva, a mulher que eu sou, os meus ouvidos de morcego, jogo infantil do avião inglês, depois do macaco preto, traficantes de armas, altifa m, rick murdock e as explicações deles, francisco é a merda do asfalto da psico, o neal e salomon, fiat pond b sis tel, vi ru z , affluenza , as festas da vera nos anos noventa

Ap ar e ce ram os se gui n t es e l e m en to s s ema n tic os, a e spa da de t ole dol, dr as c en s o mo and, ra m b la s, os s en hor es do no r te, ra pi din h as, q u i ch i ns m, em car ne v iv a, a mul her q ue eu s o u, os me us o u v id os de mor ce g o, j o g o in fan til do av i ao in g l ê s, d ep o is do m ac a c o pr e to, t ra f i can te s de ar m as, al ti f am, r i c k y m ur do ck e as e x p li caçoes d e l s, fr anc isco +e a mer da do as f al to da ps i co, o ne al e sal o mon, fi at p on d b sis te k l, vi ru z , a ff l eu n za , as f eta s de v e ra no s ano s na os no v en ta

A senhora trazia o cotovelo em angulo levantado, pequenos fios se escapavam sobre ele, vindos talvez de suas vertes , o sal é do mar, o cálice ao lado da cruz em cima do livro, o código doas cores, de aixo para cima sobre negro, amarelo, rosa, negro espaço, verde m rosa, por de cima o na chama o pentagrama e depois o bode, as te da orelha, carlos gagidal, clemornt ferrand, toulouse, nivers universidade

A s en hor a t ra z ia o c ot o v e l o em an gula l eva n t ad o, pe q eu no s fi os se esca p av am s ob re e l e, vi n d os t al v e z de s u as v e r te s , o sal é do mar, o ca li ce ao l ado da c ru z em c ima do li v ro, o co di g o do as cor es, de a ix o para c ima s ob re ne g ro, am ar e l o, ro sa, ne g ro esa p ç o, v e r de m rosa, por de c ima o na ch ama o p en t a g r ana e d ep o is o bo de, as te da ore l h a, car l os ga gi d al, c le mo rn fe r rand, to u l o se, ni v e r s uni v e r sida de

Era já noite, trazia fome em mim, apetecia-me um frango, entrei no restaurante depois de ver a lista, quatro euros e meio por meio frango, um luxo, que me ofereci, fiquei sentado numa mesa, ao lado de uma outra comprida cheia de policias a paisana que provavelmente eram ali da esquadra, falavam de caça , de caça ao javali, e do prazer e da força e da prova de matar um com suas próprias mãos depois de lhe dar um tiro, certamente, e que as balas quando voam ao longe, abanam pelo vento, a senhora me trouxe uma meia dose, grande, grande, de tal forma bem me soube que no final fui a cozinha agradecer-lhe, dizer que estava muito bom, ah amada devias ver como ela ficou contente, toda a se sorrir

t ra z ia f o me em m im, ap e te cia inglesa ne um fr an g o, en t rei no r es t au ra n te d ep o is de v e r a li s ta, q ua t ro eu ro s e mei o por mei o fr a n g o, um l ux o, q ue me o f e r e c i, fi q eu i s en t ad o n uma me sa, ao l ad o de uma o u t ra co mp rid a che ia de po li cia s a pa i s a na q ue pr ova v e l e mn te e ram al i da es q ua dr a, f al av am de c aç a , de ca ç a ao j ava li, e do pr a z e r e da f o rça e da pr ova de mat ar um com s u as pr o pr ia s mãos d ep o is de l he d ar um ti ro, ce rta m en t 4 e, e q ue as ba l as q ua n do vo am ao l on ge, ab ana m pe l o v en to, a s en h o r a me t ro u xe uma me ia do se, g rande, g rande, de ta l forma b em me so u b e q ue no f ina l f u ia c oz in h a a g ra dec e r inglês l he, di ze r q ue est av a mui to bo m, a h am ad a de vi as v e r c omo e l a fi co u c on te n te, t o d aa se s or r i r

Sabes amada, o presente que te dei, é mais um dos presentes muitos que dou pelo amor em que te trago ao amor e ao mundo que ele é, e a parte das cascas das casas será provavelmente, um dos produtos mais inovadores deste século em que agora entramos, e só com inovações assim, que alterem as questões primordiais que a humanidade assegurará a viabilidade do seu futuro e contente estou pelo amor e por te amar e por ser por ti amado, feliz duplamente feliz se o que leio for a verdade que trazes em teu peito, o reconhecer do nosso amor no eterno, quem és, quem somos, quem os dois somos,

S ab es am ad a, o pr es en te q ue te dei, é ma is um dos pr es en te s mui t os q ue do u pe l o amo r em q ue te t ra g o ao amo r e a o mundo q ue e l e é, e a par te das c as ca s das c a sas se r é por v ave l mente, um dos pr o du to s ma si ino v a d o r es d este sec u l o em q ue agora en t ramos, e só com ino v aç oe s as s im, q ue al te r em as q eu s toes pr i mor dia sis q ue a h uma ni dad e as se g ira a v ia bil iade do s eu f u t ur o e c on ten te est o u pe l o amo r e por te am ar e por se r por ti amado, f e li z d up l am en te f e li z se o q ue lei o f o r a vera de q ue t ra ze s em te u pei to, o r e c on he ce r do n osso amo r no e te r no, q eu m é s, q u e m s omo s, q eu m os do is s o m o s,

Contudo a situação continua esta, os argumentistas estiveram em greve porque as empresas das redes que são tambem produtoras, não querem que os primeiros participem nas explorações conexas, por outro lado redes são, sempre e tambem conteúdos, temos pela primeira vez uma rede mundial, que permite teoricamente qualquer tipo de informação em qualquer tipo de lugar do uno lugar

C on tudo a si tua ção conti n ua es ta, os ar gum en t ista s es ive ram em g r eve por q ue as e mp r e sas das red es q ue são t am b em pr o du toras, n ão q eu r em q ue os pr i me rio s par tic ipe m nas e x p l o ra ç o es c one x a s, por o u t ro l ad o red es são, se mp r ee t am b em cn t eu d os, t emo s pe l a pr i me ira v e z uma red e m un dia l, q ue pe r mite teo ric am n te q ua l q eu r t ip o de in for maçao em q ua l q eu r t ip o de k l u g ard do u no lu g ar

Informação, ou melhor da informação, constam sempre ideias, e as ideias muitas delas sempre estiveram na base dos negócios humanos e dos consequentes sistemas financeiros, e hoje qualquer ideia que num lugar se tenha poderá estar a outro nos antípodas, no mesmo preciso momento, posta então a funcionar inclusive naquilo que chamamos mercado

In for mação, o u me l hor da in for mação, co ns tam se mp r e i deia s, e as id e ia s mui ta s de la s se mp r e s t iv e ram na b ase dos ne g ó cio s h uma no s e dos c on se q eu n t es sis t ema s f ina n ce i ros, e h o je q ua l q eu r m i d e o q ue n um lu g ar se te n h a p ode rá est ra a o u t ro no s ant ipod as no me s mo pr e c is o mo m en to e p os ta en tao a f un cio n ar inc lu s iv e na q eu i l o q ue ch am amo s me rca do

O sistema produtivo, o sistema de patentes de propriedade chamada intelectual, a criação, no moldes como era concebida e entendida, desapareceu, um vento inevitável, o varre neste momento, um vento sem remissão de voltar para trás, pois será necessariamente, o sistema, que a ao novo tem de adaptar, nem pode mesmo acabar com ele ou refrea-lo, pois é ele em grande parte,

O sis t ema pr o du t iv o, o sis t ema de pa t en t es de pr o pr i e dad e ch ama da intel e c t ua l, a c r ia ç ão, no mol d es co mo e ra c on ce bid a e en t en dida, d esa par e ceu, um v en to ine vi t ave l, o v ar r e ne st e mo m en to, um v en to se m r emi s são de vo l t ar ap a ra t rá s, p o is se rá ne ce ss aria mente o sis t ema q ue a ao n ovo te m de ad pat r, ne m p ode me s mo ac ab ar com e l e o u r efe ra l o p o is é e l e em g rande par te,

De nada servem as estradas se nelas não passarem carros, sem carros que as usem, o maior valor dos dois é sempre o movimento, visto que as primeiras servem a função das segundas, e o valor é sempre a estrada, o carro e o condutor, e os passageiros, e tudo isto é O Caminho

De n ad a se r v em a s es t ra d as se nelas n ão pa ss ar em car ros, se m car ros q ue as as eu m, o maio r v a l or dos do is é e mp r e o mo vi m en to, vi s to q ue as pr i me ira s se r v ema f un c ç ao das se gun d as, e o valor é se mp r e a es t a rda, o car ro e o c on du tor, e os pa ss a geiro s, e t u do is to é caminho

As redes seriam inúteis se não existissem nelas conteúdos, por si só de pouco sempre valerão, se o negócio aqui passa em sua essência pelo armazenamento e transporte de sinal e do consequente custo por comunicação, esta é tambem a formula natural de retribuição do rendimento que se deve aplicar ao que se transmite, como um carro que paga portagem numa auto-estrada, e consequentemente , o montante do negocio, é que tem redes e quem com elas gera riqueza

As red es se r iam in u te is se n ão e xis t iss em nelas c on te u d as, por si s ó de p o u co se mp r e v al e rão, se o ne g o ciso a q u i passa em s ua es s en cia pe l o t ar ma ze mna met no e t ra sn porte de sina l e do c o ns q eu n te c us to por co muni ca çao, es ta é t am b ema for mula na r ur al de r e t rib u i ção do r en die mn to q ue se d eve ap l cia r a o q ue se t ra ns mite, co mo um car ro q ue p a g a p orta g em n uma au to es t ra da, e co ns q eu n te mente , o mo n t ante do ne g o cio, é q ue te m red es e q eu m com e la s ge ra riq ue za

A rede devia ser por si só como na realidade é tambem, uma armazém de ideias, e todas as ideias que lá circulam tem sempre uma origem, a não ser quando alguém prefere que ela não a tenha e saiba para isso

A red e de v ia se ro por si s ó c omo na r e la i dad e é t am b em, uma rama ze m de id eia s, e todas as i deia s q ue l á cir c u l am te m se mp r e uma ori g em, a n ão se r q ua n do al g eu m pr efe r e q ue e la n ão a te n h a e sa iba para iss o

Qualquer ideia de registo, defesa ou representação de direitos, ideias, patentes, ou seja o que for desta natureza, que não passe por aqui, está completamente obsoleta, não funciona e entrevará sempre qualquer desenvolvimento economico e tem como agravante, não retirar do sistema de rede as enormes vantagens que a informação assim disposta proporciona

Q ua l q eu r id eia de r e gi s to, d efe sa o u r ep r es neta ção de di rei to s, id e ia s, pat en t es, o u seja o q ue for d est a nat ur e za, q ue n ão passe por a q u, est á co mp l eta mente ob s l eta, n ão fun cio na e en t r eva rá se mp r e q u q l q eu r d es en vo l vi e mn to eco no mico e te m co mo a g rav ante, n ão r e tir ar do sis t ema de rede as en o r mes van t a g e ns q ue a in for mna çao a ss im di s posta pr o p rocio na

Qualquer exploração comercial derivada deve ter sempre um retorno para todas as partes que permitiram e concretizaram receita, na correcta proporção de cada parte, numa relação com o valor, e isto é fácil de concretizar, quando se trata por exemplo de um produto ou de um conceito que vai ser comercializado, mais difícil por exemplo avaliar a parte de dois músicos que juntos fazem um disco e do técnico que misturou, que muitas vezes é ele mesmo musico, e existem regras mais ou menos funcionais a este nível da realidade

Q ua lu q e r e x p l o ração co m erica l d eri v ad a d eve ter se mp re um r e tor no para todas as par t es q ue pe r mit i ram e c on c r eti za ra m r e ce i ta, na co rr e cta pr o p ro çao de c ad a par te, n uma relação com o valor, e is to é f ac i l de c on c r eti za r, q ua n do se t rata por e x e mp l o de um pr o du to ou de um c on ce i to q ue v as i ser co mer cia liza do, mai s di fi c i l por e x e mp l o ava l ia r a par te de do is um sicos q ue j un to s f a z ze m um di s co e do tec nico q ue m is t ur o u, q ue mui t as v e ze s é e l e me s mo um sico e e xis te m r e g ra s ma is o u m en os fun cio na is a este n ive l da real i dad e

Sabes amada, me ponho a pensar, este conceito que agora qui no mundo partilhei, que se fez e faz mundo ao ser partilhado, ainda não tive nenhuma reacção a ele, nem que é um conceito delirante, o que não é, nem ninguém me disse, vamos fazer assim, reunir estas competências e mais estas que pensamos ser necessárias ao desenvolvimento, e vamos apostar em sua concepção e fabrico, vamos criar um novo produto, diz aqui o que está a meu lado na mesma cidade ou no mesmo país, mas o que está ao fundo num pais distante poderá o mesmo fazer, eu não recebo nado, nem te posso oferecer de vestir ou dar de comer aos nossos filhos, e daqui a uns tempos, mais tarde do que será sempre de desejar, existirão vinte marcas que o fazem

S ab es am ad a, me p on h o a p en sar, este c on ce i to q ue agora q u i no mundo par ti l hei, q ue se fez e f az mundo as o ser par t ilha do, a inda n ão t iv e n e n h uma rea çao a e la, ne m q ue é um c on ce i to de lei ra n te, o q ue n ão é, ne m nin g eu m me di s se, v amo s f az e r as s im, r eu ni r est as co mpe ten cia s e ma is est as q ue p en sam os se r ne ce ss ária s o ao d es en vo l vi m en to, e v amos a pp os t ra em se u c on ce p ção e fabri co, v amos t r e u m n ovo pr o du to, di z a q u i o q ue est á a m eu l ad o na me s ma cidade ou mn o me s mo p a ís, ma s o q ue est á ao fun do n um a ps i di s t ante p ode rá f a ze r o me s mo, eu n ão r e ce bo n ado , ne m te p osso o f e recer de v es tir o u d ar de co mer a as n ossos fil h os, e da q ue a u ns te mp os, ma is t arde do q ue se rá se mp r e de d es e j ar, e xis tir am vi n te ma rca s q ue o f a ze m

Eu continuo sem te poder levar a jantar fora, mais a mais para ti cozinhar, que me dá sempre muito gosto, hoje dei de jantar a minha vizinha, que não lhe apetecia cozinhar e eu lhe disse, vem lá que não vais ficar sem jantar, faço para mim, faço para ti, meus direitos e sua defesa, nem vê-los, tambem como, se quem por eles devia velar, se fez ladrão e ainda por cima, sem policia para os prosseguir, ou tribunal dos homens que aceite minhas queixas, e eles nada dizem, roubam e fazem do roubo e do roubar, o silencio, na minha terra justa, estariam todos para serem presos, previamente levados para a esquadra para inquérito, não é assim a nossa?

Eu conti n u o se m te p ode r l eva ra a j antar f o ra, ma is a ma is para ti ac oz in h ar, q ue me d á se mp r e mui to g os to, h oje dei de j antar a min h a vi z i n h a, q ue n ão l he ap e te cia c oz in h ar e eu l he di s se, v em l á q ue n ão vi as fi car se m j antar, f aç o para mim, f aç o para ti, me us do i rei to e s ua d efesa, ne m v ê inglês sala, t am b em co mo se q ue m por e l es de v ia ve l ar, se fez l ad rão e a inda por c ima, se m po li cia para os p ro ss e gui ro u t rib u na l dos homens q ue ac e ite min h as q eu ix as, e e l es n ad a di ze m, ro u b am e f a ze m do ro ub o e do ro ub ar, o si l en cio, na min h a terra j us ta, est aria m todos para se r em pr es os, pr e via mn te l eva d os para a es q ua dr a para in q eu rito, n ão é as s im a n os as e in te rr o g ac são

Vês amada, mais uma vez em minha vida poderia ser um dos homens mais ricos do planeta no plano do metal, e se não o sou, sou-o certamente no de maior valor, o amor em que me trazes e eu te trago, se bem que não possa pagar renda e comida em beijos, o que certamente está errado, pois tudo é acto de amor, menos esta merda da forma como se vai no chamado plano da produção e do rendimento e da sua distribuição, bela imagem hoje no jornal de um bebe morto por um míssil, ponham-na nas secretárias de todos os ministros do quarto império do mundo, cabrões, para se lembrar de como são bestas e já agora ponham-nas nas escolas primárias, para que a gente mais pequenina, saiba desde logo como seus pais são loucos

V ês am ad a, ma is uma v e z em min h a v ida p ode ria ser um do s homens ma is ric os do p l a n eta no p l ano do met al, e se n ão o s o u , s o u inglês o ce rta mente no de maio r valor, o am ao r em q u em e t ra ze s e eu te t ra g o, se b em q ue n ão p os sa pa g ar r en da e co mida em bei jo s, o q ue ce rta e mn te est á e rr ad o, p o is tudo é ac to de amo r, m en os est a mer ad a da forma c omo v a i no ch ama d o p l ano da p o du çao e do r en di m en to e da s ua di s t rib u i çao, be l a i mage m h oje no jo r na l de um be b e mor to por um miss il, p on ham inglesa na n as sec r etá ria s de todos os mini s t ros do q ua r to i mp é rio do mundo, c ab ro es, para se l em br ar de co mo são best as e j á agora p on ham inglês nas n as es colas pr i ma ´ r ia s, para q ue a g en te ma is pe q eu nina, sai ba d es de l o g o co mo se us pa is são lou co s

Por outro lado se isto é verdade, tambem o é a eterna contestação que o amor faz amor, e que os que se amam, iluminam o amor , um mesmo se passa com as ideias, habitam no mesmo continuo e são todos vizinhas, e andam de carros invisíveis, e são luz, e são energia e são emoção, e habitam nas cidades e nos campos, e no mar e se vem por vezes na janelas próprias a acenar, vivem fora e dentro e no permeio

