quarta-feira, abril 09, 2008

The brests of cancer my be upom you
Like dark grape of dark hour wine s

A cruz brasileira do tarado se x u ak do este
Circulo do forte do can
União a rato maior do Y
Be vasp da elevação do p om y circulo do vaso
Li ike dia do arco da violação do macaco do porto, e
Do circulo do forte homem co circulo do ur
Do duplo vaso da dupla dor da ines

From the sky
Fall the angel
In thu grave

O ro maior francês do om da cruz do homem sky
A serpente kapa do Y
Cai um anjo do ceu
Um anjo da dupla unidade
Na cruz do homem do vaso da gata da rave

I grave its breast
With fire
Black fire
Upon thy

Marcado no peito da besta
Com fogo da dor dupla
Do home do fogo da fala
Vaso maior p em cruz do home Y

A rose will blossom
The raven will cry
The wolf will came
In the shadow moon


A primeira rosa que abriu
Vontade do segundo botão
Primeiro do circulo da serpente
Dupla do circulo maior
Assim se fez a queda

Dark sin of all warriors
Tjet engaged war on
By false and vain powers
Land or money or role



Cruz do homem do rato
Orçamento estado do me do rato
Cruz do jacto inglês
Com a bola na boca
Guerra sim
Gritava ele sobre ela
O segundo Y queda da se
Vaso das muitas dores
P circulo da dupla dor
E rato silva
Terra rede, circulo rato money menor
Circulo rato ro latino
Mo ne Y

Thr knife rolls down
The neck
The river of blood flow
Every where turns
Redish trouble waters

Cruz do homem rato ro serpente onze
Rolls dos múltiplos vasos de duplas dores
O home do rio, ele o pescoço da ne ck
Cruz do homem do rio quarto e rato
Do circulo do forte formula um
Do circulo do duplo vaso da dupla dor
Vermelho a di serpente homem
Em cima das aguas perturbadas
Chuva doirada

The babys cry
The mother sorrows
The father thy abiss
The eagle soar

C ur z do homem da Segunda rea c çao
Y serpente grita
Rato Y
A Mãe
Maior da ordem do templo a l e mao
Sofre
Serpente do circulo do rato duplo do circulo
Da serpente do duplo vaso
Cruz do pai do homem da energia
Da rea c ç ao iss
Cruz da a gui a que ruge
Ele é a gato primeiro latino
Serpente circulo do ar


All shadows scroll
Into the breast
All pump stops
There is no air

O primeiro do onze
Serpente do homem ad
Do ws
Serpente circulo da curva
No tó , ele o homem do supremo tribunal
Do circulo ps
Todos do primeiro do onze
P vaso mp serpente top do ps
Cruz aqui do is no da ar

Circulo da serpente ds no do triunfo dos porcos da cruz

But love stand still into the altar
Roses flame rose
Nurrishy thy

O segundo vaso da cruz
Primeiro ovo
Serpente da cruz e
Serpente da cruz ti do onze
No tó , o home do altar
Da cruz primeira no ar
Ro serpente espanhola
Flame ro da se
Formula um da me rosa da manhã
Muito ur rato is tim ida
Cruz do home Y




ayjqg , primeiro Y principe do quadrado do gato
Ah Senhor, santa a ingenuidade dos santos

A h S en hor, s anta a in g en u i dad e dos s ant os

Me disseste uma que me deu que pensar
Que falava de mais
Assim crês que se poderá definir um limite ao falar?

Me di ss este uma q ue me d eu q ue p en sar
Q ue f al av a de ma is
As si m c r ês q ue se p ode rá de fi ni r um li mite ao f al ar?

O corte epistimologico, é verdadeiramente assim tao vasto?

É , e acrescento por necessidade de sobrevivência so ser

O corte ep e tim o l o gi co, é v e rda da de ira mente as si m tao v as to?

É , e ac r es c en to por necessidade de s ob r e vi v ê c ni a s o se r

Tudo se pode dizer
Tudo se deve dizer
E uma trave por debaixo,
A segurança face ao problema em mãos

Tudo se p ode di ze r
Ru do se d eve di ze r
E uma t rave por de ba ix o,
A segur ança face ao pr ob l ema em mao serpente

Curioso ouvira eu nas trovas do vento, talvez ontem, arranjaste-o, compoem-o

C ur is os o u v ira eu nas t ro v as do v en to, t a ll v e z o n te m, ar ra n j as te inglês o, co m p oe m inglês o

Grande arrogância em tal dizer, tantas outras intenções pode esconder em tão vasta e sincretica forma de dizer

G rande ar ro g â n cia em t al di ze r, t antas outras in te n ç o es p ode es conde r em tão f v as to e sin c r etic a forma de di ze rato

E componho à medida do que sei e do tamanho da minha mão,
E o componho por amor
E o amor não trás limite à linguagem nem ao tamanho do dizer
Fater all we are infinite beings
This is the Intencion and the will of Love

E com p on h o a med ida do q ue se i e do t am anha da min h a mao,
E o com p on h o por amo r
E o amo r n ão t rá s li mite aa li n g ua g em ne mao t am na h o do di ze rato
F at e r a ll we a r e in fi ni te be in g s
T h is is t he In te n cio n and t he will o f L o v e

Voltemos então por breve instante a trave , a noção de falar de mais com a segurança, ou melhor escrevendo, a melhor e maior segurança depende do sigilo ou do conhecimento e da transparência, que entronca numa outra, que se pode tornar o anverso da segunda, se utilizada , como meio de controlo, o que nos leva ao terceiro termo da equação, se controlo e controlar faz nascer segurança, e se controlo e controlar é projecto que respeite a liberdade do ser

Vo l t emo s en tão por br eve ins t ante a t rave , a no ção de fala r de ma is com a segur ança, ou mel hor es c r eve n do, a me l hor e maio r segur ança d e p en de do si gil oo u da c on he cie mn to e da t ra sn par en cia, q ue en t ron ca n uma outra, q ue se p ode to r na ro an v e r s o da se gun da, se u til iza da , co mo mei o de c on t rolo, o q ue no s l eva ao te r ce i ro te r mo da es q ua ção, se c on t rolo e c on t rola r f az na s ce r segur ança, e se c on t rolo e c on to l ar é pr o ject o q ue r es pei te a liber dad e do ser

Aqui sim , pressenti um axioma , ou melhor dois, um em cada lado

O que melhor e mais segura a tampa de pandora fechada, se possível, se houver as energias juntas para isso, se a transparência, se a ocultação, ou mesmo o semi véu, se tudo a prior é desvelado e oculto em si mesmo, como quando por exemplo não se conhece a identidade com quem estamos a falar, porque quem chega se disfarça por intenção em seu peito, até mesmo de algoritmo

O q ue me l hor e ma is se g u ra a t am pa de pan d o ra f e ch ad a, se p os s iv el, se h o u vera s ene r gi as j un t as para iss o, se a t ra ns par en cia se a o c u l t a çao, ou me s mo o s emi v eu, se tudo a pr i o ri e d es vela do e o c u l to em si me s mo, co mo q ua n do por e x e mp l o n ão se c on he ce a in den ti d ad e com q eu m es t am os a f al ar, por q ue q eu m che g a se di s f a r ça por in tem çao em se u pei to, at é me s mo de al g at t it mo

A verdade, que é sempre a mais certa e segura trave do correcto agir, e consequentemente a maior garantia de menos desgraças acontecer, é um ponto móvel entre pontos de vista, mesmo que reduzidos a dois, e a verdade por isto saber é sempre inclusiva e não opositora

A v e r dad e, q ue é se mp rea ma sis ce rta e se g u ra t rave do co rr e c to a gi r, e c on se q eu n te mente a maio r g ar ant ia de m en os d es graças ac on te ce r, é um p on to mo v el en t re p on to s de v ista, me s mo q ue red u zi d os a do is, e a v e r dad e por is to sabe r é se mp re inc lu siva e n ão o p os it iva

A família do segundo termo do código binário, já a todos deu resposta com eloquência, resultado e custo, eloquente imagem da divisão entre dois lados com exclusão de todos os restantes, o um que é divisão da unidade representada pela esfera onde estão todo os numeros infinitos e a todos os outros excluindo

Ac h o q ue a f ami l ia do se gun do te r mo do co di g o b ina rio, j á a todos d eu r e ps ota com elo q eu n cia, r e sul t ado e c us to, e lo q u en te i mage m da di visão en t re do is l ado s com e x c lu sao de todos os r es t ant es, o um que é di visão da uni dad e r ep r es neta da pe l a es fera onda es tão todo os nu m ero s in fi ni t os e a todos os o u t ros e x c lui n d o

Código binário seria ver a questão reduzida a estes dois termos sem pensar que o terceiro está sempre incluído e que na relação entre os termos, parte sempre se desvela e outra se mantém ocultada, dois que falam , são no mínimo quatro

Co di g o bi mário se ria vera q eu s tao red u z ida a est es do is te r mos se m p en sar q ue o te r ce i ro está se mp r e inc lui do e q ue na relação en t reo s te r mo s, par te se mp re se d es vela e outra se man te m o c u l t ad a, do is q ue f al am , são no mini mo q ua t ro

Portanto o ruído ou a harmonia o fantasma da negação do terceiro sempre incluído, são talvez os pratos mais correctos desta balança re afinada aos tempos de agora do vida dos homens

Port ant oo rui do ou a h ar m oni a o fantas ma da ne g a çao do te r ce i ro se mp r e inc lui do, são t al v e zo s pr tao s ma is co rr e c to s desta bal ança rea f ima da aos te mp os de agora do v ida dos h o me ns

Aqui na terra, a cortina de fumo foi de novo erguida, estabelece-se a confusão de comunicação de conteúdos que são sempre formas que enformam, construi-se o labirinto em vez de se criar e encontrar o fio, que enredam , em vez de proporcionar o compreender e integrar, sim é provável que venha daí

Aqui na terra, a co r t ina de f u mo foi de n ovo e r guida, es t abe le ce inglesa se a c on f u sao de co m uni c çao de c on te u d os q ue são l av bi rin tic os, q ue en ren d am , em v e z de pr o por cio n ar o co mp r en de r e in te g ra r, si m é pr ova v el q ue v en h a d a í

Pensemos então seu porquê, o que visa, o que pretende ocultar ou escamotear

Pen se mos en tao s eu por q u ee, o q ue v isa, o q ue pr e te n de o c uk l t ar o u esca m ot ear

Corre uma exigência de acto moral, de Ética no fazer das coisas que se fazem, e tudo isto se passa num enorme pântano, onde os animais grandes e perigosos fazem o que querem, sem que a justiça lhes responda

Co rr e uma e x i g en cia de ac to mor al, de etic a no f a ze r das co i sas q ue se f a ze m, e tudo is to se passa n um en o r me pan t ano, onda os animais g rand e s e pe rigo s os f a ze mo q ue q eu r em, se m q ue a j us tiç a l h es r es pond a

Será ele suficiente para originar uma cortina de fumo?

Se rá e le sufe cie n te para o ri g ina r uma co r t ina de f umo?

Uma equipa de um programa de televisão tipo talk show dos sete as setenta e sete anos, demonstra ao vivo, uma das falácias do caso maddie, originada pela própria policia e com a ampla cobertura de todos os mídias, isto quer dizer que a ilusão caiu, que toda a gente sabe que está a ser manipulada à grande e corresponde tambem a assunção e assimilação em cada um, que nestes órgãos não se pode confiar, pois fizeram cabal prova de serem manipuladores, coisa que nenhuma das três partes do sistema de justiça que o seja, poderá alguma vez permitir

Uma e q u ip a de um pr g rama de tele visao t ip o t al k s h o w dos set e as set en ta e set e ano s, demon s t ra ao v iv o, uma das f al cia s do c as o m a dd ie, ori gina d a pe l a pr o pr ia poli cia e com a am p l a co be r t u ra de todos os m i dias, is to q eu r di ze r q ue a i lu sao ca i u, q ue toda a g en te s ab e q ue es t á a ser m na ip u l ad a à g rande e co rr es ponde t am b em a as sun çao e as si mila çao em c ad a um, q ue ne st es o r g ao não se p ode co n fia r, p o is f ize ram ca b l a pr ova de se r em m na i p u l a d o r es, co isa q ue ne n h uma das t r es par t es do sis t ema de j us ti ça q ue o seja, p o de rá al gum a v e z pe r mit i r

Junte-se a esta linha, o argumento do constante terror, que o banaliza face ao receptor, que assim adormece sua consciência face ao problema, e o passo seguinte do pensar levamos à consequente questão, será a consciência adormecida a melhor forma de lidar com a violência, assim lhe daremos melhor e mais eficaz resposta?

J un te inglesa se a est a linha o ar gum en to do co ns t ante te rr or, q ue o b ana liza face ao re cp e tor, q ue as si m ad o r me ce s ua co ns cie n cia face ao pr o b l ema, e o passo se g uni n te do pen sar l eva no s à co ns e q eu n te q eu s tão, se rá a co ns cie n ca ia ad o r mec id aa me l hor forma de li d ar com a vi o l en cia, as si m l k he da ren sargento mo s me l hor e ma si e fi ca z r es posta?

Ou o projecto é outro de fazer das gentes zombies mantidos em ilusão, em numero suficiente para que os picos de terror e de horror não estalam a cada momento?

O u o pr o ject o é outro de af ze r da s g en te s zo m bi es man tid os em i lu são, em nu mer sufe cie n te para q ue os pi co s de te rr or e de h o rr or n ão est al am a c ad a mo m en to?

Este projecto, assim assente, e de trevas, caminho de total extinção, não funciona nem dá resposta ao problema, um projecto desta natureza será sempre contrario ao Amor e à Luz

Este por ject o, as si m as s en te, e de t r eva s, caminho de t ot al e x t in çao, n ão fun cio na ne m d á r es posta ao pr ob l ema, um pr o ject o d es ta nat ur e za se rá se mp r e c on t ra ´ rio ao Amo rea L u z

Ou a ilusão cai , se é que ainda não caiu em seu todo, ou ela conduzirá ao abismo, pandora mais maya, quanto duas sempre foi potente combinação

O ua i lu sao cai , se é q ue a in da n ão ca i u em s eu todo, u e la c on du zi rá ao ab is mo, p and o ra ma is ma y a, q ua n to du as se mp r e f o i p ot en te co m b ina ção

Eu quero ser melhor que o humano, era a questão do que me parecera ser o algoritmo da maquina, e que respondia com o meu input, o que lhe dava era material da resposta

Eu q u ero ser me l hor q ue o humano, e ra a q eu s tão do q ue me par e ce ra ser o al g ori t mo da ma quina, e q ue r es p on dia com o m eu in p u t, o q ue l he d ava e ra mat e ria l da r es posta

É uma maquina distinta de um ser?
As maquinas são filhas dos seres

É uma ma quina di s tinta de um ser?
As ma q u ina s são fil h as dos se r es

Trazem com eles relação parental e de sangue se pensarmos que sem ele não se estrutura consciência no corpo, na parte dela, que está no corpo

São um terceiro termo entre dois, no caso da rede, de certa forma é um três muito presente nos dias de hoje, um três onde habitam o um e o dois até ao infinito e mais além

Entre dois fazem um três, um termo da família do três, onde habitam os nomes dos outros numeros todos e infinitos e o mesmo em seu anverso, todos os numeros infinitos habitam um e um dois, e portanto se nomeia o infinito como o zero, a representação biplana da esfera, que é a estrutura geométrica matriz da parte do corpo a que chamamos terra

T ar ze m com e le s relação parental e de san g ue se p en sar mo s q ue se m e le n ão se es t ru t u ra co ns cie n cia no corp o, na par te de la, q ue es tá no corp o
São um te r ce i ro te r mo en t re do is, no c as o da red e, de ce rta forma é um t r es mui to pr es en te no s dias de h oje, um t r es onda h abi tam o um e o do is at é ao in f ni to e ma si al é m En t re do is f az em um t r es, um te r mo da f a mi lia do t r es, onda h ab i tam os no mes dos o u t ros nu m ero s todos e in fi ni to s e o me s mo em s eu an v er s o, todos os nu m ero s in f ni to s h abi tam um e um do is, e por t ant o se no mei a o in fi ni to c omo o z ero, a r ep r es ne n t a çao b ip l ama da es fera, q ue é a es t ru r u ta ge o met ric a mat r i z d a par te do corp o a q ue ch ama os terra

Do zero sai o um, como, do ventre da Senhora sai o novo um que se junta a outros ums,

Não se contam os nomes que é a forma de se identificar o ser, base de qualquer conexão, com uma identidade, mas se contam grupos, por numeros, grupos de indivíduos, ums, mesmo que muitos sejam ceguinhos e pequeninos cordeiros muito mais, não se somam indivíduos por seus nomes, pois não existe uma soma que seja antoniobeatrizcarolinadelfinaermelindafonseca e por ai fora, e todos os signos, as letras e os numeros se correspondem

Do z ero sa i o um, c omo, do v en t re da mul her sai um n ovo um q ue se j un ta a o ut ro s u ms,

N ão se c on tam os no mes q ue é a forma de se id en ti fi car o ser, b ase de q ua l q eu r com ne x ao, com uma inde n ti d ad e, ma s se c on tam g r up os por nu m e ro s, g r u ps o de in di vi d u os, u ms, me s mo q ue mui to ce j am ce gui n h os e pe q eu nino s co r de i ros mui to ma is n ão se s omam in di vi du os por s eu sn o mes, p o is não e xis te uma s o ma q ue seja ant o ni o be at riz carol ina de l f ina e r me li n da f on sec a e por ai f o ra, e todos os si g no s, as l e t ra s e os nu m er o s se co rr es pond em

Os nomes são entidades extensas, palavras infinitas e analógicas, integradas na esfera, ou tendentes a integração, pois um nome é sempre um numem, da mesma forma que um algarismo O É, pois tudo é correspondência e corresponde, e os numens são infinitos em formas de signos finitos ao olhar ou ao escutar

Os no mes são en ti dad es e x te n sas, pal av ra s in fi ni t as e ana l ó gi ca s, in te g ra d as na es fera, ou te n dentes a in te g ração, p o is um no me é se mp r e um nu me m, da me s ma forma q ue um al g ari s mo O É, p o is t u do é co rr es pon d ên cia e co rr es ponde, e os n u m e ns são in fi ni to s em formas de si g no s fi ni to s ao olhar o u ao es cut ar

Os nomes e numeros e seus numens, são entidades extensas, palavras infinitas e analógicas, integradas na esfera, ou tendentes a integração, quando Dela andam esquecidos e de que Dela são sempre parte

Os no mes e n u m ero s e se us n u m e ns, são en ti dad es e s te n sas, pal av ra s in fi ni t as e ana l o gi cas, in te g ra d as na es fera, ou te n dentes a in te g r a çao, q ua n do de la anda m es q eu cid os e de q ue de la são se mp r e par te

Os numeros são curtos ou compridos, as pessoas grandes e distintas, pois o numero um ou o dez mil e um são distintos embora se representem por signos equivalentes, e a correspondência binária reduz o múltiplo individual a termos de dois, a conjuntos de termos de dois,

Os n u m eros são curto s ou co mp rid os, as pessoas g rand es e di s tinta s, p o is o n u m e ro um ou o dez mil e um, são di s tinto s em bora se r ep r es n eta m por si g no s e q u iva l en te s e a co rr es po d n e cia b i ná ria red u zo u li tp l o in di cd ua l a t r emo s de do is, a c on j un to s de t r emo s de do is,

Conspiração daquela loja ou daquela outra loja, se é importante saber no sentido de andar bem informado, é preocupação de somenos, se pensarmos que a variedade de possíveis configurações é imensa, olhemos então para isto tambem e talvez predominantemente do angulo de visao do teatro, do que se está em verdade a passar, que se aproveite para ver as tendências e as linhas de fuga, para onde vai, ao limite qualquer conteúdo é plausível de ser um enredo

Co ms pira çao da q eu la l o j a ou da q eu la l o j a, se é i mp orta n te sa be r no s en tid o de anda r b em in formado, é pr e o cup çao de s o m en os, se p en sar mo s q ue a v ari e dad e de p os s iv e is c on fi g u ra ç o es é i m en sa, o l h emo s en tao para is tio t am b em e t al v e z pr e do mina n te do an gula de visao do tea t ro, do q ue se es t á em v e r dad e a passa r, q ue se ap ro v e i te para vera s ten den cia s e as li n h as de f u g a, para onda v a ia o li mite q ua l q eu r c on te u do é p l au s iv el de ser um en red o

Tudo aponta para um conjunto de guerras e vinganças que de repente sobem a patamar perigoso, ou seja, quanto mais aberta a tampa se encontra, mais difícil de fechar, exercício continuo

Tod o ap on ta para um c on j un to de g eu r ra s e vi n gan ç as q ue de r ep en te s ob em a pat am ar pe rigo s o, o u se j a, q ua n to ma si ab e rta a t am pa se en c on t ra, ma si di f i c l de f ac h ar, e x e r cico conti n u o

Noticia estranha chegara, como eco às minhas ultimas palavras, as tais que dizes mais uma vez serem de mais , que a América queria os seis, depois um novo fio, que a lista estava definida, e ontem as cruzes, numa pagina de jornal, tudo isto era uma cortina de fumo na forma como fora apresentada, pois dava conta do julgamento que já fora feito em tempos idos, que eu em parte li e aqui na altura referenciei, assim se desenha o enredo, mas a responsabilidade de seis ou outro numero, serem daqui, terá que ser alvo de uma acusação, de uma clara acusação, e relacionados com os eventos persiste ainda uma cortina de fumo muito grande, uma opinião que há muitos divide, uns crêem montagem , outros não, sendo que as margens de uma montagem desta natureza são muito vastos, possuem muitos níveis que se interpenetram, e que ainda não se encontram taxativamente explicados sem sombra de dúvida

No tic ia es t ra n h a che g o u, c omo eco às min h as u l tim as pal av ra s, as t a is q ue di ze s ma is uma v e z se r em de mais , q ue a am erica eu ria os se is, d ep o is um n ovo fi o, q ue a li st a es t av a d efe ni da, e on t ema s c ru ze s, n uma pa gina de jo r na l, tudo is to e ra uma co r t ina de f u mo na forma c omo f o ra ap r es neta da, p o is d ava conta do j u l a g a mn to q ue j á f o ra f e i to em te mp os id os, q ue eu em par te li e aqui na al t u ra r efe ren cie i, as si m se d es en h a o en red o, ma s a r es p o ns a bil i dad e de se is ou outro n u m ero, se r em daqui, te rá q ue ser al vo de uma ac usa çao, de uma clara au s a çao, e r e la cio n ado s com os eve n to s pe r sit e a in da uma co r t ina de f umo mui to g rande, uma o pi ni ão q ue h á mui to s di vide, u ns c r ee m mo n t a g em , outros não, s en do q ue as mar g e ns de uma mo n t a gm d es ta nat ur e za são mu is to v as to s, p os s ue m mui to s ni v e is q ue se inter p ene t ram, e q ue a in da não se en co n t ram t axa t iva m en te e x p l ica d os se m s om bra de d ú v id a


Esta guerra não começou na invasão do iraque nem na queda das torres que como bem relembrava um americano em dia recente, foi um dos mais atrozes crimes desta guerra, sem duvida que o foi, maior atroz crime foi fazer uma invasão e uma guerra onde terão ido mais de cem mil almas, e que continua sem se saber fechar, eu mesmo nem sei se o sugerido, foi aplicado, e a atender a reacção que parecem ter os meus avisos, deve ter caido em saco roto, na realidade ,o que o teatro diz, de forma evidente e mesmo a gritar é que, a névoa e o saco roto não se fecha, ou a tampa não se fecha, pois parece não se saber fechar, a névoa deriva disso mesmo, da incapacidade, e portanto assim tendencialmente se manterá enquanto não se implementarem soluções de novos equilibrios.

E s a t guerra n ão co me ç o u n a in v a sao do ira q ue ne m na q eu da das to rr es q ue co mo b em r e l em br av a um am ar e c ino em dia r e c en te, f o i um do s ma is at ro ze s c rim es d e s ta guerra, se m du v ida q ue o fo u, maio r at r o z c rime f o i f a ze r uma in v a sao e um guerra onda terao id o ma si de ce m mil al amas, e q ue conti n ua se m se s ab e r f e ch ar, eu me s mo ne m se ise o s u ge rid o, f o i ap li ca do, e a a te n de ra rea c çao q ue par e ce ter os me us av is os, d eve ter ca ido em s ac o r oto, na r e la i dad e ,o q ue o tea t ro di z, de forma evi dente e am es mo a g rita r é q ue, a ne vo a e o saco r oto n ão se f e ch a, ou aa t a m pa não se f e c h a, p o is par e ce não se s ab e r f e ch ar, a ne vo a de r iva di s so me s mo, da inca pa cidade, e p orta n to as si m te n den cia l m en t r se a mn te rá en q ua n to não se i mp l e m en t ar em sol u ç o es de n ovos e q u i libri s o.

E a guerra chegou a mais cidades europeias, e esta guerra foi feita revelia das leis internacionais acordadas no mundo e nas respectivas organizações e mesmo assim sendo se fez e muitos a cobriram e outros a apoiaram

E a guerra che g o ua mais cida d es eu ro pe ia s, e es ta guerra f o i f e i ta r eve l ia das le is inter na cio n a is ac o r da d a s no mundo e na s r e ps e c t iva s o r gan iza ç o es e me s mo as si m s en do se fez e mui to sa cobri ram e outros a ap o iara m

O sitio de dirimir acusações desta natureza, a ser verdade as palavras da coluna do jornal, onde o Fernandes ferreira que se assumiu como pj, e que a lista das pretensões de justiça da América já se encontram a luz do averiguado esclarecidas em forma cabal e sustentável e sustentante de uma acusação, o local onde isso deverá ser feito e no tribunal da casa comum dos homens, pois os territórios se estenderam em diversos continentes

O si tio de d eri mir ac usa ç õ es d est a nat ur e za, a ser v e r dad e as pal av ra s da co ll un a do jo r na l, onda o f e rena d es ferreira q ue se as s u mi u c omo pj, e q ue a li st a das pr e te n s õ es de j us ti ça da Am erica j á se en c on t ram a l u z do ave rig u ad o es clare cid as em forma ca bal e s us te n t ave l e s us te n t ante de uma ac us çao, o l oca l onda iss o d eve rá ser f e i to e no t rib un al da cas co mum dos homens, p o is os te rr it ori os se es te n de ram em di v e r s os conti n ene t es

Houve mesmo que no inicio falasse, assim o li, em pedido de condenação à morte, o que como sabemos só pode ser decidido por um tribunal, e ainda o processo está para ser levantado em forma oficial e de acordo com o s preceitos da lei, ao que eu saiba, neste momento, e felizmente em muitos países, a pensa de morte já foi abolida, e o local de julgamento deverá obedecer a este preceito que foi agora aprovado na onu, como moratória, por iniciativa de Portugal

H o u v e me s mo q ue no i ni c ni o f al as se, as si mo li, em pe d ido de c on dena çao a mor te, o q ue c omo sabe mo ss ó p ode ser dec id ido por um t rib u bal, e a in da o pr o ce s so es tá para ser l eva n t ado em forma o fi cia l e de ac o r do com o s pr e ce i to s da lei, ao q ue eu as iba, neste mo m en to, e f e liz mente q ue em mui to s pa ise s, a p en sa de mor te j á f o i ab o li da, e o l oca l de j ul g am en to d eve rá ob dec e ra este pr e ce i to q ue f o i agora ap o r v ado na onu, co mo mora tó ria por inc iat iva de Por tu gal

E porque antes disso se sabe que pagar o sangue com mais sangue nada resolve, só agrava nas vezes, e que se assim se o fizesse, se perderia a moral face aos que condena pela falta de liberdade que proporcionam aos seus cidadãos, e assim foi , e é o entendido e o entendimento na mesa de todas as nações e esta trave moral é pedra angular no dirimir destes assuntos e dos novos que rapidamente surgirão em configurações que se espera distintas

E por q ue ant es d iss o se s ab e q ue pa g ar o san g ue com ma si s en g ue n ad a r e sol v e, s ó a g rav a na s v e ze s, e q ue se oo cid en te o f iz e s se, s pe r de ria s ua mor al face ao s q ue c on dena da pe l a fal t a de liber dad e q ue pr o p o cio n am ao s se us cid dao s, e as si mf o i e é o en t en d id o e en te n di m en to na me sa de todas as n aç õ es e est a t rave mor al é pe d ra an gular no di rimi r d es t es as sun to s e do s n ovos q ue ra pi damen te s ur g u rão em c on fi g u r a ç õ es q ue se es pera di s tinta s

Fernandes ferreira dera a quadratura de como os que assim vinham entendem a questão, na metáfora dos cães perigosos, e a equação final, ou se matam ou se prendem no zoo, será sempre de prender no zoo, caso seja esse o caso da decisão em tribunal

F e rna n d es ferreira de ra a q ua dr ad t u ra de c o mo os q ue as si m vi n h am en te n d ema q eu s tao, na met a f o ra dos ca es pe rigo s os, e a e q ua çao f ina l, o u se mat am ou se pr en d em no z oo, se rá se mp r e de pr en de r n o z oo, c as o seja ess e o c as o da dec isa o em t rib un al

Rotevailer lhe chamava , mas eu aqui tambem estou rodeados deles na minha terra, e sua acção se não individual, colectivamente nas vezes faz pior estrago que a bomba, ou o mediatismo do sangue e dos mortos na televisão, os corpos decepados, a banalização da violência

R ot e v a ile r l he ch am av a , ma s e i u aqui t am b em es to u ro dea d os de le s na min h a terra, e s ua ac ç ao se n ão in di vi d ual, cole c t iva mente na s ave ze s f az pi o r e ts ra g o q ue a bo m ba, m en s oo media t is mo do san g ue e dos mor to s na tele visao, os corp os dec epa d os, a b ana liza çao da vi o l en cia

Me disse neste momento o espirito que irão tentar mais uma vez fazer o mesmo com todo este dizer da Palavra da Luz, que a irão tentar desvalorizar, enganai-vos redondamente, porque o tempo já mudou, e o anuncio do novo Aeon, apareceu no ceu, o olho se abriu e o triângulo de fogo do sol apareceu, portanto de nada os esforços do que pretendem a antiga Lei, serão capazes de alterar o novo caminho!

Me d iss e mes te mo m en to o es pei rito q ue irão te n t ar ma is uma v e z f az e r o me s mo com todo este di ze r da Pal av ra da Luz, q ue a irão te n t ar d es valor iza r, en g ana i inglês vo s red onda mente, por q ue o te mp o j á mu do u, e o a n un cio do n ovo Ae on, ap ar e c eu no c eu, p orta n to de n ad a os es f o r ço s do q ue pr e te n d em a ant i g a Le i, se rão c ap a ze s de al te ra ro n ovo ca minho!

Este caso só se suporta, se já existirem as provas complementares e depoimentos ao visto e escrito que façam essa demonstração, e uma nova linha me surgiu do escrito, um pormenor, do desenho, e do enfraquecimento da estrutura, se ele não fora mesmo feito em obras em determinados pisos que tenham sido usadas como capa para esse fim

Este c as o s o se s u p o rta se j á e xis ti r ema s por v as co mp l e mn t ar es e d ep o ie m neto s ao vi s to e es c i t o q ue f a ç am es sa demo st ra sao, e uma n ova li n h a m e s ur gi u do es c rito, um por m en or, do d es en h o, e do en fr a q eu cie mn to da es t ru t u ira, se e le na o f o ra mes m oo f e i to d ep o is, o br as em de t r emi na d os p is os qu e t n h am sid o usa d as co mo c ap a para ess e f i m

Não se pode pensar em condenar ou mesmo ter a infeliz ideia de matar, quando questões tao claras como o pentágono divergem tanto da realidade, e assim por larga maioria são percepcionadas

Não se p ode pen sar em c on dena ro u me s mo te ra in f e liz i deia de mat ar, q ua n do q eu s t o es tao clara s co mo o pen t a g o no di v e g em t ant o da real i dad e, e as si m por l ar g a maio ria são pe r ce pc i o n ad as

Uma acusação assim baseada e assim montada, dará sempre a imagem de uma justiça mal amanhada, feita à pressa e mal feita, assente em factos que muito percepcionam como ilusões, esse fazer, se a América se propusesse assim faze-lo seria para ela pior que cuspir na sopa, e se bem que eu a ajude a todos, delimita em seu contrario o terreno da resposta sobre a responsabilidade de alguns que muitas vezes são confundidos, ou foram, ainda agora ouvi um linha de insinuação que determinado véu tinha sido posto em cima na altura da queda do muro de berlim, acabara agora de se fechar esta imagem na queda dos muros de israel, e a inversão história antiga, agora, a fuga foi para o egipto, e de novo temos uma guerra preste a estalar, por assassinatos selectivo, assim se lhes chama, mais uma vez a mesma equação nos mesmo termos que vem de trás, e o resultado mais que comprovado, não funciona, não para, não permite níveis de paz que não borbulhe peste quando acumula

Uma ac usa çao as si m b a sea do e as si m mo n t a d a, da rá se mp rea i mage m de uma j us ti ça ma la am anha da, fei t aa pr es sa e m al fei ta, as ss n te em f a x r sargento t zo q ue mui to pe rp e c e p i cio n am c omo i lu s õ es, ess e f a ze r, se a am erica se pr o p us se s e as si m f a ze inglesa l o se ria para e la pi or q ue c us pi rna sopa, e se be m q ue eu aa jude a todos, deli mit a em s eu c on t rai oo te r rena da r es posta s ob rea r es p os bali dad e de al g us nm q ue mui t as v e ze s são c on fun dido s, ou f o ram, a in da agora o u vi um linha de in sin ua çao q ue de te r mina do v eu tinha sid o p os to em c ima na al t u ra da q eu da do m ur o de be r li m, ac ab a ra agora de se f ac h ar est a i mage m na q u da dos um ro s de is ra el, e a in v e r sao h is tó ria ant i g a, agora a f u ga foi para o e g i p t o, e de n ovo t emo s uma g eu rr a pr este a es tala r, p os um as sas in at o sele c t iv o, as si m se l h es chama, ma si uma v e za me s ma e q ua çao nos me s mo te r mo s q ue v e mn de t rá s, e o r e sul t ad o ma si q ue co mp r ova do, n ão fun cio na, n ão para, não pe r mite ni v e is de p az q ue n ão bo rb u l he q ua n do ac u mula

A prova mais uma vez se fará, na esperança que não, se a guerra estalar de novo, se verá o custo para todos

A por v a ma is uma v e z se f a rá, nma es pe ra n ça q ue n ão, se a guerra es tal ar de n ovo, se verá o c us to para t o d os

Na antiga albion, o arcebispo da cantuaria, que no inicio desta guerra alertou os dois presidentes e os chamou correctamente a pedra, que era caminho errado, levantou agora uma importante conversa , adequada ao que no mundo se está a viver, e a reacção foi a que se viu,

Na ant i g a al bi on, o ar ce bispo da can t ua ria, q ue no in cio d es ta g eu r ra al e r to u os do is pr es id en te se os chamou co rr e cta mente a pedra, q ue e ra caminho e rr ad o, l eva n to u agora uma i mp orta n te c on v e r sa , ad q u ad a ao q ue no mundo se es tá av iv e rea r e a c ç ao f o ia q ue se vi u,

O importante deste aspecto é tambem que a gra bretanha tem sido um dos países na europa menos integrado na união europeia, e portanto o facto de ali tambem se ter levantado a questão que se vem a exprimir em diversos planos e questões, como a presença de símbolos religiosos nas escolas, ou o uso ou uso da sharia, são questões que se prendem com a integração de uma nova realidade, numa outra etapa de realidade, onde a noção do outro, muro, ou fronteira se esbaterá, essa é a face a natureza da esfera e da rede e do novo antigo mundo religado como nunca teve em diversos níveis com o aumento exponencial das correlações e interdependências