Por o u t ro l ado se is to é v e r dad e, t am b em o é a e te rna co ns testa ção q ue o amo r f az am ao r, e q ue os q ue se am a, i lu mina m o amo r , um me s mo se passa com as id e ia s, h abi tam no me s mo conti n u o e são todos vi zi n h as, e anda m de car ros in v isi v e is, e são l u z, e são ene r gi a e são emo ção, e h abi tam nas cida d es e no s cam p o se no mar e se v em por v e ze s na j ane l as pr o p r ia s a ac en ar, v iv em f o ra e den t ro e no pe r mei o

Pois se os homens ainda não perceberam e implementaram as novas regras a montante da criação de toda a produção, como poderiam esperar bonança neste domínio, e assim as crises se mantém, crise, amada, é ter chegado a primavera e eu não ter os teus lábios para te beijar, Ah amada está calor e sol e todo eu fico quente a te ansiar, me apetece derreter feito quente gelado em teu ventre

P o is se os homens a inda n ão pe r ce b ram e i mp le m en t aram as n ovas r e g ra s a mo n t ante da cir a ção de toda a pr o du çao, c omo p ode r iam es pe ra r bo na n ça nest e do mini o, e as s im as c r i ze s se a m n te m, c r ise, am ad a, é te r che gado a pr i ma vera e eu n ão te r o s te us l á b i os para te bei j ar, a h a am ad a est á ca l or e sol e todo eu fi co q eu n te a te an s ia r, me ap e te ce de rr e ter f e i to q eu n te ge l ado em t eu v en t r e

E se tudo isto é assim e o sendo não o é, ou é só em pequena parte do que poderá ser, se a inteligência morasse nas cabeças, como quando eu te beijo, o amor aumenta, podia dizer mesmo que se torna riqueza e enriquece, vê lá tu quando mesmo assim ao longe perto te beijo, o amor, se torna sempre mais poderoso e gera maior luz, pois uns belos rapazes e não sei se raparigas, espero tambem que sim, pois toda a criação assim sempre se torna mais apetecível e prenhe, ao mesmo tempo, olharam o já feito, e decidiriam em vez de apanhar os raios do sol do com uma luva de basebol americana que torna a mão maior e lhe dá mais possibilidades e é um tipo colchão para melhor agarrar a bola quando feita raio vem do ceu a mão parar, decidiram e fizeram um tipo pingue pong, misto ténis, com as partículas e as ondas que as fazem durar mais tempo do lugar no lugar passar, assim como um pingue pongue em jogo de espelhos, como quando eu me deleito a espreitar do leito, tu a te vestir olhando-te ao espelho, e assim descobriram um método, uma forma de aumentar em cinquenta por cento a capacidade de produção energética dos actuais painéis solares, o que prova, que quanto mais se beija, mais energia se faz , e que assim de uma penada, tornaram os painéis e a energia que se obtém através deles, muito mais rentável, e portanto tambem mais concorrente no cesto do pic nic energético de que todos necessitam, ah amada se cá estivesse, hoje fazia sanduíches e íamos ali ao jardim, com uma mantinha almoçar e depois uma sempre necessária sestinha, muito muito quentinha, assim sobre a sombra de uma arvore grande , a fazer ténis de lábios e vai vem de corpo de mar

E se t u do is to é as s im e o s en do n ão o é, o u é s ó em pe q eu na par te do q ue p ode rá ser, se a intel i g ne cia mor ra s se nas ca beça s, q ua n do eu te bei jo, o amo r au m en ta, po dia di ze r me s mo q ue se to rna riq ue za e en ru q eu s se, v ê l á t u q ua n do me s mo as s im ao l on ge pe r to te bei j o, o amo r, se to rna se mp r e ma si p ode roso e ge ra maio r l u z, p o is u ns be l os ra pa ze s e n ão se i se ra pa riga s, es ps ero t am b em q ue s im, p o is toda a c r i a ç ão as s im se mp r e se to rna ma is ap e te c iv el e pr en he, ao me s mo te mp o, o l h aram o j á f e i to, e dec id i r iam em v e z de ap na h ar os raio s do sol do am ro, com uma l uva de b ase bo l am erica na q ue to rna a mão maio r e l he d á ma is p os si bil i dad es e é um t ip o co l ch ao para mel h or a g ar ra r a bo l a q ua n do f e i ta rai o v em do c eu a mão pa r ar, dec id iram e f iz e ram um t ip o pi n g ue p on g, m is to té ni s com a be l a m en ina loi ra, com as par tic u l as e as ondas q ue as f a ze m dura m te ma si te mp o do lu g ar no l u g ar passa r, as s im c omo um pi n g ue p on g ue em j o g o de es pe l h os, c omo q ua n do eu me de lei to a es pe rei t ar do lei to, tu a t e v es tir o l h and o inglesa te ao es pe l h o, e as s im d e s cobri ram um met o d o, um forma de au m en t ar em c in q eu n ta por c en to a c ap a cidade de pr o du çao ene r g é t u ca do s ac t ua is pa ine si sola r es, o q ue pr ova, q ue q un to ma si se bei j a, ma s ene r g ia se f az , e q ue as s im de uma pe n ad a, tor n aram os pa is ne s e a ene r g ia q ue se ob t r em at rave s de la mui to ma si r en n t av e l, e p orta n to tam e b m ma si c on corrente no ce ts o do pi c ni c ene r ge tic o de q ue todos ne ce s sit am, a h am ad a se c á est iv es se, h oje f az ia san d wich es e iam os a li ao jardim, com um m na t in ha al mo ç ar e d ep o is uma se mp re ne ce s sa ´ ria s es t in h a, mui to mui to q eu n t in h a , as s im s ob re a s om br a de uma ar vo re g rand e

Neste meu pais de brincar e de masoquistas e sádicos que gostam muito de berrar da falta de condições e por ai fora ao menos infinito, e da falta de dinheiro e onde os jornal ontem dava conta de aumentara a pobreza para cerca de vinte e quase cinco por cento das crianças, que ainda continuam a trabalhar, a revelia de tudo, do amor, e da lei, e inteligência e do futuro que habita sempre no agora ou mesmo no ontem, não ouvi eu no dia seguinte, vamos lá por mãos a obra sobre esta questão das cascas, da casa vamos fazer centrais, preferem os cegos continuar zangados a muito bater, ou mesmo não bater, pois nas vezes parece mesmo que ninguém já trás os ditos, sem diferença no sexo, a não ser nas cordas vocais, o que já não é mau de todo, e mesmo eles, sempre lá vivem, mas enfim, sem fim, em noites mal dormidas sem amor e só de revolta e zanga no meio do edredon que separa os amantes e não cria os beijos

Nest e m eu pa is de br inca r e de m as o q u ista s e s a d i cos q ue g os tam mui to de be rr ar da f al ta de c on di ç o es e por ai f o ra ao m en os in f in i to, e da f al a t a de d ine hiro e onde os jo r na l on te m d ava c on ta de au m en tara a p ob r e za para ce rac a de vi n te e q u ase c in co por c en to das c r ian ç as, q ue a inda conti nu am at ra ba l h ar, a r eve l ia de tudo, do ama o r, e da lei, e intel e i g en cia e do f u t u ro q ue h abi ta se mp r e n o agora o u me s mo no on te m, n ão o u vi eu no d ia se gui n te, v amos l á por mao s a ob ra s ob r e est a q eu s tão das c as ca s, da c asa v amos f ax e r c en t rai s, pr efe r em os ce g o s conti n ua r zan gados a mui to bate r, o u me s mo n ão bate r, p o is na s v e ze s par e ce me s m q ue nin gume j á t rá s os do i t o s, se m difer en ç a no se x o , a n ão se r na s co rda s vo cais, o q ue j á n ão é m au de todo, e me s mo e l es, s e mp r e l á v iv em, mas en fim, se m fi m, em no it es ma l do r midas se m amo r e s ó de r e vo l ta e zan g a no mei o do ed red om q ue s epa ra os am ant es e n ão c r ia os bei j os

Estúpidas noticias e mentirosas por cima, pois se vinte e cinco por cento delas estão em risco de pobreza, setenta e cinco por cento da população tambem estará, pois não existe uma criança sem uma mãe e um pai, e se a miséria é grande e vai grande neste país, espero eu que não vá assim tanto, como grande é estupidez e a manipulação de quem assim escreve

Est up id as no tic ia s e m en tir o sas por c ima, po i se vi n te e c in co por c en to de la s est ão em r isco de p ob r e za, set en ta e co n co por c en to da pop u l a ção t am b em est a rá, p o is n ão e xis te uma c r ian ça se m uma mãe e um pai, e se a misé ria é g rande e v a i g rande neste pa ís, es p ero eu q ue n ão vá s sin t ant o, c omo g rande é es t up i dez e a mani p u l a ção de q ue m as s im es c r eve

Minha vizinha trouxe o seu cãozinho com ela quando cá veio jantar, é daquela raça que muitos consideram perigosa e é ainda bebé, mas é já um bebé extremamente focado, e tem um irmão ou uma irmã que vive com um rapaz dela amigo chegadinho, que dá pelo alcunha de set, mostrou-lhe a minha amiga duas bolas de basket que aqui andam e o cãozinho nunca mais as quis largar, de tal forma que as páginas tantas se pós a bola em cima de uma cadeira onde vive em forma temporária um alta pilha de jornais, que é coisa que nesta casa não faltam por todo o lado, e o cãozinho aí me deu noção exacta de como é focado e de como aquela raça quando se lhe mete uma na cabeça, não desiste, pois o cão que é assim tipo uma salsicinha preta e branca com perninhas curtas, lá ficou aos saltos a ver se tombava a bola, esperto, bicho, depois durante o jantar apareceu com algo na boca que me pareceu primeiro ser uma tampa de uma garrafa de óleo ou azeite, ou algo assim, e depois para meu espanto vi que era o sininho doirado que um dia nos olivais num bailado conduzido por minhas amadas pombas me fez descobrir debaixo de umas tábuas ao lado de uma arvore, e que eu guardava com muito carinho, pois o cãozinho, me deu cabo dele, e quando o deu, olhei no eixo de tal acontecer e vi na bancada uma garrafa de óleo amarelo com um girassol, e três omegas, ou seja o cão do irmão do set, mordera três ases omega, e partiu um sininho doirado, ou seja, uma fada

Min h a vi z in h a t ro ux e o s eu cão z in h o com e la q ua n do cá veio j antar, é da q eu la r a ç a q ue mui to s c on side ram pe rigo sa e é a inda b e b é, mas é j á um be b é es t r ema m en te foca do, e te m um irmão ou uma irmã q ue v iv e com um ra p az de la ami g o che g a din h o, q ue d á pe l o al cunha de set, ms ot ro u inglês l he a min h a ami g a du as bo l a s de ba s k e t q ue a q u i anda m e o ca o z in h o n un ca ma is as q u is l ar g ar, de t al forma q ue as pá gina s t antas se p os a bo l a em c ima de u ma ca de i ra onda v iv e em forma te mp o rá ria um al ta p i l h a de jo r na is, q ue é co isa q ue n est a c asa n ão f al tam por todo o l ad o, e o ca oz in h o aí me d eu no ç ão e x ac ta de c omo é foca do e de c omo a q eu la r a ç a q ua n do se l he met e uma na ca beça, n ão d e sis te, p o is o ca o q ue é as s im t ip o uma sal sic in h a pr eta e br anca com pe rna nin h as c ur t as, l á fi co u ao s sal to sa v e r se tom b av aa bo l a, es pe r to, bic h o, d ep o is duran te o j antar ap ar e c eu com al g o na b oca q ue me par e eu pr i me i ro ser uma t am pa de uma g ar raf a de o leo o u az e i te, o u al g o as s im, e d ep o is para m eu e spa n to vi q ue e ra o sin in h o di ra do q ue um dia no s ol iva si n um ba ila do c on du z ido por min h as am ad as p om ba s me fez dec o br i r de ba ix o de um as t ab u as ao l ad o de uma ar avo re, e q ue eu g u a rda v a com mui to ca rin h o, p o is o ca oz in h o, me d eu ca bo de le, e q ua n do o d eu, o l hei no e i xo de t al ac on te ce r e vi na ban c ad a uma g ar raf a de o leo am a r e l o com um g ira s sol, e t r ê s o mega s, o u se j a o cão do irmão do set, mor de ra t r es as es o mega, e par ti u um sin in h o do ira do, o u se j a uma f ad a

No dia seguinte a ter falado com alice, em casa de minha vizinha perguntei-lhe qual era o nome do outro cãozinho dela, o de pelo doirado, o tal caniche, que afinal era um cão, o que estava a janela quando a alice me dissera para olhar para a esquerda para a ver, seu nome, gandalf, fiquei eu com as orelhas em bico como um elfo, pois ainda em dia recente a gandalf me tinha referido, sobre uma visão do cabelo do cavaco silva

No dia se gui n te a ter f a aldo com al a ice, em c asa de min h a vi z in h a pe r gun tei inglês l he q ua l e ra o no me do outro ca oz in h o de la, o de pe l o do ira do, o t al can i che, q ue af ina l e ra um cão, o q ue est av aa j ane la q ua n do a al i ce me di ss e ra para o l h ar para a es q eu rda para a ver, s eu no me, gan d a l f, fi q eu i eu com as o r e l h as em bi co c omo um el f o, p o is a inda em dia r e c en te a gan d a l f me tinha r efe rid o, s ob r e uma vi são do ca belo do c av ac o silva

Ouvira eu no espirito depois da conversa, já me apanhaste duas vezes por detrás, não me apanharás uma terceira, e aquela frase enigmática que me aparecera e que me parecia estar relacionada com a conversa da alice, me ficara a ressoar, um ressoar, que me dizia, alto lá, quem é que pensa que eu já o apanhei, duas vezes, e que se complementava com um outro dizer, agora que me conheces, não me apanharás,

O u v ira eu no es pei rito d ep o is da c on v e r sa, j á me ap na h as te du as v e ze s por de t rá s, n ão me ap na h a r á s uma terceira, e a q eu la fr ase en o g m a tic a que me aa pr e ce ra e q ue me par e cia est ar r e l a c io n ad a com a c on v e r sa da al i ce, me f ica ra a r es s o ar, um r es s o ar, q ue me di za, al to l á, q eu m é q ue p en sa q ue eu j á oo p an hei, du as v e ze s, e q ue se co mpe l m en t av a com um o u t ro di z e r, agora q ue me c on he ce s, n ão me ap an h a rá s,

Ressoava esta segunda frase estranhamente no encontro no chiado, com o homem dragão e a menina das pernas altas vestida de capuchinho vermelho, agora ao ter escrito a frase onde entra o omega, de repente se me afigurou mais uma relação com o que se passara , ou com o que eu sentira do que se passara no chiado, pois omega, parece ser, nome de grupo, e de fim, do circulo, que será um mesmo plano se nele se encontrar a lhe tocar um potro pinto chamado alfa, quanto dois pontos se podem definir, e quanto a localização deles se pode definir extrapolando um ponto de reunião entre os dois, que teria que ser sempre alfa e omega e algo mais

R es s o av a es ta se gun da fr ase es t ra n h am en te no en co n t ro no ch ia do, com o homem dr a g ao e a e mn ina das pe rna s al t as v es t ida de c ap u ch ino vermelho, agora ao te r es c rito a fr ase onde en t ra oo mega, de r ep e n te se me a fi g ur o u ma is uma relação com o q ue se passa ra , o u com o q ue eu s en t ira do q ue se passa ra no ch ia do, p o is o mega, par e ce ser, no me de g r up o, e de fi m, do cir c u l o, q ue se rá um me s mo p l ano se ne l e se en c on t ra r a l he t oca r um p ot ro p in to ch am ado alfa, q ua n to d o is p on t os se p ode m de fi ni r, e q ua n to a loca liza çao de le s se p ode f de fi ni r e x t ra p l on ad o um p on to de reunião en t re os d o is, q ue te ria q ue ser se mp r e a l f a e o mega e al g o ma is

Olho de novo as frases

Olho de n vo as fr a v e s

ou seja o cão do irmão do set, mordera três ases omega, e partiu um sininho doirado, ou seja uma fada

o u seja o cão do irmão do set, mor de ra t r es as es o mega, e par ti u um sin in h o do ira do, o u seja uma f ad a

e a decomponho em circulo do vaso do seja, o cão do irmão do set, mor de rá terceiro, ou da terceira, ou da cruz do rato espanhol, ase e às do espanhol omega, par ti do vaso do primeiro sin in homem do circulo doirado , circulo do vaso seja primeira fada, primeira da se do príncipe primeiro da primeiro do forte ad

e a dec o mp on h o em cir c u l o do v as o do seja, o cão do irmão do set, mor de rá terceiro, ou da t r e ce ira, ou da cruz do rato e spa n h o l, ase e às do espanhol omega, par ti do vaso do primeiro sin in h o me mm do circulo doirado , circulo do vaso s j a primeira fada, primeira da se do pr inc ipe primeiro da primeiro do forte ad

O pixie é o outro, o preto e branco com um diamante nas palavras da minha vizinha, ou um losango na parte de trás de seu pescoço, a branco desenhado em seu lombo preto, e quando nessa tarde olhava para ele sentados os dois e cima do seu sofá vermelho, o bicho de repente torce a orelha esquerda , como um onda quebrada em dois, e de imediato me subiu a cabeça a imagem do toiro vermelho que aparecera no telhado vermelho do comboio que rebentou em atocha, como se o cão que se chama pixie me estivesse ali naquele momento a dizer, pixie , meu nome, é o nome em código do toiro, o vermelho, que apareceu assinado na foto que recentemente aparecera no jornal, caso ela não tenha sido alvo de photoshop para assim aparecer, que hoje com toda a facilidade destes meios, é fácil a qualquer um mal intencionado traficar uma foto e assim vir a incriminar outrem, nas vezes mesmo para se escapar à sua responsabilidade