O i mp o rta n te d este as pe c to é t am b em q ue a g ra br e t anha te m sid o um d os pa ise s na eu r opa m en os in te g ra do na união eu ro pei a, e p o rta n to o f ac to de a li t am b em se ter l eva n t ad o a q eu s tao q ue se v ema e x p rim r i em di v ero s pal no se q eu t o es, co mo ap r es ne ç a de si m bolos r e li gi os nas e colas, c omo o us oo u n ão da sh aria, são q es u tao es q ue se pr en d em com a in te g raçao de uma n ova real i dad e, n uma outra e tapa de real i dad e, onda a no sao de mu t ro, ou fr on te ira se es bate rá, ess aa face a ana tir e za da red e, e do n ovo ant i g o mundo r e li gado c omo n un ca teve em di v e r s os ni v e is com o au m en to e x p one n cia l da s co rr e la ç o es e inter de pen den cia s

A gra bretanha é uma ilha, uma perfeita imagem de espaço com limites naturais que mais não o são devido aos modos de mobilidade, mas o arquétipo de ilha se mantém, esse inalterável e dentro da pele do ser, e as pessoas ainda se distribuem e se agrupam por grupos, que falam a mesma lingua e portam características próprias e distintivas de grupo, seja elas quais forem, numa ilha ou num pais ou numa nação ou num continente

A g ra be r t anha é uma ilha, uma pe r fei rta i mage m de e spa ço com li mit es nat ur a si q ue ma si n ão o são de v ido aos modo s de mo bil i dad e, ma s o ar q eu t ip o de ilha se m an te m, ess e ina l te ra v el e den t ro da pele do ser, e as pe ss o as a in da se di s t rib eu me e se a g r up am por g rup os, q ue f al am a me s ma li b g ua e p o rta m ca rac teri st as pr o pr ia s e di s t in t iva s de g ru p o, seja e la s q u a is f o r em, n uma ilha ou n um pa is ou n uma n a çao o u n um conti ne n te

Na europa , cada vez mais menos sentido as fronteiras farão, assim foi traçado pelos avós o caminho no tratado de roma, e porque mesmo, o sentido do estado central, tenderá a ser menor, por razão até de sobrevivência dos sistema políticos, para não falar da política de produção e de distribuição de rendimento e não se diga nem se entenda levianamente como já corre por aí, que as novas dimensões da relação entre estado e território, será de novo um voltar as tribos da idade média ou inferior, porque não será necessariamente assim, se bem se caminhar

Na eu r opa , c ad a v e z ma si m en os s en tid o as fr on te iras f arão, as si m f o i t ra l ad o pe l s o av ó s o caminho no t rata do de roma, e por q ue me s mo o s en tid o do es t ad o c en t ra l, te n de rá a set r m en o r, por ra z ao at é de s ob r e v iv en cia dos sis t ema poli tic os, para não f al ar da poli tica de pr o du çao e de d us t r ub u i ção de ren di m en to e não se di g a ne m se en t en da l eve ni ana mente co mo j á co rr e por a í, q ue as n ova s di m en s õ es da relação entre es t ado e te rr i tó rio, se rá de n ovo um vo l t ar as t rib os da i dad e mé dia o u in f e rio r, por q ue n ão se rá ne ce ss a ´r ia mente as s im, se b em se ca min h ar

Tudo o que atrasa este caminho o torna mais perigoso, é avisado que quem sabe isto aja em conformidade, e exige caso seja o caso , como se faz transistemica prova, que a forma de agir não responde as necessidades,


T u do o q ue at ra sa este ca min hi o to rna ma si pe rig s o, é av isa do q ue q eu m sabe is to a j a em c on for m i dad e, ee x i g e ca s o seja o c as o , co mo se f az t ra sn si us te m c as pr ova s, q ue a forma de a gi r n ão r es ponde as ne ce s sida es,

Se eu falo de mais, de novo aqui se poderia em primeiro pensamento colocar, mas o que acontece e que se fala de menos e mal falado, e o que se diz que se vai fazer não se faz, e a situação em seu todo e em muitos particulares não melhora, exemplo disso é o tratado hermético que se fez aqui na europa, e esta forma caótica de desgoverno que se instalou um pouco por todo o lado

Se eu falo de ma is , de n ovo aqui se p ode ria em pr i me i ro pen sa m en to c olo car, mao q ue ac n te ce e q ue se f ak la de m en os e al fala do, e o q ue se di z q ue se vai f a ze r n ão se f a ze a si t ua ç ao em s eu tod o e em mui to s par i c u l ar es não me l hor a, e x e 4 mp l o d iss o é o t rata do her met i co q ue se f ez aqui na eu r opa e esta forma ca ó t i c a de d es g ove r no q ue se ins ta lou um p o u co por tod oo l ad o

mjgte, maior principe gato da te, ou maria do quadrado vermelho inclinado sobre a catana do gato da te

erogmz, ero do gato maior zorro
Ah Ferreira Fernandes, parece que seu titulo em parte se contradita, tambem em costume como muitos nesta terra de hipócritas e de hipocrisias trapalhonas para melhor roubar de todas as formas e jeitos sem que a justiça pareça alguma coisa fazer

Par ac e t it uk o em par da té da sé circulo cn t ra ad di , cruz primeira, na terra do hipo, em africa, homem ip ipo can c ro da rita serpente , e do homem do ip do cancro da rá do rap da pochaontas, a india do quadrado dos pára-quedistas do ro do vaso do bar

Ora diz o senhor que num romance de cem ou trezentas páginas trás sempre um parágrafo que explica o crime todo, mas que há um angulo que sempre o embaraça na resolução dos mistérios, o que mais uma vez é prova de como o senhor pauta em falar de forma muito pouco clara, me começo eu a perguntar se não será propositado, e se o for, que intenções então por detrás trás, a quem serve

Q ue nós do q eu do no

Diz o homem do rome da inglesa ce de cem , do zen pá g ima s, ou g i na s t r es da se do mp primeiro para gato rafo que explica o crime todo, mas que um angulo do quadrado europeu do no serpente em bara raça na resolução dos mistérios os embaraça, o que prova que o senhor musica da pauta em forte al do rá , primeira queda, pr ep os tita no corte da tem do es se pr en te e spa m hola do in g l es tao

Pois se um mistério se encontra fechado, não tem necessariamente um angulo aberto, se bem que num circulo se possa desenhar uma figura bidimensional com um angulo e obter assim um triângulo, se pensar o circulo como a terceira dimensão que sempre tem e que comporta todas as outras, então nem mais figuras impossíveis e biplanos alguma vez mais se poderia falar, não é verdade?

Ne da ce serpente s ari que mente do homem inglês da té, primeiro da gula da manha ab e ra tp tó, no circulo da sé p o s sa dia espanhol se r ep n te in g lea homem rá primeira figura bi dim en sino in g l es sin al , comporta, e que comporta todas as outras di m en s o e s, in g l es tao, e mp os s ive terceira da sis e b ip planos al gato uam

P o is se um m is té rio se en c on t ra f e ch ad o, n ão te m ne ce ss ari mente um am gula ab e r to, se b em q ue n um cir c u l o se p os sa d es en h ra uma fi g u ra bi di m en sin al com um an gula e ob ter e as sim um t r ina gula, se p en sar o cir c u l o co mo a t r e ce ira di m en sao q ue se mp r e te m e q ue comporta todas as ao u t ra s, en tao ne m ma is fi g u ra s i mp os s ive sis e bi p l ano s al g ua m v e z ma is se p ode ria fal ar, n ão é v e r d ad e p on to e x c la mação

Por outro lado é muita gentileza sua, ao tanto suas iniciais aqui aparecerem em muitas letras deste livro considerado como soma de todas as páginas, portanto muito mais que cem, informar então, que é da policia judiciária, só lhe pergunto mesmo é de qual, a qual pertence, à do quarto império, aquela que parece existir em forma física, instalações, homens aparentes e extintores fora de prazo, ou se da quinta, do quinto império, o do espirito, daqueles que mais lêem livros policiais sentados em seus maples, podando orquídeas e depois se entretém a investigar por conta do coração, na medida em que o coração combate os crimes e não quer que eles acontecem, nem as gentes se tornem vitimas deles, ou talvez mesmo possa ainda admitir que será até das duas, ou mesmo de um terceira mista das duas com jurisdição alargada em outros territórios por ordem de outras ordens

E que é muito gente liza serpente ua sua d este li v ro com , mn side ra c omo s oma de todas as pá ginas, maiores que cem, en tao que é da policia judiciaria inglesa, e sis isi ei c ur z rato em forma f isi ca ins tala ac o es e x tem tito rato e spa no l da se da quinta do quinto império, o do es pei rito, dos que l e emo s li v ros poli cia si s en t ado s em maples, pod dan orquídeas dea serpente e d ep dep oi see inglês en t r e tt em li v ros por conta do coração, na med iad a em que o coração do com bate os crimes e não quer que eles ac pn te ç am, ge b n t espanhola se torn,

Por o u t ro l ad o é mui ta g en te liza s ua, ao t ant o s u as in i cia is a q u i ap ar e ce r em e m mui t as l e t ra s d este li v ro co mn s id e ra do co mo s o ma de todas as pá gina s, por t ant o mui to ma is q ue ce m, in formar en tao, q ue é da policia j u di cia ria, s ó l he pe r g un to me s mo é de q ua l, a q eu l a pe r ten ce, a do q u art o i mp é rio, a q eu l a q ue par e ce e x isi t r em forma f isi ca, ins ta l a ç o es, homens ap ar en te se e x ten tito r es f o ra de pr a zo, o u se da q u in ta, do q u i n to i mp é rio, o do es pei rito, da q eu l es q ue ma is lee m li v ros po li cia is s en t ad os em se us m ap l es, p o dand o or q u idea s e d ep o i see en t r e tee m a in v es ti g ar por c on ta do cora çao, na me dida em q ue o co raçao co m bate os c r i mes e n ão q eu r q ue e l es ac on tec em, ne m as ge b n te s se tor ne m vi tim as de l es, o u tal v e z me s mo p os sa a inda ad mit i r q ue se rá at é da s du as ou me s mo de um te r ce ira me i s ta das du as com j ur is di ção al ar g ad a em o u t ros te rr i tó rio s por ordem de o u t ra s o r de ns

Se for da primeira , lhe perguntava então, porque não me responde a tal física que ali existe em lisboa, às minhas perguntas, e tambem porque é que de tantas letras que responderam às minhas, nenhuma por exemplo mencionou e respondeu, ao dizer do espirito que eu ouvi, que o vosso problema, o da pj, é que meu nome aparece em muitos documentos, como quem diz sem mais dizer, nem fazer demonstração do dito, assim que à jeito de convencer as ovelinhas distraídas, que eu sou um bandido, ou terrorista ou qualquer coisa no género, da pior espécie, que técnicas de malandragem, já todos as conhecem, e isto de afirmar sem ter que o demonstrar, da elas e a quem elas usa, muito jeito dá

In g l es tao tal f i si c a e xis te em lisboa, r ep som de ram às min es pei onze rato tó vaso do osso do pr ib l ema da pj, a par e ce em um it os doc ne maior f az ze rato demos t raçao do dito, o v da linhas di s t rai d as, te rr os sita g ene ero da pior es pe cie, q eu tec nicas da malandragem, demo ns sn t ra r de elas a q eu mai r e la s usa , que mui to je i to as s im ob te m

Se f or da pr i me ira , l he pe r gun t av a en tao, por q ue n ão me r es ponde a t al f i sica q ue a li e xis te em li s boa, às min h as pe r gun t as, e t am b em por q ue é q ue de t antas l e t ra s q ue r ep son de ram às min h as, ne n h uma por e x e mp l o m en cio no ue r es pon d eu, ao di ze r do es pe ii r to q ue eu o u vi, q ue o v osso pr ob l ema, o da pj, é q ue m eu no me q par e ce em mui t os doc u m en to s, c omo q ue m di z se m ma is di ze r, ne m f az e r demo s t raçao do dito, as s im q ue à je i to de c on v en ce r as o v e li n h as di s t rai d as, q ue eu s o u um ban dido, ou te rr o sita ou q ua l q eu r co isa no g ene ro, da pi o r es pe cie, q ue tec nicas de mala n d r a gem, j á t o d as a s c on he ce m, e is to de af i r mar se m ter q ue o demo sn t ra r, da e l as e a q eu m e l as usa, mui to je i to d á


Pata ale de miss marple do campo de Sta Maria, se for de santa , a que falamos, que não o é, uma mulher que não paga entre muito mais pior, não é verdadeiramente santa nenhuma, alias, sua e x p o siçao, me mo o diz, sair do pecado, que se pr es s up em de alguma forma lá estar, ainda se fala do d es i lu d id estalinista cat a l ao, catalão mencionaram minhas palavras um em forma recente, e ao que parece depois de as publicar, mais umas pr is o es por lá se sucederam, como em outros sis tios, ou sej outros pa ise s, mas diz o senhor que a policia judiciaria nada sabe, e ce rta e mn te en tao nada terá tido a ver com alguma luz ou es clare cie mn to, que tenha tido essa c on seque n cia, se eu fosse hoje um dos c r in ista s desse jornal, e se fosse cartesiano e fr anc es, estaria muito desiludido com s a r k p oz i, de quem di z ze m as sondagens, como cie n cia e x cat a que lea s são e que todos lhe reconhecem, as sm o penalizaram e que no entender do co rn i s ta que não me r ep son de a nenhuma das minha pergunta que directamente a ele lhe enderecei, dificilmente r eu pe ra ria, ou recuperará, se declinasse o nome, para tubarão, diria en ta o a ss im, coitadinho do t u barao com uma boquinha pequenina

E continuam suas palavras, e passo a citar, perceber o que faz gémeos um detective privado de los Angeles philips marlowe e um detective privado dos antípodas em sam francisco , sam spade. E saber como o podar das orquídeas leva ao deslindar de um crime , ( nero wolf)

E conti n uam s u as pal av ra s, e passo a citar, pe r ce be r o q ue f az ge meo s um dec te t ice pr iva do de l os an ge l es ph i l ip mar l o w e e um dec te t ive pr iva do d os ant ipod as em s am fr an cisco m , s am s p ad e. E s ab e r c omo o pod ar das o r q u idea s l eva ao d es li n d ar de um c rime , ( n ero w l o l fe)

Ora antípodas, ou nos antípodas em seu sentido literal não estão s francisco em relação a los Angeles, sim que poderão estar em antípodas, ou seja, em pareceres distintos, completamente opostos, mas mesmo assim parece que colaboram, coisa boa, se o fim o for, certamente

O ra ant ipod as, o u no s ant ipod as em s eu s en t ido li te ra l n ão es tao s f ra n cisco em relação a l os an ge l es, s im q ue p ode ram est ar em ant ipod as, o u se j a, em par e ce r es di s tinto s, co mp l eta mente o p os to s, mas me s mo as s im par e ce q ue cola o ram, co isa bo a, se o f im o f or, ce rta mente

Antípodas das necessidades, estava na pagina ao lado, da sida espanhola, ap e rato cebi bid as es tao da industria, comercio e exportações, ou seja do icep, bem como do turismo e do ambiente, ou seja a rede se estende e dizem que as ambições dos portugueses são muito estranhas, pois acham que não é de pagar impostos e que o investimento deveria ser feito em saneamento básico que ao que parece é coisa que já existe, estranho conceito, visto que básico é o sanear e o saneamento, que não saneia, mas que se oriente para o desperdício não sustentável nem sustentante, esta é porventura a verdadeira anedota, e no facto da sua aparente funcionalidade,

Ant ipod as da sas ne ce s sida d es, est av a na pa gina ao l ad o , da sida e spa n hola, ap e rato cebi bid as es tao da industria, c i mer cio e e x p orta ç o e s, o u se j a do i ce p, b em co mo do t ur is mo e do am bi en te, o u se j aa red e se es t en de e di ze m q ue as am bi ç oe s ds port u g eu s es são mui to es t ra n h as, p o is ac ham q ue n ão é de pa g ar i mp s oto s e q ue o in v es tim en to d eve ria ser f ei to em s ane am en teo ba sic o q ue ao q ue par ac e é co isa q ue j á e xis te, es t ra n h o c on ce i to, vi s to q ue ba sico é o s ane ar e o s ane am en to, q ue n ão s ane ia, ma s q ue se oriente para o d es pe r d c i o n ão s us te n t ave m ne m s us te n t ante, esta é por v en t u ra a v e rda de ira ane do cta, e na o f ac to da usa ap r en te f un cio na li dad e,

Depois na pagina trinta e cinco vem o tal estudo de opinião que deve ser o tal dos votos, para que Deus que certamente le os jornais, possa então votar

D ep o i s na pa gina t rin ta e c in co v e m o t al est u do de o ip ina o q ue d eve ser o t al do s v oto s, para q ue De us q ue ce rta e mn te l es os jo rna is, p os sa en tao v ot ar

Alias qualquer coisa que aqui funcione, seria a verdadeira anedota, por exemplo a resposta à questão metafísica de que actividade pressupõem resultados mesmo que a actividade seja coçar os ditos, prazer, foi logo respondida pela noticia de apreensão de um tir com o que chama de droga, mas ao que parece terão recebido um telefonema antes, se não era capaz de ter passado por ai

Al i a s q ua l q ur e co isa q ue aqui f un cio ne, se ria a v e r dad e ira ane d ota, por e x e mp l o a r es posta a q eu s tao met af isi ca de q ue ac t iv i dad e pr es s up oe m r es u t ad os me s mo q ue a ac t iv i dad e se j a co ç ar os ditos, pr az e r, f o i l o g o r es pond id a pe l a no tic ia de ap r en sao de um tir com o q ue ch ama de dr o g amas ao q ue par e ce terao re ce bid o um tele f on e ma ant es, se n ão e ra ca p az de ter ap s sado por ai

Depois diz que o que falta aos investigadores portugueses, é Deus, permita-me discordar, que Deus sempre está, o que poderá então fazer a eles falta é o conhecimento Dele, mas devem ser consequências do tal cartesianismo de que fala o outro comentador, ou será comendador, ou ex presidente, ou ex qualquer coisa

D ep o is di z q ue o q ue f al ta aos in v es ti g ad o r es portu g eu s es, é De us, pe r mit a inglesa me di s co r da r, q ue De us se mp r e est á, o q ue p ode rá en tao f a z e r q a e l es f al ta é co c on he cie mn to De l e, mas d eve m ser c on se q eu n cia s do t al ca r te si ani s mo de q ue fala oo u t ro co m en t ad or, o u se rá co m en d ad or, o u e x pr es i dente,, o u e x qq u l au q e r co isa

Portanto presumo que fale dos pormenores, que alguns dizem parecer entender, mas que os outros que os elaboram, parecem não saber explicar e que é nos pormenores que então eles se espalham, para mim, em verdade, espalhados me parece estar por completo a justiça, não sá a polícia, a atender na enorme e franca corrupção que aqui grassa,

P orta n to pr es u mo q ue f al e dos por m en o r es, q ue al g u ns di ze m par e ce r en ten de r, ma s q ue os o u t ros q ue os e la bo ram, par e ce m n ão s ab e r e x p l i car e q ue é no s por m en o r es q ue en tao e l es see e spa l ham, para mim, em v e r dad e, e spa l h ad os me par e ce es t ra por co mp l e to a j us ti ç a, não s´ p o a po lic a, a a te n de rna en o r me e fr n ac a co r up çao q ue a q u i g ra s sa,

Depois como senhor é assim tipo um satélite das comunicações intercontinentais, o que alarga um bocadinho o âmbito de pertença, que hoje reconhece, talvez possa perguntar aquelas costas, então o que se passa para ninguém me responder, e continuarem este abuso e tremenda iniquidade, e ter ainda meu filho afastada, e não me venha com a história de societe general, ou mesmo do general, que está proibido de falar com Deus, porque Deus tudo ouve e vê, e portanto, quando o vir a passar feito gaivota helicóptero, o engodo com um peixe em minha mao e depois lhe tiro as penas, ou tiro as penas todas

D ep o is c omo s en hor é as s im t ip o um sat elite das co mn i caçoes inter conti n en tais, o q ue al a r g a um bo ca din h o o am bi to de pe r te n ça, q ue h o je re c on he ç e, t al v e z p os sa pe r gun t ar a q eu la s co s t as, en tao o q ue se passa para nin gume me r es p on d e r, e conti n ua r em este ab us o e t r e m en da i ni q u i dad e, e ter a inda m eu fil h o af as t ad a, e n ão me v en h a com a h si tó ria de s co i r te ge g e ra l, q ue est á pr i o bid a de f al ar com De us, por q ue De us t u d oo u v ee v ê, e p orta n to, q ua n do o vi ra passa r fe i to g a iv ota heli cop e t ro, en g do com um pe ix e em min h a mao e d ep o is l he ti ro as p en as, o u ti ro as p en as t o d as

De qualquer forma se anda a procura de ângulos, deveria começar por olhar com atenção a foto que ocupou a primeira pagina desse seu jornal, de autistas que nada respondem ao inquirido e que alberga terroristas, sobre o ultimo tufão na América, onde um bebe cuja mae morreu fora parar ao sofá de um outro casal, talvez porque Deus, assim quis mudar os pais dele, suas bestas, e talvez se recordando que ângulos existem em esquadros, e que esquadros são tambem instrumentos de pedreiros e coisa e tal, veja lá se o descobre na foto, pois ele lá está bem inclinado no meio de umas tábuas

De q ua l q eu r forma se anda a pr o cura de an gulas, d eve ria co mea ç r por o l h ar com a ten çao a f oto q ue o c up o ua p r ime ira pa gina de s se s eu jo rna l, de au t ista s q ue n ad a r es p ode m ao in querido e q ue al be r g a te rr ori t as, s ob reo u l tim o t u f ao na am erica, onda um bebe cuja mae mor r eu f o ra para r ao s o f á de um outro ca sal, tal v e z por q ue De us, as s im q u is mu d ar os pa is dele, s u as best as, e tal v e z se record and o q ue an gulas e xis te m em es q ua dr os, e q ue es q ua dr os são t am b em ins t ru m en to s de ped rei ros e co isa e t al, veja l á se o d es cobre na f oto, p o is e le l á está b em inc l ina do no mei o de u ms t ab u as

E depois o relacione com o esquadrado que não bem o é que existe sobre o telhado da cas abaixo do muro da varanda das necessidades, onde um gato em dia recente mem desvelou o aqui já contado, sobre antenas e heras e coisa e tal, o tal é para caso da inteligência ainda morar em seus neurónios, e depois vá perguntar a quem tratou de gentilmente reanjar a iluminação da estatua do aparente santo que se encontra em cima da fachada da igreja do lado direito de frente para ela virado, e que conseguiu fazer do recorte do balcão seis perfeitas espadas, ao que lhe acrescento visão aqui em minha casa, a que outros, talvez mesmo do seu grupo já tiveram acesso, porque mais uma vez , cá entraram sem convite, cabrões, morram todos, quando da ultima vez que peguei nos meus documentos, vulgo papelinhos de um identidade de merda a que se chama de português, eu que nunca ando com eles, mas sabendo que deles eventualmente iria precisar os tirei da carteira a ao faze-lo caíram uma serie de papelinhos do género que se espalharam em semi circulo a volta da pedra cubida da sustentação da coluna do som em forma de pico prata e preta, tendo assim desvelado, b ang e o lu forte serpente inglesa, por detrás o papagaio verde vermelho amarelo e preto, cartão de segurança linha dois, dois, três três, ou quadrado em dupla tríade, serviço de consulta pessoal dois dois quatro, quatro, mim é s y t mn, king vermelho dec coração, x sete b espelhado verticalmente, da biblioteca municipal de lisboa, invertido o às de trevos, espadas, um seis dois três sessenta e nove do duplo quadrado do primeiro, m d as francês o rato ria ab oito ao b si angulo

E d ep o is o r el ac i one com o es q ua dr ado q ue não be m o é q ue e xis te s ob reo te l h ado da cas ab a ix o do m u ro da vara n da das ne ce s sida d es, onda um gato em dia r e c en te me m d es v e lou o a q u i j á c on t ado, s ob re a n t en as e he ra s e co isa e t al, o t al é para c as o da intel i g en cia a inda mor ar em se us ne u rón u os, e de p o is v á pe r g un t ar a q uam t rat to u de g en til mente r rea j ar a i lu mina ção da es tatu a do ap ar en te s an to q ue se en c on t ra em c ima da f ac h ada da i g r e j a do l ado di rei to de fr ente para e la v ira do, e q ue c on se gi u f a ze r do r e corte do bal cão se is pe r f e it as e spa d as, ao q ue l he ac r es c en to visão aqui em min h a c asa, a q ue o u t ros, tal v e z me s mo do s eu g r up o j á t ive ram ac es s o, por q ue ma is uma v e z , cá en t r aram se m c on vi te, c ab r õ es, mor ram todos, q ua n do da u l tim a v e z q ue pe g eu i no s me us doc eu mn to s, v u l g o pap e li n h os de um a id en tid ad e de me rda a q ue se ch ama de por t u g u ês, eu q ue n un ca n ado com e le s, mas sa ben do que de l es eve n t ua l e mn te iria pr e cisa ro s ti rei da car te ira a ao f a ze inglês l o co aram uma se rie de pap e li n h is do g ene ro q ue se e spa l h aram em c s emi cir c u lo a vo l ta da pe dr a cubica da d us te n t a ção da co l una do som em forma de pico pr ta e pr eta, te n do as s im d es ve a l do, b ang e o lu forte se rp en te inglesa, por de t rá s o pap a gaio verde vermelho am ar e lo e pr e to, car tao de segur ança linha do is d o is t r ês t r ê s, ou quadrado em dupla t ria dd e, se r viço de com s u l ta p es s o al do is do is q ua t ro, quatro, mim +e s y t mn, k in g vermelho dec cora ç ~~ ao, x sete b es pe l l h ad o v e r tica l mente, da bi b l i ot e ca m uni cip al de lis boa, in v e r tid oo às de t r evo s, e spa d as, um se is do is t r es se s en ta e no v e do d up l o quadrado do primeiro, m d as fr n c es o rato ria ab oito ao b si an gula

E depois me diga uma coisa, mais séria relativa à vossa pessoa, ou melhor a seus actos, o senhor, introduziu tambem por suas palavras escritas este ultimo cio, dando a informação publica que a América pretendia seis, que se pressupõem serem , ou eles acharem ser, culpados, de algo, o que estou a deduzir logicamente, pois a sua escrita é diagonal e não clara, e depois assim mais ou menos se tendo passado, das duas uma, assim me ocorre, com uma terceira conclusiva, ou o senhor, terá capacidades premonitórias, e acertou em algo que aconteceu, ou o senhor sabia o que se ia passar e que se passou, e assim sendo, aponta para que conheça então quem o fez, falo especificamente das seis ou sete mortes que aconteceram, e como creio que a América não anda matar , ou não deve andar a matar, pelo mundo fora, sem acusação e julgamento nos conformes da lei, salvo as excepções conhecidas como o que se vai passando no Iraque, então qual é, em forma exacta o seu papel nisto tudo, é o senhor assassino ou mandante deles, ou cúmplice, deveria ser esta pergunta igualmente endereçada ao procurador, que como se fez tambem prova , é corrupto ou cobre a corrupção, e provavelmente está a par desta conjura e sendo que se as leis que existem fossem respeitadas , provavelmente alguns de vós iriam rapidamente para a prisão, assim não sendo, provavelmente descerão ao inferno! A única questão que resta como sempre nestas situações, é garantir que na vossa sempre definitiva queda, mais inocentes não sejam como de mau costume por elas arrastados, assim vê a Vida e Deus, que não paguem os justos pelos pecadores, assim é o desidério e a Vontade de Amor

E d ep o is me di g a uma co isa, ma is sé r ia r e l a t iva à vo s sa pe ss o a, ou me l hor a se us ac to s, o s en hor, in t ro d u zi u t am b em por s u as p aa l v ra s e ce rita s este u l tim o cio, dan do a in formação publica q ue a am erica pr e te n dia se is, q ue se pr es s u p oe m se r em , ou e l es ac h r em ser, c u l pa d os, de al g o, o q ue es to ua d ed u z ir l o gui ca mente, p o is a s ua es c rita é dia g on al e n ão clara, e d ep o is as si m ma is ou m en os se t en do passado, das du as uma, as si m me oco rr e, com uma terceira co n c luis v a, o u o s en hor te rá ca pa cida d es pr o mini tó r ia s, e ac e r to u em al g o q ue não ac on teceu, ou o s en hor s a bia o q ue se ia passa r e q ue se passou, e as si m s en do ap on ta para q ue c on he ç a en tão q eu m o fez, falo es pe c i fi ca mente das se is ou set e mor t es q ue ac on te ce ram, e co mo c rei o q ue a am ar e cia não and aa mat ar , ou n ão d eve anda ra am a t ar, pe lo mundo f o ra, se m ac usa ção e ju l g am e n to nos c on f o rm d es da lei, sal vo as e x ce p ç o es co m he cida s c omo o q ue se vai passa dn o no ira u q e, en tao q ua l q é em forma e x cat a o s eu pa ep l ni s to t u d o, é o as en hor as sas ino ou man dante del es, ou c u mp l i ce, d eve ria ser est a pe r gun ta i g ua l e mn te en de r e ç ad a ao pr o cura dor, q ue co mo se fez t am b em pr ova , é co rr u o tp ou co b rea co rr ep ção, e pr ova v e l e mn te es t á ap ar d es ta c on jura e se as le is q ue e x s u te m f os ss em r es pei t ad as , pr ova v el mente al g u sn de vó s u ruam ra pi damen te para a pr isão, as s im n ão s en do, pr ova v el mente d es ce rão ao in ferno e p on to e x c la maçao

Parece que está tudo tam tam da cabeça e que isto é o far west, o que não é e assim não sendo, não o pode ser, e os cúmplices e autores, deverão ser perseguidos, acusados e condenados

Par e ce q ue es tá t u do t am tam da ca beça e q ue is to é o f ar w e st, o q ue n ão é e as si m n ão s en do, não o p ode se reo s c u mp li c es e autores, d eve ra os e r pe r se guido s, ac usa d os e c on dena d os

O que é que o senhor cavaco e silva que vai nas vestes de presidente tem a comentar a tudo isto, e os outros senhores que levam cargo e função na lei e nas policias e no exercito, me dirão, se ainda forem homens de lei

O q ue é q ue o s en hor c av ac o e silva q ue v a si nas v estes de pr e sid en te at ema a co m en t ar a t u do is to, e os o u t ros s en hor es q ue l eva m cargo e f un çao na lei e na s po li cia s e no e x e r c i to, me di rão, se a inda f o r em h o me ns de lei

Já sei m agora mesmo o espirito me desvelou, que iram se desdizer a vós mesmos, às vossas palavras, tentado com o tempo que passou, e a tal que chamam de memória curto das gentes, que só se deve aplicar aos manhosos, que as gentes não mais se lembrarão dos factos aqui neste Livro da Vida evocados, e que portanto terão grandes chances de mais uma vez, pelo lançamento de fumos coloridos diversos, zum zum, e besouro e outros que tais, que obterão a duvida suficiente junto a memória das gentes, brincais, e brincais mal, a passar assim atestado de estupidez e desprezo, montados em vossa costumeira arrogância, as gentes, e o Coração por isso tambem vos julgará!

Já sei m agora me s mo o es pei rito me d es v e lou, q ue iram se d es di ze ra vó s m es mo s, às vo s sas pal av r s, te n t ado com o te mp o q ue passou, e a t al q ue ch amam de me mó ria curto das g en te s, q ue se ó se d eve ap li o c ar as man h os o s, q ue as g en te s não mais se l em b r arão dos f ac to s aqui neste Li v ro da V id a e c vo ca ds os, e q ue p orta n to te rão g rand es ch anc es de ma si uma v e z, pe l o l ança m en to de f u mos c olo rid os di v e r s os, z um z u m, e b es o u r o e outros q ue tais, q ue ob terão a du vid a sufe cie n te j un to a me mó r ia das g en t es, br nc a i, e br inca is ma l, a pa ss ra as si m a t es t ado de es t up i dez e d es pr e zo, mo n t ado s em vo s sa co s t u m eu ra ar ro gan cia, as g en t es, e o cora çao por iss o t am b em vo s j u l g a rá!

Para além de outras porventura secundarias em termos morais mas muitos válidas em métodos processuais do apuramento da verdade em assuntos de mortes matadas, pré anunciadas, que aqui se chama, para que todos se lembrem, de assassinatos, como essa da América, e da América querer, pois não conheço ninguém com esse nome, estamos a falar de muitas gente e de muitos grupos, portanto, quando assim diz, deverá acrescentar, ou melhor corrigir, quem na América diz querer, e como é que o sabe, de que forma o soube, pois sua identificação, ainda a muitos olhos não se encontra clara como a agua

Para al é m de o u t r s por v en t u r a sec inda ´ r ia s em te r mo s mo rai s mas mui to s v áli d as em mét o d os pr o ce ss u a is do ap ur a m en to da v e r dad e em as sun t os de mor t es mat ad as, pr é anu n cia d as, q ue aqui se ch ama, para q ue todos se l em br em, de as sas sin a t os, c omo es sa da am érica, e da am érica q eu r e r, p o is não c on he ç o nin g eu m com es se no me, est mao s a fal r de mui t as g en te e de muitos grupos, p o rta n t o, q u q and o as s im di z, d eve rá ac r e c sn t ar, ou mel hor co rr i gi r, q eu m na am érica di z q eu r e r, e c omo é q ue o sabe, de que forma o s o ub e, p o is sua id en ti fi caçao, a inda a muitos olhos não se en c on t ra clara co mo a agua

Ao novo embaixador da América em Portugal, para além do que se falou em espirito, na altura que o seu artigo de boas vindas e boa chegada e sua apresentação foi publicado em jornal publico,

Ao n ovo em ba ix ad or da Am érica em Portugal, para al é m do que se f a l o u em es pi rito, na al t u ra q ue o se u ar ti g o de boas vi n d as e boa che gado e s ua ap r es en t a çao foi pub li ca do em jo rna l publico,


Dava o senhor por suas próprias palavras conta, segundo, o entendi, que o senhor do central park que referenciara em minhas ultimas letras, ou o libermam, era em seu entender e certamente de muitos mais, um pequeno e só pequeno deus, o que, a prior aceitarei como verdadeiro, sendo que até ao momento o espirito mais não mais me desvelou sobre o assunto, e tambem mais não O inquiri sobre o assunto, lhe pergunto à luz do dito nos últimos parágrafos, se o governo americano tem alguma coisa a ver com o assunto, certo que não, pois ambos os países que como disse, trazem longa aliança, que referenciou como sendo de duzentos anos, que poderá pecar por defeito à luz de uma afirmação de rainer daehnhardt que conhece a existência de um mapa salvo erro bastante anterior, e que são ambos países de direito, democracias e estados de direito sobre norma republicana e em grande parte maçónica, sendo que esta expressão não é descabida a atender que pela configuração deste cio, ele mais parece ser proveniente de conhecimentos da tradição e portanto associados a ordens, sejam elas o que forem, ou seja, não especificamente e só, ou só, a maçonaria, por outro lado ainda o conteúdo das suas próprias palavras no acima referido, evidenciam, que a comunicação publica e pessoal entre nós se estabeleceu em outros mares, quanto outros, visto que a resposta nessa linha, é oficial sem na realidade o ser, e tambem eu não trago poderes simbólicos ao nível do que se chama de instituições de estado português, meu reino não é deste mundo e é, porque afinal como ambos partilhamos, só existe mesmo um mundo na vontade divina, o que muda, são os estados, do mundo, entenda-se em toda a sua extensão