O pi xi e é o outro, o pr e to e br anco com um dia man te nas pal av ra s da mi h a vi z in h a, ou um l os on a g o na par te de t ra s de s eu pe s coço, a br anco d es en h ad o em s eu l om bo pr e to, e q ua n do ne ss a t arde o l h av a para e le s en t ado s os do is e c ima do s eu s o f á vermelho, o bic h o de r ep en te tor ce a o r e l h a es q u e rda , c omo um onda q eu br ad a em do is, e de imediato me s ub i ua ca beça a i mage m do toi ro vermelho q ue ap ar e ce ra no tel h ado vermelho do co m boi o q ue re b en to u em at ao ch a, c omo se oo cão q ue se ch ama pi xi e me est iv es se a li na q eu le mo m en to a di ze r, pi xi e , m eu no me, é o no me em c ó di g o do toi ro o v e r m e l h o q ue ap ar e ceu as sin ado na f oto q ue r e c en t ee mn te ap ar e ce ra no jo r na l, c as o e la n ão te n h a sid o al vo de ph oto s h o p para as s im ap ar e ce r, q ue h oje com toda a f ac i li dad e d est es mei s os, é f ac i l a q u q l q eu r um mal in te n cio n ado t raf i car uma f oto e as s im v ir a inc rimi n ar o u t r é m, nas v e ze s me s mo para se esca par à s ua r es ponsa bi l i dad e

pixie em português declina tambem em pi do xe , ou a divisão do che, para além de ser nome próprio, quanto um pixie é, que me lembra de imediato pixel, ou pixeis, que são os pontos que forma a imagem no ecrã e tambem nome de uma produtora de animação digital originalmente francesa, que depois deste acontecer a apareceu no jornal, uma reportagem, e me lembrei de ter sido eu que tive o prazer de introduzir um dos seus primeiros trabalhos de animação digital, a história dos candeeiros que foi passado com outras anims no lusitanea expresso

pi xi e em por t u g u es dec l ina t am b em e m pi do xe , ou a di visão do che, para e la m de ser no me pr o pr io, q ua n to um pi xi e é, q ue me l em br a de imediato pi xe l, ou pi xe is, q ue são os p on t os q ue forma a i mage m no ecrã e t am b em no me de uma pr o du t ra de anim a ção di gi t al ori gina l mente fr anc e sa, q ue d ep o is d este ac on te ce ra ap r e ceu no jo r na l, uma r ep orta g em, e me l em b r ei de t r e sid o eu q ue t iv e o pr a ze r de in t ro du zi r um dos se us pr i me i ro s t ra bal h os de anim a çao di gi t al, q h is tó ria dos can di e i ro s q ue f o i passado com o u t ra s anims no lu sita ne a e x press o

omega me ressoa agora tambem em circulo mega, pois naquela passe no chiado, de repente senti eu em perigo alguma mulher, ou assim me foi feito sentir, e uma das possibilidades que li, numa montra de uma livraria onde acabei pro entrar a procura de resposta, fora exactamente um mulher que vivera com ele, a clara, que eu tambem trago em meu peito em amor, foi este o perfume do que senti, ficou assim uma espécie de duvida, onde mais tarde a segunda frase que ouvira em espirito tambem em parte por sentido se encaixava , relativamente às belas penas que passaram subindo a rua nova do Almada, agora que me viste, nunca me terás, fora alias este o primeiro sentido , o primeiro encaixe, onde retroactivamente a encaixei, como se aquela mulher que ali passara, o fizera para me mostrar que era bela, e que o sendo eu nunca a teria, um frase que pouco sentido me fazia, pois primeiro nem a vira de frente, não vira sua face, e a beleza é sempre um universo muito mais vasto de que umas pernas, por mais belas eu sejam, e depois porque aquele encaixe de significado naquela situação, era como que um declaração de adolescente, misto talvez de zanga ou de ciúme, eu sou bela, todos os que me conhecem o sabem e mo dizem, menos tu, que a mim não amas, eu que te amo, poderia então mesmo acrescentar, mas se assim o fosse, teria certamente parado um instante e me dito bom dia, amo-te, e se assim o fosse, lhe diria eu certamente, tambem eu, o que o amor poderia dizer de distinto à amada e ao amor, não aquilo olhado ao longe, parecia ser mais um pedaço de uma encenação, de um cio montado, eventualmente o cio montado para morder a tal fada sininho, e sendo as pernas belas, e tendo eu nelas pressentido naquele momento minha amada, de repente outras versões do capuchinho vermelho emergiram, versões mais negras n seu papel, na história com a avozinho, com o lobo e com o caçador, uma delas acaba mesmo numa partouze, assim um escritor em tempos a versão escrevera

o me g a m e r es s o a agora t am b em e m cir c u l o mega, p o is na q eu la pa ss e no ch ia do, de r ep en te s en ti eu em pe rigo al gum a m uk l her, o u as s im me f oi f e i to s en tir, e uma das p os si bi l i dad es q ue li, n uma m on t ra de uma li v r aria onda ac ab ei pro en t ra r a pr o cura de r es posta, f o ra e x ac tamen te um mul her q ue v iv e ra com ele, a clara, q ue eu t am b em t ra g o em m eu pei to em amo r, f o i este o pe f u me do q ue s en ti, fi co u as s im uma ep sec ie de d u v ida, onda ma is t arde a se gun da fr ase q ue o u v ira em es pi rito t am b em e m par te por s en tid o se en ca ix av a , r e l at iva mente às be la s p en as q ue pa s sara m s u b in do a r ua n ova do al m ad a, agora q ue me vi s te, n u cna me te rá s, f o ra al ia s este o pr i me i ro s en tid o , o pr e i me i ro en ca ix e, onda r e t ro ac t iva mente a en ca ix e i, c omo se a q eu la mul her q ue a li pa s sara, o f ize ra para me emo s t ra r q ue e ra be la, e q ue o s en do eu n un ca a te ria, um fr ase q ue p o u co s en tid o me f a z ia, p o is pr ie mr io n e m a v ira de fr ente, n ão v ira s ua f ac e, e a be l e za é se mp r e um universo mui to ma is v as to de q ue umas pe rna s, por ma si be l as eu se j am, e d ep o is por q ue a q eu le en ca ix e de si g ni f ica do na q eu la si t ua ção, e ra c omo q ue um dec l ar a çao de ad l os c en te, m is to ta l v e z de za n g a ou de c i u me, eu s o u be la, todos os q ue me c on he c e mo sa b e m e mo di ze m, m en os tu, q ue a mim n ão ama s, eu q ue te am o, p ode ria en tão me s mo ac r es c en t ar, mas se as s im o f os se, te r ia ce rta men te par ad o um ins t ante e me dito bo m dia, am o inglesa te, e se as s im o f os se, l he di r ia eu ce rta mente, t am b em eu, o q ue o amo r p ode r ia di ze r de di s tinto à am ad a e ao amo r, n ão a q u i lo olha do ao l on ge, par e cia ser mais um peda ç o de uma en c en a ção, de um cio mo n t ad o, eve n t ua l e mn te o cio mo n t ado para mor de r a t al f ad a sin in h o, e s en do as pe r nas be l as, e ten do eu nela s pr es s en tid o na q eu le mo m en to min h a am ad a, de r ep en te o u t ra s v e r são es do c ap u ch in hi vermelho e mer gi ram, v e r s õ es ma si ne g ra s n s eu pap el, na h si tor ia com a avo zi n h o, com o l o bo e com o c aç a dor, uma de l s ac ba me s mo n uma par to u ze, as s im um es c rito r em te mp os a v e r são es c r eve ra

Ah Amada, que as pernas eram belas, e eu nelas te pressenti, a rapariga caminhava com um bela e forte energia, pela rua acima, uma energia que deixava no ar um belo perfume daqueles que fazem nascer vontades, espantoso poder da beleza e do seu mover, espantoso a beleza das rosas em seu caminhar, mesmo quando nem se a vê inteira pelos olhos, a vê sempre o coração, que nas vezes vê mesmo melhor que eles

Ah Am ad a, q ue as pe rna s e ram belas, e eu ne la s te pr es en ti, a ra pa riga ca min h av a com um be la e f o r te ene r g ia, pela r ua a cima, uma ene r g ia q ue de ix av a no ar um be l o pe r f u me d q eu l es q ue f a ze m na s ce r von at d es, e spa n t oso p ode r da be l e ze do s eu mo ve r, e spa n t oso a beleza das ro sas em s eu ca min h ar, me s mo q ua n do ne m se a v ê in te ira pe l os olhos, a v ê se mp re o co ração, q ue n as v e ze s v ê me s mo mel h or q ue e l es

vou para trás na memória, daquele cruzar, recordo que antes, estivera ver uns belos desenhos em sequência que um rapaz italiano tinha no meio da rua, e que gentilmente me explicara em pormenor, e depois quando desci ao rossio entrara na livraria do dn, e me recordei da imagem de ramos horta, em frente a ela a passar, com o que pareciam ser dois guarda costas, em dia recente no jornal, quando da sua passagem em lisboa, a foto ficara a retinir dentro de mim, pela sua posição e expressão corporal, de braços abertos com quem diz, então, então o quê, era o que ficara exactamente a ressoar dentro de mim, quando a vira, entrara e vira alguns livros,

vo u para t rá s na me mó ria, da q eu le c ru za r, record o q ue ant es, est iv e ra ve r u ns be l os d es en h os em se q eu n cia q ue um ra p az it al i ano tinha no mei o da r ua, e q ue g en til mente me e x p l i ca ra em por m en or, e d ep o is q ua n do dec ia o ro ss io en t r a ra na li v ra ria do dn, e me recorde i da i mage m de ramos horta, em fr ente a e la a passa r, com o q ue par e c iam ser do is g ua rda co s t as, em dia r e c en te no jo r na l, q ua n do da s ua passa g em e m lis boa, a f oto fi ca ra a r e ti ni r d en t ro de mi, pe la s ua p o sição e e x press são corp o ra l, de bar ç as o ab ee r to ds com q eu m di z, en tao, en tão o q u ê, e ra o q ue f ica ra e x ac tamen te a r es s o ar den t ro de mim, q ua n do a v ira, en t r ara e v ira al gu ns li v ro s,


um livro na montra me chamara a atenção, pela cor verde do vestido da rapariga, seu titulo, um rei e duas irmãs, fora o primeiro que lá dentro buscara para entender o enredo da história, ao que parece duas mulheres, duas irmãs que disputam um rei, e hoje num jornal dou conta de ser tambem um filme, com duas belas mulheres, que habitam em mim e com quem a vida me vai fazendo aqui e ali cruzar, um aqui e ali do uno lugar sem próximo nem distante, nem presença ao perto pertinho em carne, parecia que a sinopse do argumento encaixava no dizer que mais tarde ouvi, e que primeiro relacionei com a visão da menina toda de vermelho, folheei um outro livro, um livro escrito por uma mulher do oriente, um texto de caracter religioso, e nele me deleitei, depois sai e subira de novo, fora ao subir que dera com o homem dragão e depois a mulher de vermelho, ouvia-se o fado, uma belíssima voz, jorrava fado da carrinha antiga, e meu coração e minha pele, ia assim meia que arrepiada

um li v ro na mo n t ra me ch ama ra a ten sao, pe la cor verde do v es tid o da ra pa riga, s eu ti t u l o, um rei e du as i r ma s, f o ra o pr i me i ro q ue l á d en t ro b us cara para en te n de n r o en red o da h is tó r ia, ao que par e ce du as mul her es, du as i r mã s q ue d is p u t am um rei, e h o je n um jo r na l do u conta de s eu t am b em um fil me, com du as be l as mul her es, q ue h ab it am em mim e com q eu m a v ida me vai f a zen do a q u i e a li c ru za r, um aqui e a li do un o lu g ar se m pr ox i mo ne m di s t ante, ne m presença ao pe r to pe r t in h o em car ne, par e cia q ue a sin o ps e do ar gum en to en ca ix av a no di ze r q ue ma si t arde o u vi, e q ue pr i me i ro r e la cio ne i com a visão da me nina toda de vermelho, fo l hi ei um outro li v ro, um li v r es c rito por uma mul her do oriente, um te x to de c rac te rr e li gi oso, e nele me del e i t ei, d ep o si sai e s ub ira de n ovo, f o ra ao s u bi r q ue de ra com o homem dragão e d ep o is a mul her de vermelho, o u vi a inglesa se o f ad o, uma be li ss i ma v oz, jo rr av a f a d o da ca rr in h a ant i g a, e m eu co ração e min h a pe l e, ia as s im mei a q ue ar r e pi ad a

teria sido tudo aquilo um desafio, cujo pano de fundo fora alguém morder três fadas, ou a terceira fada do grupo omega, ou do circulo do mega, encaixa no perfume de sentir uma mulher em perigo no meio daquilo tudo, ligado então ao set do pixie, a acção

te ria sid o tudo aquilo um d e s a fi o, c u jo p ano de f un do f o ra al gume mor de r t r ês f ad as, o u a t r e ce ira f ad a do g r up oo mega, o u do cir c u l o do mega, en ca ix a no pe r f u me de s en tir uma mul her em pe rigo no mei o da q u i l o tudo, li gado en tao ao set do p ix ie, a a c são

depois mais tarde reparo num jornal que as duas belas irmãs que participam no filme que fora feito a partir daquele livro , são duas belíssimas actrizes, uma delas a segunda aqui entrara recentemente, a propósito do homem que ia espalhando a sida pelas meninas, a scarlett e a natalie

d ep o is mai s t arde r epa ro n um jo r na l q ue as du as be la s irmãs que par tic pam no fil me q ue f o ra f e i to a pe r tir daquele li v ro , são du as be li ss i mas ac t r i ze s, uma de la s a se gun da a q u i en t r a ra r e c en te mente, a pr o p orsi to do home qu ia e spa l h and o a sida peas me nina s, a s car l e tt e a nat a lie


eco oitavo, ao caminho pela rua de s bento abaixo na ultima visita à assembleia da republica e de novo para cima com entrada na loja que me chamara a atenção pelas suas peças que eram visíveis na montra e pelo estranho nome, arte e manha, um pouco acima um jaguar verde parado no passeio, o senhor crescido de cabelos brancos, despedia-se da senhora loira que saíra do seu carro, o espirito dissera depois, o oz da estrela, qual me perguntei, e na duvida fiquei pois podia-se aplicar a esse senhor do jaguar verde ou o da tal loja, a quem em mutuo nos confessamos serem as faces familiares, uma loja de arte nova com belíssimos moveis, uma mesa folheada a pau de cerejeira como o meu móvel me chamara a atenção, tem duas extensões laterais que terão sido ratificadas posteriormente, pois estão folheadas a mogno, ou algo assim, em seus pés duas asas pintadas de oiro, pormenor que me pareceu ser acrescento criativo, mas suficientemente discreto e desconcertante para a tornar ainda mais bela, é pintor o senhor, um enorme Saturno , à entrada, em cima de sua mesa, poisava um livro da zanatti, por ali conversamos, e eu lhe perguntei, que estranho nome, arte e manha, parece ser algo contraditório em seus termos, ou é arte, ou é manha, ele me respondeu, que era manha de fazer, se bem percebi, não deixo de achar pouco claro o nome composto, fica a reverbar entre dois opostos, um outro móvel lacado a preto e com debruado a prata me chamou a atenção, fora aqui depois que o eco aparecera, em dia seguido, o luis represas, sentado num sofá que de imediato me fez lembrar o mesmo móvel, trazia um curioso pormenor, uma mancha no meio do preto lacado, como um furo, era esse o dizer do luís na foto, o furo no móvel preto lacado, que parecia um contador Indostão, ou oriental, sem o ser, talvez fosse então o senhor o tal oz da lapa, pois o luis aí vivia ou vive, luis represas mostra o ponto do tiro, o numero três espelhado verticalmente, o buraco da bala no negro, como no móvel do arte e manha da lapa, a massa de mosaicos, os patos que voaram, luis com o xanana e t am matar ruak, em foto ao lado a remeter para o eco dos acontecimentos recentes em Timor, do que pareceu ser um atentado, o luis dizia, ser do tempo em que os patos se vendiam vivos nas tascas de lisboa, os patos, eu os vira em dia recente a voar por cima do jardim das necessidades a e mau passar

e co o it avo, ao caminho pe la r ua de s b en to ab a ix o na u l tim a v isi ta à as se m b lei a da r e publica e de no v para c ima com en t ra da na l o j a q ue me ch a mara a a ten çao pe la s su as pe ç as q ue e ram v isi v e is na mo n t ra e pe l o e ts r sn h o no me, arte e m anha, um po u co ac ima um j a g ua r verde para do no pa s seio, o s en hor c r es cid o de cab e l os br anco s, d es pe dia inglesa se da s en h o ra loi ra q ue as ira do s eu car ro, o es pi rito di ss e ra d ep o is, o oz da es t r e la, q ua l me pe r gun te i , e na du v ida fi q eu i p o is p o dia inglesa se ap li car a es se s en hor do j a g u a r verde o u o da t al loja, a q eu m em mu t u o no s c on f es sam os se r e m a s face s f ami l a r es, uma loja de arte n ova com be li ss i mo s mo v e is, imam mesa f o l he ad aa p au de ce r e je ira c omo o m eu mo v el me ch a mara a a te n çao, te m du as e x ten s õ es l a te r ia s q ue terão sid o rac ti f ica d as p os teri o r mente, p o is es tao f o l he ad as a mo g no, o u al g o as s im, em se us p é s du as a sas pi n t ad as de o i ro, por m en or q ue me par e ceu ser ac r es c en to c r ia t iv o, mas sufe cie n te m en te di s c r e to e d es c on ce rta n te para a tor n ar a inda ma is be la, é pi n tor o s en hor, um en o r me sat ur no , à en t ra da, em c ima de s ua mesa, p o isa v a um li v ro da z ana tt i, por a li c on v e r sam os, ee u l he pe r gun te i, q u e e s t ra n h o no me, arte e manha, par ac e ser al g o c on t ra di tó rio em se us te r mo s , o u é arte, o u é manha, e le me r es pond eu, q ue e ra m anha de f a ze r, se b em pe r cebi, n ão de ix o de ac h arpo u co clara o no meco mp os to, f ica a r eve rb ar en t re do is o p os t os, um o u to mo v el l ac ad o a pr e to e com de br ua do a pr at a me chamou a a ten çao, f o ra a q u i d ep o is q ue o e co ap ar e ce ra, em dia se guido, o lu is r ep r e sas, s en t ad o n um s o f á q ue de i me dia r to me fez l em br ar o me ms o mo v el, t ra z ia um c ur i o so por m en or, uma man ch a no mei o do pr e to l ac adao, c omo um f ur o, e ra es se o di ze r do lu ís na f oto, o f ur o no mo v el pr e to l ac ad o, q ue par e cia um c on t ad or indu s tão, o u ori en t al, s e m o ser, tal v e z f os se en tao o s en hor o t al oz da l ap a, p o is o lu i s aí v iv e ia o u v iv e, lu is r ep r e sas mo s t ra o p on to do ti ro, o nu m ero t r ês es pe l h ad o v e r tica l mente, o b ur ac o da bal a no ne g ro, c omo no mo v e k l do arte e manha da lapa, a massa de mo sa i co s, os pa t os q ue vo aram, lu is com o x ana na e t am mat ar ru ak, em f oto ao l ad o a r e meter para o e co dos ac on te cie mn to s r e c en t es em tim or, do q ue par e ceu ser um a ten t ad o, o lu is di z ia, ser do te mp o em q ue os pato s se v en d iam v iv os nas t as ac sa de lis boa, os pato s, eu os v ira em dia r e c en te a vo ar por c ima do jardim das ne ce s sida d es a e m au pa ss ar