Davo s en hor por s u as pr o p r ia s pal av ra s c on ta, se g un do, o en t e n di, que oo home do c en t ra k pa r k q ue r efe r en cia ra em min h as u l tim as l e t ra s, o u o liber mam, e ra em s eu en t en de r e ce rta mente de mui t os ma is, um pe q eu no e s ó pe q eu no de us, o q ue, a pr i ori ac e it a rei co mo verdadeiro, s en do q ue at é ao mo m en to o es pi rito mais não ma is me d es v e lou sobre o as sun to, e t am b em ma is não O in q u iri sobre o as s un to, l he pe r gun to à l uz do dito nos u l tim os para g raf os, se o governo am e r cia no te m al g uam co isa a ver com o as sun to, ce r to que não, p o is am os o s pa ise s que como di s se, t ra ze m l on g a al ian ç a, q ue r efe ren cio u c omo s en do de du zen t os ano sm, a firma çao q ue par e ce pe c ar por d efe i to à l u z de uma fi mr a çao de rai ne r da e h n h ar d t que c on he ce a e xis ten cia de um m ap a sal vo e rr o ba s t ante ant e rio r, e q ue são am bo s pa ise s de di rei to, demo c rac isa, s e es t ad os de di rei to s ob r e norma republicana e em g rand e par te m aç o ni ca, s en o d q ue esta e x press ao não é d es cab ida a at en de r q ue pe l a c on figura çao d este cio, e le ma si par e c ser pr o v eni en te de c on he cie mn t os de t ra di çao e p orta n to as soci a do s a ordem, se j am e la s o q ue f o rem, ou se j, não es pe cif i ca mn e te e só, ou so, a maçonaria, por outro l ado a inda o c on te u do das s u as pr o pr ia s pal av ra s no ac ima r efe rid o, e vi den c iam, q ue a co m uni caçao publica e pe ss o al en t re nó se est ab e le c eu em outros mares, quanto outros, vi s to q ue a r e ps os ta é o f i cal sem na real i dad e o ser, e t am b em eu não t ra g o p ode r es s im boli co s ao n iv e l do q ue se chama de ins ti t u i ç o es de estado português, m eu rei no n ão é d este m un do e é, pr o q ue a f ina l co mo am bo s pat r t ilha mo s, s ó es it e me s mo um m un da na von t ad e di v ina, o q ue um da, são os es t ad os, do mundo, en ten da inglesa se em toda a s ua e x te n são

De igual forma subentendi, pelos dizeres vários que no momento se expressaram, que quem fizera o roteiro, ou a quem eu inicialmente pensara ser o autor de tao bem elaborado roteiro gráfico, não fora um dos mencionados, mas um outro rapaz com o nome de um arquitecto que trago em meu coração, e a quem se agradece o agradecer que é sempre de agradecer

De igual forma s u ben te n di, , pe los id ze r es v a ´ riso, que no momento se expressaram q ue q u em f ize ra o r ot e i ro, ou a q eu m eu in ica l m e n te p es n ara ser o au tor de tao b em el ab o ra do r ot e i ro g ráf i co, n ão f o ra um dos m en cio n ado s, ma s um outro ra p a z com o no me de um ar q u i tec to q ue t ra g o em m eu cora çao, e a q eu m se a g ra de ce o a g ra de ce r q ue é se mp r e de ab g ra dec e r

Não sei se teve já oportunidade de ver um documentário que se chama os sinais do tempo, disponível no you tube, na altura em que o vi, fora já visto por dez milhões de gentes, que é só mais uma peça que trás à luz aspectos que no entender de muitos ainda não se encontram claramente provados, sobre a queda das torres e dos outros atentados que foram atribuídos à al quaeida, ocorreram na América e que levaram a uma guerra mundial, e certamente ninguém em seu perfeito juízo, quererá resolver este assunto, ou parte deles, como no antigo far west, pois é exactamente assim que os terroristas agem, e se assim se o fizer, deixara de existir diferença entre bons e maus, para por a coisa em termos assim de dicotomias primaria tipo preto e branco, e as democracias e as republicas geralmente se afirmam por seus princípios morais, o que é questão pragmática deveras complexa nos tempos que correm, sendo, ou devendo ser, o pragmatismo entendido sempre no objectivo de defesa da vida humana, e não em seu contrário

N ão se ise teve j á ´ oport u ni dad e de ver um doc u m en t á rio q ue se ch ama os sin a s i do te mp o, d is p oni v el no y o u t u be, na al t u ra em q ue o vi, f o ra j á v is to por dez mil h õ es de g en te s, q ue é s ó ma is uma peça que t rá s à luz a specto s que no en t en de r de mui to s a inda não se en c on t ram clara mente pr ova d os, s o b rea q eu da das to rr r es e dos outros a tem t ado s q ue f o r am tari b u id os a al q eu id a, oco rr e ram na am érica e q ue l eva ram a uma g eu r ra m un dia l, e ce rta m en te nin gume me s eu pe r f e it o j u i zo, q eu r e rá r e sol v e r este as sun to, ou par te de l es, co mo no ant i g o f ar w est, p o is é e x ac tamen te as si m q ue os te rr ori s t as a g em, e se as si m se o f i ze r, de ix a ra de e xis tir difer en ç a en t r e bo ns e ma us, para por a co isa em te r mo s as si m de di c tom ia s pr i maria t ip o pr e to e br anco, e as demo c ra cia s e as republicas g e ra l e mn te se a firmam por se us pr in cip i os morais, o q ue é q eu s ta õ pr a g mat i ca d eve ra s co mp le x a nos te mp os q ue co rr em, s en do, ou d eve n do ser, o pr a g mat is mo en tem dido se mp re no ob ject iv o de d efe sa da v ida humana, e n ão em se u c on t rá rio

O pragmatismo trás geralmente fronteira definida cuja clareza se torna sempre mais importante quando os tempos andam enublados, maior é a necessidade de ter os pés em forma clara assentes nas tábuas da leis, e não, o quero e posso e faço como me apetece, sem qualquer espécie de limite, ou afirmando que eles se podem ultrapassar pelas circunstancias, e aí nessa linha que é extensa, estão desde os atos de tortura até ao mandamento, não matarás, e mayflower, ressoa em barcos do Mississipi e cheias em dois locais do uno mundo, sendo a arquitectura do barco que apareceu em terra, e dos outros que navegam mais ou menos bem no rio, a sua ligação, o dínamo, evidente à luz das notícias de hoje, e se for essa a verdade, e a pergunta que lhe faço em forma frontal, é se o senhor em questão, em outro tempo, quando procurador era, se não terá tambem nessa altura atentado sobre a minha pessoa e tambem se a América trás contra minha pessoa qualquer tipo de suspeita, América, no sentido de todas as estrutura que em seu entender nela caibam

O pr a g mat is mo t rá s ge ra le mn te um af ron te ira d efe ni d a c u j a clare za se to rna se mp r e ma si i mp orta n te q ua n do os te mp os and am en ub l ad os, maio r é a ne ce s si da d e de ter os p é s em forma clara as s en te s nas t ab u as da le is, e n ão o q u ero e p osso e f a ç o co mo me ap e te ce, se m q ua q lu e r es pe cie de li mite, ou afirma dn d o q ue e le s se p ode m u l t rp as sar pe la s cir c u ns t na cia s, e ai ne s sa linha q ue é e x ten sa est ão d es de os cat os de tor u t ra at é ao man da me n te, n ão mata rá s e ma y f l o we r, re ss o a em bar co s do miss ip i e che ia s em do is l oca is do u no mundo, s en do a ar q eu i tec t u ra do bar co q ue ap ar e c eu em terra, e dos outros q ue n ave g am ma is o u m en os b em no rio, a sua li g a ção, o d ina mo e vi dente à luz das no tic as de h oje, e a pe r g un at q ue l he f aç o em forma fr on t al, é se o s en hor em q eu s tão, em outro te mp o, q ua n do pr o cura dor e ra, se n ão te rá t am b em ne ss a al t u ra a ten a t do s o b rea min h a pessoa e t am b em se a Am érica t rá s c on t r ra min h a pessoa q ua l q eu r t ip o de s us pei ta, Am érica, no s en tid o de todas as e ts ru t u ra q ue em s eu en ten d er nela ca i b am

Cie rim O rato

Sabe senhor embaixador, a quem eu ainda nem fixei nome, mas a quem já ouvi em breve trecho a voz, para lhe reconhecer afecto e presença de coração, o que nos vale a nós todos é o conhecimento de Deus e a fé que ainda vão na terra os suficientes homens honrados no mundo, os bastantes e necessários para que as injustiças muito grandes e muito gritantes, não se estendem a todo o lado do uno lugar e que portanto, quando são apanhados, que se faça a normal justiça, que é tambem dissuasória, ou assim deveria ser

sa be s en hor em ba ix ad or, a q eu m eu a inda ne m f ix ei no me, mas a q eu m j á o u vi em br eve t r e ch o a v oz, para l he r e c on he ce r af e c to e pr es en ç a de cora çao, o q ue no s vale a nós t o d os é o co mn he cie mn to d e De us e a f é q ue a inda vão na terra os sufe cie n te s h o m e ns honrado s no mundo, os ba s t ant es e ne ce ss á rio s para que as in j us tiç as mui to g rand es e mui to g rita n te s, n ão se es ten d e m a todo o l ad o do u no lu g ar e q ue p orta n to, q ua n do são ap anha d os, q ue se f aç a a no r ma l j us tiç a, q ue é t am b em di ss o as o ra, o u as s im d eve ria ser

Quando são os homens que levam as vestes do estado e da lei e da lei do estado, que assim não agem, em verdade o dano é duplo e consequentemente se torna mais gravoso, pois não só a lei é quebrada, por quem deve por ela velar, como, o terrorismo se torna de estado, o que é sempre muito mais gravoso das liberdades do ser, e trás sempre , como sempre trouxe, assim que aconteceu, maior custo, em sangue e sofrimento e dor, acrescente-se.

Q ua n do são os h o m e ns q ue l eva m as v es te s do es t ad o e da lei e da lei do es t ad o, q ue as s im n ão a g em, em verdade o d ano é d u p lo e c on se q eu n te mente se to rna mais g a rav oso, p o is não s ó a lei é q eu br ad a, por q eu m d eve por ela v e l ar, co mo, o te rr ori s mo se to rna de es t ad o, o q ue é se mp r mui to ma is g rav oso das liber dad es do ser, e t rá s se mp r e , co mo se mp re t ro ux e, as s im q ue ac on teceu, maio r c us to, em san g ue e s o fr i m en to e dor, ac r es c en te inglesa se.

Juntai dois os três estádios de basebol e enchei-os de maes , de pelo menos cem mil maes iranianas e cerca de talvez dez mil americanas, que perderam os seus filhos neste ultimo episódio de guerra mundial e depois olhai de cima, e medi o sofrimento

J un t ai do is os t r es e s t á di os de b ase bo l e en ce he io de maes , de pe l o m en os ce m mil ma es ira nina s na s e ce rca de t a l v e z dez mil am erica n as, q ue pe r de ram os se us fil h os nest e u l tim o e pi s o dido de g eu r ra mun di al e d ep o is o l he ia de c ima, e me di o s o fr i m en to

Como será certamente do seu conhecimento, no meu ultimo video dei conta, de duas coisas fundamentais neste processo todo, a primeira é que tenho procurado a verdade em forma isenta, o que me coloca sempre do lado da justa justiça e depois que se a América com base no que o espirito de muitos em acto de amor por mim se desvelou, quiser avançar com acusações individuais, desde que fundamentados nos processo jurídicos em vigor nos estados de direito, terá sempre o meu apoio, e da mesma forma me reservarei, o direito de eventualmente ser advogado de defesa, se as circunstancias da acusação especifica, caso venha a ser feita, assim à minha consciência o ditar, em realidade a forma destes últimos acontecimentos, é um bocado confusa, e a confusão como sabemos nunca ajuda a justiça justa e geralmente até lhe cria grave dano, pois na altura do cio anunciado, uma das peças dele, apareceu exactamente no yahoo, dando conta do julgamento do homem que tem preso como a muitos e muitos outros em guantanamo, a luz das normas de direito internacionais, a quem chamam de o químico, e sobre o qual eu me recordo de já há muitas luas ter lido o seu julgamento no tribunal militar a que o sujeitaram, li especificamente parte das actas do tribunal transcritas, e portanto quando a questão se tornou agora a por, foi claro em minha consciência, que a bota não estava a bater com a perdigota, a não ser que no entretanto eu estivesse estado a viver, naquilo que muitos poderiam chamar de futuro, pois o que aconteceu, era um deja vu literal, coisa que geralmente não são, e assim sendo e não sendo, com algo distinto se está a lidar, e depois morrem mais uns sem acusação formal nos tramites da leis e sem julgamento nem hipótese de defesa

Co mo se rá ce rta mente do s eu c on he cimento, no m eu u l tim o vi de o dei conta, de du as co i sas f un damen t a is nest e pr o ce s so todo, a pr i me ira é q ue ten h o pr o cura do a verdade em forma is e n ta, o q ue me c olo ca se mp r e do l ad o da j us ta j us tiç a e d ep o is q ue se a am érica com b ase no q ue o es pei tio de mui to s em ac to de amo r por mim se d es v e lou, q eu ise r aa n ç ar com ac usa ç o es in d ivi du a is, d es de q ue f un damen t ad o as no s pr o ce ss o j ur id os em vigor nos est ad os de di rei to, te rá se mp r e o m eu ap ao io, e d am es ma forma me r es e r v a rei, o di rei to de eve n t u a l m en te ser ad vo gado de d efesa, se as c ur cn t na cia s da au sa çao es pe c i fi ca, c as o v en h aa ser f e i ta, as s im à min h a co ns cie n cia o dita r e me m real i dad e to do is to é um b oca do c on fuso, e a c on f u sao co mo sa be mos n un ca ajuda a j us tiç a j us ta e ge ra l e mn te at é l he c ria g rave d ano, p o is na al t u ra do cio an un cia do, uma das pe ç as dele, ap ar e c eu e x cat ae mn te no y a h oo, dan d o c on ta do j u l a g am en to do home q ue te m pr es o co mo a m y u to s mui t os o u t r os em g au anta mano, a l uz das norma s de di rei to inter na cio n a is, a q u we m ch amam de o q ui mico, e eu me record o de j á h á mui t as lu as te r lido o s eu j u l g am en to no t rib un al mi li t ar a q ue o s u je u t aram, li es pe c i fica mente a par te das ac t as do t r in b u ma l t ra sn c rita s, e por t anto q ua n d o a q eu s tao se tor no u agora a por, f o i claro em min h a co ns cie n cia, q ue a b ota n ão est av aa bate r com a pe r di g ota, a não ser que no en t r eta n to eu est iv es se a vo iv e r, na q eu i l o q ue mui to s p ode r iam ch a mara de f u t u ra, p o is o q ue ac on teceu, e ra um de j a v u li te ra l, co isa q ue ge ra l mente n ão são, e as si m s en do e não a s en do, de al g o di s tinto se est á a li d ar, e d ep o is mor rr em ma is un se m ac us çao formal nos t ram i te s da le is e se m j u l a g m en to ne m h i poe te s e de defesa

Igualmente no momento da altura da noticias em diagonal da América querer seis, a amnistia internacional, pedia a libertação salvo erro de cinquenta e três , e eu me recordo de vos ter apresentado tambem há já muitas luas atrás uma solução para fecharem e resolveram o problema de guantanamo, sobre a qual nunca tive nenhum imput ou comentário, portanto, parto do principio que não pretenderam ajuda neste assunto, o que não retirará como é obvio, de forma alguma da razão às pretensões da amnistia e de outras organizações de direito internacional, nomeadamente em relação a métodos de tortura nem a sustentação das queixas

Igual mente no m on e n to da al t u ra da no tic as em dia g on al da am ar eca q eu r er se is, a ami ni s tia in te r na cio n al, ped ia a liber t a çao sal vo e r ro de cin q eu n ta e t r es , e eu me record o de vo s ter ap r es en t ad o tam e b m h á j á mui t as lu as at rá s uma sol u çao para f e ch ar em e r e sol v e ram o pr o b l ema de g ua n t ana mo, sore a q ual n un ca t iv e ne n h um i mp u t ou co m en t á rio, p orta n to, par to do pr inc ip io q ue n ão pr e ten de ram ajuda ne s t e as sun to, o q ue n ão r e tir a rá co mo é ob vi o, de forma al g uam as pr e te ns ~~ o es da ami ns tia e de o u t ra s o r g ani za ç o es de di rei to inter na cio n al, no e ma dame n te em relação a met o ds de tor u t a n e m a s ua s us t en t a ção

Por outro lado ainda, senhor embaixador, por várias razões daqueles que me fazem a mim a meu filho combate, já aqui neste livro da vida amplamente e em detalhe expostas, e que foram alvos de interpelações nos locais certos da lei e em forma publica, visto que me trazem perseguição sistemática e constante ao longo da minha vida, que chegou ao cumulo de me trazerem a força e a revelia de todas as leis e de todos os direitos o meu próprio filho e assim o trazerem sujeito a acto de tortura, e tambem não tive até ao momento por parte da América nenhuma resposta concreta ao apresentado, e lhe recordo, ou melhor, o informo, que da ultima vez que estive ai na embaixada em lisboa, quando cá esteve o senhor kissinger, pois meu coração me disse que deveria tentar chagar à fala com ele, não passei da recepção, onde ficaram com foto de meu bi, portanto este é o real grau do relacionamento na forma que a América trás com a minha pessoa no seu território pequenino dentro do território grande do meu próprio país, um deles, visto que eu sou de outro, como saberá, ao que se acresce que não trago eu cargo nem nomeação oficial deste meu pais para tratar de assuntos oficiais se bem que com o ambos sabemos muito os trato, mas enfim, há-de certamente perceber que a pouco mais , se não por Deus, pelo amor e pela justiça., serei obrigado, e depois eu próprio começo mesmo a pensar se para se ter justiça, nomeadamente aqui neste meu pais onde os homens deixaram do o ser, nao implica efectivamente tornar-se cowboi, e resolver as coisas a tiros na nuca ou onde for, o que de repente muito nos aproximaria, se fosse obviamente , essa a vontade da América, coisa que não posso crer, ou que mais facilmente o crerei, se eu próprio o fizer