No metro o que parecia ser uma família entrara e sentara no dois bancos onde eu ia, a bebé ao colo na bolsa marsupial, virada para o seio da mãe, agarrei a sua pequenina e redondinha mão onde morava uma pulseira de oiro, ela terá gostado do que pela pele e pelo olhar e pela emoção sentira pois passara a viagem a brincar comigo, olhava os seios de sua mãe ou da jovem bela senhora que a levava em seu peito, depois virava a cabeça para mim, sorria-me muito e voltava de novo a sua face e de novo a mim sorrindo, ia alternado os gestos com sua mão, levava assim como que o dedo ao nariz numas das voltas em que me olhava a sorrir e nas outras aos lábios e as dentes, o que a bela bebezinha toda sorridente me dizia, era, repara no amor que te dou, cheira e sente os lábios e a boca do amor, e do que ele te fala, eu que sim, deleitado ia deleitando-me naquela toda doce e bela companhia

No metro o q ue par e cia ser uma f a mila en t r a ra e s en t a ra no do is ban co s onda eu ia, a bebé ao c olo na bo l sa mar s u p i al, v ira da para o seio da mãe, a g ar rei a s ua pe q eu nina e red on di n h a mão onda mor av a uma p ul se u ra de oiro, e la te rá g os t ado do q ue pe l a pele e pe l oo l h ar e pe la emo ção s en ira p o is pa s sara a v ia g em a br inca r co mig o, o l h av a os se is de s ua mãe ou da jo v em be la s en h or a q ue a l eva v a em s eu pei to, d ep o is v i ra va a ca beça para mi, so rr ia inglesa me mui to e vo l t av a de n ovo ss ua face e de n ovo am im s o rr indo, ia al te r na do os g es t os com s ua mão, l eva v a as s im c omo q ue o d ed o ao na r i z nu mas das vo l t as em q ue me o l h av aa s o rr ir e na s o u t ra s aos l á bi os e as den te s, o q ue a be la bebe z in h a toda s o rr i dente me di za, e ra, r epa ra no amo r q ue te de o u, che ira e s en te os l ab i o s e a b oca do amo r, e do q ue e le te fala, eu q ue s im, de lei t ado ia de lei t and o inglesa me na q eu la toda do ce e be la co mp an h ia

À minha frente se sentara o pequeno casal, a menina com um casaco saia azul e um boina da mesma cor em sua cabeça e o menino a seu lado, às paginas tantas disse à menina, que bonita és e que bela flor violeta trazes em tua lapela, o menino tambem, eram doces como a bebé, em todo o seu estar, leve mover, se via delicadeza a graça e doçura, anjos, me tinham ali entrado de repente a me acompanhar um grupo de anjos, o menino de repente com a sua mão esquerda que levara à frente de sua barriga, fizera com os dedos um circulo, e com a mao direita e seu dedo indicar começara a circular o circulo , depois bruscamente aquilo interrompera e se juntara a mão direita e fizer um outro circulo junto ao primeiro, fazia assim o desenho de um infinito deitado, dizia ele que deram a volta toda a cidade, marcando o ponto central entre os dois círculos, o que deitou o infinito, e eu lhe perguntei, qual, respondeu primeiro a jovem senhora que os acompanhava, Barcelona, e eu por dentro ao momento estremeci, pois o menino me desvelava ali perante meu olhar um eco e uma confirmação, um infinito deitado, scala infinito, me subira de repente à consciência, o nome da peça de dança que gravara no teatro viriato em Viseu, com o grupo de Barcelona lamonima imperial, ali estava o menino a me dizer do infinito deitado da serpente da cala, da praia nas baleares, e das flores da cruz violeta, da menina que seria francesa assim indicava o seu vestir, uma pequeníssima delicada e doce parisiense de boina, toda azul petróleo vestida, que a menina a seu lado figurava, e mais uma relação se afirmava, o viriato, com o judice, o viriato, o home o grupo do viriato, hoje de manha no jornal do café, ao lê-lo uma outra linha se juntou, escrevera eu ontem de se atirarem os corruptos de sagres abaixo e nem de propósito a noticia dava conta que o senhor besta, tinha acabado de comprar mais um hotel, desta vez em sagres

À min h a fr en te se sn eta ra o pe q eu no ca sal, a me nina com um ca saco s aia az u l e um bo ina da mes m cor em s ua cab eça e o me nino a se u l ado, às pa gina st antas di s se à me nina, q ue bo n ta és e q ue be l a f l o r vi o l eta t ra ze s em t ua l ap e la, o me nino t am b em, e ram do c es c omo a bebé, em todo o s eu est ra, l eve mo v e r, se v ia deli ca de za a graça e doc u ra, an j os, me t in ham al i en t ra do de r ep en te a me ac o mpa n h ar um g r up o de anjos, o me nino de r ep en te com a s ua mão es q eu rda q ue l eva ra À fr ente de s ua bar riga, f i z e ra com os d ed os um cir c u l o, e com a mao di rei ta e s eu d ed o indica r co mo ç a ra a cir c u l ar o cir c u l o, d ep o is ru s ca mn e te a q u i l o in te rr o mp e ra e s j un t a ra a mão di rei ta e fi ze r um o u t ro cir c u l o j un to ao pr i me i ro, f a z ia as s im o d es ne h o de um in fi ni to de it ado, di z ia e le q ue de ram a vo l ta toda a cidade, mr ac and oo p on to c en t ra l e mn t r e o s o di s cir c u l o, o q ue de it o u o in fi ni to, e eu l he pe r gun te i, q ua l, r es pond eu pr i mei ro a jo v em s en hor a q ue os ac o mpa n h av a, bar ce l on a, e eu por d en t ro ao mo m en to est r ene c i, p o is o me nino me d es v e l av aa li pe ra n te m eu o l h ar um e co e uma c on firma sao, um in f ni to de it ado, s a cala in f ni to, me s ub ira de r ep en te à co ns cie n cia, o no me da pe ç a de dan ç a q ue g rav a ra no tea t ro vi r iat o em vi s eu, com o g r up o de bar ce l on a l am nin ma im pe r ia l, a l i est av a o me nino a me di ze r do in fi ni to de it ado da se rp en te da cala, da pr aia nas bal e ar es, e dd as f l o r es da c r u z vi o l eta, da me nina q ue se r ia fr anc e sa as s im indica v a o s eu v es tir, uma pe q eu ni ss i ma deli c ad a e do ce paris i en se de bo ina , toda az u l pe t role o v es t ida, q ue a me nina a s eu l ado fi g ur av a, e ma is uma r e l a çao se a fi rna v a , o vi r ia t o, com o ju di ce, o vi ria to, o home o g r up o do vi rita o, h o je de manha no jo r n a l do ca fé, ao l ê inglês l o uma o u y t ra li n ha se j un to u, es c erva ra eu on te m de se a t ira r em os co rr u pt os de sa gres ab a ix o e ne m de pr o p os i to a no tic ia d av a c on ta q ue o s en hor b es ta, tinha ac ado de co mp r ar ma is um h ot el, d es ta v e z em s a gres

E se bem que todo o que aqui conto deste encontro, assim se tenha passado, a pequena hesitação do menino em seu contar, me deu ideia que aquele encontro fora de alguma forma preparado, o que não invalida o desvelado, mas pode desvelar uma especifica intenção de outrem o fazer

E se b em q ue todo o q ue a q u i c on to d este en c on t ro, as s im se t en h a passa do, a pe q eu na h es u t a çao do me nino em s eu c on t ra, me d eu i deia q ue a q eu le en c on t ro f o ra de al g uam f o r ma pr epa ra do o q ue n ão in v al ida o d es vela do, ma s p ode d es v e l ar um es pe c i f ica in te n ção de o u t r em o f a ze rato

Vou acima ao texto buscar a referencia, ao deitarem-se as putas ao mar em sagres, imagem que fora sugerida ao ver a tapeçaria no átrio da AR, alias é das putas de s bento que falo quando digo que melhor mesmo é se deitarem ao mar, mas s bento, aqui neste texto não é só a casa das putas oficias como tambem da arte e manha, se bem que a segunda esteja nas duas

Vo u ac ma ao tec to b us car a r efe r en cia, ao de it ar em inglesa se as puta ao mar em s a gres, i mage m q ue f o ra s u ge rid a ao v e r a t ap e ça ria no at rio da AR, al ia s é das putas de s ben to q ue falo q ua n do di g o q ue me l hor me s mo é se de it ar em ao mar, mas s ben to, a q u i ne st e te x to n ão é só a c asa das putas o fi cia s c omo t am b em da ar te e m en h a, se b em q ue a se guida est e j a na s du as

Diz o texto que anteriormente cortei pela faca o seguinte em sua versão extensa e traduzida para os palermas que não percebem a lingua e os fractais, alguns dos quais se dizem doutores, da mula russa, sem o ser, acrescento eu, eu que penso de que...

Di zo te x to q ue ant e rio r mente co r te ipe l a f ac oo se gui n te em s ua v e r s º ao e x t en sa e t ra du z ida para os pal e r ma s q ue n ão pe r cebe m a li n g ua e os f rac t a is, al g u sn dos q u a is se di ze m do ut o re, da mul a ru s sa, s e m o ser, ac r es c en to eu, eu q ue p en s o de q ue...

Nós das p u t as, serpente omo da serpente um pr do circulo da fissão de dia es gate rá pi do cruz ant os circulo serpente francesa e teresa serpente quadrado europeu dia es p ac homem da am os em mé di a por dia, vaso do ns at rá serpente do serpente do circulo das outras dos pt iss o h á u ns ano s, rato e gula maior en cruz amo serpente quadrado europeu cruz em home tinha da manhã, os di rei to ar e forma ao pássaro maior de circulo e to ano serpente de do ra do baile do homem do circulo do ministério do trabalho, o alto da cruz al é o do dia da p orta em espanha, e do ac ima de nó ss acento circulo me serpente mo mes, circulo pr e sid en teresa e na serpente vaso e ze serpente os cruz rib ua ni serpente da se da ne primeiro espanhol muito cão e xis teresa ss em cruz da manhã, a segunda em dia do ano, serpente da sa do pr circulo da f is sao, q ue os cida dão serpente são p u t as homem inglês circulo rato espanhol e carro ne e ro serpente ce gato os e co e t a din hp mem os se n cão forte os serpente emo serpente dos nós a dia do ar inglês primeiro homem do pr az e rato e do primeiro espanhol circulo vaso id ar, ce rta homem inglês da teresa, o que mente, en te se at ira r iam de sa gato rato es ao mar

De novo neste capitulo apareceram as relações com Barcelona, lamonima imperial, normaton, a barbara normaton que por lisboa cá passara, e que estivera vivendo uns largos anos em ibiza, onde se dera a queda provocada a meu filho, as baleares, onde existe desde há séculos uma escola da tradição sufi, aqui reverberava de novo a imagem da bela cantara, da M negro das rodas sufis, e todo isto aponta um sentido, de que o tal grupo que se mudara para as baleares em setenta ou por aí tenha vindo a absorver e integrar alguns rituais e conhecimentos desta venerável escola e saber, e os mal utilizado, no sentido de com eles provocar desgraças pelo mundo fora e me pergunto se neste combate de guerrilha em que poucos acontecimentos acabaram desta vez por se transformar em uma guerra global, se a romy, não terá passado tambem pelas baleares ou de alguma forma pertencido a esse grupo, ou sido deles alvo


De n ovo ne st e ca pi t u l o ap ar e ce ram as relações com bar ce l on a, l am oni ma i mp e ria l, no r mat on, a barbara no r mat on q ue por lisboa cá passa ra, e q ue est i vera v iv en do uns l argo s ano s em i b iza, onda se de ra a q eu da pr ovo ca da a m eu fil h o, as bal e a r es, onda e xis te d es de h á sec u l os uma es cola da t ra di ção sufi, a q u i r eve rb av a de n ovo a i mage m da e la can t a ro, da M ne g ro da s ro d as s u f is, e todo is to ap on ta um s en tid o, de q ue o t al g r up o q ue se um d a ra para as bal e a r es em set en ta o u por aí ten h a vi n do a ab s o r v e r e in te g ra r al g u ns r it u a is e c on he cimentos d es ta v ene ra v e l es cola e s ab e r, e os ma l u tili za do, no s en tid o de com e le s pr ovo car d es g ra ç as pe l o mundo f o ra e me ep r gun to se ne st e co m bate de g eu rr ilha em q ue po u c os ac on te cie mn to s ac ab aram d es ta v e z por se t ra sn formar em uma g eu r ra g loba l, se a romy, n ão te rá pa sado t am b em pe l as bal e a r es ou de al gum a forma pe r te n cid o a es se g r up oo u sid o de l es al vo

É sábado, são quase seis e subo ao café para pedir fiado um maço de cigarros ao senhor ritalinos, que mo fiou, já não tenho dinheiro da semanada da caridade de minha mãe, quando voltei, li no espirito a identificação da id do bi do si, passava um pequeno jacto a aterrar, a mu quarenta e cinco, inclinou ele quase imperceptivelmente suas asa na posição da espada, um breve instante

É s ab ado, são q u ase se is e s ub o ao ca fé para pe di r fia do um m aç o de c i g ar ros ao s en hor rita lino, q ue mo fi o u, j á n ão ten h o din he i ro da se manda da ca rid ad e de min ha mãe, q ua n do vo l te i, li no e ps i tio a id en ti fi caçao da id do bi do si, passa v a um pe q eu no j ac to aa te r ra r, mu q ua ren ta e c in co, inc lino u e l e q u ase i mp e r c e p t iv e l mente s u as asa na p o sição da e s pa da, um br eve ins t ante

Ao chegar a casa, o espirito acrescentou, o vaso da ilha, o home do vaso da ilha, o home de Barcelona, relacionado com o grupo do viriato que tem ligação ao judice, e por consequência aos rituais, tambem o que me aparecera relacionado com a queda do vaivém, quando na net naveguei, vaivém aqui terá dois sentidos, o vaivém dos astronautas e vaivém do amor, portanto cada vez mais parece muito indicar o papel de judice na separação de minha família e no rapto de meu filho

Ao che g ar a ca sa, o es pei rito ac r es c en to u, o v as o da ilha, o home do vaso da ilha, o home de bar ce l on a, r e la cio na dao com o g r up o do viriato, com li g a çao ao j u d ice, e por c on se q eu n cia aos r it u a is, t am b em o q ue me ap ar e ce ra r e la cio n da com a queda do v a iv em, q ua n do na net n ave g eu i, v a iv em a q u i te rá do is s en tid os, o v a iv em dos as t ron au t as e v a iv em do amo r, p orta n to c ad a v e z ma is par e c mui to indica ro pap el de j u d ice na s epa ração de min h a f ami l ia e no ra pt to de m eu fil h o

À noite ao ler o jornal de sábado, duas noticias se evidenciaram, uma delas, pequena dá a imagem de como a imprensa é hoje manipulada, ao desvelar que houvera um acordo entre todos os órgãos de informação ingleses de forma a ocultar a ida do príncipe para Afeganistão , o que leva a extrapolar que outras muitas noticias sejam alvos de semelhantes acordos, ou de outros, como por exemplo criar um atraso na divulgação de determinados acontecimentos

À no ite ao ler o jo rna l de sabido, du as no ti c ia s se e vi n di cia ram, uma de la s, pe q eu na d á a i mage m de co mo a i mp ren sa é h oje mani p u l ad a, ao d es vela r q ue h o u vera um ac o r do en t re todos os o r g ao s de in forma çao in g k l e sas de forma a o c u l t ar a id a do pr in cip e para af a g ni s tão , o q ue l eva a e x t ra polar q ue o u t ra s mui t as no tic ias se j am al vo s de se me l h ant es ac o r d os, ou de o u t ros, c omo por e x e mp l o c r ia r um at ar s o na di v u l g a çao de d e te r mina d os ac on te cie mn t os

No pais basco na aparência mais um atentado que matou um deputado socialista, seu nome Isaías, que ficou a reverbar estranhamente em mim, pois na casa Fernando pessoa, na quinta feira, no lançamento de um livro, o seu autor, tinha exactamente falado de Isaías pelo menos duas vezes que me recorde, e agora aparecia um com esse nome morto

No pa is b as co na aa pr en cia ma is um a ten t ado q ue mat o u um d ep u t ado soci a l ista, s eu no me i sa ia s, q ue fi co ua r eve rb ar es t ra n h am en te em mim, p o is na ca s f e rna do pe ss o a , na q u in ta f e ira, no lan ç am en to de um li v ro, o s eu au tor, tinha e x ac tamen te f al ado de isa ia s pe l o m en os du as v e ze s q ue me record e, e agora ap ar e cia um com es se no me mor to

Esta noite ao passear no bairro alto, pelo espirito li, a culpa fora de socrates, e que sim que tinha sido um acto de voudou, a qual dos actos, se referia o espirito, é que não soube em exacto, pois meu pensar se fui para outras bandas, descia a rua da horta seca, a pensar nos horta que tanto aqui aparecem, e de repente dei com a paula neves, uma rapariga que comigo trabalhara em tempos idos na latina europa, a paula neves, de nome igual a outra paula neves que aparecera nos jornais recentemente a falar de abusos em relações de pretenso amor, a horta seca da paula neves

Es t a no ite ao pa s sea r no bairro alto, pe l o es pi rito li, a c u l pa f o ra de s o c rat es, e q ue s im q ue tinha sid o um ac to de vo u do ua q ua l dos ac t os , se r efe r ia o es pi rito, é q ue n ão s o ub e em e x cat o, p o is m eu p en sar se fui para o u t r ra s ban d as, d es cia a r ua da horta sec a, a p en sar no s o rta que t ant o a q ui a p ar e ce me de r ep en te de i com a p au l a n eve s, uma ra pa riga q ue co mig o t ra bal h ara em te mp os id os na l at ina eu ro pa, a p au l a n eve s, de no me i g ua l ao u t ra p au la n eve s q ue ap ar e ce ra no s jo rna is r e c en te mente a f al ar de ab us os em r ela ç o es de pr e te n so amo ra h o rta sec a da p au l a n eve s

Espantoso encontro na casa pessoa com o pedro rolo duarte, que as páginas tantas me perguntou, se eu blogava, disse-lhe que sim e que estava espantado por ele não o saber, disse-me que não e perguntou-me porque eu assim o dizia, lá lhe expliquei sumariamente, por uma serie de ecos e referencias que se tinham cruzado na escrita, não acreditei em suas palavras, o que me levaria a dizer que a hipocrisia é imensa, ou que muitos enlouqueceram de vez

E spa n t oso en c on t ro na c asa pe ss o a com o ped ro rolo d u arte, q ue as pá g ina s t anta s me pe r gun to u, se eu b ll o g av a, di s se inglesa l he q ue s im e q ue est av a e spa n t ado por ele n ão o s ab e r, di s se inglesa me q ue n ão e pe r gun to u inglesa me por q ue eu as s im o di z ia, l á l he e x p l i q eu i s uma r iam en te, por uma se r ie de e co s e r efe ren dc ia s q ue se tinham c ru za do na es c rita, n ão ac red i te i em s u as pal av ra s, o q ue me l eva ria a di ze r q ue a h ip o cris ia é i m en sa ou que mui t os en lou q eu ce ram de v e z

Domingo à tarde subindo a rua depois do filme do vírus , aquele em que as pequenas indicações gráficas nele contidas alargaram de repente em muito o seu campo narrativo, sempre me espanto este mistério dos filmes, na mais das vezes os que são chamados de serie b, talvez porque os cenários não são tão compostos com outros eventualmente mais cuidados, e ressoam assim linhas de verdade, que se espandem no espaço da compreensão, e sei isto tudo tambem sabendo que é muito fácil a qualquer um com os meios adequados de rotoscopia gráfica até inserir graficamente a posterior num determinado momento e com uma determinada intenção, uma informação gráfica ou outra que não se lá encontrasse no momento original da sua captação, os rapazes da praia americana do cartel do polónio, diversos tipos de polónio em diversas substancias considerados ilegais e por isso mesmo cada vez mais disponíveis a serem transmissoras de o que se quiser, polónio com mel para ser melhor disfarçado ao ser ingerido, assim um outro o dissera à senhora , ou assim as letras alheias disso dão conta

Do min g o à t arde s ub indo a r ua d ep o is do fil me do vi r us , aquele em q ue as pe q eu n as indica ç õ es g ráf i cas ne l e conti d as al ar g a ram de r ep en te em mui to o s eu ca mp o na r rat iv o, se mp r e me es p en to este m is té rio dos fil mes, na ma is das v e ze s os q ue s são ch am d os de serie b, t al v e z por q ue os c en á rio s n ão são tão co mp os to s com o u t ros eve n t ua l e mn te me is c u id ad os, e r es s o am as s im li n h as de v e r d a d e, q ue se e spa n de m n k e spa ço da co mp ren são, e se i is to tudo t am b em sa ben do que é mui to f ac il a q ua l q eu r um com os meio s ad q ua d os de r oto s co pi a g ra ´f ica at é i ns eri r g raf ica mente a p os te rio r n um de t r emi n ad o mo m en to e com uma de te r mina da in te n çao, um in for maçao g raf i ca o u o u t ra q ue n ão se l á en c on t ra s se no mo m en to o r i gina l da sua ca pa t çao, os ra pa ze s da pr ia ame rc ian a do car tel do po l oni o, di v ero s t ip os de p o l in io em di v e r sas s ub s t an cias c on side ra d os ile ga is e por iss o me s mo c ad a v e z ma si di s p oni v e is a se r em t ra ns miss o ra s de o q ue se q u ise r, po l oni o com me l para ser me l hor di s f a ra ç do ao ser in ge rid o, as s im um outro o di ss e ra à s en hor a , o u as s im as l e t ra s al e h ia s di ss o dão conta

A vespa dizia, sublinhando e subindo a rua em sentido contrário , como o sonho do ds francês que também assim subira a rua onde me encontro, o duplo deus do circulo da estrela, assim o rapaz fizera expressamente por contramão o favor , ou não favor, de me o dizer

A v e s pa di za i, s ub lina hd o e s ub indo a r ua em s en tid o c on t rá rio , co mo o s on h o do ds fr anc es q ue t am b en as s im s ub ira es ra r ua onde me e cnc on t ro, o d up l o de us do cir c u lo da estrela, as s im o ra p az f i ze ra e x press a e mn te por c on t rama oo f avo r , o u n ão f av o r, de me o di ze r

O gato do vaso do carro branco citroen com a porta aberta em frente ao restaurante da possolo, onde muitos da presidência almoçam, e que me obrigou a passar entre dois, e assim o ler na matricula da frente

O g a to do v as o do car ro br anco c it ro en com a p orta av be rta em fr ente ao r es t au ra n te da p os sol o, onda mui to s da pr e sid en cia al mo ç am, e q ue me ob rigo u a pa s sar en t re do is, e as si m o ler na mat ric u l a da fr ente

Antes um jaguar verde como o que vira na rua de s bento na ida a ar, talvez um modelo mais antigo, se encontrava no condomínio das janelas da lapa ou lá o que é que aquilo se chama, onde mora o maltez

Ant es um j a g ua r verde co mo o q ue v ira na rua de s b en to na id aa ar, y a l v e z um mode l o ma is ant i g o, se en c on t ar v ano cin do mini o das j ane la s da l ap a o u l á o q ue é q ue a q eu i l o s e ch am a, onda mo ra o m a l te z

A pp rta ad a to rr e da i g r e j a al ema, est av a ab e rta, um g r up o t ira v a h ave r es de uma ca rr in h a e f a z ia o t ra ns bordo para a ro rr e,

Fui ao supermercado comprar pão, ao entrar vira o senhor calado, o mecânico da oficina ao lado das instalações da latina europa a sta Apolónia, conversava com um senhor, uns metros afastado do porta,

Fui ao si up e r mer cd o co mp r ar p ao, ao en t ra r v ira o s en hor cala do, o meca nico da o fi c ina ao l ado das ins t al a ç õ es da l a t ina eu r opa a st a ap o l oni a, c on v e r sa v a com um s ne hor, u ns met ros af as t ado do s eu r mer c ado,

Estava em segundo lugar e passei para terceiro pois não tinha tirado a senha, a senha curiosa, faz assim um tipo de cabeça de toiro, meio orelhas de burro, que junto parece ser uma mascara de carreto, ou diabo, serpente vaso e zorro , primeiro homem do sessenta e seis, estrada americana triângulo da seta para o chão das aguas negras, enquanto esperava olhei a charcutaria e li pastrami de ny

Est av em se gun do lu g ar e pa s se i para te r ce i ro p o is n ão tinha t irado a s en h aa s en h a + c u r io sa, f az as si m um t i p o de ca beça de toi ro, mei o orelhas de b ur ro, q ue j un to par e ce ser uma m as cara de car rr e to, ou dia b ado, se rp en te v as oe zorro , pr i me i ro homem do se ss en t a e se is, es t ra da aa mer i can am t r ian gula da s eta para o ch ão da s a g ua s ne g ra s, en q ua n to es pe rav a o l hei a ch ar cut aria e li p as t ra mi de ny

Chega o calado a meu lado, cumprimenta, cumprimentando-me tenta meter conversa, se eu ainda estou aqui na rua, que sim, lhe respondo em forma a não lhe dar fio

Che ga o cala do a m eu l ado, c u mr pie mr n t a inglesa se c u mp rim en tan d o inglesa me t en ta meter c on v e r sa, se eu a inda est o u a q u ina rua, q ue si m, l he r es pond o de forma a n ão l he d ar fi o

Em mim a vontade, de o confrontar ali em publico em voz alta como a que ele trazia, como se tudo aquilo estivesse sido de alguma forma combinado, de o confrontar com a história da tinta no ax, que terá sido mais uma que me fizeram, para espalhar o boato e instalara duvida de que eu teria atropelado porventura alguém, decidi não o fazer,

Em mim a von t ad e, de o c on fr on t ar al i em publico em v oz al ta co mo a q ue e le t ra z ia, co mo se tudo a q u i l o es t iv es se sid o de al gum a forma co m b ina do, de o co n fr on t ar com a h is tó ria da t in ta no a x, q ue te rá sid o mai s uma q ue me fi ze ram, para e spa l h ar o boa to e ins t a lara du v id a de q ue eu te ria at ro pe l ad o por v en t u ra al g u é m, dec i di n ão o f a z e r,

E me acrescentou o espirito agora, que se tratou de uma acto para me ficharem, para me tirarem a ficha, ou seja, para perante outros em forma clara me ser feita a identificação, bate certo com a expressão que se espalhava na face da senhora qu estava por detrás do balcão na forma como me atendeu, estes malandros, sempre a fazer malandrices, e a pensar que os outros são estúpidos para nem a perceberem, abaixo, porventura a vossa factura, o reverso da vosso acto, naquilo que se desvelou em seu anverso

E me ac r es c en to u o es pi rito agora, q ue se t rato u de um a ac to para me fic h ar em, para me ti ra r ema fic h a, ou seja, para pe ra n te o u t ros em forma clara me ser f e i t aa id en ti fi caçao, bate ce r to com a e x press ao q ue se e spa l h av a na face da s en hora qu es t av a por de t rá s do bal cão na forma co mo me a te n d eu, est es mala n dr os, se mp r e a f a ze r mala n dr ice s , e a p en sar q ue os o u t ros são es t up id os para n e m a pe r cebe r em, ab a ix o, por v en t u ra a vo s sa f ac t u ra, o r eve r s o da v osso ac to, na q eu i lo q ue se d es v e lou em s eu an v e r s o

Ao pagar na caixa , o senhor em frente tinha duzentas sardinhas no tapete,, o separador partido dizia li en te se gui muito teresa

Onde antes era a radio ali na av de ceuta, uma bandeira com um cruz se agita pela noite meio iluminada, na distância não percebia suas cores, depois passei ao pé é vi que era uma bandeira vermelha em rectângulo branco, o ess, escola superior de saúde, que li, a espanhola serpente, o vaso maior, o pj da estrela de prata inclinada, ou seja, fora dos seus correctos cardeais, do grupo da dupla estrela do onze, com ligação ao cavalo do campo grande da minha infância, grupo lx, e de uma serie de porcarias do, dos finais de setenta e oitenta década, do grupo da dupla unidade, e me lembrei da penúltima vez que fora a procuradoria, de um pena branca que caíra no chão a meu chegar, uma pena de um anjo que tombara do ceu, de alguém que já se fora, portanto relacionado pelo menos com uma morte matada, talvez a do vasco, na medida dos sincronismo que se manifestaram, o seu namorado a passar do outro lado da rua, o encontro e a conversa com a maria josé no átrio

Onda ant es e ra a ra di o al i na av de ce u t a, uma bandeira com um c r u z se a gi t a pe l a no i te mei o i lu mini da, na di st n cia n ao pe rc e bia s u as co r es, d ep o is pa ss e i a o p é, é vi q ue e ra uma ban de i r w vermelha em rec ta n gula br anco, o ess, es cola s up e rio r de s au de, q ue li, a e spa n hola se rp en te, o v as o maior, o pj da es t r e l a de pr ta inc lina da, ou se j f o ra dos co rr e c t os car dias, do g r up o da d up l a e ts r e l a do onze, com li g a ção ao ca v al o do ca mp o g rande da min h a in f na cia, g r up oo l x, e de uma serie de por carias do, dos f in s ia de set en t a e o i t en ta dec ad a, do f r up o da d up l a uni dad e, e me l em b rei da p en u l t im a v e z q ue f o ra a pr o cura dor ia, de um p en a ra n ca q ue ca i ra no ch ao a m eu che g ar, uma p en a de um anjo q ue tom ba ra do c eu, de al gume q ue j á se f o ra, p o rta n to r e l a cio n ado pe l o m en os com uma mor te mata da, ta l v e za do vasco, na me dida dos sin c ron is mo s q ue se mani f es t ram, o s eu namora do a passar do o u t ro l ado da r ua, o en c on t ro e a c on v e r sa com a maria josé no at rio

A manifestação da cruz, assim dizia a capa do livro do rá da senhora que parecia eslava no metro sentada a minha frente, a seu lado uma outra do boticário, circulo one, a primeira de saco grande branco e anel de prata em seu dedo, trazia um chapéu de chuva que era parecia com o meu , o tal do icep, aquele onde recentemente alguém tirara as asas doiradas que lá se encontravam, e que depois em minha cas entrando deixara de novo o chapéu, azul com cabo de madeira e ponta preta, ao arrumar seu livro, tirou-o e apareceu o botão de madeira que o prendia, e que fazia uma perfeita cruz, a senhora trazia um barrete de marinheiro russo, cheguei agora à rima, arieiro, roma, e cores escuras onde se destacava ao seu pescoço uma fita de pendurar, branca com a bandeira portuguesa tipo congresso , roma, vira eu a cruz desenhada no ceu sobre o outro lado do rio em direcção entre trafaria e costa da caparica, ou da cara pica, ou a que pica a cara da ponte entre os rios

A m ani f es t a çao da cruz, as si m di z ia a c a p a do li v ro do rá da s en hor a q ue par e cia es l av a no met ro s en t ad aa min h a fr ente, a s eu l ado uma o u t ra do bo tic á rio, cir c u l o one, ap rime ira de s ac o g rande br anco e ane l de pr at a em s eu d ed o, t ar z ia um ch ap eu de chuva q ue e ra par e cia com o m eu , o t al do i c ep, a q eu le onda r e c en te mente al gume t ira ra as a sas do ira d as q ue l á se en c on t ra v am, e q ue d ep o is em min h a cas en t ra n do de ix a ra de n ovo o ch ap eu, az u l com ca bo de madeira e ponta pr eta, ao ar rumar s eu loi v ro, ii ro u inglês o e ap ar e c eu o b otão de madeira q ue o pr en dia, e q ue f a z ia uma pe r f e i ta cruz, a s en hor a t ra z ia um bar r e t de marin he i ro r us s o, che g eu i agora à rima, ar ie i ero, roma, e co r es es cura s onda se d es t ac a v a ao s eu p es coço uma f i ta de p en d u ra r, br anca com a ban de ira por tu g eu sa t ip o c on g r es so , roma, v ira eu a cruz d es en h ad a no c eu s ob reo o u t ro l ado do rio em di re c ç ao en t re t raf aria e co s ta da c ap ar ica, ou da cara p ica ou a q ue pi ca a ca ra da p on te en t reo s rio s

Na tarde um documentário sobre os caranguejos do mar de berenz, a referencia aos submarinos, me espevitou ao momento, caranguejos das tenazes de ouro, contrabando de ópio, ou outra substâncias, , alvalade, relação à madeira

Na t arde um dec u m en ta ´ rio so b reo s cara n g eu jo s do mar de be r en za r efe r en cia aos s ub marino s, me es pe vi to u ao mo m en to, cara n g eu jo s das t en a z es de o u ro, c on t ra b ado de o pi o, ou o u t ra ss ub st an cia s , , al ava l ad e, relação à madeira

No transbordo, na tv , de novo o gil , reparei na pena branca que aparece no enquadramento à esquerda, e que vai abrindo em leque, como a sugerir uma flor do pavão, si sal, sé boticário, a cauda da tigresa que saia por debaixo da veste rosa e azul, si sal ou serpente isa primeira

No t ra ns bordo, na tt v , de n ovo o gil , r epa rei na p en a br anca q ue ap ar e ce no en q ua dr ad m en to à esquerda, e q ue v a i ab rin co em l e q ue, co mo a s u ge r i r um flor do p av ao, si sal, sé b ot i cá rio, a c ua d a da ti g rea q ue s aia por de ba ix o da v es te rr o sa e az u l,

No café, dos olivais, o trânsito parado estava, a meu chegar, mudavam o moinho de café, que se estragara, depois agarrei no pacote de açúcar e o espirito me provocou uma dissonância cognitiva, li, battle star, guerra das estrelas, o que lá estava escrito era jesus cristo superstar, , ou seja as batalhas entre estrelas em jesus ou por jesus, ou com , ou contra jesus, múltiplo sentidos de batalha possíveis, olho a janela no metro parado, ao isto escrever, a menina trás os seios desnudados empinados, toda arqueada para trás montando o cavalo

No ca fé, dos o l iv ia is, o t r ns i to p aa r do est av a, a m eu che g ar, mu d av am o mo in h o de ca fé, q ue se es t ra g a ra, d ep o is a g ar rei no p ac ot e de ac u car e o es pi rito me pr ovo co u uma di s son an cia co g ni t iva, li, bat t l e st ar, g eu r ra das ee s t r e l a s , o q ue l á est av es c rito e ra j es us c r is to s up e r star, , o u seja as bat al h as en t r e es te r l as em j es us o u p oe je s us, ou com , o u c on t ra j es us, mul t ip l o ss n en t di os de batalha p os si v e is, o l h o a j ane la no met ro p aa r do, ao is to es c r eve ra m en ina t r ás os se is d es n u dad os mp ina d os, toda ar q eu a da para t rá s mo n t and oo c av a l o