Por o u t ro l ado a in d a , eu pr o pr io s en hor em ba ix ad or por v árias ra z õ es da eu l es q ue me f a ze m a mim a m eu fil h o cp m bate., al g ua sm de la s j á a q u i ne s t e li v ro da v id aa mp l a mente e em d eta l he e x ps ota s, e q ue f or sam noe m ad am en te inter pe l and o em forma publica, o se i u pa os e as s u as au tor i e dad e, vi s to q ue me t ra ze m pe r si gui çao sis t ema tic a e co ns t ante ao l on gi o da min h a v id a, q ue che g o u ao c u mu l o de me t ra ze r ema f o rça e a r eve l ia de tod sas leis e de tod o d ps di rei to s o m eu pr o pr io fil h o e as si m o t ra ze r em s u je i to a ac to de tor u t u ta, e t am b em n ão t iv e at é ao mo m en to por par te da am érica ne n h uam r e ps os ta c on c r eta ao ap r es en t ado, e l he record o, o u mel hor, o in for mo, q ue da u l tim a v e z q ue est iv e ai na em ba ux ad a em lis boa, q ua n do cá es teve o s en hor dos b eu jo s can t ad os, p o is m eu co ra çao me d iss e q ue d eve ria te n t ar cha g ar aa f ala com ele, não pa ss ei da r e ce p çao, onda f ica ram com f oto de m eu bi, p orta n to este é o re la g ra u do re l a c io na m en to real e forma q ue a am erica t rá s com a min h a pessoa no seu te rr i tor ia pe q eu nino den t ro do te rr i to rio g rande do m eu pr o pr io pa is, um de le s, vi s to q ue eu s o u de o u t ro, co mo sa be rá, ao q ue se ac r e c se q ue n ão t ra g o eu car g o ne m no mea ção o f ical d este m eu pa is para ta ratar de as sun to s o f icai s se b em q ue com o am bo s os sabe mos mui to os t rato, mas en fi m, h á inglesa de ce rta e mn te pe r cebe r q ue a p o u co ma is ,se não por De us, pe l s o amo r e pe l s a j us to ça., s e rei ob riga do, e d ep o sis e pr o pr io x com e ço me s mo a p en sar se para se ter j us tiç a, no ema dame n te a q u i nest e m eu pa is onda os homens de ix aram do o ser, n º ao i mp li ca efe c t uva mente t ron ar inglesa se co w boi, e r e sol v e ra s co ia s a ti ro s na n u ca ou onda f or, o q ue de r ep en te nm u i to no s ap ro xi am ria, se f os se ob v iam w n te , o com pr ota mente da ame rica, co isa que não ps osso c r e ro u q ue ma si f ac ile mn te o c r e rei, se eu pr o rp i oo fi ze r
Ainda hoje mais uma peça veio da América, a juntar-se a imagem do palácio das necessidades quando das bombas na argélia, onde depois da mudança da luz no terraço de forma a desenhar as espadas sobre uma das estatuas, aparecerem as abelhinhas da cme a arranjar cabos no passeio da fonte e na cerca amarela apareceu, um A dentro de um circulo, que aparecia hoje numa imagem de um comício, associada a um capacete de obras de um senhor que poderia ser carpinteiro ou que o figuraria, sendo o sentido então, ali , está o homem do capacete amarelo do carpinteiro, o triângulo de fogo das seis espadas sobre a igreja de Paula

A in da h oje ma is uma pe ç a veio da am a érica, a j un t ar inglesa se a i mage m do pal a cio das ne ce s s i da d es q ua n do das bo m ba s na argélia, onda d ep o is da um dança da l uz no te rr aço de forma a f a ze ra s e spa d as s ob re uma das es tatu as, ap ar e ce r em as abe li n h as da c me aa rr na j ar ca bo s no pa s seio da fonte e na ce rca am ar e la a par e c eu, um A den t ro de um cir c u lo, q ue ap ar e cia h oje n uma i mage m de um c o mic io, as soci ad aa um ca p ac e te de ob ra s de um s en hor q ue p ode ria ser ca r pin te i ro ou q ue o fi g ur aria, s en do o s en tid o en tao, a li , es tá o homem do c ap ac e te am ar e lo do car pin te i ro, o t r ian gula de f o g o das se is e spa d as s ob rea i g r e j a de P au la

Poderia eu senhor embaixador, me ter mostrado em parte do meu inteiro, mas não vai assim aquele que está e vai nu e roubado e que nada tem a esconder, pois trás a Luz em seu coração, e tolos são os que o combatem, e cegos, pois seu fim se aproxima, e como lhe disse, todo este dizer foi dito na altura do seu manifestar em espirito e estou certo que alguns de vós O entende e consequentemente o entendeu, acresço que de momento e até ao momento, não trago eu intenção de defender quem coloca bombas e mata inocentes, ou quem rouba filhos e mal trata crianças, que sei que Deus para eles trás muito muito pouca paciência, e da mesma forma lhe digo do que sei, não cabe nos Planos de Deus nem dos meus, quanto um e dois não são um, tornar-me um assassino, embora talvez possa vir a matar se esta gente toda continuar a não me garantir os direitos, nem a justiça, nem o cumprimento das leis, depois nesse caso, falaremos se o acto é passível de ser considerado assassínio, face a terroristas que se comportam com tal, que roubam e são cúmplices de roubos e actos de tortura de crianças, ainda agora o Papa, declarou com razão mais dois pecados como mortais, e certo o é que ambos os são, o primeiro é exactamente o mal tratar das crianças e dos filhos, o segundo os crimes contra o corpo da Grande Mae que é nosso corpo tambem e sempre, portanto sobre o ponto de vista da lei, estas acções podem levar a morte de quem as faz e de quem as cobre, assim Deus o Vê e o Sabe e o Diz e o Escreve

P ode r ia eu s en hor em ba ix ad or, me ter mo s t ra do em par te do m eu in te i ro, mas n ão vai as si m aquele q ue es tá e vai nu e ro ub ad o e q ue n ada t em a es conde r, p o is t rá s a Luz em s eu co ração, e t olo s são os q ue o com bate me ce g os, p o is s eu fim se ap ro x ima, e co mo l he di s se, t odo este di ze r f o i dito na al t u ra do s eu m ani f es t ar em es pei rito e es t o u ce r to q ue al g u ns de vó s O en te n de e co ns se u q net e m en te o en te n d eu ,a c r es ç o q ue de mo m en to e at é ao mo m e n to, n ão t ra g o eu in te n çao de d efe n de r q eu m c olo ca om ba s e mata ino c en t es, ou q eu m ro ub a fil h os e mal t rata c r ian ç as, q ue se i q ue De us para e le s t rá s mui to m u it o po u ca pa cie n cia, e da me s ma forma l he di g o do q ue sei, não ca be nos P l ano s d e De us ne m dos me us, quanto um e do is n ão são um, tor na r inglesa me um as sas i no, em bora t al v e z p os sa vir a mat ar se es ta g en te t o da conti n u ar a não me g a ra n tir os di rei to s, n em a j us tiç a, ne m o c u mp r i m e n to das leis, d ep o is ne s se c as o, fala r emo s se o ac to é pa ss iv el de ser c on side ra do as sas sin i o, f ace a te rr ori t as q ue se co mp r ot am com t al. Ro ub am e são c u mp li ce s de ro ub os e ac to s de tor u t ra de c r ian ç as, a in da agora o P ap a, dec la ro u com ra z ão ma si do is pe ca dos c omo mo rta si, e ce r to o é q ue am bo s os são, o pr i me i ro é e x ac tamen te o ma l t ratar das c r ian ç ase dos fil h os, o se gun do os c rime s c on t ra o corp o da G rande Mae q ue é n osso corp o t am b em e se mp r e, p orta n to s ob reo p on to de vi s ta da lei, eta s ac ç õ es p ode m l eva ra mor te de q eu m as f az e de q eu m a s cobre, as si m De us o V ê e o S abe e o Di ze o Es c r eve

Mas me mostro e mostro o coração inteiro naquilo que Deus me dá a sentir pela iniquidade dos homens a ver e a conhecer

Mas me mo st to e mo st ro o co ração in te i ro na q eu i lo q ue De us me d á a s en tir pe la in i q u i dad e dos j sargento h o me ns e a v e rea co ne h ce r

No quente desta emoção, e na resposta aos iníquos que pretendem o que chama de justiça face a face das leis que os homens trazem acordados, e fazem assim julgamentos secretos e por vezes execuções sumárias, a revelia de toda a lei do coração e dos homens , dos direitos e deveres das chamadas sociedades democráticas e desenvolvidas

No q eu n te d es ta emo ção, e na r es posta aos in i q u os q ue pr e te n de m o q ue ch am a de j us ti ç a f ac e a face das le is q ue os homens t ra ze m ac o rda d os, e f a ze m as si m j u l g am en t os secretos e por v e ze s e x e c u ç o es s um árias, ar eve lia de toda a lei do co ra çao e dos homens , dos di rei t os e d eve r es das ch am ad as s cie dad es demo c rá tic a s e d es en vo l v id as

Agradeço à América ter enviado para Timor uma equipe no sentido de apurar a tentativa de morte de ramos horta, pois mais uma vez não bate certo, o que se viu e o que se soube e aguardamos todos a luz necessária nesta matéria fazendo votos para a melhoria dos feridos, salvos por presença de mao portuguesa que por ali estava no momento ao perto

A g ra d e ç o à Am erica ter en vi ad o para tim or uma e q eu ipe no s en tid o de ap ur ar a t en t at iva de mor te de ramos h orta, p o is ma is uma v e z não bate ce r to, o q ue se vi ue o q ue se s o ub ee a g ur ad mo s todos a luz ne ce ss a ´ ria ne st a mat é ria fazendo v oto s para a me l h o ria dos f e ri d os, sal vo s por pr es en ça de mao por t u g eu sa q ue por a li est av a no mo m en to ao pe r to

E de momento lhe desejo boa estadia, e que Deus proteja a América, e proteja a América de se fazer dano a si mesma e a muitos outros

E de mo m en to l he d es e jo, uma boa es t a dia, e q ue De us por te g aa Am erica, e pr ot e ga a am a r e cia de se f a ze r d ano a si me s ma e a mui to s outros


bvnglrtz, b vaso n gato primeiro rato da cruz zorro
mudei de ideias amada, vou continuar a publicar aos pedaços, e não um final, como te disse hoje mais cedinho, assim minha intuição o diz para afzer se bem que como sempre a expensas minhas e de meus assuntos de injustiça particular

mu dei de id dei as an ad a vo vaso conti n vaso do ar e pun li car ao s peda aços e n primeiro forte ina primerio , co do mo da te , co mo te di iss e homem oje, maior is ce din homem do circulo as si maior min homam primeiro in t vaso e são circulo di zorro para af se rat se b em co mo se mp rea e x p en sas min h as e de me us as sun t os de un in j us tica par tic vaso lar

pega este pedaço no ultimo paragrafo do anterior publicado

pega de este peda aço no , vaso primeiro tom circulo para raga gato afra do ante rior pub li c a d o


Na noite do dia das cheias, eram ainda visíveis as cobras vermelhas e negras simbolizadas nas mangueiras dos carros dos bombeiros cujas bombas retiravam a agua dos prédios da urbanização, a tal que antes de estar aprovada , já se encontrava em parte vendida, durante o consulado de pedro santana lopes, a provar que a corrupção se paga e carro, pois os prédios recentes, construídos em cima do caneiro de Alcântara, não foram devidamente preparados para a reacção às chuvas grandes, as cobras mangueiras entravam nos prédios e desciam as caves, a cobra preto entrava no numero sete, e dia vermelho das duas chavetas citroem no numero cinco, cobras vermelhas primeiro vaso de oitenta e seis , terceiro do nono de oitenta vazo do zorro primeiro do oito bo quadrado da estrela forte primeira, house maid setenta e dois, ac ao sessenta e nove, zorro do circulo azul frente

Na no i te do id a das che ia s, e ram a in da v isi v e i sm as cobras vermelhas e ne g ra s s im bo l iza d as nas mangueiras dos car ro s dos bo m bei ros c u j as bo mba s r e ti rava m a agua dos pr é di os da ur ban iza çao, a tal q ue ant es de est ar ap rov a da , j á se en c on t rav a em par te v en di da, duran te o c on sul ado de ped ro s ant ana l o p es, a pr ovar q ue a co rr up çao se pa g a e car ro, p o is os pr é d os r e c en te s, co ns t rui d os em cima do can e i ro de al can tara, n ~~ ao f o ram de vi damen te pr epa ra d os para a rea c çao as ch uvas g rand es, as cobras man g eu iras en t rav am nos pr é di os e d es c iam as c av es, a cobra pr e to en t rava no nu m ero set e, e dia vermelho da s du as ch av eta s c i t ron em no nu m ero c in co, co n ra s vermelha sm pr i me rio v as o de o i te n ta e se is , te r ce i ro do nono de o i te n t ra v a zo do zorro pr i me i ro do o i to bo q ua dr ado da es t r e k l a forte pr i me ira, h o use ma id set en ta e do is, ac ao se s en ta e nove, zo rr o do cir c u l o az u l fr ente

Li tambem pelo espírito na segunda vez que foi observar o local, ponto de alumínio, vareta, jc decaux, friso de prata setecentos e vinte e set , rato e iro, af ric a w or k s se maior rodeios , quadrado da divisão da estrela c en t minuto bo x st, seis ouros, dolce e garbana, preto sobre branco, ts da cruz, pasteis de belem terreiro do paço, muitas cruzes brancas sobre vermelho saco de costas setecentos e quarenta e dois bm deus , el dorado templário,

Li t am b em pe l o es pe rito na sg un da v e z q ue foi ob serva ro l oca l, p on to de a lu mini o, v ar eta, jc dec au x, fr is o de pr ta set e c en to s e vi n te e set , rato e iro, af ric a w or k s se maio r ro de i os , q ua dr ado da di visao da es t r e la c en t min u to bo x st, se is o u r os, do l ce e g ar b ana, pr e to s ob r e br anco, ts da cruz, p as te is de be l em te r rei ro do p aç o, mui t as cruzes br ancas s ob r e vermelho m s ac o de co s t as set c en t os e q ua r en ta e do is bm de us , el dor ad o te mp l á rio,

Oitenta e nove b f setenta e nove nissam negro e prata fnac special sul do tejo, traços vermelhos sobre brancos tsf um danças ferro vias , f b quadrado do primeiro fastio horus, peixinho amarelo, escol homem se at vinte e dois do dez h e f inglês cento e cinquenta e nove, pirilampo amarelo a piscar no bar do tejo, en sul mec luis frazao primeiro d

O it en ta e no v e b f set e tnt a e no v e ni s sam ne h ro e pr at a f anc spe cia l s ul do tejo, t ra ç os vermelhos s ob r e br anco s tsf um dan ç as ferro vi as , f b q au dr ado do pr i me rio f as tio horus, pei xi n h o am ar e l o, es co l homem se at vi n te e do is do dez h e f in g l es c en to e cin q eu n ta e no ve, pi r i lam p o am ar e l o a pi s car no bar do tejo, en sul mec l u is fr a z ao pr i me i ro d

Relaciono o x que apareceu depois no ceu no sul do tejo com o parágrafo anterior, prata fac, ou seja, prata francesa do sul do tejo

R ela cio no o x q ue p aa r e ceu d ep o is no c eu no s u l do tejo com o p aa r g rafo ant e i ro, pr a ta f ac, o u seja, pr a ta fr anc e sa do s u l do te j o

A tábua de calculo

A t ab ua de ca l c u l o

Na parede da antiga fabrica, antes da fiada dos novos prédios um cartaz com numeros de emergência, cinco colunas horizontais, com os seguintes numeros a partir de cima, dois quatro, dois, oito um na primeira coluna, ou segundo quadrado do segundo em oitenta e um, na segunda coluna, oito e nove, oito, quatro, ou seja o oitavo do nono de oitenta e quatro , ou o quadrado do oitavo de oitenta e nove, na coluna terceira, seis e seis, the hell road k, na quarta coluna m dois cinco ou segundo da estrela, e na quinta coluna e cento e doze ou o segundo do grupo onze

Na ap rede da ant i g a fabri ca, n te s da fia da d os n ovos pr é di os um ca r t az com nu m ero s de e mer g en cia, c in coco l una s h ori zo n t a is, com os se gui n te s nu mero s a par tir de cima, do is q ua t ro, do is, o it o um na pr i me ira co l una, ou se gun do q ua dr ado do se gun do em o it en ta e um, na se gun da co l una, o i to e no v e, o i to, q ua t ro, ou seja oo i t av do nono de oi ten ta e q ua t ro , ou o q au dr ado do o it avo de o u t en ta e no v en a co l una terceira, se is e s e is, t he h e ll ro ad k, na q ua rta co l un a m do is cin co ou se gun do da estrela, e na q u in ta co l una e c en to e do ze ou o se gun do d o g r up o om ze

A soma das colunas na horizontal, dá dezassete, vinte e quatro, doze, sete , quatro,

Ou primeiro do sete dos dois circulo de doze, decimo segundo ,ou divisão em dois meios, do sete do quadrado,

A s o ma das co l un as na h ori zo n t al, dá dez a set e, vi n te e q ua t ro, do ze, set e , q ua t ro,

O u pr i me i ro do set e dos do is cir c u l o de do ze, dec i mo se gun do ,o u di visao em do is meio s, do sete do q ua ra do,

Divisão da estrela do circulo doze , que será o terceiro da estrela , a dupla unidade do segundo do ove azul, serviço de emergência, se do rato do viço e mer da gato inglês da cia

Di v isa p o da es te r la do cir c u l o do ze , q ue se rá o te r ce i ro da e ts r e la , o d up la uni dad e do se gun do d oo v e az u l, se r viço de e mer g en cia, se do rato do vi ç o e mer da gato in g l es da cia

Somando as verticais obtenho, dezanove, vinte doze , doze, um, ou por redução dez

S oman do as v e r tic a si ob te n h o, dez ano v e, vi n te do ze , d oz eu mo u por red u çao dez

2 infinito , doze a dividir por três , trindade dupla do uno trindade dupla é seis, seis é meio, ou meia, assim se diz em português do brasil, seis, igual a estrela mais divisão

2 in fi ni to , do ze a diu vi r por t r es , t rin dad e d up ka do uni m t rin dad e d up la é se is, si es é mei o, o u me ia, as si m se di z em por tu g eu s do br as il, se is, i gal a e ts r e la ma is di visao

seis – estrela mais divisão igual a cinco percentagem do um, a estrela , é individual meio, é ligação, ligação entre um e outro

se is do h f inglês estrela ma is di visão i g ua l a cin co pe r c en t a ge m do um, a estrela , é in di vi d ual mei o, é li g a çao, li g a ção en t re um e o u t ro

Da mesma foram a partir desta sobreposição por afinidade com a estrutura do passeio elevado, para o lado esquerdo visto do lado da rua onde se encontra o edifico com as referencias, do defi da beta da bacardi, poderemos identificar o ponto do circulo das aguas , o circulo de ferro epal, e obter assim uma correspondência com a outra cruz que as chuvas desvelaram na assinatura de Alcântara,