Anka chapéu de chuva com cruz anka, bolsa vermelha com estrelas gravadas, sapatos padrão escocês ou rito escocês, anorak, ou anouk, foi a declinação que me apareceu , anorak branco com botões pretos, cores maçónicas, pele castanha como a anouk, a dor, linha ca k o ca w azambuja, e, x circulo ns, eu t rato e cam p os, m seis da dupla tríade, v c, pássaro de coroa de dois bicos, v c vó, as mao em oração horizontal na circulo da roda da vida do east pack, a menina do corto maltese com dois ossos nos cabelos de pernas apara o ar me apareceu ao olhar, por debaixo dela, outras mãos juntas e esticadas na horizontal em forma direita,

Ana ka ch a p eu de chuva com cruz an ak ab o l sa vermelha com e ts r e la s g ar av ad as, s ap at os padrão es co c es ou rito es co c es, ano ra k, o u ano uk, f o ia dec lina çao q ue me ap ar e c eu , ano r a k br anco com b ot õ i es pr e to s, co r es m aç oni cas, pe le cas t anha co mo a ano uk, a dor, li n h a c a k o ca w az um b u j a, e, x cir c u l o ns, eu t rato e cam p os, m se is da d up la t riade, v c, pa ss a ro de co ro a de do is bic os, v c vó, as mao em o ra çao h ori zo n t al na c i r c u l o da roda da v id a do east pa ck, a me nina do co r to ma l te se com do is os o s n os ca belos de pe rna s ap a ra o ar me ap ar c e u ao o l h ar, por de ba ix o dela, o u t ra s ma ~s o j un t as na e est i ca d as na h or zo n t al em forma direita,

A seta azul e cinza sobre preto da argola circulo de prata aponta ao pescoço do rapaz, padrão quadrado em seu vestes, ao fundo uma africano albino de cabelos doirados, o cabelo italiano, ou a capela italiana brasileira, a menina amarela e azul com gola de carneiro branco no n f u mer serpente m seiscentos e trinta e três , india

A s eta az u l e c in za sore pr e to da ar g ola c i r c u l o de p rata ap a on t a a o p es coço do r aa p z, p ad r aa o q ua dr ado em s eu v es t es, ao f un do uma af ric ano al b ino de ca belos do ira d os, o ca belo it al ian o, o u a capela it al ian a br as i lei ra, a me nina am ar e la e az u l com g ola de car me i ro br anco no n f u mer se r p en te m se is c en to s e t rin ta e t r ês , india

De madrugada, os garrafões no beco com porta de madeira em seu fundo, aqui ao perto a descer, pei da uva garrafões, desenhavam um L, uma carrinha com o desenho de uma mascara de pencudo ou do diabo, ou de Veneza a preto e branco, lá dentro um colchão de casal meio castanho, que me lembrou no imediato em que o vi, o antigo colchão onde eu e a teresa nos deitávamos, depois quando fora a Moçambique, ao chegar a teresa que me disse ter conhecido um africano com quem dançara nas noites longas, a ele tinha comprado um colchão xpto, carrisimo, fiquei a olhar para aquela história, ouvi-a falar do preço altíssimo que por ele pagara e achei todo aquilo muito esquisito, agora ali estava o colchão antigo, a família miranda, o colchão da vaca que ri, o dj gonzo, comemorações do dia da mulher à aramada, homenagem a uma senhora da freguesia , a senhora Cecília, que já se foi, uma matricula dera o resto, a cruz maior do dia x .podia ser aqui então que se encaixava o ouvido recente em espirito , fora voudou, voudou feito com o antigo e o novo colchão

De madruga da, os g ar raf o es no be co com p orta de madeira em s eu f un do, a q u i ao pe r to a d es ce r, p e i da uva g ar raf oe s, d es en h av am um L, uma car rin h a com o d es ne h o de uma m as cara de p en c u do ou de dia bo, o u de v ene za a pr e to e br anco, l á d en t ro um co l ch ao de ca sal mei o ca st anho, q ue me l em br o u no imediato em q ue o vi, o ant i g o co l chão onda eu e a teresa no s de it av amo s, d ep o is q ua n do f o ra a mo ç am bi q ue, ao ch a g ra a teresa q ue me di ss se ter c one h cid o um af ric ano com q eu m dan ç a ra nas no it es l on g as, a e le tinha co mp r a do um co l chão x pt o, car r is i mo, fi q eu ia o l h ar para a q eu la h is tó ria, o u vi inglesa a f al ar do pr e ç o al t is si mo q ue por e le p ag a ra e ac hei todo a q u i lo mui to es q eu si to, agora a li est av a o co l chão ant i g o, a f ami l ia m ira n da, o co l chão da v ac a q ue ri, o dj g on zo, co m en o rações do dia da mu le h r à ar am ad a, h o m en a g em a uma s en h or a da fr e g eu s ia , a s en hor a ce c i l ia, q ue j á se f o i, uma mat ric u l a de ra o r es to, a c r u z maio r do dia z x .p ode ia ser a q u i en tao q ue se en ca ix av a oo u v ido e r e c en te em es pei to , f o ra vo u do u, vo u do u f e i to com o ant i g o e o n ovo co l ch ao

Diz a folha rasgada encontrada no meio do chão,

D iza f o l h a ra s gado en c on t ra da no mei o do cha o,

Em teu nome
Para lucília

Em te y no me
Para lu c i loi a

Neste dia em nome de todas as mulheres dizemos teu nome
Acende-se a luz do teu olhar , o sorriso doce , o voo das mãos inquietas
Hoje, os sonhos que partilhámos renascem e crescem, sementes de paz, generosos ideias de fraternidade ainda por cumprir

Ne st e dia em no me de t o da s as mul her es di ze mos te u no me
Ac en de inglesa se a l u z do te u o l h ar , o so rr is o do ce , o v oo da s mao s in q u i eta s H oje, os s on h os q ue par t ilhá mo s rena s ce me c r es ce m, se me mn t es de p az, g ene rosos id e ia s de fr a g te r ni dad e a in d ap o r c u mp r i r

A assinatura das chuvas


O psicodrama montado na tv das cheias de sessenta e seis e de novo elas a acontecer, se bem que com menor intensidade, mas com mortes, outra vez, contudo o psicodrama e o cio montado não começara aí, começara com as entrelinhas do Fernando ferreira sobre a América querer seis, e aparecera nessa altura num dn, estendido por dupla página uma relação de nomes de deputados portugueses, com os seus votos nos três candidatos, o curioso naquilo eram o s x vermelhos que marcavam a posição nas três colunas verticais, Obama a cima, Hillary ao meio e John mc cain em baixo que traziam correspondência com a estrutura da passagem elevada de Alcântara, onde as marcas pelas chuvas apareceram, olhando um x da estrutura podemos desenhar as três linhas , ou três graus que correspondem às linhas feitas pelos candidatos onde se encontram os x a vermelho, que teoricamente correspondem ao desejo de voto dos inquiridos

O psi co dr ama mo n t ad o na tv das che ia s de se ss en ta e se is e de n ovo e la s a ac on te ce r, se b em q ue com m en or in t en sida de, ma s com mor t es, o u t ra v e z, c on tudo o psi co dr q am a e o cio mo n t ad o não co me ç a ra aí, começara com as en t r linhas do fera n do fe r rei ra s ob rea am erica q eu r e r se is, e ap ar e ce ra ne s sa al t u ra n um dn, es t en di do por d up l a pá gina uma relação de no mes de d ep u t ad os por t u g eu s es, com os se us v oto s no s t r es can di d at os, o c u rio s o na q eu i l o e ram o s x vermelhos que mara ca v am a p o siçao nas t r ess co l una s v e rr tic as i, ob ama e, c ima, hi ll ary ao mei o e jo n h mc ca in em ba ix o q ue t ra z iam co rr es ponde n cia com a es t ru t u ra da pa s sage m e l eva da de al can tara, onde as mar ca s pe l as ch uva s ap ar e ce ram, o l h an d o um x da e ts ru t u ra p ode mo s d es ne h ar as y t r es l ina h s , o u t r es g ra us q ue co rr r ep o sn de m as linhas f e it as pe l os can di d at os onda se en c on t ram os x a vermelho que teo ric am net e co rr es ponde m ao d es e jo de v oto dos in querido s

São quatorze personagens, quatorze marcas de xs vermelhos, se traçarmos uma linha unindo os pontos dos xs , dois, três, quatro e cinco e seis obtemos uma correspondência aproximada com a chaveta da estrutura da passagem aérea dos peões em Alcântara,

São q au tor ze pe r son a g e ns, q au t ro r ze mar ca s de x s vermelhos, se t ra ç ar mo s uma linha uni n do os p on to s dos xs , do is, t r es, q ua t ro e c in co e se is ob t emo s uma co rr es pond en cia ap roc im a d a com a ch av eta da es t ru t u ra da pa s sage m ae rea dos pe o es em al can tara,

É alias o único ponto do gráfico que trás correspondência de forma, à chaveta da passagem vermelha, ou seja, permite estabelece uma referencia e consequentemente uma orientação, e uma sobreposição entre personagens e local das duas assinaturas da brincadeira do cio montado

É al ia s o úni co p o n to do g raf i co q ue t rá s co rr es p on d en cia de forma, a ch av eta , com a pa s sage m vermelha, o u seja pe r mite est ae l ce r uma r efe ren cia e c on seque n te mente uma ori en t a ç ão, e uma s ob r ep o siçao en t re pe r son a g e ns e l oca l das du as a s sin at u ra s da br inca de ira do cio mo n t ad o



Uma primeira duvida se abre, olhar as assinaturas no asfalto a partir de que lado, que será determinante na justaposição do gráfico do jornal e consequentemente nos nomes que obteremos por essa correspondência

Uma pr i me ira du v ida se ab reo l h ar as a s sin at u ra s no as f s l to a par tir de q ue l ado, q ue se rá de t r emi na te na j us t ap o siçao do g ráf co do jo rna l e co ns e q u en te m en te no s no mes q ue ob te r emo s por es s a co rr es pond en cia

Aproximei-me descendo como sempre a rua, e quando cheguei a Alcântara , atravessei a rua e olhei a estrutura a partir do lado do edifício que tem o morcego, e me fala do desafio do morcego, da beta do morcego bacardi, ali num murinho me sentei a observar e a desenhar o que observei

Ap ro xi mei inglesa me d es c en do c omo se mp rea rua, e q ua n do che ge u ia al a c an tara , at rave ss e ia r ua e o l hei a es t ru t u ra a par tir do l ado do edi fi cio q ue te m o mor ce g o, e me fala do d es a fi o do mor ce g o, da b eta do mor ce g o b ac ar di, a li n um m ur in h o me s en teia o se r v ar e a d es en h ar o q ue ob se r v e i

Dois buracos se abriram no asfalto, um de cada lado, a ressoar nas imagens dos bastões com dupla bola, tipo majorette, um na rua que vem da estação de alcantra mar, av de ninguéns, referencia ao texto anterior, onde um cubo subterrâneo, na aparência das aguas do caneiro de Alcântara se quebrou e a na praça , antes de entrar na av de ceuta, mesmo na curva que é atravessada pelos carris dos comboios que levam os contentores de carga, arrebentou o asfalto à volta de uma tampa de colector de agua

Do is b u rac os se ab r iram no as f al to, um de c ad a l ado, a r es s o ar nas i mage ns dos ba s t a o es com d up la bo la, t ip o ma j i r e tt e, um na r ua q ue v em da es t a çao de al can t ra mar, av de nin g u é ns, r efe ren cia ao te x to ant e rio r, onda uma c u bo s ub terra ne o, na ap ar en cia de aguas q eu br o ue a outra em al can tara terra, ant es de en t ra rna av de ce u ta, me s mo na c ur v a q ue é at rave s s ada pe l os ca rr is dos c omo i os q ue l eva mos c on te n tor es de car g a, ar r e e n to u o as fal to à vo l ta de um aa t am pa de cole c tor de agua t am b em na es t ra d a

Ou seja, na praçeta, um circulo de ferro de aguas da esgoto com marcas de cruz, tt, seguida de muitas mais impressas por toda a chapa e um outra tampa ao seu lado das comunicações, da pt, ambas são como bolas num eixo imaginário que entre elas trace, como um piercing, na av de ninguéns, um cubo das aguas subterrâneas que não era visível na superfície do asfalto, e cuja reparação deixou marcado na estrada dois rectângulos, ou seja oito pontos de um cubo subterrâneo, ou seja escondido, ou seja secreto, que corresponde a oito pontos, ou dois quadrados entre si ligados

O u seja, na pr aç eta, um cir c u lo de ferro de aguas da e pal, na av de nin g u ns, um c u bo das aguas s ub terra ne as q ue não e ra v isi v el na s up e r fi cie do as fal a to, e c u j ar ep a ração de ix o u mar ca do na e ts ra da do is rec tan gulas, o u seja o i t o p on to s de um c u bo s ub te rr a ne o, ou se j es condi do, o u se j a sec r e to, q ue co rr es ponde a o it o p on to s, o u do is q ua dr ad os en t re si li gados

Ou ainda,

Ou seja, na p rba ç beta, um cir c u l o de ferro de aguas da es g oto com ma rca s de cruz, tt, se guida de mui t as mais im press as por toda a ch ap a e um outra tam pa ao seu lado das co mi uni cações, da pt, am ba s são como bo la s num e ix o imaginário que entre elas t rac e, como um pi e r c in g, na av de nin g u é ns, um cubo das aguas s ub te rr â ne as que não e ra v isí v el na super fí cie do as f al to, e cuja r epa ração de ix ou ma rca do na estrada dois rec tân gulas, ou seja oito pontos de um cubo s ub ter r â ne o, ou seja es condi do, ou seja secreto, que co rr es ponde a o it o p on to s, o u do is q ua dr ado s en t r e si li gados

Depois as bestas do dn, mais o seu sistema de espionagem que levam alguns outros mesmo a entrar em minha casa para depois usarem os meus textos, o que sei do visto, e até provocarem assim sincronismo, e depois vêem insinuar nas trevas dos ventos, que é melhor o trabalho de equipe, trabalho de equipe pode ser bm quando quem o faz bem se comporta, entrada não autorizada em casa alheia, trás outro nome, invasão de propriedade e dá direito a prisão, neguem, vão rapidamente negar, vós que tambem com muitos outros são chulos imperfeitos do trabalho alheio, por razão de participação na glória, na glória da descoberta da verdade por métodos tortos de bandidos, cabrões, filhos da puta, a prova está feita, tambem vós se mantém em total silencio quando vos inquiro, cada vez que o fiz, me ignoraram como se não existissem, bandidos, provedores de leitores, deixem-me rir para não chorar, não sabeis das injustiças que me fazem, o que fazeis vós, Oh jornalistas independentes e com princípios morais e ética de bandidos, só silencio, inferno para vós todos !

D ep o is as b es t as do dn, ma is o seu sis t ema de es pio na g em q ue l eva m al g u ns outros me s mo a en t ra r em min h a c asa para d ep o is usa r em os me us te x to s, o q ue se i do vi s to, e at é por vo ca r em a ss si m se inc ro ni s mo s, e d ep o is v ee m in sin u ar nas t r eva s dos v en to s, q ue é me l hor o t ra be k l h o de equipe, t ra b alho de e q u ii pe p ode ser b m q ua n do q eu mo f az b em se comporta, en t ra da n ão au tor iza da em c asa al he ia, t rá s o u t ro nome, in v a são de pr o pr i e dad ee dá di rei to a pr isa o, ne g eu m, vão ra pida mente ne g ar, vó s q ue t am b em com mui to s outros são ch u l os i mp e r f e it os do t ra b alho al he io, por ra z ão de par tic ip a ção na g l é ria, na g l ó ria da d es co be rta da verdade por met os o ds tor to s de ban d ido s, ca b r õ es, fil h os da p u ta, a pr ova est á f e it a, t am b em vó s se m an te m em t ota l si l en cio q ua n do vo s in q u i ro, c ada v e z q ue o fi z, me i g nora ram co mo se não e xis ti ss em, ban d ido s, por v e do r es de lei tor es, de ix e m inglesa me rir para não ch o ra r não s ab e is das in j us ti ç as q ue me f az em, o q ue f a ze is vó s, o h jo rna l ista s independentes e com pr inc ip i os mor ias e etic a de ban dido s, s ó si l en cio, in f e r no para vó s t o d os !


No eixo do circulo de ferro das aguas de esgoto, existem umas placas de indicação de direcções, agradeço a Deus Sempre a Sua Clara Luz, dizem elas em leitura cumulativa e de cima para baixo, quadrado do vaso em cruz primeira da cabrinha, ou ca br em homem primeiro, p o li cia circulo poli desportivo, capelo ou cobra capela, e ine t serpente circulo soci a is do zorro em a co mer cia l, esta informação corresponde a um dos x vermelhos

No e ix o do cir c u l o de ferro das a g ua s de es g oto, e xis te m uma s p l ac as de indica çao de di rec ç õ es, a g ra d e ç o a De us Se mp r e a S ua Clara Luz, di ze m e la s em lei t u ra c um u l at iva e de c ima para ba ix o, q ua dr ad o do v as o em c ru z pr i me ira da ca br in h a, ou ca br em h o m em p r i me i ro, p o li cia circulo poli d es por t iv o, ca pe l o ou cobra ca pe la, e ine t se rp en te cir c u l o soci a is do zo rr o em a co mer cia l es ta in f o r mação co rr es ponde a um dos x vermelhos

O espirito me mostrou no local o seguinte escutado, dj do circulo seis de oitenta e quatro, hp g ás e rato sessenta e sete, muito br anco e vareta ds, noventa e dois b forte de prata , setenta e um circulo terceiro coração, rato príncipe, setenta e oito ec to we raro hi a ce , do vizinho da actor joão rosa e dos ac que aqui se encontram neste livro narrados em pormenor, o homem que um dia pelo quintal me queria dar com uma picareta em cima

O es pi rito me mo s t ro u n o l oca l o se gui n te es cut ad o, dj do cir c u l o se is de o it en ta e q ua t ro, h p g ás e r e to se ss en ta e set e, mui to br anco o e v ar eta ds, no v en ta e do is b forte de p rata , set en ta e um cir c u l o te r ce i ro co ração, ra to pr inc ipe, set en ta e o it o ec to we raro hi a ce , do vi z in h o da ac tor jo ao rosa e dos ac q ue aqui se en c on t ram ne st e li v ro na rr ad os em por m en or, o homem q ue um dia pe l o q u in t al me q eu ria d ar com uma pi ca r eta em c ima


Depois as bestas do dn, onde creio cada vez mais que se escondem um ou dois ur, dos que brincam as negros demiurgos que pela escrita e não só, aprontam os cios e as desgraças, tudo aponta que pelos menos dois dos que lá moram tem directamente muito a ver com o assunto, e tambem se pode pela lógica concluir, visto que existem lá muitos pseudo homens que até sabem algumas coisas, que muitos outros, mas muito outros os cobrirão, digamos que existem lá dois ou três pontas de lança, que são pelos outros considerados como os melhores da equipa, equipa de bandidos e de vendidos e certamente com muitas negras culpas no cartório, se assim não o fosse, as letras seriam outras, um deles é o Fernando ferreira como este capitulo amplamente o prova, o outro o sociólogo, o tal que de vez em quando aparece enchendo duas paginas, pois é em sociologia nomeadamente que se estuda os mecanismos da acção dramáticas deste demiurgos da tretas e do diabo, acrescente-se para que fique claro, diga-me lá Oh menino se na sua escola não estudou propp, se não aprendeu que segundo guirad, se podem resumir a trinta e um os argumentos de todas as funções dramaturguicas, aquelas que fazem as negras acções, diga-me lá se não conhece e estrutura do prólogo, ausência, proibição , transgressão, pedido de esclarecimento por parte do vilão, obtenção de esclarecimento, o logro do vilão, a cumplicidade involuntárias, a armadilha, a ajuda indevida ao inimigo, diga-me lá se os senhores não estudaram, que basicamente se pode estruturar e reduzir um drama a três situações de parentesco, rapto, incesto e violação da proibição e depois cruzem os vosso conteúdos antes das chuvas e das negras desgraças acontecerem, e estendam-nos aos meios que aqueles que pertencem ao grupo, como é caso da maria elisa, e dos programas que acontecem mesmo antes da besta fazer por vossas mãos a desgraça, impunes, meus cabrões, quantos foram desta vez, sete, salvo erro, mais um dos que o fernandes ferreira nessas colunas anunciou, espantoso, se houvesse policia a seria nesta terra, alguns de vos estariam já presos, certamente, se a polícia e os tribunais não pertencessem ao mesmo clube

D ep o is as b es t as do dn, onda c rei o c ad a v e z ma is q ue se es conde m um ou do is ur, dos q ue br inca m as ne g ro s d emi ur u g os q ue pe l a es c rita e não só, ap ron t am os cio s e as d es graças, t u d o ap ao n ta q ue pe l os m en os do is dos q ue l á mor am te m di r e cta mente mui to a ve r com o as sun to, e t am b em se p ode pe l a l o gi ca co n c lui r, vi s to q ue e xis t em l á mui to s ps eu do h omens q ue at é s ab em al gum as co ia s, q ue mui to s outros, mas mui to o u t ros os co br ira ão, dif g amo s q ue e x us te m l a´ do is ou t r es pontas de l ança, q ue são pe l os o u t ros c on sid e ra d os co mo os me l hor es da e q u ip a, e q eu ip a de nba n dido s e de v en dido s e ce rta e mn te com muitas ne g ra s c u l p as no car tó ria o, se as si m n ão o f os se, as l e t ra s se r iam outras, um del es é o f e r n en do ferreira c omo este ca p u t u l o a mp l am en te o por v a, oo u t ro o soci o l o g o, o t al q ue de v e z em q ua n do ap ar e ce en c h an de o du as pa gina s, p o is é em soci o l o gi a no mea damen te q ue se est u da os meca ni s mo s da a c ç ão dr ma t i c as d este d emi ur g os da t r eta s e do dia bo, ac r es c ene te inglesa se para q ue fi q ue c l ar o, di g a inglês me l á o h m en ino se na s ua es cola n ão est u do u pr o pp, se não ap ren de u q ue se gun do g u ira d, se p ode m r eu s mir a t rin ta e um os ar gume n to s de todas as f un ç õ es dr ana t ur gui cas, a q eu la s q ue f az em as negras ac ç õ es, di g a inglês me lá se não c on he ce e est r t u ra do por l o g o, au ss en cia, pr o bi ç ão , t ra ns g r es são, ped ido de es cal r e cimento por par te do vi l ão, ob te n ção de es c l a re cie mn to, o l o g o ro do vilão, c u mp lic dad e in vo l un tá ria s, a am ad ilha, a ajuda inde vi da ao inimigo, di g a inglesa me l á se os s en hor es n ão est u d aram, q ue ba sica mente se p ode es t ru t u r ar e red u zi r um dr am aa t r es si tua ç õ es de par en te s co, r a pt o, inc es to e vi o l a ção da por i bi ção e d ep o is c ru ze mo s v osso c on te u d os ant es das ch uvas e das ne g ra s d es g ra ç as ac on te ce r em, e est en dam inglês no s aos meio s q ue aquele s q ue pe r te n ce mao g r up o, co mo é c as o da mar ia e lei s, e dos pr o g r am as q ue ac on te ce m me s mo ant es da best a f a ze r por vo s sas mão as a d es g r a ç a, i mp une s, me us c a b r õ es, q ua n ros f o ram d es ta v e z, sete, sal vo e r ro, ma is um dos que o f e rna n d es ferreira n es sas co l una s anu n cio u, e spa n t oso, se h o u ve s se po li cia a se ria ne s t a terra, al g u sn de vo s es t ari ram j á pr es os, ce rta mente, se a po li ca e os t rib una is n ão pe r te c en ss em ao me s mo c lu be


Vão ser homens desta vez e responder em forma clara como a agua, ou irão continuara a escrever desgraças. até irem presos, ou talvez um pais de algum se tenha ido, ai chegue e vos dê um tiro, ou ponha uma bomba, ainda não se esquecerão do escândalo da venda do belo edifico onde estais por um milhão, na negociata entre o coronel e governo de cavaco, que eu aqui neste livro, já relatei há muito tempo atrás, servidores de corruptos!

Vão ser h o m e ns d es ta v e ze r es pond e r em forma clara co mo a agua, o u irão conti n ua ra a es c r eve r d es g r a ç as at é i r em pr es os, ou ta l v e z um pa is de al gum se te n h a id o, ai che g ue e vo s d ê um ti r o, ou p on h a uma bo mba, a in da não se es q eu ce ra o do es can d alo da v en da do be l o edi fi co onda est a is por um mil h ão, na ne g o cia ta en t re o co ron el e g o v e r no de ca v ac o, q ue eu a q u i ne st e li v ro, j á r ela te i h á mui to te mp o at rá s, se r vi d o r es de co rr u pt os!


O cubo trás a interpretação das torres de vigia do universo e dos planos do mais além da esfera que está para além deles

As duas assinaturas, os dois buracos que se abriram no alcatrão, fazem uma linha obliqua em relação a linha definida pela estrutura da passagem aérea, simplificando os traçados em planta temos uma cruz dupla , com dois braços horizontais, can c ro, traçada pela rua de ninguens e sua paralela, que depois se chama de av de ceuta sendo a outra trave da cruz a linha da avenida que desce da ponte e entra por Alcântara e segue até santos, a linha definida pelos dois buracos, e como uma alavanca de percentagem, espelhada ao contrário na vertical se visto a subida para aponte como o cimo da trave vertical da cruz

As du as a s sin a t u ra s, os do is b u rac os q ue se ab r iram no al cat rão, f a ze m uma li n h a ob li q ua em relação a linha d efe ni da pe l a es t ru t u ta da pa s sage m ae rea, si mp li f i can do os t ra ç ad os em p l anta t emo s uma c ru z q ue é d efe ni da pe la rua de nin g eu ns q ue d ep o is se ch ama de av de ce u ta s en do a outra t rave da cruz a linha da ave n u da q ue d es ce da p ao n te e en t ra por al can tara e se g ue at é san to s, a linha d e f e ni da pe l os do is b ur ac os, e c omo uma al av anca de pe r c en a t g em , es pe l h ada ao c on t rá rio na v e r tic a l se vi s to a s u bi da para ap on te c omo o c imo da t rave v e r tica l da cruz

Esta alavanca é chave de orientação e da corresponderia correcta com a justaposição do gráfico do dn das cruzes vermelhas na medida que antes de o realizar, quando lá estive desenhei eu em meu caderno, na interpretação dos numeros da grelha do cartaz adiante especificado em pormenor, a alavanca, da percentagem , como sinal de divisão, ou seja uma divisão que se encontra inclinada, ou ainda uma balança inclinada no sentido da espada, e que corresponde a duplo seis, a estrela mais a divisão , cinco percentil de um, a estrela é indivisível, assim é parte das notas relativas a esta parte, e assim sendo, estando a cabeça indicada na direcção da Estrela, o ponto de vista por ela se poderia definir, contudo, se virmos com atenção o traçado geométrico desvelado pela topologia do local, tambem do outro lado, em direcção à ponte, temos uma outra paralela, ou seja o local e o acontecer parece relacionar duas cruzes duplas, uma em direcção ao sul, outro lado da ponte, e outra em direcção à estrela, à lapa, o que torna a analise desta expressão do mal mais complexa, o que desde o inicio era perceptível pela sua complexidade, contudo acrescentou o espírito que as notas do caderno, e primeira visao, as que começam, no ponto da Alcântara vareta, são as mais precisas, assim o ouvi à posterior, um dupla cruz dupla, um duplo cancro da al can tara

Est a al avanca é ch ave de ori en t a ção e da co rr es pond e cia co rr e cta com a j us t ap o si çao do g raf i co do dn das c ru ze s v e r me l h a sm na med ida q ue ant es de o rea l iza r, q ua n do l á estive de s en hei eu em m eu ca de r no, na in te rp r eta çao dos nu m ero s da g r e l h a do cartaz ad ina te es pe c i f ica do em por m en or, a al avanca, da pe r c en t a g em , co mo sin al de di visao, o u seja uma di visão que se en c on t ra inc l ina da, ou a in da uma bal ança inc l ina da no s en tid o da esa p da, e q ue co rr es ponde a d up l o se is, a es te r la ma isa di visão , c in co pe r c en til de um, a es t r e la é in di v isi v el, as si m é par te das n ota s r e l at iv as a est a par te, e q as si m s en do, est a dn do a ca beça indica da na di r e çao da Estrela, o p on to de v ista por ela se p ode r ia d efe ni r, c on tudo, se vi r mo s com a te n çao o t ra ç ado g e o mét ric o d es vela do pe l a to p o lo g ia do l oca l, t am b em do outro l ado,, em di re c ç ao à p on te, t emo s uma outra ap ar e la a, ou seja o l oca l e o ac on te ce r par e ce r e l a cio n ar du as c ur ze s d u p l as, uma em di r a c çao ao s uk, outro l ado da p on te, e outra em di re cç ao à es t r e la, à l ap a, o q ue to rna a ana lise d es ta e x press ão do ma l ma is co mp l e x a, o q ue d es de o in inc i o e ra pe r c ep t iv el pela sua co mp l e x i dad e, c on tudo ac r es c en to u o es pei r to que as n ota s do ca de r no, e pr i me ira vi sao, as q ue co me ç a am, no ponto da al a c a n t ra v ar eta, são as ma is pr e c i sas, as si mo o u vi à p os te rio r, um d up la c ru z d up la, um d up lo can c ro da al can tara

Paralelo a avenida de ninguéns existe uma outra que dá para os antigos armazéns que hoje são clubes e restaurantes, por cima dessa rua, corre, a estrutura elevada da passagem com tapete rolante que foi feita para ligar as duas estações, é uma estrutura em xs de grossos tubos vermelhos com um tapete rolante que na mais das vezes não funciona, onde uma noite como aqui dei conta encontrei o zé pedro quando tentei ver se falava com a peaches, que dava um concerto na garagem, e depois o outro rapaz aqui de Alcântara dos cães ferozes, que numa dessa noites, ali chegara ao pé de mim chegara como que bêbedo e me dissera para o acompanhar às docas

Para lelo a ave ni da de nin g u é ns e xis te uma o u t ra es t rei ta r ua q ue dá para os ant i g os arma zé ns q ue h oje são c lu bes e r es tau ra n t es, por c ima d es sa r ua, co rr e, a es t ru t u ra el eva dada pa s sage m com t ape te rola n te q ue f o i f e it a para li g ar as du as es t aç õ es, é uma es t ru t u ra em x s de g r ossos t ub os vermelhos, com um t ape te rola n te q ue na ma is da s v e ze s n ão fun cio na onda uma no i te c omo aqui de i conta en c on t rei o zé pe dr o q ua n do te n te i ve r se f al av a com a pe ac h es, q ue d ava um c on ce r to na a g ra ge m, e d ep o is oo u t ro ra ap z aqui de al can tara dos cae s f ero ze s q ue n uma d es sa no it es, a li che g a ra ao péde mim che g ar a c omo q ue b e b ed o e me di ss e ra para ao co mp anha r às do cas


A passagem elevada é um cubo deitado, observando o seu perfil lateral de um ponto a ele perpendicular, vemos que a estrutura tem para a rua de ninguéns , av de ceuta, uma outra que é um painel com muitas laminas rotativas que servia para afixar publicidade e que se encontra na vertical do cruzamento entre as ruas da praçeta com as duas primeiras, esse painel de laminas tem um reforço por debaixo da estrutura nuclear da passagem, e faz uma chaveta virada para cima, cujas pontas se juntam a estrutura principal numa espécie de ângulos que sugerem bidimensionalmente setas, ou seja uma chaveta virada para cima com duas setas que circunda por baixo, que é uma espécie de berço ao rectângulo do painel publicitário das laminas mecânicas que giram sobre si verticalmente de forma a mudar a imagem

A pa s sage m el eva da é um c u bo de it ad o, ob serva n do o s eu pe r fil l a t e ra l de um p on to a e le pe rp en di c u l ar, v emo s q ue a es t ru t u ra te m para a r ua de nin g u é ns , av de ce u ta, uma outra q ue é um pa ine l de mu it o as l a minas r ota t iva s q ue se r v ia para af ix ar pub li cidade e q ue se en c on t ra na v e r tic al do c r u za m en to en t rea s r u as da pr aç eta com as du as pr i me i ra s, es se pa ine l de l ami na s te m um r e f o r ç o por de ba ix o da es t ru t u ra n u c lea r da pa s sage m, e f az uma ch av eta v ira da para c ima, c u j as p on t as se j un tam a es t ru t u ra pr inc ip al nu ma es pe cie de an g y u l os q ue s u ge r em bid e m en sio na l mente s eta s, io u se j a uma ch ave t v irada para c ima com du as s eta s q ue cir c un da por ba ix o, q ue é uma es pe cie de be r ç o ao rec tan gula do pa ine l pub li cita ´ rio das l am ina s meca nica s q ue g iram s o b re ds i v e r tic a l e mn te de forma a mu d ar a i mage m

Como uma espécie de dança sufi, que cria a ilusão e a mudança da imagem, ou das imagens

Co mo uma es p é cie de dan ç a s u fi, q ue c ria a i lu são e a mu dança da i mage mo u das i mage ns

No ponto do eixo perpendicular onde se dera o rebentar da cubo, do outro lado da avenida , temos o prédio com os morcegos da bacardi iluminados, o defi, palavra escrita em néon rosa, da beta, e olhando desse ponto no eixo a zona do rebentamento, temos a estrutura corredor dos x s vermelhos que à esquerda daquele ponto , tem um sistema de laminas de alumínio, mais ao menos central a estrada que por baixo o cruza, e um reforço como uma chaveta para cima tambem em tubos sustenta e reforça a estrutura naquele ponto, sendo que as vigas transversais a estrutura são dois pares de triângulos tambem tubulares, temos portanto uma chaveta para cima, ou seja , o símbolo da fortaleza, apontada para cima, para o corredor que é feito em quadrícula de xs, este é o segundo ponto do segundo x

No p on to do e ix o pe rp en di c u l ar onda se de ra o reb en t ar da c u bo, do outro l ado da ave ni da , t emo s o pr é di o com os mer ce g os da b ac ar di i lu mina d os, o defi , pal av ra es c rita em ne on rosa, e ol h and o d es se p on to no e ix o a zo na do r e ben tamen to, t emo s a e ts r u t u ra co r red or dos x s v e r em e l h os q ue à esquerda da q eu le p on to , te m um sis t ema de l a minas de a lu mini o, ma is ao m en os c en t ral a es t ra da q ue por ba ix oo c r u za, e um r e f o r ç a o c omo um ac h av eta para c ima t am b em e m t ub os s us t en ta e r e f o rça a es t rut it ra na q eu le p on to, s en do q ue as vi f as t ra ns v e r sais a es t ru t u ra são do is par es de t r ian gulas t am b em t u b u la r es, t emo s p orta n to uma ch av eta para c ima, ou seja , o s im bolo da fortaleza, ap ao n t ada para cima, para o co r red or q ue é f e i to em q ua dr i c u la de x serpente este é o se gun do p on to do se gun d o x


Em dia seguinte ao descer a avenida infante santo por cima em direcção à pampulha, quase a chegar ao cruzamento do lado do palácio do ministério, o passeio faz uma chaveta idêntica, estavam lá pauzinhos marcando o x do lado direito quem de frente vê o outro lado da avenida, onde está um néon igual , beta e a pastelaria manaus duas colunas, que já entrou aqui neste livro numa outra visao, desta vez reparei no cabeleireiro do mesmo lado da rua, assim foi o olhar a seguir a manaus, ou seja a beta de manaus e do cabeleireiro, ou alguém que frequenta os dois sítios, dois senhores ali sentados me viram a observar as marcas na chaveta, sentados num banco ao lado da banca de jornais, em sua aparência a conversar