Da me s ma f o ram a par tir d es ta si ob r ep o sicão por af i ni dad e com a es t ru t u ra do pa s seio el eva do, para o l ado es q eu r do vi s to do l ado da r ua onda se en c on t ra o edi fi co com as r efe r en cia s, do d e fi da b eta da b ac ar di, p ode r emo s id en t i fi car o p on to do cir c u lo das aguas , o c r irc u l o de f e r ro e pal, e ob te r as si m uma co rr es p on dec ni a com a o u t ra c ur z q ue as ch uva s des vela ram na as sin at u ra de al can tara,

A segunda marca à esquerda da chaveta por correspondência, calha então na cruz oitava do gráfico do jornal, sobre a linha de john mc cain, e corresponde aqui em portugal ao que seria o voto de, neste caso à estrutura cubica na avenida , ou na rua de ninguens, do helder amaral

A se gun da ma rca esquerda da ch av eta por co rr ep on den cia, calha en tao na cruz o it av a do g ráf i co do jo rna l, s ob rea linha de jo n h mc cain, e co rr ep son de a q u i em portugal ao q ue se ria o v oto de, ne s te c as o à es t ru t u ra c u b i ca na ave ni da , ou na r ua de nin g u e ns, do he l de r am ar al

A outra cruz do lado esquerdo no ponto do asfalto que arrebentou, corresponde ao alberto martins

A o u t ra cruz do l ado esquerdo no p on to do as f a l to q ue ar r e b en to u, co rr es ponde ao al be r to mar t in z

Uma estrutura cubica são oito pontos , dois quadrados, oito pessoas, um quadrado à esquerda , um outro à direita no espectro político, a partir da realidade expressa de dois x no asfalto, um de cada lado da estrutura da chaveta, que simboliza a fortaleza invertida, ou seja virada para a passagem superior dos peões, que suporta as laminas do painel publicitário,

Uam e ts ru ra c ub i ca são o i t o p on to s , do is q ua dr ado s, o i to pe ss o as, um q ua dr ado à esquerda , um outro À direita no es pe c r to poli tic o, a par tir da r e la i dad e e x press a de do is x no as fal a to, um de c ada l ado da es t r au t ra dc ch av tea, q ue s im bo l iza a f orta l e za in v e r tid a, o u seja v i ra da para a pa s sage m s up e rio r dos pe õ es, q ue s u porta o as l ami na s do pai ne k l pub li cita rio,

Temos assim a correspondência com dois nomes, o helder amaral e o alberto martins a que se acresce o fio que veio do brasil que aponta então para o rui sá, três possibilidades para três cruzes em muitas outras

Te mo s as si m a co rr es p on den cia com do is no mes, o he l de r a mara l e o al be r to mar t ins a q ue se ac r es ce o fi o q ue veio do br as il q ue ap on ta en tão para o rui sá, t r ês p os si bil i dad es para t r ês c ru ze s em mui t as o u t ra s

Decomponho então as frases em realce dos três

Dec o mp on h o en tão as fr e ze s em rea l çe d os t r ê s

Diz o alberto martins, inclino-me para Obama. Está numa lógica de ruptura. Mas o mais importante mesmo é que ganhe um democrata

Di zo al be r to mar t i ns, inc li n inglês me para ob am a. Es t á n uma l ó gi ca de ru pt u ram as o ma is i mp orta n te me s mo é q ue gan he um demo c rata

O rui sá, de um ponto de vista meramente afectivo, não posso deixar de dizer que tenho uma inclinação por barack Obama

O rui sá, de um p on to de v ista mer am en te af e c t u vo, n ão p osso de ix ar de di ze r q ue t e n h o uma inc lina çao por ba ra k ob am a

O helder amaral, votaria McCain, mas tenho simpatia por Obama, se a luta fosse entre ele e bush, votaria Obama

O he l de r am ar al, v ot aria Mc Cain, ma s te n h o s i m p at ia por O bam a, se a l u ta f os se en t re e le e b us h, v ota ria Ob am a

Hoje de madrugada subi na estrutura do passadiço, entre a oitava a e nona lâmpada fluorescente, o local da marca, de duas fiadas e um central que se encontrava completamente apagada, a lâmpada, só acendia em suas pontas, como a dizer, os pólos que encandeceram a desgraça, a oitava, da quinta do meio que estava apagada, trás a passagem dois tapetes rolantes e um central que visto em alçado fazem um pente com os dentes virados para cima , quatro , que se reflectiu de imediato nos dentes do tubarão na imagem anterior, alinhamento do budha bar, o tapete metálico do chão, são cruzes com vinte elementos por cada cruz, assim faz o padrão do chão, como um sinal de radiação

H o je de madruga da s u bi na es t ru t u ra do passa di ço, en t rea o it av aa e nona l am pada f l ur es c en te, o l o ca l da ma rca, de du as fia d as e um c en t ra l q ue se en c on t rava co mp l eta mente ap a g ad a, a l a mp ad a, s ó ac en dia em su as p on t as, co mo a di ze ro s p o l os q ue en can d es ce ram a d es graça, a o it av a, da q ui n t a do mei o q ue est av a ap a g ada, t rá s a pa s sage m do is t ape te s rola n te s e um c en t ra l q ue vi s to em al ç ado f a ze m um p en te com os den t es v ira dos para cima , q ua t ro , q ue se r e f l e c ti u de imediato no s den te s do t u bara ão na i mage m ant e rio r, al in h am en to do b u d h a bar, o t ape te met al i co do ch ão, são c ru ze s com vi n te el e m e n tos por c ada cruz, as si m f a zo padrão do ch ão, co mo um sin al de ra di çao

Depois li nos grafitis, semi arco do duplo vaso das duas cruzes do carneiro do olho de peixe, cristão, serpente, o laço em cima da ponta do triângulo da nota inferior que me lembrou no instante a ferida no craneo de bhutto, do qual sai uma cruz k que tem meio vaso aberto em cima e um triângulo de fogo em baixo, cruz invertida para o chão, chaveta triângulo de agua do qual sai um olho de vesica que lançou um sombra que escorre parecendo uma mancha de teste psiquiátrico, ou um ser deitado para baixo voltado , um x e um v no ramo do x, ratos , primeiro vaso do rasgão no circulo, circulo do angulo do i sobre dois traços deitados, quadrado com base em semicírculo preto e amarelo, circulo da ignição da ot rato do botão packard vaso maior da dupla dor do angulo superior esquerda do zorro do n sobre os cumes da maria da estrela tipo bloco dos dois rasgões dentro do circulo da linha que dele sai descendo e maria kapa do vaso do x do ponto de interrogação, como homem deitado com a cabeça para a direita, a onda da cruz do home da cadeira do almeida da escrita com bolas do kapa do triângulo para cima seta circulo de noventa e dois e onda grande que inclina o infinito da linha da serpente, romio quinhentos treze, passou uma ambulância vermelha a acelerar em direcção ao rio nesse preciso momento, b vaso do b da seta para o ar do triângulo de fogo dos dois triângulos que se reúnem em quadrado do triângulo sobre as pernas do k Y, circulo príncipe da cruz, circulo li, gás do nó sobre a estrela do circulo A coroada do triângulo de agua que penetra o circulo e s emi circulo da mola que fora a maça da estrela A lex luther, rato do triângulo da direita sobre a vertical da cruz da qual sai o raio, poll do angulo da cruz no circulo Y zorro do x no segundo circulo, o da direita, do angulo de esquerda alata dos três pontinhos, tipo desenho do jogo da forca., me do carneiro do y invertido verticalmente do triângulo do primeiro da cruz invertida para a terra en li k e da segunda serpente e no igual ss carneiro serpente pe do circulo que deita a carapuça na estrela A c romo , rua do coronel luna oliveira as primeiro x v it a rango na eu, vesica de parta e negra de noventa e oito a noventa e quatro, cruz do y terceiro quadrado , primeiro da divisão da quadrado me g ane e a turbo diesel mon de o do segundo cruz vaso tv em noventa e três do dia maior da dupla estrela clinica cuf de torres vedras, circulo sete e zorro de noventa e três do auto do mar, ante ra q puma, quatorze de noventa e oito k d, za f ira do auto industrial circulo quatro ao trinta e oito, cd cruz vareta almera entreposto algarve vo dc primeira coluna, , estrela inclinada cinco duplos braços colados entre si, a quebra do circulo na fortaleza, com um só luz no lado esquerdo a funcionar, assim falava o carro que de repente estava com o porta bagagem aberto e que seu estava a observar quando chegou a policia, , do quadrado do p azul primeiro li ge e ro de carga de a lu g eu rato triste feia, e depois dei ao lado com o carrinho de rodas de bicicleta das castanhas com o cone invertido, da visao qui relatada, por debaixo deles, um circulo em arame com um u num dos seus segmentos, duas super bock grande e duas pequenas, a grande tinha vertido sobre pele cor de canela, rand e rato da cruz do vaso tv, para uma carrinha ferro vi as man tem são, num outro , stone ignition maroc es as quira circulo segundo de setenta e um om , dv d serpente homem oe companhia cento e seis, ce k rino uni tc e c ko do dn di angula da cruz primeira


D ep o is li no s g ar fit is, s emi arco do d up lo v as s o das du as c ru ze s do car ne i ro do olho de pei xe, c r si tão, se rp en te, o l aço em cima da p on ta do t r ina gula da n ota in fe rio r q ue me l em br o u no ins t ante a ferida no c ra neo de b h u tt o, do q au l s au ii uma c ru z k q ue te m mei o v as o ab e r to em cima e um t r ian gula de f o g o em ba ix o, cruz in v e r tid a pat a o ch ao, ca h v eta t r ian gula de agua do q ua l sai um i l h o de v e sica q ue la nl ço u um son b ra q ue es co rr e par e c en do uma mancha de te st e ps i q u iat r i co, ou um ser de ita do para ba ix o vo l t ado , um x e um v no ramo do x, ratos , pr i me i ro v as o do ra g ão no cir c u l o, circulo do angulo do i sobre do is t raç s o de ita d os, quadrado com base em se « mic irc u lo pr e to ee am ar e l o, circulo da i g nu ção da ot rato do b otão p ac k ard v as o maio r da d u p la dor do an gula super i o r es q eu r d dao so zorro do n s ob reo s c u mes da maria da estrela t ip o b l oco dos do is ra s g õ es den t ro do cir c u l o do linha q ue dele sai d es c en do e maria kapa do vaso do x do p on to de in te rr o g a ção, como homem deitado com a cab e ç la para a direita, a onda da cruz do home da ca de ira do al me ida da es c rita com bo la s do k pa do t r ian gula para cima s eta cir c u l o de no v e n ta e do is e onda g rande q ue inc l ina o in f ni to da linha da se rp en te, ro mi o q u in h en to s t r e ze, passo u uma am bu lan cia bv e r mel h aa ac e l ke ra em di re c ç ão ao rio ne s se pr e ciso mo m en t y o, b vaso do b da s eta para o ar do t r ian gula de f o g o dos do is t rin gulas q ue se r eu ne m em quadrado do t r ian gula s ob rea s pe rna s do k Y, cir c u l o pr inc ipe da cruz, circulo li, g as do nó sobre a estrela do circulo A co ro ad a do t r ian gula de agua que p ene t ra o circulo e s emi circulo da mol a q ue f o ra a maça da estrela A le x l u t her, rato do t r ina gula da direita so b re a v e r tic al da cruz da q ual sai o rai o, po ll do ang o l o da cruz no cir c u l o Y zorro do x no se gun do circulo, o da direita, do angulo de esquerda al at a dos t r es p on t in h os, t ip o d es en ho do j o g o da f o rca., me do carneiro do y invertido v e r tica l e mn te do t rai n g u ço do pr i me i r d da cruz invertida para a terra en li k e da segunda se rp en te e no igual ss car ne i ro se pr en te pe do circulo que de ita a cara p u ç a na estrela A c r omo , rua do co ron el l una oliveira as pr i me rio x v it a ra n g o na eu, v e sica de pa r ta e ne g ra de no v en ta e oito a noventa e quatro, cruz do y te r c e i ro q ua dr ado , primeiro da du v u são do a quadrado me g ane e a turbo di es e s mon de o do segundo cruz v as o tv em no v en ta e t r es do dia maio r da d up la estrela c l i nica c u f de to rr es v e dr as, circulo sete e zorro de noventa e três do auto do mar, ante ra q p uma, q ua tor ze de noventa e oito k d, za f ira do auto indu s t ria l circulo q au t ro ao trinta e oito, cd cruz v ar eta al me ra en t r ep os to algarve vo dc primeira co l una, , estrela inc lina da cin co d up l os br aço s cola dos entre si, a q eu b ra do circulo na f o rta l e za, com um s ó luz no l ado es q eu r dao a fun cio n ar, as si m f aa l ra o car ro q ue de r ee pn te est av a com o p orta ba g a ge m ab e r to e que seu est av aa ob serva r quando che g o u a poli cia, , do q ua dr ado do p azul pr i me i ro li ge e ro de carga de a lu g eu rato t r iste fe ia, e d ep o is dei ao l ado com o car rin ho de ro d as de bic li c l eta das cas t anha s com o c one invertido, da vi s º ao q u i r e l at ad a, por de ba ix o de le s, um circulo em ar ama com um u m nu m dos se us se g m en to s, du as super bo ck s g rande se du as pe q eu nas ,a g rande tinha v e r tid o sobre pele cor de c ane la, rand e rato da cruz do vaso tv, para uma car rin h a ferro vi as man tem são, n um outro , stone i g ni tio n maroc es as q u ira cir c u l o se gun do de set en te e um om , dv d se rp en te homem oe co mpa n h y c en to e se is, ce k r ino uni t c e c ko do dn di an gula da cruz pr i me ria

Contudo a imagem não se esgotou aqui nestas considerações, ontem de novo lá voltei, pois uma imagem andava em mim, a imagem de um senhor na india a rezar, que aparecera tambem no dn, estava ele num pequeno separador entre duas vias rápidas, pela velocidade de obturação, os carros que passavam ao lado dele, tornaram-se rastos, mas um deles parece ser uma limosine comprida, como geralmente elas constumam ser, o home está de joelhos no chão apoiado num tapete que tem duas enormes pedras em seu topo, ou seja para a frente dele, e um cabo que parece um arpão, entra sua cabeça no tapete onde procede à sua oração, fora o que me chamara em primeiro lugar a atenção, pois embora as cores não sejam as mesmas, nem a forma exacta, me remeteu súbito , a consciência interior para o arpão que me aparecera no peru, quando o comi, acima descrito na parte do yahoo.

Co n t u do a i mage m n ão se es g ot o u a q u i ne st as c on side rações, on te m de n ovo l á vo l te ip o is uma i mage m anda v a em mim, a i mage m de um s en hor na in dia a r e za r, q ue ap ar e ce ra t am b em no dn, est av a e le n um pe q u en o s epa ra dor en t re du as vi as rá pida s, pe l a v e l o cidade de ob t ur a çao, os car ros q ue pa ss ave mao aldo de l e, to rna ram inglesa se rastos, mas um de l es par e ce ser uma l im o s ine co mp rid a, co mo ge ra l e mn te e la s co ns t u mam ser, o home est á de j oe l h o s no ch ao ap o iad o n um t ape te q ue te m du as en o r mes ped ra s em su t o p o, o u seja para a fr en te del e, e um ca bo q ue par e ce um a rp ão, en t ra s ua ca beça no t ape te onda pr o ce de à a ua o ração, f o ra o q ue me ch a mara em pr i me i ro lu g ar a at en ção, p o is em bora as co r es n ão se j am as me s mas, n e m a forma e x cat a, me r e met eu s ub i to , a co ns cie n cia ine teri or para o a rp ão q ue me ap ar e ce ra no pe ru, q ua n do o co mi, ac ima d es c rito na par te do y h a oo.