Em dia se gui n te ao de s ce r a ave ni da in fan te s ant o por cima em di r e c çao à pam pulha, q u ase a che g ar ao c r u za m en to do l ado do pal cio do mini s té rio, o pa ss seio f az uma ch av eta in d en tica, est av m l á p au z in h os ma r can do o x do l ado di rei to q eu m de fr en te v ê o oo u t ro l ado da ave ni da, onda es tá um neo n i g ua l , b eta e ap as tala ria m ana us du as co l una s, q ue j á en t ro u aqui ne ste li v ro n uma outra vi sao, desta v e z r epa rei no cab e lei r i ro do me ms o l ao da r ua, as si m foi o ol h ar a sg u i r a a manu s, ou seja a b eta de manu s e do cab e lei r to, ou al gume que fr e q u neta os do is si tios, do is s en hor es a li s en t ado s me v iram a ob serva ra s ma rca s na ch av eta, s en t ad os n um ban co ao l ado da ban ca de jo rna sis, em s ua ap ar en cia a c on v e r sar

Li pelo espirito no local, gato maior sg onze de sessenta e sete da pampulha,

Li pe l o es pi rito no l oca l, gato maio r sg on ze de se ss en ta e sete da p am pulha,

E continuavam as minhas notas assim,

dexter o personagem que é policia e que resolve o que a lei não pode ou não consegue resolver, e cc le s ia do ab w em hor e t primeira san guiné, s na g seus vaso ine, a dama nuit, ra homem circulo ot inglesa sé kapa huit do homem do vaso ut oito, ou da ala do infinito, es t es servidora da estrela e da cobra e chavez mostrava o livro vermelho com os três degraus em sua mão, e o sam leo circulo t rib us annu lis circulo lisbon duzentos e seis, ni a ,

d e x ter o pe r son a g em q ue é poli cia e q ue r e sol ve o q ue a lei n ão p ode o u n ão c on se g ue r e sol v er , e cc le s ia do ab w em hor e t pr i me ira san g u i né, s na g se us v as o ine, a d am a n u it, ra homem cir c u l o ot inglesa sé kapa huit do homem do v as o ut oito, ou da a la do in fi ni to, es t es se r vi dora da es t r e la e da co bra e ch ave z mo s t rava o li v ro vermelho com os t r es de g ra us em s ua mão, e o sam leo cir c u l o t rib us annu li s cir c u lo lis bo n du zen t os e se is, ni a ,

sms a durrel, l etoile des mages novalis la lune comme um bercaux dans la main d unedame, est tu encore a lisbone

sm sa du rr el, l e to ile d es mages n ova lis la l u ne co mm e um be rca ux dan s la main d une d ame, est t u en co rea lis b one


uma outra semelhança se estabelecera pelo nome de durrel, a quem eu enviara o sms, que é senhora que esteve ou está em Portugal a participar numa sessões do grupo de cascais da art for all da mariana inverno, a quem eu por noticia no blog da rosa leonor reparara na sua presença, que ela, a durrel é da escola yungiana e a quem eu quisera no sábado ouvir falar, mas nem dinheiro tinha nesse dia para me deslocar a cascais e assim enviara-lhe depois um sms, e de seguida lhe telefonei, mas fiquei tambem sem saldo, e a conversa nem se conclui, durrel ressoava agora no nome da tal rapariga tambem francesa, a tal que parece ser prostituta de luxo, relacionada com o tal procurador americano que acabara de se demitir, a tal história muito mal contada, um pouco sem pés nem cabeça, e que portanto trás outras aguas no bico

uma outra se me l h ança se est abe le çe ra pelo no me de d ur r el, a q eu m eu ee n via ra o sm s, q ue é s en hor a q ue est eve ou es tá em por t ual aa pert i cip ar numa s es s o es do g rup ode cascais da art for al a l da mariana inverno, a q eu m eu por no tic ia no b l o g da rosa leo n ar r epa r a ar na s ua pr es en ça, q ue e la, a d ur r e l é da e x cola y un gina e a q eu m eu q u ise ra no s ab a do o u vi r f al ar, mas ne m din he rio tinha ness e dia para me d es l oca ra cascais e as si m en via ra inglês l he d ep o is um s ms, e de se guida l he tele f one i, mas fiquei t am b em se m sal do, e a c on v e r sa ne m se e co n c lui, d ur r el r ess o a va agora no no me da t al ra pa riga t am b em fr anc e sa, a t al que pa ra c e ser pr os t it u t ra de lu x o, real cio n ada com o t al procurador aa me ric ano q ue ac ab a ra de se d emi tir, a t al h is tó ria mui to m al conta da, um pouco sem p és ne m ca beça, e q ue p orta n to t rá s o u t ra s aguas ni bico

o A que vira na cerca das abelhinhas da cme em frente ao palácio das necessidades, ecoara em duas vezes, a primeira numa imagem de um comício de Obama, no capacete de um homem que seria operário talvez carpinteiro, como que dizendo, a marca, é do home da camisa do xadrez, ou da minha prisão, o que construi a minha prisão, que deverá ser então o tal ex embaixador, e que depois se tronou a reflectir num filme do copolla, onde o belo liam, que faz de kimsey, trás um chapéu de marinheiro amarelo sobre a chuva e diz que servem os homens que vão à caça das baleias, ou seja, que serve os homens do açores, o que se relaciona com as visões anteriores, e eventualmente tambem com a baleia que entrou e morreu no tamisa

o A q ue v ira na ce rca das ab e linhas da c me em fr en te ao pal á cio das ne ce s sida d es, eco a ra em du as v e ze sa pr i me ira n uma i mage m de um co mic io de Ob am a, no ca pac e te de um homem q ue se ria o pe rá rio t al v e z car pi n te i ro, co mo q ue di zen do, a ma rca, é do home da ca m isa do x ad r e zo u da min h a pr isa oo q ue co ns t rui a min h a pr i são, q ue d eve rá ser en tao o t al ex am ba ix a d or, e q ue d ep o is se t ron o u a r e f l e tir num fil me do co p o ll a, onda o be l o li am, q ue f az de kim se y, t rá s um ch ap eu de marin he i ro am ar e l o s ob rea ch uva e di z q ue se r v em os homens q ue v ão ac a ça das bal e ia s, o u se j a q ue se r v e o s homens do açores, o q ue se r e la cio na com as vi s õ es ant e rio r es, e eve n t ua l e mn te t am b em com a bal e ia q ue en t ro ue mor r eu no t am isa

o petróleo subira nessa noite a cento e dez virgula dois, ou seja, da divisão do circulo do grupo onze

o pe t ro leo s ub ira ne ss a no i te a c en to e dez vi r gula do is, o u seja, da di visão do cir c u l o do g rup o on ze

Spitzer , e li ot, ze rif e w a ll st r ee t tim e , e mp erro r s c lu b, rei no uni d circulo e fr ança, c li en te , envelope nove, k rato is t en

spi t ze r , e li ot, ze rif e w a ll st r ee t tim e , e mp erro r s c lu b, rei no uni d circulo e fr ança, c li en te , e maior vaso e l circulo pe no v e, k rato is t en


Spitzer e a durrel, a durrel dos serviços de escort, a dama da nuit de manahattam, dos rituais, escort dos serviços do vaso ip do envelope nove, recordam-se?, porque o facto de a menina ser o que é em termos profissionais, é a parte do problema, o problema não é só o sexo em si, mas o que se faz através dele, ou o que o tal senhor fez, a menina em cima de um barquinho no meio de uma marina, a seta vermelha e branca aponta ao club do imperador, onde era conhecida por kristen, o circulo branco do horus de prata, a vesica do seio, a esposa do senhor, levava-o pela mão, a sair do palanque, seu lenço trazia as cores do templário do ouro sobre azul, lan is pá da vesica do gancho sobre o pescoço, ou ao pescoço do ouro azul o triângulo das três estrelas brancas sobre azul, com uma quarta do outro lado a desenhara a seta por detrás da bandeira onde o senhor na conferencia se encontra, bonita sua senhora, e uma treta no final de um dos textos, que o senhor arrisca prisão por contratar os serviços de uma prostituta se eta tiver de atravessar as fronteira do estado, mas esqueceram-se de mencionar tal facto, assim se vê a coragem inaudita e merecedora de uma medalha destes jornalistas, quando a coisa não bate a bota com a perdigota, sabemos então que é poeira, mas o preferível, era mesmo a verdade inteira, não chama, não é pressupostamente essa a forma de fazer do jornalismo que assim se chame, olhe lá esta senhor provedor, tambem irá ficar calado?, ao lado se dá conta da noticia que no Arizona poderá vir a permitir armas escondidas nas escolas, como um quartel, num armeiro se presume, taurus, modelo de carro, como escort, da mesma marca, ao lado ainda os abortos na clinica em espanha, depois ou antes, a notícia de um medico que fazia abortos a jovens de treze anos, financiado pelo trafico de droga, o túnel no Chile, entenda-se por cima ou por baixo dos cadáveres, como em inglaterra onde num quadrado, escola, um esqueleto de um criança aparecera enterrado


Spi t ze rea durrel, a d ur r el dos se r vi ç os de s co r t, a dam a da nuit de m ana h at tam, dos r it u a is, e co rt dos se r v i ç os do v as o ip do en v e l o pe no v e, r e corda m inglesa se?, por q ue o f ac to de a m eni na ser o q ue é em te r mo s pr o f i ss i o na is, é ap r te do pr ob l ema, o pr ob l ema não é só o s ex o em si, ma s o q ue se f az at r va es del e, ou o q ue o t al s en hor fez, a me nina em c ima de um bar q u in h o no mei o de uma ma r ina, a s eta vermelha e br anca ap on ta ao c lu b do i mp e ra d or, onda e ra c on he cida por k r is ten, o cir c u l o br anco do horus de p rata, a v e sica do seio, a es posa do s en hor, l eva v a inglês o pela mão, a sai r do pala n q ue, seu l en ç o t ra z ia as co r es do te mp a l rio s do o ur o s ob r e a z u l, lan is pá da v e isca do gan ch o s ob reo p es coço, o u ao p es coço, o t r ian gula das t r es estrelas br ancas s ob re a zz u l, com uma q ua rta do outro l ado a d es en h ara a seta por de t rá s da bandeira onda o s en hor na c on f e ren cia se en c on t ra, bo ni ta s ua s en hor a, e uma t r eta no f ina l de um dos te x to s, q ue o s en hor ar r isca pr i são por c on t ratar os se r vi ç os de uma pr os t i t u ta se eta t ive r de at rave s sa re a s fr on te ira do est ado, ma s es q eu ce ram inglesa se de m en cio n ar t al f ac to, as si m se v ê a cora g em ana u dita e mer e cd o ra de uma me d al h a d es te s jo rna l ista s, q ua n do a co isa n ão bate a b ota com a pe r di g ota, s ab e mo s en tão q ue é p oe ira, mas o pr efe r u v el, e ra me s mo a verdade in te ira, n ão ca h ma, não é pr es s up os t ae mn te es sa a forma de f az e r do jo rna l is mo q ue as si m se ch am e, o l he lá est s en hor e pr e o v e d or, t am b em i rá fi car calado?, ao l ad o se dá cp n ta da no tic ia q ue no ari zo na p ode rá vo ra pe r mit it ar ma s es condi d as nas es cola s, co mo um q ua r t el, n um armeiro se pr es u me, t au r us, mode l o de car ro, c omo es co rt, da me s ma m a rca, ao l ado a in da os ab o r to s na c li ni ca em e spa n h a, d ep o is ou ant es, a no tic a de um med i co q ue f az ia ab o r to s a jo v en s de t r e ze ano s, fia n cia do pr l o t ra fi co de dr o g a, o t une l no ch ile, en t en d a inglesa se por c ima ou por ba ix o dos ca d ave r es, c omo em in g l a t erra onda n um q ua dr ado, es cola, um es q eu l e to de um c r ian ç a ap ar e ce ra en terra d o

Se é do pássaro do carro do calado, o mecânico, o tal do cd, que depois o espirito me disse ser, depois do o ter encontrado, então a conta são as tais duzentas sardinhas

Se é do pá s saro do car ro do cala d oo me can i co, o t al do cd, q ue d ep o is o es pi rito me d i ss e ser, d ep o is do o ter en co n t ra do en tao a conta são as t a is du zen t as se r din h as

Depois num telejornal a propósito da recusa de vistos de entrada no brasil, a chaveta de alumínio de novo na imagem com uma numero, o sete, como se as gentes do brasil sentadas à mesa tivessem em seu entender chegado a conclusão que uma das marcas corresponde à sétima personagem que decalco então sobre o jornal , identificando assim o rui sá, depois condolezza voou até lá agradecendo a mediação da paz, no continente, assim se disse depois da morte do segundo homem das farc e do presidente chavez ter aparecido aqui com um livro vermelho em sua mão, ressoou em mim ouvido no espirito que os livros não tinham afinal caido nas mãos dos nazis, o que é sempre bom de saber , se assim o for

D ep o is n um te le jo rna l a pr o p os i to da r e c usa de vi s to s de en t ra da no br as il, a ch av eta de al u mini o de n ovo na i mage m com uma nu m ero, o set e, co mo se as g en te s do br a is l s en t ad as à mesa t iv es s em e ms eu en te n de r che gado a c on c lu sao que uma das ma rca s co rr es ponde à sé t i ma pe r son a g em q ue dec al co en tao s ob reo jo rna l , id en tif i can do as si m o rui sá, d ep o is c on do l e z za vo uu at é l á a g ar dec en do a med i a ç ão da p az, no conti ne n te, as si m se di ss e d ep o is da mor e t do se gun do homem da f ar c e do pr es i dente ch ave z ter ap ar e cid o a q u i com um li v ro vermelho em s ua mão, r es s o avo u em mim o u vi do no es pi rito q ue os li v ro s n ão t in ham a fi ana l cia do nas mao s dos na z is, o q ue é se mp re bo m de sabre , se as si m o f o r

Visto de frente a estrutura de reforço em baixo do tabuleiro , a que é como uma chaveta, ou faca de duas pontas biseladas, desenham sete A ou seis V, sendo o ponto que no eixo perpendicular corresponde ao local do rebentamento, na estrutura do corredor foi por altura do segundo x a partir da chaveta

Vi s to de f e rn te a est ru t u ra de r e f o r ço em ba ix o do t abu lei ro ,a q ue é co mo uma ch av eta, ou f ac a de du as p on t as b ise l ad as, d es en a h m set e A, s en do o p on to q ue no e xi x o pe rp e dn du c u l ar co rr es ponde ao l oca l do r e b en t am en to, na es t ru t u ra do co rr e dor f o i por al t u ra do se gun do x a par tir da ch av eta

Ressoou, este x , numas fotos que na net nesses dias vi, do world trade center, tiradas de longe, onde se via em frente as torres um x que pareciam ter semelhante escala aqueles que fazem parte desta estrutura, a cruz que marca na vertical o ponto do rebentamento do asfalto, por cima da caixa cubica das aguas do caneiro, corresponderá ao segundo que se coloca á esquerda , o segundo do b inglês es 8 bes)

R es s oo u, a este x , n um as f oto s q ue na net ne ss es dias vi, do w o r l d t ra de c en te r, t ira d as de l on ge, onda se v ia em fr en te as to rr es um x q ue par e c iam ter se me l h ante es cala a q eu l es q ue f a ze m par te d es ta es t ru r u ta, , a cruz q ue mara ca na v eri ca l o p on to do r e b en t am en to do as f l a to, por cima da cia x a c u b i ca das aguas do c an e i ro, co rr es ponde rá ao se gun do q ue se c olo ca á es q eu rda , o se gun do d o b in g l es e s 8 b es)

Na rua de ninguens vindo de Alcântara mar, existe no separador central de cimento elevado, poste de média tensão, quando lá passei, reparei que um que tem duas catenárias, trás como identificação, 11 M, ou seja , as duas linhas da tensão do rebentamento do comboio em onze de março, p os s do triângulo desenhado entre a vertical da cruz e sua horizontal , para abaixo, que origina o anjol ra c do anzol, ak 47 f a un , rua jose oliveira ninguéns,

Na r ua de nin g u e ns vi n do de al cna tara mar, e x is te no s epa ra d or c en t ra l de cimento el eva do, p os te de mé dia t en sao, q ua n do l á pa ss ei, r epa rei q ue um q ue te m du as can t en á ria s, t rá s co mo id en ti fi cação, 11 M, o u seja , as du as linhas da t en são do r e b en ta e mn to do co m b oio em on ze de mar ç o, p os s do t r ian gula d es en h ado en t rea v e r tica l da cruz e s ua h ori zo n t al , para ab a ix o, q ue ori h ina o anjol ra c do an zo l, ak 47 f a un , rua jo ´ se ol iv e ira nin g u é ns,

Sendo estas referencias correspondentes à cruz da direita do rectângulo das laminas justaposto na estrutura da passagem, e que define mais ou menos o centro entre os dois pilares ali, quando passa sobre o cruzamento das estradas

S en do est as r efe ren cia s co rr es pond en te s à cruz da di rei ta do r e cta n gula d as l a minas js u t ap os to na es t ru ti u ra da pa s sage me q ue d e f ine mais o u m en os o c en t ro en t reo d pilar es a li, q ua n do passa s ob reo c r u za m en to das e ts ra d as

In line auto air cargo la cafetaria f ux b y dan cing sawo n, x o seis g in line model ap u d setecentos e setenta, o p auto industrial 2000 e x

In l ine auto air cargo la ca fe t aria f ux b y dan c in g sa w o n, x o se is g in l ine mode l ap u d set e c en to s e set en ta, o p auto indu s t ria l 2000 e x

Na noite do ida das cheias, eram ainda visíveis as cobras vermelhas e negras simbolizadas nas mangueiras dos carros dos bombeiros cujas bombas retiravam a agua dos prédios da urbanização, a tal que antes de estar aprovada, já se encontrava em parte vendida, durante o consulado de pedro santana lopes, a provar que a corrupção se paga e carro, pois os prédios recentes, construídos em cima do caneiro de Alcântara, nao foram devidamente preparados para a reacção às chuvas grandes, as cobras mangueiras entravam nos prédios e desciam as caves, a cobra preto entrava no numero sete, e dia vermelho das duas chavetas citroem no numero cinco, cobras vermelhas primeiro vaso de oitenta e seis , terceiro do nono de oitenta vazo do zorro primeiro do oito bo quadrado da estrela forte primeira, house maid setenta e dois, ac ao sessenta e nove, zorro do circulo azul frente

continua

cvusa, circulo do vaso usa, cv
oadwohu, circulo ad duplo vaos circulo do hu