O separador, e a velocidade me fez emergir na consciência a av de ceuta, e depois me recordei de ter visto numa madrugado salvo erro de domingo, uma limousine branca que estava parada em direcção ao passadiço aéreo dos peões ali ao lado da paragem do autocarro, o condutor saíra e fora às maquinas de multibanco me frente do outro lado da rua levantar dinheirão, entrara de novo nela e arrancara voltando à direita na av de ceuta em direcção a sete riso ou praça de Espanha, ou ip dezanove, tinha vidros fumados e portanto não vira nela ninguém, e pela acção do senhor, era provável que já ninguém naquela hora tardia transportasse, depois em dia recente, um programa de televisão dava conta da existência de uma empresa aqui que procedia ao seu aluguer, tinha acabada de ver na net em dia recente, uma outra doirada, associada a uma cantora que trago em meu coração, quando dela vira um clip com um poema de rumi, numa navegação mais complexa a que aqui em pormenor voltarei, tambem porque ela acabou de aqui no jornal de novo aparecer, portanto alguém terá relacionado essa minha navegação na net e a trazido à ribalta, por assim escrever, e me lembrei ao isto lembrar das limosines, de uma outra que vira e filmara em londres, da ultima vez que lá estive, estava a filmar a rua, e de repente a limo branca parou ali num sinal e eu a filmei, recordei que filmara tambem as gentes que estavam na boca de metro desse cruzamento e me lembrei que nessas filmagens, ali naquele sitio algo estranho se passara, pois entramos numa loja de roupa com dois pisos e a câmara ficara inadvertidamente ligada, e portanto fartara-se de filmar os mosaicos grandes do chão de mármores claros, agora, ao recordar, associava a limo branca, o metro, a câmara a filmar o chão, ou seja , o que está por debaixo da terra, o metro, as bombas, era a associação que ia se desvelando em meu recordar

O s epa ra d o rea velo cidade me fez e mr gi rna co ns cie n cia a av de ce u t a, e d ep o is me r e c r de id e ter vi to n uma madruga d o sal vo e rr o de domingo, uma li mo u s i n e br anca q ue est av a par ad a em di rec ç ão ao pa ss ad i ço ae reo dos pe õ es ali ao l ado da par a ge m do au toca rr oo c on du ot or sa ira e f o ra as ma q u ina s de mul ti ban co me fr ente do o u t ro l ad o da r ua l eva n t ar d ine hiro, en t r a ra de n ovo ne la e ar ra n cara vo l t and o à di rei ta na av de ce u ta em di rec ç ão a set e riso o u pr aça de e sp a na h a, ou ip dez ano v e, tinha vi dr os f uma d os e p orta n to n ão v ira ne la nin g u é me pe la ac ç ao do s en hor, e ra pr ova v el q ue j á nin g eu m na q eu la h o r a t ardi a t ra sn p orta ss e, d ep o is em dia r e c en te, um pr o g rama de tele visão d ava conta da e xis te n cia de uma e m p r es a aqui q ue pr e o ce dia ao s eu a lu g eu r, tinha ac ab ad a de ver na net em dia r e c en te, uma o u t ra do ira da, as soci ad aa uma can tora q ue t ra g o em m eu co ra çao, q ua n do de la v ira u nm c l ip com um por ma de ru mi, n uma n ave g a ç a õ ma is co mp l e x aa q ue a q u i em por m e n or vo l t a rei, t am b em por q ue e la ac bo u de aqui no jo rna l de n ovo ap ar e ce r, p orta n to al g eu m te rá r ela cio n dao ess a min h a n ave g a ção na net e a t ra z id o à rib al ta, por as si m es c r eve r, e mme l em b r ei ao is to l em br ar das l i mo sines, de uma o u t ra q ue v ira e fil mara em l on dr es, da u l t im a v e z q ue l á est ive, est av aa fil mar a rua, e de r ep en te a limo br anca par o u a li n um sin al e eu a fil mei, record e i q ue fil mara t am b em as g en te s q ue est ava m na b oca de met ro d ess e c r u za m en to e me l en m b r ei q ue n es sas fil mage ns, a li na q eu le si tio al g o es t ra n h o se pa s sara, p o is en t ramos n uma l o j a de ro up a com do is p is o s e a ca mara fi ca ra ina de v e r tid am en te li gado, e p or t ant o f ar tara inglesa se de fila mr os maso a i co s g rand es do ch ao de mar mor es c l ar os, agora, ao record ar, as soci av aa li mo br anca, o met ro, a ca mar a fil mar o ch ão, o u seja , o q ue est á por de ba ix o da terra, o met ro, as bo mba s, e ra a as soci a ção q ue ia se d es v e lan do em m eu record ar

Reparo no senhor indiano a rezar com os enormes pedregulhos que em sua aparência seguram o tapete e o impedem de voar, e reparo que unindo-os tenho um bastão com duas bolas, e relaciono a reza com o sucedido ou manifestado nas assinaturas a Alcântara das cheias, coloco o senhor aqui neste lugar por correlação com a posição da limousine branca que aqui nessa noite vi, pois me parece melhor referencia de sobreposição espacial que a outra que no local poderia existir e porque faz maior sentido associa-lo a limousine visto que uma eu vira num determinado lugar, o outro sitio, seria por semelhança na existência de um separador central, e portanto colocando-o no separador do inicio da v de ceuta que divide as quatros faixas que ali existem, agora ao isto escrever, reparo que foi esse o movimento que a limo aqui fez, e assim sendo mais a simetria se reforça, e decido colocá-lo ali, relembro de memória a imagem do dn, e da ideia com que fiquei pelo blur do movimento da obturação que a limousine, vem de trás dele, salvo seja, se não o atropelaria, ou seja, vem por detrás pela faixa que fica à sua direita, sendo que então ao aqui colocá~lo ele está a olhar na direcção do aqueduto

R epa ro no s en hor in di a no ar e z ar com os en o r mes ped r e g u l h os q ue em s ua ap ren cia se g ur am o t ap e te e o i mp e d em de vo ar, e r epa rao q ue uni n d o inglês os t en h o um ba s tao com du as bo la s, e r ela cio no a r e z com o s u ce dido ou m ani f es t ado nas as sin at u ra s a al can t a ra das che ia s , co l oco o s en hor a q u i ne st e l u g ar por co rr e l a ção com a p o si ç ão da limo s ine br anca q ue a q u i ne s sa no ite vi, p o is me par e ce me l hor r efe ren cia de s ob r ep o si são espacial q ue a o u t ra que no l oca l p ode ria e x is tir e por q ue f az maio r s en tid o as soci a a inglesa l o a limo s ine vi s to q ue uma eu v ira n um de t r emi n ado lu g ar, o outro s ii to, se r ia por se me l h anc ça na e x is ten cia de um s epa ra o r c en t ra l, e pr ot na to c olo can d o inglês o n s epa ra d or do inc i ni o da v de ce u ta q ue d ive as q ua t ros f a ix as q ue a li e x is te m, agora ao us to es c r v e r, r ep a ro q ue f o i ess e o mo vi e mn to q ue a limo a q u i fez, e as si m s en do mai s a si met r ia se r e f o rça, e dec ido c olo c á inglesa l o a li, r e l em br o de me mór ia a i mage m do don, e da i deia

com q ue fi q eu i pe l o b l ur do no vi m en to da ob t u r a ção q ue a limo sin e, v em de t ra s de le, sal vo seja, se não o at ro p l e ria, ou seja, v em pp o r de t rá s pe la f a ix a q u e f ica à s ua di rei ta, s en do q ue en tão ao a q u i c olo c á inglesa onda l o e le est á ao l h ar a d ur e c ção dao a q eu d u to

o gancho que o senhor tem a entra no meio do topo do tapete onde estão as pedras tapete, como que puxa uma um dos lados do imaginário bastão que os une, assim sendo as duas pedras que se encontram na posição da balança equilibrada se desequilibram com aqui mostra a linha da posição dos buracos que se deram em Alcântara, como a imagem na india é um espelho, tambem aqui o é, batem certas a acção da posição do anzol e sua linhas aqui no terreno

o gan ch o q ue o s en hor te m a en t ra no mei o do t o p o do t a pete onda est ão as pe dr as t ape te, co mo q ue p ux a uma um dos l ad os do imaginário ba s tao q ue os u ne, as si m s en do as du as pe dr as q ue se en c on t ram na p o si çao da bal ança e q eu i li br ad a se d es e w i qui libram com a q u i mo s t ra a linha da p o si ção dos b ur ac os q ue se de ram em al can tara, co mo a im g em na in dia é um es pe l h o, t am b em a q u i o é, bate m ce rta s a a c ç ao da p o si ção do an zo l e sua linha s a q u ino te rr en o

o cruzamento faz uma cruz, onde está uma linha obliqua que se estabelece entre os dois buracos, que as chuvas deixaram como assinatura, prolongando esse eixo, tenho do lado do cubo, o sexto pilar entre a quarta e a quinta arcada de sustentação do acesso à ponte quem sai de Lisboa, exactamente onde está uma luz branca na plataforma do comboio, prolongando para o outro lado, para o largo de Alcântara, vou dar ao Palácio, a marisqueira, e circulo do vaso de setenta e quatro maçon serviço da di sessenta e dois, s emi fr e duplo circulo da mansa ,a cucar puro de cana in pi s, inp is, tofa, viveiros , marisqueira

o c ur za m en to f az um cruz, onda es tá uma linha ob li q ua q ue se eta be le ce en t r e o s do is b u r a c os, q ue as c h uva s de ix ram c omo as sin at u ra, pr o l on gan do ess e e ix o, t en h o do l ado do c ub o, o se x to da Pilar en t rea q ua rta e a q u in ta a rca da de ss u te n t q a ção dao ac es s o A´ on te q eu m sa i de lis bo s, e x cat a e mn te onda es tá uma l u z br anca na p l at a fr oma do co m boi o, por la on gan do para o o u t ro l ado, para o l argo de al can tara, vo u d ar ao p l a c io, a n a r is q eu ira, e cir c u l o d a t o do v as o de set en ta e q ua t ro m aç on se r vi ç o da di se see n ta e do is, s emi fr e duplo circulo da mansa ,ac u car p ur o de c ana in pi s, inp is, to f a, vi ve i ros , mari s q eu ira, p u dim de ovos do bo l o de maria sobral, az u l

no primeiro prolongamento, em direcção à ponte, passa ainda a linha pelos apartamentos perpendiculares à avenida de ninguéns, que fazem com os que a ela são paralelos, uma cruz invertida

no pr i me i ro pr o l o n game n to sar g en to, em di rec ç ão À p on te , passa a in da al in h a pe l os ap ar tamen to s pe rp r en di c ua l r es À ave ni da de nin g u é ns, q ue f az em com os q ue a e la são para lelo s, uma cruz in v e r tid a

depois passei pela infante santo e assim li, severino circulo do vaso maior forte do w da cruz da za de chelas , napoleão o grande do príncipe de la rá,. Relações publicas da vareta vinte nove de oitenta e cinco, bus e, de europa em quadrado inclinado, como o que um dia vira no parque de monsanto, quando lá foi arrancar os espinheiros, o do alvito, e que está no video que na altura lá fiz e que depois publiquei no blog

d ep o is pa ss ei pela infante santo e as si m li, se v e r ino cir c u l o do v as o maio r forte do w da cruz da za de che la s , n ap o lea oo g rande do pr inc ipe de la rá,. R ela ç õ es p ub li cas da v a r eta vi n te n ove de o it en ta e cin co, b us e, de eu r opa em q ua dr ado inc lina do, co mo o que um dia v ira no par q ue de mo n san to, q ua n d o l á f o i a r ra n car os es pi n he i ros, o do al vi to, e q ue est á no vi de o q ue na l at u ra l á fi z e q ue d ep o is p ub li q eu i no b l o g

assim termina o visto em Alcântara salvo a imagem da limousine que se reflecte tambem em londres e portanto deve apontar aos atentados no metro, sendo que daqui emerge uma relação com alvito, a reunião em casa do berlusconi no começo da guerra, passa por londres, espanha nas baleares e tambem trás relação com a morte de bhutto


as si m te r mina o vi s to em al can tara sal vo a i mage m da li mo sin a q ue se r e f l e c te t am b em e m l on dr es e p o rta n to d eve ap on t ar aos at en t ado s no met ro, s en o q ue da q u i e mer g ue uma relaçao com al vi to, a reunião em c asa do be r lu s c oni no co me ç o da g eu rr a, pa s sa por l on dr es, e sp a nha nas bal e ar es e t am b em t rá s relação com a mor te de b h u t t o


pensava eu, que no entretanto mais alguns fios aqui se ligaram, me recordei de duas tardes recentes, a primeira quando comprei os dois pares de sapatos que minha mãe me ofereceu, os outros, tambem oferecidos, um deles em sua sola já tinha aberto um perfeito quadrado, tão perfeito fora feito, que quando começara a chover, dera por ele e de facto já estava em seu fim, ao comprar os novos, o que geralmente acontece, abri feridas nos calcanhares, e assim desci à farmácia da rua que sobe do cruzamento de Alcântara e fui comprar quatro pensos, a farmácia que fica mais ou menos no sitio onde fora agredido uma noite pela calada, que é tambem mais ou menos ao pé de onde a cristina coutinho, quando a conheci, tinha um apartamento, curioso acontecer, porque enquanto lá estava em cima do contador, um livro repousava, um livro que pelo seu titulo, era todo ele contrário à ideia de farmácia, como lugar de medicina vária, e exactamente isso comentara em forma de brincar a menina que me atendera, que pela resposta que me dera não percebera a graça, o que só aconteceu quando a cliente que lá o esquecera de novo entrou a o buscar, ai a boticário percebera o sentido de meu dizer, e lá sorrimos um bocado

pe ns v a eu q ue no en t r eta n to ma is al gus fi os a q u ise li g aram, me recorde i de du as t ard es re c en t es, a pr i me ira q ua n do co mp rei os do is pa r es de sa pat os q ue min h a mãe me o f e r e c eu, os o u t ros, t am b em o f e rei d os, um del es em s ua sol a j á tinha ab e r to um pe r f e i to q ua dr ado, tão pe r f e i to f o ra fei to, q ue q ua q n do co me ç ara a ch u v e r, de ra por e le e de f ac to j á est av a em se u fi mao co mp r ar os n ovo s, o q ue ge ra l m en te ac on te ce, ab r i fe r id a s nos cal can h ar es, e as si m d es ce À fr am á cia da rua q ue s o b e do c r uza m en to de al a c a n tara e f u i co mp r ar q ua t ro p en s os, a f arma ´ cia q ue f i ca ma is ou mn es ni os no si tio onda f o ra a g red id o uma no ite pela calada, q ue é t am b em mai s ou m en os ao p é de onda a cris t ina coutinho, q ua n do a co n he c i, tinha um ap a ar t am en t o, c u rio s o ac on tec e r, por q ue en q ua n to l á est av a em c ima do co n t ad o r u m li v ro r ep o usa v a, um li v ro q ue pe lo s eu titu l o, e ra todo ele c on t ra ´ rio à i deia de f ar ma çia, co mo lu g ar de me d dec ina v ária, e e x cat am en te iss o co m en t ar ra em f oma de br inca ra m e n ina q ue me a te n de ra, q ue pe la r es posta q ue me de ra n ão pe r c e be ra a graça, o q ue s ó ac on te c eu q u q n do a c li en te q ue l á o es q eu ce ra de n ovo en t ro ua o b us car ai a b ot i cá rio pe r ce bra o s en tid o de m eu di ze r, e l á s or r i mos um b oca do

os pensos, trazem um símbolo que depois torna a aparecer e ressoar em dois sítios distintos, são vesicas azuis com um s, um cabra, vertical em seu meio, que pouco depois se espelhara num anuncio de televisão que aparecera, onde do branco, se formam por mix uns olhos de animal, como se fossem olhos fendidos de gato, que no caso são amarelos e desenham um logo ou algo assim, olhos fendidos de gato, ou de crocodilo ou de uma besta

os p en s os, t ra ze m um s im b olo q ue d e p o is to rna a ap ar e ce r e r e ss o ar em do is si tios di s tintos, são v e sic as az u is com um s, um c a b r a, v e r tic al em s eu mei o, q ue p o u co d ep o is se es pe l h ara n um na un cio de te l e visão q ue ap ar e ce e ra, onda do br anco, se f o r ma m por m ix uns ol h os de a nim al, co mo se f os se m o l h os f en dad os de g a to, q ue no c as o são am ar e l os e d es en ham um l o g o o u al g o as si m, o l h s o f en dad as de g a to, ou de c roco di l o ou de uma best a

subia a rua e frente ao prédio novo com ar de estrangeiro, onde uma madrugada dera com o vizinho que lá mora, deitado no chão a dormir à porta com vomitado a seu lado, era da parte da tarde e de lá saiu um senhor magro cabelos já um pouco grisalhos, que me chamou à atenção, na realidade me chamaram à atenção seus pés, pois trazia um sapato petro e um chinelo preto, parecidos, clássicos, e discretos, mas o suficiente distinto para neles reparar, observei seu andar, e não coxeava, o que tornara aquilo ainda mais estranho e assim se entranhara na memória

s u bia a rua e fr en t y e ao pr é di o n ovo com ar de es t ra n geiro, onda uma madruga da de ra com o v iz in h o q ue l á mo ra, de it ad o no ch ao a do r mir à p orta com vo mit ado a s eu l ado, e ra da par te da t arde e de l á sa i u um s en h or ma g ro cab e l os j á um p o u co g r isa l h os, q ue me ch am o u À a ten ção, na real i dad e me c h am aram à at en ção se us p é s, p o is t ra z ia um s pat ro petro e um ch ine l o pr e to, par e cid o s, c lassi cos, e di s ce r to s, mas o sufe cie n te de is tinto para nel es r ep ar a ar, ob s serve i s eu anda r, e n ão c ox e ava, o q ue to rna ra a q u i lo a in d a ma is es t ra n h o e as si m se en t ra n h ara na me mó r ia

depois apareceu, como muitas vezes aparece, do atlier de tecidos, as caixas das encomendas que a ele chagam, ali ficam na rua à espera dos almeidinhas em seu passar, a os recolher, este era um cubo, um cubo que de imediato me ressoou ao momento na estrutura cubica das aguas do caneiro de Alcântara que tinha rebentado até com o asfalto e que tambem se prende com uma outra imagem que o ceu desvelou do final deste aeon, onde se configurou um triângulo não isósceles de fogo das três estrelas de seth, que geralmente indica isso mesmo, a consumação do velho aeon

d ep o is ap ar e c eu, co mo mui t as v e ze s ap ar e ce re, do at li e r de te cid os, as cia x as das en comendas q ue a e le chagam, a li fi cam na r ua à es pera dos al me i d in h as em s eu pa s sar, a os r e co l her, este e ra um c ub o, um c u bo que de imediato me r ess o au ao mo m en to na est r u t u ra cu bica das aguas do can e iro de al can t ra q ue tinha reb en t ado at é com o as f al to e q ue t am b em se pr en de com uma o u t ra i mage m q ue o c eu d es v e lou do fi na l d este a e on, onda se c on fi g ur o u um t rin gula n ão is os cele s de f o g o das t r es e st r e la s de seth, q ue ge ra l mente indica iss o me s mo, a c o ns u mação do ve l h o ae on

o cubo de cartão trazia as letras impressas cortadas pela fita gomada castanha que envolvia a caixa, assim nele li, gato inglês varo e rato do vaso do oe inglês st circulo do ck e triângulo de fogo vaso ub bit li e gato inglês d cruz rá por ti e ren vaso da vartea da vesica azul, dom o o olho do gato em s at transponder e t st o ck e r h ori zo n t do home inglês d ac riz serpente do vaso p brasil, lá estava o mesmo símbolo da vesica azul com o olho do gato fendido, como padrão impresso no cubo

o c u bo de ca rtão t ra z ia as l e t ra s i mp r es s as co rta as pe la fi ta g oma da ca s t anha q ue en vo l v ia a caixa, as si m ne le li, g at o in g l es v ar o e rato do v as o do oe inglês st cir c u l o do ck e t rian gula de f o g o v as o ub bit li e g at o inglês d cruz rá por ti e ren v as o da v ar tea da v e sic a az u l, dom oo olho do g a to em s at t ra ns p onde r e t st o ck e r h ori zo n t do home on g l es d ac riz se rp en te do v as o p bra si l, l á est av o me s mo s im b l o da v e isa az u l com o olho do gato f en dad o, co mo pa d raõ i mp r ess o no c u bo

l z x tut, primeira vareta do zorro que amrca o x na cruz , vaso maria cruz

feuplko, forte europeu up primeiro passaro do k rato on ze, ko

iwwkbv, vareta ww kapa b vaso